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Laboratório Contábil e Tributário I Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 01

Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos
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Aula 01: O que é Laboratório Contábil e Tributário? Objetivo : Apresentar a legislação básica

Aula 01: O que é Laboratório Contábil e Tributário?

Objetivo: Apresentar a legislação básica tributária e os principais tipos de sociedade, e introduzir o aluno no ambiente da prática contábil e tributária.

Introdução

Você chegou ao terceiro semestre! Desejamos a você boas-vindas e que aproveite os benefícios que esta disciplina contém. Nas aulas existem exercícios. Faça-os a fim de treinar e verificar seu grau de aprendizagem, pois eles proporcionam uma maneira de você se autoavaliar. Eles foram elaborados para estimular você a pensar, analisar e obter respostas, pois, na contabilidade, não existe resposta-padrão, o que existe é conhecimento e é por meio de exercícios que você o obterá. Então vamos obter este conhecimento! O que vem a ser Laboratório Contábil e Tributário? É uma disciplina que consiste em iniciar o aluno à prática da Contabilidade: conhecer um sistema contábil que é utilizado em grande parte dos escritórios de Contabilidade e várias empresas, industriais, comerciais e de serviços. Também iniciaremos você, aluno, no mundo fiscal e tributário, começando pelo sistema mais simples existente no Brasil, que é o sistema tributário Simples Nacional. Ele é um regime tributário diferenciado, simplificado, destinado às micro e pequenas empresas, está amparado na Lei Complementar nº 123/2006 de 14 de dezembro de 2006. É administrado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, que tem, para auxiliá-lo, a Secretaria Executiva do Simples Nacional. Além disso, elaboraremos uma folha de pagamento, na qual constarão salários, descontos, abatimentos, adicionais, provisões, etc. Esta disciplina abrangerá tudo o que você viu até aqui, consolidando as matérias do primeiro, segundo e do próprio terceiro semestre.

Legislação

Legislação A legislação que utilizaremos nesta disciplina será para dar sustentação aos atos da matéria e

A legislação que utilizaremos nesta disciplina será para dar sustentação aos

atos da matéria e é composta por:

O Regulamento do imposto de renda de 1999 e seus adendos ou leis complementares.

O

Código Civil brasileiro, Lei nº 10,406/02, de 10 de janeiro de 2002, do artigo

997 ao 1077, sobre elaboração do contrato social.

A

Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, que diz respeito aos nossos

direitos civis, e ao artigo 7º, que diz respeito aos nossos direitos trabalhistas.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e suas alterações.

A Lei nº 6404/76 Lei das S/A e a Lei nº 123/2006.

Estatuto nacional da microempresa e da empresa de pequeno porte e suas alterações.

Plano de aulas

A seguir, você encontrará o plano de aulas, ou seja, as próximas aulas que

estudaremos:

Forma de tributação, simples nacional, o que é e seus principais objetivos.

Micro e pequena empresa o que são?

Tributos abrangidos pelo simples nacional.

A

opção para o simples nacional.

Sublimites do simples nacional.

Cálculo do simples nacional.

Abertura de uma empresa.

Elaboração de um contrato social e de aluguel.

Pesquisa de mercado.

Registro nos órgãos públicos.

Folha de pagamento, cálculo e contabilização.

Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física.

Plano de contas contábeis.

Movimentação da empresa (fatos contábeis).

Operando o Sistema Contmatic Phoenix.

Sistema Contábil.

Escrita Fiscal básica.

Sociedades: aspectos gerais

 Escrita Fiscal básica. Sociedades: aspectos gerais Veremos a seguir alguns tipos de sociedades existentes no

Veremos a seguir alguns tipos de sociedades existentes no Brasil, de acordo com o Código Civil de 2002, Lei nº 10 406 de 10 de janeiro de 2002, artigos 981 ao

1141.

Sociedade em comum

São sociedades que ainda não têm seus atos constitutivos inscritos na junta comercial ou outro órgão responsável pelo registro.

Sociedade em conta de participação

É a sociedade formada entre o sócio ostensivo, uma empresa e os sócios participantes (investidores) para a realização de determinado negócio. O sócio ostensivo fica responsável perante terceiros pelas obrigações da sociedade, sendo o sócio participante responsável somente perante o sócio ostensivo. Assim, para terceiros (fornecedores, funcionários e órgão públicos), somente existem o sócio ostensivo e a sociedade somente tem valor entre os sócios. Esse tipo de sociedade não necessita de registro, basta somente o contrato entre os sócios e qualquer registro que tenha não lhe confere personalidade jurídica. Em resumo, a sociedade em conta de participação é a união formada por uma empresa que seria o sócio ostensivo e os sócios participantes que entram com certo investimento, para a realização de um negocio. A participação dos sócios deve ser controlada em conta especial e após apurados os resultados, este será distribuído de acordo com participação de cada sócio.

Sociedade simples

Sociedade simples São constituídas com a finalidade de prestação de serviços. Devem ter seus atos constitutivos

São constituídas com a finalidade de prestação de serviços. Devem ter seus atos constitutivos registrados nos órgãos de registro. São regidas por normas próprias das Sociedades Simples de acordo com o Estabelecido no Código Civil Brasileiro de 2002.

Sociedade em nome coletivo

São sociedades formadas unicamente por pessoas físicas, sendo que os sócios respondem solidariamente e ilimitadamente pelas obrigações da sociedade, entre si, os sócios podem limitar as suas responsabilidades no contrato social. Esta sociedade é regida pelo Código Civil Brasileiro de 2002.

Sociedade em comandita simples

É formada por dois tipos de sócios: os comanditados, pessoas físicas, responsáveis solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais, e os comanditários, obrigados somente pelo valor da sua quota. neste tipo de contrato, devem ser descriminados os sócios comanditados e os comanditários. Estes últimos não podem praticar atos em nome da sociedade nem ter seus nomes como parte da firma social, sob pena de ficarem sujeitos à responsabilidade dos sócios comanditados.

Sociedade limitada

Esta é forma mais comum de sociedade; nela, a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas de capital social, mas todos os sócios respondem solidariamente pela integralização do capital social. Ela é regida pelas normas das sociedades simples, podendo os sócios preverem sua regência supletiva pelas normas das sociedades anônimas. Os sócios podem designar administradores não sócios mediante instrumento que deverá ser arquivado junto aos atos constitutivos. Poderão, ainda, os sócios constituírem um conselho fiscal composto por sócios ou não.

Sociedade anônima

Sociedade anônima Na sociedade anônima ou companhia, o capital é divido em ações. Obrigam- se cada

Na sociedade anônima ou companhia, o capital é divido em ações. Obrigam- se cada sócio ou acionista somente pelo preço de emissão das ações que subscrever ou adquirir. Ela é regida pela Lei Especial (Lei nº 6 404/76), além de possuir normas, regulamentos e obrigações acessórias muito complexos, sendo utilizadas principalmente por grandes corporações; as empresas menores, que necessitam de maior agilidade nas tomadas de decisões, preferem a sociedade limitada, que ainda é bem mais simples, mesmo com as alterações introduzidas pelo Código Civil Brasileiro de 2002.

Sociedade em comandita por ações

Este tipo de sociedade tem o capital dividido em ações, regendo-se pelas normas relativas à sociedade anônima e opera sob firma ou denominação. Somente o acionista tem qualidade para administrar a sociedade e, como diretor, responde subsidiária e ilimitadamente pelas obrigações da sociedade. Os diretores são nomeados no ato constitutivo da sociedade, sem limitação de tempo, e somente poderão ser destituídos por deliberação de acionistas que representem no mínimo dois terços do capital social.

Sociedade nacional

É a que tem sua constituição levada a efeito de acordo com as leis brasileiras, e tem sua sede no País. A mudança da nacionalidade de sociedade brasileira é condicionada ao consentimento unânime dos sócios ou acionistas.

Sociedade estrangeira

Para funcionar no Brasil, sendo irrelevante a atividade que pretenda explorar, sempre dependerá de autorização do Poder Executivo. Sem essa autorização, referidas sociedades não poderão ser constituídas.

Existem ainda alguns aspectos que devem ser conhecidos:  Nome empresarial: é a firma ou

Existem ainda alguns aspectos que devem ser conhecidos:

Nome empresarial: é a firma ou a denominação adotada por meio da qual a sociedade empresária é conhecida no meio em que atua.

Firma: na técnica mercantil, entende-se o nome instituído por um comerciante ou por uma sociedade comercial para sobre ela fazer girar todos os negócios. Nesse sentido, compreendendo tanto a firma individual quanto a firma coletiva, firma social ou razão social, é tomada em acepção ampla, distinguindo-se da denominação.

Denominação: é o título ou o nome indicativo do estabelecimento, enquanto a firma é o nome da pessoa, física ou jurídica, sob cuja responsabilidade funcional o estabelecimento comercial ou industrial executa todos os negócios a eles inerentes. Equipara-se ao nome empresarial, para os efeitos da proteção da lei, a denominação das sociedades simples, associações e fundações. Dessa forma, a denominação deve designar o objeto da sociedade, sendo permitido nela figurar o nome de um ou mais sócios.

Estabelecimento: é todo complexo de bens organizado, para exercício da empresa, por empresário ou por sociedade empresária.

da empresa, por empresário ou por sociedade empresária. * O QR Code é um código de
da empresa, por empresário ou por sociedade empresária. * O QR Code é um código de

* O QR Code é um código de barras que armazena links às páginas da web. Utilize o leitor de QR Code de sua preferência para acessar esses links de um celular, tablet ou outro dispositivo com o plugin Flash instalado.

Vale a pena conferir

Vale a pena conferir 1. Acesse o Site do portal do Simples Nacional, nele se encontram

1. Acesse o Site do portal do Simples Nacional, nele se encontram disponíveis todos

os serviços relacionados à opção pelo Simples Nacional. Disponível em:

<http://www8.receita.fazenda.gov.br/SIMPLESNACIONAL/Servicos/Grupo.aspx?grp

=4>. Acesso em: 26 set. 2013.

2. Veja o site do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), no qual você poderá

encontrar toda a legislação e as normas brasileiras de Contabilidade pública. Disponível em: <http://www.cfc.org.br>. Acesso em: 26 set. 2013.

3. Visite o site da Receita Federal, onde você encontrará o Regulamento do Imposto

de Renda de 1999 (RIR/99). Disponível em:

<http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/rir/default.htm>. Acesso em: 26 set.

2013.

4. Conheça o site da CONTMATIC, no qual você poderá se inscrever e baixar o

sistema contábil acadêmico para efetuar os lançamentos da empresa que abriremos. Disponível em: <http://www.contmatic.com.br/portal/home>. Acesso em: 26 set.

2013.

REFERÊNCIA

CÓDIGO CIVIL de 2002, lei 10,406 de 10/01/2002 artigos 981 ao 1.141.

Laboratório Contábil e Tributário I Aula 02 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 02

Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

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Aula 02: Simples Nacional

Aula 02: Simples Nacional Objetivo : Conhecer sobre o Simples Nacional, uma das formas de tributação

Objetivo: Conhecer sobre o Simples Nacional, uma das formas de tributação empresarial adotada no Brasil.

Introdução

Agora que você já sabe o que é uma sociedade e sua forma jurídica, veremos nesta aula uma das formas de tributação, a tributação para as Micro e Pequenas Empresas, conforme a Lei nº 123/2006.

Micro empresa/ME:

Considera-se ME, para efeito do Simples Nacional, o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, que tenha no ano calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ 360.000,00, (trezentos e sessenta mil reais). Lei nº 123/06.

Empresa de Pequeno Porte EPP

Considera-se EPP, para efeito do Simples Nacional, o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, que tenha no ano calendário, receita bruta maior que R$ 360.000,00, (trezentos e sessenta mil reais) e menor que R$ 3.600.000,00, (três milhões e seiscentos mil reais). Lei nº 123/06.

Simples Nacional

Como já vimos, o Simples Nacional, é um regime tributário simplificado para beneficiar as Micro e Pequena Empresas, seus principais objetivos são:

Integrar os fiscos federal, estadual e municipal.

Melhorar o ambiente de negócios do país.

Racionalizar procedimentos para o fisco e para as empresas.

 Unificar o recolhimento de tributos em nível federal, estadual e municipal.  Facilitar o

Unificar o recolhimento de tributos em nível federal, estadual e municipal.

Facilitar o cumprimento das obrigações tributárias.

Reduzir a carga tributária.

Diminuir a informalidade e incentivar a formação de novas empresas. Lei nº

123/06.

Administração do Simples Nacional

O Simples Nacional é administrado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional,

criado em 07 de fevereiro 2007 pelo Decreto nº 6.038 o CGSN, sendo vinculado ao Ministério da Fazenda, ele trata dos aspectos tributários do Estatuto Nacional da Microempresa, e é o responsável por gerenciar e normatizar os aspectos tributários

do estatuto nacional da microempresa e da empresa de pequeno porte. Lei nº

123/06.

Importante!

No Vale a Pena Conferir, entre no site indicado e verifique Composto o CGSN.

como é

o

Para dar apoio institucional e técnico-administrativo ao comitê gestor do simples nacional, foi criada a secretaria executiva do simples nacional.

