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SENAI / Modatec - Centro de Desenvolvimento Tecnológico para Vestuário C C O O S

SENAI / Modatec - Centro de Desenvolvimento Tecnológico para Vestuário

CCOOSSTTUURRAA

IINNDDUUSSTTRRIIAALL

Belo Horizonte

2007

Tecnológico para Vestuário C C O O S S T T U U R R A
Presidente da FIEMG Robson Braga de Andrade Gestor do SENAI Petrônio Machado Zica Diretor Regional

Presidente da FIEMG Robson Braga de Andrade

Gestor do SENAI Petrônio Machado Zica

Diretor Regional do SENAI e Superintendente de Conhecimento e Tecnologia Alexandre Magno Leão dos Santos

Gerente de Educação e Tecnologia Edmar Fernando de Alcântara

Elaboração Hudson G. Afonso

Unidade Operacional

Centro de Desenvolvimento Tecnológico para Vestuário

de Alcântara Elaboração Hudson G. Afonso Unidade Operacional Centro de Desenvolvimento Tecnológico para Vestuário
S S u u m m á á r r i i o o APRESENTAÇÃO

SSuummáárriioo

APRESENTAÇÃO

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1. INTRODUÇÃO

2. MÁQUINA DE COSTURA RETA

5

6

2.1. Nomenclatura da Máquina Ponto 301

6

2.2. Colocação de linha na Máquina Ponto 301

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2.3. Trocar a agulha da máquina

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2.4. Regulagens das tensões das linhas

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2.5. Acessórios da Máquina Ponto 301

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3. SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

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3.1. A posição de trabalho sentado

15

3.2. Cuidados pessoais

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4. TECNOLOGIA DA COSTURA

17

4.1. Linhas para costura

17

4.2. Tipos de pontos

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4.3. Tipos de costura

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4.4. Características das costuras

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4.5. Agulhas

25

4.6. Tabela de adequação Tecido/ agulha/ linha

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5. ÍNDICE DE EFICIÊNCIA

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6. CONTROLE DE QUALIDADE

29

6.1. Técnicas de Controle de Qualidade

30

6.2. Requisitos para revisão do controle de qualidade:

31

7. ATIVIDADES PRÁTICAS

33

7.1. Atividades de simulação

33

7.2. Montagem

de

peça inteira

44

8.

TERMINOLOGIA TÊXTIL E DO VESTUÁRIO

60

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

74

de peça inteira 44 8. TERMINOLOGIA TÊXTIL E DO VESTUÁRIO 60 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 74
Apresentação “Muda a forma de trabalhar, agir, sentir, pensar na chamada sociedade do conhecimento. “

Apresentação

“Muda a forma de trabalhar, agir, sentir, pensar na chamada sociedade do conhecimento. “

Peter Drucker

O ingresso na sociedade da informação exige mudanças profundas em todos os perfis profissionais, especialmente naqueles diretamente envolvidos na produção, coleta, disseminação e uso da informação.

O SENAI, maior rede privada de educação profissional do país,sabe disso , e

,consciente do seu papel formativo , educa o trabalhador sob a égide do conceito da competência:” formar o profissional com responsabilidade no processo produtivo, com iniciativa na resolução de problemas, com conhecimentos técnicos aprofundados, flexibilidade e criatividade, empreendedorismo e consciência da necessidade de educação continuada.”

Vivemos numa sociedade da informação. O conhecimento , na sua área tecnológica, amplia-se e se multiplica a cada dia. Uma constante atualização se faz necessária. Para o SENAI, cuidar do seu acervo bibliográfico, da sua infovia, da conexão de suas escolas à rede mundial de informações – internet- é tão importante quanto zelar pela produção de material didático.

Isto porque, nos embates diários,instrutores e alunos , nas diversas oficinas e laboratórios do SENAI, fazem com que as informações, contidas nos materiais didáticos, tomem sentido e se concretizem em múltiplos conhecimentos.

O SENAI deseja , por meio dos diversos materiais didáticos, aguçar a sua

curiosidade, responder às suas demandas de informações e construir links

entre os diversos conhecimentos, tão importantes para sua formação continuada !

Gerência de Educação e Tecnologia

entre os diversos conhecimentos, tão importantes para sua formação continuada ! Gerência de Educação e Tecnologia

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 1. Introdução Este é um material

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

1. Introdução

Este é um material de apoio para a disciplina COSTURA INDUSTRIAL do curso TÉCNICO EM CONFECÇÃO INDUSTRIAL DO VESTUÁRIO, que tem

como objetivo capacitar profissionais para desempenhar com competência e habilidade atividades de costura industrial, em tecidos planos e elásticos na confecção de peças do vestuário, artigos de cama, mesa, banho, decoração, artesanato, ou outros segmentos que tenham a costura industrial como atividade propulsora do setor produtivo, em conformidade às normas e procedimentos técnicos de qualidade, segurança, meio ambiente e saúde. No final desta disciplina o aluno estará apto a:

- Manusear máquinas de costura industrial: reta, overloque, interloque,

galoneira, pespontadeira, de casear, de pregar botão, de engrazar, de cós

e de fazer travete;

- Costurar em tecidos planos e elásticos, peças do vestuário e outros

segmentos que tenham a costura industrial como atividade propulsora do setor produtivo;

- Desenvolver protótipos ou operar em sistemas de produção em série e em células;

-

Conhecer e avaliar os tipos e características de máquinas, instrumentos

e

equipamentos utilizados, adequado-os a cada tipo de material a ser

costurado;

- Identificar anomalias, executar ou orientar procedimentos corretivos e preventivos de acordo com os padrões de qualidade.

anomalias, executar ou orientar procedimentos corretivos e preventivos de acordo com os padrões de qualidade. 5

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 2. Máquina de Costura Reta 2.1.

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

2. Máquina de Costura Reta

2.1. Nomenclatura da Máquina Ponto 301

A figura mostra uma máquina de costura reta de ponto fixo, da classe 300, o tipo de ponto é de nº 301.

de ponto fixo, da classe 300, o tipo de ponto é de nº 301. Cabeçote -

Cabeçote - É a parte superior da máquina, constituída de várias peças. Mesa - É a parte onde está assentado o cabeçote, é de madeira recoberta com fórmica, sendo seus pés de metal. Motor - É um equipamento elétrico que serve para colocar a máquina em movimento. Pedal - É a parte da máquina que está ligada ao motor pela barra de união. Aciona o motor, controla a velocidade, e para a máquina. Joelheira – Levanta o calcador e solta a tensão da linha de cima. Deixa o operador com as mãos livres para o trabalho. Polia - Abaixa e levanta a agulha, quando a máquina estiver parada. Porta – fios - Suporte para colocar os tubos ou cones de linha.

levanta a agulha, quando a máquina estiver parada. Porta – fios - Suporte para colocar os

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Nomenclatura do cabeçote Visor do fluxo

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Nomenclatura do cabeçote

do Vestuário Costura Industrial Nomenclatura do cabeçote Visor do fluxo de óleo - É uma peça
do Vestuário Costura Industrial Nomenclatura do cabeçote Visor do fluxo de óleo - É uma peça

Visor do fluxo de óleo - É uma peça de acrílico transparente que permite verificar se o sistema de lubrificação está funcionando.

Transportador - É uma peça com dentes afilados que leva o tecido de um ponto feito - É uma peça com dentes afilados que leva o tecido de um ponto feito para o próximo a ser feito.

o tecido de um ponto feito para o próximo a ser feito . Calcador - Segura

Calcador - Segura o material durante a costura enquanto a agulha penetra no mesmo.

durante a costura enquanto a agulha penetra no mesmo. Barra do Calcador - É uma peça

Barra do Calcador - É uma peça cilíndrica que tem o calcador fixado em sua extremidade inferior

que tem o calcador fixado em sua extremidade inferior Agulha - É uma peça cilíndrica que

Agulha - É uma peça cilíndrica que em sua extensão possui espessuras diferentes. É feita de aço temperado e cromado, serve para conduzir a linha de um lado para o outro lado do material a ser costurado, possibilitando assim o entrelaçamento da linha superior com a linha inferior, formando o ponto.

da linha superior com a linha inferior, formando o ponto. Barra da Agulha - É uma

Barra da Agulha - É uma peça cilíndrica que tem um orifício em sua extremidade inferior onde se encaixa a agulha. Um parafuso permite a fixação ou a remoção da agulha.

