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História

Aluno

Caderno de Atividades Pedagógicas de Aprendizagem Autorregulada - 04

6º Ano | 4° Bimestre

Disciplina

Curso

Bimestre

Ano

História

Ensino Fundamental

 

Habilidades Associadas

1. Perceber as visões greco-romanas em relação ao “outro” e estimular o respeito à diversidade cultural.

2. Discutir o conceito de monoteísmo, na tradição hebraica, e sua importância para o cristianismo.

3. Contextualizar o surgimento do cristianismo e sua expansão.

 
e sua importância para o cristianismo. 3. Contextualizar o surgimento do cristianismo e sua expansão.  

Apresentação

A Secretaria de Estado de Educação elaborou o presente material com o intuito de estimular o envolvimento do estudante com situações concretas e contextualizadas de pesquisa, aprendizagem colaborativa e construções coletivas entre os próprios estudantes e respectivos tutores docentes preparados para incentivar o desenvolvimento da autonomia do alunado. A proposta de desenvolver atividades pedagógicas de aprendizagem autorregulada é mais uma estratégia pedagógica para se contribuir para a formação de cidadãos do século XXI, capazes de explorar suas competências cognitivas e não cognitivas. Assim, estimula-se a busca do conhecimento de forma autônoma, por meio dos diversos recursos bibliográficos e tecnológicos, de modo a encontrar soluções para desafios da contemporaneidade, na vida pessoal e profissional. Estas atividades pedagógicas autorreguladas propiciam aos alunos o desenvolvimento das habilidades e competências nucleares previstas no currículo mínimo, por meio de atividades roteirizadas. Nesse contexto, o tutor será visto enquanto um mediador, um auxiliar. A aprendizagem é efetivada na medida em que cada aluno autorregula sua aprendizagem. Destarte, as atividades pedagógicas pautadas no princípio da autorregulação objetivam, também, equipar os alunos, ajudá-los a desenvolver o seu conjunto de ferramentas mentais, ajudando-o a tomar consciência dos processos e procedimentos de aprendizagem que ele pode colocar em prática. Ao desenvolver as suas capacidades de auto-observação e autoanálise, ele passa ater maior domínio daquilo que faz. Desse modo, partindo do que o aluno já domina, será possível contribuir para

o desenvolvimento de suas potencialidades originais e, assim, dominar plenamente todas as

ferramentas da autorregulação. Por meio desse processo de aprendizagem pautada no princípio da autorregulação, contribui-se para o desenvolvimento de habilidades e competências fundamentais para o aprender-a-aprender, o aprender-a-conhecer, o aprender-a-fazer, o aprender-a-conviver e o aprender-a-ser. A elaboração destas atividades foi conduzida pela Diretoria de Articulação Curricular, da Superintendência Pedagógica desta SEEDUC, em conjunto com uma equipe de professores da rede

estadual. Este documento encontra-se disponível em nosso site www.conexaoprofessor.rj.gov.br, a fim

de que os professores de nossa rede também possam utilizá-lo como contribuição e complementação às

suas aulas. Estamos à disposição através do e-mail curriculominimo@educacao.rj.gov.br para quaisquer esclarecimentos necessários e críticas construtivas que contribuam com a elaboração deste material.

Secretaria de Estado de Educação

Caro aluno,

Neste caderno, você encontrará atividades diretamente relacionadas a algumas habilidades e competências do 4° Bimestre do Currículo Mínimo de História da 6º Ano do Ensino Fundamental. Estas atividades correspondem aos estudos durante o período de um mês. A nossa proposta é que você, Aluno, desenvolva estas Atividades de forma autônoma, com o suporte pedagógico eventual de um professor, que mediará as trocas de conhecimentos, reflexões, dúvidas e questionamentos que venham a surgir no percurso. Esta é uma ótima oportunidade para você desenvolver a disciplina e independência indispensáveis ao sucesso na vida pessoal e profissional no mundo do conhecimento do século XXI. Neste 4° bimestre do 6º ano, o Currículo Mínimo estabeleceu como proposta a abordagem de um conteúdo, Civilização Greco-Romana: Roma. Este conteúdo é de extrema importância para compreender a Ocidentalidade, uma vez que a partir do estudo da expansão romana é possível compreender o processo de aculturação, resistência cultural, diversidade cultural e multiculturalismo, conceitos em voga nos debates da contemporaneidade, bem como, entender a influência do Latim sobre as principais manifestações linguísticas do mundo Ocidental, com destaque para a Língua Portuguesa. Estudar Roma possibilita também reconstruir a história de conceitos, como Império e República, que em virtude de seu caráter polissêmico, são apropriados por diversos atores em diferentes contextos sociais. Este documento apresenta 3 (três) aulas. As aulas podem ser compostas por uma explicação base, para que você seja capaz de compreender as principais ideias relacionadas às habilidades e competências principais do bimestre em questão, e as atividades respectivas. Leia o texto e, em seguida, resolva as Atividades propostas. As Atividades são referentes a dois tempos de aulas. Para reforçar a aprendizagem, propõe-se, ainda, uma pesquisa e uma avaliação sobre o assunto.

