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NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02]

NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02] Curso Específico - Enfermeiro Assistencial - SES-PE Aula 3 -

Curso Específico - Enfermeiro Assistencial - SES-PE

Aula 3 - Imunização

ANALISTA EM SAÚDE SES|PE/ ENFERMEIRO ASSISTENCIAL

Curso Completo

EM SAÚDE SES|PE/ ENFERMEIRO ASSISTENCIAL Curso Completo [ NÚCLEO DE ESTUDOS PROFESSOR RÔMULO PASSOS ]
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Um novo olhar sobre a preparação para concursos na área da saúde.

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Este curso é de uso exclusivo de FABIANA COSTA DA SILVA, CPF: 056.510.464-02. Não é permitida cópia, distribuição, divulgação, venda ou reprodução, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal (Lei 9610/98).

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NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02] Aula II – Imunização Curso Específico - Enfermeiro Assistencial -

Aula II Imunização

Curso Específico - Enfermeiro Assistencial - SES-PE

Aula 3 - Imunização

1. (HUOC/UPE/2013/RP) O Programa Nacional de Imunização - PNI(Ministério da Saúde) é

uma das ações mais eficazes na promoção da saúde. A imunização é uma atitude fundamental para

melhorar as condições de saúde na infância, diminuindo dessa forma, a mortalidade,

principalmente nos menores de cinco anos. Em relação as suas indicações e contraindicações,

assinale V para as afirmativas Verdadeiras e F para as Falsas.

(

administração em indivíduos que apresentem imunossupressão e gravidez.

(

componente pertússis, contraindica a utilização posterior de qualquer tipo de vacina que contenha

esse componente.

(

adversas, exantema entre o 5º e 10º dia, febre, encefalites e rush cutâneo.

(

deve ser administrada em 3 doses, sendo a primeira aos dois meses de idade.

(

por via intradérmica.

) A vacina contra sarampo é composta de vírus vivo atenuado, administrada em apenas uma dose

) A vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTP) é composta de vírus vivos atenuados e

) A vacina contra tuberculose (BCG) administrada via intradérmica (ID) apresenta como reações

) Encefalopatia nos 7 primeiros dias após a aplicação de uma dose de vacina, contendo

) Para vacinas de bactérias atenuadas ou vírus vivos atenuados, é contraindicada sua

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.

A) V, F, V, F, V

B) V, V, V, F, V

C) V, F, F, F, F

D) F, F, F, V, V

E) V, V, F, F, F

COMENTÁRIOS:

Vejamos cada um dos itens:

Item I. Correto. Para vacinas de bactérias atenuadas ou vírus vivos atenuados, é

contraindicada sua administração em indivíduos que apresentem imunossupressão e gravidez, por

aumentar o risco de provocar eventos adversos.

Item II. Correto. Segundo a padronização de definições para eventos adversos pós-

imunização, proposta em reunião realizada no Canadá em 1991, com a participação da

Organização Mundial da Saúde, considera-se que a encefalopatia aguda é associada

cronologicamente com a DTP (difteria, tétano e coqueluxe) quando ocorre até 7 dias após a

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aplicação da vacina e caracteriza-se pela presença de duas das seguintes manifestações: a) convulsões; b) alteração profunda do nível de consciência, com duração de um dia ou mais; c) nítida alteração do comportamento, que persiste por um dia ou mais. Portanto, encefalopatia nos 7 primeiros dias após a aplicação de uma dose de vacina,

contendo componente pertússis, contraindica a utilização posterior de qualquer tipo de vacina que

contenha esse componente. Nesse caso, contraindica-se a administração do componente pertussis

da vacina para doses subsequentes, devendo completar-se o esquema com a vacina dupla tipo

infantil (DT) em lugar da DTP.

Item III. Incorreto. A vacina BCG-ID pode causar eventos adversos locais, regionais ou

sistêmicos, que na maioria das vezes são decorrentes do tipo de cepa utilizada, da quantidade de

bacilos atenuados administrada, da técnica de aplicação e da presença de imunodepressão

congênita ou adquirida.

Dependendo de localização, extensão e gravidade, as complicações podem ser classificadas

da seguinte forma: a) úlcera com diâmetro maior que 1cm; b) abscesso subcutâneo frio; c)

abscesso subcutâneo quente; d) linfadenopatia regional supurada; e) cicatriz quelóide; f) reação

lupóide.

Os eventos adversos locais e regionais (úlcera com diâmetro maior que 1cm, abscesso e

linfadenopatia regional supurada) são decorrentes, na maioria dos casos, de técnica incorreta na

aplicação da vacina.

Portanto, não referência na literatura de apresentar exantema entre o 5º e 10º dia,

febre, encefalites e rush cutâneo.

Item IV. A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis, conhecida como tríplice bacteriana

(DTP), é indicada para a administração das duas doses de reforço, quando foi usada a vacina

pentavalente no esquema básico, conforme comentários da questão anterior.

O objetivo da vacinação é prevenir contra a difteria, o tétano e a coqueluche (ou pertussis).

A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis é uma associação dos toxóides diftérico e tetânico com a Bordetella pertussis inativada, tendo o hidróxido de alumínio como adjuvante e o

timerosal como preservativo.

A vacinação com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis é indicada para o reforço do

esquema básico, que, de modo geral, corresponde a uma dose com intervalo mínimo de seis meses depois da vacinação básica (pentavalente). Um segundo reforço é dado entre quatro anos e seis

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anos, 11 meses e 29 dias, preferencialmente aos 4 anos.

Atenção! A vacina pentavalente é administrada aos 2, 4 e 6 meses. Em regra, o reforço da tríplice bacteriana (DTP) é feito aos 15 meses e aos 4 anos.

Ao indicar a vacinação com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP), considerar

as doses administradas anteriormente e não reiniciar o esquema.

A

vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP) é administrada por via intramuscular

profunda.

Dessa forma, constatamos que a vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTP) é

composta por toxóide diftérico, toxóide tetânico e Bordetella pertussis inativada, e não por

vírus vivos atenuados. Além disso, é administrada aos 15 meses e aos 4 anos como reforço da

pentavalente, e não em 3 doses, sendo a primeira aos dois meses.

Item V. A vacina contra sarampo é composta de vírus vivo atenuado, administrada em duas

doses (em regra na 1ª na tríplice viral e a 2ª na tetraviral) por via subcutânea, e não

intradérmica.

A

Apesar da importância, o tema imunização foi pouco cobrado nas provas da UPENET. Por

partir do exposto, o gabarito é a letra E (V, V, F, F, F).

isso, estudaremos o assunto por meio de questões de outras bancas.

1 - Sala de Vacina

r

2. (Residência de Enfermagem da UFAL-2013/RP) As vacinas que não podem ser congeladas

são:

a) Sabin, tríplice viral e BCG

b) Sabin, Hepatite B e Febre amarela

c) Sabin, tríplice viral, Febre amarela

d) BCG, Hepatite B e dT

e) Anti-rábica, Hepatite A e Tríplice viral

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Aula 3 - Imunização

COMENTÁRIOS:

Na segunda prateleira do refrigerador, deve-se armazenar as vacinas que não podem ser

submetidas à temperatura negativa, ou seja, não podem ser congeladas. Esses imunobiológicos são

os seguintes: vacina difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (tetravalente) e

pentavalente; vacina difteria, tétano, pertussis (DTP); vacina difteria e tétano adulto (dT); vacina

hepatite B; vacina Haemophilus influenzae b; vacina influenza; vacina BCG; vacina rotavírus;

vacina raiva.

O gabarito da questão, portanto, é a letra D.

3.

da Saúde, descreve que na primeira prateleira da geladeira de estocagem de vacinas, devem

permanecer os imunobiológicos que podem ser submetidos à temperatura negativa. São exemplos

dessas vacinas:

a) Pneumocócica, Dupla Adulto e BCG.

b) Poliomielite inativada, Hepatite B, DTP.

c) Poliomielite, Sarampo e Febre Amarela.

d) Influenza, Haemophilus influenzae b e Toxoide Tetânico.

COMENTÁRIOS:

São exemplos de imunobiológicos que podem ser armazenados na primeira prateleira da

geladeira de estocagem de vacinas: vacina poliomielite; vacina sarampo, caxumba, rubéola

(tríplice viral); vacina sarampo e rubéola (dupla viral) e vacina febre amarela.

(Prefeitura de Campinas-SP/CAIPIMES/2013/RP) O Manual de Rede de Frio do Ministério

Nessa tela, o gabarito é a letra C.

4. (Prefeitura de São Gonçalo do Amarante-RN/ASPERHS/2011/RP) O enfermeiro deve estar

atento ao funcionamento adequado da sala de vacina. Dentre as observações a serem seguidas em relação à colocação das vacinas na geladeira é correto afirmar:

a) Na primeira prateleira devem ser colocadas as vacinas contra bactérias.

b) Na primeira prateleira devem ser colocados os soros.

c) Na segunda prateleira devem ser colocadas as vacinas contra vírus.

d) Na primeira prateleira devem ser colocadas as vacinas contra vírus.

e) Na terceira prateleira devem ser colocadas as vacinas contra vírus.

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NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02] COMENTÁRIOS: Curso Específico - Enfermeiro Assistencial - SES-PE Aula 3

COMENTÁRIOS:

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Aula 3 - Imunização

As bandejas com imunobiológicos devem ser colocadas nas prateleiras, da seguinte maneira:

Organização dos Imunobiológicos na Geladeira - Sala de Vacina

dos Imunobiológicos na Geladeira - Sala de Vacina Armazenar  as vacinas que podem ser
dos Imunobiológicos na Geladeira - Sala de Vacina Armazenar  as vacinas que podem ser

Armazenar

as

vacinas

que

podem

ser

submetidas

à

temperatura

negativa.

Vacina poliomielite; vacina sarampo, caxumba, rubéola (tríplice

viral); vacina sarampo e rubéola (dupla viral); e vacina febre amarela

(de forma genérica - vacinas contra vírus).

Armazenar as vacinas que não podem ser submetidas à temperatura

negativa.

Vacina difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b

(tetravalente); vacina difteria, tétano, pertussis (DTP); vacina difteria e

tétano adulto (dT); vacina hepatite B; vacina Haemophilus influenzae

b; vacina influenza; vacina BCG; vacina rotavírus; vacina raiva (de

forma genérica - vacinas contra bactérias).

Colocar as vacinas que ainda estejam na embalagem original, os

diluentes e os soros;

Deixar um espaço de 2 cm entre caixas e produtos para permitir a

 

circulação do ar entre os mesmos e as paredes da geladeira (um

centímetro entre as caixas e dois centímetros das paredes do

refrigerador).

Na primeira

prateleira

prateleira

Na segunda

Na terceira

prateleira

Na primeira prateleira prateleira Na segunda Na terceira prateleira
Na primeira prateleira prateleira Na segunda Na terceira prateleira

Meus amigos, é importante destacar que, na porta e na gaveta da parte de baixo do

refrigerador, não se deve colocar imunobiológicos, pois quando a porta é aberta estas áreas são

as primeiras a sofrerem o impacto da temperatura ambiente.

Nesses termos, o gabarito da questão é a letra D.

