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“O Princípio Tridimensional da Proporcionalidade no Direito Administrativo”, de Hidemberg

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Alves da Frota (dados gerais da obra)

O princípio tridimensional da proporcionalidade no

Direito Administrativo

Título: O princípio tridimensional da proporcionalidade no


Direito Administrativo.

Subtítulo: Um estudo à luz da Principiologia do Direito


Constitucional e Administrativo, bem como da jurisprudência
brasileira e estrangeira.

Autor: Hidemberg Alves da Frota.

Prefaciador: Prof. Dr. Arruda Alvim.

Apresentador: Prof. Esp. Jurandir Sebastião.

Comentários (quarta capa): Prof. Dr. Jorge Miranda e Profa.


Dra. Maria Garcia.

Editora: GZ Editora.

Edição: 1ª.
“O Princípio Tridimensional da Proporcionalidade no Direito Administrativo”, de Hidemberg
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Alves da Frota (dados gerais da obra)

Ano: 2009.

Capa: brochura.

Preço (proposto pela Editora): R$ 70,00.

ISBN: 856249007 – 5.

ISBN13: 9788562490071.

Idioma: português brasileiro.

Dimensões: 17x25x1,5.

Peso: 0,200 kg.

Páginas: 286.

Sugestão de leitura: sumário e nota prévia da obra.

Sinopse: À luz de ampla pesquisa de estudos doutrinários e,


sobretudo, de precedentes judiciais brasileiros e estrangeiros,
correlaciona-se o princípio da proporcionalidade (tripartido
nas dimensões da adequação, necessidade e
proporcionalidade em sentido estrito) com os demais
princípios relevantes ao Direito Administrativo (explícitos ou
implícitos na Constituição Federal de 1988), a fim de analisar
questões jurídicas com as quais os profissionais do Direito
Público, nos âmbitos administrativo e judicial, enfrentam de
forma cotidiana (inclusive circunstâncias em que princípios
administrativistas se situam em tensão dialética), com
ressonância a temáticas constitucionais e repercussão na
Teoria Geral do Direito Público.

Palavras-chave: princípio tridimensional da proporcionalidade


— dimensão da adequação — dimensão da necessidade —
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dimensão da proporcionalidade em sentido estrito — matrizes


do princípio tridimensional da proporcionalidade — Teoria
Geral do Direito Público — Principiologia e jurisprudência do
Direito Administrativo e Constitucional — Comissões
Parlamentares de Inquérito — círculos concêntricos da vida
privada.

Clipping: obra divulgada na edição de 16 de janeiro de 2010


da coluna Livros Jurídicos, de Walter Ceneviva, publicada aos
sábados na Folha de S. Paulo, na edição de 1º de março de
2010 do caderno Direito & Justiça do jornal Estado de Minas,
na edição de 2 de março de 2010 do caderno Direito de
Expressãodo jornal A Crítica (Manaus), em matéria de 30 de
março de 2010, do portalADV online, e na edição nº 204, de
abril de 2010, do jornal Tribuna do Direito.

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

1 TRÊS FORMULAÇÕES TRIPARTITES DO PRINCÍPIO DA


PROPORCIONALIDADE PRESENTES NA JURISPRUDÊNCIA DO
DIREITO COMPARADO E INTERNACIONAL

1.1 A Formulação da Matriz Alemã

1.2 A Formulação do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos

1.3 A Formulação da Doutrina Gubbay

2 DIMENSÃO DA ADEQUAÇÃO

2.1 Princípios da Juridicidade e Legalidade

2.2 Princípio da Supremacia do Interesse Público


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2.3 Princípio da Moralidade

2.4 Princípio da Finalidade

2.5 Princípios da Indisponibilidade do Interesse Público e da


Continuidade do Serviço Público

2.5.1 Reflexões sobre as conseqüências para o Poder Público


da recusa do particular de executar obrigação contratual
decorridos noventa dias de inadimplemento da Administração
Pública

2.6 Princípio da Especialidade

2.7 Princípio da Impessoalidade

2.8 Princípio da Publicidade

2.8.1 Direito de acesso à informação administrativa e seus


limites

2.9 Princípio da Motivação

2.10 Princípios da Economicidade, da Eficiência e da Eficácia

3 DIMENSÃO DA NECESSIDADE

3.1 Princípios Correlatos

3.1.1 Vedação a atos extra ou ultra legem

3.1.2 Princípio da publicidade

3.1.3 Possibilidade de tensão dialética entre os princípios da


dignidade da pessoa humana e da supremacia do interesse
público
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3.1.4 Dignidade da pessoa humana e economicidade

3.2 Apontamentos sobre Jurisprudência

4 DIMENSÃO DA PROPORCIONALIDADE EM SENTIDO ESTRITO:

4.1 Escorço Teórico

4.2 A Proporcionalidade em Sentido Estrito nos Casos de


Emergências Decorrentes de Conduta Estatal Irregular

4.3 Possibilidade de Tensão Dialética dos Princípios da


Dignidade da Pessoa Humana e da Continuidade do Serviço
Público com os Princípios da Legalidade em Sentido Estrito e
da Proibição de Enriquecimento Ilícito

4.4 Apontamentos sobre Jurisprudência

4.4.1 O caso Beit Surik

4.5 Possibilidade de Quebra de Sigilos e Segredos da Vida


Privada pelo Poder Judiciário

4.6 Limites aos Poderes de Investigação das Comissões


Parlamentares de Inquérito na Esfera Privada

4.6.1 Círculo da vida privada stricto sensu

4.6.2 Círculo da intimidade

4.6.3 Círculo do segredo

4.6.4 Investigação da vida privada por CPI

4.7 Princípio do Devido Processo Legal

4.8 Breves Reflexões Filosóficas


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CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

COMENTÁRIOS DO PROF. DR. ARRUDA ALVIM

(Trechos do prefácio da obra)

[...] Este trabalho é escrito com competência, apoiando-se,


seu autor, em vasta bibliografia, criteriosamente selecionada.
Além da análise doutrinária e evolutiva do princípio da
proporcionalidade, são oportunamente considerados os
referenciais dados pela jurisprudência brasileira e,
especialmente, ressaltam os julgados do âmbito do Direito
Comparado e Internacional, dentre eles, Reino Unido, Israel,
Canadá, Alemanha, Portugal, Espanha e América Hispânica,
bem como acórdãos do Tribunal Europeu dos Direitos
Humanos e do Tribunal de Justiça das Comunidades
Européias.

Sobressai, nesta monografia, a atualidade do tema,


examinado à luz da Teoria Geral do Direito Público e do
Direito Administrativo, tangenciando, inclusive, problema
recorrente nos dias de hoje, correlato aos poderes de
investigação das Comissões Parlamentares de Inquérito.

Em todo o trabalho percebe-se a intimidade do monografista


com os temas de Direito Público, neste trabalho tratados com
rigor técnico e linguagem precisa. Todas as suas reflexões
são muito bem-sucedidas e verdadeiramente inovadoras,
sempre firmando, o autor, os seus pontos de vista sobre os
mais diversos aspectos e desdobramentos que o tema
apresenta.
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Devemos, portanto, parabenizar autor e editora pelo trabalho


que agora vem a lume e que se constituirá, por certo, em obra
de consulta obrigatória, ocupando lugar de destaque nas
academias de direito.

Arruda Alvim

Doutor e Livre-Docente pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor Titular de

Processo Civil e Coordenador da Área de Direito Civil do Curso de Mestrado e Doutorado da

PUC-SP. Co-fundador, Coordenador Acadêmico e de Direito Civil e Professor do Curso de

Mestrado da Faculdade Autônoma de Direito de São Paulo. Fundador-Diretor da Revista de

Processo. Coordenador da Revista Autônoma de Direito Privado, juntamente com Angélica


Arruda Alvim. Redator-Chefe da Revista Forense.

COMENTÁRIOS DO PROF. ESP. JURANDIR SEBASTIÃO

(Trechos da apresentação da obra)

[...] O trabalho desenvolvido está afinado com e arrimado em


farta pesquisa doutrinária e jurisprudencial específica, dando
legitimidade aos conceitos expostos. A linguagem esmerada
do autor em nenhum momento ofusca os conceitos
desenvolvidos. Ao contrário, dá-lhes dimensão clara, precisa,
rica no vernáculo e exata na transmissão da mensagem.

