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EDITAL DE 61 CONCURSO PÚBLICO N o 01/2011
EDITAL DE
61
CONCURSO PÚBLICO
N o 01/2011
 

TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

 
 

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

 

01 Você recebeu do fiscal o seguinte material:

-

   
 

a)

este caderno, com o enunciado das 50 (cinquenta) questões objetivas, sem repetição ou falha, com a seguinte distribuição:

Questões Objetivas

N

o das

Questões

Valor por questão

Total

 

Conhecimentos Básicos

   

Língua Portuguesa

 

1

a 10

   

Atualidades

 

11

a 14

1,00 ponto

25,00 pontos

Conhecimentos de Informática

 

15

a 18

Legislação SUS

 

19

a 25

   

Conhecimentos Específicos

 

26

a 50

2,00 pontos

50,00 pontos

b)

CARTÃO-RESPOSTA destinado às respostas das questões objetivas formuladas nas provas.

   

02 Verifique se este material está em ordem e se o seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem no CARTÃO-RESPOSTA. Caso contrário, notifique o fato IMEDIATAMENTE ao fiscal.

-

 

03 Após a conferência, o candidato deverá assinar, no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, a caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta.

-

04 - No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, a caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta,

 

de forma contínua e densa. A LEITORA ÓTICA é sensível a marcas escuras, portanto, preencha os campos de marcação completamente, sem deixar claros.

Exemplo:

Exemplo:
 

05 - Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. O CARTÃO-

 

-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído se, no ato

da entrega ao candidato, já estiver danificado em suas margens

superior e/ou inferior - BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA ÓTICA.

   

06 - Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você

5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E); só só deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcação em mais de uma

 

alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.

   

07 -

As questões objetivas são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado.

08 - SERÁ ELIMINADO do Concurso Público o candidato que:

 

a) se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores,

 

headphones, telefones celulares ou fontes de consulta

de qualquer espécie;

 

b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RES- POSTA.

 
 

c) se recusar a entregar o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RESPOSTA, quando terminar o tempo estabelecido.

 

d) não assinar a LISTA DE PRESENÇA e/ou o CARTÃO-RESPOSTA.

 

Obs. O candidato só poderá se ausentar do recinto das provas após 1 (uma) hora contada a partir do efetivo início das mes-

 

mas. Por motivos de segurança, o candidato NÃO PODERÁ LEVAR O CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO- -RESPOSTA, a qualquer momento.

-

09 Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no

 

CADERNO DE QUESTÕES NÃO SERÃO LEVADOS EM

CONTA.

10 Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE PRESENÇA.

-

QUESTÕES, o CARTÃO-RESPOSTA e ASSINE A LISTA DE

11 O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS É DE 4 (QUATRO) HORAS, incluído o tempo para a marcação do seu CARTÃO-RESPOSTA.

-

-

12 As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão divulgados no primeiro dia útil após a realização das mesmas, no endereço eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).

1

TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

  LÍNGUA PORTUGUESA Texto I     Felicidade clandestina Ela era gorda, baixa, sardenta e
 

LÍNGUA PORTUGUESA

Texto I

 
 

Felicidade clandestina

Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois

5

bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de

histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. [ ] Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho.

10

Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade

o

seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava

as humilhações a que ela me submetia: continuava

15

a

implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia. Até que veio para ela o magno dia de começar

exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações

a

de Narizinho, de Monteiro Lobato. [ ]

20

Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava de- vagar num mar suave, as ondas me levavam e me

25

traziam. No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o

30

livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte

para buscá-lo. [

]

Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo

35

me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre

e

não caí nenhuma vez. Mas não ficou simplesmente nisso. O plano

secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e dia- bólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua

40

casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir

resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. [ ] Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa,

a

sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o li-

45

vro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa,

apareceu sua mãe. [

]

Pediu explicações a nós duas.

50

[

]

Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a

filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!

E o pior para essa mulher não era a descoberta

do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada

55

da filha que tinha. [

]

Foi então que, finalmente se

refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que

60

eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou

pequena, pode ter a ousadia de querer. [ ] Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas,

65

fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade.

70

A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar… Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. [ ] Não era mais uma menina com um livro: era uma

75

mulher com o seu amante.

 

LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina. In: GALVÃO Walnice Nogueira (Org.). Os melhores contos. São Paulo: Global, 1996. p. 46. Adaptado.

1

O primeiro parágrafo do Texto I é construído a partir de uma

(A)

argumentação feita pela narradora-personagem com a apresentação de uma tese e de argumentos.