Um abraço e bom trabalho! Equipe de Elaboração

Sumário

Introdução 03 Aula 01: O “outro” para os romanos e o respeito à diversidade 05
Introdução
03
Aula 01: O “outro” para os romanos e o respeito à diversidade
05
Aula 02: O monoteísmo na cultura judaico-cristã
Aula 03: O cristianismo e a sua expansão
Avaliação
Pesquisa
Referências
10
14
17
22
23
.

Aula 1: O outropara os romanos e o respeito à diversidade

Moçada ligada na história, a imagem ao lado representa um dos mais importantes símbolos da cultura romana e de certa forma também da nossa cultura, se levarmos em consideração que o Brasil faz parte do mundo ocidental (parte oeste do mundo). O mito fundador da civilização romana possibilita pensar na construção que fazemos de nós mesmos. Da nossa identidade, de quem nós somos e com o que nos identificamos. Quem somos tem a ver com a nossa origem, mas não se limita a ela. A sociedade a qual pertencemos

e o conjunto de valores ou cultura que coletivamente é construída e também constitui a nossa humanização.

é construída e também constitui a nossa humanização. http://static.panoramio.com/photos/large/356 977.jpg Os

Os romanos marcaram a história da humanidade por variadas razões, mas vamos destacar alguns principais motivos nesses nossos estudos. De muitos povos que originaram Roma, os Etruscos se destacaram contribuindo para o primeiro sistema político vivenciado por essa importante civilização, a monarquia. A centralização política contribui para o desenvolvimento de uma identidade própria. A República foi a segunda fase da história romana e o Império a última e mais significativa fase.

No coliseu romano, a “vitória” de um gladiador http://www.transferido.xpg.com.br/gladiador2.jpg Vamos destacar o

No coliseu romano, a “vitória” de um gladiador

Vamos destacar o período do Império Romano e os seus desdobramentos para o mundo ocidental. Foi no Império que grande parte do que vivemos hoje, mesmo no Brasil, foi desenvolvido. Fundamental compreender que para os romanos somente aqueles que eram cidadãos tinham direitos, e eram chamados de Patrícios. Enquanto que os Plebeus, mesmo livres, não desfrutavam dos mesmos direitos. Os conflitos entre plebeus e patrícios foram constantes na história de Roma. Conflitos pela disputa das terras mais férteis, de melhores espaços para cultivo de animais e etc. Entretanto, com a expansão imperial através do seu lendário exército romano, os conflitos passaram a ser de romanos contra os estrangeiros, os “bárbaros. Para a cultura romana, mesmo se apropriando de variados elementos da cultura grega e por isso é comum a expressão cultura greco-romana, por exemplo, os gregos também eram “bárbaros”. A cultura do outro era depreciada, diminuída, considerada como inferior. O domínio exercido pelo exército era também fortalecido e mantido pelo Estado e pela forma como a cultura romana era determinada. O politeísmo grego ganhou uma nomenclatura própria para os deuses em Roma. A mesma divindade com todas as suas características passava a ter um nome romano e por isso legitimidade e força dentro e fora dos domínios do Império Romano.

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http://opinionsur.ufmg.ar/IMG/jpg/ http://www.biblioteca.templodeapolo.net/imagens/periodos/republica_romana.jpg O

O universo cultural romano determinado pelo autoritarismo de seus líderes, o César, que não somente invadiam com as suas tropas alcançando domínio territorial, como exerciam controle dos símbolos culturais dos novos domínios conquistados. A política pública dos governantes do Império Romano soube aproveitar a necessidade de entretenimento (diversão) da população, distribuindo pão nos circos romanos. O espetáculo roubava a cena dos problemas sociais e políticos vividos no período. Até hoje a expressão: “pão e circo” caracteriza política pública para enganar a população. Nos circos romanos os indesejados pelo poder público, os inimigos dos governantes e escravos (vencidos de guerra) ou os estrangeiros lutavam pela vida nas arenas. A vitória dos gladiadores” nada tinha relação com a consagração do Anderson da Silva, por exemplo, no famoso “MMA”. A questão no Império romano era de sobrevivência e a vitória na arena do Coliseu romano era o “direito” a viver. Evidenciando pouca ou nenhuma tolerância com quem pensava ou era diferente dos romanos.

E hoje em dia? Sabemos tolerar o diferente? Conseguimos conviver com quem não tem a mesma religião, partido político, origem de comunidade ou bairro que o nosso, por exemplo? Sabemos respeitar o “outro” ou ainda tratamos os que pensam diferente como “bárbaros” ou “vândalos”?

Atividade 1

1.

como “ bárbaros ” ou “ vândalos ”? Atividade 1 1 . Fonte: CD-ROM Construtor de

Fonte: CD-ROM Construtor de provas- Ensino Fundamental II. Abril Educação. Editora Áti ca.

a) Dê um título para essa linha do tempo.

b) Os fatos históricos listados nessa linha do tempo estão ligados a vida política, econômica ou social? Justifique sua resposta.

2. Leia o trecho a seguir. Gladiadores romanos: combates eram quase sempre até a morte.

htt p://www.suapesquisa.com/imperioromano/gladiadores.htm Os gladiadores eram escolhidos entre os prisioneiros de guerra e

htt p://www.suapesquisa.com/imperioromano/gladiadores.htm

Os gladiadores eram escolhidos entre os prisioneiros de guerra e escravos. Com o passar das lutas, caso reunisse muitas vitórias, tornavam-se heróis populares. Nas arenas (a mais famosa era o Coliseu de Roma), os gladiadores lutavam entre si, uti lizando vários armamentos como, por exemplo, espadas, escudos, redes, tridentes, lanças, etc. Participavam também das lutas montados em cavalos ou usando bigas

(carros romanos puxados por cavalos). Muitas vezes estes gladiadores eram colocados na arena para enfrentar feras (leões, onças e outros animais selvagens). O combate entre gladiadores terminava quando um deles morria ou fi cava ferido com impossibilidade de continuar a luta. Os gladiadores mais bem sucedidos ganhavam, além da popularidade, muito dinheiro e, com o tempo, podiam largar a carreira de forma honrosa. Estes privilegiados ganhavam uma pensão do império e um gládio (espada de madeira simbólica). A luta entre gladiadores fazia parte da política do “pão-e-circo” instituída no Império Romano, cujo objetivo principal era:

a) Amenizar a revolta dos romanos com os problemas sociais.

b) Incentivar o combate à fome e oferecer diversão para todos.

c) Estimular o espírito guerreiro entre as camadas populares.

d) Apoiar as artes e estimular as rebeliões sociais no Império.

Aula 2: O monoteísmo na cultura judaico-cristã

Moçada animada em conhecer a história, acabamos de conhecer a forma com a qual os romanos de um modo geral tratavam o diferente, o “outro”. Sabemos também que o processo de construção de um conjunto de valores culturais não são simplesmente apagados pela força de um exército ou pela imposição autoritária. Quando acreditamos em algo como uma religião, podem os professores, a direção da escola, o governador ou a própria presidente nos mandar não acreditar. Podemos até, por uma questão de sobrevivência ou educação, concordarmos balançando a cabeça pra cima e pra baixo. Porém, o que de fato nosso coração sente, o que acreditamos não vai pelo ralo pela ordem de alguém. Concorda comigo? Talvez não concorde, mas o processo de desconstrução e construção de uma crença é algo complexo. Se não é simples para uma pessoa deixar de acreditar em algo e passar a acreditar em outra coisa, imaginem o coletivo? Pensem no conjunto de elementos e fatos que precisam acontecer para que as pessoas deixem de acreditar de uma forma e passe a acreditar em outra. Um dos principais povos a apresentar a humanidade outro conceito de crenças foram os hebreus, ou judeus que eram monoteístas. Dominados pelos romanos, passaram a conviver com a cultura politeísta romana.

passaram a conviver com a cultura politeísta romana. Politeísmo Romano

Politeísmo Romano

Há forte influência hebraica no cristianismo, uma vez que o próprio Cristo era judeu. Assim como os primeiros cristãos convertidos também eram judeus. Até hoje alguns símbolos judaicos são usados pelos cristãos reforçando a influência de um sobre o outro. No judaísmo a crença também monoteísta procede à partir da Torá, ou antigo testamento das leis de Moisés. Liderança hebraica que libertou os judeus da escravidão no Egito (Êxodo). Nas profecias dos profetas do antigo testamento há a previsão de um messias que novamente libertaria o povo de Deus para uma nova vida. Jesus Cristo, historicamente pensando, foi para parte dos judeus esse messias, criando o cristianismo. Para os demais judeus que seguem a Torá Jesus foi mais um profeta e, portanto, seguem as leis de Moisés. Como seria mais fácil se tivéssemos a harmonia e a fraternidade como princípio entre todas as religiões e religiosos, porém, sabemos que nem sempre é assim

e religiosos, porém, sabemos que nem sempre é assim Sabia que Jesus era Judeu? Cristo foi,

Sabia que Jesus era Judeu?

sabemos que nem sempre é assim Sabia que Jesus era Judeu? Cristo foi, como centenas de

Cristo foi, como centenas de milhares de inimigos dos romanos, sentenciado à morte pela tortura da crucificação. Seu testemunho além dos seus atos em vida levaram muitos a se converter ao modo como Jesus vivia. Tanto romanos como judeus faziam conversões que nessa época eram extremamente perigosas. Os cultos cristãos eram escondidos e muitos foram levados à morte nos circos. Para servirem como

diversão entre o intervalo de uma luta e outra eram atirados às feras selvagens como tigres e leões sendo devorados vivos. Entretanto, ao contrário do que poderíamos pensar as ideias cristãs ganharam mais e mais adeptos, convertidos. E de religião perseguida pelo Império Romano, passou a ser a religião oficial do Império na conversão do César romano.

oficial do Império na conversão do César romano . Monoteísmo e os santos da Igreja Católica

Monoteísmo e os santos da Igreja Católica Apostólica Romana

No pensamento e doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana há a figura dos santos com seus feitos, suas histórias e trajetórias memoráveis. Independente da crença que temos, se politeísta ou monoteísta, importante é aprender sobre o outro, sobre a religião e cultura do outro para saber respeitá-la.

Atividade 2

1. (Durante o período republicano e imperial, os romanos seguiram uma religião

politeísta (crença em vários deuses), muito semelhante à religião praticada na Grécia Antiga. Esta religião foi absorvida pelos romanos, graças aos contatos culturais e conquistas na Península Balcânica.

Sobre os aspectos religiosos da Roma Antiga é CORRETO afirmar que os romanos:

a) não acreditavam em mau-olhado e em adivinhações.

b) condenavam a astrologia por a considerarem pecaminosa.

c) possuíam santuários domésticos para cultuar deuses protetores do lar e da família.

d) podiam escolher a sua religião, os rituais religiosos não eram controlados.

2. DIREITO ROMANO É um conjunto de normas, regras jurídicas, vigentes em

Roma, desde sua fundação (754/753 a.C. século VIII a.C.) até a codificação de Justiniano (século VI d.C.). Durante quase 13 séculos, muitas foram as mudanças políticas, sociais e econômicas. Com estas mudanças, resulta a evolução e as crises de direitos.

EXPLIQUE

contemporâneo.

a

importância

do

Direito

Romano

para

as

civilizações

do

mundo

Aula 3: O cristianismo e a sua expansão

Moçada ligada na história, sabemos que não somos apenas produto da cultura que nos cerca e na qual estamos ligados pela origem e/ou convivência, somos também criadores, produtores de cultura. A criação de cultura, de um determinado modo de viver não é algo simples e a complexidade não está apenas no processo que se constitui, de um modo geral, em médio e longo prazo, mas nas condições criadas por um povo para transmitir essa cultura às futuras gerações. Nesse aspecto, já pensada nos estudos sobre os gregos, também podemos compreender como uma religião que foi perseguida, de adeptos que foram mortos e humilhados passou a ser a religião oficial do Império? Qual a força das ideias cristãs que garantiram a manutenção de suas práticas mesmo o próprio Cristo, histórico, nunca ter escrito absolutamente nada.

