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DO NOVO AO VELHO CONTINENTE: compartilhando experiências vividas no doutorado pleno em Portugal. Luciana Ferreira

DO NOVO AO VELHO CONTINENTE: compartilhando experiências vividas no doutorado pleno em Portugal.

experiências vividas no doutorado pleno em Portugal. Luciana Ferreira da Costa Doutoranda em História e

Luciana Ferreira da Costa Doutoranda em História e Filosofia da Ciência especialidade Museologia pela Universidade de Évora, Portugal. Professora do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba.

A minha história com Portugal começou com uma viagem de férias no final do ano de 2011, em que tive a oportunidade de conhecer lugares incríveis e, mais especificamente, as Universidades de Aveiro e Évora que me possibilitaram um contato mais estreito com os amigos Professores Fernando Ramos (na época Diretor do Programa de Doutoramento em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais Universidade de Aveiro) e Maria de Fátima Nunes (Diretora do Programa de Doutoramento em História e Filosofia da Ciência especialidade Museologia). Em 2012 participei do processo seletivo para o Doutoramento em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais logrando êxito, mas por questões normativas do Governo Federal para afastamento de professor que ainda não computava quatro anos de vínculo com a sua instituição não pude solicitar afastamento para capacitação. No ano de 2013 resolvi participar da seleção para o Doutoramento em História e Filosofia da Ciência especialidade Museologia, levando em consideração a proposta interdisciplinar do Programa e a possibilidade de abertura de um Curso de Graduação em Museologia na Universidade Federal da Paraíba, atendendo, portanto, a necessidade de qualificação de docentes do Departamento de Ciência da Informação também na área da Museologia como um campo das conhecidas Ciências da Informação, haja vista que no Brasil algumas escolas e departamentos de Ciência da Informação têm envidado esforços no sentido de estabelecer diálogo e aproximação entre as áreas por meio de disciplinas e atividades acadêmico- científicas, o que já vem sendo desenvolvido na Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais, no Departamento de Ciências da Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e na Faculdade de Ciência da Informação da Universidade de Brasília. Após lograr êxito na seleção do Doutoramento, fui acometida pelo medo do novo que estava por vir, preocupação e alguns questionamentos. Confesso que passei um tempo pensando se iria mesmo rumo ao velho continente. Após alguns dias e noites pensando, enfim, tomei a melhor decisão para a minha formação

em nível avançado já que havia conquistado a almejada aprovação:

ir cursar o Doutoramento em Portugal na Universidade de Évora!

Cursar o Doutoramento em História e Filosofia da Ciência especialidade Museologia tem me proporcionado uma experiência ímpar. A realização de unidades curriculares, o contato com Professores qualificados e suas experiências, as leituras, reflexões

e descobertas, a participação em cursos de formação

complementar, em eventos da área das Ciências da Informação (Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia), as visitas a equipamentos culturais como: em Portugal Torre do Tombo, Arquivo Distrital de Évora, Biblioteca Nacional; na França, o Museu de História Natural de Paris, o Museu Do Louvre e o Museu D´Orsay; e na Espanha, a Biblioteca Nacional da Espanha,

o Museu Reina Sofia, dentre outros, têm enriquecido sobremaneira

o meu conhecimento e aprendizado contínuo de modo a promover um diferencial em aspectos da minha vida pessoal, cidadã e,

sobretudo, acadêmico-profissional.

Determinei-me a conquistar uma formação diferenciada.

A busca por uma formação diferenciada no exterior é algo possível

também em nível de graduação e não só em níveis de mestrado e doutorado. Inclusive, tive a grata satisfação de conhecer um estudante de Arquivologia da Universidade Federal Fluminense que passou seis meses em Évora no Curso de Licenciatura em Ciências da Informação e Documentação como bolsista do Programa de Mobilidade Erasmus Mundus, o qual me fez lembrar os discentes do Curso de Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba que tive o prazer intelectual de conhecer e ministrar disciplinas. Enfim, há muitos brasileiros estudando na Universidade de Évora, a segunda universidade mais antiga de Portugal, fundada em 1559 e outros tantos conhecendo as belezas de Évora, a encantadora Cidade Museu, declarada, em 1986, Patrimônio Histórico pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Como últimas palavras, registro aqui os meus parabéns

aos idealizadores e gestores do Jornal ProArquivos. Meu desejo de Sucesso e vida longa ao periódico!

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JORNAL PROARQUIVOS COMPARTILHANDO SABERES COM DINAMISMO E CREDIBILIDADE

Prontuários de pacientes: um olhar sob o ponto de vista arquivístico.

de pacientes: um olhar sob o ponto de vista arquivístico. Jean Carlo Rosa Durigon, Acadêmico do

Jean Carlo Rosa Durigon, Acadêmico do 5° semestre do Curso de Arquivologia da UFSM. Membro do DACAR UFSM e representante ENEA.

A profissão de Arquivista bem como a Arquivologia contemplam inúmeras áreas de atuação e de pesquisa. Uma delas é no campo da saúde, no estudo dos registros médicos realizados ao longo do tempo por profissionais e preservados por seus autores e gestores. Neste caso, destacam-se os Prontuários de Pacientes (PP), também chamados erroneamente de Prontuários Médicos. Os prontuários de pacientes são registros documentais que formam um dossiê indivisível dotado de organicidade. Desta forma, podemos através deles enumerar algumas funções de seu uso. Prova da atividade profissional de seus autores. Os autores do Prontuário de Paciente, de acordo com a resolução 1638/2002 do Conselho Federal de Medicina (CFM) são: O médico que assiste o paciente em seu tratamento na instituição de saúde e os demais profissionais que com suas especificidades registram as ações tomadas para o tratamento do enfermo (enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, dentre outras). Prova para o paciente e seus familiares dos procedimentos tomados para com ele durante seu tratamento na instituição de saúde.

Fonte de pesquisas históricas - registro de movimentos imigratórios ocorridos através dos tempos. Para melhor expressar esta terceira função que é de cunho histórico-social, citemos os exemplos dos movimentos imigratórios ocorridos no Brasil nos séculos XIX e XX com os povos vindos da Europa. Temos o fato da chegada dos italianos ao Brasil no século XIX; Houve um surto de Febre Amarela que dizimou muitos brasileiros e imigrantes. A fonte de prova deste fato são os registros de saúde da época, mais especificamente os PP, que constam o diagnóstico e o tratamento aplicado nos casos documentados. Cabe destacar que neste período os prontuários eram formados por livros onde eram registradas todas as ocorrências referentes ao tratamento prestado aos pacientes na instituição de saúde. A partir destas três funções, podemos afirmar que os prontuários são fontes inesgotáveis de informação e temas de pesquisa em diversas áreas, independente do suporte em que estejam, seja analógico ou eletrônico digital. Levando em consideração a Lei 12.527, lei de acesso à informação, o uso do PP como fonte de pesquisa aprimora estudos nos campos da Arquivologia (que é o nosso foco), sociologia,

história e direito. Na arquivologia podem ser elaborados estudos relacionados com a genealogia, a paleografia e a diplomática. Com base nos Prontuários podem-se coletar dados estatísticos referentes

à produção documental acumulada nas instituições custodiadoras; Aplicar medidas de conservação e preservação, para o

acondicionamento correto destes documentos; Incentivar a difusão

e o acesso, respeitando as determinações da Lei 12.527; Pesquisas

digitais relacionadas com os Prontuários Eletrônicos de Pacientes (PEP), focando no acesso, a autenticidade e a preservação a longo prazo das informações neles contidos. Para isto, temos como referência a resolução 1821/ 2007 do Conselho Federal de Medicina (CFM), que dispõe o uso de sistemas informatizados para guarda e manuseio dos Prontuários de Pacientes. Contudo, esperamos que este pequeno esboço venha contribuir no meio acadêmico com a difusão deste rico tema que é

o estudo dos Prontuários de Pacientes, custodiados pelas

instituições de saúde. Destacando a importância das pesquisas neste ramo do conhecimento para a arquivística contemporânea, priorizando acesso e a difusão de informações nas instituições produtoras, aprimorando a gestão documental.

