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CNC - Comando Numérico Computorizado

Manual de CNC
[ Introdução ] [ Tipos de Máquinas ] [ Características da Maquinação ]
[ Windows e Simulação CNC ] [ Comandos CNC ] [ Conceitos de Programação ]
[ Programação de CNC ] [ Segurança ]

Este manual de formação destina-se a apoiar os


formandos de Comando Numérico Computorizado.

Foi preparado no âmbito do sub-projecto Gestão da


Produção - Automação & Robótica, do Projecto Delfim.

O manual irá conter elementos de apoio aos formadores


e exercícios.

[ Introdução ] [ Tipos de Máquinas ] [ Características da Maquinação ]


[ Windows e Simulação CNC ] [ Comandos CNC ] [ Conceitos de Programação ]
[ Programação de CNC ] [ Segurança ]
Responsabilidade:
José Mota, Sub Projecto Automação & Robótica
Projecto Delfim
Av. Luisa Tody 416, 1º
2900-455 Setúbal
Telefone: 265-231292 - Fax: 265-535533
E-mail: geral@profoc.pt

http://server01/cnc/ [28-06-2001 13:05:45]


Introdução

Introdução
Com o desenvolvimento do Comando Numérico, começou [ O que é o CN ]
uma etapa importante no âmbito da automação da [ Classificação dos Sistemas de CN ]
maquinação dos metais. [ Os passos do CNC ]

Embora seja já nos anos sessenta que esta nova técnica


tenha surgido nos meios industriais, ainda de forma
insípida, foi anteriormente nos Estados Unidos que surgiu a
primeira experiência, conforme se descreve:

1947 – O americano, John Parsons construtor de hélices de


helicóptero, concebeu um sistema de comando automático
com entrada de informações numéricas que gerava uma
curva por três eixos, e usava aqueles dados para controlar
os movimentos de máquinas ferramenta.

1949 – A U.S. Air Force concedeu um contrato à Empresa


Parsons, para desenvolver um método de produção rápido,
de estruturas de difícil maquinação.

1952 – O MIT (Laboratório de Servomecanismos) concedeu


um contrato e apoiou o sucesso deste modelo de máquina.
O Governo americano apoiou a iniciativa para o
desenvolvimento de uma fresadora de três eixos que
executasse movimentos simultâneos, comandada por
controlo digital.

1953 - Foi admitido pelo MIT o termo "Numerical Control” /


NC (Comando Numérico).

1956 – A U.S.A.F. faz um pedido de 170 máquinas de CN a


três grandes construtores americanos. Paralelamente a esta
evolução, certos construtores interessaram-se pelo
desenvolvimento de outros tipos de máquinas mais
simples, (engenhos de furar) que não requerem movimento
contínuo, mas posicionamento preciso.

1957 – O NC foi aceite pela indústria; alguns são instalados


e inicia-se a sua utilização.

No Reino Unido, a aplicação prática do Comando Numérico


em máquinas ferramentas apareceu em 1958, tal como na
Alemanha. A Itália tem tido um grande desenvolvimento,
produzindo actualmente máquinas ferramentas de elevado
nível. O Japão têm-se imposto neste campo de uma forma
aguerrida, tendo , neste momento, índices de produção
bastante elevados.

http://server01/cnc/intro.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:07:37]


Introdução

[ Subir ] [ O que é o CN ] [ Classificação dos Sistemas de CN ] [ Os passos do CNC ]


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O que é o CN

O que é o CN
Mas, afinal o que é o Comando Numérico?

Por uma análise simplificada, poderemos dizer que o Comando [ CN ou CNC ]


Numérico é uma forma de pôr uma máquina ferramenta a
trabalhar “sozinha” através de instruções previamente
codificadas (programas) que utiliza números, letras e outros
símbolos para definir um determinado ciclo de trabalho.

É a partir desta informação sob a forma de dados numéricos que


se desenvolve o comando automático da máquina ferramenta.

Estes dados numéricos, correspondem a uma dada sequência de


passos, para se obter uma peça, por exemplo, numa fresadora
de comando numérico, introduz-se um programa que contém
todos os passos necessários para que se fabrique,
automaticamente, uma peça com uma determinada geometria.

Nas máquinas ferramentas tradicionais, quando se pretendia


fabricar uma peça era o operador da máquina que estudava o
desenho da peça e depois dirigia a máquina por forma a ir
obtendo a geometria desejada da peça.

É evidente que todas as acções desenvolvidas, tinham de forma


implícita a intuição e o conhecimento prático do operador. Estes
conhecimentos eram adquiridos ao longo de anos de
experiência, o que fazia crer que um bom operador faziam
somente peças de boa qualidade.

Programador Operador Máquina-ferramenta


com NC
No entanto, os resultados dificilmente seriam totalmente
satisfatórios, pois dependiam em muito do operador, como tal, o
resultado era influenciado pelo seu estado de espírito, o seu
estado de cansaço, os seus problemas do dia a dia, etc.

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O que é o CN

[ Subir ] [ CN ou CNC ]
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CN ou CNC

CN ou CNC
Nas primeiras máquinas de Comando Numérico, o programador [ Subir ]
elaborava o programa de maquinação de uma peça , que depois
passava para uma fita perfurada, a qual continha a informação
na que a máquina de CN entendia.

Nas máquinas modernas de CN, foi alterada a metodologia. O


programador executa o programa, e coloca-o directamente na
máquina de CN, o processador existente dentro da máquina,
converte directamente o programa introduzido (ver figura
abaixo) em linguagem de máquina, ou seja, o programa
introduzido é lido pela máquina de CN e transformado em
códigos próprios da máquina.

Estes códigos são interpretados pela máquina, sendo


transformados em impulsos eléctricos que vão activar os
motores e outras partes da máquina que têm de funcionar.

Nas máquinas de CNC ( Comando Numérico por Computador ),


o programador além de introduzir o programa, pode ainda, após
o programa estar na memória da máquina, efectuar alterações a
esse mesmo programa, utilizando para tal o teclado da máquina.

O espaço de memória é reduzido, pelo que resulta, que o


número de programas existentes, simultaneamente, em
memória são muito limitados, obrigando nalguns casos á
necessidade de ter um computador ao lado da máquina, ligado
por cabos. Esta solução permite o afastamento físico entre o
computador e a máquina.

Esquema de programação de uma máquina-ferramenta com CNC

http://server01/cnc/introducao/cn_ou_cnc.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:11:06]


CN ou CNC

Pode considerar-se que o Comando Numérico veio revolucionar


a indústria, uma vez que se deixou de depender da intuição
humana, para se passar a definir, de uma forma precisa e
inequívoca ( através de um programa ), o processo de maquinar
/ produzir uma peça.

Deste modo, o programador passou a interpretar o desenho da


peça; a elaborar o programa preciso de maquinagem, o qual é
posteriormente convertido em instruções codificadas que serão
compreendidas pela Unidade de Controlo da Máquina ( MCU ).
Esta por sua vez, transformará esses códigos em impulsos
eléctricos que activam as funções da máquina.

Uma vez colocado o programa de comando numérico na


máquina, ela trabalhará sozinha, automaticamente e sem
necessidade de intervenção do homem. Obter-se-ão, deste
modo, rapidamente, peças perfeitas, nas quantidades
desejadas.

O Comando Numérico não é um método de


maquinagem, mas sim, um método de
controlar as máquinas.

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Classificação dos Sistemas de CN

Classificação dos Sistemas de CN


Podem-se classificar os tipos de Comando Numérico pela [ O que é o CN ]
sua possibilidade de se conseguir, ou não, trajectórias [ Classificação dos Sistemas de CN ]
contínuas, como seja: [ Os passos do CNC ] [ Anterior ]
Comando de ponto-a-ponto. [ Seguinte ]

Neste comando a ferramenta situa-se em


diversos pontos do espaço de trabalho,
deslocando-se em linha recta até alcançar o
ponto pré-definido. O exemplo típico é a
furação sucessiva de diversos furos numa
superfície.

Comando paraxial. (Hoje em desuso)

O comando permite a maquinação contínua,


segundo uma direcção paralela a um eixo.

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Classificação dos Sistemas de CN

Comando de contorno.

A ferramenta segue uma trajectória continua


no espaço maquinando ao mesmo tempo.

Para isto, o comando deve sincronizar o


movimento dos eixos adequadamente.

O método de controlo de trajectória pelo qual os sistemas


de contorno se movem de um ponto a outro é chamado de
interpolação. Hoje em dia quase todos os comandos são de
contorno, pois acaba por utilizar na prática os três
métodos.

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Classificação dos Sistemas de CN

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Os passos do CNC

Os passos do CNC
Analisando de uma forma sumária e sequencial todas as [ O que é o CN ]
intervenções numa acção de CNC, poderemos definir os [ Classificação dos Sistemas de CN ]
seguintes passos: [ Os passos do CNC ] [ Anterior ]
O projectista estuda e desenha peça a ser fabricada,
a qual será entregue ao programador;
O programador, estuda o desenho ( peça ) e
determina como há-de realizá-la, da forma mais
simples e mais económica; quais as operações e sua
sequência; em que máquinas e com que
ferramentas;
O programador, elabora então, um programa com
uma sequência lógica;
Este programa é inserido na máquina de Comando
Numérico por Computador, o qual transformará
essas instruções ( através de um processador )
numa linguagem que possa ser compreendida pela
MCU;
A MCU lê essa informação e, consequentemente,
gera sinais eléctricos para a máquina-ferramenta.

Basicamente, um sistema de Comando Numérico é


constituído pelos seguintes elementos:

Programa ou instruções de maquinagem;


Unidade de Comando da Máquina ( MCU ):
envia os sinais aos dispositivos motores;
estes sinais são o resultado da interpretação das
instruções dadas, as quais são introduzidas na MCU
por intermédio de um suporte apropriado (
programa – nas máquinas de CNC, banda, fita ou
disquete – nas antigas máquinas de CN );.
Máquinas-ferramentas ( por ex.: fresa, torno ) ou
outro equipamento programável.

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Os passos do CNC

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Tipos de Máquinas

Tipos de Máquinas
comandadas por CN

O campo de aplicação das máquinas-ferramentas com comando [ Componentes ] [ Ferramentas ]


numérico é bastante vasto, diria mesmo, que ele abrange todas
as máquinas tradicionais que necessitam da intervenção do
homem, facilitando-lhe o trabalho e ajudando-o na organização
do mesmo.

As máquinas com CNC mais utilizadas na indústria de


transformação são as seguintes:

Tornos;
Fresadoras;
Engenhos de furar;
Mandriladoras;
Centros de maquinagem;
Rectificadoras;
Guilhotinas e quinadeiras;

No entanto, a aplicação do comando numérico também se


desenvolveu noutras máquinas, como sejam:

Equipamentos de soldadura;
Equipamento de pintura;
Equipamento de montagem de peças;
Equipamentos de medida e inspecção;

No entanto, as máquinas de CNC mais usadas na Indústria de


transformação são os tornos, fresadoras e os centros de
maquinagem.

Deve referir-se que as máquinas de comando numérico são


muito complexas ao nível da concepção, construção e
manutenção.

No essencial o comando numérico, não alterou a forma como


cada uma das operações elementares é efectuada ( tornear,
fresar, furar, etc. ), nem adicionou capacidades suplementares
de maquinagem, no entanto, veio permitir uma melhor
utilização das potencialidades instaladas na máquina com uma
menor intervenção humana.

Desta forma os tempos não produtivos foram reduzidos, dando


um melhor aproveitamento ao tempo de maquinagem. Anulou-
se a actuação negativa do homem, como seja, a sua indecisão,
os movimentos lentos de aproximação, as paragens não
programadas, etc.

Por este motivo, os componentes mecânicos sofrem mais

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Tipos de Máquinas

desgastes ( em relação ás máquinas tradicionais ), o que aliado


ao facto de ser necessária uma elevada precisão no
posicionamento, levou a que se tenha redimensionado estas
máquinas.

Alguns órgãos mudaram de forma (concepção), de dimensão e


posição afim de responderem ás solicitações, nomeadamente
nos accionamentos dos eixos, por outro lado, foram
desenvolvidas novas ferramentas de corte, sistemas de fixação
de ferramentas e equipamentos para monitorização das
condições de corte, por forma a explorar todas as
potencialidades destas máquinas.

Devido a todos estes factos surgiu a concepção de máquinas-


ferramentas especificamente adequadas para comando
numérico. Foram, no entanto, adaptadas a algumas máquinas
convencionais automatismos comandados numericamente, que
lhes conferiu capacidades de trabalho autónomo, mas com
limitações potenciais, como poderemos ver adiante.

É de realçar que a importância das máquinas de CNC tem sido


crescente, pois estas máquinas possibilitam uma maior
flexibilidade na sua utilização e um aumento na rapidez de
fabrico, condições estas, nos dias de hoje, essenciais se
queremos que a nossa Indústria seja cada vez mais
competitiva e lucrativa.

[ Subir ] [ Componentes ] [ Ferramentas ]


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Componentes

Componentes
Comandados da Máquina
Vamos abordar de uma forma sumária os principais [ Os Eixos de Avanço ]
componentes das máquinas comandadas por CNC e as [ Accionamento do avanço ]
características que esses mesmos componentes devem ter. [ Dispositivos de Medição ]
[ Árvore Principal ]
Qualquer técnico que trabalha com uma máquina de CNC [ Meios de fixação ]
deve conhecer as suas funções e as suas possibilidades de [ Troca de Ferramentas ][ Seguinte ]
aplicação, no fundo deve compreender minimamente o seu
funcionamento, para melhor poder planear a sequência
completa do trabalho, afim de atingir o objectivo desejado.

Os componentes comandados de uma máquina de CNC,


são assim definidos:

Eixos de avanço;
Accionamento do avanço;
Dispositivo de medição;
Árvore principal;
Meio de fixação da peça;
Dispositivo de troca de ferramenta;

Eixos giratórios e demais eixos de avanço.

Estes componentes são comuns a tornos, fresadoras e


centros de maquinagem, as quais iremos abordar.

[ Subir ] [ Os Eixos de Avanço ] [ Accionamento do avanço ] [ Dispositivos de Medição ]


[ Árvore Principal ] [ Meios de fixação ] [ Troca de Ferramentas ]
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Eixos de Avanço

Os Eixos de Avanço
Na descrição das máquinas-ferramentas de CNC, emprega-se [ Os Eixos de Avanço ]
o nome de “eixos”. Assim designam-se os sentidos de [ Accionamento do avanço ]
movimento dos elementos comandados da máquina, [ Dispositivos de Medição ]
principalmente a mesa de trabalho, árvore principal e o [ Árvore Principal ]
suporte das ferramentas.
[ Meios de fixação ]
[ Troca de Ferramentas ]
Nas máquinas-ferramentas convencionais os movimentos dos [ Seguinte ]
eixos são accionados através de volantes manuais.

Em geral existe para os diferentes tipos de máquinas-


ferramentas de CNC, um número mínimo de eixos, sem os
quais não se poderiam executar as operações de maquinação
das peças.

Eles são designados com as letras X, Y e Z, conforme a


Norma DIN 66217.

Os três eixos de avanço são definidos da seguinte forma:

Eixo X : Movimento da mesa de trabalho para a direita


e para a esquerda;
Eixo Y : Movimento da árvore principal (mesa) para
frente e para trás;
Eixo Z : Movimento da mesa de trabalho (árvore) para
cima e para baixo.

http://server01/cnc/tipos_maquina/componentes/eixos_avanco.htm (1 of 4) [28-06-2001 13:14:22]


Eixos de Avanço

Torno CNC
Nas fresadoras, existem três eixos de avanço, ou seja, X, Y e
Z, correspondendo em geral, dois eixos ao movimento da
mesa de trabalho e o terceiro eixo ao movimento da árvore
principal.

Como se pode verificar pelas figuras 1 e 2, abaixo, os tornos


têm 2 eixos de avanço, X e Z, através destes dois
movimentos é obtido o contorno desejado da peça.

Fresadora com 3 eixos


Nas fresadoras cuja mesa é fixa, a árvore principal
movimenta-se nos três eixos.

Os eixos rotativos são designados pela norma


DIN com as letras A, B e C.

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Eixos de Avanço

Fresadora com 2 eixos rotativos

Fresadora com 3 eixos rotativos

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Eixos de Avanço

Várias máquinas de CNC possuem mais de três


eixos de avanço, pois existem peças especiais
que assim o exigem.

Especialmente nos centros de maquinagem, em


que, além dos três eixos principais de direcção
e dos eixos rotativos da mesa e do cabeçote,
existe frequentemente um eixo de avanço
adicional (designação W).

O movimento deste eixo sobrepõe-se aos


movimentos dos eixos X, Y e Z. na maioria dos
casos ele pode somente ser comandado caso os
accionamentos dos eixos X, Y e Z estejam
parados.

Através do eixo de avanço individual na


direcção de trabalho desejada, é possível
comandar, por exemplo, operações de furações
leves em qualquer sentido.

Os eixos de avanço, que estão disponíveis de forma adicional


aos eixos X, Y e Z, são de uma forma geral designados pelas
letras U, V e W.

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Accionamento do avanço

Accionamento do avanço
dos eixos
Quando a ferramenta executa uma determinada trajectória, [ Os Eixos de Avanço ]
actua, através do movimento dos eixos, um após outro ou [ Accionamento do avanço ]
simultaneamente. [ Dispositivos de Medição ]
[ Árvore Principal ]
Em geral são utilizados motores de corrente contínua para o [ Meios de fixação ]
accionamento do avanço, que são regulados por um circuito [ Troca de Ferramentas ]
de potência e que podem accionar ou travar em ambas as [ Anterior ] [ Seguinte ]
direcções num dado instante.

Os movimentos de avanço devem ser realizados sem ter a


influência de forças actuantes (por exemplo, força de corte).
Neste caso, os accionamentos devem ter uma alta rigidez.

Além do mais, os accionamentos do avanço devem de dar


satisfação ás exigências; no que diz respeito á uniformidade
dos movimentos e á rapidez de reacção na alteração da
velocidade tanto no arranque como na frenagem.

Devem ser encontradas medidas electrónicas de segurança


adicionais para se evitar sobrecarga do motor decorrente de:

Geração do percurso da ferramenta

http://server01/cnc/tipos_maquina/componentes/accionamento_avanco.htm (1 of 3) [28-06-2001 13:14:35]


Accionamento do avanço

arestas da ferramenta de corte gastas;


bloqueio do movimento do carro;
picos de carga devido a aceleração e frenagem.

Em máquinas de CNC simples, com exigências menores de


precisão são também utilizados motores passo a passo nos
accionamentos do avanço.

Estes têm uma rotação subdividida em passos fixos, que


através de impulsos do comando podem ser realizados em
qualquer número desejado.

Para altas velocidades de maquinação, há necessidade de um


torque elevado no arranque e na frenagem, não sendo
possível manter-se com segurança o número exacto de
passos.

Assim a sua utilização fica limitada a pequenos torques.

Através do accionamento do avanço dos eixos são realizados


os movimentos do carro. Sendo diversos os tipos de
movimento durante a maquinação, que poderão deslocar a
peça ou a ferramenta com os carros.

Uma peça fundamental no accionamento do avanço de uma


máquina CNC é a transmissão por eixo de esferas
recirculantes.

Accionamento do avanço da mesa de trabalho

http://server01/cnc/tipos_maquina/componentes/accionamento_avanco.htm (2 of 3) [28-06-2001 13:14:35]


Accionamento do avanço

Esta transmissão é composta por um eixo e


uma porca, fixados no carro; o eixo é colocado
em movimento giratório através do motor de
accionamento movendo assim a porca no
sentido longitudinal, que faz deslizar o carro
correspondente com a mesa de trabalho ao
longo das guias da máquina.

A porca de esferas contém um sistema de


esferas, sendo garantida uma transferência de
força, isenta de atrito, do eixo aos carros.

Ambas as metades da porca são pré-


tensionadas uma contra a outra, podendo-se
atingir assim uma alta e repetitiva precisão nos
movimentos dos carros, principalmente devido
á pequena folga dos eixos.

Accionamento pelo sistema de esferas recirculantes


Para que o sistema de avanço seja
minimamente danificado, nos casos de colisões
indesejadas, pode ser acoplada uma
embraiagem deslizante no accionamento do
avanço.

Através deste elemento, o accionamento do


avanço será imediatamente paralisado, caso o
carro atinja um obstáculo.

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Dispositivos de Medição

Dispositivos de Medição
Os accionamentos estão ligados a um dispositivo de medição, [ Subir ] [ Os Eixos de Avanço ]
para proceder ás medições precisas de posição nos eixos do [ Accionamento do avanço ]
avanço. [ Dispositivos de Medição ]
[ Árvore Principal ]
Isto consiste, em princípio, de uma escala e de um sistema [ Meios de fixação ]
de medição, que lê a escala. [ Troca de Ferramentas ]
[ Anterior ] [ Seguinte ]
Na medição directa é utilizada uma escala de medição, que
está montada no carro ou na mesa da máquina.

Imprecisões dos eixos e dos accionamentos não têm


nenhuma influencia nos resultados das medições.

Um sistema óptico de medição faz a leitura dos traços do


rasto da escala de medição, transformando essa informação
num sinal eléctrico e enviando-o ao comando.

As posições dos carros podem ser medidas de uma forma


directa ou indirecta, o seu funcionamento é esclarecido como
se segue:

Medição directa de posicionamento

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Dispositivos de Medição

Na medição indirecta de posicionamento, o curso do carro é


tomado pelo giro de um eixo de esferas recirculantes.

Um sistema de medição rotativo regista o movimento de giro


de um disco de impulso, que está montado num eixo de
esferas recirculantes.

No comando os impulsos do giro são transformados em


movimentos de carro.

Medição indirecta de posicionamento


Em função dos tipos de escala, diferencia-se a
medição de posicionamento em medição
absoluta ou incremental.

Na medição de posição absoluta, é utilizada


uma escala de medição codificada, que a
cada momento mostra a exacta posição do
carro com referencia ao ponto zero da máquina
(o ponto-zero da máquina é um ponto de
orientação fixo na mesma).

Importante, é que o campo de leitura da escala


de medição se estenda pelo campo total de
trabalho.

A codificação da escala de medição é realizada


em forma binária, com isto, o comando pode
em cada posição determinar um valor
numérico.

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Dispositivos de Medição

Sistema absoluto de medição


Na medição de posição incremental, é
utilizada uma escala de medição com uma
simples régua graduada.

Esta régua é composta de campos de claros-


escuros, que se movimentam pelo sistema de
medição através do movimento de avanço.

O sistema de medição, conta cada vez, o


número de campos claros-escuros, calculando
assim a posição actual do carro pela diferença
em relação á sua posição anterior.

Sistema incremental de medição


Para este procedimento de medição funcionar,
após se ligar o comando, o carro deve ser
conduzido a uma posição cuja distancia do
ponto-zero da máquina é conhecida.

Esta posição é chamada de ponto de


referência.

Após este procedimento, o sistema de medição


pode utilizar a escala da régua graduada para
realizar as medições de posicionamento.

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Dispositivos de Medição

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Árvore Principal

Árvore Principal
A árvore principal tem como função realizar as seguintes [ Os Eixos de Avanço ]
operações: [ Accionamento do avanço ]
a rotação da peça em tornos; [ Dispositivos de Medição ]
a rotação da ferramenta em fresadoras, centros de [ Árvore Principal ]
maquinagem e engenhos de furar. [ Meios de fixação ]
[ Troca de Ferramentas ]
O seu accionamento pode ser feito através de motores de [ Anterior ] [ Seguinte ]
corrente contínua ou motores de corrente alterna. Vamos ver,
em que se diferenciam, quanto à sua utilização.

Árvore principal do torno

Árvore principal da fresadora

http://server01/cnc/tipos_maquina/componentes/arvore_principal.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:14:59]


Árvore Principal

Accionamento por corrente alterna

Num accionamento por corrente alterna, a selecção de


rotações pode ser feita por uma caixa de engrenagens.

Fica assim dependente, em rotações, do número de


escalonamentos da caixa de engrenagens, como é evidente, a
variação não se faz de forma progressiva. Em determinados
tipos de utilização (ferramenta) não é aconselhável este tipo
de accionamento.

Accionamento por corrente contínua

Na maioria dos casos, as árvores principais de máquinas de


CNC são accionadas por motores de corrente contínua, cujas
rotações podem ser alteradas de forma progressiva e
continuamente se escalonamentos

O programador pode, neste caso, utilizar qualquer rotação


desejada, dentro dos parâmetros máximos e mínimos
disponíveis na máquina.

No extremo da árvore principal da máquina, existe um outro


componente importante, ao qual designamos por nariz da
árvore.

Nos tornos é montado, no nariz da árvore, a bucha ou o


sistema de pinças para sujeitar a peça á maquinação.

No caso das fresadoras, o nariz da árvore possui o sistema de


fixação comum a todos o suportes de ferramentas.

Por uma questão de normalização, visto que as ferramentas


ou suportes de ferramentas, estão disponíveis no mercado
em grande variedade, o nariz da árvore tem uma geometria
normalizada.

Ficando desta forma garantida, a utilização deste tipo de


acessórios, fornecidos por qualquer um dos muitos
fabricantes mundiais.

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Meios de fixação

Meios de fixação
das peças de trabalho
[ Os Eixos de Avanço ]
[ Accionamento do avanço ]
Os meios de aperto das peças a trabalhar, servem para fixá- [ Dispositivos de Medição ]
las na mesa de trabalho (fresadora) ou na árvore principal [ Árvore Principal ]
(torno). [ Meios de fixação ]
[ Troca de Ferramentas ]
[ Anterior ] [ Seguinte ]

Figura 14: Fixação da peça no torno

Figura 15: Fixação da peça na fresadora

http://server01/cnc/tipos_maquina/componentes/meios_fixacao.htm (1 of 3) [28-06-2001 13:15:13]


Meios de fixação

Nos tornos é possível programar os movimentos de abertura


e fecho dos grampos da bucha, assim como as diferentes
pressões de fixação.

A escolha da pressão de aperto deve ser feita de acordo com


a rotação da árvore, pois devido á força centrífuga nos
grampos é necessário aumentar esta pressão, á medida que
temos um aumento das rotações.

Os tornos CNC trabalham frequentemente com rotações


muito elevadas, no entanto, devido á deformação das peças,
nem sempre é possível aumentar a pressão a qualquer valor.

Assim, utiliza-se placas com compensação da força de inércia,


que são construídas de forma que a força de fixação
hidráulica, permanece constante nos grampos, para as altas
rotações, não se alterando através da influencia da força
centrífuga.

Nas fresadoras as pressões de fixação, tem outras


condicionantes, em relação aos tornos, pois a peça encontra-
se parada.

Como prioridade, apresenta-se a necessidade de rapidez e


facilidade no posicionamento correcto da peça na mesa de
trabalho. Isto, sem descurar na forma de fixação a rigidez de
apoio da peça, afim de garantir a fiabilidade nas medidas
obtidas por maquinação.

Peças de alguma complexidade, pode exigir alguns cuidados


especiais, sendo necessário, por vezes, recorrer a dispositivos
especiais de fixação, cuja concepção obriga a um estudo
minucioso no sentido de aproveitar o máximo de
potencialidades da máquina CNC, respeitando as condições da
sua utilização.

Podem ser utilizados os seguintes elementos de fixação:

fixadores em forma de escada (dente) e grampos;


fixadores angulares;
placas magnéticas de fixação;
dispositivos especiais de fixação;
etc.

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Meios de fixação

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Troca de Ferramentas

Troca de Ferramentas
Dispositivos de troca de ferramentas

De um modo geral, para maquinação de uma peça, é [ Os Eixos de Avanço ]


necessário a intervenção de diversas operações, sendo [ Accionamento do avanço ]
necessário a utilização de diversas ferramentas. [ Dispositivos de Medição ]
[ Árvore Principal ]
Em princípio, uma troca de ferramenta pode ser realizada [ Meios de fixação ]
manualmente pelo operador da máquina. Na prática, isto só [ Troca de Ferramentas ]
acontece em fresadoras e engenhos de furar, onde os [ Anterior ]
suportes das ferramentas são de fácil acesso. No entanto,
existe um desperdício de tempo nesta intervenção manual,
que torna desaconselhada esta prática.

