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Eu quero desaprender para aprender de novo. Raspar as tintas com que me pintaram.

Desencaixotar emoções, recuperar sentidos.

Rubem Alves

Quem somos?
Quem
somos?

Somos o PIBID/HISTÓRIA/UEPB atuante na Escola Estadual Senador

Argemiro de Figueiredo (Polivalente),

situado no bairro do Catolé, na cidade

de Campina Grande-PB, sob a supervisão do professor Adjefferson

Silva.

Cinco graduandas do Curso de Licenciatura Plena em História pela referida universidade, aprendizes na arte de ensinar, somos uma mescla de sonhos e expectativas que tem, por base, a crença de que a educação permanece sendo o caminho mais seguro e certeiro na construção de uma

sociedade mais equitativa.

Inseridas num projeto que possibilita um prévio conhecimento empírico acerca da realidade escolar e, no contato direto com uma turma de sétimo ano do ensino fundamental, buscamos, por meio de variadas

metodologias, dinamizar o espaço da sala de aula,

provocando, em nossos “valentes” do “Poli”, o gosto pela disciplina de História e despertando nos mesmos a consciência de que são sujeitos históricos.

Este trabalho reúne algumas de nossas

experiências com a turma, no entanto, é válido ressaltar que, para além do que pode ser capturado pelas lentes de uma câmera, ou registrado

objetivamente, existe uma gama diversificada de

outras (experiências) traçadas pela subjetividade

inerente ao ser humano.

Ressalte-se ainda que, sendo o conhecimento feito de

trocas, ao repassar conteúdos da disciplina, de maneira

dinâmica, indo além do tradicional, acabamos apreendendo alguns outros que, embora não organizados metodologicamente, levaremos para o resto de nossas vidas, adequando-os ao nosso ofício sempre que possível, levadas

pela arte de historiar vida afora.

ROTEIRO
ROTEIRO

0

1. PRODUÇÕES DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS .

0

1.1. 1º TORNEIO DE JOGOS DO PIBID POLIVALENTE”.

0

1.2. 2º TORNEIO DE JOGOS DO PIBID POLIVALENTE”.

0

1.3. Oficina De Leitura.

0 1.4. 1ª Oficina Produção De Histórias Em Quadrinhos. 0 1.5. 2ª Oficina Produção De Histórias Em Quadrinhos.

0

1.6. Oficina Produção De Poemas.

0

1.7. Plano De Aula Contrarreforma.

ROTEIRO
ROTEIRO

0

1.8. Plano De Aula Oficina De História Em Quadrinhos.

0

1.9. Plano De Aula Oficina De Jogos Da Contrarreforma.

0 1.10.

Plano

De

Aula

Contrarreforma.

Oficina

De

Jogos

Da

Reforma

E

0

1.11. Plano De Aula Sobre As Grandes Navegações.

0

1.12. Plano De Aula Sobre Os Tupis E Os Portugueses:

Encontros E Desencontros.

0

1.13. Plano De Aula Sobre Oficina De Jogos: Renascimento.

0

1.14. Plano De Aula Sobre Oficina: Produção De Histórias Em Quadrinhos da Idade Média.

ROTEIRO
ROTEIRO

0 1.15. Plano De Aula da Oficina: Produção De Poemas Da Idade Média. 0 1.16. Plano De Aula Sobre Reforma Protestante.

0

1.17. Poema: O Casamento Na Idade Média.

0

1.18. Poema: O Casamento Nos Dias Atuais.

0

1.19. Questionário De Avaliação Do PIBID Atuante No E.E.E.F.M. Senador Argemiro De Figueiredo.

0

1.20. Slides: A Colonização.

ROTEIRO
ROTEIRO

0

1.21. Slides: Contrarreforma.

 

0

1.22.

Slides:

Imagem

E

Literatura

No

Ensino

De

História.

 

0

1. 23. Slide: Reforma Protestante.

 

0

1.24. Slides: Os Usos Das HQS No Ensino De História.

 

0 1.25. Slides: Sociedades Indígenas No Brasil. 0 1.26. Texto Introdutório: A Arte E O Sagrado Na Idade Média.

0

1.27. Texto Introdutório: A Colonização Portuguesa.

0

1.28. Texto Introdutório: As Grandes Navegações.

ROTEIRO
ROTEIRO

0

1.29. Texto Introdutório: Contrarreforma.

0

1.30.Texto Introdutório: O Casamento Na Idade Média.

0

1.31. Texto Introdutório: O Êxito Hispânico Nas Grandes Navegações.

0

1.32. Texto Introdutório: O Nascimento Na Idade Média.

0

1.33. Texto Introdutório: Os Medos Na Idade Média.

0

1.34. Texto Introdutório: Reforma Protestante.

ROTEIRO
ROTEIRO

0

2. PRODUÇÕES BIBLIOGRÁFICAS.

0

2 . 1 . Artigo “A Criação De HQS No Ensino De História :

Ferramenta Didática Propulsora Da Aprendizagem”.

0

2.2. Artigo “’ARTEDÓ’: Tecendo O Saber Histórico De Forma Dinâmica”.

0

2.3. Artigo “Caminhos Do Sertão: O Teatro E O Ensino

De História”.

0

2.4 Artigo “História Em Quadrinhos (HQ) E Ensino De História: Os Usos Das HQS Enquanto Recurso Didático”.

ROTEIRO
ROTEIRO

0 2.5. Artigo “HQ Enquanto Fonte Histórica No Ensino De História”. 0 2.6. Jogos Didáticos E O Ensino De História: Narração De Uma Experiência Em Sala De Aula.

0

3. PRODUÇÕES ARTÍSTICO-CULTURAIS

0

3.1. Histórias Em Quadrinhos: As Cruzadas I.

0

3.2. Histórias Em Quadrinhos: As Cruzadas II.

0

3.3. Histórias Em Quadrinhos: As Cruzadas III.

ROTEIRO
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0 3.4. Histórias Em Quadrinhos: As Cruzadas IV.

0 3.4. Histórias Em Quadrinhos: As Cruzadas IV. 0 3.6. Histórias Em Quadrinhos: As Grandes Navegações I.

0

3.7. Histórias Em Quadrinhos: As Grandes Navegações II.

0

3.8. Histórias Em Quadrinhos: As Grandes Navegações III.

0

3.9. Histórias Em Quadrinhos: As Grandes Navegações IV.

0

4. PRODUÇÕES DESPORTIVAS E LÚDICAS.

0 4.1.

Jogo 5 Das

95 Teses De Lutero” Com a

Reforma Protestante.

Temática

0

4 . 2 . Jogo “A Jornada” Com a Temática Reforma Protestante .

0

4.3. Jogo “Artedó” Com a Temática Renascimento.

ROTEIRO
ROTEIRO

0 4.4. Jogo Da Memória Com a Temática Renascimento

II.

0 4.5.

Temática

Jogo

“Quem

Disse

O

Quê?” Com

a

Reforma Protestante.

0 4.6. Palavras Cruzadas Com a Temática As Grandes

Navegações.

0 5. CONCLUSÃO.

1. PRODUÇÕES DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS
1. PRODUÇÕES DIDÁTICO-
PEDAGÓGICAS
1.1. “1º TORNEIO DE JOGOS DO PIBID POLIVALENTE” Estas são algumas imagens registram o nosso
1.1. “1º TORNEIO DE JOGOS DO PIBID
POLIVALENTE”
Estas são algumas imagens
registram o nosso primeiro
torneio com os jogos-
“Artedó” e o “Jogo da
Memória”, elaborados a fim
de aproximar os alunos do
contexto histórico do
pensamento Renascentista
Fonte: Arquivo PIBID2014
Fotos: Tissiane Gomes
na Europa. Realizados em
28/07/2014 e elaborados
pelas alunas bolsistas do
PIBID 2014.
1.2. “2º TORNEIO DE JOGOS DO PIBID POLIVALENTE” Fotos do segundo torneio com jogos referentes
1.2. “2º TORNEIO DE JOGOS DO PIBID
POLIVALENTE”
Fotos do segundo
torneio com jogos
referentes à Reforma
Protestante e
Contrarreforma –
“Quem disse o quê?”;
“Jornada”; “5 das 95
Teses de Lutero”.
Realizado em
25/08/2014 no nosso
12° encontro.
Fonte: Arquivo PIBID 2014
Fotos: Tissiane Gomes
1.3. OFICINA DE LEITURA
1.3. OFICINA DE LEITURA
Fonte:Arquivo PIBID 2014 Foto: Juliana Almeida
Fonte:Arquivo PIBID 2014
Foto: Juliana Almeida
Imagem referente ao dia 24/11/2014, trabalhando a leitura, compreensão e escrita com os alunos a
Imagem referente ao dia
24/11/2014, trabalhando a
leitura, compreensão e escrita
com os alunos a partir da
temática Colonização Hispânica.
No presente dia foi aplicada uma
pequena atividade a fim
verificar o conhecimento dos
alunos.
1.4. 1° OFICINA PRODUÇÃO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS
1.4. 1° OFICINA PRODUÇÃO DE HISTÓRIAS
EM QUADRINHOS

Fonte: arquivo PIBID 2014 Foto: Juliana Karol Falcão

Esta oficina foi realizada em 19/05/2014 com o objetivo de despertar o aluno para leitura, interpretação e escrita de forma lúdica

através da linguagem das

HQs. O tema trabalhado foi “Cruzadas medievais”,

contando com o apoio do livro didático.

