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Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas

Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas

grid: uma visão

Jorge Gomes

e Física Experimental de Partículas grid: uma visão Jorge Gomes 2º Encontro Ciência em Portugal –
Computação grid

Computação grid

• Integração transparente de recursos computacionais

– Heterogéneos

– Geograficamente distribuídos

– Domínios administrativos independentes

• Grid middleware

– Situa-se entre o utilizador e os recursos

– Implementa uma camada de abstracção

– Esconde as especificidades dos recursos

• Porquê o termo grid

– Analogia com “electric power grid”

• Transparente ligar a ficha sem ter de saber detalhes sobre o que está por trás

• Disponível em todo o lado em permanência

que está por trás • Disponível em todo o lado em permanência 2º Encontro Ciência em
que está por trás • Disponível em todo o lado em permanência 2º Encontro Ciência em

2º Encontro Ciência em Portugal – Ciência 2008

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Computação grid à escala global

Computação grid à escala global

• Desenvolvimento na Europa fortemente suportado pela Comissão Europeia (5º, 6º e 7º programas quadro)

Interoperabilidade global !
Interoperabilidade global !

2º Encontro Ciência em Portugal – Ciência 2008

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Sustentabilidade

Sustentabilidade

• A importância da computação grid como ferramenta de investigação é reconhecida internacionalmente.

– Optimização de recursos existentes através da sua integração

– Resolução de novos desafios através da agregação de recursos

– Efeito estruturante na colaboração entre investigadores

• A maioria dos países desenvolvidos possuem iniciativas nacionais suportadas pelos governos que pretendem apoiar a utilização da computação grid para calculo cientifico.

• O futuro da computação grid na Europa passará pela federação e/ou integração destas iniciativas.

passará pela federação e/ou integração destas iniciativas. 2º Encontro Ciência em Portugal – Ciência 2008 4
passará pela federação e/ou integração destas iniciativas. 2º Encontro Ciência em Portugal – Ciência 2008 4

2º Encontro Ciência em Portugal – Ciência 2008

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Iniciativa Nacional Grid (INGRID)

Iniciativa Nacional Grid (INGRID)

• Iniciativa do ministério da ciência

– Lançada em Abril de 2006 no âmbito do programa

– Gerida pela FCT e UMIC

– O LIP participa na coordenação técnica

• Objectivos principais

na coordenação técnica • Objectivos principais – Suporte ao desenvolvimento da computação grid para a

– Suporte ao desenvolvimento da computação grid para a resolução

de

roblemas com lexos

p

p

– Desenvolvimento de competências no domínio da computação grid

– Integrar Portugal em infra-estruturas grid internacionais

• Actividades

– Financiamento de 13 projectos piloto 1.500.000€ 2006

– Redes de comunicação para computação grid 2007

– Criação de uma infra-estrutura nacional 2008

• INGRID+

Panorama Nacional

Panorama Nacional

Centros de recursos:

– LIP

• Lisboa

• Coimbra

• FCCN (serviços centrais)

– Universidade Lusíada

• Famalicão

– Universidade Porto

• Porto (3 clusters)

– Universidade Minho

• Braga (2 clusters)

– CFP-IST

• Lisboa

– IEETA

• Aveiro

Operação coordenada pelo LIP

• Lisboa – IEETA • Aveiro Operação coordenada pelo LIP 2º Encontro Ciência em Portugal –
• Lisboa – IEETA • Aveiro Operação coordenada pelo LIP 2º Encontro Ciência em Portugal –
• Lisboa – IEETA • Aveiro Operação coordenada pelo LIP 2º Encontro Ciência em Portugal –
• Lisboa – IEETA • Aveiro Operação coordenada pelo LIP 2º Encontro Ciência em Portugal –
• Lisboa – IEETA • Aveiro Operação coordenada pelo LIP 2º Encontro Ciência em Portugal –

2º Encontro Ciência em Portugal – Ciência 2008

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Projectos e Infra-estruturas

Projectos e Infra-estruturas

 

DataGrid

DataGrid

CrossGrid

CrossGrid

LCG

LCG

EGEE-I

EGEE-I

EELA

EELA

EGEE-II

EGEE-II

Int.Eu.Grid

Int.Eu.Grid

EGEE-III

EGEE-III

2001

2001

2001 2001              
             

2002

2002

2002 2002            
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2003

2003

 
2003 2003            
2003 2003            
         
       
               