Um parafuso permite a fixação ou a remoção da agulha. Guias de linha - São todas

Guias de linha - São todas as peças que levam a linha do porta - fios até a agulha.

ou a remoção da agulha. Guias de linha - São todas as peças que levam a

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Esticador de linha - Puxa a

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Esticador de linha - Puxa a linha do cone soltando uma quantidade suficiente para a formação da laçada puxando, em seguida, a linha da laçada para o ajuste do ponto.Esticador de linha -

Regulador de Tensão - Conjunto de peças que controla o fornecimento de linhas para agulha, dando a tensão - Conjunto de peças que controla o fornecimento de linhas para agulha, dando a tensão necessária.

de linhas para agulha, dando a tensão necessária. Chapa da agulha – É uma chapa metálica

Chapa da agulha É uma chapa metálica com um orifício para passagem da agulha e abertura para os dentes do transportador. Sustenta o material que está sendo costurado.

Sustenta o material que está sendo costurado. Chapa móvel - É uma chapa metálica que serve

Chapa móvel - É uma chapa metálica que serve para visualizar o local onde se introduz a caixa de bobina.

para visualizar o local onde se introduz a caixa de bobina. Regulador do comprimento do ponto

Regulador do comprimento do ponto - Permite controlar o comprimento do ponto.

do ponto - Permite controlar o comprimento do ponto. Polia do volante – Em conjunto com

Polia do volante Em conjunto com a polia do motor e através da correia recebe a força do motor, serve também para posicionar a agulha quando a máquina está parada.

para posicionar a agulha quando a máquina está parada. Alavanca de retrocesso – É uma peça

Alavanca de retrocesso É uma peça que quando pressionada muda o sentido da costura.

Caixa de bobina

Guarda a bobina, deixando que a laçada da linha da agulha passe em sua volta. Permite que a bobina desenrole a linha na hora certa, com a tensão certa.pressionada muda o sentido da costura. Caixa de bobina Bobina É a peça onde é enrolada

Bobina

É a peça onde é enrolada a linha que alimenta a parte inferior do ponto.desenrole a linha na hora certa, com a tensão certa. Bobina Lançadeira É a peça onde

Lançadeira

a linha que alimenta a parte inferior do ponto. Lançadeira É a peça onde é colocada

É a peça onde é colocada a caixa de bobina. Serve para lançar

a linha da bobina para cima.

do ponto. Lançadeira É a peça onde é colocada a caixa de bobina. Serve para lançar

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 2.2. Colocação de linha na Máquina

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

2.2. Colocação de linha na Máquina Ponto 301

Colocação da linha superior

de linha na Máquina Ponto 301 Colocação da linha superior - Desligar a máquina . -

- Desligar a máquina.

- Girar o volante manualmente até que o esticador de linha fique no seu ponto mais alto. Conforme figura acima.

- Passar a linha pelos guias conforme numeração.

- Passar pelos discos de tensão. Conforme detalhe da figura.

- Passar a linha pelo orifício da agulha no sentido da esquerda para direita, deixando a linha por baixo e para trás do calcador.

linha pelo orifício da agulha no sentido da esquerda para direita, deixando a linha por baixo

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Como encher a bobina - Levantar

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Como encher a bobina

do Vestuário Costura Industrial Como encher a bobina - Levantar calcador . - Colocar a bobina

- Levantar calcador.

- Colocar a bobina no pino do enchedor de bobinas e pressionar a alavanca até o final.

- Enrolar a linha algumas vezes em torno da bobina, na direção indicada pela seta.

- Pisar no pedal, a linha inferior começará a enrolar.

- Quando a bobina estiver cheia, retirar a bobina e cortar o fio conforme indicado na figura.

Nota: A quantidade de linha não deverá exceder 80% da capacidade total da bobina.

fio conforme indicado na figura. Nota : A quantidade de linha não deverá exceder 80% da

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Colocação da linha inferior Esta operação

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Colocação da linha inferior

Esta operação consiste em colocar a bobina cheia na caixa de bobina e ambas dentro da lançadeira para alimentar a parte inferior do ponto.

da lançadeira para alimentar a parte inferior do ponto. - Colocar a bobina cheia na caixa

- Colocar a bobina cheia na caixa de bobina, deixando a linha com uma ponta de 10cm aproximadamente.

- Passar a linha pelo corte da caixa de bobina debaixo da mola

- Girar o volante com a mão, deixando a agulha no seu ponto mais alto.

- Segurar a caixa de bobina pela lingüeta

a linha por cima do dedo indicador e encaixe-a no pino central da lançadeira.

- Segurar com a mão esquerda a linha da agulha, para cima, e, com a mão direita, girar o volante para frente, até que a agulha desça e suba laçando a linha inferior.

. Em seguida puxar a linha por

laçando a linha inferior. . Em seguida puxar a linha por . com a abertura para
.
.
laçando a linha inferior. . Em seguida puxar a linha por . com a abertura para

com a abertura para cima deixando

a) Puxar a linha da agulha. Ela trará para cima uma laçada de linha da bobina.

b) Puxar a linha inferior e colocar as duas pontas de linha por baixo e para trás do calcador.

de linha da bobina. b) Puxar a linha inferior e colocar as duas pontas de linha

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 2.3. Trocar a agulha da máquina

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

2.3. Trocar a agulha da máquina

Esta operação consiste em trocar a agulha defeituosa ou inadequada ao tipo de material a ser costurado, por outra perfeita ou adequada.

- Desligar a máquina.

por outra perfeita ou adequada. - Desligar a máquina. - Girar o volante até que a

- Girar o volante até que a barra da agulha fique no seu ponto mais alto.

- Retirar a agulha soltando o parafuso fenda.

Observação: O parafuso deve permanecer na barra da agulha. Evitando assim sua perda.

permanecer na barra da agulha. Evitando assim sua perda . da barra da agulha com chave

da barra da agulha com chave de

- Colocar a agulha na barra da agulha com a cava voltada para a ponta da lançadeira (observe figura).

Observação: Encostar o cabo da agulha até o final do furo.

- Apertar o parafuso mantendo a agulha na posição correta.

Observação: Verificar o alinhamento da canaleta pelo lado esquerdo do cabeçote.

Nota: Em todas as máquinas a cava da agulha deve estar voltada para a ponta da lançadeira ou ponta do looper.

. Nota : Em todas as máquinas a cava da agulha deve estar voltada para a

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 2.4. Regulagens das tensões das linhas

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

2.4. Regulagens das tensões das linhas

Para se obter uma costura com qualidade e resistência é necessário que as linhas estejam bem equilibradas de modo que a amarração dos pontos se firme no centro do material de costura.

dos pontos se firme no centro do material de costura. – Verificar a tensão do fio

Verificar a tensão do fio inferior, se necessário faça o ajuste através do

parafuso

que a caixa de bobina não caia por seu próprio peso quando segura pelo fio que sai da caixa de bobina.

- Costurar o tecido

Observação: Para regular as tensões das linhas use um retalho do mesmo tecido a ser costurado.

- Verificar as tensões das linhas, olhando a costura por cima e por baixo.

tensões das linhas, olhando a costura por cima e por baixo. de modo - Fazer o

de modo

- Fazer o ajuste do fio superior apertando ou

folgando a porca do regulador de tensão de modo a equilibrar as tensões das linhas até que a amarração dos pontos se

forme no centro do material. Observe figura.

dos pontos se forme no centro do material. Observe figura. Observação: Quando a amarração dos pontos

Observação: Quando a amarração dos pontos se formar no centro do material e a costura se apresentar franzida, Verificar:

a) Se as linhas da bobina e da agulha estão com muita tensão.

