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Calendário 2010

A visão que desenhou Brasília

Em 2010, a capital brasileira completa 50 anos de história,


de beleza e de esperança. 50 anos que mudaram os destinos do
Planalto Central e que conquistam a todos os que chegam à cidade.

Os traços, a ousadia, a modernidade do olhar de Oscar


Niemeyer responderam em parte pelo sucesso na construção de
Brasília, garantindo-lhe reconhecimento mundial como referência
na arquitetura.

O CBV se orgulha por ser o zelador dessa visão tão pre-
ciosa, premiada e respeitada. Ter Niemeyer como cliente é motivo
de orgulho para o CBV, que busca imprimir a seu funcionamento
o olhar de vanguarda de seu paciente ilustre. E busca preservar a
visão de seus clientes para que possam admirar não apenas a obra
desse grande arquiteto brasileiro, mas também a do Grande Ar-
quiteto do Universo.
Visão além dos limites
O CBV, Centro Brasileiro da Visão, se orgulha por apre-
sentar tratamentos oftalmológicos de excelência. Com profissionais
dedicados e um trabalho sério, oferece ao paciente o que há de mais
moderno no mundo em tratamentos para a visão.

Um grande diferencial nos serviços prestados pelo CBV é a


preocupação em oferecer conforto e segurança, na clínica, à família
do paciente. Sua infraestrutura moderna e confortável deixa todos à
vontade, contribuindo para a eficiência do tratamento e para resulta-
dos positivos.

Sua meta é o sucesso dos pacientes. Para tanto, seus profis-


sionais estão constantemente em busca das últimas descobertas da
ciência, oferecendo sempre a verdade e o que há de mais recente
no mundo da oftalmologia, transformando cada diagnóstico em uma
conquista na preservação da visão dos pacientes.

O CBV agradece a confiança de quem procura os seus ser-


viços, disponibilizando profissionais atualizados e ferramentas de
última geração.
“Mas foi em Brasília, nos palácios da nova
capital, que a forma plástica mais me preocupou,
desejoso de encontrar a solução nova, estrutural,
que os caracterizasse. São as colunas recurvadas,
acabando em ponta, que os fazem leves e
vazados, como que apenas tocando o solo.”

Palácio do Planalto
2009 Dezembro Fevereiro
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 3 4 5 6 1 2 3 4 5 6 7
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Palácio do Planalto

2010 Janeiro
S T Q Q S S D
1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
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1. Confraternização Universal
Brasília 50 anos
Palácio da Alvorada

“Lembro com prazer que desenhei as colunas do Palácio da


Alvorada e, com prazer maior ainda, as vi depois repetidas
por toda parte. Era a surpresa arquitetural contrastando
como a monotonia existente.”

Janeiro Março
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7
4 5 6 7 8 9 10 8 9 10 11 12 13 14
11 12 13 14 15 16 17 15 16 17 18 19 20 21
18 19 20 21 22 23 24 22 23 24 25 26 27 28
25 26 27 28 29 30 31 29 30 31
Palácio da Alvorada

2010 Fevereiro
S T Q Q S S D
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
16. Carnaval

Brasília 50 anos
Praça dos três Poderes
“Na concepção desses palácios, preocupou-me também
a atmosfera que dariam à Praça dos Três Poderes.
Não a pretendia fria e técnica, com a pureza clás-
sica, dura, já esperada de linhas retas. Desejava vê-
la, ao contrário, plena de formas, sonhos e poesias.”

Fevereiro Abril
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4
8 9 10 11 12 13 14 5 6 7 8 9 10 11
15 16 17 18 19 20 21 12 13 14 15 16 17 18
22 23 24 25 26 27 28 19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30
Praça dos três Poderes

2010 Março
S T Q Q S S D
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30 31
Brasília 50 anos
Igrejinha
É a simplicidade da forma integrando
a arquitetura com as artes plásticas.

