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Livro de Exercícios
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Apresentação

Apresentação Prezado Jovem, Sabe-se que você é jovem e que, em função da idade, tal- vez,

Prezado Jovem,

Sabe-se que você é jovem e que, em função da idade, tal- vez, nem tenha ainda dimensionado o tamanho de sua res- ponsabilidade como Líder Cooperativista.

No entanto, lembre-se:

Tudo o que você faz hoje tem a ver com o que acontecerá em seu futuro. Se isso é verdade, por que não começar a cons- truir hoje uma base sólida para o seu sucesso?

Analise como está sendo o seu aprendizado ao longo do Programa.

Respondendo os exercícios você estará avaliando, junto com o professor, seu desempenho e testando seu potencial. Tenha paciência ao ler e analisar cada questão. O que não sou- ber responder pergunte ao professor.

O que não sou- ber responder pergunte ao professor. Trabalhando em grupos, participe, colabore e, quando

Trabalhando em grupos, participe, colabore e, quando for o caso, oriente os colegas.

Boa Sorte!

Márcio Lopes de Freitas Presidente da OCB e do SESCOOP

Sistema Brasileiro de Cooperativismo Organização e Administração

Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB

Conselho de Administração

Márcio Lopes de Freitas

Presidente

Conselheiros indicados pelas Oces

titulares

Elizeu Cardoso Viana

Região Norte

Malaquias Ancelmo de Oliveira

Região Nordeste

Onofre Cezário de Souza Filho

Região Centro-Oeste

Ronaldo Ernesto Scucato

Região Sudeste

Neivor Canton

Região Sul

suplentes

Gustavo Augusto Gonzaga

Região Norte

Roberto Coelho da Silva

Região Nordeste

Marcio Antonio Portocarrero

Região Centro-Oeste

Francisco de Assis Souza França

Região Sudeste

Luiz Carlos M. Palmquist

Região Sul

Conselheiros indicados pelos ramos

titulares

Luiz Roberto Baggio

Agropecuário

Lajose Alves Godinho

Crédito

Valdir Pimenta da Silva

Infra-Estrutura

Eudes de Freitas Aquino

Saúde

Rozani Holler

Trabalho

suplentes

Márcio Francisco Blanco do Valle

Consumo

Nélio Botelho

Transporte

Willian Kun Niscolo

Habitacional

Agostinho Thedim Costa

Produção

Maria Cristina Costa Pompermayer

Educacional

Diretoria-Executiva

Márcio Lopes de Freitas

Presidente

Ronaldo Ernesto Scucato Luiz Roberto Baggio

Vice-Presidentes

Superintendências

Luís Tadeu Prudente Santos

Superintendente Administrativo

Ramon Gamoeda Belisário

Superintendente Técnico

Conselho Fiscal

efetivos

Carlos Fabiano Braga Orlando Colavolpe Ruiter Luiz Andrade Pádua suplentes

Gerson Marino Thomé Luiz Hilton Temp Roberto Marazi

Conselho de Ética

efetivos

Américo Utumi Flodoaldo Alves de Alencar José Apolônio de Castro Figueira

suplentes

Emiliano Pereira Botelho Luiz Dias Thenório Filho Wilson Thiesen

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - SESCOOP

Conselho Nacional

Márcio Lopes de Freitas

Presidente

Conselheiros indicados pelos ministérios

Ministério da Fazenda

José Gerardo Fontelles titular Gilson Alceu Bittencourt suplente

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Marcio Antonio Portocarrero titular Ézio Gomes da Mota suplente

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão

Sílvio Carlos do Amaral e Silva titular

Ministério do Trabalho e Emprego

Sônia Maria Rocha Heckert titular Ricardo Andrés Cifuentes Silva suplente

Ministério da Previdência e Assistência Social

Sebastião Faustino de Paula titular Jorceli Pereira de Sousa suplente

Conselheiros indicados pela OCB

João Nicédio Alves Nogueira (CE) titular Sílvio Silvestre de Carvalho (RR) suplente Benjamim de Freitas Pinheiro (ES) titular Evaristo Câmara Machado Netto (SP) suplente Guntolf Van Kaick (PR) titular Américo Utumi (SP) suplente Antônio Chavaglia (GO) titular Remy Gorga Neto (DF) suplente

Conselheiro representante dos empregados em cooperativas

Marcelo Barbosa Avelar titular Raimundo Sérgio Campos suplente

Conselho Fiscal

Conselheiros indicados pelos ministérios

Ministério da Previdência e Assistência Social

José Raymundo Fernandes de Aguiar titular Sílvio Mattar suplente

Ministério da Fazenda

Rodrigo Sampaio Marques titular Luiz Fernando Alves suplente

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Paulo Roberto da Silva titular Márcio Cândido Alves suplente

Conselheiros indicados pela OCB

Élvio Silveira (OCESC) titular Evandro Scheid Ninaut (OCB) suplente Fábio Luís Trinca (OCB) titular Belmira Neves de Oliveira (OCB) suplente

Conselheiro representante dos empregados em cooperativas

Antonino Falchetti titular

Diretoria-Executiva

Márcio Lopes de Freitas

Presidente

Luís Tadeu Prudente Santos

Superintendente Administrativo

Ramon Gamoeda Belisário

Superintendente Técnico

Presidente Luís Tadeu Prudente Santos Superintendente Administrativo Ramon Gamoeda Belisário Superintendente Técnico

Índice

Índice Apresentação 5 Reflexão 9 Eixo sobre Cooperativismo 11 Eixo sobre Administração 21

Apresentação

5

Reflexão

9

Eixo sobre Cooperativismo

11

Eixo sobre Administração

21

Eixo sobre Liderança

28

Referências Bibliográficas

35

Endereços do Sescoop – Sistema OCB

39

21 Eixo sobre Liderança 28 Referências Bibliográficas 35 Endereços do Sescoop – Sistema OCB 39

Reflexão

Reflexão Um desafio para você Quando alguém, disposto a testar os seus conhecimentos, lhe pedir para

Um desafio para você

Quando alguém, disposto a testar os seus conhecimentos, lhe pedir para falar sobre a origem do Cooperativismo, o que você diria?

Você não precisa, neste momento, partilhar conosco a sua resposta, mas dedique um pouco do seu tempo para ler e refletir sobre isto.

Você está compreendendo bem este assunto? Caso tenha al- guma dificuldade, releia o parágrafo. Pare um pouco para pen- sar. Anote as dúvidas. Se algum termo lhe parece difícil, você deve consultar o significado em um dicionário, no qual estão registradas as palavras que apresentam dificuldade de compre- ensão. Consulte-o sempre!

um dicionário, no qual estão registradas as palavras que apresentam dificuldade de compre- ensão. Consulte-o sempre!

Eixo sobre Cooperativismo

Exercícios de Fixação

1. Complete:

O marco de criação do Cooperativismo aconteceu em 21 de dezembro de 1844 , na cidade de Rochdal , na Inglaterra, por um grupo de 28

tecelões. Em 1.847

é que se inicia o movimento cooperativista no Brasil,

onde foram fundadas diversas sociedades.

2. Analise a frase: "O homem é um ser social ". De acordo com seu livro,

responda o que se pede:

a) Historicamente, desde quando são encontrados exemplos de coopera-

ção entre os homens? Desde a pré-história encontramos diversas formas de associações de pessoas.

b) Cite algumas civilizações antigas que viviam em cooperação. Astecas,

Maias e Incas.

c) Qual o papel da Revolução Industrial no surgimento das Cooperativas?

