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C ONCURSO P ÚBLICO 019. P ROVA O BJETIVA Língua Portuguesa e Conhecimentos Específi cos

CONCURSO PÚBLICO

019. PROVA OBJETIVA

Língua Portuguesa e Conhecimentos Específicos

017. CONSULTOR TÉCNICO LEGISLATIVO – ECONOMIA

INSTRUÇÕES

VOCÊ RECEBEU SUA FOLHA DE RESPOSTAS E ESTE CADERNO CONTENDO 50 QUESTÕES OBJETIVAS.

PREENCHA COM SEU NOME E NÚMERO DE INSCRIÇÃO OS ESPAÇOS INDICADOS NA CAPA DESTE CADERNO.

LEIA CUIDADOSAMENTE AS QUESTÕES OBJETIVAS E ESCOLHA A RESPOSTA QUE VOCÊ CONSIDERA CORRETA.

ASSINE A FOLHA DE RESPOSTAS COM CANETA DE TINTA AZUL OU PRETA E TRANSCREVA PARA ESSA FOLHA, TAMBÉM COM CANETA DE TINTA AZUL OU PRETA, TODAS AS RESPOSTAS ESCOLHIDAS.

RESPONDA A TODAS AS QUESTÕES.

A DURAÇÃO DA PROVA É DE 3 HORAS.

A SAÍDA DO CANDIDATO DO PRÉDIO SERÁ PERMITIDA APÓS TRANSCORRIDA A METADE DO TEMPO DE DURAÇÃO DA PROVA OBJETIVA.

AO TERMINAR A PROVA, VOCÊ ENTREGARÁ AO FISCAL A FOLHA DE RESPOSTAS E LEVARÁ ESTE CADERNO.

AGUARDE A ORDEM DO FISCAL PARA ABRIR ESTE CADERNO DE QUESTÕES.

R ESPOSTAS E LEVARÁ ESTE C ADERNO . A GUARDE A ORDEM DO FISCAL PARA ABRIR
R ESPOSTAS E LEVARÁ ESTE C ADERNO . A GUARDE A ORDEM DO FISCAL PARA ABRIR

22.07.2007

manhã

R ESPOSTAS E LEVARÁ ESTE C ADERNO . A GUARDE A ORDEM DO FISCAL PARA ABRIR

LÍNGUA PORTUGUESA

Texto para responder às questões de números 01 a 06.

O que aconteceria se o voto nulo ganhasse as eleições?

Guerra? Tumulto? Que nada: os votos nulos até podem melar eleições se chegarem a mais de 50% do total, só que a Lei Eleitoral exige um novo pleito. Deve rolar outra votação entre 20 e 40 dias depois, com os mesmos candidatos. E isso vale tanto em eleições para o Executivo como para o Legislativo. Já, se os nulos chegarem na frente sem passar dos 50%, não acontece nada. Num eventual 2.º turno, eles também não contam. Mesmo se um candidato levar por dois votos a um, está valendo – os nulos acabam subtraídos do resultado final, do mesmo jeito que os votos em branco. A única diferença entre brancos e nulos, aliás, é justamente a chance de estes últimos invalidarem a eleição. “Em tese, o branco significa aceitação, tipo: ‘Qualquer candidato está valendo.’ E o nulo é de quem diz ‘Nenhum candidato merece meu voto’”, diz o cientista político Carlos Melo, da Faculdade Ibmec São Paulo. Nos tempos pré-urna eletrônica, quando os eleitores podiam escrever na cédula, os descontentes tinham como mostrar quem “merecia” mesmo seus votos. Em 1958, por exemplo, o grande nome das eleições para vereador em São Paulo foi um rinoceronte, o Cacareco. Ele já freqüentava as colunas sociais desde a inauguração do Zoológico de São Paulo, e entrou na política pelas mãos do então bairro de Osasco, que brigava para se tornar uma cidade. O chifrudo ficou em 1.º, com 100 mil votos. No Rio, 30 anos depois, foi a vez de outro ilustre mamífero: o macaco Tião. Lançada pela revista Cas- seta e Planeta, a candidatura do chimpanzé à prefeitura rendeu um imponente 3.º lugar – foram 400 mil votos, ou 9,5% do total.

(Raquel Cozer, Superinteressante, junho, 2006)

01.

A partir da leitura do texto, pode-se asseverar que

(A)

os votos brancos e nulos não modificam os resultados de uma eleição.