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O ARQUIVO DA GERÊNCIA DE MEDICINA E ODONTOLOGIA LEGAL - GEMOL

ARQUIVO DA GERÊNCIA DE MEDICINA E ODONTOLOGIA LEGAL - GEMOL Uthant Saturnino Silva Mestrando do Programa

Uthant Saturnino Silva Mestrando do Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação da UFPB. Graduando em Arquivologia (UFPB). Graduado em Licenciatura em Ciências e Licenciatura Plena em Biologia.

Camila Augusta Mestranda do Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação da UFPB. Especialista latu sensu em Arquivo e Patrimônio Histórico (UNIVERSO) Graduada em História (UFRPE) Graduanda em Arquivologia (UFPB)

O arquivo da Gerência de Medicina e Odontologia Legal,

também chamado de GEMOL, está hierarquicamente subordinado

ao Governo do Estado da Paraíba, Secretaria de Segurança e

Defesa Social, Instituto de Polícia Científica, na Cidade de João

Pessoa /PB. Não temos uma data que comprove a implantação do arquivo, porém, existem documentos datados de 1954, oriundos da antiga Polícia Técnica, que depois passou a ser chamada de IML (Instituto Médico Legal), logo a massa documental do arquivo foi transferida para um novo local mais amplo. A partir de 1970, a perícia científica, no caso o GEMOL passou por uma reorganização do acervo, usando uma numeração cronológica para identificação dos laudos. O arquivo recebe diariamente laudos, cujos exames são

realizados nos setores de perícia da GEMOL e que passam a partir

de então a fazer parte de seu acervo. No que diz respeito à

tipologia documental do arquivo da GEMOL, este contém em seu acervo, laudos cadavéricos, traumatológicos (lesão e complementar), sexológico, toxicológico, exumações, inumações, antropológicos (ossadas), além de objetos pessoais de cadáveres ignorados, documentos da administração pública, tais como:

portarias, ofícios expedidos, ofícios recebidos, memorandos, declarações de óbitos e outros.

pública, tais como : portarias, ofícios expedidos, ofícios recebidos, memorandos, declarações de óbitos e outros.
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Os laudos são arquivados com todos os anexos (requisição da autoridade competente, atestados, encaminhamento hospitalar, termo de recebimento, cópia de RG, laudos toxicológico, DNA e outros) e fazem parte do acervo para guarda permanente. Caso existam outros suportes de informação (objetos pessoais de cadáveres ignorados) também recebem números de registro e são arquivados em caixas separadas. Em média são arquivados por ano aproximadamente 10.000 laudos, fora os objetos pessoais, ofícios memorandos e listagens de entrega de laudos. Em 2003, houve a implantação do sistema de gerenciamento eletrônico, facilitando a recuperação da informação, daí a importância da conservação e guarda de diversos documentos. A política de acesso aos documentos do arquivo da GEMOL é orientada para satisfazer tanto aos usuários internos quanto aos externos, no caso o público em geral. Informações são frequentemente solicitadas por funcionários internos, dentre eles: médicos, advogados, chefes de outros setores, bem como público externo: parentes de vítimas (cujos laudos encontram-se lá arquivados), estudantes em busca de instrumentos para desenvolvimento de pesquisas, que em sua maioria são dos cursos da área de saúde, advindos das diversas Universidades, da capital paraibana. Contudo, para que esses usuários externos tenham acesso ao arquivo, faz-se necessário encaminhar solicitação de pedido, explicando e comprovando a necessidade da pesquisa. Em seguida a chefia imediata avalia a solicitação conferindo parecer deferindo ou não o pedido. Os serviços nos arquivos da GEMOL são realizados por dois funcionários que prestam serviço à instituição, trabalhando em regime de escala de plantão. Sendo assim, observamos que como melhoria para o referido arquivo seria recomendada a contratação de um Arquivista, e de preferência especializado neste tipo de arquivo.

