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MICROFILAAGS ts ESTATUTO DA IGREJA EVANGELICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM SALVADOR — BAHIA CAPITULO L DENOMINACAO, DURACAO, SEDE E FINS Art. 1°. A Igreja Evangélica Assemblgia de Deus em Salvador, capital do Estado da Bahia & uma organizagao religiosa sem fins econdmicos, constituida por tempo indeterminado, com niimero ilimitado de membros, doravante designada como ADESAL. Art. 2°. A ADESAL tem sua sede e foro na cidade de Salvador, Estado da Bahia, na av. Luiz. Viana Filho, 166-E, Iguatemi, foi fundada pelo missiondrio Otto Nelson, em 08 de setembro de 1930, tendo seus atos constitutivos registrados sob n° 163, no livro NA-2, em 06 de maio de 1935, os quais foram reformados em 21 de setembro de 1997, conforme alteragao registrada sob n? 07719, no livro A-7, em 21 de setembro de 1997, em 7 de outubro de 2005, registrada sob n° 18900, livro A-13, em 31 de outubro de 2005, e em 25 de maio de 2009, registrada sob n® 27713, livro A-15, em 10 de junho de 2009, no Cartério do Registro Civil das Pessoas Juridicas, do 1° Oficio, desta capital, podendo abrir_nimero ilimitado de filias. Art. 3°. A ADESAL tem como objetivos e propésitos adorar ao tinico Deus, propagar a mensagem do evangelho de Jesus Cristo em qualquer parte, promover o estudo da Biblia através de cursos teologicos em qualquer nivel, promover orientagio de cidadania aos seus membros, promover, amparat ¢ desenvolver obras sociais e educacionais de atendimento aos carentes, por si mesma ou por entidades especificas por ela instituidas ou delas participe como associada, Art. 4°, A ADESAL esté unida eclesidstica e doutrinariamente as demais Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus em todo o territério nacional, sendo seus pastores e evangelistas filiados & Convengao Geral das Assembleias de Deus no Brasil, doravante designada como CGADB, ¢ tem a Biblia Sagrada como a infalivel Palavra de Deus, servindo esta como regra de fé € fonte das normas de governo espiritual, sendo, entretanto, auténoma para resolver por si mesma as questGes internas e externas de ordem material e espiritual que surjam, através de seus drgzos estatutariamente constituidos, somente recorrendo a convengGes precitada para solugo de lit{gios em situag6es excepcion ox : i SAH Lr CAPITULO 1 DOS MEMBROS: ADMISSAO, DIREITOS, DEVERES, DAS MEDIDAS DISCIPLINAR! SesioI Da Admissio Art. 5°, Serio admitidas no rol de membros da ADESAL, doravante designados como membros, as pessoas sem distingo de sexo, nacionalidade, raga ou classe social, que professem a f€ em nosso Senhor Jesus Cristo, através de batismo por imerséo em égua, em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo, tendo como regra de fé e conduta a Biblia Sagrada, e que aceitem viver de acordo com os ensinos ministrados. Pardgrafo Unico. Também sero admitidos como membros, os portadores de carta de recomendagio de outra igreja congénere, ou por aclamagao, em reuniao especifica dos membros realizada tanto no templo central quanto nas sedes dos setores eclesiésticos, que confessem publicamente adesio e conformidade com os prinefpios e doutrinas ensinadas observadas pela ADESAL. Segao II Dos Direitos Art. 6° - Todo membro tem direito a: 1 - volar e ser votado para preenchimento de qualquer cargo na estrutura administrativa da ADESAL, exceto para presidente e vice-presidentes, os quais serio exercidos privativamente por ministros do Evangetho regularmente inscritos no érgo convencional proprio; IL - solicitar seu desligamento do rol de membros em qualquer época; III - propor medidas 4 Assembleia Geral, por intermédio do presidente desta, que visem a consolidago e progresso da ADESAL; IV - ser assistido nas suas necessidades e ADESAL, irituais € sociais, dentro