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ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas NOV 1999 NBR 12721 63 páginas Avaliação de custos

ABNT-Associação

Brasileira de

Normas Técnicas

NOV 1999 NBR 12721 63 páginas Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de
NOV 1999 NBR 12721 63 páginas Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de

NOV 1999

NBR 12721

63 páginas

Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifícios em condomínio - Procedimento

Origem: Projeto de Emenda NBR 12721:1998 ABNT/CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil CE-02:139.13 - Comissão de Estudo de Custo Unitário e Orçamento de Construção NBR 12721 - Evaluation of unit costs and elaboration of construction budget for incorporation of joint ownership building - Procedure Descriptors: Evaluation. Construction unit costs. Construction budget. Ownership building Esta Norma substitui a NBR 12721:1992 Válida a partir de 29.02.2000

Palavras-chave: Avaliação de custos unitários de construção. Orçamento de construção. Incorporação de edifício

Orçamento de construção. Incorporação de edifício Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 -

Sede:

Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (21) 210-3122 Fax: (21) 220-1762/220-6436 Endereço Eletrônico:

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Sumário

Prefácio

Introdução

1 Objetivo

2 Documentos complementares

3 Definições

4 Condições específicas

ANEXOS

A Extrato da Lei nº 4.591

B Quadros I a VIII

C Áreas das edificações

D Discriminação orçamentária

Prefácio

A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo

conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS),

são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ONS, circulam para Consulta Pública entre os associados da ABNT e demais interessados.

É recomendável a consulta à NBR 12722:1992 - Discriminação de serviços para a construção de edifício.

Esta Norma contém os anexos A e D, de caráter informativo, e os anexos B e C, de caráter normativo.

Introdução

A NBR 12721:1992 sofreu emendas que consistiram no acréscimo dos custos unitários dos projetos-padrão comerciais

(salas, lojas e andares livres), galpão industrial e casa popular, em setembro de 1998.

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NBR 12721:1999

1 Objetivo

1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção

para incorporação de edifício em condomínio.

NOTA - Esta Norma entra em vigor em 29.02.2000, após a data da sua publicação. Até esta data, os Sindicatos da Indústria da Construção Civil deverão adaptar os métodos de coleta e adequar a publicação aos novos lotes básicos.

1.2 Esta Norma visa a atender ao que foi prescrito à ABNT pela Lei Federal nº 4.591 e ao disposto na Lei Federal

nº 4.864 e emenda a NBR 12721:1992, acrescentando-lhe os projetos-padrão comerciais (salas, lojas e andares livres), galpão industrial e casa popular.

NOTA - No anexo A é dado um extrato da Lei nº 4.591.

1.2.1 A Lei 4.591 impõe exigências consubstanciadas, especialmente nos artigos 28, 31, 32, 39, 48, 51, 53, 54, 55, 59,

60, 65 e 66, com o propósito de definir as responsabilidades dos diversos participantes das incorporações e as condições

técnicas e econômicas em que estas se realizam, para a alienação total ou parcial da edificação ou conjunto de edifi- cações.

1.3 Nesse propósito, assume especial significado a implantação de regras que conduzam à definição inconfundível do

objeto de transação: a unidade autônoma e a edificação que a contém. Paralelamente, ganha também importância a implantação de regras que permitam uma adequada estruturação financeira das incorporações, estabelecendo um me- canismo de comparação entre preços da transação e valores de custo da construção avaliados de acordo com o disposto

nesta Norma.

1.3.1 A caracterização da unidade autônoma é alcançada pelo arquivamento no Registro de Imóveis do projeto aprovado

pelas autoridades (art. 32, alínea d); da discriminação das áreas de construção (art. 32, alínea c) e do memorial descritivo

das especificações (art. 32, alínea g). O mecanismo comparativo inicia-se no lançamento da incorporação, quando a lei obriga a uma avaliação do custo global da obra, a qual deve ser entendida como o custo perfunctoriamente avaliado da edificação, nele incluídas todas as despesas relativas às obras complementares e as necessárias à colocação do empreendimento em condições de uso.

coloca çã o do empreendimento em condi çõ es de uso. 1.3.2 atrav é s de

1.3.2

através de um procedimento matemático simplificado e a partir dos custos unitários básicos, fornecidos, para o metro

Em virtude da inexistência de projeto construtivo completo, nessa altura do processo, essa avaliação deve ser feita

quadrado, pelos Sindicatos Estaduais da Construção Civil. Em conseqüência, e somente para os efeitos de cálculo des- ses custos unitários básicos, cabe, nesse estágio, a consideração de um número reduzido de projetos-padrão. Os custos unitários básicos para cada projeto-padrão devem ser calculados mensalmente pelos sindicatos, por processo expedito de atualização de preços, adotando-se para tanto lotes de materiais de mão-de-obra, representativos de custo de edifícios padronizados. Os custos unitários básicos são, portanto, destinados a fins exclusivamente comparativos, no início das incorporações.

1.3.3

de contratação desta construção com as firmas construtoras (arts. 59 e 60). Os orçamentos devem ser feitos com o emprego das composições de custo, de uso corrente ou homologados pelos Sindicatos Estaduais da Construção Civil. Consideram-se composições de uso corrente aquelas publicadas em livros ou revistas técnicas.

Incorporado o empreendimento, o legislador obriga à introdução de orçamento da construção, nos instrumentos

2 Referências normativas

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

Lei Federal nº 4.591 de dezembro de 1964

Lei Federal nº 4.864 de novembro de 1965

NBR 12722:1992 - Discriminação de serviços para construção de edifícios - Procedimento

3 Definições

Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:

3.1 projeto aprovado: Conjunto de plantas da edificação aprovado pela autoridade local competente.

NOTA - Constitui um dos documentos a ser arquivado no Registro Geral de Imóveis (RGI) conforme art. 32, alínea d, da Lei 4.591.

3.2 projeto de edificação: Conjunto de estudos e desenhos constantes dos projetos arquitetônico, estrutural, de insta-

lações, etc., discriminados na NBR 12722.

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3.3 projetos-padrão: Projetos selecionados para representar os diferentes tipos de edificações, que são usualmente

objeto de incorporação para construção em condomínio e definidos por suas características principais:

a) número de pavimentos, número de dependências por unidade;

b) áreas de construção privativas das unidades autônomas; e

c) padrão de construção.

NOTA - Estas características servem de base aos Sindicatos Estaduais da Construção Civil para o cálculo dos custos unitários básicos.

3.4 pavimento: Conjunto de edificações cobertas ou descobertas situadas entre os planos de dois pisos sucessivos

ou entre o do último piso e a cobertura.

3.5 unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno, sujeita às limitações da lei, constituída

de dependências e instalações de uso privativo e de parcela das dependências e instalações de uso comum da edifica- ção destinada a fins residenciais ou não, assinaladas por designação especial numérica ou alfabética, para efeitos de identificação e discriminação.

3.6 dependências e instalações de uso privativo: Conjunto de dependências e instalações de uma unidade autônoma

cuja utilização é reservada aos respectivos titulares de direito.

3.7 dependências e instalações de uso comum: Conjunto de dependências e instalações da edificação que podem ser

utilizadas em comum por todos ou por parte dos titulares de direito das unidades autônomas.

3.8 área coberta real: Medida da superfície de quaisquer dependências cobertas, nela incluídas as superfícies das pro-

jeções de paredes, de pilares e demais elementos construtivos.

3.9 área descoberta real: Medida da superfície de quaisquer dependências descobertas que se destinam a outros fins

que não apenas o de simples cobertura (terraços, playgrounds, etc.) incluídas as superfícies das projeções de paredes,

de pilares e demais elementos construtivos.

es de paredes, de pilares e demais elementos construtivos. 3.10 nesta Norma, para avalia çã o

3.10

nesta Norma, para avaliação do custo global da construção.

área coberta-padrão: Área coberta-padrão de acabamento semelhante ao do tipo escolhido, dentre os padronizados

3.11

ao tipo escolhido entre os padronizados nesta Norma, para avaliação do custo global da construção.

área coberta de padrão diferente: Área coberta de padrão de acabamento substancialmente inferior ou superior

3.12 área real do pavimento: Soma das áreas cobertas e descobertas reais de um determinado pavimento.

3.13 área real global: Soma das áreas reais de todos os pavimentos da edificação.

3.14 área real privativa da unidade autônoma: Soma das áreas cobertas e descobertas reais, contidas nos limites de

uso exclusivo da unidade autônoma considerada.

3.15 área real privativa no pavimento: Soma das áreas privativas das unidades autônomas situadas no pavimento con-

siderado.

3.16 área real privativa global: Soma das áreas privativas de todas as unidades autônomas da edificação.

3.17 área real de uso comum global: Soma das áreas cobertas e descobertas reais, situadas nos diversos pavimentos

da edificação e fora dos limites de uso exclusivo de cada unidade autônoma.

3.18 áreas de divisão não-proporcional: Área privativa ou área de uso comum que por sua finalidade tenha sua cons-

trução atribuída à responsabilidade dos titulares de direito de uma ou mais unidades autônomas, independente de qual-

quer relação de proporcionalidade com as respectivas áreas privativas de construção. Por exemplo: vaga de garagem.

3.19 área de divisão proporcional: Área de uso comum cuja construção é da responsabilidade dos titulares de direito

das diferentes unidades autônomas que compõem a edificação na proporção das respectivas áreas de construção de

divisão não-proporcional. Por exemplo: apartamento de porteiro.