Neste caso diminua a tensão das linhas.

b) Se a linha da bobina foi enrolada com muita tensão, diminua a tensão

no enchedor de bobina.

a tensão das linhas. b) Se a linha da bobina foi enrolada com muita tensão, diminua

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 2.5. Acessórios da Máquina Ponto 301

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

2.5. Acessórios da Máquina Ponto 301

São equipamentos colocados nas máquinas de costura para auxiliar na confecção, aumentando a produção e a qualidade do trabalho, oferecendo ao mesmo tempo segurança ao operador.

trabalho, oferecendo ao mesmo tempo segurança ao operador. Calcador para franzir – Usado para franzir o

Calcador para franzir – Usado para franzir o tecido durante a costura Calcador de teflon – Usado em materiais como nylon e plástico onde se pretende diminuir o atrito entre o calcador e o material.

Aparelho para viés – Utilizado para dar acabamento em gola, punho, alças, etc.

Nota: Existem ainda no mercado uma infinidade de modelos para diversas aplicações, podendo inclusive ser fabricados sob encomenda para aplicações específicas.

de modelos para diversas aplicações, podendo inclusive ser fabricados sob encomenda para aplicações específicas . 14

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 3. Saúde e segurança no trabalho

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

3. Saúde e segurança no trabalho

Zelar pela saúde;

Desenvolver hábitos de higiene e limpeza;

Posição correta no posto de trabalho.

3.1. A posição de trabalho sentado

no posto de trabalho. 3.1. A posição de trabalho sentado - Manter a cabeça e a

- Manter a cabeça e a

parte superior das espáduas levemente inclinada para frente.

- Ocupar o máximo do

assento da cadeira.

- Regular a altura da

cadeira, a distância e

altura do encosto de

acordo com a estatura do operador.

- Ajustar a altura da

máquina e posição da joelheira de acordo com

às características físicas do operador.

- Os braços devem ficar

na altura da máquina e as mãos devem apenas guiar o material, prendê- lo ou arrastá-lo.

NNoottaa:: Embora a postura ligeiramente inclinada para frente seja mais natural e menos fatigante que a ereta, vale lembrar que não se deve manter a nuca curvada pois esta postura provoca no operador uma série de tensionamentos em suas estruturas musculares de braços, nuca e costas.

O mobiliário ergonômico é base para o bem estar e produtividade no ambiente de trabalho

de braços, nuca e costas. O mobiliário ergonômico é base para o bem estar e produtividade

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial O operador estando na posição correta

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

O operador estando na posição correta para o trabalho, não terá dificuldade para movimentar os braços e os pés, terá facilidade para acionar o pedal, para controlar a velocidade da máquina e o joelho direito, este estará na posição para acionar a joelheira quando necessário. O corpo na posição correta, evitará:

Cansaço prematuro;quando necessário. O corpo na posição correta, evitará: Desvio na coluna; Problemas respiratórios. Além da

Desvio na coluna;O corpo na posição correta, evitará: Cansaço prematuro; Problemas respiratórios. Além da posição de sentar-se,

Problemas respiratórios.correta, evitará: Cansaço prematuro; Desvio na coluna; Além da posição de sentar-se, outros dois aspectos são

Além da posição de sentar-se, outros dois aspectos são de grande importância para segurança no trabalho:

3.2. Cuidados pessoais

- Calçados: Existem calçados que ajudam na segurança e facilitam o controle do pedal da máquina. Sendo que os recomendados devem ser: fechados, saltos baixo, cano curto e sola flexível. Exemplos:

saltos baixo, cano curto e sola flexível. Exemplos: Observação : Os sapatos de cano longo, salto

Observação: Os sapatos de cano longo, salto ou os tamancos dificultarão o desempenho no trabalho.

- Vestimentas: Deve-se usar roupas adequadas ao tipo de trabalho. Elas não

devem ser muito largas, exageradamente decotadas ou impróprias para a estação do ano.

- Adornos: Não é permitido o uso de anéis, pulseiras, colares, brincos, relógio ou qualquer outro adorno. Os cabelos compridos devem permanecer presos e/ou protegidos por lenço ou uma rede.

relógio ou qualquer outro adorno. Os cabelos compridos devem permanecer presos e/ou protegidos por lenço ou

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 4. Tecnologia da costura 4.1. Linhas

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

4. Tecnologia da costura

4.1. Linhas para costura

Existem vários tipos de materiais têxteis, conforme o tipo de fibra de que são feitos: fibras naturais ou fibras artificiais. Mas, para esses vários materiais têxteis que precisam ser confeccionados em vários tipos de máquinas de costura, só existem poucas fibras que apresentam as exigências requeridas pelas linhas. Assim, no setor das fibras naturais existem o algodão e a seda. No setor das fibras artificiais existem as poliamidas, o poliéster e, além disso, uma mistura feita com núcleo de poliéster coberto com fio de algodão. Quanto à forma de fabricação, distinguem-se os seguintes tipos de linha:

Linha simples Linha torcida A linha simples resulta da fiação de fibras. A linha torcida resulta da torção de duas ou várias linhas simples. A torção é um ponto chave que precisa ser observado no uso da linha.

Existem dois tipos de torção:

Torção direita, marcada pela letra “S" Torção esquerda, marcada pela letra “Z”

“S" Torção esquerda, marcada pela letra “Z” As forças de atrito que atuam na linha durante

As forças de atrito que atuam na linha durante a sua passagem pela máquina de costura também inserem alguma torção, predominantemente em um sentido. A máquina de ponto fixo, por exemplo, insere voltas de torção Z. Uma linha com retorção em Z adequada atinge o equilíbrio quando resiste a inserção adicional de voltas. A maioria das linhas para máquina de costura utilizam retorção em Z. Este tipo de linha é adequado a maioria das máquinas, havendo, porém, algumas exceções, como por ex., as máquinas de casear que utilizam linhas especiais com retorção em S.

Titulagem da linha

Outro aspecto importante a considerar, quanto às linhas, é a sua numeração, que resulta da relação comprimento-peso. As numerações mais usadas são o Número métrico (Nm), que indica o número de metros necessários para um grama de peso. Por ex. Nm 37 significa que 37 m = 1g., o Denier (Td) que expressa a massa em gramas de 9000 metros de filamento e o Tex que esxpressa a massa em gramas de 1000 metros de fio. O Número métrico é de uso geral, enquanto o denier e o tex é normalmente usado para linhas sintéticas e filamentos.

Número métrico é de uso geral, enquanto o denier e o tex é normalmente usado para

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 4.2. Tipos de pontos A costura

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

4.2. Tipos de pontos

A costura tem por finalidade unir diferentes componentes de uma peça de

vestuário pela formação de uma costura constituída por pontos. Outros métodos existem, tais como a utilização de ultra-sons, a termocolagem, etc., que tem importância limitada em confecção e se aplicam a materiais

termoplásticos por ação do calor e da pressão. Entre as técnicas de união mecânica, a costura mantém uma posição predominante devido a sua simplicidade, sofisticação e método de produção econômica, com uma elasticidade controlável. A classificação dos pontos encontra-se normatizada através da NBR 13483 (set/1995). Os diferentes pontos são designados por um número com três algarismos. O algarismo das centenas corresponde a uma das seis classes de pontos.

Classe 100 – ponto corrente simples Classe 200 – ponto feito à mão, originalmente. Classe 300 – ponto fixo Classe 400 – ponto corrente de duas ou mais linhas Classe 500 – ponto corrente de acabamento de bordas Classe 600 – ponto corrente de cobertura

Dentro de cada classe, os pontos distinguem-se pelos algarismos das dezenas

e das unidades.