das possibilidades da Pardgrafo Unico: Somente poderio exercer os direitos estabelecidos no caput deste artigo, os membros plenamente maiores ¢ capazes civilmente, conforme regulamentado pelo Regimento Interno. Segao IIL Dos Deveres Art. 7° - Todo membro deve: 1 - observar as normas biblicas, estatutérias e as deliberagdes da Assembléia Geral; II- comparecer regularmente aos cultos, & Assembléia Geral e as reunides dos drgtos dos quais faga parte; on III - difundir a mensagem do Evangelho e contribuir com seu procedimento para bom testemunho perante a sociedade; IV - exercer qualquer fungdio ou preencher cargos na estrutura admi da ADESAL, sem exigéncia de remuneragdo; istrativa e eclesidstica \ V - dedicar-se ao estudo da Biblia Sagrada, tendo-a como a infalivel Palavra de Deus, & praticar a fratemidade crist& através das obras assistenciais da ADESAL; VI - contribuir financeia e materialmente para que sejam alcangados os fins sociais da ADESAL, de acordo com o que for estabelecido pela Biblia Sagrada, bem como pela Assembléia Geral. Pardgrafo Unico. Os direitos e deveres atribuidos aos membros sa podendo ser reivindicados por qualquer herdeiro, meciro e sucessores. wransmissiveis, nfo Art. 8°. Nenhum membro ser4 remunerado pelo exercicio ou preenchimento de qualquer cargo ou fungao na Diretoria ou em conselhos administrativos. § 1°. Os membros designados anualmente para exercerem as fungdes eclesiésticas de superintendentes e suplentes, porteiros e zeladores de congregagdes, professores de escolas biblicas dominicais ou assemelhados, exercerdo tais fungGes voluntariamente, de acordo com a disponibilidade pessoal, sem qualquer vinculo empregaticio. § 2. Fica expressamente vedado o preenchimento de cargos ou fungdes, eclesidsticos ou niio, por qualquer membro que esteja sofrendo restri¢do cadastral nos drgfios crediticios, que esteja sofrendo alguma medida disciplinar, ou que tenha sido condenado por sentenga transitada em julgado em feito criminal, segundo os critérios determinados pelo Regimento Interno. Secio IV Das Medidas Disciplinares Art. 9°. © membro cujo procedimento se tomar notoriamente inconveniente ou que transgrida os principios biblicos, estatutarios e decisdes da Assembléia Geral, sera submetido a disciplina da ADESAL, através da maioria dos presentes em reuniéo de membros especialmente designada, observada a orientacdo biblica aplicavel. § 1°. Qualquer membro sob disciplina, como previsto no caput deste artigo, niio poder ser indieado, eleito e nem exercer qualquer cargo ou fungo na estrutura administrativa ou eclesiastica da ADESAL. § 2°. Compete ao pastor da igreja, ou a quem ele delegar, aplicar medidas disciplinares 20 membro, observando as regras biblicas e legais aplicaveis, apés entrevista pessoal. § 3°. Para toda ¢ qualquer transgresséo dos mandamentos contidos na Biblia Sagrada, das 4 normas estatutirias e decisdes das Assembléias Gerais serio aplicadas medidas disciplinares visando corrigit o transgressor, as quais vio desde a repreensdo particul a | ff on REG CHT AS PRIA te leorici * AHI i MICROFILMALO WN suspensio ou desligamento do rol de membros por tempo determinado, até a sua efetia| excl § 4°. A exclusio de qualquer membro somente seré admitida por contumécia de priticas pecaminosas e ou ilegais, que demonstrem falta de arrependimento e de mudangas de conduta pelo membro faltoso, para as quais tenham sido anteriormente aplicadas as penas previstas no pardgrafo terceiro. § 5°. Quando a pena aplicada for a de exclusdo do quadro de membros, terd o excluido direito de recorter a Assembleia Geral, em grau de recurso, visando a revisiio ou anulagao da pena, conforme disposto no Regimento Interno, § 6°. Somente seri considerada e apreciada para efeito de aplicago de medidas disciplinares, a