ESCOLA DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

Manaus-AM

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE –
UNINORTE Laureate International Universities®
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

Presidente
Carlos Alexandre Cipriano
Reitor
Vicente de Paulo Queiroz Nogueira
Pró-Reitor Acadêmico
José Frota Pereira
Diretor Financeiro
Fernando Augusto Rodrigues Leão Filho
Diretor da Escola de Ciências Exatas e Tecnologia
Raimundo Expedito de Oliveira
Coordenador do Curso de Engenharia Civil
Rogério Coelho Lopes

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE –
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CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

APRESENTAÇÃO

Este documento trata do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de
Engenharia Civil do Centro Universitário do Norte. Nele constam as orientações
acadêmicas adotadas por esta coordenação ao pleno funcionamento do curso
de modo a promover a tríade do ensino superior: ensino, pesquisa e extensão.
O PPC do Curso de Engenharia Civil foi estruturado visando direcionar
as ações de educação e formação profissional dos discentes envolvidos no
processo, como forma de capacitá-los para o exercício da cidadania, bem
como sujeitos de transformação da realidade, com respostas para os grandes
problemas contemporâneos, considerando os aspectos de sustentabilidade nas
atividades profissionais da engenharia.
Assim, este PPC apresenta as competências estabelecidas a partir do
perfil do egresso; a estrutura e o conteúdo curricular; o ementário, as
bibliografias básicas e complementares; as estratégias de ensino; os recursos
materiais, os serviços administrativos, os serviços de laboratórios, biblioteca e
demais infraestrutura de auxílio ao êxito desta proposta.
Este projeto pedagógico descreve os principais parâmetros para a ação
educativa do curso de Engenharia Civil, fundamentando com o Plano de
Desenvolvimento Institucional do UNINORTE (PDI), a gestão acadêmica,
pedagógica e administrativa de curso. Além de atender a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação (Lei nº 9.394, de dezembro de 1996), as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Parecer
CNE/CES n.º 1.362, de 12 de dezembro de 2001), a Resolução nº 235 de 09
de outubro de 1975 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia – CONFEA, na Resolução Nº 288 de 07 de dezembro de 1983,
Resolução CNE/CES Nº 11, de 11 de março de 2002, assim como as
recomendações do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes
(ENADE), conforme portaria INEP 126 de 07 de agosto de 2008.

..iii 1............ Atividades Complementares.................1........14 1.......16 1.................................... Estímulo às Atividades Acadêmicas...........9........................5 Atividades de Extensão..2....................2.......9..........................................................9............2.....6 1................ Formas de Ingresso...........10 1......... Auto...............................6..........................1.26 1................................................ Objetivos Específicos...2........................9......................... Estrutura Curricular...............................................4.......7 1...........................8.5..................2........3 Estágio Curricular.................7 1.....2 Considerações sobre o Currículo.6.........................24 1.......................4 Trabalho de Conclusão de Curso ...............29 1........................................ Objetivos do Curso................ Atuação do Coordenador...........................18 1...........6....4 1.1...............7 1......5........................... Competências e Habilidades........................ Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana e Políticas de Educação Ambiental.......... ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO .............2.....12 1.......1 Atendimento aos Requisitos Legais e Normativos: Libras...29 1...................9 1................................................................20 1...................9......7.9......................................6........................................................................1 1....3..................2.........9............................TCC..29 ..............................................1 Hora Aula X Hora Relógio.1............ Número de Vagas.....2 Conteúdos Curriculares..................................9.........2........12 1............9...2 1...........5.......................1...............................................28 1...........................7 Disciplinas do Ensino a distância (EAD).................................13 1..................................... Contexto Educacional....................... Competências e Habilidades Específicas............................... Educação........Avaliação............. Competências e Habilidades Gerais...............1 1............................1...........1....................................CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE – UNINORTE Laureate International Universities® CURSO DE ENGENHARIA CIVIL SUMÁRIO APRESENTAÇÃO......................................................................10.....9....................... Articulação do PPC com o PDI e o PPI.......10........... Objetivo Geral...............................18 1.2................ Perfil Profissional do Egresso...........2.............................PEDAGÓGICA.........................6 Interdisciplinaridade.......24 1.10 1.........................................................................

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1.10.2. Monitoria................................................................................................31
1.10.3. Programa de Iniciação Científica (PIC)..............................................31
1.11. Coerência do Currículo com as Diretrizes Curriculares Nacionais. . .33
1.12. Coerência do Currículo com os Objetivos do Curso..........................36
1.13. Coerência do Currículo com o Perfil do Egresso...............................38
1.14. Ementário.................................................................................................40
1.15. Metodologia..............................................................................................67
1.16. Atendimento aos Discentes..................................................................69
1.16.1. Política de Bolsa..................................................................................70
1.16.2. Política de Intercâmbio........................................................................70
1.16.3. Programas de Nivelamento.................................................................71
1.16.4. Representação Estudantil...................................................................71
1.16.5. Outras Atividades.................................................................................71
1.16.6. Sistemas de Comunicação Informatizados.......................................72
1.16.7. Apoio Psicopedagógico......................................................................72
1.17. Acompanhamento aos Egressos...........................................................73
2. CORPO DOCENTE........................................................................................75
2.1. Composição, Titulação e Experiência do Núcleo Docente Estruturante
............................................................................................................................75
2.2. Titulação, Formação Acadêmica e Experiência do Coordenador de
Curso..................................................................................................................76
2.2.1. Formação do Coordenador...................................................................77
2.2.2. Experiência do coordenador (acadêmica e não acadêmica).............77
2.2.3. Dedicação do Coordenador à Administração e à Condução do
Curso..................................................................................................................81
2.3 Composição do Colegiado de Curso.......................................................81
2.4.Titulação,Regime de Trabalho e Experiência Profissional dos Docentes
............................................................................................................................81
3. INFRAESTRUTURA.......................................................................................82
3.1. Sala dos Professores, Gabinetes e Sala de Reuniões..........................82
3.2. Sala de Aulas..............................................................................................83
3.3. Acesso dos Alunos aos Equipamentos de Informática........................83

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3.4. Registro Acadêmico..................................................................................83
3.5. Biblioteca....................................................................................................84
3.5.1. Política de Renovação do Acervo.........................................................85
3.5.2. EBSCO Host............................................................................................86
3.5.3. Bibliografia Básica.................................................................................86
3.5.4. Bibliografia Complementar....................................................................86
3.6. Periódicos Indexados...............................................................................86
3.7. Laboratórios Especializados....................................................................87
3.7.1. Laboratórios Comuns............................................................................88

1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO - PEDAGÓGICA
1.1. Contexto Educacional
O curso de Engenharia Civil do Centro Universitário do Norte - UNINORTE foi
instalado por meio da Resolução CONSUNI nº 04/2007 de 06 de agosto de 2007,
tendo como instituição mantenedora a Sociedade de Desenvolvimento Cultural do
Amazonas – SODECAM, criada em 1991.
O regime acadêmico adotado pelo Centro Universitário do Norte é o seriado
semestral. Neste sistema, o currículo é distribuído por semestres, conforme estrutura
curricular apresentada neste projeto.
O curso tem formato de duração mínima para integralização de 5 (cinco)
anos, equivalentes a 10 (dez) semestres letivos; e, no máximo, 10 (dez) anos,
equivalentes a 20 (vinte) semestres letivos.
A carga horária total do curso está mensurada em hora aula de 60 minutos de
atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo, conforme preconizam os
artigos 2º e 3º da Resolução CNE/CES nº 3, de 02/07/2007.
O curso de Engenharia Civil quando reconhecido, oferecerá disciplinas na
modalidade educação à distância (EAD) em até 20% da carga horária total, sendo
organizadas de modo a atender aos princípios da auto-aprendizagem, mediados por
recursos didáticos que utilizem tecnologias de comunicação remota, compatíveis
com a proposta do curso e do UNINORTE. Não obstante, o aluno deverá atender um
mínimo de tempo de aulas presenciais, definido para cada disciplina de per si.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior – CAPES,
definiu como meta formar 100 mil engenheiros até 2014, o que significa mais que
dobrar o número de formandos de 2008 (47.098). Dos países que compõem o BRIC,
o Brasil é o que menos forma engenheiros. A Rússia forma 190 mil por ano, a Índia
220 mil e a China 650 mil. Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), se
o Brasil crescer a 5%, haverá necessidade de dobrar o número de engenheiros a
cada ano.
Assim sendo, o curso de Engenharia Civil da UNINORTE está focado em
sanar as dificuldades que ameaçam o mercado de construção, como por exemplo, a
falta de mão-de-obra e a velocidade de formação que o mercado exige,
1

mediante a assistência e atendimento em todos os momentos de sua vida acadêmica.  O educando como centro do processo pedagógico. apoiado em um corpo de professores 2 .  Planos de ensino que propiciem a integração.2. através do desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias que contribuam com a realização dos serviços de infraestrutura. o Engenheiro Civil surge como um profissional com formação ampla e diversificada do conhecimento.PPC. transportes e habitações visando a melhoria da qualidade de vida da população. princípios. ao lado da oferta de ensino de qualidade. que dará uma contribuição importante para a mudança deste quadro. diretrizes. através da atuação destes engenheiros civis. quanto ao referencial teórico-metodológico. Articulação do PPC com o PDI e o PPI O Projeto Pedagógico do Curso. entre teoria e prática. Nesse contexto. abordagens. simultânea.PDI. guarda coerência com o Projeto Pedagógico Institucional.  Avaliação formativa e continuada da aprendizagem. o UNINORTE Laureate International Universities assume o compromisso educacional de preparar seus profissionais que poderão dar uma importante contribuição para o desenvolvimento do Estado. O curso foi implementado com base nas seguintes diretrizes gerais:  Metodologias de ensino que promovam o desenvolvimento de competências e habilidades requeridas na formação integral do educando e na sua formação para o trabalho. Consciente deste cenário.principalmente com a aproximação de grandes eventos. 1. como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. nas diversas carreiras de nível superior. estratégias e ações. minimizando as avaliações quantitativas centradas meramente na acumulação de informações de cunho teórico-doutrinário.

e  Oferecer serviços de qualidade. bibliográficos e tecnológicos adequados. O Curso guarda congruência com a política de responsabilidade social da Instituição.  Participar dos processos de desenvolvimento sócio-econômico de Manaus. Além disso. o Curso mantém coerência com os objetivos da Instituição. empresas e instituições governamentais ou particulares de Manaus. para a formação de um perfil profissional 3 .  Desenvolver programas de iniciação científica e de extensão. está compromissado com as metas institucionais. a viver em sociedade e a conhecer. no que se refere a sua contribuição em relação à inclusão social. especialmente para a docência em nível superior.  Convênios interinstitucionais para viabilizar a troca de experiências e de informações entre a comunidade acadêmica do Curso. são consignados no PPC.  Integração do educando à comunidade social. delineados nas diretrizes pedagógicas.  Manter intercâmbio com instituições congêneres. em parceria com organizações. que pretende:  Capacitar profissionais. pósgraduação. Os princípios metodológicos. para a realização de atividades específicas. em todas as áreas em que atuar.  Sistema organizacional que respeite as individualidades e harmonize a convivência acadêmica. em cursos e programas de graduação. a fazer. a comunidade local e regional e organizações brasileiras e estrangeiras.qualificados e em recursos metodológicos. nacionais ou estrangeiras. com o objetivo de conduzir o educando a aprender a ser. expressas no PPI e PDI. especialmente. em todos os níveis e categorias. Desta forma. ao desenvolvimento econômico e social e à defesa do meio. por meio de programas e ações de iniciação científica e extensão.

no Estatuto e no Regimento Geral do Centro Universitário. 1. pesquisa e extensão do Curso e representá-lo. a Coordenação de Curso é exercida por professor designado pelo Reitor que seja portador de título de pós-graduação stricto sensu sendo exigido o tempo integral de 40 (quarenta) horas de atividades para o exercício desta função.3. convocar e presidir o NDE do Curso.  Criatividade e inovação. São atribuições do Coordenador de Curso:  Exercer a supervisão e zelar pela qualidade das atividades de ensino.  Cumprir e fazer cumprir as decisões.  Domínio de comunicação e expressão. Atuação do Coordenador Segundo o Regimento da IES.  Integrar. 4 .  Exercer atribuições que lhe sejam previstas na legislação pertinente.  Trabalho em equipes multidisciplinares.universalista. convocar e presidir o Colegiado de Curso. tais como:  Comportamento humano e ético.  Aprendizagem continuada. mas centrado em especificidades indispensáveis à empregabilidade.  Domínio de procedimentos básicos no uso de microcomputadores e navegação nas redes da tecnologia da informação.  Integrar. bem como as resoluções e normas emanadas do Colegiado de Curso. dos órgãos superiores e exercer as demais.

bem como manter a ordem no desenvolvimento dos trabalhos. assim como da legislação pertinente.  Acompanhar a frequência dos docentes. execução e avaliação das práticas pedagógicas 5 .  Sugerir alterações curriculares e medidas que visem ao aperfeiçoamento das atividades do Curso. Pesquisa e Extensão.  Desenvolver ações para avaliação permanente das funções do Curso e de suas atividades de apoio técnico-administrativo. transferências. Supervisionar o cumprimento da integralização curricular e a execução dos conteúdos programáticos e da carga horária das disciplinas.  Cumprir e fazer cumprir as normas constantes deste Estatuto e do Regimento Geral.  Tomar decisões ad referendum do Colegiado de Curso. emanada dos órgãos superiores. da pesquisa e da extensão. discentes e do corpo técnico administrativo.  Emitir parecer nos processos que lhe forem submetidos. em casos de urgência ou emergência comprovados. o que exige ações de articulação e mobilização de todo o corpo docente e discente no desenvolvimento de mecanismos para o planejamento.  Zelar pela qualidade do ensino. o Coordenador do Curso de Bacharelado em Engenharia Civil tem como função gerenciar o projeto de aprendizagem do Curso. adaptações e dependências de disciplinas e atividades. aproveitamento de estudos.  Analisar processos de trancamentos de matrículas. Dessa forma.  Integrar o Conselho Superior e o Conselho de Ensino.  Exercer o poder disciplinar no âmbito do Curso.  Designar secretário para as reuniões. e  Delegar competência.

CPA.1996. Ela constitui um processo pelo qual o curso analisa internamente o que é e o que deseja ser. de 20. 6 . ou seja. dos programas de iniciação científica. tendências. tendo sempre em vista o aperfeiçoamento do fazer pedagógico perante IES. 1. Nesse processo. bem como a percepção de omissões e equívocos.394. Sistema Nacional de Avaliação da Educação superior – SINAES – Lei 10. o que de fato realiza. sendo coordenada pela Comissão Permanente de Avaliação . das atividades e programas de extensão. buscando sistematizar informações para analisá-las e interpretá-las com vistas à identificação de práticas exitosas.861/2004 e Decreto 5. em prol da qualidade de todos os serviços que o UNINORTE oferece para a sociedade. confirma também sua responsabilidade em relação à oferta de educação superior. incluindo a análise de todas as estruturas da oferta e da demanda. riscos e oportunidades para a organização. É um processo a ser desenvolvido pela comunidade acadêmica do Centro Universitário do Norte . partindo do contexto no setor educacional. Essa avaliação retrata o compromisso institucional com o autoconhecimento e sua relação com o todo. nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos. é considerado o ambiente externo. Autoavaliação A autoavaliação do curso é realizada em concordância com a Avaliação Institucional do UNINORTE.12.773/2006. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O resultado da avaliação na Instituição baliza a determinação dos rumos do curso e da IES de médio prazo. e o ambiente interno. ela faz parte da autoavaliação Institucional. administra e age. além dos estudos complementares. a fim de evitá-los no futuro.UNINORTE/LAUREATE. que ocorre com o intuito de promover a qualidade da oferta educacional em todos os sentidos.4. Lei nº 9. As orientações e instrumentos propostos na avaliação institucional terão apoio na legislação vigente: Constituição Federal de 1988.intra e extraclasses. Além disso. como se organiza.

