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motor motor -servico geral fl localizacao de falhas © tuncionamento irregular de um motor pode ser atribuido & necessidade de uma regulagem completa do mesmo, a um dasgaste normal das pecas componentes, ou a uma falna re- pentina das pegas. Um dlagnéstico correto Indicaré se ha necessidade de uma regulagem completa do motor, ajustes individuais, subs- tituiggo ou reparo de pegas, ou se hd neces- sidade de um recondicionamento gerat do motor. 4s cinco etapas principais para se obter bom incionamento do motor, sao: 1-ESTABELECER A FALHA — Certificar-se de que a falha apontada, realmente existe. Determinar, se possivel, se foi efetuado re- centemente aigum reparo que possa oca- sionar a faiha. 2-LOCALIZAR A CAUSA DA FALHA NO SIS- TEMA CORRETO — Investigar a causa da faiha, até localizé-la em um dos sistemas localizacao de falhas seguintes: ignigéo, combustivel, motor, ar- refecimento ou escapamento. 3-ISOLAR A CAUSA NO SISTEMA. 4-CORRIGIR A FALHA. 5-EFETUAR UM TESTE DE ESTRADA, — Antes de decidir se a falha foi corrigida, testar 0 veiculo na estrada. As reclamagdes relativas ao _funcionamento do motor, geralmente correspondem a algum dos seguintes itens: 0 motor nao gira; o motor gira normalmente, mas nao funciona; 0 motor funciona mas para; 0 motor funciona, mas fa- Iha; marcha tenta irregular; aceferagao def ciente; 0 motor nao desenvoive toda sua po- téncia ou 0 seu funcionamento em alta velo- cidade 6 deficiente; consumo excessive de combustivel; © motor superaquece; 0 motor nao atinge a temperatura normal de funcio- namento. TABELA 1 girar 0 motor, com © motor de partida. Bago gire, sina! de que hd penetragdo e 89Ua fos clincros. Roatirar 6s cabegolas @ inspecionar as juntas e os cabecotes. para veriliear se na tincas, Veriicar também © biaco quanto @ trincas, © motor Geraimente a causa desta falna se encantea nao gira ro sistema de parca Se_o sistema de arrangue nao estiver Geteituoso, verilicar se na engripamento hiarostatieo ou ae 0 motor asta tavadt rar as velas e, em soquids, tentar lazer (© motor gira Examinar o abastecimento de comoustivel. normaimente, Havendo combustive! suliciente, a causa mas rao 4a faiha provavelmente 28 encontra no sistema funciona e ignigdo ou nO de alimentagao, Para solar a causa: TTirar 9 cabo de una vela e inseric no isolador do cabo um prolangamente de famanno sdequeds, de manera que Sobressaia 9 leolador, Com a chave de ignigdo ligada @ 0 motor de partida fazendo dirar ovmotor, mantat o exttemo do prolongamento aproximadamente a 3/16 fo dioce. Nao navenco taisca ov se a falsca estiver fraca, a causa da falna encontra-se n> sistema de ignigse Se a faisca for boa, examinar as voas. So as yelas no estiverem doteituosas, examinar o sistema Ge. alimentagao. Se 0 sistema de slimentagao nao astiver ‘eeituoso, examinar a sincronizagao das aivulas ‘© motor funciona ‘Se 0 motor funciona durante alguns segundos © em seguidg para, examinar: © sistema ge alimentagso mas para © sistema de ignigdo © motor Determinar primeitamente se a faiha @ Consegve fazendo © motor Juncionar pos funciona, constane ol geriddien ea que rotacto retar 9" abo se una wala ar Yon, ale ue . corre, tazendo 9 motor tuncionar, sob carga, hajam sido examinados todos 08 cilindros mas falha ror 3 : 2 diversas rotacoes, FALHA CONSTANTEMENTE, EM TODAS AS ROTACOES — 'solar 2 falha fazendo 9 motor tuncionar Gam um clinara, sem ignigho, sto se Ligar 8 massa o cabo ca vela que se desligov. Se 2 rotaydo do motor varia, quando se faz curlo.ireuita no cabo 4a vela de determinado Giinseo, este cing estava fornecendo poténcia antes de haver sido isolado. ‘grupo 8 pégina 1 © motor mas fatha Se nao ee notar variagées no tuncionamente 5 motor. ao retirar © cabo, 2 fina € ocaslonada pelo eilingro eorrespondente FALHA SOMENTE EM MARCHA LENTA. 2 esse cabo. 0 sistoms de alimentagdo: beaminar © 0 sistema ce ignigto: ” + © 0 ajuste aa folga das valvulas; © © sisteme de ignite © A compressio do motor, para vecificar A compressio do motor, para determinar 06 bal © componente mecanico do motor que esta defeituoso, FALHA SOMENTE EM ALTA ROTAGKO FALHA PERIODICAMENTE EM TODAS Examinar: AS ROTACOES © 0 sistema ve ianigaos Nao se podendo ‘solar a faiha em 18 0 sistema do alimentagéo; determinado cilinaro © 0 sistema ge arrefecimento, para verificar santa fe ha supetaquecime: aU fugas fr=rns= #0 sistema de ionk © 0 sistema de alimentagao; Se © A compressao do motor, para determinar €xaminar: Guar componente do motor esté © Foiga das vaivuas: defetuoso: © Vazamentos no coletor de admissao: © © sistema ge escanamenc, para veicar Sistema de lgnito: se ha restnigoes © Sistema de alimentacao © 0 sistema de arrefecimento, para verticar 2, sstgms, of aureleclmenta, pata yerlcaT @ Paratusos de montagem do motor: fue impeca © motor de chegor & © Torque dos parafuses dos caberotes: temperatura normal de funeionamento. © Aicamento das valwias. aceleracéo Examinar © Ajuste da folga oes valvulas: deticiente © Sistema de ignigao; © Freios presos: © Sistema eo alimentagso © Embreagem patinando (aeslizando) © motor Determinar se a falha corre com o motor @. Sistema de igri¢0: nao desenvolve | "0. 8 temperatura normal de funcionamento, @ Sistema de alimentagao; moron rato © Aiusie da foiga das vaivuias: eer ekine ce alimentaga © Aicamento das vaivulas; Fa © Sistema de arretecimenta, se 9 motor © Sincronizagto das valvulas funcionamento omora para atingir's temperatura normal @ Sistema ga arvefecimento, se © motor em alta rotagao Ge tuncionamento superaquece: 6 deficiente MOTOR A TEMPERATURA NORMAL © Obstrugéo no sistema de escapamento: DE FUNCIONAMENTO © Ajuste dos treios: @ Sisteme ae alimentagao. © Pressio dos pneumaticos MOTOR A TODAS AS TEMPERATURAS © Depésites excessivos na parte sunerior © Compressio do motor do: motor. consumo Determinar o consumo real de combusivel @ Alinhamento das rodas Sncessivo ce cam oO equipamento\de Teste nstasdo "> reign combustiver Se 0 teste indicar consumo excessive de © Sincronizagdo da ignigto; Eombustivel fazet as verifcagbes preliminares @ Folga das vaivulas; ave ee Indicam a seguir. antes de proceder” Sistema ae. shmertacdo BS verficagées cos sistemas de alimentagao ania oe ignigaen © Sistema de ignicdo: VERIFICAGOES PRELIMINARES © Compressio do moter © Preuméticos; © Sistema oe atrefecimente © motor Examiner: © Sincronizacdo ce gnigao: superaquece @ Unidace emissora ce temperatura © Sincronizacéo cas vaivuias, @ Incicador de temperatura © Vaiwias '© Aerio dos paratusos dos cavegotes: ' ‘Sistema e escepamento: 1 Sistema de arretecimento @ Ajuste 205 treios © motor nao Exaninar chega & © Unigade emissora de temperature temperatura © indicader oe temperatura normal de funcionamento © Sistema de arretecimento, grupo 8 pagina 2 testes de compresséo do motor 1 Assegurar-se de que a bateria esté em bom estado. Fazer 0 motor funcionar durante um minimo de 30 minutos a 1.200 rpm. Desligar © interruptor da ignigao; em seguida tirar todas as velas. 