3.20 área equivalente de construção: Área estimada, fictícia, que, ao custo unitário básico adiante definido, tenha o

mesmo valor, em reais, que o efetivamente estimado para área real correspondente, descoberta ou coberta de padrão diferente. Por exemplo: se, para uma determinada área real coberta, de 60 m 2 , se estima que, em virtude de sensível melhora no padrão de acabamento, o custo unitário efetivo é cerca de 50% maior que o custo unitário básico adotado para as áreas cobertas-padrão do edifício considerado, a área equivalente (S e ) correspondente é:

S e = 60 x 1,50 = 90 m 2

No caso de uma área real descoberta de 30 m 2 , no mesmo edifício, sendo o custo unitário efetivo, em virtude da redução do número e das quantidades de serviços necessários a construí-la, estimado em apenas 50% do custo unitário básico, tem-se:

S e = 30 x 0,5 = 15 m 2

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3.21 área de construção privativa da unidade autônoma: Soma das áreas cobertas-padrão e das áreas equivalentes

de construção, contidas nos limites de uso exclusivo da unidade autônoma considerada.

3.22 área de construção privativa no pavimento: Soma das áreas de construção privativas das unidades autônomas

situadas no pavimento considerado.

3.23 área de construção privativa global: Soma das áreas de construção privativas de todas as unidades autônomas

da edificação.

3.24 área de construção de uso comum: Soma das áreas cobertas-padrão e das áreas equivalentes de construção

situadas fora dos limites de uso exclusivo de cada unidade autônoma, nos diversos pavimentos da edificação.

3.25 área de construção da unidade autônoma: Soma da área de construção privativa e da parcela das áreas de cons-

trução de uso comum correspondente à unidade autônoma considerada.

3.26 área de construção global: Soma das áreas de construção de todas as unidades autônomas da edificação.

3.27 área de construção sub-rogada global: Parcela da área global de construção a ser entregue em pagamento de

parte e/ou de todo o terreno, conforme previsto no art. 39, da Lei 4.591.

3.28 área de construção sub-rogada à unidade autônoma: Parcela da área de construção sub-rogada global, correspon-

dente a cada unidade autônoma.

3.29 coeficiente de construção da unidade autônoma: Quociente da divisão da área de construção de unidade autônoma

construída pela área de construção global.

3.30 coeficiente de construção da área sub-rogada à unidade autônoma: Quociente da divisão da área de construção

sub-rogada à unidade autônoma pela área de construção global.

3.31 coeficiente de construção global da unidade autônoma: Soma dos coeficientes de construção da unidade autô-

noma e da área sub-rogada respectiva.

da unidade aut ô - noma e da á rea sub-rogada respectiva. 3.32 de acordo com

3.32

de acordo com esta Norma, pelo Sindicato Estadual da Construção Civil, para divulgação até o dia 5 de cada mês, e que serve de base para a avaliação dos custos de construção das edificações, que deve ser arquivado no Registro Geral de Imóveis.

custo unitário básico: Parte do custo por metro quadrado e da construção do projeto-padrão considerado, calculado

3.33

no art. 32, da Lei 4.591, calculado a partir do custo unitário básico pelo método indicado em 4.5.2.

custo global da construção: Valor mínimo que pode ser atribuído à construção da edificação para fins do disposto

3.34 custo unitário da construção: Quociente da divisão do custo global da construção pela área de construção global.

3.35 custo de construção da unidade autônoma: Menor valor que se pode atribuir à construção da unidade autônoma,

para os fins do disposto no art. 32, da Lei 4.591, produto da área de construção da unidade autônoma pelo custo unitário

da construção.

3.36 custo de construção da área sub-rogada à unidade autônoma: Menor valor que se pode atribuir à construção da

área sub-rogada da unidade autônoma, para fins do disposto no art. 32, da Lei 4.591, produto da área de construção

sub-rogada à unidade autônoma pelo custo unitário da construção.

3.37 custo de construção da unidade autônoma e da sub-rogação: Custo resultante da soma do custo da construção

da unidade autônoma e do custo da construção da área sub-rogada à unidade autônoma.

NOTA - Sobre as definições referentes às áreas das edificações, ver anexo C.

4 Condições específicas

Neste capítulo são estabelecidos os critérios e normas para o perfeito atendimento das exigências da Lei 4.591, a saber:

a) critérios para determinação das áreas das edificações, para os fins do disposto no art. 32, alínea a;

b) critérios e normas para cálculo dos custos unitários básicos, para uso dos Sindicatos Estaduais da Construção

Civil - projeto-padrão (art. 53, § 1º, alíneas a e b, art. 54 e § 1º, 2º e 3º);

c) critérios para a avaliação dos custos de construção, que deve ser

item III, e art. 32, alínea h);

arquivada no Registro de Imóveis (art. 53,

d) modelo de memorial descritivo dos acabamentos (art. 53, item IV, e art. 32, alínea g);

e) critérios e normas para execução de orçamentos de custo de construção que deve constar nos contratos de cons-

trução por administração (art. 53, item II, e art. 59 e § §);

f) critérios e normas para revisões de estimativa de custo da obra (art. 60);

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g) critérios para entrosamento entre o cronograma da obra e o pagamento das prestações que, facultativamente,

podem ser introduzidos nos contratos de incorporação (art. 53, item V, art. 48, § 2º).

4.1 Critérios para determinação das áreas das edificações

4.1.1 Objetivo

Fixar o procedimento pelo qual são calculadas as áreas globais dos edifícios e as áreas das unidades autônomas que as compõem, tendo em vista o disposto na letra e do art. 32, da Lei 4.591.

4.1.2 Critérios para determinação das áreas

As áreas das edificações e das unidades autônomas que as compõem ou de qualquer de suas dependências são indi- cadas em metros quadrados, obedecendo sua medição ou avaliação aos critérios descritos a seguir.

4.1.2.1 Áreas reais

4.1.2.1.1 Do pavimento

Área da superfície limitada pelo perímetro externo da edificação, no nível do piso do pavimento correspondente. No caso de pilotis, é igual à do pavimento imediatamente acima, acrescida das áreas cobertas, externas à projeção deste, e das áreas descobertas que tenham recebido tratamento destinado a aproveitá-las para outros fins que não apenas os de ventilação e iluminação.

4.1.2.1.2 Privativa da unidade autônoma

Área da superfície limitada pela linha que contorna as dependências privativas, cobertas ou descobertas, da unidade autônoma, passando pelas projeções:

a) das faces externas das paredes externas da edificação e das paredes que separam as dependências privativas,

da unidade autônoma, das dependências de uso comum;

da unidade aut ô noma, das depend ê ncias de uso comum; b) d ê ncias

b)

dências privativas de unidades autônomas contíguas.

dos eixos das paredes que separam as dependências privativas, da unidade autônoma considerada, das depen-

4.1.2.1.3 De uso comum

Área da superfície limitada pela linha que contorna a dependência de uso comum, coberta ou descoberta, passando pelas projeções:

a) das faces externas das paredes externas da edificação;

b) das faces internas, em relação à

área de uso comum, das paredes que a separam das unidades autônomas.

4.1.2.1.4 Cobertas

Área da superfície limitada pela linha que contorna a dependência coberta, passando pelas projeções:

a) das faces externas das paredes externas da edificação;

b) das faces externas, em relação à área coberta considerada, das paredes que a separam de dependências de

uso comum, no caso de ser ela própria de uso privativo;

c) das faces internas, em relação à área coberta considerada, no caso de ser ela própria de uso comum;

d) dos eixos das paredes divisórias de dependências contíguas, se forem ambas de uso comum ou ambas de uso

privativo;

e) de projeção de arestas externas do elemento de cobertura quando não for limitada por parede.

4.1.2.1.5 Descobertas

Área da superfície limitada pela linha que contorna a dependência descoberta, passando pelas projeções:

a) das faces externas das paredes externas da edificação;

b) das faces internas, em relação à área descoberta considerada, das paredes que a separam de quaisquer depen-

dências cobertas;

c) dos eixos das paredes divisórias de áreas descobertas contíguas, quando ambas forem de uso privativo ou de

uso comum.

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4.1.2.2 Áreas equivalentes de construção

São avaliadas dividindo-se o custo real orçado (R$) ou estimado pelo custo unitário básico (R$/m 2 ), podendo, portanto, conforme o caso, ter dimensões maiores ou menores que as das áreas reais correspondentes. Na falta de justificação, as dimensões das áreas equivalentes de construção não podem ser inferiores a:

a) 25% das correspondentes áreas reais descobertas, tais como terraços, quintais, playgrounds, etc.;

b) 50% das correspondentes áreas reais cobertas de padrão diferente, tais como pilotis, depósitos, garagens, sub-

solo, playgrounds, etc.

4.1.2.3 Áreas de construção

Entendem-se por áreas de construção:

a) as áreas cobertas-padrão, com suas medidas reais;

b) as áreas equivalentes de construção, com dimensões estimadas de acordo com 4.1.2.2;

c) as somas das áreas cobertas-padrão e equivalentes de construção relativas a uma determinada unidade autô-

noma, a um pavimento, a determinadas dependências de

uso comum ou privado ou a toda a edificação.