A Revolução Industrial contribuiu para o surgimento das idéias do Coope- rativismo Moderno. O crescimento da industrialização atraiu trabalhadores rurais e artesãos em busca de melhores condições de vida, o que provocou um excesso de mão-de-obra e um enorme problema social: muitos trabalha- dores perderam seus empregos, sendo substituídos por máquinas ou sujei- tando-se a condições de trabalho subumanas, com jornadas de trabalho de até 16 horas, salários baixíssimos, sem garantias de aposentadoria, férias e etc. Mulheres trabalhavam nas mesmas condições e ganhavam menos ainda. Com isso, foram organizadas diversas sociedades com características de co- operativas na Inglaterra e na França como forma de amenizar os trauma

s econômicos e sociais que assolavam a classe de trabalhadores.

d) Cite o nome de alguns "idealistas" do Cooperativismo e seu marco de

criação. Robert Owen, Louis Blanc, Charles Fourier, entre outros, que de- fendiam idéias baseadas na ajuda mútua, igualdade, associativismo e auto- gestão.

Fale sobre o Cooperativismo no Brasil. Aproximadamente no ano de

1610, aconteceram no Brasil as primeiras tentativas de criação de coopera- tivas com a chegada das primeiras Reduções Jesuíticas no Brasil. Porém, só em 1847 é qu

e)

e

se assinala o início do movimento cooperativista no Brasil.

f) Defina: O que é Cooperativa? É uma associação autônoma de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer aspirações econômicas, so- ciais e culturais comuns, por meio da criação de uma sociedade democrática e coletiva.

3. Que movimento político ocorrido na Europa no período de 1760 a

1850 proporcionou o surgimento do Cooperativismo Moderno? Revolução Industrial

4. O Cooperativismo no Brasil surgiu aproximadamente no ano de 1610

com a chegada dos Jesuítas ao Brasil. Que experiência eles tiveram e com quem, que caracterizou este início? Tiveram a experiência da criação de um Estado que se baseasse na ajuda mútua e encontraram nos índios brasileiros as práticas de auxílio mútuo (mutirão), essas práticas foram incentivadas pelos jesuítas e vigorou por cerca de 150 anos.

5. Sobre os aspectos históricos do cooperativismo julgue V (Verdadeiro)

ou F (Falso) as seguintes afirmações:

(

F ) O cooperativismo é uma prática dos tempos modernos, não tendo nenhum registro na história de sua prática antes da Revolução In- dustrial.

(

V ) Civilizações mais antigas como Astecas, Maias e Incas, são exemplos de que o homem desde a antiguidade, demonstrava a tendência de viver em grupos de ajuda mútua, caracterizando um cooperativis- mo natural.

(

F ) A necessidade das civilizações primitivas de agrupar-se refere-se apenas a uma necessidade natural de sobrevivência. O fato do ho- mem se agrupar para atender necessidades em comum não configu- ra uma característica do cooperativismo.

(

V ) As primeiras ações do cooperativismo moderno surgiram a partir da necessidade de atender os desequilíbrios sociais provocados pela Revolução Industrial (1760-1850).

(

F ) A primeira sociedade com características puramente cooperativas foi a "Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale" que foi a primeira cooperativa de crédito da história.

(

F ) A Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale não deu certo porque era uma cooperativa de consumo, então seus cooperados abriram uma nova cooperativa dessa vez agrícola, chamada Toad Lane, que significa "beco do sapo".

(

F ) No Brasil o movimento cooperativista só foi significativo em 1969 com a constituição da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB.

6. Com base no conceito de cooperativa e em sua observação do meio em

que você vive, cite exemplos de aspirações econômicas, sociais e culturais de sua comunidade que poderiam ser satisfeitas por meio da cooperação. Respo

7. Recordando

Em 1995, comemorou-se um século de existência da Aliança Cooperativa Internacional - ACI. No congresso comemorativo foram aprovaram concei- tos, princípios e virtudes não muito diferentes daqueles apresentados pelos pioneiros de Rochdale.

A partir deste texto e com o apoio de seu livro, responda:

a) Quais são os princípios do Cooperativismo? Conceitue cada um deles.

Adesão voluntária e livre: As cooperativas são organizações abertas à par- ticipação de todos, independentemente de sexo, raça, classe social, opção política ou religiosa. Para participar, a pessoa deve conhecer as normas de funcionamento e decidir se tem condições de cumprir os acordos estabeleci- dos pela maioria.

Gestão Democrática dos Membros: Uma cooperativa é necessariamente uma organização democrática. Os membros controlam a cooperativa e par- ticipam ativamente da formulação das políticas e na tomada de decisões. Os eleitos como representantes dos demais membros são responsáveis perante estes. Nas cooperativas de primeiro grau os membros têm igual direito de voto (um membro, um voto) e as cooperativas de grau superior são também organizadas de maneira democrática.

Participação econômica dos membros: Todos contribuem igualmente para a formação do capital da cooperativa, o qual é controlado democratica

Cooperação entre as cooperativas (Intercooperação): Para o fortaleci- mento do cooperativismo é importante que haja intercâmbio de informa- ções, produtos e serviços, viabilizando o setor como atividade sócio-econô- mica. Por outro lado, organizadas em entidades representativas, formadas para contribuir no seu desenvolvimento, determinam avanços e conquistas para o movimento cooperativista nos níveis local e internacional.

Quais são as 12 (doze) virtudes do Cooperativismo? I. Viver melhor

- Através da solução coletiva dos problemas. II. Pagar a dinheiro - Este sadio

hábito evita o endividamento que gera a dependência. III. Poupar sem sofri- mento - A satisfação das necessidades dos cooperados deve ser prioritária, isso é importante para a definição do que pode ser feito com as sobras. IV. Suprimir os parasitas - Afastar os atravessadores na compra e na venda de produtos e serviços. V. Combater o alcoolismo - Viver de maneira sadia, evitando os vícios e enfrentando a realidade, com coragem. VI. Integrar as mulheres nas questões sociais - Ressalta a importância da participação fe- minina. VII. Educar economicamente o povo - A educação é uma ferramen-

ta para o desenvolvimento do homem. VIII. Facilitar a todos o acesso à pro- priedade - É essencial unir esforços para conquistar os meios de produção. IX. Reconstituir uma propriedade coletiva - Para ter acesso à propriedade,

passo inicial é investir em um patrimônio coletivo. X. Estabelecer o justo preço - O trabalho tem de ser remunerado e os preços definidos sem inten- ção especuladora. XI. Eliminar o lucro capitalista - O objetivo da produção

a satisfação das necessidades humanas. XII. Abolir os conflitos - As dispu- tas diminuem pelo fato de que o associado é dono e usuário da cooperativa.

é

b)

o

8. Complete as lacunas em branco, com o que se pede no cabeçalho:

Cooperados Deveres Direitos
Cooperados
Deveres
Direitos

9. Identifique qual é o princípio:

a) A autonomia assegurada pela constituição brasileira concede às coope-

rativas a liberdade de gerir seus próprios destinos. Princípio: Autonomia e independência

b) Participação de todos sem distinção, mas, para entrar é preciso conhe-

cer as normas de funcionamento e decidir se tem condições de cumprir os acordos estabelecidos pela maioria. Princípio: Adesão voluntária e livre

c) Quando a cooperativa é bem administrada e obtém uma receita maior

do que as despesas, os rendimentos são divididos entre os sócios, na propor- ção em que cada um cooperou. Princípio: Participação econômica dos membros

d) Capacitar permanentemente os cooperados e informar ao público so- bre as vantagens da cooperação organizada. Princípio: Educação, formação e informação

10. Marque a alternativa que tenha apenas virtudes do cooperativismo.

a)

Poupar sem sofrimento; suprimir os parasitas; combater o alcoolismo e criar oportunidades de emprego;

b)

Viver melhor; estimular o lucro capitalista; incluir jovens no mercado de trabalho e conceder moradia para os desabrigados.

c)

Pagar a dinheiro; facilitar a todos o acesso a saúde; combater a explo- ração de menores e educar economicamente o povo.

d)

Integrar as mulheres nas questões sociais; facilitar a todos o acesso a propriedade; estabelecer o justo preço e abolir os conflitos.

