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Universidade do Estado do Pará Centro de Ciências Naturais e Tecnologia Curso de Tecnologia de Alimentos

Universidade do Estado do Pará Centro de Ciências Naturais e Tecnologia Curso de Tecnologia de Alimentos

Ellida Thallita Marques de Campos Francisca Mariane Leitão Martins Laisa Cristina Alves Hemeterio

EMBALAGENS INADEQUADAS

CASTANHAL-PA

2014

Ellida Thallita Marques de Campos Francisca Mariane Leitão Martins Laisa Cristina Alves Hemeterio

EMBALAGENS INADEQUADAS

Trabalho acadêmico apresentado ao curso de Tecnologia de Alimentos da Universidade do Estado do Pará, para complemento da 1º avaliação da disciplina Embalagens de Alimentos, sob orientação da MSc. Christine Macêdo.

CASTANHAL- PA

2014

1- INTRODUÇÃO

A embalagem é um item fundamental para o produto, pois ela tem o objetivo de conter, proteger e comunicar. O desenvolvimento da embalagem acompanhou o desenvolvimento humano, da necessidade inicial do homem de armazenar água e alimentos em alguns recipientes. Atualmente, as embalagens estão presentes em todos os produtos, com forma e funções variadas, acompanhando a evolução das tecnologias utilizadas que as tornam cada vez mais eficientes e estratégicas. De acordo com a revista Exame, 2005:

Nunca como hoje as embalagens desempenharam uma função tão estratégica para empresas de bens de consumo do mundo todo. Seu papel vai muito além da proteção do produto oferecido e da já tradicional promoção de suas qualidades. Em última análise, a embalagem deixa de ser parte para ser o produto.

Apesar de toda a evolução das embalagens, ainda é comum encontrar embalagens inadequadas, por apresentarem dificuldades ao abrir, deixar o alimento exposto à contaminação e causar desperdício do produto. Sendo assim, é imprescindível que as empresas reformulem essas embalagens com intuito de facilitar seu uso, manter a higiene do produto e evitar seu desperdício.

2- EMBALAGENS DIFÍCEIS DE ABRIR

Além da inconveniência de não conseguir usar o produto, as embalagens difíceis de abrir aumentam o risco de acidentes de consumo. Segundo Silvia Vignola, assessora do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) em alguns casos a dificuldade de abertura obriga o consumidor a utilizar instrumentos cortantes ou pontiagudos, e isso o expõe ao risco de se machucar. É importante que as empresas ao criarem uma embalagem se atentem em facilitar o uso do produto, muitas vezes o consumidor acaba desistindo da compra devido a difícil tarefa de abri-lo. De acordo com o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), as embalagens são responsáveis por 7,5% dos acidentes de consumo. Segundo Alfredo Lobo, diretor do órgão, a grande maioria dos acidentes acontece com embalagens de alimentos, e em geral estão relacionados à sua abertura. O consumidor tem que reclamar a empresa sobre a dificuldade de abrir a embalagem. Para Andréa Sanches, diretora de programas especiais do Procon (Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor), em vez de `dar um jeito` para abrir o produto com uma faca ou tesoura e correr o risco de sofrer um acidente, o consumidor deve fazer valer o seu direito e exigir a qualidade dos produtos. O Inmetro está se articulando com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para discutir eventual legislação que trate da qualidade e da segurança das embalagens de alimentos, já que atualmente não existe regulamento que trate do tema.

2.1- EXEMPLOS DE EMBALAGENS DIFÍCEIS DE ABRIR 2.1.1 VIDRO DE COGUMELO

Entre as embalagens difíceis de abrir está a do vidro de cogumelo, o consumidor ao tentar abri-la encontra bastante dificuldade, já que tem de exercer um a força sobre a tampa do recipiente até que essa seja enfim aberta, e em algumas vezes tem que até mesmo usar auxílio de algum objeto.

Figura 1 - Dificuldade em abrir a embalagem de vidro de cogumelo. Fonte: Autor É necessário

Figura 1- Dificuldade em abrir a embalagem de vidro de cogumelo.

Fonte: Autor
Fonte: Autor

É necessário uma reformulação na embalagem do vidro de cogumelo, sendo criado algo que facilitasse sua abertura e mantivesse a conservação do produto. Seria interessante se o fabricante deste produto desenvolvesse uma embalagem semelhante a da embalagem de azeitona, que apresenta batoque de borracha na tampa que facilita sua abertura, como mostra a figura 2.

