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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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1. FINALIDADES

a. Prestar informações de caráter geral quanto aos objetivos gerais, inscrição e seleção do Curso de

Ações de Comandos (CAC); e

b. Orientar a preparação nas áreas afetiva, cognitiva, psicomotora (física e orgânica), material e

administrativa dos candidatos (oficiais e sargentos voluntários) ao Curso de Ações de Comandos (CAC).

2. REFERÊNCIAS

a. DRISME C I Op Esp (Portaria nº 117 e 118 - EME, de 12 de novembro de 2009);

b. Relatório da análise ocupacional;

c. Perfil Profissiográfico do concludente do CAC (BI Nr 070 DEE, de 29 de novembro de 2008);

d. Documento de Currículo do CAC (BI Nr 070 DEE, de 29 de novembro de 2008);

e. Plano de Disciplinas do CAC (BI Nr 070 DEE, de 29 de novembro de 2008);

f. NGA do CAC; e

g. Diretrizes do Cmt CI Op Esp.

3. OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

a. Curso de Ações de Comandos - OFICIAIS 1) Habilitar oficiais para ocupar cargos e ao exercício de funções nas Organizações Militares

subordinadas ao Comando de Operações Especiais e na 3ª Companhia de Forças, de acordo com os Quadros de Cargos Previstos (QCP).

b. Curso de Ações de Comandos - SARGENTOS

1) Habilitar sargentos para ocupar cargos e ao exercício de funções nas Organizações Militares subordinadas ao Comando de Operações Especiais e na 3ª Companhia de Forças, de acordo com os Quadros de Cargos Previstos (QCP).

4. INSCRIÇÃO DE CANDIDATOS

a. Requisitos exigidos para a inscrição

1) ser voluntário, do sexo masculino, e ter requerido a inscrição dentro do prazo vigente; 2) ser possuidor do Curso Básico Paraquedista (C Bas Pqdt)*; * OBSERVAÇÃO: Apesar do requisito “ser possuidor do C Bas Pqdt” constar da DRISME do CI Op Esp, o mesmo não tem sido cobrado quando do processamento da inscrição, seleção, matrícula e execução do Curso de Ações de Comandos. 3) ser voluntário para servir em OM do C Op Esp ou 3ª Cia F Esp; 4) estar, no mínimo, há um ano na OM, considerando, para a contagem desse tempo, a data de início do curso;

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5) se oficial, ser 2º Tenente, 1º Tenente ou Capitão (por ocasião da matrícula) de carreira, das Armas Combatentes, do Quadro de Material Bélico (QMB), do Serviço de Intendência ou de Saúde. Os capitães concludentes do CAO deverão ter, no mínimo, um ano na nova OM para poderem realizar o CAC, considerando, para a contagem desse tempo, as datas de apresentação na Unidade e de início do curso; e 6) se praça, ser 3º Sargento (com, no mínimo, um ano de serviço, após a conclusão do Curso de Formação de Sargento de carreira, por ocasião da matrícula), 2º Sargento ou 1º Sargento, de carreira, de qualquer Qualificação Militar de Subtenentes e Sargentos (QMS), e estar, no mínimo, no comportamento “BOM”. Os Sargentos concludentes do CAS deverão ter, no mínimo, um ano na nova OM para poderem realizar o CAC, considerando, para a contagem desse tempo, as datas de apresentação na Unidade e de início do curso.

5. ORIENTAÇÃO GERAL

Somente deverão ser indicados para o Curso de Ações de Comandos (CAC) os militares voluntários que sejam capazes de atingir os índices exigidos no Exame de Avaliação Física (EAF), no Exame de Avaliação Técnica (EAT) e de atender às condições da Inspeção de Saúde (IS), previstas na seleção preliminar

6. SELEÇÃO COMPLEMENTAR

a. A Seleção Complementar será realizada no CI Op Esp.

b. Os candidatos deverão se apresentar no C I Op Esp no dia 09 de março de 2014 até às 20:00hs ,

para serem submetidos à Seleção Complementar que terá a duração total de uma semana, e será constituída de:

1) inspeção de saúde complementar (ISC); 2) exame psicológico (realizado pelo CEP); 3) avaliação técnica (EAT); 4) avaliação física (EAF); e 5) primeiro Teste de Aptidão Física (TAF) de 2014

c. Esta seleção será conduzida pelo C I Op Esp que realizará a seleção nas áreas afetiva, cognitiva e

psicomotora nos candidatos.

7. INSPEÇÃO DE SAÚDE COMPLEMENTAR (ISC)

a. A ISC, destinada aos oficiais e sargentos, será realizada pelo Médico Perito do CIOpEsp, devendo

todos os candidatos se apresentarem, no CIOpEsp, de posse dos seguintes exames:

- Sangue: hemograma completo, VHS, contagem de plaquetas, HIV;

- Fezes: Parasitológico;

- Raio X do tórax (PA e perfil pulmões e coração) e dos seios da face;

- Urina;

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- Glicemia em Jejum;

- Uréia, Creatinina, TGO, TGP, Colesterol total, triglicerídeos, sódio, potássio, cálcio; bilirrubinas total e frações;

- Marcadores virais para hepatite A, B e C;

- Eletrocardiograma com laudo.

b. Os exames deverão ser realizados no máximo 45 (quarenta e cinco) dias antes da data de

apresentação do CI Op Esp.

c. Por se constituir em ato de serviço, os exames realizados pelos candidatos não deverão ser

indenizados (fator de custo).

