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Introdução à Tecnologia Web

Izequiel Pereira de Norões

Módulo 3 – Endereçamento/
Roteamento IP e DNS
Apresentação
• Professor:
– Izequiel Pereira de Norões
– Bacharel em Informática (Unifor)
– Pós em Gerência Estratégica da Informação (Unifor)
– Pós em Tecnologias da Informação – Ênfase Web (UFC)

Contato: izequiel@gmail.com
Material da disciplina:

http://fatene.ipn.eti.net

Izequiel Pereira de Norões - 2008


Revisão
• Tópicos abordados na aula anterior...
– Histórico da Internet;
– Dados sobre a Internet;
– A Internet no Brasil;
– A RNP;
– Comitê Gestor da Internet;
– Registro.br;
– Provedores de acesso... (Continua)

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Revisão
• Cronologia da Internet
– 1957 - Fundado a ARPA (Advanced Research
Projects Agency) para desenvolvimento de novas
tecnologias
– 1969 - 4 IMP's (Interface Message Processors)
foram instalados nas UCLA, UCSB, SRI e University of
Utah, criando a ARPANET. A ARPANET iniciou usando
o Network Control Protocol (NCP), precursor do TCP,
criado pelo Network Working Group (NWG).
– 1971 - Criado o FTP e o TELNET.
– 1973 - Realizada a primeira conexão internacional
da ARPANET entre a Inglaterra e a Noruega.
– 1979 - Criado o USENET. Enviado o primeiro
EMOTICON.
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Revisão
• Cronologia da Internet
– 1982 - Depto de defesa dos EUA decide criar a
''Defence Data Network'' baseado na tecnologia
ARPANET. A ARPANET é dividida em ARPANET(CIVIL)
e ARPANET(MILITAR).
– 1983 - É criado o DNS (Domain name server).
– 1986 - O número de host na internet ultrapassam os
5.000. A National Science Foundation implementa a
NSFNET, um sistema de rede regionais de NET-
WORKS conectado atraves do backbone network.
– 1987 - O número de hosts na internet ultrapassam
os 10.000. A Merit Networks Inc., junto com a IBM e
a MCI, assinam um acordo para gerenciar o
backbone NFSNET.
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Revisão
• Cronologia da Internet
– 1988 - O Chat IRC (Internet Relay Chat) é escrito
por Jarkko Oikarinen. O primeiro cabo de fibra óptica
transatlântico é ligado da America do Norte até a
Europa.
– 1989 - O número de hosts na internet ultrapassam
os 100.000. O número de pedidos de arquivos on-
line via FTP e info-Server ultrapassam a casa de
1.000 por mês. Surge o Yahoo.
– 1990 - O primeiro software Wolrd-Wide Web é criado
por Tim Berners-Lee.
– 1991 - O número de host na internet ultrapassam os
600.000. WAIS(Wide Area Information Servers) é
inventado.
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Revisão
• Cronologia da Internet
– 1992 - A internet conecta mais de 17.000 redes em
33 países. Já são mais de 1.000.000 de hosts na
internet. O número de pedidos de arquivos on-line
via FTP e info-Server ultrapassam a casa de 50.000
por mês.
– 1993 - Mosaic é lançado.
– 1994 - O primeiro banco virtual é aberto. Os hosts
da internet ja são mais de 3.000.000.
– 1995 - O número de hosts conseguiram ultrapassar
mais de 4.000.000. Os provedores tradicionais
(Prodigy, Ameica Online, compuserve) começam a
oferecer acesso a internet. O número de usuários na
internet já são mais de 30.000.000
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Revisão
• Cronologia da história da Internet no Brasil
– 1989 - Ibase cria o Alternex (serviço de
conferências eletrônicas);
– 1991 - Criada a conexão entre Rio e São Paulo,
através da FAPESP (que passa a trafegar TCP/IP e
fica responsável pelos domínios .br e pelos IPs no
Brasil;
– 1993 - Implantado o anel Rio - São Paulo -
Brasília;
– 1995 - A Embratel lança o serviço definitivo de
acesso comercial à Internet.

