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PERDA DE CARGA EM MEIOS POROSOS

Cleiton Schmidt1, Guilherme Z. Brambilla1, Lucas Janisch1, Talys G.


Reimers1, Murilo C. Costelli2
1
Alunos do ACEA/UNOCHAPECÓ 2 Professor ACEA /UNOCHAPECÓ
Universidade Comunitária da Região de Chapecó

Resumo
Meios porosos possuem uma diversa aplicação industrial, por exemplo, colunas de destilação ou
extração, processos cromatográficos, adsorção, absorção, torres de recheio para resfriamento ou
umidificação, secagem dentre outros, tornando os processos em geral mais homogêneos. Entretanto,
para a melhor utilização deste processo, é necessário avaliar os custos operacionais, bem como o
tempo de processo. Todos estes processos dependem da permeabilidade do sistema, logo, este artigo
procura determinar experimentalmente o valor da constante de permeabilidade K e da constante C,
comparando os valores com as correlações teóricas (Ergun e Carman-Koseny). O procedimento foi
realizado em uma coluna de leito compactado, variando-se as vazões de água e verificando a perda
de carga na mesma. Os valores obtidos para K em baixas vazões experimental e teórico foram,
respectivamente, 6,43149x10-9 e 1,11459x10-8, possuindo um erro de 42,30%. Para altas vazões
5,15546x10-9 e 1,72716x10-8 respectivamente, possuindo um erro de 70,15%. Os valores da
constante C experimental e teórico foram 0,1438 e 0,5393 respectivamente e o desvio de 73,82%. O
fator de fanning foi obtido e apresentou desvios entre 89,26% e 183,89%. Determinou-se também
os desvios entre os valores de ΔP/L experimentais e obtidos pela Equação de Ergun, obtendo-se
erros elevados, variando de 68,34% até 285,60%. Tais erros são justificados por erros operacionais,
como observação da altura manométrica, ar presente na coluna e também manipulação correta no
controle da vazão.