Cristo, histórico, nunca ter escrito absolutamente nada.

A cultura entre os profetas à época de Cristo era de não escrever, mas passar os ensinamentos pela força dos exemplos, pela fala. Mas, como sabemos o que ocorreu naquele período? Há muita polêmica sobre a construção do Novo Testamento, ou o evangelho de Jesus, pois há diversos historiadores que contestam a veracidade (verdade) dos fatos lá descritos. Porém, se levarmos em consideração que a bíblia é instrumento de fé, de crença não teremos problemas sobre ser ou não verdade. Assim como o Cristo, os cristãos inicialmente eram reconhecidos pelos seus atos.

Uma simples divisão do pão, ou o desenho na areia do chão de um peixe, identificava os códigos de culto ao Cristo. A expansão da fé cristã ocorreu, especialmente, após a

morte de Cristo. Muitas autoridades políticas passaram a cultuar o Cristo exercendo sua nova crença com muita prudência.

A pregação do cristão, as viagens de conversão, as cartas entre fiéis de um lado

ao outro do mundo promoveram grande número de convertidos.

ao outro do mundo promoveram grande número de convertidos. Cristianismo reconhecido pelos procedimentos

Cristianismo reconhecido pelos procedimentos

www.portaldoprofessor.gov.br/0AXJOCR9qU/s32

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0/pao-de-cristo.jpg Cristo Redentor no Rio de Janeiro há 80 anos

Cristo Redentor no Rio de Janeiro há 80 anos

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O modelo de atuação no universo político de Cristo, de testemunhar o amor ao

próximo promoveu uma verdadeira revolução silenciosa. Porém, precisamos considerar que ao longo do tempo e no contexto da história assim como atualmente, nem todos os convertidos ao cristianismo eram de fato seguidores de Cristo. Se essa religião passou a ser a mais importante a ponto de ser a religião oficial do Império, evidente que muitos convertidos assim procediam por interesses políticos e de poder. No Brasil somos muito influenciados na nossa cultura pelo cristianismo, especialmente o católico. Até a proclamação da República em 1889 o Brasil era um país oficialmente católico. Os jesuítas que vieram para a América para converter os índios em cristãos foram muito influentes no seu trabalho de evangelização. Na Europa da expansão marítima, o cristianismo católico perdia espaço para outras formas de cultuar o Cristo, como os protestantes (evangélicos), mas isso já é assunto para o ano que vem

Atividade 3

1. Com seu significativo crescimento, no século IV, o cristianismo passou a ser considerada religião oficial do Império Romano. A prática do politeísmo foi, aos poucos, sendo abandonada. EXPLIQUE como o cristianismo transformou-se em religião oficial do Império romano.

2. Sobre a religião grega é falso afirmar que:

a) Os gregos antigos eram monoteístas, ou seja, acreditavam na existência de apenas um deus.

b) Os gregos antigos eram politeístas, ou seja, acreditavam na existência de vários deuses.

c) Os gregos antigos faziam consultas aos deuses no oráculo de Delfos.

d) Em homenagem aos deuses, principalmente a Zeus (deus dos deuses), os gregos criaram os Jogos Olímpicos.

Avaliação

1. A partir do século III, o Império Romano ocidental entrou em declínio. A queda

do Império Romano foi causada por uma série de fatores que fragilizaram o governo.

ASSINALE a opção que apresenta uma causa da queda do Império Romano:

a)

Inexperiência política.

b)

Invasões Bárbaras.

c)

Expansão do politeísmo.

c)

Baixos impostos.

2.

Expansão do politeísmo. c) Baixos impostos. 2. O teatro do Coliseu comportava até 90.000 espectadores.

O teatro do Coliseu comportava até 90.000 espectadores. Essa é uma cena do filme “O

Gladiador” de Ridley Scott .

“Os espetáculos de sangue na arena podem ser interpretados como um ritual que reforçava o poder e a autoridade do Império Romano. Quem eram os gladiadores? Homens sem direitos, marginalizados ou condenados por subversão da ordem pública;

o Estado romano celebrava a sua superioridade e a sua característica de povo dominador”.