1.5. 2° OFICINA PRODUÇÃO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS
1.5. 2° OFICINA PRODUÇÃO DE HISTÓRIAS
EM QUADRINHOS
1.5. 2° OFICINA PRODUÇÃO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS Conciliando literatura e novas linguagens (HQs), na oficina
Conciliando literatura e novas linguagens (HQs), na oficina realizada em 22/09/14 foram elaboradas pequenas HQs
Conciliando literatura e
novas linguagens (HQs),
na oficina realizada em
22/09/14 foram
elaboradas pequenas
HQs referentes ao
poema Mar Português
de Fernando Pessoa,
contextualizado com o
conteúdo das Grandes
Navegações.
Fonte: Arquivo PIBID, 2014
Produções dos alunos
Pessoa, contextualizado com o conteúdo das Grandes Navegações. Fonte: Arquivo PIBID, 2014 Produções dos alunos
1.6. OFICINA PRODUÇÃO DE POEMAS
1.6. OFICINA PRODUÇÃO DE POEMAS
1.6. OFICINA PRODUÇÃO DE POEMAS FONTE: ARQUIVO PIBID, 2014. Produção de três alunos do 7°ano E

FONTE: ARQUIVO PIBID, 2014. Produção de três alunos do 7°ano E

Na oficina “Produção de

Poemas” realizada em

19/05/2014, os alunos construíram um poema sobre o casamento a partir da análise comparativa de imagens que retratavam o

casamento na Idade Média e

na Idade Contemporânea. Na referida atividade se a

processou

interdisciplinaridade entre Literatura e História.

1.7. PLANO DE AULA CONTRARREFORMA
1.7. PLANO DE AULA CONTRARREFORMA
1.7. PLANO DE AULA CONTRARREFORMA O Plano de Aula referente as atividades do dia 18/08/2014. Este
1.7. PLANO DE AULA CONTRARREFORMA O Plano de Aula referente as atividades do dia 18/08/2014. Este

O Plano de Aula referente as atividades do dia 18/08/2014. Este problematiza a discussão a respeito do Movimento de Contrarreforma movimento de reação da Igreja Católica diante dos avanços das ideias reformadoras.

1.8. PLANO DE AULA OFICINA DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS
1.8. PLANO DE AULA OFICINA DE
HISTÓRIA EM QUADRINHOS
1.8. PLANO DE AULA OFICINA DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS Plano de aula referente ao dia 20/10/2014:
1.8. PLANO DE AULA OFICINA DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS Plano de aula referente ao dia 20/10/2014:

Plano de aula referente ao dia 20/10/2014: “elaboração de HQs”, tomando como base a leitura do capítulo do livro didático “As

Grnades Navegações” e o poema de

Fernando Pessoa “Mar Português.

1.9. PLANO DE AULA OFICINA DE JOGOS DA CONTRARREFORMA
1.9. PLANO DE AULA OFICINA DE JOGOS
DA CONTRARREFORMA
1.9. PLANO DE AULA OFICINA DE JOGOS DA CONTRARREFORMA Plano de aula aplicado em 25/08/2014, elaborado

Plano de aula aplicado em 25/08/2014, elaborado a fim de levar os alunos a

conhecerem as diversas

regiões da Europa onde ocorreram a difusão das ideias reformadoras. Os alunos, através do jogo “A Jornada” foram estimulados a conectar a

tríade: Ideias, Espaços e Temporalidades. Desta forma, oportunizou-se a interdisciplinaridade entre História e Geografia.

1.10. PLANO DE AULA OFICINA DE JOGOS DA REFORMA E CONTRARREFORMA
1.10. PLANO DE AULA OFICINA DE JOGOS
DA REFORMA E CONTRARREFORMA
PLANO DE AULA OFICINA DE JOGOS DA REFORMA E CONTRARREFORMA Plano de aula elaborado com o

Plano de aula elaborado com o

objetivo de analisar a habilidade

do alunado acerca da compreensão das principais causas e fatores que levaram os principais idealizadores da Reforma e Contrarreforma a tomarem decisões extremas, oferecendo aos alunos novos mecanismos de conhecimento e reflexão. Plano de aula aplicado no dia 18/08/2014.

1.11. PLANO DE AULA SOBRE AS GRANDES NAVEGAÇÕES
1.11. PLANO DE AULA SOBRE AS GRANDES
NAVEGAÇÕES
1.11. PLANO DE AULA SOBRE AS GRANDES NAVEGAÇÕES Plano de aula aplicado em 20/10/2014   sobre
1.11. PLANO DE AULA SOBRE AS GRANDES NAVEGAÇÕES Plano de aula aplicado em 20/10/2014   sobre

Plano

de

aula

aplicado

em

20/10/2014

 

sobre

os

desdobramentos

e

implicações

das

Grandes

Navegações

para

a

Civilização Ocidental.

1.12. PLANO DE AULA SOBRE OS TUPIS E OS PORTUGUESES: ENCONTROS E DESENCONTROS
1.12. PLANO DE AULA SOBRE OS TUPIS E
OS PORTUGUESES: ENCONTROS E
DESENCONTROS
SOBRE OS TUPIS E OS PORTUGUESES: ENCONTROS E DESENCONTROS Plano de aula das atividades realizadas com
SOBRE OS TUPIS E OS PORTUGUESES: ENCONTROS E DESENCONTROS Plano de aula das atividades realizadas com

Plano de aula das atividades realizadas com os alunos a respeito do tema “Os Tupis e os Portugueses:

Encontros e Desencontros”, destacando as implicações da ação do colonizador no mundo indígena, bem como

o estranhamento de ambas as culturas. Plano de aula

aplicado em 17/11/2014.

1.13. PLANO DE AULA SOBRE OFICINA DE JOGOS: RENASCIMENTO
1.13. PLANO DE AULA SOBRE OFICINA DE
JOGOS: RENASCIMENTO
1.13. PLANO DE AULA SOBRE OFICINA DE JOGOS: RENASCIMENTO Plano de aula utilizado na reflexão sobre

Plano de aula utilizado na reflexão sobre os usos das imagens no ensino de História. Este plano foi posto em prática quando utilizamos o jogo

Artedó, jogo com o objetivo de levar

os alunos a um melhor aprendizado da produção artístico-cultural do período renascentista, bem como seus respectivos produtores. Plano de aula aplicado em 01/08/2014.

1.14. PLANO DE AULA SOBRE OFICINA: PRODUÇÃO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS DA IDADE MÉDIA O
1.14. PLANO DE AULA SOBRE OFICINA:
PRODUÇÃO DE HISTÓRIAS EM
QUADRINHOS DA IDADE MÉDIA
O plano de aula aplicado em
12/05/2014 teve o intuito de
ajudar os alunos na compreesão
das motivações que
desencadearam as Cruzadas,
bem como os grupos sociais
envolvidos, além dos efeitos
sobre a sociedade medieval.
Para tanto, o tema trabalhado
foi As Cruzadas Medievais, a
partir do qual os alunos foram
levados a refletir sobre a
referida narrativa histórica por
meio da construçao de
Quadrinhos.
qual os alunos foram levados a refletir sobre a referida narrativa histórica por meio da construçao
1.15. PLANO DE AULA SOBRE OFICINA: PRODUÇÃO DE POEMAS DA IDADE MÉDIA
1.15. PLANO DE AULA SOBRE OFICINA:
PRODUÇÃO DE POEMAS DA IDADE MÉDIA
DE AULA SOBRE OFICINA: PRODUÇÃO DE POEMAS DA IDADE MÉDIA O plano de aula teve por

O plano de aula teve por objetivo analisar as características do casamento durante o período medieval. Para tanto, foi lançado

mão do uso de imagens como

meio de reflexão junto aos alunos. Em seguida buscou-se pensar criticamente as rupturas e permanências entre as práticas matrimoniais antigas e modernas. Por fim, os alunos

realizaram uma produção textual

em forma de poema. Plano de aula aplicado no dia 19/05/2014.

1.16. PLANO DE AULA SOBRE REFORMA PROTESTANTE
1.16. PLANO DE AULA SOBRE REFORMA
PROTESTANTE

Plano de aula sobre a Reforma Protestante. Nesta aula buscou- se refletir junto aos alunos sobre as diversas narrativas que põe em ação o movimento

religioso designado como

“Reforma Protestante”. Durante

a aula foram utilizadas imagens

de Igrejas e Catedrais de modo

a refletir sobre a construção da

identidade de cada um dos

grupos envolvidos. Plano de aula aplicado no dia

04/08/2014.

a refletir sobre a construção da identidade de cada um dos grupos envolvidos. Plano de aula
1.17. POEMA: O CASAMENTO NA IDADE MÉDIA
1.17. POEMA: O CASAMENTO NA IDADE
MÉDIA
1.17. POEMA: O CASAMENTO NA IDADE MÉDIA FONTE: ARQUIVO PIBID, 2014. Produção de três alunos do

FONTE: ARQUIVO PIBID, 2014.

