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ELMG 02 ELETROMAGNETISMO – CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Carga elétrica.

A carga elétrica é uma grandeza fundamental, tal como a massa, o comprimento e o tempo são

grandezas fundamentais na mecânica.

A carga elétrica em repouso ou em movimento exerce forças em outras cargas elétricas em

repouso ou em movimento. Essa nova espécie de força é chamada força eletromagnética e é originada do campo eletromagnético. Evidências experimentais indicam a existência de duas espécies de cargas elétricas: positiva e negativa. Quantitativamente, a menor quantidade de carga elétrica conhecida é a possuída pelo elétron. No sistema internacional de unidade (SI), a carga de um elétron é igual a -1,6 .10 -19 (Coulomb)

Densidade Volumétrica de cargas elétricas v

Consideremos um elemento de volume v que contém uma quantidade de carga líquida (positiva ou negativa) q. Define-se densidade volumétrica de carga, a ser designada por v , no ponto P interno a v por:

q

0

v

=

dq

dv

(

v

=

lim

v

C m

/

3

)

=

A carga total contida no volume vale:

As dimensões de v são grandes quando comparadas com as dimensões atômicas.

Q

vol

v

.dv

(C )

no volume vale: As dimensões de v são grandes quando comparadas com as dimensões atômicas. Q

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Densidade Superficial de Cargas Elétricas ( S )

Se as cargas elétricas estiverem distribuídas sobre uma superfície de espessura infinitesimal, como mostra a figura.

A densidade superficial de cargas elétrica no ponto P interno a S pode ser definida por:

S

= lim

S

0

q

S

=

dq

dS

(

C m

/

2

)

A carga total contida na superfície S vale:

Q

=

S S
S
S

.dS

(C )

contida na superfície S v a l e : Q = S S . dS (

Densidade Linear de Cargas Elétricas ( )

Na hipótese de termos cargas elétricas distribuídas sobre uma linha de seção infinitesimal, a densidade linear de cargas elétricas pode ser definida pela relação:

=

lim

0

q

=

dq

d

(

C m

/

)

A carga total contida na linha vale:

Q

=

.d

(C )

 = lim  0 q  = dq d  ( C m / )

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A Corrente Elétrica.

A carga líquida (positiva ou negativa) que cruza uma superfície por unidade de tempo constitui a

corrente elétrica que flui através desta superfície, que pode ser expressa por:

I

=

lim

t

0

q

t

=

dq

dt

(

C

s

=

A )

No estudo da teoria eletromagnética, estamos interessados em fenômenos que ocorrem em um ponto e não em uma grande região, para isto, vamos introduzir o conceito de densidade de corrente elétrica.

 

A

densidade de corrente será associado a um vetor

J

, chamado vetor densidade de corrente

elétrica com as seguintes características:

de corrente elétrica com as seguintes características: Seja S n uma superfície elementar normal as linhas
de corrente elétrica com as seguintes características: Seja S n uma superfície elementar normal as linhas

Seja S n uma superfície elementar normal as

linhas de corrente, e i a quantidade de corrente elétrica que cruza esta superfície. O vetor

densidade de corrente

( J )

é tal que:

di

dS

n

(

i

0

S

n

=

Módulo

:

J =

lim

S n

A m

/

2

)

Direção e sentido: tangente às linhas de corrente elétrica. (veja a figura ao lado).

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Para uma seção S qualquer deste tubo de corrente, que forma um ângulo com a superfície S n como mostra a figura.

com a superfície S n como mostra a figura. Como sabemos: J = i Então i

Como sabemos:

J

=

i

Então i = J . S . cos

S

n

e sendo:

S

n

=

S . cos

Lembrando do conceito de produto escalar, podemos escrever:

i

=

J S

.

Conhecida a densidade de corrente elétrica em todos os pontos da superfície, podemos calcular a corrente total que cruza esta superfície.

  i = J .dS ( A) S  A densidade de corrente elétrica
i
= J .dS
( A)
S
A densidade de corrente elétrica
J
especifica em
cada ponto não apenas a densidade de corrente,
mas também a direção e sentido de movimento
das cargas positivas.