acusago formulada por, no minimo, duas testemunhas, ou quando o faltoso confessar espontaneamente sua transgressdo, em cuja hipétese ser dispensada a prova testemunhal. Art. 10. © Regimento Intemo conteré todas as normas regulamentadoras da admissao, ‘exclusio e aplicagdo das penas disciplinares aos membros. CAPITULO IIL DA ADMINISTRACAO ECLESIASTICA Art. 11. A administragio eclesidstica compreende todos os atos © cerimoniais exclusivamente espirituais, e serd exercida pelo Pastor da Igreja, coadjuvado pelos demais ministros auxiliares e presbiteros. Pardgrafo Unico. A designagaio “Pastor da Igreja” € reservada ao ministro que exercer a presidéncia da ADESAL. Art. 12. A ADESAL é organizada em setores eclesiésticos, agrupando cada um deles determinado némero de congregagées, denominadas de filiais, nos termos das normas, contidas no capitulo VI deste estatuto. Art. 13. E da competéncia do Pastor da Igreja estabelecer as atividades, as metas e 0 desenvolvimento espiritual desta, o qual, como seu presidente, a organizara administrativa e socialmente, observando, no cumprimento destas atribuigdes, a orientagao divina, as diretrizes biblicas, estatutarias e as deliberagdes da Assembléia Geral. Art. 14. Dentre os ministros auxiliares, 0 pastor da igreja nomearé um deles para exercer a fungio de pastor € outro de co-pastor setorial, os quais cooperardo nas atividades espirituais dos setores eclesisticos da ADESAL. § 1°. O ditigente de congregagio, denominado superintendente, seré nomeado pelo pastor da igreja e referendado pela Assembléia Geral anual, por indicagao de cada pastor setorial, estando cada superintendente subordinado eclesiasticamente 20 pastor setorial da jurisdicao. Ls CHL AS FSS 5S CLO 4.05 95 §2°. Em caso de necessidade ou vacancia, o pastor da igreja pode Romear presbftere para exercer as flanges referidas no caput deste artigo. § 3°. Os nomeados referidos no caput deste artigo, como auxiliares direto do Pastor da Tagreja, observario rigorosamente as orientagdes e determinagdes por este estabelecidas, no podendo proceder em desacordo com a orientago do titular. Art. 15. O Regimento Interno regulamentaré a administrago eclesidstica. CAPITULO IV DA ADMINISTRACAO SOCIAL Art. 16. Sdo drgfos de administragao: I—Assembleia Geral dos membros; I1-Conselho Ministerial; {II — Diretoria; IV ~Consetho Fiscal; V—Conselho de Ftica; VI - Conselho Consultivo. Secao I Da Assembleia Geral Art. 17. A Assembleia Geral reunir-se-d em caréter ordinério para: 1) anualmente, na primeira quinzena do més de fevereiro, apreciar e deliberar acerca da prestagaio de contas e do balango das atividades econdmicas do exereicio social anterior; 11) bienalmente, na primeira quinzena do més de fevereiro, eleger a Diretoria e 0 Conselho Fiscal, bem como a apreciagdo dos nomes dos membros que integrartio os demais Conselhos, érgdos ¢ departamentos, inclusive os dirigentes das filias, Art. 18. A Assembleia Geral se reunira em cardter extraordinério quando convocada pelo presidente, seja por deliberago deste, por determinagao da maioria absoluta de membros do Conselho Ministerial, ou por solicitago de, pelo menos, 1/5 dos membros efetivos da ADESAL, quites com os deveres e no gozo de seus direitos sociais. Paragrafo Unico, A Assembléia Geral Extraordindria somente podera deliberar sobre os assuntos expressa e claramente mencionados no edital de come ye KS ‘Art. 19. A Assembleia Geral sera convocada através de edital publicado em érgio de \\\'! circulagao interna, na sede e nas congregagdes, ou publicado em jomal de grande circulago nesta capital, com antecedéncia minima de sete dias. Art, 20. A Assembleia Geral se reuniré em cardter ordindrio com qualquer nimero de membros, quites com seus deveres sociais ¢ no gozo de seus direitos, sendo suas deliberagdes