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FENÔMENOS DE TRANSPORTE
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
FENÔMENOS DE TRANSPORTE

AULA 1

FENÔMENOS DE TRANSPORTE
FENÔMENOS DE TRANSPORTE

1 Introdução

1.1 Definição de Fluido

1.2 Experiância de duas placas (sólido)

1.3 Definição de sólido

1.4 Experiância de duas placas (fluido)

1.5 Princípio da Aderência

1.6 Sólido x Fluido

1.7 Tensão de Cisalhamento

1.8 Lei de Newton da Viscosidade

SUMÁRIO

1.9 Viscosidade Absoluta ou Dinâmica

1.9 Massa Específica

1.10 Peso Específico

1.11 Peso Específico relativo

1.12 Viscosidade Cinemática

1.13 Fluido Ideal

1.14 Escoamento Incompressível

1.15 Equaçao de Estado dos Gases

FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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FENÔMENOS DE TRANSPORTE

1. Introdução

A expressão FENÔMENOS DE TRANSPORTE refere-se ao estudo da transferência de

Quantidade de movimento (dinâmica dos fluidos)

Energia (transferência de calor)

Matéria (transferência de massa)

FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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DEFINIÇÃO DE FLUIDO

1.1 Definição de fluido

A definição de fluido é introduzida, normalmente, pela comparação com

um sólido.

normalmente, pela comparação com um sólido . Fluido é uma substância que não tem uma forma

Fluido é uma substância que não tem uma forma própria, assume o formato do recipiente.

Os fluidos são, portanto, os líquidos e os gases.

FENÔMENOS DE TRANSPORTE
FENÔMENOS DE TRANSPORTE

1.1 Definição de fluido

Os fluidos são, portanto, os líquidos e os gases.

Os fluidos são, portanto, os líquidos e os gases . Gases : ocupam todo o recipiente.

Gases : ocupam todo o recipiente.

Líquidos: apresentam uma superfície livre.

FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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DEFINIÇÃO DE FLUIDO

1.1 Definição de fluido Fluido é uma substância que se deforma continuamente, quando submetida a uma força tangencial constante qualquer.

Fluido é uma substância que se deforma continuamente, quando submetida a uma força tangencial constante qualquer.
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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DEFINIÇÃO DE FLUIDO

1.1 Definição de fluido Fluido é uma substância que, submetida a uma força tangencial constante, não atinge uma nova configuração de equilíbrio estático.

que, submetida a uma força tangencial constante, não atinge uma nova configuração de equilíbrio estático.
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.2 Experiência das duas placas (sólido) Seja um sólido preso entre duas placas planas

Inferior fixa

Superior solicitada por uma força tangencial F

Seja um sólido preso entre duas placas planas • Inferior fixa • Superior solicitada por uma
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.2 Experiência das duas placas (sólido)

Mantida

a

força

F,

constante,

nota - se

que

o

sólido

se

deforma

angularmente até alcançar uma nova posição de equilíbrio estático.

constante, nota - se que o sólido se deforma angularmente até alcançar uma nova posição de
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.3 Experiência das duas placas (sólido)

Nessa

aplicada.

posição,

as

tensões

internas

equilibram

a

força

externa

1.3 Experiência das duas placas (sólido) Nessa aplicada. posição, as tensões internas equilibram a força externa
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.3 Definição de Sólido

Pode-se dizer, então, que:

Um sólido, solicitado por uma força tangencial constante, deforma-se angularmente, mas atinge uma nova configuração de equilíbrio estático.

por uma força tangencial constante, deforma-se angularmente, mas atinge uma nova configuração de equilíbrio estático.
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.4 Experiência das duas placas (fluido) Seja um fluido entre duas placas planas

Inferior fixa

Superior solicitada por uma força tangencial F

(fluido) Seja um fluido entre duas placas planas • Inferior fixa • Superior solicitada por uma
FENÔMENOS DE TRANSPORTE 1.4 Experiência das duas placas (fluido)
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1.4 Experiência das duas placas (fluido)

Ao se aplicar a força tangencial F, na placa superior, esta irá se deslocar.

A placa superior adquire uma velocidade v.

Os pontos do fluido em contato com ela terão a mesma velocidade v.

Os pontos do fluido em contato com a placa fixa ficarão parados junto dela.

