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Indicadores Conjunturais

de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6


NOTA DE ABERTURA

O sexto número do Boletim informativo do QREN dá continuidade à divulgação de indicadores conjunturais sobre a implementação do QREN, mantendo, como
sempre, a procura de dois equilíbrios fundamentais: permitir uma leitura simples e acessível sem comprometer o rigor; estar disponível num tempo útil, mas
garantindo uma informação estável e robusta.

O presente boletim reporta a evolução da implementação do QREN ocorrida no 4º trimestre de 2009, segundo trimestre em que a aplicação do QREN não
coexiste com a aplicação do QCA III (que terminou a sua execução em 30 de Junho de 2009). No final de Dezembro de 2009, o volume de pagamentos
efectuados aos beneficiários do QREN ultrapassou 2,1 mil milhões de euros (dos quais cerca de 500 milhões foram realizados durante o último trimestre) e o
volume de candidaturas aprovadas ascendeu a 45% dos fundos disponíveis no QREN.

O Boletim informativo do QREN é da iniciativa da Comissão Técnica de Coordenação do QREN composta pelo coordenador do Observatório do QREN, que
preside, pelos presidentes dos conselhos directivos do Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional (IFDR) e do Instituto de Gestão do Fundo Social
Europeu (IGFSE) e pelo inspector-geral de Finanças. Integra, por esta via, as entidades com responsabilidades ao nível da monitorização estratégica –
Observatório do QREN – e da coordenação, monitorização operacional e financeira da implementação do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
(FEDER) e do Fundo de Coesão (FC) e do Fundo Social Europeu (FSE) – o IFDR e o IGFSE, respectivamente –, bem como a autoridade de auditoria –
Inspecção Geral de Finanças (IGF).

A análise e informação aqui apresentadas são suportadas pelo sistema de monitorização do QREN desenvolvido no âmbito da Comissão Técnica de
Coordenação, em estreita colaboração com as Autoridades de Gestão. De notar que o conteúdo deste boletim retrata a situação presente nos sistemas de
informação em 31 de Dezembro de 2009 e não, necessariamente, a totalidade da informação reportada ao final de 2009, tendo em conta que o fecho do ano em
termos de consolidação de dados apenas é possível efectuar nos primeiros meses do ano seguinte. Este facto explica a existência de algumas diferenças entre a
informação ora reportada e a informação equivalente que vier a constar nos relatórios de execução dos Programas Operacionais e/ou no Relatório Anual do
QREN, reportados igualmente ao ano de 2009, que serão editados em 2010.

Por último, sublinha-se a disponibilização, na proximidade da divulgação pública desta edição do Boletim Informativo, do primeiro Relatório Estratégico do QREN
- 2009, tendo por base dados reportados a 30 de Setembro de 2009. Este relatório, da responsabilidade do Observatório do QREN, visa responder em que
medida o QREN e os seus PO têm contribuído para o reforço da coesão económica e social da União Europeia e para o desenvolvimento harmonioso,
equilibrado e sustentável das suas regiões e dos seus territórios.

FICHA TÉCNICA
Título
Boletim Informativo QREN
Edição
Comissão Técnica de Coordenação do QREN
Data de Edição
Janeiro 2010
Design Gráfico
By
Fotografia
Krypton
Balcões Multiserviços – Operações apoiadas pelo PO Compete e PO Regionais do Continente
Registo ISBN
978-989-96035-0-9

Esta publicação é financiada pela União Europeia – Programa Operacional de Assistência Técnica ao QREN (FEDER)

2 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

SÍNTESE

Volume de pagamentos trimestral continua a Analisando a evolução do rácio entre o nível de pagamentos e a
programação, são visíveis na generalidade dos PO acréscimos
aumentar
relevantes no volume de pagamentos no 4º trimestre de 2009, com
Durante o 4º trimestre de 2009 foram pagos aos beneficiários do particular destaque para os PO Regionais e PO VT. No final de
QREN (a título de reembolso ou de adiantamentos) 484 M€ de 2009, este rácio registava valores acima da média do QREN – 10%
fundos (um acréscimo de 29% face ao trimestre anterior), o valor – no PO PH (16%), no PO FC (11%) e nos PO das Regiões
trimestral mais elevado registado até ao momento. Autónomas – PO Açores FEDER (20%), PO Açores FSE (14%), PO
Em final de Dezembro, o volume de pagamentos atingiu 2,1 mil Madeira FEDER (12%) e PO Madeira FSE (17%).
milhões de euros (dos quais mais de 1,5 mil milhões foram Evolução do rácio pagamentos/programado por Programa
Operacional
efectuados durante o ano de 20091). 20,0%
20%

4º trimestre de 2009 17%


Este volume de pagamentos QREN representa 27% dos fundos 16% 3º trimestre de 2009
1º semestre de 2009
comunitários contratados, 22%  dos fundos aprovados e 10% do
14%
Acumulado até Dez 2008
12%
QREN 11%
total de fundos disponíveis no QREN para executar até 2015. =
10,0%
9%

Evolução dos Pagamentos (Out 2008 a Dez 2009) 5%


4% 5% 5%
4%
Pagamentos (M€) 35% 7%
2 135 6%
4%
2 000 Pagamentos/Contratado (%) 3% 3% 3%
2%
30% 0,0% 1%
Pagamentos/Aprovado (%) 1 651 27%
PO PH PO FC PO VT PO Norte PO Centro PO PO Lisboa PO Algarve PO Açores PO Açores PO PO
Pagamentos/Programado (%) 25% Alentejo FEDER FSE Madeira Madeira
24% FEDER FSE
25%
1 500 22%
19% 20%
18% 20%
16%
16% Os pagamentos sob a forma de adiantamentos à realização de
1 000 13% 1 191
14% 15%
801 10,0%
despesa (modalidade complementar da forma mais tradicional de
10%