O Arquivista e suas novas perspectivas de mercado de trabalho: um processo de duas vias.

de mercado de trabalho: um processo de duas vias. Belrismar Bidô Alvarenga Graduado em Arquivologia (UFPB)

Belrismar Bidô Alvarenga Graduado em Arquivologia (UFPB)

Afinal, porque um processo de duas vias? É preciso que na qualidade de futuros arquivistas e gestores (nós graduandos em Arquivologia), comecemos a nos autoquestionar sobre o que de fato esperamos do mercado de trabalho e como podemos nos preparar para esse promissor ramo profissional. Só que (respondendo agora ao questionamento), é interessante também saber o que o mercado de trabalho espera de nós.

É fato que com o passar do tempo as empresas vêm mudando seu posicionamento e também a visão sobre os seus

arquivos. E cada vez mais vem investindo para que as informações contidas em seus acervos documentais estejam sempre disponíveis, afinal, em plena era da informação os que a detém estão um passo (estrategicamente) à frente dos demais, podendo assim, se posicionar de modo mais competitivo. Então, pensado nesse sentido, o que poderia facilitar o acesso e ao mesmo tempo proteger as informações da empresa senão a atuação de um profissional qualificado e com competências técnico-científicas que possam contribuir efetivamente para que as informações estejam acessíveis de modo rápido e eficaz?

É exatamente aí que nós entramos, ou seja, somos este

profissional que vem sendo procurado pelas empresas. Um

profissional dinâmico, que se adapta à forma e às necessidades de diferentes instituições e que tenha um perfil para atuar enquanto consultor dos produtos e serviços da informação. Uma espécie de perfil a se seguir no novo nicho de mercado que venha somar às competências e conhecimentos que já fazem parte do nosso portfólio operacional. E é interessante que possamos assumir essa vertente não só para a um processo natural de ampliação do campo de trabalho, mas como recurso à manutenção dos arquivos institucionais.

O dinamismo, a forma estratégica de pensar o arquivo, a

contribuição para tomada de decisão, são competências que precisamos incorporar ao nosso ofício. Visto que, o mercado de trabalho do arquivista é um terreno fértil e promissor para a inovação, e agindo desta forma, com um censo empreendedor e proativo é que, cada vez mais iremos valorizar nossa profissão e fazer visível este ofício. Ademais, é importante que tenhamos a qualificação adequada para isso. Não devemos nos ater apenas à academia, mas também às formas de se manter sempre atualizados. Por fim, adaptando um velho jargão ao nosso meio, deixo a seguinte mensagem: ARQUIVISTA E CONSULTOR, SIM SENHOR!

Oficinas do Grupo de Pesquisa CNPq-UFSM:

GED/A

SIM SENHOR! Oficinas do Grupo de Pesquisa CNPq-UFSM: GED/A Henrique Machado dos Santos – Bacharel em

Henrique Machado dos Santos Bacharel em Arquivologia pela Universidade Federal de Santa Maria. Membro do Grupo de Pesquisa CNPq-UFSM:

GED/A.

Enquanto aluno do Curso de Arquivologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e membro do Grupo de Pesquisa CNPq-UFSM: GED/A surgiram oportunidades para ministrar "oficinas práticas" no âmbito desta Universidade. As oficinas que ministrei tinham por objetivos a aproximação e a qualificação dos acadêmicos em relação a documentos digitais, software livre e a própria formação/trajetória acadêmica. Desta forma, foram ministradas as seguintes oficinas: “Oficina Prática:

Linux para Arquivista”, “Oficina Currículo Lattes” e a “Oficina Prática de Preservação Digital”.

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A “Oficina Prática: Linux para Arquivistas” concentrou

foco em questões como o uso do software livre na Arquivologia,

além disso, os participantes realizaram atividades práticas como a criação da “mídia de inicialização” usando DVD e/ou Pendrive. Como atividade principal, os participantes formataram os computadores do laboratório, instalaram o sistema operacional Linux juntamente com alguns aplicativos de uso comum. Esta oficina foi realizada em duas edições, nas quais participei com auxílio do acadêmico Evandro Ferreira em ambas as oficinas e Pauer Menezes na primeira.

