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Coleção Fábulas Bíblicas Volume 45

MEDICINA BÍBLICA

CURA DA LEPRA

Mitologia e Superstição Judaico-cristã

Conheça os maravilhosos poderes de cura de Deus!

DA LEPRA Mitologia e Superstição Judaico-cristã Conheça os maravilhosos poderes de cura de Deus! JL jairoluis@inbox.lv

JL

Sumário

O que é o Cristianismo?

4

1 - A superstição da ferradura da sorte

5

2 - A superstição da oração

6

3 - A essência do cristianismo é a superstição

8

1 - Medicina bíblica - CURA DA LEPRA >>>

9

Tratamentos médicos bíblicos: Como curar a

9

O

que diz a bíblia?

9

Como detectá-la?

9

O

que fazer quando aparece algum sintoma?

10

Como diagnosticar se é lepra?

10

1º Caso e seu tratamento:

11

Conclusões:

11

Como proceder?

12

Caso:

12

Caso:

13

Caso:

13

Pronto, agora começamos o tratamento? NÃO! NÃO MESMO!

14

O

sacerdote já sabe o que é e como tratar? NÃO AINDA!

15

Caso:

15

Caso:

15

Caso:

17

2 - Roupas adoecem e se contagiam (de lepra)

19

Como tratar o vestido leproso?

19

Mas, Jeová dá um tratamento para curar o leproso ou não? SIM

20

 

Paso

1

21

Paso

2

21

Paso

3

22

Paso

4

22

Paso

5

23

3 - Segundo a bíblia as casas também adoecem (de lepra)

25

4 - A realidade

27

Importante saber:

28

Conclusão

29

5 - Mais bobagens do Cristianismo >>>

33

Mais conteúdo recomendado

44

Livros recomendados

45

Fontes:

55

O que é o Cristianismo?

O que é o Cristianismo? É uma superstição bizarra , primitiva e engraçada que atribui poderes

É uma superstição bizarra, primitiva e engraçada que atribui poderes mágicos a um cadáver pregado em uma cruz. Atualmente tornou-se uma fonte de piadas e diversão para ateus e descrentes em todos os quatro cantos do mundo. As pessoas crentes nesta superstição são trolladas pelos religiosos com um deus invisível que é pai do cadáver da cruz, além de ser ele mesmo; que é onipotente, mas precisa de intermediários (os religiosos, claro); que é onisciente, mas precisa constantemente ser avisado dos problemas de sua própria criação através de orações. Mais engraçado impossível. É uma mistura de superstição, paganismo, idolatria, fanatismo, mitos, mentiras e muita babaquice para conseguir ser trollado com essas bobagens.

1 - A superstição da ferradura da sorte

1 - A superstição da ferradura da sorte Vamos imaginar a seguinte situação. Digamos que você

Vamos imaginar a seguinte situação. Digamos que você tem câncer. Você está deitado no hospital depois de uma rodada de quimioterapia e você se sente terrível. Uma pessoa aparece em sua sala com um sorriso brilhante no rosto e uma ferradura na mão. Ele lhe diz: "Esta é uma incrível ferradura da sorte. Se você tocar esta ferradura, vai curar seu câncer. Mas eu preciso lhe cobrar R$ 100,00 para tocá-la”.

Você pagaria ao homem os R$ 100,00?

Claro que não. Todos nós sabemos que tocar a ferradura terá efeito nulo sobre o câncer. A crença na ferradura da sorte é pura superstição.

É também muito fácil de provar cientificamente que a ferradura não tem nenhum efeito sobre o câncer (ou qualquer outra coisa). A forma como iria fazê-lo é simples: nós levaríamos 1.000 pacientes com câncer e os dividiríamos de forma aleatória em dois grupos de 500. Deixaríamos 500 dos pacientes com câncer para tocarem na ferradura da sorte e os outros 500 como duplo-cego. Então poderíamos comparar as taxas de remissão de câncer entre

os dois grupos. O que iríamos encontrar seria zero beneficios da ferradura. Não veríamos nenhuma diferença estatística entre as taxas de remissão nos dois grupos de 500 pacientes.

2 - A superstição da oração

grupos de 500 pacientes. 2 - A superstição da oração Agora vamos imaginar outra situação. Você

Agora vamos imaginar outra situação. Você tem câncer, acabou de sair de uma rodada de quimioterapia e você se sente terrível. Desta vez, uma pessoa aparece na sua sala com um sorriso brilhante no rosto e uma bíblia na mão. Ele lhe diz:

"Há um ser chamado Deus, que é o todo-poderoso, onisciente e criador todo-amoroso do universo. Eu sou o seu representante na terra. Se me permite orar a Deus em seu nome, Deus vai curar seu câncer”.

Você concorda com a oração, o homem reza em cima de você por 10 minutos. Ele invoca todos os poderes de cura de Deus, rogando-lhe, recitando versos das Escrituras e assim por diante. Depois, quando ele está se preparando para sair, o homem diz, "Oh, e a propósito, Deus diz que você deve 10% de dízimo de sua

renda para a igreja. Você consideraria fazer uma doação dedutível hoje"?

A pergunta é:

Existe alguma diferença entre os dois homens, será que a oração tem qualquer efeito maior do que a ferradura?

A resposta é: Não.

A crença na oração é tão supersticiosa como a crença na ferradura da sorte.

O mais fascinante é que podemos provar que a oração não tem

nenhum efeito exatamente da mesma maneira que nós podemos

provar que ferraduras não têm efeito. Tomamos 1.000 pacientes com câncer. Oramos com 500 deles e deixamos os 500 outros em paz. Então, olhamos para as taxas de remissão câncer de entre

os dois grupos. O que descobrimos é que as orações têm benefício

zero. Não veríamos nenhuma diferença estatística entre as taxas de remissão nos dois grupos de 500 pacientes. Em outras

palavras, podemos provar que a crença na oração é pura superstição. A crença no poder da oração não é diferente da crença no poder da ferradura da sorte. Estes experimentos foram realizados muitas vezes, e eles sempre retornam os mesmos resultados. Simplesmente, a oração não tem absolutamente nenhum efeito sobre o resultado de qualquer evento. O "poder da

oração" é realmente "o poder da coincidência". Crença na oração

é pura superstição. A oração não tem absolutamente nenhum

efeito em cada experimento científico que realizamos, porque

Deus é imaginário.

3 - A essência do cristianismo é a superstição

Basta ler a definição de superstição em qualquer dicionário para ter a certeza absoluta. Simplesmente não há o que discutir sobre isso.

O dicionário Michaelis define a palavra "superstição" desta forma:

matéria. 9 Dedicação exagerada ou não justificada. [ ref ] ( clique nos textos em azul

1 - Medicina bíblica - CURA DA LEPRA >>>

Tratamentos médicos bíblicos: Como curar a lepra.