Classe 100 – Ponto corrente simples

Ponto formado a partir de uma ou mais linhas de agulha, caracterizado pelo entrelaçamento em si. Este ponto é geralmente utilizado para costurar temporariamente ou ponto invisível.

Ponto 101

para costurar temporariamente ou ponto invisível. Ponto 101 É formado por uma linha que entra no

É formado por uma linha que entra no seu próprio laço.

Classe 200 - Ponto feito à mão, originalmente.

Estes pontos são formados por linhas que passam isoladamente de um lado do material para outro em perfurações sucessivas da agulha. Tendo tido origem manual, são hoje produzidos por máquinas. Quando se usa mais de uma linha, cada uma delas entra no tecido no mesmo ponto de perfuração.

Ponto 201

entra no tecido no mesmo ponto de perfuração. Ponto 201 Ponto formado por duas linhas 1

Ponto formado por duas linhas 1 e 2 que devem ser passadas através do material pela mesma perfuração, seguindo direções opostas, sem se entrelaçarem.

que devem ser passadas através do material pela mesma perfuração, seguindo direções opostas, sem se entrelaçarem.

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Ponto 202 Ponto 204 Ponto 209

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Ponto 202

Industrial do Vestuário Costura Industrial Ponto 202 Ponto 204 Ponto 209 É formado por uma linha

Ponto 204

do Vestuário Costura Industrial Ponto 202 Ponto 204 Ponto 209 É formado por uma linha que

Ponto 209

Vestuário Costura Industrial Ponto 202 Ponto 204 Ponto 209 É formado por uma linha que atravessa

É formado por uma linha que atravessa o tecido e cujo processo de formação é o seguinte:

- A linha entra no tecido e sai dois pontos a frente;

- Atrasa um ponto.

È formado por uma linha, conforme o esquema da figura.

É um tipo de alinhavo.

Classe 300 – Ponto fixo

Estes pontos são formados por uma ou mais linhas da agulha introduzidas de um lado do material que se entrelaçam com a linha da bobina do outro lado.

Ponto 301

entrelaçam com a linha da bobina do outro lado. Ponto 301 Ponto 304 É formada por

Ponto 304

com a linha da bobina do outro lado. Ponto 301 Ponto 304 É formada por duas

É formada por duas linhas, uma da agulha (1) e outra da bobina (a). O laço da linha (1) passa através do tecido e é entrelaçado pela linha (a). A linha (1) é depois puxada para cima para fixar a costura.

Este ponto é igual ao 301, com exceção de que os sucessivos pontos simples formam um desenho simétrico em ziguezague.

ponto é igual ao 301, com exceção de que os sucessivos pontos simples formam um desenho

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Ponto 309 Ponto formado por três

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Ponto 309

Industrial do Vestuário Costura Industrial Ponto 309 Ponto formado por três linhas: duas linhas da agulha

Ponto formado por três linhas: duas linhas da agulha (1) e (2) e uma linha da bobina (a). As laçadas das linhas (1) e (2) devem ser passadas através do material, vindas pelo lado da agulha, e entrelaçadas com a linha (a) no outro lado.

Classe 400 – Ponto corrente de duas ou mais linhas

Estes pontos diferenciam-se dos da classe 100 devido à existência de uma linha inferior extra, ou linha de lançadeira (geralmente localizada na superfície inferior do material), sendo o material atravessado pela linha da agulha a fim de equilibrar o ponto. Devido à sua geometria, o ponto de cadeia tipo 401 é mais resistente do que o ponto fixo do mesmo tipo, existindo ainda menor possibilidade de causar costuras franzidas . É possível utilizar tensões mais baixas aumentando a elasticidade das costuras, sendo a produtividade mais elevada em relação ao ponto fixo devido ao fato de as linhas serem alimentadas diretamente de cones de grandes dimensões sem necessidade de parar freqüentemente para a troca de bobina.

Ponto 401

de parar freqüentemente para a troca de bobina. Ponto 401 Ponto usado para unir duas ou

Ponto usado para unir duas ou mais peças de materiais, sempre que forem necessárias características de elasticidade e resistência. Deve ser usado em operações similares ao do ponto 301, onde maior elasticidade é requerida, e em costuras longas onde se procura evitar a troca de bobina.

Classe 500 – Ponto corrente de acabamento de bordas – Overloque

Estes pontos são formados por uma ou mais linhas da agulha e /ou lançadeira, devendo pelo menos uma das linhas circundar a borda do material a ser costurado. Existem muitas variedades nesta classe, incorporando de uma a quatro linhas. Estes pontos são geralmente utilizados para dar acabamento na borda de uma folha de material ou para unir e dar acabamento na borda de duas folhas em uma mesma operação, especialmente em malhas, uma vez que esta classe de pontos possui excelentes propriedades elásticas quando se utilizam linhas apropriadas. A linha da agulha é responsável pela resistência, enquanto que as linhas das lançadeiras são escolhidas de modo a melhorar a aparência e maciez.

Ponto 504

de modo a melhorar a aparência e maciez. Ponto 504 É formado por três linhas: uma

É formado por três linhas: uma linha da agulha (1), outra do looper inferior (b) e outra do looper superior (a). As linhas dos loopers entrelaçam-se no meio da espessura do material.

inferior (b) e outra do looper superior (a). As linhas dos loopers entrelaçam-se no meio da

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Classe 600 – Ponto corrente de

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Classe 600 – Ponto corrente de cobertura

Os pontos desta classe utilizam entre duas e quatro linhas de agulha, uma linha de lançadeira inferior e uma ou duas linhas de lançadeira superior ou linhas de cobertura. Todos estes pontos são altamente elásticos e produzem costuras planas e resistentes.

Ponto 602

e produzem costuras planas e resistentes. Ponto 602 Este tipo de ponto é formado por quatro

Este tipo de ponto é formado por quatro linhas:

duas linhas da agulha (1) e (2), uma linha do looper inferior (a) e uma linha de cobertura (Z).

por quatro linhas: duas linhas da agulha (1) e (2), uma linha do looper inferior (a)

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 4.3. Tipos de costura Uma costura

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

4.3. Tipos de costura

Uma costura pode ser definida como uma seqüência de pontos destinada a fazer a união de duas ou mais partes de material, e é utilizada na montagem das partes constituintes de uma peça de vestuário (ou outro tipo de material costurável). De um modo geral, as costuras têm de agüentar cargas e possuir propriedades físicas idênticas aos materiais que juntam. O tipo de ponto e linha a utilizar em cada costura variam com o tipo de aplicação. A classificação das costuras encontra-se normatizada através da NBR 9397 (jun/1986).

Classificação

As costuras estão divididas em 8 classes de acordo com os tipos número mínimo de componentes dentro delas. Os componentes são denominados como limitados ou ilimitados em largura.

Designação numérica

Cada costura é identificada através de uma designação numérica composta de 5 dígitos:

1º dígito 2º e 3º dígitos

- Nº da classe 1 a 8. - Números que vão de 01 a 99 para indicar as diferenças

na configuração do material.

a) 4º e 5º dígitos

- Números que vão de 01 a 99 para indicar

diferenças na localização das penetrações da agulha ou representação simétrica da configuração do material (como para os 2º e 3º dígitos).

Convenções As ilustrações indicam apenas o número mínimo de componentes necessários para construir a costura. Cada camada de material é representada por um traço forte:

Cada camada de material é representada por um traço forte: A borda ilimitada do material é

A borda ilimitada do material é representada por um traço

borda ilimitada do material é representada por um traço ondulado. A borda limitada do material é

ondulado.