Em geral, tornos e centros de maquinagem CNC, possuem


dispositivos de troca automática de ferramentas, cujas
concepções variam de acordo com a quantidade de
ferramentas a serem utilizadas.

Para a troca automática das ferramentas, utilizam-se:

torre-revólver porta-ferramenta;
carrossel porta-ferramentas.

Figura 16 : Torre revólver

http://server01/cnc/tipos_maquina/componentes/troca_ferramentas.htm (1 of 4) [28-06-2001 13:17:08]


Troca de Ferramentas

Carrossel porta-ferramenta

Numa torre-revólver porta-ferramenta, uma troca


comandada através do programa CNC significa que gira até
colocar a ferramenta desejada em posição de trabalho.

Pode ser necessário uma ferramenta para abrir rosca, outra


para desbastar e facejar, outra para abrir caixas ou ranhuras,
etc.

Há que fazer uma escolha criteriosa da ferramenta e colocá-


las no porta-ferramenta, em determinadas posições
(endereços), antes de se começar a executar a peça.

Após recebida a informação de mudança de ferramenta a


torre roda até posicionar a nova ferramenta na posição
desejada. Deve haver o cuidado de colocar as ferramentas de
forma lógica (sequencial), com o intuito de diminuir o tempo
de paragem para mudança das mesmas.

Estes dispositivos de troca de ferramentas possuem,


geralmente, o que se chama “lógica direccional”. Isto significa
que, para a troca de uma ferramenta por outra, o dispositivo
deve girar num sentido tal que leve o menor tempo para
atingir a ferramenta desejada.

Com isto o tempo de troca de ferramenta é


reduzido.

http://server01/cnc/tipos_maquina/componentes/troca_ferramentas.htm (2 of 4) [28-06-2001 13:17:08]


Troca de Ferramentas

Torre-revólver sem direccional (roda só para o lado esquerdo)

http://server01/cnc/tipos_maquina/componentes/troca_ferramentas.htm (3 of 4) [28-06-2001 13:17:08]


Troca de Ferramentas

Num carrossel porta-ferramentas, a troca de ferramentas


é realizada com o auxílio de um sistema de garras (trocador
de ferramentas).

Isto significa que a maquinação é interrompida pelo programa


CN e o trocador de ferramentas retira a nova ferramenta no
carrossel, trocando-a pela ferramenta que estava na árvore
principal.

Esta, por sua vez, é colocada de volta na respectiva posição


no carrossel porta-ferramenta.

Tal como se vê na figura, existe o trocador de ferramentas,


que não é mais do que um braço giratório com duas garras
na extremidade que agarra e a troca ferramenta.

As trocas automáticas de ferramentas são feitas em poucos


segundos.

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Ferramentas

Ferramentas
Falar sobre ferramentas, levaria a uma abordagem infinita, [ Medidas da Ferramenta ]
pois é um campo de tal forma vasto que se tornaria [ Tipos de Ferramentas ]
inesgotável, quer pela diversidade de formas, pela qualidade,
geometria de corte, etc.

Neste tema “ferramentas” vamos dar especial atenção aos


pontos “porta-ferramentas” e “medidas das ferramentas”.

De uma forma geral, uma ferramenta completa, para


utilização numa máquina CNC, consiste em:

um porta-ferramenta;
um porta-insertos;
um ou mais insertos.

O sistema de fixação do porta-ferramentas, está sempre de


acordo com a geometria do assento (cone de fixação) da
árvore principal da máquina, obedecendo ás normas
internacionais ISO, DIN ou VDI.

Sistema de ferramenta para fresar Sistema de ferramenta para tornear


As formas dos insertos e dos porta-ferramentas, e sua
escolha, dependem do processo de maquinação e das
dimensões da peça como se encontra em bruto e das
condições impostas pela obtenção da forma final.

A maneira de montar uma ferramenta completa pode ser a


seguinte:

O porta-inserto está, em geral, fixo no porta-


ferramenta através de pinças ou buchas. Em casos
especiais, ou seja ferramentas especialmente
concebidas para trabalhos específicos, acontece que
porta-ferramenta e porta-insertos estão concebidos
numa peça única.

http://server01/cnc/tipos_maquina/ferramentas.htm (1 of 3) [28-06-2001 13:20:37]


Ferramentas

Os insertos podem estar soldados nos porta-insertos.


Contudo, na maioria dos casos são utilizados insertos
intercambiáveis, estes podem ser rodados, após
desgaste ou substituídos por novos (ou de qualidade
diferente).

Insertos intercambiáveis
Como falámos anteriormente, todas as máquinas têm as
hastes dos porta-ferramentas devidamente normalizados, por
forma a ajustarem-se na árvore principal das máquinas CNC,
seguem em geral as normas ISO, DIN ou VDI.

Nas figuras abaixo estão representados dois porta-


ferramentas normalizados:

o porta-ferramentas para ferramenta de fresar, com


um cone de fixação cujas dimensões estão
determinadas conforme a norma DIN 2080.

Este porta-ferramenta tem a vantagem da troca


rápida de ferramenta (fresas, brocas, machos,
etc.) entre cada operação de maquinagem.

porta-ferramenta para ferramenta de tornear, com


uma haste de fixação, cuja forma e dimensão estão
definidas pela norma VDI 3425.

Com este porta-ferramenta, está assegurada


uma posição constante da aresta de corte,
sempre que se troca de ferramenta.

Porta-ferramentas para ferramenta de fresamento Porta-ferramentas para ferramenta de


conforme DIN 2080 torneamento conforme VDI 3425

http://server01/cnc/tipos_maquina/ferramentas.htm (2 of 3) [28-06-2001 13:20:37]


Ferramentas

[ Subir ] [ Medidas da Ferramenta ] [ Tipos de Ferramentas ]


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Medidas de Ferramentas

Medidas da Ferramenta
Se a máquina de CNC permite a maquinação precisa de uma [ Medidas da Ferramenta ]
peça, o comando deve conhecer as medidas correctas de [ Tipos de Ferramentas ]
cada ferramenta utilizada.

As medidas da ferramenta baseiam-se a partir de um


ponto de referência, definido na face de fixação do porta
ferramenta.

No fresamento, as medidas da ferramenta compõe-se do


comprimento L e do raio R desta.

Medidas da ferramenta a fresar


No torneamento, deve-se tomar o comprimento L, e a
dimensão transversal Q.

http://server01/cnc/tipos_maquina/ferramentas/medidas_ferramentas.htm (1 of 5) [28-06-2001 13:20:56]


Medidas de Ferramentas

Mediadas da ferramenta a tornear


A determinação das medidas das ferramentas em
máquinas de CNC realiza-se, fundamentalmente, através de
duas maneiras:

1. Maquinação experimental

Neste tipo de verificação, procede-se da forma seguinte; em


primeiro lugar, introduz-se no comando as medidas das
ferramentas de forma aproximada. Após uma pequena
passagem de maquinação, toma-se as medidas na zona
maquinada. Os desvios entre a medida verificada e as
dimensões do desenho, são introduzidos no comando como
dados de correcção para a respectiva ferramenta.

2. Aparelhos de pré-ajustamento da ferramenta (externa


ou na máquina)

Neste caso, as dimensões da aresta de corte em relação ao


ponto de referência, são devidamente determinadas.

Na pré-ajustagem externa, coloca-se a ferramenta num


aparelho de pré-ajustagem, que possui o mesmo tipo de
encaixe para o suporte da ferramenta da máquina CNC.

As medidas da ferramenta, determinadas óptica ou


mecanicamente, são introduzidas no comando durante a
preparação da máquina.

Na ajustagem óptica, na máquina, coloca-se a ferramenta


no suporte de ferramentas (por exemplo, torre revólver).

http://server01/cnc/tipos_maquina/ferramentas/medidas_ferramentas.htm (2 of 5) [28-06-2001 13:20:56]


Medidas de Ferramentas

Em seguida, movimenta-se o suporte de ferramentas até que


a ponta da aresta de corte se localize (enquadre) no visor
óptico de um aparelho.

Assim, as medidas da ferramenta são introduzidas


automaticamente no comando.

Para ferramentas com comprimentos de haste diferentes,


o suporte de ferramenta (por exemplo, a torre-revólver) deve
movimentar-se em trajectórias diferentes em relação á peça,
com a finalidade de realizar o mesmo contorno da peça
maquinada.

http://server01/cnc/tipos_maquina/ferramentas/medidas_ferramentas.htm (3 of 5) [28-06-2001 13:20:56]


Medidas de Ferramentas

Trajectória do suporte da ferramenta para comprimentos diferentes de hastes


Para a determinação das medidas da ferramenta e a sua
consideração pelo comando, existe uma série de métodos
alternativos, como sejam dispositivos com encostos de
referencia, ou com comparadores, dispositivos com
medidores digitais, apalpadores de medição, e outros que
podem ser aplicados para preparar a máquina.

Frequentemente utiliza-se uma ferramenta de referência,


da seguinte maneira:

Diferença de comprimento de diversas ferramentas para a ferramenta-zero


Em primeiro lugar, apalpa-se a superfície superior da
peça a ser maquinada com a ferramenta de
referência e informa-se, assim, o comprimento da
ferramenta ao comando.
Em seguida, introduzem-se no comando os valores da
diferença de medida de cada ferramenta em relação à
ferramenta de referência.
O comando, então, considera automaticamente
durante a maquinação estas diferenças de medidas,
para o cálculo da trajectória do suporte da ferramenta.

http://server01/cnc/tipos_maquina/ferramentas/medidas_ferramentas.htm (4 of 5) [28-06-2001 13:20:56]


Medidas de Ferramentas

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Tipos de Ferramentas

Tipos de Ferramentas
Quais os tipos de ferramentas que se podem utilizar na
maquinação CNC ?

Poder-se-á afirmar, que serão todas as ferramentas que se [ Medidas da Ferramenta ]


utilizam na maquinação convencional. [ Tipos de Ferramentas ]

No entanto, terá que haver alguns critérios na escolha destas


ferramentas, pois poder-se-á cair na situação extrema, de ter
uma boa máquina utilizando uma má ferramenta.

Será contraproducente criar estas condições.

Hoje, no mercado, existe uma diversidade, e concorrência, de


ferramentas de corte, que encontramos decerto aquela que
melhor se adapta á exigência e rigor da peça pretendida.

No capítulo seguinte iremos abordar algumas questões


essenciais que ajudarão na escolha da ferramenta.

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Características Maquinação

Características da Maquinação
Ao analisarmos um determinado ciclo da maquinação, [ Factores de Influência ]
poderemos concluir que existem uma série de factores [ Aparas em Torneamento ]
determinantes para a execução desse trabalho. [ Aparas em Fresagem ]
[ Maquinação por CN ][ Anterior ]
O gráfico, demonstra quais são esses factores que devem ser [ Seguinte ]
levados em consideração na elaboração dos programas CN.

No lado esquerdo são enumerados os meios utilizados e


essenciais para a maquinação, sendo no lado direito
indicadas as condições. Para o programador é essencial um
bom estudo sobre os meios disponíveis a utilizar,
determinando as condições ideais da sua utilização.

Influências sobre a maquinação


Nas páginas seguintes iremos abordar os factores (meios) de
influência: - máquina; ferramenta; fluido refrigerante; peça e
material.

Estes factores citados, têm que ser levados em consideração,


na escolha das condições de maquinação, de acordo com o
seu grau de influência, como seja: - rotações; velocidade de
corte; avanço e profundidade de corte.

Isto quer dizer que em alguns casos existem limites


tecnológicos, e que em outros casos será necessário levar em
consideração as exigências quanto ao acabamento.

http://server01/cnc/caract_maquinacao.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:25:00]


Características Maquinação

[ Subir ] [ Factores de Influência ] [ Aparas em Torneamento ] [ Aparas em Fresagem ]


[ Maquinação por CN ]
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Factores de Influência

Factores de Influência
Para uma correcta maquinação de peças através de uma [ Influência Máquina ]
máquina de CNC deve-se ter em conta os seguintes factores: [ Ferramenta e Fluido ]
Factor de influência "Máquina" [ Peça e Material ]
Factores de influência "Ferramenta" e "Fluido
Refrigerante"
Factor de influência "Peça" e "Material"

[ Subir ] [ Influência Máquina ] [ Ferramenta e Fluido ] [ Peça e Material ]


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Influência Máquina

Influência Máquina
Factor de influência "máquina"

A máquina deve permitir a maquinação da peça com a [ Influência Máquina ]


necessária precisão e racionalização. [ Ferramenta e Fluido ]
[ Peça e Material ] [ Seguinte ]
O programador tem de conhecer ampla e profundamente, as
qualidades técnicas básicas da máquina, para considerá-las
na elaboração do programa CN.

Factores de influência "máquina"


Os princípios básicos tidos em conta na construção mecânica
de uma máquina são estabilidade, rigidez e comportamento
térmico.

Estabilidade, ou seja, a capacidade da máquina receber


cargas mecânicas exteriores, sem interferir na maquinação da
peça. Um factor importante para uma boa estabilidade é a
sua fundação e estrutura da base.

Rigidez, que é condicionada pelas qualidades dos materiais,


pelo tipo de rolamentos, pelo dimensionamento dos
elementos de máquina e do comprimento de deslocamento
dos eixos; por forma a que se possa transmitir com precisão
toda a potência de accionamento da máquina-ferramenta.

Comportamento térmico significa a variação da precisão


sob a influencia da temperatura na fase de aquecimento da
máquina ou ambiental.

O rendimento efectivo máximo que se pode obter na


maquinação, depende em primeiro lugar da potência de

http://server01/cnc/caracteris/factores/influencia_maquina.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:25:32]


Influência Máquina

accionamento instalada, e que por sua vez determina a


potência transmitida á árvore.

O tipo de accionamento tem uma importância primordial para


a programação, pois, conforme o dimensionamento da árvore
principal (tipo de motor, engrenagem de transmissão) é
possível ajustar rotações diferentes.

Existem, como já vimos, variações sem escala em


diferentes gamas de rotação, como também escalas fixas
de rotação.

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Ferramenta e Fluido

Ferramenta e Fluido
Factores de influência "Ferramenta" e "Fluído Refrigerante"

A escolha da ferramenta para a maquinação CNC depende [ Refrigerantes ] [ Conclusão ]


essencialmente:
do tipo de sujeição da ferramenta no porta ferramentas;
da geometria da peça maquinada.

Como o porta-inserto e o porta-ferramenta têm que


absorver rapidamente forças variáveis, eles têm que ter:

grande estabilidade;
o mínimo possível de vibrações.

O factor mais influente na maquinação é a aresta da


ferramenta. Por razões de custo, este gume é normalmente
reduzido, por isso se usam pastilhas com arestas de corte
múltiplas.

Detalhes de ferramentas de tornear e fresar

α = ângulo livre de incidência


β = ângulo de corte
γ = ângulo de saída da apara

http://server01/cnc/caracteris/factores/ferramenta_e_fluido.htm (1 of 4) [28-06-2001 13:25:45]


Ferramenta e Fluido

Geometria da aresta de corte


A geometria da ferramenta de corte influi sobre a maneira do
escoamento da apara.

Neste processo podemos observar dois elementos característicos


que são o ângulo de saída da apara γ (positivo ou negativo) e
o ângulo de corte da ferramenta β.

A existência de sulcos (quebra aparas), na face de saída das


pastilhas de corte múltiplo, são muito importantes para a quebra
das aparas na maquinação.

A propriedade mais importante da aresta de corte de uma


ferramenta é a sua vida útil nas diversas condições de
utilização.

As ferramentas de corte ficam, depois de certo tempo de uso,


desgastadas e necessitam de ser trocadas ou rectificadas. Esse
tempo de uso designa-se vida útil e dependerá:

da velocidade de corte;
do material da ferramenta;
do material da peça a maquinar;
da frequência da interrupção de corte;
da secção da apara.

Deve salientar-se, desde já, que as condições mais económicas


de corte nunca são as que correspondem á maior velocidade de
corte. Também não são condições mais económicas aquelas em
que consegue uma maior secção da apara.

Para definir os parâmetros de corte, utilizam-se, normalmente,


tabelas e ábacos dos fabricantes ou outras, devendo, porém,

http://server01/cnc/caracteris/factores/ferramenta_e_fluido.htm (2 of 4) [28-06-2001 13:25:45]


Ferramenta e Fluido

tornar-se os valores nelas indicados como uma primeira


aproximação, sendo necessário efectuar ajustamentos devido a
particularidades do processo, como a rigidez da máquina, o
aperto da peça e a existência de choques.

A existência de sulcos (quebra aparas), na face de saída das


pastilhas de corte múltiplo, são muito importantes para a quebra
das aparas na maquinação.

A propriedade mais importante da aresta de corte de uma


ferramenta é a sua vida útil nas diversas condições de
utilização.

As ferramentas de corte ficam, depois de certo tempo de uso,


desgastadas e necessitam de ser trocadas ou rectificadas. Esse
tempo de uso designa-se vida útil e dependerá:

da velocidade de corte;
do material da ferramenta;
do material da peça a maquinar;
da frequência da interrupção de corte;
da secção da apara.

Desgaste na área livre (leva à alteração do Desgaste tipo "erosão" (causa alteração do
ângulo de corte) ângulo de saída da ferramenta)

Desgaste da área de corte (leva à alteração do Desgaste, arredondamento da aresta de corte


ângulo quebra-cavaco) (desgaste simultâneo da área livre e da área de
corte da ferramenta)

Tipos de desgaste

http://server01/cnc/caracteris/factores/ferramenta_e_fluido.htm (3 of 4) [28-06-2001 13:25:45]


Ferramenta e Fluido

Em função dos diferentes tipos de material a maquinar, assim


poderemos escolher diferentes qualidades de materiais de corte.

Para podermos utilizar os materiais de corte, em função das


suas propriedades, é conveniente consultar o catálogo do
fornecedor.

A tabela unicamente nos dá uma relação entre material e suas


propriedades.

Propriedades dos materiais de corte

[ Subir ] [ Refrigerantes ] [ Conclusão ]


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Refrigerantes

Refrigerantes
Notas breves sobre a utilização de refrigerantes

Para melhorar as condições de maquinação, recomenda-se o [ Refrigerantes ] [ Conclusão ]


emprego do fluído refrigerante mais adequados. Este fluído [ Seguinte ]
refrigerante deve:
dispersar o calor gerado na aresta de corte, e manter
baixa a temperatura da peça.;
reduzir, mediante a lubrificação, a fricção e o desgaste
da ferramenta;
facilitar o escoamento das aparas.

Uma solução aquosa tem boa acção refrigerante, mas é má


lubrificante. Por outro lado, óleos gordurosos proporcionam
excelente lubrificação, porém a sua acção refrigerante é
muito reduzida.

Existem no mercado diversos tipos de fluídos refrigerantes,


com inúmeras recomendações específicas, pelo que vamos
mencionar apenas três grupos de fluídos, em que todos os
outros se poderão incluir:

Soluções aquosas ( p. ex., soluções de sais );


Emulsões ( água com óleo mineral e aditivos );
Óleos de corte ( com aditivo lubrificante ou substâncias
sintéticas.

Ao utilizar-se fluídos refrigerantes, deve-se observar os


seguintes cuidados:

Os fluidos refrigerantes envelhecem, por isso, têm que


ser trocados periodicamente;
Existem fluidos refrigerantes que corroem a pele,
trabalhando com eles há que usar protecção;
Os fluidos refrigerantes podem causar corrosões nas
guias da máquina, por isso devem ser usados
exclusivamente refrigerantes à base de óleos minerais.

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http://server01/cnc/caracteris/factores/ferramenta/Refrigerantes.htm [28-06-2001 13:31:19]


Conclusão

Conclusão
A escolha das ferramentas a utilizar e as condições da sua [ Refrigerantes ] [ Conclusão ]
utilização devem ter em atenção os seguintes factores: [ Anterior ]
material da peça a cortar;
geometria da peça;
precisão e qualidade superficial pretendida;

Há, então, que seleccionar:

as ferramentas a utilizar:
dimensões
geometria
material de que são feitas;
condições de corte (indicadas nas tabelas dos
fornecedores das ferramentas.

Em função de cada ferramenta, há que consultar as tabelas


dos fabricantes, que fornecem algumas recomendações, como
por exemplo, o avanço máximo recomendado.

A selecção da qualidade do material da ferramenta é um dos


parâmetros mais importantes do corte por arranque de
aparas, havendo tabelas que apresentam os campos de
aplicação típicos de alguns materiais para ferramentas, bem
como, gamas de velocidades de corte em que cada um deles
é utilizável.

Para se obter as condições de corte mais económicas, deve


maximizar-se a profundidade de corte (dentro dos limites
indicados), aumentar de seguida o avanço e, por fim,
optimizar a velocidade de corte.

Os materiais para ferramentas devem combinar, entre outras


características, uma elevada resistência á deformação,
elevada resistência ao desgaste a frio e a quente e uma
tenacidade (resistência ao choque) adequada ás
intermitências ou descontinuidade do corte.

Estas condições não podem ser todas satisfeitas por um único


material, uma vez que são contraditórias.

O material para ferramentas, que conjugasse todas estas


características, dir-se-ia ideal.

Na ausência de um material “perfeito”, tem de se seleccionar


aquele que tenha as melhores características para o fim em
questão.

http://server01/cnc/caracteris/factores/ferramenta/conclusao.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:31:27]


Conclusão

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Peça e Material

Peça e Material
Factores de influência "peça" e "material"

O programador de uma máquina CN deve ter capacidade de [ Influência Máquina ]


ler, no desenho da peça, quais as propriedades da peça a ser [ Ferramenta e Fluido ]
trabalhada que merecem especial atenção. [ Peça e Material ] [ Anterior ]

O tamanho e a forma da peça em bruto influem sobre:

a escolha do dispositivo de aperto e da sua pressão de


fixação;
a escolha do tipo de ferramenta e da forma da aresta
de corte

Uma peça com estabilidade insuficiente pode exigir o uso de


um dispositivo auxiliar para evitar vibrações indesejadas ou
deformações da peça.
Tamanho e forma
Estabilidade
Acabamento
Tolerância

Factor de influência "Peça"

http://server01/cnc/caracteris/factores/peca_e_material.htm (1 of 3) [28-06-2001 13:32:23]


Peça e Material

Rigidez
Comportamento no corte
Forma na apara

Factor de influência "Material"


Uma condição prévia para se conseguir um acabamento de
alta qualidade, é a formação de uma apara favorável, e a
quebra da mesma, por exemplo, utilizando-se ferramentas
com geometria apropriada para o material a maquinar.

Apara em espiral longa

Apara em espiral quebrada

Formas favoráveis de apara

Apara em fita

Apara enrolada irregularmente

http://server01/cnc/caracteris/factores/peca_e_material.htm (2 of 3) [28-06-2001 13:32:23]


Peça e Material

Formas desfavoráveis de aparas


As tolerâncias exigidas para uma peça acabada, determinam
o grau de precisão na maquinação (por ex., a que intervalos
devem ser controladas as medidas das peças e quando
devem ser substituídas as pastilhas (insertos).

Deve-se levar em consideração o material a ser maquinado,


principalmente a sua composição e o seu comportamento
durante a maquinação, bem como, o tipo de fixação e pressão
a que pode ser sujeito, sem produzir tensões ou deformações.

O comportamento na maquinação (dureza / material mole


ou duro) tem influência sobre a escolha do tipo de aresta de
corte e da força necessária para o corte.

A produção de formas de aparas favoráveis em alta


velocidade de maquinação é um seguro indício de bom
comportamento do material na maquinação, observando-se
ao mesmo tempo um baixo desgaste da ferramenta e alta
qualidade de acabamento.

A apara deve escoar bem, sem criar problemas, isso


consegue-se, providenciando uma boa formação e regular
quebra das aparas.

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Aparas em Torneamento

Aparas em Torneamento
Formação de aparas em torneamento

Neste capítulo vamos abordar, os elementos fundamentais que [ Avanço ] [ Corte ] [ Velocidade ]
influenciam na formação de aparas e que efeitos estes dados
produzem no torneamento.

Os elementos da formação de aparas que o operador


determina para a operação de torneamento são: avanço,
profundidade de corte e velocidade de corte ( que define a
rotação).

Estes valores têm de estar criteriosamente coordenados.

Coordenação dos elementos de formação de aparas na operação de


torneamento
Podem ser atingidos três objectivos:

1. Tempo reduzido por peça.

O valor que o programador pode manipular, a respeito do


tempo necessário por peça, é o “volume das aparas
arrancadas por minuto”:

Este volume é o resultado da multiplicação:

- avanço × profundidade de corte × velocidade de corte

Isto quer dizer que, quanto maiores se escolherem estes três


valores, tanto maior será o volume de aparas arrancadas por
minuto.

Porém, deve-se ter em conta que valores muito altos


resultarão em rápido desgaste da ferramenta e, com a troca
desta, elevar-se-á o tempo gasto por peça produzida.

http://server01/cnc/caracteris/apara.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:34:58]


Aparas em Torneamento

2. Baixo custo por peça.

Quando se diminui o tempo gasto por peça através da


alteração dos dados de formação para a formação de aparas,
também se diminui o custo com mão-de-obra e máquina.

Elevam-se, porém, paralelamente, por causa do maior


desgaste, o custo com as ferramentas.

Recomenda-se, portanto, escolher os dados de formação de


aparas de tal maneira que os custos das ferramentas,
causados por desgaste, não excedam certos limites.

Desta forma impõe-se examinar até onde podem ser reduzidos


os custos causados por desgastes das ferramentas, usando um
fluido refrigerante apropriado.

3. Qualidade de acabamento.

A margem de escolha dos elementos que influenciam a


formação de aparas, fica tanto mais limitada, quanto mais
altas são as exigências em matéria de acabamento.

Isto refere-se não só ao acabamento da superfície, mas


também á necessária precisão da peça acabada.

Significa que os dados para maquinação têm que estar


coordenados com:

o tipo de insertos (pastilhas) usados (forma e aresta de


corte);
o esforço que a máquina suporta;
o comportamento quanto á vibração da máquina,
ferramenta e material maquinado.

[ Subir ] [ Avanço ] [ Corte ] [ Velocidade ]


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Avanço

Avanço
(Torno)

O deslocamento da ferramenta, em maquinação, designa-se [ Avanço ] [ Corte ] [ Velocidade ]


avanço. [ Seguinte ]

Avanço e profundidade de corte


O programador determina a velocidade do avanço ao
introduzir o valor, no programa:
por rotação da peça ( mm/rotação );
por minuto ( mm / minuto ).

Em programa CN o avanço é indicado (precedido) pela letra


F.

Exemplos:

F 0,18 mm/rotação, significa um avanço de 0,18 mm


por rotação.
F 30 mm/minuto, significa um avanço de 30 mm por
minuto.

O avanço determina a velocidade de deslocamento da


ferramenta na maquinação. Por esta razão, normalmente é
escolhido o maior avanço compatível coma potência de corte
disponível e qualidade de acabamento exigida.

http://server01/cnc/caracteris/factores/apara_torneamento/avanco.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:54:09]


Avanço

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Corte

Corte
Profundidade de corte (Torno)

Profundidade de corte, indica a profundidade de penetração [ Avanço ] [ Corte ] [ Velocidade ]


da ferramenta verticalmente ao eixo de trabalho. [ Anterior ] [ Seguinte ]

Ela resulta da forma como a aresta de corte da ferramenta se


movimenta na peça durante a maquinação.

No acabamento em sentido longitudinal, a profundidade é


igual ao comprimento da aresta de corta da ferramenta em
contacto com o material.

No desbaste a profundidade depende do número de


passagens necessárias para a execução da maquinação. Para
se conseguir um desgaste da ferramenta mais uniforme
possível, a profundidade de corte de cada passagem deve ser
dada de tal maneira que toda a aresta de corte esteja
arrancando material.