Os religiosos sempre usam a bíblia como base para suas afirmações. Esta é sempre, para eles, o recurso necessário que valida suas crenças insanas, já que, segundo eles, está cheia de verdades e conhecimento. Pois bem, para corroborar mais vez se isso não passa de charlatanismo barato, comprovaremos que conhecimentos e verdades há em um dos capítulos dedicado ao tratamento de enfermidades (neste caso a lepra e/ou enfermidades de pele, segundo novas “traduções” e “interpretações”, obviamente religiosas). Também veremos (de novo) se é correta essa “sabedoria” bíblica ou é apenas o reflexo dos conhecimentos e superstições de um povo (o hebreu) em um simples livro (Tanak ou Antigo Testamento).

O que diz a bíblia?

Veremos se o que está escrito nela são as palavras maravilhosas de um ser onisciente ou simplesmente as de uma pessoa (neste caso o sacerdote) limitada pelos conhecimentos da época e seguindo um protocolo imaginado por ele mesmo, para prevenir e atuar contra ela.

Como detectá-la?

Levítico 13:1 Falou mais o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

Ressaltamos isso para o caso de algum crente questionar sobre quem, segundo sua tão apreciada bíblia, é que ensina estes procedimentos médicos de primeira linha. A respeito disso o crente tem duas opções e mais nada:

1. Usar a desculpa de que a bíblia foi apenas “inspirada por Deus”, coisa que se extrai deste primeiro versículo, razão pela qual terá que assumir que é esse mesmo Deus que dita os procedimentos que trataremos abaixo. 2. Aceitar que a bíblia é apenas mais um livro de lendas e mitologia, escrito por pessoas sem inspiração divina e limitadas aos conhecimentos e superstições da época.

O que fazer quando aparece algum sintoma?

Levítico 13:2 Quando um homem tiver na pele da sua carne uma inchação ou pústula, ou mancha lustrosa, e esta se tornar na pele da sua carne como praga da lepra, será levado a Arão, sacerdote, ou a um dos seus filhos, sacerdotes.

Como diagnosticar se é lepra?

Levítico 13:3 O sacerdote examinará a praga na pele da carne. Se o pelo na praga se tiver tornado branco, e a praga parecer mais funda que a pele da carne, é praga de lepra: o sacerdote o examinará, e o declarará imundo.

1º Caso e seu tratamento:

4 - Se a mancha lustrosa for branca na pele da carne, e não parecer mais funda que a pele, e o pelo não se tiver tornado branco, o

sacerdote encerrará por sete dias aquele que tem a praga.

5 - Ao sétimo dia o sacerdote o examinará; se na sua opinião a praga

tiver parado, e não se tiver estendido, encerrá-lo-á mais sete dias.

6 - Ao sétimo dia o sacerdote tornará a examiná-lo. Se a praga for de

uma cor escura, e não se tiver estendido na pele, declará-lo-á limpo:

é uma pústula. O homem lavará os seus vestidos, e será limpo.

7 - Mas, se a pústula se estender muito na pele, depois de se ter mostrado ao sacerdote para a sua purificação, de novo se lhe mostrará.

8 - O sacerdote o examinará, e se a pústula se tiver estendido na pele,

declará-lo-á imundo: é lepra.

Conclusões:

1. O sacerdote necessita de mais 14 dias para diagnosticar se é lepra.

2. Para isso, segundo Jeová, este sacerdote tem que observar durante os 7 primeiros dias uma mancha branca pouco profunda e o pelo de cor normal. Ao final destes, o sacerdote tem que ver se esta mancha não se estendeu. Depois disto ele necessita mais outros 7 dias, para somente no sétimo dia, comprovar se esta mancha se estendeu ou não.

Como proceder?

Supondo que sim, seguindo os procedimentos acima, foi detectada a lepra. O lógico seria começar a trata-la, certo? NÃO, para o deus onisciente e seu servo, o sacerdote, ainda é necessário seguir provando e observando para determinar se é

lepra (caso 1), *

chaga
chaga

(caso 2) ou *

chaga
chaga

de lepra (caso 3).

* praga, chaga ou sinal dependendo da versão bíblia. Elas não concordam muito entre si sobre muita coisa.

1º Caso:

Levítico 13:9-15 9 - Quando no homem estiver a praga da lepra, será levado ao sacerdote. 10 - O sacerdote o examinará: se houver inchação branca na pele, a qual tornou branco o pelo, e aparecer na inchação carne viva, 11 - é lepra inveterada na pele da carne. O sacerdote o declarará imundo; não o encerrará, porque é imundo.

12 - Se a lepra se espalhar pela pele, e cobrir desde a cabeça até os

pés toda a pele daquele que tem a praga, quanto podem ver os olhos do sacerdote; 13 - este o examinará. Se a lepra tiver coberto a carne toda, declarará limpo o que tem a praga: a lepra tornou-se branca; o homem é limpo.

14 - Mas, quando nele aparecer a carne viva, será imundo. 15 - O

sacerdote examinará a carne viva, e declarará o homem imundo; a carne viva é imunda; é lepra.

2º Caso:

16 - Se a carne viva mudar e ficar de novo branca, o homem virá ao

sacerdote, 17 - e este o examinará. Se a lepra se tiver tornado branca,

o sacerdote declarará limpo o que tem a praga: está limpo.

18 - Quando sarar a carne, em cuja pele houver uma úlcera, 19 - e no

lugar da úlcera aparecer uma inchação branca, ou uma mancha lustrosa, branca tirando a vermelho, mostrar-se-á ao sacerdote; 20 -

e o sacerdote a examinará. Se ela parecer mais funda que a pele, e o

pelo se tiver tornado branco, o sacerdote declarará o homem imundo:

é a praga da lepra, que brotou na úlcera.

21 - Porém, se o sacerdote a examinar, e nela não houver pelo branco,

e ela não estiver mais funda que a pele, mas for de uma cor escura, o

sacerdote encerrará por sete dias o homem. 22 - Se ela se espalhar na pele, o sacerdote declarará o homem imundo: é *chaga.

* praga, chaga ou sinal dependendo da versão bíblia. Elas não concordam em muita coisa.

3º Caso:

23 - Mas, se a mancha lustrosa parar no mesmo lugar, e não se

espalhar, é a cicatriz da úlcera; o sacerdote declarará o homem limpo.

24 - Quando na pele da carne houver queimadura de fogo, e a carne

viva da queimadura se tornar em mancha lustrosa, branca tirando a vermelho, ou branca; 25 - o sacerdote a examinará. Se o pelo na mancha lustrosa se tiver tornado branco, e ela parecer mais funda que

a pele; é a lepra que brotou na queimadura. O sacerdote declarará o homem imundo: é a praga de lepra. 26 - Porém, se o sacerdote a examinar, e não houver pelo branco na mancha lustrosa, e ela não estiver mais funda que a pele, mas for de uma cor escura; o sacerdote encerrará por sete dias o homem. 27 - Ao sétimo dia o sacerdote o examinará. Se ela se tiver espalhado na pele, o sacerdote declarará o homem imundo: é a *chaga de lepra.

* praga, chaga ou sinal dependendo da versão bíblia. Elas não concordam em muita coisa.

Pronto, agora começamos o tratamento? NÃO! NÃO MESMO!

