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EPE

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EDITAL N o 001/2012 - EPE

 

ANALISTA DE PESQUISA ENERGÉTICA

 

MEIO AMBIENTE / DESENVOLVIMENTO REGIONAL / SOCIOECONOMIA

 

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

   

01 Você recebeu do fiscal o seguinte material:

-

   

a)

este caderno, com os enunciados das 50 (cinquenta)

questões das Provas Objetivas e das 2 (duas) questões da Prova

Discursiva, sem repetição ou falha, com a seguinte distribuição:

   
 

LÍNGUA PORTUGUESA

 

LÍNGUA INGLESA

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

 

Questões

Pontos

 

Questões

 

Pontos

Questões

Pontos

1 a 5

2,0

 

11

a 15

 

1,0

21

a 30

1,5

6 a 10

3,0

 

16

a 20

 

2,0

31

a 40

2,0

         

41

a 50

2,5

   

PROVA DISCURSIVA

 

Questões

 

Pontos

1 e 2

 

25,0 cada

b) um Caderno de Respostas para o desenvolvimento da Prova Discursiva, grampeado ao CARTÃO-RESPOSTA destina- do às marcações das respostas das questões objetivas formuladas nas provas.

 

02 Verifique se este material está em ordem e se o seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem no CARTÃO-RESPOSTA. Caso contrário, notifique o fato IMEDIATAMENTE ao fiscal.

-

03 Após a conferência, o candidato deverá assinar, no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, a caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta.

-

de forma contínua e densa. A LEITORA ÓTICA é sensível a marcas escuras, portanto, preencha os campos de marcação completamente, sem deixar claros.

04 - No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, a caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta,

Exemplo:

Exemplo:

05 -

Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. O CARTÃO-

-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído se, no ato

da entrega ao candidato, já estiver danificado.

 

06 - Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E);

só uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você só deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcação em mais de uma alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.

07 -

As questões objetivas e as discursivas são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado.

   

08 - SERÁ ELIMINADO do Processo Seletivo Público o candidato que:

   

a) se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores,

headphones , telefones celulares ou fontes de consulta

de qualquer espécie;

b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-

-RESPOSTA e/ou o Caderno de Respostas da Prova

Discursiva; e/ou o CARTÃO-RESPOSTA e/ou o Caderno de Respostas da

c) se recusar a entregar o CADERNO DE QUESTÕES

Prova Discursiva, quando terminar o tempo estabelecido.

 

d) não assinar a LISTA DE PRESENÇA e/ou o CARTÃO-RESPOSTA.

   

Por motivos de segurança, o candidato NÃO PODERÁ LEVAR O CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO- -RESPOSTA e/ou o Caderno de Respostas da Prova Discursiva, a qualquer momento.

Obs.: O candidato só poderá se ausentar do recinto das provas após 1 (uma) hora contada a partir do efetivo início das mesmas.

-

09 Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no

CADERNO DE QUESTÕES NÃO SERÃO LEVADOS EM

CONTA.

 

-

10 Quando terminar, entregue ao fiscal o CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO-RESPOSTA grampeado ao Caderno de

Respostas da Prova Discursiva e ASSINE a LISTA DE

PRESENÇA.

 

11 O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE

-

QUESTÕES OBJETIVAS E DISCURSIVAS É DE 4 (QUATRO)

HORAS, incluído o tempo para a marcação do seu CARTÃO-RESPOSTA.

12 As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão

-

divulgados no primeiro dia útil após a realização das mesmas, no

endereço eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).

TÉCNICO(A) AMBIENTAL JÚNIOR

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ANALISTA DE PESQUISA ENERGÉTICA

MEIO AMBIENTE/DESENVOLVIMENTO REGIONAL/SOCIOECONOMIA

EPE

 

LÍNGUA PORTUGUESA

O setor elétrico e as mudanças climáticas

 

Nosso país tem enorme potencial hidrelétrico, o que nos permite gerar energia elétrica razoavelmen- te ‘limpa’ e barata. Essa fonte responde, atualmente, por cerca de 70% da energia elétrica consumida no

5

país. Entretanto, para que possamos usufruir dessa

energia, precisamos transportá-la a longas distâncias — muitas vezes, milhares de quilômetros — por meio de linhas de transmissão aéreas, expostas ao tempo

e

a seus caprichos. E esses caprichos, segundo es-

10

tudos científicos, tendem a se tornar cada vez mais frequentes em um planeta sujeito a mudanças em um ritmo jamais visto pelos humanos. A experiência brasileira mostra isso. 50% a 70% das falhas ocorridas no passado em linhas de trans-

15

missão brasileiras estavam relacionadas às condi- ções climáticas, mais especificamente, às chamadas tempestades severas, caracterizadas por condições extremas de vento, raios ou precipitação. Com o aquecimento global, o desmatamento e alguns fenô-

20

menos atmosféricos, esse número tende a aumentar nas próximas décadas. Combinados ou de forma isolada, esses fenôme- nos são capazes de interromper o fluxo de energia

ao longo das linhas e interferir, de maneira significa-

25

tiva, no sistema elétrico. Se as alterações do clima podem causar problemas na transmissão de energia, na distribuição a situação não é diferente. 99% da distribuição de energia elétrica no Brasil é aérea e concentra-se em grandes áreas urbanas, onde vive

30

a

maioria dos consumidores. Nessas áreas, as edi-

ficações, a substituição de vegetação por asfalto, a

poluição dos automóveis e das fábricas causam alte- rações atmosféricas que favorecem a ocorrência de fortes tempestades.

35

Os danos provocados por raios nas redes de dis- tribuição podem se tornar ainda mais frequentes se le- varmos em consideração o novo modelo que começa

a

ser adotado no país e no mundo, baseado no uso

de equipamentos digitais para monitorar a distribuição

40

em tempo real e na possibilidade de utilizar diferentes fontes de energia. Essa transformação se dará tanto na disponibilização quanto no consumo de energia, le- vando, inclusive, à economia desse recurso. No entanto, a busca de maior comodidade para

45

os consumidores, maior controle operacional pe-

las empresas, maior eficiência e maior flexibilidade da rede (no sentido de utilizar fontes alternativas de energia) tende a tornar a distribuição mais sofistica- da e, ao mesmo tempo, mais vulnerável a descargas

50

elétricas, devido à utilização de componentes que contêm semicondutores, mais suscetíveis a danos por raios.

55

60

Finalmente, é importante salientar que as redes de energia precisarão contar com o potencial hidre-

létrico ainda quase inexplorado da Amazônia no fu- turo. Segundo as projeções climáticas baseadas em modelos computacionais, essa região sofrerá o maior aumento de temperatura e de tempestades. Outro as- pecto relevante está na necessidade, cada vez maior,

de adequar tais redes às normas legais de proteção e conservação ambiental, o que poderá ampliar a chan- ce de problemas decorrentes de fatores climáticos.

