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Casa-apartamento-jardim Projetar com conhecimento - Construir corretamente © Homem 1 (© Homem: Arelagdo de escala de todas as coisas... 2 Pessoas Medidas e necessidades espaciais 3 Homem e moradia.. - 5 Percepgao através do olho 6 Escala da apreenséo visual 7 O Homem e as cores. 8 Relagdes de medidas Fundamentos 9 Aplicagao de a Modulor 12 Forma Como resultado da técnica construtiva... 13 Como expresso de uma época e seu modo de vida 14 Urbanizagao 2 Plano de massas Introdugao . 16 Desenho arquitetdnico/Normas para apresentagao do projet 7 Lei de Uso do Solo... 18 Aprovacao de projetos de construgo Procedimento. 19 Construcdio de habitagses Situagao do edificio/Posigao dos ambientes 20 Casas geminadas : Casas geminadas com patios enfileiradas . Casas geminadas em cadela e casas urbanas 24 Luz solar . 25 Construgao de edificios 3 Escavagao da obra (terraplanagem) Demarcagao do edificio Fundagdes Introdueao 31 Solo moore 82 Impermeabilizagao da construgao ... 33 Drenagem 34 Alvenaria De pedra natural J De elementos artificiais 3 Principaistipos de construgtes de paredes 3 Tipos de assentamento em paredes de alvenaria ..... Execugo dos pavimentos Tipos de lajes Tetos e pisos .. Recuperagao de pisos Pisos Exemplos de assentamento de pisos, ceramicos ..... Exemplos de assentamento de ladrihos e parquete..... Coberturas Formas de telhados Sistema estrutural do telhado SOtéo .. Adaptagao do sét&o para USO... Recobrimento de telhados ...... Chaminés : Coberturas planas... Coberturas verdes Janelas Janelas em sétos habitaveis Tipos de janelas. Protecao solar Medicias, Baledes Exemplos Portas Informagdes gerais Medidas .. Portées Escadas Formas. Detalhes . Esoadas caracol e com pilar central Elevadores Elevadores de pequena carga e hidraulicos.... Para edificios residenciais ..... . ‘Casas geminadas enfileiradas -a.csseesens 74 (Casas geminadas ... rs 75 Exempios — . 76 Implantadas em declive 8 Residéncias grandes 83 ‘Exemplos internacionais 85 ‘Casas com patio o 86 (Com jardim de inverno . 87 ‘specials Amuitetura solar ‘Construir ecologicamente ‘Construgdes em terragos, . 98 ‘Com passarelas... 101 Forma construtiva dos andares 102 Espagos internos 5 izagao da casa ‘Visdo geral ..... 1s da moradia “Antecémara/para-vento 107 ‘Corredores 108 109 110 112 113 14 oes 124 122 Depésitos . ‘Despensa Adega . ‘Areas de servigo Cozinnas .. . Espacos para refeicbes Banheiros . Calulas sanitarias 130 ‘Guarda-roupas (closet) 131 Dormitérios. : oe 192 ovals de desian Classico .. 136 Escritorio, 137 Espago vial sem barreires 138 Equipamento eletromecanico — 6 Instalagdes Energia solar Generalidades 142 Luz do sol... 143 Iluminagéo Generalidades ‘Agao da luz... Niveis de iluminacao Instalagdes elétricas Planejamento e valores de poténcia de aparelhos elétricos . 147 Antenas Fechaduras Protogao contra arrombamentos 149 Calefagao. Formas de energia.. Tipos de sistemas e aparelhos 150 151 Espagos de seguranga e reservatérios .. 153 Depésito de gas liquiefeito 1584 Lareiras Lareiras abertas 155 Péra-raios Generalidades 156 Detalhes .... 