2-Abrir completamente as borboletas do ace- lerador e do afogador. 3-Instalar um indicador de compressao no 19. cilindro. 4-Instalar_um interruptor auxiliar de partid entre o terminal da bateria e 0 terminal do motor de partida. Fazer gifar o motor até que o indicador registre uma leitura maxima e anotar a lel- tura, Opservar 0 nimero de cursos de com- pressdo necessacios para obter o registro maximo, S-Repetir 0 teste em cada cilindro, fazendo © motor girar, para cada cilindro, 0 mesmo numero de voltas que foi necessario para obter a leitura maxima no 19 cilindro. conclusées do teste Uma variagdo de 10 libras, para mais ou para mencs da aressao especificada, ¢ satisfatoria, Entretanto. a compressdo de todos os cilin- dros deve ser uniforme, dentro de uma variagao de 10 libras. Uma leitura superior & normal em 10 libras, indica depésitos excessivos no cilindro. Uma leitura inferior em 10 libras & normal, indica vazamento na junta do cabegote, nos anéis ou nas vaivulas. Compressao baixa uni- forme em dois cilindros adjacentes indica va- zamento na junta do cabegote. Deve-se verifi- car se isto ocorre, antes de atribuir 0 deteito 08 angis de segmento ou as valvuias. Para determinar se os anéis ou as vélvulas esto defeituosos, introduzir 20cm? de dleo lubrificante na camara de combustéo; em se- guida, fazer girar 0 motor para espalhar 0 dleo © repetir o teste de compressao. O dleo ve- dara temporariamente 9s vazamentos através dos anéis, Se for obtida aproximadamente a mesma leitura, os anéis esto satisiatérios, porém as valvulas apresentam vazamentos. Se a compressdo aumentou 10 libras ou mais sobre a leitura feita antes de colocar o dleo no cilindro, hd vazamento através dos anéis. Durante um teste de compressao, se a pres- ‘80 no sobe constantemente e permanece igual durante os dois primeiros cursos suces- sivos, ou nao sobe durante todo o teste, é sinal de que ha uma valvula engripada ov incorretamente ajustada. analise da combustao ‘A anélise da combustéo 6 um método para testar a relagéo de combustivel @ ar que en- tra nos cilindros © © ajuste e funcionamento do carburador. Como ha diversos tipos de analisadores, se- Quir as insirugoes do fabricante. ‘orupo 8 paging 2 Bi testes e regulagem ‘A seqiiéncia de regulagem (Tabela 2) se aplica a pequenas regulagens (parciais) ou regulagens completas, segundo as condigdes em que se encontre o motor. Executar as operag6es na ordem indicada, escala de regulagem TABELA 2 Regulagem Regulegem OPERACAO ‘OPERAGAO Parcial[Completa Parcial[Compieta BATERIA € CABOS, BOBINA E FIO - RESISTENCIA Limpar os e805, termina x Examinarrendimento da bobina x bores i Examinar a queda de voitagem do Inspecionar o8 cabos para veriicar eens Se ha solamentos quebrados x tice x Tnapecionara bateria para verlicar SINGRONIZAGAO inspecionar a bateria para vei x Exeminare alisar a sincronizagso x a ignigto Examinar o estado de carga da teria vacuo x | * Examinar o vacuo do coletor x |x Passer vaselina nos bornes da bateria x BOMBA DE COMBUSTIVEL “ALTERNADOR Limpar 9 copo Ge sedimeniag8o x] x Examinar 0 rendimento do elternador x da bombs mater 272 ¢ 282), REGULADOR Examinar a pressdo da bomba de Fazer uma inepegdo vial ostios |X x combustive! x Examinar a corrente © 8 vottagem x Examinat a capacidade da bomba ‘COMPRESSAO 00 MOTOR ca combust x Medir a compressao 40 motor x PORT ELAS Limpar 0 elemento oo imac las, sjusté-iase testé-las x x ro de ar x x Limpar a cuba do carburador x (GOLETOR DE ADMISSAO aminar @ apertar com torque x ‘Ajustar 8 regulagem da bia x especiticaso Examinar o nivel de combustivel x OLGA DAS VALVULAS Examinare ajusta’ a folga das x x Guar avolagio de marcha lente valvulas oe admissao e escapemento Alustar a rotagdo de marcha I x| x DISTAIBUIDOR Ajustar a mistura de marcha lonta x | x Examinar e ajustar a tensdo ¢a mola x 6 piatinade move! FILTRO DE COMBUSTIVEL Limpar o fitro de combustive! x x Exeminar 0 estado dos platinados x x ‘ANAUISE 005 GASES Examinar a foiga Gos platinados x x OE ESCAPAMENTO. x Efetuar uma andlise do gas de escape! ‘Examinar e ajuslar © avango a vacua x z x TESTE DE RESISTENCIA DO. faminare ajustar o avango Tee arene entrtugo x Efetuar um teste de resistencia dos x estar o cirevito do distribuidor e @ Extcutos primario e secundario resistencia aos piatinados x GRYEWA DE ARREFECIMENTO [impare inspecionar a tampa do Examinare ajustar a tenséo da x x Gistrbulgor # orator x x correia ‘CONDENSADOR Examinar as eondigdes em que se Examinar resistencia em série, x encontram as maagueirasearampa | x x Sepacidage e isolagao 40 vagiacor arupe 8 pagina « cos teste de vacuo do coletor Um teste de vacuo do coletor, constitui-se em um valioso auxilio para determinar as condi- goes em que se encontra o motor e também Para localizar a causa do funcionamento defi- ciente do mesmo. Para testar 0 vacuo do coletor: 1-Fazer 0 motor funcionar durante um mini- mo de 30 minutos, a 1.200 rpm. 2-Instalar um vacudmetro na conexao do co- letor de admissao. 3-Fazer 0 motor funcionar em marcha lenta 4- Registrar a leitura do vacuo no indicador. Conclusdes do teste. © vacuo do coletor pode ser afetado pelo ajuste do carburador, pela sincronizagéo das valvulas, pela sincronizagao da ignigao, pela compressdo dos cilindros @ por vazamentos de juntas no coletor de admissao, carburador ou cabegotes. Como uma leitura anormal pode significar que mais de um dos fatores mencionados estdo incorretos, deve-se tomar cuidado ao analisar uma leitura anormal. Por exemplo, se 0 vacuo esta baixo, a correcdo de um fator pode aumentar 0 vacuo 0. suficiente para indicar que a falha foi corrigida. € importante, portanto, que se investigue cada causa de um registro anormal e que se efe- tuem outros testes, quando necessério, para chegar ao diagnéstico correto da faiha. A tabela 3 assinala diversas leituras e suas possiveis causas, Deve-se tomar em conta o efeito da altitude sobre as leituras do vacuometro. A medida que aumenta a altitude, diminui 0 vacuo do motor. leituras do vacuémetro colocado no coletor TABELA 3 LEITURA D0 VACUOMETRO CONDIGSES EM QUE SE ENCONTRA O MOTOR 18-20 