Em resumo, O Princípio Tridimensional da Proporcionalidade


no Direito Administrativo é trabalho de acuidade mental e
esmerada pesquisa. Eis aí o trabalho do jurista precoce e
brilhante, Dr. Hidemberg Alves da Frota, para ser lido,
refletido e aplicado no dia a dia.

Jurandir Sebastião

Juiz de Direito Aposentado do Estado de Minas Gerais. Diretor do Curso de Direito de Uberaba

da Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC). Pós-graduado (especialista) em Direito Civil


e Direito Ambiental. Advogado. Membro do Instituto dos Advogados do Estado de Minas Gerais.
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COMENTÁRIOS DO PROF. DR. JORGE MIRANDA

Pedra angular do Estado de Direito, o princípio da


proporcionalidade recebe nesta obra de Hidemberg Alves da
Frota uma nova e iluminante análise. A partir do
aprofundamento dos três subprincípios de adequação,
necessidade e racionalidade stricto sensu, são os grandes
problemas e os demais princípios de Direito Administrativo
que aparecem recortados com nitidez. Trabalho doutrinal de
largo fôlego e revelador da apurada cultura jurídica, tem
ainda o grande mérito de estabelecer um frutuoso diálogo
não só com os melhores juspublicistas mas também com a
principal jurisprudência do Brasil e de outros países.

Jorge Miranda

Doutor em Direito (Ciências Jurídico-Políticas) pela Universidade de Lisboa. Professor Catedrático


das Faculdades de Direito da Universidade de Lisboa e da Universidade Católica Portuguesa.

COMENTÁRIOS DA PROFA. DRA. MARIA GARCIA

O presente estudo de Hidemberg Alves da Frota tem o mérito


de conter, a par da doutrina e da jurisprudência, vistas sob
um enfoque cuidadoso e aprofundado, dois outros aspectos
altamente interessantes: a análise de princípios jurídicos
aplicáveis à Administração Pública, à qual denominamos ―o
Estado em ação‖, de extrema importância para a liberdade
dos indivíduos.

Com efeito, Joaquín Arce y Flórez-Valdés (―Los principios


generales del Derecho y su formulación constitucional‖,
Civitas, Madrid, 1990) vincula os princípios à segurança
jurídica — com a supremacia da Justiça, colocando a idéia de
buscar os princípios gerais de Direito através da Constituição,
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a qual utiliza profusamente o vocábulo e, em outras ocasiões,


―sin la cobertura literal del vocablo ‗principio‘, contiene
verdaderas expresiones principiales apoyadas en términos
sinónimos‖.

De toda sorte, fundamental é a atuação da Administração


Pública pautando-se pelo norteio principiológico. E nisso, o
autor traz contribuição enriquecedora ao Direito
Administrativo e, de forma indireta, ao Direito Constitucional.

Outro dos enfoques em realce, neste estudo, trata-se do


recorte relativo ao Direito Comparado que também adentra a
área constitucional, como é imprescindível, mostrando
mesmo que não se trata apenas de fator auxiliar da
interpretação, senão que se demonstra área jurídica
específica, conforme sublinha o próprio autor, com ―textos
pretorianos, doutrinários ou legais‖ de outros países e
regiões, ainda que ―sem tradição nas letras jurídicas e
desprovidas de influência no concerto das nações‖, que
―podem oferecer contributos notáveis ao Direito‖. Esta é tarefa
da Antropologia Jurídica, mas isto já se constitui em outro
refletir.

Basta o registro que enseja a leitura desta meritória obra.

Maria Garcia

Livre-Docente pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professora de Direito

Constitucional, Direito Educacional e Biodireito Constitucional na PUC/SP. Membro-fundador e

atual Diretora Geral do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional (IBDC). Coordenadora


da Revista de Direito Constitucional e Internacional.

Mais informações em:


http://principiotridimensionaldaproporcionalidade.wordpress.
com