O volume ABCD de fluido, sob a ação da força F t deforma-se continuamente, não alcançando uma nova posição de equilíbrio estático,

sob a ação da força F t deforma-se continuamente, não alcançando uma nova posição de equilíbrio
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.5 Princípio da Aderência

Os pontos de um fluido, em contato com uma superfície sólida, aderem aos pontos dela, com os quais estão em contato.

Os pontos de um fluido, em contato com uma superfície sólida, aderem aos pontos dela, com
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.6 Sólido x Fluido

Sólido: deformam-se limitadamente sob a ação de esforços tangenciais pequenos;

Fluido: deformam-se continuamente sem alcançar uma nova posição de equilíbrio

estático.

pequenos;  Fluido: deformam-se continuamente sem alcançar uma nova posição de equilíbrio estático.
pequenos;  Fluido: deformam-se continuamente sem alcançar uma nova posição de equilíbrio estático.
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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FLUIDO

Fluido é uma substância que não tem uma forma própria, assume o formato do recipiente. Fluido é uma substância que se deforma continuamente, quando submetida a uma força tangencial constante qualquer. Fluido é uma substância que, submetida a uma força tangencial constante,

não atinge uma nova configuração de equilíbrio estático.

que, submetida a uma força tangencial constante, não atinge uma nova configuração de equilíbrio estático .
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1.7 Tensão de Cisalhamento

FENÔMENOS DE TRANSPORTE 1.7 Tensão de Cisalhamento
FENÔMENOS DE TRANSPORTE 1.7 Tensão de Cisalhamento
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FENÔMENOS DE TRANSPORTE Na experiência entre duas placas, a placa superior é inicialmente acelerada pela força

Na experiência entre duas placas, a placa superior é inicialmente acelerada pela força F t e, a partir de um certo instante, esta adquire uma velocidade V 0 constante.

acelerada pela força F t e, a partir de um certo instante, esta adquire uma velocidade
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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FENÔMENOS DE TRANSPORTE Isso demonstra que a força externa F, aplicada na placa é equilibrada por

Isso demonstra que a força externa F, aplicada na placa é equilibrada por forças internas ao fluido, visto que, não existindo aceleração, pela segunda lei de Newton da dinâmica, a resultante das forças deverá ser nula (equilíbrio dinâmico).

aceleração, pela segunda lei de Newton da dinâmica, a resultante das forças deverá ser nula (equilíbrio
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
FENÔMENOS DE TRANSPORTE Como aparecem essas forças internas?

Como aparecem essas forças internas?

FENÔMENOS DE TRANSPORTE Como aparecem essas forças internas?
FENÔMENOS DE TRANSPORTE Como aparecem essas forças internas?
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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FENÔMENOS DE TRANSPORTE Princípio da Aderência  O fluido junto à placa superior irá se deslocar

Princípio da Aderência

O fluido junto à placa superior irá se deslocar com velocidade V 0 ,

 

O fluido junto à placa inferior estará com velocidade nula.

 

As

camadas

intermediárias

deverão

se

adaptar

às

extremas,

adquirindo

velocidades que variam desde V 0 até zero.

deverão se adaptar às extremas, adquirindo velocidades que variam desde V 0 até zero.
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
FENÔMENOS DE TRANSPORTE Cada seção normal às placas irá se formar um diagrama de velocidades. Cada

Cada seção normal às placas irá se formar um diagrama de velocidades. Cada camada do fluido desliza sobre a adjacente com uma certa velocidade relativa. Surge uma espécie de atrito entre as diversas camadas do fluido.

a adjacente com uma certa velocidade relativa. Surge uma espécie de atrito entre as diversas camadas
y + dy y
y + dy
y
a adjacente com uma certa velocidade relativa. Surge uma espécie de atrito entre as diversas camadas
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.8 Lei de Newton da Viscosidade

FENÔMENOS DE TRANSPORTE 1.8 Lei de Newton da Viscosidade
FENÔMENOS DE TRANSPORTE 1.8 Lei de Newton da Viscosidade
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.8 Lei de Newton da Viscosidade

Os

fluidos

que

newtonianos.

obedecem

a

essa

lei

são

ditos

fluidos

Os fluidos que NÃO obedecem a essa lei são ditos fluidos NÃO-newtonianos.

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1.9 Viscosidade Absoluta ou Dinâmica

de

proporcionalidade que será indicado por ( µ ) denomina-se viscosidade dinâmica ou absoluta.