8. PREPARAÇÃO NA ÁREA AFETIVA

a. Exame Psicológico O exame psicológico será realizado no C I Op Esp, conduzido por uma equipe do Centro de Estudo

de Pessoal (CEP), podendo ser reforçado por psicólogo(s) do C I Op Esp. Este exame será considerado auxiliar e não-eliminatório no processo de seleção para o CAC.

b. Atributos da área afetiva desenvolvidos e avaliados no CAC

1) O CAC é um curso no qual são exploradas as três áreas do conhecimento: AFETIVA, COGNITIVA

e PSICOMOTORA. Pela característica das missões atribuídas a um Destacamento de Ações de

Comandos, a área afetiva se reveste de fundamental importância no perfil do concludente. Entretanto, o

pouco tempo de realização do curso dificulta, sobremaneira, o desenvolvimento por completo desses atributos. Assim, é imprescindível que os candidatos estejam preparados desde o início para serem avaliados nessa área, pois serão criadas situações para que os candidatos/alunos demonstrem e aprimorem tais atributos. 2) São eles:

a) ADAPTABILIDADE: adaptar-se de maneira apropriada a mudanças de situação.

b) AUTOCONFIANÇA: capacidade de demonstrar segurança e convicção em suas atitudes, nas

diferentes circunstâncias.

c) COOPERAÇÃO: Capacidade de contribuir espontaneamente para o trabalho de alguém e/ou

de uma equipe.

d) CORAGEM: capacidade para agir de forma firme e destemida, diante de situações difíceis e

perigosas, seguindo as normas de segurança. e) CRIATIVIDADE: capacidade de produzir novos dados, idéias e/ou realizar combinações originais, na busca de uma solução eficiente e eficaz.

f) DECISÃO: capacidade de optar pela alternativa mais adequada, em tempo útil e com con-

vicção.

g) DINAMISMO: capacidade de atuar ativamente com intenção determinada.

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h) EQUILÍBRIO EMOCIONAL: capacidade de controlar as próprias reações para continuar a agir,

apropriadamente, nas diferentes situações.

i) LIDERANÇA: capacidade de dirigir, orientar e propiciar modificações nas atitudes dos membros de um grupo, visando atingir os propósitos da instituição.

j) ORGANIZAÇÃO: capacidade de desenvolver atividades de forma sistemática e eficiente.

k) PERSISTÊNCIA: capacidade de manter-se em ação continuadamente, a fim de executar uma

tarefa vencendo as dificuldades encontradas.

l) RESISTÊNCIA: capacidade de suportar, pelo maior tempo possível, a fadiga resultante de esforços físicos e/ou mentais, mantendo a eficiência.

m) RESPONSABILIDADE: capacidade de cumprir suas atribuições assumindo e enfrentando as

consequências de suas atitudes e decisões.

n) ZELO: capacidade de cuidar dos bens móveis e imóveis que estão ou não sob sua

responsabilidade.

09. PREPARAÇÃO NA ÁREA COGNITIVA

a. Exame de Avaliação Técnica (EAT)

1) O Exame de Avaliação Técnica terá o caráter eliminatório e será realizado na Seleção Complementar. 2) O exame será constituído de uma prova escrita, contendo itens objetivos e subjetivos, do tipo certo ou errado com correção, verdadeiro ou falso, múltipla escolha, completamento de lacunas, correspondência de colunas, identificação, ordenação ou pergunta direta simples. 3) A prova terá a duração de até 04 (quatro) horas.

4) O exame será preparado e aplicado pelo CI Op Esp, durante a Seleção Complementar. 5) Serão considerados aptos, neste exame, os candidatos que conseguirem nota igual ou superior a 5,0 (cinco). 6) Não haverá segunda chamada nem segunda tentativa. 7) As matérias do EAT constam da DRISME CIOpEsp.

b. Assuntos por Disciplinas Curriculares

1) Para otimização do processo ensino-aprendizagem, o candidato já deverá se apresentar para a Seleção Complementar tendo pleno conhecimento e domínio obrigatório dos assuntos abaixo:

a) Higiene, Profilaxia e Primeiros Socorros

(1) Identificar os sintomas e efeitos dos distúrbios térmicos e da rabdomiólise. (2) Empregar as medidas a serem adotadas para prevenir o acometimento de distúrbios térmicos e da rabdomiólise. (3) Aplicar as técnicas de primeiros socorros, em especial AVDI / ABC.

b) Topografia e Orientação em Campanha (1) Identificar e calcular a escala de cartas topográficas.

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(2) Identificar as convenções cartográficas e símbolos militares nas cartas topográficas. (3) Identificar acidentes planimétricos e altimétricos na carta e no terreno. (4) Declinar uma carta topográfica e atualizar o ângulo QM. (5) Calcular azimutes e contra-azimutes magnéticos e lançamentos. (6) Localizar (locar) e designar pontos na carta topográfica por meio de tela código, linha código, coordenadas retangulares, polares e geográficas.

(7) Determinar direções e azimutes para orientação e navegação. (8) Traçar na carta topográfica uma rota. (9) Montar um quadro auxiliar de navegação (QAN) para a rota traçada. (10) Orientar a carta por meio de bússola ou do terreno. (11) Localizar pontos por meio dos processos de interseção avante e a ré. (12) Orientar-se em terreno variado armado, equipado e com mochila. (avaliação) (13) Configurar um GPS para utilização. (14) Conhecer os datuns das cartas topográficas utilizados em cada região em que for operar. (15) Registrar coordenadas retangulares e geográficas no GPS. (16) Registrar rotas para navegação. (17) Empregar o GPS como instrumento auxiliar de navegação.

c) Lutas

(1) Aplicar as técnicas de combate corpo a corpo a mão livre, com faca, com armas curtas, com armas longas e com baioneta. (2) Conhecer as técnicas de silenciamento de sentinelas com armas brancas.

d) Comunicações

(1) Descrever os fundamentos de utilização das comunicações rádio. (2) Instalar e explorar os equipamentos rádio existentes na OM, particularmente a PRC 910, a Harris Falcom, a ICOM e a Vertex. (3) Identificar os componentes dos equipamentos rádio existentes na OM acima citados. (4) Identificar os tipos de antenas básicas e seus componentes. (5) Instalar antenas básicas. (6) Calcular e construir antenas improvisadas. (7) Criptografar e decriptografar mensagens empregando os processos de chave-simples, chave-dupla e alfabeto retangular. (8) Autenticar mensagens em fonia. (9) Aplicar as medidas de proteção eletrônica na exploração das comunicações. (10) Utilizar as IPComElt/IEComElt. (11) Empregar as técnicas de preparação e manutenção do material de comunicações.

e) Instrução Individual para o Combate

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(1) Conhecer o terreno (nomenclatura, valor militar dos acidentes, interpretação de indícios, avaliação de distâncias, designação de alvos e objetivos). (2) Saber utilizar o terreno (seleção e escolha de itinerários, cobertas, abrigos, para observar, para atirar, para progredir, camuflagem individual). (3) Conhecer as missões individuais (vigia, esclarecedor, homem de ligação, mensageiro,

atirador).