(B)

narração feita pela narradora-personagem a partir do relato de vários acontecimentos e ações.

(C)

descrição da filha do dono da livraria sem a interferên- cia da visão da narradora-personagem.

(D)

descrição objetiva da filha do dono da livraria com interferência da visão da narradora-personagem.

(E)

descrição da filha do dono da livraria com interferência do ponto de vista da narradora-personagem.

2

Compreende-se que o Texto I

(A)

defende a importância da amizade entre as persona- gens, que tiveram uma divergência na infância.

(B)

retrata a visão deturpada da narradora-personagem, que julgava mal a filha do dono da livraria.

(C)

apresenta o ponto de vista unilateral da narradora- -personagem, que relata episódios da infância.

(D)

apresenta o ponto de vista da filha do dono da livraria, desafeto da narradora-personagem.

(E)

expressa o diálogo como marca da reconciliação das personagens, oponentes na infância.

2
2

TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

3 De acordo com o Texto I, o constante adiamento da narradora-personagem para ler o

3

De acordo com o Texto I, o constante adiamento da narradora-personagem para ler o livro se deve ao

(A)

medo de que o livro fosse ruim.

(B)

prazer de imitar a filha do dono da livraria.

(C)

desejo de deliciar-se aos poucos com a leitura.

(D)

temor de que alguém pedisse o livro emprestado.

(E)

receio de que a filha do dono da livraria tomasse o livro.

4

Na oração “Eu ia diariamente à sua casa” (Texto I, . 43), em que tempo está o verbo em destaque e qual é o seu valor semântico?

(A)

Presente – fato que se repete no presente.

(B)

Pretérito imperfeito – fato que ocorre pontualmente no passado.

(C)

Pretérito imperfeito – fato que se repete no passado.

(D)

Pretérito perfeito – ação que se repete no passado.

(E)

Pretérito mais-que-perfeito – ação que se repete no passado.

5

O trecho “nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam” (Texto I, . 23-25) foi construído por meio do emprego de palavras que, no contexto, assumem valor

(A)

denotativo, indicando o incômodo sentido pela narra- dora-personagem.

(B)

denotativo, explicitando as sensações da narradora- -personagem ao nadar.

(C)

conotativo, representando a esperança da narradora- -personagem.

(D)

conotativo, simbolizando o desespero da narradora- -personagem.

(E)

conotativo, expondo o sentimento da narradora-per- sonagem ao nadar.

6

No período “Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa” (Texto I, . 27-28), qual é o valor semântico do elemento de coesão que relaciona as duas orações?

(A)

Comparação

(B)

Contraposição

(C)

Conclusão

(D)

Explicação

(E)

Proporção

7

A partir do trecho “O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico” (Texto I, . 37-39), do ponto de vista morfossintático, podemos afirmar que as palavras “tranquilo” e “diabólico” são

(A)

advérbios e exercem a função de objetos diretos.

(B)

advérbios e exercem a função de predicativos do objeto.

(C)

adjetivos e exercem a função de predicado.

(D)

adjetivos e exercem a função de predicativos do sujeito.

(E)

adjetivos e exercem a função de adjuntos adnominais.

8

No

trecho “Valia mais do que me dar o livro” (Texto I, . 59),

percebe-se o fluxo de consciência da

(A)

mãe, cujo pensamento se harmoniza com o da narra- dora-personagem.

(B)

mãe, por meio do qual o leitor conhece o pensamento dela.

(C)

dona do livro, por meio do qual o leitor pode conhecer sua opinião.

(D)

narradora-personagem, que leva o leitor a conhecer os pensamentos dela.

(E)

narradora-personagem, que afasta o leitor da compre- ensão global do texto.

Texto II

Ler pelo não

Ler pelo não, quem dera! Em cada ausência, sentir o cheiro forte do corpo que se foi, a coisa que se espera.

5

Ler pelo não, além da letra, ver, em cada rima vera, a prima pedra, onde a fortuna perdida procura seus etcéteras. Desler, tresler, contraler,

10

enlear-se nos ritmos da matéria, no fora, ver o dentro e, no dentro, o fora, navegar em direção às Índias e descobrir a América.

LEMINSKI, Paulo. Distraídos venceremos. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 1991. p. 87.

9

Os Textos I e II abordam a leitura, enfocando a(s)

(A)

negação do hábito de ler.

(B)

falta de prazer no hábito de ler.

(C)

dificuldade comum no ato de ler.

(D)

falta de importância do ato de ler.

(E)

descobertas feitas no ato de ler.

10

O

ato de ler exige de quem produz o texto clareza e

objetividade. Em redações de correspondências oficiais, deve-se observar a norma-padrão, que é plenamente respeitada na seguinte frase:

(A)

Ela tinha certeza que a amiga lhe emprestaria o livro.

(B)

Devemos nos lembrar, que o ato de ler é muito impor- tante para nossa formação.

(C)

É necessário uma nova abordajem da leitura na escola.

(D)

Faz anos que a menina emprestou o livro à colega.

(E)

Todos os livros desejados pela menina, estava na li- vraria do pai da colega.

3
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TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

ATUALIDADES 11 Em 2010, um compositor de música popular, que também é escritor, ganhou o

ATUALIDADES

11

Em 2010, um compositor de música popular, que também é escritor, ganhou o prêmio Jabuti por seu mais recente romance, Leite derramado. Além dessa obra, ele se des- tacou com outras, como Estorvo, Benjamim e Budapeste.

Esse compositor é

(A)

Caetano Veloso

(B)

Gilberto Gil

(C)

Djavan

(D)

Milton Nascimento

(E)

Chico Buarque

12

(D) Milton Nascimento (E) Chico Buarque 12 Os postos de fronteira na Líbia estão lotados de

Os postos de fronteira na Líbia estão lotados de gente

desesperada para sair. [

morreria por mim”, disse Muammar Khadafi na semana

passada. [

foram embora do país. [

Ocidente em dúvida se vale a pena enviar tropas para ajudar os rebeldes a derrubá-lo.

A saída em massa coloca o

Pelo menos 200 mil pessoas, entretanto, já

“O meu povo me ama e

]

]

]

MACHADO, J. O dilema da intervenção externa contra Khada . Época, n. 6681, p.103, 07 mar. 2011. Adaptado.

A recente fuga de líbios de seu próprio país decorre de intenso movimento social provocado diretamente por motivos

(A)

religiosos

(B)

políticos

(C)

ambientais

(D)

econômicos

(E)

diplomáticos

13

 

Brasil Sem Miséria

A

presidente Dilma Roussef lançou ontem o Plano

Brasil Sem Miséria, conjunto de ações para acabar com

a

pobreza extrema até 2014 e cumprir sua principal

promessa de campanha. O objetivo do governo é alcançar

os

16,2 milhões de brasileiros (8,5% da população) que

sobrevivem com até R$ 70,00 por mês, segundo dados preliminares do último Censo do IBGE.

 

GÓIS, C. et al. Brasil sem miséria. O Globo, Rio de Janeiro, 03 jun. 2011. O País, p. 14.

O

plano governamental mencionado promove a

(A)

ampliação do Programa Bolsa Família, como seu carro-chefe

(B)

expansão do Programa Minha Casa Minha Vida, a longo prazo

(C)

extinção do Programa de Apoio à Agricultura Familiar, em todo o país

(D)

incorporação de empresas beneficiadas pelo Simples, como meta

(E)

redução de impostos nos pagamentos das empresas, a curto prazo

14

O

desenvolvimento econômico é vital para os países mais

pobres, mas o caminho a seguir não pode ser o mesmo adotado pelos países industrializados. Mesmo porque não seria possível. Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os pa- drões das sociedades do Norte, a quantidade de combus- tíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes e a de recursos minerais, 200 vezes.

Disponível em: <http://www.wwf.org.br/informacoes/questoes_ambien- tais/desenvolvimento_sustentavel/>. Acesso em: 23 ago. 2011.

Diante da necessidade de crescimento dos países menos desenvolvidos e da impossibilidade de esses países seguirem o modelo das grandes potências econômicas, o conceito de desenvolvimento sustentável assume grande importância. Desenvolvimento sustentável é aquele que

(A)

busca equalizar a distribuição dos recursos naturais entre os países do globo.

(B)

permite o desenvolvimento econômico, sem que haja um aumento no consumo de energia.

(C)

permite que os países menos desenvolvidos se tornem independentes das grandes potências econômicas.

(D)

atende às necessidades do presente sem comprome- ter a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas necessidades.

(E)

encaminha os países menos desenvolvidos à forma- ção de blocos econômicos através dos quais poderão sustentar-se no mercado internacional.

4
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TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

CONHECIMENTOS DE INFORMÁTICA 15 Programas corporativos antigos do Windows XP podem ser executados na área

CONHECIMENTOS DE INFORMÁTICA

15

Programas corporativos antigos do Windows XP podem ser executados na área de trabalho do Windows 7 nas versões Professional, Ultimate e Enterprise, por meio do Modo Windows XP que exige, para seu funcionamento, um software de

(A)

navegação, como o Internet Explorer

(B)

instalação, como o Windows Explorer

(C)

virtualização, como o Windows Virtual PC

(D)

integração, como o Microsoft Office Access

(E)

conversão, como o Spectral Core Full Convert Enterprise

16

Nos computadores PC (Personal Computer), a interface para discos rígidos que utiliza cabos de quarenta ou oitenta fios paralelos para transferência de dados é a Padrão

(A)

SATA

(B)

JUMPER

(C)

IDE/ATA

(D)

DVD/RAM

(E)

RAID/SATA

17

A comunicação entre computadores, feita por meio de uma linha telefônica, utiliza um dispositivo conversor de sinais denominado

(A)

hub

(B)

modem

(C)

netware

(D)

system

(E)

switch

18

Os correios eletrônicos disponíveis nos sites de diversos provedores de Internet oferecem uma ferramenta cuja finalidade é mover para uma pasta em separado, filtrar ou bloquear as mensagens consideradas indesejáveis enviadas à caixa de entrada de seus usuários.

Essa ferramenta é o

(A)

Antispam

(B)

Antivírus

(C)

Filtro InPrivate

(D)

Filtro de SmartScreen

(E)

Bloqueador de Pop-up

 

LEGISLAÇÃO SUS

19

A

Portaria GM/MS n o 648/2006, que define a Política Na-

cional de Atenção Básica, estabelece, como atribuição dos agentes comunitários de saúde,

(A)

visitar as famílias e supervisionar a administração de medicamentos, podendo alterá-la caso necessário.

(B)

estar em contato permanente com as famílias, por meio de ações educativas, promovendo a saúde e a prevenção das doenças.

(C)

gerenciar os insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.

(D)

realizar consultas e procedimentos de enfermagem na Unidade Básica de Saúde.

(E)

realizar procedimentos clínicos de Atenção Básica em saúde bucal.

20

O

parágrafo único do art. 194 da Constituição Federal do

Brasil de 1988 dispõe sobre os objetivos básicos nos quais

Poder Público deve pautar-se ao organizar a seguridade social.

o

A esse respeito, considere as afirmações abaixo.

I - A universalidade da cobertura e do atendimento é um desses objetivos básicos.

II - A singularidade da base de nanciamento é um desses objetivos básicos.

III - A equidade na forma de participação no custeio é um desses objetivos básicos.

É correto o que se afirma em

(A)

I, apenas.

(B)

III, apenas.

(C)

I e III, apenas.

(D)

II e III, apenas.

(E)

I, II e III.

21

Cada equipe de saúde da família é composta, no mínimo, por um

(A)

médico, dois enfermeiros, quatro auxiliares ou técni- cos de enfermagem e doze agentes comunitários de saúde

(B)

médico, um dentista, dois enfermeiros e dez agentes comunitários de saúde

(C)

médico, um enfermeiro, um auxiliar ou técnico de en- fermagem e doze agentes comunitários de saúde

(D)

clínico geral, um pediatra, um enfermeiro, um auxiliar ou técnico de enfermagem e doze agentes comunitá- rios de saúde

(E)

clínico geral, um pediatra, um gineco-obstetra, um enfermeiro, um auxiliar ou técnico de enfermagem e doze agentes comunitários de saúde

5
5

TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

22 Segundo a Portaria GM/MS n o 1.820/2009, é direito dos pacientes (A) obter acesso

22

Segundo a Portaria GM/MS n o 1.820/2009, é direito dos pacientes

(A)

obter acesso ao seu prontuário e às informações nele contidas.

(B)

definir o tempo de licença médica que julgam merecer.

(C)

solicitar interrupção do tratamento em caso de doença incurável.

(D)

recusar tratamentos propostos sem assumir respon- sabilidade explícita e documentada.

(E)

recusar-se a informar a moléstia transmissível da qual sejam portadores.

23

As ações e serviços públicos de saúde e os serviços pri- vados contratados ou conveniados, que integram o SUS, de acordo com que dispõe o art. 7 o da Lei n o 8.080/1990, obedecem ao princípio da

(A)

preservação da pessoa e da biodiversidade

(B)

segurança e da identidade da pessoa

(C)

centralização político-administrativa, com ênfase nos serviços para os estados

(D)

conjugação de atividade de órgãos das forças ar- madas

(E)

igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios

24

Com base na Lei n o 8.142/1990, afirma-se que o(s)

(A)

Conselho de Saúde e a Conferência de Saúde são instâncias colegiadas do Sistema Único de Saúde sendo este último de caráter provisório.

(B)

Conselho de Saúde é uma instância colegiada de caráter provisório que se reúne a cada quatro anos.

(C)

recursos do Fundo Nacional de Saúde serão alocados como cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelo Ministro da Previdência.

(D)

recursos do Fundo Nacional de Saúde serão alocados como investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério do Planejamento.

(E)

recursos do Fundo Nacional de Saúde serão alocados como despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta.

25

Para os efeitos da Lei Municipal n o 5.504/1999 (Salvador- BA), que instituiu o Código Municipal de Saúde, são autoridades sanitárias o(s)

(A)

Inspetor Sanitário e o vice-presidente da Secretaria de Atenção à Saúde

(B)

Secretário Municipal de Saúde e os Inspetores Sanitários

(C)

membro da Secretaria Social e o vice-secretário da Conferência Municipal de Saúde

(D)

Inspetor Sanitário e o vice-secretário do Conselho Municipal

(E)

Coordenadores da Secretaria de Saúde e os mem- bros do Ministério Público

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

26

A vacina para prevenção da Hepatite B é obrigatória para

(A)

ASB, apenas

(B)

TSB, apenas

(C)

odontólogos, apenas

(D)

odontólogos e ASB, apenas

(E)

odontólogos, ASB e TSB

27

Além da dieta de açúcares, uma forma de prevenir cárie

é escovar os dentes com cremes dentais com flúor. No

entanto, quando pacientes jovens apresentam manifesta- ções clínicas de lesões de cáries ativas, outras medidas devem ser implementadas.

Uma dessas medidas é o uso diário de bochechos com solução de fluoreto de sódio a uma concentração de

(A)

0,01%

(B)

0,05%

(C)

0,2%

(D)

0,5%

(E)

1%

28

Uma das atribuições do TSB é executar restaurações diretas.

De acordo com a Classificação de Black para preparos

cavitários, qual, dentre as técnicas abaixo, corresponde

à Classe I?

(A)

Preparo oclusal

(B)

Preparo interproximal

(C)

Preparo na região cervical

(D)

Preparo na região incisal

(E)

Preparo na região do cíngulo

29

Um jovem de 14 anos se apresentou à Unidade de Saú- de Bucal para tratamento odontológico. Ao exame clínico, notaram-se lesões iniciais de cárie, nas regiões oclusais dos elementos 36 e 46. Foram instituídos programas de higiene oral e de aconselhamento dietético, com retorno marcado em 2 meses. Na consulta após 2 meses, foi ob- servada manifestação clínica de atividade da doença cá- rie, mas ainda em estágio inicial, em ambos os dentes.

O tratamento atual deve compreender, além dos já instituídos,

(A)

preparo cavitário com restauração direta em resina

(B)

preparo cavitário com restauração direta em amálgama

(C)

preparo cavitário com extensão para prevenção com restauração em resina

(D)

preparo cavitário com extensão para prevenção com restauração em amálgama

(E)

aplicação de selante com flúor

6
6

TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

30 PORQUE supragengivais generalizados. O mais apurado. fato de a sonda exploradora ficar presa nas

30

PORQUE supragengivais generalizados.
PORQUE
supragengivais generalizados.

O

mais apurado.

fato de a sonda exploradora ficar presa nas estruturas do

sistema sulco-fossa não torna o diagnóstico da lesão cárie

razão pela qual a sonda exploradora fica presa nas estruturas do sistema sulco-fossa está primariamente associada à

A

morfologia das estruturas anatômicas em si e não à presença de cárie.

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.

as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.

a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.

a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.

as duas afirmações são falsas.

31

LINDHE J. et al. Tratado de periodontia clínica e implantologia oral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010, p.10.

Analisando-se a figura acima, conclui-se que há características clínicas de

(A) periodonto normal

(B)

(C)

(D)

(E)

periodonto com carcinoma verrucoso

periodonto com verrugas gengivais

gengivite associada à placa

lesões gengivais por escovação com escova dura

32

Paciente relata sangramento à escovação. Ao exame clínico, não foram constatadas crateras gengivais, nem bolsas pe-

riodontais, nem crateras. Há presença de placa e de cálculos

O

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

periodontite agressiva; raspagem e cirurgia periodontal

diagnóstico da doença desse paciente e o tratamento indicado são, respectivamente,

gengivite medicamentosa; suspensão do medicamento para cirurgia periodontal

gengivite associada à placa; raspagem e IHO

gengivite ulcerativa necrosante; controle químico da placa e IHO

periodontite crônica; raspagem e instrução de higiene oral (IHO)

7
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TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

33 pacientes de alto risco de cárie. ser removido. precisa ser removido. avaliação da atividade

33

pacientes de alto risco de cárie. ser removido. precisa ser removido.
pacientes de alto risco de cárie.
ser removido.
precisa ser removido.

avaliação da atividade da lesão é um auxiliar valioso no diagnóstico e planejamento do tratamento da doença cárie.

A

São características de lesões cariosas ativas:

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

cavidades com tecido brilhante e duro

34

manchas pigmentadas e lisas

manchas brancas brilhantes no esmalte

manchas brancas rugosas e opacas no esmalte

cavidades com tecido dentinário escurecido e duro

O

Esse cimento, no entanto, apresenta a DESVANTAGEM de

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

cimento ionômero de vidro é indicado especialmente para

módulo de elasticidade próximo ao da dentina

resistência mecânica relativamente baixa

adesão química à estrutura dental

adesão hidrofílica à estrutura dental

coeficiente de expansão térmica semelhante ao dente

35

KRIGER, Léo. (Coord.). ABOPREV: Promoção da Saúde bucal. Ed. Artes Médicas, 3. ed. 2003, p. 233.

imagem radiográfica acima corresponde à

A

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

radiografia periapical e está indicada para auxiliar no diagnóstico das lesões de furca.

radiografia periapical e está indicada para auxiliar no diagnóstico das lesões cariosas interproximais.

radiografia bite wing e está indicada para auxiliar no diagnóstico das bolsas periodontais.

radiografia bite wing e está indicada para auxiliar no diagnóstico das lesões cariosas interproximais.

radiografia panorâmica e está indicada para auxiliar no diagnóstico das lesões dos septos interdentais.

36

O cálculo dental

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

é causador da doença periodontal e, portanto, precisa ser removido.

é perpetuador da doença periodontal e, portanto, precisa

é causador das doenças cárie e periodontal e, portanto,

está dissociado da doença periodontal, sendo desnecessário ser removido.

protege a camada do biofilme dental, portanto, não precisa ser removido.

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TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

37 40 Existem duas técnicas periapicais intrabucais usadas em radiologia para minimizar a distorção da

37

40

Existem duas técnicas periapicais intrabucais usadas em radiologia para minimizar a distorção da imagem: a do pa- ralelismo e a da bissetriz. Sobre a realização da técnica do paralelismo, considere

A

restauração em amálgama ainda é indicada em casos

em que a estética não seja fator preponderante. Em relação à utilização do amálgama como material res- taurador, tem-se que

as afirmativas abaixo.

I - O lme deve ser posicionado de tal maneira que abranja os dentes, em particular os que serão exa- minados em cada região da cavidade bucal.

(A)

as de partículas esféricas exigem maior força de in- serção do que as de fase dispersa ou limalhas.

(B)

(C)

a escultura é realizada com a ponta do brunidor para regularizar as margens.

a escultura realiza-se após a condensação.

 

(D)

a brunidura realiza-se após a condensação.

II - O plano vertical do lme deve car perpendicular ao longo eixo dos dentes a serem radiografados.

III - O plano horizontal do lme deve car paralelo aos planos horizontais dos dentes.

(E)

sua inserção deve ser iniciada nos ângulos cavo-su- perficiais, usando condensadores.

IV - O feixe de raios X central deve incidir na área central do lme para abrangê-lo totalmente.

41

A

educação em saúde bucal deve fornecer instrumentos

Está correto o que se afirma em

para fortalecer a autonomia dos usuários no controle do processo saúde-doença e na condução de seus hábitos.

(A)

IV, apenas.

(B)

I e II, apenas.

O

letivas deve incluir dentre outras, EXCETO

conteúdo para as ações educativas em saúde bucal co-

(C)

II

e III, apenas.

(D)

I,

III e IV, apenas.

(A)

prevenção contra as principais doenças bucais, como se manifestam e a importância do autocuidado.

(E)

I,

II, III, IV.

38

(B)

prevenção à exposição ao sol sem proteção e os cui- dados imediatos após traumatismo dentário.

As

substâncias químicas utilizadas no consultório dentá-

(C)

orientação sobre a higiene bucal (uso do fio dental e escovação com dentifrício fluoretado) e os cuidados a serem tomados para evitar a fluorose.

autoexame da boca e automedicação com antibióti- cos.

rio podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de infla- mabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. Por isso, a solução reveladora, utilizada no processamen- to de radiografias, deve ser

(D)

(E)

orientações gerais sobre dieta e a prevenção ao uso de álcool e fumo.