187 Renovagao de edificios qi Renovagao Lista de checagem .. Reabilitagdo de edificios histéricos Levantamento do estado do imével Tetos e paredes ...... Paredes externas e de enxaimel... Escadas e banheiros... Renovacao Construgao de banheiros. Cozinhas .. Espacos de moradia Tetos, pisos, lareiras -. ye Construgées anexas moves: Eedticios ruais(sedes de fazendes) © jardins de inverno. Areas externas Jardins Plantas trepadeiras Arvores e cercas Arbustos .. Hortas (legumes ¢ ervas) . Canteiros elevados ou em mor Pequenas estufas ‘Quando se tem o que a fazer? ‘Adubos Decoragao de balc6es .. Culturas mistas .... Roseitas Subaroustos/Formas arbustivas Arbustos Uso de gua da chuva .... TTangues de jarcim/Lagos artiiciais. Piscinas no jardim . a Casas de fétias © de jardim Mobiliério e equipamentos Construgdes de vidro (tipo estufa) Sistemas de sombreamento Estufas, Gonstrugdes de vidro anexes Configuragao do jardim Cercamento Leis de vizinhanga, obrigagao de delimiter o terreno Seguranea de decives/encostas ‘Muros de arrimo ca Caminhos e ruas Sarjotas @ calgamento «. Ciclovias Veiculos (dimensées) Estacionamentos ... Garagens mecanizades, garagens em geral 197 Lazer Alojamentos para férias Barracas, trailers, cabines de barco .. 214 Esporte ‘Squash, ténis de mesa, bilhar.... 2.248 216 Salo de gindstica, fitness center fi 247 Tenis Quadiras esportvas 218 Areas recreativas - Equipamentos Iudicos ... 22¢ Sauna Generalidades use 224 Formas para construgao + 22% Criagio de animais Estabulos para pequenos animais Cavalarigas e criagéo de cavalos Normas basicas/Simbolos Representagdes graficas de desenho arquiteténico ... Escadas ¢ portas Representagées gréficas de desenho arquitetonico .. ecvtase Instalagdio de Aguas pluviais e de esgoto para edificios e terrenos Instalagées elétricas Glossario — Termos técnicos I Glossério .. Bibliografia indice de termos técnices ..... 2 O Homem (© Homem: A relacdo de escala de todas as colsas Pessoas Medias © necessidades espaciais ‘Homer e maradia Percepeao através do clho Escala da apreensio visual (© Homom 9 as cores Relagdes de medidas Fundamenios ‘Aplicagao ‘Modulor Forma Como resuitado da técnica constutiva ‘Como expressio de uma época e seu modo de vida (© Homem coloca-se no canto da obsarvapao. Os fundamentos para. a construgéo da case © do aparlamento so as medidas, hhumanas. Sem a consideragao dessas meddas torna-se imposs- vol constr, renovar ou equipar, decorar. Este capitulo fomeco uma vio geral do relacionamento des medidas humanas, & qual, 80 [ustapostas formas construtivas histricas. Faz-so a diferen- clagdo segundo a construcso, a histria e 0 modo de vida. [sane in ema MEDIDAS E NECESSIDADES ESPACIAIS O HOMEM A RELAGAO DE ESCALA DE ‘TODAS AS COISAS Nos conhecemas os cénones do rine dos farabs, da era ptole- ‘maica, dos gregos @ romanas, de Policeto, que durente longo tempo foram validos como nor- mas, a3 espectficagées de Albert, Leonardo da Ving, Michelangelo e dos homens me- ievais, assim como a obra de Dare. Nos trabalhos citados, 0 corpo humane eracaleuiado segundo o ccomprimento de cabega, ros & és, 0 que entzo, em tempos: postorires, foi sendo subdivic- do e ralacionado onto si, do tal forma que passaram a ser rele rence de medidas de uso ‘goal ANé os tempos atuals pés € evade (palms) solo medidas (0s Walados de Direr tornaram: ‘se de paindnio comum. Eto part da altura do Homer e determinou as dvisbes em sog- mentos como a seguir: 2h=o troneo inti a partrda viriha {14h = comprimento da pera do tarnozelo até o sho compri- ‘mento do queb até 0 ubigo 116 primento do pé 18 h = comprimento da cabega do allo até a parte de balxo do quexo, a disténcia entre os ‘bicos do peito ‘V0 n= altura @largura do resto (corraspondente as ovelhas), ‘Comprimento da mo a partir da linha do pun +12.n= largura do rosto na altu- ra da base do nari, largura da pera (sobre 0 torozelo) etc. ‘As subdivis6es vao até 1/40 h. /MEDIDAS E NECESSIDADES ESPACIAIS. PESSOAS| Para pessoas em movimento, acrescentar@ largura = 10 % de taxa de aumento 16% ea i ereeveae a ta Aad ‘mutoaperado neces rma ‘up mun | in ona era ‘am meen na con Qa, ae [+] Nena pt un sets ea 4 anid tie — a REPOUSO Sam apace TRABALHO HOMEM E Ss ’ pre MORADIA| Presy taal ead ope ee Re eraca a Sees ere iM Umidade do ambiente Swot Sipmnat weak | ected © ea! 6 uma umidade paceeenlnesgimear| [Sires i cart sco econ | |eemesaro o0ms — oes eae » biente de 50-60 %; 618 | | wererce coo coo 00s | | lle Sees Suse eRe TON: ‘Vapores de bromo 9.008, 9.05 aa ‘Ambionts muito Umidos | | ktaocurnce om 3 2 * causem doencas pelos | |Aidemencre ans as is fgermes, mofo, trans: | [Asian = ana 2 . miso de frio, apodreci- ‘Amoniac on os. 35. is 4 monte ecandensaglo de | |Ssedeimae 02520 FY “gi pena am arco catnico 10 “2 ea # Conta el rare gs coe [| laces lira er a |A moradia deve proteger 0 homem contva intempéries e proporcio- nar um ambionte que propicie seu bem-eslar¢ capacidade produt vv. Isto significa ar rico em oxigénio, sem correntezes, levemente 8m movimento; aquecimento apradavel, relatva umidade do ar @ respectiva luminosidad. ‘Aqui 6 decisiva a implantagio da moradia na paisagem, o posicio- namento dos ambientes @ a forma construtve, Técnica de Isole- ‘mento térmico, com janelas grandes nos lugares apropriados, adan~ tadas ao mobilétio, com aquecimento e ventlagao (sem aparect- mento de corretes de at) s80 cordicionanies para um bermestar duradouro. Necessidade de ar Cada pessoa inspira oxigBnio do ar @ expira anidrido carbonico & vapor d'igua. A quantidade dostes varia segundo peso, alimen- ‘ago, avidade e meio ambiente — [1]. Caleula-se em média por pessoa 0,020 mvhora de anirido carbénico © 40 ghhora de produ- (0 de vapor d'agua ~ [1] Se a quantidade de anidtido carbBnico de 1-3 %. aparentomento Interfere na respiragio profunda, deve-se conservar valores no Ssupariores a 1 Seno ar do apartamento. Isto requer, para simples troca de ar a eada hora, um volume de ar de 32 r pera cada adul- ‘oe 15 m® para cada crianga, Uma vez que, mesmo com janelas fechadas, a troca natural de ar em eadifcios lives alcanca 11/22 vozes, 6 sufciento um volume de ar ambiente por adulto de 16-24 m (dependendo do tipo de construeao), para crancas de 8- 12 mou, para pé-direlto = 2,5 m, para cada adulto,6,4-9,6 mde 4rea ©, para criangas, 32-4,8 m?, Para maiorostrecas do ar (dormir com janela aberta, roca de ar através de canis) 6, 0 contetido de ‘ar do amblenta por pessoa pode sa ciminuldo, para areas de viven- cia, para 7,5 m®, para dormitrios, 10m? para cada cama. Em pio- res condigbes, com