Você está na página 1de 7

O CASAMENTO SEGUNDO O PROPÓSITO DE DEUS

Pr José Fernandes Silva - Acreúna – Goiás 01/06/2007

O CASAMENTO.
CASAMENTO.

1. CONCEITO.
É a união civil, reconhecida e abençoada por Deus de um homem e uma mulher, devidamente
desimpedidos, e a separação de uma célula familiar oriunda de uma outra, onde através da união carnal
procederão a novas famílias.

2. PRINCIPAIS FUNÇÕES.

I - Relacionamento Sexual.
Uma das funções mais importantes do casamento é sem dúvida o relacionamento sexual. Deus criou o
homem e a mulher com a possibilidade de proporcionar prazer sexual um ao outro. Algumas áreas do corpo
possuem terminações nervosas que sob carícias, os levam a um estado de excitação. Essas áreas
erógenas foram criadas por Deus, exatamente para proporcionar ao homem prazer sexual. “Conheceu Adão
a Eva, sua mulher...”. (Gênesis 4: 1 b)

II - Reprodução.
Deus criou macho e fêmea e os tornou fecundos, com a responsabilidade de perpetuar a sua espécie.
“Conheceu Adão a Eva, sua mulher; ela concebeu...”. (Gênesis 4: 1)

III - Provisão.
Provisão.
Quando Paulo fez a analogia do amor do marido à mulher como ao próprio corpo, ele diz que ninguém
aborrece ou odeia a si próprio, antes alimenta, o que ele está se referindo é a responsabilidade
indispensável ao homem de ser o provedor de sua família. “Assim devem os maridos amar a suas próprias
mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Pois nunca ninguém
aborreceu a sua própria carne, antes a nutre e preza como também Cristo à igreja”. (Efésios 5: 28-29)

IV - Proteção.
Paulo ainda também faz a analogia do amor do marido para com a esposa, comparando o cuidado de Cristo
com a igreja, como ele mesmo se entregou por ela, santificando e purificando-a para apresentá-la a si
mesmo. Este exemplo de ser seguido não somente para com a esposa, mas também para com toda a
família. “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se
entregou por ela, a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, para
apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa
e irrepreensível”. (Efésios 5: 25-27)

V - Afeto.
Continuando a falar do mesmo capítulo de Efésios, agora Paulo exorta a respeito da necessidade de haver
amor por parte do marido para com sua esposa. Esse amor não é um amor frágil e débil, mas sim, um amor
sacrificial (ágape), comparado ao amor de Jesus para com sua igreja.

3. ALGUNS FATORES RESPONSÁVEIS PELO INSUCESSO DO CASAMENTO.

I - Na Área Espiritual.

1) Distúrbios psicológicos. Distúrbios adquiridos muitas vezes na infância, como por exemplo, violência
física, psicológica e sexual.

2) Fanatismo. O fanatismo leva a pessoa a um padrão de santidade inconsistente e a uma distorção dos
valores morais e espirituais.

3) Conceito equivocado de que um é o complemento do outro. Deus ao instituir o matrimônio não uniu duas
metades para formar um ser perfeito ou completo, na realidade o propósito principal foi o de formar uma
nova relação, íntima, pessoal, diferente da relação que o homem tem com os seus pais, parentes e amigos.
“Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão uma só carne”.
(Gênesis 2.24)

1
4) Casamento forjado por pretensas profecias.
profecias. Este é outro conceito errado que se baseia no fato de que
para cada homem Deus fez uma mulher ou vice-versa, e que Ele vai mostrar de maneira sobrenatural esse
escolhido(a). O dom profético tem outra função conforme se observa em 1ª Coríntios 14.3, nunca foi e nunca
será uma ferramenta para se buscar um pretendente para um casamento, ao contrário, a Bíblia apenas
exorta que "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a
injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?" (2ª Coríntios 6.14). A escolha e a responsabilidade
desta recaem sobre cada indivíduo. “Isto é o que o SENHOR mandou acerca das filhas de Zelofeade,
dizendo: Sejam por mulheres a quem bem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na família da
tribo de seu pai.” (Números 36.6). “A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive;
mas, se falecer o seu marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor.” (1ª
Coríntios 7.39)

5) Jugo desigual. Jugo no sentido etimológico da palavra quer dizer um tronco que prende, uma junta de
bois, canga. O jugo servia basicamente para dividir a carga de igual modo para os animais que a
transportava. No casamento prender-se a um jugo desigual fala das diferenças que poderão acarretar sérios
prejuízos para o casal e a família recém constituída. Tipos diferentes de jugo desigual:
a) Espiritual;
b) Sócio-econômico;
c) Etária;
d) Racial;
e) Físico;
f) Cultural.

