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Ensaios mecânicos em materiais

compósitos

08 de Novembro de 2005

Silvestre T Pinho, Pedro P Camanho


Aeronautics
1

Nas últimas duas aulas vimos…

Introdução • o que é a rotura (depende…)


• diferentes critérios e modelos
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

• camada  laminado  estrutura


P. elás.
resist.
• que ferramentas numéricas existem para
Tenac. aplicar critérios e modelos de rotura a
componentes e estruturas
Notas gerais • exemplos de como aplicar alguns desses
modelos
Conclusões
08 de Novembro de 2005 2
Nesta aula vamos ver…

Introdução • como obtemos experimentalmente


determinadas propriedades (elásticas,
Diferentes tipos de ensaios

Comp. resistência, tenacidade, composição,…)


necessárias para
P. elás.
resist.
• comparar e seleccionar materiais
Tenac.
• aplicar critérios e modelos de rotura
• algumas considerações práticas na realização
Notas gerais
de ensaios
Conclusões
08 de Novembro de 2005 3

Objectivos

Introdução
• Necessidade de recorrer à experimentação
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
• Exemplos concretos de ensaios mecânicos
P. elás.
resist.
• Vantagens de usar ensaios normalizados

Tenac.
• Aspectos a ter em atenção durante os
ensaios
Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 4
Sumário da aula

Introdução • Introdução
• Diferentes tipos de ensaios:
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

 Composição de um compósito
P. elás.
resist.
 Propriedades elásticas e resistência
Tenac.
 Tenacidade
• Notas gerais
Notas gerais

• Conclusões
Conclusões
08 de Novembro de 2005 5

Qual a necessidade de recorrer à


experimentação?

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.
20mm
10mm

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 6
Objectivos de diferentes tipos de ensaios

Introdução
• Determinar a composição do compósito
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
• Caracterizar o comportamento do
P. elás.
compósito em regime elástico
resist.
• Determinar a resistência do compósito para
Tenac. diferentes modos de rotura
• Determinar a tenacidade do compósito para
Notas gerais
diferentes modos de rotura
Conclusões
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Determinar a composição do compósito

Introdução
• Densidade: ASTM D792-91
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
• Fracção volúmica de fibras
P. elás.
resist. • Métodos ópticos
Tenac. • Dissolução da matriz em ácido: ASTM
D3171-76
Notas gerais

Conclusões
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Determinar a composição do compósito

Introdução
• Conteúdo de Vazios (CV): ASTM D2584-68
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
• Fabrico de qualidade: CV≤ 1%
P. elás.
resist. • Humidade: comparação de peso antes e
após secagem.
Tenac.
• Valores típicos em compósitos de
matriz polimérica: 1 a 2%
Notas gerais

Conclusões
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Propriedades elásticas e resistência


Tracção a 0º e 90º Compó
Compósito End tab

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.
Tracç
Tracção a 0º
0º Tracç
Tracção a 90º
90º
Tenac. 20mm
Fib
ras

10mm
Fibras

Notas gerais

Conclusões Extensó
Extensómetro
08 de Novembro de 2005 10
Propriedades elásticas e resistência
Tracção a 0º e 90º

Introdução
• Normas: ASTM D3039/ ISO 527/ BS 2782/
CRAG 300-302
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
• Colagem de ‘end tabs’: deformação de
resist. rotura do adesivo superior à deformação de
rotura do compósito e tensão de rotura ao
Tenac.
corte do adesivo superior a 30 MPa.

Notas gerais
• Propriedades obtidas: E1, E2, ν12, XT, YT.

Conclusões p. elá
elásticas resistência
08 de Novembro de 2005 11

Propriedades elásticas e resistência


Tracção a 0º e 90º

Introdução
• Extensómetros com fios previamente
soldados e de elevada resistência eléctrica.
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
• Tentar assegurar um alinhamento
P. elás.
correcto: 2º de erro no alinhamento
resist. leva a diferenças de aproximada-
mente 15% nas propriedades medidas.
Tenac.