(B)

desde 1958, os eleitores podem escrever na cédula seu descontentamento.

(C)

se os votos nulos forem inferiores à metade dos votos, não precisa nova eleição.

(D)

em Osasco, os votos em branco foram superiores aos votos nulos.

(E)

um grande percentual de votos em branco pode invalidar uma eleição.

02. Em – A única diferença entre brancos e nulos, aliás, é justa- mente a chance de estes últimos invalidarem a eleição. – a expressão em destaque, aliás,

(A)

assinala o argumento mais forte de uma escala orientada no sentido de determinada conclusão.

(B)

introduz um argumento decisivo, com o qual se dá o “golpe final”, anulando os demais argumentos.

(C)

introduz um argumento, deixando subentendida a existên- cia de uma escala com outros argumentos mais fortes.

(D)

soma argumentos a favor de uma mesma conclusão, ou seja, corrobora afirmações já apresentadas.

(E)

contrapõe argumentos orientados para conclusões con- trárias ao que já foi anteriormente apresentado.

03. I. , se os nulos chegarem na frente sem passar dos 50%, não acontece nada. II. Ele freqüentava as colunas sociais desde a inauguração do Zoológico

As expressões em destaque expressam, correta e respectiva- mente, sentido de

(A)

tempo – conclusão.

(B)

causa – explicação.

(C)

adição – proporção.

(D)

concessão – conseqüência.

(E)

adversidade – tempo.

04. Leia as frases.

I.Nomes de animais passam à freqüentar as eleições desde

1958.

II.As eleições com grande incidência de votos nulos levaram a resultados discrepantes.

III. Em qualquer pleito, a contagem de votos nulos deve ocorrer as claras.

IV.Faz-se mister dar um fim a essa situação calamitosa de votos nulos.

De acordo com o uso do acento indicativo da crase, está correto apenas o contido em

(A)

I e II.

(B)

I e IV.

(C)

II e III.

(D)

II e IV.

(E)

III e IV.

05. O texto, quanto à sua tipologia, é predominantemente

(A)

descritivo, pois explicita, figurativamente, características de pessoas e de situações.

(B)

expositivo, pois apresenta informações precisas acerca de um determinado assunto.

(C)

narrativo, pois enumera fatos vivenciados por persona- gens, numa seqüência temporal.

(D)

injuntivo, pois emprega expressões lingüísticas típicas da linguagem fática, para não interromper a comunicação.

(E)

dissertativo, pois desenvolve argumentação crítica a respeito de um fato, com exaustivos exemplos.

06. Assinale a alternativa em que a substituição da expressão destacada pelo pronome pessoal, entre parênteses, está em consonância com a norma culta.

(A)

A contagem dos votos nulos poderá invalidar a eleição. (invalidá-la)

(B)

Os resultados mostram o descontentamento e a revolta dos eleitores. (mostram- os)

(C)

O candidato mereceu o número de votos. (mereceu-lo)

(D)

A candidatura irá render ao vereador muitos votos. (rendê-lo)

(E)

Os animais freqüentam as eleições há muito tempo. (freqüentam-as)

07. I. Todos devem comparecer em traje social.

II. O tempo deve melhorar amanhã.

III. – Vamos, a reunião deve estar começando.

Considerando-se que o uso de recursos lingüísticos diversos acarreta modalidades distintas, pode-se afirmar que

(A)

em I, há uma modalidade de possibilidade.

(B)

em III, a modalidade do dever é predominante.

(C)

em II e III, as modalidades expressam o mesmo sentido.

(D)

em II, a modalidade presente é a probabilidade.

(E)

em I, II e III, a expressão deve pressupõe a modalidade obrigatória.

3

08. Dentro de um ano, ela estará aqui.

I.

II.

Cabe-me, pesarosamente, anunciar que ele faleceu.

III.

É possível que ele vença o concurso.

Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectiva- mente, expressões que marcam a enunciação do discurso.

(A)

ela – faleceu – é possível

(B)

aqui – Cabe-me – o concurso

(C)

estará – anunciar – ela

(D)

dentro de um ano – pesarosamente – é possível

(E)

um ano – ela – vença

09. Assinale a alternativa em que a flexão verbal está corretamente empregada, de acordo com a norma culta.

(A)

Os empresários ficarão contentes quando transporem o obstáculo das altas taxas de juros.

