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Em 2003, antes do PENT, ainda não havia medidas coerentes, existindo assim

um crescimento lento mas com objectividade, concentrando-se em 3 regiões:


Madeira, Lisboa e Algarve, não havendo uma distribuição geográfica homogénea,
a região Algarvia representava metade da percentagem do turismo em Portugal.

Mas ainda há muito para fazer. Desde segmentar melhor as propostas de valor a
aumentar a oferta de qualidade. Melhorar as acessibilidades. Desenvolver o
turismo residencial e de saúde. Criar uma imagem mais forte junto dos clientes
exigentes. Facilitar o licenciamento e reduzir o peso da burocracia.

Para atingir este objectivo ambicioso é necessária uma estratégia. Essa estratégia
está traduzida no PENT.
O Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) é uma iniciativa do Governo, da
responsabilidade do Ministério da Economia e da Inovação, para servir de base à
concretização de acções definidas para o crescimento sustentado do Turismo
nacional nos próximos anos, e orientar a actividade do Turismo de Portugal, IP,
entidade pública central do sector.
Com a entrada do PENT foram criadas novas estratégias, estruturadas em 3 pilares:

- Um crescimento de visitas Europeias aproveitando a nossa matéria prima;

- Clima e luz;

- Hospitalidade e Diversidade concentrada.


Fazendo parte da matéria prima que Portugal dispõe sendo estes:

 Sol e Mar;
 Touring Cultural e Paisagístico;
 City Break;
 Turismo de Negócios;
 Turismo de Natureza;
 Turismo Náutico;
 Saúde e Bem Estar;
 Golfe;
 Resorts integrados e Turismo Residencial;
 Gastronomia e Vinhos.

A maior aposta foi nestes produtos sendo os que os mesmos sofreram grandes
desenvolvimentos, para poder-mos entrar em competitividade com outros países.
Aproveitando a nossa qualidade urbano ambiental e paisagística, criou-se
as zonas turísticas de interesse aproveitando os núcleos históricos e fronteiriços
e pólos de desenvolvimento turísticos, já existentes no nosso país e assim valorizar
e qualificar o destino de Portugal.

Pegando nas nossas tradições e tentando partilhar com os turistas experiencias


distintas e únicas ajustando todos os envolventes conforme a conveniência turística.
A ideia será apostar em eventos de grande projecção internacional, nacional
e não esquecendo a animação local nas principais zonas turísticas.

Reforço das acessibilidades aéreas para aproximação de Portugal aos grandes


centros emissores de fluxos turísticos.
Fazer uma grande aposta no canal internet para assim dar prioridade de
promoção ao destino turístico.

Uma das grandes apostas foi a valorização e formação dos recursos humanos,
tentando apostar num programa de qualidade, aliciando as empresas com
oferta após os objectivos concretizados.
Para se ter formação necessária nos recursos humanos, prevê-se a criação
de escolas de gestão turística.

Para maior desenvolvimento é sugerido a criação de 6 novos pólos turísticos:


Douro, Serra da Estrela, Oeste, Alqueva, Litoral Alentejano e Porto Santo.
Diversificando assim a oferta turística.
Tentando que haja uma interligação entre estado e empresa turísticas exigindo
assim uma melhor eficácia ao sector.

Foi necessário esta exigência para que o reforço da competitividade tenha


resposta.
Com este trabalho chegámos à conclusão que, antes da existência do PENT
o sector do turismo estava concentrado só em 3 zonas de Portugal, sem
medidas coerentes mas com objectividade, ficando assim por abranger as
restantes partes geográficas.

Com a entrada do PENT foram criadas novas estratégias para se conseguir


alcançar os objectivos pretendidos, ou seja um desenvolvimento sustentável.
Assim com 11 objectivos lançados, só alguns é que conseguiram ter uma
resposta eficaz na obtenção de resultados positivos.

A falta de algumas infra-estruturas, verbas e conhecimentos para contornar as


mesmas, atrasa o desenvolvimento pretendido com a criação do PENT.
(As burocracias são imensas)