6) Casamento onde o homem não exerce o seu papel de liderança.


liderança. A liderança do homem na família é
baseada no compromisso assumido de zelar pelas responsabilidades inerentes à instituição, sempre
focadas pelo prisma do amor. O líder é sabedor que se observados estes requisitos sua liderança será
eficaz e haverá retorno satisfatório dos outros membros da sua família. Líder inseguro, imaturo e indeciso
gera conflitos e tensões no lar.

II – Na Área So
Social
cial-
al-Afetiva.

1) Casamento
Casamento com esperança equivocada. O casamento não deve ser encarado como meio de se buscar o
afeto familiar que uma pessoa nunca teve, ou mesmo da continuidade do afeto dantes recebido. Existe a
necessidade premente de que o casamento seja uma nova união, um novo relacionamento onde as
experiências passadas servirão como referência para o que deve ser feito e também para o que deve ser
evitado.

2) Casamento sob influência. O casamento nunca deverá ser constituído se as pessoas envolvidas no
processo de escolha não for o próprio casal. Os pais devem estar atentos quanto a esta escolha, oferecendo
aos filhos suporte emocional e espiritual, para que eles possuam maturidade suficiente para escolherem
aqueles com quem viverão para o resto de suas vidas. Este suporte, porém, não implica necessariamente
que os pais poderão usar de influência para casarem seus filhos com as pessoas que eles mesmos
escolheram. (1ª Coríntios 7.39).

3) Despreparo para a maternidade. Ser uma boa esposa ou um bom marido não significa necessariamente
dizer que esta pessoa será uma boa mãe ou um bom pai, ou mesmo que eles estejam prontos para criar
filhos. Um planejamento familiar sério e cauteloso em relação à hora e o momento para a chegada dos
filhos, é sumamente importante para que o nascimento de um filho não desestabilize a família e apareçam
conflitos entre o casal. Abordaremos mais adiante o assunto sobre planejamento familiar.

4) Decepção no casamento. Isto ocorre quando o homem descobre que sua esposa não é a cozinheira, nem
a dona de casa, nem muito menos a costureira que sua mãe foi. Também é nesta hora que a esposa
descobre que no marido não condensa as mesmas características que fizeram de seu pai um excelente
chefe de família.

5) Possessão ou ingerência dos pais. Esta questão é muito séria, pois, acontece dos cônjuges se separarem
dos pais para se unirem em matrimônio, o que não acontece, muitas vezes, são os pais se separarem dos
filhos na ocasião do casamento. É um procedimento incorreto que na maioria das vezes redunda no
esfriamento da relação e termina com o fim do casamento.
a) Não more com seus pais ou com os sogros.
b) Aprenda a lidar com as diferenças sem fuxicos.
c) A despensa dos pais não é seu supermercado.
d) Meu pai/sogro é meu pastor, nada me faltará.

2
6) Má administração das finanças. A família precisa tomar cuidado como administrar sua renda, pois, grande
parte dos conflitos familiares tem origem no dinheiro, ou na falta deste. Sugerimos o seguinte:
a) 10% - Dízimo;
b) 10% - Economias;
c) 30% - Despesas com moradia (Aluguel, água, luz, etc...);
d) 30% - Alimentação;
e) 10% - Lazer;
f) 10% - Investimentos (Reforma, aquisição de bens, etc...).

III – Na Área Sexual.

1) Comparações.
Comparações. Qualquer pessoa que antes de se casar passou por experiências ou relacionamentos
amorosos, que por qualquer motivo foram frustrados, precisa se libertar das lembranças do passado.
A relação de um casal fica estremecida quando um dos cônjuges não vê no atual parceiro o mesmo
desempenho que alcançava em suas experiências anteriores. Comparações a respeito da beleza física,
inteligência e outros atrativos corroboram para o desajustamento sexual e familiar.

2) Ignorância. Falta de maturidade espiritual e de conhecimento da Palavra de Deus. “Jesus, porém,


respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.” (Mateus 22.29).
Indisposição em conhecer as verdades inerentes ao casamento e suas particularidades.

3) Sensualidade sem amor. Casamento decorrente de paixões fulminantes e passageiras, e é geralmente


provocada por alguns fatores:
a) Falta de comprometimento com os ensinamentos bíblicos; “E conhecereis a verdade, e a
verdade vos libertará.” (João 8.32).
b) Namoro desregrado. “Estas se prostituíram no Egito; prostituíram-se na sua mocidade; ali foram
apertados os seus seios, e ali foram apalpados os seios da sua virgindade.” (Ezequiel 23.3).
c) Atenção demasiada ao físico em detrimento do caráter ou personalidade. “Porém o SENHOR
disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura,
porque o tenho rejeitado; porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que
está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração.” (1° Samuel 16.7).

4) Feridas.
Feridas. Feridas produzidas por infidelidade conjugal e a dificuldade de se perdoar o agressor. Para esta
situação é recomendável muito diálogo e disposição para o entendimento. “Porque serei misericordioso para
com suas iniqüidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais.” (Hebreus 8.12).

5) Casamento reparador.
reparador. O casamento não deve ser levado a efeito com pretensões de se reparar pecados
cometidos. A falta de vigilância e o excesso de liberdade no período do namoro, não podem ser reparados
simplesmente com um casamento.
Os famosos ‘casamentos de delegacia’, colaboram em muito, para que as estatísticas do divórcio se elevem
a cada dia que passa. Uma criança gerada fora do ambiente do casamento acarretará, principalmente para
mãe, que na maioria das vezes, é a pessoa quem a cria, em dificuldades inúmeras, mas, um filho criado
num ambiente desajustado, por causa de um casamento ‘arranjado’, onde o principal ingrediente do
casamento não existe, que é o amor, será pior ainda.

6) Distúrbios
Distúrbios nas funções sexuais básicas. Quando um dos cônjuges é portador de algum tipo de distúrbio
no campo sexual, que poderiam ser identificados e resolvidos antes do casamento através do exame pré-
nupcial, distúrbios estes que podem ser originários de:
a) Doenças sexualmente transmissíveis (DST);
b) Problemas congênitos (desde o nascimento). O exame pré-nupcial resolveria este problema.
c) Fatores psicológicos:
a. Abuso sexual na infância;
b. Estupro;
c. Trauma de relacionamentos anteriores;
d. Trauma provocado pela primeira relação sexual.

3
O RELACIONAMENTO
RELACIONAMENTO SEXUAL.

1. O DESEJO SEXUAL.

I - Como podemos entender o Desejo Sexual?


O Desejo Sexual é um fenômeno subjetivo e comportamental extremamente complexo. Contribuem para o
desejo sexual as fantasias sexuais, os sonhos sexuais, o início do comportamento sexual, a receptividade
do companheiro (a), as sensações genitais, as respostas aos sinais eróticos no meio ambiente, entre muitos
outros fatores.
O desejo sexual é o que dispõe a pessoa à atividade sexual e se compõe de três atitudes; a motivação
sexual ou aspiração sexual, estímulo sexual e o impulso sexual. Do desempenho sexual participam a
excitação sexual e o orgasmo.
Grosso modo poderíamos baseados na estatística, nos hábitos culturais de nosso sistema e na Palavra de
Deus, imaginar um conjunto de critérios sugestivos de motivação sexual normal, como abaixo.

II - A Aspiração Sexual envolve a seguinte ordem decrescente:


a) Indivíduos Humanos (contrário ao bestialismo, ou atividade sexual com um animal);
b) Indivíduos vivos (contrário à necrofilia, ou impulso e atração sexual por cadáveres);
c) Pessoas livremente concordantes (contrário ao assédio);
d) Pessoas livremente receptivas (contrário à violentação);
e) Pessoas de faixa etária relativamente compatível (contrário à pedofilia);
f) Parentes de grau próximo e de primeiro grau (contrário ao incesto);
g) Locais adequados e em circunstâncias propícias (contrário ao exibicionismo);
h) Pessoas disponíveis civilmente (contrário ao adultério);
i) Outra pessoa (contrário à auto-satisfação);
j) Pessoas do sexo oposto (contrário ao homossexualismo).

III - O desejo sexual abordado pela mídia.


A mídia, principalmente a televisão, revistas de moda ou de comportamento social banalizam o
comportamento sexual, sugerem uma certa obrigatoriedade de liberdade sexual, como se, para participar da
conjuntura a pessoa fosse obrigada a um tipo de comportamento eminentemente facultativo, rotulam
pejorativamente aqueles que não compartilham da libertinagem.

2. A EXCITAÇÃO SEXUAL.
A fase de excitação sexual é, basicamente, o preparo do organismo para o ato sexual. Tanto o corpo da
mulher quanto do homem passa por modificações fisiológicas durante a excitação sexual.

I - A excitação feminina.
Na mulher a vagina se expande, relaxando-se para permitir a penetração, fica molhada para facilitar os
movimentos sexuais, o clitóris intumesce (incha, avoluma-se), tornando-se mais sensível ao contato físico,
os grandes lábios costumam se retrair e os pequenos lábios aumentam de tamanhos.
A diminuição ou falta desses fatores fisiológicos pode significar alguma dificuldade para a sexualidade. A
disfunção sexual que ocorre na fase da excitação pode ser seguida de dor à relação, chamado de
dispareunia.

II - A excitação masculina.
No homem a excitação proporciona a ereção do pênis, comumente seguido de secreção uretral viscosa e
aceleração dos batimentos cardíacos e respiratórios.

3. O ORGASMO.

I - Prazer
Prazer sexual feminino.
Segundo algumas pesquisas brasileiras, 40 a 60% das mulheres pesquisadas refere dificuldades ou
incapacidades em obter orgasmos nas relações sexuais. Por aqui se vê que, a considerar apenas o critério
estatístico para avaliar a normalidade, quase podemos dizer que, estatisticamente, não será anormal a
mulher não sentir orgasmo.
a) Em grande número de casos a mulher consegue ter orgasmos com a masturbação, mas não os
consegue com a penetração sexual.
b) Muitas também só conseguem o orgasmo ao se manipularem enquanto são penetradas.
c) Outro tanto de mulheres, apesar de não sentirem o orgasmo, mesmo assim sentem muito prazer
durante o ato sexual.

4
II - Prazer sexual masculino.
Nos homens, desde que não haja problemas no desejo sexual e nem na ereção, a falta de orgasmo
normalmente se deve ao uso de medicamentos que aumentam muito o tempo de latência (tempo necessário
para atingir o orgasmo), ao alcoolismo, ao tabagismo e diabetes.

III - Prazer sexual mútuo.


Concorre para isso uma série de fatores circunstanciais, desde a estabilidade econômica e profissional, a
melhoria da satisfação no relacionamento com o parceiro, o bem estar emocional, até o encaminhamento
adequado dos filhos, etc.
A sexualidade é sadia? Sadio é a sexualidade satisfatória, é o sexo que atende aspirações de quem dele
participa.

IV - A Quantidade de Sexo Normal - Escape Sexual Total (EST).


As pesquisas científicas sobre sexualidade costumam referir-se à quantidade de atividade sexual com o
termo Escape Sexual. Este é um conceito para referir a iniciativa e efetivação de uma atividade sexual com
orgasmo. O número do Escape Sexual Total (EST) é a quantidade de orgasmos atingidos durante algum
tempo estabelecido, como por exemplo, Escape Sexual Total semanal, mensal, anual, etc. Dessa forma o
EST semanal deverá refletir a prevalência de Comportamento Sexual Compulsivo entre homens.
Kinsey (Wyatt, 1988), que desenvolveu o conceito de EST, relatou que o EST semanal mediano foi de 2,14
para homens entre a adolescência e a idade de 30 anos, e de 1,99 para todos os homens em geral. No
Brasil essa média é de 3, segundo pesquisa da Pfiser.

4. CAUSAS DA PERDA DO DESEJO SEXUAL.

I - Estresse.
O estresse pode ter sua fonte em preocupações rotineiras, como a pressão sofrida no trabalho, contas para
pagar no começo do mês, problemas com o comportamento dos filhos, correria da vida moderna, etc.
Outros fatores como a perda de uma pessoa querida, mudança de casa ou de emprego também contribuem
para que o desejo fique adormecido. É realmente difícil se desligar completamente de tudo à sua volta, e às
vezes fatores externos chegam invadindo e destroem o clima de intimidade, quando você deve se sentir
relaxada e segura. A maioria das pessoas consegue superar esta fase naturalmente, uma vez os problemas
foram ultrapassados.

