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Estruturas de Concreto II Prof.: Geraldo Barros
Estruturas de Concreto II
Prof.: Geraldo Barros
Sumário 1 Definição segundo a NBR 6118/03 2 Vigotas Pré-moldadas 3 Materiais de Enchimento 4

Sumário

1 Definição segundo a NBR 6118/03

2 Vigotas Pré-moldadas

3 Materiais de Enchimento

4 Funcionamento das Treliças

5 Considerações de Projeto

5.1 Dimensões Mínimas

5.2 Critérios de Projeto

5.3 Vinculação

6 Ações e Esforços Solicitantes

7 Execução - Concretagem

Critérios de Projeto 5.3 Vinculação 6 Ações e Esforços Solicitantes 7 Execução - Concretagem Prof. Geraldo
Critérios de Projeto 5.3 Vinculação 6 Ações e Esforços Solicitantes 7 Execução - Concretagem Prof. Geraldo

Prof. Geraldo Barros

Lajes Nervuradas 1 Definição segundo a NBR 6118/03 (14.7.7) São lajes moldadas no local ou

Lajes Nervuradas

1 Definição segundo a NBR 6118/03 (14.7.7)

São lajes moldadas no local ou com nervuras pré-moldadas, cuja zona de tração é constituída por nervuras entre as quais pode ser colocado material inerte.

2 Vigotas Pré-moldadas

constituída por nervuras entre as quais pode ser colocado material inerte. 2 Vigotas Pré-moldadas Prof. Geraldo

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Vigota Treliçada Prof. Geraldo Barros
Vigota Treliçada Prof. Geraldo Barros

Vigota Treliçada

Vigota Treliçada Prof. Geraldo Barros

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Lajes Treliçadas 3 Materiais de Enchimento n Blocos cerâmicos ou de concreto n Blocos de

Lajes Treliçadas

3 Materiais de Enchimento

n Blocos cerâmicos ou de concreto n Blocos de EPS reaproveitáveis Caixotes
n
Blocos cerâmicos ou de concreto
n
Blocos de EPS
reaproveitáveis
Caixotes
de Enchimento n Blocos cerâmicos ou de concreto n Blocos de EPS reaproveitáveis Caixotes Prof. Geraldo
de Enchimento n Blocos cerâmicos ou de concreto n Blocos de EPS reaproveitáveis Caixotes Prof. Geraldo

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4 Funcionamento das Treliças Fios Longitudinais Superiores ( S) Diagonais ( D) Fios Longitudinais Inferiores
4 Funcionamento das Treliças
Fios Longitudinais Superiores (
S)
Diagonais (
D)
Fios Longitudinais Inferiores (
I)
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Funcionamento das Treliças 4.1 Fios Longitudinais Superiores ( n garantem rigidez ao conjunto; n podem

Funcionamento das Treliças

4.1 Fios Longitudinais Superiores (

n garantem rigidez ao conjunto;

n podem colaborar como armadura resistente ao momento fletor negativo após a retirada dos escoramentos e,

n podem colaborar como armadura de compressão durante a montagem e concretagem da estrutura treliçada.

durante a montagem e concretagem da estrutura treliçada. S) 4.2 Diagonais ( D) n colaboram como

S)

4.2 Diagonais (

e concretagem da estrutura treliçada. S) 4.2 Diagonais ( D) n colaboram como armadura resistente à

D)

n colaboram como armadura resistente à força cortante e,

n servem para promover uma perfeita coesão entre o concreto do elemento pré-moldado e o concreto de capeamento.

4.3 Fios Longitudinais Inferiores (

I)
I)

n colaboram como armadura resistente ao momento fletor positivo.

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5 Considerações de Projeto 5.1 Dimensões mínimas n Espessura da mesa Quando não houver tubulações

5 Considerações de Projeto

5.1 Dimensões mínimas

n Espessura da mesa

Quando não houver tubulações horizontais embutidas, a espessura da mesa deve ser maior ou igual a 1/15 da distância entre nervuras e não menor que 3cm.

a 4cm, quando

existirem tubulações embutidas de diâmetro máximo 12,5mm.

A espessura da mesa deve ser maior

ou igual

n Largura das nervuras A largura das nervuras não deve ser inferior a 5cm. Se houver armaduras de compressão, a largura das nervuras não deve ser inferior a 8cm.

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Dimensões Mínimas Prof. Geraldo Barros

Dimensões Mínimas

Dimensões Mínimas Prof. Geraldo Barros

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Considerações de Projeto 5.2 Critérios de Projeto Dependem do espaçamento e entre os eixos das

Considerações de Projeto

5.2 Critérios de Projeto

Dependem do espaçamento e entre os eixos das nervuras.

65cm, pode ser dispensada a verificação da flexão na mesa

e, para a verificação do cisalhamento da região das nervuras, permite-se a

consideração dos critérios de laje.

Para e

permite-se a consideração dos critérios de laje. Para e 110cm, exige-se a verificação da flexão da

110cm, exige-se a verificação da flexão da mesa e as

nervuras devem ser verificadas ao cisalhamento como vigas; permite-se essa verificação como laje se o espaçamento entre eixos de nervuras for até 90cm e a largura média das nervuras for maior que 12cm.

Para 65

entre eixos de nervuras for até 90cm e a largura média das nervuras for maior que

e

entre eixos de nervuras for até 90cm e a largura média das nervuras for maior que

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Considerações de Projeto 5.3 Vinculação Para as lajes nervuradas, procura-se evitar engastes e balanços, visto

Considerações de Projeto

5.3 Vinculação

Para as lajes nervuradas, procura-se evitar engastes e balanços, visto que, nesses casos, têm-se esforços de compressão na face inferior, região em que a área de concreto é reduzida. Nos casos em que o engastamento for necessário, duas providências são possíveis:

n limitar o momento fletor ao valor correspondente à resistência da nervura à compressão;

n utilizar mesa na parte inferior, situação conhecida como laje dupla, ou região maciça de dimensão adequada.

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6 Ações e Esforços Solicitantes n Ações NBR 6120/80 n Esforços seção a se considerada

6 Ações e Esforços Solicitantes

n

Ações

n Ações NBR 6120/80

NBR 6120/80

n

Esforços

seção a se

considerada é uma seção T. Em geral, a linha neutra encontra-se na mesa, e a seção comporta-se como retangular com seção resistente bf.h.

No

caso

de

mesa

comprimida,

que

é

o

usual,

a

seção resistente bf.h. No caso de mesa comprimida, que é o usual, a 7 Execução -

7 Execução - Concretagem -

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Exemplo n Dimensione uma laje treliçada (4 x 5m) armada na direção indicada. Dados: -

Exemplo

n Dimensione uma laje treliçada (4 x 5m) armada na direção indicada.

Dados:

- Sobrecarga = 150kg/m 2 (residência)

- pp = 165kg/m 2 (com enchimento em bloco)

- Revestimento = 100kg/m 2

- Treliça TR 8644. Belgo – TB 8L

- hf = 3cm

- h = 10cm

- e = 42cm

4m

5m
5m

As,inf = 2

- Treliça TR 8644. Belgo – TB 8L - hf = 3cm - h = 10cm

- 4.2mm

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