11.

Além das organizações, existe em cada país uma legislação que dá le-

gitimidade as ações das cooperativas. No caso do Brasil, cite-as: Constituição Federal (Art. 5º., incisos XVII E Art. 174, par. 2º.); Código civil (Art. 1.093 a 1.096); Lei federal nº 5.764/71; outras legislações específicas.

12. Sobre o capital da cooperativa julgue V (Verdadeiro) ou F (Falso) os

itens abaixo:

(

V ) Capital é uma acumulação de valor que atua para criar e acumular mais valor.

(

V ) Para as cooperativas o capital tem apenas o aspecto de criação do valor, vez que as cooperativas não tem objetivo de lucratividade.

(

F ) No cooperativismo o princípio de cada pessoa representar um voto na empresa, faz do associado seu principal elemento, ou seja, o di- nheiro é o determinante e não o homem.

(

V ) Na cooperativa, o capital deve ser fator de produção, e não de renda financeira.

(

V ) Capital subscrito é a obrigação financeira assumida pela pessoa que ingressa numa cooperativa, é a cota de participação no negócio.

(

F ) O capital subscrito pode ser transferido a terceiros.

(

) Capital Integralizado é o capital subscrito que foi integralizado ao capital da cooperativa.

13. O instrumento legal que define o regime jurídico das cooperativas, sua constituição e funcionamento, sistema de representação e órgãos de apoio, é:

a)

Decreto-Lei nº 1.637

b)

Lei nº 5.764 de 1971

c)

Decreto nº 979 de 1903

d)

Decreto nº 5.893 de 1943

14. Quanto à estrutura da cooperativa numere a 2ª coluna de acordo

com a 1ª:

1- Assembléia Geral

o órgão superior na administração da cooperativa, formado por cooperados eleitos pelos demais associados.

É

2- Diretoria ou Conselho de Administração

São constituídos por comitês, comissões ou núcleos, com atribuições específicas.

 

É

a integralização do valor subscrito pelo associado ao

3- Conselho Fiscal

capital da cooperativa, pode ser feito de uma só vez ou em parcelas.

4- Órgãos Auxiliares da Administração

É

o principal fórum de decisão de uma cooperativa.

 

Quando forma ou ingressa numa cooperativa, a pessoa assume uma obrigação financeira. É sua cota de participação no negócio, intransferível a terceiros.

5 - Capital

Para preservar seu valor original, essa cota deve ser necessariamente corrigida, principalmente quando ocorrer inflação.

6 - Capital subscrito

o órgão independente dentro da cooperativa, compete- lhe fiscalizar, em nome dos demais associados.

É

7 - Capital Integralizado

uma acumulação de valor que atua para criar e acumular mais valor

É

15. A gestão das cooperativas é exercida pelos associados que se reúnem

em assembléia geral para definirem pelo voto os objetivos e funcionamento do negócio. Neste sentido, qual o papel da Assembléia geral para a coope- rativa? É o órgão máximo de decisão. Tais decisões tomadas nessas reuniões gerais devem ser respeitadas e cumpridas pela D

iretoria e demais associados, que estejam ou não presentes às assem- bléias.

16. Para ter amparo legal a cooperativa precisa tomar 5 iniciativas ini-

ciais. Quais são essas iniciativas? 1 - Reunião com os membros do grupo; 2 - Definir os objetivos da cooperativa ; 3 - Ter um mínimo de vinte cooperados; 4 - Definir o Estatuto; 5 - Con- vocar a Assembléia Geral de Constituição.

17. No mundo produtivo, você sempre terá algumas opções para for-

mação de sociedades. No entanto, as modalidades mais freqüentes são: a Sociedade Cooperativa e a Sociedade Mercantil. Para melhor compreender a diferença entre um e outro tipo de sociedade, releia o texto no Módulo I - Básico e compare-as. Escreva 5 das principais diferenças.

Sociedades Cooperativas

Sociedades Mercantis

Sociedades Cooperativas Sociedades Mercantis
Sociedades Cooperativas Sociedades Mercantis

18. Como deve se comportar um associado em relação a sua cooperativa?

envolvimento do associado deve ir além da utilização dos serviços ofere-

cidos e de sua freqüência em reuniões e assembléias. Ele deve participar de encontros, seminários e outros eventos que permitam o melhor conhecimen-

de sua cooperativa. Deve buscar a continua capacitação para o trabalho,

to

como também para assumir, em determinados períodos, a posição de diri- gente ou membro das comissões.

O

19. Numere a 2ª Coluna de acordo com. a 1ª.

 

Sócio omisso, individualista, oportunista e

Cooperativa ágil, dinâmica, prestativa, eficaz e eficiente.

1

descomprometido, terá como efeito, uma cooperativa:

 

Sócio autêntico, participativo,

Pobre, morosa, ineficiente e problemática.

2

comprometido e convicto, terá como efeito, uma cooperativa:

20. Faça uma reflexão sobre os direitos e deveres do cooperado e descre-

va com suas palavras. Resposta livre.

21. Suponha-se que você tenha organizado sua Cooperativa. Para que

sua organização cresça com eficácia e eficiência, é preciso que já tenha defi- nido os itens abaixo apresentados. Qual a definição de cada um deles?

a) Missão: É a]

finalidade da existência de uma organização. É aquilo que dá direção e significado a essa existência.

b) Visão:

É o sonho de uma organização. É aquilo que se espera ser num determi-

nado a organização quer realizar objetivamente nos próximos anos de sua existência.

c) Valores:

22. Lembra-se: O cooperativismo está organizado em todo o mundo, ga-

rantindo unidade da doutrina e da filosofia cooperativista. Com base nesta

afirmativa, complete as lacunas:

a) A organização máxima do cooperativismo mundial é a ACI – Aliança Cooperativa Internacional;

b) Nas Américas, a organização máxima é a OCA – Organização das Co

operativas das Américas;

c)

No caso do Brasil, a organização máxima é a OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras.

23. Em uma cooperativa, qual o órgão máximo e como acontecem as deci-

sões? A assembléia é o órgão máximo de decisões que são tomadas por meio

de votação e

m assembléia geral.

24. A quem cabe administrar a Cooperativa? A Diretoria ou Conselho de

Ad

ministração

25. Relacione a estrutura básica de uma Cooperativa e suas atribuições.

26. Qual a diferença entre uma sociedade cooperativa e as demais socie-

dades? É uma sociedade de pessoas. O objetivo é trazer melhorias econô- micas e sociais. O cooperado é sempre dono e usuário da sociedade. Cada pessoa conta como um voto na assembléia. O controle e funcionamento são democrático. Quorum assembléia baseado no número de associados. As quotas não podem ser transferidas a terceiros. Afasta o intermediário. Os resultados retornam aos sócios de forma proporcional às operações. Aberta à participação de novos cooperantes. Valoriza o trabalhador e suas condições de trabalho e vida. Defende preços justos. Promove a integração entre as cooperativas. O compromisso é educativo, social e econômico.

27. Debata com seus (suas) colegas o conceito de "Doutrina Cooperativista" e

descreva suas conclusões.

Resposta livre.

28. Sobre a sociedade cooperativa julgue os itens V (Verdadeiro) ou F

(Falso).

(

F ) A Sociedade Cooperativa é uma entidade jurídica de direito público.

(

V ) Não está sujeita às leis de falência.

(

V ) Tem capital variável na medida em que amplia sua atividade e do ingresso ou desligamento de sócios.

(

F ) Visa exclusivamente o lucro e seus resultados, portanto, são retorna- dos aos sócios.

(

F ) O valor do voto de cada sócio é proporcional a sua participação no capital da sociedade.