       

2004

2004

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2005

2005

 
2005 2005            
 
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2006

2006

     
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2007

2007

         
2007 2007            
2007 2007            
 

2008

2008

             
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2007 2007             2008 2008            
int.eu.grid

int.eu.grid

int.eu.grid • Infraestrutura grid focada: – Processamento paralelo – Interactividade – Extensão do MW gLite

Infraestrutura grid focada:

Processamento paralelo

Interactividade

Extensão do MW gLite

Grid Operations Management
Grid Operations
Management

12 centros em 7 países

Or aniza ões virt ais

g

ç

u

– ifusion

– ienvmod

– iusct

– ibrain

– ihep

– iplanck

– iwien2k

icompchem

EELA

EELA

• EE-EE--Infraestructure-InfraestructureInfraestructureInfraestructure sharedsharedsharedshared betweenbetweenbetweenbetween EuropeEuropeEuropeEurope andandandand LatinLatinLatinLatin AmeAmeAmAmeericaricaricarica

• Projecto Europeu coordenado pelo CIEMAT

• Janeiro 2006 – Dezembro de 2007

• 25 parceiros da Europa e América Latina

de 2007 • 25 parceiros da Europa e América Latina • México, Brasil, Cuba, Chile, Venezuela,

• México, Brasil, Cuba, Chile, Venezuela, Argentina, Portugal, Itália e Espanha, CERN, CLARA

• Extensão do EGEE à América Latina

• Infra-estrutura piloto

• Disseminação e treino

• LIP responsável pela autenticação e VOs

• Apoio à criação de autoridades de certificação

• Brasil, Argentina, Chile, México, catch-all

• Brasil, Argentina, Chile, México, catch-all • Gestão de organizações virtuais e autorização •

• Gestão de organizações virtuais e autorização

• Serviço de catálogos

Utilização e Utilizadores

Utilização e Utilizadores

EGEE EELA LCG
EGEE
EELA
LCG
Int.Eu.Grid
Int.Eu.Grid

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Tier-2 Português para o LHC

Tier-2 Português para o LHC

• A comunidade da física de altas energias tem sido uma grande impulsionadora da computação grid.

• A comunidade cientifica do LHC será uma grande utilizadora de recursos.

cientifica do LHC será uma grande utilizadora de recursos. • Volume de dados – 4 experiências

Volume de dados

– 4 experiências

15 PetaBytes por ano

Complexidade

– Dados complexos

– Milhares de utilizadores 100.000 CPUs modernos

Escala global

– Analise e simulação distribuída

– Recursos distribuídos

– Centenas de laboratórios Tecnologia GRID

Worldwide LHC Computing Grid

Worldwide LHC Computing Grid

A colaboração:

– 4 Experiências

– ~250 Centros de cálculo

– 12 grandes centros (Tier-0, Tier-1)

– 38 federações de centros mais pequenos (Tier-2)

– ~40 países

– Grids: EGEE, OSG, Nordugrid

MoU de computação:

– Entre o CERN e os governos

– Acordado em Outubro de 2005

Entre o CERN e os governos – Acordado em Outubro de 2005 O LIP é responsável

O LIP é responsável pela operação de um centro Tier-2 para Portugal integrado no WLCG

Tier-2 Português para o LHC

Tier-2 Português para o LHC

• O Tier-2 Português para o LHC será composto por:

– Recursos do LIP em Lisboa

– Recursos do LIP em Coimbra

– Nó central grid (LNEC)

• Disponibilizará capacidade para:

– Simulação integrado na cadeia de produção de simulação

– Repositório local de dados reconstruídos.

– Capacidade de processamento para os investigadores locais.

– Capacidade de processamento genérica para as experiências.

– Capacidade de processamento genérica para as experiências. 2º Encontro Ciência em Portugal – Ciência 2008
– Capacidade de processamento genérica para as experiências. 2º Encontro Ciência em Portugal – Ciência 2008
– Capacidade de processamento genérica para as experiências. 2º Encontro Ciência em Portugal – Ciência 2008
Outros domínios

Outros domínios

Ambiente
Ambiente
Astronomia
Astronomia
Química
Química
Medicina
Medicina
Sismologia
Sismologia
Fusão
Fusão

Telecomunicações

2º Encontro Ciência em Portugal – Ciência 2008

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