efetivadas pela maioria dos presentes. Pardgrafo Unico. A Assembleia Geral quando se reunir em carter extraordindrio funcionaré, em primeira convocagio, com maioria absoluta de membros quites € no goz0 de seus direitos e, em segunda, com qualquer niimero, sendo suas deliberagdes efetivadas pela maioria dos presentes. Art. 21. Compete privativamente a Assembleia Geral: 1—eleger, bienalmente, os membros da Diretoria e do Conselho Fiscal; 11 —anualmente, apreciar o relatério da Diretoria e aprovar ou nilo a prestagiio de contas € 0 balango referente ao exereicio social findo; IIT - destituir e eleger substitutos dos que ocuparem cargos eletivos, sempre que os interesses sociais 0 exigirem; IV - revogar as resolug6es do Conselho Ministerial ou da Diretoria, que reputar nocivas aos interesses da ADESAL; V - reformar 0 Estatuto Social e 0 Res Conselho Ministerial; iento Interno, mediante parecer favordvel do deliberar a dissoluglio da ADESAL se houver prévio parecer favoravel do Conselho inisterial, e decidir sobre a liquidagao e destino do acervo social, devendo o patriménio social, em qualquer caso, reverter para instituigdo filantrépica, devidamente registrada perante as autoridades competentes; ‘VIL — apreciar e deliberar sobre os casos omissos neste Estatuto e Regimento Interno; VIII- autorizar a Diretoria a contrair obrigagdes que no se enquadrem nos limites da previstio orgamentéria anual; IX- autorizar a Diretoria a alienar, onerar bens iméveis, bem como a aceitar doagdes e legados onerosos, apés decisdo da Assembleia Geral. § 1°. As deliberagdes da Assembleia Geral sero tomadas por maioria simples, salvo as dos n®s IIL, IV, V e VI, que exigirdo o voto de dois tergos, pelo menos, dos membros mem \ § 2°. Os documentos pertinentes A matéria a ser apreciada pela Assembleia Geral deverdo ser postos & disposigdo dos membros, na sede da ADESAL, por ocasido da publicagtio do primeiro anéncio de convocagiio do orga Art. 23. O Regimento Intemno estabelecerd as disposigdes de funcionamento deste 6rgao. Segiio I Do Conselho Ministerial Art. 24. O Conselho Ministerial & formado pelo pastor da igreja, os demais ministros auxiliares e presbiteros. Art. 25. O pastor da igreja, uma vez eleito, serd o presidente do Conselho Ministerial, ¢ se manteré na fungo enquanto satisfizer as normas biblicas e estatutérias, somente sendo substituido ou destituido do cargo, segundo as disposigdes contidas no capitulo VII deste estatuto. Art, 26, Compete ao Conselho Ministerial: 1 - manifestar-se sobre todos os assuntos de interesse da ADESAL, abstendo-se de qualquer pronunciamento em questdo politico-partidaria; IL - propor as providéncias cabiveis para melhor funcionamento dos 6rgaos internos; Ill - discutir ¢ deliberar sobre propostas apresentadas pela Diretoria ou por qualquer membro da ADESAL, que nao sejam de competéncia da Assembléia Geral; IV - zelar pelo fiel cum ento do Estatuto, do Regimento Interno e das leis vigentes; 'V — apreciar proposta de reforma deste estatuto e do Regimento Intemo, bem como as normas de funcionamento dos Departamentos; VI ~ apreciar os nomes dos membros indicados pelo presidente da ADESAL dos componentes da Diretoria ¢ dos Conselhos, exceto o Fiscal; Vil —propor a Assembleia Geral nomes de membros que comporiio o Conselho iscal; VIII - designar qualquer de seus membros para assessorar a Diretoria, quando por esta for solicitado; IX = apreciar, no més de dezembro, a previsio orgamentaria para o exercicio seguinte elaborada pela Diretoria; X — apreciar relatério e parecer exarados pelo Conselho de Btica sobre aplic: de penalidades a qualquer de seus integrantes, quando acusado de priticas de infragio as normas biblicas, estatutarias e regimentai Be X1_-apreciar as indicagées dos candidatos ao presbiterato ¢ diaconsios