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Mostrar a importância dos fatores de segurança. Determinar tensões admissíveis. Apresentar métodos teóricos e empíricos.
Mostrar a importância dos fatores de segurança. Determinar tensões admissíveis. Apresentar métodos teóricos e empíricos.
Mostrar a importância dos fatores de segurança.
Determinar tensões admissíveis.
Apresentar métodos teóricos e empíricos.
Carregamento em Ensaio de Carga Estática Fonte: engenhariacivil.com

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Ao encontrarmos a capacidade de carga de todos os elementos isolados de uma fundação direta, constatamos

Ao encontrarmos a capacidade de carga de todos os elementos isolados de uma fundação direta, constatamos que a mesma não é constante por conta das propriedades inerentes ao solo. Sendo assim, devemos adotar o valor médio, para cada região representativa, caracterizadas geotecnicamente, de acordo com a NBR 6122/2010.

rmed

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a rmed = F s F r s Tensão admissível a rmed F s Capacidademédiadecarga Fator

a

rmed

=

F

s

F r s
F
r
s

Tensão admissível

 

a

 

rmed

F

s

Capacidademédiadecarga

Fator desegurança

númeromaior queum .

Fonte: engenhariacivil.com

Após obter a tensão admissível para todas as regiões representativas da obra é necessário verificar a

Após obter a tensão admissível para

todas as regiões representativas da obra

é necessário verificar a ocorrência de

r

l

i

eca ques excess vos.

a a
a
a

a

a

Tensão admissível

Re

calque associadoa tensãoa

dim

issível

Re

calqueadmissível

.

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Definição de tensão admissível “tensão adotada em projeto que, aplicada ao terreno pela fundação superficial ou

Definição de tensão admissível

“tensão adotada em projeto que, aplicada ao terreno pela fundação superficial ou pela base do tubulão, atende com coeficientes de segurança predeterminados, aos estados- limites último (ruptura), e de serviço (recalques, vibrações etc.)”

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Definição de tensão admissível “a grandeza fundamental para o projeto de fundações diretas é a determinação

Definição de tensão admissível

“a grandeza fundamental para o projeto de fundações diretas é a determinação da tensão admissível, se o projeto for feito considerando coeficiente de segurança global” e que essa tensão “deve obedecer simultaneamente aos estados-limites últimos (ELU) e de serviço (ELS), para cada elemento de fundação isolado e para o conjunto.

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Verificação do estados-limites últimos (ELU) – fator de segurança global aplicado ao valor médio de capacidade

Verificação do estados-limites últimos (ELU) – fator de segurança global aplicado ao valor médio de capacidade de carga.

Verificação do estado-limite de serviço (ELS) – limitaçao dos recalques ao valor admissível fixado em projeto.

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Definição de tensão admissível O valor-limite de serviço para uma determinada deformação é o valor correspondente

Definição de tensão admissível

O valor-limite de serviço para uma determinada deformação é o valor correspondente ao comportamento que cause problemas como, por exemplo, trincas inaceitáveis, vibrações ou comprometimentos à funcionalidade plena da obra. O valor-limite ultimo é referente ao estágio final de ruptura.

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Definição de tensão admissível “para o caso do projeto de fundações ser desenvolvido em termos de

Definição de tensão admissível

“para o caso do projeto de fundações ser desenvolvido em termos de fator de segurança global, devem ser solicitados ao projetista estrutural os valores dos coeficientes pelos os quais as solicitações em termos de valores de projeto devem ser divididos, em cada caso, para reduzi-las às solicitações características.