PINTO JÚNIOR, Osmar. O setor elétrico e as mudanças climáticas. Revista Ciência Hoje. Rio de Janeiro: ICH. n. 280, abr. 2011, p. 68-69. Adaptado.

1

A ideia principal do texto pode ser resumida em:

(A)

A distribuição de energia, em nosso país, concentra-se em áreas urbanas, caracterizadas por edificações, po- luição de automóveis e de fábricas.

(B)

As redes de energia elétrica precisarão, futuramente, utilizar o potencial hidrelétrico ainda quase inexplora- do da região amazônica.

(C)

As tempestades intensas, caracterizadas por condições extremas de vento, raios ou chuva podem interferir de maneira significativa no sistema elétrico brasileiro.

(D)

O nosso país precisa reavaliar suas redes de distribui- ção de energia em busca de maior comodidade para os consumidores e maior controle operacional pelas empresas.

(E)

O uso de equipamentos digitais para monitorar a dis- tribuição em tempo real representou uma inovação considerável na gestão da energia elétrica.

2

Para que a leitura do texto seja bem sucedida, é preci- so reconhecer a sequência em que os conteúdos foram apresentados. Dessa forma, o leitor deve observar que, antes de explicar que as edificações, a substituição de vegetação por asfalto, a poluição dos automóveis e das fábricas nas grandes áreas urbanas causam alterações atmosféricas que favorecem a ocorrência de fortes tem- pestades, o texto se refere à

(A)

necessidade de transportar a energia elétrica por meio de longas linhas de transmissão.

(B)

importância do potencial hidrelétrico ainda quase inexplorado da Amazônia.

(C)

obrigação de atender às exigências da legislação de proteção e conservação ambiental.

(D)

utilização de equipamentos digitais para monitorar a distribuição de energia em tempo real.

(E)

vulnerabilidade das redes a descargas elétricas em virtude do uso de semicondutores.

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ANALISTA DE PESQUISA ENERGÉTICA

MEIO AMBIENTE/DESENVOLVIMENTO REGIONAL/SOCIOECONOMIA

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O termo ou expressão em destaque, nas frases do texto, refere-se à informação contida nos colchetes em:

(A)

“Entretanto, para que possamos usufruir dessa ener-

gia, precisamos transportá-la a longas distâncias.”

(

. 5-6) [toda a energia elétrica produzida no país]

(B)

“E esses caprichos, segundo estudos científicos, tendem a se tornar cada vez mais frequentes” ( . 9-11) [oscilações da energia elétrica]

(C)

“A experiência brasileira mostra isso.” ( . 13) [neces- sidade de ampliação da energia hidrelétrica]

(D)

“Combinados ou de forma isolada, esses fenômenos são capazes de interromper o fluxo de energia ao lon- go das linhas” ( . 22-24) [condições extremas de ven- to, raios ou precipitação]

(E)

Essa transformação se dará tanto na disponibiliza- ção quanto no consumo de energia” ( . 41-42) [mu- dança na produção de energia]

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No texto, a expressão No entanto ( . 44) estabelece uma relação de contraste entre as seguintes ideias:

(A)

adoção de novo modelo de produção de energia elé- trica / uso de equipamentos digitais para monitorar a distribuição em tempo real

(B)

aumento do controle operacional das redes de distri- buição pelas empresas / utilização de fontes alternati- vas de energia para atendimento aos consumidores

(C)

modernização e sofisticação das redes de distribui- ção de energia / maior suscetibilidade das redes de distribuição digitalizada a raios em virtude do uso de semicondutores

(D)

busca de maior comodidade para os consumidores / maior flexibilidade da rede de distribuição de energia elétrica por todo o território nacional

(E)

transformação no consumo de energia elétrica nos grandes centros urbanos / maior economia e flexibili- dade de distribuição

5

No trecho “50% e 70% das falhas ocorridas no passado em linhas de transmissão brasileiras estavam relaciona- das às condições climáticas,” ( . 13-16), o sinal indicativo da crase deve ser empregado obrigatoriamente. Esse sinal também é obrigatório na palavra destacada em:

(A)

O Brasil sofreu as consequências da grande perda de carbono da floresta Amazônica.

(B)

A transformação acelerada do clima deve-se as estia- gens em várias partes do mundo.

(C)

Alguns tipos de vegetação dificilmente resistem a uma grande mudança climática.

(D)

As usinas hidrelétricas, a partir de 1920, estavam associadas a regiões industriais.

(E)

O aumento da temperatura do planeta causará danos expressivos a seus habitantes.

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A concordância verbal está de acordo com a norma- padrão, EXCETO em:

(A)

50% dos danos à rede de distribuição elétrica no Brasil têm sido provocados por raios e chuvas intensas.

(B)

A maioria das tempestades severas causa prejuízos incomensuráveis às redes de transmissão de energia.

(C)

Muitos dos problemas de queda de energia no ano de 2011 foram gerados por temporais nas regiões urba- nas.

(D)

Está comprovado que a maior parte da energia elétrica consumida no país tem origem em fontes hidrelétricas.

(E)

Cerca de 20 estados brasileiros precisa modernizar suas redes de distribuição para garantir mais eficiência.

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No trecho do texto “Entretanto, para que possamos usu-

fruir dessa energia, precisamos transportá-la a longas dis- tâncias — muitas vezes, milhares de quilômetros — por meio de linhas de transmissão aéreas, expostas ao tempo

a seus caprichos.” ( . 5-9), o travessão serve para deli- mitar uma informação intercalada no discurso (que pode ser um adendo, um comentário, uma ponderação).

e

Em situação semelhante, a vírgula pode ser substituída por travessão, com essa mesma função, em:

(A)

“Com o aquecimento global, o desmatamento e al- guns fenômenos atmosféricos, esse número tende a aumentar nas próximas décadas.” ( . 18-21)

(B)

“Se as alterações do clima podem causar problemas na transmissão de energia, na distribuição a situação não é diferente.” ( . 25-27)

(C)

“Nessas áreas, as edificações, a substituição de ve- getação por asfalto, a poluição dos automóveis e das fábricas causam alterações atmosféricas que favore- cem a ocorrência de fortes tempestades.” ( . 30-34)

(D)

“a busca de maior comodidade para os consumidores, maior controle operacional pelas empresas, maior efi- ciência e maior flexibilidade da rede” ( . 44-47)

(E)

“Outro aspecto relevante está na necessidade, cada vez maior, de adequar tais redes às normas legais de proteção e conservação ambiental,” ( . 58-61)

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No texto, as palavras severas ( . 17) e salientar ( . 53) podem ser substituídas, respectivamente, sem prejudicar

o

conteúdo do texto, por

(A)

acidentais – recomendar

(B)

fortes – propor

(C)

duradouras – ressalvar

(D)

intensas – ressaltar

(E)

violentas – averiguar

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ANALISTA DE PESQUISA ENERGÉTICA

MEIO AMBIENTE/DESENVOLVIMENTO REGIONAL/SOCIOECONOMIA

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Um dos aspectos responsáveis por assegurar a coerên- cia textual é a relação lógica que se estabelece entre as ideias do texto.