Tributos abrangidos pelo simples nacional

O Simples Nacional abrange o recolhimento mensal de um único documento

de arrecadação Documento de Arrecadação do Simples (DAS), dos seguintes

tributos:

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).

Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI).

Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Programa de Integração Social (PIS)

 Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PASEP.  Contribuição Previdenciária Patronal

Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público PASEP.

Contribuição Previdenciária Patronal (CPP).

Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e comunicações (ICMS).

Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN).

Nota: O recolhimento na forma do Simples Nacional não exclui a incidência de outros tributos não listados anteriormente.

Abrangência do Simples Nacional

O Simples Nacional é obrigatório para todos os Estados, Municípios e Distrito

Federal; entretanto, a depender da participação de cada Estado no Produto Interno Bruto (PIB), poderão ser adotados pelos Estados limites diferenciados de

recolhimento do ICMS ou do ISS. O sublimite adotado por um Estado aplica-se, obrigatoriamente, ao recolhimento do ISS dos municípios nele localizados.

A adoção de sublimites é uma faculdade dos Estados e do Distrito Federal,

que se não aplicarem os sublimites, deverão aplicar, em seus territórios, todas as faixas de receita conforme a Lei Complementar nº 123/06. Para que os Estados e os Municípios possam fazer jus à adoção do sublimite, devem manifestar-se anualmente, até o último dia útil de outubro, com efeitos para o ano-calendário seguinte.

Os sublimites adotados pelos estados são obrigatoriamente válidos para os Municípios neles localizados. Lei nº 123/06.

Opção pelo Simples Nacional

A opção do Simples Nacional pelas empresas se dará somente pela internet,

por meio do Portal do Simples Nacional. Deverá ser realizada no mês de janeiro, até seu último dia útil, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do ano calendário da

opção, a qual vale para o ano todo, só podendo ser modificada no ano seguinte.

O contribuinte, para ter direito a todos os benefícios do Simples Nacional, deve, dentre outras

O contribuinte, para ter direito a todos os benefícios do Simples Nacional, deve, dentre outras obrigações, manter em dia o pagamento dos seus tributos, emitir as notas fiscais relativas às suas vendas e registrar seus empregados.

Notas

1. Para fins de enquadramento como ME e EPP, deve ser considerada a receita bruta em cada ano-calendário;

2. Para fins de determinação da alíquota, deve-se considerar a receita bruta total acumulada nos 12 meses anteriores ao do período de apuração.

Sublimite para o Simples Nacional

São limites diferenciados de faixas de receita bruta para Empresas de Pequeno Porte (EPP), que podem ser adotados pelos Estados e Distrito Federal, para efeito de recolhimento do ICMS e do ISS. A adoção de sublimites depende da participação do Estado ou do Distrito Federal no Produto Interno Bruto (PIB), brasileiro, conforme segue:

Por intermédio da Resolução CGSN nº 103, de 04 de dezembro de 2012, foram fixados os sublimites, para o ano-calendário 2013, para efeito de recolhimento do ICMS, válidos também para recolhimento do ISS nos municípios neles localizados, no âmbito do Simples Nacional (cada ano deve-se verificar a alteração da tabela no portal do simples nacional). Os Estados a seguir demonstrados, optaram pela adoção das seguintes

faixas:

I. Até R$ 1.260.000,00 (um milhão, duzentos e sessenta mil reais), os seguintes Estados:

Acre.

Alagoas.

Amapá.

Roraima.

II. Até R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais), os seguintes Estados:  Mato

II. Até R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais), os seguintes Estados:

Mato Grosso do Sul.

Pará.

Piauí.

Rondônia.

Sergipe.

Tocantins.

III. Até R$ 2.520.000,00 (dois milhões, quinhentos e vinte mil reais), os seguintes Estados:

Ceará.

Maranhão.

Mato Grosso.

Paraíba.

Nos demais estados e no Distrito Federal, serão utilizadas todas as faixas de receita bruta anual, até R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais).

Cálculo do Simples Nacional Tabela I; II; III e IV

Por meio do Portal do Simples Nacional, há o aplicativo específico (PGDAS) para o cálculo do valor devido e geração do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). O valor devido mensalmente pela ME ou EPP optantes pelo Simples Nacional é determinado mediante aplicação das tabelas dos anexos da Lei Complementar nº

123/06.

Para efeito de determinação da alíquota, a empresa utilizará a receita bruta acumulada nos 12 meses anteriores ao período de apuração. Já o valor devido mensalmente, a ser recolhido pela ME ou EPP, será o resultante da aplicação da alíquota correspondente sobre a receita bruta mensal auferida. Lei nº 123/06.

Cálculo do simples nacional Tabela V

Cálculo do simples nacional – Tabela V As ME e as EPP optantes pelo Simples Nacional

As ME e as EPP optantes pelo Simples Nacional que obtiverem receitas sujeitas ao Anexo V da Lei Complementar nº 123/06 devem calcular a relação entre a folha de salários incluindo encargos nos 12 meses anteriores ao período de apuração assim como a receita bruta total acumulada nesse mesmo período (r). Para fins de determinação desse fator (r), considera-se folha de salários, incluídos encargos, o montante pago nos 12 meses anteriores ao do período de apuração, a título de salários, retiradas de pró-labore, acrescidos do montante efetivamente recolhido a título de contribuição para a Seguridade Social, destinada a Previdência Social e para o FGTS. Lei nº 123/06.

Empresa que exceder o limite do Simples Nacional

Caso o valor da receita bruta auferida durante o ano-calendário (janeiro a dezembro) ultrapasse o limite de R$ 300.000,00, multiplicados pelo número de meses do período de atividade, a parcela de receita que exceder o montante estará sujeita às alíquotas máximas descritas nas tabelas constantes do item 9 e seus subitens, proporcionalmente, conforme o caso, acrescidas de 20%. (Lei Complementar nº 123/2006, art. 18, § 16). A ME e EPP, que no primeiro ano-calendário de funcionamento exceder em mais de 20% o valor de R$ 300.000,00 multiplicados pelo número de meses de atividade nesse período, estarão automaticamente excluídas do regime da LC nº 123/06, com efeitos retroativos ao primeiro mês de suas atividades, devendo, nesse caso, recolher os tributos e as contribuições, calculados como se a pessoa jurídica não estivesse enquadrada no Simples Nacional, cumprindo, inclusive, obrigações acessórias pertinentes. Todavia, se o excedente da receita bruta não superar o referido teto em mais de 20%, a exclusão também é automática, com efeitos apenas no ano-calendário seguinte, sem a necessidade de retroagir os cálculos e os recolhimentos ao início das atividades. A ME enquadrada no Simples Nacional que no ano-calendário de início de atividade exceder o limite de receita bruta proporcional aos meses de funcionamento, calculado conforme já citado, passará no ano-calendário seguinte, à condição de EPP.

Por outro lado, a empresa enquadrada no Simples Nacional como EPP que não atingir, no

Por outro lado, a empresa enquadrada no Simples Nacional como EPP que não atingir, no ano-calendário de início de atividade, o limite de receita bruta anual fixada para ME, proporcional aos meses de funcionamento, passará, no ano- calendário seguinte, à condição de ME. Lei nº 123/06.

Vale a pena conferir

1. Verifique as tabelas do Simples Nacional no site a seguir. Disponível em:

<http://www.scotticontabilidade.com.br/principal/Simples_Nacional.pdf>. Acesso em:

27 set. 2013.

2. Verifique a composição do Comitê Gestor do Simples Nacional no site a seguir.

Disponível em:

<www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6038.htm>. Acesso em: 27 set. 2013.

3. Acesse o site do PORTAL DO SIMPLES NACIONAL e veja todos os serviços

relacionados à opção pelo Simples Nacional. Disponível em:

<http://www8.receita.fazenda.gov.br/SIMPLESNACIONAL/Servicos/Grupo.aspx?grp

=4>. Acesso em: 27 set. 2013.

4. Veja o site do CFC - CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, onde o aluno

poderá encontrar toda a legislação e as normas brasileiras de contabilidade pública. Disponível em:<http://www.cfc.org.br>. Acesso em: 26 set. 2013.

5. Visite o site da RECEITA FEDERAL, onde você encontrará o Regulamento do

Imposto de Renda de 1.999 (RIR/99). Disponível em:

<http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/rir/default.htm>. Acesso em: 27 set.

2013.

6. Acesse Site da CONTMATIC, onde você poderá se inscrever e baixar o sistema

contábil Acadêmico para efetuar os lançamentos da empresa que abriremos.

Disponível em: <http://www.contmatic.com.br/portal/home>. Acesso em: 27 set.

2013.

Chegamos ao fim de nossa segunda aula. Que tal você dar uma olhada no AVA e fazer os exercícios propostos? Se tiver dúvidas, leve-a ao Fórum e divida-as com seus colegas e professor.

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REFERÊNCIAS

PINTO, João Roberto Domingues. Imposto de Renda, contribuições administradas pela secretaria da receita federal e sistema simples. Editoria/Coordenação da edição: Conselho Federal de Contabilidade Brasília 2013.

SITES

CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l3071.htm>. Acesso em: 26 set. 2013.

2002.

Disponível

em:

ESTATUTO DA MICRO E PEQUENA EMPRESA, LEI COMPLEMENTAR 123 de 14/12/2006, Disponível em: <http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/>. Acesso em: 26 set. 2013.

ESTATUTO NACIONAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE, LEI 123/06 de 14/12/2006. Disponível em:

<http://www.dnrc.gov.br/Legislacao/lei/lei-complementar-123-2007.pdf>. Acesso em:

26 set. 2013

Laboratório Contábil e Tributário I Aula 03 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 03

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Aula 3: Como abrir uma empresa

Aula 3: Como abrir uma empresa Objetivo : Conhecer no processo de abertura de uma empresa

Objetivo: Conhecer no processo de abertura de uma empresa os órgãos governamentais a serem pesquisados e cadastrados.

Abrindo a empresa

Quando pensamos em abrir uma empresa, não imaginamos a quantidade de processos que teremos de enfrentar. No caso de ser micro ou pequena empresa, é necessário ter o registro na Prefeitura, Estado, Receita Federal, Previdência Social, Entidade de Classe, Secretaria do Meio Ambiente, entre outros órgãos de acordo com o ramo de atividade. Iniciaremos agora o roteiro básico de abertura de uma empresa. O primeiro passo antes de iniciar esse processo, os sócios estudam o mercado consumidor:

Concorrência.

Custos, imobilizado, pessoal, softwares.

Fluxo de caixa.

Forma de divulgação e penetração no mercado.

Capital social.

Ramo de atividade.

Tipo de sociedade.

Capital social

O capital social é uma das primeiras fontes de recursos da empresa em moeda corrente ou bens. É o valor que os sócios utilizarão para iniciar as atividades da empresa e enfrentar suas primeiras despesas, como compra de equipamentos, matéria-prima, instalações e divulgação.

Atividades

Atividades Uma empresa pode ter tantas atividades quantas forem necessárias. Alguns setores, como os serviços de

Uma empresa pode ter tantas atividades quantas forem necessárias. Alguns setores, como os serviços de turismo, não podem trabalhar com mais de um ramo de atividade. Tudo depende da legislação específica existente. Assim, é necessário apontar exatamente quais atividades serão desenvolvidas por sua empresa. Os ramos de atividades são:

Indústria

Empresas que trabalham com a produção de bens, transformação de matéria-prima em produtos.

Comércio Atacadista

Empresa que trabalha com venda de mercadorias para empresas que revenderão os produtos.

Comércio Varejista

Empresa que trabalha com venda de mercadorias diretamente ao consumidor final.

Prestação de Serviços

Empresas que prestam serviços tanto para pessoas físicas, quanto para jurídicas.

As atividades da empresa são definidas pelo CNAE 1 (Código Nacional de Atividade Econômica). De um modo geral, no Brasil, a documentação exigida para abertura de uma empresa é a seguinte:

Contrato Social.

Cópia autenticada do RG e CPF do titular, no caso de Empresário Individual, ou do(s) sócio(s)-administrador(es), em caso de Sociedade.

Também são aceitas cópias de documentos de conselhos profissionais e carteiras de habilitação. O termo “cópia autenticada” significa que a cópia do documento deve ter o reconhecimento de algum cartório ou tabelionato.

Cópia do comprovante de endereço dos sócios.

Cadastros nos órgãos governamentais.

Consultas prévias

Consultas prévias Antes de iniciar a abertura de sua empresa você deve consultar a situação dos

Antes de iniciar a abertura de sua empresa você deve consultar a situação dos sócios, pesquisar o nome da futura empresa, pedir o boletim informativo do imóvel onde o negócio irá funcionar, consultar licenças necessárias, enfim, tomar uma série de providências para não parar o processo de abertura do seu empreendimento.

Abertura da empresa

Para abrir a empresa você deverá fazer pesquisa do nome que quer colocar na empresa, o que é feito pela Jucesp ou Cartório de Registro de Pessoa Jurídica, mas o mais importante é a elaboração do contrato social e seu registro. Contrato social

O contrato entre os sócios é o instrumento que regerá a empresa, mostrando as responsabilidades, direitos e deveres de seus membros e de terceiros. Algumas cláusulas são obrigatórias, outras facultativas. O Código Civil é que rege o contrato social, que também faz referência aos dados cadastrais da empresa, das pessoas que compõem a sociedade e das atividades que serão desenvolvidas por ela.