lampadas acesas, exalagdes om hospila's ou Fabricas, para ambientes fechados, 6 preciso, pela toca artificial ear reforgada, substtulro oxigénio perdido e el minar 08 gases téxicos. ‘Aquecimento dos ambientes ‘Agraddve), para as pessoas em estado de repou- 0, entro 1820" para trabalhar, ontro 15-18°, [4] 0 limite superior (toto) do lum ambiente, que nés reconhacemos om quadro fxo, produzindo uma sensagio de seguranca, pode, em contraparida, em espagos longos, atuar como opressor. Para tos altos, quo o alho percabe “taleanco para cima’, 0 ambionte aparoce como livre @ olevado, requerendo naturalmente a confirmagéo da distinc entre paredes para a rolagdo geral de proporgSes. Deve-se atentar também que o ‘oto esta sujetoaiusdes opticas. Pode estimarlarguras mais apro- _ximadamente quo alturase protundidades, que aparecem aos olhos sempre como malores. Assim, uma torre pareoe multo mais ata vista de cima do que da baixo ~+ [10], cantas vartioas vietos de bbaixo parecem algados e horizontals, arqueados no melo — [3]. ‘oc um pt, de uy ato ermal ape om cone cin 0 rosnataoens sopctoedairis fina tram dane eft ‘Storer ua. pane cone, ase orcad segundo © ue ‘fo, See que stan rma. sie 3 ono er salads 5 fatera meso oar Site Gaines de ‘hl Sasa dan oes aus pars prpe es oma Pa ‘Sea ditincaE poco teen ana posse der 2m = aegy on rtd ome pepe E190" Saaites recep pal Vetooeue thon Pertenece ae cm cmem | | Bide drt poacaamenesne| |fuekincacaecenied facies [nl essceeraarenna a= © chet nerds conse (= josmsaret = ee ao as ua orcuer po ore anew 8 | stot soe as peso al O HOMEM E AS CORES Gores sio estimulos que agem sobre as pessoas, proporcio-nando 2 elas sensagzo de bem-estar ou apatia,avdade ou passividade, A influéncia da cor sobre os Homens acontace indiretamente pelo <*feitofsiolégico: alaryar espagos OU estas e, assim, por meio ‘Gesse desvio sobre o ambionta,transmitr a sensagdo de oprecsée 04 liberdade —- (5}{7]. Acontece porém diretamente por meio de Impulsos, que séo emitidos pelas cores indvidualmente ~ [2), [3] ‘A maior forea impulsiva & dads pola cor laranja, eoguida pelo ama- ‘lo, vermelho, verde e purpura. Azul, verde-azulado evioeta (cores frias ou passivas) possuem pequenas forca Cores de impulso forte 20 apropriadas apenas para poquense ‘superices; de impuiso race, ao conréro, para grandes superticis. Cores quentes tém eet alvo, estimulanie e exctante, Cores fias, passive, calmante e introspectvo Verde relaxa 08 nervos, 03 efetos das cores prondem-£e tadevia & celagées de luminasi- dade ¢ lugar onde acontecem, Cores quentes e ciaras estimulam o pensamento quando vém de ‘ima; da lateral, aquecem, aproximam; de baixo,tém eleito de leve- zae suspensio. Cores quentes e escuras de cima, afeit de término, solone; da lateral, careamento; de baixo, soguranca (pegarfeaminhar) Cores trias e claras, de cima, luminosidade, relaxamento; da late- ‘al, alastamento; de balxo, is, estimulanta para o eaminnar, Cores frias @ escuras do cima, ameacadoras; da lateral, roe rie- teza; de baixo, peso e atragao para baixo. Branco € a cor da pureza absolute, impeza e ordem. Na caracterizagao de um ambiente pela Cor, tom a cor branca ulm papel decisvo, para liberiar as diferentes ‘ores entre si, neutalizar