Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (I a IV)
Textos do Dr. Jorge Martins Cardoso (Médico) - CRM 573
Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (I)
Eu não penso, logo, não existo. Portanto por que me incomodam tanto? Se não existo e se não penso, então, expliquem-me uma coisa. Quem está escrevendo estas mal assombradas linhas? Alguém do além? Minhas amigas leitoras e meus leitores amigos. A prática da Auto-Hemoterapia continua proibida no Brasil. Fazer o quê? Investigações científicas sobre a famosa Auto-Hemoterapia também continuam proibidas. Neste caso, devemos fazer alguma coisa. Vamos apelar e pedir a ajuda e a proteção das forças divinas, da força de Deus, pois a fé remove montanhas. E se a fé remove montanhas, por que não haverá de remover um único monte de ignorância? Fé em Deus e pé na ciência. Enquanto a ciência e a religião procuram entrar em um acordo “diplomático” sobre a tal terapia complementar, observemos o que diz a nossa livre imprensa.
“Sem liberdade de criticar, não existe elogio sincero”. Quase todo santo dia os leitores lêem este slogan no JORNAL DA CIDADE. Só agora lendo o livro do jornalista Marcos Cardoso – Sempre aos domingos - Editora-UFS - 239 páginas, é que fiquei sabendo como surgiu a frase. Já que podemos criticar, o livro de Marcos Cardoso apresenta alguns erros de revisão e algumas dúvidas históricas. Erros de revisão? É claro. “A pressa é inimiga da perfeição”, diz o povão. O que é verdade. Pressa e perfeição são vitais nas mãos hábeis de um bom cirurgião, assim mesmo, em casos de emergência e/ou urgência. Quanto às dúvidas históricas (uma delas terrivelmente polêmica), só conversando pessoalmente com o autor do livro. Mas, não há pressa alguma. O livro é de leitura agradável. Está de parabéns o autor e recomendo aos leitores (pelo amor de Deus, não confundir com telespectadores).
Recentemente, a revista Veja (edição de 05 de novembro de 2008), trouxe uma reportagem (de capa) bastante curiosa: remédios – o que há de errado com eles – o desenho pequeno de uma caveira – pílulas para emagrecer, para baixar o colesterol e antiinflamatórios foram proibidos – saiba se o remédio que você toma está na lista dos suspeitos. A reportagem completa encontra-se nas páginas 88 a 95. Iremos selecionar e transcrever algumas partes da extensa matéria. O mundo “leigo”, o mundo “científico” e o mundo “religioso”, não devem se preocupar demasiadamente. “Para o que não tem remédio, remediado está”, diz a sábia sabedoria popular.
Páginas 88 e 89 – Medicina. Remédios: Sustos difíceis de engolir. A quantidade de medicamentos retirados do mercado por causa de efeitos colaterais graves alarma os consumidores e lança a pergunta:
até que ponto se pode confiar nos laboratórios? Observação do escriba: a reportagem é de autoria das jornalistas Anna Paula Buchalla e Adriana Dias Lopes. Do dia para a noite, o comprimido que o médico lhe receitou, e que funcionava às mil maravilhas, é banido das farmácias porque se descobriu que pode causar danos à saúde não previstos na bula. O que fazer? Não, não adianta interpelar o médico: ele também não sabia.
O único jeito é passar a usar outro remédio e esconjurar mentalmente o medo de engrossar a estatística das vítimas dos efeitos colaterais graves e até irreversíveis da medicação. E eles não são poucos. Vão de distúrbios vasculares e cirrose hepática letal a depressão e suicídio. O primeiro grande susto veio com a
saída do mercado do Vioxx, em 2004, quando um estudo o associou a um aumento nos riscos de infarto e derrame. Observação do escriba: na verdade ocorreram dezenas de casos de infarto e de derrame cerebral, produzidos pelo Vioxx. Uma das vítimas foi o pai do jornalista Randall Fitzgerald, autor do livro lançado em 2006 nos Estados Unidos, “The Hundred-Year Lie” e traduzido no Brasil em 2008, com o título:
“Cem anos de mentira” (editora Idéia e Ação, 391 páginas). As pesquisas do jornalista Randall Fitzgerald, uma verdadeira bomba na cabeça da indústria farmacêutica e de alimentos, abrange o período de 1906 a
2006.
Continuemos o que está escrito na página 89 da revista Veja. O antiinflamatório Vioxx era consumido por mais de 85 milhões de pessoas em mais de 80 países. Nos últimos meses, saíram de cena mais dois antiinflamatórios: o Prexige e o Arcoxia (de 120 miligramas) foram associados a crises hepáticas. O tão aguardado comprimido antibarriga Acomplia também foi recentemente retirado das farmácias, por aumentar o risco de depressão entre seus usuários.
Sim, há algo de nebuloso no universo dos remédios. Os problemas estendem-se do marketing agressivo e nem sempre honesto dos laboratórios farmacêuticos, e culmina no mau uso do medicamento tanto por parte de muitos pacientes quanto por parte de médicos. Só a indústria americana investe mais de 50 bilhões de dólares por ano, em desenvolvimento de medicamentos. Multidólares!