Sociedade Empresária Limitada

Deverá ser registrado na Junta Comercial do Estado.

Sociedade Simples Limitada

Deverá se registrado no Cartório de Pessoas Jurídicas.

Requerimento de Empresário

Empresa que trabalha com venda de mercadorias, bens ou serviços que possui somente um proprietário.

A partir da abertura, da empresa vai precisar manter em dia os tributos e obrigações existentes. Algumas atividades exigem licenças e registros especiais e específicos (Ambiental, Saúde Municipal ou Estadual, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária.).

O mais comum é registrar a empresa nos seguintes órgãos: Junta comercial de São Paulo

O mais comum é registrar a empresa nos seguintes órgãos:

Junta comercial de São Paulo

Para constituir a empresa na Junta Comercial, o empreendedor deverá reunir toda a seguinte documentação, pagar as taxas de registro e encaminhá-los no protocolo da Junta Comercial:

Contrato social assinado pelos sócios, em três vias. Caso não se enquadre na LC 123/06 (Lei Geral da Micro e Pequena Empresa), deverá constar o visto de um advogado no contrato.

Ficha de Cadastro Nacional FCN, folhas 1 e 2 (uma via de cada).

Declaração de Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), se for o caso, em três vias.

Cópia autenticada do RG e CPF do(s) sócio(s)-administrador(es).

Cartão protocolo da Junta Comercial.

Capa de processo do órgão, disponível diretamente na Junta Comercial, uma para o contrato e outra para o enquadramento, se for o caso.

É importante procurar orientação com um profissional ao elaborar o contrato que deve atender às exigências do Código Civil, evitando, desta forma, que ele seja devolvido por não estar de acordo. Este registro é obrigatório para empresas de comércio, indústria, serviços de telefonia, fornecimento de energia elétrica e transportes intermunicipal e interestadual. É possível verificar se existe alguma restrição que impeça a abertura de uma empresa por meio da Certidão Negativa de Débito. Todo e qualquer tributo em atraso é considerado como inadimplente e impedirá o prosseguimento da abertura. Quando você der a entrada na documentação na Jucesp, automaticamente estará dando entrada na Receita Federal e Previdência Social.

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Prefeitura do município de São Paulo

É necessário solicitar pela internet a Certidão Negativa de Débito correspondente a São Paulo e os demais municípios do Estado devem consultar a Prefeitura local. O registro junto à Prefeitura é obrigação de empresas prestadoras de serviços de qualquer natureza. O órgão é responsável pelo recolhimento do ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza), cuja alíquota varia entre 2% e 5% em todo o Estado, mas é a Prefeitura quem estabelece qual percentual será aplicado na região. A solicitação do alvará de funcionamento também deverá ser solicitada por meio da Prefeitura, esta ou uma Licença para Funcionamento pode conter mais de uma atividade licenciada para um mesmo local.

Cartório de pessoas jurídicas

No cartório de pessoas jurídicas, é necessário encaminhar no mínimo a seguinte documentação:

Contrato social em duas vias, com todas as assinaturas reconhecidas por algum tabelionato.

 Requerimento para arquivamento do contrato social.  Declaração de Microempresa (ME) ou Empresa de

Requerimento para arquivamento do contrato social.

Declaração de Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), se

for o caso, com reconhecimento das assinaturas.

Requerimento para arquivamento da Declaração de ME ou EPP.

Secretaria da Receita Federal

O CNPJ é um cadastro expedido pela Receita Federal. Toda pessoa jurídica

(empresa) é obrigada a inscrever-se, pois sem esse a empresa está impedida de

abrir conta bancária, realizar compras de fornecedores, emitir nota fiscal, participar de licitações, obter alvará e os demais registros.

A Junta Comercial do Estado de São Paulo e a Receita Federal do Brasil

possuem um convênio para realizar a inscrição da empresa no CNPJ. Para tanto, é necessário que sigam os seguintes passos:

Primeiro, é necessário gerar um pedido que se chama Documento Básico de Entrada do CNPJ (DBE). Para gerá-lo, é necessário efetuar o download de dois programas fornecidos gratuitamente pela RFB: CNPJ (verificar última

versão) e RECEITANET (verificar dicas de preenchimento, envio e impressão

do DBE no site da Receita Federal.)

Após gerar o DBE, imprimi-lo em uma via, assiná-lo e enviá-lo juntamente ao contrato social ou requerimento de empresário para a Junta Comercial, pois assim que a Junta aprovar, o documento irá transmitir para a Receita Federal o DBE para receber o número do CNPJ da empresa.

Quando o DBE é gerado, é salvo no drive C: do seu computador um recibo de entrega do DBE. Com os números deste recibo você fará a pesquisa no site

da Receita para buscar o número do CNPJ.

A Inscrição Estadual, expedida na Secretaria Estadual da Fazenda, é

obrigatória para empresas de comércio, indústrias e serviços de telefonia, distribuição de energia elétrica, transportes interestaduais e intermunicipais. A fim de obter a inscrição estadual, a empresa deverá solicitar a sua inscrição via internet.

Para isso, é necessário ter um contador pré-autorizado (ter senha de acesso) na Secretaria Estadual

Para isso, é necessário ter um contador pré-autorizado (ter senha de acesso) na Secretaria Estadual da Fazenda, pois é ele quem fará a solicitação de inscrição. Se a sua empresa também irá prestar serviços, deve se inscrever na Secretaria da Fazenda Municipal.

Sindicatos

A legislação sindical em vigor no País estabelece a necessidade de coordenação, proteção e representação legal de categorias econômicas ou atividades exercidas pelas empresas. Cada atividade empresarial possui a sua representação sindical. Identificando a atividade principal da empresa, se identifica o sindicato correspondente a ela. Para esta entidade é recolhido anualmente, o imposto sindical patronal.

Vale a pena conferir

Para mais informações, consulte o CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica) na página de internet www.cnae.ibge.gov.br.

Econômica) na página de internet www.cnae.ibge.gov.br. * O QR Code é um código de barras que
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REFERÊNCIAS

BRASIL. Código Civil Brasileiro. Artigos 970 a 1071. LEI 10.406, de 10 de janeiro de

2002.

Estatuto da Micro e Pequena Empresa. Lei Complementar 123 de 14 dezembro de 2006.

CORDEIRO, Paulo Roberto. Como abrir uma empresa, teoria e prática. São Paulo:

Saraiva, 2006.

Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia. Disponível em: <www.cnae.ibge.gov. br>. Acesso em: 01 ago. 2013.

JUCESP. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Disponível em: <http://www. jucesp.fazenda.sp.gov.br/> Acesso em: 01 ago. 2013.

SÃO PAULO. Prefeitura. Disponível em: <http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/ secretarias/financas/servicos/ccm/>. Acesso em: 01 ago. 2013.

SEBRAE Serviço de Apoio às micro e pequenas empresas. Disponível em:

<http://www.sebrae.com.br/>. Acesso em: 01 ago. 2013.

Laboratório Contábil e Tributário I Aula 04 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 04

Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

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Aula 4: Folha de pagamento parte I

Aula 4: Folha de pagamento – parte I Objetivo : Transmitir ao aluno a elaboração de

Objetivo: Transmitir ao aluno a elaboração de uma folha de pagamento de salários, tanto a parte visível ao empregado, que são os encargos por parte deles, quanto a parte da empresa, que são os valores devidos por ela.

Introdução

Você aprendeu a montar uma empresa nas aulas anteriores, agora, veremos

a folha de pagamento.

O que é folha de pagamento?

É um documento de emissão obrigatória para efeito de fiscalização trabalhista

e previdenciária, emitida pela empresa, para sua elaboração, não existe um modelo oficial, ou seja, pode ser adotado o modelo que melhor atenda a empresa. Uma folha de pagamento por mais simples que seja, apresenta pelo menos os seguintes elementos:

Nome dos empregados, indicando cargo, função ou serviço prestado.

Valor bruto dos salários.

Valor da contribuição previdenciária.

Valor do Imposto de Renda Retido na Fonte.

Valor da contribuição sindical, se for o caso.

Valor líquido que os empregados receberão.

Desta forma origina-se o recibo de pagamento do funcionário que consta os proventos e descontos cujos dados são extraídos da folha de pagamento.

Créditos da folha de pagamento (CLT – Consolidação das Leis do Trabalho – Lei 5.452

Créditos da folha de pagamento (CLT Consolidação das Leis do Trabalho Lei 5.452 de 1º de maio de 1943)

A empresa, além dos salários, tem outros valores a serem pagos aos seus

empregados, dependendo do local ou ambiente de trabalho.

Salário-base

É aquele definido pelo empregador no ato da contratação; existem vários

tipos de salário, como: por mês (mensalista), por hora (horista), por comissão

(comissionado), entre outros.

Mensalista: é aquele que no momento da contratação tem seu salário

definido por mês. Para calcularmos a folha de um funcionário mensalista, além do salário mensal, precisaremos de mais duas informações básicas, a

saber:

o

Salário Dia (SD).

o

Salário Hora (SH).

A partir do momento que tivermos estas informações, será possível calcularmos saldo de salário, faltas, horas extras e atrasos.

A jornada mensal é a quantidade de horas trabalhadas pelo empregado,

fixada em 220 horas por mês, equivalente a 40 horas semanais, podendo variar conforme a profissão que exerce. A telefonista, por exemplo, trabalha 36 horas por semana, logo, 180 horas por mês.

Horista: é aquele que no momento da contratação tem seu salário definido por HORA. Para calcularmos a folha de um funcionário horista, além do

salário hora, precisaremos de mais uma informação básica, e outra que será utilizada quando formos efetuar o calculo de férias e 13º salário.

o

Salário Dia (SD).

o

Salário Mensal (SM).

A partir do momento que tivermos estas informações, nos será possível calcular: faltas, horas extras, atraso, DSR (descanso semanal remunerado). Iremos dividir a quantidade de horas que o colaborador trabalha por dia com a jornada mensal por 30:

JD = JM / 30

Ex.: Para uma jornada mensal de 220 horas

JD

= 220/ 30

JD

= 7.3333 (diário) horas

220 horas JD = 220/ 30 JD = 7.3333 (diário) horas  Comissionado : é aquele

Comissionado: é aquele que no momento da contratação tem seu salário definido por um percentual sobre o valor das vendas. Em alguns casos, os funcionários comissionados podem ter também uma remuneração fixa,

portanto, para calcular a parte fixa, segue-se o exemplo citado no cálculo do mensalista.

Ao funcionário que recebe comissão será devido o DSR sobre ela.

Remuneração

Remuneração é o salário acrescido dos adicionais, como: horas extras; adicional de periculosidade; adicional de insalubridade, entre outros.

Adicional de horas extras: a jornada normal de trabalho do funcionário poderá ser acrescida em duas horas, mediante acordo escrito entre

empregado e empregador ou mediante acordo coletivo ou convenção coletiva

de trabalho, a qual será paga obrigatoriamente acrescida no mínimo em 50%

sobre o valor da hora normal pelo empregador.

Adicional noturno: o adicional noturno é devido aos funcionários que trabalham no horário compreendido entre às 22h e às 05h da manhã do dia seguinte. A hora de serviço noturno é reduzida há 52 minutos e 30 segundos.

O percentual de adicional noturno é de no mínimo de 20%. O cálculo da

adicional noturno é semelhante ao da hora-extra. É devido também o DSR sobre essas horas.

Adicional de periculosidade: o valor do adicional de periculosidade será o salário do empregado acrescido de 30%, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa.

Adicional de insalubridade: o exercício de trabalho em condições insalubres, acima dos limites de tolerância estabelecidos pelo Ministério do Trabalho, assegura a percepção de adicional respectivamente de 40%

 (quarenta por cento), 20% (vinte por cento) e 10% (dez por cento) do salário- -mínimo

(quarenta por cento), 20% (vinte por cento) e 10% (dez por cento) do salário- -mínimo da região, segundo se classifiquem nos graus máximo, médio e mínimo Salário-família O salário-família é benefício pago aos segurados, exceto os domésticos, e os trabalhadores avulsos com salário mensal até R$ 971,78, para auxiliar no sustento dos filhos de até 14 anos de idade ou inválidos de qualquer idade. (são equiparados aos filhos os enteados e os tutelados, estes desde que não possuam bens suficientes para o próprio sustento, devendo a dependência econômica de ambos ser comprovadas). Faz jus ao salário-família o funcionário cujo salário mensal, mais os adicionais, não atinjam o limite estipulado e esteja com a documentação exigida por lei em dia com o Departamento Pessoal ou RH, será devido uma quota para cada filho, válida até 14 (quatorze anos) ou os filhos inválidos de qualquer idade.