Um conceito análogo a este corresponde a densidade superficial

de corrente ( ) .

J

Seja n um segmento elementar normal às linhas de corrente e i a quantidade de corrente que cruza n

 n um segmento elementar normal às linhas de corrente e i a quantidade de corrente

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Define-se o vetor densidade superficial de corrente características:

Módulo

:

J =

lim

n

0

i

n

=

di

d

n

(

A m

/

)

J

, ao vetor com as seguintes

Direção e sentido tangente às linhas de corrente.

 

De forma análoga ao vetor densidade de corrente elétrica total que cruza uma linha L apoiada sobre a superfície S

J

, podemos determinar a corrente

i =

L

J

.d

( A)

determinar a corrente i = L  J    . d ( A )

Exercícios:

Um cilindro de raio = 1 cm e altura 2 cm está carregado com uma densidade volumétrica de cargas dada por v = A.e -bz (C/m 3 ). Determinar a quantidade total de cargas elétricas contidas no interior do cilindro, considerando que o eixo coincide com o eixo z e a base está no plano z = 0.

Dada a densidade de corrente

de um cilindro que tem z como eixo, altura h e raio a.

J

0

J =

.

a

, onde J 0 é uma constante, determinar a corrente que sai

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Vetores de Campo

Inicialmente apresentaremos um breve resumo sobre os principais vetores de campos e algumas leis básicas a eles associadas.

Vetor Campo Elétrico

( E )

Experiências demonstraram a existência de um campo de forças próximo a qualquer objeto contendo uma carga elétrica, e este campo de forças atua em qualquer outro objeto carregado. Primeiramente este fenômeno foi observado com os objetos em repouso.

Para dois objetos carregados, observou-se que a força é dada por:

F

= k

.

Q

1

. Q . a

r

2

2

r

 

(

N

)

Onde:

F

: Força resultante (N)

 

Q

1

: Carga efetiva do primeiro objeto (C)

Q

2

: Carga efetiva do segundo objeto (C)

a

r

r

: vetor unitário na direção da linha que une os centros das duas cargas.

: distância efetiva entre os centros das duas cargas.

Esta observação foi feita por Charles Coulomb em 1775 e o resultado expressa a Lei de Coulomb.

No sistema internacional:

0

=

1 k = onde é permissividade do meio (F/m) 4 . 1 9 .10 (
1
k =
onde é permissividade do meio (F/m)
4
.
1
9
.10 (
F m
/
)
36
.

Para o vácuo ou ar:

=

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Em vista disto, deduziu-se que cada objeto carregado produz um campo de forças

E

1

e

E

2

tal

que a força em Q 1 pode ser escrita por:

e a força sobre Q 2 pode ser escrita através de:

Esta experiência mostrou que cargas estáticas produzem campos de forças que exercem forças sobre outras cargas estáticas. A este campo de forças deve-se o nome de Campo Elétrico.

É comum expressar a permissividade de um meio qualquer como múltipla da permissividade do

vácuo através da permissividade relativa

F

1

=

Q . E

1

2

F

2

=

Q .E

2

1

(

r

)

, definida por:

= r 0
=
r
0

Uma segunda experiência estabeleceu que um campo elétrico estático (eletrostático) é um campo conservativo, ou seja uma pequena carga em um campo eletrostático não requer um trabalho total quando é movido ao longo de um percurso fechado, que pode ser matematicamente expressa por:

 

 

 

Fd  . = 0 ou Ed  . = 0

Fd

.

= 0

ou

Fd  . = 0 ou Ed  . = 0

Ed

.

= 0

c

c

Esta equação também estabelece que o campo eletrostático

tem rotacional nulo.

Uma terceira experiência estabelece que a divergência do campo eletrostático é proporcional a densidade de carga, que pode ser matematicamente expressa por:

 EdS . =  Q S
EdS . =
Q
S

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Vetor densidade de Fluxo Elétrico ou vetor Deslocamento

(D)

O vetor Campo Elétrico criado em um ponto P, por uma carga puntiforme distante r de P é dado

por:

D

1

Q . a

2

r

a

r

r

=

E =

. E

=

. Multiplicando os dois lados da igualdade por e analisemos o resultado.

