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CONTEC SC-16 Segurança Industrial N-2747 AGO / 2007 USO DA COR EM INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS TERRESTRES

CONTEC SC-16

Segurança Industrial

N-2747

N-2747 AGO / 2007
N-2747 AGO / 2007

AGO / 2007

USO DA COR EM INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS TERRESTRES E MARÍTIMAS 1 a Emenda
USO DA COR EM INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS TERRESTRES E MARÍTIMAS 1 a Emenda

USO DA COR EM INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS TERRESTRES E MARÍTIMAS

1 a Emenda

USO DA COR EM INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS TERRESTRES E MARÍTIMAS 1 a Emenda
INDUSTRIAIS TERRESTRES E MARÍTIMAS 1 a Emenda Esta é a 1 a Emenda da Norma PETROBRAS

Esta é a 1 a Emenda da Norma PETROBRAS N-2747 e se destina a modificar o seu texto nas partes indicadas a seguir:

- Item 5.3:

Alteração no texto da Nota.

- Item 5.11:

Alteração no texto da Nota 3.

Nota:

As novas páginas das alterações efetuadas estão localizadas nas páginas originais correspondentes.

N-2747 JAN / 2006 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 16 Segurança Industrial USO

N-2747

N-2747 JAN / 2006
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JAN / 2006

N-2747 JAN / 2006 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 16 Segurança Industrial USO DA

CONTEC

Comissão de Normalização Técnica

SC - 16

Segurança Industrial

USO DA COR EM INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS TERRESTRES E MARÍTIMAS

Padronização

Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:

“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:

“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora.

As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

termos do direito intelectual e propriedade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas

Apresentação

As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

N-2747 JAN / 2006 SUMÁRIO 1 OBJE TIVO 3 2 DOCUMENTOS CO MPLEMENTARES 3 3

N-2747

N-2747 JAN / 2006
N-2747 JAN / 2006

JAN / 2006

SUMÁRIO

1 OBJETIVO

3

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

3

3 CONDIÇÕES GERAIS

4

4 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

5

5 LISTAGEM POR COR UTILIZADA

6

5.1 VERMELHO (VERMELHO-SEGURANÇA 1547)

6

5.2 AMARELO (AMARELO-SEGURANÇA 2586)

7

5.3 BRANCO (BRANCO 0095)

8

5.4 PRETO (PRETO 0010)

8

5.5 AZUL (AZUL-SEGURANÇA 4845)

8

5.6 VERDE (VERDE-PETROBRAS 3355)

9

5.7 LARANJA (ALARANJADO-SEGURANÇA 1867)

9

5.8 PÚRPURA

9

5.9 LILÁS

10

5.10 CINZA (CINZA CLARO 0065, CINZA-ESCURO 0035)

10

5.10.1 CINZA CLARO 0065

10

5.10.2 CINZA ESCURO 0035

10

5.11 ALUMÍNIO (ALUMÍNIO 0170)

10

5.12 MARROM (MARROM 1822)

11

ANEXO A - LISTAGEM POR ORDEM ALFABÉTICA

12

1 OBJETIVO N-2747 JAN / 2006 1.1 Esta Norma padroniza o uso de cores em

1 OBJETIVO

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1.1 Esta Norma padroniza o uso de cores em equipamentos, instrumentos, tubulações e

seus acessórios e estruturas em geral em todas as instalações industriais terrestres e marítimas da PETROBRAS, para fins de identificação e sinalização de segurança.

1.2

(NR-26). Em caso de conflito entre os documentos de referência, as prescrições da norma regulamentadora n o 26 (NR-26) devem prevalecer. Situações não tratadas nesta Norma

devem ser encaminhadas à Comissão de Normas Técnicas - CONTEC, Subcomissão 16 (Segurança Industrial), para avaliação.

Esta Norma deve ser utilizada em complementação à norma regulamentadora n o 26

1.3 Esta Norma não se aplica a navios petroleiros, navios gaseiros e embarcações de

apoio. Para estes casos deve ser utilizada a norma PETROBRAS N-1503.

1.4 Esta Norma se aplica a partir da data de sua edição.

1.5 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma.

Portaria n o 3214, 08/06/78 - Norma Regulamentadora n o 26 (NR-26) - Sinalização de Segurança;

Portaria MAer n o 1141, 08/12/87 - “Dispõe sobre zonas de proteção e aprova o plano básico de zona de proteção de aeródromos, o plano básico de zoneamento de proteção de helipontos e o plano de zona de proteção de auxílios à navegação aérea”; NORMAM 01 - Normas de Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação em Mar Aberto;

PETROBRAS N-1018

- Identificação de Tanque e de Vaso de Pressão; - Cores; - Algarismos e Letras para Identificação de Equipamentos; - Cores para Pintura de Embarcações; - Identificação de Equipamentos Industriais; - Identificação de Tubulações Industriais;

PETROBRAS N-1219 PETROBRAS N-1278

PETROBRAS N-1503 PETROBRAS N-1521 PETROBRAS N-1522

ABNT NBR 6493 - Emprego de Cores para Identificação de Tubulações;

ABNT NBR 13193

- Emprego de Cores para Identificação de Tubulações de Gases Industriais.