Se foi programado um grande avanço na maquinação de uma


peça de material de difícil maquinabilidade, deve-se tomar
cuidado na escolha da profundidade de corte, para não
solicitar potência de corte exagerada.

A potência de corte provém do accionamento da árvore de


corte, quanto maior a potência de corte, tanto mais calor será
libertado.

A escolha do avanço e da profundidade de corte, determinam


o tamanho da secção transversal da apara.

Secção transversal da apara

http://server01/cnc/caracteris/factores/apara_torneamento/corte.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:54:20]


Corte

Secção transversal da apara = avanço x profundidade


de corte

Volume da apara = secção transversal da apara x


velocidade de corte

A forma da secção transversal da apara – rectângulo ou


paralelogramo – varia de acordo com o ângulo de corte da
ferramenta.

Alguns dos diferentes ângulos que podem ser ajustados

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Velocidade

Velocidade
de corte / Rotação (Torno)

[ Avanço ] [ Corte ] [ Velocidade ]


[ Anterior ]

Velocidade de corte e rotação árvore principal


A rotação da árvore principal é programada:
directamente em rpm (rotações por minuto), ou;
mediante códigos que indicam o possível
escalonamento das rotações numa máquina.

Em programas CN a rotação é indicada com a letra S.

Por exemplo: S1200, significa 1200 rpm (rotações por


minuto)

S09 marca um código de programação da rotação ( S09 =


400 rpm )

Ao programar a rotação deve-se ter o cuidado de se escolher


o sentido correcto de rotação da árvore (sentido normal ou
inverso).

A velocidade de corte corresponde à velocidade periférica


da peça a maquinar, num determinado diâmetro a executar
no momento

A velocidade de corte depende da velocidade da árvore e do


diâmetro de torneamento

http://server01/cnc/caracteris/factores/apara_torneamento/velocidade.htm (1 of 3) [28-06-2001 13:54:33]


Velocidade

Rotação baixa e diâmetro pequeno resultam em baixa


velocidade de corte, sendo o contrario, a alta velocidade e
grandes diâmetros resultam em altas velocidades de corte.

Para programar a velocidade de corte, o programador pode


escolher entre duas possibilidades, dependendo do tipo de
comando:

Tendo em vista diferentes diâmetros a tornear, o


programador escolhe as rotações mais favoráveis para
a maquinação
O programador marca uma velocidade de corte
constante em m/min, no comando, e o comando
calcula e escolhe automaticamente a rotação
correspondente para o diâmetro a tornear.

A interdependência entre a rotação, velocidade de corte e


o diâmetro é dada através da seguinte fórmula:
n : nº de rotações (rpm)
v : velocidade de corte (m/min)
d
Na prática existem diagramas e ábacos onde se pode obter a
rotação necessária, partindo-se de um diâmetro de peça
conhecido e de uma velocidade de corte previamente
escolhida.

http://server01/cnc/caracteris/factores/apara_torneamento/velocidade.htm (2 of 3) [28-06-2001 13:54:33]


Velocidade

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Aparas em Fresagem

Aparas em Fresagem
Formação de aparas em fresagem

Seguindo o desenvolvimento anterior, vamos apresentar e [ Rotação ] [ Avanço ]


explicar os dados envolvidos na formação de aparas na [ Profundidade ]
fresadora. Será muito semelhante ao que se falou
anteriormente na operação de tornear.

Os elementos que um programador tem de introduzir numa


fresadora ou centro de maquinagem são a rotação, o
avanço, a profundidade e largura de corte, e o ponto de
ataque de corte.

Estes dados precisão de ser muito bem coordenados entre si.


Neste processo podem ser visados três objectivos:

1. Tempo reduzido por peça.

Em ligação com o tempo de trabalho por peça o programador


tem um valor ajustável que é o “volume da apara produzida”.

Este volume é o resultado da multiplicação:

Volume = avanço × espessura de penetração ×


profundidade e / ou largura de corte

Isto significa: Quanto maiores são estes valores escolhidos,


tanto maior será o volume da apara produzida por minuto.
Porém, deve-se ter em mente que, fresando com avanços
muito altos, o desgaste da ferramenta também aumenta
mais. E, pela necessidade de trocar a ferramenta ou pastilha,
o tempo de trabalho por peça aumenta.

2. Baixo custo por peça.

Quando, pela elevação dos dados de maquinação, se reduz o


tempo/peça, consegue-se reduzir o custo de mão de obra e
de máquina. Porém, ao mesmo tempo, cresce o custo das

http://server01/cnc/caracteris/aparas_em_fresagem.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:57:01]


Aparas em Fresagem

ferramentas por desgaste maior.

Daí, convém escolher os dados de maquinação de tal modo


que o custo das ferramentas, causado por desgaste, não
ultrapasse certos limites.

Considerando o exposto, convém examinar até que ponto o


custo de desgaste da ferramenta pode ser reduzido, usando o
fluído refrigerante adequado.

3. Alta qualidade de acabamento.

Quanto maior a exigência referente á qualidade de


acabamento, tanto mais limitada será a escolha de dados de
maquinação. Isto refere-se sempre á qualidade de
acabamento na superfície, em combinação com a precisão
das medidas da peça acabada.

Quer dizer que a escolha dos dados tem de estar coordenada


com:

o tipo de fresagem (fresagem frontal, em sentido


paralelo, em sentido contrário ao avanço da peça;
a forma da peça;
tipo de ferramenta usada (forma e material cortante);
a carga que a máquina suporta;
comportamento quanto à vibração da máquina, da
ferramenta e do material maquinado.

[ Subir ] [ Rotação ] [ Avanço ] [ Profundidade ]


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Rotação

Rotação
A rotação da fresa é programada: [ Rotação ] [ Avanço ]
directamente em “rotações por minuto” (rpm) ou [ Profundidade ] [ Seguinte ]
mediante códigos com os quais estão indicadas as
possíveis escalas de rotações das máquinas.

Factores de influência no corte


No programa CN a rotação trem o código S.

Exemplo: S 630, significa 630 rpm (rotações por minuto);

SII, significa uma rotação codificada (SII = 500 rpm, p. ex.).

Pela escolha da rotação fica determinada a velocidade de


corte.

A velocidade de corte corresponde á velocidade


circunferencial da fresa. Ela depende, além da rotação,
também do diâmetro da fresa.

Quanto maior for a rotação e o diâmetro da fresa, tanto maior


será a velocidade de corte.

Ao programar a rotação é necessário certificar-se de que a


maquinação se processará também no sentido correcto.

http://server01/cnc/caracteris/apara_fresagem/rotacao.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:57:08]


Rotação

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Avanço

Avanço
O avanço significa o movimento da fresa no sentido da [ Rotação ] [ Avanço ]
maquinação. [ Profundidade ] [ Anterior ]
[ Seguinte ]
Com a programação do avanço por minuto, a velocidade de
avanço fica devidamente determinada.

Mas a velocidade de avanço pode também ser programada


como avanço por rotação da fresa, ou avanço por dente da
fresa.

No programa CN, o avanço é indicado pela letra F.

Exemplo:

F = 100 mm/min, significa avanço de 100 mm por minuto;

F = 0,1 mm/rot, significa avanço de 0,1 mm por rotação da


fresa;

F = 0,02 mm/Z, significa avanço de 0,02 mm por dente da


fresa.

O movimento de avanço na operação de fresamento, origina-


se com o deslocamento simultâneo da mesa e da fresa, sendo
que o operador programa a maquinação na fresadora como
se a mesa permanecesse em repouso e a fresa se deslocasse
(deslocamento relativa da ferramenta).

Para escolha do avanço (a rotação permanecendo fixa) é


determinada a espessura da apara e por conseguinte a
rugosidade da superfície.

Fresar em sentido discordante Fresar em sentido concordante

http://server01/cnc/caracteris/apara_fresagem/avanco1.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:57:19]


Avanço

Fresando em sentido concordante ou em sentido discordante,


existem consequências sobre a pressão de corte.

Fresando no sentido discordante, a espessura da apara


aumenta gradualmente e daí resulta maior pressão do corte
no dente em ataque, alcançando o valor mais alto no
momento anterior á saída no corte do material.

Fresando em sentido concordante, a formação da apara é


inversa.

Quando o ente ataca, os valores da espessura da apara e da


pressão de corte são os mais altos. Fresar em sentido
concordante, em comparação com fresar em sentido
discordante, requer menos potência de accionamento,
exigindo porém, máquinas mais rígidas, com accionamento
da mesa, sendo que esta é isenta de jogo.

Como as máquinas CNC possuem estas qualidades,


concluímos que, fresar em sentido concordante é o mais
indicado.

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Profundidade

Profundidade
de corte, largura de corte

A profundidade e a largura de corte descrevem até onde a [ Rotação ] [ Avanço ]


fresa penetra na peça, no sentido do avanço. [ Profundidade ] [ Anterior ]

Profundidade e ataque de corte em fresamento frontal

http://server01/cnc/caracteris/apara_fresagem/profundidade.htm (1 of 3) [28-06-2001 13:57:27]


Profundidade

Penetração e área de actuação do corte em fresamento tangencial


Fala-se de profundidade de corte quando se usa uma fresa
com haste vertical, por exemplo, na fresagem frontal.

Fala-se de largura de corte quando se usa uma fresa com


haste horizontal, por exemplo, na fresagem tangencial.

A espessura de penetração indica a dimensão da área de


actuação da fresa na peça, sendo este tamanho medido no
plano de trabalho e verticalmente á direcção do avanço.

Profundidade, penetração e área de actuação de corte


resultam:

do percurso programado da fresa, e


da forma e do tamanho da mesma.

Ao programar o percurso da fresa na peça, é necessário


coordenar profundidade, penetração e área de actuação da
fresa com:

a velocidade de maquinação com a fresa usada e o


material disponível
para maquinação, e
a qualidade de acabamento exigida.

NOTA:

Não se deve utilizar uma fresa mais comprida do que o

http://server01/cnc/caracteris/apara_fresagem/profundidade.htm (2 of 3) [28-06-2001 13:57:27]


Profundidade

imprescindível para a maquinação. Quanto mais comprida for


a ferramenta utilizada, tanto maior será a variação das
medidas, devido à flexão da haste da fresa.

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Maquinação por CN

Maquinação por CN
Características de maquinação por CN

A maquinação de uma peça numa máquina CNC, pontualmente, [ Falhas ] [ Correcção ]


difere de forma significativa do sistema de maquinação
convencional.

Por um lado, isso ocorre devido á superior eficiência das


máquinas-ferramentas modernas; por outro, devido ás
sequências modificadas da maquinação por causa do comando
programado.

Mas há também directamente influências sobre a qualidade de


maquinação, originadas unicamente pelo uso do comando
computorizado.

Nesta parte serão tratadas as seguintes influências:

falhas causadas por “arraste”;


precisão de paragem;
correcção do desgaste da ferramenta;
limitação da rotação;
controle da vida útil da ferramenta.

http://server01/cnc/caracteris/maquinacao_cnc.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:58:23]


Maquinação por CN

[ Subir ] [ Falhas ] [ Correcção ]


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Falhas

Falhas
causadas pelo "arraste" e precisão na paragem

Ao comandar o movimento de uma ferramenta, os carros da [ Falhas ] [ Correcção ]


máquina são postos em movimento com velocidades variáveis,

O sistema de medição controla simultânea e continuamente a


posição em que a ferramenta se encontra.

O comando recebe a informação e calcula se a ferramenta ainda


está na trajectória correcta, alterando, se for necessário, a
velocidade do carro.

Nestas comparações da posição desejada, com a posição real da


ferramenta, sempre ocorrem pequenos desfasamentos, pois,
enquanto o comando está a fazer o cálculo da nova posição, a
posição real da ferramenta já mudou, isto é, a posição real da
ferramenta no momento da comparação no comando com a
desejada, já foi ultrapassada.

Este “efeito de atraso” causa, na maquinação com máquinas


CNC, o chamado erro de arraste; o valor deste erro depende
da velocidade de avanço.

A figura mostra um contorno com “erro de arraste”, que fica


visível no arredondamento de cantos.

Contorno com erro de arraste

http://server01/cnc/caracteris/maquinacao/falhas.htm (1 of 3) [28-06-2001 13:58:32]


Falhas

Contorno maquinado com precisão de paragem


Erros de arraste ocorrem na ordem dos milésimos de milímetro,
por isso, normalmente não têm efeito negativo, pois cantos
vivos na maioria das vezes são indesejáveis.

Par evitar erros de arraste, muitos comandos electrónicos têm


as possibilidade de programar uma paragem de precisão.

Neste caso, a ferramenta pára em cada ponto do contorno para


evitar que se tenha um arredondamento. É, porém,
imprescindível lembrar que, trabalhando com “paragem precisa”
no momento da paragem, a ferramenta tem que libertar o
corte e isso significa que aparecem marcas de contorno, pois a
pressão de corte vinda do material cede repentinamente.

NOTAS:

Numa máquina CNC, as posições da ferramenta e do carro, a


rotação, o avanço, etc., são programados no comando como
“valores desejados”.

Estes valores são, via da regra, números decimais, com um


número de dígitos variável após o ponto decimal.

Numa programação em mm, são admissíveis até três números


após o ponto decimal (p. ex., 2,448; 122,7 ou 36,84). Neste
caso, a medida mínima é de 1mmm = 0,001mm, e diz-se então
trabalhar em milésimos.

Programando em polegadas (1 pol. = 25,4 mm), admitem-se


até 5 dígitos após o ponto decimal (p. ex., 2,44839 ou
13,97857).

Programando rotações por minuto (rpm) ou avanço em


mm/rotação, ou mm/min, pode-se encontrar no manual do
comando a indicação de quantos dígitos decimais são
admissíveis.

A precisão da programação não pode ser entendida como

http://server01/cnc/caracteris/maquinacao/falhas.htm (2 of 3) [28-06-2001 13:58:32]


Falhas

precisão de maquinação, pois mesmo que o comando numérico


trabalhe com muitas posições decimais, a efectiva precisão de
maquinação ficará aquém desses valores, devido ao desgaste da
ferramenta, a influências térmicas, folgas na máquina, etc.

[ Subir ]
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Correcção

Correcção
do desgaste, limitação da rotação e vida útil das
ferramentas

Depois de certo tempo, nota-se no gume (aresta) da ferramenta [ Falhas ] [ Correcção ]


um desgaste. Devido a este desgaste os valores da tolerância na
peça não mais são mantidos.

Correcção do desgaste
Para este caso, na maioria dos comandos CNC estão previstas
correcções de desgaste. Estas funcionam da seguinte
maneira:

- Quando se verifica num controle que, por exemplo, na direcção


do avanço da ferramenta todas as medidas estão alteradas por
um certo valor, introduz-se esta diferença no comando.

Na maquinação seguinte todos os valores de avanço serão


automaticamente corrigidos com este valor.

A correcção do desgaste pode ser usada também para uma


segunda operação numa peça, maquinando todo o contorno com
uma apara de espessura homogénea.

[ Subir ] [ Limitação da Rotação ] [ Controlo da Rotação ]


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Limitação da Rotação

Limitação da Rotação
Em muitos casos de maquinação é vantajoso que o número [ Limitação da Rotação ]
de rotações permaneça dentro de certos limites (p. ex., ao [ Controlo da Rotação ]
tornear, a pressão de fixação na placa pode decrescer
fortemente em altas rotações, devido á força centrífuga, até
torná-la insuficiente).

Por isso, muitos comandos têm a possibilidade de registar


uma rotação máxima e uma rotação mínima. Exemplo:
rotação máx. 4.000 rpm, rotação mínima 600 rpm.

Desta maneira, se durante o processo de maquinação for


solicitada uma alteração da rotação, esta somente será
executada caso ela permaneça dentro dos limites pré-
estabelecidos.

Relacionamento entre esforço de corte e vida útil da ferramenta


O controlo da vida útil da ferramenta mediante os dados
registados no comando, em tempo de maquinação, é
relativamente impreciso e não leva em consideração o
desgaste variável da aresta de corte da ferramenta durante a
maquinação.

Adquirem cada vez mais importância os sistemas que


reconhecem o desgaste mediante medição constante do
esforço de corte. Para tanto, pode-se usar o seguinte
procedimento:

Ao maquinar-se a primeira peça de uma série, com


ferramenta afiada, registam-se para cada programa os
esforços de corte que surgem. Em seguida determina-se uma
faixa de tolerância ou o valor máximo para os esforços de
corte.

Quando o comando reconhece o fim da vida útil da

http://server01/cnc/caracteris/maquinacao/coreccao/limitacao_rotacao.htm (1 of 2) [28-06-2001 13:58:48]


Limitação da Rotação

ferramenta ou uma quebra, a máquina pára, procede-se


então á troca de ferramenta.

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Controlo da Rotação

Controlo da Rotação
Existem hoje em dia sistemas de ferramentas que permitem [ Limitação da Rotação ]
prever com bastante precisão, em certos tipos de [ Controlo da Rotação ] [ Anterior ]
maquinação, após quanto tempo a aresta de corte da
ferramenta fica desgastada (p. ex., após 120 minutos de
maquinação).

O tempo de vida útil pode ser registado no comando como


dado da ferramenta. Neste caso o comando fica
“supervisionado” para que a ferramenta não permaneça em
uso, para além do tempo de vida útil predeterminado.

A continuação da maquinação pode então processar-se com


uma ferramenta de substituição, se já existir no revólver
porta-ferramentas, ou a máquina pára e o operador procede
á substituição da mesma.

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Introdução ao Windows

Windows e Simulação CNC


Introdução ao Windows e à utilização do software de
simulação - CNC TUTOR

Neste capítulo pretende-se que os formandos aprendam o [ O Windows ]


que é um computador pessoal, como é constituído, e como [ Simulação de CNC ]
funciona o Sistema Operativo Microsoft Windows 98.

Um outro objectivo é o trabalhar com o próprio programa de


simulação de CNC, o CNC TUTOR, explicando a utilização dos
menus e seus comandos.

[ Subir ] [ O Windows ] [ Simulação de CNC ]


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Fundamentos

O Windows
Fundamentos do computador

Com um computador pessoal pode-se realizar diversas [ Componentes ]


tarefas: [ Ambiente de Trabalho ]
escrita de documentos; [ Explorador ]
introdução de dados e imagens; [ Localizar ][ Seguinte ]
recepção e envio de correio electrónico;
folhas de cálculo;
bases de dados;
navegar na internet;
etc.

Algumas funções manuais que o computador pessoal veio substituir

[ Subir ] [ Componentes ] [ Ambiente de Trabalho ] [ Explorador ] [ Localizar ]


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Componentes

Componentes
O computador inclui uma diversidade de componentes de [ Teclado ] [ Rato ]
Hardware, componentes físicos que constituem a máquina em [ Resumo ][ Seguinte ]
si. Um dos mais importantes é a Unidade de Sistema (caixa
normalmente em forma de torre). Esta unidade contém:
a Unidade Central de Processamento, ou CPU, que
pode ser considerado o cérebro do computador;
a drive de disquetes,
o disco rígido, onde se guardam os documentos e o
sistema operativo;
a placa de vídeo, para o CPU comunicar com o
monitor;
memória RAM – memória de leitura aleatória, o
computador usa-a para guardar dados
temporariamente, a informação nelas contida
desaparece quando existe um corte de energia;
fonte de alimentação

A unidade de sistema pode ainda incluir:

leitor de cd ou dvd;
gravador de cd ou de dvd;
modem;
placa de rede;
placa de rádio;
placa de TV;
etc.

Representação da Unidade de Sistema de um Computador


Pessoal

http://server01/cnc/windows_simula/fundamen/componentes1.htm (1 of 3) [28-06-2001 15:07:15]


Componentes

Os textos e as imagens são gerados pelo computador são


apresentadas no écran.

http://server01/cnc/windows_simula/fundamen/componentes1.htm (2 of 3) [28-06-2001 15:07:15]


Componentes

O modo com o computador comunica connosco normalmente


faz-se através de dois dispositivos: o teclado e o rato.

[ Subir ] [ Teclado ] [ Rato ] [ Resumo ]


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Teclado

Teclado
[ Teclado ] [ Rato ] [ Resumo ]
[ Seguinte ]

O teclado está divido em várias partes, com diversas funções.

Esta é a área principal escrita do teclado. É semelhante às


teclas da máquina de escrever.

Ao premir e libertar as teclas, as letras e os números


correspondentes aparecem no écran do monitor.

http://server01/cnc/windows_simula/fundamen/teclado.htm (1 of 2) [28-06-2001 15:07:54]


Teclado

A outra parte do teclado é chamado numérico. Pode utilizá-lo


para introduzir números apenas com uma mão, como se
utilizasse uma máquina de calcular.

Estas teclas são chamadas teclas de função (F1, F2, ..., F12).
São utilizadas para executar rapidamente tarefas específicas
de aplicações de software.

A tecla F1 normalmente serve para chamar a ajuda.

O teclado também dispõe de outras teclas especiais que


executam funções específicas. Por exemplo, a tecla escape
(ESC) por vezes pode ser utilizada para interromper uma
tarefa. Pode também utilizar a tecla ALT e a tecla controlo
(CTRL) por si ou em combinação com outras para executar
teclas de atalho.

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Rato

Rato
[ Teclado ] [ Rato ] [ Resumo ]
[ Anterior ] [ Seguinte ]
O rato normalmente é constituído por dois
botões, um cabo de ligação ao computador
pessoal e uma bola, na parte inferior, para
deslizar num tapete especial para rato.

É de referir que existem vários tipos de ratos.


Podem ter 3 ou mais botões; ligação ao
computador via rádio, portanto sem fio; com
uma ou mais rodinhas; sem bola, o
deslocamento do rato é executado através de
uma microcâmera; etc.

Nos portáteis existem outros tipos de rato,


fazendo a sua função, por exemplo a trackball.

Funcionamento

À medida que move o rato sobre o tapete,


o ponteiro do rato move-se no ecrã. Quando
coloca o ponteiro sobre um objecto, pode
premir (clique único ou clicar duas vezes (duplo
clique)) o botão do rato para efectuar acções
diferentes no objecto.

Por exemplo, pode clicar para seleccionar


ficheiros ou seguir atalhos de ficheiros na
Internet, clicar duas vezes para abrir e
trabalhar em ficheiros e clicar e arrastar para

http://server01/cnc/windows_simula/fundamen/rato.htm (1 of 3) [28-06-2001 15:08:07]


Rato

mover ficheiros. Na realidade, irá utilizar o rato


para efectuar a maior parte das tarefas.
Normalmente, o ponteiro aparece como uma
seta mas pode mudar de forma.

As secções seguintes explicam as acções que


pode efectuar com o rato.

Acção Descrição

Clique: Prima uma vez e liberte o botão esquerdo do rato.

Duplo Clique: Prima duas vezes e liberte de imediato o botão


esquerdo do rato.

Clicar com o botão direito: Prima uma vez e liberte o botão


direito do rato. Aparece um menu de atalho

Arrastar

Mover objectos no ecrã é muito semelhante a


mover os objectos da secretária. Por exemplo,
clicar e arrastar um ícone é muito semelhante
a pegar num lápis com a mão e arrastá-lo para
um novo local. Assim, para mover um objecto
do ecrã, coloque o ponteiro do rato sobre o
objecto. Em seguida, “pegue” no objecto,
premindo o botão esquerdo do rato sem o
libertar. Enquanto prime o botão esquerdo do
rato, mova o ponteiro do rato para o local onde
quer “largar” o objecto e, em seguida, liberte o
botão do rato. A figura abaixo mostra como
deve arrastar um documento para uma pasta.

http://server01/cnc/windows_simula/fundamen/rato.htm (2 of 3) [28-06-2001 15:08:07]


Rato

Também pode arrastar o rato para seleccionar texto,


como palavras num documento ou o nome de um
ficheiro. Para seleccionar texto, coloque o cursor (uma
linha vertical intermitente) na posição onde quer iniciar a
selecção. Enquanto prime o botão do rato, mova o
ponteiro do rato para o local onde quer terminar a
selecção e, em seguida, liberte o botão do rato.

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Resumo

Resumo
[ Teclado ] [ Rato ] [ Resumo ]
[ Anterior ]

Os Componentes principais do Computador Pessoal são: o


CPU (unidade central de processamento), monitor, teclado e
rato.

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Ambiente de Trabalho

Ambiente de Trabalho
Explorar o ambiente de trabalho do Windows

O computador é composto por duas partes principais, o [ O Ambiente de Trabalho ]


hardware (componentes físicos) o software (programas). [ Barra de Tarefas ]

As instruções que indicam ao computador o que fazer são


chamadas software.

O software principal, chamado sistema operativo, controla e


faz a gestão do computador, convertendo as instruções numa
linguagem que o hardware possa compreender.

[ Subir ] [ O Ambiente de Trabalho ] [ Barra de Tarefas ]


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O Ambiente de Trabalho

O Ambiente de Trabalho
Quando inicia o Windows, a primeira imagem apresentada é o [ O Ambiente de Trabalho ]
Ambiente de Trabalho. Pense no Ambiente de Trabalho como [ Barra de Tarefas ]
sendo a sua área de trabalho personalizada.

Vários ícones, ou imagens de pequenas dimensões, estão


localizados do lado esquerdo do Ambiente de Trabalho. Cada
ícone representa um objecto, tal como uma pasta ou um
programa. Dependendo do modo como o seu computador
está configurado, os ícones poderão ser diferentes dos
apresentados na ilustração.

http://server01/cnc/windows_simula/windows/ambiente/ambiente_trabalho.htm (1 of 2) [28-06-2001 15:09:18]


O Ambiente de Trabalho

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Barra de Tarefas

Barra de Tarefas
A barra de tarefas e o botão iniciar

Pode utilizar a barra de tarefas e o botão Iniciar para navegar [ O Ambiente de Trabalho ]
facilmente no Windows 98. Ambas as funções estão sempre [ Barra de Tarefas ]
disponíveis no Ambiente de Trabalho, independentemente da
quantidade de janelas abertas.

Os botões existentes na barra de tarefas mostram-lhe que


janelas estão abertas, mesmo que algumas delas estejam
minimizadas ou tapadas por outra janela. Pode facilmente
mudar para outra janela clicando no respectivo botão na
barra de tarefas.

Utilizando o botão Iniciar, pode efectuar praticamente


qualquer tarefa. Pode iniciar programas, abrir documentos,
personalizar o sistema, obter ajuda, procurar itens existentes
no computador e efectuar outras tarefas. Alguns comandos
do menu Iniciar têm uma seta para a direita, o que indica que
estão disponíveis opções adicionais num menu secundário. Se
colocar o ponteiro sobre um item com uma seta, é
apresentado outro menu.

Dependendo do modo como o seu computador está


configurado, o menu Iniciar pode ter um aspecto ligeiramente
diferente da seguinte ilustração.

http://server01/cnc/windows_simula/windows/ambiente/barra_de_tarefas.htm (1 of 2) [28-06-2001 15:09:30]


Barra de Tarefas

Para utilizar o menu Iniciar

1. Clique no botão Iniciar.

Aparece o menu Iniciar.

2. Clique no item que pretende abrir.

Aponte para os itens com setas para a direita


para abrir menus secundários.

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Explorador

Explorador
Se preferir ver os seus ficheiros numa estrutura hierárquica, [ Componentes ]
utilize o Explorador do Windows. Em vez de abrir unidades e [ Ambiente de Trabalho ]
pastas em janelas separadas, pode navegar numa só janela. [ Explorador ] [ Localizar ]
O lado esquerdo da janela Explorador do Windows contém
[ Anterior ] [ Seguinte ]
uma lista das unidades e pastas; o lado direito apresenta o
conteúdo da pasta seleccionada. Pode utilizar o menu Ver
para alterar o aspecto dos ícones do lado direito da janela.

Para utilizar o Explorador do Windows para ver o disco rígido

1. Clique no botão Iniciar, aponte para Programas e, em


seguida, clique em Explorador do Windows.

2. No painel da esquerda, clique na letra que representa o


seu disco rígido.

