ESCOLA DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

Manaus-AM

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE –
UNINORTE Laureate International Universities®
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

Presidente
Carlos Alexandre Cipriano
Reitor
Vicente de Paulo Queiroz Nogueira
Pró-Reitor Acadêmico
José Frota Pereira
Diretor Financeiro
Fernando Augusto Rodrigues Leão Filho
Diretor da Escola de Ciências Exatas e Tecnologia
Raimundo Expedito de Oliveira
Coordenador do Curso de Engenharia Civil
Rogério Coelho Lopes

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE –
UNINORTE Laureate International Universities®
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

APRESENTAÇÃO

Este documento trata do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de
Engenharia Civil do Centro Universitário do Norte. Nele constam as orientações
acadêmicas adotadas por esta coordenação ao pleno funcionamento do curso
de modo a promover a tríade do ensino superior: ensino, pesquisa e extensão.
O PPC do Curso de Engenharia Civil foi estruturado visando direcionar
as ações de educação e formação profissional dos discentes envolvidos no
processo, como forma de capacitá-los para o exercício da cidadania, bem
como sujeitos de transformação da realidade, com respostas para os grandes
problemas contemporâneos, considerando os aspectos de sustentabilidade nas
atividades profissionais da engenharia.
Assim, este PPC apresenta as competências estabelecidas a partir do
perfil do egresso; a estrutura e o conteúdo curricular; o ementário, as
bibliografias básicas e complementares; as estratégias de ensino; os recursos
materiais, os serviços administrativos, os serviços de laboratórios, biblioteca e
demais infraestrutura de auxílio ao êxito desta proposta.
Este projeto pedagógico descreve os principais parâmetros para a ação
educativa do curso de Engenharia Civil, fundamentando com o Plano de
Desenvolvimento Institucional do UNINORTE (PDI), a gestão acadêmica,
pedagógica e administrativa de curso. Além de atender a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação (Lei nº 9.394, de dezembro de 1996), as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Parecer
CNE/CES n.º 1.362, de 12 de dezembro de 2001), a Resolução nº 235 de 09
de outubro de 1975 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia – CONFEA, na Resolução Nº 288 de 07 de dezembro de 1983,
Resolução CNE/CES Nº 11, de 11 de março de 2002, assim como as
recomendações do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes
(ENADE), conforme portaria INEP 126 de 07 de agosto de 2008.

............... Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana e Políticas de Educação Ambiental.... Objetivo Geral.........1.....29 1..13 1.20 1.....5.........................26 1............24 1........ Competências e Habilidades Específicas........2................ ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO .................29 ..............2.1..........1.................................................................................................................1.....2.....................................................................6................................2......7 1.......................................... Objetivos Específicos.PEDAGÓGICA........................Avaliação..................................... Competências e Habilidades Gerais.....1 1...............................9..........24 1...........8.. Formas de Ingresso..6.1 Atendimento aos Requisitos Legais e Normativos: Libras..2......................10.....................................2..............6 1..............................1 Hora Aula X Hora Relógio.................3.........10 1...................................................................... Contexto Educacional........................ Atividades Complementares.......6..........................................................9....6.7................9...18 1............................. Educação..................................5........12 1..1.......................2.....................2 1..............................6 Interdisciplinaridade............7 1............................................2 Considerações sobre o Currículo........9......................2.... Competências e Habilidades.............2 Conteúdos Curriculares..9......................................CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE – UNINORTE Laureate International Universities® CURSO DE ENGENHARIA CIVIL SUMÁRIO APRESENTAÇÃO..........7 1.................16 1...3 Estágio Curricular.......iii 1.4.........18 1..7 Disciplinas do Ensino a distância (EAD).28 1............9..................................1.............10............................................. Estrutura Curricular.......................................................... Objetivos do Curso...........2.....................5...............9...................................... Atuação do Coordenador......................................................................................... Perfil Profissional do Egresso..4 Trabalho de Conclusão de Curso ..........4 1.................................. Auto.2.................14 1...... Número de Vagas................10 1........................1..29 1...........9....1 1...................TCC......................................................... Estímulo às Atividades Acadêmicas.....9.................................................9.......................5 Atividades de Extensão............ Articulação do PPC com o PDI e o PPI..........12 1............9 1..................................

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE –
UNINORTE Laureate International Universities®
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

1.10.2. Monitoria................................................................................................31
1.10.3. Programa de Iniciação Científica (PIC)..............................................31
1.11. Coerência do Currículo com as Diretrizes Curriculares Nacionais. . .33
1.12. Coerência do Currículo com os Objetivos do Curso..........................36
1.13. Coerência do Currículo com o Perfil do Egresso...............................38
1.14. Ementário.................................................................................................40
1.15. Metodologia..............................................................................................67
1.16. Atendimento aos Discentes..................................................................69
1.16.1. Política de Bolsa..................................................................................70
1.16.2. Política de Intercâmbio........................................................................70
1.16.3. Programas de Nivelamento.................................................................71
1.16.4. Representação Estudantil...................................................................71
1.16.5. Outras Atividades.................................................................................71
1.16.6. Sistemas de Comunicação Informatizados.......................................72
1.16.7. Apoio Psicopedagógico......................................................................72
1.17. Acompanhamento aos Egressos...........................................................73
2. CORPO DOCENTE........................................................................................75
2.1. Composição, Titulação e Experiência do Núcleo Docente Estruturante
............................................................................................................................75
2.2. Titulação, Formação Acadêmica e Experiência do Coordenador de
Curso..................................................................................................................76
2.2.1. Formação do Coordenador...................................................................77
2.2.2. Experiência do coordenador (acadêmica e não acadêmica).............77
2.2.3. Dedicação do Coordenador à Administração e à Condução do
Curso..................................................................................................................81
2.3 Composição do Colegiado de Curso.......................................................81
2.4.Titulação,Regime de Trabalho e Experiência Profissional dos Docentes
............................................................................................................................81
3. INFRAESTRUTURA.......................................................................................82
3.1. Sala dos Professores, Gabinetes e Sala de Reuniões..........................82
3.2. Sala de Aulas..............................................................................................83
3.3. Acesso dos Alunos aos Equipamentos de Informática........................83

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE –
UNINORTE Laureate International Universities®
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

3.4. Registro Acadêmico..................................................................................83
3.5. Biblioteca....................................................................................................84
3.5.1. Política de Renovação do Acervo.........................................................85
3.5.2. EBSCO Host............................................................................................86
3.5.3. Bibliografia Básica.................................................................................86
3.5.4. Bibliografia Complementar....................................................................86
3.6. Periódicos Indexados...............................................................................86
3.7. Laboratórios Especializados....................................................................87
3.7.1. Laboratórios Comuns............................................................................88

1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO - PEDAGÓGICA
1.1. Contexto Educacional
O curso de Engenharia Civil do Centro Universitário do Norte - UNINORTE foi
instalado por meio da Resolução CONSUNI nº 04/2007 de 06 de agosto de 2007,
tendo como instituição mantenedora a Sociedade de Desenvolvimento Cultural do
Amazonas – SODECAM, criada em 1991.
O regime acadêmico adotado pelo Centro Universitário do Norte é o seriado
semestral. Neste sistema, o currículo é distribuído por semestres, conforme estrutura
curricular apresentada neste projeto.
O curso tem formato de duração mínima para integralização de 5 (cinco)
anos, equivalentes a 10 (dez) semestres letivos; e, no máximo, 10 (dez) anos,
equivalentes a 20 (vinte) semestres letivos.
A carga horária total do curso está mensurada em hora aula de 60 minutos de
atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo, conforme preconizam os
artigos 2º e 3º da Resolução CNE/CES nº 3, de 02/07/2007.
O curso de Engenharia Civil quando reconhecido, oferecerá disciplinas na
modalidade educação à distância (EAD) em até 20% da carga horária total, sendo
organizadas de modo a atender aos princípios da auto-aprendizagem, mediados por
recursos didáticos que utilizem tecnologias de comunicação remota, compatíveis
com a proposta do curso e do UNINORTE. Não obstante, o aluno deverá atender um
mínimo de tempo de aulas presenciais, definido para cada disciplina de per si.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior – CAPES,
definiu como meta formar 100 mil engenheiros até 2014, o que significa mais que
dobrar o número de formandos de 2008 (47.098). Dos países que compõem o BRIC,
o Brasil é o que menos forma engenheiros. A Rússia forma 190 mil por ano, a Índia
220 mil e a China 650 mil. Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), se
o Brasil crescer a 5%, haverá necessidade de dobrar o número de engenheiros a
cada ano.
Assim sendo, o curso de Engenharia Civil da UNINORTE está focado em
sanar as dificuldades que ameaçam o mercado de construção, como por exemplo, a
falta de mão-de-obra e a velocidade de formação que o mercado exige,
1

minimizando as avaliações quantitativas centradas meramente na acumulação de informações de cunho teórico-doutrinário.  Planos de ensino que propiciem a integração. Articulação do PPC com o PDI e o PPI O Projeto Pedagógico do Curso. o Engenheiro Civil surge como um profissional com formação ampla e diversificada do conhecimento. O curso foi implementado com base nas seguintes diretrizes gerais:  Metodologias de ensino que promovam o desenvolvimento de competências e habilidades requeridas na formação integral do educando e na sua formação para o trabalho. através do desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias que contribuam com a realização dos serviços de infraestrutura. que dará uma contribuição importante para a mudança deste quadro. apoiado em um corpo de professores 2 . Nesse contexto.PDI. abordagens.2.principalmente com a aproximação de grandes eventos. mediante a assistência e atendimento em todos os momentos de sua vida acadêmica. quanto ao referencial teórico-metodológico.PPC. nas diversas carreiras de nível superior.  Avaliação formativa e continuada da aprendizagem. Consciente deste cenário. como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. simultânea. entre teoria e prática. princípios. guarda coerência com o Projeto Pedagógico Institucional. 1. o UNINORTE Laureate International Universities assume o compromisso educacional de preparar seus profissionais que poderão dar uma importante contribuição para o desenvolvimento do Estado. diretrizes. através da atuação destes engenheiros civis. ao lado da oferta de ensino de qualidade. estratégias e ações. transportes e habitações visando a melhoria da qualidade de vida da população.  O educando como centro do processo pedagógico.

 Convênios interinstitucionais para viabilizar a troca de experiências e de informações entre a comunidade acadêmica do Curso. que pretende:  Capacitar profissionais. em parceria com organizações. com o objetivo de conduzir o educando a aprender a ser. para a formação de um perfil profissional 3 .  Participar dos processos de desenvolvimento sócio-econômico de Manaus. por meio de programas e ações de iniciação científica e extensão.  Desenvolver programas de iniciação científica e de extensão. empresas e instituições governamentais ou particulares de Manaus. bibliográficos e tecnológicos adequados. Desta forma. Os princípios metodológicos.qualificados e em recursos metodológicos. e  Oferecer serviços de qualidade. em todas as áreas em que atuar. expressas no PPI e PDI. são consignados no PPC. a comunidade local e regional e organizações brasileiras e estrangeiras. O Curso guarda congruência com a política de responsabilidade social da Instituição. especialmente para a docência em nível superior. no que se refere a sua contribuição em relação à inclusão social. a fazer. especialmente. pósgraduação.  Integração do educando à comunidade social. está compromissado com as metas institucionais.  Sistema organizacional que respeite as individualidades e harmonize a convivência acadêmica. em todos os níveis e categorias. a viver em sociedade e a conhecer. delineados nas diretrizes pedagógicas. em cursos e programas de graduação. para a realização de atividades específicas. nacionais ou estrangeiras.  Manter intercâmbio com instituições congêneres. o Curso mantém coerência com os objetivos da Instituição. ao desenvolvimento econômico e social e à defesa do meio. Além disso.

 Trabalho em equipes multidisciplinares.  Integrar.  Aprendizagem continuada. a Coordenação de Curso é exercida por professor designado pelo Reitor que seja portador de título de pós-graduação stricto sensu sendo exigido o tempo integral de 40 (quarenta) horas de atividades para o exercício desta função. pesquisa e extensão do Curso e representá-lo. 1.3.  Criatividade e inovação.  Integrar.universalista. 4 . Atuação do Coordenador Segundo o Regimento da IES.  Domínio de comunicação e expressão. bem como as resoluções e normas emanadas do Colegiado de Curso. São atribuições do Coordenador de Curso:  Exercer a supervisão e zelar pela qualidade das atividades de ensino. convocar e presidir o Colegiado de Curso. dos órgãos superiores e exercer as demais.  Cumprir e fazer cumprir as decisões. no Estatuto e no Regimento Geral do Centro Universitário. convocar e presidir o NDE do Curso. tais como:  Comportamento humano e ético.  Domínio de procedimentos básicos no uso de microcomputadores e navegação nas redes da tecnologia da informação. mas centrado em especificidades indispensáveis à empregabilidade.  Exercer atribuições que lhe sejam previstas na legislação pertinente.

bem como manter a ordem no desenvolvimento dos trabalhos.  Integrar o Conselho Superior e o Conselho de Ensino. transferências.  Acompanhar a frequência dos docentes.  Tomar decisões ad referendum do Colegiado de Curso. o Coordenador do Curso de Bacharelado em Engenharia Civil tem como função gerenciar o projeto de aprendizagem do Curso.  Emitir parecer nos processos que lhe forem submetidos.  Analisar processos de trancamentos de matrículas. da pesquisa e da extensão. emanada dos órgãos superiores.  Designar secretário para as reuniões.  Exercer o poder disciplinar no âmbito do Curso. e  Delegar competência. aproveitamento de estudos. Pesquisa e Extensão.  Zelar pela qualidade do ensino. em casos de urgência ou emergência comprovados. execução e avaliação das práticas pedagógicas 5 . o que exige ações de articulação e mobilização de todo o corpo docente e discente no desenvolvimento de mecanismos para o planejamento.  Cumprir e fazer cumprir as normas constantes deste Estatuto e do Regimento Geral. Dessa forma.  Desenvolver ações para avaliação permanente das funções do Curso e de suas atividades de apoio técnico-administrativo. Supervisionar o cumprimento da integralização curricular e a execução dos conteúdos programáticos e da carga horária das disciplinas. discentes e do corpo técnico administrativo. adaptações e dependências de disciplinas e atividades.  Sugerir alterações curriculares e medidas que visem ao aperfeiçoamento das atividades do Curso. assim como da legislação pertinente.

em prol da qualidade de todos os serviços que o UNINORTE oferece para a sociedade. bem como a percepção de omissões e equívocos. Lei nº 9.4. incluindo a análise de todas as estruturas da oferta e da demanda.intra e extraclasses. buscando sistematizar informações para analisá-las e interpretá-las com vistas à identificação de práticas exitosas. dos programas de iniciação científica. Sistema Nacional de Avaliação da Educação superior – SINAES – Lei 10. O resultado da avaliação na Instituição baliza a determinação dos rumos do curso e da IES de médio prazo. de 20. tendo sempre em vista o aperfeiçoamento do fazer pedagógico perante IES.773/2006. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. riscos e oportunidades para a organização. e o ambiente interno. o que de fato realiza. que ocorre com o intuito de promover a qualidade da oferta educacional em todos os sentidos. além dos estudos complementares. a fim de evitá-los no futuro. administra e age. Autoavaliação A autoavaliação do curso é realizada em concordância com a Avaliação Institucional do UNINORTE.UNINORTE/LAUREATE. ou seja.CPA.861/2004 e Decreto 5. sendo coordenada pela Comissão Permanente de Avaliação . É um processo a ser desenvolvido pela comunidade acadêmica do Centro Universitário do Norte . partindo do contexto no setor educacional. tendências. das atividades e programas de extensão.12. como se organiza.1996. 1. Nesse processo. Além disso. confirma também sua responsabilidade em relação à oferta de educação superior. ela faz parte da autoavaliação Institucional.394. é considerado o ambiente externo. As orientações e instrumentos propostos na avaliação institucional terão apoio na legislação vigente: Constituição Federal de 1988. Ela constitui um processo pelo qual o curso analisa internamente o que é e o que deseja ser. 6 . nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos. Essa avaliação retrata o compromisso institucional com o autoconhecimento e sua relação com o todo.

Objetivo Geral Com base nas premissas que emanam da Lei 9. capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias. Capacitar o profissional com os conhecimentos generalistas necessários para a realização plena de suas atividades profissionais. projetar. analisar e conduzir sistemas. o curso de Engenharia Civil do Uninorte tem por objetivo: Formar Engenheiros com capacidade de desenvolvimento intelectual generalista.º 11.2.1.  Planejar. humanista. considerando seus aspectos políticos.  Conceber. de 20 de dezembro de 1996. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do Curso de Engenharia Civil são:  Aplicar conhecimentos matemáticos. estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas.5. assim como interpretar os resultados de tais projetos e experimentos. elaborar e coordenar projetos. assim como avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas.  Saber identificar. científicos. tornando-o apto a desenvolver novas tecnologias para atuar criativamente nas demandas sociais do país. ambientais e culturais.1. em atendimento às demandas da sociedade. formular e resolver os problemas que surgirem de engenharia fazendo uso e/ou desenvolvendo novas ferramentas e técnicas. crítica e reflexiva. 1. manutenção de sistemas e serviços referentes à engenharia civil. supervisionar. sociais. tecnológicos e instrumentais direcionados à engenharia civil. Objetivos do Curso 1. de 11 de Março de 2002.5. produtos. 7 . econômicos. com visão ética e humanística.394. processos e experimentos.5. e nas determinações das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Engenharia Civil CNE/CES n.

8 . geotecnia. assim como saber atuar em equipes multidisciplinares com compreensão e aplicação da ética e da responsabilidade profissionais. implantar e operar projetos.  Capacitar seus egressos para elaborar. fiscalizar e supervisionar as atividades profissionais referentes à geomática. avaliando a viabilidade econômica de projetos de engenharia. transporte e meio ambiente. coordenar. construção civil. saneamento. hidráulica. oral e gráfica. hidrologia.  Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e Civil. Saber comunicar-se eficientemente nas formas escrita.

Como também desempenhar cargos e funções técnicas. operação e manutenção de edificações e de infraestruturas. Em suas atividades. reparo e manutenção. avaliação. planejamento. execução e fiscalização de obra e serviço técnico. com visão ética e humanista.6. elaborar orçamentos e cuidar de padronização. cuja formação é generalista. capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias. perícia. econômicos. executa e gerencia projetos que visam ao bem-estar da sociedade e do meio ambiente e a terceira é o perfil específico. que atua na concepção. A formação deste profissional está dividida em três partes: a primeira é o perfil comum. emitindo laudos e pareceres. realizar estudos de viabilidade técnico-econômica. mensuração e controle de qualidade. na qual há compreensão dos elementos e processos concernentes ao ambiente natural e ao construído. planejamento. teóricos e metodológicos da Engenharia e a aplicação desse conhecimento na busca do 9 . e efetuar vistorias. operação. estudo de viabilidade técnico-econômica. elaborar desenho técnico e se responsabilizar por análise. vistoria. com base nos fundamentos filosóficos. a legislação e os impactos ambientais. assessoria e consultoria. construção. ambientais e culturais. divulgação e produção técnica especializada. considera a ética. Com atividades variadas este profissional poderá supervisionar. laudo e parecer técnico. Perfil Profissional do Egresso O profissional egresso do Curso de Engenharia Civil da UNINORTE/LAUREATE é um profissional de formação generalista. a segurança. projeto e especificação. experimentação. projeto. perícias e avaliações. direção.1. coordenar equipes de instalação. a segunda é o perfil profissionalizante do egresso que analisa. montagem. considerando seus aspectos políticos. crítica e reflexiva. executar e fiscalizar obras e serviços técnicos. sociais. ensaio. humanista. estudo. arbitramento. planeja. Além de coordenar e supervisionar equipes de trabalho. estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas. coordenar e fazer orientações técnicas. em atendimento às demandas da sociedade. assistência.

ter conhecimento a respeito das habilidades e competências que o mercado de trabalho considera como sendo os mais importantes para esses profissionais.6. Competências e Habilidades As competências e habilidades. gerenciar pessoas e projetos.desenvolvimento social. mas não são atributos relacionados apenas como esse saber-fazer. Outra definição do termo competência é oriunda da CNE 07/1999 que considera competências como sendo um conjunto de conhecimentos (que muitos denominam saberes). solidariedade. neste caso o Engenheiro. O conhecimento pode ser entendido como simplesmente o saber adquirido pela pessoa. mas também a metodologia utilizada para a formação do principal produto da universidade. capaz de atender às exigências mais modernas do mercado de trabalho. 10 . solucionar problemas e ter uma postura ética e proativa. ao saber-ser (atitudes). participação na tomada de decisões). uma série de aspectos inerentes a um trabalho ético e de qualidade. habilidades e valores. não só os conteúdos. indo além da mera ação motora) e atitudes (saber ser. tem como referência as indicadas na Resolução CNE/CES n° 11/2002. 1. A habilidade refere-se ao saber-fazer.6. O egresso de Engenharia Civil é ainda um profissional capaz de trabalhar em equipe. domínio e permanente aprimoramento das abordagens científicas pertinentes ao processo de produção e aplicação dos conhecimentos adquiridos. Para que ocorra uma boa formação do engenheiro pela universidade é necessário. a serem desenvolvidas no decorrer do Curso de Engenharia Civil para atender o perfil profissional.1. ao saber-agir (práticas do trabalho). 1. realizado por meio da cooperação. As competências e habilidades que o mercado deseja é um parâmetro importante para definir. habilidades (savoir-faire aliado à prática do trabalho. Competências e Habilidades Gerais Segundo MEC (2003) as competências podem ser classificadas em: conhecimentos.1. entendidas como essenciais. ou seja. mas também aos saberes (conhecimento).1. em primeiro lugar. o cidadão.

 planejar. são:  Capacidade de utilização da informática como ferramenta usual e rotineira.  Boa comunicação oral e escrita. Para obter essas competências na universidade é necessária uma formação profissional e principalmente com metodologias pedagógicas diferentes daquelas fornecidas atualmente.  assumir a postura de permanente busca de atualização profissional De acordo com a ABENGE. 11 . supervisionar. treinamento e desenvolvimento de seus engenheiros.  avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia. As habilidades e competências gerais fornecidas pelas Diretrizes Curriculares do MEC da Resolução CNE/CES n° 11/2002 são: Art.  identificar. formular e resolver problemas de engenharia.  conceber.  projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados.  avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas. que está cada vez mais competitivo e onde ocorrem constantes mudanças tecnológicas e organizacionais é o grande desafio dos cursos de engenharia do Brasil e do Mundo. oral e gráfica. projetar e analisar sistemas.  atuar em equipes multidisciplinares. foram identificadas as principais habilidades que as empresas têm adotado como referência para a seleção.Formar um engenheiro contemporâneo.  desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas. produtos e processos. 4º A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:  aplicar conhecimentos matemáticos. científicos. em pelo menos duas línguas.  avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e Civil. elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia.  comunicar-se eficientemente nas formas escrita.  supervisionar a operação e a manutenção de sistemas.  compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional. com as habilidades e competências exigidas pelo mercado de trabalho. tecnológicos e instrumentais à engenharia. CONFEA e FABESP.