N-2747 JAN / 2006 3 CONDIÇÕES GERAIS 3.1 As cores devem ser usadas nos locais

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3 CONDIÇÕES GERAIS

3.1 As cores devem ser usadas nos locais de trabalho para prevenção de acidentes e

advertindo contra riscos, identificando os equipamentos, delimitando áreas, identificando as tubulações empregadas para a condução de líquidos e gases.

3.2 A utilização de cores não dispensa o emprego de outras formas de prevenção de

acidentes.

3.3 O uso de cores deve ser o mais reduzido possível, a fim de não ocasionar distração,

confusão e fadiga ao trabalhador.

3.4 O corpo das máquinas deve ser pintado em branco, preto ou verde, conforme norma

regulamentadora n o 26 (NR-26).

3.5 Equipamentos e tubulações que estoquem ou processem mais de um fluido devem ser

identificados considerando o fluido que ofereça maior risco aos trabalhadores.

3.6 O uso da cor na identificação simples e promocional em esferas, tanques e vasos de

pressão deve ser feito de acordo com a norma PETROBRAS N-1018.

3.7 Para a pintura de helipontos deve ser atendida a norma NORMAM 01.

3.8 Para a pintura de torres de telecomunicações deve ser atendida a Portaria MAer

n o 1141.

3.9 Tubulações

3.9.1 As tubulações industriais, para condução de líquidos e gases, devem receber a

aplicação de cores, em toda sua extensão, a fim de facilitar a identificação do produto.

Nota: Exceto para as tubulações de água ou líquido gerador de espuma para combate a incêndio, é permitida a identificação de tubulações por meio de faixas em toda extensão, aplicadas nas respectivas cores estabelecidas nesta Norma, desde que autorizado pela Delegacia Regional do Trabalho (DRT) local, ou outro órgão do Poder Público, competente para este fim.

3.9.2 Todos os acessórios das tubulações devem ser pintados nas cores básicas da

tubulação de acordo com a natureza do produto a ser transportado.

3.9.3 Recomenda-se que as tubulações apresentem identificação alfa-numérica (TAG) e

seta indicativa do sentido de fluxo em locais de acesso rotineiro dos operadores. [Prática

Recomendada]

N-2747 JAN / 2006 Nota: Para identificação de e q ui p amentos e tubulações

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Nota:

Para identificação de equipamentos e tubulações devem ser utilizadas as normas PETROBRAS N-1278, N-1521 e N-1522.

3.9.4

A definição de quais tubulações devem receber pintura de proteção depende de

análise que considere, entre outros fatores, o material de fabricação e a agressividade do

ambiente, não sendo escopo desta Norma.

3.9.5 Quando houver a necessidade de uma identificação mais detalhada (concentração,

temperatura, pressões, pureza, produto, destino etc.), é permitido que seja feita diferenciação através de faixas de cores diferentes (cor secundária), aplicadas sobre a cor

básica, conforme FIGURA 1, desde que atendido o item 3.9.1 desta Norma.

50

50

50

9000

50

50

50

NOTAS: 1) A IDENTIFICAÇÃO DEVE SER FEITA POR 3 FAIXAS, ONDE A 1 a E
NOTAS:
1) A IDENTIFICAÇÃO DEVE SER FEITA POR 3 FAIXAS, ONDE A 1 a E A 3 a FAIXAS INDICAM O
FLUIDO OU A REDE E A 2 a FAIXA INDICA A FUNÇÃO OU SUA CARACTERÍSTICA ESPECÍFICA.

2)

DIMENSÕES EM MILÍMETROS.

FIGURA 1 - EXEMPLO DE APLICAÇÃO DE FAIXAS PARA IDENTIFICAÇÃO DE TUBULAÇÃO

3.9.6 Na identificação por meio de faixas nos casos descritos na Nota do item 3.9.1 e no

item 3.9.5 desta Norma, devem ser atendidos os seguintes requisitos:

a) é obrigatória a existência das faixas em regiões de mudança de direção, regiões de conexão ou desconexão rotineira, junto a válvulas, instrumentos e bocais de equipamentos como bombas, compressores, vasos e tanques e antes e após passagem de anteparas e pisos;

b) a adoção de identificação por meio de faixas não dispensa a necessidade de pintura de proteção das tubulações dos sistemas;

c) no caso de tubulações que possuam revestimento térmico aplicado, as tubulações devem ser identificadas através de faixas com cores definidas nesta Norma, sendo as faixas fixadas na parte externa do isolamento térmico;

d) para evitar sobreposição indesejável de cores, quando da aplicação de faixas com informações adicionais, devem ser utilizadas letras pretas sobre fundo branco nas faixas aplicadas sobre as tubulações de tonalidade escura e letras brancas sobre fundo preto nas faixas aplicadas sobre as tubulações de tonalidade clara.