Tal

fato

leva

à

introdução

de

um

coeficiente

ou absoluta. Tal fato leva à introdução de um coeficiente A viscosidade dinâmica é uma propriedade

A viscosidade dinâmica é uma propriedade de cada fluido e das condições dele como, por exemplo, a pressão e, principalmente, a temperatura.

FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.9 Viscosidade Absoluta ou Dinâmica

Pode-se dizer, então, que viscosidade dinâmica é a propriedade dos fluidos que permite equilibrar, dinamicamente, forças tangenciais externas quando os fluidos estiverem em movimento. Matematicamente, é a constante de proporcionalidade da lei de Newton da viscosidade. De uma forma mais prática:

da lei de Newton da viscosidade. De uma forma mais prática: Viscosidade é a propriedade que

Viscosidade é a propriedade que indica a maior ou a menor dificuldade de o fluido escoar (escorrer).

FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.10 Simplificação Prática

Viu-se que a lei de Newton da viscosidade é escrita da seguinte

forma:

Onde

a lei de Newton da viscosidade é escrita da seguinte forma: Onde é o gradiente da
a lei de Newton da viscosidade é escrita da seguinte forma: Onde é o gradiente da

é o gradiente da velocidade ou variação de v com y

a lei de Newton da viscosidade é escrita da seguinte forma: Onde é o gradiente da
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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1.10 Simplificação Prática

Pela figura, observa-se que, a um deslocamento dy, na direção do eixo y, corresponde uma variação dv da velocidade. Quando a distância E for pequena, pode-se considerar, sem muito erro, que a variação de v com y seja linear.

Quando a distância E for pequena, pode-se considerar, sem muito erro, que a variação de v
Quando a distância E for pequena, pode-se considerar, sem muito erro, que a variação de v
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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EXERCÍCIO 1

Um pistão de peso G=4N cai dentro de um cilindro com uma velocidade constante de 2 m/s. O diâmetro do cilindro é 10,1 cm e o do pistão é 10,0 cm. Determine a viscosidade do lubrificante colocado na folga entre o pistão e o cilindro.

10,1 cm e o do pistão é 10,0 cm. Determine a viscosidade do lubrificante colocado na
FENÔMENOS DE TRANSPORTE SOLUÇÃO 1
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
SOLUÇÃO 1

Um pistão de peso G=4N cai dentro de um cilindro com uma velocidade constante de 2 m/s. O diâmetro do

cilindro é 10,1 cm e o do pistão é 10,0 cm. Determine a viscosidade do lubrificante colocado na folga entre o pistão e o

cilindro.

10,1 cm e o do pistão é 10,0 cm. Determine a viscosidade do lubrificante colocado na
10,1 cm e o do pistão é 10,0 cm. Determine a viscosidade do lubrificante colocado na
FENÔMENOS DE TRANSPORTE SOLUÇÃO 1
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
SOLUÇÃO 1

Um pistão de peso G=4N cai dentro de um cilindro com uma velocidade constante de 2 m/s. O diâmetro do

cilindro é 10,1 cm e o do pistão é 10,0 cm. Determine a viscosidade do lubrificante colocado na folga entre o pistão e o

cilindro.

10,1 cm e o do pistão é 10,0 cm. Determine a viscosidade do lubrificante colocado na
10,1 cm e o do pistão é 10,0 cm. Determine a viscosidade do lubrificante colocado na
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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MASSA ESPECÍFICA (

)
)

No estudo realizado será considerado que os fluidos são um meio contínuo e homogêneo, de forma que as propriedades médias definidas coincidam com as propriedades nos pontos. Massa específica é a massa de fluido por unidade de volume do

mesmo.

definidas coincidam com as propriedades nos pontos. Massa específica é a massa de fluido por unidade
FENÔMENOS DE TRANSPORTE PESO ESPECÍFICO ( )
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PESO ESPECÍFICO (
)

Peso específico é o peso de fluido por unidade de volume.

FENÔMENOS DE TRANSPORTE PESO ESPECÍFICO ( ) Peso específico é o peso de fluido por unidade
FENÔMENOS DE TRANSPORTE PESO ESPECÍFICO ( )
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
PESO ESPECÍFICO (
)

Pode-se deduzir uma relação simples entre peso específico e massa específica:

DE TRANSPORTE PESO ESPECÍFICO ( ) Pode-se deduzir uma relação simples entre peso específico e massa
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
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PESO ESPECÍFICO RELATIVO PARA LÍQUIDOS (

)
)

É a relação entre o peso específico do líquido e o peso específico da água em condições padrão. Será adotado que

da água em condições padrão. Será adotado que Como a massa específica e o peso específico

Como a massa específica e o peso específico diferem por uma constante, conclui-se que a massa específica relativa e o peso específico relativo coincidem.