XII - apreciar as propostas de alterago do Estatuto Social © submeté-las, se aprovadas, & Assembléia Geral; XII - propor & Assembleia Geral dissolugio da ADESAL, se verificar a impossibilidade de consecugdo dos seus fins. § 1° = 0 Consetho Ministerial remir-se-4 quando convocedo pelo Presidente, ou por dois tergos dos conselheiros, pelo menos. § 2° 0 Consetho funcionaré com a presenga minima de metade de seus integrantes e suas resolugdes deverdo ser tomadas pela maioria ‘simples dos presentes. § 3° — 0 Regimento Interno estabeleceré as disposigbes de funcionamento deste drgio. Segao IIL Da Diretoria ‘Art.217. A Diretoria compie-se de sete membros: Presidente, 1° e 2 Vice-Presidentes, 1° e sr goovetirios, 1° e 2 Tesoureiros, eleitos bienalmente, pela Assemblei Geral, permitida a reeleigdo por mais um mandato, § 1°, A eleigdo serd feita por aclamagao da maioria simples dos membros na Assembleia erat, ou por escrutinio seereto pela mesma maioria de votos dos presentes, ne primeira quinzena de dezembro. 62°. A Diretoria clita iniciaré seu mandato logo aps sua eleigH0. Art, 28 - Compete & Diretoria: 1 - administrar os bens e servigos da entidade; 11- zelar pelo fiel eumprimento do Bstatutos II ~ cumprir © fazer cumprir as deliberagdes da Assembleia Geral ¢ do Consetho “Ministerial, quando conformes a lei e este estatuto; LV - elaborar ¢ apresentar ao Consetho Ministerial, anualmente: a) até a primeira reunitio de dezembro, a previsio orgamentiria para o exercicio seguinte; / b) _alé 0 dia 10 de janeiro, relatério circunstanciado de suas atividades, balango & prestagaio de contas do exercicio findos \V ~ estudar e propor medidas de cariter administrativo, financeiro & nn 8 VI - proceder aos reajustamentos de vencimentos de empregados. § 1°. A Diretoria reunir-se-A sempre que for convocada pelo Presidente, ou por maioria de seus componentes, decidindo por maioria de seus componentes. § 2.0 Diretor que, salvo a hipétese de estar licenciado, faltar a quatro reuniges ordinérias consecutivas da Diretoria, perderé automaticamente 0 cargo. ‘Art. 29. Compete ao Presidente: | - representar a ADESAL, ‘em juizo ou fora dele; II - convocar e presidir as reunides da Assembleia Geral, do Conselho Ministerial, ¢ da Diretoria; TIL- assinar com o Primeiro Secretério as atas das reunides dos mesmos érgios citados no inciso anterior; IV - assinar com 0 Primeiro Tesoureiro os contratos que obriguem a ADESAL e quaisquer ordens de movimentagio dos fandos sociais, inclusive cheques ou levantamento de depdsitos © qualquer espécie de titulos, caugdes, ordens de pagamento, previsoes orgamentirias, balangos, balancetes, relatérios financeiros e autorizar os pagamentos das despesas; \ ~ elaborar 0 relatério anual ¢ submeté-lo A aprovagéo da Diretoria, antes de sua apresentagao a0 Conselho Ministerial; VI - despachar 0 expediente; VII - assinar os oficios, comunicagdes, representagSes ¢ papéis dirigidos # autoridades © que n&o sejam de mero expediente; ‘VIII - abrir, rubricar e encerrar os livros da Secretaria ¢ Tesouraria; 1X - delegar aos Vice-Presidentes ou ao Primeiro Secretério, quando necessério, as atribuigdes previstas nos itens V, VI, VII; X - nomear representantes da ADESAL para solenidades, congressos ou o que for necessii XI - propor a0 Consetho Ministerial a nomeagéo de comissées ou de membros que se encarreguem de relatar assuntos que demandem estudo mais acurado, XII - devidamente autorizado pela Assembleia Geral, contrair obrigagdes, transigir, = / renunciar a direitos, dispor do patriménio social ou por qualquer forma oner4-lo; XIII - admitir e demitir empregados, bem como conceder-Ihes férias e licengas he = 9 MICROFtMADO se /|| XIV — outorgar procurago com poderes especiais a profissional habilitado, para defesa dos interesses da ADESAL