1. Introdução Nas velocidades de escoamento


Define-se meio poroso aquele que baixas, através de passagens muito pequenas,
apresenta um meio sólido que contém poros. as perdas de energia cinética são pequenas em
Poros estes que apresentam “furos”, ou seja, comparação com as perdas pelo arraste. Já,
espaços de vazio de diversas formas. Estes nas velocidades de escoamento elevadas, as
meios porosos podem ser utilizados em perdas de energia cinética podem superar
diversos processos industriais, dentre os quais completamente as perdas por arraste (FOUST,
pode-se destacar a secagem, mistura, adsorção 1982).
e filtração. Estes meios porosos podem ser Segundo Gomide (2005), uma
leitos, rochas, partículas catalíticas (micro- aplicação de meios porosos é em processos de
poros), além de agregados fibrosos (LISBOA, resfriamento de líquidos (torres de
2000). resfriamento), onde a perda de carga
A perda de pressão no escoamento geralmente apresenta valores reduzidos,
através do leito poroso está relacionada aos devido ao recheiro ser bem aberto,
mecanismos físicos de ocorrência do acarretando em uma porosidade elevada de
escoamento, uma vez que os fluidos são 90%, onde são usados recheios de madeira
forçados a fluir através de leitos estacionários empilhada.
de sólidos particulados ou porosos numa A perda de carga que ocorre nos
grande diversidade de situações práticas que escoamentos sob pressão tem duas causas
incluem a impregnação dos solos pela distintas: a primeira é a parede dos dutos
umidade, a adsorção, a troca iônica entre retilíneos, que leva a uma perda de pressão
outros (FOUST, 1982). distruibuída ao longo do comprimento do
tubo, fazendo com que haja uma gradativa
queda na pressão total. A segunda causa de A porosidade do sólido maciço é zero.
perda de carga é constituída pelos acessórios Após a sua fragmentação, o leito passa a ter
de canalização, ou seja, peças necessárias para uma porosidade que depende da
montagem da tubulação, as quais provocam granulometria e da forma das partículas
variações bruscas da velocidade, formadas.
intensificando assim a perda de energia nos Para vazões elevadas a dependência da
pontos de sua localização (ROMA, 2003). variação de pressão (ΔP) com a vazão (Q)
Conforme a lei de Darcy, a velocidade admite uma forma quadrática, que pode ser
na superfície do fluido sobre um meio poroso expressa pela Equação 5:
é diretamente proporcional a perda de carga
através do meio, de acordo com a equação 1:
(4)
(1)
A determinação da perda de carga por
unidade de comprimento pode ser realizada
Onde q é relação entre a vazão (Q) pela área pela equação de Ergun, a qual pode ser usada
(A). para qualquer regime de escoamento, tanto
Na equação 1, L é a espessura da laminar quanto turbulento, conforme mostra a
camada de leito e k é a permeabilidade equação 5:
hidráulica que depende das características
estruturais do meio poroso. (5)
A correlação de Carman-Kozeny,
equação 2, é uma equação que relaciona a
permeabilidade (k) do leito com a porosidade
(ε) do meio e o tamanho das partículas (dp), A primeira parcela da equação de
utilizada em escoamento laminar. Ergun corresponde às perdas por atrito
superficial do fluido com as partículas sólidas.
(2) A segunda corresponde ás perdas cinéticas
provocadas pelas mudanças de direção,
expansões e contrações pelo interior do leito
Onde o β é um parâmetro estabelecido com (GOMIDE, 2005).
valor de 5 por uma esfericidade acima de 0,7 É possível também expressar um fator
em um escoamento lento. de atrito existente no processo de escoamento,
Segundo Foust et al (1982), a maior sendo este definido como o fator de atrito para
característica que mais influência na queda de baixas vazões.
pressão no escoamento é a porosidade do
(6)
leito. A presença de partículas finas e grossas
leva a leitos de porosidade mais baixa que a
dos leitos com partículas uniformes, e quanto
mais baixa é a esfericidade da partícula, mais
aberto é o leito, ou seja, maior é a porosidade
Sendo f definido por:
do sistema.
A porosidade ɛ é definida como a
(7)
razão entre o volume do leito que não esta
ocupado com o material sólido e o volume
total do leito, conforme equação 3:
Para altas vazões:
(3)
(8)
2
Simbologia
ρ Densidade (Kg/m3) ΔP Perda de carga (Pa)
q Vazão (m/s) dp Diâmetro médio da partícula (m)
A Área (m2) G Aceleração da gravidade (m/s2)
ε Porosidade 1 Μ Viscosidade (N.s/m²)
Re Número de Reynolds 1 M Massa de partículas leito (kg)
C Constante experimental Q Vazão (L/mim)
f Fator Fanning Vp Volume da partícula (cm3)
k Permeabilidade hidráulica (m2) ᴓ Esfericidade das partículas1
β Constante para cálculo1 L Comprimento do leito (m)
¹ Adimensional
fechada e, então ligou-se a bomba. A vazão
Então: era aumentada de 0,5 em 0,5 L/min, sendo
(9) que para cada vazão anotava-se a perda de
carga correspondente, no manômetro de tubo
em U. Durante o aumento da vazão
O presente trabalho teve como acompanhou-se várias pedrinhas dentro da
objetivo determinar o coeficiente de coluna para garantir que o leito não
permeabilidade e a constante de um meio fluidizasse. Fez-se o caminho inverso para a
poroso, além da determinação das equações verificação de possível histerese.
para perda de carga em relação a sua
velocidade de escoamento (alto/baixo).