3. O conteúdo do disco rígido é apresentado no painel da


direita.

http://server01/cnc/windows_simula/windows/explorador.htm (1 of 2) [28-06-2001 15:11:24]


Explorador

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Localizar

Localizar
[ Componentes ]
[ Ambiente de Trabalho ]
[ Explorador ] [ Localizar ]
[ Anterior ]

Se necessitar de procurar algum ficheiro ou pasta no seu


computador, escreva o que procura, ou apenas em parte,
para que consiga, encontrar o que pretende, no campo Com
o nome:.

No campo Procurar em:, escolher o local (pasta) ou


computador onde quer efectuar a procura.

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Simula CNC

Simulação de CNC
Programa de simulação de CNC

Podemos considerar duas formas de acesso ao programa de [ Comandos de Menus ]


CNC: [ MDI Panel ]
A primeira, é conforme o painel de configuração é
semelhante aos menus do sistema operativo Windows
A segunda mostra um painel semelhante ao painel de
comandos da máquina de CNC (Show MDI Panel).

Como poderemos ver, na prática, são iguais os resultados de


simulação obtidos por um ou pelo outro método.

[ Subir ] [ Comandos de Menus ] [ MDI Panel ]


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Comandos Menus

Comandos de Menus
[ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ]
[ Ferramentas ]
Quando iniciamos o programa surge-nos o écran com a [ Tipo de Comando ] [ RS232 ]
imagem apresentada, nele poderemos fazer a introdução dum
[ Opções de Gráficos ]
novo programa e após todos os procedimentos proceder à
[ Painel de controle ]
simulação do mesmo:
[ CNC Display ]
[ Caixas de diálogo ]

Começamos por analisar a barra superior de menus e


apresentamos de seguida, menu a menu, a sua função.

[ Subir ] [ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ] [ Ferramentas ] [ Tipo de Comando ] [ RS232 ]


[ Opções de Gráficos ] [ Painel de controle ] [ CNC Display ] [ Caixas de diálogo ]
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Ficheiro

Ficheiro
(File)

[ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ]


[ Ferramentas ]
[ Tipo de Comando ] [ RS232 ]
Clicando em Ficheiro (File) abre-se uma janela com diversas
[ Opções de Gráficos ]
opções, que vamos descrever.
[ Painel de controle ]
[ CNC Display ]
[ Caixas de diálogo ] [ Seguinte ]

Novo programa de CNC (New Cnc Program)

Quando pretende criar um novo programa de CNC tem de


utilizar esta opção.

Apague o editor de CNC do programa de CNC actual. Lembre-


se de gravar o programa CNC antes de selccionar esta opção.
Se está no modo "Dual edite", o programa CNC do editor
activo será apagado.

[ Subir ] [ Carga Programa de CNC ] [ Guardar ] [ Editar Ficheiro ]


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Carga_Programa

Carga Programa de CNC


(Load CNC Program)

Seleccione esta opção para carregar um programa de CNC do [ Carga Programa de CNC ]
disco. O tipo de ficheiro dependerá do tipo de controle de CNC [ Guardar ] [ Editar Ficheiro ]
que você quer simular. [ Seguinte ]

Exemplo:

Heidenhain programa.hei
FanucOm programa.fnm

Se está no modo de edição dupla (Dual edit mode) o


programa de CNC será carregado no editor de CNC activo.
Pode simular só programas de CNC do editor de CNC principal
que se encontra no lado esquerdo do écran.

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Guardar

Guardar
,Guardar Como e Guardar ficheiro

(Save, Save As e Save File)

Guardar progrma de CNC (Save CNC Program) [ Carga Programa de CNC ]


[ Guardar ] [ Editar Ficheiro ]
Seleccione esta opção para guardar um programa de CNC no [ Anterior ] [ Seguinte ]
disco. Os tipos de ficheiros dependerão do tipo de controle de
CNC que está a simular.

Exemplo:

Heidenhain programs .hei


Fanuc0m programs .fnm

Se está em modo de Dupla edição (Dual edite) o programa de


CNC será carregado no editor de CNC activo. Pode simular só
programas de CNC do editor principal de CNC que está no
lado esquerda do écran.

Todos os programas de CNC que foram gravados no disco,


pelo programador de CNC, têm configurações e ficheiros de
ferramentas relacionados e que são automaticamente
carregados no programa de CNC.

Se estes arquivos não forem encontrados, então uma


mensagem de erro será exibida.

Para criar estes arquivos, seleccionar "Save Cnc Program"


(guardar o programa de CNC) na opção do menu de ficheiro
(file).
Guardar como (Save As)

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/ficheiro/guardar.htm (1 of 3) [28-06-2001 17:29:38]


Guardar

Seleccione esta opção para guardar um programa de CNC no


disco. Os tipos de ficheiros dependerão do tipo de controle de
CNC que está a simular. O nome do ficheiro actual será usado
para o programa CNC e não será necessário introduzir
qualquer outro nome de ficheiro.

Exemplo:

Heidenhain programs .hei


Fanuc0m programs .fnm

Se está no modo de dupla edição (Dual edite modo) o


programa de CNC será guardado no editor de CNC activo.

Todos os programas de CNC que também são guardados no


disco, pelo programador de CNC, têm ficheiro de
configurações e de ferramentas e serão guardados
automaticamente com o programa de CNC.

Guardar na memória (Store Memory)

Guarde o actual programa de CNC na janela activa do painel


de controlo para o disco com as configurações e os ficheiros
das ferramentas.

Lembre-se de seleccionar esta opção antes de apagar o


programa de CNC activo da memória, e, também guardar
qualquer alteração introduzida no programa CNC durante o
modo de edição (edit mode).

Guardar na memória, o corrente programa de CNC no


directório configurado, não afecta nenhuns programas de CNC
guardados no disco através do editor de CNC.

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/ficheiro/guardar.htm (2 of 3) [28-06-2001 17:29:38]


Guardar

Exemplo:

Os programas HeidenHain155 são armazenados no sub-


directoria Heid155, localizado no directoria principal que
normalmente é \CNCTRAIN\HEID155 \

O nome do programa de CNC é retirado da primeira linha do


programa de CNC, (BEGIN PGM 01234 MM) seria guardado no
disco como 01234.hei.

Para guardar o programa CNC, em qualquer outra directoria,


pode carregar o programa no editor de CNC e usar a opção
guardar (Save) no menu ficheiro (file).

Guardar ficheiro (Save File)

Os ficheiros podem ser guardados no disco.

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http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/ficheiro/guardar.htm (3 of 3) [28-06-2001 17:29:38]


Editar_Ficheiro

Editar Ficheiro
(Edit File)

Editor de CNC - RS232 (Cnc Editor-RS232) [ Carga Programa de CNC ]


[ Guardar ] [ Editar Ficheiro ]
A saída do programa actual de CNC do editor de CNC para [ Anterior ]
uma memória temporária pode ser descarregada para o
controlo de CNC.

Veja o menu de opções do protocolo RS232 Comms sobre


como configurar o protocolo de comunicação RS232 e
descarregue do programa de CNC para o controlo de CNC.

Editor de CNC (RS232-Cnc editor)

Cópiar um programa de CNC da memória temporária RS232


para dentro do editor de CNC.

Veja o menu de opções RS232 Comms sobre como configurar


o protocolo de comunicações RS232 e envia os programas de
CNC, do controlo de CNC.

Paragem (Stop)

O programador de CNC fecha o programa. Lembre-se de


guardar qualquer alteração antes de seleccionar esta opção.

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http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/ficheiro/editar_ficheiro.htm [28-06-2001 17:29:56]


Editar

Editar
(edit)

[ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ]


[ Ferramentas ]
Editar (Edit) [ Tipo de Comando ] [ RS232 ]
[ Opções de Gráficos ]
Este ficheiro, tem a função específica de auxiliar durante a [ Painel de controle ]
elaboração do programa de CNC, sendo funções comuns a
[ CNC Display ]
qualquer aplicação. Podem-se analisar as opções seguintes:
[ Caixas de diálogo ] [ Anterior ]
[ Seguinte ]

Anular (Undo)

Restabelece as últimas alterações executadas no editor de cnc


usando corte e técnicas de colagens.

Corte (Cut)

Apaga o texto seleccionado do editor de CNC.

Cópia (Copy)

Cópias o texto seleccionado numa memória temporária.

Colar (Paste)

Insere o texto copiado da memória temporária no programa


de CNC.

Tipos de letra (Font)

Mostra os tipos de letra disponíveis para utilizar no editor de


CNC.

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/editar/editar.htm (1 of 2) [28-06-2001 17:31:05]


Editar

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http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/editar/editar.htm (2 of 2) [28-06-2001 17:31:05]


Opções

Opções
[ Editar Simples ] [ Editar Duplo ]
Opções (Options) [ Ecran Total ][ Anterior ]
[ Seguinte ]

Neste ficheiro podemos optar por definir o tipo de écran de


simulação, bem como reescalona os gráficos e fixa as cores:

Nova Peça (New Billet)

Coloca a peça actual nos parâmetros previamente definidos


(Billet Settings) e reescalona os gráficos 3D.

[ Subir ] [ Editar Simples ] [ Editar Duplo ] [ Ecran Total ]


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http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/opcoes/opcoes.htm [28-06-2001 17:46:51]


Editar Simples

Editar Simples
Editar Simples (Single Edit) [ Editar Simples ] [ Editar Duplo ]
[ Ecran Total ] [ Seguinte ]

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/opcoes/editar_simples.htm (1 of 2) [28-06-2001 17:48:56]


Editar Simples

Divide o écran em duas áreas distintas, com o editor de CNC


(visualização do programa) na parte inferior e a simulação na
zona restante superior. Este modo é seleccionado
automaticamente quando um painel de controle de CNC é
activado.

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http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/opcoes/editar_simples.htm (2 of 2) [28-06-2001 17:48:56]


Editar Duplo

Editar Duplo
[ Editar Simples ] [ Editar Duplo ]
Editar Duplo (Dual Edit) [ Ecran Total ] [ Anterior ]
[ Seguinte ]

Divisões a tela em dois meios com o editor de CNC principal


na esquerda da tela e o segundo editor de CNC à direita da
tela.

Use este modo para editar dois programas de CNC


simultaneamente, não visualizando simultaneamente a
simulação.

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/opcoes/editar_duplo.htm (1 of 2) [28-06-2001 17:51:30]


Editar Duplo

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Ecran Total

Ecran Total
Ecran Total (Full Screen) [ Editar Simples ] [ Editar Duplo ]
[ Ecran Total ] [ Anterior ]
Este modo é utilizado na simulação do editor de CNC, sempre
que há necessidade de apresentar uma maior imagem de
simulação, não se visualizando o respectivo programa.

Fixar cores (Set Colors)

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http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/opcoes/ecran_total.htm [28-06-2001 17:51:42]


Ferramentas

Ferramentas
de trabalho (Job/Tooling)

Ferramentas de Trabalho (Job/Tooling) [ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ]


[ Ferramentas ]
[ Tipo de Comando ] [ RS232 ]
[ Opções de Gráficos ]
[ Painel de controle ]
[ CNC Display ]
[ Caixas de diálogo ] [ Anterior ]
[ Seguinte ]

Este ficheiro contem diversas opções que definem os


parâmetros da máquina, dimensões da peça a maquinar bem
como as ferramentas a utilizar na operação de maquinação.

Dimensionamento da máquina (Machine Settings)

http://server01/cnc/windows_simula/windows/ferramentas.htm (1 of 4) [28-06-2001 18:06:09]


Ferramentas

Define o máx./min. movimento de deslocação, posições do


ponto-zero de máquina, opções de trabalho manual ou
automático da árvore ou da ferramenta. A informação de
máquina será armazenada no disco dentro do ficheiro da
máquina escolhida. Pode ter tantos tipos de máquina quantas
desejar.

Quando guarda e carrega um programa de CNC o tipo de


máquina também é armazenado e é carregado em memória.

Dimensionamento da peça (Billet Settings)

Dimensiona o tamanho da peça (material em bruto), indica as


coordenadas de trabalho e define a unidade de medida.

Armazém de Ferramentas (Tool Offsets)

http://server01/cnc/windows_simula/windows/ferramentas.htm (2 of 4) [28-06-2001 18:06:09]


Ferramentas

Tem capacidade para 99 ferramentas com todas as


informações pertinentes. Podem ser seleccionadas as
ferramentas para a Biblioteca de Ferramenta fazendo duplo
click no tipo de ferramenta e seleccionando a linha com o
número de ferramenta correcto.

Selecção das ferramentas (Select Tooling)

http://server01/cnc/windows_simula/windows/ferramentas.htm (3 of 4) [28-06-2001 18:06:09]


Ferramentas

Mostra uma lista dos tipos de ferramenta que estão


disponíveis. Faça duplo click em qualquer artigo da lista para
visualizar a ferramenta.

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Tipos de Comando

Tipo de Comando
[ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ]
[ Ferramentas ]
[ Tipo de Comando ] [ RS232 ]
[ Opções de Gráficos ]
[ Painel de controle ]
[ CNC Display ]
Tipo de Comando (Control Type) [ Caixas de diálogo ] [ Anterior ]
[ Seguinte ]

Neste ficheiro selecciona-se o tipo de comando numérico em


que se pretende fazer a simulação. Na janela, vêm indicados
todos os comandos numéricos disponíveis para este software,
no entanto, surgem a negro os comandos activáveis.

Mostrar o painel do comando (Show MdiPanel)

Visualiza os interruptores do painel de comando do CNC


seleccionado.

NOTA: - Pode seleccionar só os painéis de comando que estão


activados, isto depende dos comandos adquiridos na
aquisição.

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http://server01/cnc/tipos_comando.htm [28-06-2001 18:17:23]


RS232

RS232
[ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ]
[ Ferramentas ]
[ Tipo de Comando ] [ RS232 ]
[ Opções de Gráficos ]
[ Painel de controle ]
[ CNC Display ]
Porta de comunicação (RS232 Comms) [ Caixas de diálogo ] [ Anterior ]
[ Seguinte ]

Neste ficheiro podemos aceder a diversas opções de partilha


de informação.

Parâmetros fixos (Set Parameters)

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/rs232/rs232.htm (1 of 2) [28-06-2001 18:31:52]


RS232

Antes de enviar/receber um programa de CNC de/para um


controle de CNC, precisa fixar correctamente o protocolo de
comunicações RS232. Será necessário um cabo próprio. Toda
a informação relativa á ligação RS232 devera estar disponível
no manual do comando do CNC ou facultado pelos
fornecedores do comando.

Quando guarda num programa de CNC uma informação de


interesse, também será armazenada no disco, isto possibilita
comunicações para múltiplos comandos.

Receber Ficheiros (Receive File)

Seleccione esta opção quando o cabo de comunicação do


controle de CNC está pronto para enviar um programa de
CNC.

Depois de o programa de CNC ser recebido, seleccione o


RS232 para a opção CNC Editor, para transferir o programa
para o editor de CNC.

Envie Arquivo (Send File)

Seleccione esta opção quando o cabo de comunicação do


controle de CNC está pronto a receber um programa de CNC.

Tenha a certeza se armazenou o programa de CNC na


memória temporária RS232, seleccionando o Editor de CNC
para a opção RS232, antes de carregar o programa de CNC.

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Opções de Gráficos

Opções de Gráficos
[ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ]
[ Ferramentas ]
[ Tipo de Comando ] [ RS232 ]
Opções de gráficos (Graphics Options) [ Opções de Gráficos ]
[ Painel de controle ]
[ CNC Display ]
[ Caixas de diálogo ] [ Anterior ]
[ Seguinte ]

Simulação no écran

Estes comandos dão-nos a possibilidade de se escolher o tipo


de visualização da peça a simular a maquinação.

Rotação 3D, vista da esquerda dum sólido em modo de


simulação 3D .

Rotação 3D, vista da direita dum sólido em modo de


simulação 3D.

Rotação 3D, vista superior dum sólido em modo de


simulação 3D.

Rotação 2D, vista inferior em modo de simulação sólido.

Selecciona no modo de simulação sólido 3D.

Selecciona a vista num plano com simulação sólida.

Selecciona a vista lateral para as ferramentas armazenadas.

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/opcoes_graficos/opcoes_graficos.htm (1 of 2) [28-06-2001 18:32:08]


Opções de Gráficos

Selecciona o plano de visão para simulação do caminho da


ferramenta.

"Zoom" de diminuição no modo de simulação 3D.

"Zoom" de ampliação no modo de simulação 3D.

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Painel controle

Painel de controle
[ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ]
[ Ferramentas ] [ Tipo de Comando ]
[ RS232 ] [ Opções de Gráficos ]
[ Painel de controle ] [ CNC Display ]
Painel de Controle (Control Panel) [ Caixas de diálogo ] [ Anterior ]
[ Seguinte ]

Movimenta os eixos numa direcção negativa se o modo de movimento


rápido (Jog) está activado.

Seleccione um eixo X, Y ou Z da janela de coordenadas (Cnc Display).

Movimenta os eixos numa direcção positiva se modo de movimento rápido


(Jog) está activado.

Seleccione um eixo X, Y ou Z da janela de coordenadas (Cnc Display).

Corre o actual programa de CNC em modo automático (Auto).

Pára a execução do actual programa de CNC.

Liga a árvore da máquina.

Desliga a árvore da máquina.

Altera a velocidade de rotação activada (feedrate) na simulação.

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/painel_controle.htm (1 of 2) [28-06-2001 18:47:38]


Painel controle

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CNC display

CNC Display
Neste painel podemos observar, no momento a posição do [ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ]
ponto zero da ferramenta, assim como a identificação da [ Ferramentas ]
ferramenta e as condições de trabalho. [ Tipo de Comando ] [ RS232 ]
[ Opções de Gráficos ]
[ Painel de controle ]
[ CNC Display ]
[ Caixas de diálogo ] [ Anterior ]
[ Seguinte ]

Clica-se aqui, para seleccionar o eixo de X.

Visualiza a posição do movimento de deslocação do eixo longitudinal.

Clica-se aqui, para seleccionar o eixo de Y.

Visualiza a posição do movimento de deslocação do eixo transversal.

Clica-se aqui, para seleccionar o eixo de Z.

Visualiza a posição do movimento de deslocação do eixo vertical.

Nota: Para mover o eixo em qualquer direcção, precisa estar no modo

de movimento rápido (Jog) ou no modo manual.

Mostra o número da ferramenta utilizada no momento.


Mostra a velocidade actual da árvore (rotações).
Mostra o avanço de deslocação no momento (avanço de trabalho).

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/cnc_display/cnc_display.htm (1 of 2) [28-06-2001 18:47:57]


CNC display

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Caixa de diálogo

Caixas de diálogo
[ Ficheiro ] [ Editar ] [ Opções ]
[ Ferramentas ]
[ Tipo de Comando ] [ RS232 ]
[ Opções de Gráficos ]
[ Painel de controle ]
Caixa de diálogo (Combo Box) [ CNC Display ]
[ Caixas de diálogo ] [ Anterior ]

Este comando define o modo de visualização do programa ou


o tipo de deslocação do ponto zero.

Modo MANUAL

Movimenta o eixo seleccionado na velocidade actual (Feed


Rate).

Modo AUTO

É necessário estar em modo Auto para executar um programa


de CNC.

Modo SIMPLES (SINGLE)

Executa o programa de CNC pelo método de bloco a bloco.

Modo de RÁPIDO (JOG) Movimenta o eixo seleccionado com


um incremento de deslocação pré-definido.Jogos de
incremento de deslocação de 0.01 - 10.00 mm.

Modo de RÁPIDO (JOG)

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/comandos/caixa_dialogo.htm (1 of 2) [28-06-2001 18:52:07]


Caixa de diálogo

Movimenta o eixo seleccionado com um incremento de


deslocação pré-definido. Jogos de incremento de deslocação
de 0.01 - 10.00 mm.

Modo HOME

Pressionando o botão X, Y ou Z darão ordem para se deslocar


á posição zero-máquina ao longo do eixo seleccionado.

Modo de Dados (DATUM mode)

Pressionando o X,Y ou Z mudam a posição da ferramenta


para zero.

[ Subir ]
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MDI Panel

MDI Panel
Simulação pelo método do Painel MDI

Utilizando o painel de comando da máquina activada (Control [ Ínicio ] [ Teclas de Função ]


Type / Show MDI Panel), surge-nos o painel abaixo, no caso [ Funções do Teclado MDI ]
presente será dum comando Fanuc OM (GE Fanuc Series 0 / [ Teclas de Edição ] [ Anterior ]
00 / 0 - Mate).

Como poderemos observar este comando é igual em funções


ao comando instalado nas máquinas, podendo diferir apenas
na inscrições nas teclas que em lugar de uma identificação
escrita da função tem uma figura (ícone) que segundo as
normas têm o mesmo significado.

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/mdi_painel/mdi_panel.htm (1 of 2) [28-06-2001 18:54:22]


MDI Panel

[ Subir ] [ Teclas de Função ] [ Funções do Teclado MDI ] [ Teclas de Edição ]


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Teclas de Função

Teclas de Função
[ Teclas de Função ]
As teclas de função indicam partes importantes, como sejam [ Funções do Teclado MDI ]
por exemplo capítulos de um documento.
[ Teclas de Edição ] [ Seguinte ]

Indica a posição actual

Realiza o seguinte:

No modo EDIT ......edita e visualiza o programa armazenado na memória.

No modo MDI........introduz e visualiza os dados MDI em funcionamento


automático, visualiza o valor programado.

Tecla de introdução e visualização de valores de correcção, introdução e


visualização de varáveis.

Parâmetros de configuração, visualiza os parâmetros no monitor

Visualização e introdução de números de mensagens de alarme e configuração e


visualização do painel do operador de software.

Funções de gráficos.

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http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/mdi_painel/tecl_funcao.htm [28-06-2001 19:13:57]


Funções do Teclado MDI

Funções do Teclado MDI


[ Teclas de Função ]
[ Funções do Teclado MDI ]
[ Teclas de Edição ] [ Anterior ]
[ Seguinte ]
Esta tecla põe a zero o CNC, anula uma
mensagem de alarme, etc.

Pressione esta tecla para iniciar as ordens MDI


ou para iniciar o ciclo de funcionamento
automático.

Dado que o princípio de funcionamento desta


tecla difere segundo a máquina ferramenta, ter-
se-á que consultar o manual de instruções do
construtor da máquina ferramenta.

Estas são as teclas alfanuméricas de entradas de


dados. Com estas teclas pode introduzir
caracteres alfabéticos e numéricos, bem como a
direcção.

Na mesma tecla, no primeiro toque digita uma


letra, nos toques seguintes serão digitados só
números.

Esta tecla utiliza-se para assinalar o


fim da linha de programa, colocando
no fim do bloco um caracter ( ; ou / ).

Quando se pressiona uma tecla de direcção ou


uma tecla numérica, introduz-se primeiro o
caracter alfabético ou numérico na memória
intermédia de entrada por teclado visualizando-
se no écran.

Para introduzir os dados na memória intermédia


de entrada por teclados no registo de valores de
correcção, etc., pulse a tecla. Esta tecla é
equivalente à tecla das teclas programáveis.

http://server01/cnc/windows_simula/simulacao/mdi_painel/func_te_mdi.htm (1 of 2) [28-06-2001 19:17:31]


Funções do Teclado MDI

Tecla de anulação.

Pulse esta tecla para anular um caracter ou um


sinal.

Por exemplo, quando a memória intermédia de


entrada por tecla visualiza N0001, ao pulsar esta
tecla anula-se o N0001.

A seguir descrevem-se os tipos de teclas de


deslocamento do cursor:

Esta tecla utiliza-se para deslocar o


cursor numa distância para a frente e
acima.

Esta tecla utiliza-se para deslocar o


cursor numa distância para trás e para
baixo.

A seguir descrevem-se os tipos de teclas de


mudança de página:

Esta tecla utiliza-se para mudar a


página visualizada no écran para a
página posterior.

Esta tecla utiliza-se para mudar a


página visualizada no écran para a
página anterior.

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Teclas de Edição

Teclas de Edição
ou alteração do programa

[ Teclas de Função ]
[ Funções do Teclado MDI ]
[ Teclas de Edição ] [ Anterior ]

Tecla para alteração de dados no programa

Tecla para inserção de dados

Tecla para apagar dados no programa

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Comandos CNC

Comandos CNC
Neste tema serão analisadas as principais [ Funções Programáveis ]
características dos comandos e respectivas [ Elementos de Comando ]
possibilidades de programação e seu uso.

Os comandos para máquinas ferramentas são hoje


constituídos, quase exclusivamente por sistemas CNC.
Porém, como sempre falaremos de “programas CN” e
de “tecnologia CN”, é importante conhecer a diferença
entre CN e CNC.

Sistema CN

A máquina ferramenta é constituída por um comando,


cujo programa CN é introduzido através de uma leitura
externa (p.ex.: fita perfurada). O operador pode:

iniciar e interromper o programa CN;


não pode, porém, modificá-lo.

O comprimento da ferramenta e o de fixação são


considerados nos programas, e o operador deve anotar
exactamente estes valores nas folhas de programação,
para a próxima preparação da máquina.

Sistema CN

http://server01/cnc/comandos_cnc.htm (1 of 2) [29-06-2001 10:37:05]


Comandos CNC

Sistema CNC

Constituído por um processador, o qual permite ao


operador não somente iniciar o programa CN, como
também programar, introduzir e alterar directamente
no comando.

Os comprimentos das ferramentas e da fixação podem


ser introduzidos no comando CNC, quando da
ajustagem, independentemente do programa CN, sendo
que no accionamento automático estes dados serão
considerados.

Sistema CNC
O operador necessita, portanto, anotar menos dados na
folha de programação , pois, á medida que necessitar,
pode chamar no display os dados de ferramentas e de
fixação.

O princípio do sistema CN e do CNC não difere:

na linguagem de programação;
no sistema de trabalho da máquina-ferramenta.

[ Subir ] [ Funções Programáveis ] [ Elementos de Comando ]


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José Mota, Sub Projecto Automação & Robótica
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Funções Programáveis

Funções Programáveis
Tipos de comando

Em relação aos tipos de comando CNC existentes, [ Funções Programáveis ]


podemos considerar basicamente 3 tipos: [ Elementos de Comando ]
comando ponto-a-ponto;
comando de percurso ou paraxial;
comando de contorno ou trajectória.

O comando ponto-a-ponto possibilita o posicionamento


de ferramentas nos pontos programados, com
deslocamento em avanço rápido, sendo que a
ferramenta não está maquinando.

De acordo com o modelo de comando, o accionamento


do eixo pode ser ligado, simultaneamente ou não, com
a chegada ao ponto programado.

Um exemplo de aplicação para o comando de ponto-a-


ponto seria um engenho de furar CN.

A trajectória da ferramenta não pode ser programada.

Comando ponto-a-ponto

http://server01/cnc/comandos/funcoes_prograveis.htm (1 of 5) [29-06-2001 10:38:34]


Funções Programáveis

O comando de percurso ou paraxial possibilita, além do


posicionamento em marcha rápida, também um
deslocamento paralelo ao eixo da ferramenta na
velocidade de maquinação desejada.

Somente pode ser accionado um eixo de cada vez, e


com este tipo de comando podemos accionar uma
fresadora ou um torno.

Comando de percurso ou paraxial


O comando de trajectória ou de contorno possibilita:
posicionamento em marcha rápida;
avanços independentes para cada eixo;
programação de trajectórias lineares e
circulares. Um comando de trajectória pode
substituir um comando de percurso, e este por
sua vez um comando ponto-a-ponto, mas o
inverso não é possível.

http://server01/cnc/comandos/funcoes_prograveis.htm (2 of 5) [29-06-2001 10:38:34]


Funções Programáveis

Comando de trajectória ou de contorno


Numa máquina ferramenta, não importa quantos eixos
ela possui, mas sim , quantos eixos podem ser
accionados simultaneamente através do comando.

Nos comandos de trajectória há uma diferenciação


quanto á capacidade de comandar simultaneamente 2
ou mais eixos para gerar a trajectória da ferramenta.

Em relação ao acima descrito, diferenciam-se


comandos de trajectória 2D, 2 ½D ou 3D.

(a) (b) (c)

http://server01/cnc/comandos/funcoes_prograveis.htm (3 of 5) [29-06-2001 10:38:34]


Funções Programáveis

(a) Deslocamento em 2 planos

(b) Deslocamento em 2½ planos

(c) Deslocamento em 3 planos

O deslocamento em 2 planos (bidimensional)


possibilita deslocamentos das ferramentas em 2 eixos.
Caso uma máquina possua 3 eixos e um comando para
2 eixos, o terceiro eixo só pode ser accionado
independentemente dos outros dois ( numa fresadora
isto significa que um eixo permanece parado enquanto
os outros dois maquinam o contorno programado).

O deslocamento em 2½ planos possibilita


deslocamentos lineares ou circulares das ferramentas
em dois eixos, sendo que só pode ser accionado dois
eixos por vez.

Para uma máquina CNC de 3 eixos X, Y e Z, podemos


programar X e Y, X e Z, ou Y e Z par serem
simultaneamente accionados.

O deslocamento em três planos possibilita


interpolações lineares e circulares em três eixos, ou
seja, os três eixos podem ser accionados
simultaneamente.

Na linguagem de Comando CNC frequentemente fala-


se em "interpolação" linear e circular. Interpolação
refere-se sempre ao cálculo de duas determinadas
posições, que descrevem um percurso desejado.

Interpolação linear

Através da interpolação circular, o comando CNC


calcula uma série de pontos que constituem uma linha
recta de ligação entre duas posições da ferramenta.

Durante o deslocamento da ferramenta de ponto a


ponto, os eixos dos respectivos deslocamentos são
constantemente controlados, de tal forma que a
ferramenta não se desvie além da tolerância permitida
para os pontos.

Interpolação circular

Através da interpolação circular, o comando CNC


calcula uma série de pontos que constituem uma linha
curva, com determinado raio de ligação entre duas
posições da ferramenta.

http://server01/cnc/comandos/funcoes_prograveis.htm (4 of 5) [29-06-2001 10:38:34]


Funções Programáveis

Durante o deslocamento da ferramenta, os eixos são


constantemente controlados, de tal forma que a
interpolação obtida esteja dentro da tolerância
permitida.

[ Subir ] [ Funções da Máquina ]


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Funções da Máquina

Funções da Máquina
Comando de funções da máquina

Um comando CNC deve possibilitar, além das funções


geométricas e deslocamentos, também as funções
relativas á máquina, tais como fluido refrigerante, troca de
ferramentas, velocidades de corte, etc. [ Subir ]

O número de funções e também os tipos dependem não


somente da máquina, mas também do comando.

Cabeçote principal Fluido Velocidade de corte Mudança de estação


refrigerante Avanço de maquinação ferramenta
Funções da máquina
Como exemplos de funções de máquina que podem ser
programadas como funções auxiliares, temos:
ligar árvore principal;
posicionar árvore principal;
ligar fluído refrigerante e programar a pressão
desejada;
manter a velocidade de corte constante;
manter a velocidade de avanço da maquinação
constante;
mudar a estação (local de posicionamento) da
ferramenta;
comandar ou ligar dispositivos auxiliares, como
sejam:
dispositivo de troca automática de peças
contraponto
luneta
dispositivo de medição automática
calha separadora
transportador de aparas.

Quanto mais funções a máquina puder comandar, tanto


mais apropriado será o comando para automação da
fabricação.

http://server01/cnc/comandos/funcoes/funcoes_maquina.htm (1 of 2) [29-06-2001 10:39:35]


Funções da Máquina

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Elementos de Comando

Elementos de Comando
Um comando CNC é constituído por vários elementos, [ Funções Programáveis ]
esquematizados abaixo: [ Elementos de Comando ]

Elementos de comando de um comando CNC


A principal parte do comando CNC é constituída por
um processador, no qual todos os cálculos e
combinações lógicas são efectuados.

O comando CNC representa um vínculo entre o


operador e a máquina, e para isto é necessário que
existam dois elementos de “interface”:

O elemento de interligação para o operador que


é constituído por um painel e diversas ligações
para um leitor de fita magnética, de disquetes e
impressora..
O elemento de interligação para a máquina
sendo constituído essencialmente por um
comando de interface (CLP) e accionamentos do
avanço dos eixos e um circuito de potência.

A seguir serão analisadas as funções e modos de


operação bem como os dois elementos de interligação
acima descritos.

Para a compreensão dos elementos básicos da técnica


do comando, é dado nas páginas 14/14 um exemplo
de posicionamento de eixos, bem como alguns
conceitos e modos de função do domínio da técnica
digital.

Os painéis das máquinas de CNC diferem muito entre


si. No entanto, pode-se dividir os elementos básicos
em:

Vídeo / display.
Elementos operacionais da máquina.

http://server01/cnc/comandos/elementos_comando.htm (1 of 2) [29-06-2001 10:40:03]


Elementos de Comando

Elementos operacionais para a programação.

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Páineis Máquina

Páineis Máquina
Este manual de formação destina-se a apoiar os [ Vídeo Display ]
formandos de Comando Numérico [ Elementos da Máquina ]
Computorizado. [ Elementos Programação ][ Seguinte ]

Foi preparado no âmbito do sub-projecto Gestão


da Produção - Automação & Robótica, do
Projecto Delfim.

O manual irá conter elementos de apoio aos


formadores e exercícios.

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Vídeo Display

Vídeo Display
[ Vídeo Display ]
Pode-se ter um vídeo ou um display bem como [ Elementos da Máquina ]
diferentes lâmpadas sinalizadoras. [ Elementos Programação ]
[ Seguinte ]

O vídeo ou as informações do display de um comando


CNC podem solucionar os seguintes problemas:

Programação: descrição das informações do programa


CN e lista de todos os programas CN memorizados.

Ferramentas: descrição das ferramentas memorizadas,


suas medidas, valores de correcção e, eventualmente, o
tempo de utilização.

Dados de máquina: descrição dos parâmetros de


máquina, tais como máxima rotação da árvore, máximo
avanço, etc.

Informações da execução do programa CN:


descrição das posições actuais das ferramentas, a ordem
actual do programa CN, avanço, rotação, etc.

Funções adicionais: descrição gráfica da peça


programada, da maquinação, das coordenadas dos
deslocamentos e das ferramentas.

http://server01/cnc/comandos/elementos/paineis/video_display.htm (1 of 2) [29-06-2001 10:40:42]


Vídeo Display

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Elementos da Máquina

Elementos da Máquina
Elementos operacionais para as funções da máquina

Através destes elementos pode-se ligar manualmente [ Vídeo Display ]


tudo o que corresponde a uma máquina convencional, [ Elementos da Máquina ]
como ligar motores, ligar painel de comando, [ Elementos Programação ]
deslocamentos manuais dos eixos, etc. [ Anterior ] [ Seguinte ]

Chave liga/desliga Teclas, manípulo e regulador Chave para sobreposição do


avanço
Com estes elementos operacionais da máquina são
executadas todas as funções necessárias ao controle e
funcionamento destas.

Os casos mais simples são as chaves do tipo


"liga/desliga" para funções simples como
ligar/desligar o fluído refrigerante, ligar/desligar a
árvore principal, etc..

Ao ajustar-se a máquina, para o deslocamento dos


eixos, existem teclas, manípulos ou um regulador
electrónico.

No caso de teclas de avanço, existe, para cada eixo e


direcção independentes ( + ou ), uma tecla, para
libertar o deslocamento correspondente.

Semelhante ás teclas, existe um manípulo para os


avanços, que é colocado na posição correspondente á
direcção em que se deseja deslocar.

Caso um regulador electrónico seja ligado a um eixo,


este pode ser deslocado nas direcções "+" ou "-",

http://server01/cnc/comandos/elementos/paineis/elementos_maquina.htm (1 of 3) [29-06-2001 10:41:02]


Elementos da Máquina

rodando-se o regulador para a esquerda ou para a


direita.

Para a correcção dos avanços e rotações programados


pelo operador, existe na maioria dos comandos uma
chave para cada finalidade, denominada Override.

Através desta pode-se sobrepor em percentagem (%),


ao valor programado, o valor dos avanços e das
rotações.

100%: significa que o valor real é exactamente o


programado;
50%: significa que o valor real é a metade do
programado.

Estas chaves são também de grande utilidade no


controle da variação da rotação, principalmente no que
diz respeito á maquinação da primeira peça, como, por
exemplo, na optimização da velocidade de corte.
Exemplos:

http://server01/cnc/comandos/elementos/paineis/elementos_maquina.htm (2 of 3) [29-06-2001 10:41:02]


Elementos da Máquina

Os elementos operacionais para funções da máquina


são normalmente descritos com símbolos.

Estes símbolos são baseados nas normas DIN 30600 e


DIN 24900. A lista apresentada, contém somente
alguns símbolos, que poderá ser completada com
outros símbolos que vêm devidamente identificados nas
respectivas máquinas.

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Elementos Programação

Elementos Programação
Elementos operacionais para a programação

Nas teclas existentes no painel para a programação, [ Vídeo Display ]


distinguem-se basicamente as teclas para introdução
[ Elementos da Máquina ]
de dados (texto do programa e dados para a
[ Elementos Programação ]
máquina) e as teclas correspondentes ás funções de
[ Anterior ]
cálculo.

Teclado alfanumérico Teclado para funções CN Teclado para as funções de cálculo


Para a introdução dos dados, existe normalmente
um teclado alfa-numérico através do qual pode ser
introduzido o texto do programa CN.

Existem ainda alguns comandos que possuem um


teclado das principais funções CN utilizadas, facilitando
desta forma a introdução de um programa.

Tais teclas podem ser representadas pelos nomes das


respectivas funções (por exemplo, G00, G01) ou pelos
símbolos dos deslocamentos.

O teclado para as funções de cálculo representa as


funções de introdução, correcção, chamada de
programa e execução do mesmo, bem como uma saída
para um aparelho externo.

As representações dessas teclas podem ser através de


palavras, símbolos ou abreviações.

Exemplos:

http://server01/cnc/comandos/elementos/paineis/elementos_programacao.htm (1 of 4) [29-06-2001 10:41:17]


Elementos Programação

Letras e algarismos, que devem ser registados


no vídeo, deverão primeiramente ser
memorizados no comando e então chamados
através de uma determinada tecla. A tecla para
a introdução do caractere desejado pode ter um
dos seguintes símbolos:

Para que um programas CN possa ser


introduzido manualmente, o comando deve ser
colocado numa condição de "programação", isto
será feito através de uma tecla que poderá ter
um dos seguintes símbolos:

Para a utilização dos símbolos nos elementos de


programação existe a Norma DIN 55003, que prevê
alguns dos símbolos abaixo apresentados:

Memória

Introdução manual

Ponto de referência

ou Correcção de ferramenta

Introdução de dados

Saída de dados

Armazenamento de dados (p. ex: fita perfurada)

Cancelar

Quando um programa de CN já foi executado e


testado, é possível arquivá-lo de várias formas, como
seja por fita perfurada, cassete ou disquete, não sendo
necessário cada vez digitar o programa no comando.

Além disso, pode-se ainda tirar uma lista do programa


na impressora para um controle ou arquivo.

http://server01/cnc/comandos/elementos/paineis/elementos_programacao.htm (2 of 4) [29-06-2001 10:41:17]


Elementos Programação

Transmissão de dados por diferentes sistemas de armazenamento

Fichas para transmissão de dados

http://server01/cnc/comandos/elementos/paineis/elementos_programacao.htm (3 of 4) [29-06-2001 10:41:17]


Elementos Programação

Para que existam estas possibilidades, o comando CNC


deve ainda possuir os conectores adequados ao
sistema utilizado, para a transmissão dos dados.

Para os conectores existem normas, que garantem que


a troca de dados entre o comando e os periféricos
exteriores seja realizada.

Os tipos de conectores num comando CNC devem ser


considerados na compra de um aparelho adicional.
Mais tarde, quando em operação, isto não será um
factor importante.

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Sistemas Armazenamento

Sistemas Armazenamento
Características dos sistemas de armazenamento

Ao dados em um comando CNC, como em todos os [ Páineis Máquina ]


computadores, são designados por códigos binários.
[ Sistemas Armazenamento ]
[ Processador ] [ Comando ]
Isto significa que cada algarismo ou letra que sejam [ Posicionamento ] [ Anterior ]
introduzidos através do teclado são transformados pelo
[ Seguinte ]
processador numa combinação "Bit".

Códigos Binários
Um Bit é um impulso electrónico, que pode ser “liga”
ou “desliga” (0 ou 1).

No computador, tais impulsos são memorizados em


grande número e agrupados. Normalmente 8 Bits
correspondem a um Byte.

Através da combinação de 8 Bits, temos um total de


256 símbolos (p. ex., letras e algarismos), os quais são
conhecidos como códigos binários (Fig. 20) .

A capacidade de memória de um comando CNC é dada


em K Byte: 1 K Byte corresponde a 1024 Byte (= a
8.192 Bits).

Quando uma letra ou algarismo é formado por 1 Byte


numa memória de 4 K Byte, podem ser armazenados
4096 dessas letras e/ou algarismos.

A fita perfurada é constituída por 8 carreiras de furos,


o que significa que haverá sempre uma combinação de
8 Bits ( = a 1 Byte). Ambos os comandos de 1 Bit
(“ligado” ou “desligado”) são dados através de
“furação” ou “sem furação” na respectiva carreira da
fita.

Cada símbolo que é representado através de 1 Byte

http://server01/cnc/comandos/elementos/sistemas_armazenamento.htm (1 of 3) [29-06-2001 10:42:32]


Sistemas Armazenamento

tem na fita perfurada uma combinação fixa.

Os códigos ISO e EIA são duas normas


internacionais, através das quais as combinações de
furos na fita perfurada são fixas para os diferentes
tipos de símbolos (letras, algarismos e símbolos
especiais).

Código ISO

Código EIA

Em ambas as normas, a combinação de furos é feita é


feita em 8 carreiras, das quais sete são para a
descrição do símbolo e uma para teste.

A diferença básica entre os códigos ISO e EIA está no


número de furos (incluídas todas as 8 carreiras):

no código ISO temos número par de furos;


no código EIA temos número ímpar de furos.

http://server01/cnc/comandos/elementos/sistemas_armazenamento.htm (2 of 3) [29-06-2001 10:42:32]


Sistemas Armazenamento

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Processador

Processador
Método de trabalho do processador

Os comandos CNC são constituídos por um [ Páineis Máquina ]


processador, no qual existem substancialmente um ou [ Sistemas Armazenamento ]
mais microprocessadores e memórias. [ Processador ] [ Comando ]
[ Posicionamento ] [ Anterior ]
No microprocessador são processados os dados do [ Seguinte ]
programa introduzidos pelo operador na memória, e
então transferidos à máquina-ferramenta, através de
impulsos.

Os dados do programa são:

programa CN e
dados de correcção (p. ex., dados de
ferramenta).

O operador, através do painel de comando (p. ex.,


através da ligação de determinadas funções de
máquina), pode influenciar a qualquer momento os
dados do programa

Pelas operações electrónicas no processador, a


máquina-ferramenta recebe impulsos de comando.

Ao mesmo tempo é feito um teste para verificar se o


ponto atingido corresponde ao impulso emitido pelo
comando (comparação desejado/real).

Um exemplo para esclarecer:

http://server01/cnc/comandos/elementos/processador.htm (1 of 3) [29-06-2001 10:56:24]


Processador

Método do trabalho do processador ( exemplo: comparação desejado / real)

Num programa CN existe uma informação de que,


numa fresadora, a fresa deve deslocar-se de 100 mm.
Depois de o microprocessador ler esta informação, ele
calcula o ponto a ser atingido e liga em seguida o
accionamento necessário para o deslocamento.

O sistema de medição informa a posição em que a


fresa se encontra. O microprocessador compara esta
posição com a posição desejada:

caso não correspondam, o accionamento


continua actuando;
caso correspondam, o accionamento
pára, e então é lida a próxima
informação do programa CN.

Troca de impulsos de comando entre o processador e a máquina ferramenta


O comando de interface tem a finalidade de
transformar os impulsos do comando CNC para as
funções respectivas da máquina, de tal forma que
todas as condições necessárias da máquina, relativas
ao impulso, sejam levadas em consideração.

Exemplo

Do comando CNC vem o impulso “ligar accionamento


do eixo X”. O comando de interface testa, então, se
algumas condições necessárias estão satisfeitas, tais
como:

⇒ porta da máquina frechada ?

⇒ manivela mecânica não accionada ?

http://server01/cnc/comandos/elementos/processador.htm (2 of 3) [29-06-2001 10:56:24]


Processador

⇒ óleo do sistema hidráulico com pressão ?

Caso todas as condições estejam satisfeitas, o


accionamento pode então ser libertado, sendo
necessário, no entanto, que outras funções da
máquina sejam activadas (p. ex., as lâmpadas de
controle devem de estar acesas).

Além disso, determinadas funções não devem ser


activadas simultaneamente (p. ex., a pressão de
fixação da placa não deve ser mudada).

O comando dos eixos tem a função de facilitar a


combinação entre o sistema de medição e o
accionamento dos eixos.

Ao impulsos do comando CNC e do comando de


interface possuem pouca potência eléctrica, que não é
suficiente para accionar os motores, válvulas, etc. Para
isto, as máquinas CNC possuem uma parte
denominada circuito de potência, com a finalidade de
ampliar e elevar a potência dos impulsos eléctricos.

O comando de interface é na maioria das vezes


separado do comando CNC. Ele é, via da regra,
programável independentemente, ou seja, as
combinações lógicas das diferentes funções da
máquina são feitas com o auxílio dum computador.

A programação do comando de interface normalmente


é feita pelo fabricante da máquina, e não pode ser
alterada pelo seu utilizador.

O comando de interface é conhecido como comando


CLP (controlador lógico programável).

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Comando

Comando
Comando de interface, comando dos eixos e circuito de
potência

O processador de um comando CNC não pode executar


directamente as funções da máquina-ferramenta. [ Páineis Máquina ]
Assim, torna-se necessário, para transformar os [ Sistemas Armazenamento ]
impulsos entre o processador e a máquina, um sistema [ Processador ] [ Comando ]
intermediário, composto de um comando de interface e [ Posicionamento ] [ Anterior ]
um comando para os eixos, bem como de um circuito [ Seguinte ]
de potência.

Troca de impulsos de comando entre o processador e a máquina-ferramenta

O comando de interface tem a finalidade de


transformar os impulsos do comando CNC para as
funções respectivas da máquina, de tal forma que
todas as condições necessárias da máquina, relativas
ao impulso, sejam levadas em consideração.

Exemplo: Do comando CNC vem o impulso “ligar


accionamento do eixo X”. O comando de interface
testa, então, se algumas condições necessárias estão
satisfeitas, tais como:

porta da máquina fechada ?


manivela mecânica não accionada ?
óleo do sistema hidráulico com pressão ?

Caso todas as condições estejam satisfeitas, o


accionamento pode então ser libertado, sendo
necessário, no entanto, que outras funções da
máquina sejam activadas (p. ex., as lâmpadas de

http://server01/cnc/comandos/elementos/comando.htm (1 of 2) [29-06-2001 10:56:32]


Comando

controle devem de estar acesas).

Além disso, determinadas funções não devem ser


activadas simultâneamente (p. ex., a pressão de
fixação da placa não deve ser mudada).

O comando dos eixos tem a função de facilitar a


combinação entre o sistema de medição e o
accionamento dos eixos.

Ao impulsos do comando CNC e do comando de


interface possuem pouca potência eléctrica, que não é
suficiente para accionar os motores, válvulas, etc. Para
isto, as máquinas CNC possuem uma parte
denominada circuito de potência, com a finalidade de
ampliar e elevar a potência dos impulsos eléctricos.

O comando de interface é na maioria das vezes


separado do comando CNC. Ele é, via da regra,
programável independentemente, ou seja, as
combinações lógicas das diferentes funções da
máquina são feitas com o auxílio dum computador.

A programação do comando de interface normalmente


é feita pelo fabricante da máquina, e não pode ser
alterada pelo seu utilizador.

O comando de interface é conhecido como comando


CLP (controlador lógico programável).

[ Subir ]
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Posicionamento

Posicionamento
do eixo
Independente do número de elementos [ Motor Passo a Passo ][ Páineis Máquina ]
especiais que compõem um comando CNC e [ Sistemas Armazenamento ]
as respectivas funções por estes [ Processador ] [ Comando ]
desempenhadas, existe ainda uma gama de
[ Posicionamento ] [ Anterior ]
elementos electrónicos que compõem cada
comando CNC.

Destes faz parte a técnica digital com


combinações E, OU e comparativas, bem
como as mais diferentes formas de emprego
do círculo fechado de regulação.

Esquema do posicionamento de um eixo (círculo fechado de regulação)

Na figura é descrito o posicionamento de um


eixo com esse círculo fechado de regulação.

Esclarecimento do esquema funcional da


figura:

1. O processador calcula o trecho a ser


percorrido e informa a um comparador
binário.
2. O comparador acciona o motor e este,
através do eixo, movimenta o carro.
3. Cada mudança de posição do carro é
informada ao comparador através de
um sistema de medição.
4. O comparador compara a posição real
do carro com a posição desejada
(programada). Caso a posição
desejada ainda não tenha sido
atingida, o motor permanece em
movimento. Quando for atingida a
referida posição, o comparador envia

http://server01/cnc/comandos/elementos/posicionamento.htm (1 of 2) [29-06-2001 10:56:45]


Posicionamento

um sinal de saída ao motor, e este


pára imediatamente.
5. Através de uma nova informação
emitida pelo processador, é então
reiniciado o processo.

[ Subir ] [ Motor Passo a Passo ]


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Motor Passo a Passo

Motor Passo a Passo


O motor passo a passo possui a característica de
transformar os impulsos eléctricos em precisos passos
de rotação. Assim, existem motores passo a passo que
conseguem uma rotação completa do fuso de esferas,
por exemplo, com 48 impulsos.
[ Subir ]
O uso do um motor passo a passo para posicionamento
do eixo não é feito num círculo fechado de regulação,
mas sim num ciclo de comando.

O percurso a ser deslocado pelo carro é dado pelo


processador como valor desejado. Após o respectivo
cálculo interno, é dado ao motor passo a passo o
número de impulsos necessários para deslocar o carro á
posição desejada.

[ Subir ]
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Conceitos de Programação

Conceitos de Programação
Conceitos básicos de geometria para a programação

Certas instruções do programa CN de uma peça [ Sistema de Coordenadas ]


implicam cálculos geométricos, seja porque definem [ Ângulo de Rotação ]
um elemento geométrico ao qual uma instrução [ Pontos Zero ] [ Deslocamentos ]
seguinte o chamará, ou seja porque definem um
[ Cotagem ]
movimento da máquina-ferramenta resultante de
[ Cálculo de Triângulos ][ Anterior ]
um cálculo geométrico.
[ Seguinte ]
Nesta fase do processamento são calculados: os
pontos, os círculos, as rectas, os pontos de
intersecção, as tangências, etc., para na fase
seguinte se proceder ao tratamento da trajectória
da ferramenta.

A descrição geométrica da peça é um dado


necessário e imprescindível para a conclusão da
programação, como tal há que desenvolver as
aptidões no domínio da trigonometria e da
geometria descritiva, integrados num sistema de
coordenadas de 2 ou de três eixos.

[ Subir ] [ Sistema de Coordenadas ] [ Ângulo de Rotação ] [ Pontos Zero ] [ Deslocamentos ]


[ Cotagem ] [ Cálculo de Triângulos ]
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Sistema de Coordenadas

Sistema de Coordenadas
As ferramentas de uma máquina CNC podem executar
deslocamentos definidos de acordo com cada tipo de
máquina.
[ Dois Eixos ] [ Três Eixos ]
Num torno estes deslocamentos são realizados nos
sentidos longitudinal e de aproximação, numa
fresadora, além destes dois deslocamentos básicos,
existe ainda o deslocamento transversal.

Deslocamentos para torneamento

http://server01/cnc/conceitos/sistema_coordenadas.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:02:17]


Sistema de Coordenadas

Deslocamentos para fresamento

Para que a fresadora possa ser comandada


exactamente através destes percursos, todos os pontos
na área de trabalho da máquina devem estar definidos.

Para esse fim, utilizam-se os sistemas de


coordenadas, que orientam programador na
elaboração dos programas.

[ Subir ] [ Dois Eixos ] [ Três Eixos ]


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Dois Eixos

Dois Eixos
Sistema de coordenadas de dois eixos

Através de um sistema de coordenadas com dois eixos,


é possível descrever todos os pontos (cantos, centros
de arcos, etc.) de um desenho, na sua posição exacta.

A forma da peça é normalmente descrita através de um


desenho com as respectivas cotas. [ Dois Eixos ] [ Três Eixos ]

Ao colocar-se o desenho da peça num sistema de


coordenadas, a forma da peça pode ser descrita através
da determinação dos pontos com as cotas, devendo as
distancias X e Y serem lidas na escala, para cada um
dos pontos.

desenho da peça com as respectivas desenho da peça no sistema de coordenadas


cotas
A distância dos pontos em relação ao eixo Y é
denominada de coordenada X, pois estes são
determinados através da escala sobre o eixo X.

De igual forma a distância dos pontos em relação ao


eixo X é denominada de coordenada Y, pois estes são
determinados através da escala sobre o eixo Y.

Num sistema de coordenadas com 2 eixos, um ponto


está sempre correctamente definido através da
indicação de um par de coordenadas “X, Y”.

Ao prolongar as coordenadas além do ponto-zero,


consegue-se a determinação do posicionamento de um

http://server01/cnc/conceitos/sistema/dois_eixos.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:02:47]


Dois Eixos

ponto, também em coordenadas negativas, como


poderemos observar mais adiante.

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Três Eixos

Três Eixos
Sistema de coordenadas com três eixos

Para se poder representar uma peça no espaço, é


necessário um sistema de coordenadas com três eixos.
[ Dois Eixos ] [ Três Eixos ]
A designação dos eixos de coordenadas é realizada de
acordo com a “regra da mão direita” (DIN 66217).

Regra da mão direita

Coordenadas espaciais

http://server01/cnc/conceitos/sistema/tres_eixos.htm (1 of 4) [29-06-2001 11:02:57]


Três Eixos

As coordenadas espaciais (X, Y, Z) de uma peça são


obtidas ao se definir as medidas de um ponto (por
exemplo, um canto) com referência aos três eixos.

O sistema de coordenadas apresentado como a “regra


da mão direita” é também designado como “sistema de
coordenadas giratório à direita”, conforme a mesma
norma DIN 66217. Importante aqui, é a sequência da
designação dos eixos: Gira-se o eixo X na direcção do
eixo Y, da mesma forma que colocamos um parafuso
(com rosca direita) no sentido Z.

Sistema de coordenadas giratórias à direita


Os eixos no sistema de coordenadas estão dispostos em
angulo recto, cada um em relação aos outros,
originando um sistema de coordenadas ortogonais.

Cada eixo possui um campo positivo e um campo


negativo, em função do quadrante considerado.

Para se maquinar uma peça com um programa CN,


deve ser definido um sistema de coordenadas para a
máquina ferramenta.

http://server01/cnc/conceitos/sistema/tres_eixos.htm (2 of 4) [29-06-2001 11:02:57]


Três Eixos

Sistema de coordenadas para fresamento

De notar, que o sistema de coordenadas está


representado de maneira diferente em relação ao
demonstrado na figura.

Deve-se ao facto de que o eixo Z está sempre


posicionado na direcção do eixo-árvore da máquina.
Qualquer que seja o tipo de máquina esta regra está
sempre presente.

Para a programação, deve ser levado em consideração


que a peça esteja sempre parada e as ferramentas se
movimentem dentro do sistema de coordenadas.

Somente assim é possível conduzir, sem erros, a


ferramenta no processo de maquinação, através das
indicações de coordenadas.

