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Sobre o Autor, Aliás, sobre Mim Mesmo.

Neste trabalho, selecionei escrituras antigas de minha autoria, assim como novas escrituras e outras ainda escritas apenas para este livro negro. Eu mesmo escolhi a dedo cada vestígio de insanidade presente nestas páginas blasfemas. Neste trabalho intitulado “Intimidade da Insanidade” que pretendo que não tenha grande divulgação, estarei expondo justamente a minha verdadeira face, entrando nas suas mentes e brincando com seus pensamentos e pesadelos. O universo desse trabalho é justamente o ápice e o êxtase, de uma mente doentia, onde a dor e a destruição se fazem presentes para purificar o grande mundo que vem sofrendo com a hipocrisia dos valores cristãos medíocres. A humanidade judaica cristã, católicos apostólicos romanos, evangélicos, e todos os que seguem o Deus fraco, e que tem o seu falso moralismo sujo e apodrecido pelo tempo. Esta obra vem como um soco na cara de todos vocês, mostrando justamente tudo o que vocês temem ou renegam. Mostrando realmente o instinto de um ser humano animal, puro como veio através da evolução. Quem nasce animal, morre animal. Está no sangue, na mente, nos atos. O caos reina, pois somos os filhos do apocalipse. Novamente procuro outro rebanho para guiar. No reerguimento da S.M.V. trazendo de volta as atrocidades metafísicas e espirituais para mostrar a verdade eterna à toda a humanidade podre sobre a terra. Rituais através da dor e da purificação, caindo em abismos de escuridão e solidão. Onde o medo, nunca deve estar presente, pois pode levá-lo à morte espiritual eterna. Vocês conhecerão o mais profundo da minha mente, meu verdadeiro ser. Alguns segredos que até hoje ficaram trancafiados dentro dos aposentos obscuros da minha alma, algumas vezes me corroendo, outras me alimentando. Eis que o verdadeiro lado vem à tona, e se faz transparecer sem nenhum tipo de véu ou neblina. Transpassando a tempestade torrencial e a névoa da madrugada. Rod Hell, o “Bastão do Inferno”, num diário psicótico, atentador e assustador. Conheçam o que ninguém mais conhece. Serei o predador de suas almas e sonhos. Coloquem-se no lugar de minhas vítimas, sintam o prazer delas, estremeçam com a dor delas, e durmam de luzes acesas. Despeço-me como autor e agora mergulho fundo na minha própria alma para lhes mostrar o meu real interior. Pois sou filho do Pai das Artes.

Intimidade da Insanidade.

Bem vindos a um mundo onde eu faço as leis. Dor? Purificação?

Esta é a Intimidade da Insanidade da mente de Rod Hell,

conhecido por sua vida desregrada, boêmia e alcoólica. Odiado pelo seu jeito frio de lhe dar com as situações e com os sentimentos das pessoas. “Intimidade da Insanidade”, traz escrituras que ao se ler, revelará um lado animal e espiritual de que muitos não têm idéia da existência. A ficção não faz parte desse jogo. Entre nesse mundo de mistérios e escuridão, em

momentos de intimidade com a insanidade. Todos reais. Você realmente conhece uma pessoa por seus hábitos e atitudes? Você sabe o que pode acontecer com você, depois que o sol se esconde? Olhe nos meus olhos, sinta minha respiração ofegante. Lembre-se:

Você já dormiu ao meu lado! Que as velas se acendam, e que os ventos do destino lhe mostrem nesta obra, algo que se identifique com você, e o faça se tornar mais um em meu rebanho.

Sim

do destino lhe mostrem nesta obra, algo que se identifique com você, e o faça se

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Nota do Autor.

Vocês entrarão num mundo obscuro e cheio de maldades, ansiedades, angústias, escuridão, sadismo, e muito mais. Tenho certeza de que nesta nova obra, todos vocês entrarão em êxtase destrutivo. Não se deixem levar pelas minhas loucuras, depressões e obscuridade, pode ser muito perigoso, desse mundo poucos conseguem voltar sem seqüelas graves. A idéia inicial de “Intimidade da Insanidade” começou em meados 2008 e era pra ser um filme de curta metragem, quando fui vítima de um maldito rato virtual que clonou meu cartão de crédito, porém, descobri o endereço do infeliz, e ateei fogo em seu automóvel e sua casa, tendo gravado toda a cena em vídeo. Complicações se formaram por falta de tempo para o resto das filmagens, então resolvi transformar a idéia em um belo livro sinistro. Nesse livro, vocês entrarão fundo em minha mente insana e na minha loucura. E tenho certeza que depois de ler a obra, muitos de vocês nunca mais irão olhar e muito menos conversar comigo. Conheçam um pouco desse segredo infernal, entrando no mundo da “Intimidade da Insanidade”. O meu mundo real.

mundo da “Intimidade da Insanidade”. O meu mundo real. Ps.: Não recomendado para maníacos depressivos, pessoas

Ps.: Não recomendado para maníacos depressivos, pessoas cardíacas, cristãos, fãs nostálgicos e menores de 16 anos.

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MEU FIM É O MEU COMEÇO

Lembro-me da noite em que reneguei o Deus fraco, Recitando meu discurso de ódio, Sendo banhado pela Lua cheia, E me transformando em escuridão.

A magia se fez imediatamente, Com o estrondo dos trovões.

Renegado, Um demônio alado veio ao meu encontro; Trazia consigo uma espada, E seu tridente.

A mediunidade em freqüência máxima, Fez com que suas palavras fossem claras; Eis que recebi minha coroa, E a lâmina de minha faca.

Desde então, Faço minhas regras; Apenas obedecendo, As leis do grande Pai.

Ao nascer do sol, Minhas forças estavam esgotadas; Ali nasceria um novo ser, Um humano real.

Livre de hipocrisias, Livre da escravidão.

Humano em seu verdadeiro instinto, Instinto animal; Instinto que nunca deveria ter sido domesticado, Pelas ridicularidades do catolicismo.

Eis de volta, O homem que caça.

MALES MALEFICARUM

Maldita inquisição, Que não acabou com o pior feitiço; ?Onde estava Matthew Hopkins, Pra acender a fogueira, Que extinguiria o amor?

O amor é maldição, É praga mística; Encantamento pronunciado, Feitiçaria aniquiladora.

Maldita inquisição, Que não acabou com o amor; Malditos sejam os cristãos, Que usurparam esse feitiço, Para a destruição alheia.

Eis que as cadelas escravas do cristianismo, Acabaram com a magia de Lúcifer; Destruíram o amor puro, E o transformaram em dor.

cadelas escravas do cristianismo, Acabaram com a magia de Lúcifer; Destruíram o amor puro, E o

SUBMUNDO INCONSCIENTE

Lendo escrituras antigas, Vejo que continuo o mesmo; Certas coisas nunca mudam.

Ainda sozinho, Com tantos sonhos e esperanças; Gritos mudos, Que ecoam na mente.

Comparo-me com ficção, Talvez, Zé do Caixão; Ainda à procura, Da mulher perfeita.

Que me dê um filho, Que me traga alegria; Nesta vida vazia, Em que tudo se perde.

Talvez Capt. Howdy, Purificando através da dor; Todos aqueles, Que me acham insano.

vida vazia, Em que tudo se perde. Talvez Capt. Howdy, Purificando através da dor; Todos aqueles,

AMOR AO PAI

Maior que o universo, Que todos os mares; Tu és a luz do meu viver, O abraço que me acalma. Pai, tu me deu a vida, Me ensinou a caminhar; Seguindo teus passos, Aprendi a lutar.

Amor aos que me amam, E te apreciam; Ódio aos que são indiferentes à mim, E te odeiam.

Pai, tu és o símbolo maior do amor, Tu és o fogo que purifica; A balança da justiça, Encontra-se em tua mão esquerda.

Tu que veio da luz; Que penetrou a escuridão; Tu que me deu irmãos, Guerreiros de fé.

Pai, o que seria de mim sem ti? Nada, apenas uma estrela apagada; Tu me ensinaste a ter perseverança, A lutar por mim mesmo.

Tu me ensinaste a ser grande, E não temer a nada; Mas sei que preciso merecer, Não posso me acomodar.

Apenas tu me trazes a paz, Tua presença me esclarece mistérios; Tua voz de trovão, Me encoraja.

Tudo que aprendi nesses 27 anos, Devo a ti, meu Pai; Serei eternamente grato, Por tudo que fizestes por mim.

Pelos caminhos que me fez seguir, Pelos inimigos que me ajudou a esmagar; Por todo o amor que tu me dá, Dia após dia.

Tenho orgulho de ser teu filho, De ter tuas asas a me proteger; Pai, realmente te amo, Do fundo do meu coração. Sei que meu amor por ti, Nunca será em vão; Assim como sei, Pai, Que tu nunca me deixarás desamparado.

Lúcifer, Pai e Mestre; Bebo de tua honra, De ser verdadeiro, De ter teu sangue.

Te amo e te amarei sempre; Por toda a minha vida; Grande Pai, Sempre estarei aqui.

FLOR MORTAL

Rosa vermelha, De espinho fatal; Grande beleza, Essência do mal.

Teu perfume é letal, Libidinosa flor mortal; Tu representas a morte, O fim do amor.

Flor mortal, Vermelha sangue; Essência do mal, Beleza fatal.

CARRASCO Sou o grito da justiça, Tudo vejo e tudo sei; Não existem segredos que

CARRASCO

Sou o grito da justiça, Tudo vejo e tudo sei; Não existem segredos que eu não conheça, Não existe lugar pelo qual não passei.

Sou o carrasco do tempo, O grito que ecoa no universo; Eu crio e eu destruo, Eu comando o seu futuro.

AMARGA ESCURIDÃO

Escuridão, Amarga como sangue; Tudo toma forma, Numa mente solitária.

Escuridão, Já não serve de abrigo; Agora se torna perigo, Pra um corpo que se deita.

Escuridão, Cama desfeita; Se torna desespero, Acordar no meio da madrugada.

Escuridão, Grande velha amiga; Me abraça destranqüila, Nos piores momentos da minha vida.

PROMESSAS QUEBRADAS

Onde está o amor eterno? Foi você que prometeu

Quem disse que iria cuidar de mim?

Foi

você

Mais uma vez, Promessas quebradas Mais uma vez, Jogado pras traças

SOBRE A ESCURIDÃO

Depois que as velas se apagam, A escuridão se torna mãe; Ela traz paz e solidão, O silêncio se faz presente. Deitado e sozinho, Fico a pensar; ?Onde está você, Mulher da minha vida?

Sigo pelos caminhos da mente, Atrás da fumaça dos incensos; Mas não posso te encontrar, Onde você está?

A escuridão brinca com ilusões, Acabei vendo você; Numa escultura de ar, Misturada à névoa.

Doce escuridão, Fria emoção; Que vela meu sono, Em mais uma noite solitária.

REFLEXÃO DO AMOR

 

A de amor,

M

de maldição,

O

de ostensiva,

R de retalhadora.

O amor é uma maldição, Ostensiva e retalhadora; Deixa marcas e cicatrizes, Eternas no corpo e na alma.

SOLIDÃO

O silêncio toma conta da casa, Rua David Mary 180; A escuridão se torna uniforme, Névoa densa pela fumaça do meu cigarro.

Vejo as coisas distorcidas, Deve ser efeito da bebida; Estou preso em meu colchão, Apenas com essa folha e caneta na mão.

Minha cabeça gira como num carrossel, A caneta está falhando; Que falta me faz uma mulher aqui, Apenas para me abraçar.

A solidão traz a loucura, Talvez por isso esteja assim; Não preciso de nenhuma palavra, Apenas do toque suave e quente.

Todas as mulheres já tive; Algumas eu usei, Outras eu gostei, Mas poucas eu amei.

Quem pode entender minha mente? Sou o criador lutando contra a criatura; Sou a criatura aterrorizando o criador; Estou preso num mundo doentio.

Onde está meu sorriso? Já não sei responder; Ando passando dos limites, Meu corpo está debilitado.

Me perco na noite, Procurando meu próprio fim; Acelero a Puma até não poder mais, Mas a estrada está livre pra mim.

Pareço ter tudo o que qualquer um quer, Mas não sou feliz; A vida me prega peças, Enquanto a solidão me consome. Estou vendo tudo o que construí, Se deteriorar; Dos amigos restam poucos, Minha garrafa está no fim.

Noite de quarta feria 14/04/2009, E eu já estou assim; Amanhã será outro dia, E sei que será igual hoje.

Minhas costelas ainda doem, Decorrente do churrasco de Corpus Christi; Eu tinha que voltar no médico hoje, Mas estava sem paciência.

O álcool cura tudo, Até mesmo minha depressão; Bebo, deito e durmo, No colchão jogado no chão.

A solidão é uma faca, Cravada na carne com intenção; Já é tarde da noite, Me entregarei à escuridão.

no chão. A solidão é uma faca, Cravada na carne com intenção; Já é tarde da

MAIS UM TRAGO NO CIGARRO

Que se faça a luz, Meu isqueiro se acende; Num cigarro apagado, A brasa vermelha ganha vida.

Meu rosto se perde na névoa, Meus pulmões cheios de fumaça; Acelerando o processo natural, Relaxamento mental.

Fumar é um vício, Assim como amar você; Não sei qual vai me matar primeiro, Por isso, pago pra ver.

Mais um trago no cigarro, Mais pensamentos em você; Apenas fecho meus olhos, Esperando pra morrer.

Mais um tubo de câncer, Doente por você; Larga logo o que está fazendo, E vem correndo me ver.

SEQÜESTRO

É chegada a hora grande, As velas estão acesas; Começo o ritual, Vou caçar a sua alma.

Te encontro nua, Deitada em sua cama; Adormecida virginalmente, E seqüestro teus profanos desejos.

Nº 07

Luzes roxas, Neon brilhante; Cigarro longo, Sonhos perdidos.

Nessa mesa, Redonda eterna; Nada tem fim, Sempre é recomeço.

Dor e desilusão, Perdido em solidão; Jack Daniel’s Nº 07, Sem gelo, na escuridão.

Meio embriagado, Talvez já cambaleando; Não me lembro de muito, Apenas de cair na cama.

07, Sem gelo, na escuridão. Meio embriagado, Talvez já cambaleando; Não me lembro de muito, Apenas

FAMA

Tenho fama, Mas não tenho grana; Tenho nome, Mas poucos gostam de mim.

Assim sigo minha estrada, Nesse submundo.

Posso ter todas as garotas, Mas nenhuma me ama; Posso ter todos os amigos, Mas eles só querem minha cerveja.

Assim sigo minha estrada, Nesse submundo.

?De que adianta ser eu, Se estou sempre sozinho? Eles apertam minha mão, Apenas pra mostrar que me conhecem.

Assim sigo minha estrada, Nesse submundo.

O dinheiro não compra felicidade, Gastei todo o meu e não sou feliz; Dura forma de aprender, Mas eu paguei pra ver.

Assim sigo minha estrada, Nesse submundo.

Status é o que elas procuram, Mas já estou fora dos tablóides; Serem fotografadas comigo, Para algum site da internet.

Assim sigo minha estrada, Nesse submundo.

?O que um nome pode te dar, Amigos e inimigos?

Mas nunca algo verdadeiro, Muito menos um amor.

Assim sigo minha estrada, Nesse submundo.

Fama no submundo, Não é nada.

nunca algo verdadeiro, Muito menos um amor. Assim sigo minha estrada, Nesse submundo. Fama no submundo,

ASSASSINO

Olho para dentro de mim mesmo, E acabo encontrando desejos sombrios; Sim, já conheço o gosto do sangue, E a alegria da vingança.

Tudo na sua hora, Sem nunca se esquecer dos detalhes; Um bom plano, Talvez o crime perfeito.

A lâmina de 32 centímetros, Afiada em fio zero; Feita em carbono, Isso que é tecnologia.

Difícil de esconder, Mas eficaz para se trabalhar.

Tenha como amigo, O seu pior inimigo; Assim será mais fácil, De dar fim no que te incomoda.

Como na matança de um porco, A lâmina desliza no pescoço; Da esquerda para a direita, Deixando o rastro de sangue.

O líquido quente e rubro, Escorre pescoço abaixo; Esguicha forte, Mancha paredes e chão.

A luz dos olhos se apaga, O templo está vazio; Só resta um corpo, Pronto para ser desovado.

Difícil de esconder, Mas prazeroso de se fazer.

TORTURA Puro sadismo, Se não for executada com o coração; A tortura é uma arte,

TORTURA

Puro sadismo, Se não for executada com o coração; A tortura é uma arte, É a forma mais eficaz de punição; Deve ser executada com desejo, Com ódio, por devoção.

CAMINHOS DA ESCURIDÃO

De um lugar, onde as velas queimam, A alma grita, não dá pra escapar; É o que eu quero, é o meu destino, Não vou fugir, eu vou encarar.

A solidão, é o meu anseio, Seguir sozinho, pra nunca parar; Passar por cima de todos os problemas, Meu inimigo, eu faço sangrar.

Caminhos da Escuridão

Do lugar, onde as velas queimam, Eu sinto o frio, a me congelar; Uma serpente, um predador sozinho, Esse sou eu, não posso negar.

Sem amor, sem sentimentos, Existe um fogo, sempre a queimar; Instinto selvagem, Anonimato, Assim eu sigo, e não vou parar.

Caminhos da Escuridão

MINISTRO

Autoridade, Apresento-lhe meu cartão; Sou o dogma do oposto, O Ministro da destruição.

Trago a peste e a desgraça, Presenteio-lhe com uma casta; De besouros e gafanhotos, Para a destruição de sua raça.

PRÓPRIA EXPRESSÃO

Olhos abertos, sorriso amarelo, Inocência perdida por hábitos podres; Pensava adiante, adiante demais, Onde a levou este ato voraz?

A 1.000 por hora, a cabeça rodava, Adrenalina, ilusão da droga; A sua estrada, já ia acabar, Sua saída, se suicidar.

Não tenha medo de morrer, Não dá mais pra se esconder; Você não pode mais viver,

O vício já matou você. Hahahahaha

Presa num quarto, com suas navalhas, A última noite, da sua história; Rasgue sua carne, perfure as veias, É o único jeito pra não sofrer.

Fez da sua vida uma desgraça, Acabe com ela, fuja agora; A sua estrada, já ia acabar, Sua saída, se suicidar.

Não tenha medo de morrer, Não dá mais pra se esconder; Você não pode mais viver,

O vício já matou você. Hahahahaha

Própria expressão Você morta em vão

Própria expressão Deitada no seu caixão

O vício já matou você. Hahahahaha Própria expressão Você morta em vão Própria expressão Deitada no
VELOZ E VORAZ Não existe hora certa, E sim, vontade e concretização; Minha vida é

VELOZ E VORAZ

Não existe hora certa, E sim, vontade e concretização; Minha vida é na estrada, Essa é a minha satisfação.

Eu piso fundo, corro demais, A vida é muito curta pra esperar; Faróis vermelhos vou ultrapassar, Nesse lugar não vou mais ficar.

O vento nos cabelos arranca a depressão, Vou devorar essa estrada; Minha paixão.

Sozinho com meus demônios, Veloz e voraz; Ninguém mais vai me fazer parar.

ESPÍRITO INFERNAL Perambulo por entre as chamas, Pelas brasas incandescentes; Sou um espírito forjado em

ESPÍRITO INFERNAL

Perambulo por entre as chamas, Pelas brasas incandescentes; Sou um espírito forjado em fogo, Nesse mundo a caminhar.

Carrego comigo o cheiro das rosas, Rosas vermelhas que encarnam a morte; Na maldade que se esconde na beleza, Na liberdade de uma noite de luar.

Trago comigo os estragos da noite, E as esperanças perdidas pelos que sofrem; Abro minhas asas negras, E levanto vôo sobre o abismo.

Não se engane ao olhar nos meus olhos, Pois eu sou o fim do túnel; O barqueiro de Carontes, O Senhor do Stix.

CORTE PROFUNDO

Sinto a lâmina penetrar minha carne, Foi atingido pelo inimigo; Um filho de Lúcifer não abandona a batalha, Mesmo que esteja ferido.

Vocifero o feitiço de Hades, Que vem ao meu auxílio; Legiões se aproximam, E empunham suas armas.

Hoje é noite guerra, Executaremos nossa missão; Devastar a Terra dos falsos, Destruir a oposição.

Será nossa resposta à inquisição, Carne a carne, espada a espada; Numa batalha ardilosa, Pelos espíritos de nossos ancestrais.

Se eles acobertam seus assassinatos, E se tornam santos; Nós ao contrário, Teremos prazer em matar e mostrar nossas faces.

Nada além de vingança, Nada além de pagar com a mesma moeda; A vida de mulheres e crianças inocentes, Que foram queimadas em suas fogueiras.

Seus exorcismos não funcionaram conosco; Nós evocamos o poder do Pai, Do seu lado esquerdo, E do seu lado direito.

As legiões dos decaídos, As falanges dos que foram encarnados; Temos o poder em nome da Honra, Em nome do Orgulho.

APENAS PRAZER

Te joguei em minha cama, Te fiz minha escrava; Usei sua virtude, E todo o seu apetite.

Esgotei tuas forças, Bebi do teu néctar vaginal; Me perdi no seu corpo, E fiz dele meu templo.

Nosso ato sexual informal, Onde você e eu, e meus espíritos nos divertimos; Todos exaustos; Madrugada de prazer.

Tua vagina úmida, Engolindo meu pênis ereto; Sentia cada espaço dentro de você, A cada espasmo do teu prazer

Tua vagina úmida, Engolindo meu pênis ereto; Sentia cada espaço dentro de você, A cada espasmo

DIA COMUM

Levanto da minha cama e saio de meus aposentos; Ao abrir a porta, Vejo os malditos raios de sol.

Por que a noite não é eterna?

Levo minha carcaça até a cozinha; Pego um copo de café de ontem, E um pedaço de gorgonzola.

Por que nunca tem ninguém para preparar o café?

Arrasto-me até a sala; Não tem porcaria nenhuma na tv, O jeito é apelar pro dvd.

Por que a tv é tão ridícula?

Bom, quero me divertir; Avisto ao longe algo interessante, Minha coleção do Faces da Morte.

Por que ver os outros se foder me traz felicidade?

Mortes, assassinatos, Gente sem perna, Servindo de comida pra ratos.

Esse era sobre guerra.

Por que não se faz mais documentários assim?

Esse foi só um dia normal; Me arrasto pro quarto, E me deito normal.

E ainda tem gente que me acha anormal.

CANIBAL

Carne é tudo igual, Não interessa se é humana ou animal.

Até aonde sei, Um humano não deixa de ser animal.

A não ser que seja um idiota, Aí, se passa por um vegetal.

Canibal, eu?

Claro que sim; Ou será que não?

?Quem me garante que o bife que comi ontem, Era de um irracional?

Bom, também existem humanos que não pensam, Não deixa de ser igual.

?Espeto de vaca, Quem nunca comeu?

Existem mulheres, Bem mais infiéis que as vacas.

Não vejo diferença, Não deveria ser crime.

Carne vermelha é tudo igual? Quem me garante que o churrasco não era de miau?

Andam sumindo gatos da vizinhança; Quem será que foi o imoral?

Matar o bichinho, Que nunca fez mal.

?O que acha de um churrasco, Com carne de um marginal?

PSIU

Leia bem o aviso, Não faça barulho; Não incomode o vizinho, Nosso assunto será rápido.

Você se senta aí, E só responda o que eu perguntar; É bom saber as respostas, Senão vai se ferrar.

Na primeira mentira, Suas unhas vou arrancar; Olhe para o meu alicate, Ele está louco para trabalhar.

Não brinque com a sorte, Não vale gritar; Se eu ouvir um pio, Você vai chorar.

Não gosto de covardes, Se fez vais confessar; Podes ter certeza, Eu sei como te torturar.

Pense numa coisa, Já vou te alertar; Se insistir em não falar, Pra mim você não servirá.

O que não tem serventia, Eu posso descartar; Então não pensarei dois segundos, Antes de te matar.

Fale baixo, bem devagar; Eu não tenho pressa, pode se lembrar; Quero todos os detalhes, Comece a falar.

O LOUCO Talvez sem sentido, Poucos sabem o que representa; Talvez seja eu, Talvez seja

O LOUCO

Talvez sem sentido, Poucos sabem o que representa; Talvez seja eu, Talvez seja você.

Nem as ciganas e nem a cartomantes, Conseguem explicar; O que essa carta do tarot, Pode afetar.

Talvez seja confusão, Ou talvez não; O louco aparece, E sacode o lugar.

Personalidade ou anarquista; Às vezes bobo demais; Não deixe que os olhos enganem, Há muita coisa por detrás.

TOQUE MACABRO

Anoitece a vida não pode esperar, Já é hora da morte reinar; Nesse lugar frio e distante, Onde a fantasia não pode chegar.

As aranhas tecem suas teias, Os morcegos voam sem parar; Parece até um filme, Mas é o ato a se realizar.

Procure bem no fundo, Abra seu coração; Encontre a maldade, Adormecida em vão.

Você não é mais uma criança, Sua inocência já se perdeu; O tempo se torna curto, Encontre seu apogeu.

Por entre as sombras eu me arrasto, Sussurrando um feitiço meu; Espalhando um toque macabro, Em tudo o que é seu.

VIDA LACRADA

Eu quebrei minhas correntes, Já não tenho nada aqui; A liberdade me encaminha, Ao que eu tenho que viver.

Não viva de joelhos, Você também pode escolher; ?Um guerreiro ou um escravo, O que tem dentro de você?

SUCUBUS

Venha me possua essa noite, Atenda minha evocação; Conjuro teu espírito, Oh, demônio feminino.

Tu que procede de casta infernal, Filha de Lillith; Senhora do desejo, Possuidora da fome sexual.

Faça-me teu escravo, Traga-me prazer; Sugue de mim, O líquido da vida.

Senhora do desejo, Possuidora da fome sexual. Faça-me teu escravo, Traga-me prazer; Sugue de mim, O

PESADELO INFANTIL

1, 2, Ele vai te pegar, 3, 4, Vá correndo pro seu quarto; 5, 6, Ele já achou você, 7, 8, Está apertando seu pescoço; 9, 10, Você morreu, nasça outra vez.

APENAS UMA GAROTA

Ela era apenas uma garota, Foi o que o júri disse antes de inocentá-la;

Apenas uma garota perturbada, E não se sabia qual era a razão;

Aparentemente nada de errado, Além de ter assassinado seu pai e madrasta com um machado;

Apenas uma garota, Em seus dias menstruais;

Sabemos que algo estava errado, Mas até hoje nada foi confirmado;

18 machadas na madrasta, Enquanto 11em seu próprio pai.

Era 04 de agosto de 1892, Seu nome era Lizzie Andrew Borden;

Heroína para mim, Assassina monstruosa para outros.

NADA É DE GRAÇA

Não pense em me passar pra trás, Minha mente vai muito mais além que a sua; Não pense que é tão fácil, Chegar e receber um favor.

Nada é de graça, Meus serviços você vai pagar; Se quiser um trabalho bem feito, O preço é alto.

Tenha o que quer, Faço o que pedir; Mas no final sua alma, Pertencerá a mim.

Meus demônios se alimentarão do seu corpo, Você entrará em transe; Restará apenas um pequeno vestígio, Cravado em seu espírito.

Porque nada é de graça.

Você entrará em transe; Restará apenas um pequeno vestígio, Cravado em seu espírito. Porque nada é

FOME CARNAL

Traga seu corpo para o ritual, Eles querem devorar você; Não adianta lutar, Eles conseguirão o que querem.

Existem artifícios, Feitiços malignos; Deles ninguém escapa, Não tente se esconder.

Eles têm fome, De vícios e de carne; Apreciam a luxúria, Banham você em vinho.

Destroem seus sentidos, Devoram o seu corpo; Acabam com sua libido, Te deixam ao chão.

Você não tem saída, Esse é o pagamento pelo trabalho; Alguns pagam na encruzilhada, Outros com carne suada.

Você os procurou, E evocou seus poderes; Agora sinta-os em ti, Profundamente.

Amanhã, não vai se lembrar, Apenas vai acordar; O que quer terás em mãos, E eles já terão matado sua fome.

PUTARIA E ROCK N’ ROLL Toda noite é igual, E nem pretendo que isso mude;

PUTARIA E ROCK N’ ROLL

Toda noite é igual, E nem pretendo que isso mude; Bem vinda à luxúria, Embalada pelo som da guitarra.

Vou possuir o seu corpo, Fazer você gritar; Você vai sentir a estocada, Bem fundo no interior.

Se existem forças aliadas, Aqui você as conheceu; Putaria e Rock N’ Roll, Ninguém nunca os venceu.

DOCE VENENO

Me arrastei por entre as sombras; Envenenei o teu vinho; Nos meus lábios há feitiço, Destruição no seu caminho.

Sedutor, ou apenas ator, Em tudo que faço, procuro perfeição; Em cada toque no teu corpo, Em cada mordida de tesão.

Prove do meu beijo, Antes que eu vá embora; Eis o meu doce veneno, Que te envenenará agora.

Mas não se apaixone, Logo pegarei minha estrada; Acelerando na noite escura, Até minha próxima parada.

agora. Mas não se apaixone, Logo pegarei minha estrada; Acelerando na noite escura, Até minha próxima
FIM DE NOITE Fim de noite é sempre igual, Todo mundo jogado e embriagado; Já

FIM DE NOITE

Fim de noite é sempre igual, Todo mundo jogado e embriagado; Já não tenho lugar pra pisar, Até o chão já está lotado.

Perco-me por entre as garrafas, E latas de cerveja espalhadas; Aqui ninguém é de ninguém, Todos querem se divertir.

Névoa de fumaça, Cheiro forte pelo ar; Corpos exaustos, Roupas a se procurar.

Nem estamos tão longe, Num salão ou num bar; ?Essa aqui é a minha sala, Dá pra acreditar?

Parece ser loucura, Mas aqui é o lugar; Todos embriagados, Em frente ao meu altar.

Num ritual de diversão, Você não pode imaginar; Nada é executado, Apenas se deixa rolar.

A luxúria fala bem alto,

No fundo da intimidade; Você se solta como nunca, Se conhece e se desfaz.

É algo bem humano,

Mas é claro que tem magia por detrás; Eles incitam a excitação,

O êxtase da penetração.

Fim de noite é sempre igual, Todo mundo jogado e embriagado; Já não tenho lugar pra pisar, Até o chão já está lotado.

Névoa de fumaça, Cheiro forte pelo ar; Corpos exaustos, Roupas a se procurar.

É isso aí, Nem tenho do que reclamar; É só mais um fim de noite, No meu lar, doce lar.

Álcool e muito sexo, Não dá pra segurar; Isso que é vida, Venha se misturar.

MARCAS EM MIM

MARCAS EM MIM Entregue-me o seu corpo, Deixe suas marcas em mim; Dilacere minha carne, A

Entregue-me o seu corpo, Deixe suas marcas em mim; Dilacere minha carne, A dor me dá prazer.

MESTRE DAS ORGIAS

O fogo se faz presente nos meus olhos, Veja como as chamas dançam; Num frenesi incomparável, Eu possuo o seu corpo.

Minhas mãos exploram suas curvas, Minha língua penetra seus orifícios; Te mordo, te chupo, Te levo à loucura.

Você tenta não se entregar, Mas a vontade toma conta de você; Seu corpo pede por mais e mais, Você precisa de mim dentro de você.

Olhe para mim, Eu sou o caçador; Você é minha presa, minha caça, Minha fêmea no cio.

de mim dentro de você. Olhe para mim, Eu sou o caçador; Você é minha presa,

O fogo se faz presente nos meus olhos, Veja como as chamas dançam; Num frenesi incomparável, Eu possuo o seu corpo.

Minhas pinturas tribais, Representam meus demônios; Sinta o poder, A possessão.

Olhe nos meus olhos, Sinta o desejo queimar; Incendiando seu corpo, Te fazendo gozar.

Eu sou o mestre das orgias, Sou a carne e o espírito; Você não pode evitar, Tem que se entregar.

Olhe para mim, Eu sou o caçador; Você é minha presa, minha caça, Minha fêmea no cio.

Seu suco escorre por entre as pernas, Observo como morde os lábios; Seu corpo em chamas clama, Para ser penetrado.

Ouço seu sussurro, Seu gemido, seu chamado; Te prendo em minhas correntes, Te bato e te maltrato.

Escrava submissa, Cadela que se vicia; Engole todo o meu membro, E pede pela sua vida.

Eu sou o mestre das orgias, Sou a carne e o espírito; Você não pode evitar, Tem que se entregar.

GARRAS AFIADAS

Já era noite, a lua já dominava o céu; Aquele gosto amargo ferro, Tomava conta da minha boca, Excitava minha garganta.

Quem deve tem que pagar, Todos aqueles que traíram a lei; Suas almas foram condenadas,

E eu serei o executor.

Eis que anjo negro se reergue, Com sua espada e sua foice;

O ceifador dos falsos,

Corruptor dos pecados.

Minhas garras afiadas faziam seu trabalho, Rasgando, cortando, dilacerando a carne; O sangue era o suco mágico, Do qual eu encheria minha taça.

Ela não se mexia, Todos os seus sentidos estavam congelados; O tempo corria ao meu favor, Eis que triunfaria a vingança.

Penetrei com minhas garras, O mais profundo do seu interior; Senti suas trompas, seu útero, Todos eles por entre meus dedos.

Poderia tê-los arrancado, Esquartejado-a por dentro; Mas não seria tão divertido, Eu queria muito mais.

Eis que surge o símbolo da fraqueza, A desgraça da maioria dos homens; Eis que o símbolo sagrado dos infiéis, É introduzido dentro de seu corpo.

Fazendo assim com que a blasfêmia se torne presente, E eu sinta a lágrima dos

Fazendo assim com que a blasfêmia se torne presente, E eu sinta a lágrima dos anjos caindo; Elas caem dentro do meu cálice, Misturando-se ao sangue.

Minha alma negra vai ao delírio, Ao ver essa cena nefasta; Onde os anjos se tornam impotentes, Perante o poder do homem superior.

Ouço suas lamentações, O quanto eles estão tristes por não poderem fazer nada; Absolutamente me torno o sacerdote da morte, Onde julgo, condeno e executo.

Mas a morte não lhe cairia bem, E eu não teria tempo para me desfazer do corpo; Resolvi oferecê-la ao grande pai, Tarkemache, para que ele pudesse se alimentar.

Minha lâmina entrou em ação, Assim como se sangra um porco; Tua cicatriz será eterna, De interior para o exterior.

Assim se fez a conjuração, E o fim do ritual; Seu sangue podre entornou minha taça, E sua traição será paga pela eternidade.

minha taça, E sua traição será paga pela eternidade. JULGAMENTO Levantei minhas suspeitas, Tirei minhas

JULGAMENTO

Levantei minhas suspeitas, Tirei minhas conclusões; Executarei sua sentença, Da forma que eu achar mais justa.

?E qual é o preço a pagar, Pela sua traição? Eis que dentro de você, A semente já foi plantada.

Espere germinar, Para minha real vingança começar; Um demônio, um câncer, Que precisa se alimentar.

XIBALBA

Venha, seja bem vindo aos portões infernais; Aqui seus medos e temores serão realizados; Adentre neste mundo, nesse universo paralelo, Onde purificarei seu corpo através da dor.

Amigos, ou inimigos, Aqui não existe distinção; Todos vocês procuram pela mesma coisa, O nirvana entre o corpo e a alma.

A dor é só um estado de transição, Onde o corpo e a alma se unem em um; Serei seu anfitrião, Mostre-me até onde você consegue ser puro.

Lágrimas não me incomodam, E os gritos me levam ao êxtase; Pedidos e súplicas não me comovem, Estou aqui para elevar seu espírito.

Primitivo moderno, Buscando harmonia em rituais tribais; Na modificação do corpo, Num estado plenamente espiritual.

Cruze os portões do inevitável, Xibalba espera por você; Purificarei teu sangue e teu corpo, Devolvendo-lhe um verdadeiro templo.

Nervos e músculos serão testados, Cada extremidade do seu corpo; Irei te tocar, penetrar, perfurar, Até que seu instinto se faça presente.

Não se prenda à coisas materiais, Aqui nosso convívio irá muito mais alem; Acho os sádicos chatos demais, Sou muito mais evoluído,

Você sabe o significado da palavra Xibalba? Claro que não; Uma palavra antiga e não mais usada, Ela significa: As portas do Inferno.

e não mais usada, Ela significa: As portas do Inferno. A dor que você irá sentir,

A dor que você irá sentir, É apenas um terço do que ainda tenho guardado pra você; Porém, tudo ao seu devido tempo, Não confunda dor com espírito elevado.

Sinta levemente minha lâmina; Ela cortará sua pele e carne suavemente, Para que você sinta fio de seu corte, Desde a ponta até o cabo.

Ouça o estalar do chicote, E veja os cortes que ele deixa; A cada chicotada, Um gemido extasiado de prazer.

Tortura medieval, Assim como as usadas na inquisição; Quando os porcos cristãos, Executaram meus ancestrais.

Agora friamente, Aqueço a barra de aço; A brasa está quente, Mais de 360ºc.

Quando ela deslizar por sua pele, Bolhas irão surgir; Você vai sentir o inferno, Queimando dentro de sua alma.

Você já não tem mais forças pra gritar, Seu corpo não agüenta mais; Seu cérebro já esta se desligando; Sobreviva e fique livre.

As lanças vão perfurando o corpo, Por toda a sua extensão; Não, isso não é um pesadelo, É a sua punição.

E no final, Só o fogo purifica; Por toda a eternidade, Enquanto minha alma sobreviver.

pesadelo, É a sua punição. E no final, Só o fogo purifica; Por toda a eternidade,

INCONCLUSÃO

Você vê as pessoas mentindo, Você vê as árvores morrendo;

E no fundo você sabe,

Que nada disso é real.

Você ouve a voz do caos, Você sente a dor real;

E sabe que nada disso,

Vai poder parar você.

Então, levanta da sua poltrona monótona, E mete a cara na rua; Não demora muito tempo, Pra você ver quanta merda passa por você.

?Então pra que viver num mundo de ilusões, Se não final, quem sangra é você? Pra fingir que não vê a destruição?

E você continua sem fazer nada.

Você se olha no espelho, E não vê o que gostaria de ver; Você se sente um lixo, Pois no fundo, é isso o que você é.

E o que eu posso fazer por você?

Apenas te mostrar um novo cominho,

Onde apenas os mais fortes sobrevivem,

E que demanda em caos eterno.

Posso lhe mostrar o fim, De um começo criado pelos fracos; E que agora os faço oprimidos, Por seus próprios hábitos podres.

Você ainda não sabe o que fazer, Não sabe o que realmente sentir; Então pegue minha e mão,

E siga o meu rebanho.

MARCAS NA CARNE

MARCAS NA CARNE Sinta minhas garras, Minhas unhas marcando sua carne; A dor traz prazer, Sei

Sinta minhas garras, Minhas unhas marcando sua carne; A dor traz prazer, Sei que você já aprendeu isso.

Vou deixar minhas marcas, Por dentro e por fora; Sei como te dominar, Sei como te deixar louca.

Você não foi a primeira, E não será a última; Mas minhas marcas eu vou deixar, Assim você poderá se lembrar.

E quando o sol nascer, Longe daqui estarei; Serei apenas uma lembrança, Apenas uma cicatriz.

ELEGANCE

Com toda elegância, Eu me aproximo; A presa já está na mira, É só dar o bote.

De perto assim, Não há meio de errar; Jogo meu ar sedutor, Ela não vai escapar.

Levo-a para um canto, Começo a beijar; Trabalho e prazer, Às vezes não dá para não misturar.

Convido-a para um hotel, E ela não quer aceitar; Levo-a para casa, Será mais fácil para executar.

Jogo-a na cama, Possuo seu corpo; Corto-lhe a garganta, Agora é só esconder o corpo.

Trabalho completo, Se fosse melhor estragaria; Agora coleto uma prova, E volto para a boêmia.

Amanhã é outro dia, Encontrarei meu pedinte; Mostrarei a prova, E pegarei a bufunfa.

Nada tão difícil, É conhaque no copo; Tomo mais um gole, E desapareço na escuridão.

DESESPERO INTERIOR

Mais uma vez algo estranho acontece. Não sei exatamente o que se passa, Mas sinto uma explosão dentro do vazio do meu peito.

Meus olhos já não se fecham, E meu coração está acelerado; Sei que algo vai acontecer, Mas não sei onde e quando.

Sinto frio por dentro, Mas um calor intenso queimando por fora. Parece que minha noite será longa.

queimando por fora. Parece que minha noite será longa. 23:18 pm, quarto escuro, Iluminado apenas pela

23:18 pm, quarto escuro, Iluminado apenas pela luz do monitor; No meu copo o vinho transborda, E fumaça do cigarro se expande pelo obscuro aposento.

Não sei como explicar, Talvez nem tenha explicação; Sensação de perca, Porém, não sei se pelo furto ocorrido.

Claro, sentirei falta das minhas armas, Da minha inseparável câmera; Mas no fundo, Não sei se é apenas isso que me incomoda.

Começou como um estalo, um flash, De repente tudo ao meu redor se paralisou; Ouvia apenas meu coração bater, Minha respiração forte, minha visão embaçada.

Não sei o que se passa, Mas ainda sei que vai acontecer; O desespero toma conta, Vontade de desaparecer.

Meu dia não foi muito bom, As coisas não param de acontecer; Talvez seja hora de pular fora do barco.

Meu instinto tenta me avisar, Realmente não ando muito usando a razão; Impulsos perversos, pensamentos sádicos, Às vezes um animal toma conta de mim.

pensamentos sádicos, Às vezes um animal toma conta de mim. Talvez seja o convívio com as

Talvez seja o convívio com as cobras; As serpentes são incríveis. Quando menos se espera, Você mesmo se torna o predador.

Essa coisa está explodindo dentro de mim, Senti algo parecido na noite passada; Porém não tão forte, E nem tão intenso.

23:30 pm, já é quase 02 de maio. O vinho vai sendo absorvido pelo sangue, Meu pulmão se enche de fumaça; Nada de pensar em descansar.

O dia não foi um dos melhores, Aliás, a semana não foi boa; Hoje em especial, Se torna o marco inicial.

Odeio ficar sem respostas, Sem saber o que acontece; Eles não deveriam me deixar passar por isso, Sem um aviso prévio explícito.

As garotas conversam na sala, Ouço suas vozes longes demais; As palavras são emboladas, Não entendo nada.