500
569
5,6%
7,7% 10%
reembolso de despesas realizadas e efectivamente pagas pelo
365 3,7%
1,7%
2,7% 5% promotor) representam uma parte relevante do volume total de
0 0% pagamentos, no essencial, fruto da concretização das medidas
Out‐ Nov‐ Dez‐ Jan‐ Fev‐ Mar‐ Abr‐ Mai‐ Jun‐ Jul‐09 Ago‐ Set‐ Out‐ Nov‐ Dez‐
08 08 08 09 09 09 09 09 09 09 09 09 09 09 adoptadas pelo Governo visando a injecção de liquidez nos agentes
(no quadro da resposta à crise). Esta relevância explica
inclusivamente que a taxa de reembolso (relação entre pagamentos
e despesa validada) seja superior a 100%, mais precisamente
108%. Os adiantamentos (certificáveis e não certificáveis, incluindo
1 Relembre-se que este volume de pagamentos QREN é cumulativo com o forte nestes últimos os pagamentos contra factura) representavam, no
volume de pagamentos de fundos comunitários registado nos últimos seis meses de
execução do QCA III, bem como com a execução do Fundo de Coesão II, que se final de Dezembro, cerca de 1/3 do volume total de pagamentos,
prolonga até 2010 (na ordem dos mil M€). Assim, durante o ano de 2009 o valor de
execução dos fundos comunitários integrados na Política de Coesão da UE (FSE, sendo que uma parte muito significativa respeitava a adiantamentos
FEDER e Fundo de Coesão) ascendeu a cerca de 2,5 mil M€.
não certificáveis, ou seja, suportados pela tesouraria nacional.

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 3


Contudo, no último semestre assistiu-se a uma redução da Evolução da taxa de execução por Programa Operacional

relevância dos adiantamentos no volume de pagamentos 4º trimestre de 2009 19,8%


3º trimestre de 2009
(representavam 41% em Junho de 2009), em contrapartida de uma 18,2%
1º semestre de 2009 16,5%

maior importância do processo mais tradicional de reembolso de 15,1%


Acumulado até Dez 2008

12,1%
despesas realizadas e efectivamente pagas pelo promotor. QREN
=
10,2%
10,0%
9,1%

Volume de despesa validada também continua a


6,8%
5,1% 3,8%
3,4% 3,1%
aumentar
2,8% 7,2%

3,3% 2,9% 2,1% 1,9% 1,9%


0,0% 0,2% 0,1% 0,1% 0,2% 0,5% 0,5%

O volume de despesa validada (fundo) aumentou 547 M€ durante o PO PH PO FC PO VT PO Norte PO Centro PO


Alentejo
PO Lisboa PO PO Açores PO Açores
Algarve FEDER FSE
PO
Madeira
PO
Madeira
FEDER FSE

4º trimestre de 2009 (o acréscimo trimestral mais elevado registado


até ao momento), atingindo-se, no final de Dezembro, um volume A análise dos graus de execução mais elevados ao nível de eixo
de despesa (fundo) validada de 1,9 mil M€. Este volume permite constatar que: i) o PO Açores FEDER apresenta 3 (dos 6)
representava 20,3% do total de fundos comunitários aprovados eixos com níveis de execução acima de 15%, registando o eixo 3
(taxa de realização) e 9,1% da dotação total de fundos prevista (melhorar as redes regionais de infra-estruturas de acessibilidades)
executar até 2015 (taxa de execução). Estas taxas aumentaram o nível de execução mais elevado de todo o QREN (48%); ii) o PO
3 p.p. e 2,5 p.p. respectivamente durante o 4º trimestre de 2009. PH apresenta 2 (dos 10) com níveis de execução acima dos 15%,
onde se destaca o eixo 4 (formação avançada) com uma taxa de
Evolução da taxa de execução
(despesa validada/programado) 15,2% execução de 39,8%; iii) o PO VT apresenta um nível de execução
15,0%
no eixo 5 (redes e equipamentos na R.A. Madeira) de 28,8%; e que
QREN
12,4%
12,5% FSE 29,2% do eixo 3 do PO FC (financiamento e partilha de risco da
FEDER
9,1%
inovação) também já está executado.
10,0% FC
9,0%
Eixos prioritários com taxas de execução acima dos 15% em Dezembro 2009
7,5% 6,6% 6,8%
PO Taxa de Execução
4,6%
4,8% 4,3%
5,0% 5,3% PO Açores FEDER - Eixo 3 - Melhorar as redes regionais de infra-
48,0%
3,3% 2,7% estruturas de acessibilidades
2,5% 2,8%
2,5% 1,9% 3,0% PO PH - Eixo 4 - Formação avançada 39,8%
1,1%
2,2% 2,3%
1,5% PO Açores FEDER - Eixo 5 - Compensar os sobrecustos da
0,6% 0,4% 30,1%
0,0% ultraperificidade
Out-08 Nov-08 Dez-08 Jan-09 Fev-09 Mar-09 Abr-09 Mai-09 Jun-09 Jul-09 Ago-09 Set-09 Out-09 Nov-09 Dez-09
PO FC - Eixo 3 - Financiamento e Partilha de Risco da Inovação 29,2%

PO VT - Eixo 5 - Redes e Equipamentos Estruturantes da Região


28,8%
Ao nível dos PO, destaque para o PO Açores FEDER com uma Autónoma da Madeira (FC)

PO Madeira FSE - Eixo 2 - Emprego e Coesão social 28,7%


taxa de execução de 19,8% e uma taxa de realização de 50,7%,
PO PH - Eixo 8 - Algarve 26,8%
para o PO Madeira FSE com uma taxa de execução de 16,5% e
PO Açores FEDER - Eixo 2 - Qualificar e integrar a sociedade açoriana 19,1%
uma taxa de realização de 28,6% e ainda para o PO PH com uma
PO Madeira FEDER - Eixo 4 - Coesão territorial e governação 16,9%
taxa de execução de 15,1% e uma taxa de realização de 30,1%. De
PO Madeira FEDER - Eixo 3 - Competitividade da base económica
15,8%
sublinhar, ainda, o acréscimo na taxa de execução do PO Açores regional
PO FC - Eixo 2 - Inovação e Renovação do Modelo Empresarial e do
15,8%
FEDER e do Madeira FEDER ocorrido no 4º trimestre, de cerca de Padrão de Especialização

5 p.p..