(

V ) Possui lei específica, é regida pelo Estatuto Social e pela Assembléia composta por todos os sócios.

(

V ) Como empresa, a Cooperativa opera no mercado de acordo com as características de suas atividades.

(

F ) É um ser jurídico, devidamente constituído, porém, não possui ple- nos direitos para exercer o seu objetivo social, porque falta lei que regulamente suas ações.

29. Em 1903, surgiu o primeiro decreto mencionando o cooperativismo no Brasil, a partir daí diversos decretos e leis se alternaram até a promulga- ção da lei que rege as cooperativas no nosso país até hoje. Qual é esta lei?

(

) Lei nº 4.948/25

(

) Decreto nº 5.893/43

(

x ) Lei nº 5.764/71

(

) Decreto-Lei nº 8.401/45

(

) Nenhuma destas

30.

Marque a alternativa certa:

(

) O Decreto Lei nº 611/92 estabelece o vínculo empregatício entre o cooperado e a cooperativa.

(

) Os profissionais autônomos que prestam serviços às cooperativas na condição de cooperados são isentos de pagamento de INSS.

(

x ) A constituição garante às sociedades cooperativas "adequado trata- mento tributário aos atos cooperados ", estabelecendo um diferencial competitivo das cooperativas em relação às empresas mercantis.

(

) As cooperativas brasileiras de acordo com a nossa constituição, são obrigatoriamente fiscalizadas ou sofrem interferência do governo fe- deral no seu funcionamento.

31.

Os estatutos estabelecem as regras de funcionamento das cooperati-

vas. Não são tópicos dos estatutos:

(

) Denominação social e sede;

(

) Capital Social;

(

) Direitos e deveres dos associados;

(

) Modo de administração e fiscalização

(

x ) Princípio da gestão independente.

Eixo sobre Administração

Exercícios de Fixação

1. O que você entende do antigo ditado chinês que diz: "Se você conhece o

inimigo e conhece a si mesmo, não precisará temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória sofrerá uma derrota. Se você não se conhece nem conhece seu inimigo, perderá todas as batalhas."

Resposta livre.

2. O que esse ditado chinês tem a ver com um Jovem Líder Cooperativista?

Resposta livre

3. Quanto as sociedades informais e formais. Quais os pontos positivos

e negativos das sociedades informais? Pontos positivos: A flexibilidade e a info

rmalidade encoraja a participação na discussão e o ambiente freqüente- mente receptivo promove a compreensão pessoal. Pontos negativos: Limita- ção quando se quer fazer algo mais específico; ausência de responsabilização e decisões tomadas a partir de critérios emocionais.

4. Quais são os princípios da estruturação democrática? Delegação demo-

crática de autoridade específica a individuos específicos para tarefas espec

íficas; Exigência de responsabilidade a quem a autoridade foi delegada; Pulverização da autoridade entre as pessoas, tanto quanto for possível; Ro- tação de tarefas; Distribuir as tarefas segundo critérios racionais e não emo- cionais; Comunicação; Acesso igualitário aos recursos disponíveis.

5.

O que é o modelo burocrático? É o modelo no qual a organização de-

fine c

ritérios e regras para o comportamento das pessoas e suas tarefas.

6. Quem é o burocrata e como ele surge na organização? Burocrata é o

funcionário que segue rigorosamente as regras, ignorando o significado do seu comportamento, que é atender as necessidades dos clientes. Ele surge da disfunção do modelo burocrático no qual os meios são mais importantes do que o objeto final. Ele decorre do excesso do modelo que conduz à rigidez e ao mecanismo do comportamento organizacional.

Para quê serve o modelo burocrático? O modelo burocrático é essencial

em termos de organização e deve ser encarado como uma ferramenta para mel

7.

hor integrar

seus recursos, efetivar suas operações e ordenar seu funcionamento.

8. Quanto à Estrutura Organizacional: qual o conceito de estrutura orga-

nizacional? A forma pela qual as atividades de uma organização são dividi-

das

, organizadas e coordenadas.

9. Marque o item que indica um dos benefícios de se adotar uma estrutu- ra organizacional adequada ao perfil da empresa:

a) Dificultar a identificação das tarefas necessárias;

b) Organizar as funções e responsabilidades;

c) Permitir menor agilidade na obtenção de informações, disponibilidade de recursos e feedback aos empregados;

d) Disponibilizar medidas de desempenho incompatíveis com os objetivos;

e) Não oferece condições motivadoras.

10. Julgue os itens sobre estrutura organizacional. Marque C (Certo) ou

E (Errado).

(

E ) A estrutura formal surge da interação entre as pessoas não havendo necessidade de se criar nenhum organograma para representá-la.

(

C ) Proporcionar maior rapidez nos processos, reduzir a carga de co- municação dos chefes, motivar e integrar as pessoas na empresa, são pontos positivos da estrutura informal.

(

C ) Dificultar o controle interno e possibilitar o surgimento de atritos entre as pessoas são pontos negativos da estrutura informal.

(

E ) A estrutura informal é deliberadamente planejada e formalmente representada, em alguns aspectos pelo seu organograma.

11. Complete a assertiva abaixo:

Estrutura Organizacional é o conjunt

o ordenado de

responsabilidades, autoridades, comunicações e decisões das unidades or- ganizacionais de uma empresa. A estrutura organizacional não é

estr

estática podendo ser alter

ada de acordo com os objetivos e

atégias

da empresa.

12.

Qual a diferença entre consumidor e cliente? O conceito de cliente é

mais abrangente do que o de consumidor. Consumidor é toda a pessoa física ou jurídica que adquir

e ou utiliza produto ou serviço como destinatário final; cliente é todo aquele que recebe um produto e é afetado, direta ou indiretamente, por sua qualidade.

13. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, qual o conceito de for-

necedor? Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desen- volvem atividade de produção, montagem, transformação, beneficiamento, acondicionamento ou reacondicionamento, renovação ou recondicionamen- to, criação, construção, imp

ortação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.

14. Defina:

 

Planejamento

 
 

Estratégia

 
 

Tática

 

.

15.

Assinale a alternativa errada:

(

) O primeiro passo para um bom planejamento é a definição do objetivo da empresa;

(

) Outra parte de planejamento é a definição das políticas que deverão conduzir os processos de aquisição;

(

) Estratégia é a mobilização de todos recursos da empresa, visando atingir os objetivos em um longo prazo.;

(

) No planejamento são criadas estratégias para chegar aos seus objetivos e aplicadas táticas para cada objetivo específico.

(

x ) Estratégia é uma atividade específica realizada para atingir um objetivo.

 

16.

Sobre Cultura Organizacional não é certo dizer:

(

) É um conjunto de valores e normas que controlam as interações dos membros da organização entre si e com as pessoas externas;

(

) Consiste em uma combinação de seus valores terminais e

instrumentais, podendo tender para ser mais conservadora ou empreendedora;

instrumentais, podendo tender para ser mais conservadora ou empreendedora;

(

x ) É transmitida por meio de cursos específicos;

(

) A ética é um dos fatores que influenciam na formação da cultura de uma organização;

(

) Os valores são padrões ou princípios éticos que as pessoas utilizam para determinar quais comportamentos e situações são desejáveis ou não na empresa.

17. Para você, Jovem Líder Cooperativista, uma de suas maiores missões

será administrar o tempo. De acordo com o que lhe foi apresentado, como isso poderá ser feito?

18. Um dos grandes problemas da atualidade é a administração do tem-

po. Para você que perguntas terão que ser respondidas em seu Planejamen-

to?

19. Exercício prático de gestão do tempo. Quem quer esforçar-se para conseguir uma melhor gestão do tempo, terá que manter uma agenda. Assi- nale as tarefas que vai realizando e o tempo que perde com elas. Tome nota, também, de quais momentos do dia em que se sente mais produtivo.