4 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

4.1 O padrão de cores utilizado nesta Norma e a correspondência com a notação Munsell estão descritos na norma PETROBRAS N-1219.

N-2747 JAN / 2006 4.2 As cores adotadas nesta Norma estão definidas na TABELA 1.

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4.2 As cores adotadas nesta Norma estão definidas na TABELA 1.

TABELA 1 - TABELA DE CORES

 

Cores

Notação do Sistema Munsell

Vermelho

VERMELHO-SEGURANÇA 1547

5

R

4/14

Amarelo

AMARELO-SEGURANÇA 2586

5

Y

8/12

Branco

BRANCO 0095

 

N

9.5

Preto

PRETO 0010

 

N 1

Azul

AZUL-SEGURANÇA 4845

2.5

PB 4/10

Verde

VERDE-PETROBRAS 3355

2.5

G 5/10

Laranja

ALARANJADO-SEGURANÇA 1867

2.5

YR 6/14

Púrpura

-

2.5

RP 4/10

Lilás

-

 

2.5 P 6/8

Cinza

CINZA CLARO 0065

 

N

6.5

CINZA-ESCURO 0035

 

N

3.5

Alumínio

ALUMÍNIO 0170

 

-

Marrom

MARROM 1822

2.5

YR 2/4

5 LISTAGEM POR COR UTILIZADA

5.1 Vermelho (VERMELHO-SEGURANÇA 1547)

- bombas do sistema de combate a incêndio;

- caixa com cobertor para abafar chamas;

- caixa de alarme de incêndio;

- equipamentos de combate a incêndio;

- extintores e sua localização;

- hidrantes;

- localização de mangueiras de incêndio (a cor deve ser usada no carretel, suporte, moldura da caixa ou nicho);

- mangueira de acetileno (solda oxiacetilênica);

- painel do “diverter”;

- portas de saídas de emergência;

- rede de água para incêndio (aspersores e “sprinklers”);

- sirenes de alarme de incêndio;

- sistema de controle de BOP (“Blow-Out Preventer”) ;

- sistemas de CO 2 ;

- sistemas de detecção de incêndio;

- tubulação do sistema de incêndio (Ver Nota 1);

- unidade de acionamento de controle do BOP.

Notas: 1) Tubulações do sistema de incêndio devem ser diferenciadas entre si através da identificação por meio escrito, observando o disposto no item 3.9.6 alínea d) desta Norma. 2) O vermelho deve ser usado para distinguir e indicar equipamentos de proteção e combate a incêndio. Não deve ser usado para assinalar perigo, por ser de pouca visibilidade em comparação com o amarelo (de alta visibilidade) e o laranja (que significa alerta).

N-2747 JAN / 2006 3) A cor vermelha pode ser usada excepcionalmente com sentido de

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3) A cor vermelha pode ser usada excepcionalmente com sentido de advertência de perigo:

a) nas luzes a serem colocadas em barricadas, tapumes de construções e quaisquer outras obstruções temporárias; b) em botões interruptores de circuitos elétricos para paradas de emergência.

5.2 Amarelo (AMARELO-SEGURANÇA 2586)

- amarras, âncoras e caçadores;

- área acima da zona de transição de estruturas oceânicas;

- bordas desguarnecidas de aberturas no solo (poços, entradas subterrâneas etc.) e de plataformas que não possam ter corrimões;

- bordas horizontais de portas de elevadores que se fecham verticalmente;

- braços de carregamento;

- catarina e gancho;

- comandos e equipamentos suspensos que ofereçam risco;

- compensador de movimento;

- conjunto do bloco de coroamento;

- corrimão, parapeitos, pisos e partes inferiores de escadas que apresentem risco;

- equipamentos para movimentação de cargas, tais como: empilhadeiras, guindastes, tratores, pontes-rolantes, carretas, vagonetes, monovias e paus de carga;

- escadas, passadiços e plataformas (inclusive corrimãos, guarda-corpos, parapeitos e pisos);

- espelho de degrau de escada;

- faixas no piso da entrada de elevadores e plataformas de carregamento;

- faixas no piso para delimitar e separar as passagens de pedestres das áreas de movimentação de veículos motorizados;

- faixas que sinalizam raio de abertura de portas;

- “kelly spinner” do sistema de rotação;

- meio-fio, onde haja necessidade de chamar atenção para o risco de queda;

- multiconector hidráulico do sistema de prevenção de erupção em poços (“Pods” do BOP);

- paredes de fundo de corredores sem saída;

- pilastras, vigas, postes, colunas e partes salientes de estruturas e equipamentos em que se possa esbarrar;

- “swivel” e “power swivel” do sistema de rotação;

- tubulação de gás inerte (ver Nota 1);

- tubulação de gás natural (ver Nota 2);

- tubulação de gases não liquefeitos (ver Nota 3);

- vasos de gás natural.