No que diz respeito ao termo ou expressão destacada, essa relação lógica está explicitada adequadamente em:

(A)

“Essa fonte responde, atualmente, por cerca de 70% da energia elétrica consumida no país. Entretanto, para que possamos usufruir dessa energia, precisa-

mos transportá-la a longas distâncias” ( . 3-6) – (rela- ção de causalidade)

(B)

“99% da distribuição de energia elétrica no Brasil é aérea e concentra-se em grandes áreas urbanas”

(

. 27-29) – (relação de conclusão)

(C)

“Os danos provocados por raios nas redes de distri- buição podem se tornar ainda mais frequentes se le- varmos em consideração o novo modelo” ( . 35-37) – (relação de condição)

(D)

“Essa transformação se dará tanto na disponibiliza-

ção quanto no consumo de energia, levando, inclusi- ve, à economia desse recurso.” ( . 41-43) – (relação de temporalidade)

(E)

“tende a tornar a distribuição mais sofisticada e, ao mesmo tempo, mais vulnerável a descargas elétricas, devido à utilização de componentes que contêm se- micondutores, mais suscetíveis a danos por raios.”

(

. 48-52) – (relação de oposição)

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As correspondências oficiais devem apresentar caracte- rísticas de acordo com as normas de redação de atos e comunicações oficiais vigentes no país, observadas no Manual de Redação da Presidência da República.

De acordo com essas normas, ao redigir um requerimen- to a uma autoridade para fazer uma solicitação, deve-se evitar a(o)

(A)

linguagem rebuscada permeada por expressões me- tafóricas e clichês do jargão burocrático.

(B)

padrão culto da língua, acima das idiossincrasias le- xicais, morfológicas e sintáticas.

(C)

princípio de economia linguística, com o emprego do mínimo de palavras para informar o máximo.

(D)

tratamento impessoal do assunto e da relação com o órgão público ou seu representante oficial.

(E)

pronome de tratamento referente à função exercida pelo destinatário da comunicação.

 

LÍNGUA INGLESA

Text I

 

The Microbial Puppet-Master

by Valerie Ross from Discover Magazine:

Mind & Brain / Memory, Emotions & Decisions

When Timothy Lu was in medical school, he treated a veteran whose multiple sclerosis was so severe that she had to use a urinary catheter. As often happens with invasive medical devices, the catheters

5

became infected with biofilms: gooey, antibiotic- resistant layers of bacteria. Now the 30-year-old MIT professor, who first trained as an engineer, designs viruses that destroy biofilms, which cause everything from staph infections to cholera outbreaks and that

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account for 65 percent of human infections overall.

Discover: You started as an electrical engineer. Was it a difficult transition becoming a biologist? Lu: I came into the lab not really understanding

15

how to do biology experiments and deal with chemicals. I’m not a great experimentalist with my hands, and one night I set the lab on fire. Discover: How does a biofilm work, from an engineering perspective?

20

Lu: A biofilm is essentially a three-dimensional community of bacteria that live together, kind of like a bacterial apartment building or city. Biofilms are made up of the bacterial cells as well as all sorts of other material — carbohydrates, proteins, and so on — that

25

the bacteria build to protect themselves. Discover: And those communities make bacteria especially dangerous? Lu: Before I started medical school, I didn’t think bacterial infections were a big deal, because

30

I assumed antibiotics had taken care of them, but then I started seeing patients with significant biofilm infections that couldn’t be cured. Discover: What is your strategy to destroy biofilms?

35

Lu: We use viruses called phages that infect bacteria but not human cells. We cut the phages’ DNA and insert a synthetic gene into the phage genome. That gene produces enzymes that can go out into the biofilm and chew it up.

40

Discover: If you had just $10 for entertainment, how would you spend your day? Lu: What can you even buy with $10? Maybe I would buy a magnifying glass and just peer around in the soil to see what other life was going on down

45

there. That would actually be fun.

Availableat:<http://discovermagazine.com/2011/

sep/05-questions-for-microbial-puppet-master>.

Retrieved on: 11 Sep. 2011. Adapted.

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In Text I, we understand that Lu

(A)

went to war when he was 30.

(B)

became a veteran before he started teaching at MIT.

(C)

has first trained people to be engineers and will soon get a medical degree.

(D)

is both an engineer and a medical doctor and now works as an MIT professor.

(E)

started medical school at MIT at 30.

12

In Text I, Lu describes himself in a biology lab as

(A)

methodic

(B)

relaxed

(C)

clumsy

(D)

paranoid

(E)

unconscious

13

In Text I, Lu explains that a biofilm is a

(A)

mixture of different sorts of carbohydrates and proteins.

(B)

three-dimensional cell community that is recorded in film.

(C)

kind of environment that wraps up viruses so that they proliferate.

(D)

highly dense kind of viral community or village.

(E)

highly structured conglomerate of various types of cells that shelter bacteria.

14

In Text I, Lu reports that his method is successful in

(A)

extracting phages that are infected by a virus that can destroy all enzymes in the bacteria.

(B)

producing an enzyme that is inserted in a genetically marked bacteria to support viruses that live in the biofilm.

(C)

triggering a bacterial infection to the viruses that in turn yield enzymes that potently destroy the biofilm.

(D)

altering a special human-safe virus in order to produce an enzyme that penetrates the biofilm and destroys it.

(E)

inserting a synthetic gene in the phages genome that will affect the production of virus that get organized into biofilms.

15

In Text I, Lu answers that if he was reduced to $10 for entertainment, he would

(A)

spend it by having fun with his peers.

(B)

go to his peer’s home to study.

(C)

have fun by walking around the garden, observing all life forms that inhabit the plants.

(D)

purchase a magnifying glass and would observe the tiny creatures on the ground.

(E)

not buy anything with it, but would still have fun with his peers.