4 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

Em 31 de Dezembro de 2009, 45% das verbas do Os PO com maior nível de compromisso - acima da média QREN -
são o PO Lisboa (65%), o PO Madeira FSE (58%), o PO FC (52%),
QREN 2007-2013 estavam comprometidas…
o POPH (50,3%) e o PO Açores FSE (49,8%). De registar ainda o
No final de 2009, 45% das verbas do QREN estavam forte acréscimo neste indicador, no 4º trimestre de 2009, no PO VT
comprometidas para financiamento dos projectos aprovados nos (14,8 p.p.), essencialmente fruto da aprovação do primeiro projecto
diversos PO, mais 7 p.p. que no final de Setembro de 2009. da rede ferroviária de alta velocidade respeitante ao troço Poceirão
– Évora (352 M€ de fundo de coesão para um investimento total de
Evolução da taxa de compromisso
(aprovado/programado) 633 M€), e de novas aprovações no âmbito da modernização do
50%
50% QREN parque escolar do ensino secundário (+223 M€ de FEDER).
45%
FSE 46%
FEDER
Destaque também para a evolução da taxa de compromisso no PO
39% 45%
40% FC
33%
36%
38%
Madeira FEDER (18,1 p.p), devido a novas aprovações no âmbito
30% 31% 31%
30% 31%
31%
de acções colectivas (+22M€ de FEDER), infra-estruturas escolares
24%
20% 23% (+15,2M€) e ciclo urbano da água - sistemas em baixa (+10,4M€).
20% 17%
18% 16% 18%
14% Evolução da taxa de compromisso por Programa Operacional
10%
4º trimestre de 2009
65%
2% 3º trimestre de 2009
1% 4%
1º semestre de 2009 58%
0% 52%
50% Acumulado até Dez 2008
QREN 50%
Out‐ Nov‐ Dez‐ Jan‐ Fev‐ Mar‐ Abr‐ Mai‐ Jun‐ Jul‐09 Ago‐ Set‐ Out‐ Nov‐ Dez‐ = 45%
08 08 08 09 09 09 09 09 09 09 09 09 09 09 45,0% 42% 42%
39% 39%
33%

No final do 3º ano de programação do QREN a proporção dos 24%

compromissos superava em 3 p.p. a proporção da programação 31%


35%
26% 29%
24%
indicativa 2007-2009. Esta comparação apresentava algumas 17% 15% 17%
10%
9% 9%
5%
diferenças entre PO, como demonstrado pela figura seguinte. De 0,0%
PO PH PO FC PO VT PO Norte PO Centro PO Alentejo PO Lisboa PO Algarve PO Açores PO Açores PO Madeira PO Madeira
FEDER FSE FEDER FSE

notar que as maiores discrepâncias entre as taxas de compromisso


e a proporção da programação indicativa se concentram em PO
A análise dos graus de compromisso mais elevados ao nível de
com uma reduzida dimensão financeira.
eixo permite salientar os seguintes aspectos: i) em 4 eixos (Coesão
Taxa compromisso (31.12.2009) e proporção da programação social no PO Lisboa, Inovação e renovação do modelo empresarial
indicativa 2007-2009

% da programação
2007-2009
Taxa de compromisso
2007-2013
e do padrão de especialização no PO FC, Desenvolvimento das
80%

70% cidades e dos sistemas urbanos no PO Centro e eixo Algarve no


60%
PO PH) já estão comprometidos cerca de 80% ou mais das verbas
50%
disponíveis para o período 2007-2013; e ii) vários eixos (14) dos
40%

30%
PO registam já níveis de compromisso acima dos 60%:
20%

10%

0%
QREN PO PH PO FC PO VT PO Norte PO PO PO PO PO PO PO PO PO AT PO AT
Centro Alentejo Lisboa Algarve Açores Açores Madeira Madeira FEDER FSE
FEDER FSE FEDER FSE

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 5


Eixos prioritários com taxas de compromisso acima dos 60% em Dezembro 2009 Grandes projectos notificados à Comissão Europeia
PO Taxa de Compromisso Até final de Dezembro de 2009, foram notificados à Comissão Europeia
PO Lisboa - Eixo 3 - Coesão Social 92,9% (CE) 13 grandes projectos (6 dos quais notificados no 2º semestre de
PO FC - Eixo 2 - Inovação e Renovação do Modelo Empresarial e do 2009):
84,3%
Padrão de Especialização
 sete relativos a projectos de investimento produtivo a co-financiar
PO PH - Eixo 8 - Algarve 80,2%
pelo PO FC (duas unidades fabris da fileira da madeira, uma da
PO Centro - Eixo 2 - Desenvolvimento das Cidades e dos Sistemas
79,9%
Urbanos fileira metálica, e quatro no ramo da química industrial);
PO VT - Eixo 9 - Desenvolvimento do Sistema Urbano Nacional
(FEDER)
79,3%  cinco relativos a projectos de infra-estruturas a co-financiar pelo PO
PO Madeira FEDER - Eixo 4 - Coesão territorial e governação 68,1% VT (um no domínio do tratamento e valorização de resíduos sólidos
PO Madeira FEDER - Eixo 3 - Competitividade da base económica urbanos no Litoral Centro, dois no domínio dos sistemas de
66,2%
regional
saneamento das águas residuais – no Ave e na Península de
PO VT - Eixo 8 - Infra-estruturas Nacionais para a Valorização de
66,1% Setúbal; um no domínio da rodovia, destinado a completar um
Resíduos Sólidos Urbanos (FEDER)

PO PH - Eixo 9 - Lisboa 65,8% importante nó viário na Grande Lisboa (CRIL) e outro no domínio da
ferrovia, relativo à ligação ferroviária Sines-Elvas);
PO Lisboa - Eixo 2 - Valorização Territorial 64,9%

PO VT - Eixo 4 - Redes e Equipamentos Estruturantes da Região  e, ainda, um relativo à construção do Novo Hospital Pediátrico em
64,4%
Autónoma dos Açores (FC) Coimbra, a apoiar no âmbito do PO Centro;
PO Açores FEDER - Eixo 3 - Melhorar as redes regionais de infra-
63,9%
estruturas de acessibilidades Os treze projectos notificados apresentam um investimento total previsto
PO Alentejo - Eixo 2 - Desenvolvimento urbano 63,2% de 2.633 M€ ao qual está associada uma comparticipação de FEDER e
PO Madeira FSE - Eixo 1 - Educação e formação 60,0% Fundo de Coesão da ordem dos 650 M€.
À data de 31 de Dezembro, estavam decididos favoravelmente pela CE
As maiores variações do grau de compromisso no 4º trimestre de cinco dos grandes projectos notificados:

2009 por eixo prioritário (acima dos 20 p.p.), encontram-se em três (i) três apoiados pelo PO FC - o projecto relativo à criação de uma
unidade fabril em Paços de Ferreira, da empresa SWEDWOOD Portugal,
eixos do PO VT - Desenvolvimento do sistema urbano nacional
com um custo total previsto de 134,5 M€, um FEDER de 29 M€; o projecto
(28,6 p.p.), Investimentos estruturantes do empreendimento de fins relativo à expansão da unidade fabril de pasta para papel na Figueira da
múltiplos de Alqueva (27,7 p.p.) e Redes e equipamentos Foz, da empresa CELBI, Celulose da Beira Industrial, com um custo total
estruturantes nacionais de transportes (22,6 p.p.) -, e nos eixos previsto de 320 M€, um FEDER de 51,6 M€; e o projecto de expansão da
matéria-prima da fileira de poliuretanos em Estarreja, da CUF, com um
Valorização territorial (27,8 p.p.) do PO Lisboa, Desenvolvimento
custo total previsto de 125 M€, um FEDER de 25 M€;
urbano (26,9 p.p.) do PO Alentejo e Desenvolvimento sustentável
(ii) um projecto apoiado pelo PO VT – o projecto de tratamento,
(25,5 p.p.) do PO Madeira FEDER. valorização e destino final dos RSU do Sistema Multimunicipal do Litoral
Centro, da ERSUC - Resíduos Sólidos do Centro, S.A., com um custo
De forma complementar a estes níveis de compromisso (directo)
total previsto de 138 M€, um financiamento FEDER de 80 M€;
deverão ainda ser tidos em conta os compromissos indirectos (iii) o projecto do PO Centro relativo ao Novo Hospital Pediátrico de
assumidos pelos PO no âmbito de subvenções globais para o Coimbra, com um custo total previsto de 104 M€, um financiamento
período QREN, uma parte significativa das quais não se encontra FEDER de 42,4 M€.

ainda traduzida em operações aprovadas, pelo que não é reflectida


na taxa de compromisso (directo).

6 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

As subvenções globais estabelecidas entre as Autoridades de associada às candidaturas aprovadas é de 13.172 M€,
Gestão dos PO Regionais e as Associações de Municípios representando um acréscimo de 18,5% face a Setembro.
constituem um dos melhores exemplos da relevância do
Este acréscimo de aprovações durante o 4º trimestre, avaliado pelo
compromisso indirecto, quer pelo volume financeiro da
fundo comunitário aprovado, concentra-se no PO VT (+689 M€,
contratualização (1,461 mil M€ de FEDER2), quer pelo facto de
equivalente a um acréscimo de 62%), no PO PH (+312 M€,
cobrirem todo o território do Continente3. De salientar o reforço
representando um acréscimo de 11%), no PO Centro (+103 M€,
financeiro na ordem de 55 M€ atribuído no âmbito do PO Norte e do
com um acréscimo de 17%), e no PO FC (+137 M€, equivalente a
PO Centro com Associações de Municípios para efeitos de
um acréscimo de 9%).
financiamento, sobretudo de intervenções no parque escolar.
Até 31 de Dezembro de 2009, foram submetidas mais de 54 mil
Ao nível dos compromissos indirectos destaque ainda para o
candidaturas ao conjunto dos PO do QREN, com um volume de
reconhecimento formal, em Julho de 2009, de Estratégias de
investimento previsto na ordem dos 52 mil M€. As candidaturas
Eficiência Colectiva (EEC) – 11 Pólos de Competitividade e
submetidas durante o ano de 2009 (27.670) representaram um
Tecnologia, 8 Clusters e 25 PROVERE (Programas de Valorização
acréscimo de 102% face ao final de 2008 (27.185). Este aumento
Económica de Recursos Endógenos) –, que irão mobilizar um
concentrou-se fortemente no PO PH, com 15.802 candidaturas
investimento elegível na ordem de 1,2 mil M€ apenas nos projectos
apresentadas em 2009 (57% do total), das quais assumem maior
âncora, ao que acresce o investimento decorrente dos projectos
expressão, em termos de fundo envolvido, as associadas a
complementares.
períodos de candidatura inseridos nos eixos qualificação inicial e
…em resultado de um volume de aprovações de adaptabilidade e aprendizagem ao longo da vida.

mais de 20 mil candidaturas e 9,6 mil M€ de fundos …concentrados sobretudo nas áreas da qualificação
comunitários… e educação e dos apoios a empresas …
Até final de Dezembro, foram aprovadas 20.392 candidaturas, o
As operações aprovadas até ao final 2009 concentram-se
que representa um acréscimo de 13% em relação a Setembro. Este
fortemente nas áreas da agenda temática Potencial Humano, que
volume de candidaturas aprovadas implica um investimento total de
representa 43% do volume total de aprovações no âmbito do QREN
18.916 M€ e uma comparticipação de fundos comunitários prevista
até ao final de Dezembro. Nesta agenda temática destacam-se as
de 9.628 M€ (mais 18% face ao mesmo período). A despesa
áreas de qualificação de dupla certificação de adultos
pública (fundos comunitários mais contrapartida pública nacional)
(aprendizagem ao longo da vida com 30%) e de jovens
(qualificação inicial com 26%) integradas na Iniciativa Novas
Oportunidades, co-financiadas pelo FSE, bem como a forte aposta
2 Os 22 contratos de delegação de competências com subvenção global entre as
Autoridades de Gestão dos PO Regionais das regiões convergência do Continente e na melhoria das infra-estruturas da rede escolar4 (22%),
as associações de municípios, para todo o período do QREN, representam 28% da
dotação FEDER total dos PO em causa, repartindo-se da seguinte forma: PO Norte co-financiadas pelo FEDER.5
696 M€ (26% do PO), PO Centro 510 M€ (30% do PO) e PO Alentejo 256 M€ (29%
do PO).
3 Em 2009 foram também celebrados contratos de delegação de competências das