A borda limitada do material é representada por um traço reto:

Os(s) pontos(s) de penetração da agulha são representados por um traço reto vertical:

por um traço reto: Os(s) pontos(s) de penetração da agulha são representados por um traço reto
por um traço reto: Os(s) pontos(s) de penetração da agulha são representados por um traço reto

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Ilustrações 23

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Ilustrações

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Ilustrações 23
Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Ilustrações 23

23

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 4.4. Características das costuras Resistência

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

4.4. Características das costuras

Resistência das costuras

AA rreessiissttêênncciiaa ddaass ccoossttuurraass ddeeppeennddee ddee vváárriiooss ffaattoorreess

RReessiissttêênncciiaa ddaa lliinnhhaa

O tipo de fibra que constitui a linha influencia sua resistência. As linhas de

fibras sintéticas são mais resistentes que as de algodão. Por outro lado, para um mesmo tipo de linha, quanto mais grossa esta for mais

resistente é.

NNuummeerroo ddee ppoonnttooss// ccmm ddaa ccoossttuurraa

A resistência da costura é proporcional ao número de pontos\ cm, numa gama

de 2 a 7 pontos\ cm. Acima deste valor, o número de pontos\ cm já não influencia a resistência da costura.

NNuummeerroo ddee ccaarrrreeiirraass ddee ppoonnttooss

A resistência da costura é praticamente proporcional ao número de carreiras de

pontos, pois a força de tração reparte-se pelas diferentes carreiras de pontos. Utiliza-se várias carreiras de pontos quando o tecido apresenta boa resistência e quando é difícil a utilização de uma linha mais resistente ou o aumento do número de pontos\ cm.

TTiippoo ddee ccoossttuurraa

As costuras de ponto corrente apresentam maior resistência que as costuras de ponto fixo do mesmo tipo.

Elasticidade das costuras

A elasticidade da costura é sobretudo função do tipo de ponto utilizado, a

extensibilidade da linha interfere apenas ligeiramente na extensibilidade longitudinal da costura. As costuras de ponto corrente com duas linhas e suas derivadas, bem como as costuras cerzidas, são nitidamente mais elásticas que as costuras de ponto fixo. A elasticidade é dada pela quantidade de linha introduzida e pelo modo como o ponto é formado.

de ponto fixo. A elasticidade é dada pela quantidade de linha introduzida e pelo modo como

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 4.5. Agulhas Existem diferentes tipos de

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

4.5. Agulhas

Existem diferentes tipos de agulhas que são usadas em máquinas de costura industriais, com características diferentes, para atender a finalidades específicas. É necessário portanto, conhecer bem as características e as particularidades das agulhas a fim de selecionar as mais adequadas ao trabalho que se pretende executar.

Nomenclatura da agulha

ao trabalho que se pretende executar. Nomenclatura da agulha Canaleta É um canal que percorre todo

Canaleta

É um canal que percorre todo o corpo da agulha e que protege a linha quando

a agulha penetra no tecido. A linha é enfiada do lado dessa canaleta. A

profundidade do canal deve estar de acordo com o diâmetro da linha de modo

a penetrar sem restrições.

As formas mais comuns de canaleta estão ilustradas a seguir:

formas mais comuns de canaleta estão ilustradas a seguir: A canaleta em espiral é especialmente útil

A canaleta em espiral é especialmente útil em máquinas que tem a barra da

agulha de curso longo, onde a linha sofre uma torção e a finalidade dessa canaleta é favorecer a passagem da linha e serve para evitar que a costura de materiais densos e resistentes provoque o desfilamento da linha.

Cava

A cava é um rebaixo que se encontra do lado oposto a canaleta e acima do

buraco da agulha, e tem por objetivo o ajuste da lançadeira para trabalhar mais perto da agulha de modo a assegurar que a lançadeira entre com mais facilidade na laçada da agulha.

trabalhar mais perto da agulha de modo a assegurar que a lançadeira entre com mais facilidade

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Ponta A ponta é a extremidade

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Ponta

A ponta é a extremidade inferior da agulha e sua concepção e seleção são de extrema importância.

AAss mmaaiiss uussaaddaass ssããoo::

PPoonnttaa rreeddoonnddaa oouu ccôônniiccaa é a ponta de utilização mais comum, este tipo de ponta caracteriza-se por penetrar o tecido apartando as fibras sem rompê-las.

por penetrar o tecido apartando as fibras sem rompê-las. P P o o n n t

PPoonnttaa bboollaa esta agulha possui sua extremidade em formato esférico. As agulhas com ponta bola são produzidas com bolas que vão de leve a pesada com relação ao tamanho da agulha. Esta ponta caracteriza-se por penetrar o material afastando as fibras do tecido e penetrando nos espaços entre os fios do tecido.

do tecido e penetrando nos espaços entre os fios do tecido. Principais referências de agulhas por

Principais referências de agulhas por máquina:

AGULHAS

AGULHAS Referência DB X 1 DP X 5 DC X 27 UY X 128 GAS Máquina/
AGULHAS Referência DB X 1 DP X 5 DC X 27 UY X 128 GAS Máquina/
AGULHAS Referência DB X 1 DP X 5 DC X 27 UY X 128 GAS Máquina/
AGULHAS Referência DB X 1 DP X 5 DC X 27 UY X 128 GAS Máquina/

Referência

DB X 1

DP X 5

DC X 27

UY X 128 GAS

Máquina/ finalidade

Costura Reta em geral.

Costura reta e travete.

Overlock e Interlock.

Máq. Fechadeira, cós, galoneira, goleira.

Reta em geral. Costura reta e travete. Overlock e Interlock. Máq. Fechadeira, cós, galoneira, goleira. 26

26

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Numeração das agulhas Existem diversos

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Numeração das agulhas

Existem diversos sistemas para indicar a grossura das agulhas, utilizando números ou letras. Os sistemas mais comuns são o sistema métrico, onde o diâmetro do corpo da agulha expresso em milímetros é multiplicado por 100 e o sistema Singer .

4.6. Tabela de adequação Tecido/ agulha/ linha

   

TÍTULOS INDICADOS

 
 

PESPONTOS

 
 

TECIDO

 

AGULHAS

   

LINHAS - NUMERAÇÃO (ETIQUETA)

 
   

NUMERAÇÃO

LINHA DA AGULHA

 

LINHA INFERIOR

MÉTRICA

   

100%

   

100%

 

SINGER

MISTA

POLIÉSTER

MISTA

POLIÉSTER

FIO

PESADO - acima de

130

a 160 ou

           

440

g/m² (acima de 13 oz)

21

a 23

24

ou 35

25

ou 30

28/35 ou 45

30/36 ou 50

-

120

a 140

     

MÉDIO / PESADO entre 340 e 500 g/m² (entre 10 / 14 oz)

120

a 140

18

a 22

 

35

 

30

45

 

36

-

LEVE / MÉDIO entre

100

a 120 ou

           

170

e 340 g/m²

12

a 16

50/45 ou 75

50

ou 80

80 ou 120

80

ou 120

-

(entre 5/10 oz)

90

a 100

     

LEVE - até 200 g/m² (até 5 oz)

70

a 90

09

a 12

120/140

 

120

120/140

 

120

-

   

OVERLOQUE

 

PESADO - acima de

             

440

g/m² (acima de 13 oz)

90

a 120

14

a19

45

ou 75

50

ou 80

75

ou

80

ou 120

FIO

       

120/140

 

TEXTURIZADO

MÉDIO / PESADO entre 340 e 500 g/m² (entre 10 / 14 oz)

       

75

ou

 

FIO

90

a 120

14

a19

45

ou 75

50

ou 80

120/140

80

ou 120

TEXTURIZADO

LEVE / MÉDIO entre

             

170

(entre 5/10 oz)

e 340 g/m²

70

a 90

12

a 14

(120/140)

 

120

120/140

 

120

FIO

TEXTURIZADO

LEVE - até 200 g/m² (até 5 oz)

           

FIO

70

a 90

09

a 12

(120/140)

 

120

120/140

 