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In Text I, the word in parentheses describes the idea expressed by the expression in boldface type in

(A)

gooey – line 5 (sticky)

(B)

layers – line 6 (fragments)

(C)

designs – line 7 (controls)

(D)

outbreaks – line 9 (clinics)

(E)

overall – line 10 (on people)

Text II

Has Higgs been really discovered?

by Scientific American

Top physicists have recently reached a frenzy over the announcement that the Large Hadron Collider in Geneva is planning to release what is widely expected to be tantalizing - although not

5

conclusive - evidence for the existence of the Higgs boson, the elementary particle hypothesized to be the origin of the mass of all matter. Many physicists have already swung into action, swapping rumors about the contents of the

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announcement and proposing grand ideas about what those rumors would mean, if true. “It’s impossible to be excited enough,” says Gordon Kane, a theoretical physicist at the University of Michigan at Ann Arbor. The spokespeople of the collaborations using the

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cathedral-size ATLAS and CMS detectors to search for the Higgs boson and other phenomena at the 27-kilometer-circumference proton accelerator of the Large Hadron Collider (LHC) are scheduled to present updates based on analyses of the data collected to

20

date. “There won’t be a discovery announcement, but it does promise to be interesting, since there are rumors that scientists have seen hints of the elusive Higgs boson” says James Gillies, spokesperson for CERN (European Organization for Nuclear Research), which

25

hosts the LHC. Joe Lykken, a theoretical physicist at Fermi National Accelerator Laboratory in Batavia, Ill, and a member of the CMS collaboration, says: “Whatever happens eventually with the Higgs, I think we’ll look

30

back on this meeting and say. ‘This was the beginning of something.’” (As a CMS member, Lykken says he is not yet sure himself what results ATLAS would unveil; he is bound by his collaboration’s rules not to reveal what CMS has in hand.)

Available at: <http://news.cnet.com/8301-11386_3-

57341543-76/has-higgs-been-discovered-rumors-

-of-watershed-news-build/?tag=mncol;topStories>. Retrieved on: 11 Dec. 2011. Adapted.

-of-watershed-news-build/?tag=mncol;topStories>. Retrieved on: 11 Dec. 2011. Adapted.
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Text II reports that

(A)

although it is not certain yet, physicist Higgs Boson is planning to release news on the origin of all matter.

(B)

the Large Hadron Collider in Geneva has released the exciting news that the elementary particle Higgs was found.

(C)

the origin of the mass of all matter is in a tantalizing frenzy.

(D)

the news that has been widely expected about physicist Higgs Boson will probably be released in the near future.

(E)

physicists are excited with the news that there might be an announcement that the hypothetical elementary particle Higgs might have been encountered.

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The excerpt “Many physicists have already swung into action” (lines 8-9, Text II) could be properly completed in

(A)

yesterday after they heard the rumors.

(B)

before they heard the rumors.

(C)

since they heard the rumors.

(D)

if they hear the rumors.

(E)

when they will hear the rumors.

19

The following fragment of Text II is NOT completed correctly in

(A)

“using the cathedral-size ATLAS and CMS detectors,”– (lines 14-15) has as its subject “the spokespeople of the collaboration”.

(B)

“and other phenomena”– (line 16) has a word whose plural form is phenomenon.

(C)

“based on analyses of the data collected to date.”– (lines 19-20) means the analyses collected up to that time.

(D)

“it does promise to be interesting”– (lines 20-21) has an auxiliary verb used for emphasis.

(E)

“have seen hints of the elusive Higgs boson”– (lines 22-23) has words whose synonyms are respectively cues and obscure.

20

In Text II, Joe Lykken states that

(A)

Dr. Higgs is bond by the collaboration’s rules and therefore should keep quiet.

(B)

even not knowing what will come, he believes science

will reach a turning point with the Higgs news. (C) he will be free to talk about the news after ATLAS

 

releases it.

(D)

he is doubtful about the real importance of the Higgs.

(E)

the theoretical physicists at Fermi National Accelerator Laboratory in Batavia will look back on the meeting about Dr. Higgs.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

21

Para fins de planejamento e operação, o sistema elétrico interligado é dividido em dois grandes blocos. Quais são eles ?

(A)

EPE e Eletrobras

(B)

Eletrobras e ONS

(C)

Sistema Interligado Nacional e Sistemas Isolados

(D)

Sistema Interligado Nacional e Sistema Sul/Sudeste

(E)

Sistema Sul/Sudeste e Sistema Norte/Nordeste

22

Segundo a Política Nacional de Recursos Hídricos, os Pla- nos de Recursos Hídricos irão seguir uma linha de gestão

(A)

centralizada no Governo Federal, partindo deste o di- recionamento do seu uso.

(B)

centralizada no Governo Estadual, que determinará o uso e a licença do recurso.

(C)

centralizada, cabendo apenas ao Ministério, junto aos Estados, decidir as estratégias das bacias.

(D)

descentralizada, sendo os planos elaborados por ba- cia hidrográfica, por Estado e para o País.

(E)

descentralizada, sendo os projetos elaborados pelos Municípios em que se encontram os recursos.

23

Segundo a Lei n o 6.189/1974, a designação do órgão/au- tarquia a que se atribui a suspensão da construção de instalações nucleares por risco de dano nuclear é:

(A)

Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)

(B)

Indústrias Nucleares do Brasil (INB)

(C)

Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras)

(D)

Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

(E)

Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama)

24

Segundo o Manual de Inventário Hidroelétrico de Bacias Hidrográficas, editado pelo Ministério de Minas e Energia, os estudos de inventário hidrelétrico de uma bacia hidro- gráfica são realizados em quatro fases: planejamento do estudo, estudos preliminares, estudos finais e avaliação ambiental integrada da alternativa selecionada.

Sobre as atividades desenvolvidas nessas fases, tem-se que

(A)

a

formulação de alternativas de divisão de queda para

aproveitamento do potencial hidrelétrico é realizada na fase de planejamento do estudo.

o

(B)

a

simulação da operação é feita durante os estudos

energéticos, na fase de estudos preliminares.

(C)

a

concepção dos arranjos é feita na fase de planeja-

mento dos estudos, após a coleta de dados de campo.

(D)

o

diagnóstico ambiental é realizado após a conclusão

da avaliação ambiental integrada da alternativa sele- cionada.

(E)

os estudos preliminares visam à seleção das alterna- tivas mais atraentes sob os pontos de vista socioam-

biental, energético e econômico.

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ANALISTA DE PESQUISA ENERGÉTICA

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Da mesma forma que, no passado, os impactos ecoló- gicos foram negligenciados, o deslocamento de pessoas também foi tratado com descaso no planejamento e na execução de projetos de desenvolvimento, como no caso da construção de barragens no Brasil.

A partir de um exemplo concreto, obtido através de uma pesquisa realizada junto a populações ribeirinhas do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, afetadas pela construção de uma barragem, Andréa Zhouri, professora da UFMG, problematizou o discurso am-

A política de deslocamento familiar para a construção de hidrelétricas no interior do país aumentou o nível de pobreza dos locais porque

bientalista hegemônico, [

].

A pesquisadora contou

que, durante um trabalho de campo realizado na re-

gião, em 2006, [

]

ouviu-se dos moradores ribeirinhos

(A)

a política de reassentamento não levava em conside- ração a perda da fauna e da flora nem sua interação com a comunidade.

uma série de denúncias. “Eles relataram que a inau- guração da barragem acarretou uma grande mortan- dade de peixes, a água do rio Jequitinhonha passou

(B)

a única reserva de recursos que as economias locais, muito pobres, tinham, era a biodiversidade, que lhes possibilitava fazer criações como, por exemplo, de peixes ornamentais.

a

apresentar odores fétidos e as pessoas reclamavam

de alergias na pele e nos olhos.” [

]

Segundo ela, a

equipe de pesquisadores relatou a situação ao Minis- tério Público que, por sua vez, instaurou um inquérito

e

designou um engenheiro sanitarista para investigar

(C)

o pagamento de indenizações, quando ocorria, trans-

a

pertinência das críticas feitas pelos ribeirinhos.

[

]

o caso serve para ilustrar como as diferentes po-

(D)

formava-se em gasto imediato, sem reinvestimento em novas propriedades.

os projetos, por terem vantajosas indenizações, au- mentavam a riqueza da população local que, rica, deslocava-se para as cidades, deixando o local de ori- gem mais pobre.

sições dos atores sociais fazem emergir significados diferentes de meio ambiente. “Diferentes pessoas e organismos tecem engajamentos distintos com o cha- mado meio ambiente. Por um lado, os ribeirinhos, que nunca tiveram a água tratada e usam a água do rio de forma direta, sentindo na pele literalmente as transfor- mações daquela água. De outro lado, o perito técnico, que com sua análise objetiva, muito provavelmente vindo de uma experiência urbana e de classe social que tem acesso à água tratada e ao saneamento, atri- bui o uso da água do rio à ignorância da população local”, observou Andréa, [

(E)

grandes projetos desenvolvimentistas tinham verbas para os reassentamentos, mas elas sempre foram desviadas.

26

As metodologias de reassentamentos humanos amadu- receram nas últimas três décadas, quando um paradigma econômico foi sendo substituído por um paradigma social.

Nesse contexto, tem-se que

 

Disponível em: <http://www.epsjv. ocruz.br/index.php? Area=Noticia&Num=646>. Acesso em: 27 jul. 2012.

(A)

o reassentamento, no caso de comunidades rurais, é um estímulo à modernização; portanto, as condições originais de vida no campo devem ser desestimuladas.

Segundo a posição da pesquisadora, o discurso ambien- talista hegemônico é equivocado porque concebe o meio ambiente como um(a)

(B)

o projeto de reassentamento não deve ser discutido e negociado com a comunidade afetada, porque, além de causar morosidade no proceso, também se pres- supõe que ela será contra o deslocamento.

(A)

fator relacionado à busca de melhores condições de vida para as populações das áreas de risco.

(B)

aspecto representativo do embate usual entre popula- ções ribeirinhas e projetos de pesquisa de campo.

(C)

o local onde as pessoas irão reinstalar-se não é motivo de preocupação no paradigma econômico.

(C)

elemento isolado da luta pela sobrevivência dos ha- bitantes dos territórios envolvidos com impactos am- bientais.

associação entre a preocupação ecológica dos movi- mentos sociais e a imagem do planeta Terra vista de perto.

(D)

o enfoque social pressupõe que a indenização mone- tária seja condição básica e suficiente para acabar com os impactos sociais.

(D)

(E)

as condições originais de vizinhança e de parentesco no reassentamento, quando recriadas, têm utilidade econômica local, devido à facilitação dos negócios na comunidade, embora eles não tenham utilidade so- cial.

(E)

perspectiva para a sustentabilidade com clara percep- ção dos conflitos entre as populações dos territórios envolvidos, os pesquisadores e o poder público.

7
7

ANALISTA DE PESQUISA ENERGÉTICA

MEIO AMBIENTE/DESENVOLVIMENTO REGIONAL/SOCIOECONOMIA

EPE

28

Em muitos países, a sustentabilidade social é mais frágil do que a sustentabilidade ambiental [

* % do total dos migrantes instalados no Estado.
* % do total dos migrantes instalados no Estado.

].

SACHS, Ignacy. Desenvolvimento includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garamond, 2008. Adaptado.

No caso mencionado, uma importante estratégia para revigorar as economias em crise é o

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

crescimento induzido pela inflação.

aproveitamento das potencialidades do mercado interno.

aumento das importações, especialmente de matérias-primas.

aumento do PIB com o objetivo de distribuir a riqueza no

futuro para as camadas sociais que sofreram externalidades.

incremento da produção das áreas rurais, através de políticas de emprego sem salário, em um primeiro momento.

29

THÉRY, H.; MELLO, N. Atlas do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2008, p. 103.

Considerando-se a participação percentual do total dos migrantes instalados no Estado de São Paulo, identifica-se como movimento migratório mais intenso aquele

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

consolidado, ao longo de décadas, pelo afluxo de nordestinos à capital estadual e às metrópoles interioranas.

provocado pelos fluxos populacionais direcionados para

as capitais estaduais do Centro-Sul. aos tecnopolos da região Sudeste do país.

induzido pela mobilidade do capital financeiro em direção

condicionado pela reestruturação produtiva da faixa litorânea, polarizada por hubports, como o de Santos.

reforçado pelos deslocamentos de saída da metrópole paulistana rumo às cidades do interior do Estado.

30

A

o

Reunindo diversos municípios e as principais lideranças políticas, econômicas e populares da região, o movimento conseguiu uma notável mobilização em torno da causa do asfaltamento da Transamazônica. Durante a década de 1990, o movimento foi rebatizado, passando a ser denominado Movimento pelo Desenvolvimento da Transamazônica

e Xingu (MDTX).

surgimento do Movimento pela Sobrevivência da Transamazônica (MPST) foi a principal novidade dos anos 1980.

região de Belo Monte, no Pará, comporta uma realidade geográfica e social específica. No plano da organização civil,

DRUMMOND, J.; NASCIMENTO, E. Invenção e realidade da Região de Belo Monte. In: Nascimento, E.; Drummond, J. (org.) Amazônia. Dinamismo econômico e conservação ambiental. Rio de Janeiro: Garamond, 2003, p.48. Adaptado.

No contexto da atuação do MDTX, identifica-se a seguinte reivindicação:

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

instalação de parques tecnológicos

instalação de transporte intermodal

criação de uma reserva extrativista

criação de novas unidades municipais

implantação de projetos de colonização

8
8

ANALISTA DE PESQUISA ENERGÉTICA

MEIO AMBIENTE/DESENVOLVIMENTO REGIONAL/SOCIOECONOMIA

EPE

31

 

No Brasil, a dinâmica demográfica pode ser analisada levando-se em conta a taxa de gênero, um indicador referente à proporção entre o número de homens e de mulheres na população de cada lugar. No país, essa proporção é marcada,

atualmente, por um forte contraste espacial entre as regiões Nesse contexto demográfico, nas zonas pioneiras do Nordeste predominantemente, uma população

litorâneas e as zonas de frentes pioneiras do interior. – oeste baiano –, do Centro-Oeste e da Amazônia, encontra-se

(A)

masculina adulta, constituída por profissionais liberais

(B)

masculina jovem, como mão de obra pouco qualificada

(C)

masculina senil, formada por pequenos produtores rurais

(D)

feminina adulta, como força de trabalho urbano-industrial

(E)

feminina jovem, com ocupações autônomas remuneradas

32

feminina jovem, com ocupações autônomas remuneradas 32   MAPA I MAPA II   THÉRY, H.; MELLO,
feminina jovem, com ocupações autônomas remuneradas 32   MAPA I MAPA II   THÉRY, H.; MELLO,
 

MAPA I

MAPA II

 

THÉRY, H.; MELLO, N. Atlas do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2008, p. 126.