 Planejar.º 11.1. 7 . com visão ética e humanística.1. e nas determinações das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Engenharia Civil CNE/CES n. humanista. ambientais e culturais. produtos. Objetivos do Curso 1. assim como interpretar os resultados de tais projetos e experimentos. formular e resolver os problemas que surgirem de engenharia fazendo uso e/ou desenvolvendo novas ferramentas e técnicas.5. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do Curso de Engenharia Civil são:  Aplicar conhecimentos matemáticos. em atendimento às demandas da sociedade.5. processos e experimentos. tornando-o apto a desenvolver novas tecnologias para atuar criativamente nas demandas sociais do país. considerando seus aspectos políticos. de 20 de dezembro de 1996.  Conceber. assim como avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas. sociais. capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias. Objetivo Geral Com base nas premissas que emanam da Lei 9. econômicos. crítica e reflexiva. elaborar e coordenar projetos.5. analisar e conduzir sistemas. o curso de Engenharia Civil do Uninorte tem por objetivo: Formar Engenheiros com capacidade de desenvolvimento intelectual generalista. de 11 de Março de 2002. supervisionar. tecnológicos e instrumentais direcionados à engenharia civil. Capacitar o profissional com os conhecimentos generalistas necessários para a realização plena de suas atividades profissionais. projetar. científicos. 1. estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas.2.394.  Saber identificar. manutenção de sistemas e serviços referentes à engenharia civil.

assim como saber atuar em equipes multidisciplinares com compreensão e aplicação da ética e da responsabilidade profissionais. hidrologia. implantar e operar projetos.  Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e Civil. coordenar. Saber comunicar-se eficientemente nas formas escrita. hidráulica. 8 .  Capacitar seus egressos para elaborar. construção civil. transporte e meio ambiente. fiscalizar e supervisionar as atividades profissionais referentes à geomática. geotecnia. saneamento. avaliando a viabilidade econômica de projetos de engenharia. oral e gráfica.

estudo de viabilidade técnico-econômica. ambientais e culturais. capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias. realizar estudos de viabilidade técnico-econômica. assistência. sociais.1. considerando seus aspectos políticos. cuja formação é generalista. estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas. coordenar e fazer orientações técnicas. A formação deste profissional está dividida em três partes: a primeira é o perfil comum. perícias e avaliações. assessoria e consultoria. avaliação. planejamento. humanista. estudo. divulgação e produção técnica especializada. executar e fiscalizar obras e serviços técnicos. perícia. laudo e parecer técnico. operação. reparo e manutenção. crítica e reflexiva. direção. planeja. execução e fiscalização de obra e serviço técnico. e efetuar vistorias. elaborar desenho técnico e se responsabilizar por análise. executa e gerencia projetos que visam ao bem-estar da sociedade e do meio ambiente e a terceira é o perfil específico. elaborar orçamentos e cuidar de padronização. montagem. emitindo laudos e pareceres. vistoria. planejamento. na qual há compreensão dos elementos e processos concernentes ao ambiente natural e ao construído. projeto. construção. mensuração e controle de qualidade. que atua na concepção. ensaio. Com atividades variadas este profissional poderá supervisionar. teóricos e metodológicos da Engenharia e a aplicação desse conhecimento na busca do 9 . com visão ética e humanista. Perfil Profissional do Egresso O profissional egresso do Curso de Engenharia Civil da UNINORTE/LAUREATE é um profissional de formação generalista. em atendimento às demandas da sociedade. operação e manutenção de edificações e de infraestruturas. econômicos. considera a ética.6. Como também desempenhar cargos e funções técnicas. experimentação. a segurança. Além de coordenar e supervisionar equipes de trabalho. a segunda é o perfil profissionalizante do egresso que analisa. Em suas atividades. coordenar equipes de instalação. arbitramento. com base nos fundamentos filosóficos. projeto e especificação. a legislação e os impactos ambientais.

6. indo além da mera ação motora) e atitudes (saber ser. o cidadão. entendidas como essenciais.6. Competências e Habilidades As competências e habilidades. gerenciar pessoas e projetos. O conhecimento pode ser entendido como simplesmente o saber adquirido pela pessoa. ter conhecimento a respeito das habilidades e competências que o mercado de trabalho considera como sendo os mais importantes para esses profissionais. 10 . solucionar problemas e ter uma postura ética e proativa.1. em primeiro lugar. O egresso de Engenharia Civil é ainda um profissional capaz de trabalhar em equipe. solidariedade. mas não são atributos relacionados apenas como esse saber-fazer. não só os conteúdos. 1.desenvolvimento social. Competências e Habilidades Gerais Segundo MEC (2003) as competências podem ser classificadas em: conhecimentos. Outra definição do termo competência é oriunda da CNE 07/1999 que considera competências como sendo um conjunto de conhecimentos (que muitos denominam saberes). habilidades (savoir-faire aliado à prática do trabalho. neste caso o Engenheiro.1. uma série de aspectos inerentes a um trabalho ético e de qualidade. habilidades e valores. realizado por meio da cooperação. ao saber-agir (práticas do trabalho).1. 1. capaz de atender às exigências mais modernas do mercado de trabalho. a serem desenvolvidas no decorrer do Curso de Engenharia Civil para atender o perfil profissional. participação na tomada de decisões). As competências e habilidades que o mercado deseja é um parâmetro importante para definir. mas também aos saberes (conhecimento). Para que ocorra uma boa formação do engenheiro pela universidade é necessário. A habilidade refere-se ao saber-fazer. ou seja. mas também a metodologia utilizada para a formação do principal produto da universidade. tem como referência as indicadas na Resolução CNE/CES n° 11/2002. domínio e permanente aprimoramento das abordagens científicas pertinentes ao processo de produção e aplicação dos conhecimentos adquiridos. ao saber-ser (atitudes).

treinamento e desenvolvimento de seus engenheiros.  comunicar-se eficientemente nas formas escrita.  Boa comunicação oral e escrita.  planejar. supervisionar. produtos e processos.  compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional.  avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas. elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia. com as habilidades e competências exigidas pelo mercado de trabalho.  supervisionar a operação e a manutenção de sistemas.  projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados. CONFEA e FABESP. formular e resolver problemas de engenharia. tecnológicos e instrumentais à engenharia.  identificar. 11 .  conceber. 4º A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:  aplicar conhecimentos matemáticos. Para obter essas competências na universidade é necessária uma formação profissional e principalmente com metodologias pedagógicas diferentes daquelas fornecidas atualmente.  avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia. projetar e analisar sistemas. oral e gráfica. científicos.Formar um engenheiro contemporâneo. foram identificadas as principais habilidades que as empresas têm adotado como referência para a seleção.  desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas. são:  Capacidade de utilização da informática como ferramenta usual e rotineira. em pelo menos duas línguas.  avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e Civil. que está cada vez mais competitivo e onde ocorrem constantes mudanças tecnológicas e organizacionais é o grande desafio dos cursos de engenharia do Brasil e do Mundo.  assumir a postura de permanente busca de atualização profissional De acordo com a ABENGE. As habilidades e competências gerais fornecidas pelas Diretrizes Curriculares do MEC da Resolução CNE/CES n° 11/2002 são: Art.  atuar em equipes multidisciplinares.

fundações.  Estudar projetos.  Estudar projetos. estruturas. 1. 1. estruturas metálicas e estrutura em madeira.  Capacidade de trabalhar em grupo e liderar pessoas. capacidade e hábito de pesquisar.  Estudar projetos. fiscalização e construção de obras de drenagem. Formas de Ingresso O Centro Universitário do Norte valoriza o educando proporcionando acesso ao ensino superior pelas seguintes formas:  Processo de Avaliação Contínua – PAC – Processo Seletivo subsequenciado. fiscalização e construção das obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. geotecnia. e.  Estudar projetos. orçamentos. fiscalização e construção das obras relativas a portos. a que se submetem aqueles que ainda estão cursando o ensino médio e que pretendem após sua conclusão.1.  Participação em sistemas de educação continuada. direção.2. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano. 12 . direção.7. com todas as suas obras complementares.6.  Criatividade.  Estudar projetos. direção. direção. ingressar em cursos de graduação. direção e fiscalização dos serviços de saneamento. fiscalização e construção de edifícios. Competências e Habilidades Específicas O profissional terá as seguintes competências:  Elaborar trabalhos topográficos e geodésicos. planejamentos. Sólida formação cultural e tecnológica.  Exercício e desenvolvimento do senso crítico. infraestrutura e supraestrutura em concreto. rios e canais e das concernentes aos aeroportos.  Estudar projetos.

 Processo Seletivo Geral. ou equivalente e desejam ingressar em curso de graduação. a seleção de desempenho escolar é feita por meio de processo seletivo e classificatório a que se submetem aqueles que concluíram o ensino médio ou equivalente e que tenham participado do último Exame Nacional de Ensino Médio.  Programa Universidade para Todos – PROUNI – Programa do Governo Federal.  Seleção por Desempenho Escolar – por meio do resultado do Enem. Número de Vagas O curso de Engenharia Civil oferece 100 (cem) vagas por ano.  Transferência – quando o aluno oriundo de outra IES. No caso da demanda ser superior a oferta. aberto por edital. no qual o UNINORTE está credenciado e que concede bolsas de estudos parciais ou integrais.PSG – exame Classificatório a que se submetem aqueles que concluíram o ensino médio. as vagas remanescentes do PSG. obtendo média final igual ou superior a 4. no decorrer do curso de graduação.8. a classificação dos candidatos dar-se-á por entrevista até o preenchimento das vagas definidas pelo Conselho de Ensino e Pesquisa e Extensão. solicita transferência por meio de solicitação de vaga. 1. A Transferência poderá ser obrigatória ou facultativa. 13 . Destinam-se à matrícula dos graduados.  Portador de Diploma de curso superior – pode ser admitido por meio de processo seletivo especial.5 (quatro vírgula cinco). usando como base a nota obtida no ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio.

Estrutura Curricular PERÍODO 1º PERÍODO 2º PERÍODO 3º PERÍODO 4º CÓDIGO DISCIPLINA P09A080 B04C080 M37A080 DCV0004 DLC0007 B65C040 Álgebra Linear e Geometria Analítica Cálculo Diferencial e Integral Desenho Técnico Introdução à Engenharia Introdução à Mecânica Metodologia do Trabalho Científico Total CÓDIGO DISCIPLINA P11A080 C26A080 L85A080 L86A040 DLC0008 Z72C040 Álgebra dos Espaços Vetoriais Cálculo de Funções de Várias Variáveis Computação Aplicada à Engenharia Desenho técnico na engenharia civil Introdução à Termodinâmica.9. Vibrações e Fluidos Redação Técnica Total CÓDIGO DISCIPLINA C40C080 DLC0010 D32A080 L88A080 D36C080 Equações Diferenciais Ordinárias Introdução à Eletricidade e Magnetismo Introdução à Estatística Mecânica Geral Química Geral Total CÓDIGO DISCIPLINA C87C080 L92A080 L90A080 S04C080 L89A080 Cálculo Numérico Fundamentos de Mecânica dos Solos Fenômenos de Transporte Instalações elétricas Resistência dos Materiais Total PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA 5º P44A080 L93A080 P43A080 L95A080 L94A080 Fundamentos da Teoria das Estruturas Hidrologia e Hidráulica Aplicada Introdução à hiperestática Mecânica dos solos Materiais de Construção CARGA HORÁRIA 80 80 80 40 80 40 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 40 80 40 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 80 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 80 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 80 14 .1.

Total PERÍODO 6º PERÍODO 7º PERÍODO 8º PERÍODO 9º PERÍODO 10º CÓDIGO DISCIPLINA L99A080 A62C080 L98A080 L98A080 L97A080 Instalações hidráulicas e sanitárias Introdução à administração Técnicas da Construção Civil Teoria das Estruturas Topografia Total CÓDIGO DISCIPLINA MO3A080 M02A080 M01A080 O75A080 B09A040 M06A040 Estruturas em Madeira Estruturas Metálicas Gerenciamento da Construção Civil Infra-estrutura em concreto Introdução as Teorias Econômicas Obras de drenagem Total CÓDIGO DISCIPLINA M07A080 M08A080 M10A080 Z61N080 O76A080 Construção de estradas e obras de terra Fundações e obras de contenção Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Saneamento Supra-estruturas em concreto Total CÓDIGO DISCIPLINA H09C040 DCV0005 A14D040 M13A080 M11A080 M12A080 Empreendedorismo Estágio Supervisionado de Observação Fundamentos Sociológicos Planejamento e Controle de Obras Pontes e Grandes Estruturas Portos e Hidrovias Total CÓDIGO DISCIPLINA M14A080 M05A040 DCV0006 DCV0008 DCV0007 Ergonomia e Segurança Industrial Arquitetura e Urbanismo Estágio Supervisionado de Atuação Optativa Trabalho de Conclusão de Curso Total 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 80 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 40 40 400 CARGA HORÁRIA 80 80 80 80 80 400 CARGA HORÁRIA 40 80 40 80 80 80 400 CARGA HORÁRIA 80 40 80 40 80 320 15 .

os mesmos também poderão realizar outra disciplina conforme quadro acima. 5.1 Atendimento aos Requisitos Legais e Normativos: Libras. a Lei N°9.281 de 25/06/2002. caso seja de interesse do acadêmico. Educação Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Políticas de Educação Ambiental. de modo a dar flexibilidade ao aluno para construir uma base de conteúdos específicos de seu interesse.626/2005. O Curso Engenharia Civil. apresentadas acima. Além das disciplinas obrigatórias. As disciplinas que possuem carga horária prática serão realizadas em laboratórios ou visitas técnicas atendendo a demanda do ambiente a serem realizadas as atividades. a Resolução CNE/CP N°01 de 17/06/2004.795 de 27/04/1999 e o Decreto N°4. Libras Pavimentação 40 40 Atendendo ao Decreto N.H. Carga Horária das Disciplinas 3680 Estágio Supervisionado de Observação Estágio Supervisionado de Atuação Trabalho de Conclusão de Curso Atividades Complementares Carga Horária Total do Curso 80 80 80 100 4020 Disciplinas Optativas C.Resumo C. previu a inserção de LIBRAS na estrutura curricular como disciplina optativa. Essas disciplinas deverão ser cursadas no 10 0 período. de conteúdos disciplinares e atividades curriculares sobre a 16 . no entanto.626/2005. 1.9.H. a disciplina LIBRAS é oferecida como disciplina optativa. para atender o Decreto N. a atual matriz curricular prevê o desenvolvimento de carga horária em disciplinas optativas. 5.

ela é oferecida no décimo período como disciplina optativa. europeias e asiáticas. No Curso de Engenharia Civil. na disciplina: Gestão Ambiental e Responsabilidade Social. A Resolução CNE/CP N°01 de 17/06/2004 tem como objetivo reconhecer e valorizar a identidade.626 de 22/12/2005 prevê a inserção da disciplina LIBRAS na Educação Superior podendo. Para tanto. tem como objetivo a construção de uma sociedade ambientalmente equilibrada.281 de 25/06/2002. no entanto. políticos. de modo transversal. foi contemplada através da disciplina Fundamentos Sociológicos. gestão e política ambiental. igualdade. O Decreto N. concorrendo com a disciplina Pavimentação.Educação Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e. contemplando os seguintes tópicos: controle. que supera os limites da natureza e envolve a interrelação de aspectos econômicos. 17 . É valido ressaltar que a introdução desses tópicos contempla os objetivos do requisito legal sobre educação ambiental por trabalhar o entendimento do aluno sobre a complexidade ambiental. gerenciamento de recursos naturais e qualidade ambiental. cujo tema é trabalhado de forma ampla. fundada nos princípios de liberdade. bem como a garantir o reconhecimento e igualdade de valorização das raízes africanas da nação brasileira. de modo transversal. ser ofertada como optativa. promovendo a valorização e práticas anti-racistas. previstas pela Lei N°9. responsabilidade e sustentabilidade. ao lado das indígenas. com questões voltadas para a pluralidade Étnico-Raciais foram introduzidas com o objetivo de formar cidadãos com posturas transformadas em nível social. foram integralizadas no Curso de Engenharia Civil. justiça social. As Políticas de Educação Ambiental. culturais. solidariedade.795 de 27/04/1999 e pelo Decreto N°4. éticos e sociais. 5. contínuo e permanente. cultura e história dos afro-brasileiros. as Políticas de Educação Ambiental. No curso de Engenharia Ambiental. democracia.

