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Disciplina de

ESTATÍSTICA

O QUE É ESTATÍSTICA? Marco Roberto Godinho de Souza

Disciplina de ESTATÍSTICA O QUE É ESTATÍSTICA? Marco Roberto Godinho de Souza

Todos os direitos desta edição reservados à Universidade Tuiuti do Paraná. Nenhuma parte deste material poderá ser reproduzida e transmitida sem prévia autorização.

Divisão Acadêmica:

Marlei Gomes da Silva Malinoski

Divisão Pedagógica:

Analuce Barbosa Coelho Medeiros Margaret Maria Schroeder

Divisão Tecnológica:

Flávio Taniguchi Neilor Pereira Stockler Junior

Projeto Gráfico e Editoração Eletrônica Neilor Pereira Stockler Junior

Material de

uso didático

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Biblioteca “Sydnei Antonio Rangel Santos” Universidade Tuiuti do Paraná

de Catalogação na Publicação (CIP) Biblioteca “Sydnei Antonio Rangel Santos” Universidade Tuiuti do Paraná
Universidade Tuiuti do Paraná Reitoria Luiz Guilherme Rangel Santos Pró-Reitoria de Planejamento e Avaliação Afonso

Universidade Tuiuti do Paraná

Reitoria Luiz Guilherme Rangel Santos

Pró-Reitoria de Planejamento e Avaliação Afonso Celso Rangel dos Santos

Pró-Reitoria Administrativa Carlos Eduardo Rangel Santos

Pró-Reitoria Acadêmica Carmen Luiza da Silva

Disciplina de ESTATÍSTICA

1º Bimestre

Unidade 1.1

O QUE É A ESTATÍSTICA?

Marco Roberto Godinho de Souza

NOTAS SOBRE O AUTOR

Marco Roberto Godinho de Souza – possui graduação em Mate- mática pela Universidade Tuiuti do Paraná (2000); Pós-Graduação em Engenharia de Produção na área de Qualidade pela UFRGS (2006); Pós- Graduação em Ciências Matemáticas, pelo Centro Universitário Campos de Andrade (2000); Pós-Graduação em Educação Matemática pela PUC- PR (2000) e Mestrado em Desenvolvimento de Tecnologia pelo Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento – Lactec (2010).

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ORIENTAÇÃO PARA LEITURA

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO AO ESTUDO

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O

Conhecimento

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OBJETIVOS DO ESTUDO

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PROBLEMATIZAÇÃO

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CONCEITUAÇÃO DO TEMA

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Definições sobre estatística

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O

crescimento e o desenvolvimento da estatística

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Panorama histórico

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Método científico

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Variável

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Fases do método estatístico (estatística descritiva)

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EXERCÍCIOS

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REFERÊNCIAS

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INTRODUÇÃO AO ESTUDO

O CONHECIMENTO

Ao ingressarmos na universidade é importante nos questionar- mos sobre o que a sociedade espera de nós e qual a nossa contribuição para o desenvolvimento social. São muitas as indagações nos campos da tecnologia, arte, educação, saúde, administração e nas demais áreas que integram a sociedade. Em todas elas, encontramos grandes pesquisado- res voltados a tentar solucionar problemáticas visando à melhoria da qua- lidade de vida da população como um todo.

Este é o nosso grande desafio neste momento. Nestes anos em que você passará pela universidade, verá que o conhecimento é parte inerente deste processo de busca de soluções.

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OBJETIVOS DO ESTUDO

Demonstrar a aplicabilidade da Estatística como ferramenta de análise de informações e de apoio à decisão.

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PROBLEMATIZAÇÃO

POR QUE SE DEVE ESTUDAR ESTATÍSTICA?

ELA É APLICÁVEL EM TODAS AS ÁREAS DO CONHECIMENTO?

COMO ELA PODE FUNCIONAR COMO FERRA- MENTA DE TOMADA DE DECISÃO?

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CONCEITUAÇÃO DO TEMA

Segundo Freund (2000) a Estatística é uma ciência que se dedica ao desenvolvimento e ao uso de métodos para a coleta e a análise de dados. Atualmente, graças ao desenvolvimento científico e tecnológico, a sociedade consegue usufruir de uma quantidade grande de informações, porém justamente devido a isto, surge um problema: a utilização destas mesmas informações de forma adequada. Assim surgem questionamen- tos dos mais diversos tipos, tais como:

• Como a Estatística pode ser utilizada nas Ciências Sociais?

• Ela pode ser utilizada em pesquisas?

• Ela permite que seja pesquisado somente um pequeno nú- mero de pessoas?

• Com a Estatística é possível tirar conclusões sobre toda a população a partir de um pequeno número de elementos?

• É mais vantajoso fazer uma pesquisa censitária ou uma pes- quisa amostral?

• Uma pesquisa feita somente por meio de amostras é válida?

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• Como posso verificar o grau de aceitação de determinado produto, organização ou pessoa?

• Como posso verificar se determinado Sistema de Gestão está sendo eficaz?

• Como a Estatística pode ser utilizada nas Ciências Biológi-

cas?

• Como pode ser verificada a eficácia de um medicamento ou de um processo médico ou laboratorial?

• Como posso verificar a confiabilidade de um reagente?

• Como posso verificar se determinado produto pode ser co- mercializado para atendimento a população?

• Como a Estatística pode ser utilizada nas Ciências Exatas?

• Como é possível determinar o tempo de garantia de determi- nado produto?

Como verificar a eficácia de determinado processo produti-

vo?

• Como podem ser analisados produtos sem que seja neces- sário testar todos os produtos?

Como posso melhorar a qualidade de determinado processo

ou produto?

Como é possível extrair informações a partir de um gráfico?

Como podem ser inferidas informações sobre determinado

assunto?

• Como posso tirar conclusões sobre determinado assunto a partir de determinados dados?

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DEFINIÇÕES SOBRE ESTATÍSTICA

Um conceito errado, porém amplamente disseminado entre as pessoas é que o estatístico é alguém com grande capacidade de mani- pular números com o intuito de comprovar seus pontos de vista. Ou então

é a pessoa que consegue transformar qualquer assunto em um estudo científico.

O substantivo Estatística, segundo Crespo (1996), pode ser utili-

zado com vários significados. Por exemplo, no plural, Estatísticas, desig-

na qualquer coleção consistente de dados numéricos, reunidos com a finalidade fornecer informações acerca de uma atividade qualquer. Exem- plo: Estatísticas Geográficas referem-se aos dados numéricos sobre nas- cimentos, falecimentos, matrimônios, etc.

Já no singular, Estatística, pode designar uma atividade especiali- zada, um corpo de técnicas ou ainda uma metodologia desenvolvida para

a coleta, a classificação, a apresentação, a análise e a interpretação de dados quantitativos e a utilização desses dados para a tomada de deci- sões.

A Estatística tem como finalidade, basicamente, desenvolver es-

tudos sobre fenômenos sobre conjuntos muito numerosos de indivíduos, que são semelhantes em pelo menos uma característica específica.

Algumas das áreas que utilizam a Estatística dentro dos seus estudos são: Física, Biologia, Administração de Empresas, Economia, Psicologia, Agronomia, Nutrição e Engenharia. Assim pode-se observar que estes campos do conhecimento necessitam de ferramentas que pos- sam tratar quantitativamente os fenômenos de massa ou coletivos, cuja análise necessita de um conjunto de observações individuais ou particula- res.

A estatística abrange dois campos distintos, que são: a Estatísti-

ca Descritiva e a Estatística Indutiva.

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Estatística Descritiva: ramo da Estatística que observa fe-

nômenos de mesma natureza, coletando os dados numéricos referentes

a estes fenômenos, organizando e classificando estes dados e apresen- tando-os através de gráficos ou tabelas.

Estatística Indutiva ou Inferência Estatística: ramo da

Estatística que procura generalizar um fato a partir de resultados particu-

lares, desta forma pode-se dizer que ela procura inferir propriedades pa- ra o todo baseado no particular.

O CRESCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA ESTATÍSTICA

Podemos relacionar o crescimento e o desenvolvimento da Esta- tística a três fatos:

1º) a necessidade dos governantes coletarem dados a respeito da população;

2º) ao desenvolvimento da Probabilidade;

3º) ao desenvolvimento da Informática.

PANORAMA HISTÓRICO

O homem sempre procurou saber a quantidade de pessoas que

habitavam as cidades com diversos objetivos, desde a coleta de impos-

tos até para fins militares. Da mesma forma, procuravam também saber

o número de nascimentos e de óbitos que ocorriam nas suas cidades.

A partir do século XVI começaram a ser realizadas as primeiras

análises sobre fatos sociais, como batizados, casamentos, funerais, dan- do origem às primeiras tábuas e tabelas e aos primeiros números relati- vos. Já no século XVIII, o estudo destes eventos passou a ser visto de maneira científica.

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Com o passar do tempo as tabelas tornaram-se mais completas

e as representações gráficas foram criadas. Desenvolveu-se também o

cálculo das probabilidades, fazendo com que a Estatística deixasse de ser uma simples catalogação de dados numéricos coletivos e se tornasse

o estudo de como chegar a conclusões sobre o todo (universo), partindo da observação de partes desse todo (amostras).

MÉTODO CIENTÍFICO

Segundo Crespo (1996) os conhecimentos atuais foram obtidos na antiguidade de forma acidental e outros por necessidades práticas, porém sem aplicação de um método. Atualmente, diferentemente do pas- sado, quase todo conhecimento resulta da observação e do estudo, fa- zendo com que desta forma necessitemos desenvolver processos científi- cos com uma metodologia adequada que nos permita adquirir tais conhe- cimentos.

Mas o que vem a ser um método? Pode-se dizer que Método é todo conjunto de meios dispostos de forma conveniente para se chegar ao objetivo desejado. Assim podemos então distinguir o Método Experi- mental e o Método Estatístico.

Método Experimental: segundo Crespo (1996) neste método procura-se man- ter constantes todas as causas menos
Método Experimental:
segundo Crespo (1996) neste método procura-se man-
ter constantes todas as causas menos uma no experi-
mento que se está estudando, variando-se esta de mo-
do que o pesquisador possa descobrir seus efeitos ca-
so existam. Ele é usado na Física, na Química, etc.
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Método Estatístico: ainda segundo Crespo (1996) em muitas situações há a necessidade de se descobrir
Método Estatístico:
ainda segundo Crespo (1996) em muitas situações há
a
necessidade de se descobrir fatos em áreas em que
o
Método Experimental não pode ser aplicado, já que
existem diversos fatores que afetam o fenômeno e que
não podem ser mantidos constantes. Desta forma, di-
ante da impossibilidade de se manter as causas cons-
tantes, admite-se todas as causas como presentes,
variando-as, registrando as variações e procurando
determinar quanto cada uma influencia no resultado
final.

VARIÁVEL

A Estatística utiliza dados referentes aos eventos em estudo para que seja possível a análise e a compreensão dos mesmos. Desta forma, pode-se dizer que qualquer conjunto de dados contém informações sobre algum tipo de indivíduo e estas informações são organizadas em variá- veis.

Assim podemos definir indivíduo como o objeto descrito pelo con- junto de dados, podendo ser pessoas, animais ou coisas. Já uma variável pode ser definida como qualquer característica de um indivíduo, podendo assumir diferentes valores para diferentes indivíduos.

Exemplos de variáveis:

- Estado Civil: casado, solteiro, desquitado, divorciado, união es-

tável.

- Número de Filhos: 0, 1, 2, 3

n

- Estatura: 140 cm,150 cm,

,280

cm (infinitos valores)

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As variáveis podem ser classificadas em Variáveis Qualitativas e Variáveis Quantitativas.

Variáveis Qualitativas: são aquelas expressas pelos atributos, tais como: esta- do civil, sexo, cor dos
Variáveis Qualitativas:
são aquelas expressas pelos atributos, tais como: esta-
do civil, sexo, cor dos olhos, etc. Podem ser classifica-
das como Variáveis Qualitativas Ordinais ou Variáveis
Qualitativas Nominais.

As Variáveis Qualitativas Ordinais são aquelas em que seus atri- butos podem ser classificados em uma ordem. Exemplo: avaliação da qualidade de atendimento de uma loja. Classificação: Muito Ruim(MR), Ruim(R), Bom(B), Muito Bom(MB), Excelente(E).

Já as Variáveis Qualitativas Nominais são aquelas em que só se pode classificar por meio de seus atributos. Exemplo: cor dos olhos (preto, castanho, azul, verde).

Variáveis Quantitativas: podem ser classificadas em Variáveis Quantitativas Discretas e Variáveis Quantitativas
Variáveis Quantitativas:
podem ser classificadas em Variáveis Quantitativas Discretas
e Variáveis Quantitativas Contínuas.

As Variáveis Quantitativas Discretas são aquelas que só podem assumir determinados valores dentro de um conjunto. Elas podem ser expressas por elementos do conjunto de números inteiros. Exemplo: Nú- mero de filhos – 0, 1, 2, 3, 4,

Já as Variáveis Quantitativas Contínuas podem assumir quais- quer valores em um intervalo. Elas podem ser expressas por elementos do conjunto de números reais. Exemplo: Estatura dos alunos do primeiro período – 1,55m, 1,56m, 1,57m,

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FASES DO MÉTODO ESTATÍSTICO (ESTATÍSTICA DESCRITIVA)

O desenvolvimento de um estudo estatístico completo e bem fun-

damentado deve seguir um padrão de etapas a serem desenvolvidas ou obedecidas a fim de que se alcance um resultado correto. Estas fases são chamadas de Fases do Método Estatístico.

As principais fases do Método Estatístico são: Definição do pro- blema; Planejamento; Coleta de dados; Apuração dos dados; Apresenta- ção dos dados; Análise e interpretação de dados. Na sequência, vamos estudar as fases uma a uma.

1. Definição do Problema

Segundo Crespo (1996) é a primeira fase do trabalho estatístico. Consiste na definição ou formulação correta do problema a ser estudado. A fim de evitar um trabalho desnecessário ou quando há a necessidade de fontes, deve-se pesquisar a existência trabalhos já publicados.

Nesta etapa é importante que se tenha conhecimento exato da- quilo que se pretende pesquisar, pois desta forma consegue-se definir corretamente o problema.

2. Planejamento

A segunda etapa do processo é a que compreende o Planeja-

mento, que consiste na determinação do procedimento adequado para se solucionar o problema e em especial como levantar as informações ne- cessárias para tal. Deve-se levantar quais dados devem ser obtidos, co- mo obtê-los, como tabulá-los, que tipos de perguntas devem ser feitas.

Define-se também o tipo de levantamento que será feito, isto é, se será um levantamento censitário (DEFINIR), onde a pesquisa é feita em todo o universo envolvido ou se será um levantamento por amostra- gem, no qual é feita somente uma pesquisa em parte do universo envolvi- do.

Não se deve esquecer também nesta etapa de elaborar o crono- grama das atividades e nem o levantamento de custos.

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Coleta de Dados

Terceira etapa do Método Estatístico que compreende a coleta de informações propriamente dita. Nela é feita a coleta, a reunião e o regis- tro dos dados.

Deve-se observar que os dados estatísticos podem ser de dois tipos: dados primários e dados secundários. Os Dados Primários são a- queles que são publicados ou comunicados pela própria pessoa ou orga- nização que os obteve. Já os Dados Secundários são aqueles que são publicados ou comunicados por outra pessoa ou organização.

Como os dados devem ser coletados, deve ser estabelecida a forma de coleta dos mesmos, que pode ser Coleta Direta, quando os da- dos são obtidos diretamente da fonte que os gera, ou Coleta Indireta, quando os dados são inferidos a partir de elementos obtidos pela Coleta Direta ou por meio do conhecimento de outros fenômenos, isto é, por A- nalogia, por Proporcionalidade ou por Indícios.

4. Apuração dos Dados

Esta é a quarta fase do Método Estatístico. Nela os dados sofrem um tratamento prévio de modo que se tornem mais expressivos. Podem ser feitos agrupamentos de dados, sumarização, tabulação, tornando-os mais fáceis de serem trabalhados.

5. Apresentação dos Dados

É a quinta etapa do Método Estatístico. Nela os dados são apre-

sentados ou expostos. Há duas maneiras de se apresentar os dados:

forma tabular ou forma gráfica.

A Forma Tabular apresenta os dados em tabelas, em forma de

números ordenados, facilitando a visualização e compreensão dos mes- mos de maneira global. Já na Forma Gráfica, os dados são apresentados através de gráficos ou representações pictóricas, facilitando desta forma a visualização rápida das informações.

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6. Análise e Interpretação dos Dados

Última e mais importante fase do Método Estatístico. É nela que se pode tirar conclusões que auxiliam o pesquisador a resolver seu pro- blema. A análise feita nesta fase depende essencialmente dos cálculos das medidas realizadas durante o processo de pesquisa.

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EXERCÍCIOS

Todos os exercícios estão disponíveis na página da disciplina no Ambiente Virtual de Aprendizagem em
Todos os exercícios estão disponíveis na página da
disciplina no Ambiente Virtual de Aprendizagem em
http://ead.utp.edu.br, para responde-los é necessário
fazer login.
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REFERÊNCIAS

Crespo, Antonio A., Estatística Fácil. Editora Saraiva, São Paulo, 1996

Freund, John E., Estatística aplicada: economia, administração e contabi- lidade. 9. ed. – Porto Alegre: Bookman, 2000

Moore, David S., Introdução à prática da Estatística. 3. ed. Editora LTC, , Rio de Janeiro, 2002

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Disciplina de

ESTATÍSTICA

Disciplina de ESTATÍSTICA Coordenadoria de Educação a Distância Coordenação Marlei Gomes da Silva Malinoski

Coordenadoria de Educação a Distância

Coordenação Marlei Gomes da Silva Malinoski

Divisão Pedagógica Analuce Barbosa Coelho Medeiros Margaret Maria Schroeder

Editoração Neilor Pereira Stockler Junior

Pedagógica Analuce Barbosa Coelho Medeiros Margaret Maria Schroeder Editoração Neilor Pereira Stockler Junior