Autoridades de Gestão dos PO Lisboa e Algarve na Área Metropolitana de Lisboa e 4Estas infra-estruturas englobam centros escolares de 1.º ciclo do ensino básico e
na Comunidade Intermunicipal do Algarve, respectivamente, embora sem subvenção de educação pré-escolar, promovidos pelos municípios, modernização do parque
global. escolar do ensino secundário, promovida pela Parque Escolar, E.P.E., e

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 7


Comparativamente ao final de 2008, é de relevar a agenda para a No âmbito da agenda temática Valorização do Território (29% do
Valorização do Território cuja representatividade, no total das total dos fundos aprovados no QREN), tem maior peso a
aprovações do QREN, passou de 13% para 29%. Dentro desta implementação da Política de Cidades – POLIS XXI (33% do
agenda assume destaque o acréscimo nos domínios de intervenção FEDER e FC aprovado), que engloba a implementação dos
da política de cidades (+19 p.p.) e das acessibilidades e mobilidade programas de acção das parcerias para a regeneração urbana e os
(+8 p.p.). programas estratégicos das redes urbanas para a competitividade e
inovação (ambos nos POR), bem como o apoio a acções
5
Fundo aprovado por Agenda Temática  (31.Dezembro.2009) inovadoras para o desenvolvimento urbano (PO VT). O maior

Factores de  Valorização do  Potencial  destaque regista-se na área das acessibilidades e mobilidade com
Competitividade Território Humano
27% 29% 43% 30%. Salienta-se ainda para as aprovações na área do ambiente
com 20% do total dos apoios no âmbito desta agenda. Neste

Outros 14%
Outros 5% domínio, assumem especial relevância as intervenções relativas ao
Equipamentos  Outros 22%
Eng. Financeira 7%
Custos Públ. 
para a Coesão 12%
Protecção e 
ciclo urbano da água, ao tratamento e gestão de resíduos e às
Contexto 9% Valorização do 
Ambiente 20%
Infra‐estruturas da 
Rede Escolar 22%
acções de defesa e valorização do litoral.

Inovação e 
Acessibilidades e 
Mobilidade 30% Qualificação Inicial  90% dos fundos aprovados estão concentrados nas
26%
Renovação do 
Modelo 
empresarial 70%
regiões convergência
Adaptabilidade e 
Política das 
Aprendizagem ao 
Cidades 33%
Longo da Vida 30% 90% dos fundos comunitários aprovados, correspondendo a 88%
das candidaturas, concentram-se nas regiões convergência (Norte,
Factores de Competitividade Valorização do Território Potencial Humano
Centro, Alentejo e Açores). Face ao trimestre anterior regista-se um
Na agenda temática Factores de Competitividade (27% do total dos aumento do peso relativo da região do Alentejo, que deriva
fundos aprovados no QREN) verifica-se uma concentração sobretudo, da aprovação do troço Poceirão-Évora da rede de alta
relevante das aprovações na área da inovação e renovação do velocidade.
modelo empresarial, que inclui os sistemas de incentivos às
Distribuição dos fundos comunitários aprovados
empresas. Nos sistemas de incentivos do continente (POR e PO por Região (31.Dezembro.2009)
FC), foram aprovadas até final de Dezembro 3.509 candidaturas, Lisboa
Alentejo
5% Algarve
correspondendo a 1,7 mil M€ de incentivo (FEDER) e a 4,9 mil M€ 16%
1%

de investimento elegível. O Sistema de Incentivos à Inovação Açores


5%
assume maior expressão, cerca de 1,3 mil M€ de fundo aprovado, Centro Madeira
25% 3%
face aos Sistemas de Incentivos à I&DT e às PME, nos quais o Multi‐Reg Conv
6%
volume de incentivos atribuído foi em ambos da ordem dos 234 M€.
Não Region.
1%

requalificação dos 2º e 3º ciclo do ensino básico, promovida por municípios e


Direcções Regionais de Educação.
Norte
5 Nesta figura não foram considerados os fundos aprovados no âmbito da 38%
Assistência Técnica.

8 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

Analisando as intensidades regionais de apoio inerente ao volume Intensidades de apoio inerentes aos fundos QREN
de aprovações registado até ao final do 4º trimestre de 2009, aprovados até 31.Dezembro.2009
euros/km2
denota-se desde logo o reduzido valor das capitações de fundos Acréscimo 4º trimestre
Acumulado 3º trimestre
aprovados nas regiões do Continente que estão fora do objectivo
209.080

convergência (Lisboa e Algarve, este último em regime de


phasing out), fruto da menor expressão financeira dos respectivos Port. 
Dez
=
envelopes resultantes da definição comunitária dos mesmos para o 104.540

período 2007-2013.

Os Açores, no contexto das regiões convergência, registam o valor


0
mais elevado no que respeita à intensidade de apoio inerente ao Norte Centro Alentejo Lisboa Algarve Açores Madeira

volume de aprovações, com a diferença face às restantes a ser


atenuada quando se relativiza por área (em vez de pela Aprofundando a distribuição regional de cada um dos PO
população). Contudo, nenhum destes denominadores – população Temáticos nas regiões convergência do Continente, através da
e área – capta a questão específica associada à necessidade de relativização desses apoios: pela população, no caso do PO PH,
um maior volume de investimento público nesta região, que deriva pelo número de empresas existentes na região, no caso do PO FC,
da configuração do arquipélago (e.g. transporte inter-ilhas e e por área, no caso do PO VT, conclui-se que: i) as intensidades de
garantia de níveis de serviço à população independente da apoio regional do PO PH não registam diferenças significativas
dimensão da procura). (entre os 383 €/habitante no Centro e os 439 €/habitante no
De entre as regiões convergência do Continente, o Alentejo regista Alentejo); ii) o Alentejo surge com uma intensidade de apoio no
o maior volume de fundos aprovados per capita, mas este resultado âmbito do PO FC significativamente superior à das restantes, o que
deriva sobretudo das especificidades do investimento público decorre da aprovação de alguns grandes projectos de investimento
associado a regiões com padrão de povoamento difuso, tal como de inovação produtiva numa região com uma fraca densidade
espelha a inversão de posições quando se analisa o rácio de empresarial (factor que também explica o forte acréscimo registado
aprovações por área. no último trimestre de 2009); iii) a região Norte surge com o valor
mais elevado na relativização dos apoios aprovados do PO VT pela
Intensidades de apoio inerentes aos fundos QREN
aprovados até 31.Dezembro.2009
área da região, sendo o forte acréscimo do Alentejo no 4º trimestre
euros/habitante
Acréscimo 4º trimestre
de 2009 explicado pela aprovação do troço Poceirão-Évora da rede
Acumulado 3º trimestre
1.812 de alta velocidade.