Finalmente, depois de saber se é lepra, chaga ou chaga de lepra, acredita-se que o deus onisciente ditaria ao sacerdote como realizar a cura. Mas contrariando todas as previsões, este sacerdote supostamente guiado por um deus onisciente, não contente com mais de 21 dias de reconhecimento para averiguar se é lepra ou uma simples “chaga”, deve prosseguir observando ainda mais para ter certeza (ao que parece, para determinar o tipo de lepra?).

Levítico 13:28-30 28 - Se a mancha lustrosa parar no mesmo lugar e não se espalhar na pele, mas for de uma cor escura; é a inchação da queimadura. O sacerdote declarará limpo o homem, porque é a cicatriz da queimadura. 29 - Quando o homem (ou a mulher) tiver a praga na cabeça ou na barba, 30 - o sacerdote examinará a praga. Se ela parecer mais funda que a pele, e nela houver pelo fino amarelo, o sacerdote declarará imundo o homem: é tinha, é lepra da cabeça ou da barba.

O sacerdote já sabe o que é e como tratar? NÃO AINDA!

Depois de mais de 21 dias de observação para determinar se é chaga, lepra ou chaga de lepra, e depois disso se é tinha, lepra ou se é lepra da cabeça ou da barba, começaremos finalmente a trata-la? NÃO, ainda teremos que observar mais outros 14 dias! (Para que comessem logo a se queixar da demora na saúde pública)

1º Caso:

Levítico 13:31-34 31 - Se o sacerdote examinar a praga da tinha, e ela não parecer mais funda que a pele, e nela não houver pelo preto, o sacerdote encerrará por sete dias o que tem a praga da tinha; 32 - ao sétimo dia o sacerdote examinará a praga. Se a tinha não se tiver espalhado, e nela não houver pelo amarelo, e a tinha não parecer mais funda que a pele, 33 - o homem será rapado, porém não se rapará a tinha. O sacerdote encerrará por mais sete dias o que tem a tinha. 34 - Ao sétimo dia o sacerdote examinará a tinha. Se a tinha não se tiver espalhado na pele e não parecer mais funda que a pele, o sacerdote declarará limpo o homem; este lavará os seus vestidos e será limpo.

2º Caso:

Opção A:

35 - Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se tiver espalhado na

pele, 36 - o sacerdote o examinará. Se a tinha se tiver espalhado na pele, o sacerdote não procurará o pêlo amarelo: o homem está imundo.

Opção B:

Levítico 13:37 Mas, se na sua opinião a tinha tiver parado, e nela tiver crescido pelo preto, a tinha terá sarado. O homem está limpo, e o sacerdote o declarará limpo.

Opção C:

38 - Quando o homem (ou mulher) tiver na pele da sua carne manchas

lustrosas, isto é, manchas lustrosas brancas, 39 - o sacerdote as

examinará. Se as manchas lustrosas na pele da sua carne forem de cor branca tirando a escuro, é uma impigem que brotou na pele: o homem é limpo.

Opção D:

Levítico 13:40 Quando os cabelos do homem caírem da cabeça, ele é calvo; contudo é limpo.

Opção E:

Levítico 13:41 Se os cabelos lhe caírem da parte dianteira da cabeça, ele é meio calvo; contudo é limpo.

3º Caso:

Levítico 13:42-44 42 - Mas, se na calva, ou na meia calva, houver uma praga branca tirando a vermelho; é a lepra que lhe está brotando na calva ou na meia calva. 43 - O sacerdote examinará ao homem. Se na calva ou na meia calva a inchação da praga for branca tirando a vermelho, como parece a lepra na pele da carne, 44 - o homem é leproso, é imundo. O sacerdote certamente o declarará imundo: a sua praga está na cabeça.

1. Alguém percebeu o sacerdote fazendo alguma coisa além de observar e observar?

2. Teve tempo suficiente para determinar - como qualquer outra pessoa poderia fazer - se o enfermo tem lepra ou uma simples enfermidade cutânea.

Leia de novo e veja se consegue encontrar resquício de tratamento, que não seja simplesmente esperar 7 dias, mais 7 dias, mais 7 dias, etc. Os religiosos “explicam” (para os crentes palermas) essas esperas como a observação, exame e controle da enfermidade por parte de uma autoridade. Coisa que era de se esperar devido à obviedade que teria sido observar o desenvolvimento desta enfermidade durante bastante tempo e quais eram seus sintomas. O sacerdote (uma das máximas autoridades da época) sabendo disto, só precisava inventar um protocolo que lhe servisse para diagnosticar se era lepra ou não.

Bem, depois de mais de 35 dias de observação para determinar se é ou não lepra, uma lavagem de roupa e um corte de cabelo é a solução para aqueles que têm apenas "chaga" ou “tinha”, mas ainda falta ver qual o tratamento maravilhoso de Jeová para a lepra, vamos a ele:

Levítico 13:45-46 45 - Os vestidos do leproso, em quem está a praga, serão rasgados, e a cabeça será descoberta, cobrirá o bigode e clamará: Imundo, imundo. 46 - Será imundo por todos os dias em que a praga estiver nele. É imundo, habitará só: a sua habitação será fora do arraial.

Vemos, que basicamente o tratamento para o leproso é queimar suas vestes, ordenar-lhe que mantenha a cabeça descoberta para que o vejam bem e que o mesmo grite “Imundo! imundo!” para que todo o mundo saiba quem é. Além dessa mostra de desprezo se ordena que viva isolado do resto da população (uma quarentena, algo óbvio tendo em conta que esta enfermidade podia ser contagiosa).

1. SEGREGAÇÃO E HUMILHAÇÃO, ESTE É O TRATAMENTO DO TODO-PODEROSO PARA A LEPRA.

2. Sabes agora porque deves correr ao médico ao primeiro sinal de doença?

2 - Roupas adoecem e se contagiam (de lepra)

Bem, sigamos com o tratamento…

47 - O vestido também, em que há a praga da lepra, seja vestido

de lã, seja vestido de linho; 48 - seja na urdidura, seja na trama;

de linho, ou de lã; seja numa pele, ou em qualquer coisa feita de pele;

49 - se a praga for verde ou vermelha no vestido, ou na pele, ou na

urdidura, ou na trama, em qualquer coisa feita de pele; é a praga da lepra, e mostrar-se-á ao sacerdote. 50 - O sacerdote examinará a praga, e encerrará por sete dias aquilo que tem a praga.

Ao que parece, o deus bíblico (não esqueça que é onisciente) afirma que os vestidos também adoecem de lepra e que estes devem ser encerrados durante 7 dias. (Para curar ou mofar?).

Levítico 13:51 Ao sétimo dia examinará a praga. Se a praga se tiver espalhado no vestido, seja na urdidura, seja na trama, ou na pele, seja qual for a obra em que se empregue, a praga é uma lepra roedora; é imunda.

Depois dos 7 dias necessários para determinar se o vestido está infectado de lepra (?), o deus bíblico ordena observar se a enfermidade se estendeu. Ao que parece, o sacerdote (Deus?) desconhecia que uma roupa guardada durante sete dias, independentemente se teve ou não contato com leproso, esta poderia produzir fungos (mofo) devido à humidade. O autor do Levítico, desconhecendo isto, inventa uma enfermidade a que seu deus (onisciente) chama “lepra roedora”.