A “Oficina Currículo Lattes” foi delimitada para questões

como a criação do Currículo Lattes e a sua respectiva atualização. Nesta oficina, após a criação do currículo, os participantes foram instruídos a inserir suas atividades acadêmicas e profissionais. Trabalhou-se com a inserção de projetos de ensino, pesquisa e extensão; artigos em periódicos; participações em eventos; identificação de co-autores citados; e outros tipos de atividades. Além disso, os participantes realizaram a exportação em “rtf” a qual possibilita imprimir o Currículo Lattes no modelo “Curriculum Vitae”; e também a exportação em “xml” a qual realiza uma cópia de segurança estruturada dos dados inseridos no currículo. Participei de uma edição desta oficina com o auxílio do acadêmico Evandro Ferreira. O conteúdo programático da “Oficina Prática de Preservação Digital” teve como base os dados coletados em minha monografia de graduação intitulada “Estratégias de Preservação Digital para Acervos Arquivísticos”, a qual foi defendida em dezembro de 2014. Nesta oficina, foram abordadas questões teóricas como a evolução das tecnologias da informação, a inserção do documento digital no âmbito da Arquivologia, a obsolescência tecnológica, as estratégias de preservação, o modelo de referência Open Archival Information System e os repositórios digitais. Após a introdução e o aprofundamento teórico sobre preservação digital, partiu-se para a prática, assim os participantes aplicaram estratégias de preservação digital sobre documentos previamente elaborados. Foram executados procedimentos de migração/conversão, emulação e encapsulamento. Reforçaram-se assim, questões pertinentes como o uso do software livre, dos formatos livres e/ou abertos, padrões ISO, entre outros. Todas as oficinas contaram com a orientação do prof. Dr. Daniel Flores, então líder do grupo de pesquisa. O espaço destinado era de quatro horas para cada oficina, todos os alunos conseguiram concluir as atividades propostas antes do tempo previsto, cerca de três horas e meia. As oficinas eram gratuitas e então ofertadas conforme interesse dos acadêmicos e a respectiva disponibilidade dos ministrantes. Considero os resultados positivos, tanto para os participantes quanto para quem ministra. Vale destacar que o Grupo de Pesquisa CNPq-UFSM: GED/A promove outras oficinas. Acesse o blog e confira!

João Paulo Silva de Souza Presidente do CAARQ/UFPB Coordenador Geral da ENEA Caro leitor, Já
João Paulo Silva de Souza
Presidente do CAARQ/UFPB
Coordenador Geral da ENEA
Caro leitor,
Já é sabido que todo ano ocorre o Encontro
Nacional dos Estudantes de Arquivologia -ENEARQ.
Um evento ímpar, o qual reúne estudantes de
Arquivologia de todas as instituições que possuem
este curso de graduação.
No ano passado, tive a honra de coordenar
junto com Geissikelly Marques esse grande evento da
área arquivística aqui na UFPB, havendo uma
participação efetiva dos discentes que, junto conosco,
uniram forças para realização do XVIII ENEARQ.
Neste ano, a sede do ENEARQ será a capital
baiana – Salvador, em sua edição de número
dezenove. A cada ano percebo o amadurecimento do
encontro, que traz temas relevantes para capacitação e
formação da consciência crítica de cada participante.
Em 15 de março último, foram abertas as
submissões dos resumos de trabalhos científicos. Caso
o resumo do trabalho seja aprovado, o autor será
informado para que possa enviar o trabalho completo
dentro do cronograma proposto pela organização.
O ENEARQ ocorrerá nos dias 27 a 31 de
julho deste ano e terá como tema: “Arquivologia na
contemporaneidade: Transformações, desafios e
tendências”.
Então, vamos escrever artigos científicos e
participar do encontro de maneira efetiva contribuindo
para melhoria da Arquivologia Brasileira. Já estão
abertas as inscrições geral do evento.
Espero vocês no XIX ENEARQ!
Abraço.
 

COORDENAÇÃO E EDIÇÃO Ana Clara Lacerda Flávia de Araújo Telmo

REVISÃO EDITORIAL Ismaelly Batista Sonia Scoralick Yasmin Brito de L. Vieira

DIAGRAMAÇÃO

CONTATO

Emerson Silva

jornalproarquivos@gmail.com

 

François Braga

jornalproarquivos.wordpress.com

COLABORADORA Alzira Karla