• Preparação da superfície e boa


Notas gerais colagem: a deformação no
extensómetro deve ser representativa
Conclusões
da deformação no provete
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Propriedades elásticas e resistência
•Compressão a 0º e 90º

Introdução
• ASTM D695 (não recomendada em
compósitos de elevada resistência)
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
• ASTM D3410/ D3410M (1995)
resist.
• Fixação ‘Celanese’
Tenac.
• Fixação IITRI

Notas gerais
• Fixação ICSTM

Conclusões
• Imperial College rig
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Propriedades elásticas e resistência


•Compressão a 0º e 90º

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 14
Propriedades elásticas e resistência
•Compressão a 0º e 90º (IC rig)

Introdução Parte
fixa
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

Guias Provete
P. elás.
resist.

Parte
Tenac. móvel
Parafusos de
Fio do
aperto
extensó
extensó-
Notas gerais Contacto
metro
num só

ponto
Conclusões
08 de Novembro de 2005 15

Propriedades elásticas e resistência


•Compressão a 0º e 90º

Introdução
Fibras

Fibras
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.
90º
90º
Tenac.

extensó
extensómetro
Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 16
Propriedades elásticas e resistência
Compressão a 0º e 90º

Introdução
Cuidados a ter:
• Transmissão da carga ao provete
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
• Evitar encurvadura
P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
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Propriedades elásticas e resistência


Corte – diferentes testes

Introdução
• Provete (±45º)8s: ASTM D3518
• Provete ‘off-axis’ 10º
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
• Iosipescu. ASTM D5379 (1993)
P. elás.
resist. • Two-rail shear test. ASTM D4255 (1983)
Tenac. • V-Notched. ASTM D7078 (2005)

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 18
Propriedades elásticas e resistência
Corte: Iosipescu

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 19

Propriedades elásticas e resistência


Corte – teste (±45º)8s: ASTM D3518

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 20
Propriedades elásticas e resistência
Corte – teste (±45º)8s: ASTM D3518

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 21

Propriedades elásticas e resistência


Corte – teste (±45º)8s: ASTM D3518

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 22
Propriedades elásticas e resistência
Corte – teste (±45º)8s: ASTM D3518

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 23

Propriedades elásticas e resistência


Corte – teste (±45º)8s: ASTM D3518

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 24
Propriedades elásticas e resistência
Corte – teste (±45º)8s: ASTM D3518

Introdução
• É necessária precaução na interpretação
dos resultados: o comportamento não linear
ao corte não é uma propriedade intrínseca
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
da camada, mas depende do laminado onde
P. elás.
resist.
a camada está inserida

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 25

Propriedades elásticas e resistência


Corte – diferentes testes

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 26
Propriedades elásticas e resistência
Corte – diferentes testes

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 27

Propriedades elásticas e resistência


Flexão

Introdução
• Os testes em flexão são necessários para
determinar o módulo de elasticidade à flexão.
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
• Mas porque é que o módulo de elasticidade
resist. à flexão não é igual ao módulo de elasticidade
à tracção?...
Tenac.

• …mesmo que o módulo de elasticidade à


Notas gerais
compressão seja igual ao módulo de
elasticidade à tracção?
Conclusões
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Propriedades elásticas e resistência
Flexão

Introdução
Considerando um laminado de carbono-
epoxido (0º)4, os módulos de Young do
laminado determinados utilizando um
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
ensaio de tracção e flexão, ET1 (ET2) e EF1
P. elás.
resist.
(EF2) respectivamente, são iguais:
iguais

Tenac. ET1= EF1 =129 GPa;


ET2= EF2 =9.5 GPa.
Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 29

Propriedades elásticas e resistência


Flexão

Introdução
Se o laminado tiver duas camadas ricas em
resina (CRR) de 0.1 mm de espessura,
(0º/CRR/0º)s, os módulos de Young
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
determinados utilizando um ensaio de
P. elás.
resist.
tracção e flexão, ET1 (ET2) e EF1 (EF2) são
diferentes:
diferentes
Tenac.

ET1= 93.86 GPa; EF1 = 101.93 GPa;


Notas gerais ET2 = 8.75GPa; EF2= 8.92 GPa.