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EXERCÍCIO 2

O peso específico relativo de uma substância é 0,8. Qual será seu peso específico?

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SOLUÇÃO 2

O peso específico relativo de uma substância é 0,8. Qual será seu peso específico?

DE TRANSPORTE SOLUÇÃO 2 O peso específico relativo de uma substância é 0,8. Qual será seu
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VISCOSIDADE CINEMÁTICA (Ʋ )

Viscosidade cinemática é o quociente entre a viscosidade dinâmjca e a massa específica.

CINEMÁTICA ( Ʋ ) Viscosidade cinemática é o quociente entre a viscosidade dinâmjca e a massa
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FLUIDO IDEAL

Fluido ideal é aquele cuja viscosidade é nula. Por essa definição conclui-se que é um fluido que escoa sem perdas de energia por atrito.

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FLUIDO OU ESCOAMENTO INCOMPRESSÍVEL

Diz-se que um fluido é incompressível se o seu volume não varia ao modificar a pressão. Isso implica o fato de que, se o fluido for incompressível, a sua massa específica não varia com a pressão.

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FLUIDO OU ESCOAMENTO INCOMPRESSÍVEL

Na prática não existem fluidos nessas condições. Os líquidos, porém, têm um comportamento muito próximo a este e na prática, normalmente, são considerados como tais. Mesmo os gases em certas condições, em que não são submetidos a variações de pressão muito grandes, podem ser considerados incompressíveis.

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EQUAÇÃO DE ESTADO DOS GASES

Quando o fluido não puder ser considerado incompressível haverá necessidade de se determinar as variações da massa específica em função da pressão e da temperatura. Para as finalidades desse desenvolvimento o gás envolvido será suposto como 'gás perfeito', obedecendo à equação de estado:

R=0,287 kJ/kg K
R=0,287 kJ/kg K
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EQUAÇÃO DE ESTADO DOS GASES

1) Numa mudança do estado de um gás:

DE ESTADO DOS GASES 1) Numa mudança do estado de um gás: 2) O processo é

2) O processo é dito isotérmico quando na transformação não há variação de temperatura. Nesse caso:

de um gás: 2) O processo é dito isotérmico quando na transformação não há variação de
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EQUAÇÃO DE ESTADO DOS GASES

3) O processo é dito isobárico quando na transformação não há variação de pressão. Nesse caso:

transformação não há variação de pressão. Nesse caso: 4) O processo é dito isocórico ou isométrico

4)

O

processo

é

dito

isocórico

ou

isométrico

quando

na

transformação não há variação de volume. Nesse caso:

caso: 4) O processo é dito isocórico ou isométrico quando na transformação não há variação de
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EQUAÇÃO DE ESTADO DOS GASES

5) O processo é dito isentrópico não há variação de entropia.

é dito isentrópico não há variação de entropia. Onde k é a chamada constante adiabática cujo

Onde k é a chamada constante adiabática cujo valor depende do gás. No caso do ar, k = 1,4.

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EXERCÍCIO 3

Numa tubulação escoa hidrogênio (k = 1,4 e R = 4.122 m 2 /s 2 K). Numa seção (1), P 1 = 3 X 10 5 N/m 2 (abs) e T 1 = 30° C. Ao longo da tubulação, a temperatura mantém-se constante. Qual é a massa específica do gás numa seção (2), em que P 2 = 1,5 x I0 5 N/m 2 (abs)?

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SOLUÇÃO 3

Numa tubulação escoa hidrogênio (k = 1,4, R = 4.122 m 2 /s 2 K). Numa seção (1), PI = 3 X 10 5 N/m 2 (abs)

e T 1 = 30° C. Ao longo da tubulação, a temperatura mantém-se constante. Qual é a massa específica do gás numa seção (2), em que P 2 = 1,5 x I0 5 N/m 2 (abs)?

constante. Qual é a massa específica do gás numa seção (2), em que P 2 =
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EXERCÍCIO 4