Nos mapas, estão representadas as áreas ocupadas por cultivos comerciais com padrão de uso extensivo do solo agrícola. Os cultivos agrícolas comerciais representados, respectivamente, nos Mapas I e II são:

(A)

cana-de-açúcar e soja

(B)

cana-de-açúcar e café

(C)

laranja e café

(D)

algodão e soja

(E)

algodão e laranja

33

Um aspecto fundamental da territorialidade humana é que ela tem uma multiplicidade de expressões, referentes a vários tipos de territórios, com suas particularidades socioculturais. Assim, demandam-se abordagens etnográficas. No intuito de entender a relação particular que um grupo social mantém com seu território, uso um conceito definido

como os saberes ambientais, ideologias e identidades – coletivamente criados e historicamente situados – que um grupo social utiliza para estabelecer e manter seu território.

 

LITTLE, P. Territórios sociais e povos tradicionais no Brasil : por uma antropologia da territorialidade. Série Antropologia, n. 322, 2002, p. 4. Adaptado.

No texto acima, a definição apresentada por Paul Little corresponde ao seguinte conceito:

(A)

topofilia

(B) topolatria

(C) cosmografia

(D) regionalidade

(E) racionalidade

9
9

ANALISTA DE PESQUISA ENERGÉTICA

MEIO AMBIENTE/DESENVOLVIMENTO REGIONAL/SOCIOECONOMIA

EPE

34

 
 

No Brasil atual, especialmente na Amazônia, está em

jogo o controle do patrimônio genético que implica a

 

operacionalização de estratégias empresariais. Esse controle é central para responder à questão relativa à valorização das florestas. Está ocorrendo a mercantilização da “floresta em pé”. Há todo um conjunto de estratégias de empresas muito sofisticadas, com seus especialistas, economistas, biólogos, antropólogos e advogados para definir esse valor

 

mercantil, para definir o circuito de comercialização desse

patrimônio genético e a sua utilização industrial.

 

ALMEIDA, A. A reconfiguração das agroestratégias: novo capítulo da guerra ecológica. In. Sauer, S. e Almeida, W. (org.) Terra e territórios na Amazônia: demandas desafios e perspectivas. Brasília: UnB/Abaré, 2011, p. 39. Adaptado.

No contexto descrito acima, o controle mencionado é fundamental para o êxito das estratégias de acumulação das

(A)

empresas rurais pecuaristas

(B)

empresas sojíferas monocultoras

(C)

indústrias minero-metalúrgicas

(D)

indústrias de biotecnologia

(E)

zonas especiais de exportação

35

Em relação ao zoneamento ecológico-econômico, a primeira tentativa de tratar o ecológico e o econômico foi proposta pelo IBGE, na forma de Termo de Referência, circunscrevendo aspectos socioeconômicos a uma dimensão própria,

com conceitos e instrumentais peculiares. A ideia original “fatores ecológicos” e “fatores econômicos e sociais”, cada

consistiu em identificar “zonas ou regiões”, com base em uma separadamente, a partir de lógicas específicas. Para

análise e interpretação das estruturas econômicas e sociais, o documento sugeria o conceito de regionalização como processo, além de sugerir um conceito operacional referente ao quadro natural.

DEL PRETTE, M. Metodologias de zoneamento: controvérsias sobre o ecológico e o econômico In: Steinberger, M. (org.) Território, ambiente e políticas públicas espaciais. Brasília: Paralelo 15 / LGE, 2006, p. 197. Adaptado.

No âmbito desse documento, a base conceitual mais adequada para a definição do quadro natural é

(A)

ecossistema

(B)

geossistema

(C)

economia verde

(D)

economia solidária

(E)

unidade de conservação

36

A relação das populações artesanais dos Lençóis Maranhenses e a natureza pode ser entendida como uma interação “sustentável”, que tem assegurado a manutenção do seu modo de vida e dos ecossistemas locais. O modo de vida das populações que vivem dentro do Parque e da APA ou próximo a eles tem sido marcado por estratégias socioeconômicas complexas, diretamente relativas ao meio natural. Acompanhando a dinâmica climática da região,

os modos de vida são sujeitos a mudança, de acordo com as estações. As chuvas definem o inverno e o verão, condicionam as atividades de pesca no litoral e a agricultura no interior.

ABAKERLI, S. Sustentabilidade em discurso e prática: implicações das políticas de desenvolvimento e de conservação em regiões biodiversificadas no Brasil. In: Fernandes, E.; Valença, M. (org.) Brasil urbano. Rio de Janeiro: Mauad, 2004, p. 248. Adaptado.

Tendo como base o núcleo familiar, as populações mencionadas são responsáveis por uma produção econômica

(A)

extrativista cooperativada e vinculada ao agronegócio regional

(B)

monocultora com incentivos fiscais e baseada em agrotecnologias

(C)

diversificada em pequena escala e voltada ao turismo de

base local

(D)

empresarial moderna associativista e organizada por ONG regionais

(E)

agroecológica em reservas extrativistas e assessorada por universidades

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10

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MEIO AMBIENTE/DESENVOLVIMENTO REGIONAL/SOCIOECONOMIA

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37

No Brasil, a avaliação energética das alternativas para um aproveitamento hidrelétrico é feita considerando-se alguns critérios energéticos básicos, definidos no Manual de Inventário Hidroelétrico de Bacias Hidrográficas.

Sobre esses critérios, verifica-se que a(o)

(A)

energia firme de uma usina ou de um conjunto de usinas hidrelétricas corresponde à energia disponível apenas em períodos de hidrologia favorável.

(B)

capacidade de ponta representa a capacidade máxi- ma de produção diária do sistema, sem considerar a perda devida à redução da queda, quando do deple- cionamento do reservatório.

(C)

queda de referência utilizada no dimensionamen- to energético de um aproveitamento hidrelétrico é a queda bruta na qual as turbinas estão com seus dis- tribuidores fechados.

(D)

período crítico de um sistema de referência é aquele onde ocorre deficit que impede o uso da água do re- servatório para a geração hidrelétrica.

(E)

sistema de referência é definido pelo conjunto de usi- nas geradoras de energia elétrica, em relação ao qual os benefícios energéticos das alternativas de divisão de queda em exame devem ser quantificados.

38

De acordo com as Instruções para Estudos de Viabilida- de de Aproveitamentos Hidrelétricos, editadas pela Ele- trobrás/DNAEE, os estudos de viabilidade constituem uma das etapas de estudos e projetos para implantação de um aproveitamento hidrelétrico em que

(A)

potencial hidrelétrico é determinado, e a melhor di- visão de queda é estabelecida ao menor custo e com

o

o

mínimo de impacto ao meio ambiente.