Conclusões
08 de Novembro de 2005 30
Propriedades elásticas e resistência
Flexão: ASTM D790M/ BS 2782/ ISO 14125

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 31

Tenacidade interlaminar
Introdução

Introdução Delaminagem (crescimento de uma fissura


entre as camadas)
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 32
Tenacidade interlaminar
Introdução: Modo I

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac. Modo I: existe uma abertura da fissura

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 33

Tenacidade interlaminar
Introdução: Modo II

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Modo II: existe um carregamento em corte da


Notas gerais
fissura
Conclusões
08 de Novembro de 2005 34
Tenacidade interlaminar
Introdução: Modo Misto I e II

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais
Modo Misto I e II: existe uma abertura e um
Conclusões carregamento em corte da fissura
08 de Novembro de 2005 35

Tenacidade interlaminar
Modo I

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 36
Tenacidade interlaminar
Modo I: DCB (Double Cantilever Beam): ASTM
D5528-01-2002
P

Introdução A
Diferentes tipos de ensaios

P U
= Material Property = GIC
A
Comp.

P. elás.
P
resist.

Tenac.
A

Notas gerais
P U
= Material Property = GIC
Conclusões A
08 de Novembro de 2005 37

Tenacidade interlaminar
Modo I: DCB (Double Cantilever Beam): ASTM
D5528-01-2002
Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 38
Tenacidade interlaminar
Modo I: DCB (Double Cantilever Beam): ASTM
D5528-01-2002
Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 39

Tenacidade interlaminar
Modo I: DCB (Double Cantilever Beam): ASTM
D5528-01-2002
Introdução

GIC (kJ/m2)
Diferentes tipos de ensaios

0.4
Comp.
0.38
DCB01 DCB02
0.36 Average = 0.258 kJ/m2
0.34 Coef. of var. = 4.5% DCB03 DCB04
P. elás.
0.32
resist. 0.3 DCB05
0.28
Tenac. 0.26
0.24
0.22
0.2
Notas gerais 50 60 70 80 90 100 110 120 130
a (mm)

Conclusões
08 de Novembro de 2005 40
Tenacidade interlaminar
Modo II

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 41

Tenacidade interlaminar
Modo II: 4ENF

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 42
Tenacidade interlaminar
Modo II: 4ENF

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 43

Tenacidade interlaminar
Modo II: 4ENF

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 44
Tenacidade interlaminar
Modo II: 4ENF

Introdução GIIC (kN/mm2)


1.4
Diferentes tipos de ensaios

Comp. 1.2
1
P. elás. 0.8
resist. 4ENF01 4ENF02 4ENF03
0.6 Average = 1.108 kJ/m2
0.4 Coef. var. = 6.8%
Tenac. 4ENF04 4ENF05
0.2
0
20 40 60 a (mm) 80 100
Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 45

Tenacidade interlaminar
Modo Misto I e II

Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 46
Tenacidade interlaminar
Modo Misto I e II: MMB (Mixed Mode Bending):
ASTM D6671-01-2002
Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 47

Tenacidade interlaminar
Modo Misto I e II: MMB (Mixed Mode Bending):
ASTM D6671-01-2002
Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 48
Tenacidade interlaminar
Modo Misto I e II: MMB (Mixed Mode Bending):
ASTM D6671-01-2002
Introdução
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 49

Tenacidade interlaminar
Modo I — Modo Misto I e II — Modo II

Introdução G tot (kJ/m2)


1.2
Diferentes tipos de ensaios

1 Experimental (average) 2 Standard deviations


Comp. Experimental (one test)
0.8
P. elás.
resist. 0.6

0.4
Tenac.
0.2

0
Notas gerais 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1
G II /G tot
Conclusões
08 de Novembro de 2005 50
Notas gerais

• Rubbish in  rubbish out


Introdução
• Produção cuidada dos laminados para
Diferentes tipos de ensaios

Comp. provetes

P. elás. • Produção cuidada dos provetes


resist.
• Medição individual cuidada de cada
Tenac. provete
• Calibração dos equipamentos (eg
Notas gerais
células de carga)
Conclusões
08 de Novembro de 2005 51

Notas gerais
• Better safe than sorry

Introdução • Registar todos os dados relativos aos testes


realizados, bem como ao fabrico dos provetes
Diferentes tipos de ensaios

Comp. (datas, temperaturas, equipamentos usados,…)


• Se possível e necessário, usar mais que um
P. elás.
resist. método para registar a mesma grandeza (eg
sistema fotogramétrico e óptico para registar
Tenac.
um comprimento de fissura)
• Tentar prever o que pode correr mal, e
Notas gerais
planear como resolver a situação antes que
Conclusões
ela aconteça, caso aconteça.
08 de Novembro de 2005 52
Notas gerais
• Better safe than sorry

Introdução • Tentar prever o que pode correr mal, e


planear como resolver a situação antes que
Diferentes tipos de ensaios

Comp. ela aconteça, caso aconteça.