polegadas oe mereurio NORMAL Baka e constante Perda de poténcia em todos os cilindras, possivelmente provocada por sincronizacao atrasada da ignigao ou Sas vaivulas, ou perda de compressdo pravoeada por vazamento fos anéis de segmento Muito baixa Vazamentos na colator de agmissia, no carburador unas juntas dos cabagotes ‘A aguiha varia constantemente, 0 aumentar a rotagdo Perda de poténcia, parcial ou total, em um ou mais bilindros. Seasionada por vazamento. uma valvula. nas juntas ‘do eabogote ov do colator, defeito no sistema Ge ignicdo au mola de valvula fraca, Queda gradual da leitura em marcha Tanta Restrigso no sistema ce escapamento. Variagao intermitente Porda de poténcia causada possivelmente por deteito no Sistema de ignigao ou por vaivula engripada ov ajustasa Variagdo lenta ou agulha ftutuando Ajuste Incorreta. ae mistura de. marcha lenta, vazamento ha junta do coletor ou a0 carbu'edor, ou possivel Sincronizagdo atrasaga das valvulas. grupo & pagina 5 verificac3es, ajustes e reparos verificacao do alcamento dos ressaltos da arvore do comando das valvulas 1 - Remover o purificador de ar e a tampa dos balancins, 2 - Remover os balancins. 3 - Instalar um micro-comparador com adap- tador para vareta de extremidade esférica (fig. 1). Vareta Micro comparador Adapiador fig 1 verificagao do algamento dos ressaltos 4 - Girar © motor até 0 tucho ficar no circulo base do resselto da arvore comando das valvulas. Neste momento, a vareta deverd estar na sua posicao mais baixa. 5 - Ajustar 0 indicador do micro-comparador a zero. Continuar a girar lentamente a ar- vore de manivelas,até a vareta ficar na sua posigéo mais alta. 6 - Anotar a leitura do indjcador para, poste- riormente, comparar com as especifica~ Goes. 7 - Para comprovar a exatidao da leitura do micro-comparador, continuar a girar a ar- vore de manivelas até o indicador voltar a zero. Se a altura,em qualquer ressalto, estiver abaixo do limite de desgaste esp cificado, substituir a arvore comando das valvulas © 0s tuchos. 8 - Remover 0 micro-comparader e instalar os balancins, seguindo as instrugdes descri- tas para cada tipo de motor no capituie respective. grupo @ pagina 6 & Verificar ou ajustar a folga das valvulas, segundo a seqiéncia adequada para cada tipo de motor. Consultar 0 item corres- pondente para um ajuste correto. NOs mo- fores com tuchos hidraulicos, depois de instalar os balancins, nunca mover a rvo- re de manivelas alé que os tuchos tenham tempo suficiente para descartegar o die @ 0 émbolo do tucho colocar-se em sua Posigéo normal de funclonamento, De outra forma, ocorrerao sétios danos as vélvulas. A compressao normal do tucho podera acelerar o tempo para esta opera sao. 10- Instalar as tampas dos balancins e o filtro de ar. tuchos hidraulicos © tuido de tuches hidraulicos pode ser cau- sado por folga incorreta, como resultado das porcas de ajuste trouxas, ou ajuste inicial in- correto. Verificar sempre a folga entre 0 ba- lancim e haste da valvula antes de substituir © tucho. Sujidade, depésitos de goma e verniz e bolhas de ar no éleo lubrificante, podem causar fa- Inas ou funcionamento incorreto dos tuchos hidraulicos. Sujidades, goma e verniz podem impedir o assentamento de uma valvula de retencao e causar a perda da pressao hidraulica. Se a valvula de disco ficar aberta, fara 0 émbolo expulsar 0 dleo para o reservatorio. do tucho, durante 0 periodo de subida da vareta e for- Gara a valvula a sair do assento Presenga de bolhas de ar no sistema de lubri- ficagao do mator pode ser causada por nivel de dleo demasiadamente alto ou baixo. O ar também pode penetrar,no sistema se © tubo de sucgao da bomba estiver danificado. Ar no jemia poderé causar a perda de presséo hi- draulica no tucho. © conjunto do tucho deve ser testado com o equipamento 6500-E, para determinar o tem- po de vaz&o de oleo do tucho. O tempo de Vazao especificado. € o tempo em segundos que 0 émbolo necesita para tazer todo o seu percurso sob uma carga de 50 Ib (22.6 kg). Testar os tuchos segundo 0 procedimento mencionado a seguir 1-Desmontar e limpar @ tucho para remover todo e qualquer vestigio de dleo do motor. Os tuchos nao podem ser testado com dleo de motor. Usar somente 0 fluid de teste 2-Colocar 0 tucho no equipamento de teste, com a face de émbolo para cima. Colocar fluide de teste no recipiente até cobrir 0 Conjunto do tucho. Nunca usar querosene ou aualauer outro fluidg se ndo © recomen- dado, visto que estes allerarao a precisao do teste. 3-Colocar a estera de aco de 5/16", torne- cida com 0 equipamento, no émbolo do tucho (fig. 2). a Ferramensias00-€ fig. 2 instalagao da esfera de ago no émdolo do tucho 4 Ajustar 0 comprimento da haste do equi- pamento (fig. 3) até que o ponteiro fique a posigao 1", quando a haste tocar o embvio do tucho. $9.3 aluste do comprimento da haste 5-Mover varias vezes 0 brago do equipamen- to, para cima e para baixo, alé o lucho ser totalmente carregado pelo fluido e elimina- das as bolhas de ar 6- Deixar que a haste da ferramenta e 0 peso empurrem o émbolo para baixo, a partir da marca "1", Comecar a cronometrar 0 tem- Po no momento em que o ponteiro passar pela marca “2 até atingir a marca ™ em seguida a marca "4" 7- Um émbolo que est em condiges.deve ter a sua leitura de tempo entre os valores especificados. &-Se 0 tucho nao estiver dentro das especifi- cagées, troca-lo por um novo. Nao é ne- cessario, antes de testar 0 novo tucho, des monté-lo @ limpé-lo, pois o dieo nele con- tido, € fluido de teste. 9-Retirar 0 fluido do recipiente e do tucho, movendo o émbolo pera cima € para baixo. Esta operagao ajudara na compressa dos tuchos, quando da verificagdo da folga da valvuls. folga longitudinal da arvore de manivelas 4-Empurrar a Arvore de manivelas para a par- te traseira do moter. 2-Instalar um_micro-comparader, fazendo 0 apalpador apoiar-se contra o fiange da 4: vore de manivelas,e a linha de centro do eixo do indicador. ficar paralela a linha de centro da arvore (tig. 4). 