(B)

A economia dos países sul-americanos se modernizou sem que a estrutura de renda acompanhou as transfor- mações.

(C)

Quando se fazer previsões acerca da situação econômica, deve-se ter em mente as indicações do Banco Mundial.

(D)

A polícia interviu na greve dos bancários com hosti- lidade.

(E)

Quando o deputado vir o resultado das eleições, ficará exultante.

10. Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das frases.

I.

É uma situação

nunca

nos esqueceremos.

II.

A situação

chegamos é inadmissível.

III.

A reportagem,

teor

discordei, foi censurada.

IV.

O hotel

ficava era distante do centro.

V.

É uma situação

se deve evitar.

(A)

que

em que

de cujos

o qual

que

(B)

da qual

a que

cujo

que

por que

(C)

de que

a que

cujo

de que

que

(D)

de que

a que

de cujo

em que

que

(E)

da qual

em que

cujo

onde

a que

CMSP/019-ConsTecLeg-Economia

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

11. Em um determinado ano, um país realizou as seguintes transações medidas em unidades monetárias: exportou 100, importou 80, pagou 50 de juros, recebeu turistas que gastaram 40, tomou empréstimos num total de 20 e recebeu 10 em investimentos diretos. Os resultados da balança comercial, do balanço de serviços e da variação nas reservas foram,

respectivamente,

(A)

20, –10 e 10.

(B)

20, –10 e 40.

(C)

10, 30 e 40.

(D)

20, 20 e 40.

(E)

60, –50 e 10.

12. Nos últimos 6 meses, em uma economia fechada, os salários totalizaram 200, os juros 100, os aluguéis 150 e os lucros 150 unidades monetárias. A depreciação foi 50, os impostos indire- tos 80 e os subsídios 40 unidades monetárias. Nesse período,

o PIB a preços de mercado dessa economia correspondeu a

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

690.

650.

600.

790.

730.

Leia o texto a seguir para responder às questões de números 13 e 14.

13. Em uma economia fechada e sem governo, que produz apenas laranjas e peixes, em 2005 foram produzidas 1 000 laranjas ao preço unitário de $1 e 1000 peixes ao preço unitário de $1. Em 2006, foram produzidas 1500 laranjas ao preço de $2 cada e 600 peixes ao preço de $3 a unidade. A partir dessa

informação, pode-se afirmar que as variações dos PIB nominal

e real entre 2006 e 2005 foram, respectivamente,

(A)

50% e 25%.

(B)

140% e 80%.

(C)

10% e 5%.

(D)

100% e 0%.

(E)

140% e 5%.

14. O deflator implícito do PIB para a economia entre 2006 e 2005 foi, aproxidamente,

(A)

104%.

(B)

5%.

(C)

150%.

(D)

129%.

(E)

12%.

15. Em um modelo keynesiano simples, para uma economia fechada, a propensão marginal a consumir é 0,8 e a carga tributária é 25%. Um aumento dos gastos do governo em 100 unidades monetárias levará a um aumento na renda de

(A)

100 unidades monetárias.

(B)

75 unidades monetárias.

(C)

500 unidades monetárias.

(D)

250 unidades monetárias.

(E)

200 unidades monetárias.

16. De acordo com a Teoria Quantitativa da Moeda, se o cres- cimento econômico corresponde a 5% e a oferta de moeda aumenta 7%, os preços crescem, aproximadamente,

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

7%.

5%.

2%.

1%.

0,5%.

17. Suponha que a base monetária de uma economia seja $1000 e o público retenha 80% de seus meios de pagamento em depósitos à vista. Se o governo exige dos bancos comerciais reserva compulsória de 20%, e os bancos retêm 5% como reservas voluntárias, o estoque de meios de pagamento cor- responde a

(A)

$ 1 000.

(B)

$ 2 500.

(C)

$ 5 000.

(D)

$ 2 778.

(E)

$ 4 000.

18. Constituem políticas monetárias expansionistas:

(A)

aumento na taxa de redesconto e diminuição das reservas compulsórias.

(B)

diminuição na taxa de redesconto e compra de títulos no mercado aberto.

(C)

diminuição na taxa de redesconto e venda de títulos no mercado aberto.

(D)

diminuição dos impostos e aumento das reservas com- pulsórias.

(E)

diminuição dos impostos e diminuição das reservas compulsórias.

Para responder às questões de números 19 e 20, leia a informação.

23.