P. elás. Exemplo: É frequente perderem-se os primeiros


resist.
testes
Tenac.
• Os primeiros testes, até se ter a certeza de
que tudo está controlado (aplicação de carga,
Notas gerais sistemas de aquisição de dados), podem ser
realizados com provetes falsos
Conclusões
08 de Novembro de 2005 53

Notas gerais
• Better safe than sorry

Introdução • Tentar prever o que pode correr mal, e


planear como resolver a situação antes que
Diferentes tipos de ensaios

Comp. ela aconteça, caso aconteça.


Exemplo: Por vezes, os resultados depois de
P. elás.
resist. tratados não fazem sentido (eg porque havia
um problema na calibração da máquina).
Tenac.
• Depois do primeiro teste (a sério): parar, fazer a
redução de dados e verificar que os resultados
Notas gerais obtidos fazem sentido. Especialmente se os testes
envolvem partir os provetes. Porquê?
Conclusões
08 de Novembro de 2005 54
Notas gerais
• Better safe than sorry

Introdução • Tentar prever o que pode correr mal, e


planear como resolver a situação antes que
Diferentes tipos de ensaios

Comp. ela aconteça, caso aconteça.


Exemplo: Alguns provetes podem ser
P. elás.
resist. danificados acidentalmente antes do teste
• fabricar mais provetes do que o mínimo que a
Tenac.
norma aconselha

Notas gerais
(A melhor forma de poupar tempo e dinheiro é
garantir que só se faz cada coisa uma vez)
Conclusões
08 de Novembro de 2005 55

Notas gerais
• Higiene e segurança
Introdução • Máscaras, óculos, botas de protecção,
luvas e protecções para os ouvidos devem
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
ser usados em determinadas circunstâncias
P. elás.
resist.
• Todos os equipamentos e laboratórios
devem ter procedimentos de utilização, de
Tenac. trabalho e de segurança que devem ser
conhecidos e respeitados
Notas gerais
• Vale a pena ficar sem um dedo por falta
Conclusões de planeamento ou organização? Seguros…
08 de Novembro de 2005 56
Notas gerais
• Significância dos resultados obtidos
Introdução • Variabilidade das propriedades materiais
implica que vários testes (em geral ≥5, mas
Diferentes tipos de ensaios

Comp.
depende do tipo de teste) sejam necessários
P. elás.
para caracterizar cada propriedade
resist.
• Se possível, usar ensaios normalizados.
Tenac. Porquê?
• Se possível, usar equipamento
Notas gerais
certificado. Porquê?
Conclusões
08 de Novembro de 2005 57

Recapitulação

Introdução • Necessidade de recorrer à experimentação


Diferentes tipos de ensaios

Comp. • Diferentes tipos de testes para a


caracterização da composição, das
P. elás.
resist.
propriedades elásticas, da resistência e da
tenacidade
Tenac.
• Considerações práticas sobre a realização
de testes
Notas gerais

Conclusões
08 de Novembro de 2005 58
Conclusões

• A composição, as propriedades elásticas e a


Introdução tenacidade de um material compósito podem ser
determinadas usando ensaios mecânicos
Diferentes tipos de ensaios

Comp. normalizados
• O procedimento a seguir para preparar e ensaiar
P. elás.
resist. os provetes, bem como o processo de redução
de dados é explicado em cada norma
Tenac.
• Para além do procedimento indicado na norma,
outros procedimentos específicos do laboratório
Notas gerais
onde o trabalho é executado devem ser também
Conclusões
respeitados
08 de Novembro de 2005 59

Apontamentos

• Esta apresentação, bem como outras notas,


Introdução encontram-se em:
http://www.fe.up.pt/~stpinho
Diferentes tipos de ensaios

Comp.

P. elás.
resist.

Tenac.

Notas gerais
• Perguntas?

Conclusões
08 de Novembro de 2005 60