Como tratar o vestido leproso?

Levítico 13:52-59 52 - Queimará o vestido, seja a urdidura, seja a trama, de lã ou de linho, ou qualquer coisa eito de pele, em que se acha a praga, pois é uma lepra roedora; no fogo queimar-se-á. 53 - Se o sacerdote os examinar, e a praga não se tiver espalhado no vestido, nem na urdidura, nem na trama, nem em qualquer coisa feita de pele; 54 - o sacerdote ordenará que se lave aquilo em que está a lepra, e encerrá- lo-á por mais sete dias. 55 - O sacerdote a examinará depois que for lavada. Se a praga não tiver mudado de cor, nem se tiver espalhado, é imunda. Queimá-la-ás no fogo: é uma lepra roedora quer por dentro quer por fora. 56 - Se o sacerdote a examinar, e a praga for de uma cor escura, depois que for lavada, rasgá-la-á do vestido, ou da pele, ou da urdidura ou da trama. 57 - Se a praga ainda aparecer no vestido, quer na urdidura quer na trama, ou em qualquer coisa feita de pele, é uma lepra brotante; com fogo queimarás aquilo em que está a praga. 58 - O vestido, quer a urdidura, quer a trama, ou qualquer coisa que for feita de pele, que lavares, se a praga tiver desaparecido deles, lavar-se-ão segunda vez, e serão limpos. 59 - Esta é a lei da praga da lepra no vestido de lã ou de linho, quer na urdidura, quer na trama, ou em qualquer coisa feita de pele, para os declarar limpos, ou para os declarar imundos.

Mas, Jeová dá um tratamento para curar o leproso ou não? SIM

Surpreendentemente dá. Mas este tratamento é no mínimo um tanto curioso e absurdo, não muito diferente de qualquer ritual que o crente judeu-cristão consideraria como “pagão”. (Mas como já sabemos que esse crente jamais faz observações críticas sobre sua religião ou ao resto das crenças, não percebe ou justifica).

- Jeová disse a Moisés: 2 - Esta será a lei do leproso no dia da sua

purificação: será levado ao sacerdote. 3 - O sacerdote sairá para fora do arraial, e o examinará. Se a praga da lepra for curada no leproso;

1

Quando se refere a “purificação” e a “a praga da lepra for curada no leproso;” não se refere a um leproso curado, se refere ao dito no capítulo anterior (Levítico 13): uma vez determinado que é leproso (Levítico 13:1-46) e suas roupas forem “limpas”. (Levítico 13:47-59). Isto se pode observar lendo detidamente Levítico 13 e observando nestes primeiros versículos que se referem a quando não há propagação da praga e da lepra.

Mas para curar o leproso o processo é o seguinte:

Paso 1

4 - o sacerdote ordenará se tomem para aquele que se há de purificar

duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e escarlata, e hissopo; 5 -

e que se mate uma das aves num vaso de barro sobre águas vivas. 6

- Quanto à ave viva, tomá-la-á, e o pau de cedro, e a escarlata, e o

hissopo, e os molhará juntamente com a ave viva no sangue da ave que for morta sobre as águas vivas. 7 - Aspergirá sete vezes sobre

aquele que se há de purificar da lepra, e declará-lo-á limpo, e soltará

a ave viva sobre a face do campo.

Paso 2

8

- Aquele que se há de purificar lavará os seus vestidos, rapará todo

o

seu pelo, banhar-se-á e será limpo; depois entrará no arraial, mas

ficará sete dias fora da sua tenda. 9 - Ao sétimo dia rapará todos os cabelos da cabeça, a barba e as sobrancelhas, sim rapará todo o pelo, lavará os seus vestidos, banhará o corpo em água e será limpo.

Paso 3

10 - Ao oitavo dia tomará dois cordeiros sem defeito, e uma cordeira

de um ano sem defeito, e três dízimas de uma efa de flor de farinha, amassada com azeite, como oferta de cereais, e um log de azeite. 11 - E o sacerdote que faz a purificação, apresentará, diante de Jeová, à entrada da tenda da revelação o homem que se há de purificar com essas coisas. 12 - Tomará um dos cordeiros, e o oferecerá como oferta pela culpa, e o log de azeite, e os oferecerá como oferta movida diante de Jeová. 13 - Matará o cordeiro no lugar em que é morta a oferta pelo pecado e o holocausto, a saber, no lugar do santuário; pois, como a oferta pelo pecado pertence ao sacerdote, assim também a oferta pela culpa: coisa santíssima é. 14 - O sacerdote tomará do sangue da

oferta pela culpa, e pô-lo-á sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar de seu pé direito.

Paso 4

15 - Tomará do log de azeite, e o deitará na palma da mão esquerda;

16 - molhará o dedo direito no azeite que está na mão esquerda, e

com o dedo aspergirá do azeite sete vezes diante de Jeová. 17 - Do restante do azeite que está na mão porá sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito, por cima do sangue da oferta pela culpa. 18 - O restante do azeite que está na

mão do sacerdote, pô-lo-á sobre a cabeça daquele que se há de purificar, e fará expiação por ele diante de Jeová.

Paso 5

Levítico 14:19-32 19 - Então o sacerdote oferecerá a oferta pelo pecado, e fará expiação por aquele que se há de purificar por causa da sua imundícia. Depois imolará o holocausto, 20 - e oferecerá o holocausto e a oferta de cereais sobre o altar; fará expiação por ele, e ele será limpo. 21 - Se for pobre, e as suas posses não lhe permitirem trazer tanto, tomará um cordeiro para uma oferta pela culpa como oferta movida, a fim de fazer expiação por ele, e uma dízima de uma efa de flor de farinha amassada com azeite como uma oferta de cereais, e um log de azeite; 22 - e duas rolas ou dois pombinhos, conforme as suas posses permitirem, um dos quais será uma oferta pelo pecado, e o outro para

o holocausto. 23 - Ao oitavo dia os trará pela sua purificação ao

sacerdote, à entrada da tenda da revelação, diante de Jeová. 24 - O

sacerdote tomará o cordeiro da oferta pela culpa, e o log de azeite, e

os oferecerá por oferta movida diante de Jeová. 25 - Matará o cordeiro

da oferta pela culpa, e tomará do sangue da oferta pela culpa, e pô- lo-á sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito. 26 - Deitará do azeite na palma da mão esquerda; 27 - e com o dedo direito aspergirá diante de Jeová sete vezes do azeite

que está na mão esquerda. 28 - Do azeite que está na mão porá sobre

a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o

dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar de seu pé direito, por cima do sangue da oferta pela culpa. 29 - O restante do azeite que está na mão porá sobre a cabeça daquele que se há de purificar, para fazer expiação por ele diante de Jeová. 30 - Oferecerá uma das rolas, ou um dos pombinhos, conforme as suas posses lhe permitirem, 31 - sim conforme as suas posses: um para oferta pelo

pecado, e o outro para holocausto, juntamente com a oferta de cereais; e o sacerdote fará expiação diante de Jeová por aquele que se há de purificar. 32 - Esta é a lei daquele em quem está a praga da lepra, e cujas posses não lhe permitirem trazer o que pertence à sua purificação.

daquele em quem está a praga da lepra , e cujas posses não lhe permitirem trazer

3 - Segundo a bíblia as casas também adoecem (de lepra)

Levítico 14:33-34 33 - Disse mais Jeová a Moisés e a Arão: 34 - Quando entrardes na

terra de Canaã, que eu vos hei de dar a vós em possessão, e eu puser

a praga da lepra numa casa da terra da vossa possessão;

Vemos como, segundo a própria bíblia, é deus (onisciente, onipotente, além de benevolente, justo e misericordioso) que confessa ser o culpado por colocar lepra nas pessoas. Ao que parece, o deus literário (que segundo a própria bíblia é o culpado pelas doenças nas pessoas), dá uma série de protocolos a seguir para determinar se é lepra ou não, para curá-la com rituais bizarros e proteger seu “eleito” (o sacerdote que fala por ele) de ser exposto a ela.

O dono da casa irá e informará ao sacerdote, dizendo: Parece-me que

há como praga em minha casa.

O sacerdote, com toda a autoridade que lhe concede sua “relação pessoal com Yahvé (Deus)”, deverá inspecionar a casa tal como faria com um enfermo. (Veja Levítico 13).

Levítico 14:36-57 36 - O sacerdote ordenará que despejem a casa, antes que entre para examinar a praga, para que não fique imundo tudo o que está na casa. Depois entrará para examinar a casa; 37 - examiná-la-á, e, se a praga estiver nas paredes da casa em cavidades verdes ou vermelhas e parecer mais funda que a parede, 38 - o sacerdote sairá da casa até

a porta dela, e a fechará por sete dias. 39 - Voltará ao sétimo dia, e a examinará. Se a praga se tiver espalhado nas paredes da casa, 40 - ele ordenará que se arranquem as pedras em que está a praga, e que as lancem fora da cidade num lugar imundo. 41 - Fará raspar a casa por dentro ao redor, e a argamassa que houverem raspado deitarão fora da cidade num lugar imundo; 42 - tomarão outras pedras, e as porão no lugar dessas pedras; tomará outra argamassa, e rebocará a

casa. 43 - Se a praga voltar a brotar na casa, depois de arrancadas as pedras, raspada a casa e de novo rebocada; 44 - o sacerdote entrará

e a examinará. Se a praga se tiver espalhado na casa, é lepra roedora

na casa: é imunda. 45 - Derrubar-se-á a casa, as suas pedras e a sua

madeira, e toda a argamassa da casa; e se levará para fora da cidade

a um lugar imundo. 46 - Também aquele que entrar na casa, enquanto

estiver fechada, será imundo até a tarde. 47 - Aquele que se deitar na casa lavará os seus vestidos; e quem comer na casa lavará os seus vestidos. 48 - Porém, se o sacerdote entrar e a examinar, e a praga não se tiver espalhado na casa, depois que tiver sido rebocada; declará-la-á limpa, porque a praga está curada. 49 - Para purificar a casa, tomará duas aves, e pau de cedro, e escarlata e hissopo. 50 - Matará uma das aves num vaso de barro sobre águas vivas; 51 - tomará o pau de cedro, e o hissopo, e a escarlata e a ave viva, e os molhará no sangue da ave morta, e nas águas vivas, e aspergirá a casa sete vezes. 52 - Purificará a casa com o sangue da ave, com as águas vivas, com a ave viva, com o pau de cedro, com o hissopo e com a escarlata; 53 - mas soltará a ave viva para fora da cidade sobre

a face do campo. Assim fará expiação pela casa; e será limpa. 54 -

Esta é a lei de toda a sorte de praga de lepra e de tinha; 55 - da lepra dos vestidos e das casas; 56 - das inchações, das pústulas e

das manchas lustrosas; 57 - para ensinar quando for imundo, e quando for limpo: esta é a lei da lepra.

4 - A realidade

A hanseníase, conhecida oficialmente por este nome desde 1976,

é uma das doenças mais antigas na história da medicina. É

causada pelo bacilo de Hansen, o Mycobacterium leprae: um parasita que ataca a pele e nervos periféricos, mas pode afetar outros órgãos como o fígado, os testículos e os olhos. Não é, portanto, hereditária.

Com período de incubação que varia entre três e cinco anos, sua primeira manifestação consiste no aparecimento de manchas dormentes, de cor avermelhada ou esbranquiçada, em qualquer região do corpo. Placas, caroços, inchaço, fraqueza muscular e dor nas articulações podem ser outros sintomas.

Com o avanço da doença, o número de manchas ou o tamanho das já existentes aumenta e os nervos ficam comprometidos, podendo causar deformações em regiões, como nariz e dedos, e impedir determinados movimentos, como abrir e fechar as mãos. Além disso, pode permitir que determinados acidentes ocorram em razão da falta de sensibilidade nessas regiões.

O diagnóstico consiste, principalmente, na avaliação clínica:

aplicação de testes de sensibilidade, força motora e palpação dos nervos dos braços, pernas e olhos. Exames laboratoriais, como

biópsia, podem ser necessários.

Esta doença é capaz de contaminar outras pessoas pelas vias respiratórias, caso o portador não esteja sendo tratado. Entretanto, segundo a Organização Mundial de Saúde, a maioria das pessoas é resistente ao bacilo e não a desenvolve. Aproximadamente 95% dos parasitas são eliminados na primeira

dose do tratamento, já sendo incapaz de transmiti-los a outras

pessoas. Este dura até aproximadamente um ano e o paciente pode ser completamente curado, desde que siga corretamente os cuidados necessários. Assim, buscar auxílio médico é a melhor forma de evitar a evolução da doença e a contaminação de outras pessoas.

O tratamento e distribuição de remédios são gratuitos e,

ao
ao

contrário do que muitas pessoas podem pensar

, em face do

estigma que esta doença tem, não é necessário

o isolamento do

paciente. Aliás, a presença de amigos e familiares é

fundamental para sua cura.

 

Durante este tempo, o hanseniano pode desenvolver suas atividades normais, sem restrições. Entretanto, reações adversas ao medicamento podem ocorrer e, nestes casos, é necessário buscar auxílio médico.

Importante saber:

Segundo a OMS, nosso país é líder mundial em prevalência da hanseníase. Em 1991, foi assinado pelo governo brasileiro um termo de compromisso mundial, comprometendo-se a eliminar esta doença até 2010. Entretanto, a cada ano, há mais de quarenta mil novos casos tendo, entre eles, vários indivíduos em situação de deformidade irreversível.

Nos dias 24, 26 e 27 de janeiro são comemorados, respectivamente, o Dia do Hanseniano, o Dia Mundial de Combate à Hanseníase e o Dia Estadual de Combate à Hanseníase.

“Lepra”, designação antiga desta doença, era o nome dado a doenças da pele em geral, como psoríase, eczema e a

própria

hanseníase.