1 Hora Aula X Hora Relógio O curso de Engenharia Civil do Centro Universitário do Norte – UNINORTE define o cumprimento da carga horária total dos seus cursos. de 2 de julho de 2007 – CNE/CES. estudos de caso. As Atividades Integradoras não são acrescidas à carga horária do docente e não são realizadas nos horários das atividades presenciais.2 Considerações sobre o Currículo A Coordenação e o Núcleo Docente Estruturante do curso. O curso é ministrado nos turnos vespertino e noturno. com a Resolução CNE/CES nº 2. visto que são atividades acadêmicas desenvolvidas pelos discentes em horários diferentes daqueles 18 .2. como: oficinas. que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os Cursos Superiores de Graduação em Engenharia. por meio de efetivo trabalho discente. de 11/03/2002. com duração mínima de 10 (dez) semestres ou 5 (cinco) anos.1. na modalidade presencial e pela Resolução CNE/CES nº 3. sendo 3. entre outros. bacharelados. desenvolvidas através de suportes pedagógicos em espaços extraclasse.9. e dá outras providências. 160 horas para Estágio Supervisionado. 1.9. responsáveis pela coordenação da construção coletiva do PPC de Engenharia Civil. na forma de Atividades Integradoras. Constituem Atividades Integradoras aquelas que.020 horas. que dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula. conforme dispõe a Resolução nº 3. de 02/07/2007. atividades em biblioteca.680 horas para os conteúdos curriculares. seminários. visitas técnicas. sob a orientação docente. projetos. estudos dirigidos. 80 horas para a produção do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e 100 horas para obtenção das Atividades Complementares. organizaram a estrutura curricular deste curso em consonância com a Resolução CNE/CES nº 11. de 18/06/2007. Oferece a habilitação de Engenheiro Civil. com carga horária total de 4. que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação. que comporão a carga horária das disciplinas.

Carga Horária de Disciplina curricular dos cursos do UNINORTE e da sua respectiva Atividade Integradora. As Atividades Integradoras devem ser previstas pelo docente nos Planos de Ensino e detalhadas no Cronograma de Aulas das disciplinas. Não podendo ser as mesmas utilizadas para reposição de aulas presenciais não ministradas pelos docentes. identificação de variáveis. apropriação teórica)  Desenvolvimento de Projetos  Atividades em Laboratório  Atividades em Biblioteca (pesquisa e elaboração de resultado)  Pesquisas e Atividades de Campo  Oficinas  Preparação  Lista de Seminários de Exercícios  Leitura de texto *Desde que não sejam computadas como carga horária de aula. Relação de Atividades Integradoras:  Estudos  Visitas Dirigidos Técnicas*  Relatório  Estudos de Caso (caracterização. devendo ser apresentadas pelo professor no primeiro dia de aula da disciplina.destinados às atividades presenciais. Carga Horária da Disciplina (CH) Carga Horária de Atividade Integradora (em CH) 40h 7h 80h 14h 120h 20h 19 .

9. inclusive as atividades integradoras. este núcleo totaliza 1. Vibrações e Fluidos Álgebra Linear e Geometria Analítica Álgebra dos Espaços Vetoriais Química Geral Introdução à Engenharia Fundamentos Sociológicos Introdução às Teorias Econômicas Introdução à Eletricidade e Magnetismo Introdução à Estatística Fenômenos de Transporte Introdução à Administração Carga Horária (h) 40 40 80 80 40 80 80 80 80 80 80 80 80 40 40 40 80 80 80 80 20 . 6º. bem como serem descritas pelos professores no sistema de registro acadêmico da Instituição. assim. Abrange assuntos de formação básica. De acordo com o § 1º. um curso seriado cuja seqüência das disciplinas envolve uma lógica que integra e faz convergir os diversos tipos de conhecimentos.520 horas e é composto pelas seguintes disciplinas: Disciplinas do Núcleo de Formação Básica Metodologia do Trabalho Científico Redação Técnica Computação Aplicada à Engenharia Desenho Técnico Desenho técnico na engenharia civil Cálculo Diferencial e Integral Cálculo de Funções de Várias Variáveis Equações Diferenciais Ordinárias Introdução à Mecânica Introdução à Termodinâmica. caracterizando.Todas as atividades acadêmicas realizadas pelos alunos. No curso de Engenharia Civil do UNINORTE. da Res. com poucas variantes entre as engenharias. 1. o núcleo de conteúdos básicos deve corresponder acerca de 37% da carga horária mínima. de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais: a) Núcleo de Formação Básica: é constituído por disciplinas comuns a todos os cursos de Engenharia. deverão constar dos Planos de Ensino..2. As disciplinas do curso estão divididas em: Disciplinas de Formação Básica.. do Art.2Conteúdos Curriculares O curso de Engenharia Civil do UNINORTE tem a sua organização curricular definida em semestres pré-estabelecidos. CNE/CES 11/2002. de Formação Profissional Geral e de Formação Profissional Específica.

do Art. da Resolução CNE/CES 11/2002 exige 15% da carga horária mínima... para este conjunto.120 horas e é formado pelas disciplinas listadas no quadro abaixo: Disciplinas do Núcleo de Formação Profissional Cálculo Numérico Fundamentos de Mecânica dos Solos Mecânica dos Solos Instalações elétricas Introdução à Hiperestática Materiais de Construção Técnicas da Construção Civil Teoria das Estruturas Topografia Saneamento Fundamentos da Teoria das Estruturas Hidrologia e Hidráulica Aplicada Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Ergonomia e Segurança do Trabalho Total Carga Horária (h) 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 1120 horas 21 . este núcleo totaliza 1. 6º. O § 3º.Mecânica Geral Resistência dos Materiais Total 80 80 1520 horas b) Núcleo de Formação Profissional: disciplinas com conteúdos técnicos básicos da área de Engenharia Civil. No curso Engenharia Civil do UNINORTE.

c) Núcleo de Formação Específica: este grupo se constitui em extensões e aprofundamentos de conteúdos do núcleo profissionalizantes. Disciplinas do Núcleo de Formação Específica Estruturas em Madeira Estruturas Metálicas Infra-estrutura em Concreto Obras de Drenagem Construção de Estradas e Obras de Terra Supra-estrutura em Concreto Pontes e Grandes Estruturas Arquitetura e Urbanismo Pavimentação Trabalho de Conclusão de Curso Gerenciamento da Construção Civil Planejamento e Controle de Obras Empreendedorismo Instalações Hidráulicas e Sanitárias Fundações e Obras de Contenção Estágio Curricular de Atuação Estágio Supervisionado de Observação Portos e Hidrovias Atividades Complementares Total Carga Horária (h) 80 80 80 40 80 80 80 40 40 80 80 80 40 80 80 80 80 80 100 1380 horas A estrutura curricular do curso de Engenharia Civil do UNINORTE proposta para atender os objetivos do curso e o perfil desejado do egresso da instituição apresentado na tabela seguinte. profissionalizantes e específicos. 22 . exibe as distribuições dos conteúdos básicos. O Art. atendendo. a 41%. da Resolução CNE/CES 11/2002 determina que este grupo seja composto pelo restante da carga horária total do curso. Podendo se observar (ver Figura 1) que os conteúdos básicos. a carga horária deste grupo alcança 1. 6º. profissionalizantes e específicos correspondem. respectivamente. de 11/03/2002 referente às diretrizes dos cursos de engenharia definida em seu Art. 6º.380 horas. 24% e 35% da carga horária total exigida do curso. as especificações da Resolução CNE/CES nº 11. No curso Engenharia Civil do UNINORTE. desta forma.

além de integrar o itinerário formativo do educando. O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso. que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior. a saber: a) Estágio Curricular Obrigatório O estágio curricular obrigatório deve ser realizado em empresas ou instituições conveniadas com o Centro Universitário do Norte .3 Estágio Curricular É considerado Estágio Curricular o ato educativo escolar supervisionado. sendo uma etapa de aplicação do conhecimento e do aperfeiçoamento de habilidades numa situação real. O Estágio Curricular apresenta-se de duas maneiras. objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.UNINORTE. criteriosa e reflexivamente. observar e aplicar. princípios e referências teórico-práticos assimilados entre a teoria e prática.Figura 1: Distribuição dos Conteúdos de Formação por Período 1. O Estágio Curricular visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular. com orientação 23 . desenvolvido no ambiente de trabalho.9.2. Ele é contemplado como um procedimento didático que conduz o aluno a situar.

respectivamente. pelo site do UNINORTE e pela caixa postal dos alunos. os objetivos do curso. em parceria com os seguintes agentes de integração: Instituto Euvaldo Lodi – IEL. além da divulgação das vagas por cartazes. devendo apresentar programação previamente definida em razão do processo de formação do estudante. O recrutamento desses alunos para o estágio é realizado através do Banco de currículo (conhecido como Chance) que o UNINORTE possui. o UNINORTE dispõe de uma Central de Empregabilidade que fomenta a colocação dos discentes nas vagas ofertadas pelas empresas. desde que regularmente matriculados e em atividades correlatas ao curso. e em obediência plena ao que prescreve a Lei 11. b) Estágio Curricular Não Obrigatório O Centro Universitário do Norte. com intuito de mantê-los estudando e ao mesmo tempo estagiando de acordo com que rege a Lei sobre estágios. nesta modalidade.Núcleos de Extensão do UNINORTE e Programas de Iniciação Científica. com 80h horas. 24 . tendo a IES o direito de não assinar qualquer convênio de estágio que não esteja de acordo com a referida lei. a Central de Empregabilidade faz um acompanhamento da vida acadêmica dos alunos estagiários durante cada semestre. Atualmente o UNINORTE trabalha. as competências e habilidades a serem desenvolvidas.em áreas correlatas ao seu curso .788/2008.docente e supervisão local. pode requerer o aproveitamento para fins de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Engenharia Civil do UNINORTE.UNINORTE autoriza a realização de estágio não-obrigatório aos seus alunos. Em parceria com as coordenações dos cursos. Para gerenciar esta atividade. totalizando 160h horas. A realização do Estágio Supervisionado dar-se-á através do desenvolvimento de atividades que representem aplicação da prática das disciplinas já cursadas. As atividades do Estágio Supervisionado no curso de bacharelado em Engenharia Civil serão desenvolvidas no 9º e 10º semestre. considerando o perfil do egresso. O estudante que realiza atividades profissionais em Organizações .

mas complementando a formação com a 25 .5Atividades de Extensão As Atividades de Extensão no curso de Engenharia Civil configuram-se como ações contínuas de caráter educativo.9. visa reafirmar a extensão universitária como prática acadêmica. possibilitando socialização de saberes coletivos entre a universidade e a sociedade. 11º das Diretrizes Curriculares dos cursos de Engenharias.CIEE.2. “É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e integração de conhecimento. O professor da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresenta ao aluno as diversas áreas de conhecimento (incluindo as pesquisas em andamento) da Engenharia Civil que são desenvolvidas no UNINORTE.2. para uma banca examinadora que será composta por professores do curso de áreas afins do UNINORTE.“ No Curso de Engenharia Civil do UNINORTE. atendendo as normas específicas para este fim. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC Conforme Parágrafo Único do Art. bem como os professores envolvidos em cada área. O aluno deverá estar matriculado no 10º período. este tópico das Diretrizes Curriculares é contemplado. conforme descrito a seguir. Resolução CNE/CES 11.Núcleo Brasileiro de Estágio Ltda. o aluno será fará a opção pela área e contará com um orientador para acompanhá-lo no desenvolvimento do seu trabalho. 1.4 Trabalho Temporário S/A vidas. preparando seus profissionais não somente com a estratégia do ensino-transmissão. Em seguida. Gelre 1.NUBE. de 11 de março de 2002. entendendo-a como indispensável para a formação de profissionais cidadãos permitindo socializar e democratizar os conhecimentos.9. Ao final do período. Centro de Integração Empresa -Escola. Desta maneira. social e cultural. o aluno deve apresentar o trabalho de conclusão desenvolvido individualmente.

por meio de programas que acontecem ciclicamente através de projetos específicos.  Projeto. todos em consonância com as propostas apresentadas pelas coordenações de cursos.  Curso. 26 . respondendo às necessidades locais.estratégia do ensino/aplicação. de acordo com o Plano Nacional de Extensão. viabilizando a relação transformadora entre universidade e sociedade.  Curso de Treinamento e Qualificação Profissional.  Curso de atualização.  Evento. relevantes para a formação acadêmica e profissional do discente. A orientação metodológica do currículo do Curso de Engenharia Civil supõe a articulação das atividades básicas do ensino superior: ensino-pesquisa e extensão. pretende-se o envolvimento de professores e estudantes em ação de extensão desde o início do curso. conforme descrito abaixo:  Programa.  Curso de iniciação. e/ou representantes da sociedade. e estão voltadas a diferentes áreas do conhecimento. Assim.  Prestação de serviços. As atividades de extensão no UNINORTE/LAUREATE. O UNINORTE classifica as ações de Extensão. internas e externas. são coordenadas pela Diretoria de Extensão. As atividades de Extensão do Curso de Engenharia Civil são planejadas e executadas atendendo às demandas internas e externas.  Produção e publicação. de modo geral.

que implicam na necessidade de uma articulação permanente entre as Diretorias de Extensão. pelo esforço de compreensão da totalidade.6Interdisciplinaridade É característica dos tempos que vivemos não apenas a integração econômica e político-cultural. mas a interdisciplinaridade. Estes deverão selecionar. de Ensino de Graduação.  Palestras.  Projetos de pesquisas. Nacionais e Internacionais. As atividades são prioritariamente exercidas pelo corpo discente. O currículo do curso de Engenharia Civil está fundamentado na interdisciplinaridade a fim de proporcionar a articulação das várias disciplinas. 1. É essa visão holística que propicia.  Visitas técnicas. A Organização do conhecimento por meio de ações e procedimentos com várias metodologias. diversas e significativas atividades a cargo dos professores. sob a orientação e coordenação de seus professores. e Pós-Graduação e Pesquisa e de seus respectivos programas. composta por elementos a serem apreendidos.9. o tema que articulará os conteúdos. possibilitando ao acadêmico a construção de um quadro 27 . pode-se destacar:  Cursos de extensão.  Semana de Engenharia. os conceitos e as relações da rede pretendida.2. um foco mais preciso sobre o objeto de análise e estudo.  Produção Científica. sobre o problema que se quer solucionar. a partir da disciplina ministrada. a integração e a correlação entre as várias áreas do conhecimento.  Eventos Científicos na área como Congressos Regionais.Dentre as atividades desenvolvidas no curso.

Estímulo às Atividades Acadêmicas 1. opcionais. de 10 de fevereiro de 1998. a prática de estudos e atividades independentes. As Atividades Complementares são compreendidas como componentes curriculares enriquecedores do perfil do egresso. com base no Art. serão consideradas atividades complementares: 28 .10. após o processo de reconhecimento. 1. mediados por recursos didáticos que utilizem tecnologias de comunicação remota compatível com a proposta do curso e da instituição. poderá utilizar na sua organização pedagógica e curricular. pesquisa e extensão. As disciplinas na modalidade EAD (no limite de até 20% de carga horária do curso) serão ofertadas integral ou parcialmente e serão organizadas de modo a atender aos princípios de autoaprendizagem. Atividades Complementares As Atividades Complementares compõem um dos aspectos constitutivos das DCN – Diretrizes Curriculares Nacionais e devem ser necessariamente respeitadas pelas IES – Instituições de Ensino Superior. transversais. especialmente nas relações com o mercado de trabalho e com ações de extensão junto à comunidade. 81 da Lei no 9.teórico-prático mais significativo e próximo dos desafios presentes na realidade profissional.7Disciplinas do Ensino a distância (EAD) De acordo com a Portaria no 4.1. na qual atuará depois de concluída a graduação. o curso. a oferta de disciplinas integrantes do currículo que utilizem a modalidade semi presencial. As Atividades Complementares desenvolvidas durante o curso abrangem as modalidades de ensino.2.9. 1.10. de 10 de dezembro de 2004. por avaliação de habilidades e competências do estudante. Assim.394. possibilitando o reconhecimento. de interdisciplinaridade e demais associações entre disciplinas.059.