Encargos e descontos da folha de pagamento parte empregados

Faltas, atrasos e saídas antecipadas injustificadas

Faltas, atrasos e saídas antecipadas injustificadas correspondem ao desconto em folha de pagamento do funcionário, referente ao período em que ele esteve ausente da empresa. Os dias correspondentes às faltas serão computados para efeito de férias e 13º salário e deverão ser lançados em dias. Já os atrasos e saídas antecipadas deverão se lançados em horas e não serão computados para efeito de férias e 13º salário. Em se tratando de funcionários horistas, além dos dias de faltas injustificadas, horas dos atrasos e saídas antecipadas, devemos efetuar também o desconto do DSR (Descanso Semanal Remunerado), correspondente a semana da falta ou atraso.

Conforme Lei 605/49 artigos 6 e 7 respectivamente, os dias correspondentes ao desconto do DSR não serão computados para efeito de férias e 13º salário.

INSS – Instituto Nacional da Seguridade Social É a contribuição devida a Previdência Social por

INSS Instituto Nacional da Seguridade Social

É a contribuição devida a Previdência Social por todo empregado, inclusive o doméstico. Os percentuais variam conforme o salário de contribuição, limitado a um teto máximo, podendo ser de 8%, 9% e 11% (em tabela definida pelo o INSS).

IRRF Imposto de Renda Retido na Fonte

O Imposto de Renda Retido na Fonte é a tributação devida sobre os

rendimentos do trabalho assalariado, tais como: salários, horas extras, adicionais e

outras receitas admitidas em lei pela Receita Federal. Para cálculo do Imposto de Renda é importante verificar as verbas que sofrem incidências. O cálculo do Imposto de Renda será efetuado sobre o valor recebido pelo funcionário sempre pela data de pagamento, ainda que o mês de referência seja outro. Os percentuais também são definidos em tabela da Receita Federal do Brasil e percentuais variam de acordo com o salário recebido, podendo ser: zero; 7,5%; 15%; 22,5% e 27.5%.

Contribuição sindical

A contribuição sindical corresponde ao desconto de 1/30 sobre a

remuneração do funcionário, normalmente no mês de março de cada ano. Já o recolhimento por parte da empresa será no mês de abril de cada ano. Ocorrendo admissão do funcionário após o mês de março, o Departamento Pessoal deverá observar na carteira profissional se a empresa anterior já efetuou tal desconto. Caso a resposta seja negativa, a empresa deverá proceder com o desconto no mês seguinte à admissão do funcionário. Os profissionais pertencentes a conselhos regionais podem efetuar o recolhimento direto ao conselho. Neste caso, para que ele não sofra o desconto em folha, ele deverá apresentar ao DP cópia da guia autenticada pelo banco,

documento que deverá ser arquivado na pasta do funcionário. Todas essas informações estão no CLT Artigos 578 a 591 e Constituição Federal e Artigo 8º.

Vale-transporte

Vale-transporte Para os funcionários que optarem pela utilização do vale-transporte, a empresa poderá descontar na sua

Para os funcionários que optarem pela utilização do vale-transporte, a empresa poderá descontar na sua folha de pagamento até 6% do salário do funcionário, desde que este não supere o valor do benefício entregue ao funcionário.

Vale a pena conferir

Para saber mais sobre as tabelas dispostas pela RFB, acesse o site www.receita.fazenda.gov.br.

Chegamos ao fim de mais uma aula! Hoje vimos a importância de conhecer a folha de pagamento e os valores descontados de nosso salário. No material complementar, apresentamos o modelo de uma folha de pagamento, verifique-a, analise-a, e leve suas dúvidas ou curiosidades para discutirmos no fórum juntamente aos seus colegas e professor.

no fórum juntamente aos seus colegas e professor. * O QR Code é um código de
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REFERÊNCIAS

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.

CLT Consolidação das Leis do Trabalho. Lei 5.452 de 01 maio de 1943.

Receita Federal. Disponível em: <http://www.receita.fazenda.gov.br/Pessoa Fisica/IRPF/2013/>. Acesso em: 26 set. 2013

Repouso semanal remunerado e o pagamento de salário nos dias feriados civis e religiosos. Lei 605 de 5 de janeiro de 1949.

Vale-transporte. Lei 7.418 de 16 de dezembro de 1985.

Laboratório Contábil e Tributário I Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 05

Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

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Aula 05: Folha de pagamento parte II

Aula 05: Folha de pagamento – parte II Objetivo : Mostrar aos alunos os diferentes tipos

Objetivo: Mostrar aos alunos os diferentes tipos de relação de trabalho que podem ser estabelecidos sobre a folha de pagamento.

Introdução

Você viu na aula passada os valores creditados e debitados na folha de pagamento para os funcionários; nesta, veremos as despesas e encargos por parte da empresa, salários e as formas de relação de trabalho.

Diferentes tipos de relação de trabalho que podem ser estabelecidos entre empregado e empregador

Trabalho com subordinação e sem subordinação: subordinação é o resultado do poder hierárquico que o empregador tem sobre o empregado, podendo organizar, controlar e aplicar penas disciplinares, visando manter o adequado funcionamento da sua empresa.

Trabalho com subordinação: caracteriza o vínculo empregatício, ou seja, o empregado estabelece um contrato de trabalho no qual são definidas as condições em que o serviço deverá ser executado, obrigando o seu cumprimento. Trata-se de uma relação no qual o trabalho deve ser desenvolvido pelo empregado, estabelecido e controlado pelo empregador.

Trabalho sem subordinação: caracteriza a inexistência de vinculo empregatício e, para realizar o trabalho, o prestador de serviço não se submete às ordens do tomador de serviço. São trabalhos em que o prestador de serviço é que tem o conhecimento do que vai realizar, e ele próprio organiza seu trabalho, assumindo os riscos do negócio. A empresa que trabalha com este tipo de profissional poderá estabelecer prazo de entrega do serviço, padronizações específicas, etc., porém, ela não poderá controlar a sua execução, somente cobrar os prazos e especificações previamente definidas.

Relação de trabalho estabelecida entre empregador estagiário e aprendiz  Estagiário Considera-se como estagiário

Relação de trabalho estabelecida entre empregador estagiário e aprendiz

Estagiário Considera-se como estagiário o estudante do ensino médio, tecnológico ou superior que exerça a atividade na empresa com o intuito de praticar os conhecimentos teóricos obtidos, como uma complementação educacional. A Lei 6494/77 define algumas regras para a contratação:

o

Deverá ser estabelecido um Termo de Compromisso de Estágio, descrevendo as condições em que o trabalho deverá ser realizado, no qual a escola assina como interveniente.

o

A jornada de trabalho na empresa deverá ser compatível com o horário escolar.

o

A empresa poderá oferecer uma bolsa mensal de valor pré-determinado.

o

A empresa deverá contratar um serviço de seguro de acidentes pessoais.

o

O contrato poderá ser rescindido a qualquer momento por ambos.

o

O estágio não configura vínculo empregatício.

Aprendiz Considera-se aprendiz o trabalhador maior de 14 anos e o menor de 24 que

exerça atividades em cursos profissionalizantes e na empresa, com o intuito de obter uma qualificação profissional. O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de dois anos. A contratação de um aprendiz na empresa deve ser baseada em algumas normas reguladoras da legislação:

o

O trabalho deve ser baseado na sua formação profissional.

o

A duração do seu trabalho diário não pode exceder seis horas, no qual é impedido também de prorrogar ou compensar jornadas.

o

A jornada só poderá ser de oito horas se o menor já tiver concluído o ensino fundamental, desde que as horas destinadas à aprendizagem teórica sejam computadas na jornada.

Trabalho avulso ou eventual

Trabalho avulso ou eventual São modalidades de relação de trabalho que, embora pareçam semelhantes na nomenclatura,

São modalidades de relação de trabalho que, embora pareçam semelhantes na nomenclatura, possuem características que as diferenciam perante a legislação trabalhista.

Eventual: presta serviços urbanos ou rurais em caráter eventual a uma ou mais empresas e sem que haja vínculo empregatício com nenhuma delas. Podem ser considerados também como autônomos não inscritos no INSS, que prestam serviços mediante uma remuneração pré-estabelecida ex.:

pintor, encanador, jardineiro, eletricista.

Avulso: Presta serviços a diversas empresas sem vínculo empregatício com elas, com periodicidade indefinida, em caráter transitório e quando necessário às atividades das empresas. O Sindicato de classe desses trabalhadores deverá intermediar os trabalhos junto às empresas contratantes, com o intuito de proteger os seus direitos. Como exemplo podemos citar:

o

Portuário: carga e descarga de navio estivador.

o

Urbano: carga ou descarga em armazéns ou depósitos.

o

Rurais: atividades agropecuárias excluídos os empregados safristas.

Trabalhador autônomo

É aquele feito por pessoa física que exerce por conta própria atividade econômica de natureza urbana, com ou sem fins lucrativos (art. 11 Lei 8212/91). Ele é independente e assume sozinho o risco do negócio que está desenvolvendo, uma vez que capaz de organizar adequadamente suas atividades a fim de não comprometer o resultado e a qualidade do trabalho.

Empregado doméstico

Trabalho doméstico é aquele desenvolvido em caráter contínuo de finalidade não lucrativa a pessoa ou à família, no âmbito residencial destas.

São considerados empregados domésticos cozinheiro, governanta, babá, lavadeira, faxineira, motorista particular,

São considerados empregados domésticos cozinheiro, governanta, babá, lavadeira, faxineira, motorista particular, enfermeira do lar, jardineiro, copeira, caseiro (se a atividade da propriedade rural não for lucrativa).

Trabalho de temporário

Trabalho temporário é aquele prestado por pessoa física a uma empresa, para atender à necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular ou permanente ou a acréscimo extraordinário de serviços. Ele deverá ser contratado por uma empresa especializada neste tipo de mão de obra, para trabalhar na empresa tomadora de serviço. O contrato de trabalho temporário e a empresa tomadora ou cliente, com relação a um mesmo empregado, não poderá exceder de três meses, na mesma empresa, podendo ser prorrogado por mais três meses, desde que seja autorizado pelo Ministério do Trabalho local.

Empregado rural

É toda pessoa física que, em propriedade rural, presta serviço de natureza

não eventual a empregador também rural sob a dependência deste e mediante salário (art. 2º da Lei 5.889 de 08/06/73).

Terceirizados

A terceirização é a relação criada entre uma empresa que presta o serviço

(prestadora) outra que utiliza os serviços desta (tomadora) e o empregado, vinculado

à empresa prestadora do serviço. Assim, é a contratação de serviços por meio de

empresa intermediária entre o tomador de serviços e a mão de obra, mediante contrato de prestação de serviços. A relação de emprego se faz entre o trabalhador

e a empresa prestadora de serviços e não diretamente com o contratante destes.

Cooperados

Cooperados Cooperativa de trabalho: é uma organização formada por pessoas físicas, no caso, trabalhadores autônomos

Cooperativa de trabalho: é uma organização formada por pessoas físicas, no caso, trabalhadores autônomos de uma determinada classe profissional, reunidos para o desenvolvimento da atividade profissional comum, com o objetivo de melhorar as condições econômica gerais de trabalho do grupo. Trata-se de uma sociedade de ajuda mútua.

Veremos os principais encargos por parte da empresa.

CPP Contribuição Previdenciária Patronal

Podemos dividir em três partes esta contribuição:

Parte para o Instituto Nacional para Seguridade Social (INSS) 20%.

Parte para Terceiros 5,8%.

Composição.

Salário Educação

2,5%

INCRA

0,2%

SENAC

1,0%

SESC

1,5%

SEBRAE

0,6%

TOTAL

5,8%

SAT Seguro Acidente do Trabalho

O percentual deste seguro pode ser 1, 2 ou 3%, de acordo com o grau de acidente do setor que aquela companhia atua; didaticamente consideraremos 1,0%

TOTAL

26,8%

Saiba Mais

Saiba Mais OBS 1 : A parte de terceiros 5,8%, dependendo da atividade da empresa (Indústria,

OBS 1: A parte de terceiros 5,8%, dependendo da atividade da empresa (Indústria,

Comércio ou Serviços), altera a instituição beneficiária do percentual destinado. OBS 2: Existe além do SAT, o RAT (Riscos Ambientais do Trabalho) que representa

a contribuição da empresa, prevista no inciso II do artigo 22 da Lei 8212/91, e que

consiste em percentual que mede o risco da atividade econômica. Nele é cobrada a contribuição para financiar os benefícios previdenciários decorrentes do grau de incidência de incapacidade laborativa (GIIL-RAT). A alíquota de contribuição para o RAT será de 1% se a atividade é de risco mínimo; 2% se de risco médio e de 3% se de risco grave, incidentes sobre o total da remuneração paga, devida ou creditada a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados empregados e trabalhadores

avulsos. Havendo exposição do trabalhador a agentes nocivos que permitam a concessão de aposentadoria especial, há acréscimo das alíquotas na forma da legislação em vigor.

FGTS Fundo de Garantia por Tempo de Serviço

Foi criado em 1967 pelo Governo Federal a fim de proteger o trabalhador

demitido sem justa causa, mediante a abertura de uma conta vinculada ao contrato de trabalho. Até o dia 7 de cada mês as empresas depositam, em contas abertas na Caixa Econômica Federal, em nome dos seus empregados, o valor correspondente

a 8% da remuneração de cada funcionário. Hipótese que o trabalhador pode sacar o FGTS:

Demissão sem justa causa.

Término de contrato por prazo determinado.