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TCP/IP - Histórico
• Surgiu com a ARPANET (UNIX de Berkeley)
• Conjunto de protocolos
• Participação da IETF (Internet Engineering
Task Force) www.ietf.org
• RFC´s (Request For Comments) –
Descrevem as diversas tecnologias
envolvidas e servem de base para as novas
tecnologias que deverão manter a
compatibilidade com as anteriores dentro do
possível.
• O conjunto de protocolos TCP/IP possui
interoperabilidade de comunicação entre
todos os tipos de hardware e todos os
Sistemas Operacionais.
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TCP/IP - Histórico
• Modelo OSI – (Open Systems Interconnection)
– Criado pela ISO (International Standarts
Organization)
– Modelo que especifica as funções a serem
implementadas por diversos fabricantes em suas
redes.
– Método dividir para conquistar (Sub-tarefas)
– Modelo de CAMADAS

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TCP/IP - Histórico
• Modelo OSI – (Open Systems Interconnection)
Esta camada funciona como uma interface de ligação entre
APLICAÇÂO os processos de comunicação de rede e as aplicações
utilizadas pelo usuário.

APRESENTAÇÂO Aqui os dados são garantidos e convertidos num


formato universal

SESSÃO Estabelece e encerra os enlaces de comunicação

TRANSPORTE Efetua os processos de sequenciamento e, em alguns casos,


confirmação de recebimento dos pacotes de dados.
Responsável pelo endereçamento dos pacotes, convertendo
REDE endereços lógicos em endereços físicos, de forma que os pacotes
consigam chegar corretamente ao destino
Aqui a informação é formatada em quadros (frames). Um quadro
ENLACE representa a exata estrutura dos dados fisicamente transmitidos
através do fio ou outro meio.
Define a conexão física entre o sistema computacional e a rede.
FISICA Especifica o conector, a pinagem,
Izequiel Pereira de Norões níveis
- 2008 de tensão, dimensões físicas,
características mecânicas e elétricas, etc.
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TCP/IP – O modelo
• Comparativo – Modelo ISO X Modelo TCP/IP

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Endereçamento IP
• A Internet e uma rede virtual totalmente
implementada em software
– Esconder os detalhes da tecnologia de rede subjacente:
formato dos pacotes, endereços, etc;
• Componentes da camada de rede:
Camada de Transporte: TCP e UDP

Protocolos de roteamento Protocolo IP


-Seleção do caminho - convenções de endereçamento
-RIP, OSPF, BGP TABELA - formato de datagramas
DE - convenções de manuseio de pacotes
ROTEAMENTO Protocolo ICMP
- comunicação de erro
- “sinalização de roteador”
Camada de rede
Camada de enlace
IzequielCamada
Pereira de física
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Endereçamento IP
• Componentes da camada de rede:
2. O procolo da Internet (IP)
– No modelo da Internet (Modelo TCP/IP) é uma parte
importante da CAMADA DE REDE
– O endereco IP indentifica a localização de um host na
rede, assim como um endereço de uma casa identifica
a localização da mesma no
pais/cidade/estado/bairro/rua
– IPv4
Versões do protocolo IP em uso hoje
– IPv6
– O IP identifica univocamente um host, ou
mais especificamente, a conexão deste host
na rede
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Endereçamento IP
• Componentes da camada de rede:
2. Componente de determinação do caminho
– Determina a rota que o datagrama segue desde o
fonte até o destino.
3. Dispositivo para detectar comunicação de erros
em datagramas e para atender as solicitações
de certas informações de camada de rede.

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Endereçamento IP
• O IPv4 Datagrama do IPv4

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Endereçamento IP
• O IPv4
– Cada endereço IP tem comprimento de 32 bits(4
bytes) divididos em 4 octetos de 8 bits, onde cada
octeto é convertido em número de base decimal
que abrange [0 – 255] e são separados por
ponto.
 2³² endereços IP possíveis
– Atualmente existem 5 tipos de classes definidas.
Estas classes são usadas para definir quantos bits
são alocados para endereço de rede e endereço
de hosts, podem ser usadas tambem para
dimensionar o tamanho da rede.