4.1.2.4 Utilização dos quadros para o cálculo das áreas

4.1.2.4.1 Quadro I - Cálculo das áreas por pavimento e das áreas globais

O cálculo da área real global e da área de construção global é feito com auxílio do quadro I, do anexo B, que permite, ade- mais, conhecerem-se discriminadamente, por pavimento e em toda a edificação, as áreas reais e de construção priva- tivas e de uso comum. Este quadro deve ter o seu preenchimento conforme segue:

a) coluna 1: as designações de todos os pavimentos;

b) coluna 2: as áreas reais privativas, cobertas-padrão;

c) coluna 3: as

reas reais privativas, cobertas-padr ã o; c) coluna 3: as á reas reais privativas, cobertas de

áreas reais privativas, cobertas de padrão diferente e as descobertas;

d) coluna 4: as áreas equivalentes de construção correspondentes às áreas reais lançadas na coluna 3, cumpridos,

na falta de justificativa, os limites mínimos estabelecidos em 4.1.2.2;

e)

2 e 3;

coluna 5: os totais das áreas reais privativas nos diversos pavimentos - soma dos lançamentos feitos nas colunas

coluna 6: os totais das áreas de construção privativas em cada pavimento - soma dos lançamentos feitos nas co- lunas 2 e 4;

f)

g) coluna 7: as áreas

reais de uso comum, cobertas-padrão, de divisão não-proporcional;

h) coluna 8: as áreas reais de uso comum, cobertas de padrão diferente ou descobertas, de divisão proporcional;

i) coluna 9: as áreas equivalentes de construção correspondente às áreas reais lançadas na coluna 8, cumpridos,

na

falta de justificativa, os limites mínimos estabelecidos em 4.1.2.2;

j) coluna 10: os totais das áreas reais de uso comum de divisão não-proporcional - soma dos lançamentos feitos nas colunas 7 e 8;

k) coluna 11: os totais das áreas de construção de uso comum, de divisão não-proporcional - soma dos lançamentos

feitos nas colunas 7 e 9;

l) coluna 12: as áreas reais de uso comum, cobertas-padrão, de divisão proporcional;

m) coluna 13: as áreas reais de uso comum, cobertas de padrão diferente ou descobertas, de divisão proporcional;

n) coluna 14: as áreas equivalentes de construção correspondentes às áreas lançadas na coluna 13 - cumpridos,

na falta de justificativa, os limites mínimos estabelecidos em 4.1.2.2;

o) coluna 15: os totais das áreas reais de uso comum, de divisão proporcional - soma dos lançamentos feitos nas

colunas 12 e 13;

p) coluna 16: os totais das áreas de construção de uso comum de divisão proporcional - soma dos lançamentos

nas colunas 12 e 14;

q) coluna 17: os totais das áreas reais de cada pavimento - soma dos lançamentos das colunas 5, 10 e 15;

r) coluna 18: os totais das áreas de construção de cada pavimento - soma dos lançamentos feitos nas colunas 6, 11 e 16;

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7

s) área real global - soma dos lançamentos feitos na coluna 17;

t) áreas de construção global - soma dos lançamentos feitos na coluna 18.

4.1.2.4.2 Quadro II - Cálculo das áreas das unidades autônomas

O cálculo das áreas reais das unidades autônomas e das áreas de construção das unidades autônomas é feito com auxílio do quadro II, do anexo B, levando-se em conta, no que tange às áreas de uso comum de divisão proporcional, sua distribuição pelas diferentes unidades autônomas na proporção das respectivas áreas de construção de divisão não-proporcional. Este quadro deve ter o seu preenchimento conforme segue:

a) coluna 19: as designações de todas as unidades autônomas da edificação;

b) coluna 20: as áreas reais privativas, cobertas-padrão, correspondentes a cada unidade autônoma;

c) coluna 21: as áreas reais privativas cobertas de padrão diferente ou descobertas;

d) coluna 22: as áreas equivalentes de construção, correspondentes às áreas reais lançadas na coluna 21, cum-

pridos, na falta de justificativa, os limites mínimos estabelecidos em 4.1.2.2;

e) coluna 23: a área privativa de unidade autônoma - soma dos lançamentos feitos nas colunas 20 e 21;

f) coluna 24: a área de construção privativa da unidade autônoma - soma dos lançamentos feitos nas colunas 20

e 22;

g) coluna 25: as áreas reais de uso comum, cobertas-padrão, de divisão não-proporcional, atribuídas a cada unidade

autônoma;

h) coluna 26: as áreas reais de uso comum, cobertas de padrão diferente ou descobertas, de divisão não-propor-

cional, atribuídas a cada unidade autônoma;

i)

coluna 27: as áreas equivalentes de construção correspondentes aos lançamentos feitos na coluna 26, cumpri- dos, na falta de justificativa, os limites mínimos estabelecidos em 4.1.2.2;

os limites m í nimos estabelecidos em 4.1.2.2; coluna 28: os totais das á reas de

coluna 28: os totais das áreas de uso comum de divisão não-proporcional - soma dos lançamentos feitos nas colunas 25 e 26;

j)

coluna 29: os totais das áreas de construção de uso comum, de divisão não-proporcional - soma dos lançamentos

k)

feitos nas colunas 25 e 27;

coluna 30: os totais das áreas de construção de divisão não-proporcional relativas a cada unidade autônoma - soma dos lançamentos feitos nas colunas 24 e 29;

l)

m)

não-proporcional de cada unidade lançada na coluna 30 pelo total da coluna;

coluna 31: os coeficientes de proporcionalidade obtidos dividindo-se os totais das áreas de construção de divisão

n) coluna 32: o produto de cada coeficiente lançado na coluna 31 pelo total da coluna 12 do quadro I, do anexo B;

o) coluna 33: o produto de cada coeficiente da coluna 31 pelo total da coluna 13 do quadro I, do anexo B;

p) coluna 34: o produto de cada coeficiente da coluna 31 pelo total da coluna 14 do quadro I, do anexo B;

q) coluna 35: os totais das áreas reais de uso comum, de divisão proporcional - soma dos lançamentos feitos nas

colunas 32 e 33;

r) coluna 36: os totais das áreas de construção de uso comum, de divisão proporcional - soma dos lançamentos

feitos nas colunas 32 e 34;

s) coluna 37: as

áreas reais das unidades autônomas - soma dos lançamentos feitos nas colunas 23, 28 e 35;

t) coluna 38: as áreas de construção das unidades autônomas - soma dos lançamentos feitos nas colunas 30 e

36.

4.2 Critérios e normas para cálculos dos custos unitários básicos, para uso dos sindicatos de construção - Projetos- padrão

4.2.1 Objetivo

Esta seção estabelece as características de diferentes projetos selecionados, tendo em vista o disposto no art. 53, da Lei 4.591, e determina o modo pelo qual são calculados os custos unitários básicos a serem mensalmente divulgados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil, local ou regional, nos termos do art. 54 da mesma lei.

NOTA - Acham-se depositados na ABNT, para consulta, todos os projetos arquitetônicos, estruturais, de instalações elétricas e hidráu- licas, as medições, memórias de cálculo e demais documentos utilizados no estudo de que resultou o estabelecimento das disposições recomendadas em 4.2.

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NBR 12721:1999

4.2.1.1 No cálculo do valor do custo unitário básico, não são consideradas as despesas relativas a fundações especiais, elevadores, instalações e equipamentos diversos, obras complementares, impostos e taxas e honorários profissionais em geral, etc., discriminados em 4.2.3.4 e no quadro III, do anexo B, itens 6, 8, 9, 11 e 12.

NOTA - O procedimento técnico é o mencionado a seguir:

a) tendo em vista esta Norma, os custos unitários básicos por metro quadrado passarão a ser calculados tendo como base os lotes

de insumos abaixo especificados, obedecidos os projetos originais da NBR 12721:1992, no caso dos projetos-padrão habitacionais,

e

os projetos originais ora apresentados, no caso dos projetos-padrão comerciais, salas, lojas e andares livres, galpão industrial

e

casa popular;

b)

como esta Norma refere-se apenas aos projetos-padrão comerciais, salas, lojas e andares livres, galpão industrial e casa popular,

permanece a observação de que não é possível, no caso das edificações residenciais, a comparação pura e simples dos valores absolutos dos custos unitários obtidos a partir da metodologia de cálculo disposta na NBR 12721:1992 e aqueles obtidos através da metodologia disposta na NB-140;

c) caso seja necessária a manutenção da série antiga desses valores, para efeito exclusivo de avaliação de compromissos de

contratos anteriores vinculados a valores absolutos do custo unitário básico, serão adotados os fatores de correção, especialmente calculados e divulgados pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil;

d) tais coeficientes deverão espelhar uma variação histórica média, obtida pela análise dos valores dos diferentes padrões, do custo

unitário básico, calculados a partir da metodologia anterior e atual.

4.2.2 Projetos-padrão

Para representar os diferentes tipos de edificação, usualmente objeto de incorporações, são considerados nesta Norma os projetos adiante definidos por suas características principais e especificações de acabamentos, conforme as tabe- las 1 e 2, respectivamente.

4.2.2.1 Terminologia dos serviços especificados dos acabamentos (conforme a tabela 2)

especificados dos acabamentos (conforme a tabela 2) 4.2.2.1.1 Impermeabilização a) com argamassa de cimento,

4.2.2.1.1 Impermeabilização

a) com argamassa de cimento, areia e pintura com tinta de base betuminosa:

impermeabilização de pisos mediante a aplicação de argamassa de cimento e areia, impregnação com emulsão especial de base asfáltica e pintura com duas demãos de tinta de base asfáltica;

-

b) com manta asfáltica pré-fabricada:

impermeabilização executada com produto impermeável, industrializado, obtido por calandragem, extrusão ou outros processos, com características definidas em forma de mantas que são estendidas e unidas na obra;

-

c) com argamassa rígida:

- impermeabilização por meio de aplicação de argamassa sobre uma camada de separação de papel kraft betu- mado.