Se

os preços e os salários forem flexíveis, a curva de Phillips

com expectativas racionais será

 

São dados para uma economia fechada:

 

C

= 100 + 0,75Y D

 

(A)

vertical.

I = 200 – 2r

(B)

horizontal.

G

= 100

(C)

positivamente inclinada.

T

= 0,2Y

 

L

= 0,2Y – 5r

 

(D)

negativamente inclinada.

M

= 80

(E)

elíptica.

onde C é o consumo agregado, I o investimento agregado,

 

G

são os gastos do governo, T os impostos, L é a demanda

de

moeda, M a oferta de moeda, r é a taxa de juros (medida

24.

Se um país A tem mais da metade da sua população entre as idades de 0 a 15 anos e um país B tem sua população majo- ritariamente entre 20 e 50 anos, de acordo com a Teoria do Ciclo de Vida, espera-se que

em % ao ano), Y é a renda agregada e Y D é a renda agregada disponível.

19. Diante do exposto, pode-se afirmar que a renda de equilíbrio é

(A)

1 800.

(A)

a taxa de poupança no país A seja menor do que no país B.

(B)

1 400.

(B)

a taxa de poupança no país B seja menor do que no país A.

(C)

1 200.

(C)

o país A importe bens do país B.

(D)

1 000.

(D)

o país A exporte bens ao país B.

(E)

900.

(E)

o país A tome empréstimos do país B.

20. Na mesma economia, a taxa de juros de equilíbrio é

 

(A)

15%.

25.

O

produto Y de uma economia é dado por Y = K 0,5 L 0,5 , onde

(B)

18%.

é o estoque de capital e L o número de trabalhadores. Se

houver 1 000 trabalhadores na economia, se a taxa de pou- pança for 0,2 e a taxa de depreciação for 0,1, o estoque de capital no estado estacionário, de acordo com o modelo de Solow, será

K

(C)

19%.

(D)

20%.

(E)

21%.

(A)

2 000.

21. Em uma economia aberta com regime de taxa de câmbio

(B)

3 000.

fixa e perfeita mobilidade de capital, uma expansão na oferta

 
 

monetária

 

(C)

4 000.

(A)

diminuirá o produto.

(D)

5 000.

(B)

aumentará a taxa de juros.

(E)

10 000.

(C)

não terá efeito no produto e na taxa de juros.

 

(D)

aumentará o produto e a taxa de juros.

26.

Um consumidor pode escolher entre dois bens: A e B e sua função utilidade é dada por: U(x A , x B ) = x A + x B . Pode-se dizer que, para esse consumidor, os bens A e B são

(E)

aumentará o produto e diminuirá a taxa de juros.

22. Em uma economia concorrencial, se houver rigidez nos sa- lários, a oferta agregada será

(A)

complementares.

(A)

totalmente inelástica.

(B)

substitutos perfeitos.

(B)

infinitamente elástica.

(C)

superiores.

(C)

negativamente inclinada.

(D)

inferiores.

(D)

positivamente inclinada.

(E)

na verdade, males.

(E)

inexistente.

 

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27. Transitividade das preferências significa que

(A)

as preferências podem mudar com o tempo.

(B)

se a cesta de bens A é preferida à cesta de bens B, e a cesta B é preferida à cesta C, então o consumidor pode ser indiferente entre as cestas A e C.

(C)

se a cesta de bens A é preferida à cesta de bens B, e a cesta B é preferida à cesta C, então o consumidor prefere a cesta A à cesta C.

(D)

se a cesta de bens A for indiferente à cesta de bens B, a cesta B será indiferente à cesta A.

(E)

se a cesta de bens A for maior do que a cesta de bens B, então a cesta A será preferível à cesta B.

28. Se o preço de um bem aumenta, a receita das vendas desse bem aumentará, tudo mais mantido constante

(A)

sempre, conforme a lei de mercado.

(B)

se o consumidor não estiver plenamente informado.

(C)

se a demanda por esse bem for elástica.

(D)

se a demanda por esse bem for inelástica.

(E)

se não houver lei limitando o abuso de preços.

29. Suponha que um consumidor possa escolher entre dois bens:

A e B e sua função utilidade seja dada por: U(x A , x B ) = x A x B .

Se a renda desse consumidor é 1 000, o seu gasto com os bens

A e B

(A)

dependerá dos preços de A e B.

(B)

depende se estes bens são substitutos ou complementares.

(C)

será de 400 com o bem A e 600 com o bem B.