Aposentadoria.

Suspensão do trabalho avulso.

Falecimento do trabalhador.

Portador do Vírus HIV.

Neoplasia Maligna (câncer).

Conta inativa até 13 de julho de 1990.

 Conta inativa a partir de 14 de julho de 1990.  Culpa recíproca ou

Conta inativa a partir de 14 de julho de 1990.

Culpa recíproca ou força maior.

Extinção total ou parcial da empresa.

Aplicando o Princípio Contábil da Oportunidade, a empresa tem de reconhecer os valores que influenciarão nos seus registros contábeis, no caso, as provisões sobre a folha de pagamento. Conforme Greco, Gärtner e Arend (2009), previsões são parcelas consideradas despesas, designadas a cobrir possíveis perdas ao não serem realizados valores registrados em contas do Ativo ou que representam obrigações específicas, a serem cumpridas no futuro, lançadas em contas do Passivo.

contas do Ativo ou que representam obrigações específicas, a serem cumpridas no futuro, lançadas em contas
  Tabela do salário-família para 2013   De     Até     Salário-família R$
 

Tabela do salário-família para 2013

 

De

   

Até

   

Salário-família

R$ 0,01

R$ 646,55

 

R$ 33,16

R$ 646,56

R$ 971,78

 

R$ 23,36

Fonte: www.receita.fazenda.gov.br. Acesso em: 11 out. 2013.

Tabela INSS 2013

Salário de

Até

Alíquota

0,01

1.247,70

8%

1.247,71

2.079,50

9%

2.079,51

4.159,00

11%

Teto INSS R$ 457,49

Fonte: www.previdencia.gov.br. Acesso em: 07 out. 2013.

Tabela Progressiva do Imposto de Renda Pessoa Física para

2013

Base de Cálculo

Alíquotas

Parcela a

Deduzir
Deduzir

De

Até

Zero

1.710,78

0,00%

0,00

1.710,79

2.563,91

7,50%

128,31

2.563,92

2.563,91

15,00%

320,60

3.418,60

4.271,59

22,50%

577,00

Acima de

4.271,59

27,50%

790,58

Valor por dependente R$ 171,97

Fonte: www.previdencia.gov.br. Acesso em: 07 out. 2013.

Vale a pena conferir

Vale a pena conferir 1. Receita Federal. Disponível em: www.receita.fazenda.gov.br. Acesso em: 11 out. 2013. 2.

1. Receita Federal. Disponível em: www.receita.fazenda.gov.br. Acesso em: 11 out. 2013.

2. Previdência Social. Disponível em: <www.previdencia.gov.br>. Acesso em: 07 out. 2013.

Fim da quinta aula! Hoje vimos como é caro para uma empresa contratar e manter registrado um funcionário. Dê uma olhada nas tabelas de Salário Família, INSS e Imposto de Renda e nos sites indicados do Vale a pena conferir. Caso reste alguma dúvida, leve ao Fórum para debatermos com outros colegas.

dúvida, leve ao Fórum para debatermos com outros colegas. * O QR Code é um código

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REFERÊNCIAS

ACADEMIA PEARSON. Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Pearson,

2010.

GRECO, Alvísio; GARTNER, Günter; AREND, Lauro. Contabilidade, Teoria e Prática Básicas. São Paulo: Saraiva, 2009.

MONTOTO, Eugenio. Contabilidade Geral – esquematizado. São Paulo: Saraiva, 2011.

MONTOTO, Eugenio. Contabilidade Geral esquematizado. São Paulo: Saraiva,

2011.

Laboratório Contábil e Tributário I Aula 06 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 06

Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

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Aula 06: Folha de pagamento: contabilização Objetivo : Trazer o aluno para a realidade da

Aula 06: Folha de pagamento: contabilização

Objetivo: Trazer o aluno para a realidade da Contabilidade, fazendo com que ele sinta na prática como contabilizar uma folha de pagamento.

Introdução

Nas aulas 4 e 5, vimos os valores creditados e debitados na folha de pagamento para os funcionários e a parte empresa. Nesta, veremos a contabilização da folha de pagamento como um todo.

Dados para folha de pagamento

1

2

3

4

5

6

7

Antonio Costa

Aux. Adm

1.200,00

0

0

 

242,00

Adalberto Ferreira

Gerente

5.300,00

2

0

540,00

0,00

Edgar Ferreira

Assistente II

2.400,00

1

0

 

122,00

Thais Vasconcelos

Assistente I

2.350,00

0

0

 

264,00

Vicente Rodrigues

Aux.Geral

850,00

0

2

 

286,00

Legenda dos dados da folha de pagamento

Coluna

Histórico

1

Nome do Funcionário

2

Cargo

3

Salário Bruto

4

Dependente para IR

5

Dependente para Salário-família

6

Pensão Alimentícia

7

Vale-transporte recebido

Cálculo dos salários

Cálculo dos salários Funcionário – Antonio Costa Cálculo do Salário líquido Histórico % Valor

Funcionário Antonio Costa

Cálculo do Salário líquido

Histórico

%

Valor

Histórico

Valor

Salário Bruto

 

1.200,00

Salário Bruto

1.200,00

INSS

8%

96,00

INSS

96,00

Base Para IR

 

1.104,00

VT

72,00

IRRF

 

0,00

Salário Líquido

1.032,00

 

PARTE EMPRESA

CPP = 26,8%

321,60

FGTS = 8%

96,00

13º Salário

100,00

Férias + 1/3

133,33

CPP sobre 13º Salário

26,80

CPP sobre férias

35,73

FGTS sobre 13º

8,00

FGTS sobre férias

10,67

Funcionário Adalberto Ferreira

Cálculo do Salário líquido

Cálculo do Imposto de Renda

Histórico

Valor

Histórico

%

Valor

   

Salário Bruto

 

5.300,00

Salário Bruto

5.300,00

INSS

Teto

457,49

INSS

457,49

Dependente IR

2

343,94

IRRF

293,89

Pensão

 

540,00

Pensão

540,00

Base Para IR

 

3.958,57

   

IRRF

22,5%

870,89

   

Dedução

 

790,58

   

IRRF

 

293,89

Salário Líquido

3.664,68

 

PARTE EMPRESA

CPP = 26,8%

1.420,40

FGTS = 8%

424,00

13º Salário

441,67

Férias + 1/3

588,89

CPP sobre 13º Salário

118,37

CPP sobre férias

157,82

FGTS sobre 13º Salário

35,33

FGTS sobre férias

47,11

Funcionário – Edgar Ferreira Cálculo do Salário Líquido Histórico % Valor Histórico Valor

Funcionário Edgar Ferreira

Cálculo do Salário Líquido

Histórico

%

Valor

Histórico

Valor

Salário Bruto

 

2.400,00

Salário Bruto

2.400,00

INSS

11%

264,00

INSS

264,00

Dependente

1

171,97

IRRF

18,99

Base Para IR

 

1.964,03

VT

144,00

IRRF

7,5%

147,30

   

Dedução

 

128,31

   

IRRF

 

18,99

Salário Líquido

1.995,01

 

PARTE EMPRESA

CPP = 26,8%

643,20

FGTS = 8%

192,00

13º Salário

200,00

Férias + 1/3

266,67

CPP sobre 13º Salário

53,60

CPP sobre férias

71,47

FGTS sobre 13º Salário

16,00

FGTS sobre férias

21,33

Funcionário Thais Vasconcelos

Cálculo do Salário Líquido

Histórico

%

Valor

Histórico

Valor

Salário Bruto

 

2.350,00

Salário Bruto

2.350,00

INSS

11%

258,50

INSS

258,50

Base Para IR

 

2.091,50

IRRF

28,55

IRRF

7,5%

156,86

VT

141,00

Dedução

 

128,31

   

IRRF

 

28,55

Salário Líquido

1.921,95

 

PARTE EMPRESA

CPP = 26,8%

629,80

FGTS = 8%

188,00

13º Salário

195,83

Férias + 1/3

261,12

CPP sobre 13º Salário

52,48

CPP sobre férias

69,98

FGTS sobre 13º Salário

15,67

FGTS sobre férias

20,89

Funcionário – Vicente Rodrigues Cálculo do Salário Líquido Histórico % Valor Histórico Valor

Funcionário Vicente Rodrigues

Cálculo do Salário Líquido

Histórico

%

Valor

Histórico

Valor

Salário Bruto

 

850,00

Salário Bruto

850,00

INSS

8%

68,00

INSS

68,00

Dependente

   

Salário-família

46,72

Base Para IR

 

782,00

VT

51,00

IRRF

0%

Isento

 
 

Salário Líquido

777,72

PARTE EMPRESA

CPP = 26,8%

227,80

FGTS = 8%

68,00

13º Salário

70,83

Férias + 1/3

94,44

CPP sobre 13º Salário

18,98

CPP sobre férias

25,31

FGTS sobre 13º Salário

5,67

FGTS sobre férias

7,56

Folha de pagamento

Folha de pagamento Folha de pagamento referente a julho de 2013 – DIDA’S, Comércio de Calçados

Folha de pagamento referente a julho de 2013 – DIDA’S, Comércio de Calçados e Roupas Ltda.

Nome

Cargo

Salário

Sal.fam.

Sub total

INSS

IRRF

Pensão

VT

Líquido

Antonio

Aux. ADM

1.200,00

 

1.200,00

96,00

   

72,00

1.032,00

Adalberto

Gerente

5.300,00

 

5.300,00

457,49

293,89

540,00

 

3.664,68

Edgar

Assistente II

2.400,00

 

2.400,00

264,00

18,99

 

144,00

1.995,01

Thais

Assistente I

2.350,00

 

2.350,00

258,50

28,55

 

141,00

1.921,95

Vicente

Aux. Geral

850,00

46,72

896,72

68,00

   

51,00

777,72

TOTAIS

 

12.100,00

46,72

12.146,72

1.143,99

341,43

540,00

408,00

9.391,36

Resumo folha parte empresa

Encargo

%

Valor

CPP

26,8%

3.242,80

FGTS

8%

968,00

13º Salário

 

1.008,33

Férias + 1/3

 

1.344,44

CPP sobre 13º Salário

26,8%

270,33

CPP sobre férias

26,8%

360,31

FGTS sobre 13º Salário

8%

80,67

FGTS sobre férias

8%

107,56

Antes de iniciarmos a contabilização da folha de pagamento temos de fazer ajustes:  Compra

Antes de iniciarmos a contabilização da folha de pagamento temos de fazer ajustes:

Compra de vale-transporte em 15 de junho para ser entregue em 01 de julho referente ao transporte dos funcionários no mês de julho, no valor de R$ 1.000,00. Pago pelo banco X.

30 de junho: entrega do VT referente a julho aos funcionários no valor de R$ 914,00.

A conta Banco está credora porque não começamos com saldo, ou seja, é apenas a contabilização da folha de pagamento e não exercício completo.

Atenção: a folha de pagamento de empresas comerciais ou serviços é contabilizada diretamente em Despesas, enquanto que a folha de pagamento de empresas industriais são contabilizadas:

Mão de obra direta: contabilizada diretamente no produto como Custos.

Mão de obra indireta: rateada e contabilizada também no produto como Custos.

Mão de obra do pessoal administrativo de uma indústria: contabilizado como Despesas.

Verifique a contabilização da folha de pagamento anterior.

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REFERÊNCIAS

REFERÊNCIAS ACADEMIA Pearson. Administração de Recursos Humanos . São Paulo: Pearson, 2010. MONTOTO, Eugenio.

ACADEMIA Pearson. Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Pearson,

2010.

MONTOTO, Eugenio. Contabilidade Geral Esquematizado. São Paulo: Saraiva,

2011.

Laboratório Contábil e Tributário I Aula 07 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 07

Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

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Aula 07: Escrituração contábil

Aula 07: Escrituração contábil Objetivo : Recordar os fatos contábeis vistos em Contabilidade I, acrescentado a

Objetivo: Recordar os fatos contábeis vistos em Contabilidade I, acrescentado a contabilização desses, envolvendo o dia a dia da empresa.

Introdução

A escrituração fiscal é o registro do fato contábil representado graficamente, mediante os efeitos que eles produziram sobre o patrimônio, ou conforme Chagas:

Escrituração é uma técnica contábil destinada a registrar todas as ocorrências econômico-financeiras do patrimônio. Ela se realiza por meio de passos chamados Lançamentos. (CHAGAS, 2010, p. 9.)

Legislação

O artigo 1.179 do Código Civil Brasileiro Lei 10.406/2002, diz:

O empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a documentação respectiva, e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico. (CCB art.1.179)

Nessa

lei,

o

Código

Civil

Brasileiro

versa

sobre

a

obrigatoriedade

da

escrituração contábil, para o empresário e para a sociedade empresária.

Principais livros utilizados na escrituração contábil

Os livros de escrituração têm várias finalidades. Uns servem para registrar as compras, outros para registrar as vendas, controlar os estoques, os lucros ou prejuízos fiscais. Há livros em que são registrados os empregados e outros em que se registram Atas das Reuniões e Assembleias. Enfim, podemos dividir os livros em três grupos: fiscais, contábeis e sociais.