 Estudar projetos.  Estudar projetos.2. Formas de Ingresso O Centro Universitário do Norte valoriza o educando proporcionando acesso ao ensino superior pelas seguintes formas:  Processo de Avaliação Contínua – PAC – Processo Seletivo subsequenciado.  Exercício e desenvolvimento do senso crítico. fiscalização e construção de edifícios. Competências e Habilidades Específicas O profissional terá as seguintes competências:  Elaborar trabalhos topográficos e geodésicos. direção. fiscalização e construção das obras relativas a portos.1.  Estudar projetos. orçamentos. direção. estruturas metálicas e estrutura em madeira.  Estudar projetos. capacidade e hábito de pesquisar. planejamentos. infraestrutura e supraestrutura em concreto.  Capacidade de trabalhar em grupo e liderar pessoas.  Criatividade. geotecnia. ingressar em cursos de graduação.6. estruturas. fiscalização e construção das obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas.7. fundações. com todas as suas obras complementares.  Estudar projetos. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano. a que se submetem aqueles que ainda estão cursando o ensino médio e que pretendem após sua conclusão. 12 .  Estudar projetos. direção e fiscalização dos serviços de saneamento. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. 1. direção. e. direção.  Participação em sistemas de educação continuada. 1. Sólida formação cultural e tecnológica. fiscalização e construção de obras de drenagem.

1. ou equivalente e desejam ingressar em curso de graduação. obtendo média final igual ou superior a 4.  Programa Universidade para Todos – PROUNI – Programa do Governo Federal. a seleção de desempenho escolar é feita por meio de processo seletivo e classificatório a que se submetem aqueles que concluíram o ensino médio ou equivalente e que tenham participado do último Exame Nacional de Ensino Médio.  Seleção por Desempenho Escolar – por meio do resultado do Enem.5 (quatro vírgula cinco).  Portador de Diploma de curso superior – pode ser admitido por meio de processo seletivo especial. no qual o UNINORTE está credenciado e que concede bolsas de estudos parciais ou integrais. as vagas remanescentes do PSG. A Transferência poderá ser obrigatória ou facultativa. Destinam-se à matrícula dos graduados.PSG – exame Classificatório a que se submetem aqueles que concluíram o ensino médio. 13 . a classificação dos candidatos dar-se-á por entrevista até o preenchimento das vagas definidas pelo Conselho de Ensino e Pesquisa e Extensão.8. aberto por edital.  Transferência – quando o aluno oriundo de outra IES. No caso da demanda ser superior a oferta. no decorrer do curso de graduação. solicita transferência por meio de solicitação de vaga. usando como base a nota obtida no ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio. Número de Vagas O curso de Engenharia Civil oferece 100 (cem) vagas por ano. Processo Seletivo Geral.

9. Vibrações e Fluidos Redação Técnica Total CÓDIGO DISCIPLINA C40C080 DLC0010 D32A080 L88A080 D36C080 Equações Diferenciais Ordinárias Introdução à Eletricidade e Magnetismo Introdução à Estatística Mecânica Geral Química Geral Total CÓDIGO DISCIPLINA C87C080 L92A080 L90A080 S04C080 L89A080 Cálculo Numérico Fundamentos de Mecânica dos Solos Fenômenos de Transporte Instalações elétricas Resistência dos Materiais Total PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA 5º P44A080 L93A080 P43A080 L95A080 L94A080 Fundamentos da Teoria das Estruturas Hidrologia e Hidráulica Aplicada Introdução à hiperestática Mecânica dos solos Materiais de Construção CARGA HORÁRIA 80 80 80 40 80 40 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 40 80 40 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 80 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 80 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 80 14 .1. Estrutura Curricular PERÍODO 1º PERÍODO 2º PERÍODO 3º PERÍODO 4º CÓDIGO DISCIPLINA P09A080 B04C080 M37A080 DCV0004 DLC0007 B65C040 Álgebra Linear e Geometria Analítica Cálculo Diferencial e Integral Desenho Técnico Introdução à Engenharia Introdução à Mecânica Metodologia do Trabalho Científico Total CÓDIGO DISCIPLINA P11A080 C26A080 L85A080 L86A040 DLC0008 Z72C040 Álgebra dos Espaços Vetoriais Cálculo de Funções de Várias Variáveis Computação Aplicada à Engenharia Desenho técnico na engenharia civil Introdução à Termodinâmica.

Total PERÍODO 6º PERÍODO 7º PERÍODO 8º PERÍODO 9º PERÍODO 10º CÓDIGO DISCIPLINA L99A080 A62C080 L98A080 L98A080 L97A080 Instalações hidráulicas e sanitárias Introdução à administração Técnicas da Construção Civil Teoria das Estruturas Topografia Total CÓDIGO DISCIPLINA MO3A080 M02A080 M01A080 O75A080 B09A040 M06A040 Estruturas em Madeira Estruturas Metálicas Gerenciamento da Construção Civil Infra-estrutura em concreto Introdução as Teorias Econômicas Obras de drenagem Total CÓDIGO DISCIPLINA M07A080 M08A080 M10A080 Z61N080 O76A080 Construção de estradas e obras de terra Fundações e obras de contenção Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Saneamento Supra-estruturas em concreto Total CÓDIGO DISCIPLINA H09C040 DCV0005 A14D040 M13A080 M11A080 M12A080 Empreendedorismo Estágio Supervisionado de Observação Fundamentos Sociológicos Planejamento e Controle de Obras Pontes e Grandes Estruturas Portos e Hidrovias Total CÓDIGO DISCIPLINA M14A080 M05A040 DCV0006 DCV0008 DCV0007 Ergonomia e Segurança Industrial Arquitetura e Urbanismo Estágio Supervisionado de Atuação Optativa Trabalho de Conclusão de Curso Total 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 80 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 40 40 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 80 400 CARGA HORÁRIA 40 80 40 80 80 80 400 CARGA HORÁRIA 80 40 80 40 80 320 15 .

H. Essas disciplinas deverão ser cursadas no 10 0 período. Educação Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Políticas de Educação Ambiental. para atender o Decreto N.795 de 27/04/1999 e o Decreto N°4. Libras Pavimentação 40 40 Atendendo ao Decreto N. Carga Horária das Disciplinas 3680 Estágio Supervisionado de Observação Estágio Supervisionado de Atuação Trabalho de Conclusão de Curso Atividades Complementares Carga Horária Total do Curso 80 80 80 100 4020 Disciplinas Optativas C. caso seja de interesse do acadêmico. 5. de modo a dar flexibilidade ao aluno para construir uma base de conteúdos específicos de seu interesse. previu a inserção de LIBRAS na estrutura curricular como disciplina optativa.H. os mesmos também poderão realizar outra disciplina conforme quadro acima.9.1 Atendimento aos Requisitos Legais e Normativos: Libras. a atual matriz curricular prevê o desenvolvimento de carga horária em disciplinas optativas. 5.626/2005. no entanto.Resumo C. de conteúdos disciplinares e atividades curriculares sobre a 16 . a Resolução CNE/CP N°01 de 17/06/2004. O Curso Engenharia Civil.281 de 25/06/2002.626/2005. As disciplinas que possuem carga horária prática serão realizadas em laboratórios ou visitas técnicas atendendo a demanda do ambiente a serem realizadas as atividades. a disciplina LIBRAS é oferecida como disciplina optativa. a Lei N°9. apresentadas acima. 1. Além das disciplinas obrigatórias.

contemplando os seguintes tópicos: controle. gestão e política ambiental. éticos e sociais. culturais.281 de 25/06/2002. com questões voltadas para a pluralidade Étnico-Raciais foram introduzidas com o objetivo de formar cidadãos com posturas transformadas em nível social. ela é oferecida no décimo período como disciplina optativa. que supera os limites da natureza e envolve a interrelação de aspectos econômicos. foram integralizadas no Curso de Engenharia Civil. cultura e história dos afro-brasileiros. concorrendo com a disciplina Pavimentação. As Políticas de Educação Ambiental. na disciplina: Gestão Ambiental e Responsabilidade Social. 17 . ao lado das indígenas. O Decreto N. tem como objetivo a construção de uma sociedade ambientalmente equilibrada. 5. foi contemplada através da disciplina Fundamentos Sociológicos. justiça social. europeias e asiáticas. cujo tema é trabalhado de forma ampla. gerenciamento de recursos naturais e qualidade ambiental.795 de 27/04/1999 e pelo Decreto N°4. responsabilidade e sustentabilidade. fundada nos princípios de liberdade. No curso de Engenharia Ambiental. políticos. solidariedade. É valido ressaltar que a introdução desses tópicos contempla os objetivos do requisito legal sobre educação ambiental por trabalhar o entendimento do aluno sobre a complexidade ambiental. No Curso de Engenharia Civil. as Políticas de Educação Ambiental. Para tanto. igualdade. previstas pela Lei N°9. de modo transversal. A Resolução CNE/CP N°01 de 17/06/2004 tem como objetivo reconhecer e valorizar a identidade. ser ofertada como optativa. no entanto.626 de 22/12/2005 prevê a inserção da disciplina LIBRAS na Educação Superior podendo. bem como a garantir o reconhecimento e igualdade de valorização das raízes africanas da nação brasileira. de modo transversal. democracia. promovendo a valorização e práticas anti-racistas.Educação Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e. contínuo e permanente.

de 02/07/2007. atividades em biblioteca. conforme dispõe a Resolução nº 3. que dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula. com carga horária total de 4. estudos de caso. 1.680 horas para os conteúdos curriculares. bacharelados. desenvolvidas através de suportes pedagógicos em espaços extraclasse.9.2 Considerações sobre o Currículo A Coordenação e o Núcleo Docente Estruturante do curso. As Atividades Integradoras não são acrescidas à carga horária do docente e não são realizadas nos horários das atividades presenciais. seminários. 160 horas para Estágio Supervisionado. que comporão a carga horária das disciplinas. visitas técnicas. 80 horas para a produção do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e 100 horas para obtenção das Atividades Complementares. de 2 de julho de 2007 – CNE/CES. e dá outras providências. projetos.9. na modalidade presencial e pela Resolução CNE/CES nº 3. Oferece a habilitação de Engenheiro Civil. de 11/03/2002. por meio de efetivo trabalho discente. estudos dirigidos. visto que são atividades acadêmicas desenvolvidas pelos discentes em horários diferentes daqueles 18 . Constituem Atividades Integradoras aquelas que. sob a orientação docente. na forma de Atividades Integradoras.1 Hora Aula X Hora Relógio O curso de Engenharia Civil do Centro Universitário do Norte – UNINORTE define o cumprimento da carga horária total dos seus cursos. com duração mínima de 10 (dez) semestres ou 5 (cinco) anos. que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação. como: oficinas. com a Resolução CNE/CES nº 2. O curso é ministrado nos turnos vespertino e noturno. de 18/06/2007. que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os Cursos Superiores de Graduação em Engenharia.020 horas.2.1. sendo 3. responsáveis pela coordenação da construção coletiva do PPC de Engenharia Civil. entre outros. organizaram a estrutura curricular deste curso em consonância com a Resolução CNE/CES nº 11.

Não podendo ser as mesmas utilizadas para reposição de aulas presenciais não ministradas pelos docentes. Carga Horária de Disciplina curricular dos cursos do UNINORTE e da sua respectiva Atividade Integradora. Carga Horária da Disciplina (CH) Carga Horária de Atividade Integradora (em CH) 40h 7h 80h 14h 120h 20h 19 . As Atividades Integradoras devem ser previstas pelo docente nos Planos de Ensino e detalhadas no Cronograma de Aulas das disciplinas. apropriação teórica)  Desenvolvimento de Projetos  Atividades em Laboratório  Atividades em Biblioteca (pesquisa e elaboração de resultado)  Pesquisas e Atividades de Campo  Oficinas  Preparação  Lista de Seminários de Exercícios  Leitura de texto *Desde que não sejam computadas como carga horária de aula. devendo ser apresentadas pelo professor no primeiro dia de aula da disciplina. Relação de Atividades Integradoras:  Estudos  Visitas Dirigidos Técnicas*  Relatório  Estudos de Caso (caracterização. identificação de variáveis.destinados às atividades presenciais.

inclusive as atividades integradoras. 6º. este núcleo totaliza 1. o núcleo de conteúdos básicos deve corresponder acerca de 37% da carga horária mínima. deverão constar dos Planos de Ensino. Vibrações e Fluidos Álgebra Linear e Geometria Analítica Álgebra dos Espaços Vetoriais Química Geral Introdução à Engenharia Fundamentos Sociológicos Introdução às Teorias Econômicas Introdução à Eletricidade e Magnetismo Introdução à Estatística Fenômenos de Transporte Introdução à Administração Carga Horária (h) 40 40 80 80 40 80 80 80 80 80 80 80 80 40 40 40 80 80 80 80 20 . de Formação Profissional Geral e de Formação Profissional Específica..2. da Res. CNE/CES 11/2002.9. As disciplinas do curso estão divididas em: Disciplinas de Formação Básica. De acordo com o § 1º. assim.520 horas e é composto pelas seguintes disciplinas: Disciplinas do Núcleo de Formação Básica Metodologia do Trabalho Científico Redação Técnica Computação Aplicada à Engenharia Desenho Técnico Desenho técnico na engenharia civil Cálculo Diferencial e Integral Cálculo de Funções de Várias Variáveis Equações Diferenciais Ordinárias Introdução à Mecânica Introdução à Termodinâmica. caracterizando. de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais: a) Núcleo de Formação Básica: é constituído por disciplinas comuns a todos os cursos de Engenharia. com poucas variantes entre as engenharias.. Abrange assuntos de formação básica. 1. do Art. um curso seriado cuja seqüência das disciplinas envolve uma lógica que integra e faz convergir os diversos tipos de conhecimentos. No curso de Engenharia Civil do UNINORTE.2Conteúdos Curriculares O curso de Engenharia Civil do UNINORTE tem a sua organização curricular definida em semestres pré-estabelecidos.Todas as atividades acadêmicas realizadas pelos alunos. bem como serem descritas pelos professores no sistema de registro acadêmico da Instituição.

6º.. do Art. O § 3º. este núcleo totaliza 1. para este conjunto. No curso Engenharia Civil do UNINORTE.Mecânica Geral Resistência dos Materiais Total 80 80 1520 horas b) Núcleo de Formação Profissional: disciplinas com conteúdos técnicos básicos da área de Engenharia Civil. da Resolução CNE/CES 11/2002 exige 15% da carga horária mínima..120 horas e é formado pelas disciplinas listadas no quadro abaixo: Disciplinas do Núcleo de Formação Profissional Cálculo Numérico Fundamentos de Mecânica dos Solos Mecânica dos Solos Instalações elétricas Introdução à Hiperestática Materiais de Construção Técnicas da Construção Civil Teoria das Estruturas Topografia Saneamento Fundamentos da Teoria das Estruturas Hidrologia e Hidráulica Aplicada Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Ergonomia e Segurança do Trabalho Total Carga Horária (h) 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 1120 horas 21 .

Podendo se observar (ver Figura 1) que os conteúdos básicos. exibe as distribuições dos conteúdos básicos. O Art. a carga horária deste grupo alcança 1.380 horas. 22 . desta forma. No curso Engenharia Civil do UNINORTE. 6º. profissionalizantes e específicos correspondem. da Resolução CNE/CES 11/2002 determina que este grupo seja composto pelo restante da carga horária total do curso. 24% e 35% da carga horária total exigida do curso. a 41%. 6º.c) Núcleo de Formação Específica: este grupo se constitui em extensões e aprofundamentos de conteúdos do núcleo profissionalizantes. Disciplinas do Núcleo de Formação Específica Estruturas em Madeira Estruturas Metálicas Infra-estrutura em Concreto Obras de Drenagem Construção de Estradas e Obras de Terra Supra-estrutura em Concreto Pontes e Grandes Estruturas Arquitetura e Urbanismo Pavimentação Trabalho de Conclusão de Curso Gerenciamento da Construção Civil Planejamento e Controle de Obras Empreendedorismo Instalações Hidráulicas e Sanitárias Fundações e Obras de Contenção Estágio Curricular de Atuação Estágio Supervisionado de Observação Portos e Hidrovias Atividades Complementares Total Carga Horária (h) 80 80 80 40 80 80 80 40 40 80 80 80 40 80 80 80 80 80 100 1380 horas A estrutura curricular do curso de Engenharia Civil do UNINORTE proposta para atender os objetivos do curso e o perfil desejado do egresso da instituição apresentado na tabela seguinte. profissionalizantes e específicos. atendendo. as especificações da Resolução CNE/CES nº 11. respectivamente. de 11/03/2002 referente às diretrizes dos cursos de engenharia definida em seu Art.

2.9. objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho. que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior. O Estágio Curricular apresenta-se de duas maneiras.3 Estágio Curricular É considerado Estágio Curricular o ato educativo escolar supervisionado. além de integrar o itinerário formativo do educando.Figura 1: Distribuição dos Conteúdos de Formação por Período 1. com orientação 23 .UNINORTE. O Estágio Curricular visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular. sendo uma etapa de aplicação do conhecimento e do aperfeiçoamento de habilidades numa situação real. princípios e referências teórico-práticos assimilados entre a teoria e prática. a saber: a) Estágio Curricular Obrigatório O estágio curricular obrigatório deve ser realizado em empresas ou instituições conveniadas com o Centro Universitário do Norte . Ele é contemplado como um procedimento didático que conduz o aluno a situar. desenvolvido no ambiente de trabalho. observar e aplicar. criteriosa e reflexivamente. O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso.

b) Estágio Curricular Não Obrigatório O Centro Universitário do Norte. tendo a IES o direito de não assinar qualquer convênio de estágio que não esteja de acordo com a referida lei. totalizando 160h horas. 24 . Em parceria com as coordenações dos cursos. O recrutamento desses alunos para o estágio é realizado através do Banco de currículo (conhecido como Chance) que o UNINORTE possui. O estudante que realiza atividades profissionais em Organizações . as competências e habilidades a serem desenvolvidas. e em obediência plena ao que prescreve a Lei 11. com 80h horas.788/2008. nesta modalidade. em parceria com os seguintes agentes de integração: Instituto Euvaldo Lodi – IEL. pode requerer o aproveitamento para fins de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Engenharia Civil do UNINORTE. devendo apresentar programação previamente definida em razão do processo de formação do estudante. o UNINORTE dispõe de uma Central de Empregabilidade que fomenta a colocação dos discentes nas vagas ofertadas pelas empresas. a Central de Empregabilidade faz um acompanhamento da vida acadêmica dos alunos estagiários durante cada semestre. além da divulgação das vagas por cartazes.Núcleos de Extensão do UNINORTE e Programas de Iniciação Científica.docente e supervisão local. Para gerenciar esta atividade.UNINORTE autoriza a realização de estágio não-obrigatório aos seus alunos. desde que regularmente matriculados e em atividades correlatas ao curso. A realização do Estágio Supervisionado dar-se-á através do desenvolvimento de atividades que representem aplicação da prática das disciplinas já cursadas. Atualmente o UNINORTE trabalha. respectivamente. os objetivos do curso.em áreas correlatas ao seu curso . pelo site do UNINORTE e pela caixa postal dos alunos. considerando o perfil do egresso. com intuito de mantê-los estudando e ao mesmo tempo estagiando de acordo com que rege a Lei sobre estágios. As atividades do Estágio Supervisionado no curso de bacharelado em Engenharia Civil serão desenvolvidas no 9º e 10º semestre.

atendendo as normas específicas para este fim. possibilitando socialização de saberes coletivos entre a universidade e a sociedade. Em seguida. mas complementando a formação com a 25 . o aluno será fará a opção pela área e contará com um orientador para acompanhá-lo no desenvolvimento do seu trabalho. de 11 de março de 2002. bem como os professores envolvidos em cada área. O professor da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresenta ao aluno as diversas áreas de conhecimento (incluindo as pesquisas em andamento) da Engenharia Civil que são desenvolvidas no UNINORTE. o aluno deve apresentar o trabalho de conclusão desenvolvido individualmente. Desta maneira. para uma banca examinadora que será composta por professores do curso de áreas afins do UNINORTE. Centro de Integração Empresa -Escola.9. Resolução CNE/CES 11. Ao final do período. conforme descrito a seguir.NUBE. este tópico das Diretrizes Curriculares é contemplado.2. 11º das Diretrizes Curriculares dos cursos de Engenharias. O aluno deverá estar matriculado no 10º período.5Atividades de Extensão As Atividades de Extensão no curso de Engenharia Civil configuram-se como ações contínuas de caráter educativo.9.2. “É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e integração de conhecimento.4 Trabalho Temporário S/A vidas.“ No Curso de Engenharia Civil do UNINORTE. visa reafirmar a extensão universitária como prática acadêmica.Núcleo Brasileiro de Estágio Ltda. preparando seus profissionais não somente com a estratégia do ensino-transmissão. entendendo-a como indispensável para a formação de profissionais cidadãos permitindo socializar e democratizar os conhecimentos. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC Conforme Parágrafo Único do Art.CIEE. Gelre 1. 1. social e cultural.

de modo geral. 26 . respondendo às necessidades locais. Assim. todos em consonância com as propostas apresentadas pelas coordenações de cursos.  Curso de Treinamento e Qualificação Profissional. e estão voltadas a diferentes áreas do conhecimento.  Curso.  Evento. A orientação metodológica do currículo do Curso de Engenharia Civil supõe a articulação das atividades básicas do ensino superior: ensino-pesquisa e extensão. de acordo com o Plano Nacional de Extensão. internas e externas. são coordenadas pela Diretoria de Extensão. As atividades de Extensão do Curso de Engenharia Civil são planejadas e executadas atendendo às demandas internas e externas. relevantes para a formação acadêmica e profissional do discente. O UNINORTE classifica as ações de Extensão. pretende-se o envolvimento de professores e estudantes em ação de extensão desde o início do curso. por meio de programas que acontecem ciclicamente através de projetos específicos.  Curso de atualização.  Curso de iniciação.  Projeto.  Prestação de serviços. viabilizando a relação transformadora entre universidade e sociedade.  Produção e publicação.estratégia do ensino/aplicação. e/ou representantes da sociedade. As atividades de extensão no UNINORTE/LAUREATE. conforme descrito abaixo:  Programa.

a integração e a correlação entre as várias áreas do conhecimento. Estes deverão selecionar. mas a interdisciplinaridade. sobre o problema que se quer solucionar. de Ensino de Graduação. que implicam na necessidade de uma articulação permanente entre as Diretorias de Extensão. o tema que articulará os conteúdos. e Pós-Graduação e Pesquisa e de seus respectivos programas.  Visitas técnicas. Nacionais e Internacionais. possibilitando ao acadêmico a construção de um quadro 27 . diversas e significativas atividades a cargo dos professores. A Organização do conhecimento por meio de ações e procedimentos com várias metodologias. As atividades são prioritariamente exercidas pelo corpo discente. O currículo do curso de Engenharia Civil está fundamentado na interdisciplinaridade a fim de proporcionar a articulação das várias disciplinas. 1. pode-se destacar:  Cursos de extensão.Dentre as atividades desenvolvidas no curso. os conceitos e as relações da rede pretendida.9. composta por elementos a serem apreendidos.  Produção Científica.6Interdisciplinaridade É característica dos tempos que vivemos não apenas a integração econômica e político-cultural. a partir da disciplina ministrada.  Eventos Científicos na área como Congressos Regionais. sob a orientação e coordenação de seus professores.  Projetos de pesquisas. pelo esforço de compreensão da totalidade. um foco mais preciso sobre o objeto de análise e estudo.2. É essa visão holística que propicia.  Semana de Engenharia.  Palestras.

a oferta de disciplinas integrantes do currículo que utilizem a modalidade semi presencial.10. 1. Atividades Complementares As Atividades Complementares compõem um dos aspectos constitutivos das DCN – Diretrizes Curriculares Nacionais e devem ser necessariamente respeitadas pelas IES – Instituições de Ensino Superior.1. As disciplinas na modalidade EAD (no limite de até 20% de carga horária do curso) serão ofertadas integral ou parcialmente e serão organizadas de modo a atender aos princípios de autoaprendizagem. após o processo de reconhecimento. poderá utilizar na sua organização pedagógica e curricular. a prática de estudos e atividades independentes. Assim. com base no Art. As Atividades Complementares são compreendidas como componentes curriculares enriquecedores do perfil do egresso. possibilitando o reconhecimento. 81 da Lei no 9. de 10 de fevereiro de 1998. especialmente nas relações com o mercado de trabalho e com ações de extensão junto à comunidade. o curso. 1.394.teórico-prático mais significativo e próximo dos desafios presentes na realidade profissional.10. pesquisa e extensão.9. de 10 de dezembro de 2004.2. por avaliação de habilidades e competências do estudante. transversais. mediados por recursos didáticos que utilizem tecnologias de comunicação remota compatível com a proposta do curso e da instituição.7Disciplinas do Ensino a distância (EAD) De acordo com a Portaria no 4. na qual atuará depois de concluída a graduação.059. As Atividades Complementares desenvolvidas durante o curso abrangem as modalidades de ensino. Estímulo às Atividades Acadêmicas 1. de interdisciplinaridade e demais associações entre disciplinas. serão consideradas atividades complementares: 28 . opcionais.

 Atividades Solidárias (Voluntário).  Artigos Completos.  Cursos de Idiomas. O Curso de Engenharia Civil incentiva a monitoria institucional e voluntária.2.  Projeto de Pesquisa (autoria e execução). 29 .  Cursos Profissionalizantes e/ou Acadêmicos (ouvinte). Outras atividades não referidas poderão ser computadas. reconhecendo-a como uma atividade complementar na formação acadêmica.  Cursos (ministrado por Docentes).  Palestra (facilitador ou ouvinte).  Seminários.10. Monitoria O programa de monitoria do UNINORTE visa à incorporação do aluno em atividades auxiliares as tarefas docentes.  Eventos Culturais (participante). 1. Semana e oficinas em Engenharia Civil e áreas afins (ouvinte). mini cursos. desde que devidamente aprovadas pela Coordenação de Curso.  Estágio extracurricular. oportunizando a consolidação da sua formação acadêmica e a melhoria da qualidade de aprendizagem e qualificação pessoal do discente.  Defesa de Monografia/dissertação/tese (ouvinte).  Monitoria.  Visitas Técnicas (participante do grupo).  Eventos Científicos (organização ou participante).  Disciplina Optativa (ouvinte).

passamos a Centro Universitário e a visão de pesquisa ampliou-se. possibilita que novos conhecimentos. adquiridos através da pesquisa sistematizada. contribuindo para que a universidade se envolva integralmente com o desenvolvimento das atividades científicas e propicie uma formação global aos seus alunos.  Acompanhamento constante das atividades dos monitores pelo professor/orientador que tem a responsabilidade de encaminhá-lo em sua iniciação na atividade docente no ensino superior. proporcionando assim uma integração direta entre os cursos de graduação e pósgraduação.10. Além destes aspectos.  Os monitores são selecionados considerando. ainda que relacionadas às ações de docência. Programa de Iniciação Científica (PIC) A Iniciação Científica é um instrumento de formação que permite introduzir. os estudantes de graduação potencialmente mais promissores. na pesquisa científica.Os principais critérios para execução do Programa de Monitoria do Curso de Engenharia Civil são:  Os alunos do Curso de Engenharia Civil são incluídos no programa a partir do previsto no plano anual de monitoria institucional. se disseminem nos cursos de graduação.  Não é permitida a regência de classe não assistida pelo professor/orientador. verificou-se a necessidade de criarmos núcleos de pesquisa com linhas de 30 . seu rendimento na disciplina durante o curso e o seu desempenho na prova de seleção.3. 1. Ao lado disso. seção 1. bem como o envolvimento do monitor em quaisquer atividades administrativas. página 12 de 15 de abril de 2004. A partir disso. O Programa de Iniciação Científica prepara não só melhores profissionais para o mercado de trabalho como também aprimoram o alunado de pós-graduação. além da sua disposição em iniciar-se na carreira docente de nível superior. são considerados o seu coeficiente de rendimento e o fato de estar cursando no mínimo o 3º (terceiro) período. Com a autorização do MEC. por meio da Portaria 995 de 14 de abril de 2004 publicada no Diário Oficial nº 72.

a bolsa de Iniciação Científica é também um instrumento de fomento à formação de recursos humanos. É um estímulo ordenado. bem como o que foi proposto no Plano de Desenvolvimento Institucional . que é uma modalidade de financiamento seletivo para incentivar a participação dos acadêmicos em projetos desenvolvidos pelos pesquisadores no contexto da graduação ou em integração com a pós-graduação.pesquisas definidas que pudessem desenvolver projetos de interesse de cada área da graduação. meio e fim e cujos resultados são atingidos pelo aluno em função da execução de um plano de trabalho. conforme descrito abaixo: 31 . Possuindo hoje quatro núcleos de pesquisa:  Ciências Exatas e Tecnologia  Ciências Administrativas e Jurídicas  Ciências Biológicas e da Saúde  Ciências Humanas e Sociais O UNINORTE possui Política de Pesquisa estabelecida pela Diretoria de PósGraduação e Pesquisa e aprovada em Conselho de Ensino. O Programa de Iniciação Científica do UNINORTE/LAUREATE contempla dois tipos de bolsas. estabelecendo-se assim. mediante a participação no desenvolvimento de uma investigação que tem início. A política de Iniciação Científica do UNINORTE/LAUREATE possui um sistema de bolsas. Pesquisa e Extensão – CONSEPE e o Curso Superior em Engenharia Civil do UNINORTE/LAUREATE.PDI (2007-2011). Deste modo. conforme o regimento geral de pesquisa da IES. grupos e linhas de pesquisa que possuam professores/pesquisadores em condições de orientar os seus alunos na iniciação científica. Na política de Pesquisa do UNINORTE/LAUREATE foram estabelecidos os Núcleos Integrados de Pesquisa (NIP). segue as normas da instituição. o início da prática de pesquisa institucional. metódico e criterioso de formação da mentalidade científica. uma financiada pela Instituição (PROBIC) e outra financiada pelas agências de fomento a pesquisa conveniadas (PIBIC). que poderão propor ao Comitê de Pesquisa do UNINORTE/LAUREATE (CPU).

matemáticas e estatísticas como suporte à formação. COMPETÊNCIAS ESTABELECIDAS NAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DISCIPLINAS/UNIDADES CURRICULARES Aplicar conhecimentos matemáticos. recuperação e melhoria de qualidade do ambiente. Programa de Bolsa de Iniciação Científica do UNINORTE/LAUREATE (PROBIC): é um programa interno. garantindo a formação de profissional com as habilidades e competências definidas no perfil do egresso da seguinte forma:  Competências Profissionais Gerais: incluem-se os processos.11. 32 .  Álgebra dos Espaços Vetoriais científicos. 1. à proteção. os métodos e as abordagens físicas. Componentes Curriculares que trabalham as Competências e Habilidades estabelecidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais. As áreas do conhecimento propostas levarão em conta a formação global do profissional tanto técnico-científica quanto comportamental. individual e continuada. sendo institucionalizado por Portaria expedida pelo Magnífico Reitor do UNINORTE/LAUREATE. Também estão incluídas disciplinas relacionadas. e servindo de incentivo à formação de novos pesquisadores. em todas as áreas do conhecimento. químicas. como um todo. destinado exclusivamente a alunos dos cursos de graduação do UNINORTE/LAUREATE.  Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC): o PIBIC é um programa centrado na iniciação à pesquisa de novos talentos. aos processos de meio ambiente. mérito científico e orientação adequada. financiado com recursos da própria instituição. Coerência do Currículo com as Diretrizes Curriculares Nacionais A Organização Curricular proposta atende às Diretrizes Curriculares Nacionais e nos núcleos de formação orienta a construção do conhecimento. tecnológicos e instrumentais à  Álgebra Linear e Geometria Analítica engenharia. privilegiando a participação ativa de bons alunos em projetos de pesquisa com qualidade acadêmica. Os componentes curriculares que trabalham estes conteúdos são: Tabela 1.

 Cálculo de Funções de Várias Variáveis
 Cálculo Diferencial E Integral
 Cálculo Numérico
 Computação Aplicada à Engenharia
 Desenho Técnico
 Desenho Técnico na Engenharia Civil
 Equações Diferenciais Ordinárias
 Introdução à Eletricidade e Magnetismo
 Introdução à Estatística
 Introdução à Mecânica
 Introdução à Termodinâmica, Vibrações e Fluidos
 Introdução às Teorias Econômicas
 Metodologia do Trabalho Científico
 Química Geral
 Resistência de Materiais
 Mecânica do solos
Projetar e conduzir
interpretar resultados;

experimentos

e  Fundamentos de Mecânica dos solos
 Introdução à estatística
 Materiais de construção
 Estruturas em Madeira
 Estruturas Metálicas

Conceber, projetar e analisar sistemas,  Pontes e Grandes estruturas
produtos e processos;
 Fundações e contenções de obras
 Obras de drenagem
 Portos e Hidrovias
 Técnicas da Construção Civil
Planejar, supervisionar,
coordenar projetos e
engenharia

elaborar e  Gerenciamento da Construção Civil
serviços de  Planejamento e Controle de Obras
 Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
 Portos e Hidrovias
 Introdução a estatística
 Mecânica dos solos

Identificar, formular e resolver problemas  Materiais de Construção
de engenharia
 Estruturas metálicas
 Estruturas em Madeira
Desenvolver

e/ou

utilizar

 Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
novas  Empreendedorismo

33

 Introdução à administração
 Teoria das Estruturas

ferramentas e técnicas

 Estruturas Metálicas

Supervisionar
a
operação
manutenção de sistemas

e

a

 Estruturas em Madeira
 Gerenciamento da construção civil
 Planejamento e controle de obras

 Técnicas da Construção Civil
Avaliar criticamente a operação e a
 Gerenciamento da construção civil
manutenção de sistemas
 Introdução a engenharia
Comunicar-se eficientemente nas formas
 Metodologia do Trabalho Científico
escrita, oral e gráfica
 Redação Técnica
 Introdução a engenharia
 Hidrologia e Hidráulica aplicada
 Instalações hidráulicas e sanitárias

Atuar em equipes multidisciplinares

 Arquitetura e urbanismo
 Pontes e Grandes Estruturas
 Empreendedorismo
 Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
Compreender e aplicar a ética e a  Introdução à engenharia
responsabilidade profissional
 Fundamentos Sociológicos
 Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
Avaliar o impacto das atividades da  Arquitetura e Urbanismo
engenharia no contexto social e Civil
 Saneamento

Avaliar a viabilidade
projetos de engenharia

econômica

de

 Planejamento e controle de obras
 Gerenciamento da Construção
 Introdução às Teorias Econômicas
 Planejamento e controle de obras

b) Competências Profissionais Específicas: incluem-se os conteúdos (teóricos e
práticos) das disciplinas voltadas ao conhecimento das estruturas, estruturas em
madeira, estruturas metálicas, pontes e grandes estruturais, portos e hidrovias e
planejamento e gerenciamento de obras, de modo a conhecer, projetar e fiscalizar
serviços referentes a essas áreas da engenharia civil.

34

1.12. Coerência do Currículo com os Objetivos do Curso
O currículo do Curso Superior de Engenharia Civil está coerente com os
objetivos do curso, com o compromisso do Centro Universitário do Norte e com a
região onde está inserido. Orienta a formação de profissionais com senso de
realidade global, nacional, regional e local, com qualificação para compreender
assuntos econômicos, científicos, tecnológicos e sociais voltados para demandas da
construção civil local com responsabilidade sócio-Civil e cidadania, de forma que o
Curso possa formar cidadãos que possam construir e transformar o ambiente urbano
levando em conta os princípios da sustentabilidade ambiental.
O inter-relacionamento entre as disciplinas do curso leva o egresso ao
cumprimento dos objetivos do curso. O quadro seguinte relaciona os objetivos
propostos para o curso e as respectivas atividades acadêmicas desenvolvidas ao
longo do currículo que atinge tais objetivos:
Tabela 2. Atividades Acadêmicas relacionadas aos objetivos do curso de Engenharia Civil.
OBJETIVOS DO CURSO

ATIVIDADES ACADÊMICAS RELACIONADAS
 Álgebra dos Espaços Vetoriais
 Álgebra Linear e Geometria Analítica
 Cálculo de Funções de Várias Variáveis
 Cálculo Diferencial E Integral
 Cálculo Numérico

Aplicar conhecimentos

 Computação Aplicada à Engenharia

matemáticos, científicos,

 Desenho Técnico

tecnológicos e instrumentais

 Desenho Técnico na Engenharia Civil

direcionados à engenharia civil;

 Equações Diferenciais Ordinárias
 Introdução à Eletricidade E Magnetismo
 Introdução à Estatística
 Introdução à Mecânica
 Introdução à Termodinâmica, Vibrações e Fluidos
 Introdução às Teorias Econômicas

Conceber, projetar, analisar e

 Metodologia do Trabalho Científico
 Estruturas em Madeira

conduzir sistemas, produtos,

 Estruturas Metálicas

processos e experimentos, assim

 Pontes e Grandes estruturas

35

 Fundações e contenções de obras  Infra-estrutura em concreto  Supra-estrutura em concreto como interpretar os resultados de tais  Materiais de construção projetos e experimentos. proporcionando integração de diferentes áreas do conhecimento humano que possuam interface direta ou indireta com o meio ambiente. manutenção de  Arquitetura e urbanismo  Técnicas da Construção Civil  Gerenciamento da Construção Civil  Planejamento e Controle de Obras sistemas e serviços referentes a engenharia civil. assim como saber atuar em equipes multidisciplinares com compreensão e aplicação da ética e da responsabilidade profissionais.  Mecânica dos solos  Teoria das Estruturas  Hidrologia e Hidráulica aplicada  Instalações hidráulicas e sanitárias Planejar. PERFIL DO EGRESSO ATIVIDADES ACADÊMICAS RELACIONADAS 36 . assim como avaliar  Saneamento criticamente a operação e a manutenção  Introdução à administração de sistemas. o aperfeiçoamento e a atualização técnico-científica que permitam elaborar e prover soluções que busquem o desenvolvimento de atividades humanas com o meio físico e com os ecossistemas. supervisionar.13. Coerência do Currículo com o Perfil do Egresso O currículo do Curso Superior de Engenharia Civil apresenta uma proposta multi e transdisciplinar. Tabela 3. Conteúdos Curriculares que trabalham a formação do perfil do egresso. oral e gráfica.  Introdução às Teorias Econômicas  Topografia  Empreendedorismo Saber comunicar-se eficientemente nas formas escrita.  Introdução a engenharia  Metodologia Científica  Redação  Empreendedorismo  Saneamento  Gestão ambiental e Responsabilidade Social 1. elaborar e coordenar projetos.

Gerenciar pessoas e projetos capacidade de trabalhar em equipe e  Fundamentos Sociológicos  Gestão Ambiental e Responsabilidade Social  Introdução à Engenharia  Ergonomia e Segurança Industrial 37 . perícias e avaliações. emitindo laudos e pareceres  Redação e Metodologia do Trabalho cientifico  Saneamento  Planejamento e Controle de Obras  Saneamento  Ergonomia e Segurança Industrial  Gerenciamento da Construção Civil  Introdução à Administração V. Estágio Supervisionado de Atuação  Estágio Supervisionado de Observação  Coordenar e supervisionar equipes de trabalho  Fundamentos Sociológicos  Gestão Civil e Responsabilidade Social  Introdução à Engenharia  Gerenciamento da Construção Civil  Planejamento e Controle de Obras  Técnicas da Construção Civil  Realizar estudos de viabilidade técnicoeconômica  Gestão Ambiental e Responsabilidade Social  Introdução às Teorias Econômicas  Planejamento e Controle de Obras  Técnicas da Construção Civil  Materiais de Construção  Fundamentos de Mecânica dos Solos  Saneamento  Fundações e obras de contenção  Executar e fiscalizar obras e serviços técnicos.  Obras de Drenagem  Infra-estrutura em concreto  Supra-estrutura em concreto  Estruturas Metálicas  Estruturas em Madeira  Topografia  Pontes e Grandes Estruturas  Portos e Hidrovias  Gestão Ambiental e Responsabilidade Social IV.Efetuar vistorias.

S. 1990. BOULOS. 3ª ed. Metodologia do Trabalho Científico. Geometria Analítica. Álgebra Linear: Teoria e Problemas.F.. Liderança Estimulada principalmente em atividades de prática profissional. I. 3ª ed. Sistemas de Equações Lineares. São Paulo: Atual. DOMINGUES. H. J. Ementáriox 1º PERÍODO Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Álgebra Linear e Geometria Analítica Matrizes. 3ª edição.H. 2006. COSTA. RORRES. Tomada de decisão No decorrer de todo o curso. STEINBRUCH. H. S. Integração. LIPSCHUTZ.. Limites.. A.Ter capacidade de atender às exigências mais modernas do mercado de trabalho. 1987. Álgebra Linear com Aplicações.. VIII. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. 2001. Distâncias e Interseções. C. R. São Paulo: McGraw-HillMakron Books. Funções. B. Comunicação Estimulada através das disciplinas: Introdução a Engenharia.L. 1980. KOLMAN. Cálculo Diferencial e Integral Números reais. 1994. CAMARGO. Rio de Janeiro: LTC. 4ª edição. o aluno é colocado diante de situações de práticas profissionais.. Coleção Schaum. P. 6ª edição.  Empreendedorismo  Gestão Ambiental e Responsabilidade Social  Introdução à Engenharia VII.14. Álgebra Linear. 7ª ed.. Álgebra Linear com Aplicações. Redação Técnica. Porto Alegre: Bookman. Estágios Supervisionados de Observação e Atuação ministradas no decorrer do Curso. pois sinalizam um bom preparo do profissional que deve estar pronto para atuar em situações em que necessitem de decisões rápidas e senso de liderança. São Paulo: Makron Books. A. São Paulo: McGraw-Hill-Maron Books. 1999. C.. Técnicas 38 . BOLDRINI.C. Geometria Analítica: Um Tratamento Vetorial. 1. LEON. 8ª edição. Ângulos.. de forma a estimular a tomada de decisões adequadas que levem em consideração: a ética e a coerência social. Equações da Reta e do Plano.VI. IX.. Rio de Janeiro: LTC. Derivadas. J. Álgebra Linear e Aplicações. Vetores. Geometria Analítica Plana. ANTON. 2008. São Paulo: Harbra. Cálculo de Determinantes. CALLIOLI.

Retas.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina de integração. CARVALHO. L. 2008. LEAKE. STEWART. S. VIERCK. Escalas Normalizadas.. HOFFMANN. ed.1. 6ª ed.. 2006. Cálculo das Funções de Uma Variável . Representação de Peças Prismáticas. L. C. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. R. Projeções de pontos. São Paulo: Thomson Pioneira. Curitiba: Editora Juruá. F. A. SCARATO. Rio de Janeiro: LTC. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil. G. São Paulo: Harbra. BRADLEY. D. BORGERSON. 3ª ed. Um Curso de Cálculo . Desenho Geométrico. 2009. H. 2000. B. 1ª ed. 4ª ed. ANTON. l. RIBEIRO. SILVA. Desenho técnico para engenharias.1. 534p. 1 ed. 2007. Cálculo com Geometria Analítica – V. G. R. Desenho Arquitetônico: Para Cursos Técnicos de 2ª Grau e Faculdades de Arquitetura.. 1998. São Paulo. P. Manual de desenho técnico para engenharia . Derivação e Integração. E. FRENCH.. 1093 p MONTENEGRO. Nomenclatura das Linhas e Emprego. 2000. G. Desenho técnico e tecnologia gráfica. D. Rio de Janeiro: LTC. 2002. J. J. EDWARDS.H. ÁVILA. 7ª ed. Limite. Representação de Peças Cilíndricas.V. Desenho Técnico Mecânico Volume 1. Cálculo A: Funções.. Cortes.desenho. HOSTETLER. 4ª ed. DIAS. São Paulo: Hemus. 6..1. M. 2008.1. C. Porto Alegre: Bookman. Perspectivas. 2001. Cálculo: Um Curso Moderno e Suas Aplicações. Cálculo – V. Planificação. L. Construções Geométricas. RIBEIRO. 4ª ed. 2006. D. J.A. 7ª ed.1. São Paulo: Edgard Blücher. T. Secções. Material Básico e sua utilização. B. Projeções Ortogonais (Vistas). GONÇALVES.E. G. .. 2008 . LARSON.. Introdução à Engenharia 39 . Desenho Técnico Moderno. Rio de Janeiro: LTC.V. POZZA. 2008. B. R. Cotas.. Cálculo com Aplicações. Desenho Técnico Introdução a Metodologia de Projetos. FLEMMING.. modelagem e visualização. 6ª ed. Comunicação Gráfica Moderna. 2008. Cálculo: Um Novo Horizonte – V.T. PAPAZOGLOU. 6ª ed. Formatos de Papel e Margens... Rio de Janeiro: LTC. 2010. Rio de Janeiro: LTC. São Paulo: Globo. Desenho de Peças Planas. C. M. 196p MANFÉ. R. A. G. J. Rio de Janeiro: LTC.P. l. GIESECKE. H. Porto Alegre: Bookman. 5ª ed. 2005. J. LEITHOLD.. GUIDORIZZI. Figuras Planas e Sólidos Geométricos. SOUSA. E.

V. Busca de Soluções.Do positivismo à construção das mudanças para o século XXI. SPJUT.M. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. JEWETT Jr.T. 2010. D. Ciência e Tecnologia. Introdução à Mecânica Estática da Partícula: 1ª. A. 1ª ed. K.. Física . S. TIMM. M. YOUNG. Atividades de Laboratório. M. REECE. BAZZO. P. O Projeto de Engenharia: Formulação. W. GROTE.1. J. H.. 3ª ed. W....Hall. V. 1 ed. Simulação e Otimização. Curso de Física Básica 1 . M. B.. e 3ª.D. J. ZARO. Fatores Relativos ao Projeto. NUSSENZVEIG. 2008. 4ª ed. Pesquisa Tecnológica. 2006. Física . São Paulo: Edgard Blücher.. Gravitação. 2ª ed. 2006. BEITZ. DYM. SEARS. São Paulo: Empório do Livro.. YOUNG. R. Projeto na Engenharia. Edgard Blucher.A. OLIVEIRA NETTO. Cinemática da Rotação. C. Trabalho. RESNICK.. A. 2010.. ALONSO. Introdução à Engenharia: modelagem e solução de problemas.1997. JEWETT Jr. 3ª ed. Introdução à Engenharia.V.D. Dinâmica da Rotação. Florianópolis: UFSC. M. W. LINSINGEN.Um curso universitário . 1ª ed. 2ª ed. HOLTZAPPLE. Rio de Janeiro: LTC. 40 . J. F. W. A. Florianópolis: Visual Books. BROOKMAN. E. 2006. Energia e Conservação da Energia. A.. Física I – Mecânica. A. Modelagem. PEREIRA. 2008. Educação Tecnológica: Enfoques para o ensino da engenharia.Mecânica..2. São Paulo: Edgard Blücher.. 2005. SERWAY. V1 . T. I.1. BAZZO. D. K. Rio de Janeiro: Prentice. I. São Paulo: Thomson Pioneira..V. H. Princípios de Física – V. Introdução à Engenharia: conceitos. Rio de Janeiro: LTC. KRANE.W. FELDHUSEN. Análise. Velocidade Instantânea.. Princípios de Física: Mecânica Clássica. UFSC. M.T.V. Rio de Janeiro: LTC.. Rio de Janeiro: LTC. Porto Alegre: Bookman. ferramentas e comportamentos. R. J. SERWAY. Dinâmica da Partícula: Conservação do Momento Linear. R. Física. L.J. 2011. E. PEREIRA. L. 2010.Mecânica. ZEMANSKY. Ensino de Engenharia . ORWIN. A Engenharia e a Sociedade. HALLIDAY. Cinemática da Partícula: Velocidade Média. R. Movimento em uma Dimensão e Movimento em um Plano. PAHL.. 2ª ed. Decisão e Apresentação Final. R. FREEDMAN. Introdução à Engenharia: uma abordagem baseada em projeto. W. A. SCHNAID. H. O Engenheiro e os Processos de Comunicação. FINN. 1972. 2008. W. LITTLE. Introdução à Engenharia de Produção..Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar História da Engenharia. L. Colisões... G. 2005. A.V1. 2002. O Engenheiro. F. Leis de Newton e Condições de Equilíbrio. E.

1996. 8ª ed.. M. Rio de Janeiro: Interciência. Métodos científicos: Indutivo. Filosófico e Científico. WALKER. Coleção Schaum.Mecânica. 2010. Fundamentos de Metodologia Científica.A. O. Transformações lineares. 5ª ed. 2003. Explicitação das Normas da ABNT. 41 . Editora LTC. operadores inversíveis. Normas Técnicas para o Trabalho Científico: Elaboração e Formatação. CARVALHO. R.M. Normas da ABNT: Apresentação de Trabalhos Acadêmicos. . Fenomenologia e Dialética. São Paulo: Atlas. Porto Alegre: s. Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Metodologia do Trabalho Científico Iniciação do Aluno no Processo do Desenvolvimento Científico : Organização da Vida de Estudos na Universidade.. PEROTA. Nota de Rodapé e Bibliografia. Resenha. Fichamento. Diretrizes Gerais para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos: Esquema. FURASTÉ. S. Elaboração de Referências (NBR6023/2002). A.. M.T. Citações. 2006. MENDES. Dedutivo e Dialético e Métodos nas Ciências Exatas. Vetores próprios e valores próprios. Álgebra Linear: Teoria e Problemas.n.. 2002. Trabalho Temático e Seminário.C. 8ª ed. Operadores lineares.C. Subespaços vetoriais. ANDRADE. São Paulo: McGraw-Hill-Makron Books. P. PEREIRA. 2º PERÍODO Disciplina Ementa Bibliografia Básica Álgebra dos Espaços Vetoriais Espaços vetoriais. Análise e Interpretação de Textos. Campinas: Papirus. Resumo. STEINBRUCH. Tipos de Conhecimento: Popular. M. Álgebra Linear. Concepções Teóricas do Conhecimento: Positivismo. 2007. 14ª ed. diagonalização de operadores. NBR 6028 (Resumos).. Construindo o Saber: Metodologia Científica Fundamentos e Técnicas. J. 1987. CRUZ. combinação linear. A Prática da Pesquisa em Ciências Exatas. mudança de base. Etapas da Pesquisa.. M.. M. São Paulo: Atlas. 22ª ed. São Paulo: Saraiva. 2010. base e dimensão. E. núcleo e imagem de uma transformação linear. M. São Paulo: Mcgraw-Hill-Makron Books. FACHIN. 2010. Teológico. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. MARCONI. A.L. Rio de Janeiro. LIPSHULTZ. 1994. O que é teoria? 1ª ed. Diretrizes para a Leitura. São Paulo: Editora Brasiliense. Fundamentos de Metodologia Científica. Fundamentos de Física 1 . D.R.HALLIDAY. A Pesquisa como Princípio Científico e Educativo. 1995.L. Niterói: Intertexto. LAKATOS. A. O.RESNICK. Tipos de Pesquisa. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. M.

1982. Cálculo . ANTON. Atividades de Laboratório. Estruturas de Controle. P. C++ Como Programar. J. H. São Paulo: Harbra. E.H. Comandos e Programação no Ambiente do Aplicativo MATLAB. R..Volume 1. 8ª ed. L.. Computação Aplicada à Engenharia Introdução à História da Computação. Rio de Janeiro: LTC. Cálculo . MUNEN. A. 4ª ed. M. Metodologia de Desenvolvimento de Algoritmos. S.Volume 2. 2006. LOPES.. M. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis. SOARES. M. M. GARCIA. A. H. M. J. MANZANO. ANTON. 21ª ed. São Paulo: Editora McGrawHill-Makron Books..1998.A. 2002. Integrais de Linha e de Superfície. C. H. M. DEITEL. B. DEITEL. Porto Alegre: Bookman.2. Introdução ao Estudo de uma Linguagem Estruturada: C/C++. 2009 HUGHES-HALLETT D. STEWART. Abstração.. F. 3ª ed. São Paulo: Atual. 2008. F. D. LANG. Os Teoremas de Green. Algoritmos.. 2011. H. Um Curso de Cálculo . São Paulo: Harbra. A. Introdução à Programação: 500 Algoritmos Resolvidos. C. SALVETTI. 1994. 2006. G. 2007. Algoritmos e Estruturas de Dados. Os Operadores Gradiente. STEINBRUCH. 1994. Tipos de Dados Básicos. Conceito de Algoritmo.Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar CALLIOLI. Álgebra Moderna. A. LEITHOLD. J. OLIVEIRA. Integrais Duplas e Triplas. BOLDRINI. São Paulo: Campus. Algoritmos: Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores.H. C.V. Porto Alegre: Bookman. H. 4ª ed. GUIMARÃES. LAGES. SWOKOWSKI. BUSBY. Cálculo: A uma e a Varias Variáveis . Álgebra Linear. A. 2008. Geometria Analítica. FLEMMING.Volume 2. SOUZA. Cálculo com Geometria Analítica .V. Álgebra Linear e Aplicações. Integrais Múltiplas. 2006. J. R.. M. D.. Álgebra Linear Contemporânea.. Álgebra Linear.L. Porto Alegre: Bookman. Cálculo de Funções de Várias Variáveis Sequências e Séries Infinitas. GOMES. 1986.V2. São Paulo: Thomson Learning. 2003. W. G. Rio de Janeiro: LTC. M. São Paulo: Edgard Blücher. São Paulo: Atual.2.. Rio de Janeiro: LTC 1982. Cálculo Com Geometria Analítica . Rio de Janeiro: Ciência Moderna.M. São Paulo: Makron Books. D.V2.. Divergente e Rotacional. 2001. Desenvolvimento de Algoritmos. 2006. GUIDORIZZI. N. Algoritmos e Lógica 42 . COSTA.F. 2ª ed. A. C. DOMINGUES. São Paulo Érica. São Paulo: Makron Books. 1990. Gauss e Stokes. Derivadas Parciais. 5ª Edição. São Paulo. Makron.V. H. Cálculo . DOMINGUES. GONÇALVES. L. J.

P. Ondas e Termodinâmica –V2. 2008. E.. D. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. Física .J. Rio de Janeiro. R. 2008. FREEDMAN. 434p. Dinâmica dos Fluidos. Desenho Geométrico. Fundamentos de Física: Gravitação. Autocad 2000 para Projetos de Arquitetura e Engenharia. Teoria Cinética dos Gases. HALLIDAY. B. Estática dos Fluidos. São Paulo: Edgard Blücher. G. Introdução à Física Atômica e Nuclear. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1ª ed. São Paulo: Globo. NBR 10067/NB 933: Princípios gerais de representação em desenho técnico. fachadas. 6ª ed. 1093 p. 2006. Desenho técnico para engenharias. MONTENEGRO. NBR 8403/NB 847: Aplicação de linhas em desenhos: tipos de linhas: larguras de linhas. VIERCK.. CARVALHO. 2008. WALKER. C. K. 2000.. J. 2004. A. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. KRANE. 2009.. J. São Paulo: Makron Books. JEWETT Jr. VILARIM. Calor e Primeira Lei da Termodinâmica. CHAPMAN. RESNICK. 1984. D. Desenho técnico e tecnologia gráfica. A. e escadas. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2007. Corte. YOUNG. Desenho Arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e faculdades de Arquitetura..V. RESNICK.. S. 43 . Física: Um Curso Universitário . D. Rio de Janeiro: LTC. Segunda Lei da Termodinâmica. 8ª ed. MALHEIROS. R. Algoritmos: Programação para Iniciantes. Noções de desenho civil e arquitetônico. Matlab programming for engineers. HALLIDAY. 4th ed. R. NBR 10126 / NB 1062: Contagem em desenho técnico. P.. 2008. Atividades de Laboratório. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. SERWAY. Introdução à Termodinâmica. D. R. 2000. M FINN.S. RIBEIRO. S. São Paulo: Thomson Pioneira. Rio de Janeiro. Física II – Termodinâmica e Ondas. 1972.A. São Paulo: Edgard Blücher. J. PAPAZOGLOU. Princípios de Física V2 – Movimento Ondulatório e Termodinâmica. Introdução à Mecânica Quântica e Relativística.V2. 2005. E. 1995. Vibrações e Fluidos Física Ondulatória. 270p. Toronto: Pioneira Thomson Learning. Rio de Janeiro: LTC. 1998.. A.. C. G. T.2. ALONSO. Editora Juruá. 4ª ed.de Programação. 2008. FRENCH. R. O. Rio de Janeiro. Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Desenho Técnico na Engenharia Civil Técnicas fundamentais do desenho auxiliado por computador (CAD). H. J. W.

A. Física: Mecânica.. Como Ler. São Paulo Atlas. Rio de Janeiro: Lucerna. São Paulo: McGraw Hill. DIPRIMA. P. BRONSON. Rio de Janeiro: LTC. Técnica e Prática. L. Solução pela Transformada de Laplace Real. 2009. D.C. L. F. Clareza. 2006. Oscilações e Ondas. 5ª ed. concisão. análise e produção de textos. FIORIN. Termodinâmica. D. Usos da Linguagem. 3ª Ed.M. W. CULLEN. narrativos e descritivos.. 2009. Aplicações. ZILL.. 2001. Editora Martins Fontes. Fundamentos da Termodinâmica. WYLEN. 2010 GRANATIC. Resumos. B. ordenação lógica. R. BORGNAKKE. C. L. J. Técnica de Leitura & Redação. 2004. São Paulo: Artmed. Rio de Janeiro: LTC. R.Fluidos. 4ª ed. Formas e textos dissertativos. 2007. M. DIACU. H. Aplicações das Equações Diferenciais.S. 2008. Análise de Fourier e Equações Diferenciais Parciais. J. 173p.Van. 2006. E. G. 431p MARTINS. 3º PERÍODO Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Equações Diferenciais Ordinárias Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira e Segunda Ordem: Tipologia e Soluções. Belo Horizonte: Itatiaia. 5ª ed. 2003. VANOYE. Redação Científica: A Prática de Fichamentos...SONNTAG. 2008.S. Petrópolis: Vozes.Coleção Schaum. Curso de Física Básica 2 . 2012. GUIDORIZZI. B. Equações Diferenciais: Teoria. 2006. Moderna Gramática Portuguesa. 10ª ed. 2011. São Paulo. Rio de Janeiro. H. NUSSENZVEIG. 2002. São Paulo: Edgard Blücher. F. R. E. Português instrumental de acordo com as atuais normas da ABNT. Concordância verbal e nominal regência verbal e nominal. J.. G.E. Gramática aplicada ao texto.. São Paulo: Edgard Blücher. D. Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).L. 7ª ed.. Rio de Janeiro: LTC. Equações Diferenciais . Lições de Textos: Leitura e Redação. 2003. G. 1ª ed. São Paulo: Atlas. MEDEIROS. Equações Diferenciais – V1. Técnicas Básicas de Redação. COSTA. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. 13ª ed. FAULSTICH. BOYCE. Oscilações e Ondas. Um Curso de Cálculo V3. BECHARA. ênfase. 3ª ed. 2008. E. Introdução às Equações Diferenciais: Teoria e Aplicações. Encadeamento de oração.J. São 44 . G. FIGUEIREDO.. Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Redação Técnica Interpretação. Resenhas. SIMMONS. Rio de Janeiro: LTC. H. Calor. objetividade. R. TAVARES. Entender e Redigir um Texto. G. ZILBERKNOP. TIPLER.

2008. Estatística 383 Problemas Resolvidos e 416 Problemas Suplementares. HALLIDAY. ALONSO. Introdução à Estatística Conceitos Básicos de Estatística. A. Lei da Indução de Faraday. Rio de Janeiro: LTC. 2ª ed. A.. Medidas de Posição. Editora Mir. Física 3. 12ª ed. H. São Paulo. 2006. M. Física 3. 2009. M. M. Forças Magnéticas Sobre Condutores de Corrente.. C. O Campo Magnético.. Propriedades dos Dielétricos. São Paulo: Edgard Blucher. 2002. Momento. 2008.. A. 2ª ed. Física 3. 3ª ed. Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Introdução à Eletricidade e Magnetismo Carga Elétrica e Lei de Coulomb. Delineamento de Experimentos. DE FARIAS. G. A. A. Teoria Elementar da Estimação.W. Rio de Janeiro: LTC. 2006. Noções de Probabilidade e Estatística. J. Atividades de Laboratório TIPLER. Normal. Circuitos e Instrumentos de Corrente Contínua. Curso de Física Básica . São Paulo: Harbra. H. TRIOLA.Um Curso Universitário . 320p. FREEDMAN. Ondas Eletromagnéticas.Volume 2. FINN. SPIEGEL. Rio de Janeiro: LTC. A. São Paulo: Edgard Blucher. 2002. M. F. O Campo Magnético de uma Corrente.D. P. A. JEWETT Jr. São Paulo: Thomson. C. P. SERWAY. J. Teoria da Decisão Estatística: Testes de Hipóteses e Significância. Editora Addison Weslay. Curso de Estatística. 1985. ARNOLD.. Frequência. CESAR. 7ª ed.. Física: Eletricidade. Teoria Elementar da Amostragem.. Princípios de Física Volume 3: Eletromagnetismo. MARTINS. F. Circuitos Elementares de Corrente Alternada. Fundamentos da Física . Corrente Elétricas. N. MAGALHÃES. Teoria da Correlação: Correlação Parcial e Múltipla. M. R. 5ª ed. Aplicações em Engenharias de Energias e Meio Ambiente. Coleção Schaum. Resistência e Força Eletromotriz. J. Distribuições: Binomial. São Paulo: Makron Books. 45 . 5ª ed. Introdução à Estatística.Eletromagnetismo 3. 2008. HALLIDAY. 2006. 2008. Rio de Janeiro: LTC. Student e Qui-Quadrado. DE LIMA. FONSECA. Física . R. Capacitância. Ajustamento de Curvas. Medidas de Dispersão. R. São Paulo: EDUSP. Potencial Eletrostático. S. CABRAL. R.Paulo: Makron Books. 2009. Equações de Maxwell. Poisson. YOUNG. Rio de Janeiro: LTC. Introdução à Estatística.. SOARES. A Lei de Gauss. Magnetismo e Ótica . São Paulo: editora Atlas. Teoria Elementar da Probabilidade. 4ª ed.1972. Assimetria e Curtose.Volume 3 Eletromagnetismos. 2008.. Campo elétrico. C. E. F. J. 6ª edição. 2009. V. 696p. Equações Diferenciais Ordinárias.. D. NUSSENZVEIG.Volume 2.

2009. B. Estatística Básica. JONES. Termoquímica. Princípios de Física: Eletromagnetismo. C. 1998.DOWNING. 5ª ed. Processos espontâneos e eletroquímicos. 2000. 2006. Estequiometria. 300p HIBBELER. Porto Alegre: Editora Bookman. 1996. Rio de Janeiro: LTC. 2002. J..C. B. P.. R.Um Curso Universitário. manuseio de materiais e equipamentos utilizados em laboratório. NUSSENZVEIG. 2009. LEE.. Forças Internas.. Eletrólise.. Sistemas Equivalentes de Forças. Química Geral V1. Matéria: Estrutura e Tipos. 982p. R.M. L. R. 4ª ed. São Paulo: Pioneira.C. KRAIGE. KAMINSK. R. Estatística Aplicada. MEYER. P.. WEAVER. 1994. KRAIGE. W. P. G. Equilíbrio de um Corpo Rígido. São Paulo: Edgar Blücher. Rio de Janeiro: Editora LTC. MERIAM. KOTZ. Química Geral – Conceitos Essenciais.O. 2011. J. BEER. J. Química Geral V1. Mecânica para Engenharia Dinâmica. 2006.. TREICHEL JR. Átomo: Constituição e Características. J. 2ª ed. J.. 2010. São Paulo: Pearson Education. E. 2002. H. J. Química Inorgânica Não Tão Concisa. Ligação Química. Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Mecânica Geral Estática: Forças e Vetores. Atividades em laboratório. JOHNSTON Jr.D.. São Paulo: Edgard Blücher. H. Química Geral Ciência e Química. P. BRADY.C. São Paulo: Saraiva. Tipos de Substâncias. São Paulo: Pearson Education. Instruções gerais: métodos de segurança. MORETTIN. São Paulo: Saraiva. 1994. G. Química . SERWAY. Rio de Janeiro: LTC. 4ª ed. 4ª ed.. L. E. São Paulo: Pearson Education... M. 2009. Estruturas Treliçadas. R. São Paulo: McGraw-Hill/Artmed. HIBBELER. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. Soluções. 2006. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Cinemática e Dinâmica. HUMISTON G. D. 2009. BUSSAB.Estática.A. 1ª ed. 2ª ed. L. Química Geral e Reações Químicas V1. F. Ácidos e Bases. R. 540p. Centro de Gravidade. Mecânica Geral para Engenheiros. CHANG. R. L.Volume 1. J. São Paulo: Thomson Pioneira.A. C.. Mecânica para Engenharia . Mecânica para Engenharia: Estática. L. São Paulo: Edgard 46 . Probabilidade: Aplicações à Estatística. Reações Químicas. P. RUSSEL. Momento de Inércia. MAHAN. Rio de Janeiro: Editora LTC. G. Trabalho e Energia. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. ATKINS. MYERS. 2002. L. MERIAM.. Curso de Física Básica: Mecânica . Mecânica para engenharia: Dinâmica. E.

São Paulo: Edgard Blücher.. M.. BRUNETTI. STANITISKI. R. J. W. PUGA. Convecção e Radiação. CAMPOS. 2007. MAIA. São Paulo. F. A. São Paulo: Pearson Brasil. T.N. Pré-calculo. MCDONALD. F. FRANCO. Diferenças Finitas. 2007. TIPLER. São Carlos: RIMA. 2011.. 2ª ed. CARVALHO. Interpolação Polinomial. W. E. BOULOS. Z.F. Rio de Janeiro: Guanabara. Introdução à Mecânica dos Fluidos. MASTERTON. São Paulo: Harbra. Física para Cientistas e Engenheiros V1. Rio de Janeiro: LTC. 2 edição.M. 2003. F. Pearson Brasil. C. São Paulo: Makron Books. 2004. T. MUNSON.. 4ª ed. Modos de Transferência de Calor: Condução. L.B. F. Elementos de Hidráulica. 1999 BURIAN. N. RUGGIERO. Quantidade de Movimento e Energia.. M. TARCIA. Cálculo Numérico. M. Propriedades Básicas da Matéria.Blüncher. A.B. 6ª ed. H. Rio de Janeiro: LCTE. Balanços de Massa. A. 47 . Prentice Hall. Aproximação em Série de Taylor. F. Sistemas de Equações Algébricas Lineares e Não-lineares. Raízes de Equações.. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. 1987. INCROPERA.L.L. Fundamentos da Mecânica de Fluidos.L. Integração Numérica. BARROSO. Editora: LTC.. 1999. Princípios de Química. Fenômenos de Transporte para Engenharia. Rio de Janeiro: LTC.. D. 1990. ROMA. SPERANDIO. 2008.. FOX..J. Cálculo Numérico. L.. G. A. D. Solução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias. Mecânica dos fluidos. 2006. P. Volume 1. Cálculo numérico: características matemáticas e computacionais dos métodos numéricos. 6ª ed. 1 edição. M. PUGA. Fundamentos de informática: cálculo numérico. Algoritmos numéricos. P. MENDES. 2006. 2012. 2008. CAMPOS FILHO. 2006. R. 2ª ed. Cálculo Numérico Com Aplicações. B. 4º PERÍODO Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Cálculo Numérico Noções sobre Operações Aritméticas em Computadores. SLOWINSKI. P. SILVA. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2008. BARROSO. Comportamento Estático dos Fluidos. J. L. L. Editora LTC. HENRY M.L. Rio de Janeiro: LTC. McGraw Hill. P. C. W. 2ª ed. DEWITT. Fenômenos de Transporte Sistemas de Unidades.

São Paulo: Companhia Editora Nacional. A. Pressão dos solos. F. WICANDER. H. São Paulo: Edgar Blücher. Instalações elétricas de baixa tensão. MONROE. P. LIMA FILHO. H. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. prumadas e detalhes construtivos. S. 2012.A. 2006. J. Mecânica dos Solos e suas aplicações Fundamentos Vol 1. R. R. 2008. Dimensionamento de circuitos. São Paulo. 2000. Eletrodutos e acessórios. 2009. Compressibilidade. 5ª. LEINZ. Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Fundamentos de Mecânica dos Solos A Mecânica dos Solos e a Engenharia Civil. E. Ed. Medidas de proteção contra choque elétrico.. Fundamentos de Geologia. Rio de Janeiro: LTC. Iluminação predial.S. Condutores Elétricos.N. Princípio das tensões efetivas e tensões geostáticas. A. CREDER. 14ª Ed.M.S. e BRITO. ABNT NBR 5410:2004.. Introdução ao projeto de instalações elétricas. 2003. Ensaios de laboratórios. Dispositivos de proteção contra sobre-corrente. 2001. 1998. Rio de Janeiro: oficinas de texto. OLIVEIRA.P. Elaboração de um projeto elétrico residencial. R. CAPUTO. 2ª ed.P. São Paulo: Editora Oficina de Textos. Editora Pearson.W. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. Fundamentos de mecânica dos solos e das rochas: aplicações na estabilidade de taludes. S. F. C.M. 1ª Ed. Estrutura dos Solos. Manual para os usuários das instalações elétricas. Rio de Janeiro: LTC. Propriedades e índices dos solos. Tipos de solos. SP. VARGAS. WOLGEMUTH. Propagação de tensões nos solos. HENDERSON. 1996. Introdução às Ciências Térmicas: Termodinâmica. 2008. E. Permeabilidade dos solos. Instalações Elétricas Fundamentos de corrente alternada. Geologia Geral. 2012. Curso Básico de Mecânica dos Solos em 16 aulas. Instalações elétricas. PINTO. São Paulo: Editora ABGE.. SCHMIDT. Princípios de Transferência de Calor. Compactação dos Solos. A. Projeto telefônico. Classificação dos Solos. AMARAL. Rio de Janeiro: LTC. Noções sobre sistemas elétricos de potência. Edição. Divisão de circuitos. 48 . C. Geologia de Engenharia. São Paulo: Editora Pioneira-Thomson Learning. 1977. Introdução à Mecânica dos solos. Instalações Elétricas.A.B. Dispositivos de comando para iluminação e tomadas. Diagramas. Circuitos Trifásicos. H. 2009. Mecânica dos solos e suas aplicações: exercícios e problemas resolvidos Vol 3. V.S. COTRIM. 2004. FIORI. Projeto para produção das instalações elétricas. Versão Corrigida.L. Cengage Learning. M. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. CAPUTO. D.KREITH. Quadros de distribuição.

POPOV. Instalações Elétricas: projetos prediais em baixa tensão. Linhas de influência de estruturas isostáticas. Teorema de Maxwell. P. SP. Torção. normal e momento fletor. Processo de Mohr. Luis. JOHNSTON J.Requisitos Específicos CAVALIN. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. Conceito de Tensão. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. BEER. ABNT NBR 13570:1996 . São Paulo: Edgard Blücher.R. Resistência dos Materiais.NISKIER. São Paulo: Zigurate. A. Tensões em vigas. Tensão deformação. Instalações Elétricas. 1ª Edição. 1978. 2007. 2010. São Paulo: Erica. Esforços externos solicitantes e resistentes. Análise de estruturas: método das forças e método dos deslocamentos. HIBBELER. F. São Paulo. 3ª ed. Edgard Blucher. E. SÁNCHEZ. M. Introdução à Mecânica dos Sólidos. 49 . 1995. 18edição. MARGARIDO. Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Resistência dos Materiais Esforço cortante. 2000. Fundamentos de estruturas: Um programa para arquiteto e engenheiros que se iniciam no estudo das estruturas.Instalações Elétricas em Locais de Afluência de Público . S. Flambagem. Regra de MullerBreslau. Resistência e Ciência dos Materiais: Formulário Técnico. H.H. 2011.M. Estudo das cargas móveis em estruturas isostáticas. Resistência dos Materiais. Editora: Interciência. MACINTYRE. F. RUSSELL. CERVELIN. POPOV.C.L. Elementos de mecânica dos sólidos. Sao Paulo: Hemus. SORIANO. C. Júlio. 1978. Diagrama de esforços normais.. R. PARETO. Emil. São Paulo: Érica. NEGRISOLI. Teorema de Betti. Teorema de Castigliano. Archibald Joseph. 2001. Introdução a Mecânica dos Sólidos. 1ª ed. 5º PERÍODO Disciplina Ementa Bibliografia Básica Fundamentos da Teoria das Estruturas Estudo da análise estrutural. Carregamento axial. 1998. G. Cálculo de deformações em estruturas isostáticas. 3 edição. tangencial e de esmagamento. 2006. Resistência dos Materiais: Para Entender e Gostar. E. cortante e momento fletor. S. Rio de Janeiro: Makron Books. M. 1982. LTC Editora. BOTELHO. Cálculo de deformações em vigas retas. Rio de Janeiro: Prentice Hall. MELCONIAN. 2003. São Paulo: Edgard Blücher. 2008. Instalações Elétricas Prediais. 6ª ed. P. Estaticidade e Estabilidade. Editora: Interciência. Princípio de d'Alambert. São Paulo: Editora Edgard Blücher. P. Tensão normal. Teorema dos trabalhos virtuais. Graus de liberdade.

médias. M.. 3ª ed. 2000. Editora: Campus. A. TUCCI. São Paulo: Edgard Blücher. de. G. Objetivos da ciência hidrologia. M. retenção. F. Fundamentos de Estrutura: Um programa para arquitetos e engenheiros que se iniciam no estudo das estruturas. 6ª ed. Hidrologia. Introdução à Hidráulica.) Análise de freqüência. Porto Alegre: UFGRS/ABRH. Elementos de mecânica dos sólidos. Ciclo hidrológico e bacia hidrográfica Precipitação (formação. 2012. MORFETT. Trabalho de deformação. C. H. M. Manual de Hidráulica. Introdução à Hiperestática Teoria da elasticidade. 2003. São Paulo: Edgard Blücher.M. M. Editora: Interciência. Propagação de vazões em rio e reservatórios. Hidrologia e Hidráulica Aplicada Introdução. UANG. Solução de sistemas estruturais estaticamente indeterminados. Importância da água na vida do planeta.B. Regularização de vazões. L. ALVAREZ. tipos. representação etc. Rio de Janeiro: LTC. C. K... interceptação. Barcelona: Editorial Gustavo Gili. BAPTISTA. H. infiltração. medidas. A. A. HOLTZ. Evaporação. 3ª ed. CREDER. Escoamento superficial. A. Hidrologia: Ciência e Aplicação. evapotranspiração. S. J. GARCEZ. Definição e Histórico. Propagação de enchentes em canais. Métodos de estimação de vazão para pequenas bacias. A. Hidráulica em Engenharia Civil e Ambiental. PARETO. 2009. Introdução ao método dos elementos finitos. C. GRIBBIN. Belo Horizonte: UFMG.Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica LEET. São Paulo: Edgard Blücher. PINTO. Análise Preliminares das tensões de flexão pura. Regime dos cursos de água. 2009. 1988. GILBERT. 3ª ed. AZEVEDO NETTO. T. F. Torção. 2010. J. Lisboa: Instituto Piaget.. 2009. L. MARGARIDO. ENGEL. L. São Paulo: McGraw Hill. 2003. Hidrologia Básica. LARA. Editora Emus. Métodos estatísticos para previsão de enchentes. M. Estruturas isostáticas. 1998. 2010. MARTHA. ALMEIDA. C. 1976. Editora: Oficinas de textos. 1ª ed. Hidrograma unitário. homogeneidade. Noções de águas subterrâneas. N.F.E. 2ª 50 .. Hidrologia e Gestão de Águas Pluviais. J. 8ª ed. 2009. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. Sistemas Estruturais. A. N. L. Fundamentos da Análise Estrutural. São Paulo: Cengage Learning. 1998. SÁNCHEZ. E. CHADWICK. E. Cisalhamento Puro.M. MARTINS. 3ª ed.. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. Mecânica e Cálculo de Estruturas. Esforço Cortante e Momento fletor. Análise das estruturas: Conceitos e Metodos Basicos. Tração e Compressão entre os limites elásticos. J.

Rio de Janeiro: Oficina de textos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. 2000. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. R. J. Ensaios de laboratório.S.C. Lições em Mecânica das Estruturas. São 51 . ANDRÉ. ISAIA. Vidros. F. Materiais cerâmicos. São Paulo: PINI. Tintas e Vernizes.K. R. R. 2000. S. Vol 2. 1994. Barragens de terra e enrocamento. F. 1996. Zigurate. Rio de Janeiro: Prentice Hall. RUSSELL. E. São Paulo. Rio de Janeiro: LTC. manuseio e aplicação.. SOUZA. Gestão de materiais de construção. H. Normas e sistemas de normalização.R. Materiais de construção Vol 1. 2ª ed. Concreto: estrutura. Resistência dos Materiais. C. Curso Básico de Mecânica dos Solos em 16 aulas. Madeira natural e industrializada. MAZZILI. transporte interno. P. PARETO. PINTO.N. 3 edição. Empuxos de terra e estruturas de arrimo. M. MEKBEKIAN.L. 2010.. BEER. Estruturas de contenção. São Paulo: PINI.1 São Paulo: IBRACON. FREITAS NETO J. de. CIFU. Reabilitação. Estabilidade de taludes.A. 1979. de. 2007. Introdução à Ciência dos Materiais. M. L. C. C. 2001. Resistência e Ciência dos Materiais: formulários técnicos. JOHNSTON J. F. Aglomerados. Argamassas. Manual Prático de Materiais de Construção: recebimento. TAMAKI. P. R.Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica ed. Exercícios de estática e Resistência dos Materiais. Materiais de construção: Patologia. 2010. MEHTA. Rio de Janeiro: Makron Books. G. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. São Paulo: PINI. Resistência ao cisalhamento dos solos. São Paulo: PINI. Mecânica dos Solos Percolação de água. 1995. São Paulo:Hemus. estocagem. BAUER. BUCALEM. Vol. Agregados naturais e artificiais. Materiais de construção civil e princípios de ciências e engenharia de materiais. BAUER. HIBBELER. G. SOUZA.. Editora: Oficina de textos.. Estática das Estruturas. Polímeros sintéticos. BERTOLINI. Resistência dos Materiais. propriedades e materiais. 2006. Estabilidade de taludes. 2010. Materiais de construção. 2011. SORIANO. L.C. Aglomerantes. Rio de Janeiro: LTC.. L. Materiais metálicos. MELCONIAN S. Materiais de Construção Importância e história dos materiais de construção. Compressibilidade e teoria de adensamento dos solos. 2004. 1995. 2003. E. RIPPER. Materiais betuminosos. Prevenção.

6º PERÍODO Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Instalações Hidráulicas e Sanitárias Sistema predial de água fria. Sistema predial de gás combustível. São Paulo: Érica. Editora: LTC. A.L. P.P. Racionalização. H. Editora: Oficina de textos.Bibliografia Complementar Paulo: Editora Oficina de Textos. Instalação Hidráulica Residencial . projeto.A. 2006. BOTELHO. J. Rio de Janeiro: LTC. CARMIGNANI. RIBEIRO JR. Editora: LTC. 2010. Sistema predial de esgoto. CRUZ. SALGADO.R.S. 1995. DRUCKER. 1990. CRAIG. Mecânica dos Solos e suas aplicações: mecânica das rochas. A. J. H. São Paulo: PINI.P.1996. R. 2010.. Editora: LTC. 2008. Rio de Janeiro: Campus. 2000. Rio de Janeiro: Editora LTC. Instalações Hidráulicas Prediais: usando tubo de PVC e PPR.. Funções administrativas. Sistema predial de prevenção e combate a incêndios. A. F. CAPUTO. MACINTYRE. Introdução à Teoria Geral da Administração. S. Mecânica dos solos. SANTOS. Execução e manutenção de sistemas hidráulicos prediais. Fundamentos de mecânica dos solos e rochas: aplicações na estabilidade de taludes. 2009. Rio de Janeiro: Editora LTC. J. Manual Prático de Escavação Terraplenagem e Escavação de Rocha. 2010. P.A. M. Instalações hidráulicas e sanitárias. Princípios gerais.. Departamentalização. 2009. 2ª ed. MAXIMIANO. CAPUTO. Instalações hidráulicas e o projeto de arquitetura. Processo decisório no desenvolvimento da organização. H. C. I.F.T. 8a edição. 3 ed. 2011. CREDER. R.A Prática do dia a dia. Introdução à Administração. J. R. 100 barragens brasileiras: casos históricos. Introdução à Administração Estrutura da organização. fundações e obras de terra. CATALANI. São 52 . M. RICARDO. 2011. Rio de Janeiro. ORTIGÃO.C. Mecânica dos solos e suas aplicações: exercícios e problemas resolvidos V3.. MACINTYRE. São Paulo: Atlas. A Prática de Administração de Empresas. P. 2011. Manual de Instalações Hidráulicas e Sanitárias. A. GONÇALVES. Sistema predial de água pluvial. V.2. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. O. G. H. G. Editora: Edgard Blücher. CARVALHO JUNIOR. L. Sistema predial de água quente. Bombas e instalações hidráulicas. CHIAVENATO. materiais de construção. 2012. São Paulo: Edgard Blücher. FIORI. Instalações Hidráulicas: Prediais e Industriais. 1996.. A. Editora: PINI. 2007. 1990.

L. 3ª Edição. 2009. Locação da obra. Técnicas da Construção Civil Procedimentos legais para o início da obra. M.. 1. A. H. 2003. 2009. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Sistemas de fôrmas para estrutura de concreto armado. Interdependência entre projeto e obra. São Paulo: Oficina de Textos. O edifício até sua cobertura. W. F.. F. 2011. Cobertura. 2009. A. Construções de Madeira. 2005. Teoria das Estruturas Conceitos e definições. HEILBORN. Elementos de Iluminação e Ventilação Naturais.Princípios e Tendências. FERREIRA. 2008. São Paulo: Edgard Blücher.Evolução e Tendências da Moderna Administração de Empresas. Processo da equação dos três momentos. REIS. M.. A. Elementos de Circulação Vertical. Instalação de canteiro de obras. Preparação da execução de obras. H. Fundações. H. AZEREDO.B. Revestimentos dos tetos. PEREIRA. MELHADO. 2006. C. 2002. São Paulo: Atlas. Estruturas Isostáticas. Revestimentos de Paredes. Execução das alvenarias.. Subsistema de vedação vertical: alvenaria de vedação.. São Paulo: PINI. MAXIMIANO. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. Planejamento e Controle de Obras.. Execução da estrutura.R. Produção de armaduras para estrutura de concreto armado. CHIAVENATO. Pinturas. G. SORIANO.C. Práticas da pequenas construções. ALMEIDA. MATTOS. São Paulo: PINI.D. A. 2002. 53 . ZACARELLI. A. et al. Introdução à Análise matricial de estruturas.Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Paulo: Pioneira Thomson. 1977. Técnica Construtiva das Instalações. Vol. Pavimentações. A. BORGES. YAZIGI. Movimentação de terra. Gestão Empresarial: De Taylor aos Nossos Dias . 2011. A. São Paulo: Edgard Blücher. LACOMBE. S. Construção passo-a-passo. 2010.. 1994. 2002.vol 1. Estratégia e Sucesso nas Empresas. Processo de Cross. Análise de estruturas: método das forças e método dos deslocamentos.. Administração de Empresas: Uma abordagem Contingencial. C. HIRSCHFELD. Vol 2. 2005. São Paulo: PINI.A. A. A Técnica de Edificar. São Paulo: Saraiva. Teoria Geral da Administração: Da Revolução Urbana à Revolução Digital. São Paulo: Saraiva. São Paulo: O Nome da Rosa. F. Administração . Método dos deslocamentos. I. SOUZA. Editora: PINI. São Paulo: Makron Books. Construção passo-a-passo.L. S. I. Cálculo de estruturas hiperestáticas pelos métodos: Método dos Esforços. Rio de Janeiro: Interciência. B.

1975. Editora: LTC. Exercícios de Topografia. et al. 2010. 2ª ed. Curvas de nível. 1981. Rio de Janeiro: LTC. Construções de Concreto: verificação da capacidade de utilização.. 2010. Topografia aplicada à engenharia civil Vol 1. A. especificações e recomendações da ABNT. Aspectos relativos às disposições construtivas segundo a NBR 7190 (Projeto de Estruturas de Madeira). New York: Monacelli Press Inc. GONÇALVES.A. CHIA-MING. Topografia . A. BORGES.Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar MARTHA. Planimetria. São Paulo: EDUSP.GPS. C. I. H.1995. Classificação e recebimento de peças de madeira para a construção civil.L. 2ª ed. BORGES. M. Topografia Geral. J. 2010. 2001. Taqueometria. CASACA. Zigurate. redistribuição de momento e teoria das linhas de ruptura em estruturas de concreto armado Vol 4. Sistema de Posicionamento Global . M. Aspectos da utilização e dimensionamento da Madeira Laminada Colada. 54 . Topografia. 7º PERÍODO Disciplina Ementa Estrutura em Madeira Madeira serrada utilizada na construção civil: nativas e de reflorestamento. Altimetria. Rio de Janeiro: Campus. Topografia aplicada à engenharia civil Vol 2.V. PARETO. Normalização para projetos de Estruturas de Madeira. 4a Ed. Durabilidade de Construções de Madeira: tratamentos preservativos e situações de projeto. A. A. 2011.Zamboni. SOLÁ-MORALES. São Paulo:Hemus. LEONHARDT. 1979. J. equipamentos e métodos de levantamentos. L. Fundamentos da análise estrutural. São Paulo. Editora: Mcgraw-Hill. K. Luiz Fernando. SORIANO.M. Fundamentos de Estrutura: Um programa para arquitetos e engenheiros que se iniciam no estudo das estruturas. Exemplos de aplicação de dimensionamentos em cimbramentos e estruturas de cobertura. UANG. Materiais derivados utilizados em sistemas construtivos. Resistência e Ciência dos Materiais: formulários técnicos. MCCORMAC. Plantas topográficas: normas. Rio de Janeiro: Interciência. MARGARIDO. C. 2003. nivelamentos e curvas de nível. Topografia Noções gerais. C. Lisboa: CETOP. DOMÉNECH. limitação da fissura. Diferencias: Topografia de la Arquitectura Contemporánea. Topografia. GILBERT.Conceitos e Métodos Básicos. Locação de obras de construção civil. LEET. J. deformações. Editora: Lidel . 2008. Métodos gerais de nivelamento. Topologia. 2003.F. 2009. F. Execução de desenho topográfico. 5ª ed. A. F.Conceitos e Aplicações. 3ª ed. Métodos de Elementos Finitos em Análise de Estruturas Vol I. 2010. Análise de Estruturas . BORGES.

I. C. La madera: origen. Editora: Edgard Blücher.. PFEIL. Gerenciamento da Construção Civil Gerenciamento na construção civil: conceitos e causas do desenvolvimento. C. CALIL JÚNIOR. MOLITERNO. 2008 REBELLO.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa (telhados). 2003. Rio de Janeiro. Manual de tecnologia da madeira. Estruturas de madeira: dimensionamento as normas brasileiras NB11 e os modernos critérios das normas alemãs e americanas. SEIFERTt. Aço e Arquitetura: estudo de edificações no Brasil. NENNEWITZ. I. P. MOLINA.Peças Compostas Comprimidas. PINHO. São Paulo: PINI. São Paulo: Zigurate. C.B. R. Projeto de Estruturas da Madeira . J. BELLEI.A. Estruturas metálicas. Y. Editora: Zigurate. 2001. W. Estruturas de Aço . cálculos. Madeira. Estruturas de Aço. M. 2005. O empreendimento na 55 . PESCHEL. Editora: LTC. Estruturas de Aço: Dimensionamento Prático. ALVIM.H. Barras tracionadas e comprimidas. São Paulo: Zigurate. W. W. Resistência ao fogo das estruturas de aço. F. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Siderurgia. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Siderurgia. 2ª ed. Estruturas Metálicas Estruturas metálicas: introdução. 2010. Rio de Janeiro: LTC. BELLEI. 2ª edição.H. Editora: Edgard Blucher. Pfeil. R.. Y.M. 2005 PFEIL. Editora: PINI. Estruturas de madeira: dimensionamento segundo a norma brasileira NBR 7190/97 e critérios das normas norteamericanas NDS e europeia EUROCODE 5. Dimensionamento de parafusos. H. 2004. 2003. Análise do vento. W... Concreto e Madeira: atendimento da expectativa dimensional. 2011. Introdução ao gerenciamento de obras e empreendimentos na construção civil. . DIAS. São Paulo: Editora Edgard Blücher. A. 6a ed. Flexão simples e composta. L.Barcelona: Editora Blume. A.C.. JOHNSON. VARGAS. Dimensionamento de solda. Projeto de Cobertura Metálica em duas águas PINHEIRO. Pontes e Viadutos em Vigas Mistas. 1994. 2a ed. C. 2007. Edifícios industriais em aço. 2009. C. explotácion y aplicaciones del más antiguo recurso natural. Coberturas em estruturas de madeira: exemplos de cálculos. F. P. I. São Paulo: Edgard Blücher.O. Concreto e Madeira: atendimento da expectativa dimensional. Caderno de Projetos de Telhados em Estruturas de. I.H. P. exercícios e projetos. 1989. Ligações e emendas de barras. Ligações e emendas de barra. Edifícios de múltiplos andares em aço. REBELLO. 2001. . G. BELLEI. detalhes. São Paulo: PINI. NUTSCH. 2010 PFEIL. 2003. M.

plantas executivas. Gerenciamentos dos custos: orçamentação.. O.L. Concreto armado eu te amo Vol 1. HALPIN. São Paulo: PINI. THOMAZ E. N. VALERIANO. O Concreto armado eu te amo Vol 2.A. Projeto e Execução.. 2ª ed. A Técnica de Edificar. 1997. Ações de segurança nas estruturas. São Paulo: Makron Books. 2011. R. 2004. Rio de Janeiro: Interciência.H. TCPO: Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos. Sistemas de planejamento. Concreto armado novo milênio: cálculo. Cisalhamento. contratos. Dosagem Experimental do Concreto.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa construção civil: ciclo de vida. Gerência em Projetos: pesquisa. A. D. WOODHEAD. São Paulo: 2001. 2003. H. R. Problemas econômicos básicos no 56 . 1989. Noções de instabilidade. MARCHETTI.W. Torção. Rio de Janeiro: LTC. BOTELHO. M.. Flexão composta: flexão com compressão reta e oblíqua e flexão com tração. BORGES. TISAKA. D.H. São Paulo: Edgard Blücher. 2010.. W. Estruturas organizacionais para o gerenciamento na construção civil. M.C Prática das pequenas construções: orçamentos. São Paulo: PINI. nervuradas e cogumelo. MARCHETTI. M. plantas de prefeitura Vol 2. 2009. YAZIGI. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda. Gerenciamento de recursos: alocação. 2009. Punção ADÃO.C.C. R. Pilares curtos e esbeltos. São Paulo: PINI. 2ª ed. 2ª ed.. Gerenciamento do tempo: PERT/COM. 2000. Tecnologia. São Paulo: Imperial Novo Milênio. aço e concreto armado. A. Durabilidade. Lajes: maciças.Consultoria. Infraestrutura em Concreto Estudos dos materiais: concreto. 2010. programação e controle de empreendimentos na construção civil. Gerenciamento no canteiro de obras. Flexão simples. P.A Concreto projetado para Túneis. BORGES. Administração da Construção Civil.W. prática e econômico. São Carlos: EDUFSCAR. TARTUCE. conflitos e interferências. CARVALHO.Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de concreto armado Vol 2. Curso prático de cálculo em concreto armado. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda. 1987. Introdução às Teorias Econômicas Noções gerais de Economia.Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de concreto armado: Segundo a NBR-6118:2003.1998. X. Orçamento na Construção Civil . C. CARVALHO. R. AZEREDO. BOTELHO. 2010. 2011. gerenciamento e qualidade na Construção. SILVA. C. 2011.F. São Paulo: PINI. O edifício e seu acabamento. F. São Paulo: PINI. Fundamentos do dimensionamento. desenvolvimento e engenharia. São Paulo: PINI.