Também no torneamento deve ser levado em

http://server01/cnc/conceitos/sistema/tres_eixos.htm (3 of 4) [29-06-2001 11:02:57]


Três Eixos

consideração que a peça esteja parada (Fig. 84). A


peça encontra-se de tal maneira no sistema de
coordenadas que o eixo Z coincide com o eixo da
árvore.

Sistema de coordenadas para torneamento

As coordenadas X e Y possuem sempre os mesmos


valores, por isto, no torneamento não se leva em
consideração os valores da coordenada Y.

Com X define-se o eixo transversal e com Z o eixo


longitudinal. A indicação dos valores de X, em geral, é
relativo ao diâmetro.

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Ângulo de Rotação

Ângulo de Rotação
e coordenadas polares

[ Sistema de Coordenadas ]
Para diferentes tipos de maquinação é necessário que, [ Ângulo de Rotação ]
num programa CNC, seja programado o ângulo de [ Pontos Zero ]
rotação em torno de um ou mais eixos de [ Deslocamentos ] [ Cotagem ]
coordenadas. [ Cálculo de Triângulos ]
[ Anterior ] [ Seguinte ]

Ângulos dos eixos A, B e C Sentido de rotação dos ângulos dos


eixos rotativos
Rotações em torno de eixos de coordenadas são
denominados com os ângulos dos eixos A, B e C.

O sentido de rotação é positivo (+) quando, olhando-


se do ponto-zero das coordenadas em direcção ao
sentido positivo do eixo, a rotação se realiza no
sentido horário.

Ângulos de rotação podem, por exemplo, ser utilizados


para programar coordenadas polares num plano:

http://server01/cnc/conceitos/angulo_rotacao.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:04:24]


Ângulo de Rotação

Coordenadas polares (R, C) no plano X/Y Ângulo de coordenada polar como


ângulo de rotação, em relação ao
terceiro eixo de coordenadas
As coordenadas polares de um ponto (veja o ponto P
na Figura) são determinadas medindo-se o percurso
(por exemplo, R=30 mm) em relação ao ponto inicial,
assim como determinando o ângulo (p.ex., C=30º)
entre este percurso e um eixo de coordenadas definido
(p.ex., o eixo X).

O ângulo nas coordenadas polares é designado por A,


B ou C.

A designação pode ser obtida com o auxílio da regra


da mão direita:

se o ponto se encontra no plano X/Y do


sistema de coordenadas, o ângulo das
coordenadas polares está com ângulo de
rotação em torno do eixo Z: C (Fig. 88);
no plano Y/Z o ângulo das coordenadas
polares está com ângulo de rotação em torno do
eixo X: A;
no plano X/Z o ângulo das coordenadas
polares está com o ângulo de rotação em torno
do eixo Y: B.

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Pontos Zero

Pontos Zero
Pontos-Zero e pontos de referência

O comando dos movimentos da ferramenta na [ Sistema de Coordenadas ]


maquinação de uma peça é realizado em máquinas [ Ângulo de Rotação ]
CNC com o auxílio de sistemas de coordenadas. [ Pontos Zero ]
[ Deslocamentos ] [ Cotagem ]
A posição exacta deste, dentro da máquina ferramenta [ Cálculo de Triângulos ]
é determinado através do ponto-zero. [ Anterior ] [ Seguinte ]

Numa máquina ferramenta CNC, ao lado dos pontos-


zero, existem ainda uma série de pontos de referência,
que auxiliam na operação e na programação.

Pontos-zero e de referência
Na figura acima estão representados diversos pontos-
zero e de referência, que a seguir serão esclarecidos.

Pontos-zero são:

pontos-zero da máquina “M”;


ponto-zero da peça “W”.

Pontos de referência são:

ponto de referência “R”;


pontos de referência da ferramenta:
ponto de ajustamento “E” da ferramenta;
ponto de assento “N” da ferramenta.

http://server01/cnc/conceitos/pontos_zero.htm (1 of 7) [29-06-2001 11:04:58]


Pontos Zero

O ponto-zero “M” da máquina é definido pelo


fabricante da mesma. Ele é o ponto-zero para o
sistema de coordenadas da máquina e o ponto inicial
para todos os demais sistemas de coordenadas e
pontos de referência da máquina.

Em geral nos tornos o ponto-zero da máquina localiza-


se no centro da superfície de encosto do topo da
árvore. Assim, o eixo da árvore principal representa o
eixo Z.

O movimento perpendicular a este (executado pela


ferramenta) representa o eixo X.

Estes eixos têm sentidos positivos dentro da sua área


de trabalho.

Nas fresadoras, a posição do ponto-zero da máquina


varia de acordo com o fabricante.

A posição exacta do ponto-zero da máquina, assim


como o sentido dos eixos, estão indicados nos manuais
de cada máquina.

No entanto, de uma forma geral encontra-se


posicionado no canto frontal esquerdo da máquina.

http://server01/cnc/conceitos/pontos_zero.htm (2 of 7) [29-06-2001 11:04:58]


Pontos Zero

Posição do ponto-zero de máquina numa fresadora


O ponto de referência "R" serve para aferição e
para controlo do sistema de medição do carro e das
ferramentas.

A posição do ponto de referência é predeterminada em


cada eixo através do came e limitador.

Com isto, as coordenadas do ponto de referência em


relação ao ponto-zero da máquina possuem sempre o
mesmo valor conhecido.

Posição do ponto de referência num torno

http://server01/cnc/conceitos/pontos_zero.htm (3 of 7) [29-06-2001 11:04:58]


Pontos Zero

Posição do ponto de referência numa fresadora


IMPORTANTE:

Após o accionamento do comando, é sempre


necessário ultrapassar o ponto de referência em todos
os eixos, afim de aferir o sistema de medição.

O ponto de referência encontra-se, em geral, fora do


campo de trabalho da máquina e pode, na maioria das
máquinas, ser ultrapassada automaticamente.

No caso de falta de energia, por exemplo, o comando


perde o valor da coordenada da real posição do carro
ou da ferramenta. Neste caso, deve-se ultrapassar de
novo o ponto de referência, conseguindo-se assim
novamente o valor do posicionamento.

O ponto-zero “W” da peça defina o sistema de


coordenadas da peça em relação ao ponto-zero da
máquina.

Ele é definido pelo programador e introduzido no


comando CNC na introdução de dados na máquina.

A posição do ponto-zero da máquina pode ser


escolhido pelo programador dentro da área de trabalho
da máquina.

Todavia, recomenda-se colocar o ponto-zero da peça


de tal forma que se possa transformar facilmente as

http://server01/cnc/conceitos/pontos_zero.htm (4 of 7) [29-06-2001 11:04:58]


Pontos Zero

medidas do desenho da peça em valores de


coordenadas.

Exemplo da posição do ponto-zero para uma peça fresada

Para peças torneadas o ponto-zero da peça deveria ser


determinado na linha do centro do eixo-árvore no lado
direito ou esquerdo do contorno da peça acabada.

Para peças fresadas recomenda-se, em geral, definir


o ponto-zero da peça num canto externo da mesma.

Ocasionalmente o ponto-zero da peça é também


denominado de ponto-zero do programa.

Nota: A posição do ponto-zero da peça é escolhido de


tal forma que:

a. os valores das coordenadas possam ser


tomadas, de preferência, directamente no
desenho;
b. facilite uma orientação na sujeição, preparação
e controle do sistema de medição.

Para a maquinação de uma peça, é preciso que a


ponta da ferramenta ou o gume de corte da mesma,
possa ser comandado para executar o percurso
desejado de maquinação da peça.

Como as ferramentas possuem diferentes formas e


medidas, deve-se inicialmente tomar as exactas
dimensões da ferramenta e introduzi-las no comando.

As dimensões das ferramentas são obtidas na pré-


medição com base num ponto fixo de ajustagem da
ferramenta.

http://server01/cnc/conceitos/pontos_zero.htm (5 of 7) [29-06-2001 11:04:58]


Pontos Zero

Dimensões da ferramenta e pontos de ajustagem para uma fresa

O ponto de ajustagem da ferramenta “E” encontra-


se numa posição determinada no porta ferramenta.

Ele (E) serve para medir as ferramentas fora da


máquina CNC, posicionando-o num dispositivo com o
qual se determinam os valores das cotas L e Q,
necessárias para informar o comando.

Os pontos N e E depois de montada a ferramenta são


coincidentes.

Dimensões da ferramenta e pontos de ajustagem dum ferro de corte no torno

http://server01/cnc/conceitos/pontos_zero.htm (6 of 7) [29-06-2001 11:04:58]


Pontos Zero

Os valores medidos são introduzidos na memória de


dados do comando para as ferramentas:
os comprimentos das ferramentas como
coordenadas Z ou L;
a distância da ponta da ferramenta ao eixo de
referência do suporte das ferramentas, na
direcção transversal, ou o raio da ferramenta,
como coordenadas X, R ou Q.

A posição contrária ao ponto de ajustamento da


ferramenta no suporte é o ponto de assento da
ferramenta “N”.

Se a ferramenta ou porta-ferramenta for colocado no


suporte (p. ex., revólver), então o ponto de
ajustamento e o ponto de assento coincidem.

Nota:

Pontos de referência da ferramenta são importantes


para o ajustamento destas, antes do início da
maquinação os dados das ferramentas devem ser
memorizados no comando.

[ Subir ]
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Deslocamentos

Deslocamentos
[ Interpolação Linear ]
[ Interpolação Circular ]
[ Compensação Ferramenta ]
[ Compensação do Raio de Corte ][ Anterior ]
[ Seguinte ]

Deslocamentos

Para a maquinação de peças as


ferramentas devem deslocar-se
exactamente nos percursos determinados.

A forma dos possíveis deslocamentos da


ferramenta depende do tipo de máquina e
da concepção do comando.

Dependendo do tipo de máquina, são


determinados os possíveis deslocamentos
dos eixos, ou seja, os deslocamentos do
carro, bem como os deslocamentos de
aproximação e de rotação da árvore
principal.

Em função da concepção do comando


(p. ex., comando de percurso, comando
de trajectória em dois eixos, etc.) pode-se
verificar como estes deslocamentos
possíveis estão relacionados.

Este relacionamento, que possibilita um


deslocamento desejado da ferramenta, é
realizado através de um calculo interno
feito pelo comando, sendo denominado
“interpolação”.

http://server01/cnc/conceitos/deslocamentos.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:05:10]


Deslocamentos

Iremos abordar quais os deslocamentos


das ferramentas que podem ser
executados através de interpolação em
máquinas CNC e que resultados estes têm
sobre a peça.

[ Subir ] [ Interpolação Linear ] [ Interpolação Circular ] [ Compensação Ferramenta ]


[ Compensação do Raio de Corte ]
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Interpolação Linear

Interpolação Linear
Se uma ferramenta se deslocar em linha recta de um
ponto inicial até um determinado ponto final, fala-
se de uma interpolação linear.

Isto significa que num comando de dois eixos os


avanços das ferramentas estão conjugados nos dois
eixos, de tal forma que se conseguirá esta trajectória [ Interpolação Linear ]
linear desejada da ferramenta. [ Interpolação Circular ]
[ Compensação Ferramenta ]
Neste sistema tridimensional de coordenadas estão [ Compensação do Raio de Corte ]
representados três diferentes planos básicos, [ Seguinte ]
através dos eixos X, Y e Z.

Estes planos estão caracterizados de tal forma que


cada terceiro eixo é perpendicular aos demais (p. ex.,
o eixo Z é perpendicular ao plano X/Y e assim por
diante.

Planos básicos

Num comando de três eixos diferenciam-se duas


possibilidades:

a. A programação de rectas em um só ou em
vários planos definidos:

Neste caso a ferramenta é aproximada


no sentido de um dos eixos. Nos outros
dois eixos resulta uma interpolação
linear (a aproximação da ferramenta
ocorre no sentido do eixo Z e o percurso
linear realiza-se no plano X/Y).

b. A programação de uma recta qualquer no


espaço:

Neste caso a ferramenta pode deslocar-se em

http://server01/cnc/conceitos/deslocamentos/interpolacao_linear.htm (1 of 3) [29-06-2001 11:05:23]


Interpolação Linear

linha recta para qualquer ponto no espaço. A


interpolação linear ocorre em todos os três
eixos (a figura 100, representa uma recta no
espaço entre o ponto inicial X = 20, Y = 10, Z
= 60 e o ponto final X = 60, Y = 50, Z = 20).

Recta em sistemas de coordenadas em duas dimensões

Recta no plano X/Y

Recta no espaço num sistema de coordenadas de 3 dimensões

http://server01/cnc/conceitos/deslocamentos/interpolacao_linear.htm (2 of 3) [29-06-2001 11:05:23]


Interpolação Linear

Em alguns comandos a interpolação linear só é


possível em velocidades de avanço de maquinação.

No avanço rápido de um ponto inicial e um ponto


final ocorre um simples “posicionamento”, isto é,
todos os eixos são percorridos com a velocidade
máxima.

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Interpolação Circular

Interpolação Circular
[ Interpolação Linear ]
Se uma ferramenta se deslocar num percurso circular [ Interpolação Circular ]
de um ponto inicial a um determinado ponto final, [ Compensação Ferramenta ]
temos uma interpolação circular. [ Compensação do Raio de Corte ]
[ Anterior ] [ Seguinte ]

Arco de circunferência no sentido anti-


Arco de circunferência no sentido horário
horário
Os arcos de circunferência podem ser percorridos no
sentido horário ou no sentido anti-horário.

Em comandos com mais de 2 eixos deve-se informar


em qual plano arco de circunferência se deve
encontrar: nos planos X/Y, X/Z ou Y/Z.

Uma vez escolhido o plano para um arco de


circunferência, pode-se executá-lo em diferentes
profundidades (a figura mostra dois arcos de
circunferência no plano X/Y com diferentes
profundidades.

http://server01/cnc/conceitos/deslocamentos/interpolacao_circular.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:05:34]


Interpolação Circular

Circunferência nos planos X/Y, Y/Z e X/Z

Diferentes profundidades nos planos X/Y


Normalmente, não é possível realizar-se avanço
rápido com interpolação circular.

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Compensação Ferramenta

Compensação Ferramenta
Compensação da ferramenta ou do raio do corte

[ Interpolação Linear ]
Nas páginas anteriores falou-se sobre
[ Interpolação Circular ]
deslocamento da ferramenta, sem se
[ Compensação Ferramenta ]
considerar as medidas desta e as suas [ Compensação do Raio de Corte ]
consequências no contorno da peça. [ Anterior ] [ Seguinte ]

Compensação do raio da Ferramenta

Trajectória de fresagem á esquerda e á direita do contorno final

http://server01/cnc/conceitos/deslocamentos/compensa_ferramenta.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:05:52]


Compensação Ferramenta

De acordo com o contorno representado na figura, o


centro da fresa deve percorrer a trajectória indicada.
É chamada de trajectória equidistante, a trajectória
que se desenvolve de acordo com o raio da fresa,
mantendo sempre a mesma distancia em relação ao
contorno final.

Na maioria dos comandos CNC actuais as trajectórias


equidistantes são calculadas automaticamente
através da compensação do raio da ferramenta.

Assim, na memória de dados da ferramenta e do


programa CN devem ser introduzidos:

o valor do raio da ferramenta;


definir em que lado do contorno final
programado (em relação á direcção de
maquinação) se encontra a ferramenta.

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Compensação do Raio de Corte

Compensação do Raio de Corte


No torneamento, apresenta-se o raio de corte no
lugar no lugar do raio da ferramenta.

Na programação de um contorno final, deve-se


considerar que o gume de corte da ferramenta é
pontiagudo no local da actuação.
[ Interpolação Linear ]
Na realidade, os gumes de corte são arredondados; o [ Interpolação Circular ]
comando compensa a distancia entre a ponta teórica [ Compensação Ferramenta ]
da ferramenta e o gume de corte, calculando a [ Compensação do Raio de Corte ]
trajectória equidistante correspondente. [ Anterior ]

Para que esta trajectória esteja no lado correcto do


contorno, deve-se informar ao comando através do
“quadrante” (p. ex., 1 até 4, conforme Figura) em
que direcção a ferramenta se dirige em relação ao
contorno.

Ponta da ferramenta Exemplo de quadrantes

http://server01/cnc/conceitos/deslocamentos/compensa_raio_corte.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:06:04]


Compensação do Raio de Corte

Compensação do raio de corte

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Cotagem

Cotagem
de desenhos para CNC
Os desenhos de peças são desenvolvidos no [ Divisão em Elementos ]
departamento de projectos, a colocação de cotas
nestes desenhos deve ser efectuada de tal forma que
todos os contornos fiquem definidos geometricamente.

Para que um desenho destes ofereça uma boa base de


trabalho para a programação, na colocação de cotas
deve-se considerar diversos aspectos:

A introdução de cotas que correspondem á


maquinação podem ser convertidas em
coordenadas ?
A colocação de cotas em relação ás ferramentas
utilizadas e ás possibilidades do comando está
completa ?
É possível reconhecer-se facilmente todos os
elementos do contorno ?

Estes aspectos nem sempre podem ser observados na


elaboração do desenho, quando do projecto. Por isto,
existe a necessidade de se elaborar o desenho,
satisfazendo a documentação do CN, isto é, a
colocação das cotas é feita de tal maneira que facilite a
elaboração do programa.

Como auxílio, para a colocação correcta de cotas CN


existe a norma DIN 406.

A colocação de medidas no desenho de uma peça é


feita em princípio com medidas absolutas ou
incrementais.

http://server01/cnc/conceitos/calc_triangulo/cotagem.htm (1 of 3) [29-06-2001 11:06:31]


Cotagem

Dimensionamento com medidas absolutas Coordenadas em medidas absolutas

X Y
P1 0 0
P2 20 0
P3 20 20
P4 70 20
P5 70 0
P6 100 0
P7 100 40
P8 70 70
P9 0 70
O dimensionamento com medidas absolutas
relaciona-se sempre a um ponto de referência fixo no
desenho, este ponto tem a função de um ponto-zero
de coordenadas.

As linhas de cotas são paralelas aos eixos de


coordenadas e sempre se iniciam na posição do ponto
de referência.

As medidas absolutas também são chamadas de


“medidas de referência”.

Na colocação de medidas incrementais, cada medida


introduzida refere-se sempre a uma posição
anteriormente dimensionada.

http://server01/cnc/conceitos/calc_triangulo/cotagem.htm (2 of 3) [29-06-2001 11:06:31]


Cotagem

Dimensionamento com medidas Coordenadas com medidas incrementais


incrementais (sequência P1, P2...P9)

X Y
P1 0 0
P2 20 0
P3 0 20
P4 50 0
P5 0 -20
P6 30 0
P7 0 40
P8 -30 30
P9 -70 0
Medidas incrementais são, portanto, medidas de
distancias entre pontos próximos, as medidas das
distâncias são transformadas em coordenadas de
medidas incrementais, nas quais se considera cada
ponto anteriormente dimensionado como origem para
o novo ponto (com base, imagine o sistema de
coordenadas deslocando-se sucessivamente dos
pontos P1 até P9).

Medidas incrementais são também, ás vezes,


chamadas de “medidas em cadeia” ou “medidas
relativas”.

[ Subir ] [ Divisão em Elementos ]


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Divisão em Elementos

Divisão em Elementos
de contorno
Uma máquina CNC pode realizar deslocamentos
definidos com a ferramenta na maquinação de uma
peça. Na maioria dos casos estes movimentos são
rectos e circulares.

Estes deslocamentos ocorrem sempre do ponto actual


da ferramenta até um ponto final.

Os deslocamentos do ponto actual ao ponto final são


realizados através das instruções de percurso no
programa CN.

Cada instrução de percurso resulta numa divisão do


contorno da peça em elementos de contorno.

Estes elementos de contorno (rectas, arcos de


circunferência) são percorridos sucessivamente na
maquinação de uma peça na direcção programada.

Os pontos finais dos elementos de contorno são dados


como coordenadas do ponto final para as instruções
de percurso.

Elementos de contorno numa peça torneada

http://server01/cnc/conceitos/cotagem/divisao_elementos.htm (1 of 3) [29-06-2001 11:06:40]


Divisão em Elementos

O dimensionamento do desenho de uma peça tem como


consequência a necessidade de se determinar todas as
coordenadas dos pontos finais de cada elemento do
contorno programado.

Para se programar um elemento de contorno recto


basta definir o ponto final do percurso, a ferramenta
está no ponto inicial.

O ponto final pode ser em medidas absolutas ou


incrementais, sendo que em alguns comandos ele
também pode ser definido através da indicação de um
ângulo complementar.

Determinação das linhas do ponto final em sistema absoluto

Determinação das medidas do ponto final em sistema incremental

Em ambos os desenhos, a inclinação da recta em


relação ao eixo Z está determinada pelo ângulo “A”.
Caso o ângulo A seja utilizado no programa CN, basta a
indicação de uma única coordenada X ou Z (em medida
absoluta ou incremental) para se definir o ponto final.

http://server01/cnc/conceitos/cotagem/divisao_elementos.htm (2 of 3) [29-06-2001 11:06:40]


Divisão em Elementos

Programação com raio Programação com o ponto de centro de


circunferência (incremental)
Existem duas possibilidades para se programar arcos de
circunferência:
Programação com o raio:

Neste caso, além do ponto final, é indicado


o comprimento do raio.

O comando calcula o centro da


circunferência de tal forma que o arco de
círculo fica entre o ponto inicial e o ponto
final.

Programação com o centro da


circunferência:

Neste caso, além do ponto final, são


indicadas as coordenadas do centro da
circunferência (em geral em medida
incremental em relação ao ponto inicial,
conforme).

O comando calcula, então, o respectivo


raio.

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Cálculo de Triângulos

Cálculo de Triângulos
Mesmo para os mais modernos comandos CN, pode
ocorrer que, na programação, sejam necessários alguns
[ Vectorial ] [ Pitágoras ]
cálculos matemáticos, principalmente se o desenho
da peça não for cotado de acordo com o sistema CN.

Desenho da peça fresada Desenho da peça torneada

Em muitos casos, a maioria dos problemas de


programação são solucionados com simples cálculos
de triângulos.

Neste caso os mais importantes recursos matemáticos


são:

Representação vectorial;
Teorema de Pitágoras;
Funções de ângulos: seno, coseno e tangente.

Informações mais completas sobre esses recursos, bem


como as respectivas formulas e tabelas, podem ser
encontradas em livros de informação técnica dos
metais.

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Vectorial

Vectorial
Teorema Vectorial

[ Vectorial ] [ Pitágoras ]

Segmentos originado da representação


Figura básica para representação vectorial
vectorial
a b a c b c
= = =
A B A C B C

transformando, temos:

a A b B a A
= = =
b B c C c C

Equivalência dos vectores

O teorema vectorial é frequentemente utilizado para o


cálculo de medidas que porventura faltem num
desenho, e está esquematizado na figura, onde dois
segmentos são cortados por duas rectas paralelas.

Na figura anterior, portanto, temos gerados alguns


segmentos de rectas, que na figura seguinte são
nomeados através das letras, b, c e A, B, C.

Para estes segmentos, pode-se dizer que:

O segmento a está para o segmento A

http://server01/cnc/conceitos/vectorial.htm (1 of 3) [29-06-2001 11:08:00]


Vectorial

assim como o segmento b está para o segmento


B,
e assim como o segmento c está para o
segmento C.

Caso se queira exprimir a relação entre os segmentos


através das fracções, então têm-se as três
equivalências.

Através da transformação, têm-se a equivalência


conforme descrito abaixo, na mesma figura.

Relação entre os segmentos

Exemplos

a = 9,5 mm
c = 10 mm
C = 17 mm
medida a ser calculada: A - a
Solução

da relação
a c
=
A C

temos
a A.C
=
A c

Substituindo pelos valores:

http://server01/cnc/conceitos/vectorial.htm (2 of 3) [29-06-2001 11:08:00]


Vectorial

9,5 . 17
A= = 16, 15 mm
10

O valor de (A - a) é 16,15 - 9,5 = 6,65 mm

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Pitágoras

Pitágoras
Com o Teorema de Pitágoras, pode-se calcular num
triângulo rectângulo um dos lados, sendo que os outros [ Vectorial ] [ Pitágoras ]
dois são conhecidos.

a² + b² = c²

Teorema de Pitágoras (fórmula)

Teorema de Pitágoras (representação gráfica)

Se representarmos os lados de um triângulo rectângulo


como na figura, com a, b e c, então é válida a formula
a² + b² = c².

Na verdade, o que temos expresso por esta fórmula


está representado na figura:

as áreas dos quadrados de ambos os lados


menores (catetos) são da mesma dimensão do
quadrado do lado maior (hipotenusa).

Com a transformação da fórmula de Pitágoras, dados


dois lados de um triângulo rectângulo, pode-se calcular

http://server01/cnc/conceitos/calc_triangulo/pitagoras.htm (1 of 5) [29-06-2001 11:08:18]


Pitágoras

o terceiro lado.

Exemplo: Exemplo: Exemplo:


a = 3 mm c = 5 mm c = 5 mm
b = 4 mm b = 4 mm a

c = 5 mm a b

Utilização do teorema de Pitágoras

Através das funções seno, coseno e tangente, pode-


se calcular lados e ângulos dum triângulo rectângulo:
se dois lados são conhecidos
se um dos lados e um dos ângulos α ou β são
conhecidos (γ sempre 90º).

Funções angulares

As funções de ângulo, seno (sen), coseno (cos) e


tangente (tg), podem ser realizadas através dos
ângulos α ou β.

Compare as fórmulas da figura anterior com as


fórmulas das figuras seguinte.

http://server01/cnc/conceitos/calc_triangulo/pitagoras.htm (2 of 5) [29-06-2001 11:08:18]


Pitágoras

Funções angulares para α

Funções angulares para β

http://server01/cnc/conceitos/calc_triangulo/pitagoras.htm (3 of 5) [29-06-2001 11:08:18]


Pitágoras

Num desenho de uma peça temos para ser calculado


um triângulo, do qual são conhecidos o ângulo α e a
hipotenusa c.

O lado a é calculado através de sen α = a/c, e o lado b


através de cos α = b/c.

1) sen α = a/c resulta a = c × sen α, a = 65 × sen 40º


= 65 × 0,6428 = 41,78 mm

2) cos α = b/c resulta b = c × cos α, b = 65 × cos 40º


= 65 × 0,7660 = 49,79 mm

A soma dos ângulos de um triângulo é 180º; ( α + β + γ


= 180º)

Num triângulo rectângulo γ = 90º

Isto significa que: α + β + γ = 90º


α = 90º − β
β = 90º − α

Tabela dos valores das funções angulares para 30º, 45º, 60º, e 90º

sen 30º = 0,5 tg 30º = 0,5774 cos 30º = 0,8660


sen 45º = 0,7071 tg 45º = 1,0 cos 45º = 0,7071
sen 60º = 0,8660 tg 60º = 1,7321 cos 60º = 0,5
sen 90º = 1,0 tg 90º = infinito cos 90º = 0,0

http://server01/cnc/conceitos/calc_triangulo/pitagoras.htm (4 of 5) [29-06-2001 11:08:18]


Pitágoras

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Programação CNC

Programação de CNC
Através do comando de uma máquina-ferramenta [ O que é o CNC? ]
CNC, são colocadas em funcionamento as funções [ Metodologia da Programação ]
da máquina, necessárias para a maquinação. [ Linguagem da Programação ]
[ Instruções de Programação ]
Essa instrução é executada por um programa CN e [ Controle da Trajectória ][ Anterior ]
é introduzida no comando pelo operador da [ Seguinte ]
máquina ou pelo programador.

O comando lê o programa CN e transforma as


informações em impulsos de comando para a
máquina-ferramenta, como tal, esse programa
deverá ser elaborado com uma estrutura própria
que seja compreendida pelo comando.

Operador Programa Máquina


Programador

As directrizes para essa concepção estão


desenvolvidas na norma DIN 66025.