Livros fiscais

Livros fiscais Livros fiscais são os exigidos pelo fisco Federal, Estadual ou Municipal. Os mais comuns

Livros fiscais são os exigidos pelo fisco Federal, Estadual ou Municipal. Os

mais comuns são:

Registro de Entradas.

Registro de Saídas.

Registro de Impressão de Documentos Fiscais.

Registro de Inventário.

Registro de Apuração de IPI.

Registro de Apuração de ICMS.

Livro de Apuração do Lucro Real LALUR.

Livro de Movimentação de Combustíveis LMC.

Livro

Registro de

Entradas

Registro de

Saídas

Registro de

Impressão de

Documentos

Fiscais

Para que serve

Este livro é obrigatório para as empresas comerciais e seu objetivo é registrar as entradas de mercadorias ou bens e às aquisições de serviços de transporte e de comunicação efetuadas a qualquer título pelo estabelecimento, quando contribuinte do ICMS. A indústria utiliza um mesmo livro de registro de entradas, modelo próprio, com destaques do IPI e ICMS pelas compras de mercadorias.

utiliza um mesmo livro de registro de entradas, modelo próprio, com destaques do IPI e ICMS

Obrigatório para todas as empresas comerciais e seu objetivo é registrar as notas fiscais de saídas, destacando-se o ICMS incidentes pelas saídas de produtos, a qualquer título, do estabelecimento. Na indústria, é utilizado um mesmo livro de registro de saídas, modelo próprio, com destaques de IPI e ICMS pelas vendas de mercadorias.

utilizado um mesmo livro de registro de saídas, modelo próprio, com destaques de IPI e ICMS

Este livro é obrigatório e destina-se à escrituração da confecção de documentos fiscais para terceiros ou para o próprio estabelecimento gráfico, conforme art. 219 do RICMS/SP.

de documentos fiscais para terceiros ou para o próprio estabelecimento gráfico, conforme art. 219 do RICMS/SP.
de documentos fiscais para terceiros ou para o próprio estabelecimento gráfico, conforme art. 219 do RICMS/SP.
de documentos fiscais para terceiros ou para o próprio estabelecimento gráfico, conforme art. 219 do RICMS/SP.
Livro Para que serve Livro Inventário Nele são registradas as mercadorias, os produtos manufaturados, as

Livro

Para que serve

Livro Inventário

Nele são registradas as mercadorias, os produtos manufaturados, as matérias-primas, os produtos em fabricação, os bens em almoxarifado armazenados na data do balanço patrimonial levantado no final de determinado período.

Registro de Apuração de IPI

Este livro é obrigatório para Indústrias e estabelecimentos equiparados, pois tem o objetivo de registrar o IPI, em razão do estabelecimento no período.

Registro de

Destina-se ao lançamento mensal dos totais dos valores contábeis e fiscais relativos ao ICMS das operações de entradas e saídas de mercadorias, bem como de prestações de serviços de transporte.

Apuração de

ICMS

Livro de Apuração do Lucro Real LALUR

Este livro é obrigatório somente para as empresas tributadas pelo imposto de renda na forma de Lucro Real.

Livro de Movimentação de Combustíveis LMC

Este livro é obrigatório para os postos de combustíveis, em que é controlada a movimentação de combustíveis e entrada e saída dos comercializados nos posto. Serve também para controle de arrecadação do ICMS.

Livros contábeis

Livros contábeis são aqueles utilizados pelo setor de Contabilidade e são

destinados à escrituração contábil dos atos e dos fatos administrativos que ocorrem

na empresa. Os principais livros utilizados pela Contabilidade são:

Livro Diário.

Livro Razão.

Registro de Duplicatas.

Livro Caixa.

Livro Conta-correntes.

 Livro Conta-correntes. Livro Livro Diário Livro Razão Registro de duplicatas Para que serve

Livro

Livro Diário

Livro Razão

Registro de

duplicatas

Para que serve

Como o próprio nome já diz, sua atualização tem de ser diária e abranger todas as operações do contribuinte, o resultado de sua atividade, lucros, rendimentos, ganho de capital, etc. É obrigatório pela legislação comercial, sua escrituração deve obedecer as Normas Brasileira de Contabilidade. As empresas que fazem sua tributação com base no Lucro Real são obrigadas a manter este livro atualizado. Caso haja sua inexistência ou a escrituração estiver em desacordo com as normas contábeis, elas estão sujeitas ao arbitramento do lucro, para apuração do IRPJ e da CSLL.Ele deverá ser autenticado pelo órgão competente do Registro do Comércio. Se a escrituração contábil for em forma digital, não tem necessidade de impressão e encadernação em forma de livro, mas o arquivo magnético dever ser autenticado pelo registro público competente e, mantido pela entidade. Os lançamentos no Livro Diário devem ser efetuados em ordem cronológica, individual, clareza e com referência ao documento que prova a operação realizada. O termo de abertura deverá conter na primeira página e na última, o termo de encerramento. O termo de abertura deverá conter a finalidade do livro, número de folhas, o nome da empresa a que pertence, local do estabelecimento, número e data do arquivamento dos atos constitutivos no órgão de registro do comércio e o número do CNPJ.O termo de encerramento dirá a que se destinou o livro, número de ordem, número de folhas e a firma individual, ou sociedade mercantil. Estes termos serão datados e assinados pelo comerciante ou seu procurador e também pelo contador responsável.

É utilizado para resumir e totalizar, por conta ou subconta, os lançamentos lançados do Livro Diário. Esta escrituração deverá ser individualizada obedecendo a ordem cronológica das operações. O livro Razão registra o movimento de todas as contas, de mesma natureza; desta forma, é fácil o controle de cada conta contábil. O razonete é derivado do Livro Razão, apenas de forma mais simplificada, é por meio deste livro que se pode controlar individualmente cada conta e seus saldos.

Este livro é obrigatório para as empresas que vendem a prazo com emissão de duplicatas, tem de ser autenticado no Registro do Comércio.

para as empresas que vendem a prazo com emissão de duplicatas, tem de ser autenticado no
Livro Para que serve Este livro pode ser escriturado de forma manual, mecanizado ou por

Livro

Para que serve

Este livro pode ser escriturado de forma manual, mecanizado ou por meio de computadores; nele são registradas as movimentações em dinheiro efetuadas pelo Tesoureiro da empresa. A legislação do Imposto de Renda prevê não somente o lançamento das transações em dinheiro.

Livro Caixa

Livro

Contas

Correntes

É um livro auxiliar, é dispensado de autenticação, em que se registra o nome dos devedores ou dos credores individualmente.

Livros sociais

Esses livros são exigidos pela Lei nº 6.404/76, Lei das Sociedades por Ações.

A Companhia deve ter os seguintes livros, além daqueles obrigatórios para qualquer

comerciante:

Livro de Registro de Ações Nominativas.

Livro de Registro de Ações Endossáveis.

Livro de Transferências de Ações Nominativas.

Livro de Registro de Partes Beneficiárias.

Livro de Registro de Partes Beneficiárias Endossáveis.

Livro de Atas das Assembleias Gerais.

Livro de Presença de Acionistas.

Livro de Atas das Reuniões do Conselho de Administração.

Livro de Atas das Reuniões da Diretoria.

Livro de Atas e Pareceres do Conselho Fiscal.

Terminamos mais uma aula, em que vimos os livros que fazem parte do dia a

dia de um contador. Precisamos ter conhecimento e, para isso, somente estudando.

Portanto, vamos fazer os exercícios propostos?

Visite o Vale a pena conferir, pois lá você encontrará um site que conte um

Visite o Vale a pena conferir, pois lá você encontrará um site que conte um guia prático das obrigações e procedimentos legais, fiscais, contábeis e trabalhistas, que ajudará a ter mais conhecimento sobre livros fiscais.

Vale a pena conferir

1. Conheça mais sobre os livros fiscais, contábeis e sociais no site da Receita Federal ou o do CRC e verifique a sua importância. Disponíveis

<www.receita.fazenda.gov.br> e

<http://www.crcsp.org.br/portal_novo/ publicacoes/guia_pratico/pdf/guia_pratico_obrigacoes.pdf>. Acesso em:

11 out. 2013.

em:

Acesso em: 11 out. 2013. em: * O QR Code é um código de barras que
Acesso em: 11 out. 2013. em: * O QR Code é um código de barras que

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REFERÊNCIAS

BRASIL. Código Civil Brasileiro Lei 10.406/2002, artigo 1.179, de 10 de Janeiro de

2010.

CHAGAS, Gilson . Contabilidade Geral Simplificada. São Paulo: Saraiva, 2010.

Laboratório Contábil e Tributário I Aula 08 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 08

Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

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Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos
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Aula 08: Imposto de Renda Pessoa Física Objetivo : Entender como é o processo de

Aula 08: Imposto de Renda Pessoa Física

Objetivo: Entender como é o processo de Imposto de Renda Pessoa Física no Brasil e aprenda a elaborar a declaração.

Introdução

O Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) é federal, ou seja, somente a

União tem competência para instituí-lo. Cobrado desde a década de 1920, ele incide sobre todo ganho acima de um determinado valor mínimo anual. Todo contribuinte, anualmente, é obrigado a prestar informações à Receita Federal por meio da Declaração de Ajuste Anual DIRPF a fim de apurar possíveis débitos ou créditos.

Legislação

O artigo 153 da Constituição Federal prevê a cobrança de imposto sobre a

renda em seu inciso III pela União. O Código Tributário Nacional insere que o fato gerador do IR é a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de renda, a qual é entendida como o produto do capital, do trabalho, ou de ambos, e também proventos de qualquer natureza, e os acréscimos patrimoniais.

Principais características

É um imposto federal, instituído pela União.

O fato gerador é a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de renda.

O contribuinte pode ser:

o

Pessoa Física.

o

Pessoa Jurídica.

o

Base de cálculo ou renda tributável.

Base de cálculo ou renda tributável

Base de cálculo ou renda tributável Para as pessoas físicas, esta base são os rendimentos, todo

Para as pessoas físicas, esta base são os rendimentos, todo valor recebido, menos algumas despesas que são passíveis de serem abatidas, como gasto com saúde, com educação e com dependentes. Esses valores são passados pela empresa até o dia 28 de fevereiro por meio do comprovante de rendimentos emitido pala empresa.

Alíquotas

A alíquota depende do valor recebido mensalmente até determinado valor o

contribuinte é isento.

Imposto Retido na Fonte

O IR é descontado em folha mensalmente e, no ano seguinte o contribuinte

faz o fechamento do ano anterior, ou seja, prepara uma declaração de ajuste anual de quanto deve de imposto ou se pagou valores a mais. Nesse caso, ele tem restituição dos valores pagos, uma vez que eles deverão ser aprovados pelas autoridades competentes. O Imposto Retido na Fonte (IRRF) é uma forma de antecipação do imposto pelo contribuinte, ou seja, durante o ano, ele recolhe o imposto sobre os seus rendimentos mensais; no ano seguinte, entre 1º de março a 30 de abril, fará a declaração de ajuste abatendo o que já foi recolhido. Se o contribuinte recolheu o valor a maior, ele terá uma restituição do valor pago a maior, se mesmo abatendo o que já foi recolhido durante o ano ele ficar devendo, deverá recolher o valor devido de acordo com a legislação vigente. Esta declaração de ajuste anual é obrigatoria, e elaborada por meio de um software próprio obtido no sítio da Receita Federal. A transmissão dessas informações somente pode ser feita pela internet.

Obrigatoriedade

Obrigatoriedade Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda a pessoa

Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda a pessoa física que excedeu o valor mínimo de isenção deste imposto.

Critérios para apresentação

Renda.

o

O contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis cujo valor foi superior ao mínimo estipulado em lei para isenção;

o

O contribuinte que recebeu rendimentos isentos não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cujo valor foi superior ao estipulado em lei.

Ganho de Capital e operações em bolsa de valores.

o

O contribuinte que obteve em qualquer mês ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou ainda aquele que realizou operações em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.

o

Optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato de venda.

Atividade rural

o

Obteve receita bruta anual com o valor superior ao estipulado em lei.

o

Pretenda compensar, no ano-calendário anterior ou posteriores, prejuízos de anos-calendários anteriores ou do próprio.

Bens e direitos

o Obteve a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro, de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00.

Condição de residente no Brasil

o A pessoa física passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro.

Forma de elaboração e apresentação da declaração A declaração de ajuste anual deve ser elaborada

Forma de elaboração e apresentação da declaração

A declaração de ajuste anual deve ser elaborada obrigatoriamente através do uso de um computador, utilizando o programa IRPF da Receita Federal. Este programa deve ser baixado juntamente com o programa de transmissão da declaração, o Receitanet.

Documentação necessária para preenchimento da declaração

Rendimentos:

o

Comprovante de Rendimentos fornecido pela empresa empregadora.

o

Comprovante de outros rendimentos que não sejam de trabalho com registro.

Extrato de contas corrente e aplicações financeiras.

Documento dos bens como, carro, casa, apartamento.

Documentos dos dependentes: cônjuge, filho, mãe, pai, ou qualquer outra pessoa que é dependente de acordo com a tabela de dependência emitida pela Receita Federal:

Código

Relação de dependência.