Notas:

1) Tubulações de nitrogênio devem ser identificadas com as 1 a e 3 a faixa na cor amarelo e a 2 a faixa na cor cinza claro, conforme norma ABNT NBR 13193. 2) Tubulações de gás natural devem ser identificadas com as 1 a e 3 a faixa na cor amarelo e a 2 a faixa na cor marrom. 3) Tubulações de hidrogênio devem ser identificadas com as 1 a e 3 a faixa na cor amarelo e a 2 a faixa na cor branco. 4) Listras (verticais ou inclinadas) e quadrados pretos podem ser usados sobre o amarelo quando houver necessidade de melhorar a visibilidade da sinalização. 5) No caso específico de cascos de plataformas, as colunas e “blisters” devem ser pintados nas cores preta e amarela com listras inclinadas de 60º, com 0,5 m de espessura na zona de transição.

N-2747 JAN / 2006 5.3 Branco (BRANCO 0095) - anteparas externas das superestruturas, casarias e

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5.3 Branco (BRANCO 0095)

- anteparas externas das superestruturas, casarias e módulos de acomodação em estruturas marítimas;

- áreas em torno dos equipamentos de socorro de urgência, de combate a incêndio ou outros equipamentos de emergência;

- desviador de fluxo (“diverter”);

- localização de bebedouros;

- localização e coletores de resíduos;

- passarelas e corredores de circulação, por meio de faixas (localização e largura);

- rota de fuga;

- sistema de prevenção de erupções em poços (BOP);

- tubulação de oxigênio (ver Nota);

- zonas de segurança.

Nota:

Tubulações de oxigênio devem ser identificadas com a 1 a e 3 a faixas na cor preto e a 2 a faixa na cor amarelo-segurança, conforme a norma ABNT NBR 13193.

5.4 Preto (PRETO 0010)

- casco de navios-sonda;

- casco de plataformas semi-submersíveis abaixo do convés inferior (inclusive) e, também, de FPSO e FSO (ver Nota);

- guia de linha de ancoragem (“fairleaders”) de semi-submersíveis;

- paiol de amarras;

- perna de plataforma auto-elevatória;

- suportes em geral (tubulação e acessórios, elétrica, instrumentação etc.).

Nota:

As indicações e inscrições nos cascos dos FPSOs e FSOs devem atender ao disposto na norma NORMAM 01.

5.5 Azul (AZUL-SEGURANÇA 4845)

- amortecedor de pulsação “hydrill”;

- avisos colocados no ponto de arranque ou fontes de potência;

- barreiras e bandeirolas de advertência a serem localizadas nos pontos de comando, de partida ou fontes de energia dos equipamentos;

- caixa de redução para mesa rotativa;

- equipamentos do sistema de ar comprimido;

- freio hidráulico;

- painel de instrumentação;

- prevenção contra movimento acidental de qualquer equipamento em manutenção;

- tensionador;

- transmissão composta (“compound”) para acionamento do guincho e mesa rotativa;

- tubulação de ar comprimido.

N-2747 JAN / 2006 5.6 Verde (VERDE-PETROBRAS 3355) - armário para equipamento autônomo de respiração

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5.6 Verde (VERDE-PETROBRAS 3355)

- armário para equipamento autônomo de respiração e ressuscitador manual;

- bombas para água (exceto bombas do sistema de combate a incêndio);

- caixa contendo equipamentos de proteção individual;

- caixa de equipamentos de socorro de urgência;

- chave flutuante e de revestimento;

- chuveiro de segurança;

- dispositivos de segurança (por exemplo: válvulas PSVs);

- equipamentos de oficina;

- fontes lavadoras de olhos;

- mangueira de oxigênio (solda oxiacetilênica);

- pisos de áreas industriais e oficinas em geral;

- quadro para exposição de cartazes, boletins, avisos de segurança etc;

- tubulação de água (exceto água de incêndio, água potável e água oleosa) - ver Notas 1 e 2;

- unidade de fluidos de craqueamento catalítico (UFCC);

- unidade de arame (“wire line”).

Notas:

1) Tubulações de água potável devem ser identificadas com as 1 a e 3 a faixa na cor verde e a 2 a faixa na cor branca, conforme a norma ABNT NBR 6493. 2) Tubulações de água devem ser diferenciadas entre si (água de lastro, água salgada, água industrial etc.) através da identificação por meio escrito, observando o disposto no item 3.9.6 alínea d) desta Norma.

5.7 Laranja (ALARANJADO-SEGURANÇA 1867)

- bate-estacas;

- bóias e turco da baleeira;

- botão de arranque de segurança;

- dispositivos de corte, borda de serras, prensas;

- equipamentos de salvatagem;

- faces externas de polias e engrenagens;

- faces internas de caixas protetoras de dispositivos elétricos (caixas de disjuntores, acionadores, botoeiras etc.);

- partes internas das guardas de máquinas que possam ser removidas ou abertas;

- partes móveis de máquinas e equipamentos;

- tomadas para provadores de corrosão;

- tubulação de ácidos (ver Nota).

Nota:

Tubulações de ácidos devem ser diferenciadas entre si através da identificação por meio escrito, observando o disposto no item 3.9.6 alínea d) desta Norma.

5.8 Púrpura

- locais onde tenham sido enterrados materiais e equipamentos contaminados pela radioatividade;

- perigos provenientes das radiações eletromagnéticas penetrantes de partículas nucleares;

- portas e aberturas que dão acesso a locais onde se manipulam ou armazenam materiais radioativos ou materiais contaminados pela radioatividade;

N-2747 JAN / 2006 - recipientes de materiais radioativos ou de refugos de materiais e

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- recipientes de materiais radioativos ou de refugos de materiais e equipamentos contaminados;

- sinais luminosos para indicar equipamentos produtores de radiações eletromagnéticas penetrantes e partículas nucleares.

5.9 Lilás

Nota:

- tubulação de álcalis.

Tubulações de álcalis devem ser diferenciadas entre si através da identificação por meio escrito, observando o disposto no item 3.9.6 alínea d) desta Norma.

5.10 Cinza (CINZA CLARO 0065, CINZA-ESCURO 0035)

5.10.1 Cinza Claro 0065

- anteparas e tetos em geral;

- bases de equipamentos;

- bombas em geral (exceto bombas do sistema de combate a incêndio e bombas para água);

- caixa de redução da propulsão;

- caixa de redução do sistema de posicionamento;

- casco de plataformas auto-eleváveis;

- compartimentos e conveses em geral;

- compressores em geral (exceto de ar comprimido);

- equipamentos elétricos (inclusive painéis);

- misturador;

- painel de comando do sistema de transmissão de força;

- testador de poço;

- tubulação de vácuo.

5.10.2 Cinza Escuro 0035

- eletrodutos.

5.11 Alumínio (ALUMÍNIO 0170)

- âncora do cabo de perfuração;

- aquecedores e pré-aquecedores de produção;

- centrífuga;

- chaminés;

- conversor de torque;

- flotador de água produzida;

- fornos e caldeiras;

- hidrociclone;

- motor diesel;

- pernas de esferas e de outros vasos que armazenam GLP;

- separador de água e óleo;

- separador de produção;

- subestrutura (base) da sonda;

- torres de processamento;

N-2747 JAN / 2006 - torres de queimadores (“flare”); - tratador eletrostático; - trocador de

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- torres de queimadores (“flare”);

- tratador eletrostático;

- trocador de calor;

- tubulação contendo gases liquefeitos, inflamáveis e combustíveis de baixa viscosidade (exemplo: óleo diesel, óleo hidráulico, gasolina, querosene, óleo lubrificante etc.);

- tubulação de água oleosa (ver Nota 2);

- tubulação de GLP (ver Nota 3);

- turbinas;

- vasos de pressão.

Notas: 1) Tubulações de gases liquefeitos, inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (exemplo: petróleo, óleo lubrificante, asfalto, óleo combustível, alcatrão, piche etc.) devem ser identificadas com a 1 a e 3 a faixas na cor alumínio e a 2 a faixa na cor preta. 2) Tubulações de água oleosa devem ser identificadas com a 1 a e 3 a faixas na cor alumínio e a 2 a faixa na cor verde. 3) Tubulações de GLP devem ser identificadas com a 1 a e 3 a faixas na cor azul-segurança e a 2 a faixa na cor alumínio, conforme a norma ABNT NBR 13193.

5.12 Marrom (MARROM 1822)

- equipamentos do sistema de lama;

- tubulação de lama.

Nota:

O marrom pode ser adotado, a critério da empresa, para identificar qualquer fluido não identificável pelas demais cores.

/ANEXO A

N-2747 JAN / 2006 ANEXO A - LISTAGEM POR ORDEM ALFABÉTICA -A- - amarras, âncoras

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ANEXO A - LISTAGEM POR ORDEM ALFABÉTICA

-A-

- amarras, âncoras e caçadores: ITEM 5.2

- amortecedor de pulsação “hydrill”: ITEM 5.5

- âncora do cabo de perfuração: ITEM 5.11

- anteparas e tetos em geral: ITEM 5.10.1

- anteparas externas das superestruturas, casarias e módulos de acomodação em estruturas marítimas: ITEM 5.3

- aquecedores e pré-aquecedores de produção: ITEM 5.11

- área acima da zona de transição de estruturas oceânicas: ITEM 5.2

- áreas em torno dos equipamentos de socorro de urgência, de combate a incêndio ou outros equipamentos de emergência: ITEM 5.3

- armário para equipamento autônomo de respiração e ressuscitador manual:

ITEM 5.6

- avisos colocados no ponto de arranque ou fontes de potência: ITEM 5.5

-B-

- barreiras e bandeirolas de advertência a serem localizadas nos pontos de comando, de partida ou fontes de energia dos equipamentos: ITEM 5.5

- bases de equipamentos: ITEM 5.10.1

- bate-estacas: ITEM 5.7

- bóias e turco da baleeira: ITEM 5.7

- bombas do sistema de combate a incêndio: ITEM 5.1

- bombas em geral (exceto bombas do sistema de combate a incêndio e bombas para água): ITEM 5.10.1

- bombas para água (exceto bombas do sistema de combate a incêndio):

ITEM 5.6

- bordas desguarnecidas de aberturas no solo (poços, entradas subterrâneas etc.) e de plataformas que não possam ter corrimões: ITEM 5.2

- bordas horizontais de portas de elevadores que se fecham verticalmente:

ITEM 5.2

- botão de arranque de segurança: ITEM 5.7

- braços de carregamento: ITEM 5.2

-C-

- caixa com cobertor para abafar chamas: ITEM 5.1

- caixa contendo equipamentos de proteção individual: ITEM 5.6

- caixa de alarme de incêndio: ITEM 5.1

- caixa de equipamentos de socorro de urgência: ITEM 5.6

- caixa de redução da propulsão: ITEM 5.10.1

- caixa de redução do sistema de posicionamento: ITEM 5.10.1

- caixa de redução para mesa rotativa: ITEM 5.5

- casco de navios-sonda: ITEM 5.4

- casco de plataformas auto-eleváveis: ITEM 5.10.1;

- casco de plataformas semi-submersíveis abaixo do convés inferior (inclusive) e, também, de FPSO e FSO: ITEM 5.4

- catarina e gancho: ITEM 5.2

- centrífuga: ITEM 5.11

- chaminés: 5.11

N-2747 JAN / 2006 - chave flutuante e de revestimento: ITEM 5.6 - chuveiro de

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- chave flutuante e de revestimento: ITEM 5.6

- chuveiro de segurança: ITEM 5.6

- comandos e equipamentos suspensos que ofereçam risco: ITEM 5.2

- compartimentos e conveses em geral: ITEM 5.10.1

- compensador de movimento: ITEM 5.2

- compressores em geral (exceto de ar comprimido): ITEM 5.10.1

- conjunto do bloco de coroamento: ITEM 5.2

- conversor de torque: ITEM 5.11

- corrimão, parapeitos, pisos e partes inferiores de escadas que apresentem risco: ITEM 5.2

-D-

- desviador de fluxo (“diverter”): ITEM 5.3

- dispositivos de corte, borda de serras, prensas: ITEM 5.7

- dispositivos de segurança (por exemplo: válvulas PSVs): ITEM 5.6

-E-

- eletrodutos: ITEM 5.10.2

- equipamentos de combate a incêndio: ITEM 5.1

- equipamentos de oficina: ITEM 5.6

- equipamentos de salvatagem: ITEM 5.7

- equipamentos do sistema de ar comprimido: ITEM 5.5

- equipamentos do sistema de lama: ITEM 5.12

- equipamentos elétricos (inclusive painéis): ITEM 5.10.1

- equipamentos para movimentação de cargas, tais como empilhadeiras, guindastes, tratores, pontes-rolantes, carretas, vagonetes, monovias e paus de carga: ITEM 5.2

- escadas, passadiços e plataformas (inclusive corrimãos, guarda-corpos, parapeitos e pisos): ITEM 5.2

- espelho de degrau de escada: ITEM 5.2

- extintores e sua localização: ITEM 5.1

-F-

- faces externas de polias e engrenagens: ITEM 5.7

- faces internas de caixas protetoras de dispositivos elétricos (caixas de disjuntores, acionadores, botoeiras etc.): ITEM 5.7

- faixas no piso da entrada de elevadores e plataformas de carregamento:

ITEM 5.2

- faixas no piso para delimitar e separar as passagens de pedestres das áreas de movimentação de veículos motorizados: ITEM 5.2

- faixas que sinalizam raio de abertura de portas: ITEM 5.2

- flotador de água produzida: ITEM 5.11

- fontes lavadoras de olhos: ITEM 5.6

- fornos e caldeiras: ITEM 5.11

- freio hidráulico: ITEM 5.5

-G-

- guia de linha de ancoragem (“fairleaders”) de semi-submersíveis: ITEM 5.4

N-2747 JAN / 2006   -H- - hidrantes: ITEM 5.1 - hidrociclone: ITEM 5.11  

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-H-

- hidrantes: ITEM 5.1

- hidrociclone: ITEM 5.11

 

-K-

- “kelly spinner” do sistema de rotação: ITEM 5.2

-L-

- locais onde tenham sido enterrados materiais e equipamentos contaminados pela radioatividade: ITEM 5.8