(A)

diluída em água com o dobro do seu volume e descar- tada na rede de esgoto.

42

(B)

submetida a processo de neutralização para alcançar pH entre 7 e 9, sendo, posteriormente, lançada na rede coletora de esgoto.

As práticas educativas devem abrir espaço ao diálogo efetivo sobre saúde, no qual sejam valorizadas a forma

como cada pessoa lida com a saúde/doença no cotidiano,

(C)

armazenada em recipientes de vidro (âmbar ou preto)

as

dificuldades que enfrenta e as alternativas que utiliza.

e

descartadas junto ao lixo ordinário.

Sobre as práticas educativas, considere as afirmativas abaixo.

(D)

armazenada em recipientes próprios, misturados com

solução fixadora para a neutralização e, posterior- mente, incinerada.

a

I - As práticas educativas devem ser organizadas a par- tir das prioridades identi cadas com base nas maio- res necessidades de acompanhamento na infância, adolescência, maturidade e no envelhecimento, pre- vendo peculiaridades de grupos especí cos.

II - As práticas educativas devem ser desenvolvidas em diferentes espaços: clínicas xas e móveis, escolas, creches e associações.

(E)

jogada diretamente na rede de esgoto sanitário, pois

é

totalmente biodegradável e não constitui risco para

o

meio ambiente.

39

O

controle químico do biofilme dental não deve ser utili-

zado como substituto do controle mecânico (escovação e uso do fio dental) na prevenção da cárie e gengivite.

Qual a substância mais eficiente no controle químico da pla-

III - Abordar individualmente os pacientes é uma prática educativa a ser adotada, pois a estratégia individual é mais e caz.

ca

dental que pode ser utilizada em forma de bochechos?

Está correto APENAS o que se afirma em

(A)

Sanguinarina

(A)

I

(B)

(C)

Clorexidina

Água oxigenada

(B)

(C)

II

III

(D)

(E)

Triclosan

Peroxidodifosfato

(D)

I e II

(E)

II e III

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9

TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

43 A cárie dentária e as doenças periodontais são as pato- logias prevalentes em odontologia.

43

A cárie dentária e as doenças periodontais são as pato- logias prevalentes em odontologia. Essas patologias vêm associadas a condições sociais, econômicas, políticas e educacionais e não apenas como resultado de interações biológicas na placa bacteriana dentária. Portanto, proces- sos educativos integrais são necessários para a promo- ção da saúde do paciente. Em relação às ações educativas, analise as afirmativas abaixo.

I - A base da ação educativa é o conhecimento progres- sivo das pessoas atendidas, possibilitado pela escu- ta atenta e interessada, de forma a desenvolver um vínculo de respeito e con ança mútua e possibilitar a coparticipação no processo de resolução dos proble- mas identi cados.

II - É fundamental assegurar a participação consciente e informada da clientela, seja na esfera clínica, com relação à tomada de decisão de tratamentos e estra- tégias de controle de doença, seja no que se refere ao seu engajamento no planejamento e avaliação das ações e serviços.

III - A reexão e o debate crítico sobre a saúde bucal, na sua relação com a saúde geral, são os elementos fundamentais do processo educativo, devendo-se abordar os fatores de risco ou de proteção simultâ- neos, tanto para doenças da cavidade bucal quanto para outros agravos correlacionados: diabetes, hi- pertensão, obesidade, trauma, câncer, tabagismo, alcoolismo, doenças de pele, doenças cardíacas, estresse, autocuidado, etc.

Está correto o que se afirma em

(A)

I, apenas.

(B)

II, apenas.

(C)

I e III, apenas.

(D)

II e III, apenas.

(E)

I, II e III.

44

Existe um protocolo de atendimento ao acidentado com material perfurocortante, preconizado pelo Ministério da Saúde. Considere as afirmativas abaixo sobre os procedimentos indicados, caso o TSB se acidente com instrumental per- furocortante.

I - É recomendável ao acidentado coletar no dia do acidente exames para HIV, HBV e HCB e coletar os mesmos exames para o paciente-fonte.

II - O acidentado deve tomar a medicação nas duas pri- meiras horas após o acidente, se indicado, e coletar os exames 30 dias após o acidente.

III - Recomenda-se ao acidentado acompanhar e moni- torar os exames durante 5 anos.

É correto o que se afirma em

(A)

I, apenas.

(B)

III, apenas.

(C)

I e II, apenas.

(D)

II e III, apenas.

(E)

I, II e III.

45

Dentre os requisitos de biossegurança do TSB, estão o correto manejo e o gerenciamento dos resíduos dos ser- viços de saúde gerados.

A

segregação é uma das etapas desse gerenciamento e

consiste no(a)

(A)

transporte dos resíduos do interior para o exterior da Unidade de Saúde

(B)

acondicionamento dos resíduos em recipientes adequados

(C)

armazenamento dos resíduos em local adequado

(D)

embalagem correta dos resíduos

(E)

separação dos resíduos para o descarte realizada por toda a equipe de saúde, logo após a sua geração

46

A

Agência Nacional de Vigilância Sanitária, na Resolução

RDC n o 306, de 7 de dezembro de 2004, dispõe sobre o

regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos

de

serviços de saúde.

A

classificação dos resíduos de serviços de saúde (RSS),

com base na composição e características biológicas, físi- cas e químicas, tem como finalidade propiciar o adequado gerenciamento desses resíduos no âmbito interno e exter-

no

dos estabelecimentos de saúde.

Os resíduos estão classificados em grupos distintos, a saber:

(A)

A

e B, sendo o grupo B de maior relevância para a

Odontologia, pois trata de resíduos com risco biológico.

(B)

A, B e C, sendo o grupo A de maior relevância para a Odontologia, pois trata de resíduos com risco químico.

(C)

A, B, C e D, sendo o grupo C de maior relevância para

a

Odontologia, pois trata de resíduos sólidos.

(D)

A, B, C e D, sendo o grupo D de maior relevância para

a

Odontologia, pois trata de resíduos radioativos.

(E)

A, B, C, D e E, sendo o grupo E de maior relevância para

a

Odontologia, pois trata de resíduos perfurocortantes.

47

O

atendimento clínico-odontológico, que segue normas

de biossegurança, preserva condições de trabalho que visam a diminuir os riscos de contaminação do próprio grupo, do paciente e do ambiente.

São procedimentos de biossegurança a

(A)

anamnese e a esterilização do instrumental em reci- piente adequado, que proporcione barreira microbiana.

(B)

lavagem das mãos com água a cada 2 horas e a prá- tica das normas que regulam os resíduos de serviços de saúde.

(C)

esterilização dos materiais em autoclaves, em caixas de alumínio sem furos, e a limpeza das bancadas ale- atoriamente.

(D)

avaliação da história médica do paciente e a embala- gem de material perfurocortante em sacos plásticos da cor vermelha.

(E)

lavagem das mãos com água de 1 em 1 hora e o con- trole da data de validade dos materiais.

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TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

48 A Lei n o 11.889, de 24 de dezembro de 2008, regulamen- ta o

48

A Lei n o 11.889, de 24 de dezembro de 2008, regulamen- ta o exercício da profissão de Técnico em Saúde Bucal (TSB). Para que o exercício profissional do TSB ocorra le- galmente, o técnico deverá estar registrado no Conselho Federal de Odontologia e inscrito no Regional de Odonto- logia do seu estado. É importante que o TSB tenha conhe- cimento sobre o conteúdo do Código de Ética aprovado através da Resolução CFO n o 42/2003. Segundo o artigo 5 o da Resolução CFO n o 42/2003, constitui dever fundamental do profissional de Odonto- logia

(A)

compartilhar responsabilidades pelos atos praticados.

(B)

investigar situações ilegais da Instituição na qual tra- balha.

(C)

apontar falhas nos regulamentos e nas normas das instituições em que trabalhe, quando as julgar indig- nas para o exercício da profissão ou prejudiciais ao paciente.

(D)

comunicar ao Conselho Tutelar sobre atividades que caracterizam o exercício ilegal da odontologia.

(E)

manter vínculo com entidade, empresas ou outros de- sígnios que o caracterizem como empregado, quando as mesmas se encontram em situação ilegal.

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São competências do TSB, sempre sob supervisão e com a presença física do cirurgião-dentista, EXCETO

(A)

participar das ações educativas, atuando na promo- ção da saúde e na prevenção às doenças bucais.

(B)

ensinar técnicas de higiene bucal e realizar a preven- ção às doenças bucais por meio da aplicação tópica do flúor.

(C)

inserir e distribuir no preparo cavitário materiais odon- tológicos na restauração dentária direta.

(D)

fazer a remoção do biofilme dental.

(E)

moldar preparos cavitários com silicona.

50

Os profissionais de saúde estão expostos a uma série de fatores que colocam em risco sua saúde. São equipamentos de proteção individual, EXCETO

(A)

luvas de procedimento

(B)

óculos

(C)

luvas grossas de borracha

(D)

gorro

(E)

uniforme branco

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