Fonte: engenhariacivil.com

Após determinação da tensão admissível da fundação, e conhecida a força vertical, que cada pilar vai
Após determinação da tensão admissível da
fundação, e conhecida a força vertical, que
cada pilar vai aplicar no topo da sapata ou
tubulão, podemos determinar a área da base
da sapata ou tubulão, tal que:
P
P
i
i
A
a
b
A
b
a
Fonte: engenhariacivil.com
Após determinação da tensão admissível da fundação, e conhecida a força vertical, que cada pilar vai
Após determinação da tensão admissível da
fundação, e conhecida a força vertical, que
cada pilar vai aplicar no topo da sapata ou
tubulão, podemos determinar a área da base
da sapata ou tubulão, tal que:
P
P
i
i
A
a
b
A
b
a
Fonte: engenhariacivil.com
Existem gráficos que relacionam a largura da base de sapatas e diâmetro de tubulões a tensão

Existem gráficos que relacionam a largura da base de sapatas e diâmetro de tubulões a tensão admissível, que facilita a definição da tensão admissível para todos as sapatas e tubulões de uma área representativa.

Fonte: engenhariacivil.com

Procedimentos para determinação da tensão admissível em fundações por sapata a partir do ELU. A NBR

Procedimentos para determinação da tensão admissível em fundações por sapata a partir do ELU. A NBR 6122/2010 (item 7.3) prescreve a utilização e interpretação de um ou mais dos três serviços abaixo:

Prova de carga em placa.

Métodos teóricos.

Métodos semi-empíricos.

Fonte: engenhariacivil.com

Para à verificação do ELS, o item 7.4 preconiza que a tensão admissível “é o valor

Para à verificação do ELS, o item 7.4 preconiza que a tensão admissível “é o valor máximo da tensão aplicada ao terreno que atenda às limitações de recalque ou deformação da estrutura”.

Fonte: engenhariacivil.com

Métodos teóricos: NBR 6122/2010 item 7.3.2 Na ausência de prova de carga assume-se 3 para o

Métodos teóricos: NBR 6122/2010 item 7.3.2

Na ausência de prova de carga assume-se 3 para o fator da segurança global.

Calcula-se o valor médio da capacidade de carga pela fórmula de Terzaghi.

a

= r F 3,0 r s
=
r
F
3,0
r
s

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Métodos teóricos: NBR 6122/2010 item 7.3.3 Métodos que realcionam resultados obtidos em ensaios, SPT, CPT etc.

Métodos teóricos: NBR 6122/2010 item 7.3.3

Métodos que realcionam resultados obtidos

em ensaios, SPT, CPT etc. com tensões

a

dmí

i

i

ss ve s.

O fator de segurança se necessário é 3,0.

Geralmente o valor da tensão admissível já é

fornecido implicitamente com o fator de

segurança.

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Por Teixeira (1996) N SPT + q ( MPa ) 5 N 20 a SPT 50
Por Teixeira (1996)
N
SPT
+
q
(
MPa
)
5
N
20
a
SPT
50
N SPT é o valor médio do bulbo de tensões e a
parcela correspondente à sobrecarga q pode
não ser considerada.
Fonte: engenhariacivil.com
Por Mello (1975) = 0,1 ( N 1 ) ( MPa ) 4 N 16 a
Por Mello (1975)
=
0,1
(
N
1
)
(
MPa
)
4
N
16
a
SPT
SPT
Teixeira (1996): sapatas quadradas de lado B ,
apoiadas a 1,5 m de profundidade, em areia
com peso específico de 18 KN/m 3 e ângulo
interno
.
=
20
N
+
15º
SPT
N
=
0,05
+
(1
SPT
+
0,4
B
)
(
MPa
)
a
100
Fonte: engenhariacivil.com
Fonte: engenhariacivil.com ( 100 0,05 MPa 0,4 (1 SPT N B + + ) ) =
Fonte: engenhariacivil.com ( 100 0,05 MPa 0,4 (1 SPT N B + + ) ) =
Fonte: engenhariacivil.com
(
100
0,05
MPa
0,4
(1
SPT
N
B
+
+
)
)
=
a
Por Texeira e Godoy (1996). a = q C 4,0 10 MPa (em argila) a =

Por Texeira e Godoy (1996).

a

=

q

  • C 4,0
    10

MPa

(em argila)

a

=

q

  • C 4,0
    15

MPa

(em areia)

Em que q C é o valor médio no bulbo de

tensões, com

q

  • c

1,5

MPa

.