2. Procedimento Experimental
Antes de dar início a prática,
determinou-se a porosidade do meio e o
diâmetro médio das partículas. Para medir a
porosidade, utilizou-se uma proveta contendo
10 mL de partículas. Adicionou-se água
nestas partículas, de modo que o nível não
ultrapassasse a superfície das mesmas.
Determinou-se o volume de água gasto (sendo
este denominado “volume de vazios”) e,
através da Equação 3, determinou-se a
porosidade do meio, que ficou 0,4125.
Com o intuito de determinar o
diâmetro médio das partículas, colocou-se em
uma proveta 15 mL de água, adicionando-se
63 partículas retiradas de forma aleatória do Figura 1. Aparato Experimental
leito. Verificou-se o volume deslocado por
estas partículas e (1,5mL), utilizando-se a 1: Bomba Centrifuga;
equação do volume para uma esfera [Vp = 2: Rotâmetro;
(πDp³)/6], determinou-se o diâmetro médio 3: Manômetro de tubo em U;
das partículas, sendo o valor encontrado 4: Leito compactado.
0,3569 cm.
Para iniciar o procedimento prático,
inicialmente, verificou-se se a válvula estava

3
3. Resultado e Discussão

Com o objetivo de determinar a


permeabilidade do meio poroso (K), plotou-se
o gráfico de ΔP/L vs q , tanto para o aumento
quanto para a diminuição da vazão, conforme
Figura 2.

Figura 3. ΔP/L vs q para baixas vazões

O gráfico obtido acima para baixas


vazões ilustra a proporcionalidade da perda de
carga pelo aumento da vazão, conforme cita a
literatura.

Figura 2. ΔP/L vs q

Realizando-se a análise da Figura 2,


foi possível determinar a faixa de vazões
baixas que compreende as vazões de 0,5 até 3
L/min (faixa linear), enquanto que a faixa de
vazões mais elevadas compreende as vazões
de 3,5 até 4,5 L/min (faixa quadrática).
Através do gráfico foi possível
observar também que o fenômeno de histerese Figura 4. ΔP/L vs q para altas vazões
se manifesta para vazões mais elevadas, pois,
neste momento, as partículas estão um pouco A partir da Figura 3 foi possível
mais espaçadas (devido ao aumento da vazão encontrar o valor da permeabilidade
e queda do gradiente de pressão). Logo, com a experimental (Kexp), utilizando-se o
vazão decrescente, as partículas retornam à coeficiente angular da equação da reta para
sua posição inicial, mas de forma diferente do este gráfico, com auxílio da Equação 1 e
que em vazões crescentes, devido, Kteórico, com a Equação 2. Esses valores são:
principalmente à ação da gravidade, Kexp= 6,43149x10-9 e Kteórico =1,11459x10-8.
interferindo na maior “estabilidade” das Na Figura 4, pode-se observar o
partículas. comportamento quadrático da curva. A partir
Através das informações das vazões, desse gráfico foi possível encontrar os valores
foi possível plotar o gráfico de ΔP/L vs q, de Kexp, através do coeficiente angular e da
separando-se as faixas de vazões baixas e Equação 4, e o Kteórico a partir da equação de
elevadas, conforme Figura 3 e Figura 4, Ergun (equação 5). Os valores encontrados
respectivamente. foram Kexp=5,15546x10-9 e Kteórico=
-8
1,72716x10 .
Determinou-se também o valor da
constante (C) fazendo-se uso da regressão
linear quadrática e da Equação 4.
Segue abaixo Tabela 1, com os valores
de K e C para cada situação.
4
Tabela 1. Valores de permeabilidade do meio (K) e da
constante (C).

Método K C
Expressão Quadrática 5,15546E-09 0,1438
Exp.