Port.
Dez
=
906

0
Norte Centro Alentejo Lisboa Algarve Açores Madeira

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 9


Intensidades de apoio nas regiões convergência Aprovações ao abrigo do mecanismo de efeitos de difusão (“spill-
do Continente inerentes aos fundos aprovados over effect”)
nos PO Temáticos até 31.Dezembro.2009
No âmbito do QREN, a territorialização dos investimentos apoiados é
Norte Centro Alentejo
efectuada, em regra, em função da localização física dos investimentos
Acréscimo 4º Trimestre
materiais ou, no caso dos investimentos imateriais, da localização da
4.000
entidade beneficiária.
3.500 25.000
Em casos excepcionais em que os destinatários que usufruem das
400
intervenções estão geograficamente dissociados da localização dos
3.000 investimentos e dos seus promotores, estão previstos no QREN critérios
20.000
distintos de territorialização das intervenções. Entre eles, incluem-se as
300 2.500
regras de territorialização das operações com relevante efeito de difusão
15.000 (“spill-over effect”), que se aplicam exclusivamente às seguintes
2.000
tipologias:
200
1.500
10.000
- Apoio a consórcios de I&DT entre empresas e entidades do Sistema
Científico e Tecnológico (eixo 1 do PO FC);
1.000
100 - Administração pública eficiente e de qualidade (eixo 4 do PO FC);
5.000
500 - Formações estratégicas para a gestão e inovação na administração
pública (eixo 3 do PO PH).
0 0 0
PO PH PO FC PO VT Para além de se cingirem a estas tipologias, estas regras definem ainda
euros/habitante euros/empresa euros/km2
restrições adicionais, quer ao nível da participação obrigatória de
Para além das aprovações cujo investimento é directamente empresas das regiões convergência nos consórcios de I&DT, quer ao
imputável a cada uma das regiões convergência, há ainda nível do montante do investimento elegível no caso das operações
relativas à administração pública (apenas se considera elegível a
investimento aprovado que não se encontra afecto exclusivamente
percentagem do custo total do projecto que corresponde à proporção da
a uma destas regiões, sendo, deste modo, classificado como multi- população residente nas regiões convergência).
regional convergência ou não regionalizado, representando 6% do Até ao final de Dezembro, as operações aprovadas com relevante efeito
montante total aprovado até Dezembro de 2009. de difusão representavam, nestes dois Programas:
- 142,6 M€ de FEDER comprometido no PO FC, o que corresponde a
Exemplos de tipologias de projectos nesta situação nos 3 PO 4,6% da dotação total do PO e a 8,8% do volume de FEDER aprovado até
Temáticos, para além das operações associadas à Assistência esta data;
Técnica dos próprios PO, são: no PO PH, as bolsas de - 5,6 M€ de FSE comprometido no PO PH, o que corresponde a 0,1% da
dotação total do PO e a 0,2% do volume de FSE aprovado até 31 de
doutoramento em instituições estrangeiras no âmbito da formação
Dezembro.
avançada (eixo 4) ou o programa de estágios internacionais de
jovens quadros no âmbito do INOV Contacto (eixo 5); no PO FC,
projectos que abrangem duas ou mais regiões convergência no
âmbito dos sistemas de incentivos a empresas (eixo 1 e 2), do
sistema de apoio à modernização administrativa (eixo 4) ou do
sistema de apoio a acções colectivas (Eixo 5); e no PO VT, o
projecto de equipamentos terminais de comunicação de tecnologia
digital TETRA do SIRESP.

10 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

Fundo a concurso aumenta 4% no quarto trimestre Estes 597 M€ representam 41% do total de fundos que compõem
as respectivas subvenções globais para o período 2007-2013. A
de 2009…
proporção foi mais elevada na região Alentejo (56%), seguida da
O fundo a concurso aumentou 4% (384 M€) no 4º trimestre de região Centro (43%) e da região Norte (34%).
2009, atingindo 10,3 mil M€ de FEDER e FC, ou seja, 76% da
A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Pinhal Interior Norte
dotação de fundo comunitário dos respectivos PO6. Este valor não
registou a maior proporção da respectiva subvenção global
contempla os períodos de candidatura no âmbito dos PO co-
colocada a concurso (107%, 29 M€) fruto da disponibilização em
financiados pelo FSE, quer no Continente, quer nas Regiões
novos concursos de montantes não comprometidos em concursos
Autónomas, nem os períodos de candidatura no âmbito dos PO das
encerrados. Também de destacar neste indicador a Associação de
Regiões Autónomas co-financiados pelo FEDER, uma vez que
Municípios do Distrito de Évora, com 87% (50 M€) do fundo
nestes casos a modalidade de acesso não implica a definição
contratualizado a concurso, e a CIM Comurbeiras, que abrange a
prévia de valores indicativos de fundo a disponibilizar em cada um
Beira Interior Norte e a Cova da Beira, com 63% (26 M€). Em
dos períodos.
termos absolutos, a maior dotação foi disponibilizada pela Área
Todas as tipologias previstas no QREN (avaliando pelos Metropolitana do Porto, com 76 M€ a concurso (46% da respectiva
regulamentos específicos existentes) foram objecto de subvenção global). De todas as Associações de Municípios que
concurso/período de candidatura ou englobadas em subvenções gerem subvenções globais, apenas a CIM da Beira Interior Sul
globais com organismos intermédios. ainda não abriu concursos.