11

Companheiro(a) com o(a) qual o contribuinte tenha filho(a) ou viva há mais de 5 (cinco) anos, ou cônjuge.

21

Filho(a) ou enteado(a) até 21 anos.

22

Filho(a) ou enteado(a) universitário(a) ou cursando escola técnica de 2º grau, até 24 anos.

23

Filho(a) ou enteado(a) em qualquer idade, quando incapacitado física e/ou mentalmente para o trabalho.

24

Irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a) sem arrimo dos pais, do(a) qual o contribuinte detém a guarda judicial, até 21 anos.

Código Relação de dependência. 25 Irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a) sem arrimo dos pais, com idade

Código

Relação de dependência.

25

Irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a) sem arrimo dos pais, com idade de 21 até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21.

 

Irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a) sem arrimo dos pais, do(a) qual o

26

contribuinte detém a guarda judicial, em qualquer idade, quando incapacitado física e/ou mentalmente para o trabalho.

 

Pais, avós e bisavós que, no ano anterior, receberam rendimentos, tributáveis ou não, até o limite mínimo estipulado em lei (Se Declaração de Ajuste Anual ou Declaração Final de Espólio).

31

Pais, avós e bisavós que, no ano anterior, receberam rendimentos, tributáveis ou não, não superiores à soma dos limites de isenção mensal, correspondentes aos meses abrangidos pela declaração. (Se Declaração de Saída Definitiva do País).

41

Menor pobre, até 21 anos, que o contribuinte crie e eduque e do qual detenha a guarda judicial.

51

A pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador.

Comprovante de pagamento efetuado a terceiros, tais como:

o

Pensão alimentícia.

o

Aluguéis.

o

Arrendamento rural.

o

Instrução.

o

Pagamentos a profissionais autônomos (médicos, dentistas, psicólogos, advogados, engenheiros, arquitetos, corretores, professores, mecânicos etc.).

o Contribuição patronal paga à Previdência Social pelo empregador doméstico. o Pessoas jurídicas, quando

o

Contribuição patronal paga à Previdência Social pelo empregador doméstico.

o

Pessoas jurídicas, quando dedutíveis na declaração.

Chegamos ao fim de mais uma aula. Acesse o AVA e teste seus conhecimentos. Caso tenha ficado alguma dúvida, não deixe de esclarecê-la com o seu professor-tutor.

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REFERÊNCIAS

DECLARAÇÃO. Obrigatoriedade de Apresentação. Receita Federal. Disponível em:

<http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaFisica/IRPF/2013/declaracao/

obrigatoriedade.htm#Pessoas>. Acesso em: 08 ago. 2013.

PINTO, João Roberto Domingues. Imposto de Renda, Contribuições administradas pela Secretaria da Receita Federal e Sistema Simples. Brasília:

Editoria/Coordenação da edição: Conselho Federal de Contabilidade, 2013.

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 09

Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

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Aula 09: Preenchimento de declaração do imposto de renda pessoa física

Objetivo: Entender o preenchimento da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física.

Introdução

Todo ano, a partir do dia 1º de março até o dia 30 de abril às 23h59min, a Receita Federal recebe as declarações do Imposto de Renda Pessoa Física referente ao ano-base anterior. Neste período os contribuintes que se enquadram em uma das situações mencionadas anteriormente.

Preenchimento

Abra o programa e clique em nova”, na qual aparecerá a tela do ANEXO I (vide vale a pena conferir) perguntando o que deseja fazer, criar nova declaração ou importar os dados do ano anterior. No nosso caso, clique em “Criar nova declaração.

A próxima tela, (ANEXO II) continuará perguntando se quer importar dados da última declaração; em nosso caso informe que não.

A próxima tela (ANEXO III) irá pedir para definir o tipo de declaração você quer fazer, (de ajuste anual, de espólio ou de saída definitiva do país), escolha a primeira opção, preenchendo com o CPF e o nome do declarante.

Após colocar esses dados, aparecerá outra tela (ANEXO IV) informando ser necessário o preenchimento de todas as fichas da declaração, e logo após, o programa mostrará o cálculo do imposto, e indicará qual a melhor opção: as deduções pelas despesas legais ou o desconto de 20% dos rendimentos.

Na tela “Identificação do contribuinte(ANEXO, V) é necessário informar que se trata de declaração original, indicando o número do recibo e os dados completos do contribuinte, como nome, endereço, data de nascimento, profissão, etc.

As próximas telas (ANEXOS VI e VII) são sobre os dependentes do titular, em que você deverá incluir todas as informações solicitadas dos pendentes, bem como declarar os rendimentos recebidos de cada um, as dívidas, os pagamentos efetuados, independentemente da forma de tributação escolhida pelo titular.

São considerados alimentandos pessoas mantidas pelo contribuinte por ordem judicial; deve-se informar nome, CPF, onde reside e data de nascimento (ANEXO VIII)

Rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica pelo titular (ANEXO IX).

o Serão informados os rendimentos tributáveis recebidos de PJ pelo titular e pelos dependentes (cada um em sua ficha). São considerados rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica, pró-labore, aluguéis comerciais, salários, pensões e aposentadorias. Ao clicar em “Novo, deverá ser informado os dados da fonte pagadora, o INSS pago, o IRRF e o 13º salário. (ANEXO X).

Rendimentos tributáveis recebidos de pessoa física e do exterior (ANEXO XI)

o Nesta ficha, selecione “Titular ou dependente”, faça os lançamentos dos valores recebidos de pessoa física e do exterior. Esta ficha abrange aluguéis recebidos de imóveis residenciais, rendas extras, pensões alimentícias ou rendimentos de profissionais liberais e ainda todos os valores recebidos do exterior.

Rendimentos isentos e não tributáveis (ANEXO XII)

o Ficha a ser preenchida informando os valores recebidos e que não sofrerão incidência de IR, como rendimentos de poupança, bolsa de estudo, indenizações por rescisão de contrato de trabalho, parcela isenta de aposentadoria e outros.

Rendimentos sujeitos à tributação exclusiva e definitiva (ANEXO XIII)

o Aqui são lançados os rendimentos que têm tributação definitiva, ou seja, o contribuinte paga e não tem direito a restituição, exemplo: 13º salário, ganho na bolsa de valores, valores recebidos pelos dependentes que tenham a mesma origem etc.

Rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica (cujo imposto está com a exigibilidade suspensa ANEXO XIV

o Nesta ficha são lançados os valores que se discutem na Justiça se haverá ou não tributação; enquanto a decisão não sair, a cobrança do IR fica suspensa.

Rendimentos tributáveis de pessoa jurídica recebido acumuladamente pelo titular (ANEXO XV)

o Estes valores são recebidos pela Justiça; o lançamento refere-se aos rendimentos recebidos que foram pagos de forma acumulativa, ou seja, deveriam ter sido pagos em anos anteriores e que foram pagos em uma única parcela ao contribuinte. Após clicar em “Novo, o contribuinte deverá informar os dados da fonte pagadora, bem como a escolha da forma de tributação, “Ajuste Anual” ou “Exclusiva na Fonte”.

Imposto Pago ou Retido (ANEXO XVI)

o Esta ficha deverá ser preenchida se o contribuinte já tiver efetuado pagamento de IR antecipadamente ou se teve IRRF como recolhimento por meio do Carnê-Leão.

Pagamento efetuado (ANEXO XVII)

Em todos os pagamentos efetuados, o contribuinte deverá lançar nesta ficha despesas com instrução no Brasil e no exterior, como médicos, dentistas, pensão alimentícia, previdência complementar, aluguéis etc.

Doações Efetuadas (ANEXO XVIII)

o Deverão ser lançados nesta ficha todos os valores referentes a doações efetuadas durante o ano-calendário que o contribuinte está declarando, o código da doação, nome do fundo, CNPJ do fundo e valor doado.

Bens e direitos (ANEXO XIX)

o Esta ficha serve para que o contribuinte relacione os bens e direitos em seu nome. O contribuinte deve clicar em “Novoe lançar individualmente os bens que possui e os direitos, descrever cada um e indicar o seu valor na coluna do ano anterior e no atual. Caso uma destas colunas seja deixada em branco, significa que o contribuinte adquiriu ou vendeu o bem e direito no ano da coluna em branco.

Dívidas e ônus reais (ANEXO XX)

o Esta ficha é utilizada para que o contribuinte informe suas dívidas e ônus que tenha, como empréstimos, financiamentos, etc. Deve ser relacionada

as dívidas separadamente, descrevendo seu código, histórico e valor em 31 de dezembro do ano.

Informações do Cônjuge (ANEXO XXI)

o O contribuinte que não fizer a declaração em conjunto, e tiver bens em comum com ele, deverá preencher os dados desta ficha com informações do cônjuge.

Doações a partidos políticos, comitês financeiros e candidatos a cargos eletivos (ANEXO XXII)

o As doações efetuadas a partidos políticos, comitês financeiros ou a candidatos de cargos eletivos deverão ser lançadas nesta ficha.

Importações (ANEXO XXIII).

o O contribuinte pode utilizar esta ficha para fazer a importação de dados de programas da Receita Federal, como Carnê-Leão e ganho de capital. Para verificar se existem pendências na declaração, clique em “Verificar Pendências”, caso elas existam, o contribuinte poderá resolvê-las. Contudo, há pendências que não afetam a gravação e transmissão da declaração.

Ao clicar em “Gravar uma declaração para entrega à Receita Federal do Brasil”, será pedido para fechar a declaração em aberto, e, logo em seguida, o contribuinte poderá continuar com a gravação. Feito isso, o próprio sistema irá informar que a declaração foi gravada com sucesso e que você pode transmitir a declaração para a Receita Federal clicando em “Sim. Após a transmissão, irá aparecer um informativo que pode ser salvo em PDF, dê OK”. Depois, clique em “Impressãoe imprima a declaração em PDF. Após este processo, no próprio sistema da Receita, clique em “Ferramentaspara gravar uma cópia da declaração.

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Aula estudada! Acesse o AVA e faça os exercícios. Se restar dúvidas, leve ao Fórum para que o professor e os colegas discutam e te oriente.

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REFERÊNCIAS

PINTO, João Roberto Domingues. Imposto de Renda, Contribuições administradas pela Secretaria da Receita Federal e Sistema Simples. Brasília: Conselho Federal de Contabilidade, 2013.

Receita Federal. Disponível em: http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaFisica/ IRPF/2013/declaracao/obrigatoriedade.htm#Pessoas. Acesso em: 08 ago. 2013.

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 10

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Aula 10: Plano de contas contábil

Objetivo: Visualizar o lançamento contábil corretamente a fim de fazer a classificação de acordo com o fato contábil.

Introdução

Uma empresa, não importa seu tamanho, tem de ter um plano de contas contábil, o qual tem por necessidade conseguir contemplar todas as contas que a área contábil irá utilizar. Conforme Crepaldi:

Plano de contas é um conjunto de determinadas contas em função do ramo de atividade e porte de cada empresa. Nele são apresentadas as contas títulos e descrição de cada uma, bem como os regulamentos e convenções que regem o uso do plano de contas e de suas contas integrantes do sistema contábil da entidade, tendo como finalidade servir de guia para o registro e a demonstração dos fatos contábeis. (CREPALDI, 2003, p. 70)

O plano de contas contábeis serve para orientar a execução de serviços contábeis visando à padronização de procedimentos e a racionalização de tarefas e ao que diz respeito à escrituração contábil, a fim de registrar os fatos contábeis referente à atividade da empresa.

Conta

contábil

é

o

nome

técnico

que

vai

identificar

um

componente

patrimonial. Por meio delas é que se fazem os lançamentos dos fatos contábeis.

Conta contábil e a tecnologia

Conforme Ribeiro (2012) conta é o nome formal o qual identifica um componente patrimonial (bem, direito, obrigação ou patrimônio líquido) ou um componente de resultado (despesa ou receita). Com o evento da tecnologia na Contabilidade, ficou mais claro ainda a necessidade de termos um bom plano de contas contábeis, pois é por ele que o

sistema contábil fará o controle de toda a Contabilidade e, para isso, temos de considerar:

O plano de contas destina orientar a execução e padronização dos lançamentos contábeis.

Orienta a escrituração dos lançamentos.

Utiliza as contas que pertencem às atividades de cada empresa, informando as funções e as regras de funcionamento de cada conta.

Deve ser montado de forma a facilitar análise por setor, ser fácil incluir ou excluir contas sem prejudicar o todo.

Não pode esquecer que ele é a base do banco de dados, que alimenta os relatórios gerenciais, internos e externos.

Contas patrimoniais

Assim chamadas em virtude de representar o patrimônio da empresa, essas contas fazem parte do Balanço Patrimonial; são elas que compõem o Ativo, o Passivo e o Patrimônio Líquido. As contas são movimentadas durante o exercício e geralmente no final ficam com saldos, com os quais elaboramos o Balanço Patrimonial. Essas contas são divididas em:

Contas do ativo: representam o ativo da empresa, ou seja, os bens e os direitos; podem ser divididas em contas do ativo circulante e contas do ativo não circulante; são contas credoras.

Contas do passivo: representam o passivo da empresa, ao seja, o valor das obrigações da empresa para com terceiros.