(B)

o

aproveitamento concebido no projeto básico é de-

talhado de modo a definir, com maior precisão, as

características técnicas do projeto, bem como os pro- gramas socioambientais.

(C)

a

concepção global de um dado aproveitamento é

definida, a partir da divisão de queda selecionada, visando à sua otimização técnico-econômica e am-

biental e à obtenção de seus benefícios e custos as- sociados.

(D)

a

análise é exclusivamente pautada nos dados dispo-

níveis, de forma a permitir uma primeira avaliação do potencial hidrelétrico e a definir prioridades, prazos e custos da etapa seguinte.

(E)

todas as medidas pertinentes à implantação do reser- vatório e às especificações técnicas das obras civis e

dos equipamentos eletromecânicos são tomadas.

39

Planejar, no setor elétrico, envolve a determinação de uma estratégia de aumento do sistema para atender à de- manda futura de energia elétrica.

Para tal, é necessário minimizar o(s)

(A)

número de agentes econômicos envolvidos no pro- cesso de distribuição.

(B)

sistema de distribuição, reduzindo custos do sistema.

(C)

custos de transação entre os agentes, possibilitando redução de consumo.

(D)

custos sociais ou ambientais, aumentando o índice de sustentabilidade.

(E)

custos de expansão, propiciando condições econômi- cas do sistema.

40

A Comissão Mundial de Barragens constatou que medi-

das como resgate de fauna e escadas para peixes tiveram pouco sucesso.

Adicionalmente a esses resultados, há de se considerar que as medidas mitigadoras,

(A)

para minimização de impacto, são sempre de cumpri- mento compulsório.

(B)

para a redução de impactos adversos, não podem ser implementadas nas modificações de projetos.

(C)

para que apresentem bons resultados, exigem base de informações e cooperação desde o início, entre os diferentes profissionais envolvidos, embora isso não seja suficiente.

(D)

em sua elaboração, não devem contar com a coope- ração entre os profissionais e a população local, ainda que esta sofra com os impactos das alterações am- bientais.

(E)

nos Estudos de Impacto Ambiental (EIA), devem apontar as medidas compulsórias a serem atendidas, e, mesmo que de forma geral, elas devem ser aten- didas como foi especificado, ainda que não se levem em consideração particularidades locais.

41

A

eutrofização da água pode trazer mudanças ambientais

e

sociais como, por exemplo, o(a)

(A)

prejuízo no uso recreacional do corpo d’água, com possibilidade de impedimento do acesso de barcos.

(B)

aumento na disponibilidade de água para irrigação, já que a água tem seu grau de uso para consumo huma- no diminuído.

(C)

aumento do valor comercial das propriedades nas margens dessas águas, devido à maior piscosidade, provocada pelo aporte de nutrientes da eutrofização.

(D)

aumento da diversidade e riqueza biológicas, pela maior quantidade de nutrientes.

(E)

diminuição de doenças epidemiológicas, devido à me- nor turbidez da água.

11
11

ANALISTA DE PESQUISA ENERGÉTICA

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42

No Plano Decenal de Energia (PDE/2019), além do balizamento pelo Plano Nacional de Energia (PNE/2030), os elementos conjunturais também são levados em con- sideração. Um desses elementos é a crise financeira internacional, e um dos desdobramentos dessa crise é a(o)

(A)

grande diminuição no consumo de energia do país, pela diminuição da renda per capita.

(B)

reestruturação da indústria automobilística mundial, em particular, a americana.

(C)

crise de mercado de carbono, que, por seus efeitos indiretos no desenvolvimento de mecanismos limpos, impactou a oferta de energia por fontes renováveis.

(D)

impacto nas indústrias de alumínio, cimento, petro- química, celulose e papel, e cobre, apesar de essas indústrias poderem ser excluídas do cenário, já que, juntas, não chegam a somar 5% do consumo indus- trial de energia elétrica.

(E)

efeito direto das relações intersetoriais, sendo notório

o

exemplo da indústria siderúrgica e sua cadeia de

fornecedores, que foram um dos poucos segmentos que não sofreram devido à inelasticidade da demanda de seus produtos.

43

Acidentes geraram uma necessidade crescente de estu- dos de análise de risco, juntamente com análise de im- pactos ambientais. Na análise de risco, considera-se que

(A)

risco e perigo são sinônimos.

(B)

risco é o produto da probabilidade de ocorrência de um evento pela probabilidade de o evento gerar danos irreversíveis.

(C)

a

comparação entre duas situações diferentes é im-

possível, como, por exemplo, a comparação de risco da produção de energia entre fontes diversas.

(D)

as medidas de prevenção de acidentes devem ser as- sociadas às analises sobre a localização do empreen- dimento.

(E)

uma substância perigosa não identificada e mal veda- da apresenta risco zero.

44

Há um processo que, na prática, se reflete na monocul- turização ambiental e social do espaço, e que pode ser gerado quando o Estado se alia aos segmentos do capital contra grupos, como, por exemplo, os dos quilombolas e os dos indígenas. Tal processo é denominado

(A)

acumulação de capital

(B)

acumulação por espoliação

(C)

mão invisível

(D)

mais-valia

(E)

mais-valia discriminatória

45

A taxa de metilação do mercúrio aumenta com a presença de matéria orgânica biodegradável. Em alguns locais, o mercúrio pode ser encontrado em solos e sedimentos. Nesses locais, no caso de a vegetação ser rica, o que acontecerá se eles forem inundados para a construção de reservatórios?

(A)

A inundação acelera o processo de metilação do me- tal, tornando-o disponível para a cadeia trófica, po- dendo trazer prejuízos à saúde humana.

(B)

O dióxido de carbono gerado pela inundação se ligará por metilação ao mercúrio nos solos e sedimentos, atra- vés da presença de matéria orgânica.

(C)

O oxigênio da água será afetado pelo mercúrio pre- sente nos solos e sedimentos, causando um processo de biomagnificação.

(D)

O acúmulo de metano liberado pelo processo que envolve o mercúrio poderá trazer prejuízos à cadeia trófica, acumulando-se principalmente nos produtores primários por biomagnificação.

(E)

O metano disponibilizado pela decomposição da ve- getação será absorvido pelo processo de metilação, diminuindo o impacto na mortandade de peixes.

46

O Art. 10 da Lei n o 6.938, de 31/8/1981, e a Constituição Federal Art. 225, § 1º, IV, tratam de licenciamento e neces- sidade de Estudo Prévio de Impacto Ambiental. Pela lógica do próprio licenciamento, interpreta-se que

(A)

a avaliação feita antes do licenciamento deve ser a mais específica possível, já que as obras de um mes- mo empreendimento não podem ser licenciadas juntas.