São dadas duas placas planas paralelas à distância de 2 mm. A placa superior move-se com velocidade de 4 m/s, enquanto a inferior é fixa. Se o espaço entre as duas placas for preenchido com óleo (Ʋ = 10 -5 m 2 /s; ρ=830kg/m 3 qual será a tensão de cisalhamento que agirá no óleo?

com óleo ( Ʋ = 10 - 5 m 2 /s; ρ =830kg/m 3 qual será
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SOLUÇÃO 4

São dadas duas placas planas paralelas à distância de 2 mm. A placa superior move-se com velocidade de 4 m/s, enquanto a inferior é fixa. Se o espaço entre as duas placas for preenchido com óleo = 10 -5 m 2 /s; ρ=830kg/m 3 qual será a tensão de cisalhamento que agirá no óleo?

com óleo (Ʋ = 10 - 5 m 2 /s; ρ =830kg/m 3 qual será a
com óleo (Ʋ = 10 - 5 m 2 /s; ρ =830kg/m 3 qual será a
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EXERCÍCIO 5

Uma placa quadrada de 1,0 m de lado e 20 N de peso desliza sobre um plano inclinado de 30°, sobre uma película de óleo. A velocidade da placa é 2 m/s constante. Qual é a viscosidade dinâmica do óleo se a espessura da película é 2 mm?

A velocidade da placa é 2 m/s constante. Qual é a viscosidade dinâmica do óleo se
FENÔMENOS DE TRANSPORTE SOLUÇÃO 5
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SOLUÇÃO 5

Uma placa quadrada de 1,0 m de lado e 20 N de peso desliza sobre um plano inclinado de 30°, sobre

uma película de óleo. A velocidade da placa é 2 m/s constante. Qual é a viscosidade dinâmica do óleo se a espessura da película é 2 mm?

A velocidade da placa é 2 m/s constante. Qual é a viscosidade dinâmica do óleo se
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EXERCÍCIO 6

O pistão da figura tem uma massa de 0,5 kg. O cilindro de comprimento ilimitado é puxado para cima com velocidade constante. O diâmetro do cilindro é 10 cm e do pistão é 9 cm e entre os dois existe um óleo de Ʋ=10 -4 m 2 /s e Ɣ = 8.000 N/m 3 . Com que velocidade deve subir o cilindro para que o pistão permaneça em repouso? (Supor diagrama linear e g = 10 m/s 2 ,)

velocidade deve subir o cilindro para que o pistão permaneça em repouso? (Supor diagrama linear e
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SOLUÇÃO 6

O pistão da figura tem uma massa de 0,5 kg. O cilindro de comprimento ilimitado é puxado para cima com velocidade constante. O diâmetro do cilindro é 10 cm e do pistão é 9 cm e entre os dois existe um óleo de Ʋ=10 -4 m 2 /s e Ɣ = 8.000 N/m 3 . Com que velocidade deve subir o cilindro para que o pistão permaneça em repouso? (Supor diagrama linear e g = 10 m/s 2 ,)

velocidade deve subir o cilindro para que o pistão permaneça em repouso? (Supor diagrama linear e
velocidade deve subir o cilindro para que o pistão permaneça em repouso? (Supor diagrama linear e
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EXERCÍCIO 7

Num tear, o fio é esticado passando por uma fieira e é enrolado num tambor com

velocidade constante, como mostra a figura. Na fieira, o fio é lubrificado e tingido por uma substância. A máxima força que pode ser aplicada no fio é 1 N, pois, ultrapassando-a, ele rompe. Sendo o diâmetro do fio 0,5 mm e o diâmetro da fieira 0,6 mm, e sendo a rotação do

tambor 30 rpm, qual é a máxima viscosidade do lubrificante e qual é o momento necessário no eixo do tambor? (Lembrar que ω= 2 n e v = ω r.)

viscosidade do lubrificante e qual é o momento necessário no eixo do tambor? (Lembrar que ω
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EXERCÍCIO 7

FENÔMENOS DE TRANSPORTE EXERCÍCIO 7
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SOLUÇÃO 7

Num tear, o fio é esticado passando por uma fieira e é enrolado num tambor com velocidade constante, como

mostra a figura. Na fieira, o fio é lubrificado e tingido por uma substância. A máxima força que pode ser aplicada no fio é 1 N, pois, ultrapassando-a, ele rompe. Sendo o diâmetro do fio 0,5 mm e o diâmetro da fieira 0,6 mm, e sendo a rotação do tambor 30 rpm, qual é a máxima viscosidade do lubrificante e qual é o momento necessário no eixo do tambor? (Lembrar que ω= 2 ¶ n e v = ω r)

viscosidade do lubrificante e qual é o momento necessário no eixo do tambor? (Lembrar que ω
viscosidade do lubrificante e qual é o momento necessário no eixo do tambor? (Lembrar que ω
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EXERCÍCIO 8