(D)

será de 600 com o bem A e 400 com o bem B.

(E)

será de 500 com o bem A e 500 com o bem B.

30. Um bem apresenta elasticidades-preço da demanda e da oferta, em módulo, menores do que um e elasticidade-renda positiva. Um aumento na renda do consumidor fará com que o preço

e a quantidade comercializada do bem, respectivamente,

(A)

aumente e aumente.

(B)

aumente e diminua.

(C)

diminua e aumente.

(D)

diminua e diminua.

(E)

permaneçam constantes.

31.

O preço de um carro é R$ 20 000,00 e há a probabilidade de

10% de que ele seja roubado. Sendo a utilidade do consumidor descrita por U(w) = w 0,5 , (onde w é a sua riqueza), o preço máximo que esse consumidor estará disposto a pagar por um seguro contra roubo será

(A)

R$ 2 000,00.

(B)

R$ 2 800,00.

(C)

R$ 3 800,00.

(D)

R$ 4 000,00.

(E)

R$ 5 400,00.

Leia a informação seguinte para responder às questões de números 32 a 34.

A demanda de mercado por um bem é Q D = 30 – p e a oferta

é Q S = 2p, onde Q D é a quantidade demandada; Q S é a quantidade

ofertada; e p é o preço do bem.

32. Pode-se afirmar que o preço e a quantidade de equilíbrio serão, respectivamente,

(A)

20 e 10.

(B)

27 e 3.

(C)

15 e 30.

(D)

15 e 15.

(E)

10 e 20.

33. Para as mesmas funções demanda e oferta, os excedentes do consumidor e do produtor serão, respectivamente,

(A)

200 e 100.

(B)

100 e 50.

(C)

0 e 100.

(D)

150 e 75.

(E)

75 e 150.

34. Para o mesmo mercado, se o preço for tabelado em 5, o “peso morto”, isto é, a perda de bem-estar da sociedade será

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

50.

75.

100.

150.

zero.

A informação seguinte refere-se às questões de números 35 e 36.

35. Uma empresa monopolista atua em um mercado em que a demanda é dada por Q D = 90 – 0,2P e os seus custos são dados por C = 20Q 2 , onde Q D é a quantidade demandada; P é o preço do bem; C é o custo total de produção; e Q é a quantidade total produzida. O preço praticado e a quantidade produzida por essa empresa são, correta e respectivamente,

(A)

400 e 10.

(B)

405 e 9.

(C)

200 e 50.

(D)

450 e 10.

(E)

100 e 70.

36. Se a empresa atuasse como se estivesse em um mercado com- petitivo, o preço praticado e a quantidade produzida seriam, respectivamente,

(A)

400 e 10.

(B)

405 e 9.

(C)

200 e 50.

(D)

450 e 10.

(E)

100 e 70.

37. O consumidor está disposto a pagar $20 por uma caneta de boa qualidade e $10 por uma caneta de má qualidade. Se o custo de produção de ambas as canetas é $12 e o consumidor não consegue distinguir, a prori, entre canetas boas e ruins, qual é a proporção mínima de canetas boas que deve existir para que o mercado de canetas continue existindo?

(A)

100%.

(B)

50%.

(C)

20%.

(D)

10%.

(E)

0%.

38. Um trabalhador, caso se esforce, tem 70% de probabilidade de atingir a meta proposta pelo empregador, mas o esforço lhe traz um custo de $30. Caso não se esforce, essa probabilidade cai para 10%. Se não atingir a meta, ganha apenas o seu salário que é $100, mas, se atingir, ganha o salário mais um bônus. Qual deve ser o valor mínimo do bônus para garantir que o trabalhador se esforce

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

$1.

$10.

$20.

$30.

$50.

7

39. No jogo cuja matriz de payoffs está representada a seguir, os números à esquerda mostram os ganhos do jogador 1 e os números à direita mostram os ganhos do jogador 2. Sobre esse jogo, pode-se dizer que

   

jogador 2

   

estratégia 2A

estratégia 2B

jogador 1

estratégia 1A

(10,8)

(5,5)

estratégia 1B

(0,0)

(8,10)

(A)

há dois equilíbrios de Nash em estratégias puras.

(B)

a estratégia 1A é dominante para o jogador 1.

(C)

a estratégia 2B é dominante para o jogador 2.

(D)

só há equilíbrio de Nash em estratégias mistas.