4.2.2.1.2 Revestimentos de pisos

a) frisos de madeira (tábua corrida) raspados e calafetados:

- assentamento de tábuas (frisos) de madeira (ou tábuas de friso) do tipo macho e fêmea por meio de argamassa

de cimento e areia para fixação de barrotes de seção trapezoidal (ganzepes), onde são pregadas por cravação oblíqua de pregos de dimensões apropriadas. Os vazios entre os barrotes são preenchidos com areia, concreto

simples ou concreto celular. O piso é posteriormente raspado e as juntas são vedadas. A seguir são pregados os rodapés de madeira com 7 cm de largura sobre tacos de madeira previamente embutidos na alvenaria;

b) carpete e forração têxtil:

- aplicação de revestimento têxtil agulhado de aparência compacta, lisa e plana (forração) e espessura de 4 mm

ou de aspecto de veludo ou bouclé (agulhado vertical ou carpete) e espessura de 6 mm. A aplicação é feita sobre base e camada de argamassa de regularização através de adesivo ou cola apropriada;

c) granito:

- revestimento com peças de espessura delgada de granito de forma regular com dimensões de até 40 cm x 40 cm (lajotas) com acabamentos variados, assentadas com argamassa sobre base regularizada, com posterior vedação das juntas;

NBR 12721:1999

9

d) ladrilhos de mármore:

- revestimento com peças de espessura delgada de mármore de forma regular com acabamentos variados, as-

sentadas com

argamassa sobre base regularizada, com posterior vedação das juntas;

e) ladrilhos e lajotas cerâmicas:

- assentamento de peças de espessura delgada produzidas em cerâmica (vermelha, branca ou grés cerâmico

e argila branca) com acabamento esmaltado ou não (ladrilhos cerâmicos) e peças similares às anteriores, porém de dimensões maiores, denominadas lajotas cerâmicas. O assentamento é executado com argamassa sobre base e camada de argamassa de regularização de piso com juntas posteriormente vedadas com pasta de ci-

mento;

f) lajota de pedra São Tomé:

- revestimento com peças de espessura delgada de forma regular com dimensões de até 40 cm x 40 cm de pedra

natural do tipo quartzito, com acabamentos variados, assentadas com argamassa sobre base regularizada, com posterior vedação das juntas;

g) ladrilho de pedra ardósia:

- revestimento com peças de espessura delgada de forma regular de pedra natural do tipo metamórfica, caracteri- zada pela leveza, assentadas com argamassa sobre base regularizada e posterior vedação da junta;

h) cimentado com acabamento liso ou desempenado:

- revestimento

de painéis divididos por juntas, sendo a sua superfície alisada por sarrafeamento, colher de pedreiro ou desem-

penadeira de aço ou de madeira.

executado pela aplicação de argamassa de cimento e areia sobre base de concreto, composto

4.2.2.1.3 Revestimento de paredes

a)

chapisco:

composto 4.2.2.1.3 Revestimento de paredes a) chapisco: camada de argamassa aplicada sobre a base de revestimento,

camada de argamassa aplicada sobre a base de revestimento, com a finalidade de preparar sua superfície para receber o revestimento;

-

b)

emboço:

camada de revestimento executada para cobrir e regularizar a superfície da base, propiciando uma superfície que permita receber outra camada, de reboco ou de acabamento, ou constituir-se no acabamento final;

-

c)

reboco:

- camada de revestimento utilizada para cobrimento do emboço, propiciando uma superfície que permita receber

a camada de acabamento ou constituir-se no acabamento final;

d)

emboço desempenado:

- acabamento liso obtido quando a argamassa de emboço é sarrafeada e a superfície alisada com desempenadeira de aço ou de madeira;

e)

massa única (ou massa paulista, ou emboço paulista):

- revestimento de um único tipo de argamassa aplicada sobre a ou mais demãos;

f)

gesso em pó:

base de revestimento com chapisco, em uma

- revestimento com argamassa que utiliza o gesso em pó como aglomerante;

g)

azulejo de cor ou branco:

- assentamento de azulejos cerâmicos com argamassa colante sobre parede revestida com argamassa de em- boço, com juntas corridas vedadas com pasta de cimento branco;

h)

pastilha esmaltada:

- assentamento com argamassa ou cola de pequenos ladrilhos poligonais quadrados ou retangulares forne- cidos em folhas de papel grosso de 30 cm a 35 cm por 40 cm a 45 cm, sobre parede revestida com emboço e vedação das juntas com pasta de cimento, retirando-se o papel após a pega, por lavagem;

10

NBR 12721:1999

i) laminado melamínico (ou laminado plástico termoestável):

- aplicação de placas de material laminado melamínico sobre paredes revestidas com emboço desempenado, através de adesivo apropriado.

4.2.2.1.4 Pintura

a) pintura com tinta acrílica sobre massa corrida:

- aplicação de tinta em que o veículo permanente é constituído por resina polimérica acrílica, em duas demãos, sobre base preparada com produto de nivelamento e correção da superfície por meio de desempenadeira, em uma ou duas demãos, dependendo das condições da superfície (massa corrida);

b) pintura com tinta à base de PVA sobre massa corrida:

- aplicação de tinta látex em que o veículo permanente é constituído por resina de acetato de polivinila, em duas demãos, sobre base preparada com produto de nivelamento e correção da superfície por meio de desempenadeira, em uma ou duas demãos, dependendo das condições da superfície (massa corrida);

c) pintura texturizada:

- aplicação de uma demão de tinta do tipo textura, própria para a obtenção de acabamento decorativo texturado (ou texturizado) de desenhos diversos, mediante a utilização de rolo de espuma ou de lã;

d) pintura a óleo sobre massa em portas internas e externas:

- aplicação de tinta em que o veículo permanente é constituído por produtos à base de óleo e cuja secagem ocorre por oxidação, sobre folha de porta de madeira, previamente preparada com produto de nivelamento e correção da superfície;

com produto de nivelamento e corre çã o da superf í cie; e) pintura com tinta

e) pintura com tinta esmalte em tetos, sobre massa:

aplicação de tinta cujo veículo permanente é constituído por resina de nitrocelulose associada a outras subs- tâncias, sobre base de teto preparada com produto de nivelamento e correção da superfície, em duas de mãos;

-

f) pintura com tinta esmalte em forro de madeira:

-

aplicação de tinta cujo veículo permanente é constituído por resina de nitrocelulose associada a outras subs- tâncias, sobre forro de madeira preparado com produto de nivelamento e correção da superfície em duas demãos;

g) pintura com tinta a óleo em esquadrias metálicas:

- aplicação de tinta em que o veículo permanente é constituído exclusivamente por produtos à base de óleo e cuja secagem ocorre por oxidação, sobre superfície metálica, com aplicação prévia de fundo anticorrosivo;

h) caiação em poços de elevador:

- aplicação de cal em estado líquido preparada previamente para pintura, sobre superfície de paredes dos poços de elevador, em três demãos.

4.2.3 Custos unitários básicos

Os custos unitários básicos são determinados pelos Sindicatos Estaduais da Construção Civil para cada um dos projetos-padrão considerados em 4.2.2, que são, para esse fim, representados pelos lotes básicos de materiais e mão- de-obra, indicados nas tabelas 3 a 6. Para os projetos-padrão com oito a doze pavimentos, podem ser adotados os mes- mos custos unitários básicos calculados para os projetos-padrão de quatro pavimentos, sempre que a experiência vier a indicar que a diferença entre os custos unitários básicos correspondentes não exceda 5%.

4.2.3.1 Lotes básicos de materiais e mão-de-obra

As tabelas 3 a 11 fornecem, por metro quadrado de construção, os lotes básicos derivados das relações completas de materiais e mão-de-obra, levantados a partir das quantidades dos serviços considerados na formação do custo unitário básico dos projetos-padrão habitacionais H1, H4, H8 e H12, e projetos-padrão comerciais, salas e lojas (CS), andares livres (CL), galpão industrial (CG) e casa popular (CP1Q).

NOTAS

1 Nas regiões do país em que seja usual o emprego de materiais notoriamente diferentes, fica facultado aos Sindicatos Estaduais da Construção Civil introduzir, nas especificações de acabamentos, nos lotes básicos e nas correspondentes relações completas de materiais e de mão-de-obra, as alterações que forem julgadas adequadas, dando a necessária divulgação.

NBR 12721:1999

11

2 As quantidades relacionadas de mão-de-obra estão baseadas em índices de produtividade considerados normais nos estados de São

Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Nas regiões onde a produtividade for reconhecidamente diferente, os Sindicatos Estaduais da

Construção Civil podem introduzir coeficientes de correção convenientes, para ajustá-las às condições locais.

3 Os orçamentos dos projetos-padrão habitacionais levaram em conta os custos de construção vigentes em janeiro de 1988, enquanto

os orçamentos dos projetos-padrão comerciais, salas, lojas e andares livres, galpão industrial e casa popular consideraram os preços

de novembro de 1996.

4 Para efeito de otimização do método de coleta de preços por parte dos Sindicatos Estaduais da Construção Civil, manteve-se praticamente

inalterado o lote de materiais e mão-de-obra representativos dos projetos-padrão habitacionais para a composição de custo dos projetos- padrão comerciais, salas, lojas e andares livres, galpão industrial e casa popular.