O dispositivo da figura é constituído de dois pistões de mesmas dimensões geométricas que se deslocam em dois cilindros de mesmas dimensões. Entre os pistões e os cilindros existe um lubrificante de viscosidade dinâmica 10 -2 N.s/m 2 . O peso específico do pistão (1) é 20.000 N/m 3 , Qual é o peso específico do pistão (2) para que o conjunto se desloque na direção indicada com uma velocidade de 2 m/s constante? Desprezar o atrito na corda e nas roldanas.

se desloque na direção indicada com uma velocidade de 2 m/s constante? Desprezar o atrito na
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SOLUÇÃO 8

O dispositivo da figura é constituído de dois pistões de mesmas dimensões

geométricas que se deslocam em dois cilindros de mesmas dimensões. Entre os pistões e os cilindros existe um lubrificante de viscosidade dinâmica 10 -2 N.s/m 2 . O peso específico do pistão (1) é 20.000 N/m 3 , Qual é o peso específico do pistão (2) para que o conjunto se desloque na direção indicada com uma velocidade de 2 m/s constante? Desprezar o atrito

na corda e nas roldanas.

se desloque na direção indicada com uma velocidade de 2 m/s constante? Desprezar o atrito na
se desloque na direção indicada com uma velocidade de 2 m/s constante? Desprezar o atrito na
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EXERCÍCIO 9

O eixo da figura, ao girar, provoca a rotação do tambor. Este enrola a corda, que levanta um peso de 10 N com uma velocidade constante de 0,5 m/s. O fluido existente entre o eixo e o tambor tem μ= 0,1N.s/m 2 e apresenta um diagrama linear de velocidades. Pede-se:

a) a rotação do eixo em rpm; b) o momento provocado pelo fluido contra a rotação do eixo. Dados: R 1 =10cm; R 2 =10,1 cm; R 3 = 20 cm; ω = 2πn.

provocado pelo fluido contra a rotação do eixo. Dados: R 1 =10cm; R 2 =10,1 cm;
FENÔMENOS DE TRANSPORTE SOLUÇÃO 9
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SOLUÇÃO 9

O eixo da figura, ao girar, provoca a rotação do tambor. Este

enrola a corda, que levanta um peso de 10 N com uma velocidade constante de

0,5 m/s. O fluido existente entre o eixo e o tambor tem μ= 0,1N.s/m 2 e apresenta um diagrama linear de velocidades. Pede-se:

a) a rotação do eixo em rpm;

b) o momento provocado pelo fluido contra a rotação do eixo.

Dados: R 1 =10cm; R 2 =10,1 cm; R 3 = 20 cm; ω = 2πn.

provocado pelo fluido contra a rotação do eixo. Dados: R 1 =10cm; R 2 =10,1 cm;
provocado pelo fluido contra a rotação do eixo. Dados: R 1 =10cm; R 2 =10,1 cm;
provocado pelo fluido contra a rotação do eixo. Dados: R 1 =10cm; R 2 =10,1 cm;
FENÔMENOS DE TRANSPORTE SOLUÇÃO 9
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
SOLUÇÃO 9

O eixo da figura, ao girar, provoca a rotação do tambor. Este

enrola a corda, que levanta um peso de 10 N com uma velocidade constante de

0,5 m/s. O fluido existente entre o eixo e o tambor tem μ= 0,1N.s/m 2 e apresenta um diagrama linear de velocidades. Pede-se:

a) a rotação do eixo em rpm;

b) o momento provocado pelo fluido contra a rotação do eixo.

Dados: R 1 =10cm; R 2 =10,1 cm; R 3 = 20 cm; ω = 2πn.

provocado pelo fluido contra a rotação do eixo. Dados: R 1 =10cm; R 2 =10,1 cm;
provocado pelo fluido contra a rotação do eixo. Dados: R 1 =10cm; R 2 =10,1 cm;
provocado pelo fluido contra a rotação do eixo. Dados: R 1 =10cm; R 2 =10,1 cm;
FENOMENO DE TRANSPORTE
FENOMENO DE TRANSPORTE

FIM