e, assim, clarear © pormitr uma estrutu- ragdo viva do espago, See Gores ecu cearagam Os ‘pore prem aca 5] Se et omen Pool anc "oh Escalieseneeago ® Branco de 50 Veemenochatre ematta) 20 Araesras 7 Camm 0 Cordemerin rca 70 Vase tinge ceca des Condo cane fice de 70 Ano 0-80 rare, oo auc ping 0 ‘anato pa. ft Auras, 0 ose-eue “ica ot Yerdearamn rc 20 Amuio ana pro 50 Verde, pst corn 20 rai 2H 25°90 Chan pana coe des Mere cuca do 2 Rebar decal cee coma de 42 Beye pure fovea 6 5 Conte saon crea sere 32 Maren fovea de 16 Pear demas cmp ade 82 owns coca de 0 Tehaanerea ove des? rset ance en 1005) react (05) (| ee es eae eal te rae 12 2 eae 7 ruins da ea Passes cca) RELAGOES DE MEDIDAS FUNDAMENTOS ~ Coordenagio de escalas om construgio jé existe desde tempos remotos. Especticacdes essenclaimente concretas, entretanta or sginam-se da 6poca pltagérca, Pitagoras party da ideia de que relacionamantos numéricos acisti- ‘008 deveriam ser também harméricas em éptica, ‘A patti dai deserwolveu 0 retngulo pitagariea ~ [1], que contém em sitodasas relapbes harménicas de intorvalos proporcionais, que ‘elminam os dos intervals dissonantes, segunda e setima, Dessas relagdes numéricas devem ser executadas as madigces de amblentes, ‘A equagéo pitagérica, assim como a difntica, fomecem grupos rhumérices — [2}{4].que devem ser utlizados para determinar alr ‘gura, altura e comprimento de espacos. Com a formula + b? = c? podem-se calcular estes grupos numéri- (F-%) bem-2-x-y c=miye+xe todos 0s nimeros inteiros; x menor que ym: fator de crescimento @ de decrescimento, ‘Ainda mais signiicativas 840 as chamadas formas geoméirices de Pltao e Virivo: citoulo tridngulo [4] e quadrado —[5}, dos uzis se podem constrir os poigonos. Outros poligonos (or ex. “T-lados, -(7] 9-lados, -[8) posam ser dasennados apenas apro- ximadamert cu por moio de sobreposigo. Assim, por ex. pade-se construir um poligono de 15+lados ~ [8], pela sobreposigao do rian {uo equiltero ao pentégono, 0 pentégono — [10] tem, assim como o decigono, relagso neturl ‘com a proporeao éurea. Suas relagdes especial de medidas no tiveram antigamente, porém, quase nenuma aplieagao wriatpe anit pete mace amt | | co gp A ci AB veauteo pont 0| {mb-to eanoamasaments 0? | |toereA Ss, Sn encom chiro ‘Sronantetsoa Sponataske aest0.ce hese DE respons ax eartstenea [7] Het sate [B] crete ont Free ere ae ct cms des nbs co [i] spac [2] Sicsatiee coro tt RELAGOES DE MEDIDAS FUNDAMENTOS ~ 0 Sx 0 tridnguio iséaceles retngulo com a relagao entre base e aura de 1:2 6 a quadratura do triéngule (© tniangulo iséscales, no qual @ base © a altura a correspondem aos lados da um quacrado, foi usado ‘cam sucesso pelo mestre construtor Knauth no esta- fomaras don apie to ecard ca do 2k ‘Otrianguloni4 de 111, de A.von Drach -> [Dé rele- tivamente mais pontudo que o deserto anteriormer- te, uma vez que sua attura 6 detorminada pelo quadrado em diago- ral. Fol apicado pelo inventor, oom sucesso, em detalhes apare- lhos. Ao lado de todas estas tguras, encontram-se, em uma série de edficios antigas, as rolagées de escala do actgono, segundo pesquisas de LF. Spitzenptell Como fundemento utliza-s0 aqui ‘ochamado tlangulo-diagonal, A altura do triénguloé a diagonal do ‘quadrado consiruido sobre a linha mediana->[2}-4). O retangulo assim resultante ~{5] tem uma relagdo de lados de 1: VZ. Como ‘conseqoéncia, toda duplicagzo ou diviso pela metade do retangu- Io conserva a mesma relagéo proporconel de 1: v2 dos lados. Por isso esa relagio proporcional oi incorporada & norma DIN pelo Dr Porstmann [5]. Derivo de um octégono, esa graduaglo oferece ‘uma série gaometvioa, na seguinte elacao ~+{2}{4]. corresponden- ‘do 2 gtaduagdo dos niimeros de reiz de 1-7 [6]. A relagao entre raiz quadrada a nlimeco inti vé-se em [7]. O método da decom posigao do fatores parmite a aplicagao da ralz quadtada para a ‘construe de elementos que néo possuem raiz quadrada ox CConstrur com valores aproximados para raizes quadradas fol um método desenvolvico por Meringhausen para a MERO- casas de ‘enxaimel.O principio chama-se “caracol" [7H [A inexatiddo dos Angulos relos serd compensada pela liao das traves nos nos por paratusos. Uma forma dierenciada de eprox- ‘mage do céiculo de ralz quadrada do nGmoros intros Vm para ele- mentos construlves que nio sejam perpendiculeres oferece a ceadoia de tragdes na formula G = var 6-21 [9] ‘rsa pee Severs ( HELE ( owe LL LETET 9] cassia stagione iii. teem Scene [X] ‘sen tote RELACOES DE MEDIDAS APLICAGRO— Virivio descrovo os fundamenios da aplcagéo das relagées yeo- Imétricas @ de medidas em suas declaragdes mais relevantos ‘Segundo suas Pesquisas, 0 teatro romano é, por ex, consttulde sobre quatro vezes 0 go de um ridngulo 1], o teatro grego sobre {12s vez08 0 giro de um quadrado -[2]. As dus construgdes wesc, tam num dodecagono, reconhecivel na escada de acoso, Mosseol Getende que as relagées de mecidas séo baseadas na proporgée uroa —[3], apesar de ser bastante improvivel. O tnioo tome rego cvia planta se baseia em um pentégono encontra‘se em Ep ‘dauro [4] (Um conjuntoresidencial hé pouco escavado om Antica Ostia, velho Porto nas proximidades de Roma, tornau conhecido 0 prnclpio de Drojato da “relaezo sagrada’. Este principio baseie-so na civisio ola metade da diagonal de um guacrado. Ligando-se os ports nos ais 08 arcos de circu com YFeortam os lados do quadrado, term ‘uma trama de nove partes. © quacrado do meio chama ee qua ado da propor¢do sagrade’. O arco AB tom, com 0,8 % de apron Imago, 0 mesmo comprimonto da diagonal CD da metade do qua rao basico. Por este motivo, a “proporgao sagrada’ estaboloce um método aproximatvo para a quadatura do circulo{S}[8), Todo Conjunto edficatério, da implantagao até detalhes decorativos, fol ‘construido com estas rolagbes de medidas. Pallacio dé, em seus 4 livros sobre arquitetura, uma chave geomé= trica, que toca as_afirmagces de Piiagoras. Ele utiiza as mosmas ‘elagdes espaciais(citculo, tréngulo, quadrado etc) @ harménions Para as suas construgées --[9}, [10] (Com regras claramente formuladas, encontram-se semelhantes leis ‘om velhas culturas onentais {11} fa eben [3] Seana TB] ron aro rat ‘As oagoes pais YEH beaamsone dio M Gesteras pea mee ao [i] Semcmrontortomen | rettowes " mace oes Soham ‘Socom bao no ange 11 RELAGOES DE MEDIDAS MopuLor ~ No século xv, @ posteriormente, adotou-se uma forma de medidas diva, e nfo mais harmonica. Deserwolve-se a parir desta i sistoma