Atividade e horário Tempo gasto (minutos) Horário de maior produtividade
Atividade e horário
Tempo gasto (minutos)
Horário de maior produtividade

20. Com sua Cooperativa instalada e produzindo, o que fazer para resol-

ver conflitos entre os cooperados? Com que estratégia?

21.

Qual o conceito que melhor caracteriza um projeto e quais são as suas

fases?

22. Quanto à elaboração de projetos numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª:

 

1 Título do projeto

a descrição da situação futura que se deseja atingir. Responde as questões: Para Que? e Para Quem?

É

 

Contextualização

2 do problema e justificativa

Serve para conceituar o problema, ou servir de base para

a

ação; podem e devem ser apresentadas.

   

Resumo ou cronograma financeiro do projeto, no qual se

3 Objetivos

indica como, o que, e quando serão gastos os recursos e de que fontes eles virão.

   

Disposição gráfica das épocas em que as atividades vão

4 Metas

se dar e permite uma rápida visualização da seqüência em que devem acontecer.

   

Refere-se à permanência ou sustentabilidade no

5 Metodologia

tempo das transformações decorrentes das ações implementadas, ou seja, à sua efetividade.

 

6 Avaliação de

Impactos

Deve dar uma idéia clara e concisa do(s) objetivo(s) do projeto.

 

7 Cronograma

Descreve o "Como Fazer" do projeto.

   

Resultados parciais a serem atingidos; podem e devem ser

8 Orçamento

bastante concretos expressando quantidades e qualidades dos objetivos, ou Quanto será feito.

 

9 Revisão

Bibliográfica

Neste item deverá ser descrito o que constitui o projeto, qual a idéia básica, qual o problema que queremos resolver, ou qual a necessidade queremos atender. Apresenta respostas à questão Por Que?

23. Quais os itens que devem ser observados na formulação de um pro-

jeto? Estabelecimento correto do problema. Identificação das pessoas e ins- tituições a

quem afeta resolver o problema, buscando criar vínculos com os mes- mos desde o início do projeto. Busca adequada de fontes de financiamento.

24. Se empreender é fazer acontecer qualquer coisa que sonhamos ou de-

sejamos e Empreendedor é aquela pessoa que deseja realizar, executar seus

sonhos e deixar sua marca fazendo diferente. O que deve fazer o(a) jovem líder cooperativista empreendedor(a)?

25. De acordo com o texto liste algumas sugestões para que o jovem líder cooperativista empreendedor possa enfrentar os problemas com confiança? I. Conhecer cada um de sua equipe; II. Acompanhar e orientar; III. Ter um Profundo respeito e vocação para lidar com pessoas; IV. Saber pedir ajuda; V. S

er ético; VI. Desenvolver novos hábitos e novas atitudes; VII. Ser motiva- dor.26. Nas assembléias os associados elegem uma diretoria e um conselho fiscal. É importante que os dirigentes sejam escolhidos por apresentarem:

a) Expressão de autoritarismo, conhecimento político e vivência dos princípios básicos do cooperativismo.

b) Real expressão de liderança, conhecimento e vivência dos princípios básicos do cooperativismo.

c) Real expressão burocrática, conhecimento e vivência política.

d) Real expressão de liderança, conhecimento e vivência dos princípios mercantilistas.

27. Para o bom desenvolvimento de seus trabalhos, uma cooperativa, qualquer que seja o ramo, utiliza a seguinte estrutura:

a) Presidência, Diretoria Administrativa, Diretoria Financeira e Gerência de Administração.

b) Diretoria, Coordenadoria Administrativa, Coordenadoria Financeira e Órgãos Auxiliares da Administração.

c) Assembléia Geral, Diretoria Financeira e Gerência de Administração.

d) Assembléia Geral, Diretoria ou Conselho de Administração, Conselho Fiscal, e Órgãos Auxiliares da Administração.

28. Como todas as coisas, o conflito também tem dois lados de efeitos,

identifique na lista abaixo quais são as vantagens (V) e desvantagens (D) do conflito.

(

D ) Desvia a atenção dos objetivos.

(

V ) Revela os problemas existentes.

(

V ) Gera idéias novas.

(

D ) Contribui para a insatisfação.

(

V ) Contribui para a redistribuição do poder e da influência.

(

V ) Facilita o desenvolvimento.

(

D ) Gera ressentimentos entre os envolvidos.

29. Julgue os itens abaixo, usando C (Certo) e E (Errado):

(

C ) Para a resolução de conflitos é importante procurar a identificação do terreno e dos interesses comuns.

(

E ) A resolução de conflitos depende apenas de focalizar a discussão nas pessoas, afinal, os interesses individuais são a causa do conflito.

(

C ) Procurar entender o ponto de vista da outra parte; tentar sentir como seria estar do outro lado são atitudes que cooperam para a resolução de conflitos;

(

E ) Para resolver conflitos mais rapidamente é importante impor suas idéias com veemência e mostrar seu valor.

(

C ) Enfatizar os aspectos positivos da outra parte permite uma relação de harmonia que ajuda a disseminar os conflitos.

(

(

E ) Explorar as possibilidades de barganha é uma grande oportunidade de negócio e não interfere na resolução do conflito.

C ) É importante explorar as possibilidades de uma resolução constru- tiva do conflito.

30. Sobre Gestão de Processos julgue V (Verdadeiro) ou F (Falso) nos itens abaixo:

(

V ) Para garantir uma gestão efetiva e uma melhoria contínua dos pro- cessos é preciso ter objetivos claros e mensuráveis.

(

F ) Um forte compromisso por parte dos gestores e dos colaboradores da organização não altera em nada a gestão dos processos.

(

F ) O líder é capaz de gerir processos sem necessidade de ajuda dos colaboradores.

(

V ) Ambiência Organizacional é a aceitação, por parte dos colaborado- res, e o compromisso necessário para implementação das mudanças propostas.

(

V ) Os colaboradores são fontes valiosas de informação e conhecimento para melhor gestão dos processos.

(

V ) A comunicação ajuda a criar a Ambiência Organizacional e o com- promisso dos colaboradores.

(

F ) A definição dos objetivos a serem atingidos independe da comuni- cação.

31. Assinale o item que indica benefícios da gestão de processos:

a) Melhorar a qualidade do trabalho desenvolvido, aumentar a satisfação dos clientes e diminuir a satisfação dos colaboradores.

b) Aumentar a satisfação dos Investidores, conferir complexidade, e in- flexibilidade organizacional.

c) Reduzir tempos de ciclos dos processos, diminuir custos e melhorar a

eficiência e eficácia interna. d) Identifica problemas e ineficiências na organização (gargalos), aumen- ta a satisfação dos Investidores e diminui a satisfação dos clientes.

Eixo sobre Liderança

Exercícios de Fixação

1. De acordo com o texto, qual deve ser o papel do jovem dentro da co-

operativa? O papel do jovem é estimular o empreendedorismo e contribuir para melhorar o desempenho das técnicas de gestão mais modernas e focadas em mercados e produtos com maiores valores agregados.

2. Como o jovem cooperativista pode ajudar sua comunidade? O jovem

cooperativista consciente das necessidades de sua comunidade pode identi- ficar oportunidades de negócios, propor soluções, implementar projetos que envolvam outros jov ens e ser multiplicador dos conhecimentos e da prática cooperativista.

3. Você já aprendeu que um líder é aquele que consegue obter mais de

sua equipe sem ser tirano. Ele move seus liderados de tal forma que, mesmo sem sua presença física (utilizando telefone, fax e internet), consegue atingir os resultados desejados. Cite as características de um Jovem Líder Coopera- tivista. I. Conhece cada um de sua equipe; II. Acompanha e orienta; III. Tem um Profundo re

speito e vocação para lidar com pessoas; IV. Sabe pedir ajuda; V. É ético; VI. Desenvolve novos hábitos e novas atitudes; VII. É motivador.