[ Subir ] [ O que é o CNC? ] [ Metodologia da Programação ] [ Linguagem da Programação ]


[ Instruções de Programação ] [ Controle da Trajectória ]
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O que é o CNC

O que é o CNC?
Num programa CNC estão contidas as etapas de [ O que é o CNC? ]
maquinação para a execução de uma peça na máquina- [ Metodologia da Programação ]
ferramenta de uma forma compreensível ao comando. [ Linguagem da Programação ]
[ Instruções de Programação ]
Se no reportarmos ao técnico que opera uma máquina- [ Controle da Trajectória ]
ferramenta convencional, este necessita para a [ Seguinte ]
maquinação das peças, de um plano de trabalho em
que providencia os meios a utilizar, ferramentas,
dispositivos de fixação, conhecimento da peça em
bruto, etc., dando o início á maquinação após a
preparação da máquina.

Não deixa, contudo, de intervir directamente no


processo de forma, por vezes, irreflectida devido a
situações imprevistas.

Na maquinação através de um programa CN a


sistemática terá de ser um pouco diferente. Aqui todas
as etapas de maquinação, juntamente com as
condições complementares, como o avanço, rotações,
etc., devem ser previstas e de forma ordenada são
introduzidas no programa CN.

Este, após ser introduzido no comando uma vez, poderá


ser repetido tantas vezes quantas for necessário.

O operador da máquina poderá intervir directamente:

na regulação da máquina;
no controle das etapas de maquinação;
na execução do controle das medições;
na substituição das peças, e eventualmente na
sua fixação;
na troca das ferramentas desgastadas ou das
pastilhas (insertos).

Para se executar etapas de trabalho diferentes do


estabelecido no programa de CN, pode o operador
proceder á modificação desses pontos directamente no
programa CNC, dando-lhe a beneficiação requerida.

http://server01/cnc/o_que_cnc.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:30:38]


O que é o CNC

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Metodologia Programação

Metodologia da Programação
de CN

a programação não é mais do que a codificação de um [ O que é o CNC? ]


modo operatório e rigoroso nos seus menores detalhes. [ Metodologia da Programação ]
[ Linguagem da Programação ]
O programador deverá pois possuir em primeiro lugar [ Instruções de Programação ]
conhecimentos profundos da tecnologia da maquinação, [ Controle da Trajectória ]
completado pelo conhecimento da codificação segundo [ Anterior ] [ Seguinte ]
a qual as informações devem ser submetidas ao
equipamento do comando numérico.

A programação compreende portanto duas fases:

o estabelecimento de um modo operatório


detalhado;
a sua transcrição, quer seja segundo uma forma
directamente assimilável pelo equipamento de
controlo numérico, quer seja numa linguagem
desenvolvida por um computador para fazer o
programa da peça; no primeiro caso fala-se de
programação manual, e no segundo de
programação assistida ou automática.

[ Subir ] [ A Programação na Organização ] [ Fases da Programação ]


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A Programação na Organização

A Programação na Organização
O lugar e o papel da programação no quadro geral da [ A Programação na Organização ]
organização da produção reflectem-se na figura [ Fases da Programação ]
seguinte, que concerne especialmente a programação
manual.

O documento base do programador é o desenho da


peça: se os gabinetes de estudo e de desenho
concebem na óptica de uma produção em máquinas
CN, as cotas do desenho pode fazer-se de maneira
que facilite atarefa do programador (cotas absolutas
ou indicações mais completas de coordenadas.

As especificações do material, do acabamento e das


suas tolerâncias indicadas nos desenhos condicionam
a programação, pois que estas determinam a escolha
das ferramentas e as condições de trabalho.

A importância das séries e a sua eventual repetição


fixam a escolha do processo de fabrico; considerando
a complexidade da peça, a importância da ferramenta
requerida e o valor das séries, se decide se a peça
deve ser maquinada por CN.

Os modos operatórios e as folhas de


acompanhamento indicam as operações sucessivas
que deve sofrer a peça para alcançar a forma final.

Também faz falta uma folha das ferramentas


necessárias. Em CN, as fichas de ferramentas devem
ser criteriosamente elaboradas, elas especificam as
suas dimensões, as cotas de pré-regulagem e todos
os dados susceptíveis de facilitar a sua montagem na
máquina-ferramenta e reduzir assim os tempos
mortos.

Um croqui da ferramenta e o seu suporte completo


deve acompanhar a ficha em questão.

http://server01/cnc/programacao/metodologia/programa_organizacao.htm (1 of 3) [29-06-2001 11:31:12]


A Programação na Organização

http://server01/cnc/programacao/metodologia/programa_organizacao.htm (2 of 3) [29-06-2001 11:31:12]


A Programação na Organização

Tendo todos estes dados, o programador pode


começar o seu trabalho e preencher a folha de
programação. Com base no modo operatório,
codifica segundo a forma apropriada os movimentos
e operações sucessivas e necessárias para realizar a
maquinação pedida.

Portanto, deve conhecer a máquina CN onde a peça


vai ser maquinada, porque esta condiciona a
codificação e a elaboração da folha de programação.

Este problema será menos crítico na programação


assistida.

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Fases da Programação

Fases da Programação
Para se obter o programa correcto que conduzirá a [ A Programação na Organização ]
máquina no momento da maquinação, devem [ Fases da Programação ]
decorrer diferentes etapas, sendo necessário:

1. Definir o número de montagens da peça e


decidir o modo, ou modos de fixação da
mesma sobre a máquina; eventualmente
conceber e desenhar uma ferramenta especial
se tal for necessário.

2. Estabelecer a lista detalhada das operações


elementares: no caso dum centro de
maquinagem: furação, fresagem, roscagem,
mandrilagem, etc.

3. Escolher para cada uma das operações a


ferramenta mais apropriada, suas dimensões,
seu porta-ferramenta, sua qualidade e seu
material de corte.

4. Calcular os parâmetros de corte de cada


ferramenta, utilizando ábacos e tabelas:
estabelecendo a velocidade, o avanço, a
profundidade, o número de passagens ou de
ciclos de furação.

5. Estabelecer a trajectória de cada ferramenta;


para isto é necessário estar munido de um
grande número de cálculos geométricos;
pontos sobre os círculos, deslocamento de
pontos programados, pontos de tangência,
compensação do raio da ferramenta, etc.

6. Codificar todas as sequências da maquinação


numa folha de programação em formato
próprio, para a máquina e seu equipamento de
controlo.

7. Editar o programa da peça.

8. Fazer uma folha de instruções para o operário


da máquina dando-lhe a lista de ferramentas,
suas dimensões e seus correctores que são
atribuídos, descrevendo a montagem da peça
na máquina, o seu aperto, as paragens
previstas para as tomadas de medidas, etc.

9. Examinar detalhadamente o programa editado


no vídeo/display.

http://server01/cnc/programacao/metodologia/fases_programacao.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:31:22]


Fases da Programação

10. Simular graficamente a maquinação sempre


que assim seja possível, e por definitivamente
em ponto o programa para um ensaio na
mesma máquina.

Quando se detectam erros ou incompatibilidades (de


ferramenta por exemplo), devem-se se percorridas
outra vez várias das etapas citadas antes.

Estas diferentes fases da programação representam


um trabalho cuja importância está determinada pelo
tipo de maquinação e pela sua complexidade.

Assim é evidente que a fase geométrica é, no caso do


fresado de formas, mais complexa que a da escolha
das ferramentas e dos parâmetros de corte.

As diferentes tarefas enumeradas antes, são


simplesmente realizadas por uma única pessoa
chamada “programador” ou “preparador”.

No entanto certas empresas preferem distribuir estas


tarefas entre várias pessoas que adquirem então uma
competência mais especializada em numerosos
aspectos, por exemplo:

Os dispositivos de aperto
As ferramentas e os parâmetros de corte
Os cálculos geométricos
A programação propriamente dita ou a
codificação das informações

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Linguagem da Programação

Linguagem da Programação
Os programas de Controle Numérico são compostos de [ O que é o CNC? ]
sentenças numeradas, denominadas blocos. Estes [ Metodologia da Programação ]
blocos referenciam-se por um número e executam-se [ Linguagem da Programação ]
sequencialmente. [ Instruções de Programação ]
[ Controle da Trajectória ]
São quatro os formatos básicos usados para a entrada [ Anterior ] [ Seguinte ]
de informação a um CN mediante ao blocos:

Formato fixo sequencial.


Formato de bloco de direcções.
Formato tabelado sequencial.
Formato de direcção de palavras.

Os três primeiros são usados com suporte de periféricos


de tipo disquete, o ultimo também , mas foi este que se
desenvolveu, regulando-se pela norma ISO.

Este formato é o único que usa uma especificação


alfanumérica na transmissão de dados. Cada bloco de
informação é procedido de uma letra denominada de
endereço (direcção), que indica o tipo de dado que se
segue.

Exemplo:

N10 G01 X125 Y220 Z20 F20 S100

O formato dos endereços de palavras desenvolveu-se


especialmente devido á introdução MDI, sem a qual
seria fastidiosa, se tivesse-mos de escrever em cada
bloco toda a informação que não varia nos blocos
seguintes, dando origem ás novas funções de
programação dos CNC actuais.

Estes códigos são ordens de movimento, que definem


um ponto de chegada, ou seja, as coordenadas para
onde a ferramenta ou a mesa se deve mover. Definem,
ainda, o modo como esse movimento deve ser
efectuado.

As coordenadas são definidas pelos códigos:

X, Y, Z - coordenadas do sistema de eixos normal


ou
A, B, C - rotações em torno de X, Y, Z

ou
U, V, W - eixos auxiliares de translação (só disponíveis
em certos casos)

http://server01/cnc/programacao/linguagem_programacao.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:31:53]


Linguagem da Programação

O modo como é efectuado o movimento depende da


função preparatória G, previamente definido, como
veremos a seguir.

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Códigos ISO

Códigos ISO
Programação com Códigos ISO

Vejamos de quantas partes se compõe um bloco no


formato de direcção de palavras:
Número de bloco.
Palavras: Compõem cada bloco. São compostas
de endereço, sinal e número. Os dados não
dimensionais incluem as funções preparatórias
usadas para descrever tipos específicos de
movimentos, velocidades de rotação, de corte,
especificações de ferramenta.

Vejamos tipos de endereços empregues e sua notação.


Cada bloco de programação consiste em:

N Número de bloco
G Funções preparatórias
W, X, Y, Z Cotas de eixos
F Avanço
S Rotação
T Número da ferramenta
M Funções auxiliares

Dentro de cada bloco, tem que se manter esta ordem,


mas não é necessário que cada bloco contenha todas as
informações.

O CNC pode ser programado no sistema métrico (mm)


ou no sistema inglês em polegadas.

O quadro abaixo mostra o formato no sistema métrico


(mm):

P (%) 5 G 2 (W) +/- 4.3 X +/- 4.3 Y +/- 4.3


Z +/- 4.3 I +/- 4.3 J +/- 4.3 K +/- 4.3 R +/- 4.3 A +/- 4.3
P+/- 5.4 B 4.3 C 4.3 D +/- 4.3 H 4 L 4.3
F 5.4 S 4 T 2.2 M 2

Poderemos interpretar este quadro da seguinte forma:


%5 é o número de programa com o máximo de cinco algarismos.

+/- 4.3 significa que a seguir á letra que acompanha pode-se escrever um número
positivo ou negativo com quatro números inteiros e três decimais, após a
vírgula.
4 significa que só se pode escrever valores positivos até quatro algarismos.
Não se admitem números decimais.
2.2 valor positivo com dois algarismos inteiros e dois decimais, após a vírgula.

http://server01/cnc/programacao/linguagem/codigos_iso.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:32:18]


Códigos ISO

A palavra A programa-se sempre em graus.

Uma informação de deslocamento compõe-se de uma


palavra ou endereço que indica o eixo e de um valor
numérico que descreve o percurso para esse eixo.
Se é colocado um sinal, este deve situar-se entre o
endereço (direcção) e o valor numérico.
A informação de deslocamento será precedida através
da condição de deslocamento (função G) e de
indicações posteriores sobre o avanço (F), para por em
marcha o processo de posicionamento.

As condições de deslocamento descrevem o tipo de


movimento da máquina, de interpolação e de medida.

[ Subir ] [ Funções Preparatórias ] [ Funções de Avanço ] [ Funções Complementares ]


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Funções Preparatórias

Funções Preparatórias
Programam-se mediante a letra G seguida de dois [ Funções Preparatórias ]
números (G02). Programam-se sempre no início do [ Funções de Avanço ]
bloco e servem para determinar a geometria e [ Funções Complementares ]
condições de trabalho. Aonde existe uma [ Seguinte ]
standardização (norma ISO 1056) podem ser
modificadas pelos fabricantes e muitas delas não estão
determinadas.

As funções G estão divididas em grupos. Numa


sequência (bloco) do programa só pode aparecer uma
função G de cada grupo.

As funções G são activadas de forma modal (que se


mantêm de forma automática) ou de forma sequencial.
As funções G que actuam modalmente, são aquelas
que se mantêm activas desde que não sejam
substituídas por uma nova função G do mesmo grupo.
As funções G que actuam sequencialmente, são
aquelas que são activas só na sequência em que se
encontram.

As posições preferenciais são activadas depois da


ligação do controlo, do "reset" ou do fim de programa.
Estas não necessitam de ser programadas, são
assumidas sempre por defeito na ausência de qualquer
outra especificação.

Vejamos de forma sucinta algumas delas:

- FUNÇÃO G00: O trajecto da ferramenta num bloco


G00 realiza-se na máxima velocidade possível pelo
controle. Quando acaba o bloco o avanço F anterior
permanece, durante o movimento não se maquina.
O deslocamento rápido programa-se mediante a
informaçãoG00 e mediante a indicação do ponto de
destino.
Este ponto é alcançado introduzindo as cotas absolutas
(G90) ou cotas incrementais (G91).
O deslocamento pode implicar uma interpolação linear
ou ser escalonado (um eixo de cada vez). A trajectória
programada com G00 faz-se com a máxima
velocidade, por isso o controle escolhe a máxima
velocidade permitida ao eixo. Esta velocidade fixa-se
para cada eixo como dado da máquina.

Se o movimento de deslocamento rápido se executa


simultaneamente em vários eixos, a velocidade de
deslocamento determina-se através do menor valor
das velocidades do eixo que foram fixadas como dado
da máquina.

http://server01/cnc/programacao/linguagem/codigo_iso/funcoes_preparatorias.htm (1 of 4) [29-06-2001 11:33:43]


Funções Preparatórias

Exemplo: N1 G00 G90 X30 Y20 LF

Ao programar-se G00, o valor para o avanço F


programado no deslocamento anterior, permanece em
memória e volta a ser activado, por exemplo com um
comando G01.

FUNÇÃO G01

Interpolação linear. Desde que não se especifique


outro tipo de interpolação, os blocos seguintes
realizarão rectas entre os pontos seguintes.

FUNÇÃO G02 e G03

Interpolação circular. Indica que o movimento até ao


ponto final realiza-se segundo uma circunferência. (
G02 ⇒ sentido horário; G03 ⇒ sentido anti-horário ).

FUNÇÃO G04

Temporização ou espera entre blocos. A temporização


programa-se mediante a letra K.

FUNÇÃO G06

Interpolação parabólica. Um arco de parábola


programa-se mediante o extremo do arco da parábola
e o ponto da intercepção da tangente do arco nos
pontos inicial e final.

FUNÇÃO G17, G18 e G19

Servem para identificar os planos que contêm as


interpolações circulares ou as correcções das
ferramentas: G17 = X-Y, G18 = X-Z e G19 = Y-Z.

FUNÇÃO G33

http://server01/cnc/programacao/linguagem/codigo_iso/funcoes_preparatorias.htm (2 of 4) [29-06-2001 11:33:43]


Funções Preparatórias

Ciclo automático de rosca, para tornos.

FUNÇÃO G40, G41 e G42

Funções relativas á compensação do raio da


ferramenta.

G40 = Anulação, G41 = Compensação á esquerda,


G42 = Compensação á direita.

FUNÇÃO G43 e G44

Funções relativas á correcção longitudinal das


ferramentas, nos dois sentidos (+/-).

G43 = compensação e G44 = Anulação da


compensação.

FUNÇÃO G45 a G52

Funções que indicam como se deve tratar as


compensações e correcções das ferramentas. Muitos
controles realizam-nas automaticamente, segundo a
posição relativa da peça e ferramentas.

FUNÇÃO G53 a G59

Deslocamento da origem, geralmente são:

G54: Deslocamento da origem do eixo X.


G55: Deslocamento da origem do eixo Y.
G56: Deslocamento da origem do eixo Z.
G57: Deslocamento da origem no plano X,Y:
G58: Deslocamento da origem no plano X,Z.
G59: Deslocamento da origem no plano Y,Z.

FUNÇÃO G70 e G71

Programação em polegadas ou em milímetros. Numa


mudança do sistema de entrada tem de seleccionar-se
mediante a condição de deslocamento G70 e G71.

G70: Sistema de entrada em polegadas.


G71: Sistema de entrada em milímetros.

O controle converte o valor introduzido no outro


sistema diferente ao da posição preferencial, e assim,
ao executar-se uma sequência já se visualiza o valor
convertido. Antes de seleccionar os sub-programas ou
os ciclos, tem de ter-se em conta a homogeneidade
das unidades de medida.

http://server01/cnc/programacao/linguagem/codigo_iso/funcoes_preparatorias.htm (3 of 4) [29-06-2001 11:33:43]


Funções Preparatórias

A unidade de medida diferente da posição preferencial,


pode ser fixa por uma ou mais sequências, ou até para
um programa completo.

FUNÇÃO G79 a G89

Ciclos de maquinação. Funções que permitem,


programando um só bloco, realizar um conjunto de
operações similares que só diferem na profundidade de
corte e avanço:

G81: Ciclo fixo de furação.


G82: Ciclo fixo de furação com temporização.
G83: Ciclo fixo de furação profundo.
G84: Ciclo fixo de roscado com macho.
G85: Ciclo fixo com escareado.
G86: Ciclo fixo de mandrilado com retrocesso
em avanço rápido G00.
G87: Ciclo fixo de caixas rectangulares.
G88: Ciclo fixo de caixas circulares.
G89: Ciclo fixo de mandrilado com retrocesso
em avanço de trabalho G01.

FUNÇÃO G90

Indica o sistema de coordenadas absolutas.

FUNÇÃO G91

Indica o sistema de coordenadas incrementais.

FUNÇÃO G92

Mediante esta função pode-se deslocar o zero a


qualquer ponto do sistema de coordenadas da
máquina.

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Funções de Avanço

Funções de Avanço
FUNÇÃO G94 [ Funções Preparatórias ]
[ Funções de Avanço ]
Velocidade de avanço em mm/minuto. [ Funções Complementares ]
[ Anterior ] [ Seguinte ]
FUNÇÃO G95

Velocidade de avanço em mm/rotação. Muito útil em


tornos.

FUNÇÃO G96

Velocidade de avanço superficial constante. Indica-se


ao controle que deve modificar a velocidade de rotação
da ferramenta em função dos diâmetros, para que a
velocidade de corte permaneça constante.

O avanço determina a velocidade de maquinação e


mantêm-se no contorno com cada tipo de interpolação
e tem também em conta as correcções da ferramenta.

O valor programado pelo endereço F (letra de avanço)


permanece no programa até um novo valor F. O valor F
apaga-se com o fim do programa ou com o "reset",
portanto na primeira sequência do programa tem de
introduzir-se um valor F.

O avanço F programado pode modificar-se, com um


alcance de 1% a 120%, através de um interruptor de
correcção de avanço, no painel de comando. A posição
100% corresponde ao valor programado.

Com o G96 pode introduzir-se uma velocidade de corte


constante, pelo endereço S:

Exemplo para torno

Em função da velocidade de corte programada, o


controle calcula a velocidade de rotação da árvore,
apropriada para o diâmetro torneado em cada preciso
momento.

N5 G96 S250

Para obter a velocidade de rotação da árvore toma-se


sempre como referência o ponto de origem da peça. Em
caso de velocidade de corte constante, trabalha-se

http://server01/cnc/programacao/linguagem/codigo_iso/funcoes_avanco.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:33:57]


Funções de Avanço

numa linha característica de um escalão de redução.


Uma mudança deste escalão de redução não é
permitido, pelo que ele deve ser definido
antecipadamente.

A inter-relação entre diâmetro torneado, velocidade de


rotação da árvore e o movimento de avanço, permite
uma adaptação óptima do programa á máquina, ao
material da peça e á ferramenta.

O ponto de origem do eixo X tem que ser o centro de


rotação, este é assegurado ao posicionar o ponto de
referência.

FUNÇÃO G97: Elimina a velocidade de corte


constante (G96).

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Funções Complementares

Funções Complementares
As funções complementares contêm, [ Função "M" ] [ Função "S" ]
predominantemente, indicações tecnológicas, salvo as [ Função "T" ]
indicações programadas com os endereços F, S e T: [ Auxiliar "H" ][ Anterior ]
Função complementar M
Velocidade de rotação da árvore S
Nº da ferramenta T
Função auxiliar H

Numa mesma sequência (bloco) podem figurar, no


máximo três funções M, uma S, uma T e uma H. A
emissão destas funções por ordem da interligação com
o controle lógico da máquina tem lugar na seguinte
ordem: M, S, T, H. Mediante o dado da máquina se fixa
se a função se executará antes do deslocamento do
eixo ou durante o mesmo. É o fabricante da máquina-
ferramenta que o indica.

No caso da emissão das funções durante o


deslocamento do eixo, deve notar-se, quando uma
função deve estar activa já antes do deslocamento do
eixo, esta dita função deve escrever-se na sequência
(bloco) anterior.

[ Subir ] [ Função "M" ] [ Função "S" ] [ Função "T" ] [ Auxiliar "H" ]


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Função M

Função "M"
As funções complementares determinam-se, em parte, [ Função "M" ] [ Função "S" ]
pela norma e por sua vez também pelo fabricante da [ Função "T" ] [ Auxiliar "H" ]
máquina-ferramenta. [ Seguinte ]

De seguida se apresentam as funções standardizadas e


comuns a vários fabricantes.

FUNÇÃO M00: Paragem programada (não


condicionada). Com M00 pode-se interromper o
programa para por exemplo, levar a cabo
alguma medição. Terminada a medição, a
maquinação pode reiniciar-se premindo a tecla
de “inicio do ciclo”. A função introduzida
permanece activa nas peças seguintes.

A função complementar M00 tem efeito


em todas as modalidades automáticas do
trabalho, sendo assim, detém também o
accionamento da árvore, isto se verificará
no manual de programação particular da
máquina.

M00 também surte efeito numa sequência


(bloco) sem informação de deslocamento.

FUNÇÃO M01: Paragem programada


(condicionada). M01 actua como M00, se se liga
a função “paragem condicionada activa”
mediante o botão de “menu”.

FUNÇÃO M02: Fim de programa. M02 assinala o


fim do programa com reposição do programa no
inicio do mesmo. Escreve-se no último bloco do
programa.

M02 pode figurar no bloco com outras


funções ou isoladamente.

FUNÇÃO M06: Mudança de ferramenta

FUNÇÕES M07 e M08: Controle do refrigerante.

http://server01/cnc/programacao/linguagem/codigo_iso/funcoes/funcao_m.htm (1 of 4) [29-06-2001 11:34:20]


Função M

FUNÇÃO M09: Maquinação sem refrigeração


(desactiva a refrigeração).

FUNÇÃO M10: Actua os sistemas de fixação da


peça.

FUNÇÃO M11: Desactiva os sistemas de fixação


da peça.

FUNÇÕES M13 e M14: Combinações do uso de


refrigerante com o início e sentido de rotação do
eixo (M13 sentido horário e M14 sentido anti-
horário).

FUNÇÃO M15 e M16: Movimento rápido na


direcção positiva (M15) e na direcção negativa
(M16).

FUNÇÕES M03, M04, M05 e M19: Comando da


árvore principal.

Na execução do controle com saída


analógica da velocidade de rotação da
árvore, são utilizadas as seguintes letras M
para o controle da referida árvore.

M03 sentido de rotação da árvore para a direita.

M04 sentido de rotação da árvore para a


esquerda.

M05 paragem da árvore sem orientação.

http://server01/cnc/programacao/linguagem/codigo_iso/funcoes/funcao_m.htm (2 of 4) [29-06-2001 11:34:20]


Função M

M19 paragem da árvore orientada.

Para funções complementares deste grupo


existe uma forma ampliada de escrever
endereços (blocos) com saída do nº de
árvore (dependente do tipo de controle),
por exemplo, para um determinado
fabricante:

M2 = 19 S...

2 indicação do número da árvore


19 função M nº 19
S.... ângulo desejado S (ângulo de
paragem da ferramenta).

Com M19, é possível parar de forma


orientada a árvore principal, a
programação do ângulo correspondente no
seguimento do endereço S realiza-se em
grados.

O ângulo mede-se desde o sinal de origem


no sentido direito de rotação. O ângulo de
posicionamento programado sob o
endereço S actua modalmente, ou seja
fica activa até que outra função o anule.

Ao programar M19 sem S, o valor


memorizado para o ângulo é activo, quer
dizer, a programação de M19 para
paragem repetida.

M19 não apaga M03 nem tão pouco M04.

FUNÇÃO M21: Maquinação em espelho, segundo


o eixo X.

FUNÇÃO M22: Maquinação em espelho, segundo


o eixo Y

FUNÇÃO M23: Desactiva a imagem em espelho.

FUNÇÕES M40 a M45: Reservada para uso de


caixas de velocidades (quando existentes).

http://server01/cnc/programacao/linguagem/codigo_iso/funcoes/funcao_m.htm (3 of 4) [29-06-2001 11:34:20]


Função M

FUNÇÕES COMPLEMENTARES LIVRES.

Todas as funções complementares são de


livre disposição, com excepção de M00,
M01, M02, M03, M04, M05, M19, M30,
M36 e M37.

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Função S

Função "S"
Sob o endereço S podem introduzir-se [ Função "M" ] [ Função "S" ]
discrecionalmente: [ Função "T" ] [ Auxiliar "H" ]
-
a velocidade de rotação da árvore em min [ Anterior ] [ Seguinte ]
1 ou 0,1min-1 X.
a velocidade de corte em min-1 ou 0,1
min-1.
a limitação da velocidade de rotação da
árvore em min-1 ou 0,1-1 X.
a paragem da árvore em grados.
O tempo de paragem em rotações.

Para a palavra N existe a forma ampliada de


escrever endereços com indicação do nº da
árvore, por exemplo, segundo um determinado
fabricante:

S 2 = 1000
2 é a indicação do nº da árvore.
1000 é a velocidade de rotação da árvore.

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Função T

Função "T"
Define o local (endereço) correspondente a uma
determinada ferramenta. Quando a máquina
dispõe de dispositivos de mudança automática
de ferramenta, é necessário indicar no programa
qual a ferramenta a utilizar, mais
concretamente, onde é que ela se encontra no
armazém das ferramentas. [ Função "M" ] [ Função "S" ]
[ Função "T" ] [ Auxiliar "H" ]
O número da ferramenta determina a ferramenta [ Anterior ] [ Seguinte ]
necessária para a fase de maquinação.

T 1234....
T é o endereço.
1234... Nº da ferramenta (segundo o controlo de
4 a 8 dezenas como máximo).

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Auxiliar H

Auxiliar "H"
Função Auxiliar "H"

Para funções de manobra na máquina, ou de [ Função "M" ] [ Função "S" ]


movimento que não estão subordinadas ao controlo [ Função "T" ] [ Auxiliar "H" ]
numérico, está disponível com o endereço H, uma [ Anterior ]
função auxiliar por sequência, na qual se podem
programar, segundo o controlo, um máximo de 4 ou 8
dezenas.

O significado das funções pode ver-se nas instruções de


programação do fabricante da máquina-ferramenta.

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Instruções de Programação

Instruções de Programação
Deslocação do ponto de origem [ O que é o CNC? ]
[ Metodologia da Programação ]
A deslocação do ponto de origem, é a distância entre o [ Linguagem da Programação ]
ponto de origem da peça W (de onde parte a cotagem) [ Instruções de Programação ]
e o ponto de origem da máquina M. [ Controle da Trajectória ]
[ Anterior ] [ Seguinte ]
No painel de comando dão-se as instruções com os
valores para a deslocação do ponto de origem, quando
da instalação do programa.