Março Maio
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 3 4 5 6 7 1 2
8 9 10 11 12 13 14 3 4 5 6 7 8 9
15 16 17 18 19 20 21 10 11 12 13 14 15 16
22 23 24 25 26 27 28 17 18 19 20 21 22 23
29 30 31 31 24 25 26 27 28 29 30
Igrejinha

2010 Abril
S T Q Q S S D
1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30
2. Sexta Feira da Paixão
21. Tiradentes / Aniversário de Brasília Brasília 50 anos
Cúpulas do congresso

“Nos palácios de Brasília, a idéia da obra realizada


sempre me preocupou durante a elaboração do projeto,
fazendo com que, ao elaborá-lo, também os percorres-
se mentalmente, buscando fisgar-lhes as formas em
formação, desse ponto de vista variável do futuro visitante.”

Abril Junho
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 3 4 1 2 3 4 5 6
5 6 7 8 9 10 11 7 8 9 10 11 12 13
12 13 14 15 16 17 18 14 15 16 17 18 19 20
19 20 21 22 23 24 25 21 22 23 24 25 26 27
26 27 28 29 30 28 29 30
Cúpulas do Congresso

2010 Maio
S T Q Q S S D
1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
31 24 25 26 27 28 29 30
1. Dia do Trabalhador 7. Dia do Oftalmologista
Brasília 50 anos
Teatro Nacional
“ Dois teatros que se completam numa forma piramidal. É
um prédio atraente, com um grande hall ajardinado, coberto
com vidro e um restaurante na cobertura abrindo-se para a
paisagem.”

Maio Julho
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 1 2 3 4
3 4 5 6 7 8 9 5 6 7 8 9 10 11
10 11 12 13 14 15 16 12 13 14 15 16 17 18
17 18 19 20 21 22 23 19 20 21 22 23 24 25
31 24 25 26 27 28 29 30 26 27 28 29 30 31
Teatro Nacional

2010 Junho
S T Q Q S S D
1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30
3. Corpus Christi
Brasília 50 anos
Memorial JK

“O alto fuste que, terminando em


curvas, protege e realça sua figura.
O objetivo foi contestar a ditadura
existente, os mais reacionários,
obrigando-os a vê-lo todos os
dias, sorrindo, vitorioso.”

Junho Agosto
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 3 4 5 6 1
7 8 9 10 11 12 13 2 3 4 5 6 7 8
14 15 16 17 18 19 20 9 10 11 12 13 14 15
21 22 23 24 25 26 27 16 17 18 19 20 21 22
28 29 30 30 23 31 24 25 26 27 28 29
Memorial JK

2010 Julho
S T Q Q S S D
1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
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Brasília 50 anos
Palácio do Itamaraty
“Minha preocupação foi caracterizá-lo com as próprias
estruturas, afinando os apoios com objetivo de tornar os
palácios mais leves, como que simplesmente tocando o
chão, e incorporei a arquitetura ao sistema estrutural,
permitindo que, terminada uma estrutura, ela também
estivesse presente.”

Julho Setembro
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 3 4 1 2 3 4 5
5 6 7 8 9 10 11 6 7 8 9 10 11 12
12 13 14 15 16 17 18 13 14 15 16 17 18 19
19 20 21 22 23 24 25 20 21 22 23 24 25 26
26 27 28 29 30 31 27 28 29 30
Palácio do Itamaraty

2010 Agosto
S T Q Q S S D
1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
30 23 31 24 25 26 27 28 29
Brasília 50 anos
Congresso Nacional
No Congresso Nacional, a intenção foi dar-lhe o necessário
caráter de monumentalidade através da simplificação de
seus elementos e da adoção de formas puras geométricas,
sem jamais deixar de entender a arquitetura como uma mani-
festação da imaginação e da Poesia.”