4. A falta de motivação é uma das principais dificuldades enfrentadas em qualquer organização, independente de ser ela cooperativa ou não. Assim, motivar sua equipe é o começo de tudo. Apresente algumas providências que poderão levar a satisfação de seus liderados. O líder deve manter um ambien- te dinâmico que permita ao seu colaborador interagir, aprender, questionar e crescer conscientemente. É preciso investir nas pessoas. Estimular a auto-esti- ma e motivar o des

envolvimento profissional são pontos-centrais na permanente gerência motivacional, resultando numa política de bem-estar.

5. O que é ser "Líder"? É estar pronto para servir. Servir a uma equipe,

org

anizada para um propósito. A figura do líder se confunde com a figura do liderado, pois ambos buscam "resultados".

6. Relacione aos nomes abaixo o conceito de Líder ou não Líder.

1. Líder

2. Não Líder

(

1 ) Disponível

( 1 ) Seguro

( 2 ) Arrogante

(

1 ) Joga em equipe

( 1 ) Flexível

( 2 ) Exibido

(

1 ) Humilde

( 1 ) Adaptável

7. Quais incentivos devem ser dados por um Líder para motivar sua

equipe? 1. Incentivar a elevação de escolaridade; 2. Desenvolver Programas de Reconhecimento e Valorização; 3. Desenvolver Programas de Qualidade de Vida; 4. Investir na integração entre os cooperados e na criação de um ambiente de trabalho ao mesmo tempo estimulante, acolhedor e motivador, eis o grande desafio.

8. Exercício de Autoconhecimento. Descreva no quadro abaixo alguns

fatos marcantes (positivos) de sua vida.

Conhecer-se bem e valorizar todas as conquistas que se obtém na vida é uma postura desejada a qualquer ser humano, especialmente àqueles que têm múlti- plos e grandes sonhos a realizar.

Resposta Livre

Percebe-se que o espaço liberado aqui foi pequeno. No entanto, você pode iniciar a sua relação agora e continuar anotando por algum tempo.

O autoconhecimento e a valorização das vitórias que se adquire na vida

são atitudes almejadas a qualquer pessoa, especialmente, àquela que procu-

ra realizar grandes sonhos.

Relembrando

O que é ser "Líder"?

Liderança: É a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entu- siasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum.

Assim sendo, liderar é estar pronto para servir. Servir a uma equipe, or- ganizada para um propósito. A figura do líder se confunde com a figura do liderado, pois ambos buscam "resultados ". Assim, ao final de um trabalho realizado, todos são responsáveis por tudo, sucesso e fracasso.

Após uma breve revisão do texto, responda:

9. Descreva com suas palavras o perfil de um jovem líder cooperativista:

Res

 

posta liv

re.

10.

Se a afirmativa: A falta de motivação é uma das principais dificuldades

enfrentadas em qualquer organização é verdadeira, segundo o texto, o que es- sas organizações devem fazer para sanar esse problema? As organizações devem manter um ambiente dinâmico que permita ao seu colaborador inte- ragir, aprender, questionar e crescer conscientemente. É preciso investir nas pessoas. Estimular a auto-estima e motivar o desenvolvimento profissional são pontos-centrais na permanente gerência motivacional, resultando numa política de bem-estar.

11. Após ter estudado sobre liderança explique para seus colegas o que entendeu, usando suas próprias palavras? Resposta livre.

12. Os trabalhadores são mais ou menos motivados conforme as influen-

cias de fatores externos e internos, o jovem líder cooperativo pode manter sua equipe de colaboradores motivados por meio de instrumentos como:

a) Investir nas pessoas, aumento salarial, motivar o desenvolvimento profissional e criar ambiente de trabalho formal.

b) Cobrar resultados, aumento salarial, estabelecimento de metas rígidas

e criar ambiente de trabalho formal.

c) Investir nas pessoas, estimular a auto-estima, motivar o desenvolvi- mento profissional e criar um ambiente de trabalho agradável.

d) Cobrar resultados, estimular a auto-estima, estabelecimento de metas rígidas e criar um ambiente de trabalho agradável.

13. Assinale a alternativa que mais se aproxima do exemplo de equipe:

a)

Time

b)

Família

c)

Exército

d)

Partido político

14. A liderança eficaz consiste em diagnosticar o nível em que se encontra o colaborador e utilizar um estilo de acordo com o seu grau de esperiência. Destaque cinco atitudes básicas que o líder servo deve adotar:

a) Ouvir sem julgar, ser autêntico, construir comunidade, concentrar po- der e cuidar para que as pessoas não se desenvolvam.

b) Ouvir somente aqueles que concordarem com as suas idéias, manter a aparência, desestimular a construção de comunidade, partilhar poder

e desenvolver pessoas.

c) Ouvir sem julgar, ser autêntico, construir comunidade, centralizar po- der e desenvolver pessoas.

d) Ouvir sem julgar, ser autêntico, construir comunidade, partilhar po- der e desenvolver pessoas.

15. Numa negociação racional deve-se:

a)

Tratar em conjunto as questões, as pessoas e a disputa, pois tudo in- fluencia no negócio diretamente.

b)

Concentrar-se nos interesses em questão.

c)

Imaginar soluções que proporcionem apenas seu benefício.

d)

Permitir que o resultado baseie-se em critérios subjetivos.

16.

Julgue V (Verdadeiro) ou F (Falso). Para ter sucesso numa negociação

é recomendável seguir alguns passos como:

(

F ) Ouvir com atenção, mas interromper o interlocutor quando necessário e deixar claro quem tem maior força.

(

V ) Esclarecer as dúvidas. Usar dados e informações neutras, estar muito bem informado.

(

V ) Transformar argumentos em questões a serem respondidas;

(

F ) Ser mais reativo que participativo;

(

V ) Não perder de vista o objetivo;

(

V ) Estar disposto a tudo, a superar o limite do possível.

17. Para se obter os resultados desejados o líder precisa de pessoas com-

prometidas e não somente envolvidas com a empresa. Com isso, é impor- tante se compreender a diferença entre envolvimento e comprometimento. O líder precisa sentir, pelo comportamento de seus colaboradores, até que ponto pode obter resultados positivos ou negativos. Indique "E" para envol- vimento e "C" para comprometimento.

(

C ) Sentimento exteriorizado por meio de ações, como: recomendação da marca, dos produtos, acompanhamento do crescimento e parce- ria nos momentos de dificuldades.

(

E ) Sentimento dispensado pelo funcionário ao seu trabalho individual.

(

C ) Sentimento de orgulho e satisfação de trabalhar naquela organização.

(

E ) Sentimento individualizado, exclusivo.

(

E ) Sentimento dispensado pelo funcionário em relação ao seu salário e ascensão profissional.

(

E ) O funcionário raramente pensa na empresa como parceira de seu crescimento profissional.

(

C ) Sentimento dispensado pelo funcionário à organização.

18. Sobre o trabalho em equipe julgue V (Verdadeiro) ou F (Falso) os itens

abaixo:

(

F ) Todo grupo de trabalho é uma equipe de trabalho.

(

F ) Para o grupo de trabalho o serviço individual, isolado é mais produtivo.

(

V ) Numa equipe há o desejo de dividir objetivos, decisões e resultados.

(

F ) Para uma equipe não importa a educação de cada colaborador.

(

V ) No trabalho em equipe há a necessidade de acompanhar e avaliar constantemente os processos e resultados.

(

F ) Uma equipe de trabalho não tem a percepção de que o fracasso de um pode ser o fracasso de todos.

(

V ) Equipe: o sucesso de cada um leva ao sucesso do todo.