(E)

o equilíbrio de Nash é (estratégia 1B, estratégia 2A).

40. Em uma economia composta por dois indivíduos, A e B, existem apenas dois bens (chocolate e pão), sendo que não há produção e há exatamente 10 chocolates e 10 pães. Os dois indivíduos têm a mesma função utilidade dada por U(c, p) = mínimo{c, p}, onde c e p são as quantidades de chocolate e pão, respectivamente. Constitui um Ótimo de Pareto:

(A)

indivíduo A com 6 chocolates e 4 pães; indivíduo B com

4

chocolates e 6 pães.

(B)

indivíduo A com 3 chocolates e 7 pães; indivíduo B com

7

chocolates e 3 pães.

(C)

indivíduo A com 5 chocolates e 6 pães; indivíduo B com

5

chocolates e 4 pães.

(D)

indivíduo A com 8 chocolates e 8 pães; indivíduo B com

2

chocolates e 2 pães.

(E)

indivíduo A com 9 chocolates e 7 pães; indivíduo B com

1 chocolate e 3 pães.

41. É parte da função alocativa do Estado

(A)

aplicar alíquotas maiores de imposto aos mais ricos.

(B)

fornecer iluminação pública.

(C)

fazer investimentos para aumentar o emprego.

(D)

determinar a taxa básica de juros.

(E)

fiscalizar a evasão de impostos.

42. São características do bem “defesa nacional”

(A)

não rival e não excludente.

(B)

não rival e excludente.

(C)

rival e não excludente.

(D)

rival e excludente.

(E)

poderá ser rival e excludente dependendo de como for financiado.

 

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43. A avenida Marginal do Rio Tietê, em São Paulo, no horário de pico é um bem

(A)

não rival e não excludente.

(B)

não rival e excludente.

(C)

rival e não excludente.

(D)

rival e excludente.

(E)

poderá ser rival e excludente dependendo de como for financiado.

Leia a informação para responder às questões de números 44 a 46.

Em um determinado ano, os gastos não financeiros do go- verno totalizaram 1 000, foram arrecadados 1 050 em impostos, o estoque da dívida pública no início do ano era 2 000, a taxa de juros (nominal) foi 5% e a inflação 2%.

44. Pode-se afirmar que o resultado primário do governo foi

(A)

superávit de 50.

(B)

equilíbrio.

(C)

déficit de 10.

(D)

déficit de 50.

(E)

déficit de 90.

45. O resultado operacional do governo foi

(A)

superávit de 50.

(B)

equilíbrio.

(C)

déficit de 10.

(D)

déficit de 50.

(E)

déficit de 90.

46. O resultado nominal do governo foi

(A)

superávit de 50.

(B)

equilíbrio.

(C)

déficit de 10.

(D)

déficit de 50.

(E)

déficit de 90.

47. Quando a produção de um bem gera poluição do ar, essa produção pode ser considerada ineficiente porque

(A)

o processo de produção é tecnologicamente defasado.

(B)

há evasão de impostos.

(C)

há desleixo do empresário.

(D)

a empresa não cumpre a sua função social.

(E)

o preço do bem não computa os custos que decorrem da poluição.

48.

A

existência de diferentes alíquotas por faixa de renda fazem

com que o imposto de renda se torne

(A)

eficiente.

(B)

abusivo.

(C)

indireto.

(D)

progressivo.

(E)

regressivo.

49.

A incidência de imposto indireto sobre um bem produzido por uma empresa monopolista

(A)

certamente fará com que o preço aumente.

(B)

pode diminuir o preço.

(C)

inviabilizará o monopólio, forçando a entrada de novas empresas.

(D)

será regressiva, pois o imposto será repassado ao consu- midor.

(E)

fará com que o monopolista produza ainda menos.

50.

No Brasil, os estados arrecadam um imposto sobre valor agregado, em cada etapa da produção, que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços (ICMS). A substituição

desse imposto por um imposto que incidisse diretamente sobre

o consumo,

(A)

dependendo da alíquota, não faria a menor diferença.

(B)

beneficiaria o consumidor, que pagaria menos impostos.

(C)

prejudicaria o consumidor, que pagaria mais impostos.

(D)

aumentaria a corrupção,

(E)

beneficiaria estados que não produzem os bens.

aumentaria a corrupção, (E) beneficiaria estados que não produzem os bens. CMSP/019-ConsTecLeg-Economia 8