Produção de três alunos do 7°ano E

Poema construído por três alunos em

19/05/2014 sobre o casamento medieval. Nesta atividade os alunos puseram em prática a interdisciplinaridade entre Literatura e História fazendo a análise de uma imagem e partir dela fabricarem seu próprio poema tomando como base a

compreensão que construíram da

experiência cultural do Casamento na Idade Média.

próprio poema tomando como base a compreensão que construíram da experiência cultural do Casamento na Idade
1.18. POEMA: O CASAMENTO NOS DIAS ATUAIS.
1.18. POEMA: O CASAMENTO NOS DIAS
ATUAIS.
1.18. POEMA: O CASAMENTO NOS DIAS ATUAIS. FONTE: ARQUIVO PIBID, 2014. Produção de três alunos do
FONTE: ARQUIVO PIBID, 2014. Produção de três alunos do 7°ano E
FONTE: ARQUIVO PIBID, 2014.
Produção de três alunos do 7°ano E

Poema construído por três

alunos em 19/05/2014

sobre o casamento medieval a partir da comparação de imagens que retratavam o casamento na Idade Média e na Contemporaneidade. Mais uma vez a atividade foi

pela

interdisciplinaridade entre

marcada

História e Literatura.

1.19. QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DO PIBID ATUANTE NO E.E.E.F.M. SENADOR ARGEMIRO DE FIGUEIREDO
1.19. QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DO
PIBID ATUANTE NO E.E.E.F.M. SENADOR
ARGEMIRO DE FIGUEIREDO

0 Estas foram algumas das questões presentes no questionário de avaliação dos alunos sobre a participação dos bolsistas PIBID no ano letivo 2014 junto a turma do 7º ano da Escola

Argemiro de Figueiredo. Esta avaliação foi realizada dia

01/12/2014, na aula de encerramento de nossas atividades.

1.19. QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DO PIBID ATUANTE NO E.E.E.F.M. SENADOR ARGEMIRO DE FIGUEIREDO
1.19. QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DO
PIBID ATUANTE NO E.E.E.F.M. SENADOR
ARGEMIRO DE FIGUEIREDO
PIBID ATUANTE NO E.E.E.F.M. SENADOR ARGEMIRO DE FIGUEIREDO 0 Para além de perceber se nossa participação

0 Para além de perceber se nossa participação foi apreciada ou não pelos alunos buscou-se através deste questionário

dar também voz a estes que ao longo de todo o ano letivo

foram nossos companheiros nessa jornada.

1.19. QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DO PIBID ATUANTE NO E.E.E.F.M. SENADOR ARGEMIRO DE FIGUEIREDO
1.19. QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DO
PIBID ATUANTE NO E.E.E.F.M. SENADOR
ARGEMIRO DE FIGUEIREDO
Fonte: arquivo PIBID. Produção dos alunos descrevendo a nossa participação.
Fonte: arquivo PIBID.
Produção dos alunos
descrevendo a nossa
participação.
SENADOR ARGEMIRO DE FIGUEIREDO Fonte: arquivo PIBID. Produção dos alunos descrevendo a nossa participação.
SENADOR ARGEMIRO DE FIGUEIREDO Fonte: arquivo PIBID. Produção dos alunos descrevendo a nossa participação.
1.20. SLIDES: A COLONIZAÇÃO
1.20. SLIDES: A COLONIZAÇÃO
1.20. SLIDES: A COLONIZAÇÃO
1.21. SLIDES: CONTRARREFORMA
1.21. SLIDES: CONTRARREFORMA
1.21. SLIDES: CONTRARREFORMA Slide facilitador da exposição didática dos temas que compõem a Contrarreforma.
Slide facilitador da exposição didática dos temas que compõem a Contrarreforma. Aplicado em 21/08/2014.
Slide facilitador da exposição
didática dos temas que
compõem a Contrarreforma.
Aplicado em 21/08/2014.
1.22. SLIDES: IMAGEM E LITERATURA NO ENSINO DE HISTÓRIA
1.22. SLIDES: IMAGEM E LITERATURA NO
ENSINO DE HISTÓRIA
1.22. SLIDES: IMAGEM E LITERATURA NO ENSINO DE HISTÓRIA Slide que visa refletir sobre os usos
Slide que visa refletir sobre os usos das imagens e da literatura no ensino de
Slide que visa refletir sobre
os usos das imagens e da
literatura no ensino de
História. Aplicado à turma
em 12/05/2014.
1. 23. SLIDE: REFORMA PROTESTANTE
1. 23. SLIDE: REFORMA PROTESTANTE
1. 23. SLIDE: REFORMA PROTESTANTE Slide facilitador de aula expositivo-dialogada sobre a Reforma Protestante. Aplicado
Slide facilitador de aula expositivo-dialogada sobre a Reforma Protestante. Aplicado em 21/08/2014.
Slide facilitador de aula
expositivo-dialogada sobre a
Reforma Protestante. Aplicado
em 21/08/2014.
1.24. SLIDES: OS USOS DA HQS NO ENSINO DE HISTÓRIA.
1.24. SLIDES: OS USOS DA HQS NO ENSINO
DE HISTÓRIA.
1.24. SLIDES: OS USOS DA HQS NO ENSINO DE HISTÓRIA. Slide sobre “Os usos da HQs
Slide sobre “Os usos da HQs no ensino de História”. Esta ferramenta traz um percurso
Slide sobre “Os usos da HQs no
ensino de História”. Esta
ferramenta traz um percurso
histórico sobre as
apropriações das Histórias em
Quadrinhos no cotidiano
escolar. Aplicado em
24/05/2014.
1.25. SLIDES: SOCIEDADES INDÍGENAS NO BRASIL
1.25. SLIDES: SOCIEDADES INDÍGENAS NO
BRASIL
1.25. SLIDES: SOCIEDADES INDÍGENAS NO BRASIL sobre “Sociedades indígenas no Brasil”, Slide apresentação

sobre

“Sociedades indígenas no Brasil”,

Slide

apresentação

em

PowerPoint

para

facilitar

a

aula

expositivo-dialogada,

realizada

no

dia

24/11/2014.

1.26. TEXTO INTRODUTÓRIO: A ARTE E O SAGRADO NA IDADE MÉDIA
1.26. TEXTO INTRODUTÓRIO: A ARTE E O
SAGRADO NA IDADE MÉDIA

O SAGRADO E AS ARTES NA SOCIEDADE MEDIEVAL

Ao contrário do que se pensa ou do que se pensou durante muito tempo, a Idade Média muitas vezes intitulada de Idade das Trevas ou de período obscuro

da sociedade, dentre outros termos preconceituosos

não representa uma temporalidade marcada por ignorância, atraso ou estagnação devido a interferência religiosa. Foi devido a isto que a expressão artística da época fez-se sentir nos vários extratos da sociedade.

Isto se deu de tal maneira que através do estudo da

arte da referida temporalidade é possível obter-se um

entendimento aprofundado do pensamento medieval.

Texto introdutório com o objetivo de desfazer alguns mal-entendidos no que se refere a produção
Texto
introdutório
com
o
objetivo
de
desfazer
alguns
mal-entendidos
no que se refere a
produção cultural
durante
o
período
medieval.
Destaca-se
a
produção
artística
vinculada
ao
Sagrado. Aplicado
em 18/05/2014.

Durante a Idade Média, a Igreja detinha o poder econômico, político, jurídico e social, além de exercer forte controle sobre a

cultura. Nesse sentido, a igreja realizou uma forte ligação entre a

arte e o cristianismo e sua influência foi refletida nas mais diversas manifestações artísticas, como no teatro, na música, na arquitetura, bem como nas artes plásticas.

A arte medieval era tanto a expressão das ideias da igreja,

como também o veículo dessa cultura religiosa. A mesma

configura-se por carregar um caráter didático-religioso, servindo para dramatizar a mensagem divina. Como os documentos escritos

eram praticamente inacessíveis, devido as dificuldades de produção e a população, em grande número, era iletrada, a arte

atingia um público muito maior do que o público da literatura.

A imagem onipotente tinha o papel de alimentar através dos

olhos o pensamento rudimentar da época. A arte era o meio da igreja se fazer entendida pelos cérebros incultos, constituindo-se

para estes como uma “pregação muda”. Nessa perspectiva, a

iconografia assume um papel fundamental no medievo, na qual a

ideia predomina sobre a forma.