Figura 1 - Dificuldade em abrir a embalagem de vidro de cogumelo. Fonte: Autor É necessário

Figura 2 - Embalagem de azeitona com borracha na tampa.

Fonte: Autor
Fonte: Autor

2.1.2 - LATA DE MILHO VERDE

Outra embalagem onde os consumidores encontram bastante dificuldade ao abrir é a lata de milho verde, pois para abri-la é necessário o auxílio de um objeto

(faca ou abridor de latas), pondo a pessoa que está manuseando o produto em risco de algum acidente com esses objetos, e até mesmo com o material da embalagem, já que está depois de aberta se torna cortante. Sendo que a qualidade do aparelho utilizado é determinante para o sucesso do procedimento

Figura 3 - Dificuldade em abrir a lata de milho verde. Fonte: Autor
Figura 3 - Dificuldade em abrir a lata de milho verde.
Fonte: Autor

A embalagem apropriada para esse produto seria uma embalagem com o anel “abre fácil”, onde não seria necessário o uso de outros objetos. Ou com o batoque de borracha na tampa, que ao ser retirado faz com que ela solte facilmente, como indicado nas figuras 4 e 5.

(faca ou abridor de latas), pondo a pessoa que está manuseando o produto em risco de

Figura 4 – Embalagem com anel de sistema “abre fácil”.

Fonte: Autor
Fonte: Autor
Figura 5 - Embalagem com batoque de borracha. Fonte: Autor 3-EMBALAGENS QUE DEIXAM OS ALIMENTOS EXPOSTOS

Figura 5- Embalagem com batoque de borracha.

Fonte: Autor
Fonte: Autor

3-EMBALAGENS QUE DEIXAM OS ALIMENTOS EXPOSTOS A CONTAMINAÇÃO

Além da dificuldade de armazenar os produtos, certas embalagens deixam os alimentos expostos à contaminação. É comum encontrar nos supermercado produtos que depois de abertos ficam propícios a deterioração, isso acontece porque muitas vezes as empresas não estão preocupadas com a qualidade do alimento após ser aberta a sua embalagem. Todos os anos milhares de pessoas sofrem consequências graves por conta da ingestão de alimentos com algum tipo de contaminação. E Consumir um alimento contaminado pode causar, além de diarréia, dores de cabeça, náuseas, vômito, febre, mal- estar, entre outros. Segundo a ANVISA, o regulamento técnico RESOLUÇÃO - RDC Nº 91, DE 11 DE MAIO DE 2001, as embalagens e equipamentos que estejam em contato direto com alimentos devem ser fabricados em conformidade com as boas práticas de fabricação para que, nas condições normais ou previsíveis de emprego, não produzam migração para os alimentos de componentes indesejáveis, tóxicos ou contaminantes em quantidades tais que superem os limites máximos estabelecidos de migração total ou específica, tais que: a) possam representar um risco para a saúde humana; b) ocasionem uma modificação inaceitável na composição dos alimentos ou nas características sensoriais dos mesmos.

3.1-EXEMPLOS DE EMBALAGENS QUE DEIXAM OS ALIMENTOS EXPOSTOS A CONTAMINAÇÃO

3.1.1- EMBALAGEM DE MORTADELA

A mortadela é bastante consumida em lanches ou como aperitivo, porém a sua embalagem deixa o produto exposto à contaminação por não possuir um sistema de fechamento após ser aberta. Por isso, fica difícil seu armazenamento depois de abrir a embalagem. Sendo a umidade um requisito extremamente importante na classificação da mortadela, pois está diretamente relacionada com suas condições higiênico-sanitárias, já que, acima do recomendado, pode proporcionar proliferação de microrganismos patogênicos (Franco, 2003). De acordo com o Ministério da Agricultura, o teor máximo é de

65%.