Tabela 1 - Características principais dos projetos-padrão

E Área de d Dependências privativas por unidade autônoma construção i 2 f m i
E
Área de
d
Dependências privativas
por unidade autônoma
construção
i
2
f
m
i
Designação
Padrão
Número
c
do projeto-
de
de
Banheiros
Quarto
Privativa de
a
ç
padrão
construção
pavimentos
Quartos
e
Salas
de
Global
cada unidade
ã
WC
empregada
autônoma
o
H1/2B
Baixo
H1/2N
Normal
2
2
1
1
62
62
H1/2A
Alto
1
H1/3B
Baixo
H1/3N
Normal
3
3
1
1
104
104
H1/3A
Alto
H4/2B
Baixo
H4/2N
Normal
2
2
1
1
1
203
60
H4/2A
Alto
4
H
a
H4/3B
Baixo
b
H4/3N
Normal
3
3
1
1
1
925
100
i
H4/3A
Alto
t
a
H8/2B
Baixo
c
i
H8/2N
Normal
2
2
1 1
2
231
60
o
H8/2A
Alto
n
8
a
H8/3B
Baixo
l
H8/3N
Normal
3
3
1 1
3
592
100
H8/3A
Alto
H12/2B
Baixo
H12/2N
Normal
2
2
1 1
3
259
60
H12/2A
Alto
12
H12/3B
Baixo
H12/3N
Normal
3
3
1 1
5
259
100
H12/3A
Alto

NOTA - Nas notações adotadas para designação dos projetos-padrão, a letra H significa habitacional:

- os números 1, 4, 8 e 12 referem-se ao número de pavimentos;

- os números 2 e 3 indicam o número de quartos de unidade autônoma, excluído o de empregados;

- as letras B, N e A, os padrões de acabamento da construção: Baixo, Normale Alto.

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NBR 12721:1999

Tabela 2 - Especificações dos acabamentos nos orçamentos dos projetos-padrão

Acabamento Padrão Serviço/local Alto Normal Baixo Portas: Externas e internas sociais - - Madeira maciça
Acabamento
Padrão
Serviço/local
Alto
Normal
Baixo
Portas:
Externas e internas
sociais
-
- Madeira maciça almofadada
encerada
- Madeira compensada lisa,
com 3,5 cm de espessura,
folheada encerada
- Madeira compensada lisa, com
3,5 cm de espessura, com
pintura a óleo sobre massa
-
Ferragens/latão cromado
- Ferragens/ferro cromado
- Ferragens/ferro cromado
Externas e internas
de serviço
-
- Madeira maciça almofadada
encerada
- Madeira compensada lisa,
com 3,5 cm de espessura,
folheada encerada
- Madeira compensada lisa, com
3,5 cm de espessura, com
pintura a óleo sobre massa
-
Ferragens/latão cromado
- Ferragens/ferro cromado
- Ferragens/ferro cromado
Janelas e basculantes
- Alumínio anodizado bronze
- Alumínio anodizado cor
natural padronizado com
- Esquadria de ferro de chapa
dobrada
-
Vidro liso/fantasia 4 mm
vidro liso/fantasia 4 mm
- Vidro liso 3 mm/fantasia 4 mm
Peitoris
- Granito
- Mármore branco
- Revestimento com argamassa
de cimento
Impermeabilização de:
-
Pisos de banheiros,
cozinhas, lajes e áreas
- Argamassa cimento e areia
e pintura com tinta de base
betuminosa
- Argamassa cimento e areia e
pintura com tinta de base
betuminosa
- Argamassa cimento e areia
com tinta de base betuminosa
de serviço
- Lajes de cobertura,
cobertura da casa de
máquinas
- Manta asfáltica pré-fabricada
- Manta asfáltica pré-fabricada
- Manta asfáltica pré-fabricada
-
Caixa d'água
- Argamassa rígida
- Argamassa rígida
- Argamassa rígida
Acessórios sanitários de:
- Banheiros
- Bacia sanitária, bidê e cuba
em louça de cor - modelo
especial
- Bacia sanitária e bidê de
louça de cor - modelo simples
- Bacia sanitária com caixa de
descarga não acoplada
-
Válvula de descarga -
modelo luxo
- Válvula de descarga
Metais de luxo (água
quente e fria)
-
- Metais cromados simples
(água quente e fria)
- Metais niquelados (água
fria)
Bancada de granito com
cuba em louça de cor
-
- Lavatório de louça de cor
com coluna
- Lavatório de louça branca
sem coluna
Acessórios de embutir ou
justapor de luxo
-
- Acessórios de embutir ou
justapor simples
- Acessórios de embutir de
louça branca
- Cozinha
- Bancada de granito/cuba
inox/metais de luxo (água fria)
- Bancada de mármore branco, - Bancada de pedra ardósia
medida padronizada/cuba
com cuba simples inox/metais
simples inox/metais cromados niquelados
simples (água fria)
- Áreas de serviço
- 1 tanque de louça/metais
cromados
- 1 tanque revestido com
azulejos com esfregador de
mármore e metais cromados
simples
- 1 tanque revestido com
azulejos com esfregador de
mármore e metais cromados
simples

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Tabela 2 (continuação)

Acabamento Padrão Serviço/local Alto Normal Baixo - Banheiro de - Lavatório de louça branca empregada
Acabamento
Padrão
Serviço/local
Alto
Normal
Baixo
-
Banheiro de
- Lavatório de louça branca
empregada
- Lavatório de louça branca
com metais niquelados
(água fria)
- Lavatório de louça branca
com metais niquelados
(água fria)
-
Metais cromados simples
(água fria)
Bacia sanitária branca e
válvula de botão cromado
-
- Bacia sanitária branca com
caixa de descarga acoplada
ou não
- Bacia sanitária branca
-
Acessórios de embutir em
louça branca
- Papeleira, saboneteira
- Acessórios de louça branca
Pisos e rodapé de:
Salas, quartos e
circulação
-
- Frisos de madeira (tábua
corrida) raspados e calafetados
- Carpete 6 mm
- Carpete ou forração de 4 mm
-
Banheiros
- Granito
- Ladrilho de mármore branco
- Cerâmica esmaltada
7,5 cm x 15 cm
-
Cozinha e área
-
Granito
- Cerâmica esmaltada
20 cm x 20 cm
- Cerâmica esmaltada
7,5 cm x 15 cm
-
WC empregada
- Cerâmica esmaltada
30 cm x 30 cm
- Cerâmica esmaltada
20 cm x 20 cm
- Cerâmica esmaltada
7,5 cm x 15 cm
Quarto de empregada
ou depósito
-
- Cerâmica esmaltada
30 cm x 30 cm
- Cerâmica esmaltada
20 cm x 20 cm
- Cerâmica esmaltada
7,5 cm x 15 cm
- Pilotis
- Lajota de pedra São Tomé
- Ladrilho de pedra ardósia
- Cimentado liso
- Escadas
- Granito
- Ladrilho de pedra ardósia
- Cerâmica esmaltada
7,5 cm x 15 cm
-
Hall de entrada
(portaria)
- Granito
- Ladrilho de pedra ardósia
- Cerâmica esmaltada
7,5 cm x 15 cm
-
Hall de pavimentos
- Granito
- Ladrilho de pedra ardósia
- Cerâmica esmaltada
7,5 cm x 15 cm
Revestimento interno -
paredes de:
Salas, quartos e
circulação
-
- Chapisco, emboço e reboco
- Chapisco e massa única
(massa paulista)
- Chapisco, emboço
desempenado e gesso em pó
-
Cozinha, área e
banheiros
- Chapisco, emboço e
laminado melamínico
- Azulejo decorado
15 cm x 20 cm
- Azulejo branco
15 cm x 15 cm
-
Hall de entrada e
hall de pavimentos
- Chapisco, reboco e papel
de parede
- Chapisco e massa única
(massa paulista)
- Chapisco, emboço
desempenado e gesso em pó
-
Banheiro de
empregada
- Azulejo branco
15 cm x 15 cm
- Azulejo branco
15 cm x 15 cm
- Azulejo branco
15 cm x 15 cm
Revestimento interno -
tetos de:
-
Salas, quartos e
- Chapisco, emboço e reboco
circulação cozinha
- Chapisco e massa única
(massa paulista)
- Chapisco, emboço
desempenado e gesso em pó
e área

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NBR 12721:1999

Tabela 2 (conclusão)

Acabamento Padrão Serviço/local Alto Normal Baixo - Banheiros - Forro de madeira - Forro de
Acabamento
Padrão
Serviço/local
Alto
Normal
Baixo
- Banheiros
- Forro de madeira
- Forro de placas de gesso
- Forro de placas de gesso
- Banheiro de
- Forro de madeira
- Forro de placas de gesso
- Forro de placas de gesso
empregada
-
Hall de entrada e
hall de pavimentos
- Forro de madeira
- Forro de placas de gesso
- Chapisco, emboço
desempenado e gesso em pó
Revestimentos externos
de:
-
Fachada principal
- Chapisco, emboço, granito
e cerâmica
- Chapisco, emboço e pastilha
esmaltada 2,54 cm x 2,54 cm
- Chapisco, reboco e tinta à
base de PVA
- Fachada secundária
- Cerâmica esmaltada
- Chapisco, reboco e pintura
texturizada
- Chapisco, reboco e tinta à
base de PVA
Cobertura:
-
Telhado com
madeiramento
- Chapa ondulada de fibrocimento
de 6 mm com estrutura de
madeira
- Chapa ondulada de fibrocimento - Chapa ondulada de
de 6 mm com estrutura de fibrocimento de 6 mm com
madeira
estrutura de madeira
Pintura de tetos em:
-
Salas, quartos,
- PVA sem massa
quarto de empregada,
- Tinta acrílica sobre massa
corrida
- Tinta acrílica sobre massa
corrida
circulação
-
Banheiros, cozinha,
área de serviço
- Esmalte sobre massa
- Tinta à base de PVA sobre
massa corrida
- PVA sem massa
-
Escadas
- Pintura texturizada
- Tinta à base de PVA
- PVA sem massa
-
Portaria e hall dos
pavimentos
- Tinta acrílica
- Tinta à base de PVA sobre
massa corrida
- PVA sem massa
-
Pilotis
- Tinta acrílica
- Tinta à base de PVA
- PVA sem massa
Pintura de paredes em:
-
Salas, quartos,
-
Tinta acrílica
- Tinta à base de PVA sobre
massa corrida
- PVA sem massa
quarto de empregada,
circulação
-
Escadas
- Pintura texturizada
- Pintura texturizada
- Barra de pintura texturizada
-
Portarias e hall dos
pavimentos
- Tinta acrílica
- Tinta à base de PVA sobre
massa corrida
- PVA sem massa
NOTA - Ver 4.2.2.1, 4.2.3.1 e 4.2.3.2.