(B)

o licenciamento ambiental deve abranger a obra como um todo, não devendo ser fragmentado; no entanto, seu estudo global deve conter todas as suas partes.

(C)

um estabelecimento deve dirigir-se a diferentes esfe- ras do Governo para pleitear um licenciamento, caso seja necessária mais de uma obra em um prazo me- nor que 10 anos.

(D)

ambos os artigos dispõem sobre a necessidade de li- cenças e documentos, mas não apontam a esfera (Mu- nicipal, Estadual, Federal) responsável pelo processo.

(E)

ambos os artigos apontam para a obrigatoriedade do licenciamento de toda e qualquer obra, apesar de eles serem opostos em alguns sentidos.

47

Os conflitos ambientais resultantes das desigualdades sociais no acesso aos recursos naturais e a seu uso são identificados para fins de análise, como sendo de moda- lidade

(A)

espacial

(B)

territorial

(C)

natural

(D)

distributiva

(E)

restritiva

12
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48

 

Quando um grupo de cidadãos percebe uma ameaça a seus

valores vinda de um projeto público ou privado, pode haver

uma indignação moral, com a possibilidade de ocorrer uma forte oposição e dificuldade de negociação. Em casos assim,

negociação entre partes em conflito pode ser realizada pela negociação assistida. Faz parte da negociação ambiental assistida a

a

(A)

conciliação, que, na prática, é o oposto da mediação.

(B)

mediação, que deve ser feita compulsoriamente pelo órgão do governo que irá atuar nesse processo.

(C)

negociação através de um facilitador, que irá estabelecer indenizações entre as partes, de acordo com o consen- so final.

(D)

arbitragem comercial, que é realizada pelo órgão licenciador.

(E)

arbitragem não vinculante, em que o árbitro coloca sua opinião para ajudar as partes a resolver a disputa.

49

A sociedade brasileira vem experimentando, desde meados dos anos 60, uma profunda mudança estrutural, derivada

da queda de fecundidade que não apenas modifica as taxas

de crescimento da população e sua estrutura etária, com o

seu progressivo envelhecimento, como também tem amplas repercussões socioeconômicas de médio e longo prazos.

 

MOREIRA, M. Evolução e perspectivas da

dinâmica demográfica brasileira: concentração populacional e migração.

 

In: Gonçalves, F. (org.) O novo Brasil urbano . Porto Alegre: Mercado Aberto, 1995, p.149. Adaptado.

Em relação ao contexto histórico e geográfico descrito acima, considere as afirmações abaixo.

I - No Nordeste, o fenômeno mais expressivo é a maior capacidade de retenção de uxos migratórios e a ocorrência de uxos de retorno.

II - No Centro-Oeste, chama a atenção o decréscimo absoluto de sua população rural e o fato de a maior parte do crescimento regional concentrar-se nas áreas urbanas.

III - Na região sul do país, a baixa taxa de crescimento populacional e a continuidade de perdas de população rural evidenciam-se especialmente no Paraná.

É correto o que se afirma em

(A)

I,

apenas.

(B)

I e II, apenas.

 

(C)

I e III, apenas.

(D)

II

e III, apenas.

(E)

I,

II e III.

50

A diversidade sociocultural do Brasil evidencia-se pela multiplicidade de comunidades, populações, culturas, povos,

sociedades – termos empregados na etnografia –, constituídos por indígenas, quilombolas, caboclos, caiçaras, campeiros,

pantaneiros, vargeiros, dentre outros, os quais se vinculam

a uma diversidade fundiária. Deriva dessa vinculação uma

renovação da teoria da territorialidade, que considera a conduta e a construção territoriais como uma poderosa estratégia

geográfica e como parte intrínseca da existência dos grupos

humanos. territorialidade humana como sendo a(o) ou controlar pessoas, fenômenos e relações, ao delimitar e

Essa renovação teórica, proposta por Robert D. Sack, define

(A)

tentativa, por indivíduo ou grupo, de afetar, influenciar,

assegurar seu controle sobre uma área a qual será chamada de território.

 

(B)

extensão territorial formada por pontos no espaço que se cooperação humana discreta.

agregam sem descontinuidade, atuando como locus de uma

(C)

infraestrutura que permite o transporte de matéria, de energia e de informação, e que se inscreve sobre um território

 

caracterizado pela topologia dos seus pontos de acesso

ou pontos terminais.

(D)

conjunto de pontos que, espacialmente, separados uns dos outros, asseguram o funcionamento global da sociedade

 

e

da economia, sendo o veículo de cooperação ampliada, tanto política como geograficamente.

(E)

sistema de objetos cada vez mais artificiais, povoado por

sistemas de ações igualmente imbuídos de artificialidade, e

cada vez mais tendentes a fins estranhos ao lugar e a seus habitantes.

 
 
13
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RASCUNHO

RASCUNHO

RASCUNHO

]

QUESTÕES DISCURSIVAS

Ela nos compele a

Questão n o 1

O conceito de desenvolvimento sustentável acrescenta uma outra dimensão – a sustentabilidade ambiental – à di-

mensão da sustentabilidade social. [

trabalhar com escalas múltiplas de tempo e espaço, o que

desarruma a caixa de ferramentas do economista convencional

a) Explique em que é baseada a sustentabilidade ambiental

SACHS, Ignacy. Desenvolvimento includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garamond, 2008. p. 15. Adaptado.

(valor: 9,0 pontos)

a que se refere o autor.

b) Ao ser trabalhada com escalas múltiplas de tempo e espaço, a crise energética apresenta-se como um problema ainda mais urgente. Há duas correntes que apresentam diferentes propostas de enfrentamento da crise energética do futuro:

modelo do mundo em crescimento e modelo de crescimento sustentável.

Explicite, caracterizando, as estratégias de argumentação

• Modelo do mundo em crescimento:

apresentadas por cada um desses modelos.

(valor: 8,0 pontos)

• Modelo de crescimento sustentável:

(valor: 8,0 pontos)

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Questão n o 2

Novas e fundamentais tendências se delineiam na Amazônia nesse alvorecer do século XXI. A grande questão que se coloca é como promover o desenvolvimento sem destruir o meio ambiente. Nesse sentido, os estados amazônicos

perseguem estratégias diversas para consolidar o povoamento e alcançar o desenvolvimento sustentável. Dentre as

estratégias dos estados, destaca-se aquela centrada em

agropecuária, utilizado pelos estados de Mato Grosso, Tocantins e parte dos estados do Pará, Maranhão, Rondônia e

Roraima.

um modelo de ocupação extensivo em área, baseado na

BECKER, B. Amazônia. Geopolítica na virada do III milênio. Rio de Janeiro: Garamond, 2004, p. 135-137. Adaptado.

Apresente e analise 2 aspectos estratégicos constitutivos do modelo mencionado, visando ao desenvolvimento regional amazônico.

(valor: 25,0 pontos)

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