Administração Financeira. Drenagem subterrânea ou profunda. Introdução à Economia. 1998. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: Interciência. VASCONCELLOS.E. 6ª ed. 1980. Editora NUMA. 2006. 1997. Lançamento do perfil longitudinal. Drenagem e controle da erosão urbana.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar meio microeconômico e macroeconômico da realidade brasileira. T.P. J. das. J. S. A. Hidráulica em Meios Permeáveis: escoamento em meios porosos. 1ª ed. MANKIW. M. A.S.V. Estudo de visibilidade em planta e perfil. SOARES. P. O. São Paulo: Edgard Blücher. Introdução à Economia: princípios de micro e macroeconomia. 2ª ed.. 2009 FENDRICH. H. Anteprojeto: estudo de alternativas.O. Diagrama de massas. Elementos de 57 . NIKBATH. 8º PERÍODO Disciplina Ementa Construção de Estradas e Obras de Terra Escolha do traçado de vias. MANTOVANI. J. W. Rio de Janeiro: Saraiva. C. BOTELHO.. A. R. BERNARDO W. G.. GROPPELLI. Rio de Janeiro: Saraiva. 2010. São Paulo: Edgard Blücher. CANHOLI. Drenagem do pavimento. .A. 2003. C. RUBINFELD. Rede Coletora de Esgoto Sanitário: projeto. A. Drenagem de transposição de talvegues. AZEVEDO NETTO. M.. 2008 ROSSETTI. Fundamentos de Economia. São Paulo: Frase.. M. Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário. Rio de Janeiro: Saraiva. 2005. Economia. S. Drenagem superficial. Noções de economia internacional. R.Engenharia das Águas de Chuva nas Cidades". 7ª ed. A. Rio de Janeiro: Saraiva. P. Concordância horizontal. J. Concordância vertical. 2010. Viçosa: UFV. Drenagem urbana e controle de enchentes. Microeconomia. Conjuntura brasileira. 2010. Obras de Drenagem Sistemas de drenagem. Tipos de estruturas. São Paulo: Thomson. E. RICHTER. Geotêxteis. M. FRANCISS. PEREIRA. 2001. SILVA. PINDYCK. São Paulo: Oficina de Textos. 2006. São Paulo: PHD. R. S. WESSEL.C.. Elementos de hidrologia. construção e operação. Tratamento de água tecnologia atualizada."Águas de chuva . TSUTIYA. Curitiba: Editora Universitária Champagnat. Introdução à Economia Brasileira. 2011. 2005. 20ª ed. N. E. NEVES. F.S.M. 3ª ed.E. 2ª ed. 2ª edição. A..M. MARIANO.V. Rio de Janeiro: Prentice-Hall. 10ª ed. Volumes de terraplenagem. A. GARCIA. 2ª ed. J. Manual de Irrigação. 2000.

Manual de técnicas de projetos rodoviários. OLIVEIRA. Estabilidade de Taludes Naturais e de Escavação. São Paulo: Edgard Blücher. M.P.M. L. Escavações a céu aberto em solos tropicais: Região Centro-Sul do Brasil..K. Introdução à Engenharia de Fundações. São Paulo: PINI. São Carlos: Rima. Editora: Edgard Blucher. 2005 PIMENTA. U. Fundações diretas ou superficiais. 4 reimpressão. ALONSO. 1983. Recursos naturais.Teoria e Prática.M. VELLOSO. São Paulo: PINI. 2011. GERALDI.R. Investigação geotécnica do subsolo para projeto de fundações. Editora: Edgard Blücher. G. 2008.. 2008. São Paulo: Edgard Blücher. Editora CLA. 2007. Estradas: Projeto Geométrico e de Terraplanagem. 2011. F.Fundações Superficiais. 2010.D. Vol. 1 edição. 2004. São Paulo: PINI. U. ANTAS.T. Base legal e institucional para a gestão ambiental. Estacas préfabricadas de concreto .R.L. Previsão e controle das fundações: uma introdução ao controle da qualidade em fundações.A.1: Rio de Janeiro: Oficina de Textos.I. Reforço de fundações.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa drenagem. O ABC das Escavações de Rocha. P. 2003. C. MENZIES. NEVES. 2ª ed. MASSAD. Escolha do tipo de fundação. Rio de Janeiro: Interciência. Obras de Terra: Curso Básico de Geotécnica. SENÇO..F. SIMONS. 1998. Fundamentação de Controle da Qualidade Ambiental. 2ª ed São Paulo: Oficina de Textos. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Conceitos de gestão ambiental. G.R. W. HACHICH. Instrumentos de gestão e suas implementações: conceitos e prática. ALONSO. 2011. 1983. J. Métodos e Procedimento de Ação. Waldemir. Dimensionamento de Fundações Profundas. Rodovias Auto-Sustentadas. JOPPERT. 2ª ed. F. R.Teoria e prática. Fundações: Critérios de Projeto . Impactos e Licenciamento Ambiental. Editora: Interciência. BERNARDES. NIEBLE. C. N. A 58 . Rio de Janeiro: Interciência.Investigação do Subsolo . MASSAD. ALONSO. GUIDICINI. 2007.estacas e tubulões. Fundações profundas . 1981.P. 2010. J.P. GONÇALVES. Fundações e contenções de edifícios: Qualidade total na gestão do projeto e execução. Exercício de fundações. São Paulo: PINI.S.E. B... Valoração do Ativo e Passivo Ambiental nos estudos de alternativas e de viabilidade. Fundações . Fundações e Obras de Contenção Tipos de fundações e seus comportamentos. U. D. Projeto Geométrico de Rodovias. F. MICHEL.

R.B. P.L. Saneamento Generalidades. Educação Ambiental. S.M. 2010. operacionais e de manutenção de sistemas de drenagem urbana. Aspectos construtivos. T. 134pg. Certificação de produtos (selo verde).Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar questão ambiental sob o enfoque econômico. São Paulo: Edgard Blücher. REIS. Editora: UFMG. DIAS. A questão ambiental e as políticas públicas.responsabilidade social e sustentabilidade. 1ª ed. 2010.. sistemas de drenagem pluvial. CAMPOS L. BAPTISTA. 3ª ed. 2ª ed. Tratamento de efluentes. 59 . 2 edição. BRAGA C. 2010. 2002. LARA. Aspectos construtivos. C. São Paulo: Atlas.M.. Contabilidade ambiental: ferramenta para a gestão da sustentabilidade. R. São Paulo: Edgard Blücher.. Aspectos construtivos. Gestão ambiental . ANDRADE. Captação de águas superficiais. M. 258pg. V. Estimativas de população. 2003. São Paulo: Saraiva. Gestão Ambiental: a administração verde. V.. 2011. A. 248p.Enfoque Estratégico Aplicado ao Desenvolvimento Sustentável. Previsão de consumo. 1992. operacionais e de manutenção de sistemas de esgotos.G. PÁDUA. Saneamento Básico: Fontes de saúde e BemEstar. sistemas de coleta de esgoto. 2007. operacionais e de manutenção de sistemas de limpeza RICHTER. HELLER. L. Belo Horizonte: UFMG. 2009.F. L. O. NUVOLARI.A. ISO 14001 Sistemas de gestão ambiental: implantação objetiva e econômica. Gestão Ambiental . Interpretação e aplicação da norma ISO. Aspectos construtivos. São Paulo: Moderna. FAZAL H. Normas ambientais. 2004. B. Política e Gestão Ambiental. RJ: Qualitymark. 169pg. C. Reservatórios e redes de distribuição. 2000. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. J.. M. Elaboração de projetos de sistemas de abastecimentos de água. Auditoria ambiental: uma ferramenta de gestão. A. CAVINATTO. São Paulo: Makron Books. Tratamento de água tecnologia atualizada. Abastecimento de Agua para Consumo Humano Vol 1. Volume 2. R. Editora Atlas. AZEVEDO NETTO. Análise Ambiental de produtos e processos. DONAIRE D. 2010. BARBIERI J.. C.. modelos e instrumentos. Gestão ambiental na empresa. Tratamento de águas de abastecimento. Esgoto Sanitário: Coleta. SEIFFERT M. Adução de água. Estruturas Hidráulicas para Aproveitamento de Recursos Hídricos. CARVALHO. B. Princípios e Práticas da educação ambiental. 2010. MARQUES. E. Transporte. Sistemas de gestão ambiental e suas alternativas. 2007.B. Gestão ambiental empresarial: conceitos. Sistemas de produção e materiais recicláveis. M. operacionais e de manutenção de sistemas de água. TACHIZAWA. M. BACKER. Tratamento E Reuso Agrícola.

BOTELHO. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial.G. ROCHA. Rio de Janeiro: Campus. B. Teorias e Práticas .P. Reservatórios. Prática e princípios. P. Empreendedorismo: Transformando ideias em negócios. implementação e controle. KOTLER. Marketing e competitividade: análise de casos. N. P. MELLO. R. 676pg. Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Supra-Estrutura de Concreto Princípios gerais do projeto estrutural. SILVA. Blocos.Vol. 1981. Cálculo de vigas à torção CARVALHO. C. TELLES. Reforço e Proteção de Estruturas de Concreto. Estudo de mecanismos e procedimentos para lançamento de uma empresa no mercado.A. 9º PERÍODO Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Empreendedorismo O Perfil do empreendedor. MARCHETTI. FUSCO. planejamento.B. 2010. Drenagem e controle da erosão urbana.. M. ZACCARELLI.. R. São Paulo: Saraiva. Elaboração de um plano de negócios. Durabilidade das Estruturas de Concreto Aparente em Atmosfera Urbana. Administração de marketing: análise..A. Curitiba: Editora Universitária Champagnat. A. São Paulo: EPUSP. 2009. O. Brasília: UNB.H.Conceitos. 7 edição. Concreto Armado Vol 1. São Paulo: Nobel. Estratégia e sucesso nas empresas. 02.COSTA.FENDRICH. DRUCKER. F. R. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. Sistemas de gerenciamento. Vol 2. 1998.F. Concepção e lançamento. I. Projeto de um edifício em concreto armado. Concreto Armado: Resistência Limite a Flexão Composta e Oblíqua.D. 1997. P. 2009. Escadas. R. HELENE. CHIAVENATO. Inovação e espírito empreendedor. S. 2008. 60 . Reúso da Água . 6 edição. Tratado de Concreto Armado: As fundações Vol 2. São Paulo: Edgard Blücher. Sapatas.C. Manual para Reparo. 2000. P. J. 2012. São Paulo: Hemus.. A.H. DORNELAS. Estrutura de Concreto. Rio de Janeiro: LTC. 2002. 2011..2ª Edição . São Paulo: PINI. técnicas de negociação.. 2002. 2003. F. Concreto armado eu te amo. São Paulo: Pioneira. Muros de arrimo em concreto armado.C. E L. D. Cálculo e Detalhamento de Estruturas de Concreto Armado . Organização e representação do projeto estrutural. DEGEN. São Paulo: McGraw-Hill. 1995. 1992. Editora: Edgard Blücher. GUERRIN.. 1988.

Cultura: Um Conceito Antropológico. Gerência de projetos: conceitos básicos. D. 2006.C. B. assim como da realidade Latino-Americana Brasileira. BESSANT. P. R. materiais e equipamentos. Rio de Janeiro: Zahar. COSTA. Iniciação à Sociologia. D'ADESKY. ARON. Licitação e contratos administrativos. 2009. Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade. 2006. 2000. Gerenciamento dos custos: orçamentação. Gerenciamento do tempo: PERT/CPM. Normas técnicas e elaboração de orçamento. 2012. As Etapas do Pensamento Sociológico. Sociologia. 7ª ed.C. BERGER. 2ª ed. 26ª ed. São Paulo: Atual. Rio de Janeiro: Martins Editora. Programação e controle de obra. DIAS. LUCKMANN. O processo e níveis de planejamento e controle. Gerenciamento de recursos: alocação e 61 . pluralidade cultural e étnico racial no Brasil. O empreendimento e suas formas de contratação. N. J. T. Componentes do custo: BDI. Bibliografia Vide Regulamento de Estágio Supervisionado Fundamentos Sociológicos Terminologia básica da Sociologia e das principais teorias sociológicas como instrumento de compreensão da realidade social em geral. Disciplina Ementa Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Estágio Supervisionado de Observação Elaboração do plano de Estágio na empresa com aprovação de um Professor Supervisor ou definição de tema e Orientador de um projeto a ser desenvolvido na Universidade. B. M. Coleção Primeiros Passos. Petrópolis: Vozes. MARTINS. Modalidade de contratação da mão-de-obra. 2008. A Construção Social da Realidade: Tratado de Sociologia do Conhecimento. Cidadania. Pluralismo Étnico e Multiculturismo: racismos e antiracismos no Brasil. P. Inovação e empreendedorismo e empreendedorismo. 18ª ed. São Paulo/Rio de Janeiro: EDUC/ Pallas. 1ª ed. 2005. R. C. R. Planejamento e Controle de Obras A visão sistêmica do planejamento na construção civil. J. São Paulo: Brasiliense. São Paulo: Pearson Brasil. 2009. Técnicas de planejamento. LARAIA. Y. São Paulo: Moderna. Elaboração de relatório descrevendo as atividades desenvolvidas e estabelecendo cronograma para continuação dos trabalhos na disciplina de Estágio Curricular de Atuação.SABBAG. 2007. Gerenciamento de Projetos e empreendedorismo. 2000. O Que é Sociologia. Participação no estágio comprovada mensalmente através de relatórios ou desenvolvimento do projeto acompanhado pelo Orientador. TOMAZI. mão-de-obra.

1ª ed. Orçamento na Construção Civil . Pontes em Concreto Armado e Protendido: princípios do projeto e cálculo. 2007. M. Gerenciamento da relação tempo-custo: PERT/CPM – CUSTO. 1987. AZEREDO. A D. F. Pré-dimensionamento e cálculo de super-estruturas. 2011. J. A. 1ª ed.H.. Infra-estrutura. tipologia. Rio de Janeiro: Interciência. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Siderurgia. OLIVEIRA.V. SOUZA. Fundações de Pontes: Hidráulica e Geotécnica. 2004. O edifício e seu acabamento. Pontes e Grandes Estruturas Introdução.L. H. ações nas pontes. São Paulo: PINI.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa nivelamento. O. SILVA.A. São Paulo: PINI. MITIDIERI FILHO. FREITAS. fundações e aparelhos de apoio. pilares. 1ª ed. BELLEI. A. 13ª ed. M. Planejamento e controle de obras.Consultoria. MATTOS. 1979. 2008. GUSMÃO FILHO.R.A. Recife: UFPE. Gestão e Coordenação de Projetos em Empresas Construtoras e Incorporadoras: da Escolha do terreno à avaliação pós-ocupação. Rio de Janeiro: Axcel Books.São Paulo: PINI. encontros. Introdução ao Planejamento e Controle de Custos na Construção Civil Brasileira. Infraestrutura de Pontes de Vigas. C. 2010. 1ª ed. 2010. P.. Sistemas estruturais. conceituação e classificação. LEONHARDT.F. Pontes de concreto armado. São Paulo: Edgard Blücher. Construções de Concreto: princípios básicos da construção de pontes de concreto.. Controle e Análise de desempenho: sistema de controle. Gerenciamento e Controle de Projetos. cronogramas. M. Editora: PINI. 2011.. 2003. Normas técnicas. Rio de Janeiro: LTC. curvas de desenvolvimento. Projeto e Execução. MELHADO.A Concreto projetado para Túneis. 2001. F. Portos e Hidrovias Generalidades sobre o transporte marítimo e fluvial. São Paulo: PINI. 1977.O. Pontes e Viadutos em Vigas Mistas. 2008. GOLDMAN. 2011. São Paulo: PINI. I. TISAKA.B. Galerias. 2003. J. análise tipológica e construtiva. P.. Preparação da execução de obras. MARCHETTI. pré-dimensionamento e cálculo. Modernização dos Portos. São Paulo: Edgard Blücher. MANSO. São Paulo: Aduaneiras. BOENTE.. Carlos Tavares de. São Paulo: PINI. São Paulo: Edgard Blücher. Gerenciamento informatizado de Projetos e Obras TCPO: Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos. Considerações sobre super-estrutura em lajes celulares e em grelha. MASON. S. Hidráulica 62 . 1997. PINHO. A.

As Hidrovias Interiores no Brasil. 1998. GG Gustavo Gili. 2011. MASCARO. O conhecimento de Cargas no Transporte Marítimo.S. A evolução da 63 . C. A. São Paulo: Aduaneiras.P. A Hora das Hidrovias. Controle do ambiente. L. 1ª ed. Obras de transposição de desníveis. Acidentes. REBELLO. Ed Martins Fontes. 2009. Segurança em atividades extra-empresa. SANTOS. ARASAKI. Embarcações e cargas. Elementos para descrição da estrutura urbana de uma cidade. Editora PINI. Normalização e legislação específica. G. Manual de Contratação dos Serviços de Arquitetura e urbanismo. Introdução ao planejamento da infraestrutura e operação portuária. E.. 1999. P. E. treinamento e motivação pessoal. LINO. L. Elementos para a descrição quantitativa de uma cidade. Revisada. Ergonomia e Segurança Industrial Conceitos de segurança na Engenharia. BARDET. Ondas. Editora Perspectiva. Transporte Marítimo: Carga. V. Editora: Atlas. E. Sagra. Segurança no projeto. Manaus: Edições Governo do Amazonas. COSTA. F. WANKE. Navios. Proteção coletiva e individual. 2008. 2009. 2011. D. 1990. Economia do transporte hidroviário. São Paulo: Edgard Blücher. 1991. 2001. MAGALHÃES. Obras e Gestão de Portos e Costas: a Técnica Aliada ao Enfoque Logistico e Ambiental. Milton. SILVEIRA. Seleção. 1998. Portos fluviais e marítimos ALFREDINI.. Análise da relação entre espaço e as características sócio-econômicas da população COSTA. Organização de segurança do trabalho na empresa. G. O Urbanismo. R.. Editora: Edgard Blucher. 4a ed. A concepção Estrutural e a Arquitetura. Rio de Janeiro: Capax Dei. NEUFERT. 3ª ed. P. BITTENCOURT. Arte de projetar em arquitetura. 2009. A urbanização brasileira. São Paulo: Hucitec. 2011. Rio de Janeiro: Fenavega. J. Obras de melhoramentos dos cursos d’água. marés e correntes marítimas. OLIVEIRA.S. 1991.B.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar fluvial. 1ª ed.L Infra-estrutura habitacional Alternativa. 10º PERÍODO Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Arquitetura e Urbanismo Metodologia e Introdução ao projeto. São Paulo: Aduaneiras.S. HERTZBERGER. Navegação do Amazonas e Portos da Amazônia.B. 2003. Ed. 2000. 2ª edição. Portos e Terminais. P. H Lições de arquitetura. AsBEA.C. Modernização dos Portos. Carlos Tavares de. Y. Física aplicada à construção: conforto térmico. São Paulo: Aduaneiras. 4ª ed. COIMBRA.

A. Medições. GRANDJEAN. IIDA. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. Bibliografia Vide Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso e Manual de Diretrizes Técnicas de trabalho de Conclusão de Curso. Volume. São Paulo: Érica. Caixa do empréstimo. C. 5ª ed. 2009. FRANÇA. A relação da ergonomia com as condições de trabalho GONÇALVES. Compressores de ar Explosivos. Ergonomia: origem. 2004.H. evolução e conceitos. Qualidade de Vida no Trabalho .da prática à teoria. Ergonomia: Projeto e produção. E. 2005. ABRAHÃO. tecnologia e organização. Bota-fora. Porto Alegre: Bookman. Obras de arte correntes: projeto e execução. Bibliografia Vide Regulamento de Estágio Supervisionado Disciplina Ementa Trabalho de Conclusão de Curso Trabalho individual. Elaboração de relatório descrevendo as atividades desenvolvidas. Equipamentos. DUL. São Paulo: Edgard Blücher. 2005. 5ª ed. L. São Paulo: Edgard Blücher. Estabilização dos taludes de corte e aterros. Participação no estágio comprovada mensalmente através de relatórios ou desenvolvimento do projeto acompanhado pelo Orientador. Execução do desmonte da rocha. Legislação de Segurança.E. Serviços preliminares. A. Cortes. São Paulo: LTR. Disciplina Ementa Pavimentação Execução de terraplanagem. B. 2010. CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: Guia Prático de Segurança do Trabalho. 2009. Compactação: equipamentos. J. E.. Introdução à Ergonomia . Acidente do Trabalho e Saúde do Trabalhador. KROEMER K. Estágio Supervisionado de Atuação Cumprir cronograma estabelecido na disciplina de Estágio Curricular I. sob orientação de professor. Escavações em rocha a céu aberto: equipamentos de perfuração. Classificação dos materiais. WEEDMEESTER. 64 . SALIBA. 7ª ed.QVT. I. 2ª ed. 2011.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa relação ser humano. São Paulo: Edgard Blücher. 2010. através da escolha de tema relacionado à área da Engenharia Civil. Aterros. visando ao aprofundamento de questões teóricas ou práticas. Controle dos serviços. J. PAOLESCHI. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. Brocas. São Paulo: Atlas. 1ª ed. Ergonomia Prática. As diferentes abordagens e aplicações em ergonomia. M. São Paulo: LTR. T. B.