Devido

ao

estigma

dado

a

esta

denominação e também ao fato de que hoje, com o avanço da medicina, há nomes apropriados para cada uma destas dermatoses, este termo deixou de ser utilizado (ou, pelo menos, deveria ter sido).

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:

automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois

A

o

remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.

Por Mariana Araguaia Graduada em Biologia Equipe Brasil Escola

Conclusão

Como em todo o mundo antigo, o sacerdote (cohen-membro da casta sacerdotal, que em outras culturas seria o bruxo, pagé, xamã, etc) que atuava como líder político-religioso, não podia agir como um completo ignorante (o que realmente era) diante de seu povo (principalmente se quisesse continuar ostentando tal cargo de poder, situação idêntica a dos religiosos de hoje). Devia aparentar estar em contato com quem lhe dava tal alegada (por ele mesmo e mais ninguém) autoridade (a divindade que ele afirmava se comunicar e representar). Tal divindade, recurso usado por ele para explicar tudo, também deveria prover-lhe o conhecimento para a resolução das enfermidades que açoitavam

seu povo. Esse deus “onisciente” lhe “ditava” ordens e conselhos para agir diante de tal enfermidade.

Neste caso específico, podemos observar como, desde o começo do capítulo 13 (Levítico), se afirma e relata que é um deus “onisciente” quem ordena e aconselha como agir contra a lepra (a tradução mais fiel ao termo hebreu tzara’at - צרעת usado nos textos). O sacerdote, quem fala por seu deus, declara que seu deus lhe ditava as ordens para curá-la. Apesar disso, ao longo do capítulo, observando bem o texto, jamais oferece um método de cura e muito menos um método efetivo. (Apesar de, repito, estar sendo guiado por um deus onisciente que deveria ter chegado às mesmas conclusões que ele).

1 - Ao NÃO SABER realmente que manchas são de lepra, o sacerdote submete o paciente a uma série de esperas para ver se avança ou não a dita lepra. Esse sacerdote deve ter observado que, em alguns casos, a lepra desaparecia devido à capacidade humana de resistir à bactéria (que o deus onisciente não conhecia) que a causa.

2 - Depois das esperas, (segundo o texto bíblico) se observa como

o sacerdote ainda não sabe nem se é lepra ou as que ele denomina

como “chaga” ou “chaga de lepra”. O sacerdote, incapaz de defini- la, tenta aumentar o tempo de observação na tentativa de definir

o que tem o enfermo e os sintomas que o deus literário lhe dita

são:

1. Furúnculos e queimaduras (algo óbvio, mas não determinante). 2. Pele envelhecida e pelo branco (algo que nem de longe causa lepra) 3. Calvície ou lesões no coro cabeludo o na barba (ver o ponto seguinte)

Algo totalmente contrário aos sintomas reais da lepra:

1. Lesões cutâneas de aspecto mais claro (o contrário de Levítico 13:16-17)

2. Diminuição da sensibilidade às temperaturas e intumescimento muscular.

3. Maior duração na cura de lesões.

4. Debilidade muscular.

3 Mesmo depois que afirma que é, continua especulando para

saber se é uma ou outra (Levítico 13:28-30), afirmando que

também pode ser “tinha, lepra da cabeça ou da barba”.

4 - O método de cura que oferece é continuar esperando e lavar

a roupa (a qual, segundo esse sacerdote, pode também contagiar- se com lepra).

5 - É tão grande a desinformação deste sacerdote, que chega a

pensar que a humidade, as manchas e os buracos que surgem nas casas, são também lepra e podem contagiar as pessoas. E se a casa estiver infectada, pode até infectar as casas vizinhas, de parede com parede. Se depois dos dias exigidos a enfermidade aumenta, o deus onisciente afirma que deve trocar as pedras infectadas por outras.

6 - A única solução mais ou menos eficiente (mais ou menos

eficiente porque a única coisa que soluciona é o possível contágio) que oferece esse deus onisciente é isolar “imundo” da comunidade. O que nem de longe cura a doença e, além disso, o faz acreditar que está sendo castigado. Ao enfermo que não conseguia curar-se. Apesar de ter feito os rituais iniciais, além de ser considerado “ritualmente impuro”, o que produzia no enfermo

a sensação de ser um incapacitado espiritual, já que, segundo o próprio termo, estava “bloqueado” no âmbito religioso, necessitava de nova rodada de rituais de purificação.

O deus bíblico (o religioso que afirmou e colocou isso por escrito), não sabia coisa alguma sobre enfermidades, mas para não parecer como um idiota inventava ritos com os quais “curava tudo”: pele, roupa e casas (mesmo que esses ritos jamais funcionassem). O cruel dessas afirmações é que eram dadas mediante uma suposta autoridade indiscutível, que se alegava ser conhecedor de tudo. Desta forma o sacerdote se exime de culpa, caso não solucionasse a enfermidade e o mérito se atribui como “eleito” por esse ente imaginário que afirma existir.

Algo idêntico ao argumento usado hoje dia pela maioria dos religiosos, para “trollar” os crentes palermas:

1. “Se acontecem deus quis. Se não acontece, deus não quis. (Os caminhos de deus são misteriosos)”.

2. Um argumento falacioso e incapaz de demostrar-se, pois pressupõe algo que, de início, deveria ser demonstrado antes de usá-lo: a existência dessa divindade.

Sabemos que a ciência ainda está longe de curar todas as enfermidades (porém caminha a passos largos nessa direção), mas apesar disso, já cura milhares delas (muito mais que qualquer rito religioso). Diante disso, meu conselho diante da aparição de qualquer enfermidade é o mesmo de Sagan:

“Se queres salvar teu filho da pólio, podes rezar ou podes vaciná- lo… Aplique a ciência.

5 - Mais bobagens do Cristianismo >>>

5 - Mais bobagens do Cristianismo >>> 33
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570 páginas

317 páginas

 

198 páginas

Mentiras Fundamentais da Igreja Católica é uma análise profunda da Bíblia, que permite conhecer o que se deixou escrito, em que circunstâncias, quem o escreveu, quando e, acima de tudo, como tem sido pervertido ao longo dos séculos. Este livro de Pepe Rodriguez serve para que crentes e não crentes encontrem as respostas que sempre buscaram e posaam ter a última palavra. É uma das melhores coleções de dados sobre a formação mitológica do cristianismo no Ocidente. Um a um, magistralmente, o autor revela aspectos mais questionáveis da fé judaico-cristã.

Com grande rigor histórico e acadêmico Fernando Vallejo desmascara uma fé dogmática que durante 1700 anos tem derramado o sangue de homens e animais invocando a enteléquia de Deus ou a estranha mistura de mitos orientais que chamamos de Cristo, cuja existência real ninguém conseguiu demonstrar. Uma obra que desmistifica e quebra os pilares de uma instituição tão arraigada em nosso mundo atual.