Fonte: engenhariacivil.com

Segundo item 7.3.1 da NBR 6122/2010 a tensão admissível pode ser determinada pelo ensaio de prova

Segundo item 7.3.1 da NBR 6122/2010 a

tensão admissível pode ser determinada pelo

ensaio de prova de carga em placa, de acordo

com a norma ABNT NBR 6489 .

Fonte: engenhariacivil.com

0 8 , t t a li b d d ase a) Interpretação da curva tensão
0 8 , t t a li b d d ase a) Interpretação da curva tensão
0 8
,
t
t
a
li
b
d
d
ase
a) Interpretação da curva tensão x recalque
d =
m) na co a
recalque.
a sapa a e ap ca-se
Obtem-se a curva tensão deformação.
carga em intensidade variadas, medindo-se o
Ensaio regulado por NBR 6489/1984 da ABNT.
Instala-se uma placa (circular, rígida e de aço e

Fonte: engenhariacivil.com

Ruptura nítida em 160 kPa a r 2 Fonte: engenhariacivil.com

Ruptura

nítida em

160 kPa

a

r

2

Ruptura nítida em 160 kPa a r 2 Fonte: engenhariacivil.com

Fonte: engenhariacivil.com

b) Critério de Boston ser abertas, Teixeira e Godoy (1996): a tensão f l é í

b) Critério de Boston

ser abertas, Teixeira e Godoy (1996): a tensão f l é í em unç 2 recalque
ser abertas, Teixeira e Godoy (1996): a tensão
f
l é
í
em unç
2
recalque de 10 mm e 25 mm.
que as curvas tensão x recalque costumam
Para o caso de prova de cargas em areias, em
ã
10
25
 
 
o a
m t n
a
o
a
m ss ve
a tens
o-se
i i
i
d
d
d
d
ã

Fonte: engenhariacivil.com

Ruptura no ponto em que a curva se transforma em linha reta = 144 kPa 10
Ruptura no
ponto em que
a curva se
transforma
em linha reta
= 144 kPa
10
 
a
25
 
2
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NBR 6122/2010 item 7.4 “ As tensões admissíveis devem também atender ao estado-limite de serviço”, nesse

NBR 6122/2010 item 7.4

“ As tensões admissíveis devem também atender ao estado-limite de serviço”, nesse caso, a tensão admissível “é o valor máximo da tensão aplicada ao terreno que atenda às limitações de recalque ou deformações da estrutura”.

Fonte: engenhariacivil.com

NBR 6122/2010 item 7.4 Para os métodos teóricos e semiempíricos a tensão admissível não d eve

NBR 6122/2010 item 7.4

Para os métodos teóricos e

semiempíricos a tensão admissível não

  • d eve u trapassar o reca que a

l

l

d

í

l

miss ve ,

calculado por métodos analíticos.

Para o ensaio de placa, o recalque

extrapolado não deve atingir o recalque

admissível.

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NBR 6122/2010 item 7.4 Similarmente, a tensão admissível deve atender o estado-limite ultimo (ELU) e o

NBR 6122/2010 item 7.4

Similarmente, a tensão admissível deve

atender o estado-limite ultimo (ELU) e o

d

l

d

esta o- imite

e serviço (ELS).

Pra verificação do ELU são normatizados

os mesmo procedimentos utilizados na

sapata.

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Métodos teóricos: NBR 6122/2010 item 7.3.2 a r = F s r 3,0 Esses métodos não

Métodos teóricos: NBR 6122/2010 item 7.3.2

a

r

=

 

F

s

r

Métodos teóricos: NBR 6122/2010 item 7.3.2 a r = F s r 3,0 Esses métodos não

3,0

Esses métodos não funcionam de forma

satisfatória para tubulões.