(

F ) A necessidade de aperfeiçoar as relações interpessoais é uma característica do trabalho em grupo e não do trabalho em equipe.

(

V ) Uma das características do trabalho em equipe é priorizar a comunicação entre os membros.

19. Assinale, dentre as palavras abaixo, aquela que deve ser o centro de todo trabalho em equipe:

a) Autoridade

b) Liberdade

c) Comunicação

d) Individualidade

e) Conhecimento

20. Sobre o processo de tomada de decisão julgue V (Verdadeiro) ou F

(Falso) os itens abaixo:

(

F ) No processo de tomada de decisão o importante é a agilidade do lí- der em agir, não havendo necessidade de parar para identificar com clareza a situação problema.

(

F ) Todo problema é uma situação negativa que deve ser eliminada ime- diatamente para não deixar conseqüências.

(

V ) Uma situação problema pode ser entendida como aquela que ocorre quando o estado atual das coisas é diferente do estado desejado das coisas.

(

F ) A tomada de decisão é influenciada apenas pelas características e conhecimentos individuais de cada pessoa sem a necessidade de um sistema de informação e inteligência que só induzem ao erro.

(

V ) Para a tomada de decisão o líder precisa ser dotado de habilidades e competências que o distingam e o capacitem à superação de de- safios.

(

V ) Um bom sistema de informação e inteligência permite ao líder per- ceber, identificar, definir e desenvolver soluções criativas.

21. Quais os tipos de perguntas que os administradores devem fazer para

definir uma situação problema? Qu

l a distância entre o estado atual das coisas e o que se deseja? Como essa distância afeta nossas chances

ançar e superar os objetivos organizacionais? Essa distância é um proble- ma? Qual a dificuldade em resolvê-la? Qual a rapidez que devemos agir?

22. Após definir a situação problema é importante para o administrador estabelecer prioridades. Quais as perguntas que ele deve fazer para facilitar a identificação das prioridades?

fazer para facilitar a identificação das prioridades? 32 Programa de Formação de Jovens Lideranças

“Todos podem ver as táticas de minhas conquistas, mas ninguém consegue dis- cernir a estratégia que gerou as vitórias ". Sun Tzu, no século IV a.C.

Lembre-se

Continuamos torcendo por você e esperamos que em breve possamos nos encontrar em outros momentos em que já esteja colocando em prática todo conhecimento e experiência adquiridos ao longo deste curso. Nunca é demais lembrá-lo que você já começa esta missão com posse de um dos maiores tesouros do mundo: sua juventude.

é demais lembrá-lo que você já começa esta missão com posse de um dos maiores tesouros

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http://www.ocemg.org.br/ 38 Programa de Formação de Jovens Lideranças

Endereços do Sescoop – Sistema OCB

Endereços do Sescoop – Sistema OCB – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - Sescoop Presidente:

– Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - Sescoop

Presidente: Márcio Lopes de Freitas Superintendente Técnico: Ramon Gamoeda Belisário Superintendente Administrativo: Luís Tadeu Prudente Santos Tel.: (61) 3325 2653 - 3325 5500 - Fax: (61) 3325 8383 www.sescoop.org.br - E-mail: sescoop@sescoop.org.br Endereço: Casa do Cooperativismo - Setor de Autarquias Sul (SAUS) - Quadra 04, Bloco I - CEP: 70070-936 - Brasília/DF

Região Norte

- Sescoop do Estado do Acre - Sescoop/AC

Presidente: Manoel Valdemiro Francalino da Rocha Superintendente: Emerson Costa Gomes Telefax:(68) 3223 6487 - 3223 7697 E-Mail: sescoop.ac@globo.com - sescoop-ac@uol.com.br Endereço: Rua Chile, 213 - Bairro Habitasa CEP: 069900-310- Rio Branco/AC

- Sescoop do Estado do Amazonas - Sescoop/AM

Presidente: José Merched Chaar Superintendente: Petrúcio Pereira de Magalhães Júnior Tel.: (92) 3611 8518 - 3611 2226 - Fax: (92) 3611 2226 E-mail: ocb_am@horizon.com.br - secocb_am@horizon.com.br Endereço: Avenida Carcalho Leal, 1154 Cachoeirinha CEP: 69065-000 - Manaus/AM

Região Centro-Oeste

- Sescoop do Estado do Mato Grosso - Sescoop/MT

Presidente: Onofre Cezário de Souza Filho Superintendente: Adair Mazzotti Tel.: (65) 3624 1503 - 3624 7805 - 3624 6809 - 3624 1519 Fax: (65) 3624 7480 E-mail: superintendencia@sescoopmt.coop.br presidencia@sescoopmt.coop.br Endereço: Rua Antônio João, 360 - 1º andar, Ala B - Centro CEP: 78005-810 - Cuiabá/MT

- Sescoop do Estado do Pará - Sescoop/PA

Presidente: Erivaldo de Jesus Araújo Superintendente: Francisco José Rego Magalhães Tel.: (91) 3246 1094 - 3226 0484 - Fax: (91) 3246 9944 E-mail: pompeia@sescoop-pa.org.br sescoop-pa@sescoop-pa.org.br Endereço: TV. Vileta, 2766 - Altos - Marco CEP: 66095-490 - Belém/PA

- Sescoop do Estado do Mato Grosso do Sul - Sescoop/MS

Presidente: Celso Ramos Regis Superintendente: Dalva Garcia Caramalac Tel.: (67) 3326 0171 - Fax: (67) 3326 6280 www.ocems.org.br - E-mails: sescoop@ocbms.org.br; ocbms@ocems.org.br Endereço: Rua Ceará, 2245 - Vila Célia CEP: 79004-540 - Campo Grande/MS

- - Sescoop do Estado de Goiás - Sescoop/GO Presidente: Antônio Chavaglia Superintendente: Valéria Mendes
-
- Sescoop do Estado de Goiás - Sescoop/GO
Presidente: Antônio Chavaglia
Superintendente: Valéria Mendes da Silva Elias
Tel.: (62) 3240 2600 - 3240 2610 - Fax: (62) 3240 2602
E-mail: sescoopgo@sescoopgo.org.br - valeria@sescoopgo.org.br
Endereço: Avenida Dep. Jamel Cecílio, 3427 - Jardim Goiás
CEP: 74810-100 - Goiânia/GO
-
- Sescoop do Distrito Federal - Sescoop/DF
Presidente: Roberto Marazi
Superintendente: Anderson do Carmo Gariglio
Tel.: (61) 3345 3036 - 3345 4202 - 3345 0483 - Fax: (61) 3245 3121
E-mail: sescoop.df@terra.com.br - ocdf@ocdf.org.br
Endereço: Avenida W/4 - SEPS 712/912 - Bloco F
CEP: 70390-125 - Brasília/DF
-

Sescoop do Estado do Amapá - Sescoop/AP

Presidente: Elizeu Cardoso Viana Superintendente: Maria Doriane de Carvalho Telefax: (96) 3223 0110 - 3222 0733 E-mail: sescoop-ap@uol.com.br Endereço: Avenida BAB, 251 - Centro CEP: 68906-005 - Macapá/AP

Sescoop do Estado de Tocantins - Sescoop/TO

Presidente: Ruiter Luiz Andrade Pádua Superintendente: Maria José de Andrade Leão de Oliveira Telefax: (63) 3215 3291 - 3215 4079 E-mail: oct_sescoop@uol.com.br Endereço: Avenida JK- 110 - Lote 16 - 1º Piso, Salas 2/6 CEP: 77006-130 - Palmas/TO

Sescoop do Estado de Roraima - Sescoop/RR

Presidente: Sílvio Silvestre de Carvalho Superintendente: Jucélia Rodrigues do Carmo Tel.: (95) 3623 2312 - 3623 2912 - Fax: (95) 3623 0978 E-mail: sescooproraima@aol.com.br - ocbroraima@yahoo.com.br Endereço: Avenida Major Williams, 1018 - São Francisco CEP: 69301-110 - Boa Vista/RR

Livro de Exercícios 39

Região Nordeste

- Sescoop do Estado do Maranhão - Sescoop/MA

Presidente: Adalva Alves Monteiro Superintendente: Márcia Tereza Correia Ribeiro Néri Tel.: (98) 3221 0563 - 3231 5710 - Fax: (98) 3221 5156 / 3222 8092 E-mail: ocema2003@bol.com.br Endereço: Rua do Alecrim, 415 - Ed. Palácio dos Esportes 3º Andar - Sala 314 - CEP: 65010-903 - São Luís/MA

- Sescoop do Estado do Piauí - Sescoop/PI

Presidente: José Pinto de Alencar Superintendente: Flávio André Pereira Moura Telefax: (86) 3325 3034 - 3325 4444 E-mail: sescoop@sescoop-pi.org.br - ocepi@sescoop-pi.org.br secretaria@sescoop-pi.org.br Endereço: Rua Alto Longá, s/nº - Ed. Cidapi - Água Mineral CEP: 64006-140 -Teresina/PI

- Sescoop do Estado do Ceará - Sescoop/CE

Presidente: João Nicédio Alves Nogueira Superintendente: José Aparecido dos Santos Tel.: (85) 3231 2802 - 3231 6833 - Fax: (85) 3231 3641 E-mail: sescoop-ce@ocbce.coop.br - ocbce@ocbce.coop.br Endereço: Rua Ildefonso Albano, 1585 - Sls 02/03 E 04 Aldeota - CEP: 60115-000 - Fortaleza/CE

- Sescoop do Estado do Rio Grande do Norte - Sescoop/RN

Presidente: Roberto Coelho da Silva Superintendente: Francisco das Chagas Azevedo Tel.: (84) 3605 2531 - 3605 2532 - Fax: (84) 3205 6669 www.ocern.com.br - E-mail: ocern@eol.com.br sescoop_rn@eol.com.br Endereço: Avenida Jerônimo Câmara, 2994 - Nazaré CEP: 59060-300 - Natal/RN

- Sescoop do Estado da Paraíba - Sescoop/PB

Presidente: Agostinho dos Santos Superintendente: José Cauby Pita Tel.: (83) 3221 6753 - 3221 0911 - 3222 6268 - Fax: (83) 3222 3660 E-mail: ocepb@uol.com.br / sescoop@uol.com.br Endereço: Avenida Coremas, 498 - Centro CEP: 58013-430 - João Pessoa/PB

- Sescoop do Estado de Pernambuco - Sescoop/PE

Presidente: Malaquias Ancelmo de Oliveira Superintendente: Cleonice Pereira Pedrosa Tel.: (81) 3271 1478 - 3271 2672 - Fax: (81) 3454 4142 www.ocepe.org.br - E-mail: sescoop@sescoop-pe.org.br ocepe@sescoop-pe.org.br Endereço: Rua Manuel Joaquim de Almeida, 165 - Iputinga CEP: 50670-730 - Recife/PE

- Sescoop Estado de Alagoas - Sescoop/AL

Presidente: Marcos Antônio Braga da Rocha Diretor-Executivo: Márcia Túlia Pessoa de Oliveira Tel.: (82) 3350 3409 - Fax: (82) 3223 6296 E-mail: oceal@ofm.com.br - sescoopal@ofm.com.br Endereço: Avenida Governador Lamenha Filho, 1880 - Feitosa CEP: 57043-000 - Maceió/AL

- Sescoop do Estado de Sergipe - Sescoop/SE

Presidente: José Milton de Almeida Superintendente: Manoel Messias do Nascimento Telefax: (79) 3259 1134 - 3259 2752 - 3259 6434 Fax: (79) 3259 2752 - 3259 1134 E-mail: sescoopse@sescoopse.org.br - ocese@sescoopse.org.br Endereço: Avenida Augusto Franco, 1328 - 1º andar - Siqueira Campos - CEP: 49075-100 - Aracaju/SE

- Sescoop do Estado da Bahia - Sescoop/BA

Presidente: Orlando Colavolpe Superintendente: Alderico Alves Sena Tel.: (71) 3321 1369 - Fax: (71) 3322 0145 E-mail: oceb@svn.com.br - sescoopba@svn.com.br Endereço: Rua Boulevard Suisso, 129 - 1º andar - Jardim Baiano Nazaré - CEP: 40050-330 - Salvador/BA

Região Sudeste

- Sescoop do Estado de Minas Gerais - Sescoop/MG

Presidente: Ronaldo Ernesto Scucato Diretor-Superintendente: William Bicalho da Cruz Tel.: (31) 3284 5888 - 3284 5889 - Fax: (31) 3227 7972 -3284 5873 www.ocemg.org.br - E-mail - sescoop@ocemg.org.br Endereço: Avenida do Contorno, 5005 - Serra CEP: 30110-100 - Belo Horizonte/MG

- Sescoop do Estado do Espírito Santo - Sescoop/ES

Presidente: Esthério Sebastião Colnago Superintendente: Carlos André Santos de Oliveria Tel.: (27) 2125 3200 - 2125 3202 www.ocees.org.br - E-mail: superintendencia@ocees.org.br presidencia@ocees.org.br Endereço: Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, 2501 Bento Ferreira - CEP: 29052-120 - Vitória/ES

- Sescoop do Estado do Rio de Janeiro - Sescoop/RJ

Presidente: Francisco de Assis Souza França Superintendente: Jacqueline Coelho de Oliveira Calçado Tel.: (21) 2232 0133 - 2232 0344 - Fax: (21) 2232 0133 E-mail: sescooprj@ocerj.coop.br - ocerj@ocerj.coop.br Endereço: Avenida Presidente Vargas, 583 - Sala 1204 CEP: 20071-003 - Rio de Janeiro/RJ

- Sescoop do Estado de São Paulo - Sescoop/SP

Presidente: Edivaldo Del Grande Superintendente: Aramis Moutinho Junior Tel.: (11) 5576 5955 - 5576 5991 - Fax: (11) 5576 5992/ 5995 www.portaldocooperativismo.org.br Endereço: Rua Correia Dias, 185 - Paraíso CEP: 04104-000 - São Paulo/SP

Região Sul

- Sescoop do Estado do Paraná - Sescoop/PR

Presidente: João Paulo Koslovski Superintendente: José Roberto Ricken Tel.: (41) 3200 1100 - 3200 1195 - Fax: (41) 3200 1199 www.ocepar.org.br - E-mail: ocepar@ocepar.org.br Endereço: Avenida Cândido de Abreu, 501 - Centro Cívico CEP: 80530-000 - Curitiba/PR

- Sescoop do Estado de Santa Catarina - Sescoop/SC

Presidente: Neivor Canton Diretor Superintendente: Geci Pungan Tel.: (48) 3224 8833 - Fax: (48) 3224 8794 www.ocesc.org.br - E-mail: sescoop-sc@ocesc.org.br ocesc@ocesc.org.br Endereço: Rua Vidal Ramos, 224 - (Mezanino) - Ed. Jaime Linhares - Caixa Postal 31 - CEP: 88010-320 - Florianópolis/SC

- Sescoop do Estado do Rio Grande do Sul - Sescoop/RS

Presidente: Vergílio Frederico Périus Superintendente: Luisiano Paulo Meneghetti Tel.: (51) 3254 5400 - 3221.4377 - Fax: (51) 3254 5432 E-mail: ocergs@ocergs.com.br Endereço: Avenida Vigário José Inácio 303. 1º e 5º Andar Centro - CEP: 90020-100 - Porto Alegre/RS