120

TEXTURIZADO

Fonte: Linhas Corrente

70 a 90 09 a 12 (120/140)   120 120/140   120 TEXTURIZADO Fonte: Linhas Corrente

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 5. Índice de eficiência Chama-se Índice

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

5. Índice de eficiência

Chama-se Índice de Eficiência a relação entre a produção que um operador realiza e a que pode realizar, num tempo determinado. No Índice de Eficiência, também chamado nível de Desempenho do Operador, pesa muito o tempo gasto em operações manuais (manipulação) e em operações mecânicas (máquinas). Entre os fatores que reduzem o desempenho de um operador, apontamos:

a) Manipulação:

o

Espera do trabalho;

o

Mudança de tarefa;

o

Troca de pacote (tempo de pacote);

o

Posto de trabalho inadequado (falta de espaço);

o

Insuficiência de trabalho;

o

Corte defeituoso;

o

Baixa qualidade na operação anterior.

b) Máquinas:

o

Quebra de linha;

o

Troca de bobinas;

o

Falhas de pontos;

o

Quebra da máquina;

o

Lubrificação inadequada;

o

Má colocação de linha;

o

Troca de cor de linha;

o

Má regulagem do motor;

o

Má regulagem do pedal.

c) Condições físicas ou psicológicas:

o

Trabalho vagaroso;

o

Falta de concentração no trabalho;

o

Falta de interesse;

o

Falta de familiaridade com o método;

o

Falta de coordenação motora.

Economia de Movimentos

É a arte de ordenar os movimentos de um operador durante a realização de uma tarefa. Eliminando os movimentos desnecessários diminui o esforço, evitando o cansaço prematuro e a fadiga muscular, cujo resultado é o aumento da produção. Os movimentos necessários na arte de costurar estão estritamente ligados ao equipamento usado, e na sua maioria limitados a um grupo padrão.

na arte de costurar estão estritamente ligados ao equipamento usado, e na sua maioria limitados a

28

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Alguns fatores a serem considerados para

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Alguns fatores a serem considerados para o estudo dos movimentos são:

o

Os movimentos devem ser reduzidos ao mínimo;

o

Deve ser estabelecida uma seqüência apropriada de movimentos;

o

O trabalho deve estar posicionado corretamente em relação ao operador para assegurar a menor distância entre o suprimento e a máquina através de um caminho fácil;

o

Espaços livres atrás da máquina para que as peças costuradas passem livremente até a próxima operação sem assistência do operador;

o

A

mesa deve ser proporcional à estatura do operador e o material a

ser costurado deve estar posicionado convenientemente, porque se evita a necessidade do levantamento das peças a serem costuradas;

o

O manejo da grande maioria das máquinas de costura na indústria de confecção requer uma combinação de movimentos. Envolve simultaneamente o uso das mãos, braços, pernas, joelhos e pés, e esses movimentos precisam ser coordenados para se obter sucesso. Tais movimentos devem ser feitos instintivamente. De outra forma o operador ficará fatigado dentro de pouco tempo.

o

O arranjo geral dos equipamentos deve ser estudado cuidadosamente

e

ajustado para o conforto do operador.

o

O operador poderá observar suas falhas (grande parte devido a maus hábitos) comparando seus movimentos com os de outro que realiza serviço similar, sem esforço aparente.

6. Controle de qualidade

"Qualidade é não receber nada errado, não fazer nada errado e não enviar nada errado” (autor desconhecido).

Qualidade é um conceito dado a um produto cujo valor é estabelecido quando comparado a um padrão. Estabelecido o padrão, inicia-se o controle de qualidade, através de fichas técnicas e de controle, sendo necessário avaliações constantes. Cada seção é responsável pela qualidade do serviço a que está diretamente ligada e cada operador é responsável pela qualidade de seu trabalho.

Existem várias possibilidades de falhas, tais como:

d) Ocasionados por falhas humanas:

o

Fadiga

o

Estado emocional

o

Doença

e) Ocasionados por métodos inadequados:

o

Falta de conhecimento

o

Falta de treinamento

o

Falta de informação

por métodos inadequados: o Falta de conhecimento o Falta de treinamento o Falta de informação 29

29

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial f) Ocasionados por defeitos na máquina

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

f) Ocasionados por defeitos na máquina:

o

Peças desreguladas

o

Peças gastas

o

Peças inadequadas

g) Ocasionadas por falhas de material:

o

Tonalidades

o

Furos

o

Fios puxados

o

Falta de uniformidade no desenho

h) Ocasionadas por ambiente inadequado:

o

Má iluminação

o

Má circulação do ar

o

Temperatura desconfortável

o

Falta de ordem

o

Falta de higiene

o

6.1. Técnicas de Controle de Qualidade

O controle de qualidade tem por objetivo produzir dentro dos padrões desejados. Sua introdução no setor da indústria de confecção veio não somente melhorar a qualidade como também eliminar os desperdícios e reduzir os custos. Seus princípios básicos podem ser aplicados a qualquer tipo de indústria de confecções não importando o volume da produção nem o artigo a ser confeccionado.

a qualquer tipo de indústria de confecções não importando o volume da produção nem o artigo

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 6.2. Requisitos para revisão do controle

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

6.2. Requisitos para revisão do controle de qualidade:

Nas operações da máquina de costura reta:

Costura Industrial 6.2. Requisitos para revisão do controle de qualidade: Nas operações da máquina de costura
Costura Industrial 6.2. Requisitos para revisão do controle de qualidade: Nas operações da máquina de costura

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Nas operações da máquina de overloque:

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Nas operações da máquina de overloque:

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Nas operações da máquina de overloque: 32
Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Nas operações da máquina de overloque: 32

32

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 7. Atividades Práticas 7.1. Atividades de

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

7. Atividades Práticas

7.1. Atividades de simulação

União de curvas contrárias

- Executar a união das curvas observando o encontro dos piques.

- Chulear costura

curvas observando o encontro dos piques. - Chulear costura - Rebater a costura com um pesponto

- Rebater a costura com um pesponto duplo.

Chapar bolso

- Rebater a costura com um pesponto duplo. Chapar bolso - Embainhar bolso - Vincar bolso

- Embainhar bolso

- Vincar bolso utilizando gabarito e ferro a vapor.

- Marcar posição do bolso utilizando gabarito

- Posicionar bolso e chapar com pesponto duplo

e ferro a vapor. - Marcar posição do bolso utilizando gabarito - Posicionar bolso e chapar

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Platina e Tampa de bolso Bolso

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Platina e Tampa de bolso

do Vestuário Costura Industrial Platina e Tampa de bolso Bolso embutido - Executar costura definindo largura

Bolso embutido

Costura Industrial Platina e Tampa de bolso Bolso embutido - Executar costura definindo largura do bolso
Costura Industrial Platina e Tampa de bolso Bolso embutido - Executar costura definindo largura do bolso

- Executar costura definindo largura do bolso

- Executar costura paralela

alinhando as extremidades a costura anterior (costurar pelo avesso)

largura do bolso - Executar costura paralela alinhando as extremidades a costura anterior (costurar pelo avesso)

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial - Fazer corte no meio e

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial - Fazer corte no meio e direcionais aos ângulos
em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial - Fazer corte no meio e direcionais aos ângulos
em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial - Fazer corte no meio e direcionais aos ângulos
em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial - Fazer corte no meio e direcionais aos ângulos

- Fazer corte no meio e direcionais aos ângulos nas extremidades.

- Pespontar base do bolso

Costura Industrial - Fazer corte no meio e direcionais aos ângulos nas extremidades. - Pespontar base

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial - Virar bolso e costurar canto

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial - Virar bolso e costurar canto conforme figura -

- Virar bolso e costurar canto conforme figura

- Executar costura sobre o overloque prendendo vista e espelho ao forro.