 Estágio extracurricular.  Monitoria.  Palestra (facilitador ou ouvinte).  Cursos (ministrado por Docentes).  Eventos Culturais (participante).  Defesa de Monografia/dissertação/tese (ouvinte).  Disciplina Optativa (ouvinte). desde que devidamente aprovadas pela Coordenação de Curso. mini cursos. Atividades Solidárias (Voluntário). Monitoria O programa de monitoria do UNINORTE visa à incorporação do aluno em atividades auxiliares as tarefas docentes.10.  Artigos Completos.  Eventos Científicos (organização ou participante).  Cursos de Idiomas. Semana e oficinas em Engenharia Civil e áreas afins (ouvinte).  Seminários.2. O Curso de Engenharia Civil incentiva a monitoria institucional e voluntária. 1. Outras atividades não referidas poderão ser computadas. oportunizando a consolidação da sua formação acadêmica e a melhoria da qualidade de aprendizagem e qualificação pessoal do discente.  Projeto de Pesquisa (autoria e execução).  Visitas Técnicas (participante do grupo).  Cursos Profissionalizantes e/ou Acadêmicos (ouvinte). 29 . reconhecendo-a como uma atividade complementar na formação acadêmica.

adquiridos através da pesquisa sistematizada. Com a autorização do MEC. página 12 de 15 de abril de 2004. além da sua disposição em iniciar-se na carreira docente de nível superior. contribuindo para que a universidade se envolva integralmente com o desenvolvimento das atividades científicas e propicie uma formação global aos seus alunos. 1.  Não é permitida a regência de classe não assistida pelo professor/orientador. por meio da Portaria 995 de 14 de abril de 2004 publicada no Diário Oficial nº 72. se disseminem nos cursos de graduação. são considerados o seu coeficiente de rendimento e o fato de estar cursando no mínimo o 3º (terceiro) período. Ao lado disso.  Os monitores são selecionados considerando. Programa de Iniciação Científica (PIC) A Iniciação Científica é um instrumento de formação que permite introduzir. seu rendimento na disciplina durante o curso e o seu desempenho na prova de seleção. O Programa de Iniciação Científica prepara não só melhores profissionais para o mercado de trabalho como também aprimoram o alunado de pós-graduação. os estudantes de graduação potencialmente mais promissores. verificou-se a necessidade de criarmos núcleos de pesquisa com linhas de 30 .Os principais critérios para execução do Programa de Monitoria do Curso de Engenharia Civil são:  Os alunos do Curso de Engenharia Civil são incluídos no programa a partir do previsto no plano anual de monitoria institucional. A partir disso.3. Além destes aspectos. ainda que relacionadas às ações de docência. passamos a Centro Universitário e a visão de pesquisa ampliou-se.  Acompanhamento constante das atividades dos monitores pelo professor/orientador que tem a responsabilidade de encaminhá-lo em sua iniciação na atividade docente no ensino superior.10. bem como o envolvimento do monitor em quaisquer atividades administrativas. proporcionando assim uma integração direta entre os cursos de graduação e pósgraduação. na pesquisa científica. possibilita que novos conhecimentos. seção 1.

É um estímulo ordenado. conforme o regimento geral de pesquisa da IES. que é uma modalidade de financiamento seletivo para incentivar a participação dos acadêmicos em projetos desenvolvidos pelos pesquisadores no contexto da graduação ou em integração com a pós-graduação. O Programa de Iniciação Científica do UNINORTE/LAUREATE contempla dois tipos de bolsas. meio e fim e cujos resultados são atingidos pelo aluno em função da execução de um plano de trabalho. Pesquisa e Extensão – CONSEPE e o Curso Superior em Engenharia Civil do UNINORTE/LAUREATE. a bolsa de Iniciação Científica é também um instrumento de fomento à formação de recursos humanos. metódico e criterioso de formação da mentalidade científica. Deste modo. mediante a participação no desenvolvimento de uma investigação que tem início. uma financiada pela Instituição (PROBIC) e outra financiada pelas agências de fomento a pesquisa conveniadas (PIBIC).pesquisas definidas que pudessem desenvolver projetos de interesse de cada área da graduação. o início da prática de pesquisa institucional. segue as normas da instituição. Possuindo hoje quatro núcleos de pesquisa:  Ciências Exatas e Tecnologia  Ciências Administrativas e Jurídicas  Ciências Biológicas e da Saúde  Ciências Humanas e Sociais O UNINORTE possui Política de Pesquisa estabelecida pela Diretoria de PósGraduação e Pesquisa e aprovada em Conselho de Ensino. bem como o que foi proposto no Plano de Desenvolvimento Institucional . conforme descrito abaixo: 31 . estabelecendo-se assim. grupos e linhas de pesquisa que possuam professores/pesquisadores em condições de orientar os seus alunos na iniciação científica. que poderão propor ao Comitê de Pesquisa do UNINORTE/LAUREATE (CPU). Na política de Pesquisa do UNINORTE/LAUREATE foram estabelecidos os Núcleos Integrados de Pesquisa (NIP).PDI (2007-2011). A política de Iniciação Científica do UNINORTE/LAUREATE possui um sistema de bolsas.

mérito científico e orientação adequada. matemáticas e estatísticas como suporte à formação. sendo institucionalizado por Portaria expedida pelo Magnífico Reitor do UNINORTE/LAUREATE. 1. em todas as áreas do conhecimento. financiado com recursos da própria instituição. Programa de Bolsa de Iniciação Científica do UNINORTE/LAUREATE (PROBIC): é um programa interno.11. garantindo a formação de profissional com as habilidades e competências definidas no perfil do egresso da seguinte forma:  Competências Profissionais Gerais: incluem-se os processos. recuperação e melhoria de qualidade do ambiente. Componentes Curriculares que trabalham as Competências e Habilidades estabelecidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Coerência do Currículo com as Diretrizes Curriculares Nacionais A Organização Curricular proposta atende às Diretrizes Curriculares Nacionais e nos núcleos de formação orienta a construção do conhecimento.  Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC): o PIBIC é um programa centrado na iniciação à pesquisa de novos talentos. COMPETÊNCIAS ESTABELECIDAS NAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DISCIPLINAS/UNIDADES CURRICULARES Aplicar conhecimentos matemáticos. individual e continuada. Também estão incluídas disciplinas relacionadas. Os componentes curriculares que trabalham estes conteúdos são: Tabela 1. aos processos de meio ambiente. os métodos e as abordagens físicas. tecnológicos e instrumentais à  Álgebra Linear e Geometria Analítica engenharia. 32 . e servindo de incentivo à formação de novos pesquisadores. destinado exclusivamente a alunos dos cursos de graduação do UNINORTE/LAUREATE. privilegiando a participação ativa de bons alunos em projetos de pesquisa com qualidade acadêmica.  Álgebra dos Espaços Vetoriais científicos. à proteção. As áreas do conhecimento propostas levarão em conta a formação global do profissional tanto técnico-científica quanto comportamental. químicas. como um todo.

 Cálculo de Funções de Várias Variáveis
 Cálculo Diferencial E Integral
 Cálculo Numérico
 Computação Aplicada à Engenharia
 Desenho Técnico
 Desenho Técnico na Engenharia Civil
 Equações Diferenciais Ordinárias
 Introdução à Eletricidade e Magnetismo
 Introdução à Estatística
 Introdução à Mecânica
 Introdução à Termodinâmica, Vibrações e Fluidos
 Introdução às Teorias Econômicas
 Metodologia do Trabalho Científico
 Química Geral
 Resistência de Materiais
 Mecânica do solos
Projetar e conduzir
interpretar resultados;

experimentos

e  Fundamentos de Mecânica dos solos
 Introdução à estatística
 Materiais de construção
 Estruturas em Madeira
 Estruturas Metálicas

Conceber, projetar e analisar sistemas,  Pontes e Grandes estruturas
produtos e processos;
 Fundações e contenções de obras
 Obras de drenagem
 Portos e Hidrovias
 Técnicas da Construção Civil
Planejar, supervisionar,
coordenar projetos e
engenharia

elaborar e  Gerenciamento da Construção Civil
serviços de  Planejamento e Controle de Obras
 Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
 Portos e Hidrovias
 Introdução a estatística
 Mecânica dos solos

Identificar, formular e resolver problemas  Materiais de Construção
de engenharia
 Estruturas metálicas
 Estruturas em Madeira
Desenvolver

e/ou

utilizar

 Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
novas  Empreendedorismo

33

 Introdução à administração
 Teoria das Estruturas

ferramentas e técnicas

 Estruturas Metálicas

Supervisionar
a
operação
manutenção de sistemas

e

a

 Estruturas em Madeira
 Gerenciamento da construção civil
 Planejamento e controle de obras

 Técnicas da Construção Civil
Avaliar criticamente a operação e a
 Gerenciamento da construção civil
manutenção de sistemas
 Introdução a engenharia
Comunicar-se eficientemente nas formas
 Metodologia do Trabalho Científico
escrita, oral e gráfica
 Redação Técnica
 Introdução a engenharia
 Hidrologia e Hidráulica aplicada
 Instalações hidráulicas e sanitárias

Atuar em equipes multidisciplinares

 Arquitetura e urbanismo
 Pontes e Grandes Estruturas
 Empreendedorismo
 Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
Compreender e aplicar a ética e a  Introdução à engenharia
responsabilidade profissional
 Fundamentos Sociológicos
 Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
Avaliar o impacto das atividades da  Arquitetura e Urbanismo
engenharia no contexto social e Civil
 Saneamento

Avaliar a viabilidade
projetos de engenharia

econômica

de

 Planejamento e controle de obras
 Gerenciamento da Construção
 Introdução às Teorias Econômicas
 Planejamento e controle de obras

b) Competências Profissionais Específicas: incluem-se os conteúdos (teóricos e
práticos) das disciplinas voltadas ao conhecimento das estruturas, estruturas em
madeira, estruturas metálicas, pontes e grandes estruturais, portos e hidrovias e
planejamento e gerenciamento de obras, de modo a conhecer, projetar e fiscalizar
serviços referentes a essas áreas da engenharia civil.

34

1.12. Coerência do Currículo com os Objetivos do Curso
O currículo do Curso Superior de Engenharia Civil está coerente com os
objetivos do curso, com o compromisso do Centro Universitário do Norte e com a
região onde está inserido. Orienta a formação de profissionais com senso de
realidade global, nacional, regional e local, com qualificação para compreender
assuntos econômicos, científicos, tecnológicos e sociais voltados para demandas da
construção civil local com responsabilidade sócio-Civil e cidadania, de forma que o
Curso possa formar cidadãos que possam construir e transformar o ambiente urbano
levando em conta os princípios da sustentabilidade ambiental.
O inter-relacionamento entre as disciplinas do curso leva o egresso ao
cumprimento dos objetivos do curso. O quadro seguinte relaciona os objetivos
propostos para o curso e as respectivas atividades acadêmicas desenvolvidas ao
longo do currículo que atinge tais objetivos:
Tabela 2. Atividades Acadêmicas relacionadas aos objetivos do curso de Engenharia Civil.
OBJETIVOS DO CURSO

ATIVIDADES ACADÊMICAS RELACIONADAS
 Álgebra dos Espaços Vetoriais
 Álgebra Linear e Geometria Analítica
 Cálculo de Funções de Várias Variáveis
 Cálculo Diferencial E Integral
 Cálculo Numérico

Aplicar conhecimentos

 Computação Aplicada à Engenharia

matemáticos, científicos,

 Desenho Técnico

tecnológicos e instrumentais

 Desenho Técnico na Engenharia Civil

direcionados à engenharia civil;

 Equações Diferenciais Ordinárias
 Introdução à Eletricidade E Magnetismo
 Introdução à Estatística
 Introdução à Mecânica
 Introdução à Termodinâmica, Vibrações e Fluidos
 Introdução às Teorias Econômicas

Conceber, projetar, analisar e

 Metodologia do Trabalho Científico
 Estruturas em Madeira

conduzir sistemas, produtos,

 Estruturas Metálicas

processos e experimentos, assim

 Pontes e Grandes estruturas

35

 Fundações e contenções de obras  Infra-estrutura em concreto  Supra-estrutura em concreto como interpretar os resultados de tais  Materiais de construção projetos e experimentos.  Introdução às Teorias Econômicas  Topografia  Empreendedorismo Saber comunicar-se eficientemente nas formas escrita. Coerência do Currículo com o Perfil do Egresso O currículo do Curso Superior de Engenharia Civil apresenta uma proposta multi e transdisciplinar. proporcionando integração de diferentes áreas do conhecimento humano que possuam interface direta ou indireta com o meio ambiente. assim como saber atuar em equipes multidisciplinares com compreensão e aplicação da ética e da responsabilidade profissionais. elaborar e coordenar projetos. Conteúdos Curriculares que trabalham a formação do perfil do egresso. oral e gráfica.13.  Mecânica dos solos  Teoria das Estruturas  Hidrologia e Hidráulica aplicada  Instalações hidráulicas e sanitárias Planejar. Tabela 3. o aperfeiçoamento e a atualização técnico-científica que permitam elaborar e prover soluções que busquem o desenvolvimento de atividades humanas com o meio físico e com os ecossistemas. manutenção de  Arquitetura e urbanismo  Técnicas da Construção Civil  Gerenciamento da Construção Civil  Planejamento e Controle de Obras sistemas e serviços referentes a engenharia civil. supervisionar.  Introdução a engenharia  Metodologia Científica  Redação  Empreendedorismo  Saneamento  Gestão ambiental e Responsabilidade Social 1. PERFIL DO EGRESSO ATIVIDADES ACADÊMICAS RELACIONADAS 36 . assim como avaliar  Saneamento criticamente a operação e a manutenção  Introdução à administração de sistemas.

perícias e avaliações. emitindo laudos e pareceres  Redação e Metodologia do Trabalho cientifico  Saneamento  Planejamento e Controle de Obras  Saneamento  Ergonomia e Segurança Industrial  Gerenciamento da Construção Civil  Introdução à Administração V.Efetuar vistorias.  Obras de Drenagem  Infra-estrutura em concreto  Supra-estrutura em concreto  Estruturas Metálicas  Estruturas em Madeira  Topografia  Pontes e Grandes Estruturas  Portos e Hidrovias  Gestão Ambiental e Responsabilidade Social IV.Gerenciar pessoas e projetos capacidade de trabalhar em equipe e  Fundamentos Sociológicos  Gestão Ambiental e Responsabilidade Social  Introdução à Engenharia  Ergonomia e Segurança Industrial 37 . Estágio Supervisionado de Atuação  Estágio Supervisionado de Observação  Coordenar e supervisionar equipes de trabalho  Fundamentos Sociológicos  Gestão Civil e Responsabilidade Social  Introdução à Engenharia  Gerenciamento da Construção Civil  Planejamento e Controle de Obras  Técnicas da Construção Civil  Realizar estudos de viabilidade técnicoeconômica  Gestão Ambiental e Responsabilidade Social  Introdução às Teorias Econômicas  Planejamento e Controle de Obras  Técnicas da Construção Civil  Materiais de Construção  Fundamentos de Mecânica dos Solos  Saneamento  Fundações e obras de contenção  Executar e fiscalizar obras e serviços técnicos.