(Prefeitura de Rio Branco-AC/CESPE/2007/RP) O desenvolvimento do Programa Nacional de

Imunizações (PNI) é orientado por normas técnicas estabelecidas nacionalmente. Essas normas

referem-se à conservação, ao transporte e à administração de imunobiológicos, assim como aos

aspectos de programação e avaliação de vacinas. Acerca desse assunto, julgue os itens

subsequentes.

Questão 5. Todos os imunobiológicos são sensíveis a agentes físicos com o a luz e o calor e, por

esse motivo, devem ser submetidos ao congelamento, devendo ser retirados do freezer somente no

momento de sua utilização.

COMENTÁRIOS:

Essa questão foi de graça, não é mesmo?

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No âmbito local da rede de frio (sala de vacina), os imunobiológicos são mantidos em geladeiras e não no freezer. A maior parte deles não pode ser congelada. Por isso, a questão está incorreta.

Questão 6. Nas instâncias locais onde são administrados os imunobiológicos, o refrigerador de

estoque deve ser exclusivo e as vacinas nele contidas devem ser retiradas à medida que forem

sendo necessárias, conforme a demanda da clientela.

COMENTÁRIOS:

Na sala de vacina, para conservar os imunobiológicos previstos para o dia de trabalho, são

colocados caixas térmicas, e não retirados conforme a demanda da clientela.

Isso evita a abertura excessiva da geladeira para preservar a temperatura entre +2 ºC e +8 ºC

(ideal + 5 ºC).

Não faz sentido abrir a geladeira toda vez que for administrar uma vacina no usuário. Nesse

sentido, os imunobiológicos previstos para o dia de trabalho são colocados em caixas térmicas.

A questão, portanto, apresenta-se incorreta.

7. (AVAPE/Consulplan/2013/RP) Sobre os princípios da imunidade e o uso dos

imunobiológicos, marque a alternativa correta.

a) As vacinas conferem ao organismo imunidade passiva artificialmente adquirida.

b) Na imunidade ativa, o organismo produz anticorpos específicos contra determinado antígeno.

c) Os anticorpos obtidos pelo recém-nascido, por meio da mãe, é um exemplo de imunidade ativa.

d) As imunoglobulinas e os soros são produzidos a partir de antígenos ou pelo produto de

antígenos.

e) A duração da proteção conferida pelos soros é relativamente mais duradoura do que pelas

vacinas. COMENTÁRIOS 1 :

A imunização ativa ocorre quando o próprio sistema imune do indivíduo, ao entrar em contato com uma substância estranha ao organismo, responde produzindo anticorpos e células imunes (linfócitos T). Esse tipo de imunidade geralmente dura por vários anos, às vezes, por toda

1 Imunização

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Aula 3 - Imunização

uma vida. Os dois meios de se adquirir imunidade ativa são contraindo uma doença infecciosa e a vacinação. A imunização passiva é obtida pela transferência ao indivíduo de anticorpos produzidos por um animal ou outro ser humano. Esse tipo de imunidade produz uma rápida e eficiente proteção,

que, contudo, é temporária, durando em média poucas semanas ou meses. A imunidade passiva

natural é o tipo mais comum de imunidade passiva, sendo caracterizada pela passagem de

anticorpos da mãe para o feto através da placenta e também pelo leite. Essa transferência de

anticorpos ocorre nos últimos 2 meses de gestação, de modo a conferir uma boa imunidade à

criança durante seu primeiro ano de vida. A imunidade passiva artificial pode ser adquirida sob

três formas principais: a imunoglobulina humana combinada, a imunoglobulina humana

hiperimune e o soro heterólogo. A transfusão de sangue é uma outra forma de se adquirir

imunidade passiva, já que, virtualmente, todos os tipos de produtos sanguíneos (i.e. sangue total,

plasma, concentrado de hemácias, concentrado de plaquetas, etc) contêm anticorpos.

Imunização

Ativa

Passiva

Produzida pelo próprio sistema imune do indivíduo;

Apresenta duração de vários anos, às vezes, de toda uma vida;

Pode ser adquirida, contraindo uma doença infecciosa e pela vacinação.

Obtida pela transferência ao indivíduo de anticorpos produzidos por um animal ou

outro ser humano;

Produz uma rápida e eficiente proteção, mas temporária, durando em média poucas

semanas ou meses.

A imunidade passiva natural é caracterizada pela passagem de anticorpos da mãe para

o feto através da placenta e também pelo leite.

A imunidade passiva artificial pode ser adquirida sob três formas principais:

a imunoglobulina humana combinada, a imunoglobulina humana hiperimune e os soros (ex.: soro antiofídico e soro antirrábico).

Isto posto, vamos analisar os itens da questão:

Item A. Incorreto. As vacinas conferem ao organismo imunidade ativa. Por outro lado, os

soros e imunoglobulinas conferem ao organismo imunidade passiva artificialmente adquirida. Item B. Correto. Na imunidade ativa (doenças infecciosas, a exemplo da varicela, e vacinas), o organismo produz anticorpos específicos contra determinado antígeno.

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Item C. Incorreto. Os anticorpos obtidos pelo recém-nascido, por meio da mãe, é um

exemplo de imunidade passiva natural, e não ativa.

Item D. Incorreto. As imunoglobulinas e os soros são produzidos pela transferência ao

indivíduo de anticorpos produzidos por um animal ou outro ser humano, e não por antígenos.

Item E. Incorreto. A duração da proteção conferida pelos soros é relativamente menos

duradoura do que pelas vacinas.

Nessa tela, o gabarito da questão é a letra B.

2 - Vacina BCG

8. (HU-UFPI/EBESERH/IADES/2012/RP) A vacina BCG (Bacilo Calmette Guérim) é usada

na prevenção contra tuberculose, e está recomendada no calendário básico da criança da rede do

Sistema Único de Saúde - SUS. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.

a)

(cinco) anos.

b)

uma segunda dose de BCG.

c) Pode-se administrar a terceira dose de BCG em pessoas em contato intradomiciliar com

portadores de hanseníase, porém, somente quando não apresentar cicatriz.

d) A vacina é contraindicada para crianças portadoras de HIV no nascimento.

e) Podem ser vacinados com BCG os menores de 36 semanas.

COMENTÁRIOS:

A vacina BCG (bacilo de Calmette e Guerin) é indicada para prevenir as formas graves da

tuberculose (miliar e meníngea) nos menores de cinco anos, mais frequentemente nos menores de um ano. A vacina é administrada nas primeiras 12 horas de vida, preferencialmente na maternidade ou na primeira visita do bebê à unidade de saúde, considerando que quanto menor a

Uma dose de vacina BCG deve ser repetida na ausência de cicatriz em crianças menores de 5

Os contatos de portadores intradomiciliares de hanseníase maiores de 1 (um) ano necessitam de

idade maior a eficácia da vacina. Atenção!

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Na rotina dos serviços, a vacina é disponibilizada para crianças até 4 (quatro) anos 11 meses

e 29 dias ainda não vacinadas.

Crianças vacinadas na faixa etária preconizada que não apresentam cicatriz vacinal após 6

(seis) meses da administração da vacina, revacinar apenas uma vez.

Como deve ser a vacinação BCG de indivíduos expostos ao HIV?

deve ser a vacinação BCG de indivíduos expostos ao HIV?    crianças filhas de

crianças filhas de mãe HIV positiva podem receber a vacina o mais precocemente

possível até os 18 meses de idade, se assintomáticas e sem sinais de

imunodeficiência;

crianças com idade entre 18 meses e 4 (quatro) anos 11 meses e 29 dias, não

vacinadas, somente podem receber a vacina BCG após sorologia negativa para

HIV; para estes indivíduos, a revacinação é contraindicada;

a partir dos 5 (cinco) anos de idade, indivíduos portadores de HIV não devem ser

vacinados, mesmo que assintomáticos e sem sinais de imunodeficiência.

Atenção! A administração da vacina BCG deve ser adiada quando a criança

apresentar peso inferior a 2 kg, devido à escassez do tecido cutâneo (panículo

adiposo) e quando apresentar lesões de pele por todo corpo.

A vacina BCG é utilizada, também, para a pessoa que é comunicante de paciente de

hanseníase (contato intradomiciliar), com o objetivo de propiciar proteção cruzada contra a

doença, adotando esquema diferenciado.

O

O

esquema de vacinação com a BCG corresponde a uma dose, a partir do nascimento.

Na ausência da cicatriz é indicada a revacinação seis meses após a primeira dose

(intervalo mínimo);

A revacinação, no entanto, pode ser feita até uma vez, já que a ausência de cicatriz não significa necessariamente que a pessoa não está imunizada;

A realização do teste tuberculínico é dispensável, antes ou depois da administração da vacina BCG, inclusive para os contatos de pacientes de hanseníase.

volume de cada dose corresponde a 0,1 ml, rigorosamente, para evitar complicações.

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No caso de contato intradomiciliar de paciente com diagnóstico de hanseníase, que não apresenta sinais e sintomas, independente de ser paucibacilar (PB) ou multibacilar (MB), o esquema de vacinação deve considerar a história vacinal do contato, da seguinte forma:

Menores de 1 ano de idade:

Não vacinados: administrar uma dose de BCG.

Comprovadamente vacinados: não administrar outra dose de BCG.

Comprovadamente vacinados que não apresentem cicatriz vacinal: administrar uma

dose de BCG seis meses após a última dose.

A partir de 1 ano de idade:

Sem cicatriz: administrar uma dose

Vacinados com uma dose: administrar outra dose de BCG, com intervalo mínimo de

seis meses após a dose anterior.

Vacinados com duas doses: não administrar outra dose de BCG.

A vacina BCG é administrada por via intradérmica.

Notas sobre a administração da vacina BCG:

A administração da vacina é feita na região do músculo deltóide, no nível da inserção

inferior, na face externa superior do braço direito.

O uso do braço direito tem por finalidade facilitar a identificação da cicatriz em avaliações

da atividade de vacinação.

O bisel da agulha deve estar voltado para cima;

A seringa deve formar com o braço um ângulo de 15º;

A dose da vacina deve ser de 0,1ml, exatamente;

O procedimento correto na introdução da agulha no local indicado (formando um ângulo de

15º) e a administração da dose exata (0,1ml) previnem complicações.

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Aula 3 - Imunização

- Enfermeiro Assistencial - SES-PE Aula 3 - Imunização Figura 8 - Visualização da pápula após

Figura 8 - Visualização da pápula após a vacinação com a BCG (SESAB, 2011).

Após apresentação dos principais aspectos da vacina BCG, vamos analisar cada assertiva da

questão:

Item A. Correto. Uma dose de vacina BCG deve ser repetida na ausência de cicatriz em

crianças menores de cinco anos (4 anos, 11meses e 29 dias).

Item B. Incorreto. Vejamos as regras sobre a vacinação de contatos de portadores de

hanseníase:

Menores de 1 ano de idade:

Não vacinados: administrar uma dose de BCG.

Comprovadamente vacinados: não administrar outra dose de BCG.

Comprovadamente vacinados que não apresentem cicatriz vacinal: administrar uma

dose de BCG seis meses após a última dose.

A partir de 1 ano de idade:

Sem cicatriz: administrar uma dose

Vacinados com uma dose: administrar outra dose de BCG, com intervalo mínimo de

seis meses após a dose anterior.

Vacinados com duas doses: não administrar outra dose de BCG.