Originally published as a pamphlet in 1853, and expanded to book length in 1858, The Two Babylons seeks to demonstrate a connection between the ancient Babylonian mystery religions and practices of the Roman Catholic Church. Often controversial, yet always engaging, The Two Babylons comes from an era when disciplines such as archeology and anthropology were in their infancy, and represents an early attempt to synthesize many of the findings of

Entrevista

com

o

autor

these areas and Biblical truth.

  600 páginas 600 páginas 312 páginas “Dois informadíssimos volumes de Karlheinz Deschner sobre a
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600 páginas

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312 páginas

“Dois informadíssimos volumes de Karlheinz Deschner sobre a política dos Papas no século XX, uma obra surpreendentemente silenciada peols mesmos meios de comunicação que tanta atenção dedicaram ao livro de

"Su visión de la historia de la Iglesia no sólo no es reverencial, sino que, por usar una expresión familiar, ‘no deja títere con cabeza’. Su sarcasmo y su mordaz ironía serían gratuitos si no fuese porque van de la mano del dato elocuente y del argumento racional. La chispa de su estilo se nutre, por lo demás, de la mejor tradición volteriana." Fernando Savater. El País, 20 de mayo de 1990

João

Paulo II sobre como cruzar o umbral da esperança a

força de fé e obediência. Eu sei que não está na moda

julgar a religião por seus efeitos históricos recentes, exceto no caso do fundamentalismo islâmico, mas alguns exercícios de memória a este respeito são essenciais para

a

compreensão do surgimento de algumas

monstruosidades políticas ocorridas no século XX e outras

tão atuais como as que ocorrem na ex-Jugoslávia ou no País Basco”. Fernando Savater. El País, 17 de junho de 1995. “Este segundo volume, como o primeiro, nos oferece uma ampla e sólida informação sobre esse período da história da Igreja na sua transição de uma marcada atitude de condescendência com regimes totalitários conservadores até uma postura de necessária acomodação aos sistemas democráticos dos vencedores ocidentais na Segunda Guerra Mundial”.

Gonzalo Puente Ojea. El Mundo, 22 de outubro de 1995.

 

Ler online volume 1 e volume 2 (espanhol). Para comprar (Amazon) clique nas imagens.

136 páginas   480 páginas   304 páginas De una manera didáctica, el profesor Karl
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136 páginas   480 páginas   304 páginas De una manera didáctica, el profesor Karl

136 páginas

 

480 páginas

 

304 páginas

De una manera didáctica, el profesor Karl Deschner nos ofrece una visión crítica de la doctrina de la Iglesia católica y de sus trasfondos históricos. Desde la misma existencia de Jesús, hasta la polémica transmisión de los Evangelios, la instauración y significación de los sacramentos o la supuesta infalibilidad del Papa. Todos estos asuntos son estudiados, puestos en duda y expuestas las conclusiones en una obra de rigor que, traducida a numerosos idiomas, ha venido a cuestionar los orígenes, métodos y razones de una de las instituciones más poderosas del mundo: la Iglesia católica.

“Se bem que o cristianismo esteja hoje à beira da bancarrota espiritual, segue impregnando ainda decisivamente nossa moral sexual, e as limitações formais de nossa vida

"En temas candentes como

los del control demográfico, el uso de anticonceptivos,

la

ordenación sacerdotal de

las mujeres y el celibato de

los sacerdotes, la iglesia sigue anclada en el pasado

 

y

bloqueada en su rigidez

erótica continuam sendo basicamente as mesmas que nos séculos XV ou V, na

época de Lutero ou de Santo Agostinho. E isso nos afeta a todos no mundo ocidental, inclusive aos não cristãos ou aos anticristãos. Pois o que alguns pastores nômadas de cabras pensaram há dois mil e quinhentos anos, continua determinando os códigos oficiais desde a Europa até a América; subsiste uma conexão tangível entre as ideas sobre a sexualidade

dogmática. ¿Por qué esa obstinación que atenta contra la dignidad y la libertad de millones de personas? El Anticatecismo ayuda eficazmente a hallar respuesta a esa pregunta. Confluyen en esta obra dos personalidades de vocación ilustradora y del máximo relieve en lo que, desde Voltaire, casi constituye un Género literario propio: la crítica de la iglesia y de todo dogmatismo obsesivamente <salvífico>.

dos

profetas

 

veterotestamentarios ou de Paulo e os processos penais

 

por conduta desonesta em Roma, Paris ou Nova York.” Karlheinz Deschner.

1 – (365 pg) Los orígenes, desde el paleocristianismo hasta el final de la era
1 – (365 pg) Los orígenes, desde el paleocristianismo hasta el final de la era
1 – (365 pg) Los orígenes, desde el paleocristianismo hasta el final de la era

1 (365 pg) Los orígenes, desde el paleocristianismo hasta el final de la era constantiniana

2

- (294 pg) La época patrística y la consolidación del primado de Roma

3 - (297 pg) De la querella de Oriente hasta el final del periodo justiniano

la querella de Oriente hasta el final del periodo justiniano 4 - (263 pg) La Iglesia
la querella de Oriente hasta el final del periodo justiniano 4 - (263 pg) La Iglesia
la querella de Oriente hasta el final del periodo justiniano 4 - (263 pg) La Iglesia

4 - (263 pg) La Iglesia antigua: Falsificaciones y engaños

5

- (250 pg) La Iglesia

6 - (263 pg) Alta Edad Media: El siglo de los merovingios

antigua: Lucha contra los

paganos y ocupaciones del poder

7 - (201 pg) Alta Edad Media: El auge de la dinastía carolingia 8 -
7 - (201 pg) Alta Edad Media: El auge de la dinastía carolingia 8 -
7 - (201 pg) Alta Edad Media: El auge de la dinastía carolingia 8 -

7 - (201 pg) Alta Edad Media: El auge de la dinastía carolingia

8 - (282 pg) Siglo IX:

9 - (282 pg) Siglo X:

Desde Luis el Piadoso hasta las primeras luchas contra los sarracenos

Desde las invasiones normandas hasta la muerte de Otón III

Sua obra mais ambiciosa, a “História Criminal do Cristianismo”, projetada em princípio a dez volumes, dos quais se publicaram nove até o presente e não se descarta que se amplie o projeto. Trata- se da mais rigorosa e implacável exposição jamais escrita contra as formas empregadas pelos cristãos, ao largo dos séculos, para a conquista e conservação do poder. Em 1971 Deschner foi convocado por uma corte em Nuremberg acusado de difamar a Igreja. Ganhou o processo com uma sólida argumentação, mas aquela instituição reagiu rodeando suas obras com um muro de silêncio que não se rompeu definitivamente até os anos oitenta, quando as obras de Deschner começaram a ser publicadas fora da Alemanha (Polônia, Suíça, Itália e Espanha, principalmente).

as obras de Deschner começaram a ser publicadas fora da Alemanha (Polônia, Suíça, Itália e Espanha,
414 páginas 639 páginas LA BIBLIA DESENTERRADA EL PAPA DE HITLER: LA VERDADERA HISTORIA DE
414 páginas 639 páginas LA BIBLIA DESENTERRADA EL PAPA DE HITLER: LA VERDADERA HISTORIA DE

414 páginas

639 páginas

LA BIBLIA DESENTERRADA

EL PAPA DE HITLER: LA VERDADERA HISTORIA DE PIO XII

Israel Finkelstein es un arqueólogo y académico israelita, director del instituto de arqueología de la Universidad de Tel Aviv y co- responsable de las excavaciones en Mejido (25 estratos arqueológicos, 7000 años de historia) al norte de Israel. Se le debe igualmente importantes contribuciones a los recientes datos arqueológicos sobre los primeros israelitas en tierra de Palestina (excavaciones de 1990) utilizando un método que utiliza la estadística ( exploración de toda la superficie a gran escala de la cual se extraen todas las signos de vida, luego se data y se cartografía por fecha) que permitió el descubrimiento de la sedentarización de los primeros israelitas sobre las altas tierras de Cisjordania.