LIPSCHUTZ.. 1987. 3ª edição. Coleção Schaum. STEINBRUCH. o aluno é colocado diante de situações de práticas profissionais. Rio de Janeiro: LTC.L. J. Álgebra Linear e Aplicações. Álgebra Linear com Aplicações. DOMINGUES. Vetores.F. Equações da Reta e do Plano. H. CAMARGO. CALLIOLI. BOLDRINI.. J. Técnicas 38 . R. ANTON... São Paulo: Atual. Ângulos. Integração. BOULOS. 1994. C. A. Cálculo Diferencial e Integral Números reais. 1980. S. 6ª edição. Comunicação Estimulada através das disciplinas: Introdução a Engenharia. Geometria Analítica Plana. H. I. Álgebra Linear: Teoria e Problemas. São Paulo: Harbra... 2001. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman. Limites. COSTA. S. 7ª ed. 3ª ed.C. 1990.VI.H. São Paulo: Makron Books. A.14. 2008. Funções. Estágios Supervisionados de Observação e Atuação ministradas no decorrer do Curso. Distâncias e Interseções. 4ª edição. Metodologia do Trabalho Científico. IX.  Empreendedorismo  Gestão Ambiental e Responsabilidade Social  Introdução à Engenharia VII. B. LEON. pois sinalizam um bom preparo do profissional que deve estar pronto para atuar em situações em que necessitem de decisões rápidas e senso de liderança. Ementáriox 1º PERÍODO Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Álgebra Linear e Geometria Analítica Matrizes. Sistemas de Equações Lineares. 1999. Cálculo de Determinantes. C. Tomada de decisão No decorrer de todo o curso. de forma a estimular a tomada de decisões adequadas que levem em consideração: a ética e a coerência social.Ter capacidade de atender às exigências mais modernas do mercado de trabalho. Geometria Analítica: Um Tratamento Vetorial. Liderança Estimulada principalmente em atividades de prática profissional. RORRES. Álgebra Linear com Aplicações. Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-HillMakron Books. VIII. Rio de Janeiro: LTC.. 1. São Paulo: McGraw-Hill-Maron Books. Derivadas. 2006. 8ª edição... KOLMAN. P. Redação Técnica. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. Álgebra Linear.

V. H.A. 2006..Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina de integração. 5ª ed. LEITHOLD. Material Básico e sua utilização. E. HOSTETLER. 2001.. GONÇALVES.V. C. Perspectivas. G. Derivação e Integração. 2010. São Paulo. Secções. DIAS. LEAKE.1. Desenho Técnico Mecânico Volume 1. Cálculo – V. Nomenclatura das Linhas e Emprego. l. S.T. H. Introdução à Engenharia 39 . Cálculo com Aplicações. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. Rio de Janeiro: LTC. SILVA.desenho. São Paulo: Thomson Pioneira. l. 2005. Cálculo das Funções de Uma Variável .. Cálculo: Um Curso Moderno e Suas Aplicações. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman. L. RIBEIRO. T. 1998. 6ª ed. 196p MANFÉ. B. Cotas. FRENCH. 534p. São Paulo: Hemus.P. Limite. Desenho de Peças Planas. Porto Alegre: Bookman.. 2002. BORGERSON... B. J. Planificação.1. F. Desenho técnico e tecnologia gráfica. BRADLEY. Curitiba: Editora Juruá.. P. Formatos de Papel e Margens. 1 ed. STEWART. modelagem e visualização. Cálculo A: Funções... M. G. 6ª ed. GUIDORIZZI. RIBEIRO. G. B.. SCARATO. 2009. Desenho Arquitetônico: Para Cursos Técnicos de 2ª Grau e Faculdades de Arquitetura. Cálculo: Um Novo Horizonte – V. Desenho Técnico Introdução a Metodologia de Projetos. R. HOFFMANN. 2008. Escalas Normalizadas. E. Um Curso de Cálculo . D. Cortes. Rio de Janeiro: LTC.1. Rio de Janeiro: LTC. M. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC. 4ª ed. J. J. 6ª ed. 2008. Desenho técnico para engenharias.E. L. 7ª ed. Cálculo com Geometria Analítica – V. 2000. ANTON. A. 3ª ed.H. São Paulo: Globo. D. L. Figuras Planas e Sólidos Geométricos.1. Desenho Técnico Moderno. Representação de Peças Cilíndricas. G. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil. EDWARDS. Representação de Peças Prismáticas. Desenho Geométrico. . C. CARVALHO. São Paulo: Edgard Blücher. LARSON. Retas. 6.. Rio de Janeiro: LTC. FLEMMING. ed. 2008. Manual de desenho técnico para engenharia . J. Construções Geométricas.. 2000. J. SOUSA. 2008 . GIESECKE. A. 1093 p MONTENEGRO. ÁVILA. 7ª ed. PAPAZOGLOU. Comunicação Gráfica Moderna. 2007. Rio de Janeiro: LTC. R.. 1ª ed. C. Projeções Ortogonais (Vistas). São Paulo: Harbra. G. Projeções de pontos. R. 2008. R. D. 2006. VIERCK.1. POZZA.

FINN. B. Física I – Mecânica. S. 4ª ed. D. 1ª ed. A. G. J. Cinemática da Partícula: Velocidade Média. DYM.. R. R. Simulação e Otimização. Introdução à Mecânica Estática da Partícula: 1ª. Gravitação. A. M. Princípios de Física – V. H. Trabalho. Introdução à Engenharia: conceitos.1. Florianópolis: Visual Books. 2008. Física . ALONSO. São Paulo: Edgard Blücher. Cinemática da Rotação. 2005. Introdução à Engenharia. HALLIDAY. Decisão e Apresentação Final. 40 .. 1 ed. Introdução à Engenharia: modelagem e solução de problemas. V.1997.1. 3ª ed.Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar História da Engenharia. L. BAZZO.Mecânica. J. Movimento em uma Dimensão e Movimento em um Plano. W. São Paulo: Edgard Blücher. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC. YOUNG. W. W. E. A. Projeto na Engenharia..V.. TIMM. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC. YOUNG. ZARO. OLIVEIRA NETTO.D. Atividades de Laboratório. 2011.. Porto Alegre: Bookman. T.. 2010. O Engenheiro. L.Mecânica. JEWETT Jr. Fatores Relativos ao Projeto. Rio de Janeiro: LTC. SCHNAID.Um curso universitário .W.. UFSC. GROTE. Florianópolis: UFSC. Ciência e Tecnologia. BAZZO. 2006. K. Educação Tecnológica: Enfoques para o ensino da engenharia. RESNICK. LINSINGEN. 3ª ed. FELDHUSEN. A. J. PEREIRA. 2ª ed. PEREIRA. Modelagem. Pesquisa Tecnológica. E.. Colisões. 2008. Velocidade Instantânea. BROOKMAN. SEARS. ZEMANSKY. HOLTZAPPLE.. W. Princípios de Física: Mecânica Clássica. K. ferramentas e comportamentos. 2006. Dinâmica da Rotação.. ORWIN. E.J.V. A. 1972. M.. SERWAY. PAHL.D. Busca de Soluções.2. 2002. M.. Curso de Física Básica 1 . H. F. W. Introdução à Engenharia: uma abordagem baseada em projeto. SPJUT..Hall. F. R.A. H. 2006. JEWETT Jr. 2005.V.T.. Física.. A Engenharia e a Sociedade. Energia e Conservação da Energia. 2010. Edgard Blucher.. J. BEITZ.V1. Ensino de Engenharia . Análise. P. 2010. NUSSENZVEIG. I. W.. Leis de Newton e Condições de Equilíbrio. L. M. São Paulo: Empório do Livro. M. O Engenheiro e os Processos de Comunicação.M.. e 3ª. Introdução à Engenharia de Produção. KRANE. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. R. FREEDMAN.V. A. C.. São Paulo: Thomson Pioneira. Dinâmica da Partícula: Conservação do Momento Linear. A.Do positivismo à construção das mudanças para o século XXI. Rio de Janeiro: LTC. O Projeto de Engenharia: Formulação. 2008. R. I.. REECE.T. Rio de Janeiro: Prentice. D. 1ª ed. LITTLE. V1 . Física . SERWAY.

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Recife: UFPE. Pontes e Grandes Estruturas Introdução. 2011. ações nas pontes. Normas técnicas. 2001. A. pilares. GOLDMAN. 2011. Orçamento na Construção Civil . LEONHARDT.São Paulo: PINI. 2004. Galerias. M. Portos e Hidrovias Generalidades sobre o transporte marítimo e fluvial. 1ª ed. Introdução ao Planejamento e Controle de Custos na Construção Civil Brasileira. S. 2008. fundações e aparelhos de apoio. MARCHETTI.F. São Paulo: Edgard Blücher. O. 1997. Hidráulica 62 . Considerações sobre super-estrutura em lajes celulares e em grelha. Pontes de concreto armado. Rio de Janeiro: Axcel Books. 2003. Gestão e Coordenação de Projetos em Empresas Construtoras e Incorporadoras: da Escolha do terreno à avaliação pós-ocupação. J. tipologia. Gerenciamento informatizado de Projetos e Obras TCPO: Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos.Consultoria. PINHO. I. Preparação da execução de obras. A. Controle e Análise de desempenho: sistema de controle. 1ª ed. pré-dimensionamento e cálculo.A Concreto projetado para Túneis. Fundações de Pontes: Hidráulica e Geotécnica. SOUZA. Rio de Janeiro: LTC. AZEREDO. 1ª ed. 2011. SILVA. São Paulo: PINI. MASON.B. MANSO. análise tipológica e construtiva. 2007. 1977. OLIVEIRA. J.L. Sistemas estruturais. cronogramas. F. Infra-estrutura. Pré-dimensionamento e cálculo de super-estruturas. 2008. BOENTE. A. Gerenciamento e Controle de Projetos. São Paulo: PINI. 1979. MITIDIERI FILHO. Rio de Janeiro: Interciência. São Paulo: PINI. Gerenciamento da relação tempo-custo: PERT/CPM – CUSTO. P.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa nivelamento. 1987. Construções de Concreto: princípios básicos da construção de pontes de concreto. Carlos Tavares de. C.. MELHADO. O edifício e seu acabamento. M. encontros. Modernização dos Portos. Infraestrutura de Pontes de Vigas. M. P. 2010..R.. TISAKA. Editora: PINI..O. 1ª ed. São Paulo: Edgard Blücher. curvas de desenvolvimento.A. GUSMÃO FILHO. conceituação e classificação. BELLEI..H. 2003. Pontes em Concreto Armado e Protendido: princípios do projeto e cálculo. Pontes e Viadutos em Vigas Mistas. São Paulo: PINI. F. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Siderurgia. FREITAS. MATTOS.A. H. São Paulo: Edgard Blücher. 2010. Planejamento e controle de obras. São Paulo: Aduaneiras. A D. 13ª ed. São Paulo: PINI.V.. Projeto e Execução.

S. Segurança em atividades extra-empresa. 1999. Ed Martins Fontes.. A evolução da 63 . O Urbanismo. 2011.P. 4a ed. 3ª ed. São Paulo: Edgard Blücher. V. Portos e Terminais. A. LINO. Economia do transporte hidroviário. A urbanização brasileira. 1991. SANTOS. SILVEIRA. Organização de segurança do trabalho na empresa. Carlos Tavares de.B. Normalização e legislação específica. AsBEA.C. COSTA. 1998.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar fluvial. Editora PINI. E. H Lições de arquitetura.. R. A Hora das Hidrovias. REBELLO. 2009. Editora: Atlas. BITTENCOURT. 2009. 2ª edição. MASCARO. Segurança no projeto. Introdução ao planejamento da infraestrutura e operação portuária. Rio de Janeiro: Fenavega. G. 1990. Acidentes. São Paulo: Hucitec. 1ª ed. Controle do ambiente. marés e correntes marítimas. F. P.. Obras de melhoramentos dos cursos d’água. Ergonomia e Segurança Industrial Conceitos de segurança na Engenharia. J. D. 2003. Elementos para a descrição quantitativa de uma cidade. HERTZBERGER. NEUFERT. COIMBRA. Obras de transposição de desníveis. Arte de projetar em arquitetura. Embarcações e cargas. E. Elementos para descrição da estrutura urbana de uma cidade. Ed. 2009. Editora: Edgard Blucher.L Infra-estrutura habitacional Alternativa. MAGALHÃES.S. São Paulo: Aduaneiras. Milton. P. Manual de Contratação dos Serviços de Arquitetura e urbanismo. GG Gustavo Gili. 2011. Sagra. L. 2008. Revisada. São Paulo: Aduaneiras. Análise da relação entre espaço e as características sócio-econômicas da população COSTA. 2001. Rio de Janeiro: Capax Dei. Y. 2011. Portos fluviais e marítimos ALFREDINI.S. 1991. Modernização dos Portos. WANKE. BARDET. As Hidrovias Interiores no Brasil. Editora Perspectiva. O conhecimento de Cargas no Transporte Marítimo. Manaus: Edições Governo do Amazonas. 2000.B. Proteção coletiva e individual. treinamento e motivação pessoal. G. OLIVEIRA. 4ª ed. L. A concepção Estrutural e a Arquitetura. 1998. C. P. Navios. 1ª ed. Ondas. E. Física aplicada à construção: conforto térmico. Transporte Marítimo: Carga. Navegação do Amazonas e Portos da Amazônia. São Paulo: Aduaneiras. ARASAKI. Seleção. Obras e Gestão de Portos e Costas: a Técnica Aliada ao Enfoque Logistico e Ambiental. 10º PERÍODO Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Arquitetura e Urbanismo Metodologia e Introdução ao projeto.

Execução do desmonte da rocha. Introdução à Ergonomia . J. 2009. visando ao aprofundamento de questões teóricas ou práticas. 1ª ed. São Paulo: LTR. Porto Alegre: Bookman. Brocas. B. São Paulo: Edgard Blücher. 5ª ed. Equipamentos. através da escolha de tema relacionado à área da Engenharia Civil. São Paulo: Edgard Blücher. 2009.H. Compressores de ar Explosivos. tecnologia e organização. J. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. IIDA. Ergonomia Prática. Ergonomia: origem. 2010. Disciplina Ementa Pavimentação Execução de terraplanagem. 2010. M. Volume. SALIBA. A relação da ergonomia com as condições de trabalho GONÇALVES.QVT. C. Ergonomia: Projeto e produção. Compactação: equipamentos. 2004. 2005. Acidente do Trabalho e Saúde do Trabalhador. Legislação de Segurança. A. As diferentes abordagens e aplicações em ergonomia. Estágio Supervisionado de Atuação Cumprir cronograma estabelecido na disciplina de Estágio Curricular I. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho.Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa relação ser humano. FRANÇA. GRANDJEAN. Obras de arte correntes: projeto e execução. Bibliografia Vide Regulamento de Estágio Supervisionado Disciplina Ementa Trabalho de Conclusão de Curso Trabalho individual. E. São Paulo: Érica. I. Participação no estágio comprovada mensalmente através de relatórios ou desenvolvimento do projeto acompanhado pelo Orientador. 7ª ed. E. A. 5ª ed. CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: Guia Prático de Segurança do Trabalho. São Paulo: LTR. 2011. KROEMER K. WEEDMEESTER. Serviços preliminares.. São Paulo: Edgard Blücher. Escavações em rocha a céu aberto: equipamentos de perfuração. Medições. 2ª ed. Bibliografia Vide Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso e Manual de Diretrizes Técnicas de trabalho de Conclusão de Curso. São Paulo: Atlas. ABRAHÃO. evolução e conceitos. Qualidade de Vida no Trabalho . T. L. 64 . Elaboração de relatório descrevendo as atividades desenvolvidas. Caixa do empréstimo.E.da prática à teoria. sob orientação de professor. Classificação dos materiais. Estabilização dos taludes de corte e aterros. DUL. Controle dos serviços. Bota-fora. Cortes. Aterros. 2005. PAOLESCHI. B.