Portanto, os contatos de portadores intradomiciliares de hanseníase maiores de um ano não

necessitam obrigatoriamente de uma segunda dose de BCG. Por exemplo, caso o contato

domiciliar tenha duas cicatrizes, não é necessário outra dose da BCG. Ressaltamos ainda que:

É necessário manter o intervalo mínimo de seis meses entre as doses da vacina;

Os contatos com duas doses não administrar nenhuma dose adicional;

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Na incerteza da existência de cicatriz vacinal ao exame dos contatos íntimos de portadores de hanseníase, aplicar uma dose, independentemente da idade.

Item C. Incorreto. A revacinação da BCG só pode ser feita até uma vez, já que a ausência

de cicatriz não significa necessariamente que a pessoa não está imunizada. Nesse sentido, não se

pode administrar a terceira dose de BCG em pessoas em contato intradomiciliar com portadores de

hanseníase, mesmo quando não apresentar cicatriz.

Item D. Incorreto. A vacinação BCG de indivíduos expostos ao HIV é feita da seguinte

forma:

 crianças filhas de mãe HIV positiva podem receber a vacina o mais
crianças
filhas
de
mãe
HIV
positiva
podem
receber
a
vacina
o
mais

precocemente possível até os 18 meses de idade, se assintomáticas e sem

sinais de imunodeficiência;

crianças com idade entre 18 meses e 4 (quatro) anos 11 meses e 29 dias, não

vacinadas, somente podem receber a vacina BCG após sorologia negativa para

HIV; para estes indivíduos, a revacinação é contraindicada;

a partir dos 5 anos, indivíduos portadores de HIV não devem ser vacinados, mesmo

que assintomáticos e sem sinais de imunodeficiência.

Portanto, em certos casos, a vacina não é contraindicada para crianças portadoras de HIV

no nascimento.

precoce possível,

preferencialmente após o nascimento. Contudo, nos prematuros com menos de 36

Item

E.

Incorreto.

A

vacina

BCG

deve ser

administrada o

mais

semanas, é recomendável administrar a vacina após completar um mês de vida e

atingir 2 Kg.

Verificamos claramente que a alternativa correta é a letra A. Todavia, essa questão poderia ter sido anulada, pois a letra B foi redigida de forma incompleta e induziu o candidato ao erro.

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(Prefeitura de Rio Branco-AC/CESPE/2007/RP) O desenvolvimento do Programa Nacional de Imunizações (PNI) é orientado por normas técnicas estabelecidas nacionalmente. Essas normas referem-se à conservação, ao transporte e à administração de imunobiológicos, assim como aos aspectos de programação e avaliação de vacinas. Acerca desse assunto, julgue o item subsequente.

Questão 9. Nas vacinas aplicadas pela via intradérmica, como a BCG, a solução é introduzida na

camada superficial da pele, denominada derme.

COMENTÁRIOS:

Na utilização da via intradérmica a solução é introduzida na camada superficial da pele,

chamada derme.

A

via intradérmica é uma via de absorção muito lenta, utilizada:

• para a administração da vacina BCG-ID; e

• para a realização de prova de hipersensibilidade, como o teste tuberculínico (PPD).

O

volume máximo indicado a ser introduzido por essa via é de 0,5 ml, sendo que para a

vacina BCG o volume a ser administrado corresponde a 0,1 ml.

Notas sobre a administração da vacina BCG:

A administração da vacina é feita na região do músculo deltóide, no nível da inserção

inferior, na face externa superior do braço direito.

O uso do braço direito tem por finalidade facilitar a identificação da cicatriz em avaliações

da atividade de vacinação.

O bisel da agulha deve estar voltado para cima;

A seringa deve formar com o braço um ângulo de 15º;

A dose da vacina deve ser de 0,1ml, exatamente;

O procedimento correto na introdução da agulha no local indicado (formando um ângulo de

15º) e a administração da dose exata (0,1ml) previnem complicações.

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- Enfermeiro Assistencial - SES-PE Aula 3 - Imunização Figura 9 - Aplicação da vacina BCG

Figura 9 - Aplicação da vacina BCG (Ministério da Saúde, 2001).

- Aplicação da vacina BCG (Ministério da Saúde, 2001). Notas sobre a administração intradérmica:  

Notas sobre a administração intradérmica:

Quando necessário, a limpeza da pele deve ser feita com água e sabão;

O álcool comum não deve ser utilizado pela sua baixa volatilidade (demora a secar) e pelo baixo

poder antisséptico;

Na injeção intradérmica, especialmente, o uso do álcool não é indicado para evitar uma possível

interação com o líquido injetável, em face da presença dos poros e pelo fato de o líquido ser

depositado muito próximo da epiderme.

Em situações excepcionais, quando não houver água e sabão (vacinação na zona rural e em

ambiente hospitalar), utilizar o álcool a 70%;

Quando for utilizado o álcool a 70% manter a fricção da pele por 30 segundos e, em seguida, esperar mais 30 segundos para a secagem e, só então, administrar o imunobiológico.

A questão, portanto, encontra-se correta.

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10. (Residência Multiprofissional/SES-DF/CESPE/2011/RP) A vacina contra a tuberculose, conhecida como BCG, é composta por bacilos vivos atenuados; sua via de administração é a intradérmica, e ela deve ser aplicada em todo recém-nascido e, na ausência de cicatriz vacinal seis meses após a aplicação, a vacina deve ser repetida após teste tuberculínico prévio.

COMENTÁRIOS:

O esquema de vacinação com a BCG corresponde a uma dose, a partir do nascimento.

Na ausência da cicatriz é indicada a revacinação seis meses após a primeira dose

(intervalo mínimo);

A revacinação, no entanto, pode ser feita até uma vez, já que a ausência de cicatrização

significa necessariamente que a pessoa não está imunizada;

A realização do teste tuberculínico é dispensável, antes ou depois da administração da

vacina BCG, inclusive para os contatos de pacientes de hanseníase.

A questão apresenta-se incorreta, pois a realização do teste tuberculínico é dispensável,

antes ou depois da administração da vacina BCG, inclusive para os contatos de pacientes de

hanseníase.

11. (Prefeitura de Campinas-SP/CETRO/2013/RP) Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS),

uma mãe chega com recém nascido na sala de vacinas questionando a respeito da primeira vacina

que o neonato deverá receber. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta a primeira

vacina a ser administrada no recém-nascido.

a) Febre Amarela.

b) DT.

c) BCG.

d) Rotavírus.

COMENTÁRIOS:

Ao nascer, o recém-nascido deve ser vacinado com a vacina contra a hepatite B e BCG. Para melhor entendimento da questão vejamos, na tabela abaixo, o cronograma do Calendário Nacional de Imunização.

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- Enfermeiro Assistencial - SES-PE Aula 3 - Imunização Vejamos abaixo um resumo esquemático sobre Imunização:

Vejamos abaixo um resumo esquemático sobre Imunização:

Tabela Resumo - Imunização

VACINA

CALENDÁRIO

DOSE

VIA

OBSERVAÇÕES

BCG Hepatite B Penta

BCG

Hepatite B

Penta

BCG Hepatite B Penta
BCG Hepatite B Penta
DOSE VIA OBSERVAÇÕES BCG Hepatite B Penta Dose ao completar 5 anos nascer até Dose ao
DOSE VIA OBSERVAÇÕES BCG Hepatite B Penta Dose ao completar 5 anos nascer até Dose ao
DOSE VIA OBSERVAÇÕES BCG Hepatite B Penta Dose ao completar 5 anos nascer até Dose ao

Dose ao

completar 5 anos

nascer

até

Dose ao nascer

Aos 2, 4 e 6 meses de Idade administrar aos 2,

> 2 kg; > 1 mês p/ prematuros; ausência da cicatriz é

indicada a revacinação 6 meses após a 1ª dose,

podendo ser realizada apenas uma vez;

0,1 ml

 

ID

0,5 ml até os 19

 

anos

e

1ml

a

partir

de

20

anos.

 

IM

1

dose

de

0,5

IM,

no

vasto

 

lateral

da

· Para indivíduos de 5 a 49 anos:

Sem comprovação vacinal: administrar 3 doses da

vacina hepatite B com intervalo de 30 dias entre a

primeira e a segunda doses e de 6 meses entre a

primeira e a terceira doses (0, 1 e 6).

Em caso de esquema vacinal incompleto, não reiniciar

o esquema, apenas completá-lo.

· Para gestantes em qualquer faixa etária e idade

gestacional: administrar 3 doses da vacina hepatite B, considerando o histórico de vacinação anterior.

· Para indivíduos integrantes dos grupos vulneráveis,

independe da faixa etária ou comprovação da condição

de vulnerabilidade: administrar 3 doses. Considerar a

história vacinal anterior.

A vacina

combinada

é

apresentada

em

frasco

ou

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Tabela Resumo - Imunização

VACINA

CALENDÁRIO

DOSE

VIA

OBSERVAÇÕES

VACINA CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES DTP (difteria, tétano e pertussis) VIP/VOP Rotavírus
VACINA CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES DTP (difteria, tétano e pertussis) VIP/VOP Rotavírus
VACINA CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES DTP (difteria, tétano e pertussis) VIP/VOP Rotavírus
VACINA CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES DTP (difteria, tétano e pertussis) VIP/VOP Rotavírus

DTP

(difteria,

tétano e

pertussis)

VIP/VOP

Rotavírus

Humano

NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02]

4 e 6 meses de idade. ml. coxa, em crianças < de 2 anos e
4 e 6 meses de idade.
ml. coxa,
em
crianças < de
2
anos
e
na
região deltóide
nas
crianças
acima
de
2
anos 2 .
região deltóide nas crianças acima de 2 anos 2 . ampola contendo 1 dose de 0,5

ampola contendo 1 dose de 0,5 ml.

Os dois reforços necessários serão realizados com a

vacina DTP (difteria, tétano e pertussis). O primeiro

reforço aos de 15 meses de e o segundo reforço aos 4

anos.

A idade máxima para aplicação da DTP é de 6 anos 11

meses e 29 dias.

O reforço pode ser administrado em qualquer idade (até

os seis anos, onze meses e 29 dias), observando-se um

intervalo mínimo de seis meses após a última dose da

vacinação básica;

0,5mL.

Idem da

pentavalente

Se o esquema básico não for iniciado ou completado até

a

com a vacina adsorvida difteria e tétano adulto (DT) em

lugar da DTP;

completar 7 anos, as doses necessárias serão aplicadas

VIP (IM);

VOP (VO)

VOP

5 anos

Sem comprovação vacinal: administrar 3 (três) doses

-

da VOP;

Com esquema incompleto: completar esquema com a

-

VOP;

-

Nesta faixa etária não há necessidade de reforço.

Repetir a dose se a criança regurgitar, cuspir ou

·

vomitar.

· Esta vacina é contraindicada para crianças imunodeprimidas, contato de pessoa HIV positivo ou com Aids, bem como que tenham histórico de paralisia flácida associada à dose anterior da VOP.

exclusivament e por via oral

Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação não repetir a dose.

Reforço da pentavalente

aos 15 meses e aos 4

anos.

VIP-VOP: administrar 1ª

2ª doses com VIP aos 2

e

meses com a VOP e os

reforços aos 15 meses e

4 meses, 3ª dose aos 6

e

04 anos com VOP

2 doses (2 e 4 meses)

VIP

(0,5 ml); VOP

(2 gts)

1,5mL.