3-Ajustar 0 ponteiro do micro-comparador a zero. Empurrar a arvore de manivelas para @ frente @ observar a leitura do mostrador. Chave de tena 75 fig. 4 folga longitudinal da érvore de manivelas —iipiea 4-Se a folga longitudinal exceder o limite de desgaste, trocar o mancal de encosto. Se a folga longitudinal for menor que o limite minimo especificado, inspecionar as faces do mancal de apoio para verificar se ha riscos, rebarbas, entalhes ou sujidades. Se as faces do mancal nao estiverem danitica- das ou com sujidades, provavelmente nao esto devidamente alinnadas. Instalar os maneais de encosto e alinhar as faces, se- guindo o procedimente recomendado na parte relativa a substituigdo dos casquilhos de mancais principais. Verificar novamente 8 folga longitudinal arupo 8 pagina 7 empenamento da face do volante transmissio convencional Instalar 0 micro-comparador apoiando 0 apal- padorcontraa face do volante (fig. 5). Girar 0 volante, certificando-se de que a arvore de maniveias esta totalmente para tras OU para a frente, de modo a nao ser registrada no indi- cador, a folga longitudinal Se 0 empenamento da face da embreagem exceder ao limite especificado, remover 0 vo- lante e examinar se hd rebarbas entre 0 vo- lante e a face do flange de montagem na arvo- re de .nanivelas. Se ndo houver rebarbas, ve- rificar 0 empenamento do flange de montagem, Trocar o volante ou retificar a face do flange de montagem, se o empenamento for exces- sivo. fig. 5 empenamento da face do volante transmissao automatica Se 0 motor estiver montado, remover as velas, para maior facilidade a0 girar 0 motor. Instalar 0 micro-comparador fazendo 0 apal- pador descansar na face da cremalneira, junto 208 dentes. Empurrar 0 volante e a arvore de manivelas para a frente ou para trés, de modo a nao ser registrada no indicador, a folga longitudinal Colocar 0 micro-comparador a zero © girar o volante uma volta completa, observando a lei- tura total. Se a leitura total exceder a especifi cacao 0 Conjunto do volante e cremaiheira devera ser substituido. cremalheira do volante transmisso convencional remogao Para substituir uma cremalheira daniticada ou gasta, aquecé-la com um magarico (com uma chama brands), pelo lado do motor. Dar uns golpes na cremalheira, para solté-la do vo: lante. Nao golpear 0 volante para remover a cremalheira grup 8 pagina & instalagao Aquecer uniformemente a nova cremalheira até dilata-ia a ponto de permitir sua introdugo 0 Volante, Certificar-se de que a cremalheira esta bem assentada contra o ressalto do volante. Nao aquecer qualquer parte da cremalheira a uma temperatura superior a 260°C (50°F). Se este limite for ullrapassade havera alteracio ha dureza dos seus denies. reservatério do dleo (carter) € filtro do dle0 cérter Femogao (motor no chassi) 1 ~ Drenar o cérter, Desligar na bomba de dleo, © tubo de succdo; tirar 0 vedador de bor: racha da exiremidade do tubo, 2-Retirar os parafusos @ porcas de fixagao do carter e, em seguida, o proprio carter 3- Retirar 0 tubo de sucgao @ 0 filtro da bom: ba de dle0, do carter. limpeza e inspecao Raspar a borra e as particulas de metal do carter. Retirar o material das juntas velhas das su- perficies usinadas. Lavar 0 carter com solven- te e secé-lo cuidadosamente, Certificar-se de retirar todo material estranho de sob a placa do desviador. Verificar se o carter apresenta trincas, orift- cies, fios de rosca do bujao de dreno daniti- cados, desviador solte ou superficie da junta empenada ou gomosa. Reparar qualquer dano ou substituir o carter se nao for possivel repararlo, instalagao 1 -Certificar-se de que as superticies do cér- ter e do bloco para a junta, estejam limpas @ livres de rebarbas. 2-Fixar a tela ao conjunto da carcaga e tubo do filtro da bomba de dleo. 3-Nos motores 272/292, introduzir 0 tubo no orificio 6a parte lateral do carter, pela par- te interna do mesmo. Cobrir, com vedador Tesistente a leo, a porca entre o tubo de Succao e 0 carter e, em seguida, insta~ lar uma arruela nova e'a porea. Nao aper- tar aindé a porca, 4-Cobrir as superticies de assento da junta No carter e no bloco, com vedador Fesis- tente a dleo. 5-Colocar uma junta nova no carter; segu- rando-o em sua posigao contra 0 bloco, instalar dois parafusos de fixagéo em cada lado. Instalar os paratusos restantes @ aperté-los na seqéncia do centro para a extremida- des, com torque de 2-11 Ib.pé. 6-Instalar um ane! vedador de borracha na extremidade do tubo de sucgdo e, em segui- da, instalar 0 tudo e 0 vedador na bomba. Apertar a porca na bomba de dleo com torque de 10-12 Ib.oé, e a porca no car- ter com torque de 28-32 Ib.pé, Abastecer o carter com éleo lubriticante especificado, na quantidade especificada bomba do dleo Inspecdo Medir a folga entre o rotor externo e a carca- ga (fig. 6) fig. 6 foiga entre o rotor externa e a carcaca Com 0 conjunto do rotor interno instalado na carcaca, colocar uma escala de aco sobre © Conjunto de rotor @ a coberta. Medir a folga entre a escaia & 0s rotores (lig. 7). fig. 7 tolga longitudinal do rotor interno Examinar a folga entre os rotores interno e externo. Verificar se a mola da vaivula reguladora est gasta ou quebrada. Examinar a tensdo da mola da valvula regu- ladora, Se a tensao da mola nao estiver dentro das especificacdes e/ou a mola estiver defeituo- sa, substitui-la. Verificar se 9 émbolo da valvula reguladora esta trincado e se funciona livremente no or ficio. Todos os valores obtidos deverao ser Compa- rados com as especificagdes mencionadas no fim de cada capitulo. folga longitudinal da arvore comando das valvulas Nos motores de 302 pol? fazendo-se alavanca contra a engrenagem de aluminio e nylon, com a carga do trem de valvulas sobre a érvore comando das yalvulas, pademos danificar a engrenagem. Portanto as porcas de ajuste dos, balancins devem estar goltas 0 suficiente para deixar a arvore livre. Depois de verificar a fol- ga longitudinal da arvore comando das val- vulas, verificar a folga das valvulas. Empurrar a arvore comando das valvulas pa- faa parte traseira do motor. Instalar um micro- comparador, apoiando 0 apalpador no para- fuso da engrenagem da arvore (fig. 8). Colocar © micto-comparador a zero; com uma chave de fenda grande, colocada entre a engrena- gem da arvore @ o bicca, empurrar a arvore comando das valvulas para a frente. Compa- rar a leitura do mostrador com a especificada. Se a folga estiver excessiva, substituir a placa de encosto. fig. 8 foiga longitudinal da arvore comand das valvulas — (tipico) grupe @ pagina 9 deflexdo da corrente da distribuicao 1-Girar a arvore de manivelas no sentido ho- rério (olhando-se de frente), para que a fol- ga se apresente no lado esquerdo da cor- rente, 2. Estabelecer um ponto de referéncia no blo- co e medir a distancia deste ponto 4 cor- rente (fig. 9) 3-Girar a arvore de manivelas no sentido ‘oposto, para eliminar a folga no lado es- querdo da corrente e medir a distancia en- tre 0 ponto de referencia e a corrente. A detlexao € a diferenca entre as duas me- didas Se a deflexao exceder a especificacao, tro- car a corrente e/ou as engrenagens. fig. 9 deflexéo da corrente da distribuigao cabegotes, mecanismo