4

.

Q

.

4 . r

2

.

onde 4 .r

2

: área da superfície esférica de raio r

Portanto a intensidade do vetor D tem dimensão de carga por unidade de área, e por esta razão

este vetor é chamado de vetor densidade de fluxo elétrico.

Q Q

=

4 . r

2

S

(

D =

C m

/

2

)

Generalizando este conceito para uma superfície fechada qualquer S, demonstra-se que:

para uma superfície fechada qualquer S, demonstra-se que: S  DdS  . = Q Onde:

S

DdS

.

= Q

Onde:

qualquer S, demonstra-se que: S  DdS  . = Q Onde:  dS : vetor

dS : vetor área elementar normal a superfície fechada S e saindo.

Q : Carga total interna a superfície fechada S (C)

 

O vetor densidade de fluxo elétrico

D

está associado apenas às

cargas contidas no interior da superfície fechada S e portanto não

depende de qualquer outro fator, dependendo apenas das fontes do campo elétrico, qual sejam as cargas elétricas.

 

O termo vetor deslocamento equações de Maxwell.

D

será explicada mais tarde, quando da apresentação das

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Diferença de Potencial.

Para entender o conceito de diferença de potencial, lançaremos mão do conceito de trabalho realizado por uma força.

Seja A e B dois pontos quaisquer do espaço onde há um campo elétrico

abaixo. Calculemos o trabalho realizado por um agente externo ao levar uma carga q positiva de A até B, ou seja, contra o campo elétrico.

como mostra a figura

E

seja, contra o campo elétrico. como mostra a figura  E     Se F
 

Se

F

é a força aplicada pelo campo elétrico

E

à carga q, o agente

externo deve vencer tal força para levar a carga de A até B. Assim, o

trabalho realizado pelo agente externo é tal que:

B B   W = F .d . cos  = F .d 
B
B
 
W
=
F .d . cos
=
F .d
( J )
A
A

O sinal negativo é devido a convenção de considerarmos positivo o

trabalho realizado pelo agente externo. Como sabemos que: F

W

=

B

A

qEd

 

=

.

.

B

 

q Ed

.

.

A

W

q

=

B A
B
A

 

E .d

( J / C )

= q . E

O resultado obtido corresponde ao trabalho realizado para levar uma carga unitário do ponto A ao ponto B. A este termo, chamamos de diferença de potencial entre os pontos A e B, medida em (J/C = V = volt).

V AB =

B

A

 

Ed

.

(

V

=

J

C

)

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Vetor Campo de Induções Magnéticas ou vetor Densidade de fluxo magnético ou vetor

Campo magnético

(B)

A definição mais simples do campo magnético uma carga em movimento.

(B)

está associada ao efeito por ele produzido em

Em um ponto do espaço existe um campo magnético

velocidade

v

sofre a ação de uma força dada por:

F

(B)

, quando uma carga q dotada de

=

q.vxB

( N )

No sistema internacional, a dimensão de B é dada por:

[ B ] =

Ns .

=

Cm .

T Tesla

(

)

=

Wb

2

m

Da expressão da força, podemos deduzir a Lei de Ampere, correspondente à força aplicada a

um fio de comprimento L e percorrido por uma corrente I, imerso em um campo magnético

(B)

dF

=

dq .

d

dt

xB

( B )   dF = dq .  d  dt  xB 

F

=

dq

dt

  . d xB

F

=

  I . d xB ( N )

L

L

onde:

d : vetor segmento elementar do fio tomado na direção de I

Em particular, para um fio retilíneo de comprimento L situado em um

campo

(B)

uniforme, a expressão da força se reduz a:

em um campo ( B )  uniforme, a expressão da força se reduz a: 

 

F

=

I . LxB ( N )

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Fluxo Magnético ( )

Seja S uma superfície imersa em um campo magnético e em cada ponto

dS

o vetor área elementar normal a S

e em cada ponto  dS o vetor área elementar normal a S Define-se fluxo magnético

Define-se fluxo magnético ( ) ao fluxo do vetor campo magnético

sobre a superfície S, ou

B.dS

=

(Wb Webber )

=

S

Experimentalmente verifica-se que o fluxo magnético sobre uma

superfície fechada S é nulo, ou seja

magnético sobre uma superfície fechada S é nulo, ou seja  .  BdS = 0

.