NBR 12721:1999

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Tabela 3 - Lote básico - Projeto-padrão H1

Lote básico Projeto-padrão H1 Unid. (por m 2 de construção) 2B 2N 2A 3B 3N
Lote básico
Projeto-padrão H1
Unid.
(por m 2 de construção)
2B
2N
2A
3B
3N
3A
Materiais
2
- Chapa compensado resinado 17 mm
m
2,80433
3,92890
2,91057
2,31787
2,98418
2,42683
- Aço CA 50A D = 12,5 mm
kg
17,92776
18,40283
18,16514
14,45990
14,88481
14,67039
- Cimento Portland 32
kg
239,89691
228,38930
260,41531
228,33498
223,92808
247,90977
3
- Areia lavada
m
0,62641
0,65674
0,68498
0,59190
0,63733
0,64604
3
- Brita 1
m
0,43841
0,44136
0,44118
0,42932
0,42936
0,42843
- Tijolo 8 furos (10 x 20 x 20 cm)
un
81,71475
82,01048
82,05030
72,69226
72,65605
72,57931
Telha ondulada de fibrocimento
esp. = 6 mm
-
2
m
2,25605
2,65980
2,25169
2,07021
2,30421
2,07898
- Porta lisa p/pintura (70 x 210 x 3,5 cm)
un
0,14139
-x-
-x-
0,10305
-x-
-x
- Porta encabeçada folheada ou prancheta
para cera ou verniz (70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
0,14199
-x-
-x-
0,10357
-x-
-
Porta almofada maciça sucupira
(70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
-x-
0,13200
-x-
-x-
0,09643
-
Marco ou aduela ou batente de madeira
montado para pintura (70 x 210 x 3,5 cm)
un
0,26346
-x-
-x-
0,20809
-x-
-x-
-
Marco ou aduela ou batente de madeira
montado para cera ou verniz
(70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
0,24296
0,29635
-x-
0,19365
0,23877
-
Basculante de ferro chapa dobrada
(60 x 100 cm)
2
m
0,15935
-x-
-x-
0,13092
-x-
-x-
-
Basculante em alumínio anodizado
(60 x 100 cm)
2
m
-x-
0,16752
0,18575
-x-
0,13698
0,15307
2
- Azulejo branco (15 x 15 cm)
m
1,45825
-x-
-x-
1,44795
-x-
-x-
2
- Azulejo branco extra (15 x 15 cm)
m
-x-
2,11645
0,25410
-x-
2,12777
0,16708
2
- Laminado melamínico
m
-x-
-x-
0,96824
-x-
-x-
1,02009
2
- Cerâmica esmaltada (7,5 x 15 cm)
m
0,38558
-x-
-x-
0,47046
-x-
-x-
2
- Cerâmica esmaltada (20 x 20 cm)
m
-x-
0,26502
0,54957
-x-
0,29788
0,26587
2
- Piso de mármore
m
-x-
0,13853
-x-
-x-
0,16641
-x-
2
- Granito polido para piso, placa 40 x 40 cm
m
-x-
-x-
0,33827
-x-
-x-
0,44395
2
- Forração 4 mm
m
0,54707
-x-
-x-
0,55490
-x-
-x-
-
Tábua corrida ou assoalho de madeira
(2,00 x 0,15 m)
2
m
-x-
-x-
0,54928
-x-
-x-
0,55830
2
-
Carpete 6 mm
m
-x-
0,54962
-x-
-x-
0,55961
-x-
-
Dobradiça em ferro 7,62 x 6,35 cm
(3" x 2 1/2")
un
2,31208
-x-
-x-
1,63696
-x-
-x-
-
Dobradiça em ferro cromado
7,62 x 6,35 cm (3" x 2 1/2")
un
-x-
2,44467
-x-
-x-
1,78079
-x-
-
Dobradiça em latão 7,62 x 6,35 cm
(3" x 2 1/2")
un
-x-
-x-
2,70765
-x-
-x-
1,97547

16

NBR 12721:1999

Tabela 3 (conclusão)

Lote básico Projeto-padrão H1 Unid. (por m 2 de construção) 2B 2N 2A 3B 3N
Lote básico
Projeto-padrão H1
Unid.
(por m 2 de construção)
2B
2N
2A
3B
3N
3A
Materiais
2
- Vidro liso 3 mm
m
0,17099
-x-
-x-
0,13617
-x-
-x-
2
- Vidro liso transparente 4 mm
m
-x-
0,16044
0,16510
-x-
0,12444
0,12732
- Tinta PVA látex
L
2,53937
2,16442
2,29573
2,24283
1,92323
2,01379
- Emulsão asfáltica/elastômero
kg
0,23594
0,23322
0,23520
0,26974
0,26958
0,26834
- Eletroduto de PVC leve D = 3,81 cm (1 1/2")
vara
0,16236
0,18377
0,19292
0,24259
0,24202
0,25065
- Fio termoplástico área = 1,5 mm 2
m
34,35931
36,02021
36,36486
33,50862
33,45481
33,25211
- Disjuntor monopolar 15 A
un
0,80037
0,81925
0,85033
0,79616
0,79667
1,05555
- Tubo PVC rosca água D = 1,90 cm (3/4")
m
2,20690
2,23032
2,27493
1,78433
1,78664
1,80593
- Vaso sanitário branco
un
0,09402
0,09382
0,21477
0,08535
0,08526
0,15696
- Registro pressão CR D = 1,27 cm (1/2")
un
0,88023
0,93814
0,97652
0,74376
0,74608
0,77218
- Tubo PVC esgoto D = 100 mm
m
0,43815
0,58493
0,61306
0,63262
0,63123
0,64180
Mão-de-obra
- Armador
h
2,28322
2,29890
2,29546
1,82916
1,82600
1,82830
- Carpinteiro de formas
h
10,30377
14,02099
12,16046
8,99195
11,56468
10,67332
- Pedreiro de massa
h
21,58328
19,07400
22,02546
18,66771
16,19841
18,06064
- Pintor
h
1,42457
5,53101
5,71132
1,23084
4,90861
5,04018
- Servente
h
51,73616
53,06388
56,53185
38,99052
40,25475
42,96032
- Betoneira 320 L
h
0,48660
0,50884
0,51692
0,47036
0,47270
0,53107
Tabela 4 - Lote básico - Projeto-padrão H4
Lote básico
Projeto-padrão H4
Unid.
(por m 2 de construção)
2B
2N
2A
3B
3N
3A
Materiais
2
- Chapa compensado resinado 17 mm
m
1,81414
1,82749
2,26966
1,75449
1,75766
2,35037
- Aço CA 50A D = 12,5 mm
kg
16,57197
16,80294
16,76058
16,22556
16,52337
16,39283
- Cimento Portland 32
kg
184,31041
183,32611
220,40127
173,74146
171,45731
200,97654
3
- Areia lavada
m
0,46286
0,51454
0,55687
0,43168
0,47380
0,49973
3
- Brita 1
m
0,23906
0,23904
0,24143
0,23521
0,23544
0,23671
- Tijolo 8 furos (10 x 20 x 20 cm)
un
70,51611
70,94761
70,50545
64,90192
65,13964
65,00710
2
- Telha ondulada de fibrocimento 6 mm
m
0,37835
0,37906
0,37899
0,38350
0,38637
0,37795
- Porta lisa p/pintura (70 x 210 x 3,5 cm)
un
0,20255
-x-
-x-
0,14758
-x-
-x-
- Porta encabeçada folheada ou prancheta
para cera ou verniz (70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
0,13637
-x-
-x-
0,10137
-x-

NBR 12721:1999

17

Tabela 4 (continuação)