(Texto uti lizado como referência de J. A. Shelton. As Roman Did. Oxford, 1998, p.350)

Os romanos, segundo a opinião do autor do texto anterior, aceitavam, EXCETO:

a) a morte do gladiador por ser este uma ameaça à superioridade do povo romano.

b) a morte do gladiador como uma celebração do poder do Estado Romano.

c) o espetáculo de sangue como forma de demonstração de autoridade do Estado

Romano.

d) o ritual de morte como um reforço da condição de povo dominador sobre indivíduos

sem direitos.

3. Observe as figuras a seguir.

I.

um reforço da condição de povo dominador sobre indivíduos sem direitos. 3. Observe as figuras a

II.

um reforço da condição de povo dominador sobre indivíduos sem direitos. 3. Observe as figuras a

III.

III. IV. V. 19

IV.

III. IV. V. 19

V.

III. IV. V. 19

a

alternativa que apresenta a CORRETA associação entre as figuras e as civilizações que elas representam.

As

imagens

anteriores

referem-se

às

civilizações

grega

ou

romana.

Marque

a) As imagens II, IV e V pertencem à civilização grega.

b) As imagens I e III pertencem à civilização romana.

c) As imagens III e IV pertencem à civilização romana.

d) As imagens II e IV pertencem à civilização grega.

4. A partir do século III, o Império Romano ocidental entrou em declínio. A queda do Império Romano foi causada por uma série de fatores que fragilizaram o governo. ASSINALE a opção que apresenta uma causa da queda do Império Romano:

a) Invasões Bárbaras.

b) Baixos impostos.

c) Expansão do politeísmo.

d) Inexperiência política.

5. Analise as informações a seguir.

b) Baixos impostos. c) Expansão do politeísmo. d) Inexperiência política. 5. Analise as informações a seguir.

Além de cuidar dos filhos e da casa, as mulheres romanas ainda se preocupavam em se manter belas para seus maridos. Era comum que se penteassem, fizessem maquiagem e que se vestissem com belos trajes para recepcionar seus maridos ao final do dia.

htt p://www.planetaeducacao.com.br/novo/arti go.asp?arti go=405

ASSINALE a alternativa que contem informações corretas sobre a condição das mulheres em Roma Antiga:

a) Podiam participar das importantes decisões políticas.

b) Eram educadas para exercer o papel de senhora do lar.

c) Conquistaram liberdade e direitos no período republicano.

d) Podiam frequentar os tribunais e exercer funções públicas.

Pesquisa

Moçada ligada na história, um dos assuntos tratados nesse caderno foi a questão da religiosidade e da necessidade de tolerância religiosa, especialmente o respeito ao diferente. Ajude-nos a completar esse caderno fazendo uma pesquisa sobre a questão das religiões de matriz africana como o candomblé e a umbanda. Procure saber sobre as diferenças e semelhanças entre essas duas importantes religiões de matriz africana que estão presentes em diversas cidades do Estado do Rio de Janeiro e no Brasil. Quais são as suas origens? Por que há tanto preconceito sobre ambas? Uma dica: Você pode pesquisar na internet sobre a legislação brasileira que garante a liberdade de culto e sobre esse debate nas comissões de direitos humanos na ALERJ e no Congresso Nacional. Faça sua escolha e mãos à obra!

Pessoal

Referências

[1] CARDOSO, Ciro Flamarion S. A cidade-estado Antiga. São Paulo: Ática, 1987

[2] CORASSIN, Maria Luiza. A reforma agrária na Roma Antiga. São Paulo: Brasiliense,

1988.

[3] FLORENZANO, Maria Beatriz. Nascer, viver e morrer na Grécia antiga. São Paulo:

Atual, 2000.

[4] GUARINELLO, Norberto Luiz. Imperialismo greco-romano. São Paulo: Ática, 1987.

Equipe de Elaboração

COORDENADORES DO PROJETO Diretoria de Articulação Curricular Adriana Tavares Maurício Lessa Coordenação de Áreas
COORDENADORES DO PROJETO
Diretoria de Articulação Curricular
Adriana Tavares Maurício Lessa
Coordenação de Áreas do Conhecimento
Bianca Neuberger Leda
Raquel Costa da Silva Nascimento
Fabiano Farias de Souza
Peterson Soares da Silva
Marília Silva
PROFESSORES ELABORADORES
Daniel de Oliveira Gomes
Danielle Cristina Barreto
Erica Patricia Di Carlantonio Teixeira
Renata Figueiredo Moraes
Sabrina Machado Campos