Nesse momento gostaria de desaparecer, Adentrar numa outra dimensão; Apenas para assistir, O que virá a acontecer.

Nesse momento gostaria de desaparecer, Adentrar numa outra dimensão; Apenas para assistir, O que virá a

Pode ser paranóia, Problema psicológico; Não consigo explicar o que sinto.

A sensação é horrível, Mas me lembro de já ter sentido isso anteriormente; Não tão intenso, Não tão por dentro.

Parece um corte na alma, Gosto de traição; Mas como uma serpente agiria? Esperaria para atacar.

Parece coisa da imaginação, Algo sem nenhuma noção; Mas quem pode explicar a mente humana? E a evolução espiritual?

Existem coisas que não se explicam, Apenas se vivem; Pode ser que essa seja uma delas, Mas confesso, não gostaria de estar aqui.

Isso não é um delírio, Tão pouco sou um anormal; Mas esse sentimento dilacera por dentro, Não mostra nenhuma piedade.

Existe o dia da caça, E o do caçador; E hoje me sinto a caça.

A madrugada vem chegando, A hora grande se aproximando; Pai me dê uma luz, Me proteja com suas asas.

me sinto a caça. A madrugada vem chegando, A hora grande se aproximando; Pai me dê

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Não sinto ilusão, Não parece ser coisa da imaginação; É real demais, Doloroso demais.

Como uma explosão nuclear, Está começando devagar; Vai tomando grandes proporções, Causando estragos demais.

Acontecimentos e fatos, Um após o outro; Como numa bola de neve, Rolando em minha direção.

Ganhando força na nevasca, Fúria na tempestade; Onde isso vai acabar?

Respostas, preciso de respostas; Talvez um pouco de positivismo, Velho argumento não tão conhecido.

Estou mergulhando na minha pior escuridão, Posso estar tendo ilusão de solidão; Mas penso não ser tão fraco assim, Para me deixar abalar.

pior escuridão, Posso estar tendo ilusão de solidão; Mas penso não ser tão fraco assim, Para

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No fundo sinto falta dela, Queria poder abraçá-la agora; A paz que ela me concede, Poderia me ajudar.

Mas ela está longe agora, E também nem posso cobrar nada dela; Sequer temos nada, Nem mesmo uma base.

Mas quando ela voltar, Preciso vê-la; Acho que me apeguei demais, Não fui capaz de resistir.

Porém sei que esse não é o meu maior problema. Esse vazio ainda explode; Meus olhos ainda não pensam em se fechar, Mesmo ainda cansado.

00:00 am, os minutos não param de passar, Porém, parecem horas; Não sei até aonde vou chegar, E nem se vou chegar.

Tudo o que tenho, É esse teclado e essa tela; Fumaça nos pulmões,

E um resto de vinho no copo.

Esse desespero interior cresce, Mais e mais, Segundo após segundo, Minuto após minuto.

Espero que "Os Meus" me protejam, Assim que o momento chegar; Que eu não tema em momento algum,

E que tudo eu possa derrubar.

Meus" me protejam, Assim que o momento chegar; Que eu não tema em momento algum, E

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Se a vida é uma guerra, E mais essa batalha terei de travar; Que minha bandeira de vitória, Eu possa hastear.

Mesmo que tudo se some, E tente me abater; Sei que com bravura, Nada pode me deter.

Nem inimigos, Nem ladrões; Nem traidores, Nem o que sinto agora pela Carol.

Eis que mais uma vez tudo enfrentarei, E novamente do leito da morte me levantarei; Pois a verdade e justiça comigo estão, E a pureza e força de Lúcifer comigo ficarão.

Não posso me render, E nem abaixar minha cabeça; Devo enfrentar tudo, Frente a frente, cara a cara.

cabeça; Devo enfrentar tudo, Frente a frente, cara a cara. Mais um gole de vinho, Um

Mais um gole de vinho, Um trago no cigarro; 00:13 am, continuo aqui sentado.

Isso ainda parece me atacar, Esse desespero interno, vontade de correr; Pelo jeito vou ter que me entorpecer, Excesso de vinho pra adormecer.

Tem horas que gostaria de ser um humano normal, Sem a minha evolução espiritual; Para apenas me entregar às lágrimas, E me dar por vencido.

Mas nesse mesmo momento me pergunto, Será que vale a pena?

? Será que eu seria mais feliz, Sendo um humano submisso?

A resposta vem alta e clara, Como o estrondo de um trovão:

"Filho, vá a luta, Pois minha espada estará erguida por você."

E banhado em estima e poder,

Posso me levantar e responder:

"Filhos de Lúcifer não se deixam vencer, Lutam eternamente, até morrer".

Assim retiro forças de mim mesmo, Transformo-me num predador; Uma serpente traiçoeira, Esperando a hora de dar o bote final.

Assisto e existo, Me entoco e planejo.

Essa sensação há de passar, Mesmo que eu tenha que lutar; Nunca entrei numa luta pra perder, E essa não será minha primeira derrota.

Invicto gladiador, Astuto pirata; Sedento vampiro, Astuta serpente.

Esse desespero interior há de passar, Eu existo para vencer;

Assim que isso explodir, Tudo há de voltar ao seu devido lugar.

Último gole de vinho, O cigarro ainda pela metade; 00:31 am, prefiro me despedir agora.

Talvez um pouco de tv, Me traga o sono do descanso; Para enfim, Adentrar as trevas dos meus sonhos.

Ao acordar será um outro dia, Um ode a minha vida; Deixando como documento, Esse texto, poema ou memória; Que para conter em estatística, Tem em torno de 7.546 caracteres somando letras e espaços.

texto, poema ou memória; Que para conter em estatística, Tem em torno de 7.546 caracteres somando

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ESCURIDÃO

Escuridão, Meu abrigo perfeito; Meu escudo negro, Me protegendo do que há ao meu redor.

Na escuridão, O meu corpo se deita; A noite é liquefeita, É verdade e nada mais.

Me perco em pensamentos, Coisas que me devoram por dentro; E não há nada mais, Que me faça querer ficar acordado.

Na escuridão, Minha mente ganha paz; Meu corpo se desfaz, Na cama desfeita.

Escuridão, Velha cortina negra; Névoa que insiste viva, Pairando na verdade.

Me vejo em um sonho, Coisas que me machucam por dentro; Pensamentos e sentimentos, Despertam o pior que há em mim.

Na escuridão, Eu mostro a minha face; Eu tiro meu disfarce, Me mostro pra você.

Escuridão, Abrigo de um demônio; Não sofro com o abandono, Só quero me esconder.

PERVERTIDO Ela me chamou de pervertido, Só porque suguei todo o seu gozo; Lambuzando meu

PERVERTIDO

Ela me chamou de pervertido, Só porque suguei todo o seu gozo; Lambuzando meu rosto, Sentindo o seu gosto.

QUENTE E ROSA

Naquela noite me acabei, Estava cansado, suado; Sim, também embriagado, Sexo, álcool e Rock N’ Roll.

Noite de sábado, Depois da hora grande; Já tinha rodado bastante, Estava quase em casa.

E desejo consumia, Meu pau estava dilatando; Eu já não agüentava mais, Estava quase rasgando a calça.

Parei o carro na esquina, Era pura adrenalina; Ela caiu de boca, Já não era mais menina.

Ela chupava e sugava forte, Minha perna estremecia; Acima de nós só as estrelas, E a lua companheira.

Precisava penetrá-la, Eu já não agüentava; Arranquei a sua calça, Já estava toda molhada.

Coloquei ela de quatro, Mandei empinar o rabo; Me enfiei naquele buraco, Quente, rosa e nefasto.

Ela gemia como louca, Mais alto que uma cachorra; Aquilo me deixava louco, Era impossível durar só um pouco.

Eu a puxava pela cintura, Enterrava toda a minha pica dura; Ela estava tão molhada, Que seu suco escorria pelas coxas.

A cada estocada, Eu me sentia realizado; Ia fundo dentro dela, Até quase enterrar o saco.

O ritmo era frenético, Aumentava a cada segundo; Toda vez que ela gozava, Encharcava quase tudo.

Senti um frio na barriga, Minha porra já ia chegar; Enfiei meu pau na boca dela, E ali eu pude ejacular.

Ela não pensou duas vezes, Engoliu tudo a se deleitar; Quente, rosa e nefasto, Naquele buraco agora eu queria estar.

Ela não pensou duas vezes, Engoliu tudo a se deleitar; Quente, rosa e nefasto, Naquele buraco

COISA DE FILME?

Era pura diversão, Eu nem sabia o que fazia; Entre bebidas e besteiras, Encontrava a zombaria.

Besteirol americano, Humorismo brasileiro; Apenas bebedeira, E alopração caseira.

Escolha seu personagem, Essa noite vamos jogar; Seja quem quiser, O importante é se soltar.

Coisa de filme? Doidera total; ?Quem é que se importa, Com essa falsa moral?

O importante é se divertir, Sem vergonha de seguir; Daqui é para a lona, Rocky 2,5 numa boa.

Escolha o que quiser, Não vou te influenciar; Você pode até ser o réu, Eu sou o Indiana Hell.

Rocky 2,5 numa boa. Escolha o que quiser, Não vou te influenciar; Você pode até ser
SÓ SEXO Não me venha com besteira, Nem comece a falar; Eu não quero relacionamento,

SÓ SEXO

Não me venha com besteira, Nem comece a falar; Eu não quero relacionamento, Muito menos me amarrar.

Eu sei que você curtiu, E agente pode até voltar a transar; Mas esquece esse papo de amor, Porque isso não vai rolar.

Primeiro, porque você é feia pra caralho, Segundo, porque eu não estou afim; Se quiser abre logo essas pernas, E vamos partir logo pro fim.

Meu compromisso é comigo, E o que eu quero é me satisfazer; É obvio que você vai gozar, Mas não queira me comprometer.

Uma noite e nada mais, Outras noites só se forem legais; Não tente me encontrar, Quando eu quiser, eu acho você.

MONSTRO DA IMAGINAÇÃO

Às vezes nossa mente vai mais além, Nos leva a um mundo diferente; Perdemos a noção do real, Caímos em pesadelo.

Seu rosto deformado, Cabelos crespos e grisalhos; Seu cartola lhe deixa com um ar maior, Detalhe final do medo.

O espírito do coveiro,

O mais perverso da inquisição; Morto ou vivo, Qualquer um ele enterrava.

A morte vem sedenta,

E abraça friamente; É só mais uma madrugada, Mais um monstro da minha imaginação.

enterrava. A morte vem sedenta, E abraça friamente; É só mais uma madrugada, Mais um monstro
BRAÇO DIREITO Sempre o vi como meu braço direito, Me inspirava confiança; Mas o mundo

BRAÇO DIREITO

Sempre o vi como meu braço direito, Me inspirava confiança; Mas o mundo gira, E as coisas mudam de lugar.

Abri meus olhos numa noite, Estava fria e escura; Me lembro bem, Como se fosse ontem.

Descobri que não precisava de um braço direito, Que ele não tinha serventia; Pois tudo o que fazia o lado esquerdo mandava, Me trazia confiança e poder.

Meu braço esquerdo era tudo, Tudo o que eu sempre precisei; Meu bem e meu mal, Minha vida e minha morte.

Dilacerei, mutilei, Se tivesse em condições até jantaria; Dei adeus ao braço direito, E não sinto a sua falta.

INTIMO OBSCURO

O dia já amanheceu, Mais um monótono dia; Voltarei pra casa, E descansarei no meu escuro aposento.

A madrugada foi fria, Acompanhada de leve garoa; 20 de agosto de 2009, O gosto de sangue paira em minha boca.

Ah, se eu soubesse como agir agora; Mas só o que quero é descansar; Acendo mais um cigarro, E me acabo nesse trago.

Quando fecho os olhos, Me perco em violência; Vejo corpos, vestígios, E sangue.

Fica difícil esquecer a sensação, Impossível manter o controle; Só quem já matou, Sabe do que estou falando.

O pescoço se encaixa perfeitamente entre as mãos, E você aperta, cada vez mais forte; Você sente a presa perder os sentidos, Lentamente, lentamente.

Os olhos perdem o brilho, Ela está desacordada; Seu coração acelera, Como num ato sexual.

Você fica em êxtase, É difícil explicar; É como comer a mina mais gata do colégio, E depois distribuir a foto dela nua pros amigos.

Existem dois tipos de pessoa;

Os que nasceram para reinar como eu,

E os escravos,

Que merecem padecer.

Não mostre piedade, Não deixe ninguém em seu caminho; A violência nasce no estômago, Depois de uma dose de conhaque.

Presa e caçador, Sempre será assim; Não tenho tempo para perder, Por isso estou sempre a caçar.

O gosto do sangue é tão bom, Que me tira o sono; Minhas mãos tremem, E não posso me agüentar.

Não é fácil manter o controle, Depois da primeira vez;

É como droga,

Te vicia de uma só vez.

Agora me deito, E descanso o velho corpo de 27; Hoje a noite tem caçada, E estou ansioso pela chegada.

Penetrar minha lâmina fria, E misturá-la ao sangue quente, Espasmos de dor, E gritos de terror.

Mais uma vez, Ver a luz se apagar; A vida alheia definhar, Por entre meus dedos.

Me deixando louco, Excitado; Viciado, Em êxtase.

METÁLICO SABOR

Chegou um momento, Em que as coisas precisavam mudar; O tesão já não era o mesmo, E você sabe, sou fácil de enjoar.

Pra te trocar faltavam dias, Eu já tinha me cansado da mesma coisa; Foi quando você apareceu, Com seu novo brinquedo prateado.

Ele realçou seu mamilo, Deu um novo gosto na nossa relação; Você sabe que essas coisas me excitam, Encontrou uma boa solução.

Te quero essa noite, Quero percorrer seu corpo; Sentir todo o seu gosto, Seu metálico sabor.

uma boa solução. Te quero essa noite, Quero percorrer seu corpo; Sentir todo o seu gosto,
E XIBICIONISTA Ela sabia como me cativar, Sabia me deixar louco; Esperava por cada dia

EXIBICIONISTA

Ela sabia como me cativar, Sabia me deixar louco; Esperava por cada dia da semana passar, Para que pudesse a observar.

Os fins de semana pareciam eternos, E eu imaginava qual seria a próxima imagem; Que no fim de semana, Ela iria fotografar.

Era setembro de 2006; A única época da minha vida, Em que eu adorava trabalhar às segundas-feiras; Pois sabia que no meu e-mail iria encontrá-la.

Seu nome era Bruna, Branca, cabelos negros; Corpo escultural, Minha garota virtual.

Nunca a vi pessoalmente, Mas podia sentir sua pele; Seu cheiro, Seu sexo.

VAMPIRO

Espírito das trevas, Entidade da escuridão; Que caminha pela noite, Procurando sua vítima.

A figura mitológica, Que aterroriza os sonhos das mulheres; De silhueta magistral, E gesto sensual.

Longe de me parecer com os antepassados mitológicos, Sinto o cheiro do sangue a quilômetros; Como um caçador, Eu farejo e encontro minha vítima.

Seu cheiro me deixa inquieto, Meus instintos começam a se mostrar; Impossível; Não consigo me segurar.

Alguns seres humanos, Podem achar isso nojento; Pode até parecer anti-higiênico; Mas isso me deixa louco.

É como um tipo de ferormônio, E me faz perder a cabeça; Me sinto como um vampiro sexual, Procurando minha donzela.

O sangue menstrual me deixa louco, É como um tipo de tara, uma alucinação; Algo vital, Ingrediente especial.

Todo aquele sangue, Cobrindo minha pele, Meu sexo, Num êxtase prazeroso.

INQUISIDORA E eis que ela aparece nua, Na escuridão do meu aposento; Trazendo nas mãos,

INQUISIDORA

E eis que ela aparece nua, Na escuridão do meu aposento; Trazendo nas mãos, O símbolo da vergonha cristã.

Ela tenta me executar, Mas não consegue resistir aos meus encantos; Toda beleza esconde a verdadeira maldade, E toda maldade é sedutora.

A inquisidora se põe de joelhos, Submissa, pervertida; Eu possuo seu corpo, E a faço minha escrava.

FANTASMA

Noite escura no meu quarto, E ela se faz presente; Um fantasma do passado, Que atormenta minha mente.

Sua chegada é grandiosa, A fumaça se vai e revela seu corpo; Nua, branca, deliciosa, Da mesma forma que era em vida.

Seu nome era Juliana, A conheci através de uma amiga; Foi assassinada por seu noivo, Um ciumento homicida.

Jovem, linda, Cheia de vida; Um desperdício, Poderia ter sido apenas minha.

Mas ela sempre queria mais, Nunca era o bastante; Era noiva, Mas tinha uns seis amantes.

Ela tinha um fogo incomum, Seu desejo era ardente; Seu corpo era um convite ao pecado, E eu sempre fui um ótimo pecador.

Pena que o que é bom, dura pouco, E aquele desgraçado a matou; Mas me lembrarei eternamente, De como a gente transou.

Hoje, me contento em olhar, Seu espírito a me visitar; Uma Sucubus suculenta, Pronta para me atacar.

Fantasma especial, Linda e pervertida; Lábios de pimenta, Olhos de magenta.

Fantasma especial, Linda e pervertida; Lábios de pimenta, Olhos de magenta. 76

OUTRA LOIRA

Porra, a vida é foda, Quando a gente tenta fazer algo; Algo totalmente contrário, Vem e acontece.

Sou um cara zicado, Nem sempre me dou bem; Bom Depende do ponto de vista de quem.

Todos sabem que prefiro as morenas, Mas as loiras andam caindo no meu colo; Porra, desse jeito eu enjôo logo, Mas tudo bem, mais uma vez eu encaro.

Mah, linda gatinha, Daquelas bem putinhas; Do jeito que eu adoro, Adivinha aonde isso vai terminar?

eu encaro. Mah, linda gatinha, Daquelas bem putinhas; Do jeito que eu adoro, Adivinha aonde isso

Cama.

BOA LÂMINA Nem sempre se pode resolver as coisas na conversa, Algumas vezes preciso pegar

BOA LÂMINA

Nem sempre se pode resolver as coisas na conversa, Algumas vezes preciso pegar pesado; Existem questões sérias a se resolver, E a maior é o respeito.

O que me deixa magoado, É que nem sempre tenho a arma certa em mãos; Mas tudo bem, como dizem:

Tudo vira arma na minha mão.

Nada que uma boa lâmina de facão não resolva; O trabalho final não fica bonito, Mas mesmo assim é eficiente; Melhor que arrancar alguns dentes.

O importante é que o indivíduo lhe respeite, E nunca mais cruze o seu caminho; Apavorado abaixe a cabeça, E desapareça como fumaça no ar.

RAÇA SUPERIOR

Abra seus olhos se quiser prosperar, Esqueça a piedade; Ela não vai te ajudar.

Para uma raça superior, E um mundo forte; Os fracos devem padecer.

A única forma de isso acontecer, É cortar o mau pela raiz; Destrua os fracos e defeituosos.

Doentes mentais, deficientes corporais, Cegos, inválidos; Mate todos.

Não faça parte dessa palhaçada, Não os deixe viver; É um favor que você faz para eles.

Mate-os ainda fetos, Mate-os assim que nascerem; Eles não foram feitos para viver.

um favor que você faz para eles. Mate-os ainda fetos, Mate-os assim que nascerem; Eles não

CONVITE ESPECIAL

Era feriado, Nada especial; Uma merda de feriado cristão, Nem sei.

Só sabia que eu não ia trabalhar, E isso era bom; Pelo menos pra isso. Esses bastardos servem.

Acordei tarde, Mais ou menos meio-dia;

Acendi um tubo de câncer,

E abri uma lata de breja.

Não há melhor café da manhã, Quando ainda se está meio embriagado; Lá se vai a dor de cabeça, Tira até o bafo.

Liguei meu som, Só queria relaxar; Guitarras pesadas, Heavy Metal no ar.

Toca a campainha, Vou até a janela para olhar; Esse sol me incomoda, A noite nunca deveria acabar.

Ela estava de batom vermelho, Olhos vivos a observar; Peguei a maldita chave, E mandei ela entrar.

Estava toda acanhada, Usava uma mini-saia;

A calcinha era vermelha,

Não me cansava de olhá-la.

Eu já estava ficando louco, Resolvi tomar um banho; Deixei-a ouvindo Poison, Logo logo eu estaria pronto.

A água quente me relaxava, Mas minha cabeça ainda rodava; Com a maquiagem borrada, Me enrolei na toalha.

Voltei até a sala, E acendi mais um cigarro; Fiz uma piada, Ela brincou e deu uma risada.

Dei mais um vacilo, E perguntei se estava cansada; Ela balançou a cabeça, E disse que estava.

Levei-a até meu quarto, Consegui deitá-la; Brincadeira vai, brincadeira vem, E ela ficou excitada.

Cara, nunca vi uma buceta tão molhada, Ela brincava, mexia e arreganhava; Eu já estava louco,

E comecei a chupá-la.

Ela era gostosa, Mas estava toda arregaçada; Também, eu nem podia reclamar, Estava trepando de graça.

Ela me olhava e mordia os lábios; Apertava os seios,

E me fazia penetrá-la.

Louca no cio, Garota malvada; Ela vinha por cima e se acabava.

Se abria toda, Se mostrava; Ele realmente me excitava.

Quando a coisa estava quente ela parava; Dava um suspiro, E me abocanhava.

Colocava tudo na boca; Ela brincava, Nunca vi uma garota tão safada.

Ela sabia que era disso que eu gostava, Luxúria total, bem depravada; Ela gemia e gritava, Se fazia minha escrava.

A noite estava pra chegar, E nada da gente acabar; Por mim, viraria três dias, Me acabando na putaria.

minha escrava. A noite estava pra chegar, E nada da gente acabar; Por mim, viraria três

SILHUETA

Há muitos anos atrás, Um vulto adentrou meus sonhos; No começo, se tornaram pesadelos, Mas hoje os vejo como uma divina comédia.

Sua silhueta se perdia no desconhecido, Corpo humano, asas de morcego; Sua energia era como um dreno, Que sugava os sentimentos de dentro de mim.

Os anos se passaram, E me tornei uma criatura fria; Que não se importa, Com nada ao seu redor.

Misantropia extrema, Odeio todos que me cercam; Não sei sentir pena, Não me importo com seus problemas.

Eu era apenas uma criança, Quando ele surgiu; Ele me fez renascer, Me ensinou o que fazer.

Nem tudo é um conto de fadas, E não existe uma cama de rosas; O amor é só uma tortura, Que reina na vida dos fracos.

Minha bandeira se estende, Por terras de escuridão eterna; Onde o fogo queima, E o frio congela.

Esse sou eu, No mais profundo do meu intimo; Meus olhos flamejam, E minhas garras dilaceram.

MÃOS ATADAS

O tempo nem sempre passa quando queremos; Por isso aprendi da pior forma, Ser o dono do meu próprio tempo.

Sou do tipo que não apenas deseja; Desejar apenas não basta, Eu consigo tudo o que quero.

De uma forma ou de outra; Tudo gira ao meu redor, Por bem ou por mal.

Lobo em pele de carneiro, Confesso que ninguém me conhece.

Não importa o que seja, Não importa como seja; O que eu quero, eu consigo.

Suas mãos estão atadas, E seus olhos ficam pesados; Esse é o efeito do meu feitiço.

Cuido do que gosto, Destruo o que não me importo; Bem vindos ao meu mundo.

Condenar o corpo é idiotice, É assinar uma sentença; Mas, condenar a alma é sofrimento eterno.

O que foi meu uma vez, Será meu para sempre; Minha assinatura me dá o direito.

Lobo em pele de carneiro, Confesso que ninguém me conhece.

SÁDICOS

Não, eu acho os sádicos chatos demais, Eles não tem estilo; Minha expressão é bem mais espiritual, É algo sagrado.

Eles não teriam estomago, Para as minhas diversões; Muito menos para as coisas, Que me dão prazer ao assistir.

Acidentes acontecem, Disso todos nós estamos cansados de saber; O importante é estar presente, Quando o fato se consuma.

Era apenas mais um dia normal, Se não fosse por aqueles restos de CB; Eu vi pedaços de corpos espalhados pelo chão, E isso me deu o maior tesão.

Me aproximei lentamente, Com muita calma; Como um cara controlado, Esperando por um strip-tease da namorada virgem.

Cada passo que dava, Minha satisfação aumentava; A cada pedaço de carne, A cada poça de sangue.

Vi um rapaz mutilado; O que restava de seu corpo, Estava exposto.

Fraturas magníficas, Cortes profundos; Escoriações e dilacerações.

Ao olhar para o lado, Notei que ele calçava um Nike; O interessante é que mesmo longe do corpo, Seu pé direito ainda o calçava.

Eu vi curiosos passando mal, Enquanto minha alegria crescia; Outros vomitavam, E eu só queria uma cerveja.

Um pouco mais adiante, Avistei outro corpo; Calça jeans, Blusa preta.

Ao capturar melhor a imagem, Notei os cabelos louros; Era bom demais pra ser verdade, Havia uma garota envolvida.

Sem perder tempo, Me aproximei da beldade fria; E ela estava ali, Linda, ensangüentada e morta.

Não havia terror estampado em seu rosto, Talvez, por causa do estrago no sistema nervoso; Ou mesmo pela violência, Com o impacto do acidente.

Mas ela estava ali, Deitada, bela, morta e fria; Seus lindos e perfeitos seios à mostra, Deu vontade de mordiscá-los.

Eram medianos, naturais, Aparentemente durinhos; Mamilos em circunferência pequena, Em cor caramelada.

Pela minha experiência, Sei que iguais àqueles são difíceis de se encontrar; Me deu uma profunda vontade, De acariciá-los e colocá-los em minha boca.

Eu não poderia perder aquela oportunidade, Mas já havia muita gente ali; Eu me colocaria numa situação não muito boa, E ainda preciso manter minha imagem.

Minha mente estava trabalhando rápido, Processando tudo em fração de segundos; Levei minha mão ao bolso, E dele saquei minha câmera fotográfica.

Não pensei duas vezes, Antes de registrar aquela beldade; Eu precisava guardar aquela imagem, Em outro lugar que não fosse a minha mente.

Podem me chamar de voyeur, Mas foi um momento incrível; A melhor foto que já fiz, A que eu mais gosto de admirar.

Sempre me lembro daquele dia, Como se fosse um dia sagrado; Minha fome me devorando, Me destruindo por dentro.

?Sádico, eu? Nunca; Como eu disse, Eles são superficiais demais.

Minha fome me devorando, Me destruindo por dentro. ?Sádico, eu? Nunca; Como eu disse, Eles são

DOR E PRAZER

A dor é um estado de espírito, É a transcendência do corpo; Respire o inovador, Não seja escrava de um tabu.

Pequenos atos, Podem livrar o corpo da escravidão; Liberte-se, Eu lhe mostrarei o caminho.

Segure minha mão, Eu lhe mostrarei o meu mundo; Não é masoquismo, Muito menos sadismo.

É a libertação do corpo, A liberação da alma; É fazer da dor, Um motivo de prazer.

Olhe dentro dos meus olhos, Quero o seu corpo nu; Sinta a cera quente das velas negras, Em contato com sua pele.

Ela cai, agride, Faz arder, pode te dar prazer; Libere sua mente, Apenas viva o momento.

Vou te algemar, Te prender e minha cama; Fazer com você o que ninguém mais fez, E no final você vai querer mais.

Pequenas descargas elétricas, Contraindo seus músculos; Percorrendo seu sangue, Te levando ao orgasmo.

A dor é um estado de espírito, É a transcendência do corpo; Respire o inovador, Não seja escrava de um tabu.

A libertação do corpo, A liberação da alma; É fazer da dor, Um motivo de prazer.

Traga-me os pregos, Sente-se aqui; Vou amarrar você, Boundage baby.

Deixe-me brincar com seu corpo, Sei o que estou fazendo; Entregue-me seus lindos seios, Eu vou penetrá-los.

Sinta o aço perfurar, Fazer parte de você; Não adianta gritar, Eu vou libertar você.

seios, Eu vou penetrá-los. Sinta o aço perfurar, Fazer parte de você; Não adianta gritar, Eu

ENTORPECIDO

Sexta à noite, É estranho como acontece; Estou sozinho, Jogado, sem nada pra fazer.

Acendo um cigarro, Dou um gole no vinho; É incrível, Como se faz a mistura das substâncias.

O carbono e a nicotina,

Misturados ao álcool; Faz efeito rapidamente, Me deixa entorpecido.

Blá, tem gente que não entende, Eu também não entendia; É bem diferente, Talvez um dia você tente.

É uma outra sensação,

Se torna estranho então; Sem quebrar as regras, Sem usar nada ilegal.

Beber, beber até morrer, Será essa solução? Não, claro que não; Ficar embriagado é diferente.

Só o álcool te deixa mais leve, Demora pra te derrubar; Mas misturado ao cigarro, Te derruba num abraço.

E assim se leva a vida,

Vivendo e aprendendo;

Jogado na cadeira, Me entorpecendo.

ESPÍRITO DA FLORESTA Natural, relva e seiva, Vento doce; Neblina obscura, Imagem sorrateira. Filha do

ESPÍRITO DA FLORESTA

Natural, relva e seiva, Vento doce; Neblina obscura, Imagem sorrateira.

Filha do demônio, Rainha do meu reino; Evoco a ti, Espírito da floresta.

De pele pálida, E corpo virginal; Escultura de desejos, Que se torne carnal.

Eu protejo teu mundo, E assassino a humanidade, Que maltrata teu reino, Com toda sua crueldade.

DISFARCE DA MALDADE

Ela foi minha melhor aluna, Aprendeu tudo como tinha que aprender; Ensinei a ela quase tudo o que eu sabia, Segredos sobre a terra, a água, o fogo e o ar.

Ensinei-lhe a magia, A feitiçaria; Mostrei-lhe a alquimia, A libertação.

Com seu rosto de anjo, E jeito que até o diabo duvida; Ela é o disfarce da maldade, Pura, bela e assassina.

Seu perfume da morte, Vem das rosas vermelhas; Nos seus lábios, Corre do meu veneno.

Sedutora sorcerer, Arrumando o altar do seu ritual; Nua em pêlo, Belo disfarce do mal.

lábios, Corre do meu veneno. Sedutora sorcerer, Arrumando o altar do seu ritual; Nua em pêlo,
BELA IMAGEM De tudo eu já vi, E pelo mundo já me perdi; Mas existe

BELA IMAGEM

De tudo eu já vi, E pelo mundo já me perdi; Mas existe algo que eu posso garantir, Essa é a imagem mais bela que eu já vi.

Uma bunda perfeita, Em todos os detalhes; Simetrias, Curvas.

Mas que bela imagem, Uma obra de arte; Como eu desejei, Me perder nesse mundo.

CAMA DE PERDIÇÃO

Chegou mansa, Gata selvagem; Difícil não perder a cabeça, Seu cheiro era tão bom.

Semi-nua deitada ali, Na minha cama de perdição; Meu pensamento foi ao inferno, E regressou.

Convite à luxúria, Menina mulher; De alma tão rubra, Impossível não querer.

foi ao inferno, E regressou. Convite à luxúria, Menina mulher; De alma tão rubra, Impossível não
18 ANOS Bela, bem feita, Perdição total; Caminho perigoso, Curva mortal. Cris, 18 anos, De

18 ANOS

Bela, bem feita, Perdição total; Caminho perigoso, Curva mortal. Cris, 18 anos, De sedução anormal.

PRECIPÍCIO

Às vezes fecho os olhos e me jogo, Caindo de alturas impossíveis; Num buraco negro dentro de mim, Um precipício sem fim.

Não adianta tentar explicar, Somente eu posso me encontrar; Uma criatura da noite, Sem lugar para descansar.

Meu corpo cansado, Não se agüenta mais em pé; Da vida fiz batalha, Do sonho fiz pesadelo.

Sou o oposto de tudo que existe, Somente eu posso mantê-lo; Às vezes parece sacrilégio, Outras apenas sortilégio.

Sou o pecado encarnado, O veneno aplicado; Eu trabalho na mente, Eu destruo o corpo.

Cai no precipício que eu mesmo criei, Hoje nele me transformei; Eu torturo almas, Que cometeram os mesmos erros que eu.

Sou ajudante da morte, Sou a liberdade; O escuro do pensamento, O precipício sem fim.

MORENA TENTAÇÃO Por muitos corpos eu percorri, Essa é a minha maior loucura; Não consigo

MORENA TENTAÇÃO

Por muitos corpos eu percorri, Essa é a minha maior loucura; Não consigo me amarrar a ninguém, Preciso de mais luxúria.

Me vida se resume, Em acelerar numa estrada solitária; Me perdendo em copos e corpos, Quase nunca fazendo paradas.

Nessa morena me perdi, Foi uma das grandes tentações; Sexo sem amor, Apenas diversões.

Morena tentação, Que quase me matou de tesão; Um dia eu voltarei, A correr em sua direção.

DONZELA DE FERRO

Sarcófago de martírio, Dor e sofrimento; Pontas afiadas, Que perfuram a carne.

Eis que surge a bela dama, A donzela de ferro; Um instrumento perfeito, Para castigar os inimigos.

Feita em aço maciço, Os gritos da dor não a ultrapassam; Mas nada que um microfone lá dentro, Não resolva.

Estudo os projetos originais, Para poder melhorá-lo; Criar minha própria donzela, Mais encorpada, perfeita e cruel.

Estudo os projetos originais, Para poder melhorá-lo; Criar minha própria donzela, Mais encorpada, perfeita e cruel.

PIRANHAS

Minha piedade se perdeu, Nas águas negras deste rio; Meus inimigos serão amaldiçoados, Mutilados e esquartejados.

Nessa selva, Sou eu quem faz as leis; E não adianta se esconder, Eu sempre encontrarei você.

Minha sede de vingança, Sempre vai mais além; Sua vida definha, Na boca dos meus carrascos.

Animais? Apenas peixes Assassinos naturais, Piranhas.

Mãos e pernas atadas, Com tiras de couro nobre; Seu corpo afunda na água, Sua respiração se perde aos poucos.

Você sente a primeira mordida, E depois dela, são centenas; É tudo muito rápido, E sua vida já acabou.

aos poucos. Você sente a primeira mordida, E depois dela, são centenas; É tudo muito rápido,

MATAR

Vício perigoso, Doce e gostoso; Diversão para os fortes, Destruição para os fracos.

Quanto mais cruel, Mais saboroso; Se for por vingança, O jogo fica caloroso.

Olhos nos olhos, Lâmina que penetra a carne; Mãos que envolvem o pescoço, Pólvora, dedo no gatilho.

Matar é como sair de um exílio, É como se a alma gritasse; O peso das suas costas, Desaparece.

O medo da vítima, Alimenta a vontade; Olhos em prantos, Suplicando piedade.

É como se eu não pudesse mais parar, O cheiro da morte paira no ar; Ambiente pesado, Até o trabalho terminar.

E quando se mata uma vez, Seu desejo é apenas matar; Matar mais e mais, Até a sede passar.

Com um plano perfeito, Ninguém pode desconfiar; Um álibi, Apenas para disfarçar.

PERCAS E DANOS

Não costumo perder, Esse jogo já é fácil demais; Eu espero o tempo passar, Até a hora certa de atacar.

Eu nunca fico no prejuízo, Nem adianta tentar; Uma hora ou outra, Você vai ter que me pagar.

Calado, sigo a observar, Estou sempre a analisar; Erros e pontos fracos, Tudo o que eu possa usar.

A vingança se tornou um hobby, Que eu adoro praticar; Mantenho os inimigos perto, Para que eu possa vigiar.

Percas e danos,

É o mínimo que pode acontecer; Pois a hora que eu atacar, Você nem vai perceber.

Ejeto em mim meu próprio veneno, Para sempre me fortalecer; Mesmo gritando por dentro, Eu sei me conter.

E quando você menos esperar, Eu vou pegar você; Fazendo da escuridão o açoite, Que vai destruir você.

Nem sempre com sangue, Você vai me pagar; Mas condenarei a sua alma, Você pode esperar.

NADA A PERDER

Não acredite em tudo que vê, Eu posso enganar você.

Nem todas as flores servem pra homenagear, Algumas são para enterrar.

Para cair, Basta estar em pé.

E morrer é tão fácil, Como fazer nascer.

Nem sempre a noite acaba, Nem sempre o dia vem.

A escuridão às vezes é eterna,

Nem sempre se encontra a luz.

No meu caminho ninguém atravessa,

E o primeiro não vai ser você.

E saiba que na minha estrada, Eu não tenho nada a perder.

Na minha taça, O teu sangue eu posso beber.

Então não faça graça, E nem espere escurecer.

Não procure nos meus olhos,

O que você nunca poderá ver.

O tempo me criou assim, Coisas que você nunca vai conhecer.

Minha estrada não tem fim, E não perderei muito tempo com você.

QUANDO NÃO RESTAR NADA Sua vida vai se acabando, Enquanto seus olhos vão se fechando;

QUANDO NÃO RESTAR NADA

Sua vida vai se acabando, Enquanto seus olhos vão se fechando; E o que sobra é apenas o corpo, Habitado por vermes necrófilos.

Sua carne vai se apodrecendo, Enquanto as aves carniceiras te almoçam; Sua alma assiste a bizarra cena, Ao lado do seu corpo.

Você não pode mais fazer nada, Você já não é mais nada; Além de restos humanos, Carne podre.

E quando não restar mais nada, Ninguém vai se lembrar; Você será uma memória vaga, Uma lembrança apagada.

PRINCESA CRIOGÊNICA

Linda, bela, gelada, Deitada em seu leito escuro; Pele pálida, Lábios glaciais.

Nosso encontro foi fatal, Algo irreal; Um sonho, Conto de fadas.

Revirando as gavetas a encontrei, Minha princesa, serei seu rei.

Numa noite comum, Quando a solidão me açoitava; No instituto médico legal, Eu me encontrava.

Me deparei com a perfeição, Que roubou meu coração; Deitada, congelada, Meu amor, meu tesão.

Minha princesa criogênica, De longos cabelos; De amor sem fim, E olhar vazio.

congelada, Meu amor, meu tesão. Minha princesa criogênica, De longos cabelos; De amor sem fim, E
POR DENTRO Você sabia que seria assim, Eu até tentei dar o melhor de mim;

POR DENTRO

Você sabia que seria assim, Eu até tentei dar o melhor de mim; Mas você sabe como as coisas são, E como eu perco a cabeça.

Eu avisei para não me subestimar, Para não me zangar; Mas você nunca ouviu meus conselhos, E agora nunca mais verá seus joelhos.

Seu pescoço era fino demais, Minhas mãos o abraçaram facilmente; Sua respiração enfraqueceu, Você desfaleceu.

E hoje, Eu só consigo me lembrar; Da autopsia, Do bar.

Nada me abala por dentro, Minha mente continua a planejar; Lembra-se da sua irmãzinha? É com ela que vou ficar.

CORPO SEM ALMA

Carne e ossos, Jogados em qualquer canto da cidade; Você se torna nada, Quando a noite é maquiada.

O sangue já congelou, Tudo agora é frio; O abraço da morte te confortou, Você já não vive mais aqui.

Eles vêem apenas seu corpo, Jogado e nu; Com marcas de escoriações, Doces tentações.

Com cara de cadela sem dono, De puta arrependida; Com o crânio aberto, Cheia de feridas.

Para os que chegaram agora, Apenas um corpo sem vida; Um corpo sem alma, Mas sua alma já estava perdida.

Sempre fazendo as piores escolhas, Destruindo sua vida; Negou seu corpo para os bons, E se entregou para os queriças.

Hoje todos te vêem, Sem amor ou sem pudor; O que era uma obra, Se tornou um pavor.

Um corpo sem alma, Seca há tempos; Todos olham o que restou, De uma pessoa sem nada.

OBSERVADOR A incisão foi enorme, Um belo trabalho com o bisturi; Eles sabiam o que

OBSERVADOR

A incisão foi enorme, Um belo trabalho com o bisturi; Eles sabiam o que fazer, E eu só queria me divertir.

Você nua em pêlo, Deitada, rodeada de homens; Talvez seu maior sonho em vida, Porém, sua vida já não existia.

Pela primeira vez, Vi você sincera;

Mostrando o que havia por dentro, Aberta.

Em espírito eu observo, Ao canto esquerdo da sala; Me divertindo, Ao ver suas entranhas.

Eles te tocam, Como eu te toquei; Como apenas um pedaço de carne, Suja e sem vida.

Sou o observador, O observador dos atos; O inquisidor negro, O oposto do Maleus maleficarum.

Eu planto a semente do mal, Para cultivar meus frutos; Cuido bem dos meus animais, Você sabe, as vacas são sagradas.

Agora você é só carne, Gado de corte; Nada de mimos, Apenas mais uma cadela.

Me deleito com esse momento, Onde sua autopsia é realizada; Vejo você por dentro, Tão podre quanto eu imaginava.

Belo corpo estético, Dentro dos padrões de beleza; Mas nunca se preocupou por dentro, Com sua salvação.

Preferia ajoelhar-se, Diante do rei hipócrita; Que no momento de sua morte, Lhe abandonou.

E eu observo, seu corpo sendo mutilado; Observo, o fim do que restou de você.

MESA FRIA

Num sopro do vento, Sobre uma lâmina fina; A vida se vai, E você deita numa mesa fria.

Corpo nu, Garganta cortada; Sangue frio, Morte calculada.

Eles desvendam o corpo, Teu seio e teu sexo; Eu já me lembro pouco, Apenas alguns detalhes.

O corpo morto, pálido, A alma atormentada.

Nessa mesa fria, Você será violada; A lâmina fina fará a incisão, E com as mãos eles lhe penetrarão.

Seus órgãos estarão expostos, Como para um banquete de carniceiros.

Você já não é mais bela, Nunca mais singela; Deitada nessa mesa fria, Como o nada que já era.

de carniceiros. Você já não é mais bela, Nunca mais singela; Deitada nessa mesa fria, Como

PSICÓTICO

Às vezes sinto algo, Que cresce por dentro de mim; Uma vontade louca, Psicótica sem fim.

Entre doses de whiskey, Maldades e belezas; Corpos de ninfetas, Nuas ao meu dispor.

É um transe sem igual, Não consigo enxergar nada; Sinto o gosto do sangue, E o cheiro das rosas.

Algo de sarcasmo, Envolve a pintura em minha pele; Minhas garras afiadas, Não querem que você espere.

Você quer brincar? Serei seu companheiro; Talvez um psicótico sorrateiro, Em busca de perversões.

que você espere. Você quer brincar? Serei seu companheiro; Talvez um psicótico sorrateiro, Em busca de

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HUMOR INSTÁVEL Não pense que sou louco, Muito menos que sou sádico; Sou apenas um

HUMOR INSTÁVEL

Não pense que sou louco, Muito menos que sou sádico; Sou apenas um cara com problemas, Tenho o humor instável.

Não me aborreça, Enquanto no meu caminho eu estiver; Pois se eu me irritar, Com sua vida você vai pagar.

Admire meu sorriso, Ele é tão afiado quanto meu machado; Pode penetrar sua cabeça, E deixar um bom estrago.

Não se deixe levar por minha pintura; Ela é engraçada, Mas também assusta; Veja nos meus olhos a sua angústia.

Não, eu não sou louco, E não preciso de um médico; Só preciso ficar sozinho, E me acalmar com meu demérito.

BELO E BESTIAL

Jardins de rosas vermelhas, Para ocultar os corpos frios; Vidros de perfume, Para ocultar o cheiro de decomposição.

Toda moeda tem suas duas faces, Toda face o seu orgulho; Forjado em ferro e fogo, Nas profundezas do inferno.

Trago o legado da escuridão; Caminhando sobre os ventos da solidão; Executo minhas vítimas, Impiedoso, com ardor.

Bestial, espelho o caos, Pregando a destruição; Sem amor no coração, Matar é só diversão.

Condeno sua alma, Seu corpo e sua ilusão; Sou desgraça, sou veneno, O fim em exaltação.

Matar é só diversão. Condeno sua alma, Seu corpo e sua ilusão; Sou desgraça, sou veneno,
MARCA DA LUXÚRIA Ela tinha a pele marcada, Em pecados negros e vícios; Sua boca

MARCA DA LUXÚRIA

Ela tinha a pele marcada, Em pecados negros e vícios; Sua boca me convidava, Seu cheiro me excitava.

Personificação do sexo, Fornicação; Prazer e êxtase, A marca da luxúria.

Eu a possuía, Satan a possuía; Éramos um, Carne em carne.

PROFUNDA VERDADE

Sou um ser noturno, E somente a noite me abraça; O tempo é o Senhor da razão, Por isso tudo deve ser ao seu tempo.

Eu não sou o Senhor do tempo, E apenas espero o momento certo; Às vezes eu sangro, E às vezes faço sangrar.

No meu jardim infernal, As rosas vermelhas exalam seu perfume; Meu coração se tornou um túmulo, Após muitas madrugadas e espelhos quebrados.

Apenas uma mulher não basta, Eu preciso de mais; Não sou suprido por amor, Mas sim por luxúria.

E por mais que eu possa tentar, Essa fome nunca vai acabar; Pois o sabor novo e diferente me atrai, Para os confins de terras obscuras e desconhecidas.

Lágrimas não me comovem, Pois meu templo é de gelo; Horizontes invisíveis, Por onde a solidão me segue.

Para tudo na vida existe um preço, E às vezes esse preço é alto demais; São os três mistérios, Sagrados, malévolos e cabalísticos.

Para cada ato, Existe um fato; Para cada ação, Uma reação.

Nada se omite diante aos olhos, Aos olhos da serpente;

Como não existe nada, Que o fogo não purifique.

A vida segue por caminhos ardilosos, Onde nem toda poção mágica faz efeito; A mente vaga por dimensões obscuras, Onde nem sempre a razão faz sentido.

As rosas desabrocham no jardim, Elas trazem o cheiro da morte; Toda beleza, Esconde a verdadeira maldade.

Para cada pétala de paixão, Existem treze espinhos de dor; O vermelho vivo lembra o sangue, O sangue inimigo usado para regá-las.

Da terra vem o sacrifício, Dos corpos que enterrei; Da alma vem a sentença, Daqueles que eu condenei.

Pelo meu corpo percorre veneno, E só quem provou pode comprovar; A cada beijo, a cada toque, Mais uma mulher a escravizar.

Talvez um dom, Talvez uma maldição; Para a dança da morte, Eu posso lhe convidar.

Caminhos da perdição, Talvez da perversão; Minha alma obscura, Te leva à escravidão.

Sou do mundo, E não sou de ninguém; Me prendem até o momento, Em que eu decida me soltar.

Não jogo, Quando não sou eu quem dá as cartas;

Minhas cartas estão sempre marcadas, Eu jogo sempre para ganhar.

No meu jogo, Apenas sigo minhas regras; Pois nenhuma outra regra, Pode me fazer jogar.

Eu não me importo, Com o que irão pensar; Eu não ligo nem um pouco, Pra quem vai chorar.

O que importa, É o meu objetivo alcançar; Mesmo que centenas, Eu tenha que esmagar.

um pouco, Pra quem vai chorar. O que importa, É o meu objetivo alcançar; Mesmo que

ROSAS DIABÓLICAS

A beleza mais singela, Pura e adorada; Esconde a verdadeira maldade, Cruel e devastadora.

Toda rosa tem espinhos, Espinhos que perfuram e fazem sangrar; Como num ritual, Onde a dor se faz exaltar.

Toda rosa que é vermelha, Esconde o espírito da morte; Seu cheiro, sua perversidade, Seu caminho de infidelidade.

A primeira rosa, Que nasceu num cemitério; Plantada por Lúcifer, Assim que chegou à Terra.

Ali se obteve o marco, O início da geração; Onde o anjo belo, Plantou sua maldade.

Assim que chegou à Terra. Ali se obteve o marco, O início da geração; Onde o

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BELEZA MUNDANA Por um vento que sopra, Uma porta que bate; A loucura toma conta,

BELEZA MUNDANA

Por um vento que sopra, Uma porta que bate; A loucura toma conta, Perto da hora do abate.

O mundo gira, Gira sem parar; Mesmo que você se esconda, Um dia vou te encontrar.

Seu cheiro de carniça, É o que vai me guiar; E depois que te matar, Minhas rosas vão te enfeitar.

ALEGRE SARCASMO

Meus olhos parecem tristes, Antes da Lua nascer; Meu sorriso amarelo, Descontente.

Alegria e Tristeza, Os extremos da arte; Trazendo insanidade, Para uma mente doentia.

Palhaço Tristesse, Assessino Nocturno; Serial Killer, Vulgo Assassino.

Piada de morte, Algodão doce de ácido; Na minha lâmina o descanso, Na maquiagem o sarcasmo.

Alegre ao matar, Gargalhando sem parar; Desossando o cadáver, Ao qual irei desovar.

Na maquiagem o sarcasmo. Alegre ao matar, Gargalhando sem parar; Desossando o cadáver, Ao qual irei

TUDO OU NADA

Passo a madrugada, Planejando meu ataque; Estudando os detalhes, Para o crime perfeito.

Instinto assassino, Animal; Sou um predador faminto, Caçando minha presa.

O jogo segue minhas regras, Não há como errar; Cada movimento, Palavra ou sentimento.

Tudo estudado, Friamente calculado; Mente maquiavélica, A arte da guerra.

Quando entro no campo, É tudo ou nada; Matar ou morrer, Viver e vencer.

Pingos nos “i’s”, Caminhando para a destruição; Aniquilando os inimigos, Sangue nas mãos.

Quem apanha nunca esquece, Minha arma é letal; Pratico minha matança, E a proliferação do mal.

Travestido em escuridão, Cão de guerra; Demônio alado, Filho do pecado.

ALEM-TÚMULO

Daqui para a eternidade, Dançando com o fogo; Sugando toda alma, Escravizando os fracos.

Oprimidos pela religião, Presas fáceis em minhas mãos; Incitando toda a fúria, Que tenho em meu coração.

Odes ao oculto, Rituais de escuridão; Magia hereditária, Sincronismo das mãos.

Espírito obscuro, Que vaga sem parar; Recebendo as oferendas, Para sempre demandar.

Mistério alem-túmulo, Energia milenar; Recolhendo o que é meu, Para poder trabalhar.

Nada é de graça, Culpados vão pagar; Sou o carrasco do julgamento, O ceifador a te matar.

Sem delongas, sem demoras, O que é meu eu vim buscar; Destruindo a tudo e todos, Para ao inferno retornar.

Me alimento de suas almas, E do seu corpo ao dizimar; As velas ainda queimam, Não é hora de parar.

DESATINO Minha lâmina estava fria, Só o sangue poderia esquentar; Nos teus olhos eu vi

DESATINO

Minha lâmina estava fria, Só o sangue poderia esquentar; Nos teus olhos eu vi pavor, O medo a te dominar.

Tua luta me fez assim, Te mostrou o pior de mim; Teu corpo se revelou, Parecia não ter fim.

Um pequeno desatino, Me fez tocar você; Da tua boca e do teu sexo, Eu tirei o meu prazer.

PERFURAÇÃO

Sinta-me como uma agulha, Calibre 00; Perfurando sua genitália, Sem piedade.

Anormal? Irreal? Não querida, Apenas genial.

Percorrer sua pele, Com minha língua bífida; Abraçar seu corpo, Como uma python enfurecida.

Pressionando seus ossos, Até você não mais respirar; Entrando em colapso, Você já não sabe onde está.

Presas de surucucu, Penetrando a carne; Injetando o veneno, Alucinógeno, mortal.

Não há saída, Não há futuro; Eu digo, Onde acaba a história.

Aço cirúrgico, Que vara de um lado ao outro; Que perfura a pele, E atravessa a carne.

Num ritual moderno, De libertação da alma; Purificando através da dor, Queimando através das chamas.

SONO

Sentado aqui, Colecionando palavras; Escrevendo minhas taras, Minhas fantasias.

O que parece insano pra você,

É tão normal para mim;

Essa é a minha mente,

O meu verdadeiro eu.

Meus olhos começam a ficar pesados, Acho que pelo trazer alcançado; Destruir as pessoas, Me deixa tão aliviado.

Meus olhos se fecham, Começo a balbuciar; O sono vem chegando,

A preguiça vem com ar.

Acendo o último cigarro, São 00:40 am; 16 de setembro de 2009, Ninguém pra conversar.

Como se me importasse, A eterna solidão;

O que me deixa mais nervoso,

É não ter ninguém pra torturar.

Melhor descansar agora, Poupar energias; Amanhã é outro dia, Minhas presas me esperam.

Já vejo as letras se sobrepondo,

O corpo já não responde mais; O sono vem e toma conta, Preciso desligar.

CONSUMO Pra mim é impossível querer algo, E não ter; Vítima do consumismo? Não, não

CONSUMO

Pra mim é impossível querer algo, E não ter;

Vítima do consumismo? Não, não mesmo.

Consumistas consomem apenas por consumir, E eu consumo por prazer.

Tudo que eu quis na vida, Eu consegui.

Todas as que eu quis, Eu tive.

Com exceção de uma delas, Mas ela ainda será minha;

Nem que seja apenas por uma noite, Seja como for.

Elas sempre serão minhas, Eu sempre as consumirei.

Em cada seio, Eu deixo minha marca.

PORNOGRAFIA

Eis o maior tabu da sociedade, O desejo oprimido das massas; Em pleno século XXI, Os modernos são tão antiquados.

Para manter seu podre moralismo, Sua podre religião hipócrita; Os fracos se condenam, A uma vida morta e sem sentido.

Trancafiando desejos, Que os consomem por dentro; Deixando de praticar o luxurioso, Para se jogar em crime libidinoso.

Ocultam seu lado animal, O lado mais humano do ser humano; Para serem bonecos de massa, Moldados, esculpidos e vazios.

Para manter seu falso moralismo, E sua crença debilitada; Entram numa amarga abstinência, Podre, sem sentido.

Vivem como frutas secas, Uvas passas; Sem alegria, Sem vida.

Se jogam em palavras moldadas, Por falsos profetas; Por um livro qualquer, Escrito pela mão dos homens.

Do qual, Nenhum feitiço; Ou mesmo nenhuma invocação, Se concretiza.

O livro que eles imortalizam, Não me serve nem pra limpar o rabo;

Quanto mais para guiar meus passos, Nesse mundo caótico.

Aqui as regras são diferentes, E não nos ajoelhamos; E não nos sujeitamos ao ridículo, De adorar um mero mendigo.

Entre a espada e a cruz, Eu escolho a espada de aço que corta os séculos; Pois a cruz apenas referencia, Toda a vergonha e a derrota cristã.

Eis que o maior tabu da sociedade, O desejo oprimido das massas; Que em pleno século XXI, Os modernos ainda são tão antiquados.

A pornografia é um elixir, O prato de entrada para a luxúria; Onde libertamos nossas mentes, Nossos corpos.

O que seria da vida sem pornografia? Nada de corpos desejáveis, Nada de símbolos sexuais, Nada do próprio prazer voyeur.

A vida gira em torno do sexo, E sexo não tem nada haver com amor; O sexo é intenso e prazeroso, O amor só traz desilusão.

O sexo é selvagem, Deixa marcas, tira sangue; Enquanto o amor é broxante, Sem graça, obrigatoriedade conjugal.

Conjugal? Palavra sem futuro; Pra que ter uma? Se eu posso ter mil.

Eu cuspo na cara do Cristo, E estupro a Maria Apodrecida;

A puta madre de todas as putas, Cadelas, vadias e afins.

A inventora da zoofilia,

Pois foi a primeira a transar com uma pomba; Então pra que tanta conversa fiada?

Nesse tempo perdido

Lá se foi uma trepada

A pornografia é a nona arte, É arte ancestral; Desde os primeiros sabbat’s, Até os puteiros de hoje em dia.

Mulher com mulher, Dá jacaré; Homem com homem, Dá lobisomem.

Mulher com homem, Dá putaria da grande;

A mão naquilo,

E aquilo na mão.

Aquilo na boca,

A boca naquilo;

Aquilo naquilo, E se faz um exercício tranqüilo.

Abram suas mentes, Abram seus corações; Abram suas calças, E comecem a ação.

Esqueçam os álibis, Os dogmas em vão; Se percam nos pecados, Nos prazeres da carne.

Sexo, orgia, Pornografia, putaria; Segredo da vida, Felicidade garantida.

De uma maneira divertida, Nós vamos vivendo nossas vidas.

VIDA: A OBRA ?Qual é o sentido da vida, Se não podemos vivê-la da forma

VIDA: A OBRA

?Qual é o sentido da vida, Se não podemos vivê-la da forma como escolhemos? ?Qual o motivo da obra, Se nem todos podem admirá-la?

MORTUÁRIO

O tempo passou e ninguém soube de onde veio; Foi puro impulso, instinto; Ninguém soube explicar, Nem mesmo a escuridão.

Ainda exausto, olhei para a constelação, Mas sua forma não se completou; Haviam pontos apagados, Estrelas caídas.

Luz e escuridão se completam, Queda e ascensão; Numa guerra até mesmo os inocentes, Caem baleados e feridos.

As luzes se apagaram, E eu me tornei um animal; Carnívoro, faminto, Proliferando meu mal.

Limpo e claro, O bater dos corações; Alto e em bom som, O pulsar do sangue.

Tudo o que se movia se tornava minha vítima, E minha fome aumentava cada vez mais; Senti o toque quente da vingança, Doce e sublime.

Em meus olhos o fogo queimava, Em meu peito a ira aumentava; Pergaminho mortuário, Destruição do santuário.

A cera derrete pela ação da chama, A vela logo vem ao fim; Ao fechar os olhos, sua vida em vão, E por isso morrerão.

LUA DE SANGUE

Era a lua de sangue que tomava o céu, O vinho se tornou fel; Gritos de dor e agonia, Estremeciam os vidros.

Purifico a alma através da dor, Diluo pecados em ardor;

O fogo queima,

E leva toda a compreensão.

Por cada palavra,

Por cada juramento;

A alma padece,

Quando o corpo se equivoca.

Algemas e correntes, O vidro triturado; Olhe nos meus olhos, Se arrependa dos seus pecados.

Dos sete pecados capitais, Você não será julgado; Mas pela minha lei, Você já está condenado.

Não existe mais chance, Não há o que se fazer; Desencarnar como um porco imundo, Para tentar renascer.

Minha lâmina corta sua carne, Seu sangue começa a escorrer; No ápice da minha vitória, Vejo você padecer.

A Lua de sangue reina no céu, Majestosa, sedenta; E você prova do fel, Proveniente de seus atos.

RENDAS BRANCAS

Insano, eu? Hahaha, você não a conheceu; Olhos penetrantes, Sempre a me julgar.

Sua boca me devorava, Me condenava; Seu corpo me envolvia, Me destruía.

Das matas ao mar, Dos ventos ao fogo; Como uma vingadora, Ela me punia.

Seu toque fazia sangrar, Ela conseguia me comandar; Por dentro um demônio, Por fora um anjo envolto em rendas brancas.

toque fazia sangrar, Ela conseguia me comandar; Por dentro um demônio, Por fora um anjo envolto

Pura maldade, Num corpo escultural; Ninfomaníaca psicótica, Princesa das perversões.

E quando ela se desfazia de suas rendas brancas, Ela dominava tudo ao seu redor; Com seu sorriso malicioso, E sua pele branca sedosa nua.

Com seu sorriso malicioso, E sua pele branca sedosa nua. Viciava minha mente, Escravizava meu corpo;

Viciava minha mente, Escravizava meu corpo; Um barco n’água, Perdido na mata.

Ela era real, Um espírito anormal; De luz e escuridão, Virgem e prostituta.

Para o meu prazer, Para o próprio prazer dela; Ela me enlouqueceu, Minha razão se perdeu.

HELL - LIGIÃO

Não olhe nos meus olhos, Você não é digna disso; Fique de costas, E pague sua penitência.

Venho pelo nome do Pai, Grande Lúcifer Senhor; Somente o fogo purifica, E por isso estou aqui.

Mistificarei o seu corpo, Em nome das Legiões Infernais; Serei o mentor, De que você precisa em sua vida.

Renegue o Deus fraco, Destrua sua religião; Renasça, reviva, Hell-ligião.

Liberte-se, Abra suas asas; Empunhe sua arma, Destrua o inimigo.

sua religião; Renasça, reviva, Hell-ligião. Liberte-se, Abra suas asas; Empunhe sua arma, Destrua o inimigo. 134
FILHO DA SERPENTE Escuro e quente, Umidade relativa; Eis o ninho da serpente, Mais uma

FILHO DA SERPENTE

Escuro e quente, Umidade relativa; Eis o ninho da serpente, Mais uma ninhada a eclodir.

Constritoras ou peçonhentas, Cada uma tem sua obrigação; Cada qual com sua missão, Com seu motivo para a destruição.

Chamado ao coven, O filho da escuridão; Sob o signo de Lúcifer, Em nome da realização.

Lillith dança em exaltação, Serpente da sedução; Mãe astuta, Senhora da obsessão.

Batizado na hora grande, Pelo sangue derramado; Erguendo a espada, Contra o reino do bastardo.

Minha ninhada é valente, Lutando contra o impotente; Ergo minha cabeça ao inferno, Sou filho da serpente.

Nada pode me parar, Eu destruo constantemente; De uma forma ou de outra, Eu me faço presente.

Eu rastejo no escuro, No seu pesadelo obscuro; Ataco seu ponto fraco, O bote nunca dá errado.

Eu possuo a chave da ilusão, O desejo e a tentação; Faço com que o fogo queime, E com que o vento mude de direção.

Eu condeno sua alma, Seu corpo padece em minha mão; Enveneno seus pensamentos, Destruo seu coração.

Eu desfaço, eu esmago, Seus sentimentos são em vão; Eu planto, eu colho, Eu devasto a plantação.

Não há presente, Não há futuro; Nada que não passe, Pelas minhas mãos;

Elevo o orgulho da minha casta, Sou o rei da minha ninhada; Com a benção do Pai, e o amor da Mãe, Eu sou a serpente da destruição.

SATZISKYTOTH A moto-serra ainda canta, A mesma canção da distância; Quando um membro é arrancado,

SATZISKYTOTH

A moto-serra ainda canta,

A mesma canção da distância;

Quando um membro é arrancado,

E faz sofrer o condenado.

O CANTO DA MOTO-SERRA

Estridente canto lindo, Macabro aos seus ouvidos; Regado pelos backing vocals apavorados, De quem está sendo mutilado.

Sem piedade ela se esgoela, Deixando pra traz a ferramenta singela; Nesta noite ela é coroada, A rainha que tortura a condenada.

Seu canto ecoa na madrugada, Pesado e sujo, bem empolgado; Na linha de Motörhead, Porém bem mais cadenciado.

Aos seus ouvidos,

O som é pavoroso;

Mas para mim, É algo tão maravilhoso.

O ritmo acelerado,

Às vezes perde o compasso; Mas só acontece, Quando algum osso é alcançado.

tão maravilhoso. O ritmo acelerado, Às vezes perde o compasso; Mas só acontece, Quando algum osso

Não me importa muito, Qual foi o crime praticado; Mas a condenação, Foi o que me deixou excitado.

A garota deve ter se metido, Com o pessoal errado; Mas tiro meu chapéu para eles; Nisso nem eu havia pensado.

Pelo jeito, Coisa boa ela não fez; Apesar de ser bem gostosa, Na hora de morrer, todos têm a sua vez.

Essa cena eu queria ter visto de perto, A moto-serra cantando e cortando os pedaços; Carne, sangue e ossos, Numa combinação perfeita.

Realmente uma obra de arte, Uma mutilação à la carte; Pêlos ralos, E jóia brilhante.

Numa combinação perfeita. Realmente uma obra de arte, Uma mutilação à la carte; Pêlos ralos, E

Uma cena bizarra para você, Mas sou obrigado a confessar; Fiquei muito excitado, A ponto de gozar.

Mesmo mutilada, ainda dava pra encarar, Me perderia nos seus restos, até nem ossos sobrar; Penetraria no seu corpo, comeria sua carne, Não conseguiria me agüentar.

seu corpo, comeria sua carne, Não conseguiria me agüentar. Agora quando chega a madrugada, Eu não

Agora quando chega a madrugada, Eu não paro de espiar; Espero pelo canto da moto-serra, Para que eu possa me deleitar.

SACRIFÍCIO

Rasgo sua roupa e te deixo nua, Deito-te em frente ao meu altar; Irmãos e Senhores nos observam, O sacrifício deve começar.

Ergo minha espada, E você entra em transe; O ritual é iniciado, E só amanhece quando terminar.

A espada te penetra,

Faz seu sangue jorrar; Encho minha taça, O cálice de Ishtar.

O portal será aberto,

Os demônios vão voltar; Renascendo do inferno, Para o nosso mundo dominar.

cálice de Ishtar. O portal será aberto, Os demônios vão voltar; Renascendo do inferno, Para o

POR LUXÚRIA

Cale-se, Tire sua roupa, E deixe eu te conduzir.

Minha língua percorrerá seu corpo, Centímetro por centímetro, Até sentir todo o seu gosto.

Desvendando seus orifícios, Escalando seus seios, Acabando em sua boca.

Te apresentando o prazer, Difícil de se ter, Se não me conhecer.

Penetro em você, Com meu membro ereto, Completando o seu vazio.

Não temos espaço para o amor, Nosso motivo é bem maior, Difícil de se sobrepor.

Vou apenas te ensinar a viver, Por luxúria, Por prazer.

Entregando seu corpo, Buscando compreender, Gozando por merecer.

Esqueça o passado, Que deve ser enterrado, Renasça por você.

Encontre o verdadeiro sentido da vida, Por luxúria, Por prazer.

INCONSCIENTE

Inconsciente, jogada no chão, Totalmente vulnerável; Todo o seu destino, Está em minhas mãos.

Daqui para a eternidade, Sou eu quem vai escolher; Indução ou abstinência, O que você vai sofrer?

Nunca foi uma boa garota, Disso você deve saber; Pessoas como você é que me alegram, Pois me dão trabalho para fazer.

Inconsciente, sem saber o que fazer, Sempre há um atrito dentro de você; Dessa vez se embriagou demais, E o seu castigo eu vou conceder.

o que fazer, Sempre há um atrito dentro de você; Dessa vez se embriagou demais, E

AGENTE DA LEI

Bem vinda à minha jurisdição, Aqui apenas as minhas leis devem ser seguidas; Eu me encarrego delas serem cumpridas, E eu julgo os que não as cumprirem.

Sou o elo entre o bem e o mal, A criação e a destruição; O certo e o errado, Inocente e culpado.

Sou o vício e a cura, A tentação e a doçura;

Sou o veneno e a degeneração,

A

luxúria do coração.

O

que eu lhe ofereço,

Eu posso tomar de volta; Não se esqueça, Que nada é de graça.

No meu mundo, Eu não lhe nego nada; Mas saiba o seu limite, Pois senão será derrubada.

Quanto mais você quer, Mais eu te ofereço; Mas se perder os sentidos, Eu mesmo te condeno.

Não pegue mais do que pode levar, Não beba mais do que pode agüentar; Pois se você cair no meu chão, O meu preço você vai pagar.

Seja com o corpo, Seja com a alma; Se você não se policiar, Não vai poder escapar.

CONVIDATIVA Sou do tipo que não se segura, Não passo vontade e nem fico na

CONVIDATIVA

Sou do tipo que não se segura, Não passo vontade e nem fico na pendura; Não me amarro por aí, Pois não tenho hora pra partir.

Você com esse sorriso, Olhando pra mim; Abrindo esse rabo, Apontado pra mim.

É pedir demais, Para que eu apenas olhe; Quero te penetrar, Deixar suas pernas moles.

Você abre o jogo, E já sai correndo; Abre o placar, E depois fica se escondendo.

Se eu jogo, jogo pra vencer, E nesse seu rabo eu quero me perder; Toda convidativa, agora eu quero ver, Nem que seja a força, agora vou te ter.

PELA MADRUGADA

Eis que o meu domínio se espalha, E nada mais me atrapalha; Algumas doses de conhaque, E uns tragos de um cigarro barato.

Nem sempre tenho alguém que me acompanhe, E nem sempre isso é um problema; Estar sozinho é uma dádiva, Pois Lúcifer sabe que às vezes precisamos estar sozinhos.

Nesses momentos consigo refletir, Montar os planos e me distrair; Pensar nos detalhes e subtrair, Reduzir ao máximo a chance de fracasso.

No que conquistar, Do que me vingar; De quem me aproveitar, E quem vou executar.

Preparo o look, Afio minhas facas; Me perco pelas ruas, Na madrugada.

Acendo um cigarro, Deixo na encruzilhada; Me entrego aos meus vícios, Velocidade, bebida e mulherada.

A noite é uma virgem, E eu vou estuprá-la; Aproveitar a cada momento, Deixá-la traumatizada.

O velocímetro passa de 100 km/h; A última garrafa voa lá pra trás, Se arrebenta na estrada; Sou apenas eu, perdido pela madrugada.

TARADO

Não ligo, Eu não fico bravo; Pode me chamar de tarado.

Vício; Um dos muitos que tenho, Talvez o mais intenso.

Não peço muito, Sou bem sincero; O que me interessa é apenas o sexo.

Mulher é como cigarro, Uma bebida; Por mais que eu tenha nunca me sacia.

Me chamam de safado, Sem-vergonha; De tarado.

?Mas, O que eu posso fazer, Se por mulher eu me acabo?

Não quero uma, não quero duas, Não quero três; Eu apenas quero todas de uma vez.

fazer, Se por mulher eu me acabo? Não quero uma, não quero duas, Não quero três;

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ME LEMBRO Mais uma das conquistas, Nesse meio você tem que ser esperto; Momentos exatos,

ME LEMBRO

Mais uma das conquistas, Nesse meio você tem que ser esperto; Momentos exatos, Palavras corretas.

Uma certa vez, ouvi em algum lugar:

-A internet é a casa do diabo; Então não há melhor lugar, Para mim, o filho dele.

E se a internet é a casa do diabo, Ela é o meu playground; Onde coloco minha mente astuta pra funcionar, E conseguir certos artefatos.

Claro, que vindo da minha pessoa, Só poderia ser artefato pornográfico; E me lembro desse contato, Dessa foto e de todo o trabalho.

Nome: Giovana, Idade: 19 anos; Cidade: São Paulo, Bairro: Penha.

Profissão: Vendedora, Gênero: Livraria; Contato: E-mail, Modo de abordagem: Sedução.

Numa bela tarde chuvosa, Entrei na loja onde essa garota trabalhava; Eu estava à procura de um título em especial, Muito difícil de ser encontrado.

O livro era: Os Exus, De J. Edson Orphanake; Publicado em 1996, Pela Editora Orphanake.

E claro, que nessa livraria, Eu não encontrei esse título; Porém a garota se prontificou, Em encomendá-lo para mim.

Achei uma bela atitude, E com certeza uma bela vendedora; Deixei como contato o meu e-mail:

rodhell@ig.com.br

Passadas duas semanas, A bela ninfeta entrou em contato; Por minha vez, me desloquei até a loja, Para buscar a encomenda.

Nessa brincadeira, Rolou uma ponta de amizade; Consegui seu e-mail pessoal, giovana_tavares@terra.com.br

A partir desse dia, Começamos a trocar e-mails; Descobri seus hobbies, E alguns segredos íntimos.

Que ótimo pensar, Que ela morava e trabalhava no mesmo bairro onde moro; Tudo isso com certeza, Me pouparia muito tempo de investidas.

Comecei a me empenhar, Da forma que apenas eu sei fazer; Mas ela era séria demais, Não traía seu namorado.

Confesso que eu já estava perdendo a cabeça, Havia virado questão de honra; Eu poderia não tocá-la, Mas eu tinha que vê-la nua.

Comecei meu jogo de sedução, Alimentando o ego dela; Trabalhei por quase dois meses, E enfim alcancei meu objetivo.

Numa bela noite, Ela me enviou um e-mail especial; Contento essa bela imagem, Que confesso ter mexido comigo.

Conversamos por mais algumas vezes; Mas depois de algum tempo, Ela não respondia mais os e-mails; E não trabalhava mais na livraria.

Será que ela se arrependeu? Eis uma boa pergunta; Não tenho a resposta, Mas tenho a imagem imortalizada.

livraria. Será que ela se arrependeu? Eis uma boa pergunta; Não tenho a resposta, Mas tenho

EXPLOSÃO

Nem sempre consigo me segurar, Existe algo que me consome por dentro; Um fogo que arde em ódio e fúria, Sempre procurando por vingança.

É estranho como isso acontece, Tudo fica registrado na minha mente; Tudo isso se acumula, Se torna uma ogiva nuclear.

Sou uma arma de destruição em massa, Uma bomba ambulante; Que pode explodir fatalmente, Ao menor e mais leve movimento.

De 0 a 100, Em um milésimo de segundo; Moléculas e combinações de DNA, Não consigo parar.

O gosto de ferro, A sede de sangue; Uma explosão homicida, Destruindo o sentido da razão.

DNA, Não consigo parar. O gosto de ferro, A sede de sangue; Uma explosão homicida, Destruindo

UM POUCO DE VERDADE

Pessoas normais se perdem em ilusões e desilusões, Sofrem por amores e vícios; Se acabam, se matam, Se perdem em fantasias irreais.

Essas pessoas consideradas “normais”, São aquelas criadas em seus berços cristãos; Mimadas e apodrecidas, Pelo falso moralismo social.

Hipócritas desde crianças, Invejosos estúpidos; Seres sem horizontes, Sem motivos para viver.

Seguem sua vida medíocre, Perdendo suas manhãs de domingo nas igrejas; Outros em cultos de vigília noturna, Perdendo seu tempo.

O que é ruim atrai o que é ruim, Olhem ao seu redor; Assistam os jornais, Ouçam seus pastores.

Padres abusam de seus coroinhas, Onde está o exemplo da eucaristia? Pastores são ex-viciados, ex-traficantes, ex-meliantes, Onde está o exemplo da cristandade?

A hipocrisia e a falsidade, Se faz presente quando quem toma a frente não dá o exemplo; Não existem ex-assaltantes, ex-traficantes, Ex-viados, ex-prostitutas e ex-pedófilos.

Esses atores dizem terem sido tocados por Deus; Deus? Que Deus? Aquele que coloca meliantes como guias de seus filhos? Aquele Deus que possui conta bancária?

É tanta hipocrisia, Podridão e lixo;

Que nem mesmo as crianças são poupadas, De todo esse teatro.

É engraçado, Como esses pontífices dizem terem sido usados pelo Diabo; Afirmam que o Demônio que os induziu ao erro, Que o Capeta é o culpado de seus atos e crimes.

Porém, se você abrir seus olhos, Usar sua mente e pesquisar; Saberá e entenderá, Algo que sua formação não lhe deixa conhecer.

É estranho como todo acusado e sentenciado, Sempre clama por seu Deus fraco; Assim como todos os que estão cumprindo pena, Tem suas tatuagens religiosas.

No meio de tanto lixo acumulado, O rosto do Cristo bastardo e da puta Maria são facilmente encontrados; Entre outros santos e cruzes, E mensagens de paz.

Nunca se viu um sentenciado, Clamar Lúcifer como pai; Evocar as forças de Satanás, Para lhe confortar.

E por quê?

Porque nós não somos idiotas, Temos honra e orgulho; Lúcifer nos ensinou, A atacar apenas quando formos atacados.

Não roubamos, Não destruímos nossos corpos com drogas; Seguimos nossas regras e leis, E somos livres para saber o que devemos fazer.

Nossa formação é rigorosa, Não somos escravos, somos soldados; Não nos curvamos, E sim, lutamos.

Temos nossa mente como elemento mágico, Nosso corpo como templo; Nossa honra como respeito, E nosso orgulho como horizonte.

Lúcifer é nossa fonte de força, Por isso andamos de cabeça erguida; Somos o que somos, E somos melhores porque nos empenhamos para isso.

No abismo profundo, Frio e obscuro; Apenas os fracos devem cair, E assim arrastar consigo sua raça debilitada.

Lúcifer se alimenta de nossa vontade de viver, De nossa fé e de nossa liberdade; Enquanto o Deus impotente da massa, Se alimenta apenas do medo de seus cristãos.

Eis que limpo sou, E todos os meus verdadeiros irmãos são; Assim seguimos nossos caminhos, Por entre nossas pétalas e espinhos.

Reais e verdadeiros, Seres realmente humanos; Animais, Racionais, artistas e superiores.

Livres da escravidão, De todo o lixo cristão; Pregamos nossa hierarquia, Pois isso nos pertence.

Por quê?

Porque não nos iludimos, Seguimos nossos ideais; Não esperamos pelo que vai vir, Vamos atrás do que queremos.

Levantando sempre nossa bandeira, De honra e orgulho.

UM POUCO DE MIM

Poucos tem o poder das palavras, E tenho orgulho de possuir esse dom; Poucos tem a coragem de ser o que são, E por minha coragem sou livre.

palavras, E tenho orgulho de possuir esse dom; Poucos tem a coragem de ser o que

Livre ao ponto de viver, Apenas o que eu quero viver; Livre ao ponto de fazer, Apenas o que eu quero fazer.

Sigo minha natureza, Que desvendo melhor a cada minuto que se passa; Acelerando demais, E sumindo com o vento.

Eu amo a noite, A escuridão e a solidão; Mesmo que a solidão às vezes seja monótona, É melhor que estar mau acompanhado.

Pelas palavras que se seguem, Se desvendam alguns mistérios; Eu não respondo perguntas, Pois só o tempo pode responder.

Rod Hell apenas uma abreviação, Rodolpho Helloween, como era conhecido; Adolescência não tão fácil, Algumas perdas e danos.

Hoje até mesmo uma tradução, “Bastão do Inferno”; Ou cedro, como queiram, Símbolo de hierarquia.

e danos. Hoje até mesmo uma tradução, “Bastão do Inferno”; Ou cedro, como queiram, Símbolo de

Eu não ligo muito para apelidos, Não quero ser o que eu não sou; Não me importo com o que dizem, Pelo menos até eu perder a cabeça.

Já me perdi dentro de mim mesmo, E também me esqueci de me encontrar; Às vezes só quero gritar, E às vezes somente me deitar.

Gosto de tragar o meu cigarro,

E degustar a minha bebida;

Me perco entre as mulheres,

E ainda bato minhas velas.

Tenho muito menos vícios que as pessoas pensam, Talvez coisas que elas nem imaginam; Gosto de fumar o meu cigarro, E se estou nervoso fumo mais ainda.

Já me chamaram de alcoólatra, E eu acho isso uma babaquice; Acho o alcoolismo uma mentira, Apenas uma crendice.

Eu bebo para relaxar, Às vezes para me divertir; Não me afogo em copos de bebidas, Para esquecer os meus problemas.

Aliás, se eu fizesse isso, Seria linchado;

Pois acabaria com toda a bebida do mundo,

E ainda estaria encrencado.

Não bebo durante a semana, Isso é um fato; Não adianta tentar mentir, Nesse golpe eu não caio.

Passando para outra parte, Que sempre vira um alarde; Pensam que é sacanagem minha, Mas existem coisas que não posso explicar.

Sim, eu tento me apegar, Ainda sou humano e posso me apaixonar; O problema é que algo me comanda, Não dá pra continuar.

Por várias vezes eu tentei, Mas nem sempre me dei bem; Existem épocas em que tudo vai bem, Mas a maré sempre baixa.

Às vezes me perco em amor, Me sinto um sonhador; Eu amo intensamente, Como se cada dia fosse o último.

Mas é aí que está o problema, O último dia sempre chega; Seja por conta própria, Ou por ordem superior.

Uma vez me disseram que existe um alguém, Um alguém feito para mim; Mas o problema é que tenho que procurar, E é fácil de se enganar.

Juro que às vezes tento parar, Ficar com uma pessoa só; Me esquecer de certas coisas, Deixar o tempo me explicar.

Mas eles gritam em meus ouvidos, O caminho a continuar; Então volto à minha estrada, Sem nunca parar.

Como um deles me disse, Minha hora vai chegar; Ainda tenho o que aprender, Para um dia me aconchegar.

O relacionamento é uma troca, Onde sempre se aprende; Mas chega uma hora, Em que você já aprendeu tudo ali.

E

já ensinou o que podia ensinar, Sem ter por onde chorar; Então vem a voz, E te faz continuar.

E

depois quando outra noite vem,

Eu descubro que não gosto de ninguém; Que sou sozinho,

E não sou de ninguém.

Então me jogo na escuridão, E espero outra estrela brilhar; E quando ganho o consentimento, Volto a me apaixonar.

Praticamente uma vez por ano, É assim que sempre ocorre; Ainda não sei os motivos, Mas o sangue sempre escorre.

O sexo me hipnotiza, O cheiro e a beleza; O ato em si, Toda a sua magia.

O que é novo é mais gostoso, O desconhecido é tentador; Quanto mais melhor, É assim o meu pudor.

Não consigo me amarrar, E eles me ajudam nessa empreitada; O vento leva uma, E já vem outra no lugar.

Fico sozinho quando quero, E consigo quem eu quiser; Nem sempre foi assim, Mas agora é como é.

Não adianta me julgar, Cada um tem o seu lugar; Se esse é o meu destino, Eu vou continuar.

As asas de Belzebuth, Sempre vem me aconchegar; Acendo minhas velas, Espero a noite chegar.

Bebo de sua sabedoria, Sou o filho em seu altar; Presto minhas obrigações, E ostento suas legiões.

Carrego a bandeira de Lúcifer, É fácil de se exaltar; Quando se tem um grande Pai, Não se pode vacilar.

Luto com orgulho e honra, Em meu nome e em nome do Pai; Não adianta me retaliarem, Pois eu posso ser seu fim.

Luto com orgulho e honra, Em meu nome e em nome do Pai; Não adianta me

Minha ira se mantém guardada, Bem no fundo do meu peito; Mas se revela quando o fogo queima, E a vela se acaba.

Quando ouço os tambores, O meu mundo se apaga; Sou transportado a um mundo paralelo, E é Exu quem se locomove.

Desvendo meus mistérios, Me faço onipresente; Olhe dentro dos meus olhos, E sinta realmente.

Sou um túmulo que vaga, O guerreiro e sua espada; A sede da vingança, O sangue que se espalha.

Sigo na direção pra onde o vento sopra, Sem olhar pra trás, sem procurar resposta.

Esse sou eu, Dentro de meu próprio mundo; Gostaria de dizer mais, Mas os segredos devem ser segredos.

resposta. Esse sou eu, Dentro de meu próprio mundo; Gostaria de dizer mais, Mas os segredos

MAMILOS ROSADOS

Apenas o biquíni os cobria, Ainda molhados, marcados do sol; Essa é a beleza da praia, Pares de seios ao meu redor.

Ela era bonita, Sorriso de vadia; Do jeito que mexe comigo, Me deixa uivando sozinho.

Chamei-a para um drink, Um coquetel numa barraca qualquer; Dali foi para o abate, Transamos por horas no quarto de hóspedes.

Shortinho jeans chupado, Fio-dental enterrado; O que era mais belo, Eram seus mamilos rosados.

no quarto de hóspedes. Shortinho jeans chupado, Fio-dental enterrado; O que era mais belo, Eram seus

SAN MARINO

King size, Filter tipped; Low tar, American Blend.

Fumar é prejudicial à saúde, Fumar daña la salud; Smoke fuck your health, E daí?

Isso é problema meu, E ninguém tem nada com isso;

É você que compra meu cigarro? Não. Então foda-se.

Unir o útil ao agradável, O melhorzinho e o mais barato; O gosto é o mesmo, E a fumaça também.

Tabaco é tabaco, Brasileiro, paraguaio ou americano; O que diferencia é o preço do imposto, E onde você compra.

Tem gente que fala demais,

Que tenta me fazer parar de fumar; Dizem que isso vai me matar,

E mais um monte de blá, blá, blá.

O engraçado é que eu morro de stress, Trabalho doze horas por noite; Ganho mau pra caralho, E nem folga eu tenho mais.

E aí? Isso ninguém vê? ?Porque não tentam me fazer, Parar de trabalhar?

Claro que não, Isso ninguém quer;

Mas se esquecem que se eu fumo demais, É por causa do stress do trabalho.

É isso mesmo; Doze horas de trabalho, Vinte cigarros nos pulmões; E ainda é pouco.

Fora mais vinte que fumo durante o dia, Entre um gole de café e outro, Uma cochilada, E no banho.

Já fumei John Player, Chakal, Pall Mall, Dunhill; Charm, Chanceller, Hilton, Hills, Dallas e Mill.

Free, Marlboro, Plaza, Luxor, L&M, B&H; Euro, Eight, Record, Mustang, Luck Strike e Sabre.

Hollywood e San Marino, São os com quais eu mais me identifiquei; E quando eu fico nervoso, Só o tubinho de câncer me faz bem.

San Marino, São os com quais eu mais me identifiquei; E quando eu fico nervoso, Só

PRONTA PARA O ABATE

Olhos fixos, Perfume suave; Corpo em tentação, Explodindo de tesão.

Eu não posso me conter, Ela me tira do sério; Sabe que só existe uma coisa que me deixa louco, E o nome dela é sexo.

Ela vem totalmente nua, Insinuando todo o seu corpo; Curvas perigosas, Um erro e estou morto.

Ela me fita, Tentando me escravizar; Senta e abre as pernas, É hora de me afogar.

Está pronta para o abate, Louca para gritar; Penetro o seu corpo, E lá eu quero ficar.

pernas, É hora de me afogar. Está pronta para o abate, Louca para gritar; Penetro o

EXPLICAR?

Há muito tempo eu sou assim, É algo que tenho dentro de mim; Pode até ser doença, Mas dela não quero me curar.

É algo que não dá pra explicar, É uma vontade pra nunca acabar; Psicopata sexual, Tarado sem igual.

Sempre com segundas intenções, Nunca perco tempo em vão; Penso mais com a cabeça de baixo, Isso não é azaração.

Mulher é o que me faz andar, Pensar e respirar; Se não fosse por mulher, Eu não queria nem acordar.

é azaração. Mulher é o que me faz andar, Pensar e respirar; Se não fosse por

ZAZTRAZ

Sempre me perco na noite, Me envolvendo em escuridão; Às vezes bebendo demais, Espantando a solidão.

As luzes piscam, O som é alto; Ali me esqueço do mundo exterior, E aproveito o momento.

Viro noites e dias, E não encontro uma resposta; Aliás,

A vida é feita de perguntas.

Meu sangue corre acelerado, Meus instintos estão aguçados; O gosto de sangue começa a se fazer, Na minha saliva alcoolizada.

A bomba explode dentro de mim, A violência toma minha mente; Nesse momento, Eu preciso extravasar.

E eu sei que não vou parar,

Até ver o sangue escorrer; Em um minuto, Eu escolho um inimigo.

Meu bote é rápido, Logo imobilizo minha presa; Eu sei que não vou parar, Enquanto houver movimento.

Agredir é hobby, Que me acalma por dentro; É um ponto transcendente, Entre a agitação e a meditação.

CONHECE? Você conhece ela? Não? Nem eu. Queria conhecer? Sim? Eu também. Belas grandes tetas.

CONHECE?

Você conhece ela? Não? Nem eu.

Queria conhecer? Sim? Eu também.

Belas grandes tetas.

VAGIBABA

Não me pergunte o que isso significa, Eu não faço nem idéia; Ouvi isso num filme, Zohan alguma coisa.

Acho que é uma palavra usada pra descrever uma mulher gostosa, Pelo menos foi o que eu entendi; A mina do filme era gostosa mesmo, Vagibaba.

que eu entendi; A mina do filme era gostosa mesmo, Vagibaba. Emmanuelle Chriqui, Nunca tinha ouvido

Emmanuelle Chriqui, Nunca tinha ouvido falar dela também; Mas gostei do que eu vi. Meu número de mulher.

Vai ser gostosa assim lá na minha cama, Que eu ia ficar dias sem dormir; Ia comer ela de garfo e faca, Chupar até o osso.

Vagibaba, Seja lá o que isso queira dizer; Morena, cabelos longos, Belos peitos.

Do jeito que eu gosto, E no filme estava mais gostosa ainda; Vagibaba, vagibaba, Imagina essa mina pelada.

peitos. Do jeito que eu gosto, E no filme estava mais gostosa ainda; Vagibaba, vagibaba, Imagina

Poucas vezes vi garotas assim, Que me deixassem louco pela primeira vez; Puta mentira da porra, Mas tudo bem.

pela primeira vez; Puta mentira da porra, Mas tudo bem. O que importa é, Que pela

O que importa é, Que pela 666.000.000.0000 vez eu me apaixonei; E dessa vez era pra valer, Até outra mulher aparecer.

que importa é, Que pela 666.000.000.0000 vez eu me apaixonei; E dessa vez era pra valer,

Mas eu tinha certeza que iria ser fiel; Pelo menos nas próximas duas horas, Ou dois filmes; O que viesse primeiro.

Só de lembrar fico de pau duro, E olha que ela nem ficou pelada no filme; Nem pagou peitinho, E nem mostrou a calcinha.

Incrível, Me apaixonei por uma mina vestida; Você acredita? Nem eu.

Nem pagou peitinho, E nem mostrou a calcinha. Incrível, Me apaixonei por uma mina vestida; Você
Vagibaba cara, Vagibaba; Emmanuelle, Minha nova tara. 173

Vagibaba cara, Vagibaba; Emmanuelle, Minha nova tara.

CORAÇÃO DE PEDRA

Não há mais solução, Isso é algo que vai morrer comigo; Por mais que eu tente mudar, Esse quadro nunca vai se acabar.

Meu amor não é eterno, Por mais que eu jure e insista; Verdadeiro? Sim, verdadeiro.

Amor real, Belo e incondicional; Intenso; Mas não sei até quando.

Mudo frequentemente, O amor sempre acaba; Às vezes minha escolha, Às vezes minha obrigação.

Meu coração de pedra, Nunca vai amolecer; Já é hora de aceitar,

E não tentar mais me enganar.

Eu não gosto de ninguém, E não conseguirei gostar; Esse é o meu instinto, Minha individualidade.

Não consigo depender de um sentimento, Não consigo depender do amor de alguém; Sou ganancioso demais,

E também mesquinho demais.

Penso apenas em mim, No meu bem estar; Não sei ser tão sentimental, E nem escravo de sentimento algum.

FRIO

O vento sopra lá fora, Rápido e gelado; Essa noite quase geou, Foi difícil ficar acordado.

A solidão me conforta, Mas também me enlouquece; Dou um trago no cigarro, E esquento meus pulmões.

É frio aqui, Quase congelo; Essa é a minha vida, Meu caminho solitário.

MAIS UMA ROSA

Mais uma rosa em meu enterro, Vermelha, sangue; Sinto a morte cada vez mais perto, E meu futuro me abraçando intenso.

As velas queimam, O conhaque é servido; Deitado em meu caixão, Ao lado dos senhores malévolos.

Lúcifer me aguarda, Com seu tridente na mão; Receberei minha capa, Erguerei minha espada.

PATRICIA DE SABRIT

Bela garota, Com ar de pureza; Olhar inocente, Voz virginal.

Patricia Renaux Chamagne de Sabrit, Atriz e apresentadora; Nascida em 25de abril de 1975, Tourina de São Paulo.

Fascinante, Me tira do sério; Desejo impossível, Acesso negado.

Se perde em meus sonhos, Desejos pervertidos; Na minha teia de luxúria, Tecida na escuridão de meus pensamentos.

Se perde em meus sonhos, Desejos pervertidos; Na minha teia de luxúria, Tecida na escuridão de
ILUSÃO Não posso acreditar, Que era apenas uma ilusão; Uma miragem, Um sonho. Minha visão

ILUSÃO

Não posso acreditar, Que era apenas uma ilusão; Uma miragem, Um sonho.

Minha visão estava embaçada, Talvez efeito do álcool; Nem sei mais, Mas me lembro que foi muito real.

Meu corpo estava marcado, Minha pele em ardência; Senti suas unhas, Seus dentes.

MERETRIZ

Me envolve em seus braços, Me devora em seu sexo; Esvazia minha carteira, E me deixe em êxtase.

Cabelos negros, Pernas grossas; Face de vadia, Chiclete na boca.

Me joga na cama, E me faz seu macho; Meretriz errante, Mulher delirante.

grossas; Face de vadia, Chiclete na boca. Me joga na cama, E me faz seu macho;

PUS

Ferida aberta, Marca da guerra; Nas ruas da cidade, Lutando por meu ideal.

Me perco em violência, No meio da noite; Aqui é matar ou morrer, Destruir ou sofrer.

Ossos quebrados, Órgãos perfurados; O que importa é lutar, Não se deixar abalar.

Ferida aberta cicatriza, O pus se encarrega disso; Se não cicatrizar meu irmão, É porque você esta morto.

E nesse caso os vermes se alimentarão, De todo o lixo do seu corpo; E se você foi atingido, É porque não era bom o suficiente.

A gangue se reúne, Marca a próxima peleja; Escolha suas armas, Não traremos os fracos de volta.

Amarelo, viscoso, Veneno do corpo; O pus que te envolve, Que cura e fede.

Cicatrizes sempre ficam, O que interessa é o final; Se a batalha foi vencida, Você não vai sangrar.

ZARZURIK Eu a vi, Em meio às chamas dançando; Com seu manto negro, Envolvida pela

ZARZURIK

Eu a vi, Em meio às chamas dançando; Com seu manto negro, Envolvida pela escuridão.

Cabelos soltos, Seios à mostra; Conjurando o feitiço; Em voz baixa.

Ela se aproximou, E fechou seus olhos; Tomou minha alma, E apagou o meu passado.

INABALÁVEL

Ainda existe aquele fogo, E ele ainda queima; Buscando horizontes, Rubros e distantes.

Construindo um caminho, Um legado amargo; Restando marcas na pele, E o orgulho inabalável.

Vivendo no limite, Limite desconhecido; Mais além do que o corpo pode agüentar, Um pouco antes da mente surtar.

ACESSO RESTRITO

De olhos fechados, Mergulho num poço escuro; Um abismo sem fim, Onde às vezes me escondo de mim.

Onde memórias vagam, E atos se consolidam; Em muralhas de gelo, E paredes de fogo.

Fui banido, Para um espaço perdido; Onde minha mente tem, Acesso restrito.

Por caminhos obscuros, Lugares que me esqueci; Ninguém vem comigo, Sempre segui assim.

E tem momentos em que me pego pensando, Sobre tudo o que já vivi; E sei que há algo mais, Que ainda está por vir.

E que minha solidão, É apenas minha própria opção; De me isolar em meu mundo, E não deixar que ninguém o adentre.

isolar em meu mundo, E não deixar que ninguém o adentre. Por mais bela que seja,

Por mais bela que seja, Por mais inteligente; Que obedeça as regras; Que saia pela tangente.

Não deixo ninguém se aproximar, Pois só, eu quero estar; E correr pra onde o vento soprar, Um furacão que passa sobre o mar.

Não posso me enganar, E por isso preciso encarar; Que o que meus olhos vêem, Poucos conseguem enxergar.

Fou sanguinaire, Cavalliere solitaire; La horde des hombres, Larmes de moi.

Sigo só, Pulando em meus precipícios; Por noites sem fim, Sobrevivendo por mim. E mesmo

Sigo só, Pulando em meus precipícios; Por noites sem fim, Sobrevivendo por mim.

E mesmo que ela me seduza, Não poderá possuir meu coração; Pois essa pedra de gelo, Se perdeu através do tempo.

E profundas são as marcas, Muitas delas cicatrizadas; Tanto sangue que escorreu, Quanta vida se perdeu.

do tempo. E profundas são as marcas, Muitas delas cicatrizadas; Tanto sangue que escorreu, Quanta vida

E por sigo prefiro seguir só, Pairando no vento; Me perdendo na noite, E me jogando no tempo.

DEICIDIO

Modificando toda a história, Criando um rumo para a humanidade; Destruindo deuses e divindades, E toda a sua hipocrisia.

Massacrando todos os ditadores, Da religião e do alto clero; Fazendo com que eles engulam, Todos esses séculos de enganação.

Libertando quem merece ser libertado, E destruindo que merece ser destruído; Dando início ao deicidio, A matança de todos os deuses.

ser libertado, E destruindo que merece ser destruído; Dando início ao deicidio, A matança de todos

CARNIFICINA

CARNIFICINA Quando apareci no canto da porta, Ela sorriu pra mim; Seus olhos brilhavam, Eu pude

Quando apareci no canto da porta, Ela sorriu pra mim; Seus olhos brilhavam, Eu pude ouvir seu coração acelerar.

Nesse momento, Saquei minha arma; Disparei três vezes, Três tiros perfeitos.

Suas pupilas diminuíam, Suas pálpebras começavam a se fechar; Seu corpo ia ao chão, Sangrando como uma porca.

Os gritos eram asfixiados pelo sangue, Seu corpo estremecia; Vi o desespero em seus olhos entreabertos, E o frio tomando sua vida.

Bang, bang, bang, Mais uma vida inútil se vai; A carnificina se faz presente.

Uma cena não tão bonita de se ver, Não pela bela forma de execução; Mas

Uma cena não tão bonita de se ver, Não pela bela forma de execução; Mas por aquele corpo obeso; Ensangüentado estirado no chão.

Engordaram a porca para o abate, Rechearam-na de gordura e hipocrisia; Crente durante o dia, Vagabunda por toda a noite.

Bang, bang, bang, Mais uma vida inútil se vai; A carnificina se faz presente.

Tomei um gole de café, E dei um trago no cigarro; Observei mais uma vez o corpo, E me retirei do local.

Era grande demais para ocultar o cadáver, Pesada demais para carregar; Deixá-la ali não era uma opção, Era o ideal a fazer.

ESCRAVAS

Que as luzes se apaguem, E minhas vontades sejam realizadas; Que as velas se acendam, E que entrem minhas lacaias;

Almas perturbadas, Mulheres desencarnadas; Em danças depravadas, Elas são minhas escravas.

Entre luxúria e sangue, O gosto do vinho; Os desejos ardentes, Se perdem na mente.

Elas são minhas escravas. Entre luxúria e sangue, O gosto do vinho; Os desejos ardentes, Se

MORALISMO

Quem é você para julgar o que é moral ou imoral?

Você, nascido em berço de ouro, Hipócrita; Ouro sujo e santificado, Pelo podre poder do Vaticano.

Quem é você para julgar o que é certo ou errado?

Você, que vive numa vida de plástico, Sem sentido; Como um boneco de joelhos, Em frente a um Deus de mentiras.

Seu falso moralismo me enoja, O que os olhos não vêem o coração não sente; E assim vocês fazem seu jogo sujo, Enchendo seus bolsos.

Errado, imoral ou ilegal, Muito sarcástico; Parece uma piada, Sua vida não vale nada.

sujo, Enchendo seus bolsos. Errado, imoral ou ilegal, Muito sarcástico; Parece uma piada, Sua vida não
PROMISCUIDADE Promiscuidade sem fim, Você se entrega para mim; Como uma oferenda em meu altar.

PROMISCUIDADE

Promiscuidade sem fim, Você se entrega para mim; Como uma oferenda em meu altar.

Sobre a mesa ritualística, Seu corpo nu se deita; Esperando para ser aceita.

Nesse ritual de luxúria, Você se deleita; Se entrega aos prazeres da carne.

Preenche seu vazio, Se perde em alucinação; Se encontra em êxtase.

Promiscuidade sem fim, Você se entrega para mim; Como uma oferenda em meu altar.

Asmodeus se faz presente, Toma seu cálice nas mãos; Faz do teu ventre jorrar o vinho.

Sobre os encantamentos frenéticos, Todos se entregam, A uma orgia sem fim.

29/09/2009

Já era hora de correr atrás, E descobrir o que realmente acontecia comigo; Meu nível de insanidade estava crescendo, Dia após dia, noite após noite.

Estava realmente ficando fora de controle, Apenas os ensinamentos de Lúcifer me confortavam; Mas mesmo assim, Às vezes era difícil de me conter.

Cheguei ao hospital e fiz minha ficha, Logo entrei para a sala de espera; Sabia que esperaria por longas horas, Afinal, hospital público é uma merda.

Sentei-me no banco de concreto cor de abóbora, Já havia três pessoas esperando; Pelo jeito o psiquiatra iria demorar, Deveria estar visitando os pacientes internos.

À minha frente estava um homem, Idade média de 43 anos; Calvo, barba por fazer, Acompanhado de uma senhora de uns 70 anos.

O cara tinha jeito de louco, Aquele tipo de maníaco que eu admiro; Que com o estalar da fagulha, Detona tudo que esteja em sua frente.

No corredor um outro cara, De aproximadamente 45 anos; Deitado numa maca, Tremendo como se estivesse com frio.

Mas no seu rosto, Eu conseguia ver o desespero; Na minha análise, Diagnostiquei problema no sistema nervoso.

Ao lado duas mulheres, Aparentemente mãe e filha; Uma com seus 40 anos, E a outra já pra chegar nos 70.

A mais nova,

Estava bem vestida; Jeans azul apertado,

E suéter salmão.

Rosto normal, Beleza comum; Corpo ainda bem desenhado, Até pegável.

A mais velha,

Aparentemente evangélica;

Maltrapilha, Feia pra caralho.

Eu estava sentado ali, No meio dessas pessoas; Mas por dentro uma vontade imensa, De mutilar um por um.

O falatório e a movimentação dos corredores, Estavam cada vez mais me irritando; O único jeito de me distrair, Era rir da desgraça dos outros.

E não demorou muito para que acontecesse, Pois logo veio a primeira gargalhada reprimida; Por um idiota que enfiou o dedo numa máquina, E quase que deu adeus ao dedo indicador.

Na seqüência vários outros, Entre baleados, e fraturados; Agredidos e violentados, Praticamente um circo.

Em poucos minutos chegaram mais pacientes psiquiátricos, Um velho louco acompanhado por uma velha, Com o rosto torto; Difícil saber qual era o paciente, hahahah.

Depois disso, Um negra com sua irmã abobada; A menina se contorcia e ria sozinha, Tinha uns tics-nervosos.

Na ponta do corredor, Vejo surgir uma silhueta; Baixa e levemente obesa, Uma nissei, sansei, ou num sei

hahahhah.

Cabelos longos, Quase loiros; Salto alto, E saia justa, salientando as coxas grossas.

A figura me chamou a atenção, Acho que meus sentidos estavam aguçados; Ela entrou na salinha, E começou a chamar os pacientes.

Depois de alguns demorados minutos de espera, Meu nome foi chamado; Adentrei a sala, E fui logo perguntando se podia fechar a porta.

A “num sei” balançou sua cabeça de forma afirmativa, E com minha delicadeza, bati a porta; Logo me sentando na cadeira, E olhando para os prontuários.

Começamos nossa conversa com apresentações, Logo ela perguntou o que eu sentia; E pra ser sincero, Perguntei se era o que eu sentia no momento ou o que vinha acontecendo.

Já que ando sentindo várias coisas por dia, Várias mudanças de humor; Sentimentos misantrópicos, E impulsos homicidas.

Seguidos de vontade de ficar isolado, Sem ouvir vozes ou barulhos; Deitado no escuro, Sem pensar em absolutamente nada.

A psiquiatra me ouviu atentamente, Por aproximadamente oito minutos; E partiu para outros tipos de pergunta, Coisas familiares.

Se eu tinha contato com minha família, Se alguém sofria de depressão; Se alguém havia se suicidado, E coisas do tipo.

Ela me diagnosticou com F31, E me deu uma breve explicação; Que na verdade eu não entendi porra nenhuma.

Ela usou termos médicos e clínicos, Porém todos eles de forma desorganizada; Ou, que não estavam se organizando, No meu raciocínio.

Me passou um encaminhamento, Para que eu procurasse um tratamento gratuito; Dizendo ainda, Que eu deveria insistir para conseguir o mesmo.

Pois até onde ela sabia, Estava meio difícil de consegui-lo; Já que a saúde mental, Não é prioridade de quem governa.

E depois reclamam, Quando alguém sai por aí matando sem motivos aparentes; E dizendo que insanidade, Não é algo para se preocupar.

Mas, no meu caso, É bom eles abrirem os olhos; Pois mesmo psicótico, Eu ainda posso usar a insanidade ao meu favor.

Não me importo quem é a vitima, Só preciso expressar minha fúria, Transformá-la em violência, E destruir sem piedade.

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Ela me receitou de primeira, Dois remédios; E me instruiu, De como deveria usá-los.

Ela me receitou de primeira, Dois remédios; E me instruiu, De como deveria usá-los. 195

E pra variar, Como de quebra; Eu não entendi porra nenhuma de novo, Também nem fiz questão.

E pra variar, Como de quebra; Eu não entendi porra nenhuma de novo, Também nem fiz

Saí da salinha da Dra. Luciana, E fui até outra sala; Não sei o que “social”, Para pegar o endereço do lugar pra onde fui encaminhado.

Uma velha feia pra cacete me atendeu, E me passou um endereço; Sai do hospital e fui direto para o local, Que pra variar estava errado.

A velha maldita me mandando pra um lugar bizarro, Onde tratavam de viciados; Porra, eu lá tenho cara de viciado? Devia voltar lá e dar uma surra nela.

Nesse lugar aí, Falei com um psicólogo; O nome dele era Fábio, O cara era até gente boa.

Mostrei o encaminhamento pra ele, E ele foi procurar o lugar o certo pra onde deveriam ter me mandado; Ele achou dois endereços, E disse que ia fazer umas ligações.

Depois de alguns minutos, Ele me disse que não havia conseguido falar com um dos lugares; E pediu para que eu voltasse no dia seguinte, Pois ele gostaria de falar comigo novamente.

Me mandei pra casa do meu pai pra pegar meu carro; Ele havia ido ao fórum com meu irmão, Resolver uma parada, De um acidente de moto que meu irmão teve.

Peguei a Puma e piquei a mula pra casa, Louco pra me jogar no sofá; Pisei fundo pra não demorar, Estava rolando Rush na rádio.

Cheguei em casa e assisti um pouco de tv, Fiquei lá por mais ou menos meia hora; Resolvi vir pro trampo mais cedo, Pra pesquisar o que era essa porra de F31.

Afinal, Não existe nada que não tenha resposta; Quando se usa a inteligência,

E claro

a internet.

A procura não foi difícil, Era só saber onde procurar; F31 é um termo psiquiátrico, Para identificar uma certa doença.

F31 era conhecida como, Psicose Maníaco-Depressiva; Ou Transtorno Bipolar do Humor, Hoje conhecida como Transtorno Afetivo Bipolar.

Que legal, Bom, na verdade não foi tão legal; Descobrir uma coisa assim, Não fez muito bem pro meu humor.

O pior foi agüentar certas outras pressões, De quem achou isso uma bobeira; Ou de outros dizendo que era por causa da magia, Mas todos se esqueceram que trabalho igual um cavalo.

E que nos últimos doze anos, (Isso é: Desde quando comecei a trabalhar); Eu não tirei férias, E meu horário de trabalho é muito estendido.

Doze horas, Das 19:00 as 07:00; Sem descanso, E ainda abaixaram meu salário.

Lembrando que antes de passar para a noite, Eu trampava das 05:30 as 22:00; Tudo dependia do humor do meu chefe, E do quando ele conseguia suportar a família dele.

Talvez alguns títulos passados dos textos desta obra, Encontrem sentido agora; Lembrando também que o inicio desta obra, Se deu meses antes da descoberta dessa doença.

Para entender melhor a doença, Anexarei a seguir alguns textos; Dos quais eu pesquisei, Para saber do que se tratava.

TRANSTORNO BIPOLAR DO HUMOR (PSICOSE MANÍACO-DEPRESSIVA)

Sinônimos e nomes relacionados:

Psicose maníaco-depressiva, transtorno ou doença afetivo bipolar, incluindo tipos específicos de doenças ou transtornos do humor, como ciclotimia, hipomania e transtorno misto do humor.

O que é a doença bipolar do humor:

O Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva, é caracterizado por oscilações ou mudanças cíclicas de humor. Estas mudanças vão desde oscilações normais, como nos estados de alegria e tristeza, até mudanças patológicas acentuadas e diferentes do normal, como episódios de MANIA, HIPOMANIA, DEPRESSÃO e MISTOS. É uma doença de grande impacto na vida do paciente, de sua família e sociedade, causando prejuízos freqüentemente irreparáveis em vários setores da vida do indivíduo, como nas finanças, saúde, reputação, além do sofrimento psicológico. É relativamente comum, acometendo aproximadamente 8 a cada 100 indivíduos, manifestando-se igualmente em mulheres e homens.

O que causa a doença bipolar do humor:

A base da causa para a doença bipolar do humor não é inteiramente conhecida, assim como não o é para os demais distúrbios do humor. Sabe-se que os fatores biológicos (relativos a neurotransmissores cerebrais), genéticos, sociais e psicológicos somam-se no desencadeamento da doença. Em geral, os fatores genéticos e biológicos podem determinar como o indivíduo reage aos estressores psicológicos e sociais, mantendo a normalidade ou desencadeando doença. O transtorno bipolar do humor tem uma importante característica genética, de modo que a tendência familiar à doença pode ser observada.

Como se manifesta a doença bipolar do humor:

Pode iniciar na infância, geralmente com sintomas como irritabilidade intensa, impulsividade e aparentes “tempestades afetivas”. Um terço dos indivíduos manifestará a doença na adolescência e quase dois terços, até os 19 anos de idade, com muitos casos de mulheres podendo ter início entre os 45 e 50 anos. Raramente começa acima dos 50 anos, e quando isso acontece, é importante investigar outras causas. A mania (eufórica) é caracterizada por:

Humor excessivamente animado, exaltado, eufórico, alegria exagerada e duradoura;outras causas. A mania (eufórica) é caracterizada por: Extrema irritabilidade, impaciência ou “pavio muito

Extrema irritabilidade, impaciência ou “pavio muito curto”;animado, exaltado, eufórico, alegria exagerada e duradoura; Agitação, inquietação física e mental; Aumento de

Agitação, inquietação física e mental;irritabilidade, impaciência ou “pavio muito curto”; Aumento de energia, da atividade, começando muitas coisas

Aumento de energia, da atividade, começando muitas coisas ao mesmo tempo sem conseguir terminá-lasmuito curto”; Agitação, inquietação física e mental; Otimismo e confiança exageradas; Pouca capacidade de

Otimismo e confiança exageradas;muitas coisas ao mesmo tempo sem conseguir terminá-las Pouca capacidade de julgamento, incapacidade de discernir;

Pouca capacidade de julgamento, incapacidade de discernir;muitas coisas ao mesmo tempo sem conseguir terminá-las Otimismo e confiança exageradas; Idéias grandiosas; 199

Idéias grandiosas;conseguir terminá-las Otimismo e confiança exageradas; Pouca capacidade de julgamento, incapacidade de discernir; 199

Pensamentos acelerados, fala muito rápida, pulando de uma idéia para outra,tagarelice;Facilidade em se distrair, incapacidade de se concentrar; Comportamento inadequado, provocador, intrometido, agressivo ou

Facilidade em se distrair, incapacidade de se concentrar;muito rápida, pulando de uma idéia para outra,tagarelice; Comportamento inadequado, provocador, intrometido, agressivo

Comportamento inadequado, provocador, intrometido, agressivo ou de risco;Facilidade em se distrair, incapacidade de se concentrar; Gastos excessivos; Desinibição, aumento do contato social,

Gastos excessivos;inadequado, provocador, intrometido, agressivo ou de risco; Desinibição, aumento do contato social, expansividade;

Desinibição, aumento do contato social, expansividade;intrometido, agressivo ou de risco; Gastos excessivos; Aumento do impulso sexual; Agressividade física e/ou

Aumento do impulso sexual;Desinibição, aumento do contato social, expansividade; Agressividade física e/ou verbal; Insônia e pouca

Agressividade física e/ou verbal;do contato social, expansividade; Aumento do impulso sexual; Insônia e pouca necessidade de sono; Uso de

Insônia e pouca necessidade de sono;do impulso sexual; Agressividade física e/ou verbal; Uso de drogas, em especial cocaína, álcool e soníferos.

Uso de drogas, em especial cocaína, álcool e soníferos.física e/ou verbal; Insônia e pouca necessidade de sono; *** Três ou mais sintomas aqui relacionados

*** Três ou mais sintomas aqui relacionados devem estar presentes por, no mínimo, uma semana;

*** a hipomania é um estado de euforia mais leve que não compromete tanto a capacidade de funcionamento do paciente. Geralmente, passa despercebida por ser confundida com estados normais de alegria e devem durar no mínimo dois dias.

Humor melancólico, depressivo;normais de alegria e devem durar no mínimo dois dias. Perda de interesse ou prazer em

Perda de interesse ou prazer em atividades habitualmente interessantes;durar no mínimo dois dias. Humor melancólico, depressivo; Sentimentos de tristeza, vazio, ou aparência

Sentimentos de tristeza, vazio, ou aparência chorosa/melancólica;ou prazer em atividades habitualmente interessantes; Inquietação ou irritabilidade; Perda ou aumento de

Inquietação ou irritabilidade;de tristeza, vazio, ou aparência chorosa/melancólica; Perda ou aumento de apetite/peso, mesmo sem estar de dieta;

Perda ou aumento de apetite/peso, mesmo sem estar de dieta;chorosa/melancólica; Inquietação ou irritabilidade; Excesso de sono ou incapacidade de dormir; Sentir-se ou

Excesso de sono ou incapacidade de dormir;Perda ou aumento de apetite/peso, mesmo sem estar de dieta; Sentir-se ou estar agitado demais ou

Sentir-se ou estar agitado demais ou excessivamente devagar (lentidão);estar de dieta; Excesso de sono ou incapacidade de dormir; Fadiga ou perda de energia; Sentimentos

Fadiga ou perda de energia;estar agitado demais ou excessivamente devagar (lentidão); Sentimentos de falta de esperança, culpa excessiva ou

Sentimentos de falta de esperança, culpa excessiva ou pessimismo;devagar (lentidão); Fadiga ou perda de energia; Dificuldade de concentração, de se lembrar das coisas ou

Dificuldade de concentração, de se lembrar das coisas ou de tomar decisões;de falta de esperança, culpa excessiva ou pessimismo; Pensamentos de morte ou suicídio, planejamento ou

Pensamentos de morte ou suicídio, planejamento ou tentativas de suicídio;de se lembrar das coisas ou de tomar decisões; Dores ou outros sintomas corporais persistentes, não

Dores ou outros sintomas corporais persistentes, não provocados por doenças ou lesões físicas.morte ou suicídio, planejamento ou tentativas de suicídio; A DEPRESSÃO, que pode ser de intensidade leve,

A DEPRESSÃO, que pode ser de intensidade leve, moderada ou grave, É CARACTERIZADA POR:

*** estes sintomas manifestam-se na maior parte do tempo por, pelo menos, DUAS semanas.

O estado misto é caracterizado por:

Sintomas depressivos e maníacos acentuados acontecendo simultaneamente;A pessoa pode sentir-se deprimida pela manhã e progressivamente eufórica com o passar do dia,

A pessoa pode sentir-se deprimida pela manhã e progressivamente eufórica com o passar do dia, ou vice-versa;e maníacos acentuados acontecendo simultaneamente; Pode ainda apresentar-se agitada, acelerada e ao mesmo tempo

Pode ainda apresentar-se agitada, acelerada e ao mesmo tempo queixar-se de angústia, desesperança e idéias de suicídio;eufórica com o passar do dia, ou vice-versa; Os sintomas freqüentemente incluem agitação, insônia e

Os sintomas freqüentemente incluem agitação, insônia e alterações do apetite. Nos casos mais graves, podem haver sintomas psicóticos (alucinações e delírios) e pensamentos suicidas;de angústia, desesperança e idéias de suicídio; *** os sintomas devem estar presentes a maior parte

*** os sintomas devem estar presentes a maior parte dos dias por, no mínimo, uma semana.

De que outras formas a doença bipolar do humor pode se manifestar:

Existem três outras formas através das quais a doença bipolar do humor pode se manifestar, além de episódios bem definidos de mania e depressão.

Uma primeira forma seria a hipomania, em que também ocorre estado de humor elevado e expansivo, eufórico, mas de forma mais suave. Um episódio hipomaníaco, ao contrário da mania, não é suficientemente grave para causar prejuízo no trabalho ou nas relações sociais, nem para exigir a hospitalização da pessoa.

Uma segunda forma de apresentação da doença bipolar do humor seria a ocorrência de episódios mistos, quando em um mesmo dia haveria a alternância entre depressão e mania. Em poucas horas a pessoa pode chorar, ficar triste, sentindo-se sem valor e sem esperança, e no momento seguinte estar eufórica, sentindo-se capaz de tudo, ou irritada, falante e agressiva.

A terceira forma da doença bipolar do humor seria aquela conhecida como transtorno ciclotímico, ou apenas ciclotimia, em que haveria uma alteração crônica e flutuante do humor, marcada por numerosos períodos com sintomas maníacos e numerosos períodos com sintomas depressivos, que se alternariam. Tais sintomas depressivos e maníacos não seriam suficientemente graves nem ocorreriam em quantidade suficiente para se ter certeza de se tratar de depressão e de mania, respectivamente. Seria, portanto, facilmente confundida com o jeito de ser da pessoa, marcada por instabilidade do humor.

Como se diagnostica a doença bipolar do humor:

O diagnóstico da doença bipolar do humor deve ser feito por um médico psiquiátrico baseado nos sintomas do paciente. Não há exames de imagem ou laboratoriais que auxiliem o diagnóstico. A dosagem de lítio no sangue só é feita para as pessoas que usam carbonato de lítio como tratamento medicamentoso, a fim de se acompanhar a resposta ao remédio.

Como se trata a doença bipolar do humor:

O tratamento, após o diagnóstico preciso, é medicamentoso, envolvendo uma classe de medicações chamada de estabilizadores do humor, da qual o carbonato de lítio é o mais estudado e o mais usado. A carbamazepina, a oxcarbazepina e o ácido valpróico também se mostram eficazes. Um acompanhamento psiquiátrico deve ser mantido por um longo período, sendo que algumas formas de psicoterapia podem colaborar para o tratamento.

É, deu pra perceber a gravidade da coisa, Né? Mas relaxa, Ainda tem mais

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR

O que é? O transtorno afetivo bipolar era denominado até bem pouco tempo de psicose maníaco-depressiva. Esse nome foi abandonado principalmente porque este transtorno não apresenta necessariamente sintomas psicóticos, na verdade, na maioria das vezes esses sintomas não aparecem. Os transtornos afetivos não estão com sua classificação terminada. Provavelmente nos próximos anos surgirão novos subtipos de transtornos afetivos, melhorando a precisão dos diagnósticos. Por enquanto basta-nos compreender o que vem a ser o transtorno bipolar. Com a mudança de nome esse transtorno deixou de ser considerado uma perturbação psicótica para ser considerado uma perturbação afetiva.

A alternância de estados depressivos com maníacos é a tônica dessa patologia. Muitas vezes o diagnóstico correto só será feito depois de muitos anos. Uma pessoa que tenha uma fase depressiva, receba o

diagnóstico de depressão e dez anos depois apresente um episódio maníaco tem na verdade o transtorno bipolar, mas até que a mania surgisse não era possível conhecer diagnóstico verdadeiro. O termo mania é popularmente entendido como tendência a fazer várias vezes a mesma coisa. Mania em psiquiatria significa um estado exaltado de humor que será descrito mais detalhadamente adiante.

A

depressão do transtorno bipolar é igual à depressão recorrente que só se apresenta como depressão, mas uma pessoa deprimida do transtorno bipolar não recebe o mesmo tratamento do paciente bipolar.

bipolar não recebe o mesmo tratamento do paciente bipolar. Características: O após os 70 anos. O

Características:

O

após os 70 anos. O início pode ser tanto pela fase depressiva como pela fase maníaca, iniciando gradualmente ao longo de semanas, meses ou abruptamente em poucos dias, já com sintomas psicóticos o que muitas vezes confunde com síndromes psicóticas. Além dos quadros depressivos e maníacos, há também os quadros mistos (sintomas depressivos simultâneos aos maníacos) o que muitas vezes confunde os médicos retardando o diagnóstico da fase em atividade.

início desse transtorno geralmente se dá em torno dos 20 a 30 anos de idade, mas pode começar mesmo

em torno dos 20 a 30 anos de idade, mas pode começar mesmo Tipos: Aceita-se a

Tipos:

Aceita-se a divisão do transtorno afetivo bipolar em dois tipos: o tipo I e o tipo II. O tipo I é a forma clássica em que o paciente apresenta os episódios de mania alternados com os depressivos. As fases maníacas não precisam necessariamente ser seguidas por fases depressivas, nem as depressivas por maníacas. Na prática observa-se muito mais uma tendência dos pacientes a fazerem várias crises de um tipo e poucas do outro, há pacientes bipolares que nunca fizeram fases depressivas e há deprimidos que só tiveram uma fase maníaca enquanto as depressivas foram numerosas. O tipo II caracteriza-se por não apresentar episódios de mania, mas de hipomania com depressão. Outros tipos foram propostos por Akiskal, mas não ganharam ampla aceitação pela comunidade psiquiátrica. Akiskal enumerou seis tipos de distúrbios bipolares.

Akiskal enumerou seis tipos de distúrbios bipolares. Fase maníaca: Tipicamente leva uma a duas semanas para

Fase maníaca:

Tipicamente leva uma a duas semanas para começar e quando não tratado pode durar meses. O estado de humor está elevado podendo isso significar uma alegria contagiante ou uma irritação agressiva. Junto a essa elevação encontram-se alguns outros sintomas como elevação da auto-estima, sentimentos de grandiosidade podendo chegar a manifestação delirante de grandeza considerando-se uma pessoa especial, dotada de poderes e capacidades únicas como telepáticas por exemplo. Aumento da atividade

motora apresentando grande vigor físico e apesar disso com uma diminuição da necessidade de sono. O paciente apresenta uma forte pressão para falar ininterruptamente, as idéias correm rapidamente a ponto de não concluir o que começou e ficar sempre emendando uma idéia não concluída em outra

sucessivamente: a isto denominamos fuga-de-idéias

estímulos externos levando-o a distrair-se constantemente com pequenos ou insignificantes acontecimentos alheios à conversa em andamento. Aumento do interesse e da atividade sexual. Perda da consciência a respeito de sua própria condição patológica, tornando-se uma pessoa socialmente inconveniente ou insuportável. Envolvimento em atividades potencialmente perigosas sem manifestar preocupação com isso. Podem surgir sintomas psicóticos típicos da esquizofrenia o que não significa uma mudança de diagnóstico, mas mostra um quadro mais grave quando isso acontece.

O paciente apresenta uma elevação da percepção de

Fase depressiva:

É de certa forma o oposto da fase maníaca, o humor está depressivo, a auto-estima em baixa com

sentimentos de inferioridade, a capacidade física esta comprometida, pois a sensação de cansaço é constante. As idéias fluem com lentidão e dificuldade, a atenção é difícil de ser mantida e o interesse pelas coisas em geral é perdido bem como o prazer na realização daquilo que antes era agradável. Nessa fase o sono também está diminuído, mas ao contrário da fase maníaca, não é um sono que satisfaça ou

descanse, uma vez que o paciente acorda indisposto. Quando não tratada a fase maníaca pode durar meses também.

não tratada a fase maníaca pode durar meses também. Exemplo de como um paciente se sente:

Exemplo de como um paciente se sente:

, para suas capacidades e energia. Poderia até passar dias sem dormir. Ele está cheio de idéias, planos, conquistas e se sentiria muito frustrado se a incapacidade dos outros não o deixasse ir além. Ele mal consegue acabar de expressar uma idéia e já está falando de outra numa lista interminável de novos assuntos. Em alguns momentos ele se aborrece para valer, não se intimida com qualquer forma de cerceamento ou ameaça, não reconhece qualquer forma de autoridade ou posição superior a sua. Com a mesma rapidez com que se zanga, esquece o ocorrido negativo como se nunca tivesse acontecido nada. As coisas que antes não o interessava mais lhe causam agora prazer; mesmo as pessoas com quem não tinha bom relacionamento são para ele amistosas e bondosas.

na verdade quase invencível. Ele se sente como não tendo limites

Ele

se sente bem, realmente bem

como não tendo limites Ele se sente bem, realmente bem Sintomas (maníacos): Sentimento de estar no

Sintomas (maníacos):

Sentimento de estar no topo do mundo com um alegria e bem estar inabaláveis, nem mesmo más notícias,

tragédias ou acontecimentos horríveis diretamente ligados ao paciente podem abalar o estado de humor. Nessa fase o paciente literalmente ri da própria desgraça. Sentimento de grandeza, o indivíduo imagina que é especial ou possui habilidades especiais, é capaz de considerar-se um escolhido por Deus, uma celebridade, um líder político. Inicialmente quando os sintomas ainda não se aprofundaram o paciente sente-se como se fosse ou pudesse ser uma grande personalidade; com o aprofundamento do quadro esta idéia torna-se uma convicção delirante. Sente-se invencível, acham que nada poderá detê-las. Hiperatividade, os pacientes nessa fase não conseguem ficar parados, sentados por mais do que alguns minutos ou relaxar.

O senso de perigo fica comprometido, e envolve-se em atividade que apresentam tanto risco para

integridade física como patrimonial. O comportamento sexual fica excessivamente desinibido e mesmo promíscuo tendo numerosos parceiros num curto espaço de tempo. Os pensamentos correm de forma incontrolável para o próprio paciente, para quem olha de fora a grande confusão de idéias na verdade constitui-se na interrupção de temas antes de terem sido completados para iniciar outro que por sua vez também não é terminado e assim sucessivamente numa fuga de idéias. A maneira de falar geralmente se dá em tom de voz elevado, cantar é um gesto freqüente nesses pacientes. A necessidade de sono nessa fase é menor, com poucas horas o paciente se restabelece e fica durante todo o dia e quase toda a noite em hiperatividade. Mesmo estando alegre, explosões de raiva podem acontecer, geralmente provocadas por algum motivo externo, mas da mesma forma como aparece se desfaz. A fase depressiva Na fase depressiva ocorre o posto da fase maníaca, o paciente fica com sentimentos irrealistas de tristeza, desespero e auto-estima baixa. Não se interessa pelo que costumava gostar ou ter prazer, cansa-se à-toa, tem pouca energia para suas atividades habituais, também tem dificuldade para dormir, sente falta do sono e tende a permanecer na cama por várias horas. O começo do dia (a manhã) costuma ser a pior parte do dia para os deprimidos porque eles sabem que terão um longo dia pela frente. Apresenta dificuldade em concentra-se no que faz e os pensamentos ficam inibidos, lentificados, faltam idéias ou demoram a ser compreendidas e assimiladas. Da mesma forma a memória também fica prejudicada. Os pensamentos costumam ser negativos, sempre em torno de morte ou doença. O apetite fica inibido e pode ter perda significativa de peso.

Generalidades:

Entre uma fase e outra a pessoa pode ser normal, tendo uma vida como outra pessoa qualquer; outras pessoas podem apresentar leves sintomas entre