As ideias da igreja eram sintetizadas pelos artistas da época, os quais faziam uma suma do pensamento religioso e possibilitavam a

“leitura das imagens” pelo povo. Tais obras, caracterizadas por uma

beleza plástica, uniam a aparência externa do indivíduo ao dinamismo humano as imagens surpreendiam o ser em atitudes humanas, naturais e intensas. As imagens eram tomadas pela paixão, pela dor, engrandecidos pelo êxtase, inquietos pela alegria, deformados pela

cólera, torturados pela angústia e etc.

A arte em foco desdobra-se em dois seguimentos: românico e gótico. O primeiro foi uma arte sacra da cristandade ocidental em expansão, marcada pelo regionalismo. Porém, mesmo aproveitando-se de diversas tradições artísticas, os elementos incorporados foram adaptados as

novas necessidades, o que configurou esse estilo artístico como original.

Uma característica relevante da escultura românica era o simbolismo o tamanho, bem como o aspecto de cada personagem esculpido estava associado ao papel desempenhado pelo mesmo ou a importância deste no mundo religioso. Dessa forma, compreende-se porque Cristo era

revelado em tamanho maior que os apóstolos. Além disso, merece

destaque outras características da arte românica: as construções eram fixas na terra, com paredes grossas e mantinham o Horizontalismo.

Arte tida como heterogênea, pois conservou grande diversidade regional entre países França, Inglaterra, Espanha e Itália.

Paulatinamente o estilo gótico foi se libertando do românico e revelando suas particularidades. As paredes das construções ficaram mais finas e se verticalizaram as torres que apontavam para o alto, representam a autoridade maior do senhor maior proximidade do céu. É uma arte mais homogênea que a retratada acima, tendo em vista a maior diversidade da arquitetura e esculturas românicas. A arte gótica caracteriza-se ainda como uma arte urbana, pois nasceu com as cidades. A catedral tornou-se o centro da cidade,

simbolizando o progresso desta, tendo em vista que as cidades

tornaram-se os centros de atividade espiritual, intelectual, bem como artística. Pode-se ressaltar ainda a claridade dos recintos existia a preocupação dos santuários serem claros, onde as vidraças imensas tinham que deixar a luz do sol passar para iluminar e exaltar as manifestações da arte religiosa.

Diante do exposto, compreende-se que o estudo da arte medieval

possibilita um conhecimento aprofundado acerca da mentalidade dessa sociedade. Além disso, a partir do descrito “derruba-se” preconceitos e “quebra-se” paradigmas concernentes ao período, tido erroneamente como de ignorância devido a interferência religiosa.

1.27. TEXTO INTRODUTÓRIO: A COLONIZAÇÃO PORTUGUESA
1.27. TEXTO INTRODUTÓRIO: A
COLONIZAÇÃO PORTUGUESA

Colonização Portuguesa

Ao chegar ao Brasil em 1500 os portugueses demonstraram pouco interesse sobre essas terras,

pois não encontraram de início ouro nem prata, o

interesse estava direcionado para o lucrativo comércio

de especiarias com a África e as Índias. Em 1503 depois de algumas expedições patrocinadas pela coroa, foi que os portugueses

encontram e passaram a explorar o pau-brasil, árvore

típica da mata atlântica, utilizada para tingir tecidos e

construir móveis e casas. Por conta dessa valiosa mercadoria o governo português ordenou a construção de feitorias em território brasileiro.

Texto

introdutório

para

possibilitar

uma

entrada

tema

melhor

no

trabalhado em

sala de aula. O

aborda

uma

do

conteúdo,

de

forma panorâmica as

expondo

visão

ampla

texto

principais

que

o

debate sobre a colonização.

em

ideias

norteiam

Aplicado

01/12/2014 .

Os franceses também extraíam pau-brasil do litoral brasileiro,

por meio de alianças com os indígenas. Além dessa concorrência, em 1520 os portugueses perdem espaço no comércio oriental em virtude da ação de outros países europeus, forçando, assim, D. João III a enviar expedições colonizadoras para o Brasil com o

intuito de combater os franceses, explorar o litoral brasileiro,

povoar as terras e produzir açúcar.

Dentro do plano de colonização portuguesa, o Brasil foi dividido em 15 capitanias hereditárias entregue a 12 capitães donatários, cargo este com deveres e direitos. As capitanias que

mais prosperaram foram Pernambuco, Bahia e São Vicente, devido

o sucesso da agroindústria açucareira no nordeste tendo em vista o solo fértil e clima propício para a referida produção. Em 1548 o rei de Portugal cria o Governo-Geral, a fim de aumentar seu controle sobre a colônia brasileira, tentando assim, solucionar o fracasso da

maioria das capitanias.

O primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa, chega a colônia portuguesa em 1549, desembarcando na Bahia, onde fundou a cidade de Salvador. Trouxe para o Brasil o primeiro grupo de jesuítas, liderados por Manoel da Nóbrega.

O segundo governador do Brasil foi Duarte da Costa. Em seu

governo, os jesuítas Manoel de Paiva e José de Anchieta fundaram o colégio no planalto de Piratininga, que foi o primeiro colégio de São Paulo. A administração de Duarte da Costa foi marcado por algumas dificuldades, por razão de alguns conflitos entre os

colonos e os jesuítas, envolvendo a escravização dos indígenas.

Em 1555, ocorreu a invasão francesa no Rio de Janeiro, onde foi fundada a França Antártica, e sem recursos para conter os invasores, o governador-geral perdeu a autoridade e sua administração ficou enfraquecida. Durante o seu governo, ele

acabou com os conflitos entre os colonos e jesuítas e estimulou a

lavoura de exportação, promoveu uma campanha para destruir a França Antártica, e com isso fundou a segunda cidade do Brasil, a São Sebastião do Rio de Janeiro, em 1565.

Com o intuito de defender o território brasileiro, o governador português dividiu a colônia brasileira em duas áreas:

Estado do Maranhão, capitania em São Luís e Estado do Brasil,

capitania em Salvador. Para administrar as vilas e cidades brasileiras, criou também as câmeras municipais, onde eram escolhidos por sorteio entre os “homens bons” (proprietários de terras e escravos) vereadores para essas câmeras.

Enquanto o governador cuidava dos interesses econômicos e

administrativos da colônia, a Igreja expandia o catolicismo, ensinava hábitos europeus de trabalho e comportamento entre indígenas e africanos.

O principal objetivo da ordem dos jesuítas era divulgar o

catolicismo na Europa, África, Ásia e América. No Brasil a ordem direcionou suas atenções para catequizar as crianças, assim conquistaria os adultos. Fundaram colégios nas principais vilas e cidades do Brasil, e se tornaram missionários oficiais da coroa portuguesa. Além da ordem dos jesuítas, entraram em terras

brasileiras as ordens dos franciscanos carmelitas, capuchinhos e

oratorianos.

1.28. TEXTO INTRODUTÓRIO: AS GRANDES NAVEGAÇÕES
1.28. TEXTO INTRODUTÓRIO: AS
GRANDES NAVEGAÇÕES

O que foram as grandes navegações?

Conjunto de viagens marítimas de longa distância

feitas pelos europeus durante os séculos XV e XVI.

Perigos enfrentados Reais Ventos desfavoráveis; Ameaça de encalhe; Lugares desconhecidos; Fome e sede; Doenças;

em

tópicos para

Resumo

facilitar

dos

alunos sobre

Grandes

As

o tema

o

estudo

Navegações”. Aplicado em

20/10/2014

Imaginários

Crença de que a terra era achatada como uma pizza e que aquele que se afastasse muito do litoral cairia em um abismo;

Crença

incendiariam; Crença de que o mar era habitado por monstros terríveis.

na altura da linha do equador os navios se

de

que

Motivos

Econômico Desejo de encontrar um novo caminho para o Oriente (região

produtora de especiarias e artigos de luxo). Pois, no século XIV, o

comércio com o Oriente era controlado em grande parte por árabes e italianos. Os árabes traziam os produtos do Oriente até os portos do Mediterrâneo, onde os italianos compravam e revendiam os produtos na Europa a um preço bastante elevado.

Religioso Desejo de expandir a fé cristã para outros continentes.

Os pioneiros

Portugual Através do apoio de capitães experientes, de estudiosos e de construtores de navios, os portugueses contornaram a África para chegar ao Oriente. Em 1498, Vasco da Gama chega à Índia e de

volta à Lisboa traz pimenta, canela e gengibre. Com a venda dessas

especiarias, os investidores obtiveram grande lucro. A partir de então, todos os anos expedições saíam de Lisboa em direção ao Oriente em busca de especiarias, tornando-se esta a principal fonte de renda do governo português. Espanha

Os reis espanhóis, que também buscavam um caminho marítimo para o Oriente, aprovaram o plano do navegador genovês Cristóvão Colombo. O plano consistia em encontrar o Oriente navegando em direção ao Ocidente, ou seja, dando a volta

no mundo. Pois Cristóvão acreditava que a terra era redonda e

menor do que é. No meio do caminho, acreditando ter chegado às

índias, Colombo encontra em 12 de outubro de 1942, um continente “novo” para os europeus a América.

O Tratado de Tordesilhas Acordo firmado entre Espanha e Portugual que estabeleceu a divisão de terras encontradas e as que viessem a ser encontradas entre os dois países. O Tratado de Tordesilhas riscou no mapa uma linha imaginária a 370 léguas das Ilhas do Cabo Verde, onde as terras a oeste pertenceriam à Espanha e as terras a leste pertenceriam a Portugual.

Porém, o Tratado de Tordesilhas não foi aceito pela França,

Inglaterra e Holanda, que continuaram a enviar expedições para a América, África e Ásia.

As terras brasileiras

Em 9 de março de 1500 envia a expedição comandada por Pedro Álvares Cabral para às Índias. Em 22 de abril de 1500 foi avistado um monte verde-azulado de formas arredondas, ao qual foi dado o nome de Monte Pascoal. Depois de tomar posse das

terras brasileiras, Cabral enviou um navio de volta a Lisboa

levando a carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da armada), a qual registrava as primeiras impressões sobre a terra encontrada.

Consequências das Grandes Navegações Ampliação do comércio mundial; Ascensão dos países banhados pelo Atlântico, como Portugual, Espanha, Inglaterra, França e Holanda; Construção de impérios coloniais europeus na África, Ásia e América; Convivência entre as diferenças dos povos da Europa, África, Ásia e América.

1.29. TEXTO INTRODUTÓRIO: CONTRARREFORMA.
1.29. TEXTO INTRODUTÓRIO:
CONTRARREFORMA.

A Contrarreforma ou Reforma Católica O que foi? Movimento religioso de reação contra o avanço do protestantismo.

Concílio de Trento Preocupados com os avanços do protestantismo e com a perda de fiéis, as lideranças católicas reuniram-se na cidade italiana de Trento para traçar um plano de reação. Essa reunião foi denominada de Concílio de Trento. No Concílio de Trento ficou definido:

Reafirmação do poder do papa; Manutenção dos sete sacramentos; Proibição do casamento para padres e freiras;

Ficha de resumo a respeito da Contrarrefor- ma. Instrumento facilitador para os alunos do estudo
Ficha
de
resumo
a
respeito
da
Contrarrefor-
ma.
Instrumento
facilitador
para
os
alunos
do
estudo
dos
temas
envolvidos.
Aplicado
em
21/08/2014 .

Criação de seminários para a formação de padres; Catequização dos habitantes de terras descobertas, através da ação dos jesuítas;

Reativação do Tribunal do Santo Ofício Inquisição para punir e condenar os acusados de heresias. Nesse tribunal os suspeitos eram chamados a depor, podendo ser condenado à perda de

bens, a prisão perpétua ou à morte na fogueira;

Criação do Index Librorium Proibitorium (Índice de Livros Proibidos) para evitar a difusão de ideias contrárias à Igreja Católica.

A Ordem dos Jesuítas

Fundada em 1534 pelo militar espanhol Inácio de Loyola. Os jesuítas dedicaram-se a divulgar o Catolicismo e evangelizar os povos da Ásia, África e América, criando para isso vários colégios em muitos países.

1.30.TEXTO INTRODUTÓRIO: O CASAMENTO NA IDADE MÉDIA
1.30.TEXTO INTRODUTÓRIO: O CASAMENTO NA
IDADE MÉDIA

O CASAMENTO NA IDADE MEDIEVAL

O casamento na Idade Média tinha uma importância fundamental em vários aspectos da vida de um individuo tanto no que diz respeito ao âmbito

familiar, como econômico e politico. Todavia, este ato

social não tinha nada haver com o amor, paixão, ou sexo. Há preocupação que predominava no seio familiar era não descentralizar a herança familiar.

Após o casamento a mais nova família formada não iria para uma nova casa, já que na maioria das vezes,

iam para a casa do pai do noivo ou da noiva caso ela

não possuísse irmãos, porque a construção de uma nova casa era complicada, então começaram a se formar verdadeiras “comunidades familiares”.

Texto introdutório com o objetivo de refletir sobre um dos aspectos da cultura medieval: O
Texto
introdutório
com
o
objetivo
de
refletir sobre
um
dos
aspectos
da
cultura
medieval:
O
casamento.
Aplicado
em
07/05/2014.

Nesse contexto, o casamento era a forma mais fácil de formar e

manter alianças, os casais algumas vezes chegavam a ser prometidos um ao outro ainda no berço, pois esta era uma forma do pai da noiva escolher quem, de certa forma, o iria suceder. No caso de uma menina órfã, suas terras eram administradas por outra pessoa até ela completar idade de casar (entre 13 ou 14

anos de idade). Se ela recusasse o noivo escolhido, a única

alternativa que sobrava era um convento. Para a Igreja Católica, o casamento deveria ser realizado por vontade própria tanto do noivo quanto da noiva, e depois que o casamento fosse realizado e consumado não poderia mais ser

desfeito. Portanto, o divórcio estava fora de cogitação, aliás, ele

nem existia, a única exceção ocorreria caso fosse descoberto um grau de parentesco bastante próximo entre os cônjuges, o que resultaria na anulação do matrimônio. O casamento era para vida toda, não importava se a mulher era perturbada e preguiçosa ou se o homem era um libertino e

bêbado, um tinha que aguentar o outro até o último segundo de

suas vidas. Um comportamento contrário ao discurso da Igreja acarretava numa “excomunhão e em uma reprovação social”.

A escolha da noiva era realizada pelas pessoas mais próximas da família, principalmente o pai e a mãe. O noivado era uma cerimônia

bastante importante, sendo inclusive, registrado pela igreja. Havia a

troca de anéis, o homem recebia um e a mulher outro, ambos juravam fidelidade eterna e era perguntado se juravam casar-se um com o outro. Esta celebração era finalizada em, aproximadamente, 40 dias depois haveria a realização do casamento. O casamento se diferenciava muito pouco do noivado, sendo

iniciado durante o dia. Os noivos se vestiam com suas melhores

roupas, poderiam usar qualquer cor de vestido. A cor que as mulheres preferiam era o vermelho, mas como um tecido com esta cor custava

muito carro, apenas as mulheres ricas utilizavam um vestido desta tonalidade. A esposa entrava na igreja do lado esquerdo do noivo, era uma

precaução, pois caso alguém tentasse roubá-la ele estaria com a mão

direita livre para sacar a espada e defender sua “pobre e indefesa” mulher. Assistiam a missa e eram cobertos pelo véu nupcial. Após todo esse ritual todos iam festejar, jogavam sobre o casal grão de arroz que tinham como finalidade desejar fertilidade, eles diziam: “plenté, plenté” significava abundância. Em casa havia um grande festejo com vinho, comida e diversão. O padre benzia com água benta o leito nupcial. O casamento só era consumado no segundo dia.

Quando o casamento era do senhor feudal ou de um rei, as festas duravam dias, havia distribuição de comida e os vinhos

ficavam nas fontes públicas, porém todos participavam dos gastos

(D’ Haucourt, 1944). As pessoas levavam bolos e conforme eles iam chegando eram colocados um em cima do outro, daí veio a inspiração para o bolo de casamento da forma que ele é hoje, isto é, bolos com vários andares.

No século XIV, as mulheres começaram a praticar a arte de

jogar o buquê, era uma maneira de dar a sorte do casal às amigas e ajudá-las a conseguirem um bom casamento. Os buquês surgiram bem antes na Grécia e na Roma antiga, porém na Idade Medieval

ganham novo significado, pois se antes eram formados por ervas

para espantar os maus espíritos, na Idade Média a noiva recebia as

plantas dos convidados tendo como significado desejar boa sorte e desejar felicidade. Mais tarde foi trocada por flores que simbolizavam a fertilidade.

1.31. TEXTO INTRODUTÓRIO: O ÊXITO HISPÂNICO NAS GRANDES NAVEGAÇÕES
1.31. TEXTO INTRODUTÓRIO: O ÊXITO
HISPÂNICO NAS GRANDES NAVEGAÇÕES

América Hispânica: razões do êxito Ibérico

Se levarmos em conta o fato de que, ao pisar em território americano, os europeus eram numericamente inferiores aos nativos Cortés, por exemplo, chega ao México com pouco mais de

quinhentos homens; Pizarro, por sua vez, levava consigo cerca de

180 homens quando de sua entrada no Peru perceberemos, com clareza que, para obter êxito no empreendimento da colonização, os conquistadores espanhóis contaram com variados fatores. A seguir, evidenciaremos alguns deles. Dentre os motivos que justificariam a vitória hispânica, encontra-se a morte de inúmeros nativos, provocada pelos

micróbios e doenças trazidas pelos europeus; a exemplo disso

temos a varíola e o sarampo. Sedentários, os índios não estariam

imunologicamente preparados para enfrentar e sobreviver a tais enfermidades. Em contrapartida, os europeus, experientes no contato com diferentes povos e localidades, teriam desenvolvido imunidade suficiente para lidar com as diferentes mazelas sem maiores danos.

Texto

introdutório

respeito

fatores

dos

que

contribuíram

o “êxito

para

hispânico”

nas

e

a colonização

grandes

navegações

América.

na

em

Aplicado

17/11/2014 .

Contudo, as mortes causadas pelas doenças, por si sós, não seriam suficientes para tornar os espanhóis numericamente

superiores, de modo que, estes precisaram valer-se de outras

estratégias de conquistas. Assim, para derrubar, respectivamente, os impérios asteca e inca, Cortés e Pizarro tiveram a astúcia necessária em perceber as fragilidades e falhas internas desses povos, aliando-se aos revoltosos, quando os chefes indígenas

renegavam-se a aliar-se a eles (os europeus).

Inserindo-se na sociedade e conhecendo os pontos fracos dos nativos, os conquistadores hispânicos estimulavam a discórdia e, mesmo a guerra, entre esses povos, de modo a fragmentá-los. Certos de que eram divinamente escolhidos para o

empreendimento da conquista, os espanhóis contavam, ainda, com

a superioridade bélica, caracterizada pela utilização de armas de fogo.

1.32. TEXTO INTRODUTÓRIO: O NASCIMENTO NA IDADE MÉDIA
1.32. TEXTO INTRODUTÓRIO: O
NASCIMENTO NA IDADE MÉDIA

Durante o período designado como Idade Média a

sociedade européia construiu muitos de seus valores culturais, os quais se espalharam por grande parte do mundo e são, até os dias atuais, plenamente perceptíveis. Nesse contexto está inserida a temática do

nascimento, onde vários aspectos relacionados ao

mesmo se mantiveram e chegaram até nós.

No período supracitado a taxa de natalidade era alta. A igreja detinha o poder econômico, político, jurídico e social. Assim, partia principalmente

da referida instituição dominante a influência de gerar

vários filhos. Eram comuns a presença de imagens religiosas e vitrais que “representavam a maternidade da Virgem Maria”, além de imagens do nascimento de uma criança dentro de uma família burguesa.

Texto introdutório com o objetivo de facilitar a ‘entrada’ do aluno no período da História
Texto
introdutório
com o objetivo
de
facilitar
a
‘entrada’
do
aluno
no
período
da
História
que
compreende
uma fatia de 10
séculos
de
experiência
humana. Nesse
sentido, o texto
visa
refletir
sobre
o
‘nascimento’ na
Idade
Média.
Aplicado
em
07/05/2014.

As famílias tinham muitos filhos, pois forneciam homens para os mosteiros, as cruzadas, bem como para inúmeras guerras do período. Eram estas últimas, juntamente com as pestes e

catástrofes naturais, as responsáveis pelo controle da natalidade

tendo em vista a alta taxa de mortalidade advinda das mesmas. O nascimento de uma criança requeria cuidados bastante peculiares. Após a chegada, o bebê era enfaixado, seus cueiros eram fechados e colocava-se uma touca em sua cabeça. Devido ao

incômodo provocado pelos cueiros, às crianças choravam e, para

acalmá-las buscava-se acalentá-los, movendo-as nos braços. Nas famílias mais pobres os berços eram produzidos com troncos de arvores que eram esvaziados. Nas famílias mais ricas podiam ser feitos de madeira ou de metais preciosos. As mesmas eram

colocadas em berços, os quais eram produzidos com troncos de

árvores esvaziados, nas famílias mais pobres. Enquanto nas famílias mais ricas podiam ser feitos de madeira, como também a partir de metais preciosos.

Logo após o nascimento, buscava-se batizar a pequena criança

para inseri-la no caminho do “bem-estar” religioso.

Para o rito inicial da criança na vida cristã escolhia-se dois ou três padrinhos, em média, os quais tinham a incumbência escolher

o nome da criança. Na cerimônia batismal o corpo da criança,

completamente nu, era mergulhado rapidamente dentro da pia batismal e, após emergido, enxuto e vestido. Somente entre os séculos XII e XV optou-se por colocar apenas a cabeça na água, assim como se faz atualmente na Igreja Católica. Oficialmente

iniciada no cristianismo, a criança era levada até a mãe que a

recebia com muito amor e carinho e a esta era revelado o nome do seu filho. A partir daí dava-se início as comemorações, onde os vizinhos eram convidados. Se o nascimento fosse de um príncipe, os súditos eram convidados, e a boa nova era levada para as

regiões circunvizinhas. O mesmo era anunciado pelo tocar dos

sinos, além das missas que eram celebradas. Até os prisioneiros eram libertados e os festejos aconteciam com danças, onde também eram acesas fogueiras.

O nascimento de um príncipe era anunciado pelo soar de

sinos. Celebravam-se missas e convidavam-se todos os súditos

para levar a boa nova às cidades circunvizinhas.

Vale ressaltar que, até mesmo os prisioneiros eram libertados em favor dos festejos regados à dança e iluminados por fogueiras

cujo calor se fazia compatível ao estado de espírito daqueles ali

presentes. A genitora do novo cristão, após conceder o filho ao mundo, repousava até recuperar suas forças. Durante esse período recebia a visita de amigas, e se a família a qual pertencia fosse rica, todo tesouro que possuíam seria colocado no quarto

para fascinar todos que a viessem cumprimentá-la. Entre esses

objetos estavam peles, pratarias, sedas, entre outros. Ao recuperar-se antes de voltar para as atividades cotidianas, a mulher ia até a igreja para receber as preces de purificação atitude a qual era obrigada a realizar, visto que sem passar por

essas preces não poderia voltar a participar da sua religião.

Grande parte das mães assumia a responsabilidade de cuidar e de amamentar seus filhos. Porém, algumas mulheres, principalmente da nobreza, não costumavam se preocupar com essas tarefas. Motivadas por falta de interesse, bem como por falta

de experiência com bebês ou ainda por conta de seus afazeres, as

mães contavam com uma Ama-de-leite para realizar as referidas atividades maternas.

Nesse sentido, percebe-se que a influência religiosa se fez sentir no dia-a-dia europeu na Idade Média, onde o papel político,

social, bem como o familiar era exercido pela Igreja. Além de

outros ícones do cotidiano, o nascimento girou em torno das construções ideológicas produzidas por esta instituição. E no que se referem a esse aspecto da vida medieval, muitas das práticas tem sua base na época aqui retratada e da mesma até a

temporalidade atual observa-se a semelhança, quando não a

manutenção destas práticas.

1.33. TEXTO INTRODUTÓRIO: OS MEDOS NA IDADE MÉDIA
1.33. TEXTO INTRODUTÓRIO: OS MEDOS
NA IDADE MÉDIA

O MEDO DO HOMEM MEDIEVAL

O homem medieval tinha medo, praticamente, de tudo, dentre todos esses medos, estava o medo do anticristo e do fim do mundo. O medo do fim do mundo se expandia graças às desgraças que permeavam a vida cotidiana, seriam sinais para demostrar que o fim do mundo estava cada vez mais próximo. Inclusive, acreditava-se que as pestes eram punições divinas advindas do grande número de pecados praticados pela população. Diante de tanto mal eles tinham que ter alguém para

culpar: satanás. Que ao mesmo tempo em que era temido,

também, era considerado como tudo de ruim que poderia existir abaixo do céu. E como não era de surpreender o diabo estava ligado com o fim do mundo. Em meio a esse contexto, podemos afirmar que “o pai da mentira” tinha duas interpretações: uma popular e uma helenista.

Texto facilitador

objetivo

de trazer alguns apontamentos sobre

a

do

Homem

para

que

com

o

mentalidade

medieval.

Destaque

elementos

caracterizam os

que

o

‘medos’

assolavam

imaginário

medieval.

Aplicado

em

07/05/2014 .

Como senão bastasse, “o diabo ainda tinha pessoas que o

ajudavam” como os idolatras, mulçumanos, os convertidos e os judeus. As mulheres eram as mais propícias a se inclinarem as tentações que os demônios impunham. A maior confirmação dessa afirmativa para os pensadores misóginos da época é de que fora através da mulher que o caos se instaurou no mundo. Por meio

dessa ideologia a mulher passou a ser temida.

O medo em relação à mulher partia do pressuposto, do que ela produzia no homem, dos desejos da luxúria. A mulher era

considerada extremamente maliciosa, briguenta, falsa e faladeira, ou seja, possuía características de pessoas malignas. O medo era

tamanho que a mulher era acusada por um pequeno, ou por algo

que fosse entendido como, desvio de bruxa, feiticeira, servidora dos preceitos satanistas.

Para concluir, podemos afirmar que na Idade Média tudo que não fazia parte do mundo cristão provocava receio, por que caso não fosse cristão, não era divino. A visão de mundo que eles tinham

não permitia que eles conhecessem várias verdades, mas sim

apenas uma única verdade imutável, que não podia ser questionada nem por meio de palavras e nem em pensamentos, pois ambos eram vigiados, ora pelo homem, ora por Deus.

1.34. TEXTO INTRODUTÓRIO: REFORMA PROTESTANTE
1.34. TEXTO INTRODUTÓRIO: REFORMA
PROTESTANTE

O que foi?

Movimento religioso ocorrido após a Idade Média, no mesmo período do Renascimento século

XVI, que provocou a divisão da cristandade dando

origem às Igrejas Protestantes.

Causas/Fatores

ao

descontentamento com a Igreja podemos citar:

Insatisfação dos reis e príncipes: os reis queriam livrar-se da intromissão do papa nos negócios de seus reinos; Descontentamento da burguesia: o lucro e os juros eram condenados pela Igreja, o que atrapalhava o

Dentre

os

motivos

que

levaram

crescimento dos negócios dos burgueses;

de

resumo com

Ficha

as principais

do

ideias

movimento

reformista

Europa

os séculos XV e

durante

XVI.

Aplicado em

21/08/2014

Abusos cometidos pela Igreja: a Igreja, apegada aos bens materiais, valorizava o luxo. Além disso, recorria a práticas abusivas como a

venda de cargos eclesiásticos, por isso os padres tinham geralmente

pouca instrução e nenhum preparo religioso para orientar os fiéis;

o comércio de objetos religiosos através da venda de falsas

relíquias; e a venda de indulgências (perdão dos pecados em troca

de uma doação em dinheiro à Igreja).

Principais nomes:

Martinho Lutero e a Reforma Luterana (Alemanha) O monge alemão Martinho Lutero foi um dos primeiros a discordar da doutrina da Igreja Católica. Revoltou-se contra a venda

de indulgências e com isso fixou na porta da Igreja de Wittenberg as

95 teses que criticavam vários pontos da doutrina católica.

Lutero fundou uma igreja com sua própria doutrina: a salvação das pessoas se dá pela fé em Deus; a Bíblia é a única fonte confiável; reconhece como sacramentos apenas o batismo e a eucaristia; é

condenado o culto aos santos; reconhece que qualquer membro da

Igreja pode se casar.

João Calvino e a Reforma Calvinista (Suíça) Calvino defendeu a ideia da predestinação (a pessoa nasce com

sua vida definida). De acordo com Calvino a salvação da alma ocorria pelo trabalho justo e honesto. A valorização do trabalho, de uma vida disciplinada e do hábito de guardar dinheiro atraiu muitos burgueses e banqueiros para o Calvinismo. Dessa forma, a valorização do estilo de vida burguês contribuiu para a rápida

expansão do Calvinismo na Europa. Henrique VIII e a Reforma Anglicana (Inglaterra)

Na Inglaterra, o rei Henrique VIII rompeu com a Igreja de Roma, após o papa se recusar a cancelar o seu casamento com

Catarina de Aragão. Henrique VIII casou-se com Ana Bolena e

fundou a Igreja Anglicana; confiscou as terras e os mosteiros da Igreja e os vendeu ou presenteou aos nobres e burgueses que o apoiaram, aumentando seu poder e suas posses.

2. PRODUÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
2. PRODUÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
2.1. ARTIGO “A CRIAÇÃO DE HQS NO ENSINO DE HISTÓRIA: FERRAMENTA DIDÁTICA PROPULSORA DA APRENDIZAGEM”
2.1. ARTIGO “A CRIAÇÃO DE HQS NO ENSINO DE
HISTÓRIA: FERRAMENTA DIDÁTICA
PROPULSORA DA APRENDIZAGEM”
O

artigo foi

apresentado no CONEDU (18 a 20 de setembro 2014)

e está publicado no

e-book organizado

pelo evento. Anais I

CONEDU - (2014) - Volume 1, Número 1, ISSN 2358-8829.

2.2. ARTIGO “’ARTEDÓ’: TECENDO O SABER HISTÓRICO DE FORMA DINÂMICA”
2.2. ARTIGO “’ARTEDÓ’: TECENDO O
SABER HISTÓRICO DE FORMA DINÂMICA”

O artigo foi apresentado no CONEDU (18 a 20 de setembro 2014) e está publicado no e-book organizado pelo evento. Anais I CONEDU - (2014) - Volume 1, Número 1, ISSN 2358-8829.

2.3. ARTIGO “CAMINHOS DO SERTÃO: O TEATRO E O ENSINO DE HISTÓRIA”
2.3. ARTIGO “CAMINHOS DO SERTÃO: O
TEATRO E O ENSINO DE HISTÓRIA”
“CAMINHOS DO SERTÃO: O TEATRO E O ENSINO DE HISTÓRIA” O artigo foi apresentado no CONEDU

O artigo foi apresentado no CONEDU (18 a 20 de setembro 2014) e está publicado no e-book organizado pelo evento. Anais I CONEDU - (2014) - Volume 1, Número 1, ISSN 2358-

8829.

2.4. ARTIGO “HISTÓRIA EM QUADRINHOS (HQ) E ENSINO DE HISTÓRIA: OS USOS DAS HQS ENQUANTO
2.4. ARTIGO “HISTÓRIA EM QUADRINHOS
(HQ) E ENSINO DE HISTÓRIA: OS USOS
DAS HQS ENQUANTO RECURSO DIDÁTICO”
O artigo foi apresentado no
CONEDU (18 a 20 de
setembro 2014) e está
publicado no e-book
organizado pelo evento.
Anais I CONEDU - (2014) -
Volume 1, Número 1, ISSN
2358-8829.
2.5. ARTIGO “HQ ENQUANTO FONTE HISTÓRICA NO ENSINO DE HISTÓRIA” O artigo foi apresentado no
2.5. ARTIGO “HQ ENQUANTO FONTE
HISTÓRICA NO ENSINO DE HISTÓRIA”
O artigo foi apresentado no
CONEDU
(18
a
20
de
setembro
2014)
e
está
publicado
no
e-book
organizado
pelo
evento.
Anais I CONEDU - (2014) -
Volume
1,
Número
1,
ISSN
2358-8829.
2.6. JOGOS DIDÁTICOS E O ENSINO DE HISTÓRIA: NARRAÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE
2.6. JOGOS DIDÁTICOS E O ENSINO DE
HISTÓRIA: NARRAÇÃO DE UMA
EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA

foi

apresentado

CONEDU (18 a 20 de

setembro 2014) e está

publicado

organizado

I

-

Volume 1, Número 1, ISSN 2358-8829.

O

no

artigo

no

e-book

pelo

evento.

Anais

CONEDU

-

(2014)

3. PRODUÇÕES ARTÍSTICO- CULTURAIS
3. PRODUÇÕES ARTÍSTICO-
CULTURAIS
3.1. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS CRUZADAS I
3.1. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS
CRUZADAS I
Construção de Histórias em Quadrinhos (HQs) utilizando o tema Conflitos entre árabes e cristãos nas
Construção de Histórias em
Quadrinhos (HQs) utilizando o
tema Conflitos entre árabes e
cristãos nas Cruzadas. Os alunos
foram incentivados a colocarem
em ação a “imaginação histórica”.
Nesta atividade fica patente a
interdisciplinaridade entre
História, Educação Artística e
Língua Portuguesa. Aplicada no
dia 19/05/2014 .
a interdisciplinaridade entre História, Educação Artística e Língua Portuguesa. Aplicada no dia 19/05/2014 .
3.2. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS CRUZADAS II
3.2. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS
CRUZADAS II
0 Construção de Histórias em Quadrinhos a partir do tema estudado em sala de aula:
0 Construção de Histórias em Quadrinhos a partir do tema estudado em sala de
aula: Cruzadas. Os alunos foram estimulados a criarem suas próprias narrativas
históricas a partir do que aprenderam no decorrer do conteúdo estudado.
Interdisciplinaridade com Língua portuguesa – produção textual – e Educação
artística – criação de imagens. No dia 19/05/2014 aplicado à turma de 7° ano.
3.3. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS CRUZADAS III
3.3. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS
CRUZADAS III

Fabricação de HQ mostrando o cotidiano de Guerras das Cruzadas. A produção

teve como base as aulas expositivo-dialogadas realizadas no decorrer do

primeiro semestre. Para a construção dessa HQ os alunos basearam-se sobretudo em uma imagem presente no livro didático. Interdisciplinaridade com Língua portuguesa produção textual dos alunos e Educação artística criação de desenhos. Aplicada no dia 19/05/2014.

3.4. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS CRUZADAS IV
3.4. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS
CRUZADAS IV
3.4. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS CRUZADAS IV Produção de HQ a partir de uma ressignificação por

Produção de HQ a partir de uma ressignificação por parte dos

alunos da narrativa histórica primeira. Nesta produção os

alunos ‘nordestinizaram’ a narrativa medieval e a transformaram a partir de sua inserção cultural. A atividade deixou transparecer atualização da narrativa histórica a partir do lugar social dos alunos. Aplicada no dia 19/05/2014.

3.5. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS CRUZADAS V Produção de HQ a partir do conteúdo estudado
3.5. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS
CRUZADAS V
Produção de HQ a partir do conteúdo estudado como ferramenta de
aprendizagem e metodologia de avaliação contínua dos alunos. Haja vista,
a construção das histórias em quadrinhos pelos alunos da Escola
Argemiro de Figueiredo nos possibilitar a observação a apropriação que
os mesmos realizaram das narrativas históricas apresentadas em sala. No
dia 19/05/2014 aplicado à turma de 7° ano.
3.6. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS GRANDES NAVEGAÇÕES I
3.6. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS
GRANDES NAVEGAÇÕES I
3.6. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS GRANDES NAVEGAÇÕES I Atividade realizada os relacionando literatura (poema) e com

Atividade realizada

os relacionando literatura (poema) e

com

alunos

conteúdo

Histórico

para

construção

de

HQs

sobre

“As

Grandes Navegações” com base no poema

de

dia

“Mar

Pessoa

Referente

Português”.

22/09/2014.

Fernando

ao

3.7. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS GRANDES NAVEGAÇÕES II
3.7. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS
GRANDES NAVEGAÇÕES II
Produção de uma pequena HQ com base no poema de Fernando Pessoa “Mar Português”, na
Produção de uma pequena
HQ com base no poema de
Fernando Pessoa “Mar
Português”, na presente
produção o alunos buscam
retratar os temores dos
viajantes que se lançavam
ao
Atlântico,
demonstrando capacidade
interpretativa das aulas
expostas e dos trechos do
Poema. Atividade
realizada em 22/09/2014.
3.8. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS GRANDES NAVEGAÇÕES III
3.8. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS
GRANDES NAVEGAÇÕES III
3.8. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS GRANDES NAVEGAÇÕES III Tal como em outras produções, aqui também os

Tal como em outras produções, aqui também os alunos tiveram a liberdade de usar a criatividade, entretanto sempre com base no livro didático e no poema que lhes foram apresentados. Atividade produzida por um dos alunos em 22/11/2014.

3.9. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS GRANDES NAVEGAÇÕES IV
3.9. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS
GRANDES NAVEGAÇÕES IV
3.9. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: AS GRANDES NAVEGAÇÕES IV Depreende-se que a produção das HQs pelos alunos,

Depreende-se que a produção das HQs pelos alunos,

despertou-os para escrita, leitura e trabalho em equipe,

sabendo-se que a referida atividade foi desenvolvida em duplas em 22/09/2014.

4. PRODUÇÕES DESPORTIVAS E LÚDICAS
4. PRODUÇÕES DESPORTIVAS E
LÚDICAS
4.1. JOGO “5 DAS 95 TESES DE LUTERO” COM A TEMÁTICA REFORMA PROTESTANTE
4.1. JOGO “5 DAS 95 TESES DE LUTERO”
COM A TEMÁTICA REFORMA PROTESTANTE
Criação de um tabuleiro lúdico onde os alunos deveriam escolher entre dezenas de informações misturadas,
Criação de um tabuleiro
lúdico onde os alunos
deveriam escolher entre
dezenas de informações
misturadas, aquelas
referentes as 95 teses de
Martinho Lutero. O jogo foi
construído como
Fonte: Arquivo
instrumento facilitador da
aprendizagem dos alunos a
respeito da Reforma
PIBID,2014
Protestante. Foi aplicado
Foto: Tissiane
Gomes
em 25/08/2014.
4.2. JOGO “A JORNADA” COM TEMÁTICA REFORMA PROTESTANTE
4.2. JOGO “A JORNADA” COM TEMÁTICA
REFORMA PROTESTANTE
Produção e aplicação do jogo “A Jornada”. Este jogo foi criado com o objetivo de
Produção e aplicação do jogo “A Jornada”. Este jogo foi criado com o objetivo de conduzir os
alunos a conectarem a produção das ideias reformadoras aos seus respectivos espaços –
países – e temporalidades. O jogo produzido sobre uma réplica do mapa europeu permitiu que
os alunos compreendessem a construção das ideias reformadoras ao mesmo passo que os
estimulavam no conhecimento geográfico. Realizado no dia 25/08/2014.
4.3. JOGO “ARTEDÓ” COM A TEMÁTICA RENASCIMENTO
4.3. JOGO “ARTEDÓ” COM A
TEMÁTICA RENASCIMENTO
Foi criado um dominó lúdico a partir de obras de pintores renascentistas e do autorretrato
Foi criado um dominó lúdico a partir de obras de pintores renascentistas e do
autorretrato destes pintores. O jogo funcionando como outro facilitador do
aprendizado a nos aproximar dos alunos, assim como um útil instrumento
avaliativo do conhecimento adquirido referente a temática do período da
Renascença. Foi aplicado em 28/07/2014.
4.4. JOGO DA MEMÓRIA COM TEMÁTICA RENASCIMENTO II
4.4. JOGO DA MEMÓRIA COM TEMÁTICA
RENASCIMENTO II
4.4. JOGO DA MEMÓRIA COM TEMÁTICA RENASCIMENTO II “ Jogo da Memória renascentista em Imagens” .
4.4. JOGO DA MEMÓRIA COM TEMÁTICA RENASCIMENTO II “ Jogo da Memória renascentista em Imagens” .

Jogo da Memória renascentista em Imagens”. O jogo foi construído a partir das técnicas ensinadas na oficina sobre o uso do Power Point

ministrada pelo PIBID-História no

âmbito do ciclo de debates deste Clio às terças. Desta forma, o Jogo criou as condições de possibilidade de um aprendizado interativo, lúdico e mais estimulante aos alunos a respeito do conteúdo

proposto, baseado no livro didático

abre novos caminhos para um enxergar da arte e os discursos que a permeiam. Realizado no dia

28/07/2014.

livro didático abre novos caminhos para um enxergar da arte e os discursos que a permeiam.
4.5. JOGO “QUEM DISSE O QUÊ?” COM A TEMÁTICA REFORMA PROTESTANTE
4.5. JOGO “QUEM DISSE O QUÊ?” COM A
TEMÁTICA REFORMA PROTESTANTE
DISSE O QUÊ?” COM A TEMÁTICA REFORMA PROTESTANTE Produção de jogo sobre as principais ideias reformadoras.

Produção de jogo sobre as principais ideias reformadoras. Neste jogo os alunos deveriam afixar abaixo da imagem de cada

personagem histórico

(Lutero, Calvino, Henrique VIII, Paulo III) as ideias correspondentes as suas teses/práticas. Além de produzir um conhecimento

interacionista o jogo visa permitir ao aluno uma

melhor compreensão das

transformações religiosas e suas permanências nos dias de hoje. Realizado em

25/08/2014.

4.6. PALAVRAS CRUZADAS COM A TEMÁTICA SOCIEDADES INDÍGENAS NO BRASIL Atividade desenvolvida em 24/11/2014 no
4.6. PALAVRAS CRUZADAS COM A
TEMÁTICA SOCIEDADES INDÍGENAS NO
BRASIL
Atividade desenvolvida
em 24/11/2014 no
formato de cruzadinha
sobre os nativos
brasileiros e seus
primeiros contatos com
os portugueses.
5. CONCLUSÃO
5. CONCLUSÃO

Diante das experiências vividas em sala de aula na

Escola Estadual Argemiro de Figueiredo, com alunos do 7º ano do ensino fundamental II, no âmbito do PIBID/HISTÓRIA/UEPB destaca-se alguns apontamentos. O

programa possibilita a aproximação entre as Instituições de

Ensino Superior (IES) e as escolas públicas; e através do diálogo com a realidade cotidiana das escolas públicas, proporciona a preparação do bolsista ou futuro professor,

contribuindo de tal maneira com a melhoria do ensino das

escolas envolvidas no programa.

Nesse sentido, o PIBID se configurou para nós como uma rica experiência ao fornecer embasamento teórico e prático para as experiências que permeiam o contexto escolar. Tendo em vista que a formação docente dá-se, também, por conflitos existentes no contexto escolar, vivenciar o contato direto com a realidade de uma escola pública, contribuiu significativamente para nossa formação,

pois futuramente estaremos imersos na referida realidade.

Ao mesmo tempo que é desafiadora, a formação acadêmica através do PIBID também se dá de forma estimulante ao exigir do discente empenho, dedicação, bem

como colaboração para execução das atividades sugeridas e

desenvolvimento de propostas pedagógicas inovadores que auxiliem o professor em sua prática cotidiana escolar.

A participação no programa ocasionou uma formação profissional mais completa através dos incentivos com relação à pesquisa produções

científicas desenvolvidas, tais como publicações de

artigos, participações em eventos e etc. além da formação docente de maneira crítica e reflexiva à medida que possibilitou a vivência de contextos e

conflitos que permeiam a prática docente.

Dessa maneira, as ações baseadas numa relação dialógica entre todos os atores envolvidos no processo de intervenção pedagógica em foco, ressaltou a importância de vivenciar, ponderar e renovar as

práticas de ensino com vistas a atender a demanda que

se constitui a favor da educação emancipadora, expressiva e democrática, ou seja, um desafio que se propõe para o professor do século XXI.

Ressignificar o ensino é preciso, é um processo

continuo, é o ato de não

acomodar-se. Obrigada !

Ressignificar o ensino é preciso, é um processo continuo, é o ato de não acomodar-se. Obrigada