f) Explosivos e Destruições (1) Identificar as propriedades, tipos e características do material militar de destruição. Identificar os explosivos militares e comerciais. (2) Descrever as medidas de segurança no manuseio de explosivos. (3) Descrever as técnicas de utilização do equipamento militar de destruição. (4) Descrever os processos de escorvamento e lançamento de fogo. (5) Calcular a amperagem necessária para lançamento de fogo em um circuito elétrico. (6) Citar os tipos de destruição. (7) Descrever a sequencia dos trabalhos de destruição com emprego de explosivos militares. (8) Calcular cargas necessárias aos diversos tipos de destruição, empregando explosivos

militares e comerciais para cortar aço, trilhos, madeira, cargas de pressão, ruptura, abertura de crateras, abatiz e vigas.

g) Armamento, Munição e Tiro

(1) Identificar as características; executar a desmontagem e a montagem (1° e 2° escalão); executar o manejo; executar a operação; e empregar a técnica de tiro/material dos armamentos e artefatos utilizados em Operações Especiais do Exercito Brasileiro. (2) Obter a alça de combate do fuzil.

h) Patrulhas (1) Citar os tipos de patrulhas. (2) Organizar os diversos tipos de patrulhas. (3) Realizar o estudo de situação e as normas de comando. (4) Elaborar e emitir uma Ordem Preparatória e Ordem à Patrulha.

i) Nós e Amarrações

(1) Confeccionar os diferentes tipos de nós (direito, de porco, prússico, escota, azelha, azelha em oito, lais de guia e pescador. (2) Confeccionar o assento americano, a atadura de peito e auto-segurança para escalada.

j) Fontes de consulta (buscar as edições mais recentes) (1) Manual C 21-26 (Leitura de Cartas e Fotografias Aéreas). (2) Manual C 24-9 (Exploração em Radiotelefonia) 3ª Edição 1995. (3) Manual C 11-1 (Emprego das Comunicações) 2ª Edição 1997.

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(4) Manual C 24-50 (Segurança das Comunicações) 3ª Edição 1995. (5) Manual C 5 -25 (Explosivos e Destruições). (6) Manual C 21-74 (Instrução Individual para o Combate). (7) Caderno de Instrução CI 21-75/1 (Patrulhas) - 1ª Edição 2004 - Experimental. (8) Manual C 20-50 (Lutas).

10. PREPARAÇÃO NA ÁREA PSICOMOTORA (FÍSICA e ORGÂNICA) a. Exame de Avaliação Física (EAF) 1) PROVAS

DIA

PROVAS

PADRÃO MÍNIMO

 

1. Corrida de 8.000 m

39

minutos

2. Flexão na Barra

C

20 20 TFM

3. Abdominal

C

20 20 TFM

 

4. Flexão de Braço

C

20 20 TFM

 

5. Subida na Corda Vertical

4

m

6. Pista de Pentatlo Militar (PPM)

C

20 20 TFM

7. Nado submerso

15

m

8. Natação Utilitária de 400 m

19

minutos

9. Flutuação

15

minutos

10. Marcha de 16 km

2

horas e 45 minutos

2) CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO a) Exame de Avaliação Física (EAF) (1) As Provas poderão ser realizadas em até duas tentativas, com intervalo de, pelo menos, um dia para a segunda tentativa. A prova nr 10. Marcha de 16 km terá apenas uma tentativa. (2) A falta à 1ª tentativa ou sua desistência somente poderá ocorrer por motivo de força maior, plenamente justificado, ao chefe da comissão de aplicação do EAF. (3) Havendo uma tentativa subseqüente, em virtude de o candidato não ter atingido o índice da prova (por insuficiência ou falta à prova), o seu verificador deverá ser diferente daquele que verificou a tentativa anterior e esta última tentativa deverá ser supervisionada pessoalmente pelo Oficial Superior Chefe da Comissão de Aplicação do EAF. (4) Caso o candidato não deseje realizar alguma das tentativas subseqüentes ou o restante do EAF, deverá preencher e assinar um termo de desistência, no qual abrirá mão dessa execução, e entregá-lo ao Chefe da Comissão de Aplicação do EAF. (5) As provas de nº. 2. Flexão na Barra, nº 3. Abdominal, nº 4. Flexão de Braço e nº 6. PPM serão realizadas de acordo com o C 20 20 Treinamento Físico Militar 3ª edição 2002, Portaria nr 089 EME, de 07 de novembro de 2002 e com a Diretriz para o TFM do Exército e sua Avaliação, Portaria nr 032 EME, de 31 de agosto de 2008, obedecendo a idade do candidato e devendo ser alcançado, no

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Padrão Avançado de Desempenho Físico (PAD), o conceito E. As demais provas seguirão as condições abaixo.

b) Prova nº 1. Corrida de 8.000m (1) Correr 8.000 metros em terreno plano, em um tempo de até 39 (trinta e nove) minutos.

Caso haja desnível no percurso, este deverá ser suave e, na medida do possível, compensado por um desnível inverso (neste caso, seria ideal que a chegada coincidisse com a largada). O tempo de realização será registrado para avaliações posteriores. (2) Caso o candidato não consiga percorrer o itinerário no tempo previsto, ainda assim deverá ser registrado o seu tempo de realização, conforme o item anterior. (3) Será realizada com o uniforme 4º A1 sem cobertura, sem camiseta camuflada e sem blusa de combate (busto nu). (4) A prova poderá ser realizada em até duas tentativas.

c) Prova nº 5 Subida na Corda Vertical

(1) Subir 4 (quatro) metros em corda vertical, de sisal, com o diâmetro de 1,5 (uma e meia) polegada, sem impulso inicial a partir da base (solo ou colchão), sem o auxílio dos pés ou pernas, com a corda distendida ao lado do corpo, sem limite de tempo. A altura subida será registrada para avaliações posteriores.