Deslocação da origem
Deslocações seleccionadas

O cálculo efectua-se para o ponto final de sequência de


cotas absolutas, quando o eixo em causa está
programado.

Com G54 a G57 pode-se seleccionar, para os distintos


eixos, 4 deslocações de origem seleccionáveis com os
ajustes, em cada um deles.

http://server01/cnc/programacao/instrucoes_programcao.htm (1 of 3) [29-06-2001 11:35:29]


Instruções de Programação

Deslocação de origem seleccionável


Com as funções G58 e G59 podem-se programar, uma
deslocação da origem adicional, para todos os eixos
existentes (X, Y, Z ou 4º eixo), segundo as direcções
dos eixos.

Os valores programados somam-se, no cálculo do


deslocamento, aos valores da deslocação de origem
seleccionável e á compensação adicional externa.

Para peças torneadas o ponto-zero da peça deveria ser


determinado na linha de eixo da árvore, no lado direito
ou esquerdo do contorno da peça acabada.

Para peças fresadas recomenda-se, em geral, definir o


ponto-zero da peça num canto externo da mesma.

Ocasionalmente o ponto-zero da peça é também


denominado de ponto zero do programa.

A posição do ponto-zero da peça é escolhido de tal


forma que:

os valores das coordenadas possam ser


tomadas, de preferência, directamente no
desenho;
facilite uma orientação na sujeição, preparação
e controle do sistema de medição.

http://server01/cnc/programacao/instrucoes_programcao.htm (2 of 3) [29-06-2001 11:35:29]


Instruções de Programação

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Controle Trajectória

Controle da Trajectória
Dirigir o correcto posicionamento da trajectória da [ O que é o CNC? ]
ferramenta é o fim fundamental do comando numérico. [ Metodologia da Programação ]
[ Linguagem da Programação ]
Seguir uma trajectória a uma velocidade de avanço [ Instruções de Programação ]
determinada, maquinando enquanto esta se realiza, [ Controle da Trajectória ]
requer todo um conjunto de técnicas de controle [ Anterior ]
bastante desenvolvidas.

São dois os aspectos principais de controle:

Seguir uma trajectória com a máxima precisão,


que em caso de operações, tais como rectificar,
esta pode ser extrema.
Realizar estes movimentos a uma velocidade que
seja a mais adequada, segundo a opinião dos
técnicos. Esta velocidade influirá em múltiplos
factores como são: tolerâncias finais, rugosidade
de acabamento, vida das ferramentas, etc.

As trajectórias a seguir obtêm-se segundo cálculos


geométricos de diversa complexidade. As curvas e
superfícies complexas aproximam-se a trajectórias
maus simples, conseguidas mediante o processo
chamado interpolação.

[ Subir ] [ Ponto Programado ] [ Interpolação ]


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http://server01/cnc/programacao/controlo_trajectoria.htm [29-06-2001 11:35:41]


Ponto Programado

Ponto Programado
As ferramentas utilizadas têm um raio de acabamento, [ Ponto Programado ]
que como é evidente são submetidas ao desgaste. [ Interpolação ]
O ponto de contacto peça/ferramenta é variável
segundo seja a orientação das superfícies a maquinar,
quer dizer, depende das posições relativas da peça e da
ferramenta, ao usar-se um sistema de coordenadas
fixas.

Por esta razão, deve-se programar a trajectória de


outros pontos da ferramenta que não variam durante a
maquinação, o movimento de estes pontos, deve
provocar que a ferramenta siga o perfil desejado.

Hoje em dia os modernos CNC permitem programar os


trabalhos das peças, como se as ferramentas
empregues tivessem raio zero, ou o que é o mesmo,
internamente o controle calcula a trajectória do ponto
de referência durante a execução do programa.
Para tal, vai calculando a compensação do raio da
ferramenta, quatro ou cinco blocos á frente do bloco
que no momento se encontra em execução.

http://server01/cnc/programacao/controle/ponto_programado.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:35:56]


Ponto Programado

Geralmente são dois os pontos que se consideram na


ferramenta.

A título de exemplo, vamos estudar como se realiza a


correcção da trajectória em dois exemplos, sendo os
restantes casos, calculados pelo CN de forma similar.

[ Subir ] [ Trajectória Rectilínea ] [ Trajectória da maquinação ]


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Trajectória Rectilínea

Trajectória Rectilínea
com ponto programado da origem do raio da ponta

Neste caso, como se vê na figura, existe uma [ Trajectória Rectilínea ]


correcção da situação do centro da curva de remate. [ Trajectória da maquinação ]

Raio a programar para a interpolação R1 – R

Deslocação do centro do círculo de interpolação: ∆ X =


R ; ∆ Z1 = R

∆Z = R

http://server01/cnc/programacao/controle/ponto/trajectoria_rectilinea.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:36:22]


Trajectória Rectilínea

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Trajectória Maquinação

Trajectória da maquinação
de uma curva de união com um ponto programado (intersecção das tangentes)

A trajectória do ponto programado está deslocada [ Trajectória Rectilínea ]


acima do exterior do perfil da peça a maquinar. [ Trajectória da maquinação ]

As deslocações dos pontos X e Z desta trajectória em


relação ao perfil calculam-se pelas fórmulas
apresentadas na figura.

∆Z1 é a deslocação do ponto programado em relação ao perfil


∆X = 0;∆Z = R (início da curva)
Raio a programar para a interpolação: R1 - R
Deslocação do centro do círculo de interpolação: ∆X1 = R; ∆Z1 = R

http://server01/cnc/programacao/controle/ponto/trajectoria_maquinacao.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:36:34]


Trajectória Maquinação

Estes são os exemplos de como se calcula a trajectória


do ponto de referência da ferramenta de acordo com o
raio e o desgaste desta.

O desgaste deve ser calculado em média, como se verá


noutros capítulos, armazenando-se a correcção
adequada para cada ferramenta.

Os modernos CNC incluem grande número de funções


para realizar cálculos de trajectória, assim como para
facilitar operações comuns e repetitivas.
Vão-se estudando, uma após outra, estas funções
começando pela interpolação.

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Segurança

Segurança
Precauções de segurança

Este capítulo descreve as precauções de segurança [ Indicações ] [ Precauções ]


relativas ao uso de comandos CNC. [ Programação ]
[ Manuseamento ]
É fundamental que os utilizadores respeitem estas [ Manutenção Diária ][ Anterior ]
precauções para garantir um funcionamento seguro
das máquinas, equipadas com um controlo CNC.

Observe que algumas precauções são relativas


unicamente a funções específicas, e, por conseguinte,
talvez não correspondam a determinados comandos
CNC.

Os utilizadores também devem observar as precauções


de segurança relativas à máquina, como se descreve
no respectivo manual fornecido pelo fabricante da
máquina-ferramenta a utilizar.

Antes de tentar utilizar a máquina ou criar um


programa para controlar o funcionamento da máquina,
o operador deve estudar a fundo o conteúdo deste
manual e o correspondente manual fornecido pelo
fabricante da máquina-ferramenta.

Temas

1. Definição das indicações de aviso,


precaução e nota

2. Avisos e precauções gerais

3. Avisos e precauções relativos à


programação

4. Avisos e precauções relativos à utilização

5. Avisos relativos à manutenção diária

http://server01/cnc/seguranca.htm (1 of 2) [29-06-2001 11:39:51]


Segurança

[ Subir ] [ Indicações ] [ Precauções ] [ Programação ] [ Manuseamento ] [ Manutenção Diária ]


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Indicações

Indicações
Definições das indicações de aviso, preparação e nota

Este manual inclui precauções de segurança para [ Indicações ] [ Precauções ]


proteger o utilizador e impedir danos na máquina. As [ Programação ]
precauções classificam-se em aviso e precaução [ Manuseamento ]
segundo a sua influência na segurança.
[ Manutenção Diária ]
Antes de mais, a informação complementar descreve-se
[ Seguinte ]
como nota. Leia na integra as indicações de aviso,
precaução e nota antes de tentar utilizar a máquina.

AVISO

Aplica-se quando existe perigo de que o utilizador fique


ferido, ou quando existe perigo, de que resulte lesão no
utilizador e danos no equipamento se não se observam
os procedimentos em vigor.

PRECAUÇÃO

Aplica-se quando existe perigo de danificar o


equipamento se não for observado o procedimento em
vigor.

NOTA

A nota utiliza-se para facilitar informação complementar


distinta da incluída em aviso e precaução.

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Precauções

Precauções
Avisos e Precauções Gerais

AVISO [ Indicações ] [ Precauções ]


[ Programação ]
1. Nunca tente maquinar uma peça sem primeiro [ Manuseamento ]
comprovar o funcionamento da máquina. Antes [ Manutenção Diária ]
de começar um lote de produção, assegure-se de [ Anterior ] [ Seguinte ]
que a máquina funciona correctamente
executando um arranque de teste da máquina,
utilizando para isso, por exemplo, a função passo
a passo, controle de avanço ou bloqueio da
máquina, ou utilizando a máquina sem
ferramenta nem peças montadas. Se não se
assegurar de que a máquina funciona
correctamente, a máquina poderá apresentar um
comportamento inesperado, chegando a danificar
a peça e, ou a máquina mesmo, ou lesionando o
utilizador.
2. Antes de utilizar a máquina, comprove
integralmente os dados introduzidos.
A utilização da máquina com dados
incorrectamente introduzidos, pode resultar num
comportamento inesperado da máquina,
chegando a provocar danos à peça e, ou à
máquina, ou lesões ao utilizador.
3. Assegure-se de que a velocidade de avanço
especificada é a adequada ao funcionamento
previsto. Por regra geral, para cada máquina
existe uma velocidade de avanço máquina
admissível. A velocidade de avanço varia em
função da operação (tipo de material e
ferramenta) prevista.
Consulte o manual fornecido com a máquina para
determinar a velocidade máxima admissível. Se
uma máquina é utilizada a uma velocidade
diferente da correcta, pode comportar-se de
maneira imprevista, chegando a provocar danos
na peça e ou na máquina mesmo ou ao
utilizador.
4. Quando utiliza uma função de compensação da
ferramenta, comprove integralmente o sentido e
valor da compensação.
A utilização da máquina com dados
incorrectamente especificados pode provocar um
comportamento inesperado da máquina,
chegando a provocar danos na peça e ou na
máquina mesmo ou lesões ao utilizador.
5. Os parâmetros para o CNC vêem configurados da
fábrica. Habitualmente não é necessário
modificámos. Se não tiver outra alternativa pode
alterar um parâmetro, sem restrições,
assegurando-se de que conhece perfeitamente a

http://server01/cnc/seguranca/precaucoes.htm (1 of 3) [29-06-2001 11:40:11]


Precauções

função do parâmetro antes de realizar qualquer


modificação.
Se não se configura correctamente um
parâmetro, pode produzir-se uma resposta
inesperada da máquina, chegando a danificar a
peça e, ou a máquina, ou provocar lesões no
utilizador.
6. Imediatamente depois de ligar a tensão, não
toque em nenhuma das teclas do painel MDI
antes que o CNC apareça no ecrã a visualização
de posição ou de alarmes.
Algumas das teclas do painel MDI servem para a
manutenção ou outras operações especiais. Ao
pulsar qualquer uma destas teclas, o CNC pode
abandonar o seu estado normal. Se se arranca a
máquina quando o CNC está neste estado, a
máquina pode responder de maneira imprevista.
7. O manual do operador e o manual de
programação fornecidos junto com o CNC
proporcionam uma discrição global das funções
da máquina, incluindo quaisquer funções
operacionais. Observe que as funções
operacionais variam de um modelo de máquina
para outro. Por conseguinte, algumas das
funções descritas nos manuais talvez não
estejam disponíveis, na realidade, no caso de um
modelo concreto. Se tiver qualquer duvida,
comprove a especificação da máquina.
8. É possível que algumas funções sejam
implementadas a pedido do fabricante da
máquina-ferramenta. Quando utilizar tais
funções, consulte o manual fornecido pelo
fabricante da máquina-ferramenta para mais
detalhes sobre a utilização, e quaisquer
precauções associadas às mesmas.

NOTA

Os programas, parâmetros a variáveis de macro estão


armazenados na memória RAM do CNC. Habitualmente,
conservam-se ainda quando se desliga a corrente.
Ocasionalmente, tais dados poderiam apagar-se por
descuido, ou poderia ser necessário apagar tais dados
da memória RAM para uma eliminação de erros.
Para evitar que ocorra o anteriormente descrito e
assegurar uma rápida restauração dos dados apagados,
tem de existir uma cópia de segurança de todos os
dados vitais e manter a cópia de segurança num lugar
seguro.

http://server01/cnc/seguranca/precaucoes.htm (2 of 3) [29-06-2001 11:40:11]


Precauções

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Programação

Programação
Avisos e Precauções relativos à programação

Este capítulo trata das principais precauções de [ Indicações ] [ Precauções ]


segurança relativas à programação. Antes de tentar [ Programação ]
correr algum programa, leia atentamente o manual de [ Manuseamento ]
utilizador e o manual de programação fornecidos, para [ Manutenção Diária ]
conhecer a fundo o seu conteúdo.
[ Anterior ] [ Seguinte ]

AVISO

1. Definição do sistema de coordenadas

Se um sistema de coordenadas se define


incorrectamente, a máquina poderá apresentar uma
resposta inesperada, como consequência de o
programa enviar uma ordem de deslocamento, que
seria tida como válida.

Tal operação imprevista poderia danificar a ferramenta,


a máquina mesmo, a peça ou provocar lesões ao
utilizador.

2. Posicionamento em interpolação não linear

Quando se executa um posicionamento em interpolação


não linear mediante deslocamento não linear entre os
pontos inicial e final, deve confirmar-se
minuciosamente a trajectória da ferramenta antes de
iniciar a programação.

O posicionamento implica uma operação com avanço


rápido, se a ferramenta colidisse com a peça, poderia
danificar a ferramenta, a máquina mesmo, a peça ou
provocar lesões ao utilizador.

3. Função em que intervém um eixo de rotação

Quando se programa a interpolação em coordenadas


polares, e o controlo em direcção normal
(perpendicular), preste uma especial atenção à
velocidade do eixo de rotação. Uma programação
incorrecta pode provocar que a velocidade do eixo de
rotação seja excessivamente alta, de tal maneira que a
força centrifuga provoque que o mandril ou prato deixe
soltar a peça, se esta não está bem montada.

Tal incidente é provável que provoque danos na


ferramenta, na máquina, na peça e lesões no utilizador.

http://server01/cnc/seguranca/programacao.htm (1 of 4) [29-06-2001 11:40:22]


Programação

4. Conversão de valores polegadas/métricos

A troca entre a entrada de valores em polegadas e


valores métricos não converte as unidades de medida
dos dados, tais como, a deslocação da origem da peça,
parâmetros e posição actual.

Antes de por a máquina em funcionamento, por


conseguinte, verifique quais são as unidades de
medida que se estão a utilizar. Uma tentativa de
executar uma operação com dados inválidos poderia
provocar danos na ferramenta, na máquina, na peça ou
lesões no utilizador.

5. Controlo de velocidade de corte /tangencial


constante

Quando um eixo sujeito a controlo de velocidade de


corte (tangencial) constante se aproxima da origem do
sistema de coordenadas da peça, a velocidade da
árvore talvez aumente excessivamente. Por este
motivo, é preciso especificar uma velocidade máxima
admissível. A especificação incorrecta de uma
velocidade máxima admissível pode provocar danos na
ferramenta, na máquina, na peça ou lesões no
utilizador.

6. Comprovação do limite de percurso

Depois de ligar a tensão, execute uma volta manual ao


ponto de referência segundo seja necessário. A
comprovação do limite de percurso não é possível antes
de executar a volta manual ao ponto de referência.
Verifique se está inibida a comprovação do limite do
percurso, visto que não se activará um alarme até que
não se ultrapasse um limite do percurso, podendo isto
provocar danos na ferramenta, na máquina, na peça ou
lesões no utilizador.

7. Comprovação de interferência de porta-


ferramentas

Uma comprovação de interferência de porta-


ferramentas, executa-se com base nos dados de
ferramenta especificados durante o funcionamento
automático. Se a especificação de ferramenta, não
coincide com a ferramenta realmente utilizada, não se
pode executar correctamente a comprovação da
interferência, podendo chegar a danificar a ferramenta,
a máquina ou provocar lesões no utilizador.

Depois de ligar a tensão, ou depois de seleccionar


manualmente um porta-ferramentas, arranque sempre
o funcionamento automático e especifique o número da

http://server01/cnc/seguranca/programacao.htm (2 of 4) [29-06-2001 11:40:22]


Programação

ferramenta que deseja utilizar.

8. Modo absoluto/incremental

Se um programa criado com valores absolutos está a


ser executado em modo incremental ou vice-versa, a
máquina poderia responder de maneira imprevista.

9. Selecção do plano

Se for especificado um plano incorrecto para


interpolação circular, interpolação helicoidal ou um
ciclo fixo, a máquina poderia responder de maneira
imprevista. Consulte as instruções das respectivas
funções para mais detalhes.

10. Ciclo fixo

Antes de iniciar um ciclo fixo, aplique a designação da


função respectiva. Se se especifica um ciclo fixo, sem
que realmente se esteja a aplicar a definição dos
limites, executar-se-á uma ordem de deslocamento
sem executar o ciclo.

11. Imagem espelho programável

Observe que as operações programadas variam


consideravelmente quando é utilizada uma imagem
espelho programada.

12. Função de compensação

Se uma ordem baseada no sistema de coordenadas de


máquina ou uma ordem de regresso ao ponto de
referência, se envia no modo de função de
compensação, a compensação anula-se
temporariamente, dando como resultado um
comportamento imprevisto da máquina.

Antes de enviar qualquer das ordens anteriores, por


conseguinte, anule sempre o modo de função de
compensação.

http://server01/cnc/seguranca/programacao.htm (3 of 4) [29-06-2001 11:40:22]


Programação

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Manuseamento

Manuseamento
Avisos e Precauções relativas ao Manuseamento

Este capítulo apresenta precauções de segurança [ Indicações ] [ Precauções ]


relativas ao manuseamento das máquinas ferramentas. [ Programação ]
[ Manuseamento ]
Antes de tentar utilizar a máquina, leia atentamente o [ Manutenção Diária ]
manual do operador e manual de programação [ Anterior ] [ Seguinte ]
fornecidos para conhecer a fundo o seu conteúdo.

AVISO

1. Funcionamento manual

Quando a máquina funcionar manualmente, determine


a posição actual da ferramenta e da peça e assegure-se
de que se tenha especificado correctamente o eixo de
deslocamento, o sentido de deslocamento e da
velocidade de avanço. Um funcionamento incorrecto da
máquina pode provocar danos na ferramenta, na
máquina, na peça ou lesões no operador.

2. Deslocação manual ao ponto de referência

Depois de ligar a tensão, execute uma deslocação


manual ao ponto de referência, segundo seja
necessário. Se utilizar a máquina, sem primeiro
executar uma movimento manual ao ponto de
referência, esta poderá responder de maneira
imprevista. Não é possível uma comprovação do limite
da deslocação, sem primeiro executar uma deslocação
manual ao ponto de referência. Uma operação
imprevista da máquina poderia danificar a ferramenta,
a máquina a peça ou provocar lesões no utilizador.

3. Ordem numérica manual

Quando enviar uma ordem numérica manual, determine


a posição actual da ferramenta e da peça e assegure-se
de que se tenha especificado correctamente o eixo de
deslocamento, o sentido de deslocamento e de que os
valores introduzidos são válidos.

Se tentar utilizar a máquina com uma ordem não válida


especificada poderia resultar na danificação da
ferramenta, da máquina, da peça ou provocar lesões ao
operador.

4. Avanço manual por volante

http://server01/cnc/seguranca/utilizacao.htm (1 of 4) [29-06-2001 11:43:09]


Manuseamento

No avanço manual por volante, ao rolar o volante com


um factor de escala grande, por exemplo 100, a
ferramenta e a mesa afastam-se com rapidez. Um
manuseamento negligente pode provocar danos na
ferramenta e ou na máquina ou provocar lesões no
utilizador.

5. Sobre controlo inibido

Se se inibir o sobrecontrolo ( em função da


especificação numa variável de macro) durante a
roscagem, rosca rígida com macho ou durante outras
operações de roscagem com macho, não se pode
manter a velocidade, podendo resultar na danificação
da ferramenta, da máquina, da peça ou lesões no
operador.

6. Operação de origem / pré-ajuste

Basicamente nunca tente uma operação de origem /


pré-ajuste quando a máquina está em utilização sob o
controlo de um programa. Pelo contrário, a máquina
poderia responder de maneira imprevista, podendo
chegar a danificar a ferramenta, a máquina, a peça ou
provocar lesões ao utilizador.

7.

Uma intervenção manual, um bloqueio de máquina ou


uma função de imagem espelho podem provocar um
desvio do sistema de coordenadas de máquina. Antes
de tentar utilizar a máquina sob o controlo de um
programa, confirme minuciosamente o sistema de
coordenadas.

Se a máquina está em utilização, sob o controlo de um


programa, sem que se permita nenhum desvio do
sistema de coordenadas da peça, a máquina poderia
responder de forma imprevista, podendo chegar a
danificar a ferramenta, a máquina, a peça ou provocar
lesões ao operador.

8. Selectores / interruptores do painel de


operador de Software e dos menus

A utilização dos selectores / interruptores do painel de


operador de software e dos menús, juntamente com o
painel MDI, permite especificar operações não
suportadas pelo painel de operador da máquina, tais
como a alteração do modo, modificação de valor de
sobrecontrolo e ordens de avanço manual continuo.
Observe-se, se forem activadas por descuido teclas do
painel MDI, a máquina poderia responder de maneira
imprevista, podendo chegar a danificar a ferramenta, a

http://server01/cnc/seguranca/utilizacao.htm (2 of 4) [29-06-2001 11:43:09]


Manuseamento

máquina, a peça ou provocar lesões no utilizador.

9. Intervenção manual

Se for executada uma intervenção manual durante o


funcionamento programado da máquina, a trajectória
da ferramenta pode variar quando se reinicia a
máquina. Antes de reiniciar a máquina, depois da
intervenção manual, por conseguinte, confirme os
ajustes dos interruptores de manual absolutos,
parâmetros e modo de programação absoluta /
incremental.

10. Suspensão de avanços, sobre-controlo e modo


passo a passo

As funções de suspensão de avanços, sobrecontrolo de


avanços e modo passo a passo, podem inibir-se
empregando a variável do sistema de macro cliente
#3004. Tenha cuidado quando utiliza a máquina nestas
condições.

11. Ensaio em vazio

Habitualmente um ensaio em vazio utiliza-se para


confirmar o funcionamento da máquina.

Durante o ensaio vazio, a máquina funciona à


velocidade de ensaio em vazio a qual é diferente da
correspondente velocidade de avanço programada.

Observe que a velocidade de ensaio em vazio às vezes


pode ser superior à velocidade de avanço programada.

12. Compensação de raio da ferramenta (fresa) e


raio da pastilha de ferramenta no modo MDI

Preste uma especial atenção a uma trajectória de


ferramenta especificada por uma ordem de modo MDI,
e a que não se aplica a compensação do raio da
ferramenta ou raio da pastilha de ferramenta. Quando
se introduz uma ordem desde o MDI para interromper o
modo automático, no modo de compensação de raio da
ferramenta, ou de raio da pastilha da ferramenta,
preste uma especial atenção à trajectória da ferramenta
quando posteriormente se reassume o funcionamento
automático.

Consulte as descrições das correspondentes funções


para mais detalhes.

13. Edição de Programa

http://server01/cnc/seguranca/utilizacao.htm (3 of 4) [29-06-2001 11:43:09]


Manuseamento

Se se pára a máquina, depois de editar o programa de


maquinação (modificação, inserção ou apagar), a
máquina poderia responder de forma imprevista se se
reinicia a maquinação sob o controlo do dito programa.
Basicamente, não modifique, insira ou apague ordens
de um programa de mecanização mediante o que está
em utilização.

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Manutenção Diária

Manutenção Diária
Avisos Relativos à Manutenção Diária

AVISO [ Indicações ] [ Precauções ]


[ Programação ]
1. Substituição da bateria de protecção da [ Manuseamento ]
memória [ Manutenção Diária ]
[ Anterior ]
Quando substitui as baterias de protecção da memória,
mantenha ligada a alimentação eléctrica da máquina
(CNC) e aplique uma ordem de paragem de energia à
máquina. Dado que este trabalho se executa com a
alimentação eléctrica ligada e o armário aberto, está
permitida a realização deste trabalho, unicamente, por
pessoal que tenha recebido uma formação autorizada
em segurança e manutenção.

Quando substituir as baterias, tenha o cuidado de não


tocar nos circuitos de alta tensão

( marcados com ~ e equipados com uma cobertura


isolante).

Tocar nos circuitos de alta tensão desprotegidos supões


um enorme risco de choque eléctrico.

NOTA

O CNC utiliza baterias para conservar o conteúdo da


memória, já que deve conservar dados, tais como
programas, valores de compensação e parâmetros
enquanto não está ligada a alimentação eléctrica
exterior.

Se cair a tensão da bateria, visualiza-se um alarme de


tensão de bateria sob o painel de operador da máquina
ou no ecrã CTR.

Quando se visualiza um alarme de tensão de bateria


baixa, substituem-se as baterias no máximo de uma
semana. Do contrário, perder-se-á o conteúdo da
memória do CNC.

Consulte o capítulo de manutenção do manual de


operador ou do manual de programação para mais
detalhes sobre os procedimentos de substituição da
bateria.

2. Substituição da bateria do codificador absoluto


de impulsos

http://server01/cnc/seguranca/manutencao_diaria.htm (1 of 3) [29-06-2001 11:43:15]


Manutenção Diária

Quando se substituir as baterias de protecção da


memória, mantenha ligada a alimentação eléctrica da
máquina (CNC) e aplique um sinal de paragem de
emergência da máquina. Dado que este trabalho se
realiza com a alimentação eléctrica ligada e o armário
aberto, poderá ser realizado unicamente por pessoal
que tenha recebido uma formação autorizada de
segurança e manutenção.

Quando substituir as baterias, tenha o cuidado de não


tocar nos circuitos de alta tensão (identificados por ~
e equipados com uma cobertura isolante).

Tocar nos circuitos de alta tensão sem protecção


pressupõe um alto risco de choque eléctrico.

NOTA

O codificador absoluto de impulsos utiliza baterias para


conservar a posição absoluta.

Se a tensão da bateria cair, visualiza-se um alarme de


tensão de bateria sob o painel de controlo do operador
da máquina ou no ecrã CRT.

Quando se visualiza um alarme de tensão baixa,


substituem-se as baterias no máximo de uma semana.
Do contrário, serão perdidos os dados de posição
absoluta conservados no codificador de impulsos.

Consulte o capítulo de manutenção do manual de


operador ou do manual de programação para mais
detalhes sobre os procedimentos de substituição da
bateria.

3. Substituição de fusíveis

Para algumas unidades, o capítulo que trata da


manutenção diária, do manual do operador ou no
manual de programação, descreve o procedimento de
substituição de fusível.

Antes de substituir um fusível fundido, sem restrições,


é necessário localizar e eliminar a causa do fusível
fundido.

Por este motivo, está permitida a realização deste


trabalho apenas a pessoal que tenha recebido formação
autorizada sobre segurança e manutenção.

Quando substituir um fusível com o armário aberto,


tenha o cuidado de não tocar nos circuitos de alta

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Manutenção Diária

tensão (identificados por ~ e equipados com uma


cobertura isolante).

Tocar num circuito de alta tensão sem protecção


pressupõe um enorme perigo de choque eléctrico.

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Responsabilidade:
José Mota, Sub Projecto Automação & Robótica
Projecto Delfim
Av. Luisa Tody 416, 1º
2900-455 Setúbal
Telefone: 265-231292 - Fax: 265-535533
E-mail: geral@profoc.pt

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