P. 2011. 1998. Controle do campo. et. L.. Editora: oficinas de textos. MASSAD. al. 2007. Manual de técnicas de pavimentação Vol 1. I. 2010. GONÇALVES. São Paulo: PINI. Atividades Ilustradas em Sinais de LIBRAS.G. 1997.Curso Básico de Geotecnia .M. EC. 2004. A. DF: SENAC.F. serviços e construções. 2004. C. Estacas Préfabricadas de concreto – teoria e prática. DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES – DNIT. Noções básicas de léxico. Comunicação por Língua Brasileira De Sinais. de 22/12/2005. Bertrand Brasil. Pavimentação em concreto. NEVES. SENÇO. A Surdez. Estradas – projeto geométrico e de terraplenagem.P. 3ª ed. 1ª ed. CASTRO. de 24/04/2002. F. NORMA DNIT 006/2003 – PRO. Erosão e conservação dos solos: conceitos. BRASIL. Brasília.. S. São Paulo: Revinter. Noções de variação. Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar BALBO. R. 65 .2ª Ed. Editora: Interciência. Libras Introdução: aspectos clínicos. T. 2007. Ministério da Educação. Educação de surdos: a caminho do bilinguismo. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. 2011. de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos áudio-visuais. Praticas Libras:desenvolver a expressão visual-espacial. Pavimentação asfáltica: tipos e materiais. Dimensionamento. W. BRASIL. educacionais e sócio-antropológicos da surdez. SEESP. DNER-PRO 10/79. SÁ. Luiz Alberico. T. C. Lei nº 10. projeto e restauração. A. Avaliação objetiva de superfícies de pavimentos flexíveis e semirrígidos.436. BERNARDES. Surdez. São Paulo: PINI. Niterói: EDUFF. 2009. Editora: Oficina de Textos. Obras de Terra . Asfaltos diluídos. 1999. Avaliação Estrutural dos Pavimentos Flexíveis Vol 1. SKLIAR. Emulsões asfálticas. Execução de pavimentos. L. Aplicação. Custos de equipamentos. Cimento asfáltico.S. ALMEIDA. Porto Alegre: Mediação.626. L. Decreto nº 5. DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES – DNIT. BRASIL. Secretaria de Estado Especial. CARVALHO. A Língua de Sinais brasileira – Libras: características básicas da fonologia.. 1 ed. 2ª ed. N.métodos do ensaio e execução.A. temas e aplicações. Brasília: MEC. R. Cognição visual e libras: estabelecendo novos diálogos. J. ANTAS. GUERRA. J.. FALCÃO. Pavimentação asfáltica: materiais. 1999.

procedimentos metodológicos que assegurem a vida acadêmica com a realidade concreta da sociedade e aos avanços tecnológicos. Todo material disponibilizado pelos professores/orientadores no Portal deverá 66 . disponibilizados previamente para os alunos. portanto. a fim de que seja capaz de aplicar seus conhecimentos e cooperar para o desenvolvimento da sociedade que o cerca e ser um profissional altamente qualificado. dos conteúdos ministrados bem como de sua aplicabilidade. A estrutura curricular do Curso de Engenharia Civil exige uma metodologia articulada. seminários entre outros. novas alternativas e novos recursos. o que os caracteriza como curso de nível superior é justamente o compromisso com a construção do conhecimento e não apenas a transmissão. com o objetivo de construir um modelo de ensino/aprendizagem que compreenda a aplicação dos princípios fundamentais ao exercício da profissão de Engenheiro Civil. Metodologia Muito embora os cursos de graduação tenham a função da formação profissionalizante. Visa ao desenvolvimento sócio-político e cultural do aluno e de sua compreensão crítica da realidade. incluindo. por parte dos discentes. Para cada encontro poderá o professor associar. links.1.15. por paradoxal que possa parecer. Para tanto. via portal. artigos. Os conteúdos conceituais das unidades de estudo deverão ser disponibilizados pelos professores orientadores. além dos recursos de exposição didáticas. favorecem a análise\estudo prévio para que os encontros de trabalho (aulas) sejam mais produtivos. Neste sentido. pelo menos uma semana antes dos encontros de trabalho (aula). através do portal. entre outras estratégias de ensino e aprendizagem que buscam favorecer a auto-aprendizagem. filmes. questionários de reflexão e lista de exercícios. Estes recursos. assuntos para discussão. requer do professor que evite a utilização de procedimentos metodológicos que fazem da ação educativa uma mera rotina pedagógica. Essa metodologia propõe ações interdisciplinares que promovem maior aprendizado. dos estudos práticos em sala de aula. a metodologia de ensino. estudos dirigidos e independentes. textos diversos.

visita técnica.  Mapa Conceitual para a interpretação / classificação / crítica / organização de dados/ resumo.  Grupo de Observação e de Verbalização para a análise / interpretação/ crítica/ levantamento de hipóteses/ obtenção e organização de dados/ comparação/ resumo/ observação/ interpretação. As atividades práticas (laboratórios. possibilitando atividades de revisão e nivelamento constantes. de modo a desenvolver nos acadêmicos as competências e habilidades propostas pelo curso estão abaixo descritas:  Aulas expositivas para a obtenção e organização de dados/ interpretação/ crítica/ decisão/ comparação/ resumo.  Solução de Problemas para a identificação / obtenção e organização de dados/ planejamento / imaginação / elaboração de hipóteses / interpretação/ decisão.ser mantido à disposição do aluno enquanto durar o seu vínculo com a instituição. 67 . trabalho de campo.  Tempestade Cerebral para a imaginação e criatividade / busca de suposições/ classificação.  Elaboração de Portfólio para a identificação / obtenção e organização de dados/ interpretação/ critica/ análise/ reelaboração/ resumo. entre outras) previstas na organização curricular serão executadas mediante roteiro com objetivos bem definidos e apoiadas nos conteúdos conceituais trabalhados.  Estudo de textos para a identificação / obtenção e organização de dados/ interpretação/ crítica/ análise/ reelaboração/ resumo. As práticas pedagógicas.  Estudos Dirigidos para a identificação / obtenção e organização de dados/ busca de suposições / aplicações de fatos e princípios a novas situações.  Dramatização para a decisão / interpretação / crítica / busca de suposições/ comparação/ imaginação.

no que diz respeito ao processo de ensino-aprendizagem. Atendimento aos Discentes O propósito do Curso Superior de Engenharia Civil. a partir de uma prática cotidiana de reflexão que rompa com os paradigmas da educação tradicional. está direcionada à participação do aluno como sujeito ativo na apreensão de seus conhecimentos.  Ensino com Pesquisa para a observação/ interpretação/ classificação / crítica/ resumo/ análise/ hipóteses e busca de suposições/ decisão. A moderna preocupação dos órgãos formadores. 1. bem como. considerando suas necessidades. comparação e imaginação / planejamento. obtenção e organização de dados/ aplicação de fatos a novas situações. procurando conciliar um processo junto ao Corpo Docente e/ou à Instituição.  Estudo de Caso para a análise/ interpretação/ crítica/ levantamento de hipóteses/ busca de suposições/ decisões/ resumo. É disponibilizado aos discentes atendimentos nos setores administrativos e acadêmicos. disponibiliza atividades intra e extraclasses. A coordenação do curso realiza atendimento individual ao aluno.  Seleção de Filmes que utilizam técnicas para o estudo dos casos apresentados/ análise/ interpretação/ crítica/ levantamento de hipóteses/ busca de suposições/ decisões/ resumo. 68 .  Painel para a obtenção de dados/ crítica/ comparação/ elaboração de hipóteses/ organização de dados. no que concerne ao atendimento ao discente tem como foco a qualidade da informação e a resolução das demandas com eficácia. se torne sujeito de sua própria história. Neste sentido. Seminário para a análise / interpretação/crítica/levantamento de hipóteses/ busca de suposições/ obtenção de organização de dados/ comparação/ aplicação de fatos a novas situações. o Curso de Engenharia Civil do UNINORTE/LAUREATE.16. a fim de que o aluno integre-se no contexto sócio cultural e educativo. bem como na área docente.

facilitando sua aprendizagem e.4. 1. Política de Bolsa O UNINORTE oferece diversos programas que oportunizam auxílio financeiro: descontos em mensalidades para alunos parentes de colaboradores. nacionais e estrangeiras. formada principalmente por pessoas que estiveram por longo período de tempo distantes do ambiente escolar. cuja principal função é servir de elo entre a coordenação e a turma. a instituição também participa de programas de financiamento estudantil. o representante discente atua como um mediador de conflitos e é responsável por discutir mecanismos de melhoria didático-pedagógica dos professores. Álgebra e Introdução a Mecânica. além disso. Representação Estudantil Cada turma deve ter um representante estudantil. pertencentes ou não ao grupo de Universidades Laureate. Bolsa Universidade da Prefeitura de Manaus e Crédito Prá Valer.3.A IES pratica formas variadas e inclusivas de acesso a seus cursos. Política de Intercâmbio Está prevista a implantação do intercâmbio de estudo por meio de programas de mobilidade para os discentes que serão realizados com instituições conveniadas. 1. contribuindo para a redução das taxas de evasão.1. assim. tais como: PROUNI. Além disso. em especial nos casos em que a faixa etária é elevada. com o professor zelar 69 . convênios com empresas e instituições públicas parceiras. O Nivelamento no UNINORTE tem por objetivo principal minimizar lacunas da formação básica do aluno.16. onde são abordados os conteúdos das disciplinas básicas Cálculo. estimulando o ato de estudar. a permanência dos discentes nos cursos é garantida por meio de políticas de incentivo que perpassam situações acadêmicas. 1.16.16.16. Programas de Nivelamento Os alunos ingressantes do curso Engenharia Civil passam por Nivelamento Institucional na primeira semana de aula. juntamente. sociais e mesmo financeiras. 1. além disso. e.2.

papel do coordenador e suas atribuições.16. docentes e funcionários. As reclamações/solicitações podem ser feitas via correio eletrônico ou pessoalmente. um ambiente propício ao processo ensino-aprendizagem. a saber:  SICANET: é um sistema informatizado. integrar o ingressante no ambiente institucional em nível superior. entre outros. 70 . Sistemas de Comunicação Informatizados O UNINORTE. consequentemente. bem como o funcionamento de alguns setores como S. Outras Atividades Além das atividades supracitadas. além dos meios tradicionais. como Reitoria e diretorias da IES. Nesse evento são apresentados os mecanismos de acesso dos alunos aos sistemas informatizados. seguindo as tendências tecnológicas da era moderna. bem como estabelecer comunicação não só com seus professores e colegas de turma. conforme sua denominação. o Curso de Engenharia Civil oferece desde a sua concepção dois tipos de eventos:  Integração de Calouros: cujo objetivo é. através do qual o aluno pode acompanhar seu histórico de notas e faltas.  Ouvidoria: serviço de atendimento aos discentes. 1.5. além do sistema de avaliação. com o intuito de agilizar e facilitar o atendimento aos discentes.R. área de atuação do egresso do curso.pelo comportamento dos membros da turma para uma boa convivência e.6. investe na informatização de vários serviços. Dessa forma. São apresentadas também palestras motivacionais e de cunho auto-reflexivo para que o aluno possa preparar-se para a nova etapa em sua vida acadêmica. como também com a coordenação do curso e até mesmo colaboradores de outros âmbitos.16. biblioteca. 1. a IES oferece dois mecanismos de comunicação.A (Setor de Registro Acadêmico).

identificar as necessidades e dificuldades vivenciadas no âmbito acadêmico. Cabe ao professor conselheiro analisar e conhecer o perfil da turma no que se refere ao aproveitamento e frequência nas disciplinas. conforme a demanda apresentada. peculiares a cada aluno.17. buscando criar um ambiente social favorável ao processo de ensino-aprendizagem. Acompanhamento aos Egressos As estratégias de acompanhamento dos egressos dos cursos do UNINORTE/LAUREATE são de responsabilidade do Núcleo de Acompanhamento de 71 . 1. Dentro da instituição de Ensino Superior. Caso seja necessário. além de auxiliar a Coordenação a estabelecer estratégias para evitar índices elevados de reprovação e evasão. ou fatores externos. em regime integral. participando. Apoio Psicopedagógico O Núcleo de Atendimento Psicopedagógico e Social do Curso de Engenharia Civil do Centro Universitário do Norte possui o compromisso de desenvolver atividades relevantes e benéficas ao processo de aprendizagem. os alunos elegem. Procurar-se-á. atuar como mediador entre os discentes e os docentes e a Coordenação. ainda através do encaminhamento do docente que de alguma forma entenda que os eventos possam interferir no comportamento do discente. professores e representantes de turma). acredita-se que a atuação de um Núcleo de Atendimento Psicopedagógico e Social deve voltar-se para os fatores que interferem no processo educacional. junto com as lideranças (Coordenadores de curso. 1. da remoção de barreiras que possam impedir o acesso do aluno ao conhecimento.16.8. O atendimento é realizado por um profissional de pedagogia.7. Professor Conselheiro A cada semestre. o mesmo será realizado de modo individual ou grupal. o discente será encaminhado ao Serviço de Atendimento Psicológico da IES. No que tange à forma de atendimento.16. sugerir e promover ações para melhorar o nível de aprendizagem dos alunos. por voto direto. através da triagem. um docente que irá desempenhar a função de Professor Conselheiro da turma. ainda: incentivar.1.

As atribuições do núcleo são entendidas como instrumento de auxílio para a melhoria da qualidade de ensino. A Instituição necessita avaliar constantemente o ensino que oferece. Composição. arranjos didáticos. possibilitando a integração e comunicação dos egressos com a Instituição. servindo como uma das avaliações da Instituição. mostrando o processo de inserção do egresso no mundo de trabalho.1. desenvolvidas de acordo com a proposta do Plano de Desenvolvimento Institucional (quadriênio 2007-2011). bem como sua atualização periódica. Este sistema de monitoramento permite avaliar os cursos. As estratégias de acompanhamento de egressos propiciam a integração da instituição empregadora. Ao observar a trajetória dos ex-alunos. permitindo a revelação da situação e desempenho do profissional na sua atividade. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante (NDE): 72 . as necessidades de criação de novos cursos de pós-graduação e de estratégias para melhoria do corpo docente. vinculado ao Conselho de Curso. além de verificarmos como está inserido no mercado de trabalho o egresso do curso. Titulação e Experiência do Núcleo Docente Estruturante O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo. tendo por finalidade a implantação do mesmo. incentivando a criação de parcerias com empresas. tendo como desdobramento pesquisas contínuas sobre os egressos e suas atividades profissionais. além de mantê-los informados sobre outras atividades da instituição que possam beneficiar os mesmos. atraindo mais alunos anualmente e permitindo detectar as deficiências curriculares. tem-se uma fonte de informações gerenciais que auxiliará nas tomadas de decisões sobre o planejamento do curso.Egressos (NAE). responsável pela concepção e atualização do Projeto Pedagógico do Curso. academia e sociedade. CORPO DOCENTE 2. 2. gerando indicadores de desempenho.

extraordinariamente.  Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação. 73 . e destes.  Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão. 40% em tempo integral. ordinariamente.  Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso. por convocação de iniciativa do seu Presidente. sempre que convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros titulares. para aprovação no Colegiado de Curso.  Promover a integração horizontal e vertical do curso. 60% possuem título de Doutor 100% regime parcial ou integral. oriundas de necessidades da graduação.  Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso. O NDE pode reunir-se.  Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular. Os parâmetros de composição do NDE estão apresentados no quadro abaixo: Composição do NDE Titulação do NDE Regime de trabalho Cinco membros do Curso 100% Stricto Sensu.  Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo. de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso. sempre que necessário. e desse conjunto. 2 (duas) vezes por semestre e.  Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares. Elaborar o Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos. respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico.  Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso.

em Engenharia Estrutural pela University of South Carolina. 74 .2. O Coordenador do Curso de Engenharia Civil tem como função precípua a gerência do projeto de aprendizagem do Curso. 1975-1977. organização e coordenação das atividades pertinentes ao funcionamento do curso. envolvendo docentes e discentes. Estados Unidos. para escutar e/ou aprovar coletivamente os problemas e propostas de melhoria do Curso.1. contratado em regime integral. É válido ressaltar que a coordenação de curso fica a disposição para um diálogo integrado entre seus pares. dos projetos integradores. dos projetos de monitoria. além dos estudos complementares. D. Titulação. execução e avaliação das práticas pedagógicas intra e extraclasses.2.2. o que exige ações de articulação e mobilização de todo o corpo social. Formação Acadêmica e Experiência do Coordenador de Curso A coordenação do curso é exercida por professor designado pela Reitoria que seja portador de título de pós-graduação stricto sensu. com mandato de dois anos. das atividades e programas de extensão. USC. com direito à recondução. em Engenharia Estrutural pela University of South Carolina.  Mestrado: M.Sc. Estados Unidos. USC. Rogério Coelho Lopes  Doutorado: Engenharia Civil – Ph. no desenvolvendo de mecanismos para o planejamento. dos programas de iniciação científica. que é responsável pelo planejamento. tendo sempre em vista o aperfeiçoamento do fazer pedagógico na Instituição. 2. 1979-1983. Formação do Coordenador Coordenador do Curso: Professor Dr.

Estruturas Especiais. Teoria das Estruturas I e II. continuous beams e moment distribution method.  University of South Carolina .Professor Titular Doutor no Departamento de Mecânica do 75 . Em 1980 recebeu a premiação: The National Civil Engineering Honor Society .  Universidade do Estado do Amazonas – UEA. Projeto de Estradas I. com ênfase em Elementos Finitos.1998 Professor Titular do Departamento de Construção da Faculdade de Tecnologia. Mecânica I e II. Pontes e Grandes Estruturas. 19772011 . Experiência do coordenador (acadêmica e não acadêmica) Acadêmica no Ensino Superior:  Centro Universitário do Norte (UNINORTE): 2011 – atual. finite element method. Topografia. Estados Unidos. Concreto Protendido.USC. Estruturas Metálicas. Graduação: Engenharia Civil pela Universidade Federal do Amazonas (1969-1973). Estruturas Metálicas e Cargas Dinâmicas. 2. Resistência dos Materiais I e II. Columbia – USA. Fundações. da empresa Construtora Columbia Ltda. University of South Carolina. Desde 1984-1996 Sócio Proprietário. Concreto Protendido.Professor Substituto no Curso de Graduação de Engenharia Civil no departamento de Estruturas. atuando como Diretor Técnico.  Universidade Federal do Amazonas: 1974 . atuando principalmente nos seguintes temas: Web openings. Atua como profissional Liberal do Escritório de Cálculo Estrutural-RCL desde 1974-Atual. Concreto Armado I e II. cyclic loads.Chapter of Chi Epsilon -. Tem experiência na área de Engenharia Estrutural.2. Estruturas de Concreto Armado. tendo ministrado as disciplinas Construção Civil I e II. 1982.2. Pontes e Grandes Estruturas. Professor Doutor ministrando as disciplinas Mecânica Geral. Manaus – AM. Estruturas Metálicas e Teoria das Estruturas. Analise Matricial das Estruturas.

designado pela portaria 583/85 de 17 de maio de 1985 do Magnifico Reitor. designado pela portaria 604/88 de 26 de abril de 1988 do Magnifico Reitor. Elementos de maquinas e Mecânica II. designado pela portaria 554/84 de 28 de maio de 1984 do Magnifico Reitor. De 1988 à 1989. Integrante do Núcleo Docente Estruturante – NDE no curso de Engenharia Civil. Coordenador do Curso de Engenharia Civil da Faculdade de Tecnologia – FT. designado pela portaria 575/93 de 02 de março de 1993 do Magnifico Reitor. Gestão Acadêmica: Desde 03/2012 é coordenador do Curso de Engenharia Civil do Centro Universitário do Norte – UNINORTE. designado pela portaria 1789/87 de 21 de janeiro de 1988 do Magnifico Reitor. Tópicos em Mecânica dos Sólidos. De 1989 à 2001. Coordenador do Curso de Engenharia Civil da Faculdade de Tecnologia – FT. Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Diretor da Faculdade de Tecnologia – FT. Mecanismos. Desde 03/2011. Membro da Comissão de que viabilizou a implantação do curso e Engenharia Química da Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Manaus – AM. 76 . Universidade Federal do Amazonas – UFAM. designado pela portaria 1162/89 de 29 de agosto de 1989 do Magnifico Reitor. Centro Universitário do Norte – UNINORTE. designado pela portaria 417/85 de 17 de abril de 1985 do Magnifico Reitor. De 1984 à 1986. Manaus . Presidente da Comissão de Expansão da Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Membro da Comissão de Informática da Universidade Federal do Amazonas – UFAM. tendo ministrado as disciplinas Vibrações Mecânicas. Chefe de Departamento de Construção Civil da Faculdade de Tecnologia – FT. Em 1985.AM.Curso de Engenharia Mecânica.

Presidente da Comissão da Banca Examinadora do concurso público de Provas e Títulos da Universidade Federal de Roraima designado pela portaria 770/96 do Magnifico Reitor. – Manaus-Am. Não Acadêmica:  Desde 1974 até atual . Profissional Autônomo – Atuando na área de Consultoria Estrutural (Estrutura Civil. Membro da American Society of Engineers (ASCE). Membro da Comissão de Seleção e Acompanhamento do Programa Interinstitucional de Bolsa de Iniciação Cientifica FUA/CNPQ para o ano de 1991.  Desde 1984 até 1996 – Diretor Técnico e Sócio Proprietário da Construtora Columbia Ltda. reforço de 77 .  Desde 1982 até atual. Presidente da Banca Julgadora para concurso de Professor de Carreira de Magistério Superior da Universidade Federal do Amazonas. 19 de setembro de 1995). pontes. designado pela portaria 796/2000 do Magnifico Reitor.  Desde 1982 até atual.Presidente da Comissão. Membro do American Concrete Institute (ACI). Mecânica e Naval). designado pela portaria 302/95 de 14 de setembro de 1995 do Ministério da Educação e do Desporto (DOU 7080 – Seção II.  Desde 1984 até atual – Membro do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias em Engenharia. designada para verificação das condições de funcionamento para o Reconhecimento do Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Roraima.Engenheiro Civil.  Durante sua experiência profissional como Engenheiro Civil autônomo elaborou vários projetos estruturais de edifícios altos. Presidente da Banca Examinadora do concurso para Professor Titular da Universidade Federal do Amazonas. designado pela portaria 2016/91 de 03 de outubro de 1991 do Magnifico Reitor da Universidade Federal do Amazonas. designado pela portaria 1533/90 de 28 de setembro de 1990 do Magnifico Reitor.

Shell.CEF.estruturas. Caixa Econômica Federal . reforço de fundações e elaborou diversos laudos estruturais para clientes como: Banco do Brasil . CETAM e diversos proprietários particulares. IPHAM.BB. 78 .

e destes. Dedicação do Coordenador à Administração e à Condução do Curso O Coordenador do Curso Engenharia Civil é contratado sob o regime de 40 horas (Tempo Integral) divididas entre os turnos vespertino e noturno. visando a atender a todas as demandas dos alunos. normativo e consultivo das atividades de ensino. A constante presença do coordenador garante que as metas institucionais propostas sejam continuamente perseguidas. os docentes são contratados em regime integral. professores e demais atribuições destinadas para administração e condução do curso. pesquisa e extensão no âmbito do Curso. 2. 2. Quanto a experiência profissional. o coordenador do Curso ministra uma disciplina e se dedica ao planejamento e supervisão das atividades acadêmicas referentes às aulas práticas.3.Regime de Trabalho e Experiência Profissional dos Docentes Cerca de 70% do corpo docente do curso de Engenharia Civil possui titulação obtida em programas de pós-graduação strictu senso.4.2. que permitem o desenvolvimento das habilidades e competências desejáveis ao futuro profissional. parcial ou horista. 30% possuem título de doutor. visitas técnicas e projetos de extensão. Além da rotina administrativa. normas de funcionamento. mais de 80% (oitenta) dos docentes possuem mais de 05 (cinco) anos de experiência de docência em ensino superior e 03 (três) anos fora do magistério e ministram cerca de 2 (duas) disciplinas por período. É composto por todo o corpo docente do curso e um representante discente. 79 . tem em sua composição. Quanto ao regime de trabalho. Cerca de 80% dos docentes do curso são contratados em regime parcial ou integral.2. além de viabilizar a freqüente avaliação dos procedimentos adotados. atribuições e competências regulamentadas no Estatuto do Centro Universitário.3 Composição do Colegiado de Curso O colegiado de curso é um órgão deliberativo.Titulação.

possuem computadores ligados a internet e rede wireless. há uma sala especificamente destinada à coordenação do curso e outra para o NDE. Sala dos Professores. iluminação. o Centro também dispõe de unidades complementares. acústica. Rua Huascar de Figueiredo. esta intituição de ensino mantém 85% das suas unidades de ensino no Centro da cidade de Manaus. econômico. Além disso. como a Empresa Júnior. Na unidade em que funciona o curso de Engenharia Civil. atendendo de forma excelente aos requisitos limpeza. Atualmente. na sala dos professores são disponibilizados gabinetes de trabalho para os professores em tempo parcial ou integral. dimensão. onde implementou alterações significativas e positivas no desenvolvimento social. As salas de coordenação e do NDE atendem plenamente aos requisitos limpeza. cultural e arquitetônico do local. ventilação. Escritório de Assistência Jurídica e o Serviço de Psicologia Aplicada (SPA). Rua Emílio Moreira e Rua Leonardo Malcher. Hoje. 3. iluminação. conservação e comodidade. dimensão. Rua Frei Lourenço. ventilação.3. Gabinetes e Sala de Reuniões O UNINORTE disponibiliza sala de professores e de reuniões. conservação e comodidade necessária as atividades desenvolvidas. 80 . INFRAESTRUTURA O UNINORTE dispõe de uma infraestrutura adequada para garantir um ensino de qualidade a todos os seus alunos.1. revitalizando assim uma das avenidas mais antigas de Manaus. acústica. Rua Ramos Ferreira. Além das Unidades de Ensino. assim como. os cursos oferecidos pela instituição distribuem-se em catorze unidades localizadas no centro da cidade nos seguintes logradouros: Avenida Joaquim Nabuco. Além desses espaços dispõe de 5 Auditórios e ainda do Espaço Cultural Uninorte (com Teatro).

tais como: boletim de notas. É uma biblioteca setorial que tem por função subsidiar. computadores interligados a internet. A missão é disponibilizar para a comunidade universitária os recursos bibliográficos e informativos necessários ao desempenho das atividades de investigação. pesquisa e extensão social e tecnológica. além de rede wireless em todo o prédio. 81 . bem como se mantendo informado acerca de atividades de pesquisa extensão e quadro docente entre outros. contribuindo para o crescimento informacional da comunidade acadêmica.Centro. controle de freqüência. lançamento de notas. educação permanente e extensão cultural. na proporção de um computador para até 15 alunos. além de criar e desenvolver o hábito da leitura. O site do UNINORTE permite ao aluno acompanhar a vida da IES e de seu curso. as atividades de ensino. 3. no mesmo prédio de funcionamento do Curso. entre outros. procurando cumprir. som.3. ensino. por meio da disponibilização de recursos informacionais diversificados. tela de projeção e aparelho de DVD. onde discentes e docentes podem utilizar de forma excelente os serviços disponíveis. controle de atividades complementares. 3. seu papel instrumental e social. com dinamismo.2. Biblioteca A biblioteca que serve ao Curso de Engenharia Civil está localizada a Rua Leonardo Malcher. Acesso dos Alunos aos Equipamentos de Informática O Curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet. 715 . equipadas com carteiras confortáveis acolchoadas.3. ao PPC e ao PPI.4. Sala de Aulas Cada Unidade dispõe de salas amplas.5. tendo acesso ao PDI. 3. Registro Acadêmico O registro acadêmico é totalmente informatizado através do SICANET. considerando o total de matriculas dos cursos em funcionamento na unidade de ensino. climatizadas. data show.