Contas do patrimônio líquido: representam os valores do patrimônio liquido da empresa, ou seja, o valor que ela vale, equação do PL= Ativo Passivo = valor da empresa.

Contas de resultado: assim chamadas em virtude de comporem o resultado da empresa; estas contas são abertas durante o exercício social e encerradas

no final deste e não podem conter saldos no final; são elas que indicam se a empresa teve lucro ou prejuízo. Essas contas são divididas em:

o Contas de receitas: contas que representam as receitas da empresa; são de origem credoras.

o Contas de despesas: representam os gastos que a empresa teve; são de

origem devedora.

o Demonstrações contábeis: é por meio das contas contábeis, ou seja, do

plano de contas que as demonstrações contábeis serão elaboradas.

o Balanço patrimonial: conforme Norma Brasileira de Contabilidade n º 3.2, o balanço patrimonial é uma demonstração contábil, obrigatória para todas as empresas que fazem sua tributação pelo Lucro Real. É por meio das contas contábeis que temos a segurança de que todas elas estão alocadas

corretamente.

o Demonstração do resultado do exercício: conforme Norma Brasileira de

Contabilidade nº 3.3, a demonstração do resultado é a demonstração contábil designada a evidenciar a composição do resultado constituído em um

determinado período de operações da empresa. A demonstração do resultado evidenciará a formação dos vários níveis de resultados mediante confronto entre as receitas e os correspondentes custos e despesas.

Em pena Vale a pena conferir, tem o link para um plano de contas útil, no qual você irá verificar a forma, funcionamento e origem das contas contábeis.

Para visualizar um plano de contas com a origem, forma e função das contas contábeis, siga os passos:

Entre no Site do CRC. Disponível em: <http://www.crcsp.org.br/>.

No lado esquerdo na parte de cima, escreva plano de contas, clique em localizar.

Aparecerá Plano de contas 7.4 planos de contas, clique e aproveite para estudar as contas contábeis.

Fim da aula 10! Resolva os exercícios propostos, se restar dúvida entre no fórum, troque ideias com os outros alunos, pesquise e fale com seu professor.

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REFERÊNCIAS

CREPALDI, Aparecido Silvio. Contabilidade Gerencial teoria e prática. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2011.

RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. São Paulo: Saraiva, 2012.

SITE

CRC SÃO PAULO. Disponível em: <http://www.crcsp.org.br/>. Acesso em: 17 out.

2013.

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 11

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Aula 11: Sistema de informação contábil

Objetivo: Inserir o aluno no sistema de informação contábil por meio da utilização de software do mercado.

Introdução

Como tudo no mundo, a Contabilidade também se rendeu à tecnologia da informação. Em 05 de fevereiro de 1986, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou e referendou o pronunciamento do Instituto Brasileiro de Contabilidade, (IBRACON), sobre a Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade, definindo que:

A Contabilidade é, objetivamente, um Sistema de Informação e avaliação destinado a prover seus usuários com demonstrações e análises de natureza econômica, financeira, física e de produtividade, com relação à entidade. (IBRACON, S.I, n. 29, 1986)

O Sistema de informação contábil

É comum, nos meios profissionais, dizer que a Contabilidade foi e sempre será o melhor e mais completo sistema de informações para garantir as decisões gerenciais. Mas também, é comum, ouvir-se que o profissional da área contábil na prática direciona a maior parte de seu tempo de trabalho e de seu esforço para preencher formulários, cumprir formalidades legais e apurar resultados para pagamento de impostos, ou seja, ele não passa de um funcionário do governo trabalhando dentro da empresa e recebendo desta. De acordo com Gil, Biancolino e Borges (2010), no ambiente empresarial dos Sistemas de Informações, a ciência contábil se estabelece como um planejamento completo e dinâmico que incorpora todos os eventos financeiramente mensuráveis da organização, com o propósito de informar, com exata totalidade, o valor patrimonial da empresa. Neste sentido, o Sistema de Informação contábil está atrelado à Contabilidade pela geração de dados e conhecimento a respeito do valor patrimonial da empresa,

inclusive, com utilidade para tomada de decisão nas organizações privadas ou governamentais.

As informações contábeis

Sabe-se que a Contabilidade pode suprir a administração da empresa de informações em todas e qualquer das etapas do processo decisório: planejamento,

execução e controle. Ela pode apontar as variações entre os padrões estabelecidos

e o realizado, além de identificar, por exemplo, a opção que dê maior rentabilidade sobre o investimento.

O profissional da área contábil

O profissional da área contábil evolui juntamente ao desenvolvimento dos softwares destinados a área contábil, o qual refletiu na Contabilidade exigindo regulamentações rígidas e padronização dos papéis contábeis, as demonstrações contábeis. Com isso, todas as demonstrações, tanto de uso interno quanto externo,

é a mesma. Com o evento do sistema de informações contábeis, o contador ganhou fôlego para se dedicar a tarefas mais nobres, ou seja, apura da melhor forma possível as informações gerenciais e confidencias. Hoje o profissional contábil tem de estar preparado para disponibilizar e explicar detalhadamente as informações contábeis, e, para isso, ele tem de se reciclar a fim de ficar por dentro de tudo o que ocorre no mercado.

Sistemas contábeis

Existem hoje no mercado vários softwares para auxílio contábil. Para tanto, a empresa tem de fazer um levantamento para verificar o que melhor a atenda.

Contmatic Phoenix

Para a contabilização dos fatos contábeis de nossa empresa utilizaremos um software chamado Contmatic Phoenix. Fundada em 1987, é uma empresa

especializada no desenvolvimento de softwares administrativos e de gestão (ERP), oferece ao mercado soluções avançadas para as áreas contábil, fiscal, trabalhista e gerenciamento de empresas.

Sistema a ser utilizado em nosso trabalho

Sistema fiscal G5 Phoenix: é um sistema fiscal que permite o lançamento das notas fiscais e o cálculo dos impostos, dentre outras funções. Sistema folha Phoenix: é um sistema que permite cadastrar os dados e movimentações dos funcionários e gerar a folha de pagamento, provisão de férias e 13º salário, dentre outras funções. Sistema contábil Phoenix: é o sistema contábil que utilizaremos para contabilizar os fatos contábeis e gerar demonstrações contábeis. Backup: é o sistema que será ativado para salvarmos o trabalho desenvolvido. Para abrir o que já está lançado, será utilizada dentro do Backup a opção restauração.

Vale a pena conferir

1. Entre no site a seguir clique em empresa”. Depois, siga os seguintes passos:

projeto acadêmico” e “Download e efetuar o cadastro”. Em seguida, serão pedidos seu RG e seu CPF; você se cadastrará e poderá utilizar qualquer um dos softwares da Contimatic em casa. Disponível em: <www.contmatic.com.br>. Acesso em: 11 out. 2013.

Fim de mais uma aula! Acesse a plataforma e faça os exercícios. Se ficou com dúvidas, divide-a com os colegas, coloque-a no fórum para discussão, não esqueça, verifique em vale a pena conferir, como se cadastrar na Contmatic para utilizar o software acadêmico.

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REFERÊNCIAS

GIL, Antonio de Loureiro; BIANCOLINO, César Augusto; BORGES, Tiago Nascimento. Sistemas de informações contábeis uma abordagem gerencial. São Paulo: Saraiva, 2010.

SITES

CONTMATIC PHOENIX. Disponível em: <www.contmatic.com.br>. Acesso em: 11 out. 2013.

DELIBERAÇÃO CVM. Disponível em: <http://www.cvm.gov.br/asp/cvmwww/ atos/exiato.asp?File=/deli/deli029.htm>. Acesso em: 11 out. 2013.

IBRACON. Disponível em: <http://www.ibracon.com.br/ibracon/Portugues/>. Acesso em: 11 out. 2013.

Laboratório Contábil e Tributário I

Aula 12

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Aula: 12 - A abertura de uma empresa

Objetivo: Levar o aluno próximo da realidade (entrando no site da Jucesp, da Receita Federal e outros), mostrando que não basta somente ter dinheiro para abrir a empresa, é necessário fazer um bom planejamento.

Introdução

Geralmente o sonho de cada um de nós é não ter “patrão”, ter nossa empresa, mas não sabemos por onde começar, o que devemos fazer, os órgãos que temos de cadastrar a empresa. Então, vamos iniciar.

Pesquisa de mercado

É um estudo do ramo de negócio que irá começar, é o primeiro passo para investir em um negócio novo, ou verificar como sua empresa está diante do mercado consumidor. É a melhor e mais poderosa ferramenta de orientação ao gestor, pois, direciona suas decisões e pode evitar prejuízos enormes. No caso de abertura de uma empresa, a pesquisa ajuda a avaliar seu sucesso ou não. A pesquisa de mercado serve também para as empresas já em funcionamento, uma vez que ela direciona as decisões econômicas e financeiras. Ela mostra claramente o comportamento, hábitos e, principalmente, a necessidade dos indivíduos.

Conteúdo de uma pesquisa de mercado

Mercado consumidor É o consumidor propriamente dito. Por esta razão, o pesquisador deve dar a maior atenção a este item, conhecendo detalhes daqueles consumidores, como hábito de compras, financiamentos e localização. É este item que mede o potencial de consumo, avalia quanto a empresa deverá vender e é necessário para indicar se devemos entrar ou não neste mercado.

Custos, imobilizados, pessoal e softwares Este é um valor que o empreendedor deverá deixar separado para reforma da empresa, compra de móveis, utensílios, pagamento de pelo menos dois meses de salários e encargos e a compra de um software.

Ponto de instalação

É a escolha do melhor local para a empresa ser instalada, sua sede, é

necessário verificar junto à Prefeitura se não há restrição para instalar aquele tipo de

empresa naquele local.

Mídia A forma de divulgação de sua empresa para ela se tornar conhecida, ou medir a participação, o público-alvo, onde e quando deve anunciar (rádio, internet, televisão, jornal ou outro meio de comunicação).

Concorrentes Conferir qual a participação no mercado dos principais concorrentes; serve para medir a força da empresa, utilizada também para direcionar a força da propaganda e venda.

Pós-venda Após a venda, o cliente deverá ser contatado para saber sua satisfação, poder detectar falhas, melhorar o produto e o atendimento. Esse item deve ser uma constante dentro da empresa.

Outros Poderíamos expandir esta pesquisa para outros itens, como preferência, comportamento do consumidor, novos produtos; mas ficaria maçante e enfadonho, por isso, deixamos a seu critério acrescentar ou não mais itens na pesquisa de mercado.

Contratação de um contador

O segundo passo é a contratação de um contador para nos ajudar a abrir a

empresa e ele se incumbirá de fazer levantamento para ver se o nome escolhido para ela já existe. Além disso, irá preparar o Contrato Social, registrá-lo na Jucesp elaborar o contrato de aluguel e contrato social e o cadastramento da empresa.

Acessando os órgãos para a abertura de uma empresa limitada

Acessando os órgãos para a abertura de uma empresa limitada * O QR Code é um
Acessando os órgãos para a abertura de uma empresa limitada * O QR Code é um

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Formulários:

Capa de Processo: uma via gerado pelo cadastro web.

Formulários FC modelos 1 e 2: gerados pelo cadastro web.

Folha de exigências: uma via gerado pelo cadastro web.

Declaração de Enquadramento EPP: três vias gerados pelo cadastro web

(quando a sociedade optar pelo regime de tributação EPP).

Declaração de enquadramento ME: três vias são geradas pelo cadastro web

(quando a sociedade optar pelo regime de ME).

GARE via gerada pelo cadastro web e preenchida com o código 3370-0, deve ser paga para recolhimento da taxa, sendo protocoladas duas vias impressas pelo banco na Jucesp.

DARF via gerada pelo cadastro web e preenchida com o código 6621, devem ser recolhidas as taxas, sendo protocoladas duas vias impressas pelo banco na JUCESP.

Essas informações foram retiradas do Manual de Orientações Procedimentos de Registros e Atos de Empresas Mercantis, elaborado pela Junta Comercial do Estado de São Paulo. Após este processo, poderá, então, levar o contrato social e os documentos dos sócios para registro do contrato na Jucesp.

Vale a pena conferir

1. Entre no site do Sebrae e confira as pesquisas de mercado. Disponível em:

<http://www.sebrae.com.br/>. Acesso em: 11 out. 2013.

2. Confira as pesquisas de mercado no site da Revista Exame. Disponível em:

<http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-realizar-uma-

pesquisa-de-mercado-para-sua-empresa>.

3. Entre no site do Jucesp e confira a pesquisa de empresa. Disponível em:

<www.jucesp.fazenda.sp.gov.br>. Acesso em: 24 out. 2013.

4. Entre no site do DNRC e confira os documentos exigidos na legislação. Disponível

em: <http://www.dnrc.gov.br/>. Acesso em: 24 out. 2013.

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REFERÊNCIAS

IUDÍCIBUS, Sérgio de et al. Contabilidade Societária. São Paulo: Atlas, 2011.

RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. São Paulo: Saraiva, 2012.

SITE

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DE SÃO PAULO. Disponível em: <http://www.crcsp.org.br/>. Acesso em: 11 out. 2013.

Laboratório Contábil e Tributário I Aula 13 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade