Você está na página 1de 21
P R O G R A M A S DE INVESTIMENTOS EM LOGÍSTICA (II): RODOVIAS
P R O G R A M A S DE INVESTIMENTOS EM LOGÍSTICA (II): RODOVIAS

P R O G R A M A S DE INVESTIMENTOS EM LOGÍSTICA (II):

RODOVIAS E FERROVIAS

 Em 15 de agosto de 2012, o Governo Federal apresentou o Programa de Investimentos
 Em 15 de agosto de 2012, o Governo Federal apresentou o
Programa de Investimentos em Logística.
 O programa prevê a aplicação de R$ 133 bilhões em nove
trechos de rodovias e em doze trechos de ferrovias.
http://g1.globo.com/
 Do que trata o plano?  Ampliação das malhas de transporte  Integração dos
 Do que trata o plano?
 Ampliação das malhas de transporte
 Integração dos modais de transporte
 Intensificação de parcerias com o setor privado
 Opinião do presidente da Frente Parlamentar do Agronegócio (FPA), deputado Homero Pereira (PSD-MT): 
 Opinião
do
presidente
da
Frente
Parlamentar
do
Agronegócio (FPA), deputado Homero Pereira (PSD-MT):
 “ Hoje, quase todo o transporte no país é feito por
rodovias, encarecendo os preços. É preciso que apenas um
terço seja feito por rodovias e os outros dois terços por
ferrovia e hidrovias, que têm custo mais baixo”, explicou.
 http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2012-08-
15
 O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), considerou o pacote de investimentos ruim:  “São
 O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), considerou
o pacote de investimentos ruim:
 “São concessões feitas sem projeto, só com a condição do
menor pedágio. É o mesmo modelo errado da última vez”
 http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2012-08-
15
 As rodovias numeradas são as principais rodovias de atuação do PAC  Investimentos concentrados
 As rodovias numeradas são as principais rodovias de
atuação do PAC
 Investimentos
concentrados
nos
primeiros
5
anos
de
concessão.
 Seleção do concessionário
 Cobrança do pedágio
 http://g1.globo.com
 Condições de financiamento:  Juros: até 1,5%  Carência: até 3 anos  Amortização:
 Condições de financiamento:
 Juros: até 1,5%
 Carência: até 3 anos
 Amortização: até 20 anos
 Vantagens do Transporte Rodoviário:  Possui grande flexibilidade operacional,permitindo acessos a pontos
 Vantagens do Transporte Rodoviário:
 Possui grande flexibilidade operacional,permitindo
acessos a pontos isolados.
 transporte de cargas dispersas
 Adequado para curtas e médias distâncias
• Menor manuseio da carga e menor exigência de
embalagem.
 Desvantagens  Custo de fretes mais elevados em alguns casos;  Menor capacidade de
 Desvantagens
 Custo de fretes mais elevados em alguns casos;
 Menor capacidade de carga entre todos os outros modais;
 Menos competitivo para longas distâncias
 Tecnologias para proteção da carga e do caminhão
 Vantagens do transporte ferroviário:  Longas distâncias e grandes quantidades de carga.  Menor
 Vantagens do transporte ferroviário:
 Longas distâncias e grandes quantidades de carga.
 Menor custo do transporte.
 O b j e t i v o s :  Reestruturar o modelo
 O b j e t i v o s :
 Reestruturar o modelo de investimento e exploração das
ferrovias
 Expandir e aumentar a capacidade da malha ferroviária
 Quebra do monopólio na oferta de serviços ferroviários
 Redução das tarifas
 F o n t e : A N U T ( www.anut.org.br)
 Essa postura do governo federal quebra três paradigmas:  Mais recursos para ferrovias do
 Essa postura do governo federal quebra três paradigmas:
 Mais recursos para ferrovias do que para rodovias
 Reativação de ferrovias.
 Quebra do monopólio
 http://www.revistaferroviaria.com.br/blog
 Modelo de PPP: Governo contrata a construção, a manutenção e a operação da ferrovia
 Modelo de PPP: Governo contrata a construção, a manutenção
e a operação da ferrovia .
 http://www.pac.gov.br/transportes/ferrovias
 VALEC compra a capacidade integral de transporte da ferrovia
e faz oferta pública da capacidade.
 Valec,
estatal
do
setor
ferroviário,
vai
comprar
toda
a
capacidade transporte de cargas.
 O governo, portanto, vai assumir o risco da demanda por
transporte nos 12 trechos ferroviários.
 Como chegamos ao atual baixo uso das ferrovias e intenso uso de transporte automotivo?
 Como chegamos ao atual baixo uso das ferrovias e intenso
uso de transporte automotivo?
 Foi uma seqüência de decisões dos 3 níveis de governos
desde a década de 1960
 Com o Programa de Investimento em Logística, existe a
possibilidade do surgimento de Pequenos e Médios
operadores Ferroviários, parecidos com as re g io n a l a n d
short lines.
 http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/
 I n v e s t i d o r e s d u
 I n v e s t i d o r e s d u v i d a m d o p r o j e t o p o r c o n t a d o " r i s c o d e
demanda", que para muitas empresas não estava garantida.
 O que o Governo vai fazer? De novo eliminou o risco de
demanda.
 “O trilho ferroviário terá um total de 510 quilômetros entre Rio
de Janeiro e São Paulo, de onde sairá um segundo trecho de 97
quilômetros até Campinas. O projeto é considerado complexo,
pois implicará construir 90,9 quilômetros de túneis e outros
107,8 quilômetros de pontes e viadutos para passar por rios e
desníveis de relevo das duas serras que separam São Paulo do
Rio de Janeiro.”
 http://noticias.r7.com/economia/noticias/brasil-quer-ter-seu-primeiro-trem-
de-alta-velocidade-operando-ate-2018-20120824.html?question=0
 Os anos de 1873 a 1889 foram de grande expansão da malha ferroviária brasileira(
 Os anos de 1873 a 1889 foram de grande expansão da malha
ferroviária brasileira( de 1129 para 9583 quilômetros).
 Conseqüências
de
tantos
estímulos:
baixos
investimentos,
traçados subordinados a influências políticas locais
 O governo garante a compra de toda capacidade de transporte
da ferrovia, eliminando, assim, o risco de construir uma
ferrovia que não dê lucro para quem nela investiu.