- localização de bebedouros: ITEM 5.3

- localização de mangueiras de incêndio: ITEM 5.1

- localização e coletores de resíduos: ITEM 5.3

-M-

- mangueira de acetileno (solda oxiacetilênica): ITEM 5.1

- mangueira de oxigênio (solda oxiacetilênica) : ITEM 5.6

- meio-fio, onde haja necessidade de chamar atenção para o risco de queda:

ITEM 5.2

- misturador: ITEM 5.10.1

- motor diesel: ITEM 5.11

- multiconector hidráulico do sistema de prevenção de erupção em poços (“Pods” do BOP): ITEM 5.2

-P-

- painel de comando do sistema de transmissão de força: ITEM 5.10.1

- painel de instrumentação: ITEM 5.5

- painel do “diverter”: ITEM 5.1

- paiol de amarras: ITEM 5.4

- paredes de fundo de corredores sem saída: ITEM 5.2

- partes internas das guardas de máquinas que possam ser removidas ou abertas: ITEM 5.7

- partes móveis de máquinas e equipamentos: ITEM 5.7

- passarelas e corredores de circulação, por meio de faixas (localização e largura) : ITEM 5.3

- perigos provenientes das radiações eletromagnéticas penetrantes de partículas nucleares: ITEM 5.8

- perna de plataforma auto-elevatória: ITEM 5.4

- pernas de esferas e de outros vasos que armazenam GLP: ITEM 5.11

- pilastras, vigas, postes, colunas e partes salientes de estruturas e equipamentos em que se possa esbarrar: ITEM 5.2

- pisos de áreas industriais e oficinas em geral: ITEM 5.6

- portas de saídas de emergência: ITEM 5.1

- portas e aberturas que dão acesso a locais onde se manipulam ou armazenam materiais radioativos ou materiais contaminados pela radioatividade: ITEM 5.8

- prevenção contra movimento acidental de qualquer equipamento em manutenção: ITEM 5.5

N-2747 JAN / 2006 - quadro para ITEM 5.6 exposição de -Q- cartazes, boletins, avisos

N-2747

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- quadro

para

ITEM 5.6

exposição

de

-Q-

cartazes,

boletins,

avisos

de

segurança

etc:

-R-

- recipientes de materiais radioativos ou de refugos de materiais e equipamentos contaminados: ITEM 5.8

- rede de água para incêndio (aspersores e “sprinklers”): ITEM 5.1

- rota de fuga: ITEM 5.3

-S-

- separador de água e óleo: ITEM 5.11

- separador de produção: ITEM 5.11

- sinais luminosos para indicar equipamentos produtores de radiações eletromagnéticas penetrantes e partículas nucleares: ITEM 5.8

- sirenes de alarme de incêndio: ITEM 5.1

- sistema de controle de BOP: ITEM 5.1

- sistema de prevenção de erupções em poços (BOP): ITEM 5.3

- sistemas de CO 2 : ITEM 5.1

- sistemas de detecção de incêndio: ITEM 5.1

- subestrutura (base) da sonda: ITEM 5.11

- suportes em geral (tubulação e acessórios, elétrica, instrumentação etc.):

ITEM 5.4

- “swivel” e “power swivel” do sistema de rotação: ITEM 5.2

-T-

- tensionador: ITEM 5.5

- testador de poço: ITEM 5.10.1

- tomadas para provadores de corrosão: ITEM 5.7

- torres de processamento: ITEM 5.11

- torres de queimadores (“flare”): ITEM 5.11

- transmissão composta (“compound”) para acionamento do guincho e mesa rotativa: ITEM 5.5

- tratador eletrostático: ITEM 5.11

- trocador de calor: ITEM 5.11

- tubulação contendo gases liquefeitos, inflamáveis e combustíveis de baixa viscosidade (exemplo: óleo diesel, óleo hidráulico, gasolina, querosene, óleo lubrificante etc.): ITEM 5.11

- tubulação de ácidos: ITEM 5.7

- tubulação de água (exceto água de incêndio, água potável e água oleosa):

ITEM 5.6

- tubulação de água oleosa: ITEM 5.11

- tubulação de água potável: ITEM 5.6

- tubulação de álcalis: ITEM 5.9

- tubulação de ar comprimido: ITEM 5.5

- tubulação de gás inerte: ITEM 5.2

- tubulação de gás natural: ITEM 5.2

- tubulação de gases não liquefeitos: ITEM 5.2

- tubulação de GLP: ITEM 5.11

N-2747 JAN / 2006 - tubulação de lama: ITEM 5.12 - tubulação de oxigênio: ITEM

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- tubulação de lama: ITEM 5.12

- tubulação de oxigênio: ITEM 5.3

- tubulação de vácuo: ITEM 5.10.1

- tubulação do sistema de incêndio: ITEM 5.1

- turbinas: ITEM 5.11

-U-

- unidade de acionamento de controle do BOP: ITEM 5.1

- unidade de arame (“wire line”): ITEM 5.6

- unidade de fluidos de craqueamento catalítico (UFCC): ITEM 5.6

 

-V-

- vasos de gás natural: ITEM 5.2

- vasos de pressão: ITEM 5.11

 

-Z-

- zonas de segurança: ITEM 5.3

N-2747 JAN / 2006 GRUPO DE TRABALHO - GT-16-45   Membros Nome Lotação Telefone Chave

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GRUPO DE TRABALHO - GT-16-45

 

Membros

Nome

Lotação

Telefone

Chave

Álvaro a. Terra martins

UN-BC/ST/EIS

861-7594

KMQ7

Carlos Augusto dos Reis C.