Lote básico Projeto-padrão H4 Unid. (por m 2 de construção) 2B 2N 2A 3B 3N
Lote básico
Projeto-padrão H4
Unid.
(por m 2 de construção)
2B
2N
2A
3B
3N
3A
Materiais
-
Porta almofada maciça sucupira
(70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
-x-
0,12540
-x-
-x-
0,09449
-
Marco ou aduela ou batente de madeira
montado para pintura (70 x 210 x 3,5 cm)
un
0,23612
-x-
-x-
0,19701
-x-
-x-
-
Marco ou aduela ou batente de madeira
montado para cera ou verniz
(70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
0,22036
0,27221
-x-
0,18111
0,22162
-
Basculante de ferro chapa dobrada
(60 x 100 cm)
2
m
0,13567
-x-
-x-
0,10913
-x-
-x-
-
Basculante em alumínio anodizado
(60 x 100 cm)
2
m
-x-
0,15543
0,20871
-x-
0,12354
0,16520
2
- Azulejo branco (15 x 15 cm)
m
1,32270
-x-
-x-
1,23750
-x-
-x-
2
- Azulejo branco extra (15 x 15 cm)
m
-x-
1,94500
0,40703
-x-
1,80943
0,28740
2
- Laminado melamínico
m
-x-
-x-
1,21393
-x-
-x-
1,13768
2
- Cerâmica esmaltada (7,5 x 15 cm)
m
0,42006
-x-
-x-
0,38568
-x-
-x-
2
- Cerâmica esmaltada (20 x 20 cm)
m
-x-
0,84861
2,59456
-x-
0,65686
1,70488
2
- Piso de mármore
m
-x-
0,13771
-x-
-x-
0,18240
-x-
2
- Granito polido para piso, placa 40 x 40 cm
m
-x-
-x-
0,43316
-x-
-x-
0,48923
2
- Forração 4 mm
m
0,46197
-x-
-x-
0,49508
-x-
-x-
-
Tábua corrida ou assoalho de madeira
(2,00 x 0,15 m)
2
m
-x-
-x-
0,46394
-x-
-x-
0,49715
2
-
Carpete 6 mm
m
-x-
0,46338
-x-
-x-
0,49769
-x-
-
Dobradiça em ferro 7,62 x 6,35 cm
(3" x 2 1/2")
un
2,15814
-x-
-x-
1,59448
-x-
-x-
-
Dobradiça em ferro cromado
7,62 x 6,35 cm (3" x 2 1/2")
un
-x-
2,22639
-x-
-x-
1,67350
-x-
-
Dobradiça em latão 7,62 x 6,35 cm
(3" x 2 1/2")
un
-x-
-x-
2,52965
-x-
-x-
1,91753
2
- Vidro liso 3 mm
m
0,14934
-x-
-x-
0,12262
-x-
-x-
2
- Vidro liso transparente 4 mm
m
-x-
0,14084
0,14261
-x-
0,11648
0,11863
- Tinta PVA látex
L
2,96272
3,13198
2,19850
2,59695
2,62181
1,89807
2
- Placa de gesso
m
0,05377
0,10178
0,01820
0,08021
0,13454
0,01620
- Emulsão asfáltica/elastômero
kg
0,76995
0,77211
0,77760
0,76559
0,76632
0,76353
-
Eletroduto de PVC leve D = 3,81 cm
(1 1/2")
vara
0,22938
0,24248
0,24126
0,19149
0,19777
0,20153
- Fio termoplástico área = 1,5 m 2
m
22,71587
23,15865
24,77601
19,83180
20,43447
21,15620
- Disjuntor monopolar 15 A
un
1,50568
1,67584
1,68072
0,95193
0,93627
0,93342
- Tubo PVC rosca água D = 1,90 cm (3/4")
m
1,79875
1,94743
2,02885
1,57118
1,59815
1,61058
- Vaso sanitário branco
un
0,07994
0,09080
0,18481
0,07544
0,07555
0,13930

18

NBR 12721:1999

Tabela 4 (conclusão)

Lote básico Projeto-padrão H4 Unid. (por m 2 de construção) 2B 2N 2A 3B 3N
Lote básico
Projeto-padrão H4
Unid.
(por m 2 de construção)
2B
2N
2A
3B
3N
3A
Materiais
- Registro pressão CR D = 1,27 cm (1/2")
un
0,54395
0,64903
0,68158
0,47702
0,49340
0,51751
- Tubo PVC esgoto D = 100 mm
m
0,96064
0,92108
0,92845
1,02939
1,05130
1,06138
Mão-de-obra
- Armador
h
2,08736
2,10339
2,09356
2,07555
2,06318
2,04926
- Carpinteiro de formas
h
8,13297
9,34635
9,99676
7,83173
8,91359
9,66411
- Pedreiro de massa
h
20,73444
19,79013
22,95069
17,07483
15,76400
17,72142
- Pintor
h
1,51527
5,28590
4,50116
1,21765
4,72275
3,98208
- Servente
h
24,62102
27,09289
29,86601
20,86895
22,65507
24,22444
- Betoneira 320 L
h
0,37225
0,40889
0,42752
0,34502
0,38806
0,40045
Tabela 5 - Lote básico - Projeto-padrão H8
Lote básico
Projeto-padrão H8
Unid.
(por m 2 de construção)
2B
2N
2A
3B
3N
3A
Materiais
2
- Chapa compensado resinado 17 mm
m
1,54487
1,54909
1,99614
1,50783
1,50828
2,12363
- Aço CA 50A D = 12,5 mm
kg
14,67320
14,97462
14,84093
14,42969
14,76545
14,77095
- Cimento Portland 32
kg
168,05831
166,88105
201,22557
158,17168
156,15921
184,49874
3
- Areia lavada
m
0,42350
0,47348
0,50696
0,39374
0,43877
0,46044
3
- Brita 1
m
0,20061
0,20140
0,19866
0,19781
0,19985
0,19474
- Tijolo 8 furos (10 x 20 x 20 cm)
un
69,38926
69,28306
69,26868
63,78527
63,53781
63,63956
2
- Telha ondulada de fibrocimento 6 mm
m
0,20298
0,20069
0,19782
0,20485
0,19862
0,20492
- Porta lisa para pintura (70 x 210 x 3,5 cm)
un
0,18325
-x-
-x-
0,13423
-x-
-x-
- Porta encabeçada folheada ou prancheta
para cera ou verniz (70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
0,14313
-x-
-x-
0,10758
-x-
-
Porta almofada maciça sucupira
(70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
-x-
0,13431
-x-
-x-
0,10043
-
Marco ou aduela ou batente de madeira
montado para pintura (70 x 210 x 3,5 cm)
un
0,25099
-x-
-x-
0,20696
-x-
-x-
-
Marco ou aduela ou batente de madeira
montado para cera ou verniz
(70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
0,23414
0,29035
-x-
0,19180
0,23545
-
Basculante de ferro chapa dobrada
(60 x 100 cm)
2
m
0,14163
-x-
-x-
0,11309
-x-
-x-
-
Basculante em alumínio anodizado
(60 x 100 cm)
2
m
-x-
0,15682
0,19513
-x-
0,12446
0,15476
2
-
Azulejo branco (15 x 15 cm)
m
1,39471
-x-
-x-
1,30873
-x-
-x-

NBR 12721:1999

19

Tabela 5 (conclusão)

Lote básico Projeto-padrão H8 Unid. (por m 2 de construção) 2B 2N 2A 3B 3N
Lote básico
Projeto-padrão H8
Unid.
(por m 2 de construção)
2B
2N
2A
3B
3N
3A
Materiais
2
- Azulejo branco extra (15 x 15 cm)
m
-x-
2,07149
0,35429
-x-
1,92491
0,23125
2
- Laminado melamínico
m
-x-
-x-
1,27798
-x-
-x-
1,19626
2
- Cerâmica esmaltada (7,5 x 15 cm)
m
0,42492
-x-
-x-
0,39218
-x-
-x-
2
- Cerâmica esmaltada (20 x 20 cm)
m
-x-
0,89802
2,55181
-x-
0,69613
1,66901
2
- Piso de mármore
m
-x-
0,12401
-x-
-x-
0,17227
-x-
2
- Granito polido para piso, placa 40 x 40 cm
m
-x-
-x-
0,44375
-x-
-x-
0,50361
2
- Forração 4 mm
m
0,49976
-x-
-x-
0,53203
-x-
-x-
-
Tábua corrida ou assoalho de madeira
(2,00 x 0,15 m)
2
m
-x-
-x-
0,50093
-x-
-x-
0,53223
2
-
Carpete 6 mm
m
-x-
0,49846
-x-
-x-
0,53097
-x-
-
Dobradiça em ferro 7,62 x 6,35 cm
(3" x 2 1/2")
un
2,27225
-x-
-x-
1,67517
-x-
-x-
-
Dobradiça em ferro cromado
7,62 x 6,35 cm (3" x 2 1/2")
un
-x-
2,38731
-x-
-x-
1,74964
-x-
-
Dobradiça em latão 7,62 x 6,35 cm
(3" x 2 1/2")
un
-x-
-x-
2,62289
-x-
-x-
1,95881
2
- Vidro liso 3 mm
m
0,15439
-x-
-x-
0,12517
-x-
-x-
- Rodapé de madeira
m
2
- Vidro liso transparente 4 mm
m
-x-
0,14600
0,14684
-x-
0,11825
0,12018
- Tinta PVA látex
L
2,87920
3,04573
2,13787
2,56394
2,55927
1,87444
2
- Placa de gesso
m
0,05585
0,10353
0,01778
0,08591
0,13742
0,01586
- Emulsão asfáltica/elastômero
kg
0,51519
0,51243
0,51324
0,50437
0,50180
0,50454
-
Eletroduto de PVC leve D = 3,81 cm
(1 1/2")
vara
0,23801
0,23597
0,24354
0,21127
0,21902
0,22203
- Fio termoplástico área = 1,5 mm 2
m
27,94023
28,68306
30,10789
24,40663
25,22799
24,94894
- Disjuntor monopolar 15 A
un
1,40890
1,42193
1,41087
0,87536
0,89352
0,87557
- Tubo PVC rosca água D = 1,90 cm (3/4")
m
2,06208
2,94912
2,17609
1,71097
1,64250
1,72995
- Vaso sanitário branco
un
0,09662
0,09667
0,19790
0,07997
0,07943
0,14845
- Registro pressão CR D = 1,27 cm (1/2")
un
1,05288
1,07049
1,11745
0,75179
0,75075
0,78482
- Tubo PVC esgoto D = 100 mm
m
0,80331
0,79805
0,83520
0,87615
0,99117
1,01046
Mão-de-obra
- Armador
h
1,83660
1,83970
1,84007
1,82610
1,82484
1,82377
- Carpinteiro de formas
h
7,24103
8,53765
9,20035
6,97358
8,15721
8,91368
- Pedreiro de massa
h
20,56393
19,61160
22,51530
16,84511
15,62816
17,55379
- Pintor
h
1,46025
5,09044
4,39572
1,17770
4,58551
3,92111
- Servente
h
22,80601
25,31478
27,74681
19,15558
21,02926
22,56363
- Betoneira 320 L
h
0,33654
0,36858
0,37356
0,31858
0,34868
0,37243