…com 64% da dotação dos PO Regionais do FEDER colocado a concurso em relação ao total contratualizado
(31.Dezembro.2009)
Continente a concurso, incluindo 41% das verbas 107%

87%

contratualizadas com Associações de Municípios 82%


63%
55% 55% 49%
Média 50%
No final de Dezembro, a dotação de fundo a concurso nos PO =
46% 47%
35% 31%
44%
39% 40%
41% 34% 33% 30% 32%
26%
Regionais do Continente superava os 3,7 mil M€ representando 25%
11%
0%
64% da dotação global de fundo programado para estes PO. Para 0%
Douro

Grande Porto / Douro Vouga

Serra da  Estrela
Minho‐Lima
Ave

Oeste

Baixo Alentejo

Lezíria do Tejo
Tâmega

Dão‐Lafões

Pinhal Litoral

Alentejo Central
Beira Interior Sul

Alentejo Litoral
Baixo Mondego
Alto Trás‐os‐Montes

Baixo Vouga

Beira Int.  Norte / Cova Beira

Alto Alentejo
Médio Tejo / Pinhal Int. Sul
Cávado

Pinhal Interior Norte

tal muito contribuíram os 230 concursos lançados pelas


Associações de Municípios com uma dotação global de fundo a
concurso de 597 M€ (16% do total da dotação dos PO Regionais a
Norte Centro Alentejo
concurso). Estes concursos enquadram-se no âmbito das
subvenções globais estabelecidas com os PO Regionais da Fazendo uma análise global por tipologia, constata-se que mais de
Convergência Norte, Centro e Alentejo. ¾ das verbas FEDER contratualizadas com as Associações de
Municípios a concurso se concentram nas seguintes áreas:
mobilidade territorial (35%); requalificação da rede escolar (18%);
6Até Dezembro de 2009 o PO VT já tinha colocado a concurso verbas superiores à
dotação financeira programada, fruto da disponibilização em novos concursos de ciclo urbano da água (12%); áreas de acolhimento empresarial e
montantes não comprometidos em concursos encerrados (o que aconteceu, por
exemplo, no âmbito dos concursos da rede estruturante de abastecimento de água e logística (10%); e equipamentos para a coesão local (9%).
saneamento).
Em termos de aprovações, as Associações de Municípios já
aprovaram no seu conjunto 213 candidaturas com um investimento
total de 266 M€, correspondendo a 154 M€ de fundo associado

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 11


(equivalente a 26% do fundo colocado a concurso e a 11% do
montante total das respectivas subvenções globais).

Em termos de repartição pelas regiões, o PO Norte aprovou 134


candidaturas, com um investimento total de 166 M€ e 101 M€ de
fundo, o PO Centro aprovou 50 candidaturas com um investimento
total de 71 M€ e 36 M€ de fundo, e o PO Alentejo aprovou 29
candidaturas, associadas a um investimento total de 29 M€ e 17 M€
de fundo.

Em regra, os tempos médios de decisão efectivos


são superiores aos previstos, apesar dos desvios
não serem significativos

De realçar que apenas o PO Lisboa e os PO Madeira FEDER e


FSE decidiram, até final de Dezembro de 2009, em prazos médios
inferiores aos previstos. Os desvios mais significativos registam-se
no PO PH (ao que não é alheio o volume de candidaturas) e nos
PO Norte e Centro, com desvios superiores a 30 dias.

Tempos médios de decisão por Programa


Operacional (31.Dezembro.2009)
[Os símbolos do prazo efectivo são proporcionais ao número de
candidaturas aprovadas]

113 112
103 103
98 97
89 90 90
87
82 81 82 80
75 77
69
60 60
Nº dias previsto 48

Nº dias efectivo

PO PH PO FC PO VT PO PO PO PO PO PO PO PO PO
Norte Centro Alentejo Lisboa Algarve Açores Açores Madeira Madeira
FEDER FSE FEDER FSE

12 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

INFORMAÇÃO

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 13


Processo de Selecção

Total de concursos/períodos de Concursos/períodos de Concursos/períodos de candidatura Tempos médios de


candidatura candidatura em aberto encerrados decisão*
Dotação de
Fundo Fundo
Fundo Fundo comunitário a Dos quais,
comunitário a comunitário a Previsto efectivo
PO concurso Decididos
concurso concurso
Nº Nº Nº
% da
mil euros mil euros Dotação de mil euros mil euros Nº dias dias
Fundo

QREN 21.411.561 1.176 10.275.372 n.a. 132 2.739.023 1.044 7.536.349 654 n.a. n.a.

PO Temáticos 13.879.721 265 6.566.616 n.a. 37 2.475.500 228 4.091.116 159 103 123

PO Potencial Humano 6.117.388 110 n.a. n.a. 2 n.a 108 n.a 83 60 103

PO Factores de Competitividade 3.103.789 124 1.681.616 54% 29 160.000 95 1.521.616 59 87 103

PO Valorização do Território 4.658.544 31 4.885.000 105% 6 2.315.500 25 2.569.500 17 161 163

PO Regionais do Continente 5.763.853 774 3.708.756 64% 57 263.523 717 3.445.233 414 77 100

PO Norte 2.711.645 198 1.626.807 60% 19 167.723 179 1.459.084 99 82 113

PO Centro 1.701.633 239 1.195.108 70% 7 37.000 232 1.158.108 107 75 112

PO Alentejo 868.934 182 567.375 65% 19 43.900 163 523.475 88 77 98

PO Lisboa 306.689 62 230.643 75% 4 5.000 58 225.643 51 82 81

PO Algarve 174.952 93 88.824 51% 8 9.900 85 78.924 69 69 97

PO Regiões Autónomas 1.601.898 132 n.a. n.a. 33 n.a. 99 n.a. 81 n.a. n.a.

PO Açores - FEDER 966.349 6 n.a. n.a. 6 n.a. n.a. n.a. n.a. n.d. n.d.