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Endereçamento IP
• Classes de endereçamento IP

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Endereçamento IP
• Classes de endereçamento IP
Classe A

0 NetId(rede) Host(máquina)
7 bits 24 bits
Máscara  255.0.0.0
7
Nº de redes classe A  2 - 2 = 128 - 2  126 redes Classe A
24
Nº de máquinas(hosts) classe A  2 - 2  16.777.216 - 2
 16.777.214 máquinas em cada rede classe A

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Endereçamento IP
• Classes de endereçamento IP

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Endereçamento IP
• Classes de endereçamento IP
Classe B

10 NetId(rede) Host(máquina)
14 bits 16 bits
Máscara  255.255.0.0
14
Nº de redes classe B  2 - 2 = 16384 - 2  16.382 redes Classe B
16
Nº de máquinas(hosts) classe B  2 - 2  65.536 - 2
 65.534 máquinas em cada rede classe B

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Endereçamento IP
• Classes de endereçamento IP

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Endereçamento IP
• Classes de endereçamento IP
Classe C

110 NetId(rede) Host(máquina)


21 bits 8 bits
Máscara  255.255.255.0
21
Nº de redes classe B  2 - 2 = 2.097.152 - 2  2.097.150 redes Classe C
8
Nº de máquinas(hosts) classe B  2 - 2  256 - 2
 254 máquinas em cada rede classe C

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Endereçamento IP
• Classes de endereçamento IP
– Classe D:
• Esta classe foi definida com tendo os quatro
primeiros bits do número IP como sendo sempre
iguais a 1, 1, 1 e 0. A classe D é uma classe
especial, reservada para os chamados endereços de
Multicast(.
– Classe E:
• Esta classe foi definida com tendo os quatro
primeiros bits do número IP como sendo sempre
iguais a 1, 1, 1 e 1. A classe E é uma classe especial
e está reservada para uso futuro.

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Endereçamento IP
• Classes de endereçamento IP
Quadro resumo

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Endereçamento IP
• Classes de endereçamento IP
Quadro resumo

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Endereçamento IP

Como o roteador sabe que duas


máquinas
Izequiel Pereira de estão na mesma rede?
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Endereçamento IP
• Cálculo da Sub-máscara
– Exemplo 1: Com base na figura anterior,
suponha que o computador cujo IP é
10.200.150.5 (origem) queira enviar um
pacote de informações para o computador
cujo IP é 10.200.150.8 (destino), ambos com
máscara de sub-rede igual a 255.255.255.0.
– O primeiro passo é converter o número IP das
duas máquinas e da máscara de sub-rede
para binário. Com base nas regras que vimos
anteriormente, teríamos a seguinte
conversão:

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Endereçamento IP
• Cálculo da Sub-máscara

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Endereçamento IP
Exercício: Suponha que o computador cujo IP é 10.200.150.5
(origem) queira enviar um pacote de informações para o
computador cujo IP é 10.204.150.8 (destino), ambos com
máscara de sub-rede igual a 255.255.255.0.
Irá funcionar?

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Roteamento IP

ORIGEM DESTINO

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Roteamento IP
1. Os computadores SP-01 (origem) e RJ-02
(destino) verificam se pertencem a mesma rede;
• SP-01: 10.10.10.5/255.255.255.0
• RJ-02: 10.10.20.12/255.255.255.0
2. Como não são da mesma rede os dados serão
enviados ao roteador;
3. Roteador de SP consulta sua tabela de
roteamento sobre a rede 10.10.20.0;
4. Roteador de SP identifica que os pacotes com
destino para 10.10.20.0 devem passar para a
interface 10.10.30.1;
5. Os pacotes são enviados pela interface
10.10.30.1 e passam através do link de
comunicação para a interface 10.10.30.2;