Consultar Albiero Cintra (1996).

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Por Teixeira (1996) N SPT + q ( MPa ) 5 N 20 a SPT 50
Por Teixeira (1996)
N
SPT
+
q
(
MPa
)
5
N
20
a
SPT
50
N SPT é o valor médio do bulbo de tensões e a
parcela correspondente à sobrecarga q é
significativa para tubulões.
Fonte: engenhariacivil.com
Por Teixeira (1996) N SPT + q ( MPa ) 5 N 20 a SPT 50
Por Teixeira (1996)
N
SPT
+
q
(
MPa
)
5
N
20
a
SPT
50
N SPT é o valor médio do bulbo de tensões e a
parcela correspondente à sobrecarga q é
significativa para tubulões.
Fonte: engenhariacivil.com
Por Alonso (1983) N SPT ( MPa ) 6 N 18 a SPT 30 N SPT
Por Alonso (1983)
N
SPT
(
MPa
)
6
N
18
a
SPT
30
N SPT é o valor médio do bulbo de tensões.
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Por Costa Nunes e Velloso (1960). a = q C q , c 6 a 8

Por Costa Nunes e Velloso (1960).

a

=

q

  • C q

,

c

6 a 8

10

MPa

Nesse caso, não há diferenciação entre

areias e argilas.

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Método Aoki-Velloso (1975) q KN spt c = ou = r r F F 1 1
Método Aoki-Velloso (1975)
q
KN
spt
c
=
ou
=
r
r
F
F
1
1
 q
resistência deponta doensaiodocone
c
N
índicedepenetraçãonoensaioSPTà cota da base
spt
emque
F
fator detransformaçãoadmensional
1
igual a
3
paraestacaescavada
 K
coeficientequedependedotipodesolo tab
(
.4.1)
Fonte: engenhariacivil.com
Método Aoki-Velloso (1975) a = r 3

Método Aoki-Velloso (1975)

a

=

r

3

Método Aoki-Velloso (1975) a = r 3
Método Décourt-Quaresma (1978) = C N r p  fator de redução (tab 4.2)  emque
Método Décourt-Quaresma (1978)
=
C N
r
p
fator de redução (tab 4.2)
emque
C
coeficiente característico do solo ( tab 4.3).
N
valor médio N
nabasedaestaca
(3
valores
)
p
spt
r
a
4
Fonte: engenhariacivil.com
Método Décourt-Quaresma (1978) Fonte: engenhariacivil.com

Método Décourt-Quaresma (1978)

Método Décourt-Quaresma (1978) Fonte: engenhariacivil.com

Fonte: engenhariacivil.com

d t t i l l e e a a o ã d Fonte: engenhariacivil.com d
d t t i l l e e a a o ã d Fonte: engenhariacivil.com d
d
t
t
i
l
l
e
e
a
a
o
ã
d
Fonte: engenhariacivil.com
d
d
cu
ld
difi
con a
ns a aç
a p aca a
placa é pouco utilizada.
essa profundidade, essa prova de cargas em
Pode ser utilizado os mesmo critério visto para
sapata à profundidade da base do tubulão. Por
NBR 6122/2010 item 7.4 “ As tensões admissíveis devem também atender ao estado-limite de serviço”, nesse

NBR 6122/2010 item 7.4

“ As tensões admissíveis devem também

atender ao estado-limite de serviço”,

nesse caso, a tensão admissível “é o

valor máximo da tensão aplicada ao

terreno que atenda às limitações de

recalque ou deformações da estrutura”.

Fonte: engenhariacivil.com

NBR 6122/2010 item 7.4 Para os métodos teóricos e semiempíricos a tensão admissível não d eve

NBR 6122/2010 item 7.4

Para os métodos teóricos e

semiempíricos a tensão admissível não

  • d eve u trapassar o reca que a

l

l

d

í

l

miss ve ,

calculado por métodos analíticos.

