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CÓDIGCO MORSE

C.M

CÓDIGCO MORSE C.M
CÓDIGCO MORSE C.M

POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ

1º COMANDO REGIONAL DE POLÍCIA MILITAR 13.º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR

RESUMO

HISTÓRICO DO 13.º BPM

13º BPM é a primeira unidade de polícia da PMPR. Em 1532 quando Martim Afonso

de Sousa fundou em São Vicente o primeiro núcleo populacional do Brasil

segunda guerra, termina o “Estado Novo” a redemocratização brasileira, porém, foi breve, e

em 1964, os tenentes da força terrestre, agora generais, tomam o poder para si, e tentam

unificar as forças policiais atribuindo a exclusividade do policiamento ostensivo às polícias

militares através do Decreto-lei nº 317, (predecessor do 667) de 13 de março de 1967 que

reorganizou a polícia brasileira e criou a IGPM, Inspetoria Geral das Polícias Militares.

No Paraná a Lei Estadual nº 5797, de 24 de junho de 1968, atendendo as diretrizes

federais, reorganizou a Polícia Militar e instituiu o Corpo de Policiamento Rádio Motorizado

(CPRM), que atuou paralelamente com os serviços de Rádio Patrulha da Polícia Civil, até

1969 quando esse foi extinto, diferente de outros Estados onde foram unificados Guarda

Civil e Força Pública. Em 1971 o CPRM passou a ser organicamente independente, e a

realizar o radiopatrulhamento com exclusividade. O CPRM iniciou suas atividades de rádio

patrulhamento com 14 viaturas que operavam interligadas a uma Central de Operações,

atuando em toda a cidade de Curitiba. Hoje o 13º BPM está dividido em quatro companhias

e atende a 18 dos 75 bairros de Curitiba, abrangendo uma população estimada de cerca de

750 mil habitantes, o que corresponde a 40% de toda população da capital paranaense,

distribuída em aproximadamente metade dos 430 quilômetros quadrados de Curitiba.

Foi laboratório para a implantação do SISCOP, em 1998, implantação do BOU, em

2004. Com a única tribo indígena urbana da RMC, com o único cartório de Termo-

Circunstanciado da PMPR em Curitiba, com o pioneiro e até agora único projeto da

“Segurança Social”, metodologia inovadora para consolidação da Polícia Comunitária, numa

fim da

Ao

verdadeira gestão comunitária da segurança pública. Com três projetos - Formando

Cidadão, Anjos do Tempo: Para que outros possam sorrir

PEP, presentes nesta O.P.M.

e Prontidão Escolar Preventiva

POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ 1º CRPM -------13º BPM FUNDAÇÃO DE AÇÃO SOCIAL PROJETO FORMANDO CIDADÃO

RESUMO

HISTÓRICO DO CÓDIGO MORSE

1 - Introdução

Desde a sua invenção o Código Morse teve imensas utilidades, e atualmente toda a pessoa comum sabe o que é. Mas no que consiste, quem o inventou, porque apareceu, que utilidades teve, que utilização nos dias de hoje se lhe dá. Estas perguntas após a leitura deste artigo o leitor poderá responder com o maior à vontade. De facto não só responderá a estas perguntas como ficará a saber um pouco mais sobre o seu inventor e sobre o instrumento para o qual ele foi inicialmente projetado.

2 - O Inventor

Samuel Finley Breese Morse foi o inventor do Código que ainda hoje tem o seu nome, Morse. Nascido a 27 de Abril de 1791 em Charleston, Massachusetts, Estados Unidos. A sua família era rica e respeitada, talvez daí a primeira paixão de Samuel Morse, ao contrário do que se possa pensar não foi as ciências ligadas com o electromagnetismo mas sim , a arte, mais precisamente a pintura. Estudou nos Estados Unidos e mais tarde na Europa, na Philip’s Academy em Andover e ainda em Yale onde acabou por se formar em 1810. Em Inglaterra viveu até 1815, chegando mesmo a tornar-se membro da Britain’s Royal Academy (isto sucedeu-se em 1813). Durante aproximadamente dez anos não houve sitio que ele ficasse muito tempo, indo de exposição em exposição para exibir seus quadros. Durante o ano de

1832 foi convidado a dar aulas de pintura e escultura na Universidade de New York.

Aceitando o convite Samuel Morse regressa assim ao pais natal, durante a viagem Samuel Morse ouve uma conversa sobre electromagnetos, conversa esta que fez com que lhe despertasse a curiosidade sobre o assunto. Já em New York ajudou a fundar a National Academy of Design. Chegou ainda a candidatar-se um par de vezes como mayor para a

cidade de New York, não sendo bem sucedido em nenhuma das duas. Intrigado com o electromagnetismo Samuel torna-se bastante interessado num aparelho chamado telégrafo. Em 1838 concebe um aparelho ao qual chamou telégrafo eléctrico. Este aparelho tinha como base o primeiro telégrafo mas sua base para comunicar era um Código, cujo o nome tomou ao seu inventor, Morse. Mais tarde, em 1842 consegue um financiamento ao Senado Americano para ligar Washington a Baltimore, vindo a ser bem sucedido pouco mais de um ano mais tarde. Apartir daí este meio de comunicação expandiu-se tanto nos Estados Unidos como mais tarde na Europa, chegando a receber um prémio de reconhecimento em

1860 entregue por Napoleão III. Antes em 1847 Morse comprou em New York uma mansão

intitulada Locust Grove. Como prenda do seu 80º aniversário foi erguida uma estatua sua no dia 10 de Junho de 1871 no Central Park. Acabou por morrer um ano depois e a sua mansão tornou-se um museu, o Museu Morse. Apesar da sua o nome Morse estará irremediavelmente ligado ao que se calhar foi o Código mais usado no mundo durante o século XIX e princípios do século XX, e que actualmente é um dos códigos mais conhecidos.

3 - O Telégrafo

O telégrafo foi criado em 1753 e construído pela primeira vez em 1774. No entanto esta máquina era quase inútil a nível prático e logístico, pois requeria 26 fios, cada um correspondendo a uma letra do alfabeto. Mais tarde houve ainda uma versão de 5 fios inventado por dois inventores Alemães. Samuel Morse, em parceria com Alfred Vail, o professor Leonard Gail, o congressista F. O. J. Smith e ainda com William Baxter, foi no entanto o primeiro a criar uma versão só de um fio. Alfred Vail dava apoio financeiro e logístico, enquanto que Smith contribuía com a sua experiência legal e no congresso. Este novo mecanismo na realidade só usava o fio para transmitir sinais eléctricos que eram interpretados e escritos para uma tira de papel na forma de uma com irregularidades. Estas irregularidades eram descodificadas através de uma espécie de dicionário que Morse havia criado. Isto é claro quando a caneta que escrevia os pontos e os traços os escrevia bem, coisa que nem sempre acontecia; devido a isso Morse e os seus assistentes continuaram a trabalhar em melhoramentos para esta nova máquina. Morse após várias tentativas consegue finalmente em 1842 um financiamento do Senado Americano de cerca de $30000 (o equivalente nos dias de hoje a quase $500000). Durante o período no qual Morse não conseguiu financiamento, ele foi pedindo conselhos a outros especialistas da área, (Morse apesar de interessado não era muito dotado para estas ciências), desses especialistas podemos contar com Joseph Henry que também tinha inventado uma versão do telégrafo em 1831 e Louis Breguet que da sua versão do telégrafo, Morse “roubou” um componente essencial. Na realidade a maior parte dos avanços mecânicos no telegrafo e no código por ele usado deveram-se aos seus assistentes. Para uma primeira ligação escolheu-se, Washington e Baltimore. Durante o mês de Maio de 1844 fizeram-se as primeiras comunicações inter-cidades. No mesmo ano fez-se primeira demonstração pública enviando-se a mensagem da câmara do supremo tribunal. A mensagem foi extraída da Bíblia pela filha do comissário de patentes. Esta mensagem dizia exactamente: "What hath God wrought?" . A mensagem foi recebida na estação de caminhos de ferro Mount Clair em Baltimore, por Alfred Vail que teve como testemunha Franklin T. Pope. Pope foi mais tarde o criador da versão de pontos e traços do Código Morse usada hoje em dia. Apesar do sucesso Morse só conseguiu registar a patente em 1849, em seu nome somente pois durante este período envolveu-se em litígio com Alfred Vail. As linhas do telégrafo no entanto espalharam-se mais rapidamente até que as próprias linhas férreas. Estas duas muitas das vezes eram “parceiras” nos mesmos trilhos. Em 1868, e também após o telegrafo já se ter expandido Europa fora, é criada a primeira linha transatlântica. Na altura da morte de Morse (1872) o continente americano era já cruzado por mais de 300000 Km de linha. Apesar de Morse como se pode comprovar na realidade não ter criado grande parte do telégrafo nem sequer do código que usamos nos dias de hoje, não se deve tirar o mérito a este grande homem pois foi ele o principal interessado e dinamizador do telégrafo e do código Morse.

4 - O Código Morse Já vimos que o Código Morse actual foi inventado não por Samuel Morse mas por Franklin T. Pope, contudo o que é na realidade o Código Morse? O Código Morse representa os caracteres através de “pontos e traços” correspondendo estes a impulsos eléctricos e resultando daí sinais acústicos ou luminosos de um certa duração. Assim, e tomando o

ponto como unidade, este tem a duração de cerca de 1/25 seg. sendo um traço idêntico a 3

pontos. Tem ainda algumas regras de escrita entre as quais:

de três pontos (ou um traço

· Entre duas letras o espaço é

)

· Entre palavras o espaço é de 5 pontos.

Alfabeto

Alfabeto Números

Números

Alfabeto Números

POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ 1º CRPM -------13º BPM FUNDAÇÃO DE AÇÃO SOCIAL PROJETO FORMANDO CIDADÃO CÓDICO MORSE

DE AÇÃO SOCIAL PROJETO FORMANDO CIDADÃO CÓDICO MORSE EXERCICIOS EU: OI: ELE: SOS; AI: FC:

EXERCICIOS

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