em juizo. ‘Art. 30. Os Vice-Presidentes, por sua ordem, substituirio o Presidente, nos casos de impedimento ou licenga, Pardgrafo Unico. Compete aos Vice-Presidentes auxiliar o Presidente, desempenhando as atribuigdes que este Ihes cometer. Art. 31, Compete ao Primeiro Secretario: 1 superintender os trabalhos da Secretaria, da Sede Social e dos diversos Departamentos, propondo & Diretoria as providéncias administrativas ¢ disciplinares necessérias & sua eficiente organizagio; Il -redigir e assinar as correspondéncias; IIT - organizar a pauta ¢ a ordem do da Assembleia Geral; das reunides da Diretoria, do Conselho Ministerial ¢ IV - responsabilizar-se pela guarda do arquivo da Secretaria, mantendo-o em ordem ¢ em dia; \V - lavrar © subscrever as atas das reunides da Diretoria, do Conselho Ministerial ¢ da Assembleia Geral; VI - proceder a leitura das atas ¢ papéis do expediente, nas reunides da Diretoria ¢ do Conselho rial, bem como na Assembleia Geral; VII ~ fornecer ao Presidente todos os dados referentes Secretaria, a fim de que possa elaborar o relat6rio anual; VIII - superintender os servigos graficos e as oublicagdes editadas pela Entidade. Art, 32. Compete ao Segundo Secretari 1 - auxiliar 0 Primeiro Secretério, substituindo-o provisoriamente nos seus impedimentos faltas, sucedendo-Ihe no caso de vaga; IL- substituir 0 Segundo Tesoureiro nos seus impedimentos. Art, 33. Compete ao Primeiro Tesoureiro: 1 - superintender a arrecadagao e guarda de todos os valores pertencentes a ADESAL; Le A . ¢ ‘ ca II = administrar © recebimento das contribuigdes, donativos ou rendas da ADESAL, determinando seu depésito em conta desta em estabelecimentos bancérios escolhidos pela Diretoria; IIT - movimentar os fundos sociais, com 0 Presidente, na forma do art. 29, IV; IV - pagar as despesas, quando devidamente autorizado; V - responsabilizar-se pela eserituragdo dos livros de contabilidade, mantendo-os, bem como os dados contabeis, em ordem e em dia; V1 - elaborar os balancetes mensais, para apresenta¢o A Diretoria, bem como o balancete do primeiro semestre de cada exercicio, para ser entregue ao Consetho Fiscal a tempo de ser apreciado; VIL- prestar a Diretoria, 20 Conselho Ministerial, Conselho Fiscal e 4 Assembleia Geral as informagées de carter financeiro que Ihe forem solicitadas; VIIL - realizar as compras e vendas autorizadas, assinando a respectiva documentagio juntamente com o presidente; IX - encaminhar o balango anual da ADESAL, na primeira quinzena de janeiro, 4 consideragéio da Diretoria. Art. 34, Compete ao Segundo Tesoureiro: 1 - substituir 0 Primeiro Tesoureiro nos casos de impedimento ou li vaga; nga e sucedé-lo, no de Il -auxiliar 0 Primeiro Tesoureiro, desempenhando as atribuigdes que este Ihe cometer; IIL - substituir 0 Segundo Secretario nos seus impedimentos, Art. 35. Pelo pagamento de despesas nao aprovadas pelo Conselho Ministerial e Diretor ou nao previstas no orgamento anual, responde pessoalmente o que efetuow o pagamento, solidariamente com o Presidente, se este as houver autorizado. Parégrafo Unico. O Regimento interno estabelecerd as disposigdes de funcionamento deste érgio. Segio IV Do Conselho Fiscal Art. 36. O Conselho Fiscal seré composto de 5 (cinco) membros efetivos © 2 (dois) suplentes, eleitos pela Assembleia Geral para perfodo bienal de-atuacdo, indicados pelo Conselho Ministerial, podendo ser reeleito por igual periodo. A ye 1° OFIcIO. g) Art. 37. O Conselho Fiscal examinaré todo movimento financeiro e patrimonial dal ADESAL, emitindo relatério circunstanciado e com parecer conclusivo para a Assembleia "'\\ Geral. § 1°. Pelo menos um dos membros efetivos do Conselho Fiscal possuira formacao técnica adequada as atividades desempenhadas pelo drgio, § 2°. Todo o relatério financeiro mensal ¢ anual da