Para o ensaio de placa, o recalque

extrapolado não deve atingir o recalque

admissível.

Fonte: engenhariacivil.com

NBR 6122/2010 item 9.1 O solo de apoio de sapatas e tubulões deve ser aprovado por

NBR 6122/2010 item 9.1

O solo de apoio de sapatas e tubulões

deve ser aprovado por engenheiro antes

  • d a concretagem. Em caso

d

e

vi

d

a,

devem ser programadas provas de

cargas em placas, que simulem o

comportamento desses elementos,

desde que se considere o efeito escala.

Fonte: engenhariacivil.com

Sapata quadrada: largura, adotando recalque admissível 2,10 a 4,10 m de ρ a =40 mm. 1)
Sapata quadrada: largura, adotando recalque admissível 2,10 a 4,10 m de ρ a =40 mm. 1)
Sapata quadrada:
largura, adotando
recalque admissível
2,10 a 4,10 m de
ρ a =40 mm.
1) Dados:
Sapata quadrada: largura, adotando recalque admissível 2,10 a 4,10 m de ρ a =40 mm. 1)

Fonte: engenhariacivil.com

FS f B f B ( ( Por Terzaghi diâmetro sapata diâmetro placa ELS _ recalque:
FS f B f B ( ( Por Terzaghi diâmetro sapata diâmetro placa ELS _ recalque:
FS
f
B
f
B
(
(
Por Terzaghi
diâmetro sapata
diâmetro placa
ELS _ recalque:
)
)
ELU – tensão:
ok !
2
f
f
n =
= n
p
p
a
a
=
=
FS f B f B ( ( Por Terzaghi diâmetro sapata diâmetro placa ELS _ recalque:

Fonte: engenhariacivil.com

Sapata quadrada recalque adm 1,40 a 3,50 m Es em Mpa ρ a =25 mm 2)
Sapata quadrada recalque adm 1,40 a 3,50 m Es em Mpa ρ a =25 mm 2)
Sapata quadrada
recalque adm
1,40 a 3,50 m
Es em Mpa
ρ a =25 mm
2) Dados:
Es=6+2z
z em m

Fonte: engenhariacivil.com

2     ELU - Tensão Por Terzaghi 25 10  Por Terzaghi 2
2     ELU - Tensão Por Terzaghi 25 10  Por Terzaghi 2
2
 
 
ELU - Tensão
Por Terzaghi
25
10
Por Terzaghi
2
a
a
r
2     ELU - Tensão Por Terzaghi 25 10  Por Terzaghi 2
linearmente não homogêneo . ! ok + kz Aplicável às areias e a solos (2005) –
linearmente não homogêneo . ! ok + kz Aplicável às areias e a solos (2005) –
linearmente não homogêneo .
!
ok
+ kz
Aplicável às areias e a solos
(2005) – meio elástico
c-Ф desde que o seu módulo
equação:
de deformabilidade satisfaça a
diâmetro placa
ELS - Correlações Cintra
)
E 0 (
k
m
(
(
p
B
S
0
a
p
n =
f
=
B
f
Encontra-se :
E
= E
)
)
diâmetro sapata
VELLOSO, Dirceu de Alencar; LOPES, Francisco de Rezende. Fundações. São Paulo: Oficina de Textos, 2004. v1

VELLOSO, Dirceu de Alencar; LOPES, Francisco de Rezende.

Fundações. São Paulo: Oficina de Textos, 2004. v1

CINTRA, José Carlos A., AOKI, Nelson, ALBIERTO, José

Henrique, Fundações Diretas, v.2, Oficina de textos.

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Disciplina: Fundações e Contenções

Profa. Ivana Barreto Matos

"Não existe vento favorável para aquele que não sabe para onde vai. (Arthur Schopenhauer)
"Não existe vento favorável para
aquele que não sabe para onde vai.
(Arthur Schopenhauer)