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Aduaneiras Informática www.tecwin.com.br Empresa: ESTIMULO ASSESSORIA ADUANEIRA LTDA.ME Usuário: Supervisor

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ESTIMULO ASSESSORIA ADUANEIRA LTDA.ME

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03/03/2015

Consulta por Posição

NESH

85.04 Transformadores elétricos, conversores elétricos estáticos (retificadores, por

exemplo),

bobinas de reatância e de auto-indução.

8504.10

- Reatores (balastros*) para lâmpadas ou tubos de descarga

 

-

Transformadores de dielétrico líquido:

8504.21

-- De potência não superior a 650 kVA

8504.22

-- De potência superior a 650 kVA, mas não superior a 10.000 kVA

8504.23

-- De potência superior a 10.000 kVA

 

-

Outros transformadores:

8504.31

-- De potência não superior a 1 kVA

8504.32

-- De potência superior a 1 kVA, mas não superior a 16 kVA

8504.33

-- De potência superior a 16 kVA, mas não superior a 500 kVA

8504.34

-- De potência superior a 500 kVA

8504.40

- Conversores estáticos

8504.50

- Outras bobinas de reatância e de auto-indução

8504.90

- Partes

(Altd. pela Instr. Norm. RFB 1.260/12, conforme texto aprovado pela Instr. Norm. RFB 1.202/11)

I.- TRANSFORMADORES ELÉTRICOS

Os transformadores elétricos são aparelhos que, sem a intervenção de órgãos móveis, transformam, por indução

e conforme a relação preestabelecida ou regulável, um sistema de correntes alternadas em outro sistema de

correntes alternadas de intensidade, tensão, impedância, etc., diferentes. Estes transformadores compõem-se geralmente de dois ou mais enrolamentos de fios isolados, dispostos de formas diversas em torno de núcleos de ferro, na maior parte das vezes formados por folhas (chapas), embora, em alguns casos - transformadores de

alta freqüência, por exemplo -, não haja núcleo magnético ou que este núcleo seja de pó de ferro aglomerado, de ferrite, etc. Um dos enrolamentos constitui o circuito primário, o outro ou os outros o circuito secundário. Às vezes, no entanto (autotransformadores), existe apenas um enrolamento, do qual uma parte é comum aos circuitos primário e secundário. Nos transformadores denominados "blindados", os enrolamentos são protegidos por um invólucro de ferro. (Nova redação dada pela Instr. Norm. RFB 1.260/12) Alguns transformadores são concebidos para fins determinados; é o caso, por exemplo, dos transformadores de adaptação, utilizados para equilibrar as impedâncias de dois circuitos, ou ainda os transformadores denominados "de medida" (transformadores de tensão, transformadores de corrente ou transformadores combinados), que se utilizam para transformar os valores elevados ou muito baixos de tensão ou de corrente a valores adaptados aos aparelhos a serem ligados ou conectados, como, por exemplo, os aparelhos de medida, contadores de eletricidade, relés de proteção.

A presente posição compreende toda a gama de transformadores, de qualquer tipo ou utilização, tanto os

reatores para regular a tensão nas lâmpadas ou tubos de descarga, os modelos pequenos, para instrumentos diversos, brinquedos ou aparelhos de rádio, por exemplo, como os transformadores de grande potência com

dispositivo especial de arrefecimento (circulação de óleo ou água, ventilador, etc.) para centrais elétricas, postos de interconexão de redes, estações ou subestações de distribuição, etc. As freqüências utilizadas variam desde a freqüência da corrente da rede de distribuição até as mais altas freqüências. Incluem-se igualmente aqui os baluns (dispositivos de acoplamento) que reduzem as interferências eletromagnéticas equilibrando a impedância entre duas linhas.

A potência, de um transformador é o número de quilovolts-amperes (kVA) fornecidos em funcionamento

contínuo, com a tensão (ou, se for o caso, com a intensidade) e com a freqüência nominais, dentro dos limites de temperatura de funcionamento nominal. Todavia os transformadores para a soldadura só se classificam aqui quando se apresentarem isoladamente e desprovidos de suas cabeças ou pinças de soldadura; caso contrário, classificam-se na posição 85.15. Esta posição compreende também as bobinas de indução, que têm, para a corrente contínua, função semelhante

à dos transformadores para a corrente alternada. Estas bobinas possuem um circuito primário e um circuito

secundário; quando, no primeiro, passa uma corrente contínua intermitente ou variável, desenvolve-se no segundo uma corrente induzida correspondente. As bobinas de indução têm muitas aplicações na montagem de instalações telefônicas. Também são utilizadas em outros usos técnicos para obter voltagens elevadas. Incluem-se aqui as bobinas de indução de quaisquer tipos e para quaisquer usos, exceto as bobinas de ignição e sobretensores da posição 85.11.

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II.- CONVERSORES ELÉTRICOS ESTÁTICOS

Estes aparelhos servem para converter a energia elétrica a fim de adaptá-la a utilizações específicas posteriores. Além dos elementos conversores (válvulas) de diferentes tipos, os aparelhos do presente grupo podem possuir dispositivos auxiliares (transformadores, bobinas de indução, resistências, reguladores, por exemplo). O seu funcionamento é assegurado pelo fato de as válvulas conversoras agirem alternadamente como condutor e não-condutor. Por outro lado, o fato de estes aparelhos incorporarem freqüentemente dispositivos para regular a tensão ou a corrente de saída não modifica sua classificação, embora em alguns casos o aparelho seja denominado "regulador" de tensão ou de corrente. Este grupo compreende:

A) Os retificadores, que permitem transformar uma corrente alternada mono ou polifásica em corrente contínua,

geralmente com modificação simultânea da tensão.

B) Os onduladores (inversores) que permitem transformar uma corrente contínua em corrente alternada.

C) Os conversores de corrente alternada e os conversores de freqüência, que permitem transformar uma

corrente alternada mono ou polifásica em corrente alternada de freqüência ou tensão diferentes.

D) Os conversores de corrente contínua, que permitem transformar uma corrente contínua em corrente contínua

de tensão ou de polaridade diferentes.

Segundo o tipo de dispositivo de semicondutor com que são equipados, podem distinguir-se especialmente:

1) Os conversores de semicondutor, que se baseiam na condutibilidade unidirecional de alguns cristais. Estes

conversores consistem em um conjunto de semicondutores como elemento conversor e em dispositivos auxiliares (arrefecedores, tiras condutoras, regulador, circuito de comando, por exemplo). Entre estes aparelhos, podem citar-se:

a) Os retificadores de semicondutor monocristalino, que utilizam como elemento conversor um elemento de

cristal de silício ou de germânio (diodo, tiristor, transistor).

b)

Os retificadores de semicondutor policristalino, que utilizam como elemento retificador uma placa de selênio.

2)

Os conversores de descarga em gás, tais como:

a)

Os retificadores de vapor de mercúrio. O seu elemento conversor consiste em uma ampola de vidro, ou em

uma cuba de metal com atmosfera rarefeita, que contêm um catodo de mercúrio e um ou mais anodos, por onde

passa a corrente a ser retificada. Estes retificadores são providos de dispositivos auxiliares, por exemplo para iniciar o arranque, a excitação, o arrefecimento e eventualmente manter o vácuo. Conforme o mecanismo de arranque, distinguem-se os "excitrons" (de anodos de excitação) e os "ignitrons" (de pontos de arranque).

b) Os retificadores termoiônicos ou de catodo de incandescência. O seu elemento conversor (tiratron, por

exemplo) tem uma construção semelhante à dos retificadores de vapor de mercúrio com a diferença, todavia, de possuir um catodo de incandescência em vez de um catodo de mercúrio.

3) Os conversores com elemento conversor mecânico, que se baseiam na condutibilidade unidirecional dos

contatos entre certos corpos. Entre estes, podem citar-se:

a) Os retificadores de contatos (por meio de árvores de cames, por exemplo), nos quais um dispositivo de

contatos metálicos se abre e se fecha em sincronização com a freqüência da corrente alternada a retificar.

b) os retificadores de turbina de jato de mercúrio, nos quais um jato de mercúrio, em rotação sincronizada com a

freqüência da corrente alternada, se lança contra um contato fixo.

c) Os retificadores de vibradores, nos quais uma lâmina metálica oscilando na freqüência da corrente alternada,

toca um contato lateral fixo.

4) Os retificadores eletrolíticos, baseados no princípio segundo o qual a combinação de certos corpos utilizados

como eletrodos com certas soluções utilizadas como eletrólito, deixa passar a corrente apenas em um sentido. Entre os aparelhos da presente posição, podem citar-se:

1) Os conversores destinados a fornecer a corrente necessária às máquinas estacionárias ou aos motores

elétricos, que equipam o material de tração (locomotivas, por exemplo).

2) Os conversores de fornecimento, tais como os carregadores de acumuladores, que consistem principalmente

em um transformador associado a um retificador e a dispositivos de controle de corrente, os conversores para galvanização, eletrólise, equipamento de emergência para alimentação de corrente, os conversores para instalações de transmissão de corrente contínua de alta tensão; os conversores para aquecimento ou alimentação de ímãs. Classificam-se também aqui os conversores denominados "geradores de alta tensão" (especialmente para aparelhos de rádio, para tubos transmissores (emissores), tubos de microondas, fonte de íons), que transformam, por meio de retificadores, transformadores, etc., a corrente de uma fonte qualquer, geralmente a rede de distribuição, em corrente contínua de alta tensão, necessária para alimentar os aparelhos em questão. A presente posição compreende também os alimentadores estabilizados (retificador associado a um regulador), por exemplo, as unidades de alimentação estabilizada ininterruptas destinadas a diversos equipamentos eletrônicos.

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Pelo contrário, os geradores de alta tensão (ou transformadores) concebidos para alimentar aparelhos radiológicos, classificam-se na posição 90.22. Do mesmo modo, os reguladores automáticos de tensão classificam-se na posição 90.32.

III.- BOBINAS DE REATÂNCIA E DE AUTO-INDUÇÃO Estes aparelhos compõem-se essencialmente de um enrolamento condutor, o qual, inserido em um circuito de corrente alternada, limita ou bloqueia, pelo efeito de auto-indução (self-induction) o fluxo de corrente. Existem diferentes tipos destes aparelhos que vão desde as pequenas bobinas de interrupção, utilizadas em radiocomunicação, instrumentos, etc., aos grandes enrolamentos, freqüentemente incrustados em concreto (betão), que são montados em redes de alta tensão como dispositivos de proteção contra os efeitos de curto-circuito, por exemplo. As bobinas de reatância, de auto-indução ou indutâncias, obtidas na forma de componentes individuais por um processo de impressão, classificam-se na presente posição.

As bobinas de deflexão para tubos catódicos classificam-se na posição 85.40.

PARTES Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da Seção) classificam-se também aqui as partes das máquinas ou aparelhos da presente posição. É o caso especialmente dos retificadores elétricos de vapor de mercúrio de cuba metálica, mesmo com bomba.

Todavia, a maioria dos componentes elétricos dos dispositivos da presente posição incluem-se em outras posições do Capítulo. É o caso, especialmente:

a) De comutadores diversos da posição 85.36 (os que se utilizam com os transformadores de contatos múltiplos,

por exemplo).

b) De tubos retificadores de vácuo ou de vapor de mercúrio (exceto os de cuba metálica) e dos tiratrons (posição

85.40).

c) Dos diodos, transistores e tiristores, semicondutores (posição 85.41).

d) Dos artefatos da posição 85.42.