Página 90 – “A verdade dolorosa é que muitos medicamentos estão chegando ao mercado depois de testes clínicos inadequados” disse a Veja a médica americana Márcia Angell, ex-editora da revista científica “The New England Journal of Medicine”. Um dos melhores exemplos é o que ocorreu com o Rezulin, indicado para o tratamento do diabetes tipo II. Ele recebeu a chancela da FDA (Food and Drug Administration – órgão governamental norte-americano que controla a qualidade dos alimentos e medicamentos comercializados nos EUA) em 1997, apesar das objeções de vários consultores da agência que apontaram o seu perigo para o fígado. O Rezulin foi consumido por 700.000 americanos. Depois de três anos, 90 casos de cirrose, dez transplantes de fígado e 63 mortos, essa bomba finalmente foi proibida. Observação do escriba: estou me lembrando do médium Kleber Aran, que provocou tanta celeuma em Sergipe, a ponto de dois médicos, num mesmo dia, no mesmo JORNAL DA CIDADE e na mesma página, ter escrito dois artigos diferentes (nem tanto assim). Apesar de todos os pesares, apesar de toda a “bendita” controvérsia, o “miraculoso” médium, que seja do meu conhecimento, até a presente data, não matou ninguém. Acho que de médium, de médico, de poeta e de louco, todo mundo tem um pouco. Para provar tal assertiva, só uma investigação científica. Graças a Deus, à bíblia e a “reza forte” dos vereadores evangélicos, finalmente foi “expulso de Aracaju, de uma só vez, o “terapeuta” Kleber Aran, o médium, o “Dr. Fritz” e o satanás, pra não voltar nunca mais”. Outra afirmativa, outra pesquisa científica!
Enquanto isto, nos EUA, o povão engole uma droga chamada de Rezulin, morrem 63 pessoas, e nada de manchete, nada de escândalos, nada de algemas. Nem as de “ouro” do banqueiro Daniel Dantas. E pode? Pode! Continuando a página 90 da revista Veja: “Um dos casos famosos de descontrole promocional foi o do Neurontin”, um remédio para epilepsia criado pela empresa Warner-Lambert, depois adquirida pela Pfizer. De acordo com a americana Melody Petersen, autora do livro Our Daily Meds (algo como “Os Remédios Nossos de Cada Dia”), médicos foram agraciados com jantares e presentes, quando não dinheiro, para “vender” o remédio a pacientes e a outros médicos como uma droga milagrosa. Em 2004, a Warner-Lambert foi obrigada a pagar 430 milhões de dólares por ter violado as normas acordadas com a FDA e propagandeando o Neurontin como panacéia para distúrbios para os quais não havia sido aprovado, entre eles, enxaqueca e dor nas costas.
Página 92 – Um estudo publicado na revista científica on-line PLoS mostra que a indústria tem o hábito de incentivar o uso de seus medicamentos em casos não previstos na bula. Calcula-se que 60% dos oncologistas utilizem remédios para fins não provados. “Nessa situação, porém, a responsabilidade por qualquer evento adverso é apenas do profissional”, diz Dirceu Barbano, diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Autora do livro “A Verdade sobre os Laboratórios Farmacêuticos”, Márcia Angell acusa a FDA de viver um momento crítico, pelo fato de ter sido estabelecida uma relação de dependência entre a agência e a indústria que ela deveria controlar. A médica diz que, além de parte de seu trabalho científico ser bancado pelas companhias farmacêuticas, vários conselheiros da FDA estão na lista de pagamento dos laboratórios, na qualidade de consultores. Nove de cada dez dessas pesquisas são financiadas pela indústria.
Página 94 – Aliás, as interações medicamentosas têm revelado aos médicos uma série de reações adversas inimagináveis. Muitos dos novos remédios se tornam ineficazes ou perigosos quando combinados com outros. Há quarenta anos, o escândalo decorrente da utilização da “Talidomida” fez soar o alarme. Aprovado para o controle de náuseas, o medicamento foi consumido por milhares de gestantes ao redor do mundo – e gerou 10.000 crianças com atrofiamento ósseo de braços e pernas. Antes de ser lançada, a “Talidomida” só havia sido testada em ratos de laboratório. Observação do escriba: a “Talidomida” ainda
hoje é usada no tratamento da hanseníase, mais conhecida como “lepra”. O nome “lepra” foi praticamente abolido da terminologia médica, por razões que a própria razão desconhece. Entretanto o “bonito” nome hanseníase é aceito razoavelmente. Com beleza ou sem beleza a hanseníase continua existindo e a “Talidomida” também. Segundo afirma o médico Dr. Luiz Moura, 83 anos de idade e 58 anos de profissão, um dos mais conhecidos defensores da prática da Auto-Hemoterapia no Brasil, a hanseníase pode ser curada com certa facilidade com o uso da Auto-Hemoterapia (que estimula fortemente o sistema imunológico), associada com o cloridrato de levamisol – o Ascaridil (que atua como modulador imunológico). Continua na parte II. Até lá.
Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (II)
Continuemos o que está escrito na página 94 da revista Veja. O último levantamento do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas constatou que os remédios são a principal causa de intoxicação entre os brasileiros – e os benzodiazepínicos, antigripais, antidepressivos e antiinflamatórios são os que lideram a lista. Observação do escriba: na página 94 consta à foto da médica americana Márcia Angell que denunciou a relação incestuosa entre a FDA e a indústria farmacêutica.
Página 95 – O Prexige, assim como outros antiinflamatórios da mesma classe dos inibidores da Cox-2, tem indicação para o tratamento de dores agudas. Diante dos distúrbios causados pela Acomplia, a Agência Européia de Controle de Medicamentos (Emea), recomendou que ele fosse retirado das farmácias. Produzido pelo laboratório francês Sanofi-Aventis, o remédio estreou há dois anos com a indicação inédita de agir sobre a gordura visceral. Quando passou a ser usado em larga escala, o número de casos de depressão surpreendeu as autoridades sanitárias da União Européia. Foram registrados em seus países, 36.000 episódios de sintomas depressivos.
Assim que saiu a notícia de que o comprimido antibarriga (Acomplia) também seria banido das farmácias brasileiras, muita gente correu para o consultório do endocrinologista em busca da última receita do remédio. Infelizmente, não se vende juízo em comprimidos, conclui a reportagem.
Na página 90 da revista Veja consta a seguinte relação de medicamentos banidos do mercado brasileiro:
Acomplia, Bextra, Prexige, Arcoxia, Vioxx, Lipobay e Posicor. Já na página 91 consta a lista dos medicamentos que foram alvo de algum tipo de advertência da FDA que são: Aspirina, stent farmacológico, Champix, Vytorin, Avandia, Cialis, Levitra, Viagra, descongestionantes de uso pediátrico, Ketek, Prozac, Zoloft, Aropax, Zyban, Lexapro, Efexor e Roacutan. Observação do escriba: sobre este último medicamento (Roacutan), posteriormente iremos dedicar um artigo especial, pois o laboratório
fabricante, infelizmente, irá nos remeter de volta à segunda guerra mundial, ou seja, à Alemanha nazista.
“E o vento levou”
barriga? Benzetacil! A dor sumiu!”
da revista Veja, de 05 de novembro de 2008, edição número 44.
“Assim caminha a humanidade”
“Dor de cabeça? Doril! A dor sumiu!”
“Dor de
Outra observação do escriba: o que foi escrito acima foi transcrito
Passaremos agora a transcrever o que foi escrito na edição de número 45, datada de 12 de novembro de 2008, da mesma revista Veja. Na capa, aparece a fotografia do presidente eleito dos EUA Barack Obama. Graças a Deus, o mundo está ficando livre do louco perigoso, George Walker Bush, o “Zé Buchinha” de canhão. O “Zé Bushchinha” deveria receber o prêmio Nobel da Guerra e o de Economia. Depois, devidamente escoltado, ser conduzido a um hospício do Alasca! Por que Alasca? Porque Alasca rima com “se lasca”.
Retornemos aos “medicamentos”. Nas páginas 28 e 33, dedicada à opinião dos leitores, segundo a revista Veja o assunto mais comentado foi sobre remédios, com 43 citações. Faremos à transcrição parcial de alguns comentários. Página 28 – “A população pede respeito, trabalho limpo e sensibilidade às indústrias
farmacêuticas. Confiamos nossa vida a seus medicamentos!” – Carlos Eduardo Gadelha – João Pessoa,
PB. Observação do escriba: esta é a opinião de um ingênuo. “Embora afirme inicialmente haver “algo de nebuloso no universo dos remédios”, pode-se, sim, confiar nos laboratórios. Atualmente, centenas de princípios ativos estão em diferentes fases de pesquisa e desenvolvimento em indústrias farmacêuticas nos EUA, na Europa e no Brasil, a um custo anual superior a 75 bilhões de dólares. A medicina e a indústria farmacêutica avançaram muito nas últimas décadas, mas, infelizmente, ainda não são infalíveis”
– Ciro Mortella – Presidente executivo da Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica – Por e-mail.
Observação do escriba: esta é a opinião de “uma das raposas, protegendo o seu galinheiro”. Multidólares!
Na página 28, mais uma vez aparece a foto da médica Márcia Angell que acusa: relação promíscua – conselheiros da FDA estão na lista de pagamento dos laboratórios. Outra observação do escriba: relação incestuosa? Relação promíscua? Por acaso não seria uma relação criminosa? Se a FDA (EUA) está recheada de corruptos, todavia, a nossa respeitável ANVISA (Brasil), não tem nenhum corrupto. “Segundo atualizadas e abalizadas informações científicas, evangélicas, mediúnicas, eclesiásticas, futebolísticas, diplomáticas, religiosas” e de vendedores de picolé de chuchu, procedentes de Natal, capital do Rio Grande do “Sul”.
Página 33 – As indústrias entraram no mercado de forma agressiva, desacreditando a manipulação feita pelos farmacêuticos. As escolas de medicina deixaram praticamente de ensinar os médicos a formular, ou seja, a prescrever fórmulas. Além de incentivarem o uso das especialidades farmacêuticas em detrimento do uso das formulações, as indústrias criaram equipes de visitação médica, cheias de colorido, de conversas floreadas, que oferecem supostas vantagens aos pacientes e reais vantagens aos doutores. Muitos não aceitam. Na experimentação de um novo medicamento, são feitas pesquisas em animais, cada vez mais limitadas pela militância que os defende. Os testes em voluntários humanos também são feitos em número limitado. Isso significa que somos cobaias em potencial, no nosso dia-a-dia – Isabel C. C. Bulhões – Farmacêutica – Por e-mail. Observação do escriba: a opinião da farmacêutica Isabel C. C. Bulhões, é a que se nos apresenta mais compatível com a realidade. Desde há muito tempo, os seres humanos, ou seja, nós todos, estamos sendo vítimas de uma inescrupulosa experiência química, feita pelas indústrias farmacêuticas, estendendo-se os seus tentáculos à indústria de alimentos processados (aromáticos, corantes, conservantes, etc.). Multidólares!
Depois do estrago feito pela revista Veja na indústria farmacêutica (a reportagem de capa sobre os remédios), um “respeitável” laboratório farmacêutico multinacional, pagou à Veja uma matéria publicitária. O laboratório em questão, o Merck Sharp & Dohme cometeu a pior tolice, pois a emenda foi pior que o soneto. Observem atentamente os leitores o que está escrito na Página 87 (edição de 12 de novembro de 2008).
“A pior doença é a falta de informação. Para saber o que é melhor para a sua saúde consulte um médico. Cada avanço da medicina é o recuo de uma doença, e a Merck Sharp & Dohme orgulha-se de fazer parte dessa história, sendo a pioneira no descobrimento de vacinas, tratamento de hipertensão, colesterol, diabetes, entre outros. Sempre colocamos os pacientes em primeiro lugar e somos os primeiros a alertá- los quando há qualquer tipo de risco, como já fizemos no passado. Por isso, confiamos plenamente em nossos produtos, e não em fatos sem comprovação científica. Afinal, o nosso compromisso é com a ciência e com você”. A “belíssima” mensagem do laboratório, não passa de uma meia-verdade, o que é pior do que uma mentira cabeluda. Palmas! Multipalmas! Multidólares! Multipalmas! Multibidólares! Multiciência! Multivocês!
É exatamente o que o escriba e outros médicos do Brasil vêm desejando e solicitando penhoradamente, há
algum tempo. Comprovação científica! Comprovação científica da Auto-Hemoterapia! Por fim, na última parte (parte III), os admiráveis leitores vão ficar perplexos, quando tomarem conhecimento do que escreveu o jornalista Randall Fitzgerald sobre o laboratório Merck.
E o que é muito pior, o que foi escrito por três jornalistas americanos em um livro (publicado em 2001),
que são: Judith Miller (New York Times desde 1977), Stephen Engelberg (editor de investigações do Times há dez anos) e William Broad (escreve sobre ciência no Times desde 1983 e ganhou o prêmio Pulitzer duas vezes). No livro, entre outros tenebrosos assuntos, o laboratório Merck é citado e envolvido
em atividades supernebulosas! Se os leitores sofrem de calvície tudo bem! Agora se as leitoras e os
leitores forem cabeludos, em solidariedade aos calvos, vão querer arrancar os cabelos! Continua na parte
III.
Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (III)
O debate entre os cientistas e os religiosos continua acalorado. Cada vez mais acirrado. Contraditoriamente, o diálogo continua calmo, diplomático, verdadeiramente democrático. Os cientistas exigem uma comprovação científica, de que Deus existe ou já existiu. Por sua vez, os religiosos exigem uma comprovação científica, de que a Auto-Hemoterapia já existiu ou se ainda existe. Os cientistas estudam e pesquisam Deus. Os religiosos oram e rezam a Auto-Hemoterapia. Nos momentos de profunda reflexão, os religiosos lêem o livro de Charles Darwin, pois eles defendem o evolucionismo. Já os cientistas nas ocasiões em que se dedicam a uma extremada meditação, lêem à bíblia, porquanto, se apegam ao criacionismo. O debate, embora “fervoroso” é completamente livre. Sim liberdade! Sim existe liberdade de expressão e de opinião, mas, não existe total liberdade de pensamento. Tantos os cientistas como os religiosos, todos eles são filhos da “pauta”. Na condição efêmera de “magistrado”, o escriba acha que os dois lados têm razão. Tanto a Auto-Hemoterapia, como Deus, já existiu e continua existindo.
Discretamente, assistindo a tudo (o debate e o diálogo), encontrava-se um grupo de homens aparentemente desinteressados. Aparentemente. E, como todos nós já estamos cansados de saber, muitas vezes a aparência engana. “Dizem” que entre o discreto grupo, encontravam-se sete banqueiros, sete donos de empresas farmacêuticas e sete militares. Os banqueiros são de alto (s) dólar (es). Os industriais são de alto coturno e os militares são de alta patente. Eles apenas observam com um olhar absolutamente enigmático. Os 21 personagens, durante sete horas, não piscaram os olhos aguçados. Permaneceram calados. Calados é força de expressão.
Eles permaneceram completamente mudos, o que dava a forte impressão de que realmente eram mudos. Mas, pensavam com a velocidade da luz e a profundidade de um computador da mais recente geração. As orelhas e os ouvidos, em suma, a audição dos 21 “representantes”, de tão perfeita, deixaria qualquer um ou todos os otorrinolaringologistas, com tal grau de perplexidade e com tanta raiva, que sentiriam uma enorme vontade de rasgar os seus diplomas, que obtiveram com tanta dedicação, muitos esforços e penosos trabalhos. Mas, ali não é permitida a presença de médicos. Nem da imprensa. Afinal ali está sendo decidido o futuro do mundo! O futuro do mundo dos negócios! O futuro “deles”! Naquele ambiente sacrossanto, o “grupo dos 21”, tinha aparecido misteriosamente. Da mesma forma, desapareceram silenciosamente e misteriosamente
Como escrevemos na parte II, ficamos de falar sobre o laboratório Merck, Sharp & Dhome, ou abreviadamente o laboratório farmacêutico Merck. Em seu livro “Cem anos de mentira” (pois aborda o período de 1906 a 2006), o jornalista Randall Fitzgerald, 58 anos de idade, residindo atualmente na Califórnia (EUA), escreveu o seguinte: meu irmão mais novo tornou-se obeso, aparentemente por causa dos efeitos colaterais de medicamentos. Desenvolveu diabetes do tipo 2 – cujo diagnóstico fez com que os médicos lhe prescrevessem ainda mais medicamentos de uso contínuo. Ao meu pai foi receitado o medicamento Vioxx, para a sua artrite, ele então sofreu um derrame, tornando-se uma das milhares de pessoas que foram vitimadas por essa droga, antes que ela fosse retirada do mercado. Minha irmã teve o útero removido cirurgicamente, aos 41 anos de idade, após ela ter recebido injeções de esteróides.
Entre meus amigos e conhecidos, - todos, assim como eu, pertencentes a geração baby boom - três estão lutando contra algum tipo de câncer. Outros três recuperam-se de câncer, sendo que destes, dois desenvolveram esclerose múltipla. Um homem e uma mulher são aidéticos. Dois sofrem do mal de Parkinson em estágio avançado. Dois, na casa dos trinta anos, têm a doença de Crohn. Três sofrem de
ataques crônicos de enxaquecas e alergias alimentares. Meu pai e minha mãe tomam juntos, mais de uma dúzia de medicamentos diferentes, todos os dias. A despesa mensal chega à casa dos 900 dólares – valor que excede o que eles gastam com comida, no mesmo período. (páginas 11 e 12).
1° tapa no laboratório – o laboratório Merck, orgulhosamente estufa o peito e afirma: somos o pioneiro no descobrimento de vacinas, tratamento de hipertensão, colesterol, diabetes, entre outros. (página 87, revista Veja, de 12 de novembro de 2008). Quando o laboratório cita entre outros, o laboratório Merck deixou de citar o Vioxx, que provocou o acidente vascular cerebral no pai do jornalista Randall. Como o Merck se diz pioneiro no tratamento de diabetes, é de se supor que o irmão mais novo do jornalista, tenha engolido alguma droga desse mesmo laboratório para “controlar” seu diabetes. Assim sendo, o “Dr. Merck”, de uma só cajadada derrubou dois coelhos, da mesma família.
Continua Randall: na composição das cerca de nove vacinas administradas às crianças americanas em idade pré-escolar, incluem-se substâncias como mercúrio, alumínio, glutamato monossódico, formaldeídos e várias outras, associadas a distúrbios que variam desde danos ao cérebro e ao sistema nervoso até o autismo e o distúrbio de déficit de atenção (DDA). Muita gente gostaria de acreditar que a FDA (Food and Drug Administration) existe para proteger os cidadãos de quaisquer perigos advindo da comida e dos remédios que consomem. O fato é que a FDA aprova a utilização pública de novas drogas sem haver estudado os limites de segurança quanto ao consumo dessas substâncias. Para emitir sua aprovação, a FDA baseia-se nas informações fornecidas pelos próprios fabricantes das drogas, quanto aos níveis seguros para o consumo. Os médicos tampouco podem nos proteger. (página 22).
Como denunciou a médica americana Márcia Angell na revista Veja, conselheiros da FDA, estão na lista de pagamento dos laboratórios. Se a FDA (Estados Unidos) é subornada pelos laboratórios, é de se supor que na Anvisa (Brasil), alguns dos seus membros também possam estar sendo subornados. A força e os interesses dos laboratórios multinacionais, arrumam, juntam e doam um punhado de multidólares e multi- reais, e, pronto! A comida e a comilança estão prontas! E, caros leitores, quem é que vocês pensam que está proibindo a Auto-Hemoterapia no Brasil? O Conselho Federal de Medicina (CFM), que recebe “ordens” da Anvisa? Que por sua vez recebe “ordens” dos laboratórios multinacionais? Quem tem certeza? As “ordens” devem ser cautelosamente colocadas entre parênteses, pois tais “ordens” podem ter um duplo sentido ou mesmo vários sentidos. Por exemplo: visão (dólares), audição (moedas), olfato (perfumes), gustação (almoços e jantares), tato (notas) e até o chamado sexto sentido (viagens, status, mulheres, etc.). “Ordens” entre parênteses. Ficamos entendidos?
A médica Márcia Angell e os médicos Jerry Avorn e Jonh Abramson – os três são autores de livros-
denúncia, diferentes, sobre os poderosos laboratórios – são associados à Escola de Medicina da Universidade de Harvard. Um quarto médico, Jay S. Cohen, também autor de um livro-denúncia, é professor da Universidade da Califórnia, em San Diego. Os quatro médicos são citados nas páginas 191, 192, 193, 194 e 195 do livro do jornalista Randall.
Continuando o livro do jornalista Randall: Em 1991, um especialista em vacinas alertou o presidente da divisão de produção de vacinas do laboratório farmacêutico Merck que, ao serem inoculadas com vacinas contendo Timerosal, crianças de seis meses de idade estavam recebendo níveis de mercúrio até 87 vezes maiores do que, os padrões de saúde considerados seguros. Quase uma década (dez anos) se passaram, antes que essa companhia farmacêutica introduzisse uma vacina isenta de mercúrio, em substituição àquela que continha Timerosal. (página 122).
2º tapa no laboratório – o arrogante laboratório Merck, afirma que é o pioneiro na descoberta de vacinas,
o que não é verdade como veremos um pouco adiante. Além do mais, como é que pode um laboratório que se diz pioneiro e “perfeito”, permitir o uso de mercúrio em vacinas indicadas para crianças, mercúrio este que pode produzir danos cerebrais graves, e mesmo depois de alertado sobre o problema, passa dez anos para tomar providências? Fala-se muito em impunidade no Brasil, o que é verdade. E um caso desse porte, em que afeta gravemente a saúde de crianças, por que não é punido? No caso em pauta, o que ocorre é que há uma mistura de ignorância, prepotência, corrupção, impunidade e muito dinheiro. Multidólares! As drogas farmacêuticas, quase todas elas, podem produzir efeitos colaterais previsíveis, e, em outros tantos casos, podem acarretar reações adversas graves e imprevisíveis. Por outro lado,
conforme afirma o médico carioca Dr. Luiz Moura, em seu DVD – “Auto-Hemoterapia, uma contribuição para a saúde” – ele diz que tal terapia complementar é absolutamente inofensiva. Não produz efeito colateral nenhum, nem reação adversa em hipótese alguma. Então, por que continua proibida a mencionada terapia? Observação do escriba: sentimo-nos no imperioso dever de continuar na parte IV. Bom dia, e até lá!
Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (IV)
3º tapa no laboratório – Um pouco de história. Foi em 1688 (século XVII) que a família Merck fundou a primeira farmácia em Darmstadt, na Alemanha. Da dinastia, um dos pioneiros foi Frederick Jacob Merck. No final do século XIX, a família Merck criou uma filial nos Estados Unidos, surgindo a Merck & Company que passou a ser administrada por George W. Merck. A fábrica da Merck & Company foi inaugurada em 1903, em Rahway, Nova Jersey (USA), continuando com fortes vínculos com a matriz da Alemanha. Com o advento da I Grande Guerra (1914-1918) e com a entrada dos americanos no conflito, os vínculos da Merck & Company dos Estados Unidos com a matriz na Alemanha, tiveram de ser cortados, deixando o Sr. George W. Merck sem outra alternativa, a não ser a companhia ser capitalizada nos Estados Unidos e, ações foram disponibilizadas na bolsa da valores de Nova York. Em 1919 (após o término da guerra), a empresa era totalmente independente.
Com o início da II Guerra Mundial (1939 -1945), a partir de 1940, a Merck & Company começou a produção de penicilina, a exemplo de outros poucos laboratórios dos EUA. Enquanto perdurou a 2ª guerra, toda a produção de penicilina era exclusividade das forças armadas americanas. Só após o término da guerra em 1945, é que a penicilina começou a ser exportada para o Brasil e outros países. E esta é uma informação muito importante, porquanto tem muito a ver com o progressivo desuso da Auto- Hemoterapia, por motivos comerciais. Nas décadas de 20, 30 e 40, os grandes trustes propagandeavam que no subsolo brasileiro não havia petróleo. Hoje está aí o petróleo e a Petrobras.