Es un libro que es necesario conocer.

¿Fue Pío XII indiferente al sufrimiento del pueblo judío? ¿Tuvo alguna responsabilidad en el ascenso del nazismo? ¿Cómo explicar que firmara un Concordato con Hitler? Preguntas como éstas comenzaron a formularse al finalizar la Segunda Guerra Mundial, tiñendo con la sospecha al Sumo Pontífice. A fin de responder a estos interrogantes, y con el deseo de limpiar la imagen de Eugenio Pacelli, el historiador católico John Cornwell decidió investigar a fondo su figura.

El profesor Cornwell plantea unas acusaciones acerca del papel de la Iglesia en los acontecimientos más terribles del siglo, incluso de la historia humana, extremadamente difíciles de refutar.

513 páginas 326 páginas   480 páginas En esta obra se describe a algunos de
513 páginas 326 páginas   480 páginas En esta obra se describe a algunos de
513 páginas 326 páginas   480 páginas En esta obra se describe a algunos de

513 páginas

326 páginas

 

480 páginas

En esta obra se describe a algunos de los hombres que ocuparon el cargo de papa. Entre los papas hubo un gran número de hombres casados, algunos de los cuales renunciaron a sus esposas e hijos a cambio del cargo papal. Muchos eran hijos de sacerdotes, obispos y papas. Algunos eran bastardos, uno era viudo, otro un ex esclavo, varios eran asesinos, otros incrédulos, algunos eran ermitaños, algunos herejes, sadistas y sodomitas; muchos se convirtieron en papas comprando el papado (simonía), y continuaron durante sus días vendiendo objetos sagrados para forrarse con el dinero, al menos uno era adorador de Satanás, algunos fueron padres de hijos ilegítimos, algunos eran fornicarios y adúlteros en gran escala

Santos e pecadores:

Jesús de Nazaret, su

história dos papas é um livro que em nenhum

posible descendencia y el papel de sus discípulos

momento

soa

están

de plena

pretensioso. O subtítulo é explicado pelo autor no prefácio, que afirma não ter tido a intenção de soar absoluto. Não é a história dos papas, mas sim, uma de suas histórias. Vale dizer que o livro originou-se de uma série para a televisão, mas em nenhum momento soa incompleto ou deixa lacunas.

actualidad. Llega así la publicación de El puzzle de Jesús, que aporta un punto de vista diferente y polémico sobre su figura. Earl Doherty, el autor, es

un estudioso que se ha dedicado durante décadas a investigar los

testimonios acerca de la

vida

de

Jesús,

profundizando hasta las últimas consecuencias que a mucha gente le gustaría no tener que leer. Kevin Quinter es un escritor de ficción histórica al que proponen escribir un bestseller

 

sobre la vida de Jesús de Nazaret.

576 páginas 380 páginas 38 páginas First published in 1976, Paul Johnson's exceptional study of
576 páginas 380 páginas 38 páginas First published in 1976, Paul Johnson's exceptional study of
576 páginas 380 páginas 38 páginas First published in 1976, Paul Johnson's exceptional study of

576 páginas

380 páginas

38 páginas

First published in 1976, Paul Johnson's exceptional study of Christianity has been loved and widely hailed for its intensive research, writing, and magnitude. In a highly readable companion to books on faith and history, the scholar and author Johnson has illuminated the Christian world and its fascinating history in a way that no other has.

La Biblia con fuentes reveladas (2003) es un libro del erudito bíblico Richard Elliott Friedman que se ocupa del proceso por el cual los cinco libros de la Torá (Pentateuco) llegaron a ser escritos. Friedman sigue las cuatro fuentes del modelo de la hipótesis documentaria pero se diferencia significativamente del modelo S de Julius Wellhausen en varios aspectos.

An Atheist Classic! This masterpiece, by the brilliant atheist Marshall Gauvin is full of direct 'counter-dictions', historical evidence and testimony that, not only casts doubt, but shatters the myth that there was, indeed, a 'Jesus Christ', as Christians assert.

 
 
 

391 páginas

 

PEDERASTIA EM LA IGLESIA CATÓLICA

En este libro, los abusos sexuales a menores, cometidos por el clero o por cualquier otro, son tratados como "delitos", no como "pecados", ya que en todos los ordenamientos jurídicos democráticos del mundo se tipifican como un delito penal las conductas sexuales con menores a las que nos vamos a referir. Y comete también un delito todo aquel que, de forma consciente y activa, encubre u ordena encubrir esos comportamientos deplorables. Usar como objeto sexual a un menor, ya sea mediante la violencia, el engaño, la astucia o la seducción, supone, ante todo y por encima de cualquier otra opinión, un delito. Y si bien es cierto que, además, el hecho puede verse como un "pecado" -según el término católico-, jamás puede ser lícito, ni honesto, ni admisible abordarlo sólo como un "pecado" al tiempo que se ignora conscientemente su naturaleza básica de delito, tal como hace la Iglesia católica, tanto desde el ordenamiento jurídico interno que le es propio, como desde la praxis cotidiana de sus prelados.

Robert Ambelain, aunque defensor de la historicidad de un Jesús de carne y hueso, amplia en estas líneas la descripción que hace en anteriores entregas de esta trilogía ( Jesús o El Secreto Mortal de los Templarios y Los Secretos del Gólgota) de un Jesús para nada acorde con la descripción oficial de la iglesia sino a uno rebelde: un zelote con aspiraciones a monarca que

fue

mitificado e inventado, tal y como

se

conoce actualmente, por Paulo,

quién, según Ambelain, desconocía las

leyes judaicas y dicha religión, y quien además usó todos los arquetipos de las religiones que sí conocía y en las que alguna vez creyó (las griegas, romanas

y

persas) arropándose en los

conocimientos sobre judaísmo de personas como Filón para crear a ese personaje. Este extrajo de cada religión aquello que atraería a las masas para

así poder centralizar su nueva religión en sí mismo como cabeza visible de una jerarquía eclesiástica totalmente nueva

que

no hacía frente directo al imperio

pero si a quienes oprimían al pueblo valiéndose de la posición que les había concedido dicho imperio (el consejo judío).

A Bíblia Desenterrada Documentário (Espanhol)

OS PATRIARCAS 1

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A Bíblia Desenterrada Documentário (Inglês)

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The Kings 3

The book 4

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