SENÇO.métodos do ensaio e execução. BRASIL. Pavimentação asfáltica: tipos e materiais.A. W. L. DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES – DNIT. projeto e restauração. 2011. 2004. 2004. São Paulo: PINI. Aplicação.436. Cognição visual e libras: estabelecendo novos diálogos. ANTAS. Estradas – projeto geométrico e de terraplenagem. L.626. Niterói: EDUFF. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. ALMEIDA. A. Emulsões asfálticas. GONÇALVES. Surdez. Decreto nº 5. L. 2009. Avaliação objetiva de superfícies de pavimentos flexíveis e semirrígidos. Atividades Ilustradas em Sinais de LIBRAS. Erosão e conservação dos solos: conceitos. BRASIL. Avaliação Estrutural dos Pavimentos Flexíveis Vol 1. MASSAD. Estacas Préfabricadas de concreto – teoria e prática. 2011. Cimento asfáltico. 2007. GUERRA. T. Secretaria de Estado Especial. et. 1 ed. 2007.. Brasília. Luiz Alberico. de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos áudio-visuais.Curso Básico de Geotecnia . 65 . J. educacionais e sócio-antropológicos da surdez. C.. temas e aplicações. al.G. T. BRASIL. DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES – DNIT. A Surdez. I. Obras de Terra . Dimensionamento. Editora: Interciência. Comunicação por Língua Brasileira De Sinais.. São Paulo: PINI. A. A Língua de Sinais brasileira – Libras: características básicas da fonologia. P. Pavimentação asfáltica: materiais. de 24/04/2002. J. NEVES. NORMA DNIT 006/2003 – PRO. Praticas Libras:desenvolver a expressão visual-espacial. R. de 22/12/2005. Asfaltos diluídos. 2010. Manual de técnicas de pavimentação Vol 1. Educação de surdos: a caminho do bilinguismo. EC.2ª Ed. CARVALHO. Brasília: MEC. N. Controle do campo. SÁ. Noções básicas de léxico. Lei nº 10. Custos de equipamentos. S. FALCÃO. serviços e construções. Pavimentação em concreto. Bibliografia Básica Bibliografia Complementar Disciplina Ementa Bibliografia Básica Bibliografia Complementar BALBO. F. SEESP. SKLIAR. R. 1ª ed. Noções de variação.F. 1999. Ministério da Educação.. Editora: oficinas de textos.M. DF: SENAC. 3ª ed.P. São Paulo: Revinter.S. Editora: Oficina de Textos. Libras Introdução: aspectos clínicos. Execução de pavimentos. Porto Alegre: Mediação. 1997. Bertrand Brasil. CASTRO. DNER-PRO 10/79. 1998. BERNARDES. 1999. C. 2ª ed.

incluindo. assuntos para discussão. o que os caracteriza como curso de nível superior é justamente o compromisso com a construção do conhecimento e não apenas a transmissão. Neste sentido. Estes recursos. filmes. seminários entre outros. artigos.15. novas alternativas e novos recursos. A estrutura curricular do Curso de Engenharia Civil exige uma metodologia articulada. disponibilizados previamente para os alunos. dos conteúdos ministrados bem como de sua aplicabilidade. Metodologia Muito embora os cursos de graduação tenham a função da formação profissionalizante. links. Os conteúdos conceituais das unidades de estudo deverão ser disponibilizados pelos professores orientadores. por parte dos discentes. questionários de reflexão e lista de exercícios. requer do professor que evite a utilização de procedimentos metodológicos que fazem da ação educativa uma mera rotina pedagógica. procedimentos metodológicos que assegurem a vida acadêmica com a realidade concreta da sociedade e aos avanços tecnológicos. a metodologia de ensino. através do portal. portanto. via portal. Para tanto. entre outras estratégias de ensino e aprendizagem que buscam favorecer a auto-aprendizagem. a fim de que seja capaz de aplicar seus conhecimentos e cooperar para o desenvolvimento da sociedade que o cerca e ser um profissional altamente qualificado. favorecem a análise\estudo prévio para que os encontros de trabalho (aulas) sejam mais produtivos. por paradoxal que possa parecer. além dos recursos de exposição didáticas. pelo menos uma semana antes dos encontros de trabalho (aula). Essa metodologia propõe ações interdisciplinares que promovem maior aprendizado. estudos dirigidos e independentes. textos diversos. dos estudos práticos em sala de aula. com o objetivo de construir um modelo de ensino/aprendizagem que compreenda a aplicação dos princípios fundamentais ao exercício da profissão de Engenheiro Civil. Visa ao desenvolvimento sócio-político e cultural do aluno e de sua compreensão crítica da realidade.1. Para cada encontro poderá o professor associar. Todo material disponibilizado pelos professores/orientadores no Portal deverá 66 .

 Mapa Conceitual para a interpretação / classificação / crítica / organização de dados/ resumo.  Grupo de Observação e de Verbalização para a análise / interpretação/ crítica/ levantamento de hipóteses/ obtenção e organização de dados/ comparação/ resumo/ observação/ interpretação.  Estudo de textos para a identificação / obtenção e organização de dados/ interpretação/ crítica/ análise/ reelaboração/ resumo. 67 .  Elaboração de Portfólio para a identificação / obtenção e organização de dados/ interpretação/ critica/ análise/ reelaboração/ resumo. de modo a desenvolver nos acadêmicos as competências e habilidades propostas pelo curso estão abaixo descritas:  Aulas expositivas para a obtenção e organização de dados/ interpretação/ crítica/ decisão/ comparação/ resumo. visita técnica. As atividades práticas (laboratórios.  Dramatização para a decisão / interpretação / crítica / busca de suposições/ comparação/ imaginação. possibilitando atividades de revisão e nivelamento constantes. As práticas pedagógicas.ser mantido à disposição do aluno enquanto durar o seu vínculo com a instituição.  Solução de Problemas para a identificação / obtenção e organização de dados/ planejamento / imaginação / elaboração de hipóteses / interpretação/ decisão.  Tempestade Cerebral para a imaginação e criatividade / busca de suposições/ classificação.  Estudos Dirigidos para a identificação / obtenção e organização de dados/ busca de suposições / aplicações de fatos e princípios a novas situações. entre outras) previstas na organização curricular serão executadas mediante roteiro com objetivos bem definidos e apoiadas nos conteúdos conceituais trabalhados. trabalho de campo.

Neste sentido. no que concerne ao atendimento ao discente tem como foco a qualidade da informação e a resolução das demandas com eficácia. a partir de uma prática cotidiana de reflexão que rompa com os paradigmas da educação tradicional.16. procurando conciliar um processo junto ao Corpo Docente e/ou à Instituição. obtenção e organização de dados/ aplicação de fatos a novas situações. bem como na área docente. está direcionada à participação do aluno como sujeito ativo na apreensão de seus conhecimentos.  Seleção de Filmes que utilizam técnicas para o estudo dos casos apresentados/ análise/ interpretação/ crítica/ levantamento de hipóteses/ busca de suposições/ decisões/ resumo. comparação e imaginação / planejamento. a fim de que o aluno integre-se no contexto sócio cultural e educativo. 68 . 1. bem como. disponibiliza atividades intra e extraclasses. Atendimento aos Discentes O propósito do Curso Superior de Engenharia Civil. se torne sujeito de sua própria história. É disponibilizado aos discentes atendimentos nos setores administrativos e acadêmicos. A coordenação do curso realiza atendimento individual ao aluno. considerando suas necessidades.  Painel para a obtenção de dados/ crítica/ comparação/ elaboração de hipóteses/ organização de dados. no que diz respeito ao processo de ensino-aprendizagem. A moderna preocupação dos órgãos formadores.  Estudo de Caso para a análise/ interpretação/ crítica/ levantamento de hipóteses/ busca de suposições/ decisões/ resumo.  Ensino com Pesquisa para a observação/ interpretação/ classificação / crítica/ resumo/ análise/ hipóteses e busca de suposições/ decisão. Seminário para a análise / interpretação/crítica/levantamento de hipóteses/ busca de suposições/ obtenção de organização de dados/ comparação/ aplicação de fatos a novas situações. o Curso de Engenharia Civil do UNINORTE/LAUREATE.

além disso.16.16. a instituição também participa de programas de financiamento estudantil. estimulando o ato de estudar.4.16. em especial nos casos em que a faixa etária é elevada. 1. o representante discente atua como um mediador de conflitos e é responsável por discutir mecanismos de melhoria didático-pedagógica dos professores. Política de Intercâmbio Está prevista a implantação do intercâmbio de estudo por meio de programas de mobilidade para os discentes que serão realizados com instituições conveniadas. assim. 1. Representação Estudantil Cada turma deve ter um representante estudantil. tais como: PROUNI. 1.3. Programas de Nivelamento Os alunos ingressantes do curso Engenharia Civil passam por Nivelamento Institucional na primeira semana de aula. com o professor zelar 69 . convênios com empresas e instituições públicas parceiras. pertencentes ou não ao grupo de Universidades Laureate. Além disso. Política de Bolsa O UNINORTE oferece diversos programas que oportunizam auxílio financeiro: descontos em mensalidades para alunos parentes de colaboradores. contribuindo para a redução das taxas de evasão. O Nivelamento no UNINORTE tem por objetivo principal minimizar lacunas da formação básica do aluno. onde são abordados os conteúdos das disciplinas básicas Cálculo. juntamente. formada principalmente por pessoas que estiveram por longo período de tempo distantes do ambiente escolar. e.16. facilitando sua aprendizagem e.1. sociais e mesmo financeiras.A IES pratica formas variadas e inclusivas de acesso a seus cursos. Álgebra e Introdução a Mecânica. 1. nacionais e estrangeiras. além disso. Bolsa Universidade da Prefeitura de Manaus e Crédito Prá Valer.2. a permanência dos discentes nos cursos é garantida por meio de políticas de incentivo que perpassam situações acadêmicas. cuja principal função é servir de elo entre a coordenação e a turma.

docentes e funcionários. além do sistema de avaliação. consequentemente. As reclamações/solicitações podem ser feitas via correio eletrônico ou pessoalmente. São apresentadas também palestras motivacionais e de cunho auto-reflexivo para que o aluno possa preparar-se para a nova etapa em sua vida acadêmica.A (Setor de Registro Acadêmico). integrar o ingressante no ambiente institucional em nível superior. bem como estabelecer comunicação não só com seus professores e colegas de turma. conforme sua denominação. Nesse evento são apresentados os mecanismos de acesso dos alunos aos sistemas informatizados. seguindo as tendências tecnológicas da era moderna. 70 . através do qual o aluno pode acompanhar seu histórico de notas e faltas. 1. Dessa forma.5.16.16. o Curso de Engenharia Civil oferece desde a sua concepção dois tipos de eventos:  Integração de Calouros: cujo objetivo é. a saber:  SICANET: é um sistema informatizado. a IES oferece dois mecanismos de comunicação. 1. investe na informatização de vários serviços. papel do coordenador e suas atribuições.6. como Reitoria e diretorias da IES. além dos meios tradicionais.  Ouvidoria: serviço de atendimento aos discentes. biblioteca. área de atuação do egresso do curso. Sistemas de Comunicação Informatizados O UNINORTE. com o intuito de agilizar e facilitar o atendimento aos discentes.R. Outras Atividades Além das atividades supracitadas. bem como o funcionamento de alguns setores como S. como também com a coordenação do curso e até mesmo colaboradores de outros âmbitos. entre outros.pelo comportamento dos membros da turma para uma boa convivência e. um ambiente propício ao processo ensino-aprendizagem.

buscando criar um ambiente social favorável ao processo de ensino-aprendizagem. da remoção de barreiras que possam impedir o acesso do aluno ao conhecimento. ainda através do encaminhamento do docente que de alguma forma entenda que os eventos possam interferir no comportamento do discente. Caso seja necessário. além de auxiliar a Coordenação a estabelecer estratégias para evitar índices elevados de reprovação e evasão. atuar como mediador entre os discentes e os docentes e a Coordenação.16. o mesmo será realizado de modo individual ou grupal. um docente que irá desempenhar a função de Professor Conselheiro da turma. junto com as lideranças (Coordenadores de curso. por voto direto. identificar as necessidades e dificuldades vivenciadas no âmbito acadêmico. participando.17. Professor Conselheiro A cada semestre.8. conforme a demanda apresentada.1.16. sugerir e promover ações para melhorar o nível de aprendizagem dos alunos. o discente será encaminhado ao Serviço de Atendimento Psicológico da IES. 1. 1. professores e representantes de turma). peculiares a cada aluno.7. acredita-se que a atuação de um Núcleo de Atendimento Psicopedagógico e Social deve voltar-se para os fatores que interferem no processo educacional. os alunos elegem. Acompanhamento aos Egressos As estratégias de acompanhamento dos egressos dos cursos do UNINORTE/LAUREATE são de responsabilidade do Núcleo de Acompanhamento de 71 . Procurar-se-á. No que tange à forma de atendimento. Cabe ao professor conselheiro analisar e conhecer o perfil da turma no que se refere ao aproveitamento e frequência nas disciplinas. ainda: incentivar. através da triagem. O atendimento é realizado por um profissional de pedagogia. Dentro da instituição de Ensino Superior. Apoio Psicopedagógico O Núcleo de Atendimento Psicopedagógico e Social do Curso de Engenharia Civil do Centro Universitário do Norte possui o compromisso de desenvolver atividades relevantes e benéficas ao processo de aprendizagem. ou fatores externos. em regime integral.

gerando indicadores de desempenho. tendo por finalidade a implantação do mesmo. servindo como uma das avaliações da Instituição. CORPO DOCENTE 2. as necessidades de criação de novos cursos de pós-graduação e de estratégias para melhoria do corpo docente. tem-se uma fonte de informações gerenciais que auxiliará nas tomadas de decisões sobre o planejamento do curso. academia e sociedade. além de verificarmos como está inserido no mercado de trabalho o egresso do curso. responsável pela concepção e atualização do Projeto Pedagógico do Curso. desenvolvidas de acordo com a proposta do Plano de Desenvolvimento Institucional (quadriênio 2007-2011). As estratégias de acompanhamento de egressos propiciam a integração da instituição empregadora. As atribuições do núcleo são entendidas como instrumento de auxílio para a melhoria da qualidade de ensino. A Instituição necessita avaliar constantemente o ensino que oferece. bem como sua atualização periódica. Ao observar a trajetória dos ex-alunos. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante (NDE): 72 . incentivando a criação de parcerias com empresas. mostrando o processo de inserção do egresso no mundo de trabalho. possibilitando a integração e comunicação dos egressos com a Instituição. arranjos didáticos. atraindo mais alunos anualmente e permitindo detectar as deficiências curriculares. tendo como desdobramento pesquisas contínuas sobre os egressos e suas atividades profissionais. permitindo a revelação da situação e desempenho do profissional na sua atividade. Titulação e Experiência do Núcleo Docente Estruturante O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo. vinculado ao Conselho de Curso.1. além de mantê-los informados sobre outras atividades da instituição que possam beneficiar os mesmos. Este sistema de monitoramento permite avaliar os cursos. 2. Composição.Egressos (NAE).

por convocação de iniciativa do seu Presidente.  Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares. 40% em tempo integral. Elaborar o Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos.  Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão.  Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular. respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico. 73 .  Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação. de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso.  Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso.  Promover a integração horizontal e vertical do curso. sempre que convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros titulares. O NDE pode reunir-se.  Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso. e destes.  Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo. ordinariamente.  Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso. oriundas de necessidades da graduação. extraordinariamente. sempre que necessário. 2 (duas) vezes por semestre e. Os parâmetros de composição do NDE estão apresentados no quadro abaixo: Composição do NDE Titulação do NDE Regime de trabalho Cinco membros do Curso 100% Stricto Sensu. para aprovação no Colegiado de Curso. 60% possuem título de Doutor 100% regime parcial ou integral. e desse conjunto.

dos programas de iniciação científica. que é responsável pelo planejamento. Rogério Coelho Lopes  Doutorado: Engenharia Civil – Ph. além dos estudos complementares. 2. das atividades e programas de extensão. em Engenharia Estrutural pela University of South Carolina.1. organização e coordenação das atividades pertinentes ao funcionamento do curso.Sc. no desenvolvendo de mecanismos para o planejamento. Estados Unidos. tendo sempre em vista o aperfeiçoamento do fazer pedagógico na Instituição. O Coordenador do Curso de Engenharia Civil tem como função precípua a gerência do projeto de aprendizagem do Curso. dos projetos de monitoria. envolvendo docentes e discentes. o que exige ações de articulação e mobilização de todo o corpo social. para escutar e/ou aprovar coletivamente os problemas e propostas de melhoria do Curso. USC. Titulação.2. execução e avaliação das práticas pedagógicas intra e extraclasses. dos projetos integradores. em Engenharia Estrutural pela University of South Carolina. 74 . É válido ressaltar que a coordenação de curso fica a disposição para um diálogo integrado entre seus pares. D. Formação do Coordenador Coordenador do Curso: Professor Dr.2. contratado em regime integral. USC.  Mestrado: M. com direito à recondução. Estados Unidos. Formação Acadêmica e Experiência do Coordenador de Curso A coordenação do curso é exercida por professor designado pela Reitoria que seja portador de título de pós-graduação stricto sensu. 1979-1983. com mandato de dois anos.2. 1975-1977.

continuous beams e moment distribution method. Pontes e Grandes Estruturas. atuando como Diretor Técnico.USC. Columbia – USA. 19772011 . Professor Doutor ministrando as disciplinas Mecânica Geral. 2.Professor Titular Doutor no Departamento de Mecânica do 75 . da empresa Construtora Columbia Ltda. Projeto de Estradas I. Desde 1984-1996 Sócio Proprietário. Experiência do coordenador (acadêmica e não acadêmica) Acadêmica no Ensino Superior:  Centro Universitário do Norte (UNINORTE): 2011 – atual. Resistência dos Materiais I e II.  Universidade Federal do Amazonas: 1974 .Chapter of Chi Epsilon -.  University of South Carolina . Estruturas Metálicas. Topografia. Concreto Protendido. finite element method. atuando principalmente nos seguintes temas: Web openings. Tem experiência na área de Engenharia Estrutural. Manaus – AM. Estruturas de Concreto Armado.2. Estruturas Especiais. Analise Matricial das Estruturas. University of South Carolina. Atua como profissional Liberal do Escritório de Cálculo Estrutural-RCL desde 1974-Atual. tendo ministrado as disciplinas Construção Civil I e II.2. Estruturas Metálicas e Cargas Dinâmicas. Teoria das Estruturas I e II. Mecânica I e II. Estruturas Metálicas e Teoria das Estruturas. Pontes e Grandes Estruturas. 1982.Professor Substituto no Curso de Graduação de Engenharia Civil no departamento de Estruturas. Concreto Armado I e II. Concreto Protendido. cyclic loads.  Universidade do Estado do Amazonas – UEA. Em 1980 recebeu a premiação: The National Civil Engineering Honor Society . com ênfase em Elementos Finitos. Fundações.1998 Professor Titular do Departamento de Construção da Faculdade de Tecnologia. Estados Unidos. Graduação: Engenharia Civil pela Universidade Federal do Amazonas (1969-1973).

tendo ministrado as disciplinas Vibrações Mecânicas. Universidade Federal do Amazonas – UFAM. designado pela portaria 1789/87 de 21 de janeiro de 1988 do Magnifico Reitor. 76 . Universidade Federal do Amazonas – UFAM. designado pela portaria 583/85 de 17 de maio de 1985 do Magnifico Reitor. Em 1985. designado pela portaria 575/93 de 02 de março de 1993 do Magnifico Reitor. Manaus . Coordenador do Curso de Engenharia Civil da Faculdade de Tecnologia – FT. Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Presidente da Comissão de Expansão da Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Desde 03/2011. designado pela portaria 554/84 de 28 de maio de 1984 do Magnifico Reitor.AM. Mecanismos. Manaus – AM. Gestão Acadêmica: Desde 03/2012 é coordenador do Curso de Engenharia Civil do Centro Universitário do Norte – UNINORTE. Membro da Comissão de Informática da Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Coordenador do Curso de Engenharia Civil da Faculdade de Tecnologia – FT. designado pela portaria 417/85 de 17 de abril de 1985 do Magnifico Reitor. De 1989 à 2001. Elementos de maquinas e Mecânica II. Integrante do Núcleo Docente Estruturante – NDE no curso de Engenharia Civil. Diretor da Faculdade de Tecnologia – FT. De 1988 à 1989. Chefe de Departamento de Construção Civil da Faculdade de Tecnologia – FT. De 1984 à 1986.Curso de Engenharia Mecânica. Membro da Comissão de que viabilizou a implantação do curso e Engenharia Química da Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Centro Universitário do Norte – UNINORTE. Tópicos em Mecânica dos Sólidos. designado pela portaria 604/88 de 26 de abril de 1988 do Magnifico Reitor. Universidade Federal do Amazonas – UFAM. designado pela portaria 1162/89 de 29 de agosto de 1989 do Magnifico Reitor.

designada para verificação das condições de funcionamento para o Reconhecimento do Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Roraima.  Desde 1984 até 1996 – Diretor Técnico e Sócio Proprietário da Construtora Columbia Ltda.  Durante sua experiência profissional como Engenheiro Civil autônomo elaborou vários projetos estruturais de edifícios altos. Membro da Comissão de Seleção e Acompanhamento do Programa Interinstitucional de Bolsa de Iniciação Cientifica FUA/CNPQ para o ano de 1991. designado pela portaria 796/2000 do Magnifico Reitor. designado pela portaria 1533/90 de 28 de setembro de 1990 do Magnifico Reitor. Presidente da Comissão da Banca Examinadora do concurso público de Provas e Títulos da Universidade Federal de Roraima designado pela portaria 770/96 do Magnifico Reitor.Presidente da Comissão.Engenheiro Civil. Mecânica e Naval). designado pela portaria 302/95 de 14 de setembro de 1995 do Ministério da Educação e do Desporto (DOU 7080 – Seção II. Membro do American Concrete Institute (ACI). reforço de 77 .  Desde 1982 até atual. Profissional Autônomo – Atuando na área de Consultoria Estrutural (Estrutura Civil. pontes. Presidente da Banca Julgadora para concurso de Professor de Carreira de Magistério Superior da Universidade Federal do Amazonas.  Desde 1984 até atual – Membro do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias em Engenharia. Presidente da Banca Examinadora do concurso para Professor Titular da Universidade Federal do Amazonas. Membro da American Society of Engineers (ASCE). – Manaus-Am. Não Acadêmica:  Desde 1974 até atual . designado pela portaria 2016/91 de 03 de outubro de 1991 do Magnifico Reitor da Universidade Federal do Amazonas.  Desde 1982 até atual. 19 de setembro de 1995).

78 . reforço de fundações e elaborou diversos laudos estruturais para clientes como: Banco do Brasil .estruturas.CEF. Caixa Econômica Federal .BB. IPHAM. CETAM e diversos proprietários particulares. Shell.

que permitem o desenvolvimento das habilidades e competências desejáveis ao futuro profissional. tem em sua composição.3. 2. Dedicação do Coordenador à Administração e à Condução do Curso O Coordenador do Curso Engenharia Civil é contratado sob o regime de 40 horas (Tempo Integral) divididas entre os turnos vespertino e noturno. Quanto ao regime de trabalho. visitas técnicas e projetos de extensão.3 Composição do Colegiado de Curso O colegiado de curso é um órgão deliberativo.Regime de Trabalho e Experiência Profissional dos Docentes Cerca de 70% do corpo docente do curso de Engenharia Civil possui titulação obtida em programas de pós-graduação strictu senso.2. mais de 80% (oitenta) dos docentes possuem mais de 05 (cinco) anos de experiência de docência em ensino superior e 03 (três) anos fora do magistério e ministram cerca de 2 (duas) disciplinas por período. A constante presença do coordenador garante que as metas institucionais propostas sejam continuamente perseguidas. os docentes são contratados em regime integral. o coordenador do Curso ministra uma disciplina e se dedica ao planejamento e supervisão das atividades acadêmicas referentes às aulas práticas. pesquisa e extensão no âmbito do Curso. É composto por todo o corpo docente do curso e um representante discente. 30% possuem título de doutor. atribuições e competências regulamentadas no Estatuto do Centro Universitário. Cerca de 80% dos docentes do curso são contratados em regime parcial ou integral.2.4. 79 . visando a atender a todas as demandas dos alunos. Quanto a experiência profissional.Titulação. e destes. professores e demais atribuições destinadas para administração e condução do curso. parcial ou horista. Além da rotina administrativa. além de viabilizar a freqüente avaliação dos procedimentos adotados. normas de funcionamento. normativo e consultivo das atividades de ensino. 2.

Hoje. esta intituição de ensino mantém 85% das suas unidades de ensino no Centro da cidade de Manaus. Além disso. Além desses espaços dispõe de 5 Auditórios e ainda do Espaço Cultural Uninorte (com Teatro). 3. conservação e comodidade necessária as atividades desenvolvidas. cultural e arquitetônico do local. ventilação. revitalizando assim uma das avenidas mais antigas de Manaus. na sala dos professores são disponibilizados gabinetes de trabalho para os professores em tempo parcial ou integral. Rua Frei Lourenço. dimensão. Rua Huascar de Figueiredo. acústica.3. assim como. como a Empresa Júnior. INFRAESTRUTURA O UNINORTE dispõe de uma infraestrutura adequada para garantir um ensino de qualidade a todos os seus alunos. As salas de coordenação e do NDE atendem plenamente aos requisitos limpeza. 80 . há uma sala especificamente destinada à coordenação do curso e outra para o NDE. iluminação. conservação e comodidade.1. Sala dos Professores. onde implementou alterações significativas e positivas no desenvolvimento social. Rua Ramos Ferreira. ventilação. dimensão. Escritório de Assistência Jurídica e o Serviço de Psicologia Aplicada (SPA). Na unidade em que funciona o curso de Engenharia Civil. atendendo de forma excelente aos requisitos limpeza. o Centro também dispõe de unidades complementares. Rua Emílio Moreira e Rua Leonardo Malcher. Atualmente. econômico. acústica. os cursos oferecidos pela instituição distribuem-se em catorze unidades localizadas no centro da cidade nos seguintes logradouros: Avenida Joaquim Nabuco. Gabinetes e Sala de Reuniões O UNINORTE disponibiliza sala de professores e de reuniões. possuem computadores ligados a internet e rede wireless. Além das Unidades de Ensino. iluminação.

tela de projeção e aparelho de DVD.3. som. Biblioteca A biblioteca que serve ao Curso de Engenharia Civil está localizada a Rua Leonardo Malcher. considerando o total de matriculas dos cursos em funcionamento na unidade de ensino. Sala de Aulas Cada Unidade dispõe de salas amplas. computadores interligados a internet. na proporção de um computador para até 15 alunos. tendo acesso ao PDI. 3. pesquisa e extensão social e tecnológica. data show. com dinamismo. contribuindo para o crescimento informacional da comunidade acadêmica. as atividades de ensino. ao PPC e ao PPI. onde discentes e docentes podem utilizar de forma excelente os serviços disponíveis. no mesmo prédio de funcionamento do Curso. procurando cumprir. 715 .Centro. além de criar e desenvolver o hábito da leitura. por meio da disponibilização de recursos informacionais diversificados. equipadas com carteiras confortáveis acolchoadas. A missão é disponibilizar para a comunidade universitária os recursos bibliográficos e informativos necessários ao desempenho das atividades de investigação. lançamento de notas. 3.4.3. entre outros. climatizadas.2. seu papel instrumental e social. Registro Acadêmico O registro acadêmico é totalmente informatizado através do SICANET. educação permanente e extensão cultural. 3. O site do UNINORTE permite ao aluno acompanhar a vida da IES e de seu curso. ensino. É uma biblioteca setorial que tem por função subsidiar. controle de freqüência. Acesso dos Alunos aos Equipamentos de Informática O Curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet. controle de atividades complementares. 81 . bem como se mantendo informado acerca de atividades de pesquisa extensão e quadro docente entre outros. além de rede wireless em todo o prédio. tais como: boletim de notas.5.

O sistema atende as necessidades de processamento técnico. Os recursos destinados à aquisição/expansão do acervo são estabelecidos pela Mantenedora da Instituição.A seleção de novos títulos para o acervo bibliográfico se dá a partir de propostas de professores e coordenadores do curso. assim como relatórios de estatística de empréstimo e devolução por biblioteca. para atender a demanda dos alunos e professores da instituição. de 8h às 18h. posteriormente. Os Serviços oferecidos são SICABIBLIOTECA . A biblioteca está integrada ao COMUT – Programa de Comutação Bibliográfica. O Horário de Funcionamento é de segunda-feira a sexta-feira. obedecendo ao cronograma de evolução do acervo bibliográfico. disponível na página Institucional. classificação. consulta ao acervo. adquiridos para atender à proposta pedagógica do curso e às necessidades das disciplinas. Biblioteca Solicitante. podendo ser analisada tanto por dia. Para facilitar melhor a comunicação com os discentes e docentes disponibiliza em murais e folders informações e avisos sobre atualizações e eventos. uma biblioteca virtual. onde o aluno pode pesquisar o acervo e reservar a obra de seu interesse. de 8h às 22h e sábado. empréstimo domiciliar. interligado online. O aluno dispõe do sistema BIBLIONET. Os títulos são analisados pelos coordenadores do curso e. As aquisições são efetuadas dentro da política de atualização e expansão do acervo. Com a implantação dos cursos na modalidade à distância e semipresencial o UNINORTE disporá de acervo digitalizado. 82 . quanto por mês. sendo esta. tais como: catalogação. devolução.

Política de Renovação do Acervo A política de aquisição.3.com. atualização e expansão do acervo bibliográfico adotada pelas Bibliotecas do UNINORTE – LAUREATE. a biblioteca teve seu acervo expandido em todas as áreas. sendo previstos 3 (três) títulos e estando os mesmos na proporção de 1 (um) exemplar para cada 6 (seis) alunos. Para utilizar o portal de periódicos EBSCOhost nas unidades do UniNorte. Estas aquisições são feitas através de solicitações dos professores. identificando a necessidade de melhorias em relação à qualidade e quantidade do acervo. muitas vezes ultrapassa o período indicado (semestral). Bibliografia Básica Os livros que compoem a bibliografia básica do curso de Engenharia Civil estão em consonância com os Programas das disciplinas. encaminhamos para aquisição imediata. 83 .5. a indicação do corpo docente com base nos conteúdos programáticos dos cursos de graduação e pós – graduação.2. ou seja. A política de aquisição de material bibliográfico se dá de forma contínua. 3. considerando também a vinculação entre os indicadores de qualidade do MEC.1. Por meio dele alunos e professores de graduação e pós-graduação do UNINORTE/LAUREATE têm acesso a artigos de revistas internacionais e nacionais gratuitamente. Atualmente. pós-graduação).3. de acordo com o provimento financeiro da Faculdade.5.ebscohost. pois se forem identificadas necessidades urgentes por parte de algum curso e. repassadas para os coordenadores de cada curso e posteriormente entregues na biblioteca para providências. O processo de aquisição é feito por compra semestral. o EBSCO host. o usuário deve acessar o link: search. 3.5. são baseadas conforme as necessidades dos cursos mantidos pela Instituição (graduação. EBSCO Host A Diretoria de Pós-Graduação do UNINORTE/LAUREATE firmou uma parceria com um portal de periódicos e artigos científicos.

O Curso de Engenharia Civil do UNINORTE disporá de laboratórios de uso compartilhado com os demais cursos da instituição. são previstas atividades técnicocientíficas em laboratórios. dentre os quais pode-se destacar:  Practice Periodical on Structural Designer and Constructcion  Institutional Asce Research Library  Journal Of Geotechinal & Geoenvironmental Engineering Conta ainda com as assinaturas anuais da revista PINI: Equipe de obras. Cada laboratório de per si.7.5.6. será concluída sempre no semestre anterior ao uso. Os laboratórios do curso deverão ter como responsável global um Professor Laboratorista. bem como o comissionamento de seus equipamentos. Durante a fase de implantação do curso de Engenharia Civil.3.4. Periódicos Indexados O curso de Engenharia Civil possui assinaturas de periódicos especializados. com todos os títulos disponibilizados nas Bibliotecas da Instituição. contará com um Técnico com a função de operação física dos sistemas. de acordo com o programa das disciplinas. 3. construção e mercado. Tchene. a construção de um laboratório de determinado período semestral. Laboratórios Especializados Para propiciar associação da teoria à prática. Bibliografia Complementar A Bibliografia Complementar do curso atende às indicações de 5 referências. Esse técnico se reportará hierarquicamente ao Professor Laboratorista enquanto superior imediato. 3. abrangendo as principais áreas temáticas do curso. com atribuições de gestão e operacionalização das instalações. Os alunos terão acesso aos laboratórios das disciplinas durante seus respectivos semestres. mediante reserva agendada pelo professor responsável por 84 .

Objetivo: Propiciar contato vivencial dos alunos com a Física. dispositivos para quedas de corpos e aríete. Resumo da infraestrutura: Sala com capacidade para grupos de 30 (trinta) alunos. Em detalhamento. quando necessário para complementação.7. circuitos instrumentados e dispositivos para experimentos com campos elétricos. conforme descrito a seguir: 3. Os laboratórios incorporam o conceito de interdisciplinares compondo os recursos para a prática pedagógica e profissional dos alunos. para experimentos de balanços de calor. como ciência básica da engenharia. Os professores poderão acompanhar suas turmas nas práticas de laboratório. conjuntos didáticos para práticas em Termologia. O laboratório contará ainda com um 1 85 . O Curso de Engenharia Civil utiliza 10 (dez) laboratórios: quatro comuns a outros cursos. balanças de medição de força. contendo banhos térmicos com termômetros de escala celcius e fahrenheit. Na Engenharia Civil apoiará as disciplinas: Introdução a Mecânica. relacionados às disciplinas básicas e 6 (seis) laboratórios que apoiarão disciplinas específicas.1. e acessórios e peças de reposição. Vibrações e Fluidos e Introdução a Eletricidade e Magnetismo. contendo dispositivos tais como bobinas. contendo: conjuntos didáticos para práticas em Mecânica. Magnetismo e Eletromagnetismo. com colchão de ar linear. conjuntos didáticos para práticas em Eletricidade. Laboratórios Comuns A. os laboratórios podem ser revelados a partir do manual de laboratórios. e/ou direcionamento didático.uma disciplina. Introdução a Termodinâmica. e dispositivo de vasos comunicantes. Tais espaços compõem a chamada infraestrutura básica para o empreendimento do curso. manuais de operação. Laboratório de Física Este laboratório é comum para todos os cursos de Engenharia do UNINORTE.

aparelho de ponto de fusão. ainda. O laboratório dispõe. Laboratório de Informática Este laboratório é comum para todos os cursos de Engenharia. de 1 (uma) impressora e de armários. C. bem como vários outros materiais de uso comum e de sistemas e materiais 86 . vários tipos de funil. viscosímetro cinemático. Cálculo Numérico e Estatística Aplicada. várias provetas graduadas pirex. Na Engenharia Civil apoiará as disciplinas: Química Geral.propiciar contato vivencial dos alunos com a Química. a sala possue capacidade para grupos de 30 (trinta) alunos contendo. mesas coletivas (bancadas): balanças analíticas. onde estão instalados os softwares de uso restrito ao Técnico responsável do Laboratório. mesas para alunos. enquanto ciência básica da engenharia. conjunto destilador de água. vários tubos de ensaio pirex. Em relação a infraestrutura. Química Orgânica e Bioquímica. Na Engenharia Civil apoiará as disciplinas: Computação aplicada a Engenharia. chapas aquecedoras. Tem como objetivo. proporcionar contato vivencial dos alunos com linguagens e softwares específicos da área. Em relação a infraestrutura. uma 1 (um) impressora. termômetros a álcool e mercúrio. vários Erlenmeyers.(um) microcomputador dotado de softwares de apoio didático. capela exaustora de gases. vários Kitassatos. vários balões e condensadores de destilação pirex. dissecador. a sala com capacidade para grupos de 30 (trinta) alunos e 30 (trinta) microcomputadores disponibilizados em mesas coletivas (bancadas) com seis 6 (seis) terminais de microcomputadores operando em rede particular com um servidor. vários beckers pirex. Tem como objetivo. armários e compressor de ar de serviço. em geral. espectrofotômetro. várias pipetas graduadas. Laboratório de Química Este laboratório é comum para todos os cursos de Engenharia. B.

Projetos e outras atividades dos cursos de Engenharia e Design além das atividades de aulas. elétrico e água. Tem como objetivo. Laboratório de Fenômenos de Transporte Este laboratório é comum para todos os cursos de Engenharia e Tecnologia em Petróleo e Gás.70x0. Em relação a infraestrutura. líquidos. prover infraestrutura para a realização de aulas de Desenhos. prover infraestrutura para a realização de atividades práticas das disciplinas retro citadas. Data-show. 3. No Curso de Graduação em Engenharia Civil apoiará as disciplinas: Fenômenos de Transporte. mesas para alunos e armários.7. além das atividades de aulas.2. 1 (um) microcomputador dotado de softwares de apoio didático. e gases.00x0. -Esquadros profissionais 30. Plásticos para recobrir as pranchetas azul ou verde. 45 e 60 graus (para Professor). 1 (uma) impressora. Réguas paralelas. o Laboratório de Fenômenos de Transporte disponibiliza seus equipamentos para atender a demanda de alunos na elaboração de atividades extraclasse e pesquisa dos cursos de graduação. D.1. de gás.de segurança e higiene. Computador com monitor.80 com estrutura de ferro. Tem como objetivo. Na Engenharia Civil apoiará as disciplina de Desenho Técnico e Desenho aplicado à engenharia. ar comprimido. As instalações do laboratório contarão ainda com: sistema de depuração de rejeitos de sólidos. Sala de Pranchetas Esta sala é comum para todos os cursos de Engenharia. Compasso e Transferidor profissionais (para Professor). e sistemas utilitários de apoio. a sala possui pranchetas baixa med. 87 . Laboratórios específicos A.

Relógios comparadores mecânicos. armários para armazenamento dos equipamentos. Em relação a infraestrutura.Em relação a infraestrutura. Cilindros Hidráulicos. B. Cesto de Arame. Tem como objetivo. Bandejas. C. estufas. Conjunto moto-bomba elétrica. Compressor de Ar. Anel Dinamométrico de aferição de prensa. Prensa manual. Frasco de Chapman e Volumétrico. Moldes para corpos de prova. prestar serviços de ensaios tecnológicos de materiais. Eletrônica e Civil. Agitadores de Peneiras. Conjunto Agitador de Peneiras. armário de escritório com prateleiras. armário de escritório com gavetas. bancadas para ensaios. Bigorna. Mesa para determinação da consistência da argamassa. Medidas Elétricas e Eletrônicas. mesas tipo bancada para 5 alunos. Prensa Universal Hidráulica. Colheres para Concreto. escaninhos para alunos guardarem o material. pias de lavatório em aço inox. Célula de Carga. Argamassadeira. a sala possui capacidade para grupos de 30 (trinta) alunos. magnéticos e ópticos. mesas de escritório convencionais. Esclerômetro. Laboratório de Materiais e Estrutura Este laboratório é comum para os cursos de Engenharia. Aparelho para medição de umidade. impressora jato de tinta conjugada com scanner. Data Show. 88 . a sala posui computadores. Balanças. condicionador de ar tipo spilt system (45 000 btu/h a 60 000 btu/h). Compressometro. compressor de ar de pequeno porte (12 a 20 bar). contendo um computador com monitor. No Curso de Graduação em Engenharia Elétrica este laboratório apoiará a disciplina de Resistência dos Materiais. Extensômetro. Laboratório de Instalações Elétricas Este laboratório é específico para o Curso de Graduação em Engenharia Elétrica. Base Magnética. para apoiar as disciplinas: Materiais elétricos. Conversão Eletromecânica de energia. Aparelho de Vicat. Aparelho aferidor de agulha. Funis Metálicos. Soquete normalizado para o ensaio de consistência e Tachos de alumínio. bem como de construção e estruturas. Paquímetros.

Condutores Magnéticos. Pára-raios. ensaio de cimento: determinação da finura e tempo de pega. Ensaio de caracterização dos agregados miúdos e graúdos. Motores Monofásicos. o Laboratório de Materiais e Instalações Elétricas disponibiliza seus equipamentos para atender a demanda de alunos na elaboração de atividades extraclasse e pesquisa dos cursos de graduação. realizar os seguintes ensaios: Ensaios para determinação de curvas granulométricas de agregados miúdos e graúdos. Leds. Isoladores. a sala possui capacidade para grupos de 30 (trinta) alunos contendo. Motores trifásicos. Determinação da consistência do cimento. Reatores.Instalações Elétricas em Baixa Tensão e Instalações Elétricas em Media e Alta Potência. Mistas. Ensaio de resistência à tração em metais. Laboratório de Topografia 89 . Chaves Estrela-Triângulo. Seccionadores. Ensaio Massa unitária. Fonte de Luz. Chaves de Partida. Receptores Ópticos. a vapor de mercúrio e sódio. Sensores. Laser. Lâmpadas Incandescentes. Projetor de Imagem e 1 (um) Microcomputador dotado de softwares de apoio didático. Fins de Curso. Disjuntores. prover infraestrutura para a realização de atividades práticas e treinamento em Eletrotécnica. testadores de rigidez Dielétrica. Ensaio de concreto SCHMIDT (determinação da dureza superficial pelo esclerômetro de reflexão). Ensaio axial de corpos de prova cilíndricos de concreto. Cabos Ópticos. Calhas. Fotodetectores. Em relação a infraestrutura. D. Fluorescentes. Tomadas. E. Auto-transformador de partida. Laboratório de Materiais de Construção Tem como objetivo. Transformadores Didáticos Materiais Dielétricos. Botoneiras. Teor de materiais pulverulentos e torrões de argila e matéria orgânica. Fusíveis. acumuladores. Determinação da consistência do concreto (SLUMP TEST). amperímetros. Medidor de Isolação Elétrica. Botões de Campainha. Tem como objetivo. Reles. Chaves Série-Paralelo. Materiais Elétricos e Instalações Elétricas além das atividades de aulas. Contadores. Interruptores. Cintos de Segurança. Ensaio Massa específica. Kit Ferramenta. em geral mesas coletivas (bancadas): voltímetros. Reles Fotoelétricos.

Levantamentos de Perfis longitudinais e transversais em estradas e terrenos em geral. Câmera digital. Mesa de Luz. Mapper. ArcIms. Cálculo de áreas e volumes. a sala possui. Scanners. G. Teodolito eletrônico.·Er. Bancadas. Statistica. Tecnologia do Petróleo e Gás e Geografia. Geografia e Biologia. Spline. Poten. Ocupa área de 90 m2.Transcad. SPRING. Mira. Impressoras. Softwares: Envi. Restituidor Digital ScreenScope. ArcView. ArcInfo. Microstation. MGE. Arc GIS com extensões.0.·Geomedia. 90 . Maptitude. Levantamentos de Plantas empregos. computadores. contém: Estação Total. Laboratório de Análise de Águas e Sedimentos Este laboratório é comum para os cursos: Engenharia Civil. Mapoteca. Cálculo de áreas e volumes. realizar levantamentos de poligonais. SDE.Tem como objetivo. Tem como objetivo. Na Engenharia Civil apoiará as disciplinas de Saneamento e Obras de Drenagem. Estereoscópicos. Nível. MATLAB.Planimétricas (Perímetros e Áreas). Batimetria para pequenos empregos. Computador com monitor. Plotters da Calcomp.0. F. a sala destinada ao laboratório de topografia é climatizada e mobiliada adequadamente. MapInfo 7. Laboratório de Geoprocessamento Este laboratório é comum para os cursos: Engenharia Civil. Em relação a infraestrutura. Levantamentos de Plantas Planialtimétricas (com precisão para curvas com qualquer intervalo). Balizas. Mesas digitalizadoras. Minitab. Corel Draw. GHEO. Curvímetro. Em relação a infraestrutura. Mapviewer 5. Contour. GPS. Geofit. Levantamentos de perfis longitudinais e transversais em estradas e terrenos em geral. Na Engenharia Civil apoiará a disciplina de Topografia. Spans. IDRISI. prover infraestrutura para a realização de aulas práticas de Geoprocessamento dos cursos de Engenharias e tecnológicos.

Bico de merck. Holder para microextração em fase sólida. Pipetador tipo seringa. Cadinho de porcelana. Bureta. Pipeta de pauster. 25 mL). Suporte para tubo de ensaio. placas de petri. 91 . Medidor de oxigênio dissolvido. 5mL. Barrilhete. Conjunto de almofariz e pistilo. Refrigerador. Pêras de sucção de borracha com três esferas. propiciar aos alunos ambiente adequado para o estudo e monitoramento de parâmetros de qualidade em águas e efluentes industriais dos cursos de Engenharias e tecnológicos. Capela de exaustão de gases. erlemeyer. tubos de ensaio. Tela de amianto. 5 mL . 20 mL . 20mL. Vidrarias em geral ((placas de petri. 25mL. Frasco de borel com tampa. balão de fundo chato. balão com canaleta lateral.diferentes volumes. Em relação a infraestrutura. Cápsula de porcelana 5-70. Funil simples (diferentes tamanhos). bastão de vidro fino. Detector por ionização em chama. Tubos (vidro e plástico) para centrífuga. Suporte com base para bureta. Destilador de água. 10mL. a sala posui bancadas. 2 mL . frascos com tampa. Vidro de relógio diferentes tamanhos. Pipeta volumétrica (1mL. Cromatógrafo gasoso. Espátulas metálicas. Vidro de relógio. Picetas. Balanças analíticas. Analisador de cloro. Bico de bunsen. Fotômetro de chama. provetas – diferentes volumes. entre outros). Mufla. Analisador de flúor. Geografia e Biologia.Tem como objetivo. Óculos de proteção. frascos com tampa. balão de fundo redondo. 50mL. H. Na Engenharia Civil apoiará a disciplina de Saneamento. Termômetros de mercúrio. Garras metálicas. Argola de ferro para funil (diferentes tamanhos) Bandeja de plástico e de alumínio (diferentes tamanhos). Espectrofotômetro de absorção atômica. provetas – diferentes volumes. Detector por condutividade térmica. Digestor/Destilador para determinação de nitrogênio. Termômetro de álcool –10 a 110°C. Cabeça de destilação. 10 mL . Pias. 2mL. copo de becker . Funil de decantação (tipos: bola e pêra). Copo de isopor. Geladeira. 100mL). Medidores de pH. Funil de buchner. Garras de madeira. Incubadoras e analisadores de DBO5. Funil de placa porosa. Kitassato. Pipeta graduada de (1mL. Kit de primeiros socorros. Pinça metálica. Garrafão de vidro de 9000 mL. Turbidímetro. Laboratório de Caracterização e Tratamento de Resíduos Este laboratório é comum para os cursos: Engenharia Civil.

balão de fundo chato. a sala possui bancadas. 2 mL . Pinça metálica. 92 . Detector por ionização em chama. provetas – diferentes volumes. bastão de vidro fino. Bico de merck. Cadinho de porcelana. Funil de placa porosa. Suporte com base para bureta. Digestor/Destilador para determinação de nitrogênio. placas de petri. Frasco de borel com tampa. Tela de amianto. Bico de bunsen. 5mL. Garras de madeira.diferentes volumes. Mufla. Em relação a infraestrutura. Holder para microextração em fase sólida. Conjunto de almofariz e pistilo. 2mL. Pipeta volumétrica (1mL. 20 mL . erlemeyer. Espátulas metálicas. Cabeça de destilação. 25 mL). provetas – diferentes volumes. Pipeta graduada de (1mL. frascos com tampa. Cápsula de porcelana 5-70. Garrafão de vidro de 9000 mL. balão com canaleta lateral. Picetas. 50mL. Funil simples (diferentes tamanhos). balão de fundo redondo. Vidrarias em geral ((placas de petri. copo de becker . Cromatógrafo gasoso. Balanças analíticas. Capela de exaustão de gases. Tubos (vidro e plástico) para centrífuga. Kit de primeiros socorros. Funil de buchner. 20mL. Kitassato. Barrilhete. 10 mL . Termômetro de álcool –10 a 110°C. frascos com tampa. proporcionar aos alunos ambiente adequado para o estudo de hidrologia e hidráulica. Argola de ferro para funil (diferentes tamanhos) Bandeja de plástico e de alumínio (diferentes tamanhos). Pias. 5 mL . Vidro de relógio diferentes tamanhos. No curso de Engenharia Civil apoiará as disciplinas de Hidrologia e Hidráulica Aplicada e Instalações Hidrosanitárias. Laboratório de Hidráulica e Hidrologia Este laboratório é comum para os cursos de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental. entre outros).Tem como objetivo propiciar aos alunos ambiente adequado para o estudo da caracterização e tratamento de resíduos. 25mL. Vidro de relógio. Termômetros de mercúrio. Tem como objetivo. tubos de ensaio. Pipetador tipo seringa. Refrigerador. Pipeta de pauster. I. Geladeira. Destilador de água. Funil de decantação (tipos: bola e pêra). 10mL. Bureta. Pêras de sucção de borracha com três esferas. Garras metálicas. 100mL). Suporte para tubo de ensaio. Óculos de proteção.

a sala possui canal para experimentos hidráulicos. geofone mecânico.Em relação a infraestrutura. 93 . conjunto de estudo de lei de Boyle. Cortador de tubos de ½ a 2”. Mariot e Charles.

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