Expressão Linear 6,43149E-09

Carman-Koseny 1,11459E-08
Teórico

Ergun 1,72716E-08 0,5393


Figura 5. f vs Re

A constante de permeabilidade Analisando-se a Figura 5, observou-se


(experimental) do meio ficou na ordem de 10- que o fator de atrito diminui com o aumento
9
, enquanto que a teórico ficou na ordem de de Re (aumento da vazão). Isto se explica
10-8, a constante C experimental ficou 0,1438, principalmente, pois, com o aumento da
enquanto que a teórica 0,5393. vazão, o leito aumenta de porosidade,
Ainda, é possível comparar a diferença aumentando os espaços vazios e
entre os métodos, conforme segue Tabela 2. consequentemente, diminuindo a resistência
ao escoamento da água.
Tabela 2. Desvios Ainda, pode-se perceber que o fator de
atrito teórico foi menor que o experimental
DESVIO (%)
Linear Quadrática/Ergun Quadrática/Linear
para todos os valores de Reynolds, pois as
/Carman- variações de porosidade são desconsideradas
Koseny na determinação teórica. O perfil obtido
K 42,30 70,15 24,75 experimentalmente é semelhante ao teórico.
C 73,82
Determinou-se também o desvio do
fator de atrito (f) teórico em relação ao
Analisando-se os desvios, verificou-se experimental, conforme exposto na Tabela 3:
que o menor foi de 24,75%. Quando
comparados os valores teórico e experimental, Tabela 3. Desvio do fator de atrito (f) teórico em
verificou-se que o desvio do valor de K para a relação ao experimental
equação quadrática é maior (70,15%), quando
comparado ao desvio da equação linear f exp. f teórico Erro (%)
(42,30%), ou seja, a equação linear fornece 54,6599 19,2538 183,89
uma aproximação melhor para a constante de 18,2200 9,6269 89,26
permeabilidade do meio poroso. Ainda, o erro 13,3035 6,4179 107,29
da constante C ficou em 73,82% quando 10,4765 4,8135 117,65
comparados os valores teórico e experimental. 9,1620 3,8508 137,93
Calculou-se também, para as 8,1556 3,2090 154,15
diferentes vazões, o fator de atrito (f), que é 6,6718 2,7505 142,56
função de Re. Foi determinado 6,1980 2,4067 157,53
experimentalmente através da Equação 7,
5,2700 2,1393 146,34
sendo o “f” teórico para baixas vazões
determinado pela equação 6 e para altas
vazões determinado pela Equação 8. O Como pode ser observado, os erros
gráfico a seguir (Figura 5) ilustra a relação de variaram de 89,26% a 183,89%. Esses valores
f vs Re.
5
são elevados, sendo posteriormente encontrados Kexp= 6,43149x10-9 e Kteórico
comentados. =1,11459x10-8 para baixas vazões, com
Por fim, determinou-se também os desvio de 42,30% e para altas vazões foram
desvios entre os valores de ΔP/L Kexp=5,15546x10-9 e Kteórico =1,72716x10-8,
experimentais e obtidos pela equação de com desvio de 70,15%.
Ergun (5), conforme Tabela 4. Os valores da constante C tanto
experimental quanto teórico, foram 0,1438 e
Tabela 4. Erro ΔP/L experimental em relação ao 0,5393 respectivamente e o desvio foi de
determinado pela Equação de Ergun 73,82%, usando-se a equação de Ergun. Pode-
se concluir que a equação linear oferece uma
Δ P/L
ΔP/L q aproximação melhor para a constante de
Ergun %Erro
permeabilidade.
507,1279 0,0020 131,5153 285,60
O fator de fanning foi calculado,
676,1706 0,0040 295,5032 128,82 apresentando-se desvios que variam entre
1110,8517 0,0060 491,9637 125,80 89,26% e 183,89%. Observou-se que os
1555,1923 0,0080 720,8967 115,73 valores encontrados experimentalmente são
2125,1076 0,0100 982,3024 116,34 maiores que os valores obtidos teoricamente.
2724,0015 0,0119 1276,1806 113,45 Isso se explica, pois, o aumento da vazão
3033,1081 0,0139 1602,5314 89,27 implica em aumento da porosidade, logo, pela
3680,2999 0,0159 1961,3548 87,64 teoria, essa variação da porosidade não é
3960,4278 0,0179 2352,6508 68,34 considerada.
Já para a variação de pressão os
É possível observar que o erro para desvios permaneceram entre 68,34% e
todas as variações de vazões se manteve 285,6% e podem ser justificados por erros de
elevado, isso se deve, assim como os demais leitura manométrica, erros no controle da
desvios determinados em todos os resultados, vazão, ar na coluna e ainda o uso de um
por erros durante execução do experimento, diâmetro médio da partícula.
como por exemplo, leitura da altura
manométrica, ar dentro da coluna e também
controle da vazão. Ainda, para fins de 5. Referências
cálculos, utilizou-se um diâmetro médio de
partícula, obtido conforme descrito na FOUST, Alan S.; WENZEL, Leonard A.;
metodologia, sendo que esta consideração CLUMP, Curtis W.; MAUS, Louis;
também repercute em aumento do desvio em ANDERSEN, L. Bryce. Princípios das
relação ao teórico. Operações Unitárias. 2ª ed. Rio de Janeiro –
RJ: Guanabara Dois, 1982.

