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WOMACK: A Revolução Mexicana de 1910-19201

Foi revolução, insurreição ou revolta?


Ao Prof. JOEL NEGRETE HERNÁNDEZ

O texto começa por dizer, três teóricos da sociologia liberais que


dominaram por muito tempo o estudo histórico da Revolução Mexicana: a
ação de massa é consensual, intencionais e redistribuição, a violência
coletiva medido transformação estrutural e cumpre o nacionalismo
interesses em uma divisão de trabalho limitada. Simplificando, o
movimento de pessoas por <<o povo>> e para <<o povo>> isto e: a
mais sangrenta luta, o mais profundo a diferença entre as formas de vida
antes e depois da luta.

Os estudos mais influentes nesta área também fez duas hipóteses


radicais sobre o México em particular. Em primeiro lugar o mais
significativo, houve uma luta de classes superiores e inferiores. Em
segundo lugar, o conflito estava prestes a explodir. Em seguida, vem
então esta ideia: a revolução começou por causa de um problema político,
a sucessão presidencial de Porfirio Díaz, mas as massas de todas as
regiões logo entrou em uma luta que ia além da política. A luta por mais
reformas econômicas e sociais. Isso nunca foi dada.

Dito isto, assumiu-se que as condições económicas e sociais que


melhorar em conformidade com as políticas seguidas pelos
revolucionários, para que a nova empresa foi constituída no âmbito de
instituições oficiais revolucionários. E aqui surge uma contradição, algo
que é revolucionário não pode ser institucional, acordo com a filosofia do
povo mexicano.

1
Womack, Jonh, “La Revolución mexicana, 1910-1920”, en Leslie Bethell (ed.), Historia de
América Latina, México, América Central y el Caribe, 1870-1930, vol. 9, Barcelona, Editorial
crítica, 1992, pp.79-145.
Até 1970 ele foi aceito o julgamento feito a revolução no sentido em
que a mexicana era uma revolução social. Justifica-se pela abordagem dos
movimentos que ocorreram entre 1910 e 1917, que levantes eram
enormes, nacionalista violento e onde as pessoas internamente destruiu o
antigo regime, os agricultores alegaram suas terras, os trabalhadores
organizaram sindicatos eo governo revolucionário explorado o riqueza do
país para o bem nacional, assim nasceu uma nova era na história do
México. Algumas versões atribuídas à Revolução Mexicana como a
primeira revolução social do século XX, comparando-a com a Russa ou
talvez na China.

Outros começaram a experimentar sensações, desde 1940. Sim,


México sofreu uma revolução como é que a data ainda estão dando as
mesmas velhas práticas do antigo sistema do tirano Porfiro Díaz? Um
exemplo foi o PRI ( Partido Revolucionário Institucional), partido político
que tive três grandes mudanças em sua sigla, mas eles governaram por
mais de 70 anos, ultrapassando em muito qualquer ditadura que se tem
conhecimento do século XX.

Alguns poucos tese argumenta que, na Revolução Mexicana, a


empresa experimentou uma crise extraordinária e mudanças sérias. Os
movimentos camponeses e sindicatos se tornaram forças importantes. E a
Constituição é o respeito pelas exigências da justiça, igualdade e
fraternidade. Isso permite-nos ver que, na prática, as reformas sociais e
económicas não eram muito diferentes do que ocorreu em momentos
diferentes, sem guerra civil em países sul-americanos, como Brasil, Chile,
Colômbia e Argentina, que conseguiu a mudança social o estrutural sem
violência, em comparação com o México.

Assim, por conseguinte, a revolução, não é social, a gestão política,


mas a interpretação que fazemos no texto da Womack, é sobretudo a
história política. Pouco é dito sobre os movimentos sociais que sua
aparência era pouco. Mas há muita conversa sobre a criação da política do
novo Estado, porque dessa maneira, diz Womack, pode explicar porque o
resultado da Revolução Mexicana.

O Instituto da Revolução Mexicana2 acredita em seus principios


filosóficos que a Revolução Mexicana sim foi uma revolução, claro que
esta é a sua essência para a existência deste instituto, porém os
investigadores históricos apontam que no México só havia levantes
armados, motins e rebeliões locais.

Em conclusão, se foi ou não foi uma revolução, o que temos certeza


é de que nesta fase da história do México tem produzido muitas
investigações que se derramou milhares de reflexões em torno dele ter
sido escrito uma quantidade enorme de livros no México e no exterior.
Personagens como fosse Madero, Zapata, Pancho Villa, Obregón,
Venustiano Carranza, entre muitos outros, têm servido como pretexto
para realizar biografias históricas de grande qualidade, bem como
inúmeros textos sobre eles na Revolução Mexicana. Se isso não tivesse
sido importante como o movimento de natureza política, económica e
social, ninguém levaria a escrever uma linha do mesmo. Os ricos de tudo
escrito, pesquisado e criticado, é o que ainda permanece na memória de
um povo inteiro chamado Mexico. E por tudo isso no próximo centenário
da Revolução: Viva a Revolução Mexicana!

2
Agência do Governo que realiza pesquisas e estudos da Revolução Mexicana de 1910-
1920.