2 A pentavalente pode, ainda, ser administrada na região ventro-glútea, por estar livre de estruturas anatômicas importantes (não apresenta vasos sanguíneos ou nervos significativos), sendo indicada para qualquer faixa etária.

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Tabela Resumo - Imunização

VACINA

CALENDÁRIO

DOSE

VIA

OBSERVAÇÕES

VACINA CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES Pneumocóci ca 10 valente Meningocóc ica C Febre
VACINA CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES Pneumocóci ca 10 valente Meningocóc ica C Febre
VACINA CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES Pneumocóci ca 10 valente Meningocóc ica C Febre
VACINA CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES Pneumocóci ca 10 valente Meningocóc ica C Febre

Pneumocóci

ca 10

valente

Meningocóc

ica C

Febre

Amarela

Hepatite A

Tríplice

Viral (SCR)

Dupla tipo adulto - dT:

NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02]

NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02] 0,5 ml IM Crianças entre 12 e 23 comprovação vacinal,
NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02] 0,5 ml IM Crianças entre 12 e 23 comprovação vacinal,
NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02] 0,5 ml IM Crianças entre 12 e 23 comprovação vacinal,
NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02] 0,5 ml IM Crianças entre 12 e 23 comprovação vacinal,

0,5 ml

IM

Crianças entre 12 e 23

comprovação vacinal, administrar dose única.

meses

de

idade

sem

Para crianças entre 12 e 23 meses de idade sem

comprovação vacinal, deve-se administrar dose única.

IM

SC

IM

SC

IM

Aos viajantes para as áreas com recomendação,

administrar a vacina 10 dias antes da data da viagem.

Contraindicada para gestantes e deve ser adiada em

mulheres que estão amamentando até o 6º mês de vida

da criança.

Para pessoas a partir de 60 anos depende da avaliação

do risco da doença e benefício da vacina.

Dose única

De 1 a 19 anos todo indivíduo deve ter o esquema de 2

doses. Indivíduos de 20 a 49 anos de idade que não

apresentarem comprovação vacinal administrar 1 dose.

É contra indicada para gestantes.

Os vacinados anteriormente com 3 doses das vacinas DTP, DT, dTpa, penta ou dT, administrar reforço, a cada 10 anos.

Em caso de gravidez e ferimentos graves antecipar a dose de reforço se a última dose foi administrada há mais de 5 anos. Nesse caso, deve ser administrada preferencialmente 20 dias antes da data provável do parto.

3 doses aos 2, 4 e 6 meses de idade. Fazer um reforço preferencialmente aos
3
doses
aos
2,
4
e
6
meses de idade.
Fazer
um
reforço
preferencialmente aos 12
meses.
2
doses aos 3 e 5 meses
de idade,. Fazer um
reforço
preferencialmente aos 15
meses.
Aos 9 meses de idade.
Durante surtos, antecipar
a idade para 6 meses.
Reforço a cada 10 anos.
Crianças
entre
1
a
2
anos.
Aos 12
meses
e
a
segunda dose
aos
15
meses de
idade
com a
vacina tetra viral.
Indivíduo sem vacinação
anteriormente ou sem
comprovação de três
doses da vacina, seguir o
esquema de três doses (0,
2 e 4 meses).

0,5 ml

0,5 ml

0,5 ml

0,5 ml

0,5 ml

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Tabela Resumo - Imunização

VACINA CALENDÁRIO Influenza Revacinação anual. DOSE Pneumocóci ca 23 valente 1 dose nos
VACINA CALENDÁRIO Influenza Revacinação anual. DOSE Pneumocóci ca 23 valente 1 dose nos

VACINA

CALENDÁRIO

Influenza

Revacinação anual.

DOSE

Pneumocóci

ca 23

valente

1 dose nos indivíduos

com 60 anos e mais que

vivem em instituições

fechadas, tais como

repouso.

0,5 ml

VIA

IM ou SC

fechadas, tais como repouso. 0,5 ml VIA IM ou SC OBSERVAÇÕES asilos, hospitais, casas de Administrar
fechadas, tais como repouso. 0,5 ml VIA IM ou SC OBSERVAÇÕES asilos, hospitais, casas de Administrar

OBSERVAÇÕES

asilos, hospitais, casas de Administrar apenas 1 dose adicional após 5 anos. Esta vacina é

asilos, hospitais, casas de

Administrar apenas 1 dose adicional após 5 anos.

Esta vacina é oferecida por ocasião da Campanha

Nacional de Vacinação contra a Influenza.

adicional após 5 anos. Esta vacina é oferecida por ocasião da Campanha Nacional de Vacinação contra
adicional após 5 anos. Esta vacina é oferecida por ocasião da Campanha Nacional de Vacinação contra

A letra C é a alternativa correta.

3 - Vacinas Pentavalente, Tríplice Bacteriana (DTP), Difteria e

Tétano (DT)

12. (Instituto Benjamin Constant/AOCP/2013/RP) A vacina Pentavalente, introduzida

recentemente no calendário de vacinação infantil, é indicada para imunização ativa de crianças a

partir de qual idade, e protege contra quais doenças?

a) 1 ano; protege contra difteria, sarampo; rubéola, rotavírus e doenças causadas por

Meningocócico do tipo c.

b)

em menores de 5 anos.

c) 6 meses; protege contra tétano, coqueluche, sarampo, poliomielite e doenças causadas por

Meningocócico tipo c. d) 2 meses; protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças causadas por

Haemophilus influenzae tipo b.

3 meses protege contra tétano, meningite, sarampo, hepatite B e formas graves de tuberculose

e) 4 meses; protege contra sarampo, rubéola, caxumba, poliomielite e doenças causadas por

Haemophilus influenzae tipo b.

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COMENTÁRIOS 3 :

Desde o 2º semestre de 2012, a nova vacina pentavalente agregou duas vacinas que eram

administradas separadamente: a tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e

outras infecções pelo Haemophilus influenza tipo b) e a vacina contra a hepatite B.

Vacina Pentavalente
Vacina
Pentavalente
tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche, meningite vacina contra a hepatite B. e outras infecções pelo
tetravalente (contra difteria,
tétano, coqueluche, meningite
vacina contra a hepatite B.
e outras infecções pelo
Haemophilus influenza tipo b);

Além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina tríplice bacteriana -

DTP (difteria, tétano, coqueluche). O primeiro reforço deverá ser administrado aos 12 meses e o

segundo reforço aos 4 anos de idade. Os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da

vacina hepatite B nas primeiras 24 horas de vida, preferencialmente nas primeiras 12 horas, para

prevenir a transmissão vertical. Ou seja, há uma dose da vacina hepatite B (monovalente) cujo

público alvo são as crianças com até 30 dias de vida, bem como outras crianças que já tinham

esquema completo para tetravalente, mas não tinham para a Hepatite B.

Como era antes:

1

- Tetravalente (contra difteria, coqueluche, tétano, meningite e outras infecções por

Haemophilus influenza b) - vacina injetável em três doses (2, 4 e 6 meses). Reforço da tríplice

bacteriana (incluída na tetravalente) aos 15 meses e aos 4 anos.

Segue o antigo calendário da vacina tetravalente: 2 meses -> 4 meses -> 6 meses -> reforço da

tríplice bacteriana (DTP) aos 15 meses -> reforço da tríplice bacteriana (DTP) aos 4 anos.

- Hepatite B - vacina injetável aplicada ao nascer (ou na primeira visita à unidade de

saúde), com 1 mês de vida e novamente aos 6 meses.

2

Segue o antigo calendário da vacina contra hepatite B: ao nascer -> 1 mês -> 6 meses.

Meus amigos, como é a regra atual do calendário de vacinação da pentavente e hepatite

B?

1 - Pentavalente (contra hepatite B, difteria, coqueluche, tétano, meningite e outras

infecções por Haemophilus influenza b) - vacina injetável aos 2, 4 e 6 meses. Reforço da tríplice

bacteriana aos 15 meses e aos 4 anos.

3 Informe Técnico da Vacina Pentavalente

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Segue o calendário da vacina pentavalente: 2 meses -> 4 meses -> 6 meses -> reforço da tríplice bacteriana (DTP) aos 15 meses -> reforço da tríplice bacteriana (DTP) aos 4 anos.

2 - Hepatite B - com a inclusão na pentavalente, passa a ser aplicada sozinha apenas na

criança ao nascer, de forma injetável, para evitar a transmissão vertical.

Segue o calendário da hepatite B: ao nascer, podendo ser feita até o primeiro mês de vida da criança.

Outras três doses dessa vacina foram incluídas na pentavalente (2, 4 e 6 meses).

Atenção! Adolescente e adultos que não apresentam o esquema vacinal completo contra

hepatite B (três doses) deverão seguir as regras anteriores, ou seja, devem receber até três

doses.

Em síntese, a pentavalente é composta pela vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis 4 ,

hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae tipo b (conjugada) - DTP/HB/Hib 5 .

É
É

indicada para imunização ativa de crianças a partir de dois meses de idade.

difteria tétano coqueluche (pertussis)
difteria
tétano
coqueluche (pertussis)
meses de idade. difteria tétano coqueluche (pertussis) Triplice Bacteriana (DTP) hepatite B Haemophilus
Triplice Bacteriana (DTP) hepatite B Haemophilus influenzae tipo b (conjugada)
Triplice Bacteriana (DTP)
hepatite B
Haemophilus influenzae
tipo b (conjugada)
hepatite B Haemophilus influenzae tipo b (conjugada) Vacina Pentavalente O Ministério da Saúde adquiriu a
Vacina Pentavalente
Vacina
Pentavalente

O

Ministério da Saúde adquiriu a vacina pentavalente (DTP/HB/Hib) de dois laboratórios

produtores, Novartis/Berna e Serum Institute of India Ltd.

A

vacina combinada é inteiramente líquida na forma de suspensão injetável apresentada em

frasco ou ampola contendo 1 dose de 0,5mL.

A vacinação básica consiste na aplicação de 3 doses, com intervalo de 60 dias (mínimo de

30 dias), a partir de 2 meses de idade.

Os dois reforços necessários serão realizados com a vacina DTP (difteria, tétano e pertussis).

O primeiro reforço aos de 15 meses de e o segundo reforço aos 4 anos. A idade máxima para

aplicação da DTP é de 6 anos 11meses e 29 dias.

perigosa para crianças causada

pelas bactérias Gram-negativas Bordetella pertussis e Bordetella parapertussis (geralmente com sintomas mais ligeiros), que

causa tosse violenta contínua e dolorosa. A patologia é prevenível por vacinação. 5 Vacina pentavalente (DTP - difteria, tétano e coqueluche + HB - hepatite B + Hib - Haemophilus influenzae tipo b).

4 Pertússis, coqueluche ou tosse

convulsa é

uma doença

altamente

contagiosa e

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Ressalta-se também que fará parte deste esquema, para os recém-nascidos, a primeira dose nas primeiras 24 horas, preferencialmente nas primeiras 12 horas, com a vacina hepatite B (recombinante).

vacina pentavalente (DTP/HB/Hib) deve ser administrada na dose de 0,5 mL por via

intramuscular, no vasto lateral da coxa, em crianças menores de 2 anos de idade e na região

deltóide nas crianças acima de dois anos de idade.

Pode, ainda, ser administrada na região ventro glútea, por estar livre de estruturas

anatômicas importantes (não apresenta vasos sanguíneos ou nervos significativos), sendo indicada

para qualquer faixa etária.

vacina não deve ser administrada região dorso glútea, devido ao risco de lesão do nervo

ciático e a possibilidade de injetar a vacina em gordura, em vez de músculo.

Atenção! A vacina pentavalente é contraindicada para pessoas com 7 anos de idade ou

mais.

A

A

Nesses termos, o gabarito da questão é a letra D.

13. (PF/CESPE/2004/RP) Indicada para prevenir a difteria, o tétano e a coqueluche, a vacina

tríplice bacteriana (DTP) é uma associação dos toxóides diftérico e tetânico com a Bordetella

pertussis inativada.

COMENTÁRIOS:

é

indicada para a administração das duas doses de reforço, quando foi usada a vacina pentavalente

no esquema básico, conforme comentários da questão anterior.

A

vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis, conhecida como tríplice bacteriana (DTP),

O objetivo da vacinação é prevenir contra a difteria, o tétano e a coqueluche (ou pertussis).

vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis é uma associação dos toxóides diftérico e

tetânico com a Bordetella pertussis inativada, tendo o hidróxido de alumínio como adjuvante e o

timerosal como preservativo.

A vacinação com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis é indicada para o reforço do

esquema básico, que, de modo geral, corresponde a uma dose com intervalo mínimo de seis meses depois da vacinação básica (pentavalente). Um segundo reforço é dado entre quatro anos e seis anos, 11 meses e 29 dias, preferencialmente aos 4 anos.

A

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Atenção! A vacina pentavalente é administrada aos 2, 4 e 6 meses. Em regra, o reforço da

tríplice bacteriana (DTP) é feito aos 15 meses e aos 4 anos.

Ao indicar a vacinação com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP), considerar

as doses administradas anteriormente e não reiniciar o esquema.

Vejamos algumas observações sobre a DTP:

O reforço pode ser administrado em qualquer idade (até os seis anos, onze meses e 29 dias),

observando-se um intervalo mínimo de seis meses após a última dose da vacinação básica;

Se o esquema básico não for iniciado ou completado até a idade de seis anos, onze meses e

29 dias, as doses necessárias serão aplicadas com a vacina adsorvida difteria e tétano adulto

(DT) em lugar da vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP);

Caso a criança esteja com quatro anos ou mais e não tenha recebido o primeiro reforço, não é

necessário administrar dois reforços, mas apenas um na ocasião do atendimento, seguindo-se

o esquema de uma dose da vacina difteria e tétano adulto, a cada 10 anos.

A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP) é administrada por via intramuscular

profunda.

Em regra, a vacina tríplice bacteriana (DTP) deve ser administrada na dose de 0,5 mL por

via intramuscular profunda, no vasto lateral da coxa, em crianças menores de dois anos de idade e

na região deltóide nas crianças acima de dois anos de idade.

Vacinas Pentavalente e Tríplice Bacteriana
Vacinas Pentavalente
e Tríplice Bacteriana
anos de idade. Vacinas Pentavalente e Tríplice Bacteriana Local de administração No vasto lateral da coxa,
Local de administração
Local de
administração
No vasto lateral da coxa, em Na região deltóide, em crianças menores de 2 anos;
No vasto lateral da coxa, em
Na região deltóide, em
crianças menores de 2 anos;
crianças acima de 2 anos.

Nesses termos, a questão apresenta-se correta.

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14. (Questão elaborada pelo autor/RP) A vacina adsorvida difteria e tétano adulto é constituída pelos toxóides diftérico e tetânico, sendo indicada a partir dos sete anos de idade, inclusive para adolescentes e adultos conforme calendários específicos, com o objetivo de prevenir o tétano e a difteria.

COMENTÁRIOS:

vacina adsorvida difteria e tétano (dT) adulto é constituída pelos toxóides diftérico e

tetânico.

A

indicada a partir dos sete anos de idade, inclusive para adolescentes e adultos conforme

calendários específicos, com o objetivo de prevenir o tétano e a difteria. A vacinação de mulheres

em idade fértil (12 a 49 anos) e gestantes visa, principalmente, a prevenção do tétano neonatal.

vacina adsorvida difteria e tétano adulto é administrada nos maiores de sete anos para os

reforços do esquema básico e para aqueles que não tenham recebido as vacinas pentavalente e

tríplice bacteriana (DTP), ou que tenham esquema incompleto dessas vacinas.

esquema básico da adsorvida difteria e tétano adulto (dT) corresponde a três doses com

intervalo de 60 dias entre as doses. Esse esquema é feito para as pessoas que não estiverem com o

esquema completo da pentavalente e tríplice bacteriana (DTP).

O reforço da vacina adsorvida difteria e tétano n (dT) adulto é administrado de 10 em 10

anos.

É

A

O

A questão, portanto, apresenta-se correta.

15. (Tribunal de Justiça do Amazonas-AM/CESGRANRIO/2013/RP) A vacina dupla tipo

adulto (dT) é indicada a partir dos sete anos de idade, para prevenção do tétano acidental e da

difteria. É também indicada para a vacinação de mulheres em idade fértil (12 a 49 anos) e

gestantes, principalmente para a prevenção do tétano neonatal. O esquema básico da vacina dupla

tipo adulto (dT) é de

a) duas doses, com intervalo mínimo de 60 dias entre as doses.

b) três doses, com intervalo mínimo de 60 dias entre as doses.

c) duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.

d) três doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.

e) uma dose, com reforço a cada 10 anos.

COMENTÁRIOS:

A vacina adsorvida difteria e tétano adulto (dT) é administrada nos maiores de sete anos

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para os reforços do esquema básico e para aqueles que não tenham recebido as vacinas pentavalente e tríplice bacteriana (DTP), ou que tenham esquema incompleto dessas vacinas.

O esquema básico da adsorvida difteria e tétano adulto (dT) corresponde a três doses com

intervalo recomendado de 60 dias entre as doses, sendo o intervalo mínimo de 30 dias entre

elas. Esse esquema é feito para as pessoas que não estiverem com o esquema completo da

pentavalente e tríplice bacteriana (DTP).

O

O

reforço da vacina adsorvida difteria e tétano (dT) adulto é administrado de 10 em 10 anos.

gabarito da questão, portanto, é a letra D.

16. (Residência Multiprofissional/SES-DF/CESPE/2011/RP) A vacina DPT é composta por

toxoides diftérico e tetânico, além de célula inteira de Bordetella pertussis, enquanto a DTaP é

composta por seus antígenos na vacina acelular. Essa última tem eficácia superior à primeira e não

causa reações adversas.

COMENTÁRIOS:

As vacinas tríplice bacteriana (DTP) e pentavalente (DTP/HB/Hib) são contraindicadas a

crianças com doença neurológica em atividade ou que tenham apresentado, após a aplicação de

dose anterior, algum dos seguintes eventos:

1. convulsão nas primeiras 72 horas;

2. encefalopatia nos primeiros sete dias;

3. episódio hipotônico-hiporresponsivo, nas primeiras 48 horas;

4.

reação anafilática, que ocorre nos primeiros 30 minutos e até duas horas pós-vacinação.

Nos três primeiros pontos descritos acima, em face da contraindicação para uso da vacina

tríplice (DTP), deve-se utilizar a vacina dupla tipo infantil (DT) ou DTP acelular (DTPa).

O

Programa Nacional de Imunização (PNI) ainda não inclui a tríplice bacteriana acelular

(DTPa) no calendário de rotina devido os seguintes fatores:

a) na maioria dos estudos, as vacinas acelulares não são mais eficazes do que as

celulares na prevenção da coqueluche em todas as suas formas clínicas;

b) em geral, as vacinas acelulares, quando combinadas com a vacina Hib, são menos imunogênicas contra este último antígeno do que as vacinas celulares;

c) a tríplice bacteriana celular (DTP) é produzida no Brasil;

d) o custo das vacinas acelulares é muito maior.

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Diante dessas circunstancias, a vacina DTPa está disponível nos Centros de Referência de

Imunobiológicos Especiais (CRIE), para circunstâncias específicas.

Verificamos que a vacina a DTPa tem eficácia inferior à DPT, sendo utilizada apenas em

certos casos que haja contraindicação da pentavalente e tríplice bacteriana (DTP). Logo, a questão

apresenta-se incorreta.

17. (FUB/CESPE/2009/RP) A vacina contra o tétano é constituída por toxoide tetânico e é

administrada por via intramuscular profunda, dando-se preferência ao músculo vasto-lateral da

coxa.

COMENTÁRIOS:

Existem vários tipos de vacinas que utilizam na sua composição o toxoide tetânico:

Pentavalente (vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B e Haemophilus influenzae

tipo b);

DTP (vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis);

DT infantil (vacina adsorvida difteria e tétano);

dT adulto (vacina adsorvida difteria e tétano);

TT (vacina contra o tétano).

Em regra, as vacinas contra o tétano (pentavalente, DTP, DT infantil, dT adulto e TT) são

administradas por via intramuscular profunda, dando-se preferência ao músculo vasto-lateral da

coxa, em crianças menores de dois anos de idade e na região deltóide nas crianças acima

de dois anos de idade.

Vacinas Pentavalente e Tríplice Bacteriana
Vacinas Pentavalente
e Tríplice Bacteriana
Local de
Local de
administração
administração
No vasto lateral da coxa, em crianças menores de 2 anos; Na região deltóide, em
No vasto lateral da coxa, em
crianças menores de 2 anos;
Na região deltóide, em
crianças acima de 2 anos.

Vejam que a vacina contra o tétano deve ser administrada:

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- no músculo vasto-lateral da coxa -> em crianças menores de dois anos de idade; e

- na região deltoide -> nas crianças acima de dois anos de idade.

Essa questão foi mal elaborada. Foi considerada correta, mas encontra-se incompleta. Por

isso, deveria ter sido anulada.

18. (SES-SE/CESPE/2009/RP) No combate ao tétano, a imunização passiva, em adultos, ocorre

após a aplicação de três doses da vacina Anatox Tetânico, com espaço de 15 a 30 dias, e a

imunização ativa, com a aplicação de uma única dose de imunoglobulina humana antitetânica.

COMENTÁRIOS:

Meus amigos, se necessário, revejam a diferença entre imunização ativa e passiva na questão

nº 15.

vacina contra o tétano em adulto (dT adulto) confere ao organismo imunidade ativa

(prevenção).

esquema básico da adsorvida difteria e tétano adulto corresponde a três doses com

intervalo de 60 dias entre as doses. Esse esquema é feito para as pessoas que não estiverem com o

esquema completo da pentavalente e tríplice bacteriana (DTP).

A

O

O

Por outro lado, a imunoglobulina humana antitetânica (IGHAT) e o soro antitetânico (SAT)

reforço da vacina adsorvida difteria e tétano (dT) adulto é administrado de 10 em 10 anos.

conferem ao organismo imunidade passiva artificialmente adquirida (tratamento).

principal forma de tratamento para pacientes acometidos pelo tétano é por meio da

neutralização da toxina tetânica. Para isso, utiliza-se a imunoglobulina humana antitetânica

(IGHAT) ou, na indisponibilidade, o soro antitetânico (SAT). A imunoglobulina humana

antitetânica é disponível, no Brasil, apenas para uso intramuscular (IM), devendo ser administrada

em massas musculares diferentes. A dose terapêutica recomendada depende do quadro clínico e do critério médico. O SAT é administrado via IM, distribuído em duas massas musculares diferentes ou via endovenosa. Nessa tela, a questão está incorreta.

A

4 - Vacina Hepatite B

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19. (Prefeitura do Rio de Janeiro/SMS-RJ/2013/RP) Na prevenção da transmissão vertical em recém-nascidos, a vacina que deve ser preferencialmente administrada nas primeiras 12 horas de nascimento é:

a) BCG

b) hepatite B

c) pneumocócica

d) rotavírus humano

COMENTÁRIOS:

A vacina hepatite B (recombinante) sofreu mudanças significativas no Programa Nacional de

Imunização (PNI).

Anteriormente ao 2º semestre de 2012, a vacina hepatite B (recombinante) era aplicada ao

nascer (ou na primeira visita à unidade de saúde), com 1 mês de vida e novamente aos 6 meses.

Segue o antigo calendário da vacina contra hepatite B: ao nascer -> 1 mês -> 6 meses.

Com a inclusão da vacina pentavalente no PNI, desde o 2º semestre de 2012, a vacina

hepatite B (recombinante) passa a ser aplicada sozinha na criança ao nascer, de forma injetável,

para evitar a transmissão vertical.

Segue o atual calendário da hepatite B: ao nascer, podendo ser feita até o primeiro mês de vida da

criança. Outras três doses dessa vacina foram incorporadas na pentavalente (2, 4 e 6 meses).

Agora, vamos detalhar o calendário básico da vacina contra hepatite B:

Para recém-nascidos, deve-se administrar uma dose ao nascer, o mais precocemente

possível, nas primeiras 24 horas, preferencialmente nas primeiras 12 horas após o

nascimento, ainda na maternidade. Esta dose pode ser administrada até 30 dias após o

nascimento. O esquema de vacinação deve ser completado com a administração da vacina

pentavalente, aos 2, 4 e 6 meses.

Para crianças que iniciam esquema vacinal a partir de 1 mês de idade até 4 anos 11 meses e 29 dias, deve-se administrar três doses da vacina pentavalente, com intervalo de 60 dias entre as doses, mínimo de 30 dias.

Para indivíduos de 5 a 49 anos:

Sem comprovação vacinal: administrar três doses da vacina hepatite B com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda doses e de 6 meses entre a primeira e a terceira doses (0, 1 e 6 mês);

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Em caso de esquema vacinal incompleto, não reiniciar o esquema, apenas completá-lo conforme situação encontrada.

Para gestantes em qualquer faixa etária e idade gestacional, deve-se administrar

três doses da vacina hepatite B, considerando o histórico de vacinação anterior.

Para indivíduos integrantes dos grupos vulneráveis, independe da faixa etária ou

comprovação da condição de vulnerabilidade (trabalhadores da saúde, bombeiros,

policiais, caminhoneiros, carcereiros, coletores de lixo, agentes funerários,

comunicantes sexuais de pessoas portadoras de VHB; doadores de sangue; homens

e mulheres que mantêm relações sexuais com pessoas do mesmo sexo (HSH e

MSM); lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT); pessoas reclusas

(presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de adolescentes privados de

liberdade, forças armadas, entre outras); manicures, pedicures e podólogos;

populações de assentamentos e acampamentos; potenciais receptores de

transfusões de sangue ou politransfundido; profissionais do sexo/prostitutas;

usuários de drogas injetáveis, inaláveis e pipadas; portadores de DST; e população

indígena): administrar três doses com intervalo de 30 dias entre a primeira e a

segunda doses e de 6 (seis) meses entre a primeira e a terceira doses. Considerar a

história vacinal anterior.

A dose será de 0,5 mL até os 19 anos de idade e 1 mL a partir de 20 anos, via intramuscular.

Após comentários iniciais, vamos resolver a questão. Na prevenção da transmissão vertical

em recém-nascidos, a vacina contra hepatite B deve ser preferencialmente administrada nas

primeiras 12 horas de nascimento.

Ademais, em recém-nascidos de mães portadoras da hepatite B, a vacina e a imunoglobulina

humana anti-hepatite B deve ser administrada, preferencialmente nas primeiras 12 horas, podendo

a imunoglobulina ser administrada no máximo até 7 dias de vida. Diante do exposto, a alternativa correta é a letra B.

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20. (Questão elaborada pelo autor/RP) De acordo com o Programa Nacional de Imunização, a

vacina rotavírus deve ser administrada preferencialmente aos 2 e 4 meses de idade. A primeira

dose pode ser administrada a partir de 1 mês até 3 meses. A segunda dose pode ser administrada a

partir de 3 meses e 15 dias até 7 meses.

COMENTÁRIOS:

A vacina rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada) - VORH deve ser administrada

preferencialmente aos 2 e 4 meses de idade. A primeira dose pode ser administrada a partir de 1

mês e 15 dias até 3 meses e 15 dias. A segunda dose pode ser administrada a partir de 3

meses e 15 dias até 7 meses e 29 dias. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias.

1ª dose (preferencialmente aos 2 meses)
1ª dose
(preferencialmente
aos 2 meses)
a partir de 1 mês e 15 dias até 3 meses e 15 dias a
a partir de 1 mês e 15 dias
até 3 meses e 15 dias
a partir de 3 meses e 15 dias
até 7 meses e 29 dias
dias a partir de 3 meses e 15 dias até 7 meses e 29 dias Calendário
Calendário da Vacina Rotavírus
Calendário da Vacina
Rotavírus
até 7 meses e 29 dias Calendário da Vacina Rotavírus 2ª dose (preferencialmente aos 4 meses)
2ª dose (preferencialmente aos 4 meses)
2ª dose
(preferencialmente
aos 4 meses)
Rotavírus 2ª dose (preferencialmente aos 4 meses) A vacina rotavírus é administrada exclusivamente de uma
Rotavírus 2ª dose (preferencialmente aos 4 meses) A vacina rotavírus é administrada exclusivamente de uma

A vacina rotavírus é administrada exclusivamente

de uma

por via oral, com

seringa apropriada.

a dose de 1,5mL, por meio

Figura 10 - Administração da Vacina Rotavírus (SESAB, 2011).

Notas sobre a administração da vacina rotavírus:

Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação, não repetir a dose;

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Esta vacina é contraindicada para crianças com imunodepressão severa ou que tenham histórico de invaginação intestinal ou com malformação congênita não corrigida do trato gastrointestinal. Diante do exposto, a questão apresenta-se incorreta.

6 - Vacina Meningocócica C

21. (Questão elaborada pelo autor/RP) De acordo com o Programa Nacional de Imunização, a

vacina meningocócica C deve ser administrada preferencialmente aos 3 e 5 meses, com intervalo

de 60 dias entre as doses, mínimo de 30 dias. Uma dose de reforço deve ser administrada entre 9 e

12 meses, preferencialmente aos 15 meses.

COMENTÁRIOS:

De acordo com o Programa Nacional de Imunização, a vacina meningocócica C (conjugada)

deve ser administrada preferencialmente aos 3 e 5 meses, com intervalo de 60 dias entre as doses,

mínimo de 30 dias. Uma dose de reforço deve ser administrada entre 12 e 15 meses,

preferencialmente aos 15 meses.

Segue o calendário da vacina meningocócica C: 1ª dose aos 3 meses -> 2ª dose aos 5 meses ->

reforço aos 15 meses.

A vacina meningocócica C é administrada na dose de 0,5 mL, pela via intramuscular.

Notas sobre a administração da vacina meningocócica C (conjugada):

Para crianças que iniciam o esquema básico após 5 meses de idade, deve-se considerar o

intervalo mínimo entre as doses e administrar a dose de reforço com intervalo de 60 dias após a

última dose;

Para crianças entre 12 e 23 meses de idade sem comprovação vacinal, deve-se administrar dose única. Nesses termos, a questão está incorreta.

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22. (Prefeitura do Rio de Janeiro/SMS-RJ/2013/RP) O Programa Nacional de Imunização

(Brasil, 2003) recomenda que a dose de reforço da vacina meningocócica C conjugada seja

administrada na criança com o seguinte tempo de vida, em meses:

a) seis

b) quinze

c) doze

d) dezoito

COMENTÁRIOS:

De acordo com o Programa Nacional de Imunização, a vacina meningocócica C (conjugada)

deve ser administrada preferencialmente aos 3 e 5 meses, com intervalo de 60 dias entre as doses,

mínimo

meses,

de

30

dias.

Uma dose de reforço

deve ser administrada entre 12

e

15

preferencialmente aos 15 meses.

Segue o calendário da vacina meningocócica C: 1ª dose aos 3 meses -> 2ª dose aos 5 meses ->

reforço aos 15 meses.

Nessa tela, o gabarito da questão é a letra B.

7 - Vacina Pneumocócica:

23.

criança, do adolescente, do adulto e do idoso (Ministério da Saúde, 2010) recomendam a vacina

pneumocócica 10 (conjugada), no primeiro semestre de vida, administrando 3 (três) doses, aos 2, 4

e 6 meses de idade. Quais doenças esta vacina pode evitar?

(Prefeitura de Feliz-RS/FUNDATEC/2012/RP) Os Calendários Básicos de vacinação da

a) Pneumonia, Sarampo, Meningite e outras doenças causadas pelo pneumococo.

b) Pneumonia, Otite, Meningite e outras doenças causadas pelo pneumococo.

c) Pneumonia, Coqueluche, Meningite e outras doenças causadas pelo pneumococo.

d) Pneumonia, Difteria, Meningite e outras doenças causadas pelo pneumococo.

e) Pneumonia,Tuberculose, Meningite e outras doenças causadas pelo pneumococo.

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COMENTÁRIOS:

Considerando que a infecção por Streptococcus pneumoniae 6 é uma importante causa de morbimortalidade em todo o mundo e se constitui em uma das prioridades atuais da Saúde Pública, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações, incluiu no calendário

básico de vacinação da criança, em março de 2010, a vacina pneumocócica 10-valente

(conjugada), em todo o território nacional.

A inclusão desta vacina se configura como grande avanço para a saúde pública brasileira, uma

vez que protegerá as crianças menores de dois anos de idade contra doenças invasivas e otite

média aguda causadas por Streptococcus pneumoniae sorotipos 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F e

23F.

Aprofundando:

As vacinas polissacárides capsulares pneumocócicas estão licenciadas no mundo desde 1977, fazendo

parte da lista de vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde duas delas: a pneumocócica 23-valente e a

pneumocócica 7-valente.

Essas vacinas estão disponíveis desde a década de 1990 nos Centros de Referência de Imunobiológicos

Especiais (CRIE) para grupos populacionais especialmente suscetíveis ao Streptococcus pneumoniae. A

vacina pneumocócica 23-valente foi incorporada pelo Programa Nacional de Imunizações, no ano de

1992, para grupos com quadros clínicos específicos. A partir de 1999, passou a ser aplicada durante a

Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, com vistas a atingir às pessoas de 60 anos e mais que

convivem em instituições fechadas. Estudos demonstraram que esta vacina em crianças menores de 2 anos,

grupo de maior incidência da doença pneumocócica, não apresentam boa resposta à vacina polissacarídica

23-valente (VPP23V). A vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) foi incorporada pelo Ministério da

Saúde em 2001, também em grupos em condições clínicas especiais nos CRIE.

A vacina pneumocócica 10 (conjugada) pode evitar as seguintes doenças: pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococos. Por isso, a letra B é o gabarito da questão.

6 O Streptococcus pneumoniae ou pneumococo é uma bactéria gram-positiva, capsulada, que tem 90 sorotipos imunológicamente distintos de importância epidemiológica mundial na distribuição das doenças pneumocócicas invasivas (pneumonias bacterêmicas, meningite, sepse e artrite) e não invasivas (sinusite, otite média aguda, conjuntivite, bronquite e pneumonia). São estes sorotipos que definem a composição das vacinas existentes nos diversos países onde ela é utilizada.

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24. (Prefeitura de Simões-PI/Fundação Madre Juliana/2011/RP) Considerando que, a infecção por Streptococcus pneumoniae é uma importante causa de morbimortalidade em todo o mundo e se constitui em uma das prioridades atuais da Saúde Pública, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações, incluiu no calendário básico de vacinação da criança em

março de 2010, a vacina pneumocócica 10-valente (conjugada), em todo o território nacional. Qual

a via de administração, volume e a faixa etária recomendada para iniciar o esquema vacinal desse

imunobiológico:

a) SC/ 0,1 ml/ ao nascer

b) IM/ 0,5 ml/ 2 meses

c) ID/ 0,1 ml/ 2 meses

d) IM/ 0,1 ml/ 3 meses

e) IM/ 0,5 ml/ 9 meses

COMENTÁRIOS:

vacina pneumocócica 10-valente é constituída por 10 (dez) sorotipos de pneumococos (1,

4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F, 23F) e conjugada com a proteína D de Haemophilus influenzae

para oito de seus sorotipos e carreadores de toxóide diftérico (DT) e de toxóide tetânico (TT ou T)

usados por dois sorotipos.

A

A

embalagem possui 10 frascos-ampola de vidro, apresentados em unidose, com 0,5 ml.



Figura 11 - Embalagem da Vacina Peneumocócica (Ministério da Saúde, 2010).

A vacina deve ser administrada por injeção intramuscular (IM) de preferência na

área do vasto lateral da coxa da criança. Nenhum dado está disponível sobre a administração subcutânea da vacina pneumocócica conjugada 10-valente.

Atenção! A vacina não deve, sob nenhuma circunstância, ser administrada por via endovenosa ou intradérmica.

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Em regra, a primeira dose iniciará a partir de 2 meses de idade. O esquema de vacinação

primária consiste em três doses de 0,5 ml, com intervalo de pelo menos 1 mês entre as doses,

contudo o Programa Nacional de Imunização (PNI) adotou o intervalo de 2 meses entre as doses.

Desta forma o esquema será de 2, 4 e 6 meses.

Uma dose de reforço é recomendada pelo menos 6 meses após a última dose do esquema

primário, sendo este preferencialmente entre os 12 e 15 meses de idade .

Segue o calendário da vacina pneumocócica 10-valente: 2 meses -> 4 meses -> 6 meses -> reforço

aos 12 meses.

Nesses termos, a letra B é o gabarito da questão.

25. (SESC-BA/FUNCAB/2013/RP) O Calendário Básico de Vacinação da Criança no Brasil

indica a vacina pneumocócica 10 (conjugada) administrada da seguinte forma:

a) três doses, aos 2, 4 e 6 meses de idade e reforço entre 12 e 15 meses.

b) três doses, aos 2, 4 e 6 meses de idade e reforço com seis anos.

c) duas doses, aos 2 e 4 meses de idade e reforço aos 2 anos.

d) duas doses, aos 3 e 5 meses de idade, e reforço 15 dias após a 2ª dose.

e) aos nove meses de idade, e durante períodos de surto antecipar a idade para seis meses.

COMENTÁRIOS:

Em regra, a primeira dose iniciará a partir de 2 meses de idade. O esquema de vacinação

primária consiste em três doses de 0,5 ml, com intervalo de pelo menos 1 mês entre as doses,

contudo o Programa Nacional de Imunização (PNI) adotará o intervalo de 2 meses entre as doses.

Desta forma o esquema será de 2, 4 e 6 meses.

Uma dose de reforço é recomendada pelo menos 6 meses após a última dose do esquema

primário, sendo este preferencialmente entre os 12 e 15 meses de idade .

Segue o calendário da vacina pneumocócica 10-valente: 2 meses -> 4 meses -> 6 meses -> reforço aos 12 meses.

Nesses termos, a letra A é o gabarito da questão.

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26. (HU-UNB/EBSERH/IBFC/2013/RP) Segundo calendário nacional, uma criança deve receber a vacina pneumocócica 10-valente (conjugada) com a idade de:

a) 2, 4 e 6 meses e mais uma dose de reforço aos 12 meses.

b) 3 e 5 meses e mais uma dose de reforço aos 15 meses.

c) 2, 4 e 15 meses.

d) 3 e 7 meses apenas.

COMENTÁRIOS:

De acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI), a primeira dose da vacina

pneumocócica 10-valente (conjugada) iniciará a partir de 2 meses de idade. O esquema de

vacinação primária consiste em três doses de 0,5 ml, com intervalo de pelo menos 1 mês entre as

doses, contudo o Programa Nacional de Imunização adotará o intervalo de 2 meses entre as doses.

Desta forma o esquema será de 2, 4 e 6 meses.

Uma dose de reforço é recomendada pelo menos 6 meses após a última dose do esquema

primário, sendo este preferencialmente entre os 12 e 15 meses de idade.

Dessa forma, o gabarito é a letra A.

27. (Prefeitura de Teresina-PI/NUCEPE/2011/RP) Uma criança que inicia, aos 5 meses de

idade, o esquema vacinal com a vacina Pneumocócica 10-valente conjugada deve tomar:

a) 3 doses e 1 reforço;

b) 3 doses sem reforço;

c) 2 doses e 1 reforço;

d) 2 doses sem reforço;

e) Apenas 1 dose.

COMENTÁRIOS:

Em regra, a primeira dose iniciará a partir de 2 meses de idade. O esquema de vacinação

primária consiste em três doses de 0,5 ml, com intervalo de pelo menos 1 mês entre as doses, contudo o Programa Nacional de Imunização (PNI) adotará o intervalo de 2 meses entre as doses. Desta forma o esquema será de 2, 4 e 6 meses. Uma dose de reforço é recomendada pelo menos 6 meses após a última dose do esquema primário, sendo este preferencialmente entre os 12 e 15 meses de idade.

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Segue o calendário da vacina pneumocócica 10-valente: 2 meses -> 4 meses -> 6 meses -> reforço

aos 12 meses.

Mas, caso a criança inicie o esquema vacinal apenas aos 5 meses, o que deve ser feito?

Nem sempre é possível respeitar o esquema vacinal rigorosamente. Nesse sentido, o PNI

apresenta datas alternativas para completar o esquema básico da população.

Verificamos que o calendário da vacina pneumocócica 10-valente é o seguinte: 2 meses -> 4

meses -> 6 meses -> reforço aos 12 meses.

Todavia, o intervalo mínimo entre as doses é de apenas um mês.

Por exemplo, caso a criança inicie o esquema da vacina pneumocócica 10-valente somente

no oitavo mês, pode ser feito o seguinte esquema: 8, 9 e 10 meses, com a dose de reforço aos 16

meses.

Vejam abaixo outras opções do esquema vacinal da pneumocócica 10.

Esquema Vacinal Pneumocócica 10- valente (conjugada)

Idade

Meses

Número de doses

Meses reforço

2

4 6 ou

3

5 7 ou

4

6 8 ou

5

7 9 ou

6

8 10

8 ou 5 – 7 – 9 ou 6 – 8 – 10 3 doses intervalo

3 doses intervalo de 2 meses

1 dose preferencialmente entre 12 e 15

meses

Nesses termos, o gabarito da questão é a letra A.

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8 - Vacina Influenza

28. (Prefeitura do Rio de Janeiro/SMS-RJ/2013/RP) Durante a campanha nacional de

imunização contra a influenza, a enfermeira orientou à equipe que, em crianças com três a oito

anos de idade, deve-se administrar a seguinte quantidade da vacina, em ml:

a) 1,0 b) 0,5 c) 0,3 d) 0,25

COMENTÁRIOS:

influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, de interesse para a saúde

pública no Brasil. Apresenta potencial para levar a complicações graves e ao óbito, especialmente

nos grupos de alto risco (crianças menores de dois anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou

mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).

A

principal intervenção preventiva em saúde pública para este agravo é a vacinação. A

campanha anual, realizada entre os meses de abril e maio, contribuiu ao longo dos anos para a

prevenção da gripe nos grupos vacinados, além de apresentar impacto de redução das internações

hospitalares, gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias e mortes

evitáveis.

A

Vamos conhecer os grupos prioritários a serem vacinados e recomendações:

Crianças de 6 meses a menores de 5 anos: deverão receber a vacina influenza. Todas as

crianças que receberam uma ou duas doses da vacina da influenza sazonal, devem receber

apenas 1 dose em 2014. Também deve ser considerado o esquema de duas doses para as

crianças menores de 9 anos que serão vacinadas pela primeira vez, devendo-se agendar a

segunda dose para 30 dias após a 1ª dose (no ano passado esse grupo era formado por crianças

de seis meses a dois anos incompletos).

Gestantes: deverão receber a vacina influenza todas as gestantes em qualquer idade

gestacional. Para este grupo não haverá exigência quanto à comprovação da situação

gestacional, sendo suficiente para a vacinação que a própria mulher afirme o seu estado de gravidez.

Nota: a vacinação de gestantes contra a influenza é segura em qualquer idade gestacional. A experiência pós-comercialização com a vacina influenza sazonal inativada e com a vacina influenza pandêmica (H1N1) 2009 inativada, no Brasil e em outros países, não identificou qualquer risco associado ao uso da vacina em gestantes.

Puérperas: mulheres no período de até 45 dias após o parto foram incluídas no grupo alvo de vacinação. Para isso, deverão apresentar qualquer documento, durante o período de vacinação

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(certidão de nascimento da criança, cartão da gestante, documento do hospital onde ocorreu o parto, entre outros).

Trabalhador de Saúde: eleito para vacinação é aquele que exerce atividades de assistência à

saúde, atuando na recepção, no atendimento, bem como na investigação de casos de infecções

respiratórias, nos serviços públicos e privados, nos diferentes níveis de complexidade, cuja

ausência compromete o funcionamento desses. Assim, trabalhadores de saúde que exercem

suas atividades em unidades que fazem atendimento de pessoas com influenza, bem como

recepcionistas, pessoal de limpeza, segurança, motoristas de ambulâncias dessas unidades,

equipes de laboratório responsáveis pelo diagnóstico, profissionais que atuam na vigilância

epidemiológica, e os que atuam no controle sanitário de viajantes nos postos de entrada dos

portos, aeroportos e fronteiras deverão ser vacinados.

Povos indígenas: a vacinação será indiscriminada (indicada) para a toda população indígena,

a partir dos seis meses de idade. A programação de rotina é articulada entre o Programa

Nacional de Imunizações (PNI) e a Secretaria de Atenção a Saúde Indígena (SESAI).

Indivíduos com 60 anos ou mais de idade deverão receber a vacina contra influenza.

População privada de liberdade: o planejamento e operacionalização da vacinação nos

estabelecimentos penais deverão ser articulados com as Secretarias Estaduais e Municipais de

Saúde e Secretarias Estaduais de Justiça (Secretarias Estaduais de Segurança Pública ou

correlatos), conforme Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário, 2.ª edição/

BrasíliaDF 2005 e a NOTA TÉCNICA 121 SISPE/DAPES/SAS PNI/SVS/MS

DEPEN/MJ, de 1º de agosto de 2011.

Pessoas portadoras de doenças crônicas (conforme listagem definida pelo Ministério da

Saúde em conjunto com sociedades científicas): a vacinação contra influenza de indivíduos

portadores de doenças crônicas e outras condições especiais foi incluída na campanha de

vacinação de 2013.

Notas:

A vacinação deste grupo passa a ser realizada em todos os postos de vacinação e não apenas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). No entanto, mantém-se a necessidade de prescrição médica, que deverá ser apresentada no ato da vacinação. Pacientes já cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS, devem se dirigir aos postos em que estão cadastrados para receber a vacina. Caso no local onde são atendidos regularmente não haja um posto de vacinação, devem buscar a prescrição médica na próxima

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consulta que estiver agendada, visando garantir esse documento com antecedência, para evitar filas

no período da vacinação.

Pacientes que são atendidos na rede privada, vinculada ou não ao SUS, também devem buscar a

prescrição médica com antecedência, junto ao seu médico assistente, devendo apresentá-la nos

postos de vacinação durante a realização da campanha de 2013.

Agora, veremos o esquema de vacinação e dose da influenza:

A vacinação é anual, devido às mudanças das características dos vírus influenza decorrentes

da adversidade antigênica e genômica a cada ano e da efemeridade da proteção.

Em 2014, foi adotado o seguinte esquema e volume de dose, conforme a situação vacinal da

criança.

Crianças vacinadas pela primeira vez:

Esquema vacinal para influenza por idade, número de doses, volume por dose e intervalo entre as

doses, Brasil, 2013

Idade

Crianças de 6 meses a 2

anos de idade

Crianças de

3

a

8

anos de

idade

Adultos e crianças a partir

de 9 anos

de idade Adultos e crianças a partir de 9 anos   Número de Volume   Intervalo
de idade Adultos e crianças a partir de 9 anos   Número de Volume   Intervalo
de idade Adultos e crianças a partir de 9 anos   Número de Volume   Intervalo
de idade Adultos e crianças a partir de 9 anos   Número de Volume   Intervalo
 

Número de

Volume

 

Intervalo

 

doses

por dose

 

2

doses

0,25 ml

Intervalo

mínimo

de

3

semanas.

 

Operacionalmente: 2ª dose 30 dias após receber

a

1ª dose

2

doses

0,5 ml

Intervalo

mínimo

de

3

semanas.

 

Operacionalmente: 2ª dose 30 dias após receber

a

1ª dose

Dose única

0,5 ml

_

Fonte: CGPNI/DEVEP/SVS/MS

Deve-se adotar a via de administração subcutânea. Será disponibilizada seringas de 3ml

agulhadas 13 x 4,5

A partir dos comentários, a letra B é o gabarito da questão.

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9 - Vacina Tríplice Viral

29. (Prefeitura de Rio Branco-AC/CESPE/2007/RP) A vacina tríplice viral é uma combinação dos vírus vivos atenuados do sarampo, da caxumba e da rubéola.

COMENTÁRIOS:

A vacina sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral) é uma vacina combinada que contém

os vírus vivos do sarampo, da caxumba e da rubéola, atenuados em cultivo celular.

Para indivíduos de 12 meses a 19 anos, deve ser administrada duas doses, conforme situação

vacinal encontrada.

A 1ª dose deve ser administrada aos 12 meses com a vacina tríplice viral e a 2ª dose,

preferencialmente, aos 15 meses de idade com a vacina tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e

varicela), para as crianças que já tenham recebido a 1ª dose da vacina tríplice viral. A vacina tetra

viral será administrada entre os 15 a 23 meses e 29 dias, caso a criança tenha recebido a 1ª dose da

tríplice viral.

Para não esquecerem: a 1ª dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) continuará a

ser administrada preferencialmente aos 12 meses de idade. As crianças que tiverem tomado a 1ª

dose da tríplice viral deverão receber a tetra viral entre os 15 a 23 meses e 29 dias

(preferencialmente aos 15 meses).

Para as crianças acima de 24 meses de idade administrar a vacina tríplice viral observando o

intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. Considerar vacinada a pessoa que comprovar duas

doses de vacina com componente sarampo, caxumba e rubéola.

Para indivíduos de 20 a 49 anos de idade, deve-se administrar uma dose, conforme situação

vacinal encontrada. Considerar vacinada a pessoa que comprovar uma dose de vacina com

componente sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral) ou sarampo e rubéola (dupla viral).

É indicada aos 12 meses (um ano de idade). Uma segunda criança até os 24
É indicada aos 12 meses (um ano de idade). Uma segunda
criança até os 24 meses
dose da tetraviral deve ser agendada para 15 meses de
idade.
Deve-se considerar vacinado aquele que comprovar o
esquema de duas doses.
criança maior de 24
meses até adodescente
de 19 anos
Se apresentar comprovação de apenas uma dose, deve-se
administrar a segunda dose.
Duas doses da vacina são indicadas para aquele não
vacinado com nenhuma dose, com o intervalo mínimo de
30 dias.
adulto
(20 a 49 anos)
É indicada apenas uma dose em individuos de 20 a 49 que
não apresentarem comprovação vacinal.
Vacina contra sarampo, caxumba e rubéola
Vacina contra
sarampo, caxumba
e rubéola

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A vacina sarampo, caxumba e rubéola é administrada por via subcutânea. O volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml, podendo variar de acordo com o laboratório produtor.

A vacina em questão está contraindicada nas ocorrências específicas listadas na sequência:

Registro de anafilaxia após recebimento de dose da vacina;

Presença de imunodeficiências congênitas ou adquiridas;

Atenção! Indivíduos com infecção assintomática pelo HIV podem ser vacinados.

Uso de corticosteróides em doses imunossupressoras (nessa situação a pessoa deve ser vacinada,

pelo menos, um mês depois da suspensão do uso da droga);

Vigência de quimioterapia imunossupressora;

Transplantados de medula óssea;

Pessoas que fazem uso de imunoglobulina, sangue total ou plasma, no momento da

vacinação ou que farão uso em futuro próximo;

Na vigência de gravidez.

Notas sobre a vacina sarampo, caxumba e rubéola (SCR):

A

Indivíduos até 19 anos que não tiver comprovação do recebimento de duas doses da vacina

sarampo, caxumba e rubéola devem receber duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias.

Quando houver comprovação das duas doses não é preciso vacinar.

A partir dos 20 anos o esquema com a vacina sarampo, caxumba e rubéola é de dose única e

considera vacinação anterior devidamente comprovada, sendo indicada para pessoas de 20 a

49 anos.

questão apresenta-se correta.

30. (Questão elaborada pelo autor/RP) A vacina tetra viral é indicada para a imunização ativa de

crianças contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela. A introdução da vacina tetra viral no PNI

ocorre com a administração de uma dose aos 12 meses de idade, para crianças que já receberam uma dose da vacina tríplice viral. COMENTÁRIOS:

O Ministério da Saúde por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI) está ampliando o Calendário Básico de Vacinação da Criança em 2013, com a introdução da vacina tetra viral que possibilitará evitar complicações, casos graves e óbitos por varicela no grupo alvo da vacinação e a prevenção, controle e eliminação das doenças sarampo, caxumba e rubéola.

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Este curso é de uso exclusivo de FABIANA COSTA DA SILVA, CPF: 056.510.464-02. Não é permitida cópia, distribuição, divulgação, venda ou reprodução, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal (Lei 9610/98).

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NOME[FABIANA COSTA DA SILVA] CPF[056.510.464-02] Curso Específico - Enfermeiro Assistencial - SES-PE Aula 3 -

Curso Específico - Enfermeiro Assistencial - SES-PE

Aula 3 - Imunização

A vacina tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) substituirá a vacina tríplice

viral (sarampo, caxumba e rubéola) para as crianças de 15 meses de idade. Assim, com a

introdução da vacina tetra viral, o PNI visa reduzir o número de injeções em um mesmo momento,

bem como buscar uma melhor adesão à vacinação e consequentemente, melhoria das coberturas

vacinais.

Essa vacina, desde setembro de 2013 está sendo disponibilizada para as crianças entre 15 a

23 meses e 29 dias de idade (preferencialmente aos 15 meses), que tenham recebido a 1ª dose da

vacina tríplice viral, nas 35 mil salas de vacina da rede pública.

No Brasil, a vacina varicela está disponível desde 2000 nos Centros de Referências para

Imunobiológicos Especiais (CRIE) para indivíduos susceptíveis em situação de pré-exposição,

para pessoas sem história de varicela e com maior risco de desenvolver doença grave e ou

complicações associadas. Também já é utilizada em situação de pós-exposição, para

imunocompetentes susceptíveis, comunicantes intra-hospitalares de casos de varicela. Esta vacina

está também incluída no Calendário de Vacinação dos Povos Indígenas desde 2002.

Neste contexto, o PNI amplia a oferta de vacinas na rotina de vacinação da criança com a

introdução da vacina tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela - atenuada),

exclusivamente, para as crianças de 15 meses de idade, que já tenham recebido a 1ª dose da vacina

tríplice viral.

Para não esquecer: A vacina tetra viral é indicada para a imunização ativa de crianças

contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela. A introdução da vacina tetra viral no PNI ocorre

com a administração de uma dose aos preferencialmente 15 meses de idade (podendo ser aplicada

entre os 15 a 23 meses e 29 dias), para crianças que já receberam uma dose da vacina tríplice viral.

Após a implantação da vacina tetra viral no calendário de vacinação da criança, o Ministério da Saúde irá monitorar a situação epidemiológica da varicela, visando à definição de qual o melhor período para a inclusão da uma segunda dose com a vacina varicela nesse calendário. As embalagens tetra viral contêm 10 frascos-ampola mais 10 seringas preenchidas com diluente (0,5 mL) e 20 agulhas para a reconstituição e administração da vacina.

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- Enfermeiro Assistencial - SES-PE Aula 3 - Imunização Figura 12 - Vacina Tetra Viral (Ministério

Figura 12 - Vacina Tetra Viral (Ministério da Saúde, 2013).

Em síntese, a vacina tetra viral será disponibilizada na rotina dos serviços públicos de

vacinação em substituição à segunda dose da vacina tríplice viral aos 15 meses de idade.

vacina deve ser administrada exclusivamente por via subcutânea, preferencialmente na

região deltóide superior do braço ou na região anterolateral superior da coxa, na dose de 0,5 mL.

vacina tetra viral é indicada para a imunização ativa de crianças contra sarampo, caxumba,