4. Conclusão GOMIDE, Reynaldo. Operações


unitárias. São Paulo: Ed. do Autor, 2005.
Os meios porosos são dotados de
espaços vazios, que tem por objetivo melhorar LISBOA, Erico Fagundes Anicet. Uma
processos industriais, tais como, secagem, abordagem multi-escala para o cálculo da
mistura, granulação, filtração, destilação, permeabilidade longitudinal de meios
extração e adsorção. Desta forma buscou-se porosos fibrosos randômicos. Tese de
determinar experimentalmente o coeficiente Doutorado, COPPE – Rio de Janeiro, 2000.
de permeabilidade (K) e a constante (C).
Tais resultados foram obtidos ROMA, W.L. Nelson. Fenômenos de
experimentalmente e teoricamente (Ergun e Transporte para engenharia. São Carlos :
Carman-Koseny), sendo os valores RiMa, 2003.
6
ANEXOS

Memória de Cálculo:
Dados de bancada (Tabela 1)

Vazão Crescente Vazão Decrescente


Q (L/mim) Altura manométrica (m) Q (L/mim) Altura manométrica (m)
0,5 0,053 4,5 0,410
1 0,070 4 0,355
1,5 0,115 3,5 0,305
2 0,161 3 0,273
2,5 0,220 2,5 0,216
3 0,282 2 0,163
3,5 0,314 1,5 0,124
4 0,381 1 0,093
4,5 0,410 0,5 0,060

Cálculo da Porosidade do Leito


A porosidade do leito pode ser mensurada através da razão entre o volume de vazios e o
volume total.

Cálculo do Diâmetro da Partícula

7
Cálculo da queda de pressão
Dados tabelados a T = 21°C:
𝜌água = 998 Kg/m³ (Tabela 2 do anexo)
𝜌fluido = 1588,8 Kg/m³ (do experimento de perda de carga em acessórios hidráulicos).
g = 9,81 m/s²
L= 0,6 m

Cálculo da Razão entre a queda de pressão e a altura do leito poroso

Cálculo da área transversal do leito poroso

Cálculo da velocidade

Para baixas vazões:

8
Para altas vazões:

Cálculo de K pela equação de Carman-Kozeny

O valor do parâmetro β é 5 para meios com esfericidade acima de 0,7:


µ=0,001 N.s/ m2
y=155485x

Cálculo das constantes K e C pela Equação Quadrática de Ergun

9
Substituindo-se K no primeiro termo da equação de Ergun tem-se:

Cálculo das constantes de K e C experimentais

Da equação da reta:

K= 193969

C= 2x106

10
Cexp = 0,1438

Cálculo do P/L pela Eq. Ergun

Cálculo do número de Reynolds


Para baixas vazões (utilizou-se a vazão de 0,5 L/min):

Para altas vazões (utilizou-se a vazão de 3,5 L/min):

11
Cálculo do fator de atrito Experimental

Para baixas vazões (utilizou-se a vazão de 0,5 L/min):

Para altas vazões (utilizou-se a vazão de 3,5 L/min):

Cálculo do fator de atrito teórico para baixas vazões

12
Cálculo do fator de atrito teórico para altas vazões

f = 2,7505

Cálculo dos erros


Erro obtido para o K linear:

Erro % = 42,3

Erro obtido para o K quadrática:

Erro % = 70,15

Erro obtido para a constante C:

13
Erro obtido para o Fanning a baixas vazões:

Erro % = 183,89

Erro obtido para o Fanning a altas vazões:

Erro obtido para ΔP/L:

Erro % = 285,6

14
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