ADESAL somente sera submetido & apreciagiio da Assembleia Geral, apés parecer conclusive do Conselho Fiscal. Art. 38, A tesouraria fornecera ao Conselho Fiscal, mensalmente ¢ ainda no fim de cada exercicio, um balancete acompanhado de todos os livros e comprovantes, inclusive extratos das contas bancérias, Pardgrafo Unico. O Regimento Interno estabelecera as disposigdes de funcionamento deste ratio. Segiio V Do Conselho de Etica Art. 39. O Conselho de Btica sera composto de sete membros que exergam qualquer das fungdes eclesiésticas como definidas no Regimento Intemo, indicados anualmente pelo Presidente da ADESAL ou pelo Conselho Ministerial, referendados pela Assembleia Geral. Art. 40. Compete ao Conselho de Etica: I~ Apreciar qualquer acusagdo contra os ministros, presbiteros e didconos, sugerindo a0 Conselho Ministerial por seu presidente e este 4 Assembléia Geral a aplicagtio das medidas disciplinares cabiveis ou pronunciando-se sobre a sua inocéncia; II- Propor a Assembleia Geral a aplicagao de pena disciplinar de exclusio a qualquer dos acusados de praticas pecaminosas; III - Participar, sempre que convocado, das reuniées do Conselho Ministerial e da Diretoria. Pardgrafo Unico - © Regimento Intemo estabelecera as disposi deste drgao, jes de funcionamento Secio VI Do Consetho Consultivo Art. 41. O Conselho Consultivo sera composto pela Diretoria da ADESAL e pastores setoriais, exercendo suas atividades pelo periodo anual. Art, 42 — Compete a este 6rgio: ; y I~ manifestar-se sobre consultas formuladas acerca de princfpios doutrinarios ¢ dogmatic a serem observados pelos membros da ADESAL; Il — apreciar proposta para mudangas de procedimentos © condutas jé estabelecidas mantidas ao longo da existéncia da ADESAL; II — responder consulta e assessorar o Pastor da Igreja quanto a aplicaglo de medidas disciplinares em situages especificas; IV — apreciar proposta do Pastor da Igreja quanto a projetos de evangelizagio, missoes, administragao eclesidstica. Pardgrafo Unico. O Regimento Interno estabeleceré as disposigdes de funcionamento deste érgiio. CAPITULO V DO PATRIMONIO Art. 43, Sao bens da ADESAL todas as contribuigdes financeiras de seus membros © admiradores, direitos, doagdes, legados, méveis, iméveis ¢ semoventes, titulos, apélices, rendimentos e quaisquer outras rendas permitidas legalmente, sendo estas a sua fonte de manutengao. § 1°. Todos os bens sero escriturados, inscritos ¢ registrados em seu nome, junto aos Orgios estatais competentes ¢ em livro de inventario proprio. § 2°. Todos os bens serdo aplicados exclusivamente na manutengdo dos servigos religiosos € no que for necessdrio ao cumprimento dos fins sociais, § 3°. Em nenhuma hipétese, poder’ um membro ou qualquer outra pessoa, tendo doado publicamente um bem a ADESAL, reivindicar a reverséo do referido bem para si ou sucessores, inclusive os valores de suas contribuigdes voluntérias. Art. 44, A ADESAL, como pessoa juridica, responde com seus bens pelas obrigagdes por ela contraidas, e nfo os seus membros, individualmente ou subsidiariamente, com seus bens particulares. Art. 45. Qualquer membro que causar prejuizo comprovado a ADESAL, por seus atos ou omissio, responderd com seus bens havidos e por haver, proporcionalmente ao prejuizo causado. Art. 46. Responder civil e criminalmente, promovendo o ressarcimento correspondente, aquele que se apoderar e transferir para si tais bens, sem autorizagio expressa da Assembleia Geral. CAPITULO VI DAS FILIAIS Art. 47. Define-se como filial, a congregagio de membros, fundada pela igreja em qualquer parte do territério nacional, que ocupe imével de propriedade da ADESAL ou por ela B locado, subordinada espiritual e administrativamente a sede, sendo regida por este estathle, tendo sua inscrigo regularizada no Cadastro Nacional das Pessoas Juridicas do Ministério da Fazenda ~ CNPJ, nos termos da legislago pertinente. Art. 48. Compete ao presidente da ADESAL nomear ou substituir 0 dirigente da filial, denominado de superintendente, os quais so subordinados diretamente aos pastores setoriais, os quais exercerdo as atividades eclesidsticas e administrativas desta, nos limites impostos ¢ as determinagdes oriundas da Assembléia Geral e demais érgfos, sem vinculagdo empregaticia. Art. 49. A filial deverd prestar conta do movimento financeiro 4 tesouraria geral da ADESAL, na sede desta, enviando-lhe toda a documentagao e comprovantes da ‘movimentagio financeira e patrimonial Art, 50. Na hipétese de cisio da filial, sem que a ADESAL por sua Assembléia Geral Extraordindria tenha concordado, o patriménio, incluindo os bens méveis ¢ utensilios, no sera integrado ao dominio da nova entidade, constituindo-se esbulho possessério a retengiio dos mesmos, ensejando a sua reintegragao pelos meios legais cabiveis. ‘Art. SI. Na hipétese de autorizagio de emancipagio da filial, para constituigdo de nova organizago, a Assembleia Geral Extraordindria que decidir a emancipagao, também decidira a doagao do patriménio & nova pessoa juridica, autorizando a Diretoria transferi-lo ao acervo patrimonial da nova entidade, pela via legal prdpria. Art, 52. O Regimento Interno conteré as normas que regulamentardo a instituigdo e 0 funcionamento de cada filial CAPITULO VIL DA SUBSTITUICAO DEFINITIVA DO PASTOR E PRESIDENTE DA ADESAL Art. 53. O presidente da ADESAL sempre sera o pastor titular, e, uma vez eleito pela Assembleia Geral extraordindria, somente serd substituido definitivamente na ocorréncia de qualquer das hipdteses seguintes: I -por doenga incurével que o incapacite para o exercicio das fung&es inerentes a0 cargo; II - a seu pedido pessoal; II - por transgressiio aos principios biblicos, confessados e/ou comprovada documental ¢ testemunhalmente por, no minimo, duas pessoas; IV - por destituigo, por deliberagdo da Assembleia Geral Extraordinaria, nos termos do artigo 21 inciso II, deste Estatuto; VI- por morte. Pardgrafo Unico. Na hipétese de doenga incuravel que gere incapacidade funcional, esta ter que ser atestada por profissional habilitado. > no cumprimento das disposigdes deste capitulo. CAPITULO VIL DAS DISPOSICOES GERAIS, TRANSITORIAS E FINAIS Art. 55. O ano social encerrar-se~A a cada 30 de Dezembro, Art, 56. A dissolugto da ADESAL somente se dard pela deliberagdo de dois tergos de seus membros em comunhio, reunidos em Assembleia Geral Extraordindria, em duas sessdes distintas, para este fim convocadas, espagadas em sete dias, apés ser atendida a exigéncia do artigo 26, inciso XIV quando nesta ocasiso, serd decidido quanto a destinago dos bens, depois de solvidos os compromissos financeiros remanescentes, Pardgrafo Unico: Decidida a dissolugio da ADESAL, 0 acervo patrimonial serd obrigatoriamente destinado a organizago religiosa congénere. Art, 57. Este Estatuto somente podera ser reformado pela Assembleia Geral Extraordindria convocada para este fim, através de proposta formulada pelo presidente do Conselho Ministerial, ouvida a Diretoria e 0 Conselho Consultivo, acompanhada de necesséria Justificativa quanto 8 necessidade da reforma. Art.58. Dentro de suas possibilidades, a ADESAL instituiré um programa de assisténcia social e médica aos obreiros, cuja regulamentaco se dara através de instrumento proprio, Art. 59. Este estatuto social foi reformado por decisio da Assembleia Geral reunida em caréter extraordinario no dia 02 de julho do corrente ano, sendo ordenado o registro no cartério competente. Salvador,BA, 02 de julho de 2010 Prk ges for Pr. Israel Alves Ferreira << Pious ROOT TEE er _ BTENTE M DO LivRO Ol EPETUADA A COM 15 AVERBACAO A Mar REGISTRO i