- Virar bolso e costurar canto conforme figura - Executar costura sobre o overloque prendendo vista

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial - Pespontar parte superior do bolso

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial - Pespontar parte superior do bolso prendendo todas as
em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial - Pespontar parte superior do bolso prendendo todas as

- Pespontar parte superior do bolso prendendo todas as camadas de tecido.

- Executar fechamento do fundo de bolso.

- Pespontar parte superior do bolso prendendo todas as camadas de tecido. - Executar fechamento do

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Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Gola 38

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Gola

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Gola 38
Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Gola 38

38

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Revel curvo 39

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Revel curvo

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Revel curvo 39
Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Revel curvo 39

39

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Zíper 40

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Zíper

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Zíper 40
Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Zíper 40

40

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Capa de almofada F I C

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Capa de almofada

F I C H A T É C N I C A Coleção: Data: 07/11/2008
F I C H A
T É C N I C A
Coleção:
Data:
07/11/2008
Ref:
AAAPODF
Modelo:
CAPA DE ALMOFADA
Público:
Masculino
Feminino
x
Unissex
Segmento:
Casual
Estilista:
Modelista:
Pilotista:
Protótipo
Tamanho:
Cor:
Preta
Modelagem:
Partes:
18
Frente
Costa
Matérias Primas e Aviamentos
Larg./
Descrição/Fornecedor
Código
Composição
Cor
Unid.
Consumo
Quant.
Sarja 5.5 OZ
100% algodão
preta
1,4
mt
0,52
TNT
100% poliéster
branca
1,4
mt
0,52
Linha 120
100% poliéster
branca
mt
1559,2
Fio texturizado
100% poliéster
branco
mt
1935,78
Zíper de nylon no metro
branco
mt
90cm
Cursor niquelado
niquelado
Unid.
1
Silk:
Bordado:
Lavagem:
Obs:
Zíper de nylon no metro branco mt 90cm Cursor niquelado niquelado Unid. 1 Silk: Bordado: Lavagem:

41

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Sacola para sapatos F I C

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Sacola para sapatos

F I C H A T É C N I C A Coleção: Qualificação profissional
F I C H A
T É C N I C A
Coleção:
Qualificação profissional em Operador de Maquinas de Costura Industrial
Data:
07/11/2008
Ref:
AAAPODG
Modelo:
SACOLA PARA SAPATOS
Público:
Masculino
Feminino
x
Unissex
Segmento:
Casual
Estilista:
Modelista:
Pilotista:
Protótipo
Cor
branca
Modelagem:
Partes:
Frente
Costa
Matérias Primas e Aviamentos
Larg./
Descrição/Fornecedor
Código
Composição
Cor
Unid.
Consumo
Quant.
meia malha
100% algodão
branca
0,63
linha 120
100% poliéster
branca
3,0m
fio 180
100% poliéster
branca
6,0m
Silk:
Bordado:
Lavagem:
Obs:
0,63 linha 120 100% poliéster branca 3,0m fio 180 100% poliéster branca 6,0m Silk: Bordado: Lavagem:

42

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Bolsa de atividades F I C

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Bolsa de atividades

F I C H A T É C N I C A Coleção: Aprendizagem em
F I C H A
T É C N I C A
Coleção:
Aprendizagem em confecção industrial do vertuário
Data:
07/11/2008
Ref:
AAAPOCQ
Modelo:
BOLSA DE ATIVIDADES
Público:
Masculino
Feminino
X
Unissex
Segmento:
Casual
Estilista:
Modelista:
Pilotista:
Protótipo
Tamanho:
Cor:
Branco
Modelagem:
Partes:
Frente
Costa
Matérias Primas e Aviamentos
Larg./
Descrição/Fornecedor
Código
Composição
Cor
Unid.
Consumo
Quant.
Sarja 7 OZ
100% algodão
branca
1,4
m
0,52
Linha 120
100% poliéster
branca
m
1559,2
Fio texturizado
100% poliéster
branco
m
1935,78
Zíper de nylon de 10 cm.
branco
um.
1
Botão de Metal flexível
Niquelado
um.
1
Etiqueta de composição
um.
1
Silk:
Bordado:
Lavagem:
Obs:
um. 1 Botão de Metal flexível Niquelado um. 1 Etiqueta de composição um. 1 Silk: Bordado:

43

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial 7.2. Montagem de peça inteira Camisa

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

7.2. Montagem de peça inteira

Camisa t-shirt

Industrial 7.2. Montagem de peça inteira Camisa t-shirt F I C H A T É C

F I C H A

T É C N I C A

Coleção:

Data:

19/4/07

Ref:

DALMMIAA

 

Modelo:

Camiseta t-shirt

 

Público:

Público: Masculino Feminino x Unissex Segmento: Casual

Masculino

Público: Masculino Feminino x Unissex Segmento: Casual

Feminino

x
x

Unissex

Segmento:

Casual

Estilista:

Modelista:

Pilotista:

Protótipo

Tamanho:

6

Cor:

Branco

Modelagem:

5

Partes

Frente Costa
Frente
Costa
 

Matérias Primas e Aviamentos

 

Descrição/Fornecedor

Código

Composição

Cor

Larg./

Unid.

Consumo

Quant.

Meia malha

 

100% algodão

branco

 

kg

0,16

Ribana

   

branco

 

kg

0,015

Linha 120

 

100% poliéster

branco

-

m

14

Fio texturizado

 

100% poliéster

branco

-

m

40

Etiqueta de composição

     

-

un.

1

Silk:

Bordado:

Lavagem:

Obs:

- m 40 Etiqueta de composição       - un. 1 Silk: Bordado: Lavagem: Obs:

44

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Camisa t-shirt Seqüência operacional de peça

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Camisa t-shirt Seqüência operacional de peça piloto

Fase

Operação

Máquina

Acessórios

P reparação

1

Separar e identificar as partes

manual

 
 

2

Unir ombro direito

overloque

 

3

Pregar ribana no decote

galoneira

ap. viés 1 dobra

4

Pregar ribana nas mangas

galoneira

ap. viés 1 dobra

M o ntagem

5

Unir ombro esquerdo

overloque

 

6

Pregar mangas

overloque

 

7

Fechar laterais fixando etiqueta

overloque

 
 

8

Embainhar barra

galoneira

ap. bainha

9

Arrematar e revisar

man./visual

 

A cabamento

10

Passar

ferro vapor

 

11

Dobrar

manaul

 

12

Embalar

manual

 
cabamento 10 Passar ferro vapor   11 Dobrar manaul   12 Embalar manual   45

45

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Short de malha F I C

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Short de malha

F I C H A T É C N I C A Coleção: Data: 17/052007
F I C H A
T É C N I C A
Coleção:
Data:
17/052007
Ref:
AAAOSCF
Modelo:
SHORT DE MALHA
Público:
Masculino
Feminino
X
Unissex
Segmento:
CASUAL
Estilista:
Modelista:
Pilotista:
Protótipo
Tamanho:
6
Cor
BRANCO
Modelagem:
4
Partes
Frente
Costa
Matérias Primas e Aviamentos
Larg./
Descrição / Fornecedor
Código
Composição
Cor
Unid.
Consumo
Quant.
MEIA MALHA/
04.01.01761
100% ALGODÃO
BRANCA
0,9
K
0,64
ETIQUETA DE COMPOSIÇÃO
BRANCO
UNID
1
ELÁSTICO
3CM
100% PLOLIÉSTER
BRANCO
4, CM
M
0,52
LINHA 120
100% PLOLIÉSTER
BRANCO
1147,15
LINHA180
TEXTURIZADA
BRANCO
3301,01
Silk:
Bordado:
Lavagem:
Obs:
LINHA 120 100% PLOLIÉSTER BRANCO 1147,15 LINHA180 TEXTURIZADA BRANCO 3301,01 Silk: Bordado: Lavagem: Obs: 46

46

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Seqüência operacional de peça piloto Short

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Seqüência operacional de peça piloto Short de malha