Do mesmo modo, guardadas as devidas e medidas proporções, é o que deve ter acontecido com a Auto- Hemoterapia. Pressionado pelos poderosos trustes, e, utilizando como testa-de-ferro os Institutos de Pesquisas e as grandes Universidades dos Estados Unidos, com reflexo no Brasil, passaram a desacreditar a Auto-Hemoterapia, para dar passagem às suas drogas medicamentosas “milagrosas”, e assim, obter lucros fabulosos. Entre os institutos, destacamos de antemão o bilionário Instituto Rockfeller. O que podemos adiantar com certa segurança, é que a penicilina chegou ao Brasil após 1945, embora não saiba precisar ainda qual o ano exato. É questão de tempo!
Em 1953, o Merck & Cmpany, por razões “científicas”, “humanitárias” e financeiras uniu-se ao Sharp & Dhome, dando origem então à companhia Merck Sharp & Dhome (MSD), que ficou sob a presidência de George W. Merck. Só a partir de 1963 é que foi lançada a 1ª vacina contra o sarampo, que recebeu o nome comercial de Rubeovax. Entre 1968 e 1974 o Merck Sharp & Dhome lançou no mercado três vacinas: para rubéola (Meruvax), para caxumba (Mumpsvax) e contra a meningite tipo C (Meningovax). Esta última vacina era administrada nas tropas americanas que estavam combatendo na guerra do Vietnã.
No ano de 1974, começaram a surgir os primeiros casos de meningite no Brasil, que aos poucos, transformou-se numa epidemia. Estávamos no governo Médici e a censura formal estava vigente. A princípio, os casos de meningite atingiram as camadas mais pobres, mais desnutridas e conseqüentemente, com seus sistemas imunológicos mais deficientes, o que é cientificamente compreensível.
Entrementes, a meningite começou a atingir pessoas da classe média e alta. Embora sob censura, setores da imprensa, da sociedade e certas autoridades, começaram a botar a boca no trombone. “Perigosíssimos”
comunistas, subversivos, esquerdistas e outros “istas” engrossaram o caldo de feijão. Realmente o feijão estava aguado. A feijoada era fraquinha, e o povinho faminto. Mas, a pressão na panela aumentava. Os queixumes e as reclamações pipocavam por todo lado.
Não se sabe exatamente como, um grupo de médicos e pessoas influentes, após estudos, descobriram que para a referida epidemia meningocócica, existia a tal vacina que estava sendo usada no Vietnã.
Depois de trocarem muitos tapas e beijos, muito bate-boca, muitos enfermos e muitas mortes, negociações entre autoridades brasileiras e americanas, fizeram chegar a um acordo sobre a epidemia. A vacina seria importada dos EUA. Finalmente, o governo brasileiro realizou uma campanha de vacinação “em massa” na população, no ano seguinte. O que de fato aconteceu! Prova disto é que em 23 de abril de 1975, a revista Veja, publicou uma reportagem (de capa) com a manchete: “Meningite. A batalha decisiva”. O escriba recorda-se perfeitamente, que tomou a dose da vacina em um galpão improvisado na Rua de Geru, centro da capital sergipana. Na época foram usados injetores automáticos, que inexplicavelmente não se usa mais.
O laboratório Merck & Company anteriormente, bem como posteriormente o conglomerado Merck, Sharp & Dhome, lançaram no mercado internacional, vários outros produtos farmacológicos, para diversificadas enfermidades ou “doenças”. A quem afirme que “não existem doenças, mas, sim doentes”.
A maioria dos grandes laboratórios, segundo e seguindo minha linha de raciocínio, não estão preocupados com os doentes. Preocupam-se, sim, com as doenças, cada vez mais numerosas e com nomes cada vez mais sofisticados. Tal fato não acontece por acaso. O portentoso complexo industrial hospitalar- farmacêutico investe vultosas verbas em propagandas de conteúdo duvidoso, em publicações “médicas” inconsistentes, em congressos médicos caros e suntuosos, geralmente em hotéis e locais paradisíacos. Interferem, direta e/ou indiretamente nas universidades, nos institutos de pesquisas, nas faculdades e em seus currículos, nos grêmios estudantis, nas entidades de classe médica, etc
Na história da humanidade, até hoje, uma única doença foi erradicada do planeta terra, que foi a varíola. Ainda assim, o vírus selvagem da varíola, continua armazenado em dois laboratórios de segurança máxima. Um laboratório em Atlanta (Estados Unidos) e o outro em Novosibirsk (Rússia). Erradicou uma só doença infecciosa (e virótica). Em contrapartida, “inexplicavelmente”, fabricaram centenas de outras doenças, com nomes exóticos, que requer exames complementares sofisticadíssimos, planos de saúde caros e tratamentos também caros, e o que é bem pior, de ação duvidosa e, em não poucos casos, até letais. Então, a Auto-Hemoterapia deveria ser sepultada e deve continuar “falecida”, para felicidade geral dos fabricantes farmacêuticos. A “ciência” passou a ser um monopólio de poucos. Os professores e os médicos passariam todos à condição de filhos da “pauta”. Quem passaria a fazer as “pautas” seriam as multinacionais.
Não arranca tampo de ninguém, citar mais uma vez, que entre as “milagrosas drogas” fabricadas pelo Merck, Sharp & Dhome, encontra-se o “antiinflamatório” Vioxx, que deu no que deu: infarto, derrame e mortes.
Antes da fabricação da vacina contra o sarampo, já existiam as vacinas contra a varíola, contra a hidrofobia, contra a febre amarela, contra a poliomielite, etc. Então o Merck, Sharp & Dhome não foi o pioneiro na produção de vacinas. Eis uma informação distorcida! A classe médica há muito tempo vem sendo usada pelos “trustes”. Muitos não se submetem aos seus ditames. Outros infelizmente se corrompem, alguns até inconscientemente, e, uma minoria, há de se imaginar, conscientemente.
Não me causa muita estranheza, o parecer, de um “ilustre” médico desconhecido, quando afirmou e continua afirmando que a Auto-Hemoterapia nunca existiu, não existe, não tem base científica e que pode prejudicar a saúde das pessoas. A expressão Auto-Hemoterapia consta em vários dicionários médicos, elaborados por vários cientistas e médicos de vários países do mundo. Então o “parecer” do “ilustre” médico, afirmamos nós, é que não tem base científica. O que é lamentavelmente constrangedor, é que também não permitem qualquer tipo de pesquisa, sobre a mencionada terapia complementar. Num passado não muito distante, o mesmo aconteceu com a homeopatia e com a acupuntura. Hoje, felizmente,
as duas terapias são aceitas no Brasil.
4º tapa no laboratório – Segundo os atuais governantes dos Estados Unidos, um dos motivos que provocou a atual guerra e a invasão do Iraque, foi que tal país possuía armas de destruição em massa, inclusive armas biológicas, fatos que nunca foram provados. Um livro escrito por três jornalistas americanos, Judith Miller, Stephen Engelberg e William Broad (os três jornalistas vivem em Nova York), trás um pouco de luz sobre o assunto. O nome do livro é “Germes – As Armas Biológicas e a Guerra Secreta da América”, editora Ediouro, 1ª edição de 2001, 487 páginas. Vamos lá?
“Com a advertência dos serviços de informações de que Tóquio e Berlim dispunham de armas biológicas, em 1942, Washington mobilizou-se contra estes ataques”. O presidente Franklin D. Roosevelt denunciou publicamente as armas exóticas dos inimigos da América, classificando-as de “terríveis e inumanas”, ao mesmo tempo em que se preparava para uma retaliação da mesma forma. O homem escolhido para chefiar o programa secreto americano foi George W. Merck, presidente de uma empresa farmacêutica. Merck era um nome conhecido no meio; gerações de médicos aprenderam a confiar nas orientações do The Merck Manual para diagnosticar e curar doenças. Mas este novo esforço fora concebido para ser quase invisível, com um grau de sigilo só comparável ao projeto americano da bomba atômica.
Esta iniciativa biológica tinha o seu quartel-general em Camp Detrick, uma velha base do exército localizada em uma zona rural de Maryland, suficientemente perto de Washington para poder reagir com rapidez, mas longe o bastante para garantir uma margem de isolamento e segurança. O trabalho iniciou-se em 1943, expandindo-se rapidamente. De posto avançado numa zona rural, a base transformou-se, em pouco tempo, numa densa metrópole de 250 edifícios, com instalações para acomodar cinco mil pessoas. Os cientistas trabalhavam no antraz, para matar tropas inimigas, e em pragas agrícolas, para destruir o arroz japonês e as batatas alemãs. (páginas 48 e 49).
Na ocasião certa, iremos transcrever outros trechos dos dois livros mencionados. Então carecas, calvos, e cabeludas. Se quiserem e se puderem, arranquem seus cabelos. Bom dia e até outro dia!
Textos do Dr. Jorge Martins Cardoso (Médico) - CRM 573
Índice dos artigos
O (s) conselho (s), o médium, a auto-hemoterapia e http://www.geocities.ws/autohemoterapiabr/conselhos_medium_autohemoterapia.html http://autohemoterapia.orgfree.com/conselhos_medium_autohemoterapia.html
Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (I a IV)
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Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos |
(I |
a 50) |
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Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos |
(51 |
a 100) |
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Obs: Futuros arquivos HTML: |
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Os próximos arquivos serão de 50 em 50 artigos: |
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autohemoterapia_dr_fleming_101_a_150.html |
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autohemoterapia_dr_fleming_151_a_200.html |
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e assim por diante |
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