(2) A corda deverá estar balizada aos 0,0 (zero), 3,0 (três), 3,5 (três e meio) e 4,0 (quatro) m de altura. A marcação deverá ser ultrapassada por ambas as mãos do candidato, para ser considerada. A marcação inicial (referente ao 0,0 m) deverá estar a 1,80 m (um metro e oitenta centímetros) de altura, de modo que o candidato esteja com ambas as mãos abaixo da mesma quando começar a subida. (3) Caso o candidato não consiga subir a altura prevista, ainda assim deverá ser registrada a altura subida, conforme os itens anteriores. (4) Será realizada com o uniforme 4º A1 sem cobertura, sem camiseta camuflada e sem blusa de combate (busto nu). (5) A prova poderá ser realizada em até duas tentativas.

d) Prova nº 7. Nado Submerso

(1) A prova poderá ser realizada em qualquer meio aquático sem correnteza, preferencialmente em piscina, sem limite de tempo. (2) O percurso de 15 metros deve ser realizado em apnéia única, em qualquer estilo, sem que qualquer parte do corpo do militar aflore na superfície. A distância percorrida será registrada para avaliações posteriores. (3) A área a ser transposta deverá ser balizada por raias e / ou cordas de nylon; aos 0 (zero), 10 (dez) e 15 (quinze) m de distância. A marcação deverá ser ultrapassada pelo corpo do candidato, para ser considerada. Poderá haver o toque do corpo do militar no balizamento, desde que o nado submerso termine após o mesmo. (4) A partida deverá ser sem impulso, na posição de pé ou de flutuação natural.

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(5) Caso o candidato não consiga mergulhar a distância prevista, ainda assim deverá ser registrada a distância mergulhada, conforme os itens anteriores. (6) A prova será realizada com uniforme 4º A1 (calça, blusa de combate, camiseta camuflada) com coturno, desarmado, sem cobertura, com as mangas abaixadas ou arregaçadas e sem equipamento. (7) A prova poderá ser realizada em até duas tentativas.

e) Prova nº 8. Natação Utilitária de 400m

(1) A prova poderá ser realizada em qualquer meio aquático sem correnteza, preferencialmente em piscina, em um tempo de até 19 (dezenove) minutos. O tempo de realização será registrado para avaliações posteriores. (2) O militar deverá nadar 400 metros, em qualquer estilo, não sendo permitido o nado submerso (quando o militar permanecer mais de 5 segundos com todo o corpo abaixo da linha d’água), partindo da posição de pé ou de flutuação natural, sem impulso, não podendo apoiar-se em qualquer auxílio para flutuação, ou mesmo nas bordas da piscina, durante todo o percurso. Na virada, o militar poderá tocar apenas as mãos na parede da piscina, não podendo fazê-lo com os pés. (3) Caso o candidato não consiga nadar no tempo previsto ou a distância prevista, deverão ser registrados o seu tempo de realização e a distância percorrida, conforme os itens anteriores. (4) A prova será realizada com uniforme 4º A1 (calça, blusa de combate, camiseta camuflada) com coturno, desarmado, sem cobertura, com as mangas abaixadas ou arregaçadas e sem equipamento. (5) A prova poderá ser realizada em até duas tentativas. f) Prova nº 9. Flutuação (1) A prova poderá ser realizada em qualquer meio aquático sem correnteza, preferencialmente em piscina, em um tempo de 15 (quinze) minutos. O tempo de realização será registrado para avaliações posteriores. (2) O militar deverá manter o corpo na vertical (caracterizado por não haver afloramento de barriga, nádegas, cintura, pernas e pés) e não poderá realizar deslocamentos que excedam a área de uma circunferência de 2,5 (dois vírgula cinco) metros de diâmetro, nem poderá apoiar-se em qualquer auxílio (de flutuação ou bordas da piscina) durante a prova. Para tal, a área de flutuação deverá ser balizada por cordas de nylon e / ou raias, que não deverão ser tocados pelo candidato durante a realização da prova. (3) A contagem do tempo terá início com o candidato na posição de pé ou de flutuação

natural.

(4) Caso o candidato não consiga flutuar o tempo previsto, ainda assim deverá ser registrado o seu tempo de realização, conforme os itens anteriores. (5) A prova será realizada com uniforme 4º A1 (calça, blusa de combate, camiseta camuflada)

com coturno, desarmado, sem cobertura, com as mangas abaixadas ou arregaçadas e sem equipamento. (6) A prova poderá ser realizada em até duas tentativas.

g) Prova nº 10. Marcha de 16 km (1) Marchar 16 km em percurso variado por estradas e através campo, em um tempo de até 2

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(duas) horas e 45 (quarenta e cinco) minutos. Caso haja desnível no percurso, este deverá ser suave e, na medida do possível, compensado por um desnível inverso (neste caso, seria ideal que a chegada coincidisse com a largada). O tempo de realização será registrado para avaliações posteriores. (2) Será realizada com uniforme 4º A1 (calça, camiseta camuflada, blusa de combate, com coturno), com gorro, armado de fuzil (com carregador), pistola (com carregador), faca de trincheira e com fardo aberto e fardo de combate. (3) O fardo aberto será composto de: cinto NA e suspensório; porta-carregador de fuzil com dois carregadores de fuzil (com munição); porta-pistola; porta-carregador de pistola; um carregador de pistola (com munição); porta-curativo; porta-cantil, cantil (completo de água) e caneco; e porta-carregador de fuzil com kit de manutenção. (4) O fardo de combate deverá ser preparado com pelo menos 15 (quinze) kg de carga em mochila de grande ou média capacidade. A água do cantil do fardo aberto poderá ser consumida durante a realização da marcha. O candidato também poderá consumir água que esteja transportando na sua mochila, desde que esta esteja com o peso previsto ao final da marcha. (5) Caso o candidato não consiga percorrer o itinerário no tempo previsto, deverá ser registrado o seu tempo de realização, conforme os itens anteriores. (6) Haverá pesagem da mochila no início e ao término da marcha. Caso seu peso seja inferior a 15 kg, o candidato será considerado inapto no EAF. (7) A prova será realizada em tentativa única.

b. Considerações Importantes

1) O preparo físico e orgânico é de fundamental importância para garantir o sucesso do candidato/aluno no curso; 2) Durante o curso há uma tendência para a diminuição do condicionamento físico, em função do desgaste físico e orgânico ao qual o aluno é submetido. Por isso, sugere-se que durante os treinamentos, o aluno busque atingir índices e/ou condições de execução mais difíceis dos que os expostos nesta orientação. 3) Os programas de treinamento sugeridos estão especificados no Site do IPCFEx/ TRABALHOS PRODUZIDOS/ PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO PARA O CURSO DE AÇÕES DE COMANDOS. 4) Para orientar a preparação psicomotora devem ser levados em consideração os objetivos específicos abaixo a seguir.

c. Objetivos Específicos 1) O candidato/aluno deve iniciar a Seleção Complementar do CAC em condições de realizar:

a) TAF (1) Padrão de Aptidão Física Inicial (PAFI) (a) O PAFI é o padrão evidenciado por meio de um exame físico inicial.

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(b) O PAFI deverá ser atingido para matrícula em cursos que exijam preparação física

especial de seus militares, devendo ser proposto pelas OM e aprovado pelo EME, considerando os PED a

serem atingidos pelos integrantes das organizações que exijam a habilitação do curso. (c) Para fins da Seleção Complementar do CAC, será considerado no PAFI o Conceito “E” no Desempenho Físico Individual do Padrão Avançado de Desempenho (PAD).

(d) O treinamento físico será desencadeado a partir do PAFI, que deverá ser demonstrado

pelo conscrito ou candidato por ocasião da avaliação a que será submetido. As qualidades físicas que caracterizarão o PAFI serão estabelecidas considerando duas finalidades:

- servir de critério de seleção física; e

- servir de base para o desenvolvimento do treinamento físico, visando atingir o padrão

previsto.

b) Marcha

(1) Realizar marcha de 16 Km, armado e equipado com mochila de 15 Kg, no tempo máximo de 2h 45 min. (2) Realizar marcha de 20 Km, armado e equipado com mochila de 20 Kg, no tempo máximo

de 5 horas.

c) Corrida

Correr 5000 (cinco mil) metros em pista de solo natural, terreno variado, fardado, armado e equipado e com mochila de 5Kg no tempo máximo de 40 (quarenta) minutos.

d) Transposição de Obstáculos verticais e Horizontais (Pista de Cordas)

Executar a transposição de obstáculos verticais e horizontais com o auxilio de cordas, fardado, armado, equipado e com mochila de 5Kg no tempo de 12 minutos.

e) Natação Utilitária

(1) Executar a desequipagem individual em meio aquático em um tempo de 15 minutos (com todas as peças ancoradas); (2) Nadar 800 (oitocentos) metros com aplicação de qualquer estilo, fardado e equipado, em meio controlado de piscina (nado de superfície frente, lado e costas); (3) Nadar 25 (vinte e cinco) metros em meio controlado de piscina por baixo d’água; (4) Nadar 25 (vinte e cinco) metros com aplicação do nado indiano; (5) Nadar 3000 (três mil) metros com emprego de qualquer estilo, sem auxílio de nadadeiras e com seu fardamento, armamento e equipamento. Sugere-se o nado de peito modificado (nado militar); (6) Realizar apnéia estática: 1 minuto e 30 segundos; (7) Executar exercícios de flutuação sem o emprego de meios auxiliares em meio controlado de piscina por 1 hora; (8) Empregar as nadadeiras, máscara e respirador (snorkel) na natação de superfície, fardado, armado, equipado em um percurso de 3000 (três mil) metros; (9) Alagar e desalagar o respirador (snorkel) e a máscara.

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f) Fontes de consulta (1) Manual C 20-20 (Treinamento Físico Militar) (2) Manual C 21-78 (Transposição de Obstáculos) c. Esclarecimento sobre a rabdomiólise 1) Operações militares são particularmente suscetíveis à produzir uma quantidade grande de problemas relacionados ao calor. É importante compreender o papel desempenhado por diversos fatores ambientais e operacionais, e a natureza das doenças usualmente denominadas “doenças induzidas pelo calor”. Alguns casos fatais ocorreram durante a realização de atividades militares, o que exige um intenso trabalho de prevenção, com o comprometimento tanto de quem conduz, como de quem participa da operação militar. 2) Nas atividades do Curso de Ações de Comandos (CAC) a possibilidade da ocorrência de distúrbios relacionados ao calor é grande, pois são vários fatores que geram essas possibilidades, entre eles o desenvolvimento das operações em ambiente quente e úmido, o uso do fardamento cobrindo o corpo, o que dificulta o resfriamento do organismo, privação do sono, etc. Isto causa um desgaste orgânico muito expressivo e pode causar câimbras, internação e rabdomiólise. Daremos uma atenção especial a esta última que vem sendo foco de estudo e discussão. 3) O termo rabdomiólise refere-se à ruptura da célula muscular, com liberação de seus componentes celulares na circulação. Estes, ao serem filtrados nos rins, podem levar à disfunção renal. Isto acontece com uma incidência maior do que se imaginava, como, por exemplo, que parece, por exemplo, nos Estados Unidos, onde são reportados cerca de 25.000 casos anuais, mesmo com temperaturas mais amenas que o Brasil. 4) O reconhecimento precoce, se possível antes da ocorrência de dano renal, é importante, porque a intervenção antecipada permite a recuperação completa do paciente e previne as complicações. 5) Inúmeras causas de rabdomiólise têm sido descritas desde então. As mais comuns parecem ser uso de álcool, excesso de atividade física e, principalmente, o uso de medicações lícitas e ilícitas (anabolizantes em geral). 6) Estudos conduzidos com militares que desenvolveram quadro de rabdomiólise indicam o uso anterior de drogas e toxinas inapropriados. Isto está relacionado ao uso constante de suplementos alimentares de natureza diversas, os quais consomem grande quantidade de líquido do organismo. Este quadro, aliado às exigências da atividade, causa um desgaste expressivo, gerando um quadro de rabdomiólise. 10) Pelos motivos expostos, os candidatos/ alunos do Curso de Ações de Comandos será submetidos a exames conduzidos pela Divisão de Doutrina e Pesquisa (DDP) do CIOpEsp, particularmente, o Laboratório, para preservar a segurança física e orgânica dos candidatos/alunos e garantir o bom andamento das instruções militares previstas.