dos balancins, varetas e valvulas limpeza e inspecao Tirar 08 depésitos de carvéo das c&maras de combustéo © das cabecas das véivulas com rasquete e escova de ago, conservando as val- vulas instaladas, a fim de proteger as super- ficie de assentamento das valvulas. Tomar cuidado para nao riscar as superticies para as juntas dos cabegotes. Ap6s retirar as val- ‘vulas, limpar os orificios das guias, com fer- ramenta apropriada. Usar solvente para remo- ‘ver vedador de juntas, suleira e graxa. Examinar os cabagotes quanto a trincas e as superticies usinadas para as juntas, para ve- rificar se apresentam rebarbas ou gomosi- dade. Se os cabegotes estiverem trincados. substitui-los, N&o aplainar nem rebaixar mais que 0.010" as superficies dos cabecotes usi- nadas para as juntas. Retirar as rebarbas & isos com pedra de atiar. grupe & pagina 10 planicidade dos cabecotes Examinar a planicidade das superficies de assentamento dos cabegotes (fig. 10). As espe- cificagdes de planicidade sao de 0,006" no total ou de 0,003" para cada seis polegadas de comprimento. fig. 10 planicidade do cabecote excentricidade dos assentos das valvulas Exeminar @ excontricidade do assento da val vula com um micrOmetro de precisao (ig. 11) Seguir as instrugdes do fabricante do micro- metro; a excentricidade total nao deve exce- der de 0,0025" (limite de desgaste) Inaicodog de omnes a fig. 11 excentricidade. dos assentos das valvulas largura dos assentos das valvulas Medir a largura dos assentos das valvulas (fig. 12), Consulter a secao de especificagses para obter os limites recomendados. ficcla medidas da large de citeno—- / Eo Oo” ov fig. 12 largura dos assentos das valvulas ~etifica das guias das valvulas for necessério retificar wma guia de valvu- 4 (fig. 13) para instalar uma valvula com haste sobremedida, existe a disposicao alargado- res adequados a todas as Sobremedidas pos- siveis. ‘Quando se substituir uma valvula standard por uma valvula com sobremedida, utilizar sempre 08 alargadores em segiiéncia. Retificar sempre 0s assentos das valvulas, apos alargar as guias das valvulas. toraman nats \ fig. 13 retifica das guias das valvulas retifica dos assentos das valvulas A retifica dos assentos das vaivulas deve ser feita em coordenagao com a retifica da face ga valvula, a fim de que o assento acabado possa ficar paralelo a face da valvula, e cen- tralizado. Isto é importante pasa a perfeita vedacao da camara de combustéo. Certificar-se de que as pedras de esmeril do retificador estejam per- feitas. Esmerilar_o assento da valvula a um Angulo de 45° (fig. 14). Retirar somente 0 material suficiente para eliminar picadas, riscos ou para corrigir a excentricidade do assento da valvula, Apés esmerilar o assemto, medit a largura do mesmo (fig. 12). Se necessério, reduzir a largura do assento, a fim de deixé-lo dentro das especificacdes. Se a largura do assento exceder 0 limite ma- ximo, retirar material suficiente do bordo su- perior e/ou bordo inferior, para reduzir a tar- gura as especificacdes (fig. 14). Usar uma pe- dra de esmeril a 30°, para retirar material da parte inferior do assento; usar uma pedra a 60° para retirar material da sua parte superior. © assento da vaivula, acabado, deve fazer contato aproximadamente com 0 centro da face da vélvula, Para determinar se 0 assento da vélvula faz contato com a face, cobrir 0 assento com azul da prissia; em seguida co- locar a valvula em seu alojamento. Fazer a valvula girar com ligeira pressao. Se 0 azul passar para 0 bordo superior da face da valvula, abaixar o assento da vaivula. Se passar para o bordo inferior da face da vaivula, levantar 0 assento da valvula. Apés a retifica das vaivulas e dos assentos, & convenient dar acabamento as. valvulas, com pasta de esmeril de grau médio. Limper rigorosamente a valvula e 0 assento, apos 0 acabamento, com solvente proprio para lim- peza. Soar uma peda de 59 tsar una pedto de 70 fig. 14 retitica os assentos das vaivulas mecanismo das valvulas Na fig. 16 se ilustram 08 pontos de inspegao eas tolerancias das valvulas. impeza e inspegao Retirar 0 carvao e a gomosidade da valvul com uma escova de ago macia ou com politriz. ‘grupo 8 pigina 11 Verticor 0 dismere a Meme constr os especicasbes h 45 tupedice de vedoe8e 0002 T hone es crpenode Neo weivor mas aue 0010 fig. 15 tolerancia das medidas das valvulas Verificar a face e 0 bordo da vélvula quanto a picadas, riscos ou outros deteitos. Inspecio- nar a haste para verificar se esté empenada e se apresenta riscos ou trincas na extremida- ge. Examinar a cabeca da valvula para verifi- car se apresenta sinais de queima ou corro- 840, empenamento ou trincas. Inutilizar as valvulas danificadas. Inspecionar as molas das valvulas, as arruelas retentoras, as chavetas e as luvas, para veri- ficar se esto defeituosas. Inutilizar qualquer pasa defeituosa, excentricidade da face da valvula Examinar a excentricidade da face da valvula (fig. 16). O limite de desgaste para a excen tricidade € 0,002", regist‘o total do micrometro. indicedor de excentricidede fig 16 excentricidade da face da valvula arp 8 pagina 12 folga das hastes das vaivulas Examinar a folga entre a haste e a respectiva guia da valvula, com a ferramenta ilustrada na fig. 17. Instalar a ferramenta na haste da valvula, até assentar totalmente, @ apertar o parafuso de fixagdo. Em seguida, deixar a valvula cair até a ferramenta fazer contato com a superficie ‘superior da guia da vaivuia. Colocar um micrémetro de dial, com cursor da ponta plana, contra a parte central da secao esférica da ferramenta, @ aproximacamente 90° da haste da valvula. Mover a ferramenta para tras a para a frente, ‘um plano paraieio & agao do balancim, & registrar a leitura do indicador, sem levantar ‘a ferramenta da superficie superior da guia da valvula. Dividir a leitura do micrémetro por dois para obler a folga real da haste. © limite de desgaste da haste da valvula de admisséo 6 0,0045" e o da haste da vaivuia de escapamento é 0,0065". Se a folga se apro- ximar do limite de desgaste, testar uma vélvu- la nova, Ferromente SE460-A — Merématra de do! fig. 17 folga da haste da valvula pressao das molas das valvulas Examinar a presséo das molas das valvulas (fig. 18) A pressao exercida pelas molas devera estar dentro dos valores especificados no fim do capitulo, Molas fracas ocasionam funcionamento defi- cliente do motor; portanto, se qualquer mola se aproximar do lime de desgaste, substitui-ia. Aporsihe de fig. 18 préssdo das molas das valvulas altura da mola da valvula, montada Se necessario, corrigir 0 ajuste da tensAo da mola, para perteito luncionamento do motor em alta rotagao; para isto, deve-se medir a altura da mola, montada (fig. 19) fig. 19 altura da mola da valvula montada Usar um compasso para medir a altura, desde a superficie de assento da mola fio cabegote ate a parte inferior da aruela Tetentora’ da mola. Examinar a abertura do compassa con- tra uma escala. esquadramento das molas das valvulas Examinar as molas para determinar seu es quadramento, utilizando um esquadro de aco e@ uma placa de superficie plana (fig. 20) Colvcar 0 esquadro e a mola na posicao ver tical, na extremidade da placa: deslizar a mola para junto do esquadro. Girar a mola ienta- mente e observar o espago entre a espira superior da mola e o esquadro. Se a mola estiver mais que 1/16” fora do esquadro, substitui-la, BAO Mars Boe fig. 20 ajuste dos mancais da Arvore de manivelas e das bielas com “plastigage” Retirar as capas dos mancais. Limpar cuidadosamente 0s munhdes © inspe- cionar as superficies de contato entre os cas- quilhos @ os mancais, removendo qualquer rebarba ou sujidade. Colocar um pedago de fio “plastigage” no munho, deslocando-o aproximadamente 1/4" do centro (tig. 21). fig. 21 colocagae do fio “plastigage” - tipico Instalar a capa do mancal, apertando com o torque especificado. Retirar,em seguida, @ capa do mancal, Medir @ largura do fio com a escala “plastl- gage" (fig. 22) spo @ pagina 12 fig. 22 uso da escala “plastigage” - tipico Verificar se a folga obtida esta dentro das es- Peciticagoes. Depois de colocar o “plastigag a arvore de manivelas. ", nunca girar Utilizar 0 mesmo procadimento pare-os man- cais das bielas. Se o motor estiver instalado no velculo, retirar © carter, a capa do mancal a ser medido e suspender a Arvore de manivelas contra 0 cas- quilho superior, com um macaco. Instalar 0 fio “plastigage" na capa do mancal (fig. 23) procedendo como anteriormente men- cionado. fig. 23 instalagao e medigao com fio “plastigage” — motor instalado no veiculo émbolos limpeza e inspecao Tirar os depésitos de carvéo, dos émbolos. Limpar com solvente a gomosidade das saias dos émbolos, dos pinos dos émbolos e dos anéis. Nao usar solugao custica nem escova de aco, para limpar os émbolos. Limpar as canaletas para os anéis, com um limpador de canaletas (figura 24). Certificar-se de que os orificios de Iubrificacéo estejam limpos. Inspecionar cuidadosamente os émbolos para verificar se hd quebras e se as Salas esto ‘grupo & pagina 14 fig. 24 limpeza das canaletas dos anéis gastas, asperas ou riscadas. Se a parte in- terna inferior das canaletas estiver irregular. substituir 0 émbolo. As canaletas Irreg. “es ocasionarao prendimento no funcionamento dos angis © havera excessiva folga fateral As superficies esponjosas ou estriadas, perto da parte superior do émbolo, s4o causadas geralmente por detonagées ou igni¢ao pre- matura. Superficie brilnante na face de en- costo do émbolo, pode ser causada por uma biela empenada, Substituir émbolos que apresentem sinais de desgaste excessivo, canaletas de anéis com superficie irregular, quebras e/ou danos oca- sionados por pré-ignicao. Examinar a folga entre o émbolo ¢ a parede do cilindra @ a folga lateral dos anéis, seguin- do os procedimentos recomendados. Substituir 08 pinos e émbolos como um con- Junto, se 08 pinos apresentarem sinais de que- bra ou picadas e/ou desgaste. Examinar a folga do pino no émbolo e na bucha da biela. Substituir os anéis, se necessério. Examinar a folga longitudinal e a folga lateral. € con- veniente instalar sempre anéis novos quando se faz um reparo geral no motor. Os anéis no devem ser trocados de um ém- bolo para outro, independentemente do tempo de uso dos mesmos. ajuste do émbolo Existem disponiveis para servico. émbolos nas medidas standard, e sobremedida, para uso em cilindros retificados. Para as medidas dos émbolos sobremedida consultar 0 Catalogo de Pegas, onde constam as medidas disponiveis, © empolo eo bloco devem estar a tem- peratura normal ambiente (21°C), quando se examinar 0 juste do embolo. Apés executar qualquer operagao de acabamento deixar a parede do cilindro esfriar antes de examiner 0 ajuste do émbolo. Calcular a medida do émboio que se vai utili- zat, fazendo um exame do cilindro (fig. 25); em seguida, selecionar o émbolo na medida ‘cor reta, para obler a foiga deseiada. Qvaizacdo ciforonga entre A 8 Gonicidace Gterenca das medidas A Perot do lind. $25 ‘evalizacao @ conicidade dos cilindros Para medir 0 émbolo, utilizar um micrémetro adequado. Medir ¢ didmetro externo do émbo- lo, na linha de centro do furo do pino, e a 90° dessa posicao. Para medir 0 cilindro, utilizar um micro-com- parador preciso, seguindo as instrugdes do fabricante. Medit 0 diametro de cada cilindro na parte superior, no meio e na parte inferior, com o instrumento colocado a 90° da linha central do motor © paralelo a linha central Usar apenas as medidas obtidas a 90° da linha central para calcular a folga entre © émbolo € 0 diémetro interno do cilindro, Depois que a folga-entre os émbolos e os cilindros estiver dentro das especificacdes, marcar cada émbolo com o numero do cilin- dro no qual foi ajustado. Durante a montagem, cada cilindro deveré receber somente 0 émbo- lo correspondente. ajuste dos anéis nos émbolos 1-Selecionar 9 jogo apropriado de anéis pa a dimensao do cilindro, 2-Posicionar os anéis no interior do cllindro onde vao ser usados. 3- Empurrar cada anel para baixo da 4rea onde se encontra 0 desgaste normal do cilindro, 4-Utilizar a cabeca de um émbolo para po- sicionar 0 anel, perpendicularmente a pa- rede do cilindro. Tomar cuidado para nao danificar o anel ou a parede do cilindro. 