II - Tensão pré-
pré-menstrual.
Tensão pré-menstrual (TPM) é um ou mais sintomas que normalmente ocorrem durante uma ou duas
semanas antes da menstruação. O começo do sangramento normalmente causa um alívio dessa tensão.
Com a chegada da menopausa, a TPM acaba. De 50 a 70% das mulheres tem TPM, sendo que 10%
apresentam efeitos mais sérios, tendo que faltar a aula ou o trabalho.
A causa da TPM não é conhecida, mas alguns especialistas acreditam que se deve ao baixo nível do
hormônio progesterona. Outras teorias acreditam haver uma ligação entre deficiências nutricionais e
químicas. Recentes estudos sugerem que uma tensão forte é associada ao baixo nível de uma substância
do cérebro chamada serotonina.
Aproximadamente 150 sintomas foram associados à TPM. Os mais comuns são: dor de cabeça,
transpiração, inchaço dos seios, cansaço, depressão, acne, irritabilidade, ansiedade e raiva.
Algumas dicas para aliviar esses sintomas:
a) Pratique exercícios aeróbicos regularmente
b) Mede sua dieta. Por exemplo, reduzir a quantidade de sódio e aumentar a quantidade de
potássio e cálcio na alimentação pode reduzir a retenção de fluído. Alimentação com bastante
fibra reduz a prisão de ventre associada à TPM.
c) Remédio de erva de camomila ajuda a aliviar a tensão.

III - Menopausa.
A perda do desejo sexual é um problema comum a mulheres de idade mais avançada, devido às mudanças
hormonais causadas pela menopausa. Estima-se que a falta de desejo sexual afeta 72% das mulheres que
passaram por esse período.

IV - Perda da libido (desejo sexual).


Quando o homem ou a mulher perde o desejo sexual não significa necessariamente que esteja ocorrendo
um relacionamento extraconjugal, perfeitamente pode ser que exista algum tipo de problema físico ou
psicológico. Vejamos alguns problemas e também o que pode ser feito para resolver o problema da perda
do desejo sexual

5
1) Essa noite não amor, eu sinto dor de cabeça. Quem nunca ouviu esta frase? Dor de cabeça é desculpa
mais antiga que se conhece para evitar o sexo, mas mesmo assim, ela pode ser uma verdadeira razão para
não se querer fazer uma frenética atividade física.
As dores de cabeça são sintomas comuns de stress, assim como, ansiedade, irritabilidade e tensão
muscular, que são responsáveis pela perda do desejo. Reduzir os efeitos do stress, relaxando a cabeça e o
corpo antes de ir para a cama, pode fazer muito para melhorar a sua libido.
Pratique exercícios regularmente, pois atividades físicas ajudam a eliminar tensões físicas e emocionais,
além de aumentar o nível de hormônios como as endorfinas, que nos fazem sentir melhor.

2) Hoje não, estou muito cansada. Essa desculpa pode estar relacionada ao stress, regime ou excesso de
exercício, por isso as sugestões dadas anteriormente podem ser muito úteis. Antes de ir para a cama, tome
uma xícara de chá de hortelã-pimenta. Os homens árabes tomam esse chá para aumentar a virilidade.

3) São meus hormônios. Nossos hormônios podem acabar com nossa vida amorosa, o stress, uma dieta
pobre e a falta de exercício físico podem causar desbalanceamento hormonal, mas os hormônios femininos
também são afetados pela menopausa, parto, cirurgia, anticoncepcional e tratamento de reposição
hormonal. Existem no mercado muitos produtos à base de ervas que ajudam a balancear os hormônios.
No caso do homem, o desejo sexual é afetado pelo declínio do hormônio testosterona, que acontece
naturalmente com a idade. Para diminuir esse efeito, tome diariamente 15 mg de suplemento de zinco. Esse
mineral ajuda o corpo a produzir e metabolizar testosterona.

4) A gente não se entende mais. Coloque o fogo de volta à sua relação seguindo as dicas a seguir:
a) Faça você mesmo um jantar para sua esposa;
b) Convide sua esposa para um passeio, só os dois;
c) Seja gentil, aprenda o segredo das palavras, por favor, com licença e obrigado;
d) Ao invés de pedir que ela te faça, faça você por ela.

5. OS PROPÓSITOS DIVINOS PARA O SEXO.

I - Prazer sexual.
Existem muitos estudiosos que tentam forçar a narrativa bíblica sobre a queda do homem no Jardim Éden,
relacionando a prática sexual entre Adão e Eva com a sua queda. Porém é temerária tal afirmação, pois, ao
criar o homem, Deus o fez completo física e emocionalmente, absolutamente igual a um homem moderno
qualquer. Portanto, plenamente capaz de gozar de todas as suas faculdades e aptidões, inclusive a
prerrogativa do sexo, sendo isto perfeitamente legal e santo. “Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à
imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e
multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a” (Gênesis 1.27-
1.27-28).

II - Procriação.
Este assunto é de uma seriedade e uma relevância tão grande, que o matrimônio é a única instituição
legítima para perpetuação da espécie humana. O Supremo Criador dotou o homem de uma capacidade
extraordinária de fertilidade, utilizando o relacionamento sexual para proliferação de sua espécie. “Então
Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos” (Gênesis 1.28).
1.28)
O avanço do conhecimento científico e o crescimento tecnológico proporcionaram algumas possibilidades
de geração antinatural de filhos. Muitos casais com problemas de fertilidade estão lançando mão desta
possibilidade para conceberem seus filhos, porém, algumas pessoas estão fazendo surgir novos modelos
de família, como por exemplo a tão propalada ‘produção independente’. Casais homossexuais têm alugado
mulheres para receberem um óvulo fecundado em laboratório, para depois criarem as crianças nascidas
como sendo filhos legítimos. O uso dessas benesses modernas não substitui a família como célula mãe da
sociedade e da igreja.

6. PODE O SEXO SER SANTO?


Originalmente assim o criou Deus. A expressão bíblica: “E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito
bom” (Gênesis 1.31),
1.31) logo após a criação do homem e da mulher, não deixa sombra de dúvida quanto ao
assunto. Acontece que o pecado tornou o sexo sujo e nojento, bem distante do planejamento Divino para tal.
O escritor aos Hebreus, divinamente inspirado deixou a seguinte sentença: “Honrado seja entre todos o
matrimônio e o leito sem mácula” (Hebreus 13.4).
13.4) Nos manuscritos originais o termo leito é traduzido por
coito, aplicando a idéia de que ao relacionamento íntimo entre o casal, deva haver a observância do temor a
Deus e o respeito ao corpo de cada um. A sugestão moderna e mundana de que entre quatro paredes vale
tudo, não condiz com as verdades bíblicas sobre o assunto. O Sexo pode ser perfeitamente prazeroso sem
ser necessariamente licencioso ou desregrado. “O marido pague à mulher o que lhe é devido, e do mesmo
modo a mulher ao marido. A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido; e

6
também da mesma sorte o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher. Não
vos negueis um ao outro, senão de comum acordo por algum tempo, a fim de vos aplicardes à oração e
depois vos ajuntardes outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência”. (1° Coríntios
7.3-
7.3-5).
5)

7. AS CONSEQÜÊNCIAS DO SEXO NÃO SANTIFICADO.

I - O Adultério.
Relacionamento sexual entre casado e solteiro, ou de casados com outros cônjuges. “... pois aos devassos
e adúlteros, Deus os julgará” (Heb. 13:4 b). Ato abominável e reprovável por Deus e um sério agravo ao
matrimônio. Ao adultério ativo, aquele praticado entre duas pessoas, Jesus insere nesta categoria o
adultério praticado na dimensão dos pensamentos.

II - A Fornicação.
Coito ilegítimo. Atos imorais praticados entre pessoas solteiras com finalidade do prazer sexual. Paulo
adverte aos jovens que não conseguindo manter a pureza cristã o melhor seria, então, casar-se.

III - A Prostituição.
Sexualidade pervertida e depravada, também chamada na Bíblia de lascívia, tão comumente observada na
comunidade dos cristãos atuais. Manifesta-se através do uso indiscriminado de roupas que acentuam e
modelam as curvas do corpo, incitando ou despertando o desejo do sexo oposto. “Mas a prostituição, e toda
sorte de impureza ou cobiça, nem sequer se nomeie entre vós, como convém a santos” (Efésios 5.3).

IV - A Homossexualidade Masculina e Feminina.


Prática de atos sexuais entre indivíduos do mesmo sexo; inversão sexual. “Pelo que Deus os entregou a
paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza;
semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua
sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a
devida recompensa do seu erro. E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez,
os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm” (Romanos 1.26-
1.26-28).