Biblioteca Solicitante. empréstimo domiciliar. classificação. Para facilitar melhor a comunicação com os discentes e docentes disponibiliza em murais e folders informações e avisos sobre atualizações e eventos. tais como: catalogação. uma biblioteca virtual. O aluno dispõe do sistema BIBLIONET. de 8h às 22h e sábado. quanto por mês. sendo esta. onde o aluno pode pesquisar o acervo e reservar a obra de seu interesse. Os títulos são analisados pelos coordenadores do curso e. para atender a demanda dos alunos e professores da instituição. podendo ser analisada tanto por dia. interligado online. posteriormente. As aquisições são efetuadas dentro da política de atualização e expansão do acervo. devolução. O Horário de Funcionamento é de segunda-feira a sexta-feira.O sistema atende as necessidades de processamento técnico. Os recursos destinados à aquisição/expansão do acervo são estabelecidos pela Mantenedora da Instituição.A seleção de novos títulos para o acervo bibliográfico se dá a partir de propostas de professores e coordenadores do curso. de 8h às 18h. obedecendo ao cronograma de evolução do acervo bibliográfico. adquiridos para atender à proposta pedagógica do curso e às necessidades das disciplinas. Com a implantação dos cursos na modalidade à distância e semipresencial o UNINORTE disporá de acervo digitalizado. 82 . consulta ao acervo. Os Serviços oferecidos são SICABIBLIOTECA . A biblioteca está integrada ao COMUT – Programa de Comutação Bibliográfica. disponível na página Institucional. assim como relatórios de estatística de empréstimo e devolução por biblioteca.

a indicação do corpo docente com base nos conteúdos programáticos dos cursos de graduação e pós – graduação.1. encaminhamos para aquisição imediata.5. A política de aquisição de material bibliográfico se dá de forma contínua. repassadas para os coordenadores de cada curso e posteriormente entregues na biblioteca para providências. Estas aquisições são feitas através de solicitações dos professores. considerando também a vinculação entre os indicadores de qualidade do MEC.com. Atualmente. Para utilizar o portal de periódicos EBSCOhost nas unidades do UniNorte. são baseadas conforme as necessidades dos cursos mantidos pela Instituição (graduação. 3. muitas vezes ultrapassa o período indicado (semestral). sendo previstos 3 (três) títulos e estando os mesmos na proporção de 1 (um) exemplar para cada 6 (seis) alunos. o usuário deve acessar o link: search. pós-graduação). Política de Renovação do Acervo A política de aquisição. 3. de acordo com o provimento financeiro da Faculdade. atualização e expansão do acervo bibliográfico adotada pelas Bibliotecas do UNINORTE – LAUREATE. identificando a necessidade de melhorias em relação à qualidade e quantidade do acervo. pois se forem identificadas necessidades urgentes por parte de algum curso e. o EBSCO host. EBSCO Host A Diretoria de Pós-Graduação do UNINORTE/LAUREATE firmou uma parceria com um portal de periódicos e artigos científicos.3.ebscohost. a biblioteca teve seu acervo expandido em todas as áreas. 83 .5.5. Por meio dele alunos e professores de graduação e pós-graduação do UNINORTE/LAUREATE têm acesso a artigos de revistas internacionais e nacionais gratuitamente. O processo de aquisição é feito por compra semestral.2.3. ou seja. Bibliografia Básica Os livros que compoem a bibliografia básica do curso de Engenharia Civil estão em consonância com os Programas das disciplinas.

Laboratórios Especializados Para propiciar associação da teoria à prática.7. contará com um Técnico com a função de operação física dos sistemas. 3.4. Tchene. O Curso de Engenharia Civil do UNINORTE disporá de laboratórios de uso compartilhado com os demais cursos da instituição. construção e mercado. são previstas atividades técnicocientíficas em laboratórios.6. abrangendo as principais áreas temáticas do curso. dentre os quais pode-se destacar:  Practice Periodical on Structural Designer and Constructcion  Institutional Asce Research Library  Journal Of Geotechinal & Geoenvironmental Engineering Conta ainda com as assinaturas anuais da revista PINI: Equipe de obras. Bibliografia Complementar A Bibliografia Complementar do curso atende às indicações de 5 referências. Os alunos terão acesso aos laboratórios das disciplinas durante seus respectivos semestres.5. com todos os títulos disponibilizados nas Bibliotecas da Instituição. Esse técnico se reportará hierarquicamente ao Professor Laboratorista enquanto superior imediato. bem como o comissionamento de seus equipamentos. a construção de um laboratório de determinado período semestral. de acordo com o programa das disciplinas. Durante a fase de implantação do curso de Engenharia Civil. mediante reserva agendada pelo professor responsável por 84 . Os laboratórios do curso deverão ter como responsável global um Professor Laboratorista. Periódicos Indexados O curso de Engenharia Civil possui assinaturas de periódicos especializados. será concluída sempre no semestre anterior ao uso.3. com atribuições de gestão e operacionalização das instalações. 3. Cada laboratório de per si.

contendo banhos térmicos com termômetros de escala celcius e fahrenheit. conjuntos didáticos para práticas em Termologia. dispositivos para quedas de corpos e aríete. com colchão de ar linear. Objetivo: Propiciar contato vivencial dos alunos com a Física. como ciência básica da engenharia. e acessórios e peças de reposição. contendo: conjuntos didáticos para práticas em Mecânica. Magnetismo e Eletromagnetismo. e dispositivo de vasos comunicantes.7. para experimentos de balanços de calor. relacionados às disciplinas básicas e 6 (seis) laboratórios que apoiarão disciplinas específicas. circuitos instrumentados e dispositivos para experimentos com campos elétricos. conjuntos didáticos para práticas em Eletricidade. Introdução a Termodinâmica. conforme descrito a seguir: 3. contendo dispositivos tais como bobinas. O laboratório contará ainda com um 1 85 . Resumo da infraestrutura: Sala com capacidade para grupos de 30 (trinta) alunos. Tais espaços compõem a chamada infraestrutura básica para o empreendimento do curso. Em detalhamento. Laboratórios Comuns A. O Curso de Engenharia Civil utiliza 10 (dez) laboratórios: quatro comuns a outros cursos. Vibrações e Fluidos e Introdução a Eletricidade e Magnetismo. os laboratórios podem ser revelados a partir do manual de laboratórios. manuais de operação. quando necessário para complementação. Os laboratórios incorporam o conceito de interdisciplinares compondo os recursos para a prática pedagógica e profissional dos alunos. balanças de medição de força. e/ou direcionamento didático.uma disciplina. Laboratório de Física Este laboratório é comum para todos os cursos de Engenharia do UNINORTE. Na Engenharia Civil apoiará as disciplinas: Introdução a Mecânica. Os professores poderão acompanhar suas turmas nas práticas de laboratório.1.

de 1 (uma) impressora e de armários. viscosímetro cinemático. mesas coletivas (bancadas): balanças analíticas. enquanto ciência básica da engenharia. conjunto destilador de água. bem como vários outros materiais de uso comum e de sistemas e materiais 86 .(um) microcomputador dotado de softwares de apoio didático. Laboratório de Informática Este laboratório é comum para todos os cursos de Engenharia. Tem como objetivo. Em relação a infraestrutura. armários e compressor de ar de serviço. aparelho de ponto de fusão. O laboratório dispõe. várias pipetas graduadas. Na Engenharia Civil apoiará as disciplinas: Computação aplicada a Engenharia. vários balões e condensadores de destilação pirex. a sala possue capacidade para grupos de 30 (trinta) alunos contendo. vários Erlenmeyers. proporcionar contato vivencial dos alunos com linguagens e softwares específicos da área.propiciar contato vivencial dos alunos com a Química. vários tubos de ensaio pirex. vários Kitassatos. Química Orgânica e Bioquímica. chapas aquecedoras. uma 1 (um) impressora. vários beckers pirex. B. Laboratório de Química Este laboratório é comum para todos os cursos de Engenharia. espectrofotômetro. mesas para alunos. termômetros a álcool e mercúrio. C. Tem como objetivo. ainda. capela exaustora de gases. a sala com capacidade para grupos de 30 (trinta) alunos e 30 (trinta) microcomputadores disponibilizados em mesas coletivas (bancadas) com seis 6 (seis) terminais de microcomputadores operando em rede particular com um servidor. Em relação a infraestrutura. dissecador. várias provetas graduadas pirex. em geral. Na Engenharia Civil apoiará as disciplinas: Química Geral. vários tipos de funil. onde estão instalados os softwares de uso restrito ao Técnico responsável do Laboratório. Cálculo Numérico e Estatística Aplicada.

Tem como objetivo. -Esquadros profissionais 30. Plásticos para recobrir as pranchetas azul ou verde. No Curso de Graduação em Engenharia Civil apoiará as disciplinas: Fenômenos de Transporte. o Laboratório de Fenômenos de Transporte disponibiliza seus equipamentos para atender a demanda de alunos na elaboração de atividades extraclasse e pesquisa dos cursos de graduação. de gás. Laboratório de Fenômenos de Transporte Este laboratório é comum para todos os cursos de Engenharia e Tecnologia em Petróleo e Gás. Projetos e outras atividades dos cursos de Engenharia e Design além das atividades de aulas.80 com estrutura de ferro. As instalações do laboratório contarão ainda com: sistema de depuração de rejeitos de sólidos. Data-show. e gases. Em relação a infraestrutura. Na Engenharia Civil apoiará as disciplina de Desenho Técnico e Desenho aplicado à engenharia. além das atividades de aulas.de segurança e higiene. Réguas paralelas.70x0. prover infraestrutura para a realização de aulas de Desenhos. Laboratórios específicos A. mesas para alunos e armários. Tem como objetivo. líquidos. elétrico e água. ar comprimido. prover infraestrutura para a realização de atividades práticas das disciplinas retro citadas. 1 (um) microcomputador dotado de softwares de apoio didático.2. a sala possui pranchetas baixa med. Sala de Pranchetas Esta sala é comum para todos os cursos de Engenharia. 45 e 60 graus (para Professor). 3. Computador com monitor. 87 .00x0.7.1. Compasso e Transferidor profissionais (para Professor). D. 1 (uma) impressora. e sistemas utilitários de apoio.

Compressor de Ar. bem como de construção e estruturas. Soquete normalizado para o ensaio de consistência e Tachos de alumínio. Conjunto moto-bomba elétrica. Bigorna. magnéticos e ópticos.Em relação a infraestrutura. Argamassadeira. Esclerômetro. estufas. Cilindros Hidráulicos. Aparelho aferidor de agulha. pias de lavatório em aço inox. Data Show. Célula de Carga. para apoiar as disciplinas: Materiais elétricos. Mesa para determinação da consistência da argamassa. Bandejas. Medidas Elétricas e Eletrônicas. Funis Metálicos. Tem como objetivo. C. Prensa manual. Cesto de Arame. Base Magnética. 88 . Conjunto Agitador de Peneiras. mesas tipo bancada para 5 alunos. armários para armazenamento dos equipamentos. Compressometro. armário de escritório com gavetas. Laboratório de Instalações Elétricas Este laboratório é específico para o Curso de Graduação em Engenharia Elétrica. Laboratório de Materiais e Estrutura Este laboratório é comum para os cursos de Engenharia. Relógios comparadores mecânicos. Em relação a infraestrutura. Balanças. contendo um computador com monitor. No Curso de Graduação em Engenharia Elétrica este laboratório apoiará a disciplina de Resistência dos Materiais. Agitadores de Peneiras. mesas de escritório convencionais. Eletrônica e Civil. Frasco de Chapman e Volumétrico. a sala possui capacidade para grupos de 30 (trinta) alunos. prestar serviços de ensaios tecnológicos de materiais. Moldes para corpos de prova. Prensa Universal Hidráulica. Colheres para Concreto. Anel Dinamométrico de aferição de prensa. impressora jato de tinta conjugada com scanner. escaninhos para alunos guardarem o material. bancadas para ensaios. Aparelho de Vicat. B. armário de escritório com prateleiras. Paquímetros. Conversão Eletromecânica de energia. a sala posui computadores. compressor de ar de pequeno porte (12 a 20 bar). condicionador de ar tipo spilt system (45 000 btu/h a 60 000 btu/h). Extensômetro. Aparelho para medição de umidade.

Isoladores. Disjuntores. Tomadas. Mistas. Tem como objetivo. o Laboratório de Materiais e Instalações Elétricas disponibiliza seus equipamentos para atender a demanda de alunos na elaboração de atividades extraclasse e pesquisa dos cursos de graduação. Chaves Estrela-Triângulo.Instalações Elétricas em Baixa Tensão e Instalações Elétricas em Media e Alta Potência. Sensores. Transformadores Didáticos Materiais Dielétricos. Laser. Fonte de Luz. Ensaio de resistência à tração em metais. Ensaio de concreto SCHMIDT (determinação da dureza superficial pelo esclerômetro de reflexão). Materiais Elétricos e Instalações Elétricas além das atividades de aulas. Reles Fotoelétricos. a sala possui capacidade para grupos de 30 (trinta) alunos contendo. Botoneiras. Laboratório de Topografia 89 . Projetor de Imagem e 1 (um) Microcomputador dotado de softwares de apoio didático. Botões de Campainha. Leds. Em relação a infraestrutura. testadores de rigidez Dielétrica. Kit Ferramenta. Pára-raios. Fins de Curso. Ensaio axial de corpos de prova cilíndricos de concreto. Fluorescentes. D. Ensaio Massa específica. Determinação da consistência do concreto (SLUMP TEST). Auto-transformador de partida. a vapor de mercúrio e sódio. ensaio de cimento: determinação da finura e tempo de pega. Receptores Ópticos. Lâmpadas Incandescentes. Interruptores. Medidor de Isolação Elétrica. realizar os seguintes ensaios: Ensaios para determinação de curvas granulométricas de agregados miúdos e graúdos. Motores trifásicos. Teor de materiais pulverulentos e torrões de argila e matéria orgânica. Fotodetectores. acumuladores. Ensaio de caracterização dos agregados miúdos e graúdos. Calhas. Determinação da consistência do cimento. prover infraestrutura para a realização de atividades práticas e treinamento em Eletrotécnica. Condutores Magnéticos. Fusíveis. E. Cabos Ópticos. Motores Monofásicos. Chaves Série-Paralelo. Seccionadores. amperímetros. Ensaio Massa unitária. Cintos de Segurança. Laboratório de Materiais de Construção Tem como objetivo. Reles. Contadores. Reatores. em geral mesas coletivas (bancadas): voltímetros. Chaves de Partida.

90 . Teodolito eletrônico. ArcView. Spans. IDRISI. SDE. Bancadas. G.Tem como objetivo. Tem como objetivo. Computador com monitor.0. ArcInfo. Mapper. realizar levantamentos de poligonais. Minitab.Planimétricas (Perímetros e Áreas).0. a sala destinada ao laboratório de topografia é climatizada e mobiliada adequadamente. Mapoteca. Mira. Softwares: Envi. Balizas. Corel Draw. Microstation. Scanners. Levantamentos de Plantas empregos. Geofit. Statistica. Estereoscópicos. Poten. Levantamentos de perfis longitudinais e transversais em estradas e terrenos em geral.·Er. Na Engenharia Civil apoiará a disciplina de Topografia. Laboratório de Geoprocessamento Este laboratório é comum para os cursos: Engenharia Civil. Geografia e Biologia. Nível. GHEO. Ocupa área de 90 m2. Mesas digitalizadoras. Batimetria para pequenos empregos.Transcad. F. Mesa de Luz. Spline. a sala possui. Em relação a infraestrutura. GPS. MATLAB. MGE. Cálculo de áreas e volumes. Levantamentos de Plantas Planialtimétricas (com precisão para curvas com qualquer intervalo). ArcIms. Arc GIS com extensões. SPRING. Cálculo de áreas e volumes. Curvímetro. prover infraestrutura para a realização de aulas práticas de Geoprocessamento dos cursos de Engenharias e tecnológicos. contém: Estação Total. Em relação a infraestrutura. Na Engenharia Civil apoiará as disciplinas de Saneamento e Obras de Drenagem. Contour. Câmera digital. Levantamentos de Perfis longitudinais e transversais em estradas e terrenos em geral. Plotters da Calcomp. Maptitude. MapInfo 7. Tecnologia do Petróleo e Gás e Geografia. Impressoras. computadores. Laboratório de Análise de Águas e Sedimentos Este laboratório é comum para os cursos: Engenharia Civil.·Geomedia. Restituidor Digital ScreenScope. Mapviewer 5.

25mL. bastão de vidro fino. Analisador de cloro. Kit de primeiros socorros. 2mL. Óculos de proteção. balão de fundo chato. 91 . Analisador de flúor. Copo de isopor. Vidrarias em geral ((placas de petri. 25 mL). Pias. Picetas.Tem como objetivo. Frasco de borel com tampa. Mufla. tubos de ensaio. Geladeira. placas de petri. Detector por ionização em chama. Detector por condutividade térmica. Vidro de relógio. balão com canaleta lateral. Pêras de sucção de borracha com três esferas. Pipeta volumétrica (1mL. 10 mL . 20mL. Digestor/Destilador para determinação de nitrogênio. 2 mL . Na Engenharia Civil apoiará a disciplina de Saneamento. Pipeta graduada de (1mL. Cromatógrafo gasoso. frascos com tampa. Geografia e Biologia. Vidro de relógio diferentes tamanhos.diferentes volumes. Pipeta de pauster. Garras metálicas. Destilador de água. Barrilhete. erlemeyer. 20 mL . Argola de ferro para funil (diferentes tamanhos) Bandeja de plástico e de alumínio (diferentes tamanhos). Em relação a infraestrutura. 50mL. 10mL. Balanças analíticas. Pinça metálica. Conjunto de almofariz e pistilo. Medidores de pH. Termômetro de álcool –10 a 110°C. Funil de placa porosa. Garras de madeira. Kitassato. Bico de merck. provetas – diferentes volumes. 100mL). Funil de buchner. Garrafão de vidro de 9000 mL. Suporte com base para bureta. Cápsula de porcelana 5-70. propiciar aos alunos ambiente adequado para o estudo e monitoramento de parâmetros de qualidade em águas e efluentes industriais dos cursos de Engenharias e tecnológicos. balão de fundo redondo. Espátulas metálicas. Espectrofotômetro de absorção atômica. Suporte para tubo de ensaio. provetas – diferentes volumes. Cabeça de destilação. Termômetros de mercúrio. Bureta. 5 mL . copo de becker . Turbidímetro. Cadinho de porcelana. Tubos (vidro e plástico) para centrífuga. Pipetador tipo seringa. frascos com tampa. Tela de amianto. 5mL. Refrigerador. Laboratório de Caracterização e Tratamento de Resíduos Este laboratório é comum para os cursos: Engenharia Civil. a sala posui bancadas. Funil de decantação (tipos: bola e pêra). Medidor de oxigênio dissolvido. Fotômetro de chama. entre outros). Holder para microextração em fase sólida. Bico de bunsen. Incubadoras e analisadores de DBO5. Capela de exaustão de gases. Funil simples (diferentes tamanhos). H.

25 mL). Geladeira. Suporte com base para bureta. balão de fundo redondo. Funil simples (diferentes tamanhos). tubos de ensaio. Espátulas metálicas. Bico de merck. Vidrarias em geral ((placas de petri. Cápsula de porcelana 5-70. I. Funil de buchner. entre outros). placas de petri. Digestor/Destilador para determinação de nitrogênio. 5 mL . Pinça metálica. frascos com tampa. Garras metálicas.Tem como objetivo propiciar aos alunos ambiente adequado para o estudo da caracterização e tratamento de resíduos. Balanças analíticas.diferentes volumes. 92 . Pêras de sucção de borracha com três esferas. frascos com tampa. Termômetro de álcool –10 a 110°C. copo de becker . Em relação a infraestrutura. 50mL. Pipetador tipo seringa. Vidro de relógio diferentes tamanhos. Bureta. Tela de amianto. Detector por ionização em chama. Suporte para tubo de ensaio. Conjunto de almofariz e pistilo. Laboratório de Hidráulica e Hidrologia Este laboratório é comum para os cursos de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental. Garras de madeira. Mufla. Cromatógrafo gasoso. Termômetros de mercúrio. Cabeça de destilação. 10 mL . Cadinho de porcelana. Vidro de relógio. 100mL). 10mL. proporcionar aos alunos ambiente adequado para o estudo de hidrologia e hidráulica. bastão de vidro fino. balão de fundo chato. Funil de placa porosa. Pipeta de pauster. 20 mL . Garrafão de vidro de 9000 mL. 5mL. a sala possui bancadas. provetas – diferentes volumes. Holder para microextração em fase sólida. Refrigerador. Funil de decantação (tipos: bola e pêra). Kit de primeiros socorros. erlemeyer. Kitassato. Pipeta volumétrica (1mL. 2 mL . Bico de bunsen. Tem como objetivo. Frasco de borel com tampa. Argola de ferro para funil (diferentes tamanhos) Bandeja de plástico e de alumínio (diferentes tamanhos). No curso de Engenharia Civil apoiará as disciplinas de Hidrologia e Hidráulica Aplicada e Instalações Hidrosanitárias. Destilador de água. Picetas. Barrilhete. provetas – diferentes volumes. 25mL. Óculos de proteção. Tubos (vidro e plástico) para centrífuga. balão com canaleta lateral. Pias. Capela de exaustão de gases. 2mL. Pipeta graduada de (1mL. 20mL.

Em relação a infraestrutura. 93 . geofone mecânico. conjunto de estudo de lei de Boyle. a sala possui canal para experimentos hidráulicos. Mariot e Charles. Cortador de tubos de ½ a 2”.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful