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INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

UNIVERSIDADE ANHANGUERA EDUCACIONAL

CICLOVIAS

Daniel Ferreira Garcia - RA: 1577121181 Débora Marques Borges - RA: 1577144925 Jonatas da Silva Souza RA: 1597841938 Juliana de Oliveira Noel - RA: 5220104813 Nelson Gomes de Oliveira - RA: 1299704384 Buiu William de Oliveira Amaral - RA: 2951594323

Prof. Patricia Verzinhasse Orientador

AGRADECIMENTOS

Agradecemos a cada um de nós, por ter se dedicado e ter produzido resultados de qualidade.

RESUMO

SUMÁRIO

Introdução.................................................................................................................05

  • 1 PARTE - Historia0..................................................................................................06

  • 1.1 Primeira Ciclovia.............................................................................................................06

  • 1.2 Definições.......................................................................................................................06

    • 2 PARTE – Cidades Brasil.......................................................................................09

  • 2.1 São Paulo.......................................................................................................................09

2.1.1 Analise.........................................................................................................................11

  • 2.2 Fortaleza.........................................................................................................................12

  • 2.1 Rio de Janeiro................................................................................................................12

  • 2.1 Santos............................................................................................................................13

  • 2.1 Sorocaba........................................................................................................................13

  • 2.1 Aracaju...........................................................................................................................13

  • 2.1 Afua AM..........................................................................................................................14

  • 2.1 Curitiba...........................................................................................................................14

    • 3 PARTE – Cidades Mundo......................................................................................15

  • 2.1 Paris...............................................................................................................................15

2.1. Amsterda.......................................................................................................................15

  • 2.2 Paris...............................................................................................................................16

    • 4 PARTE – Beneficios..............................................................................................18

    • 5 PARTE – Conclusões............................................................................................20

    • 6 PARTE – Referencia..............................................................................................21

INTRODUÇÃO

A bicicleta, sem dúvida encabeça o topo da lista de transportes eficientes e sustentáveis. Em muitas cidades brasileiras as prefeituras começam a se preocupar com a segurança de ciclistas, reurbanizando vias e ativando ciclofaixas e ciclovias para um trânsito mais organizado.

1 HISTÓRIA

  • 1.1 Primeira ciclovia

"Que era, então, a vida? Era calor, o calor produzido pela instabilidade preservadora da forma; era uma febre da matéria, que acompanhava o processo incessante de composição e reconstituição de moléculas de albumina, insubsistentes pela complicação e pela engenhosidade."

Thomas Mann

A primeira ciclovia surgiu no ano de 1862, a prefeitura de Paris separou um espaço específico para as bicicletas, para que estas não transitassem junto a carroças e charretes.

Documentos datam o surgimento e popularização das ciclovias em meados de 1930 na Alemanha, durante o programa denominado autobahns (lançado no Socialismo Alemão), cujo objetivo era desobstruir a rede viária e impulsionar o crescimento da indústria automobilística; e para que isso fosse possível, foi necessário retirar as bicicletas das rodovias e destinar um local específico a este meio de transporte.

No Brasil, o primeiro projeto de ciclovia foi feito na cidade de Maceió, mas a primeira ciclovia projetada e executada foi na cidade de Belem do Pará.

  • 1.2 Definições

Em São Paulo, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), que fiscaliza e controle todo o trafego viário da cidade,

Bicicleta: Veículo de propulsão humana dotado de duas rodas, não similar à motocicleta, motoneta ou ciclomotor.

Bicicletário: Local fechado dotado de zeladoria e destinado ao estacionamento de bicicletas.

Calçada Compartilhada: Calçadas onde é autorizada a circulação montada de bicicletas e que recebem sinalização vertical (placas) regulamentando esta situação. Esta situação é adotada quando o volume de pedestres é pequeno e a calçada não tem largura suficiente para acomodar uma ciclovia ou uma ciclofaixa.

Ciclofaixa Operacional de Lazer: Faixas de tráfego situadas junto ao canteiro central ou à esquerda da via onde é permitida a circulação de ciclistas aos domingos e feriados nacionais das 7h às 16h, dotadas de sinalização vertical e horizontal que regulamenta este uso. São totalmente segregadas do tráfego geral por elementos de canalização como cones, cavaletes e supercones.

Ciclofaixa: Faixa para uso exclusivo para circulação de bicicletas sem segregação física em relação ao restante da via e caracterizada por sinalização vertical e horizontal características (placas e pintura de solo). Normalmente situa-se nos bordos da pista por onde circula o tráfego geral, mas pode também situar-se na calçada e no canteiro central. Geralmente situadas em vias arteriais e coletoras.

Ciclovia: Pista para uso exclusivo para circulação de bicicletas segregada fisicamente do restante da via dotada de sinalização vertical e horizontal características (placas e pintura de solo). Pode estar situada na calçada, no canteiro central ou na própria pista por onde circula o tráfego geral. Geralmente situadas em vias arteriais e coletoras.

Infraestrutura Cicloviária Definitiva: É constituída pelas intervenções viárias dedicadas à circulação exclusiva ou não de bicicletas. São compostas por ciclovias, ciclofaixas, compartilhamento de calçada, rotas de bicicleta, bicicletários e paraciclos.

Paraciclo: Um dispositivo que permite apoiar e fixar a bicicleta estacionada. Pode ser implantado na via ou logradouro público (desde que não atrapalhe a circulação do ciclista) ou no interior dos bicicletários.

Rota de Bicicleta ou Ciclorrota: Ruas já utilizadas por ciclistas que circulam nos bordos da via junto com o tráfego geral e que recebem sinalização vertical e horizontal (placas e pintura de solo) alertando os motoristas sobre a presença e a prioridade a ser dada ao tráfego

ciclístico, além da adoção da velocidade veicular em 30 Km/h. Geralmente situadas em vias coletoras e locais onde é pequena a presença de veículos de grande porte como ônibus e caminhões.

2 CIDADES BRASIL

2.1 São Paulo

Em 2013 Fernando Haddad assumiu a prefeitura da cidade de São Paulo com a premissa de implantar 400 km de ciclovias pela cidade, esse projeto faz parte do plano de mobilidade urbana desenvolvido pela prefeitura, onde além das ciclovias, está a implantação de faixas exclusivas de ônibus e a integração de todas as modalidades de transporte da cidade, integrando as ciclovias as estações de metro, trens e terminais de ônibus da cidade. A previsão de término das obras é para final de 2015. Atualmente temos 458,34km de ciclovias em funcionamento em toda a cidade.

2 CIDADES BRASIL 2.1 São Paulo Em 2013 Fernando Haddad assumiu a prefeitura da cidade de

Figura 1 Ciclovia Rio Pinheiros

No final de 2014, a cidade de São Paulo - junto com Rio de Janeiro e Belo Horizonte - ganhou o prêmio internacional Sustainable Transport Award, em Washington (EUA) entregue

as cidades com melhores iniciativas na área de mobilidade urbana. O prêmio é entregue há 10 anos para as melhores iniciativas no mundo, essa foi a primeira vez que uma cidade brasileira ganhou o prêmio que já foi entregue em anos anteriores para Buenos Aires, Bogotá, Medellín, San Francisco, Nova York, Paris, Londres e Seul. São Paulo recebeu o prêmio especificamente por implantar 150 quilômetros de ciclovias e 460 quilômetros de faixas de ônibus nos últimos dois anos e também por aprovar, no novo Plano Diretor, propostas como a de acabar com a exigência de garagens em construções novas.

Embora muitos defendam que a implantação de ciclovias em grandes metrópoles seja a melhor opção para aliviar o trânsito e desafogar o transporte público, uma parte da população é contra essas medidas. Mais especificamente quem utiliza automóvel e donos de estabelecimentos em ruas das quais as ciclovias foram implantadas. A prefeitura de São Paulo se defende contra as rejeições, dizendo que o projeto não está totalmente implementado, e que até lá, é normal algumas das obras não serem tão úteis para o uso. A grande parte das reclamações vem de alguns usuários de veículos que se queixam da redução das vias de carros em determinadas ruas, onde o trânsito se tornou ainda mais carregado do que de costume. Outra parte das reclamações é feita pelos proprietários de estabelecimentos, escolas e igrejas que por conta das ciclovias, tiveram a entrada em seu estabelecimento dificultada, e até perdendo vagas destinadas a clientes em frente. Uma parte da população reclama que as ciclovias são medidas populistas do Prefeito Fernando Haddad para ganhar popularidades, já que muitas das vias são feitas a pressas, sem consulta a comunidade local ou estudo criterioso das conseqüências ao trânsito local. E que muitas das vias implantadas são pouco utilizadas, sendo visto raramente algum ciclista.

Para quem defende o projeto, é preciso pensar mais à longo prazo, os benefícios das ciclovias são muitos e vão além apenas da mobilidade urbana. Esperasse que ao concluir o projeto, as pessoas se motivem a andar mais de bicicleta do que de carro, moto ou transporte publico, com a idéia de integração de todas as ciclovias a terminais de ônibus, trens e metrô, o uso da bicicleta seria mais viável para locomoção até o transporte público ou para médias e curtas distâncias. Com essa mudança de hábito, o transito da cidade iria reduzir, já que grande parte dos motoristas enxergaria a vantagem em deixar o carro em casa e utilizar a bicicleta como meio de transporte para essas situações. Além da melhora do trânsito, a qualidade de vida do cidadão aumentaria o tempo gasto por dia na locomoção até o trabalho, escola ou lazer reduziria, a saúde melhoraria através da atividade física no uso da bicicleta, o meio

ambiente seria poupado da poluição dos carros. São Paulo seria uma cidade mais viável para se viver, fugindo parcialmente do maior problema de grandes metrópoles, que é a mobilidade urbana.

2.1.1 Analise

Analisando um trecho de ciclovia em São Paulo, começamos pela Avenida Eliseu de Almeida, próximo ao shopping Butantã, a ciclovia fica centralizada à avenida, evitando contatos com o trafego com os automotores, muito seguro, mas o trecho não tem mais que

1km.

Continuando na região do Butantã, na Avenida Alvarenga, o trecho é bem conservado, com boa sinalização, restrita para ciclistas e pedestres, que liga até o Parque Villa Lobos.

Também fomos a ciclovia da Marginal Pinheiros, essa que, sobra elogios, pois é exclusiva para os ciclistas, totalmente segura ao transito, e que tem uma boa extensão, ligando aos principais centros comerciais da região, e também a parques como o do Povo na Vila Olimpia e Villa Lobos no Jaguaré, ótima para qualquer tipo de ciclista, tanto para trabalho, quanto para lazer.

Nas regiões periféricas da Zona Sul, como Campo Limpo, o planejamento não foi dos melhores, não a segurança aos ciclistas, a pouca sinalização e em trechos falta iluminação, a população também não respeita, pois carros e motos estacionam nos trechos, carroceiros utilizam para transportar carrocinhas, motoqueiros que querem fugir do transito

ambiente seria poupado da poluição dos carros. São Paulo seria uma cidade mais viável para se

Figura 2 Carro estacionado sobre uma ciclovia

  • 2.2 Fortaleza

Fortaleza é a capital nordestina que tem o maior trecho urbano destinado às bicicletas: são 65 quilômetros de ciclovias. Mais 30 quilômetros estão sendo construídos, assim como bicicletários em terminais de integração com transporte público. Como as ruas da cidade são estreitas, caso até das avenidas Sargento Hermínio e Humberto Monte, o trânsito de ciclistas requer muita atenção, apesar da sinalização e das faixas exclusivas

  • 2.3 Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro possui a melhor relação entre malha cicloviária e malha viária, 3,17%. A cidade também é o local pesquisado em que, proporcionalmente, menos pessoas se locomovem com veículos motorizados individuais – ou seja, mais pessoas utilizam transportes como ônibus, metrô e bicicleta. O Rio tem sido elogiado também internacionalmente devido a seus planos de ampliação de ciclovias, que devem aumentar a malha cicloviária de 300km para 450km até 2016. Neste ano foi eleito pelo The Copenhagenize Index 2013 como a 12ª cidade mais amigável ao uso da bicicleta. Apesar disso, somente no período de 40 dias entre 1 de abril a 9 de maio, quatro ciclistas morreram no Rio devido a colisões no trânsito

  • 2.4 Santos

Por ser uma cidade plana e com clima agradável, Santos, no litoral de São Paulo, é uma das cidades com mais estrutura para o ciclismo urbano.

A cidade tem cerca de 20 quilômetros de ciclovia. E não é apenas na orla da praia que é possível pedalar tranquilamente. A malha cicloviária santista interliga várias regiões da cidade e vai da divisa com São Vicente na orla até a área portuária (veja o mapa).

Outro ponto importante a ser destacado sobre a cidade litorânea é o número de pessoas que atravessam o “Ferry Boat” que liga Santos a Guarujá de bicicleta

  • 2.5 Sorocaba

Sorocaba, no interior de São Paulo, pode ser considerada um bom modelo de cidade que pensa na bicicleta como meio de transporte.

A cidade conta com 60 quilômetros de vias para bicicletas, uma das maiores redes do País. Todas ciclovias possuem padrão com pintura vermelha, sinalização ao longo dos percursos, calçadas para caminhadas, sistema de iluminação e paisagismo, com gramado, arbustos e arborização.

Segundo a prefeitura de Sorocaba, a meta do Plano Cicloviário é a criação de 100 quilômetros de ciclovias interligadas até 2012, objetivo ousado para uma cidade de apenas 500 mil habitantes

  • 2.6 Aracaju

No Nordeste do País, Aracaju dá um ótimo exemplo com um sistema de ciclovias com 62 quilômetros de extensão. Segundo a prefeitura da cidade, que já investiu mais de R$ 11 milhões na ampliação e estruturação de vias exclusivas para ciclistas, o objetivo é se transformar na “capital da bicicleta”.

A cidade conta ainda com três bicicletários mantidos pela prefeitura, sendo dois no Centro com 40 vagas de estacionamento, equipada com paraciclos duplos e seguindo padrões adotados mundialmente, e um terceiro no Parque Agusuto Franco (Sementeira).

  • 2.7 Afua - AM

Apesar de ser bem pequeno, o município ficou famoso após aparecer na televisão por um fato curioso: não há carros na cidade e todo o transporte urbano é feito por bicicletas.

Conhecida como “Veneza da Ilha de Marajó”, a cidade tem apenas 40 mil habitantes e é repleta de canais e palafitas. Quando o Rio Afuá enche, a cidade alaga e fica impossível o trânsito de carros. Por isso, todo o transporte da cidade é feito com bicicletas.

Uma das atrações da cidade é o “bicitáxi”, veículo de quatro rodas não motorizado construído a partir da junção de duas bicicletas, que serve como transporte local. Veja no vídeo abaixo um pouco mais sobre a relação da cidade de Afuá com as bicicletas

2.8 Curitiba

Curitiba com 2,7% de malha cicloviária em relação a malha viária total. Há 127km de ciclovias na capital paranaense. Curitiba também foi eleita a cidade que possui mais ônibus acessíveis a pessoas com deficiência física, com 92% da frota. Na cidade, há o projeto Ciclolazer, com ciclofaixa temporária aos domingos.

3 CIDADES MUNDO

3.1 Paris

Na França, 20 empresas e instituições somando mais de dez mil funcionários, pagam 25 centavos de euro a cada quilômetro percorrido de bicicleta no trajeto casa-trabalho. Ainda na França, em Paris, o P’tit Vélib’, terceiro maior serviço de compartilhamento de bicicletas do mundo, vai oferecer 300 bicicletas para crianças de 2 a 10 anos de idade em diferentes tamanhos.

3.2 Amsterdã

Com a maior taxa de ciclistas por habitante em todo o mundo, Amsterdam é uma cidade super segura de se pedalar. O período entre 1986 e 1991 registrou o índice de 68 bikes a cada 100 habitantes. O número aumentou para 73 (de 2005 a 2008), segundo o Departamento de infra-estrutura, transporte e tráfego de Amsterdã.

E nem sempre Amsterdã foi esse exemplo visual repleto de ciclistas pomposos pedalando até o trabalho. As ciclovias mais antigas da cidade-modelo eram estreitas e mal conectadas – ou seja, perigosas.

As

mudanças

aconteceram

mesmo

após

o

fim

de

Segunda

Guerra

Mundial.

Acompanhando o aumento do salário das pessoas, nos anos 50, a população começou a consumir bens mais caros – carros. Carros esses que não se encaixavam naquela cidade, projetada para pessoas. Aí, edifícios e ciclovias foram abaixo, em prol dos carros.

Com a crise mundial do petróleo nos anos 70, as coisas tiveram que mudar. Uma política de incentivo ao uso da bike somada à proibição de carros circulando aos domingos foram esforços válidos para lembrar a população dos bons tempos de integração.

Quem já esteve

na cidade sabe bem que

lá,

o

trânsito é dominado pelas magrelas. E

funciona como o trânsito com o qual a maioria de nós está acostumado: há sinalização para bikes, gestos comunicativos – direita, esquerda, parando -, buzinas e muito mais.

3.3 Paris

Paris chegou a uma situação em que foi totalmente dominada por táxis. As ruas estreitas ficavam congestionadas facilmente, e o grande número de carros circulando afetou a qualidade do ar. Mas eles tiveram uma ótima ideia: andar sobre duas rodas.

Pioneira no sistema de aluguel de bicicletas, a cidade hoje já conta com mais de 400 km de ciclovias. A cidade se organizou colocando faixas de sinalização para ciclistas, o que facilitou bastante a circulação e criou itinerários que evitam grandes avenidas e que encurtam a distância dos principais pontos da cidade.

Paris conta com 652km de vias para bicicletas e o plano de expansão está orçado em 100 milhões de euros

Numa área que engloba os quatro distritos centrais da ‘cidade luz’, será permitida apenas a passagem de bicicletas, ônibus, táxis, carros de emergência e de entregas, além dos veículos de moradores.

No início, a restrição será implantada apenas nos finais de semana, mas a promessa é de aos poucos a zona “semi-pedestrianizada” passe a ser válida todos os dias.

Hoje, 60% dos parisienses não possuem o próprio carro, enquanto em 2011 esse número era 40%. Está mudando rapidamente

4 BENEFICIOS

4.1 Beneficios

Além de manter uma população mais saudável e diminuir a poluição e os
Além
de
manter
uma
população
mais
saudável
e
diminuir
a
poluição
e
os

congestionamentos das grandes metrópoles, outros dados chamam a atenção para os diferentes

benefícios do uso da bicicleta como transporte diário. Segundo um estudo realizado em Nova

Iorque, as vendas das lojas de rua aumentaram em até 49% após a construção de ciclovias. O

estudo argumenta que um ciclista tem menos barreiras para entrar numa loja local que, ao

contrário do carro, é mais fácil encontrar um ponto para prender a bicicleta. Outro fator

interessante é a questão da segurança. É quase unanimidade entre os ciclistas que pedalar nas

grandes vias além de atrapalhar o trânsito, aumenta o risco de acidentes. Porém, um estudo

feito na Universidade do Colorados em Denver, nos Estados Unidos, mostra o contrário. O

estudo afirma que o

aumento de bicicletas nas estradas reduz o número de acidentes de

trânsito

e ainda torna

o

tráfego mais seguro.

O professor e coautor

do estudo, Wesley

Marshall, trabalha com a hipótese de que quando existe um grande número de ciclistas na

estrada, o motorista fica mais atento. Portanto, cidades com grande volume de bicicletas, não

são seguras apenas para os ciclistas, mas para os carros também.

O fato é que qualquer tipo de incentivo ao uso da bicicleta é importante, as ruas no Brasil

se encontram em situação precária. As grandes capitais estão congestionadas e sem previsão

alguma de melhora. O trabalhador quando não espremido no transporte público, está isolado

no carro esperando o trânsito andar. Então, a bicicleta vem se tornando uma importante

alternativa onde a sociedade ganha como um todo por ter uma cidade mais humana e saudável,

e menos congestionada e poluída.

5 CONCLUSÕES

5.1 CONCLUSÕES

Com todas estas pesquisas, podemos concluir que a energia sustentável já faz parte das nossas vidas, e as Bike é o que tem de melhor pra quem quer buscar saúde se exercitando de uma forma saudável e sem poluir sem falar que a bicicleta encabeça o topo da lista de transportes eficientes no mundo.

E todos os paises do mundo que quer buscar uma qualidade de vida, e melhor mobilidade estão implantando ciclovias.

E o Brasil não poderia ficar pra traz, desde 1980 já está com projetos de ciclovias, e de lá pra cá vem crescendo dia após dia, hoje já temos a cidade do Rio de Janeiro em 12ª no Ranking mundial.

Ainda não podemos nos comparar as cidades lidere do mundo, como Amsterdã Holanda e Copenhagen Dinamarca mais estamos crescendo bastante.