BdS

= 0

S

superfície fechada S é nulo, ou seja  .  BdS = 0 S Isto estabelece

Isto estabelece que não é possível a existência de fontes pontuais do campo magnético e suas linhas são fechadas (campo solenoidal)

B

Vetor Intensidade Magnética

( H )

Vamos definir precisamente o conceito de corrente concatenada.

Seja portanto, um contorno fechado c orientado arbitrariamente e seja

elementar tangente ao contorno, tomado na mesma orientação dada ao contorno. Escolhemos

agora uma superfície S qualquer que se apóia sobre o contorno c e definimos o vetor área

elementar

sentido do contorno.

d

o vetor segmento

dS

normal a S em cada ponto, orientado segundo a regra da mão direita aplicada ao

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ELMG 02 ELETROMAGNETISMO – CONCEITOS FUNDAMENTAIS Suponhamos agora que esta superfície está imersa em um campo

Suponhamos agora que esta superfície está imersa em um campo de corrente. Define-se corrente concatenada com c a toda corrente que cruza a superfície S e é envolvida por c.

A corrente concatenada é positiva quando seu sentido ao cruzar a

superfície concordar com a orientação do vetor área elementar

negativa em caso contrário.

dS

e

Na figura as correntes concatenadas totais são: i t = -i 1 + i 3 – 3i 4

Lei Circuital de Ampere (LCA) para corrente estacionária (corrente contínua):

 

A circuitação do campo de indução magnética

B

num contorno fechado c é proporcional à

somatória das correntes concatenadas com esse contorno, ou seja:

das correntes concatenadas com esse contorno, ou seja:   B . d = . i

  B.d = .i

t

c

é denominada permeabilidade do meio e

A constante de proporcionalidade

no vácuo

No enunciado da Lei Circuital de Ampere (LCA) foi admitida que a permeabilidade do meio era constante, o que é verdade em casos bem particulares.

Em caso geral, a permeabilidade do meio é variável em função do campo magnético eliminar este inconveniente, expressamos a LCA da seguinte forma:

= 0 =

4.

.10 -7 (H/m)

B

. Para

 

B

B

.
.

d

=

i

t

e chamando

H

=

então

. d  = i t e chamando H = então

c

c

H .d

=

i ( A)

t

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É interessante notar que apesar de

depende do meio e sim das fontes do campo magnético, ou sejam as correntes elétricas.

( H )

ser definido pela relação B/ , a sua circuitação não

Força Eletromotriz (F.E.M)

Para entendermos o conceito de força eletromotriz induzida (f.e.m), analisemos o seguinte problema prático.

induzida (f.e.m), analisemos o seguinte problema prático. A figura ao lado mostra o corte transversal de

A figura ao lado mostra o corte transversal de um elemento de bateria eletrolítica. No processo de carregamento, é

criado um campo elétrico impresso

separação das cargas do eletrólito. Tais cargas ao se concentrarem nas placas da bateria criam um campo

elétrico próprio impresso.

E

i

responsável pela

E

, em oposição ao campo elétrico

Quando

chamada de f.e.m que matematicamente pode ser expressa por:

E

E

i

cessará o movimento de cargas. A diferença de potencial criado por

=

f

.

e m e

.

=

=

A

  E . d =

B

A

B

E d

i

.

=

V

para E

=

E

i

E

é

Note que a f.e.m induzida e está em oposição à diferença de potencial V.

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Lei de Faraday

A f.e.m. total induzida num circuito fechado é igual à taxa de diminuição em relação ao tempo do

fluxo magnético total que enlaça o circuito. Assim, matematicamente:

e =

d

( t )

dt

( V )

Densidade de corrente

J

A densidade de corrente

ponto. Em caso de grande importância prática, é possível assumir uma relação linear entre

e

J

num ponto de um meio condutor é função do campo elétrico nesse

J

=

.

E

E

J

, de modo que podemos escrever:

A constante de proporcionalidade é chamada de condutividade do meio (S/m)

Exercícios

Um fio retilíneo está carregado com uma densidade linear de cargas uniforme . Determinar o vetor deslocamento (densidade de fluxo elétrico) e o campo elétrico nos pontos externo ao fio.

Uma esfera de material de constante dielétrica 1 = 3. 0 de raio = 0,10 m, contém a carga total de

1 C, uniformemente distribuída em seu interior. Uma segunda esfera, de material de constante dielétrica 2 = 5. 0 , raio = 0,20 m, sem carga elétrica, envolve a primeira. O conjunto das duas esferas está imerso no vácuo, cuja constante dielétrica vale 3 = 0 . Determinar: (a) os valores de

D

E

e nos três meios, em função de raio r; (b) Esboçar ao gráficos da variação desses dois vetores em função do raio r.

ELMG 02 ELETROMAGNETISMO – CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Uma esfera de raio a = 1 m, contém a densidade volumétrica de carga v = k/r , com k = cte.

Fora da esfera v = 0. O vetor

C/m 2 e é radial. Determine o valor de k, e o vetor

Um fio condutor cilíndrico, muito longo, de raio a = 3 cm é percorrido pela corrente contínua I.

(0 ≤ r ≤ a).

Dentro do condutor, a distribuição de corrente obedece à relação

Determinar: (a) o valor de I; (b) Os campos

A esfera de raio R 1 contém uma carga elétrica Q distribuída segundo uma densidade volumétrica v = k.r (C/m 3 ). Calcule D e E em todos os pontos do espaço e represente graficamente.

D

, à r = 2 m do centro da esfera, tem módulo constante e igual a 1

em D todos os pontos externos à esfera.

H

i

( r < a) e

H

e

( r > a).

J

=

10

4

.

.

a A m

z

(

/

2

)

e  H e ( r > a).  J = 10 4 . . a

Dados: R 1 = 50 cm; R 2 = 100 cm; 1 = 4. 0 ; 2 = 2. 0 e 3 = 0

Qual a relação entre 2 e 3 de modo que os campos elétricos máximos nos meios (2) e (3) sejam iguais.

campos elétricos máximos nos meios (2) e (3) sejam iguais. Na figura estão representadas as seções

Na figura estão representadas as seções transversais de dois condutores retilíneos e infinitos, percorridos pelas correntes I 1 e I 2 , respectivamente, uniformemente distribuídas em suas seções transversais. Sabe-se que o

campo resultante no ponto 0 1 é

circuitação no contorno (c) do campo magnético é nula. Pede-se: (a) as correntes I 1 e I 2 com os respectivos

sentidos; (b) O campo

B

0

= 16 .

a

y

(

Wb m

/

2

)

e que a

B

nos pontos P e Q.

ELMG 02 ELETROMAGNETISMO – CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Dois condutores retilíneos, infinitos e paralelos são percorridos pelas correntes I 1 e I 2 , uniformemente distribuídas em suas seções transversais. Sabe-se que a

circuitação do campo

percurso (c 1 ) é 3,77.10 -4 (Wb/m) e que o

campo resultante em P é nulo.

Pede-se: (a) a circuitação do campo

contorno (c 2 ); (b) As correntes I 1 e I 2 com

os respectivos sentidos; (c) A intensidade do campo resultante no ponto O.

B (resultante) no

B

no

O plano z = 0 contém a densidade superficial de carga S = 50.x 2 ( C/m 2 ). Determine a carga contida em: (a) cubo com centro na origem, lados iguais a 1,8 m paralelos aos eixos coordenados; (b) cilindro de altura 0,90 m e raio 1,5 m, com eixo coincidente com x e

base no plano x = 0.

Determine a carga total contida em um cubo de lados iguais a 2 m, paralelos aos eixos coordenados. Com vértice na origem, contendo a densidade volumétrica de cargas.

v

=

2 xy

z + 1

(

C m

/

3

)

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