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Roteamento IP
1. No roteador do RJ chegam os pacotes IP de destino:
10.10.20.12. O roteador consulta a sua tabela de
roteamento e verificar se ele conhece um caminho
para a rede 10.10.20.0.
2. O roteador do RJ tem, em sua tabela de roteamento,
a informação de que pacotes para a rede 10.10.20.0
devem ser encaminhados pela interface 10.10.20.1
da rede local. O pacote é enviado e todos os
computadores recebem os pacotes de dados e os
descartam, com exceção do computador
10.10.20.12 que é o computador de destino.
3. Para que a resposta possa ir do computador RJ-02
para o computador SP-01, um caminho precisa ser
encontrado, para que os pacotes de dados possam
ser roteados do RJ para SP. Para tal todo o processo
é executado novamente, até que a resposta chegue
ao computador SP-01.
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DNS
• Domain Name Server
– O uso de 32 bits (4 bytes) para identificar
máquinas é mais complicado que o uso de
nomes com significado explícito;
– O Serviço de nomes (DNS) traduz de nomes
para endereços IPs e vice-versa;
– Então podemos dizer que o DNS “descobre”
ou melhor dizendo “resolve” um nome do tipo
www.fatene.edu.br;
– grande banco de dados distribuído em vários
servidores DNS e um conjunto de serviços e
funcionalidades, que permitem a pesquisa
neste banco de dados.
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DNS
• Domain Name Server
– o espaço de nomes da
Internet é um espaço de
nomes hierárquico,
baseado no DNS
• Top-level-domains

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DNS
• Sub domínios
– Após os Top-level-domains, a estrutura hierárquica
continua. Dentro do domínio .com, são criadas sub
domínios para cada país.
Por exemplo: br para o Brasil (.com.br), fr para a
frança (.com.fr), uk para a Inglaterra (.com.uk).
– Observe que o nome completo de um domínio é o
nome do próprio domínio e mais os nomes dos
domínios acima dele, no caminho até chegar ao
domínio root que é o ponto. Nos normalmente não
escrevemos o ponto, mas não está errado utilizá-lo.
Por exemplo, você pode utilizar www.microsoft.com
ou www.microsoft.com. (com ponto no final
mesmo).

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DNS
• Full Qualified Domain
– O nome completo de um computador da rede é
conhecido como FQDN – Full Qualifided Domain
Name. Por exemplo ftp.fatene.com.br é um
FQDN. ftp (a primeira parte do nome) é o nome
de host e o restante representa o domínio DNS
no qual está o computador. A união do nome de
host com o nome de domínio é que forma o
FQDN.
– Internamente a empresa pode criar sub
dominios do tipo:
• professores.fatene.edu.br
• ensino.fatene.edu.br

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DNS
• Componentes do DNS
– Servidores DNS: Os servidores DNS contém o banco de
dados do DNS com o mapeamento entre os nomes DNS e
o respectivo número IP. Os servidores DNS também são
responsáveis por responder às consultas de nomes
envidas por um ou mais clientes da rede. Você aprenderá
mais adiante que existem diferentes tipos de servidores
DNS e diferentes métodos de resolução de nomes;
– Clientes DNS: “resolvers” por exemplo, uma estação de
trabalho da rede, com o Win XP, quando um programa
precisa de resolução de um nome e repassar esta
consulta para um servidor DNS. O servidor DNS retorna o
resultado da consulta, o resultado é retornado para o
resolver, o qual repassa o resultado da consulta para o
programa que originou a consulta.

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DNS
• Componentes do DNS
– Registros do DNS (Resource Records): Os
registros são as entradas do banco de dados do
DNS. Em cada entrada existe um mapeamento
entre um determinado nome e uma informação
associada ao nome. Pode ser desde um simples
mapeamento entre um nome e o respectivo
endereço IP, até registros mais sofisticados para
a localização de DCs (controladores de domínio
do Windows 2000 ou Windows Server 2003) e
servidores de email do domínio.