Fase

Operação

Máquina

Acessórios

P reparação

1

Separar e identificar as partes

manual

 
 

2

Unir gancho dianteiro

overloque

 

3

Unir gancho traseiro

overloque

 

M o ntagem

4

Fechar laterais

overloque

 

5

Unir entrepernas

overloque

 
 

6

Pregar elástico fixando etiqueta

overloque

ap. elástico

7

Rebater elástico

elastiqueira

 

8

Embainhar barra

galoneira

ap. bainha

A cabamento

9

Arrematar e revisar

man./visual

 

10

Passar

ferro vapor

 

11

Dobrar

manaul

 

12

Embalar

manual

 
  10 Passar ferro vapor   11 Dobrar manaul   12 Embalar manual   47

47

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Camiseta regata c/ viés 48

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Camiseta regata c/ viés

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Camiseta regata c/ viés 48
Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Camiseta regata c/ viés 48

48

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Seqüência operacional de peça piloto Camiseta

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Seqüência operacional de peça piloto Camiseta regata

Fase

Operação

Máquina

Acessórios

 

1

     
 

2

     

3

     

4

     

5

     

6

     

7

     

8

     

9

     

10

     

11

     

12

     
  9       10       11       12    

49

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Bermuda bolso lateral F I C

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Bermuda bolso lateral

do Vestuário Costura Industrial Bermuda bolso lateral F I C H A T É C N

F I C H A

T É C N I C A

Coleção:

Data:

23/04/2007

Ref:

AAAOMAG

 

Modelo:

Bermuda Bolso Lateral

 

Público:

x
x

Masculino

Público: x Masculino Feminino Unissex Segmento: Casual

Feminino

Público: x Masculino Feminino Unissex Segmento: Casual

Unissex

Segmento:

Casual

Estilista:

Modelista:

Pilotista:

Protótipo

Tamanho:

6

Cor:

natural

Modelagem:

7

Partes:

Frente

Costa

Frente Costa
 

Matérias Primas e Aviamentos

 

Descrição/Fornecedor

Código

Composição

Cor

Larg./

Unid.

Consumo

Quant.

Sarja 5.5 oz 100% algodão

12.05.05249

100% algodão

natural

1,6

m

0,37

Linha nº 120 cor natural 100% poliéster

12.05.00183

100% poliéster

natural

-

m

46

Fio texturizado

12.05.01492

100% poliéster

natural

-

m

51

Velcro 20 mm

04.01.01185

 

branco

-

m

0,07

Elástico 40 mm

04.01.00245

 

branco

0,04

m

0,48

Etiqueta de composição

12.05.02102

   

-

un.

1

Silk:

Bordado:

Lavagem:

Obs:

0,48 Etiqueta de composição 12.05.02102     - un. 1 Silk: Bordado: Lavagem: Obs: 50

50

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Sequência operacional de peça piloto Bermuda

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Sequência operacional de peça piloto Bermuda Bolso Lateral

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22

51

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Camisa manga longa F I C

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Camisa manga longa

F I C H A T É C N I C A Coleção: Data: 19/04/2007
F I C H A
T É C N I C A
Coleção:
Data:
19/04/2007
Ref:
AAACIAA
Modelo:
Camisa manga longa
Público:
x
Masculino
Feminino
Unissex
Segmento:
Casual
Estilista:
Modelista:
Pilotista:
Protótipo
Tamanho:
6
Cor:
Branco
Modelagem:
7
Partes
Frente
Costa
Matérias Primas e Aviamentos
Larg./
Descrição/Fornecedor
Código
Composição
Cor
Unid.
Consumo
Quant.
Tricoline
12.05.04130
100% algodão
branco
1,4
m
0,84
Entretela TH17
04.01.02302
100% poliéster
branco
0,9
m
0,11
Botão de massa 4 furos nº 18
04.01.02302
100% poliéster
branco
-
un.
7
Linha nº 120 cor natural 100% poliéster
12.05.00183
100% poliéster
branco
-
m
57
Fio texturizado
12.05.01492
100% poliéster
branco
-
m
40
Etiqueta de composição
12.05.02102
-
un.
1
Silk:
Bordado:
Lavagem:
Obs:
100% poliéster branco - m 40 Etiqueta de composição 12.05.02102 - un. 1 Silk: Bordado: Lavagem:

52

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Seqüência operacional de peça piloto Camisa

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Seqüência operacional de peça piloto Camisa manga longa

Fase

Operação

Máquina

Acessórios

 

1

     

2

     

3

     

4

     

5

     

6

     

7

     

8

     

9

     

10

     

11

     

12

     

13

     

14

     

15

     

16

     

17

     

18

     

19

     

20

     

21

     

22

     

23

     

24

     

25

     

26

     

27

     

28

     

29

     

30

     

31

     

32

     

33

     

34

     

35

     
  32       33       34       35    

53

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Saia F I C H A

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Saia

Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Saia F I C H A T É C N

F I C H A

T É C N I C A

Coleção:

Data:

16/5/2007

Ref:

AAASICK

 

Modelo:

SAIA BOLSO CHAPADO

 

Público:

Público: Masculino X Feminino Unissex Segmento: CASUAL

Masculino

X
X

Feminino

Público: Masculino X Feminino Unissex Segmento: CASUAL

Unissex

Segmento:

CASUAL

Estilista:

Modelista:

Pilotista:

Protótipo

Tamanho: 6

 

Cor

BRANCO

Modelagem:

21

Partes

Frente

Costa

Frente Costa
Frente Costa
 

Matérias Primas e Aviamentos

 

Descrição / Fornecedor

Código

Composição

Cor

Larg./

Unid.

Consumo

Quant.

SARJA 5.5 OZ

12.05.03846

100

% ALGODÃO

BRANCO

1,4

M

0,37

BOTÃO METAL FLEXÍVEL

_

 

KS 101/65

NIQUELADO

 

INID

1

ZÍPER NYLON 10 CM

12.05.00407

100

% POLIÉSTER

BRANCO

 

INID

1

LINHA 120

12.05.00183

100 % POLIÉSTER

BRANCO

 

M

3483,85

LINHA 180

   

TEXTURIZADA

BRANCO

 

M

2979,09

ETIQUETA DE COMPOSIÇÃO

   

BRANCO

 

UNID

1

Silk:

Bordado:

Lavagem:

Obs:

2979,09 ETIQUETA DE COMPOSIÇÃO     BRANCO   UNID 1 Silk: Bordado: Lavagem: Obs: 54

54

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial Seqüência operacional de peça piloto Saia

Curso Técnico em Confecção Industrial do Vestuário Costura Industrial

Seqüência operacional de peça piloto Saia

 

Fase

Operação

Máquina

Acessórios

 

1

Separar e identificar as partes

manual

 
 

2

Chulear revel do bolso

overloque

 

3

Unir revel ao bolso

PF 301

 

4

Virar e pespontar

PF 2 X 301

 

5

Vincar bolso dianteiro

ferro vapor

gabarito

6

Chapar bolso dianteiro

PF 2 X 301

 

7

Chulear braguilha e petingal

overloque

 

8

Chulear meio da frente

overloque

 

P

reparação

9

Unir braguilha a frente esquerda

PF 301

 

da frente

10

Dar pique virar e pespontar borda da braguilha

PF 2 X 301

 
 

11

Unir zíper a braguilha

PF 301

 

12

Executar pesponto estético da braguilha

PF 2 X 301

gabarito

13

Unir petingal ao zíper

PF 301

 

14

Unir frente direita ao zíper

PF 301

 

15

Unir frente direita e esquerda

PF 301

 

16

Pespontar

PF 2 X 301

 
 

17

Executar fechamento da tampa do bolso

PF 301

gabarito

18

Virar e pespontar

PF 2 X 301

 

19

Embainhar bolso

PF 2 X 301

 

P rep. das co stas

20

Vincar bolso

ferro vapor

gabarito

21