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11. PREPARAÇÃO MATERIAL (MÓDULOS)

a. Considerações Iniciais A distribuição do equipamento que leva o combatente estará disposta em módulos. Estes módulos

serão definidos segundo a disponibilidade e acesso ao material nas diferentes situações em que se tenha que utilizá-los.

b. Definição dos módulos 1) MÓDULO TÁTICO

- Composto por todo o material necessário para a sobrevivência básica e que se deve estar

distribuído em nosso corpo, uniforme, equipamento e armamento. 2) MÓDULO DE ASSALTO

- Composto basicamente pela mochila de assalto, na qual se colocará o material próprio da

missão. 3) MÓDULO DE COMBATE

- Mochila de grande capacidade para várias jornadas (variável de acordo com a missão) na qual

se colocará o material da missão, material de conforto e acrescentaremos equipamento que incrementa

nossa capacidade operacional e amplia nossa permanência no combate e sobrevivência. 4) BOLSA DE EMERGÊNCIA

- Bolsa T-10 ou saco VO, que permanecerá sobre o armário do alojamento e que conterá material

pessoal extra, que possa ser necessário de acordo com a situação. c. Recuperação em combate Todos os módulos terão que cobrir em maior ou menor medida os aspectos básicos para aplicar as

técnicas de recuperação em combate (CR/Combat Recovery), relacionadas segundo a prioridade:

1) PROTEÇÃO Deve-se estar o melhor preparado para seguir combatendo. 2) LOCALIZAÇÃO Deve-se saber onde estamos, estabelecer as comunicações e transmitir nossa posição. 3) ÁGUA - Poder obter, purificar e preparar agua consumível 4) COMIDA - Buscar, obter, preparar e manter a comida.

d. Configuração dos módulos 1) MÓDULO TÁTICO

a) MÓDULO TÁTICO = UNIFORME + FARDO ABERTO

b) UNIFORME 4º A1 (1) Como medida de segurança para as diferentes atividades o aluno deverá portar SEMPRE:

(a) no bolso superior esquerdo da gandola, uma bolsa impermeável, com o seguinte

material:

- 01 fotocópia plastificada da carteira de identidade;

- 01 fotocópia plastificada do cartão do FUSEX; e

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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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- 01 memento plastificado contendo os números de emergência do CIOpEsp.

(b) no bolso direito da gandola:

- 01 bússola tipo “silva” (com ponto fosforescente para operações noturnas) ancorada

por cadarço de velame sem miolo ao bolso). (2) O aluno também deverá portar/utilizar:

- 01 par de coturnos ou boots (calçado da OM de origem) com amarração de soltura rápida

tipo “argentina”;

- 01 relógio a prova d’água;

- 01 protetor de relógio camuflado;

- 01 plaqueta de identificação (com seus dados e presa por sua corrente original, não

utilizando cordel velame), contendo: posto ou graduação, nome de guerra, tipo sangüíneo e fator RH,

Identidade e

prensada. c) FARDO ABERTO (Anexo B) (1) Constituição geral

Nr Cartão FuSEx (alergias, SFC, no verso). Sugere-se que a plaqueta seja escrita e não

- 01 suspensório em “Y” ou “H” com bolsos;

- 01 apito (cor preta) tipo “fox 40” ancorado por cadarço de velame sem miolo ao bolso

esquerdo do equipamento.

- 01 canivete tipo “one hand” no bolso superior direito da gandola, devidamente ancorado.

- 01 cinto NA;

- 04 portas-carregadores de fuzil (FAL);

- 01 porta-curativo;

- 01 porta-cantil;

- 01 cantil com caneco;

- 01 faca (modelo trincheira, fosfatizada e com corte);

- 01 coldre fechado com porta carregador de pistola; (2) Constituição específica

- 01 Kit Curativo (conforme Anexo C);

- 01 Kit Sobrevivência (Cinto NA) (conforme Anexo C);

- 01 Kit Mnt Armt reduzido (saque-rápido);

- 01 Kit Camuflagem;

- 01 lanterna de cabeça (Petzl preta ou camuflada);

- 01 talher;

- 01 fita isolante preta;

- 01 par de protetores de ouvido (em seu recipiente);

- 01 camelback com mochila (preto ou camuflado)

- 04 carregadores de fuzil (fornecidos pelo CIOpEsp); e

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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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- 01 carregador de pistola (fornecidos pelo CIOpEsp).

2) MÓDULO DE ASSALTO

a) É o que se considera necessário para ações no objetivo. Leva-se na mochila de assalto e

complementa o módulo tático. Será composto de:

b) MOCHILA DE ASSALTO + MÓDULO TÁTICO (Uniforme + Fardo Aberto), contendo:

(1) Constituição geral

- 01 mochila de assalto (ou de média capacidade sem armação e sem ferragens) (2) Constituição específica

- Materiais necessários na AÇÃO NO OBJETIVO (conforme Plj de cada missão).

3) MÓDULO DE COMBATE I (Anexo C)

a) É o que se considera necessário para ações de 24-48 horas.

Leva-se na mochila de grande

capacidade e complementa o módulo de assalto. Será composto de:

b) MOCHILA DE GRANDE CAPACIDADE + MÓDULO DE TÁTICO E DE ASSALTO, contendo:

(1) Constituição geral

- 01 mochila de grande capacidade

(2) Constituição específica

- Mochila de assalto vazia dentro da mochila de grande capacidade.

- 01 Kit 1 o Socorros (conforme anexo C);

- 01 ração R2 (24h) (consumida somente mediante ordem);

- 01 capacete;

- 05 carregadores fuzil sobressalentes;

- 01 cabo solteiro;

- 02 mosquetões de segurança;

- 01 freio em 8;

- 01 poncho americano;

- 01 manta leve ou velame;

- 01 uniforme de muda adaptado ao clima composto por:

- Clima quente: 02 pares de meia, 01 camiseta e 01 cueca;

- Clima frio: O anterior mais luvas, roupa interior (2ª pele) e gorro de lã (touca) pretos.

- 01 abrigo intempérie (Malvinão ou Goretex);

- 01 refil do Camelback (com 3 litros de água);

- 02 saches de repositor hidroeletrolítico em pó;

3) MÓDULO DE COMBATE II (Anexo C)

a) É o que se considera necessário quando a ação requer um movimento de aproximação de

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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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duração superior às 48 horas. Este módulo será composto pelo: MÓDULO DE COMBATE I + KITS + MATERIAL DE PERNOITE, contendo:

- 01 Kit Higiene (conforme anexo C);

- 01 Kit Operações (conforme anexo C);

- 01 Kit Uniforme (conforme anexo C);

- 01 Kit Demolições (conforme anexo C);

- 01 Kit Manutenção do Armamento (conforme anexo C);

- 01 Kit Contato (conforme anexo C), preferencialmente com tênis;

- 01 sunga preta / bermuda lycra reserva;

- 01 marmita (sem tampa);

- 01 uniforme completo com boot;

- Munição, além da dotação, que se exija para a missão (fornecida pelo CIOpEsp);

- Alimentação para o período específico da missão (fornecida pelo CIOpEsp);

- Macetes opcional;

- Fogareiro e carga de sobressalente (tipo Coleman) opcional.

- Isolante térmico (travessia da Serra dos Órgãos) - opcional;

- Saco de dormir (travessia da Serra dos Órgãos) - opcional;

- Barraca Iglu (travessia da Serra dos Órgãos) - opcional; e

- Saco de goretex para saco de dormir (travessia da Serra dos Órgãos) opcional.

b) O equipamento constante de todos os módulos deve estar perfeitamente estanque e individualizado (Ex: roupa de muda em um saco de impermeabilizar, abrigo em outra) e as mochilas impermeabilizadas como um todo, para que tenha flutuabilidade.

4) BOLSA DE EMERGÊNCIA.

a) Finalidade principal - Ter disponíveis no alojamento do curso os elementos mínimos que um aluno possa

necessitar em caso de uma emergência médica.

b) Finalidade secundária

- Ter disponíveis uma série de elementos que possam ser necessários para o desenvolvimento do curso (evasão, viagens etc). Cada aluno terá um saco VO do tipo antigo, marcado com uma etiqueta (com nome e sobrenome), contendo:

(1) Artigos de asseio pessoal: Sabonete, pasta e escova de dentes, espuma ou gel de barbear, barbeador, lâminas de barbear, pente ou escova e toalha; (2) Roupa de muda: 01 Uniforme 5ºA completo (short, camisa, meias brancas e tênis), 01 uniforme 4ºA1 completo (gorro da unidade, gandola, calça, camisa, cinto, coturno, meias verdes e bombacha), 02 cuecas.

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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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(3) Medicamentos pessoais (SFC), lentes de contato e líquidos sobressalente (SFC). (4) Fotocópias da carteira de identidade e cartão do FUSEx. c) Deve estar sempre em cima do armário. Deverá estar pronto no primeiro dia da apresentação. Seu conteúdo só será utilizado com a autorização do coordenador do curso.

e. Uniformes e vestuário

1) 01 uniforme 3º D2 (Uniforme de apresentação); 2) 10 uniformes operacionais de combate “camuflado” 4º A1; 3) 05 coturnos pretos ou boots marrons (calçado da OM); 4) 10 camisetas camufladas; 5) 02 uniformes de TFM (5º A e 5º C); 6) 10 sutaches, com a inscrição COMANDOS; e 7) 10 sutaches, com o Nome de Guerra. f. Documentos 1) 03 fotos 3X4 em traje militar; 2) 03 fotos 3X4 em traje civil; 3) 04 cópias plastificadas da carteira de identidade (01 para bolsa de emergência, 01 para uniforme e mais 02 reservas); 4) 04 cópias plastificadas do cartão Fusex (01 para bolsa de emergência, 01 para uniforme e mais 02 reservas); 5) 01 cópia da Ficha Individual atualizada impressa com antecedência de no máximo 15 dias e em mídia; 6) 03 fotos 3X4 do estafeta fardado; 7) 01 cópia da identidade do estafeta (SFC); 8) 01 cópia do comprovante de endereço do estafeta (SFC); e 9) 01 cópia da CNH do estafeta (SFC).

g. Diversos

1) 02 cadeados com segredo; 2) Material para impermeabilização (sacos plásticos transparentes de 0,2mm de espessura e de vários tamanhos):

- 0,80m x 1,0m = mochila

- 0,40m x 0,60m = roupa de muda

- 0,22m x 0,50m = boot

- 0,15m x 0,30m = kits

3) Tiras de borracha (câmara de ar de carro, moto e bicicleta);

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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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5) Cadarço de velame para amarrações diversas; 6) Boot com solado para montanha - opcional; 7) Protetor bucal de silicone moldável, (será utilizado nas Instruções de lutas) 8) Outros que desejar.

h. Prescrições diversas 1) NATAÇÃO

a) Para determinadas instruções de natação, ou qualquer outra que necessite uma troca de

uniforme por parte do aluno, o mesmo deverá conduzir além de sua mochila de assalto OU de combate, mais um uniforme 4 o A1 completo (com boot e cinto), para que seja posto antes da referida atividade. Esse

caso se aplica também ao PPTM (nadadeiras, máscara e respirador), quando se ordene.

b) Essa é uma medida administrativa e tal material deverá ser conduzido dentro de uma BOLSA

VELAME não podendo ser confundido com a dotação dos módulos nem posto dentro da mochila de

assalto ou combate. 2) OPERAÇÕES

a) Caso seja ordenado que para uma determinada operação deva ser conduzido o módulo de

assalto e tal mochila não tenha espaço suficiente para o material coletivo previsto para o cumprimento da missão, o militar deve conduzir a mochila grande (de combate), entretanto com a dotação prevista para o módulo de assalto mais o material coletivo da missão.

12. PREPARAÇÃO ADMINISTRATIVA

a. Ao preparar-se administrativamente para o Curso de Ações de Comandos (CAC), o candidato/aluno

deve ter em mente que esta atividade se faz necessária, uma vez que seu objetivo é criar condições para enfrentar, satisfatoriamente e com eficiência, o mais difícil, intenso e prolongado treinamento de combate do Exército Brasileiro. Dessa forma, é importante o candidato/aluno, desde já, desenvolver condições favoráveis a sublimar os seus principais problemas do cotidiano, minimizando ou reduzindo a carga de estresse e descontrole que poderá ocorrer, tornando-se assim mais suscetível a lidar adequadamente com situações futuras de intensa pressão psicológica (área afetiva), cognitiva, psicomotora (física e orgânica).

b. O comprometimento com o CAC exige que a atenção do indivíduo esteja direcionada, única e

exclusivamente, para o objetivo final. Preocupações e obrigações não relacionadas diretamente com o

CAC não devem incomodá-lo, sob pena de prejudicar o seu sucesso. Isso requer que o candidato/aluno

prepare sua família para suportar o longo tempo de ausência, prevendo procedimentos em possíveis ocorrências de saúde com dependentes, providências quanto à administração da situação financeira e outros problemas e obrigações comuns no cotidiano. A ausência de qualquer óbice de natureza familiar, obrigacional e financeira é uma grande aliada no bom desempenho no estágio.

c. Um dos motivos que tem sido observado como fator de desligamento voluntário do Curso de

Comandos refere-se a falta de preparo administrativo (organização dos problemas pessoais).

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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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d. Após iniciado o curso, praticamente não haverá tempo ou oportunidade para resolução de problemas

particulares e familiares. Assim, o aluno não pode esquecer-se de organizar e preparar a sua vida pessoal,

de forma que as responsabilidades administrativas (família, contas a pagar, problemas no banco, imposto de renda, etc) não dependam dele ou possam vir a atrapalhar seu desempenho durante o curso.

e. O Curso de Ações de Comandos é uma conquista, particularmente para os casados, da família.

Portanto, inicie, desde já, uma conscientização familiar, estimulando àqueles que estão ao seu redor à independência no tocante à vida pessoal. Este simples aspectos é fundamental para a sua condição psicológica no curso. A família é e continuará sendo a área mais importante dos Comandos e Forças Especiais; não abrimos mão disso.

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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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ANEXO “A”

PADRONIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO INDIVIDUAL

Porta-curativo com o Kit Curativo
Porta-curativo
com o Kit
Curativo

Fiel preso ao cinto NA

02 (dois) carregadores de fuzil
02 (dois)
carregadores de
fuzil

02 (dois) carregadores de fuzil e lenço tático

de fuzil 02 (dois) carregadores de fuzil e lenço tático Coldre com o carregador sobressalente Faca

Coldre com o carregador sobressalente

Faca limpa

e afiada

- Bússola tipo “silva” (com ponto fosforescente para operações noturnas) ancorada por cadarço de velame sem miolo ao do bolso direito da gandola.

- Apito (cor opaca) tipo “fox 40” ancorado por cadarço de velame sem miolo ao bolso esquerdo do equipamento.

- Canivete tipo “one hand” no bolso superior direito do suspensório, devidamente ancorado.

- Fotocópia (colorida ou preto e branco) plastificada da identidade militar e do cartão do Fusex no bolso superior esquerdo da gandola.

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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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ANEXO “B” COMPOSIÇÃO DOS KITS PARA APRESTAMENTO INDIVIDUAL (A composição é obrigatória, a quantidade vem como sugestão)

1. KIT DE MANUTENÇÃO DO ARMAMENTO REDUZIDO (Equipamento individual)

a. Óleo;

b. Pedaço pequeno de pano;

c. Cordel para limpeza do cano (7,62mm e 5,56mm);

d. Pincel.

2. KIT CURATIVO (Equipamento individual)

a. Luva para procedimentos;

b. Gaze (pacote);

c. Band-aid;

d. Esparadrapo;

e. Antisséptico;

f.

Máscara de RCP com válvula anti-refluxo; e

h.

Atadura.

3. KIT SOBREVIVÊNCIA (Equipamento individual)

a. Espelho de sinalização;

b. Pastilhas purificadoras de água;

c. Bússola reserva;

d. Manta térmica;

e. Lanterna tipo mag-lite ou led pequena;

f. Isqueiro tipo maçarico (fósforo anti-tormenta); e

g. Iniciador de fogo.

4. KIT CAMUFLAGEM (Equipamento individual)

a. Espelho pequeno;

b. Camuflagem cor verde;

c. Camuflagem cor preta.

5. KIT PRIMEIROS SOCORROS (Mochila de combate)

b. 01 soro fisiológico 500ml;

c. 01 jelco Nr 16 ou 14;

d. 01 equipo;

e. 01 par de luva de procedimentos; e

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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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f. Algodão.

6. KIT CONTATO (Mochila de combate)

a. Traje civil de cor escura (ambiente rural)

- 01 calça de brim ou jeans;

- 01 camisa de botão; e

- 01 par de botina tipo “zebu” ou tênis simples.

7. KIT HIGIENE (Mochila de combate)

a. Escova de dente;

b. Pasta de dente;

c. Fio dental;

d. Sabonete ou sabonete líquido;

e. Toalha pequena ou de natação;

f. Papel higiênico rolo (fora do kit, na tampa da mochila);

g. Creme de barbear;

h. Aparelho de barbear;

i. Cortador de unha; e

j. Pinça.

8. KIT OPERAÇÕES (Mochila de combate)

a. Caderno capa dura pequeno (140x202) 96 folhas;

b. Calculadora científica;

c. Caneta (4 cores);

d. Lápis / apontador (lapiseira / grafite);

e. Borracha;

f. Canetas para retro projetor (ponta-fina) 1.0;

g. Escalímetro pequeno;

h. Álcool (frasco pequeno);

i. Pedaço pequeno de perfex;

j. Estilete;

k. Giz de cera fino pequeno 12 cores; e

l. Papel contact (70x50 cm).

9. KIT UNIFORME (Mochila de combate)

a. Agulha grossa (para costurar uniforme e material militar);

b. Linha VO ou preta;

c. Botões VO;

d. Bombacha;

e. Graxa;

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ORIENTAÇÃO AO CANDIDATO

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f. Escova para graxa; e

g. Escova para limpeza de coturno.

10. KIT DEMOLIÇÕES (Mochila de combate)

a. Alicate multi-uso (preferencialmente leatherman ou gerber);

b. Fita isolante;

c. Fita métrica;

d. Fita tipo “black tape”;

e. Isqueiro tipo maçarico;

f. Fósforos impermeabilizados (anti-tormenta); e

g. Pedaço de mangueira de borracha 10 cm.

11. KIT DE MANUTENÇÃO DO ARMAMENTO (Mochila de combate)

a. Óleo;

b. Pedaços de pano;

c. Cordel para limpeza do cano (7,62mm e 5,56mm);

d. Chave de fenda;

e. Chave de clicar;

f. Toca pino;

g. Lixa ou esponja;

h. Escova;

i. Pincel;

j. Lona plástica na cor amarela ou laranja (70 x 50 cm).

OBSERVAÇÃO GERAL

- Lenço tático com zíper (padronizado pelo xerife do turno);

- Os Kits deverão estar acondicionados em potes com rosca tipo tupperware;

- Na tampa deverá constar o nome do Kit e o número do Aluno (o número pode ser escrito com caneta de retro preta);

- Na parte externa do pote deverá haver uma relação do material constante do Kit.

- Nos Kits Primeiros Socorros e Curativo deverão constar nessa relação a posologia e a validade dos medicamentos e demais materiais;

- Exemplo:

KIT DE HIGIENE

COMANDOS

--- FIM ---

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