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DNS
• Como funciona uma consulta no DNS

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DNS
• Como funciona uma consulta no DNS
1. O DNS tenta resolver o nome, usando o resolver local
– O cache local (memória/histórico);
– O arquivo host (\system32\drivers\etc).
– Pesquisa no servidor DNS
– consultar as zonas para as quais ele é uma autoridade;
– cache do servidor DNS
– recursão (recursion)  O servidor DNS fará consultas em
outros servidores

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DNS
• Como funciona a cache do DNS
– Quando as informações são gravadas no cache
do servidor DNS, um parâmetro chamado Time-
To-Live (TTL) é associado com cada informação.
Este parâmetro determina quanto tempo a
informação será mantida no cache até ser
descartada. O parâmetro TTL é utilizado para
que as informações do cache não se tornem
desatualizadas e para minimizar a possibilidade
de envio de informações desatualizadas em
resposta às consultas dos clientes. O valor
padrão do parâmetro TTL é 3600 segundos
(uma hora). Este parâmetro pode ser
configurado pelo administrador do DNS
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DNS
• Como funciona o DNS reverso?
– O DNS Reverso resolve um endereço IP para um
nome de servidor – por exemplo, ele poderia
resolver 200.176.3.142 para
exemplo.hipotetico.com.br
– As falhas dele não causam inacessibilidade. As falhas com
o DNS reverso ficam escondidas e um administrador
inexperiente nem percebe. Ele apenas acredita de que
tem problemas na rede causando lentidão.
– Isso inibe muito o trafego do SPAM,pois se você sabe que
o SPAM teve sua origem de uma empresa chamada
fulana.detal.com.br, você pode entrar em contato com ele
e aplicar as devidas restrições. O DNS reverso também
ajuda muito em casos de incidentes, ou seja, tentativas
de acesso indevido, scans nas portas dos servidores WEB,
pois fica fácil reconhecer a origem do incidente.
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DNS
• Os registros DNS mais freqüentemente usados:
– SOA  início da zona de autoridade;
– NS  um servidor de nome autoritativo;
– A  Um endereço de sistema (host address);
– CNAME  O nome canônico para um apelido (alias);
– MX  servidor de correio (mail exchanger);
– PTR  um ponteiro de nome de domínio (usado em
DNS reverso).

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DNS
• Usando o NSLOOKUP
– O comando NSLOOKUP solicita informações para
Servidores de Domínios da Internet, podendo
trabalhar em dois modos. No modo interativo pode-se
interagir com vários Servidores de Domínios e com
várias máquinas. No modo não interativo a solicitação
de informações é específica para uma determinada
máquina ou um determinado Servidor de Domínio.
– O comando NSLOOKUP entra em modo interativo
quando nenhum argumento de configuração é
fornecido, ou quando o primeiro argumento é um sinal
de menos (-) e o segundo argumento é o nome de
uma máquina ou de um Servidor de Domínios. Quando
nenhum agumento é fornecido, o comando estabelece
que as solicitações serão feitas para o Servidor de
Domínios da máquina onde esta executado o comando
NSLOOKUP.
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DNS
• Usando o NSLOOKUP
– Sintaxe: nslookup [-Optção ...] [Host] [-Nameserver]
– Alguns argumentos:
– server NOME  Considera como default o servidor
especificada pelo NOME.
– lserver NOME Este argumento usa o servidor inicial
para procurar informações sobre o domínio especificado
pelo NOME.
– root  Troca o servidor default pelo servidor root do
domínio.

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DNS
• Usando o NSLOOKUP
– Exemplo 1:
>nslookup
– Servidor padrão: ns6.velox.net.br
– Address: 200.165.132.155
– Exemplo 2:
>?  retorna os comandos que podem ser utilizados
– Exemplo 3:
>set type=any
>nome de um servidor

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Trabalho
• Provedores de Acesso

Como escolher um bom provedor?


– Custo?
– Serviços?
– Tecnologia?
– Beleza?
– Atrativo?
– Pageviews?

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Trabalho sobre provedores
Associação Brasileira de Provedores de Internet
Visitar site http://www.abranet.org.br/home/

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Próxima aula...
• Tipos de conexão da internet
• Principais tecnologias empregadas no acesso à
web;

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