Agosto Outubro
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 1 2 3
2 3 4 5 6 7 8 4 5 6 7 8 9 10
9 10 11 12 13 14 15 11 12 13 14 15 16 17
16 17 18 19 20 21 22 18 19 20 21 22 23 24
30 23 31 24 25 26 27 28 29 25 26 27 28 29 30 31
Congresso Nacional

2010 Setembro
S T Q Q S S D
1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30
7. Independência do Brasil
30. Dia da Secretária Brasília 50 anos
Museu de Brasília
“Não é um museu de obras fixas, mas um espaço
contemporâneo, um museu de idéias, do experimental,
que possa receber uma série de exposições e
obras do Brasil e do mundo.”

Setembro Novembro
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 6 7
6 7 8 9 10 11 12 8 9 10 11 12 13 14
13 14 15 16 17 18 19 15 16 17 18 19 20 21
20 21 22 23 24 25 26 22 23 24 25 26 27 28
27 28 29 30 29 30
Museu de Brasília

2010 Outubro
S T Q Q S S D
1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
2. Aniversário do CBV 12. Nossa Senhora Aparecida
18. Dia do Médico Brasília 50 anos
Panteão da Liberdade
Imaginei um monumento severo, sóbrio
e requintado, que causasse surpresa e
desejo de ser visto de perto.

Outubro Dezembro
S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 3 1 2 3 4 5
4 5 6 7 8 9 10 6 7 8 9 10 11 12
11 12 13 14 15 16 17 13 14 15 16 17 18 19
18 19 20 21 22 23 24 20 21 22 23 24 25 26
25 26 27 28 29 30 31 27 28 29 30 31
Panteão da Liberdade

2010 Novembro
S T Q Q S S D
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30
2. Finados 15. Proclamação da República
Brasília 50 anos
Catedral
“Para a catedral de Brasília, procuramos encontrar uma
solução compacta, que se apresentasse externamente de
qualquer angulo com a mesma pureza”.

Novembro 2011 Janeiro


S T Q Q S S D S T Q Q S S D
1 2 3 4 5 6 7 1 2
8 9 10 11 12 13 14 3 4 5 6 7 8 9
15 16 17 18 19 20 21 10 11 12 13 14 15 16
22 23 24 25 26 27 28 17 18 19 20 21 22 23
29 30 31 24 25 26 27 28 29 30
Catedral

2010 Dezembro
S T Q Q S S D
1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
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11. Dia do Arquiteto 25. Natal
Brasília 50 anos
O traço a traço de Niemeyer
Oscar Niemeyer Ribeiro Soares Filho, conhecido mundialmente

como Oscar Niemeyer, escreveu com muita inteligência seu nome na
história da arquitetura.
Ele nasceu em 1907, no Rio de Janeiro, e se formou em 1934,
na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, dando o primeiro
passo para uma bela trajetória de vida.
Seu primeiro trabalho, como membro da equipe de Lúcio Costa
e sob a supervisão de Le Corbusier, deixou sua marca no edifício-sede do
então Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro, em 1936.
Foi convidado por Juscelino Kubitschek, em 1940, então prefeito
de Belo Horizonte, para projetar o Conjunto da Pampulha, obra que
marcou os rumos da arquitetura brasileira moderna. No início da década
de 50, projetou, em São Paulo, o Parque do Ibirapuera e o Edifício
COPAN, pontos turísticos da cidade.
Em 1956 assumiu, com Juscelino, já então Presidente da República,
a construção da nova capital, cujo plano urbanístico foi confiado a Lúcio Costa.
Em pouco tempo, Niemeyer projetou o Palácio da Alvorada, a Catedral,
o Palácio do Planalto, os prédios dos Ministérios, e o Teatro Nacional
Cláudio Santoro. Inaugurada em 21 de abril de 1960, Brasília é referência
nos traços da arquitetura mundial.
No início dos anos 60, foi nomeado coordenador da Escola de
Arquitetura da UnB (Universidade de Brasília), que tinha como reitor
o antropólogo Darcy Ribeiro. Deixou o País após o golpe militar,
trabalhando em Paris até 1980, quando retornou ao Brasil.
Em Brasília a ultima obra projetada por Niemeyer foi o Com-
plexo Cultural da República, inaugurado em 15 de dezembro de 2006.

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