5-Medir a folga entre as extremidades do ancl, com um calibrador de laminas (fig. 28). Se a folga for maior ou menor que o limite especilicado, experimentar outro jogo de anéis. fig. 26 folga entre as extremidades dos anéis 6- Verificar a folga lateral dos anéis de com- pressao, com um calibrador de laminas, co- locando-o entre o anel e a canaleta do ém- bolo (fig. 27). © calibrador deve deslizar livremente em toda a volta do émbolo, sem haver travamento. tig. 27 folga lateral dos anéis brunimento dos cilindros Se as paredes dos cilindros apresentarem Pequenos defeitos na superficie, porém a coni- cidade e a ovalizacao estiverem dentro dos Ii- mites, 6 possivel retirar as imperfeigges brunin- do 08 cilindros e instalande anéis novos quan- do a folga do émbolo estiver dentro dos limites Para brunir, umedecer com dleo a camada vitrea das paredes dos cilindos e fazer uso de um brunidor comum de mola, munido de pe- dras esmeril de 180 a 220 graos, aclonado por motor eletrico, com reducao para a velocidade media de 300'a $00 rpm. 0 éleo para esse fim,SAE 20 para motor, pode ser misturado com querosene, a 50% grupo 8 pagina 15 Pata dar as paredes 0 acabamento desejado, mover 0 brunidor para cima e para baixo nos cilindros. Vinte a vinte ¢ cinco passadas de pedra & velocidade correta, produzira 0 aca- bamento com um sombreado transversal de aproximadamente 80° no sentido horizontal. Se as passadas forem demasiado lentas, 0 som- breado sera inferior a 30°, naquele sentido. ‘Apés serem brunidos, os cilindros deverdo ser lavados, primeiramente com querosene e, em seguida, com Agua quente e sabao, para asse- gurar a remogao de todas as particulas abra- sivas Se for necessério retificar os cilindros, antes de 0 fazer, colocar todas as capas dos mancais principais, apertando-as com o torque especifi- cado, para que os orificios dos mancais da arvore de manivelas nao se deformem ao ser efetuada 2 operagao de retitica. Retificar os cilindros, primeiramente de acordo com o maximo desgaste, para determinar a sobremedida a que devem ser retificados. Se a maxima sobremedida nao for suficiente para retirar 0 desgaste, substituir 0 bloco. Retificar 0 cilindro 0,015" a menos do que o diametro da sobremedida requerida. isto pro- Porcionaré material suficiente para o bruni- mento. Seguir as instrugdes do fabricante para usar corretamente 0 equipamento de retifica. Apés lavar perteitamente 0 bloco, umedecer a parede dos cilindros com 6leo lubrificante pa- Ta motor. bloco do motor Limpar cuidadosamente o bloco com solvente. Retirar todo o material de juntas velhas das, Tirar os tampdes das passagens de dleo e, em seguida, limpar todas as passagens. Passar ar comprimido nas passagens, orificios dos pa- rafusos, etc. Certificar-se de que os fios de rosca nos orificios para os parafusos, nos ca- becotes, estejam limpos. Sujeira nos fios de Tosca pode ocasionar engripamento e causar leitura errada de torque. Utilizar um macho para corrigir os flos e retirar as sujeiras. ‘Apés limpar 0 bloco cuidadosamente, exami- nar se ha trincas. As pequenas trincas, que nao podem ser vistas a olho nu, podem ser localizadas cobrindo-se a area suspeita com uma mistura de 25% de querosene e 75% de leo fino para motor. Secar a pega e aplicar imediatamente uma camada de 6xido de zinco dissolvido em alcool. Se houver trincas a ca- mada mudaré a cor na area defeituosa. Se 0 bloco estiver trincado, substitui-lo. Verificar se ha rebarbas, gomosidades, trincas ou picadas nas superficies usinadas para as grupo & pégina 16 juntas. Retirar 08 pequenos defeltos com uma pedra de afiar. Examinar a planicidade das superticies do bloco, seguindo o procedimen- to © as especificages recomendadas para os cabegotes. Substituir todos os tampdes do tipo de expan- 840, que apresentarem sinals de vazamentos. Para retirar um tampao do tipo de expansao, fazer um orificio de 1/2" no centro do mesmo @ retiré-lo, conforme ilustrado na fig. 28. furor 0 tamoso com ve brocade V2 fig. 28 remogao do tampao tipo expansaio Limpar cuidadosamente 0 alojamento do tam- po. Cobrir 0 flange do tampao novo com ve- dador resistente 4 agua e instalé-lo, pressio- nando o tampao para dentro até que o flange fique paralelo ou ligeiramente abaixo da su- perficie do bloco (fig. 29). comento 525266860 fig. 29 istalagao do tampao tipo expanso tucho hidraulico Os tuchos hidrdulicos devem ser colocados na mesma ordem em que estavam instalados ori- ginaimente. nepecionar e testar Cada tucho separadamen- ke, para nao misturar os seus componentes. Se qualquer componente estiver danificado, devera ser substituido 0 tucho completo. Limpar culdadosamente todos os componentes com solvente e secé-los com um pano limpo, que nao soite fiapos. Inspecionar todos os componentes e recusar © conjunto completo do tucho, se em qual- quer componente aparecerem marcas, desgas- te excessivo ou sinais de que nao esta girando. Subslituir todo © conjunto se 0 émbolo nao estiver livre no corpo. O émbolo deve cair para 9 fundo do corpo pelo seu proprio peso, quan- do montado seco. Montar 0 tucho e verificar se funciona liyre- mente, empurrando 0 encosto do tucho para baixo, Pode ser feito também um teste hidrau- Nico para daterminar 0 tempo de vazio do tuche, Seguir as instrugées indicadas no item correspondent. tucho mecanico Lavar cuidadosamente os tuchos com solvente @ secd-los com pano limpo, que nao. solte fiapos. Verificar se os tuchos tém escoriacdes ou desgaste. Examinar a base do tucho para ver se ainda esta ligeiramente convexa. Trocar os tuchos que estao com escoriacdes, desgasta- dos ou os que apresentarem base plana. Se a superficie da base estiver gasta, porém lisa © tucho s6 podera ser usado com a arvore mando das valvulas original. Os tuchos devem ser colocados na mesma ordem em que se encontravam originalmente. arvore comando das valvulas Limpar a arvore comando das valvulas com sol- vente e seca-la. Verificar se os excéntricos apresentam picadas, riscos ou sinais de des- gaste anormal. O desgaste dos excéntricos caracteriza-se por picadas em toda a super- ci@ do ressalto, Picadas leves néo sao prejudiciais ao funcio- namento da arvore comando das vaivulas, por- tanto, no se deve substitui-la a ndo ser quan- do 0 desgaste exceder o especificado, Quando se suspeitar de desgaste em um ex: céntrico da arvore comando das valvulas, de- ve-se _medi-lo. colocando um micrémetro na parte superior do excéntrico e comparando a medida do circulo base (fig. 30), Para medir 2 alcamento sem desmontar a ar vore do comando, ver instrugdes & pag. 6. arvore de manivelas Limpar a arvore de manivelas com solvente, ‘em seguida passar ar comprimido em todas as passagens de éleo lubrificante. Verificar se 0s munhées principais e de bielas apresentam trincas, riscos, sulcos ou picadas. Retirar 08 defeitos menores com uma pedre de afiar. Retificer os munhdes seriamente danificados. fig. 30 medida go algamento do excéntrico da arvore Mesir 0 diametro de cada munhao pelo menos em quatro pontes diferentes para determinar ovalizagao. conicidade ou sobremedida (fig. 31) os A MEMOS C4 EOS © OvALEAEAO PLAIAIAR 05 DOI LABOE 20 meNHIKO fig. 31 3 mediaas do munhao da arvore de manivelas Se a medida dos munhdes aproximar-se dos limites de desgaste, eles devem ser retiticados para a sobremedida seguinte. ‘grupo 8 pagina 17 volante do mstor Inspecionar 0 \<' te para verificar se tem trincas, marcas de aquecimento ou outros de- feitos que o inutilizem para