Figura 6- Embalagem de mortadela fechada. Fonte: Autor
Figura 6- Embalagem de mortadela fechada.
Fonte: Autor

Portanto, buscando satisfazer as necessidades do consumidor é importante que a embalagem tenha uma melhor forma de acondicionamento após aberto para prolongar a vida útil do produto. Uma alternativa é criar uma embalagem secundária com baixa permeabilidade a umidade, e isso irá reduzir as alterações decorrentes do ganho ou perda de água e que tivesse um sistema de fecho deslizante causando um fechamento hermético. O material desta embalagem deve ser de Polietileno de Baixa Densidade (LDPE), pois tem propriedade de ser muito boa barreira à umidade. Esta embalagem vai proteger a embalagem primária e servir para que o produto mantenha as características sensoriais por mais tempo.

3.1.2 - EMBALAGEM DE AZEITONA EM SACHÊ

A falta de higiene da embalagem depois de aberta e a refrigeração inadequada transformam o alimento em uma boa fonte de contaminação. Sendo que depois de aberta algumas embalagem de azeitona em sachê tornam-se inadequadas por não possuir um sistema de fechamento.

A falta de higiene da embalagem depois de aberta e a refrigeração inadequada transformam o alimento

Figura 7- Embalagem de azeitona em sachê.

Fonte: Autor
Fonte: Autor

É preciso que aja uma reformulação na embalagem deste produto para melhorar seu acondicionamento após ser aberto. Uma alternativa seria que o fabricante desde produto criasse uma nova embalagem parecida com a embalagem mostrada na figura 6. Onde nesta embalagem tem um zíper log que deve ser utilizado após ter aberto o produto.

A falta de higiene da embalagem depois de aberta e a refrigeração inadequada transformam o alimento

Figura 8-Embalagem de azeitona com zíper log.

Fonte: Autor
Fonte: Autor

4- EMBALAGENS QUE CAUSAM DESPERDÍCIO

No âmbito mundial, cerca de um terço dos alimentos produzidos anualmente para o consumo humano é desperdiçado. Isso equivale a cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) confirmam que estes alimentos seriam suficientes para alimentar cerca de dois bilhões de pessoas ao redor do mundo. As perdas e desperdícios de alimentos ocorrem ao longo de toda a cadeia alimentar: 28% se dão no âmbito do consumidor; 28% da produção; 17% no mercado e distribuição; 22% durante o manuseio e armazenamento e os 6% restantes na etapa de processamento. O problema das perdas e do desperdício são atribuídas principalmente às embalagens deficientes, as quais estão relacionadas diretamente nos danos atribuídos durante o transporte e manuseio. Nessa interface com os consumidores, as embalagens devem contribuir efetivamente para a redução de perdas quantitativas e qualitativas durante a armazenagem, o transporte e a distribuição.

4.1-EXEMPLOS DE EMBALAGENS QUE CAUSAM DESPERDÍCIO 4.1.1- EMBALAGEM DE ACONDICIONAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS

Entre o campo e o consumidor final, o mundo desperdiça anualmente

toneladas dos alimentos destinados ao consumo humano, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). No Brasil, cerca de 40% das frutas e hortaliças produzidas não chegam à mesa do consumidor, os principais danos que ocorrem nas mesmas embaladas são machucadura por impacto, amassamento por compressão e abrasão, ocasionando uma exclusão do consumidor por esses alimentos levando ao desperdício, sendo as embalagens inadequadas identificadas como um importante fator para a continuidade dessa situação. Segundo MAPA, na INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SARC / ANVISA / INMETRO Nº 009, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2002, considerando a necessidade de regulamentar o acondicionamento, manuseio e comercialização dos produtos

hortícolas “in natura” em embalagens próprias para a comercialização, visando à

proteção, conservação e integridade dos mesmos, as embalagens destinadas ao

acondicionamento de produtos hortícolas “in natura” devem atender, sem prejuízo

das exigências aos seguintes requisitos: As dimensões externas devem permitir empilhamento, preferencialmente, em palete; devem ser mantidas íntegras e higienizadas; podem ser descartáveis ou retornáveis, as retornáveis devem ser

resistentes ao manuseio a que se destinam, às operações de higienização e não

devem se constituir em veículos de contaminação (

...

).

das exigências aos seguintes requisitos: As dimensões externas devem permitir empilhamento, preferencialmente, em palete; devem ser

Figura 9-Embalagem de acondicionamento de frutas e hortaliças.

Fonte: Google
Fonte: Google

Para reverter essa situação, seria necessário desenvolver embalagens valorizáveis para o acondicionamento de frutas e hortaliças, e de acordo com algumas pesquisas, o resultado seria um sistema que combina uma bandeja reciclável com uma base articulada e retornável. As geometrias das bandejas seriam variadas, resultando do escaneamento 3D de diferentes tipos e calibres das frutas. A base, se dobraria e armaria com um simples movimento, facilitando a logística, além de reduzir o tempo de montagem em relação às caixas convencionais.

Os tamanhos disponíveis, por sua vez, se adequariam perfeitamente aos pallets brasileiro e europeu, validando a solução tanto para uso no mercado interno quanto para exportação. As bases, mesmo com dimensões diferentes, também se encaixariam entre si, permitindo um empilhamento unificado e preciso. A estrutura da base seria aerada, leve e resistente e o encaixe perfeito, o que minimizaria o impacto nas frutas e reduziria o desperdício ao longo da cadeia de venda e distribuição.

Figura 10- Embalagens para acondicionar frutas com geometrias variadas. Fonte: Google
Figura 10- Embalagens para acondicionar
frutas com geometrias variadas.
Fonte: Google
Figura 11- Embalagens dobráveis e com encaixe para acondicionar frutas. Fonte: Google
Figura 11- Embalagens dobráveis e com
encaixe para acondicionar frutas.
Fonte: Google

4.1.2- EMBALAGEM TRADICIONAL DE MACARRÃO ESPAGUETE DE 500g

A embalagem tradicional de macarrão Espaguete de 500g gera dificuldade em separar a quantia exata de macarrão para uma refeição, sendo constante os exageros nas porções, pois cozinha-se mais do que o necessário para consumir, tornando inevitável que parte da massa se estrague, acarretando no desperdício da comida. De acordo com a RESOLUÇÃO - RDC Nº 93, DE 31 DEOUTUBRO DE 2000, a qual dispõe sobre o Regulamento Técnico para Fixação de Identidade e Qualidade de Massa Alimentícia, em relação ao acondicionamento, o produto deve ser acondicionado em embalagem adequada às condições previstas de transporte, armazenamento e preparo e que confiram ao produto e ao consumidor a proteção necessária. Dessa forma pode-se avaliar que não há uma regulamentação voltada exclusivamente para as questão de porções, as quais reduzam o desperdício, no

que se refere a embalagem da massa alimentícia, nesse caso o macarrão espaguete de 500g.

que se refere a embalagem da massa alimentícia, nesse caso o macarrão espaguete de 500g. Figura

Figura 12- Embalagem de macarrão espaguete de 500g.

Fonte: Google
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Para evitar o desperdício uma alternativa seria uma embalagem com porções de macarrão com a quantidade exata por pessoa. Em uma pesquisa britânica desenvolveu-se uma embalagem com formato hexagonal que pode guardar até seis porções individuais de massa. O produto é ideal para os que moram sozinhos, para os estudantes que vivem em repúblicas e precisam cozinhar para eles mesmos e para pessoas que pretendem preparar pequenas porções de macarrão para que não acarrete em sobras, logo, em desperdício. A idéia é que a embalagem possa ser reabastecida quando as porções acabarem para que seja usada novamente.

que se refere a embalagem da massa alimentícia, nesse caso o macarrão espaguete de 500g. Figura
que se refere a embalagem da massa alimentícia, nesse caso o macarrão espaguete de 500g. Figura

Figura 13- Embalagem de macarrão espaguete dividida em porções.

Fonte: Google
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5- CONCLUSÃO

As embalagens exercem papel fundamental na constituição do produto, sendo de significativa importância que as empresas reformulem as embalagens que se encontram inadequadas, em relação à dificuldade de abri-las, que expõem os produtos a contaminação e causam desperdício, o que foi observado no decorrer do trabalho. Portanto, as embalagens devem oferecer mais segurança, comodidade e praticidade ao consumidor, além de proteger melhor o produto, esses atributos são fundamentais já que a embalagem é componente essencial do produto.

REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS

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SWU. Embalagem mede porção de macarrão e evita desperdícios. Disponível em: http://www.swu.com.br / />. Acesso em: 4 out. 2014.

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Embrapa. Embalagens de plástico verde reduzem desperdício e dão mais segurança. Disponível em: https://www.embrapa.br / />. Acesso em: 4 out. 2014.