FRONAPE/GETEC

811-7627

FPB6

Daniel Faria da Veiga

REGAP/SMS

815-4505

RGWM

Edgar dos Santos de Jesus

RLAM/MI/EE

826-2314

RLKU

 

TRANSPETRO/SUPORTE-

   

Fernando Gonçalves Enes

SE/CONFIABILIDADE

813-6754

TGI4

Francisco Neves de Oliveira

UN-RIO/ST/EMI

816-4830

QM75

José Antônio Gurgel

E&P-SERV/US-SS/MRN

861-3708

KMWY

Márcio a. Miranda do Rego

CENPES/SMS

812-6068

BAQ2

Wagner Pinto Cardoso

AB-RE/ES/TEE

814-7790

ED17

 

Secretário Técnico

Marcela Machado M. de Sá

ENGENHARIA/SL/NORTEC

819-3089

EEKM

N-2747 JAN / 2006 5.3 Branco (BRANCO 0095) - anteparas externas das superestruturas, casarias e

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5.3 Branco (BRANCO 0095)

- anteparas externas das superestruturas, casarias e módulos de acomodação em estruturas marítimas;

- áreas em torno dos equipamentos de socorro de urgência, de combate a incêndio ou outros equipamentos de emergência;

- desviador de fluxo (“diverter”);

- localização de bebedouros;

- localização e coletores de resíduos;

- passarelas e corredores de circulação, por meio de faixas (localização e largura);

- rota de fuga;

- sistema de prevenção de erupções em poços (BOP);

- tubulação de oxigênio (ver Nota);

- zonas de segurança.

Nota:

Tubulações de oxigênio devem ser identificadas com as 1 a e 3 a faixa na cor branco e a 2 a faixa na cor preto, conforme a norma ABNT NBR 13193.

5.4 Preto (PRETO 0010)

- casco de navios-sonda;

- casco de plataformas semi-submersíveis abaixo do convés inferior (inclusive) e, também, de FPSO e FSO (ver Nota);

- guia de linha de ancoragem (“fairleaders”) de semi-submersíveis;

- paiol de amarras;

- perna de plataforma auto-elevatória;

- suportes em geral (tubulação e acessórios, elétrica, instrumentação etc.).

Nota:

As indicações e inscrições nos cascos dos FPSOs e FSOs devem atender ao disposto na norma NORMAM 01.

5.5 Azul (AZUL-SEGURANÇA 4845)

- amortecedor de pulsação “hydrill”;

- avisos colocados no ponto de arranque ou fontes de potência;

- barreiras e bandeirolas de advertência a serem localizadas nos pontos de comando, de partida ou fontes de energia dos equipamentos;

- caixa de redução para mesa rotativa;

- equipamentos do sistema de ar comprimido;

- freio hidráulico;

- painel de instrumentação;

- prevenção contra movimento acidental de qualquer equipamento em manutenção;

- tensionador;

- transmissão composta (“compound”) para acionamento do guincho e mesa rotativa;

- tubulação de ar comprimido.

N-2747 JAN / 2006 - torres de queimadores (“flare”); - tratador eletrostático; - trocador de

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- torres de queimadores (“flare”);

- tratador eletrostático;

- trocador de calor;

- tubulação contendo gases liquefeitos, inflamáveis e combustíveis de baixa viscosidade (exemplo: óleo diesel, óleo hidráulico, gasolina, querosene, óleo lubrificante etc.);

- tubulação de água oleosa (ver Nota 2);

- tubulação de GLP (ver Nota 3);

- turbinas;

- vasos de pressão.

Notas: 1) Tubulações de gases liquefeitos, inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (exemplo: petróleo, óleo lubrificante, asfalto, óleo combustível, alcatrão, piche etc.) devem ser identificadas com as 1 a e 3 a faixa na cor alumínio e a 2 a faixa na cor preta. 2) Tubulações de água oleosa devem ser identificadas com as 1 a e 3 a faixa na cor alumínio e a 2 a faixa na cor verde. 3) Tubulações de GLP devem ser identificadas com as 1 a e 3 a faixa na cor alumínio e a 2 a faixa na cor azul, conforme a norma ABNT NBR 13193.

5.12 Marrom (MARROM 1822)

- equipamentos do sistema de lama;

- tubulação de lama.

Nota:

O marrom pode ser adotado, a critério da empresa, para identificar qualquer fluido não identificável pelas demais cores.

/ANEXO A