o uso. Retificar a superficie do volante se estiver com escoria- Bes ou desgaste provocada prio disco da embreagem. Se for necessdrio remover mais do que 0,045” de material da espessura origi- nal do volante, substitul-lo. inapecionar a cremalheira para verificar se esta desgastada. Se houver dentes danificados, a cremalheira deverd ser substituida Com o volante montado na arvore de mani velas, verificar 0 empenamento da face, de acordo com 0 procedimento indicado no item correspondente. No caso de TRANSMISSAO AUTOMATICA, se © volante ou a cremalheira estiverem danifi- cados, substituir 0 conjunto volante-crema- Ineira. bielas Remover os casquilnos da biela e da capa; identifica os que vao ser usados novamente. Limpar a biela e os casquilhos com solvente. Néo utilizar solugao limpadora céustica. Inspecionar cuidadosamente as bielas, para verificar se esto de acorde com as especifi- cagoes. Varios tipos de desgaste de motor, por bielas deficientes, sao faciimente identi- ficados., A superficie brilhante, em um ou outro lado do alojamento do pino no émbolo, normalmen- te indica que a biela esta empenada. © desgaste anormai da mancal da biela pode ser causado por biela empenada, dano ou re- tifica imperfeita do colo, ou por cor do furo da biela. mECADO POR SURDADE FALTA DE WU ‘Suiidedes mento entro de, material Q moterial oe So" canquito. Sesopereces po ace (COMIEIDADE DO MUNMAD © material de coberuro Serapareees competorente Since resis fig. 92 falas dos casquilhos grupo § pagina 18 (MOVIMETO RADIAL Bielas torcidas nao produzem desgaste tacil- mente identificavel; entretanto, as muito tor- cidas, alteram 0 funcionamento do émbolo, anéis, Dielas e produzem um consumo exces. sivo de 6leo. Inspecionar_ a biela para verificar sinais de fraturas @, 0s furos dos mancais, para ver se estao ovalizados ou cénicos. Seo furo exce- der o limite recomentada ou a biela estiver trincada, deverd ser trocada. Medir 0 diametro interno do furo da biela para © pino do émbolo. Se o furo for maior que o especificado, instalar um pino de 0,001" de sobremedida. Primeiro fazer o ajuste da pino de sobremedi- da no furo, alargando ou brunindo 9 émbolo para ser obtida a folga especiticada. Nao é necessério alargar ou brunir 0 furo da biela Substituir os paratusos e porcas da biela que estiverem deficientes. Verificar se as bielas esto tortas ou torcidas, com um dispositive para verificar alinhamento. Seguir as instrucdes do fabricante do dispo- sitivo. Verificar a folga lateral da biela Casquilhos principais e casquilhos das bielas Limpar 0s encaixes e as capas dos casquilhos, culdadosamente. Inspecionar meticulosamente cada um dos casquilhos. 05 casquilhos que apresentarem a superficie riscada, gasta ov com sulcos, devem ser subs- tituidos. A fig. 82 ilustra exemplos tipicos de falhas de casquilhos e suas cavsas. Examinar com “plastigage” a folga dos casquilhos con- siderados satistatérios. IREAGAO ASSENTAMENTO MCORRETO Secgdes brates (potion) coberw FAUNA POR CANEAGO. oniicior ajuste de casquithos novos Os casquithos de biela sdo disponiveis para servigo em medidas standard e sobremedidas, para uso com munhées retificados. Os cagquilhos standard se identificam me- diante uma pinta de cor vermelha ou azul. Os casquilhos vermethos aumentam a folga (98 azuis diminuem. substituicao dos casquilhos da biela (motor no chassi) 1-Tirar 0 carter. Tirar a capa do mancal da ila na qual vao ser colocados casquilhos novos. Empurrar o émbolo para a parte su- perior do cilindre; em sequida, tirar 0s cas quilhos superior é inferior. 2-Limpar 0 munhdo da drvore de manivelas, e 08 alojamentos dos casquilhos. Quando se substituem casquilhos, deve-se primeira obter a folga correta com duas metades de casquilho azul 3-Instalar os casquilhos novos na biela ¢ na capa. Examinar a folga dos casquilhos usan- do “plastigage”. Se a folga estiver satista- toria, aplicar uma leve camada de dleo para motor nos munhées e casquilhos; em se- guida, instalar a capa do mancal da biela. Apertar as porcas com o torque especifi- cad, 4+ Repetir 0 procedimento para as bielas res tantes que necessitem casquilhos novos. 5-Apés substituir os casquilhos necessarios, instalar 0 carter. Abastecer o cérter; em se- guida, fazer © motor funcionar e testar a pressao do dleo. Verificar se ha vazamentos de dleo lubrificante ou agua. instalacao de émbolos e bielas (motor no chassi) 1-Lubrificar os anéis do émbolo, os émbolos © as paredes dos cilindros com dleo lubri- ficante para motor. Certificar-se de instalar os émbolos nos mesmos cilindros dos quais foram retirados 0u aos quais foram ajusta- dos. Os conjuntos de bielas e capas de mancais de bielas sdo numerados de 1a 4 no lado direito, e de 5 a 8 no lado esquerdo. comecando pela frente do motor. Os nume- ros na biela e na capa do mancal da biela devem estar no mesmo lado, quando forem instalados no cilindro, Se for instalado um Conjunto nove de bieia e capa do mancal, marcar a biela e a capa com o numero correspondente ao cilindro em que vao ser instalados. 2-Certificar-se de que as folgas entre pontas dos anéis estejam espagadas corretamente a0 redor da circunferéncia do émbolo. 3-Instalar uma cinta compressora de anéis de &mbolo e empurrar 0 émbolo para den- tro do cilindra,com 0 auxilio de um cabo de martelo, até que © émbolo fique ligeira- mente abaixo da superficie do bloco fig. 33). Tomar o cuidado de guiar as bielas, para evitar danos aos munhdes da arvore de manivelas. Instalar o émbolo com a ra~ nhura da cabeca voltada para a frente do motor. Quando as bielas estiverem instala~ das, os engastes de seguranga dos casqui- Ihos devem ficar voltados para a parte externa do motor. fig. 33 4-Examinar 2 folga do casquilho usando “plastigage”’ Se a folga estiver satistatoria, aplicar uma leve camada de dleo para motor aos mu- nhées @ casquilhas. Girar 0 munhao da ar- vore de manivelas até 2 parte inferior ce seu curso; em seguida,empurrat o émbolo para baixo até que o casquilho da biela se assente no munhéo. 5 -Instalar a capa do mancal da biela, em se- guida apertar as porcas com o torque espe- cificado. 6-Apds instalar os conjuntos de embolo e biela, examinar a folga lateral das bielas, 7- Instalar 0 carter, os cabegotes e pegas cor relatas. Abastecer a carter com a quantidade certa de lubrificante recomendado. Abastecer 0 sistema de arretecimento. Fazer o motor funcionar em marcha lenta acelerada. Cer- tificar-se de que a pressao de oleo esté correta e de que o motor ndo superaquece. Verificar se hd vazamento de oleo lubrifi- cante e de agua ‘grupo 8 pagina 19