actométrco. Apenas com a introdugao da ordem do Mod: lor a atengao voltou-se novamente pera e harmonia © as relagies de medidas proporcionais. Sistema de coordenagtes @ coords rnagéo de medidas. O arquitoto Le Corbusier desenvelve um aprer- dizado de proporgies, baseado na lei da proporgéo urea @ nes ‘medidas do corpo humano. A “relagdo aurea de um segmento pode sor traduzida goomoticamento ou por formulas. A “rolagdo ures” significa que um segmento ser dividido até o ponto em que 0 sea- ‘mento total 52 relacione com a parte maior da mesma forma que 2 parte maior s@ ralacione com a mener ~ 4) total _ maior a nc Cor Na me 280 =o 4 14 Pans See Cconugsoeomeicaca rst eae gmt, Is30 signitoa: “voy = smangy Cl elagao proporcional é mostrac fenive quadrado, citculo @ trngulo ~> [4]. A “elagao aurea” de um ‘segment pode sr expressa pola cada do rags ++ G Essa 6.amals simples, rogulare intermingvel cadoia fre cionaria > [3 Le Corbusier assinala 9 intervalos no corpo humano que se encon tram presentes na conhecida “sére urea de proporgdes” de Fibo: nace. 0 9, 0 plexo solar, a cabeca, os dedos da mao levantada, PPrimeiro Le Corbusier par da altura média conhocida dos euro ous = 1,75 m > [SHI4], que ele divi segundo as relagoes dure 5 nas seguintes medidas 108,2 - 66,8 - 41,45 - 25,4 cm ~ [8] ‘Como essas medidas praticamente correspondem com exatiddo & 10 polegadas, Le Corbusier encontra igacio com a polegada ingle sa, o que porém néo se aplica para grandes dimensoes. Em 1947, or esse motivo, Le Corbusier parte de um tamanho do corpa de & és ingleses = 1828,8 mm. Pla diviso em relacéo aurea, ele determina uma série vermalha para cima e para baixe ~ [7].Como os degraus desta série para o Uso prético eram muito grandes, determina ainda uma série azul partindo de 2,28 m (ponta do dado da mao levantada), que possu valores duplicados sobre a série vermelha -> [7]. Os valoros das séties vermelha e ezul foram transposios por Le Corbusier pare medidas praticas aplicaveis ~ 6). ‘los sireion naan nine ‘Ski veer Shien s8038,7 em 588,66 477735 em w777Am seaanon | Sea0em, "ara8a em vzra8m ‘seor3en areesen zacem ‘e581 em wriseven nem ‘sso0sem tosiasen iearom angen 358536 ‘seam 202820n ‘oseom cosa ‘razon teem som ‘a2sem 355;8.0n 36m ni30en | agecm 225m ‘eaen ‘eaen em ‘een sen aan to2em noaen 20m Bacn then etm igen Seen Cam oem then botm Deena themes. 7 [Sosa eo vires «po des Maas sande Le Ceboser ramen sate ce FORMA COMO RESULTADO DA TECNICA CONSTRUTIVA zebeeeoes [b] Sansone ose [oy desea SEN cet conaass re ‘Settee ecard err beens Se ros, fay sense se | Setinematencsniene | fray eget © too SRE ISSS | | Be towns fol scutice a” | fe] Stata COMO EXPRESSAO DE UMA &} Le aemeaeecenne ‘wo boas crn aa or vor de 1700, potas come ana macro) ne [7] comcaperracoous’ "| [8] tnpoarriso fata "= 3] Stn LIGACAO DE AMBIENTES: NS Reeve egies rota gree cmt peeieaciemmaas | | 5 Gucmimeer ares | | Ranma ise ies | |, Senter [9] tarpeosdelaomstemesecutes | [10] poode pees nr [12] era ice ne to Solr a ota cm wali ogi coe or wh ee Teron ext =e , L rem = B «bt sence “: Leto aoe Sade ester EB ; seas uno | | RERS2SRee m92me caters wp me ners Sears | | Sch ces Sek ceve eran [2] srenicnes™ Teme ee | pg] iment noite rors eee rw as abe