20

NBR 12721:1999

Tabela 6 - Lote básico - Projeto-padrão H12

Lote básico Projeto-padrão H12 Unid. (por m 2 de construção) 2B 2N 2A 3B 3N
Lote básico
Projeto-padrão H12
Unid.
(por m 2 de construção)
2B
2N
2A
3B
3N
3A
Materiais
2
- Chapa compensado resinado 17 mm
m
1,44252
1,44351
1,88802
1,41863
1,41713
2,04352
- Aço CA 50A D = 12,5 mm
kg
13,96822
14,29608
14,20044
13,77055
14,12677
14,00605
- Cimento Portland 32
kg
162,44548
164,24527
194,22771
152,46050
150,72461
178,38898
3
- Areia lavada
m
0,40871
0,46765
0,49208
0,37595
0,42236
0,44410
3
- Brita 1
m
0,18474
0,18535
0,18561
0,18365
0,18164
0,18141
- Tijolo 8 furos (10 x 20 x 20 cm)
un
68,75992
68,71604
68,89127
63,23038
63,02046
63,80379
2
- Telha ondulada de fibrocimento 6 mm
m
0,14055
0,13215
0,12617
0,13990
0,13851
0,13539
- Porta lisa para pintura (70 x 210 x 3,5 cm)
un
0,17602
-x-
-x-
0,12915
-x-
-x-
- Porta encabeçada folheada ou prancheta
para cera ou verniz (70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
0,14674
-x-
-x-
0,10863
-x-
-
Porta almofada maciça sucupira
(70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
-x-
0,13571
-x-
-x-
0,10215
-
Marco ou aduela ou batente de madeira
montado para pintura (70 x 210 x 3,5 cm)
un
0,25572
-x-
-x-
0,21051
-x-
-x-
-
Marco ou aduela ou batente de madeira
montado para cera ou verniz
(70 x 210 x 3,5 cm)
un
-x-
0,24007
0,29637
-x-
0,19429
0,23835
-
Basculante de ferro chapa dobrada
(60 x 100 cm)
2
m
0,14388
-x-
-x-
0,11466
-x-
-x-
-
Basculante em alumínio anodizado
(60 x 100 cm)
2
m
-x-
0,15767
0,18982
-x-
0,12521
0,15200
2
- Azulejo branco (15 x 15 cm)
m
1,42248
-x-
-x-
1,33492
-x-
-x-
2
- Azulejo branco extra (15 x 15 cm)
m
-x-
2,12053
0,32891
-x-
1,97199
0,21008
2
- Laminado melamínico
m
-x-
-x-
1,30224
-x-
-x-
1,22023
2
- Cerâmica esmaltada (7,5 x 15 cm)
m
0,42335
-x-
-x-
0,39766
-x-
-x-
2
- Cerâmica esmaltada (20 x 20 cm)
m
-x-
0,92119
2,53618
-x-
0,71491
1,65807
2
- Piso de mármore
m
-x-
0,11691
-x-
-x-
0,16811
-x-
2
- Granito polido para piso, placa 40 x 40 cm
m
-x-
-x-
0,44847
-x-
-x-
0,50929
2
- Forração 4 mm
m
0,51362
-x-
-x-
0,54310
-x-
-x-
-
Tábua corrida ou assoalho de madeira
(2,00 x 0,15 m)
2
m
-x-
-x-
0,51416
-x-
-x-
0,54439
2
-
Carpete 6 mm
m
-x-
0,51328
-x-
-x-
0,54591
-x-
-
Dobradiça em ferro 7,62 x 6,35 cm
(3" x 2 1/2")
un
2,30803
-x-
-x-
1,67064
-x-
-x-
-
Dobradiça em ferro cromado
7,62 x 6,35 cm (3" x 2 1/2")
un
-x-
2,35790
-x-
-x-
1,78367
-x-
-
Dobradiça em latão 7,62 x 6,35 cm
(3" x 2 1/2")
un
-x-
-x-
2,74383
-x-
-x-
1,99522

NBR 12721:1999

21

Tabela 6 (conclusão)

Lote básico Projeto-padrão H12 Unid. (por m 2 de construção) 2B 2N 2A 3B 3N
Lote básico
Projeto-padrão H12
Unid.
(por m 2 de construção)
2B
2N
2A
3B
3N
3A
Materiais
2
- Vidro liso 3 mm
m
0,15782
-x-
-x-
0,12585
-x-
-x-
- Rodapé de madeira
m
2
- Vidro liso transparente 4 mm
m
-x-
0,14734
0,14966
-x-
0,11865
0,12045
- Tinta PVA látex
L
2,84902
3,02083
2,11356
2,55724
2,53386
1,84960
2
- Placa de gesso
m
0,06182
0,10226
0,01757
0,08761
0,13576
0,01572
- Emulsão asfáltica/elastômero
kg
0,41588
0,41574
0,41421
0,40853
0,40733
0,40743
- Eletroduto de PVC leve D = 3,81 cm
(1 1/2")
vara
0,35691
0,29080
0,28876
0,24018
0,24764
0,25139
- Fio termoplástico área = 1,5 mm 2
m
33,34136
35,46558
35,43790
27,05949
27,78680
28,55110
- Disjuntor monopolar 15 A
un
1,67028
1,66700
1,70102
1,07027
1,05337
1,03340
- Tubo PVC rosca água D = 1,90 cm (3/4")
m
1,99973
2,02808
1,97440
1,72237
1,74062
1,61468
- Vaso sanitário branco
un
0,09867
0,09890
0,19527
0,08184
0,08171
0,15163
- Registro pressão CR D = 1,27 cm (1/2")
un
0,96337
1,00132
1,06981
0,66308
0,69926
0,72264
- Tubo PVC esgoto D = 100 mm
m
0,75189
0,78161
0,77248
0,91505
0,92686
0,93995
Mão-de-obra
- Armador
h
1,74797
1,74648
1,74335
1,74599
1,74117
1,73968
- Carpinteiro de formas
h
6,91780
8,25609
8,91890
6,68426
7,87378
8,65321
- Pedreiro de massa
h
20,05716
19,42297
22,05721
16,97777
15,73216
17,64533
- Pintor
h
1,45170
5,01010
4,34575
1,17268
4,53012
3,88604
- Servente
h
21,79283
24,73573
26,70837
18,75226
20,67151
22,09562
- Betoneira 320 L
h
0,33116
0,36404
0,39104
0,31369
0,34446
0,34967

4.2.3.2 Método de cálculo

O cálculo do custo unitário básico é feito com o auxílio do modelo de tabela da figura 1, no qual são inicialmente inscritas

a discriminação e as quantidades de materiais de mão-de-obra correspondentes a cada lote básico:

a) aplicados a essas quantidades os preços unitários do mercado e os salários horários vigentes na data, são cal-

culados as parcelas e os subtotais respectivos;

b) é determinado a seguir o subtotal relativo aos encargos sociais, considerando-se a porcentagem necessária ao

atendimento das legislações federal, estadual e municipal em vigor, no local;

c) é facultada aos Sindicatos Estaduais da Construção Civil a avaliação dos custos unitários básicos, correspon-

dentes às especificações de acabamentos de

padrão alto e de padrão baixo, em função dos valores calculados

para o padrão normal, pelo modo indicado nas alíneas precedentes; mediante a utilização de coeficientes que a

própria experiência adquirida, com a aplicação daquele método, vier a justificar;

d) pelo menos uma vez por ano deve ser verificada a validade dos lotes básicos, como representativos dos diversos

projetos-padrão, por comparação dos custos unitários básicos correspondentes, calculados por seu intermédio e

por meio das relações completas de materiais e mão-de-obra formadoras daqueles custos. Os ajustes que se fizerem necessários devem ser levados em conta, através de coeficientes de correção convenientes.

22

NBR 12721:1999

4.2.3.3 Atualização dos valores

Os valores dos custos unitários básicos devem ser atualizados mensalmente pelo método recomendado em 4.2.3.2.

4.2.3.4 Divulgação

Cada mês, até o dia 5, devem ser divulgados pelos Sindicatos Estaduais da Construção Civil os valores dos custos unitá- rios básicos, correspondentes aos diversos projetos-padrão. A divulgação se faz acompanhar da seguinte declaração, à qual é dado o mais amplo destaque:

Na formação destes custos unitários básicos, não foram considerados os seguintes itens, que devem ser levados em conta na determinação dos preços por metro quadrado da construção, de acordo com o estabelecido no projeto e especifi- cações correspondentes a cada caso particular:

a) fundações especiais;

b) elevadores;

c) instalações de ar-condicionado, calefação, telefone interno, fogões, aquecedores, playgrounds, equipamento de

garagem, etc.;

d) obras complementares de terraplenagem, urbanização, recreação, ajardinamento, ligações de serviços públicos,