PO Açores - FSE 190.000 61 n.a n.a 0 n.a 61 n.a 44 60 89

PO Madeira - FEDER 320.549 27 n.a. n.a. 27 n.a. n.a. n.a. n.a. 90 48

PO Madeira - FSE 125.000 38 n.a n.a 0 n.a 38 n.a 37 90 80

PO de Assistência Técnica 166.088 5 0 n.a. 5 0 0 0 0 50 50

POAT FEDER 86.088 5 0 0% 5 0 0 0 0 40 8

POAT FSE 80.000 n.a n.a n.a n.a n.a n.a n.a n.a. 60 92

* No caso específico do PO ATFSE o tempo médio de decisão tem em conta que a comunicação da decisão aos beneficiários é feita após homologação da tutela.

14 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

Candidaturas apresentadas Candidaturas aprovadas

Investimento / Investimento / Investimento /


Investimento / Investimento /
custo total custo médio por Despesa Pública Fundo Comunitário custo médio por
PO custo total custo elegível
previsto candidatura candidatura
Nº Nº

mil euros mil euros mil euros mil euros mil euros mil euros mil euros

QREN 54 855 52 330 444 954 20 392 18 917 849 16 795 019 13 172 322 9 628 512 928

PO Temáticos 42 172 38 154 684 905 15 039 12 949 530 11 907 411 8 766 268 6 503 677 861

PO Potencial Humano 34 665 18 303 336 528 12 796 4 651 715 4 651 715 4 452 086 3 075 103 364

PO Factores de Competitividade 6 604 12 236 636 1 853 1 967 5 366 914 4 684 050 1 879 816 1 626 161 2 728

PO Valorização do Território 903 7 614 713 8 433 276 2 930 901 2 571 647 2 434 366 1 802 413 10 619

PO Regionais do Continente 10 340 12 638 573 1 222 3 973 4 926 840 3 946 552 3 475 619 2 385 936 1 240

PO Norte 4 985 4 651 131 933 1 851 2 050 869 1 742 248 1 563 139 1 146 340 1 108

PO Centro 2 923 4 470 656 1 529 1 223 1 491 330 1 176 750 1 032 618 710 010 1 219

PO Alentejo 1 019 1 261 394 1 238 430 549 127 464 664 421 524 289 988 1 277

PO Lisboa 1 078 1 846 353 1 713 357 665 015 449 274 384 211 198 417 1 863

PO Algarve 335 409 039 1 221 112 170 499 113 616 74 127 41 181 1 522

PO Regiões Autónomas 2 183 1 455 628 667 1 268 983 935 883 734 873 118 690 180 776

PO Açores - FEDER 543 652 360 1 201 408 472 767 472 767 472 767 378 116 1 159

PO Açores - FSE 582 173 265 298 337 111 703 111 703 111 230 94 550 331

PO Madeira - FEDER 203 445 140 2 193 109 307 991 207 789 199 293 145 599 2 826

PO Madeira - FSE 855 184 865 216 414 91 475 91 475 89 829 71 915 221

PO de Assistência Técnica 160 81 558 510 112 57 544 57 322 57 316 48 719 514

POAT FEDER 10 8 265 826 9 7 304 7 082 7 082 6 020 812

POAT FSE 150 73 294 489 103 50 240 50 240 50 234 42 699 488

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 15


Contratos/termos de
Taxa de admissibilidade Taxa de aprovação bruta Taxa de aprovação líquida Taxa de contratação
aceitação assinados

Investimento / Investimento / Investimento / Fundo Fundo


Candidaturas Candidaturas Candidaturas Candidaturas
PO custo total custo total custo total comunitário Comunitário

% % % % % % mil euros % %

QREN 85% 89% 58% 64% 75% 84% 17 372 7 693 794 85% 80%

PO Temáticos 81% 89% 46% 60% 70% 83% 12 997 5 043 080 86% 78%

PO Potencial Humano 97% 98% 43% 29% 60% 62% 11 621 2 756 385 91% 90%

PO Factores de Competitividade 93% 92% 49% 80% 53% 88% 1 171 1 260 770 60% 78%

PO Valorização do Território 52% 76% 47% 71% 97% 100% 205 1 025 925 74% 57%

PO Regionais do Continente 73% 76% 50% 53% 73% 82% 3 095 1 948 186 78% 82%

PO Norte 77% 82% 56% 60% 78% 82% 1 463 967 054 79% 84%

PO Centro 79% 82% 54% 56% 75% 72% 882 539 764 72% 76%

PO Alentejo 76% 88% 54% 54% 80% 74% 342 262 322 80% 90%

PO Lisboa 73% 69% 39% 41% 54% 91% 323 155 522 90% 78%

PO Algarve 59% 59% 45% 54% 76% 93% 85 23 524 76% 57%

PO Regiões Autónomas 97% 99% 59% 69% 74% 85% 1 168 653 808 92% 95%

PO Açores - FEDER 96% 98% 77% 81% 98% 99% 408 378 116 100% 125%

PO Açores - FSE 98% 100% 59% 77% 75% 89% 258 83 224 77% 88%

PO Madeira - FEDER 96% 99% 54% 69% 75% 87% 91 121 467 83% 83%

PO Madeira - FSE 99% 99% 49% 50% 50% 67% 411 71 001 99% 99%

PO de Assistência Técnica 99% 99% 91% 85% 87% 87% 112 48 719 100% 100%

POAT FEDER 100% 100% 113% 100% 100% 100% 9 6 020 100% 100%

POAT FSE 98% 98% 69% 70% 74% 74% 103 42 699 100% 100%

16 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

Candidaturas apresentadas Candidaturas aprovadas

Investimento/ Investimento/
NUTS II Investimento/ Fundo
% em custo total % em % em % em custo % em % em
Nº Nº custo total comunitário
coluna previsto coluna coluna coluna elegível coluna coluna
(mil euros) (mil euros) (mil euros) (mil euros)

QREN 54 855 100% 52 330 444 100% 20 392 100% 18 917 849 100% 16 795 019 100% 9 628 512 100%

Norte 22 611 41% 17 796 573 34% 8 342 41% 6 473 193 34% 5 875 323 35% 3 699 952 38%

Centro 15 724 29% 16 908 279 32% 5 894 29% 4 981 913 26% 4 402 359 26% 2 439 954 25%

Alentejo 5 021 9% 7 960 804 15% 2 040 10% 3 726 674 20% 3 352 552 20% 1 514 792 16%

Lisboa 4 740 9% 4 251 322 8% 1 349 7% 1 223 792 6% 925 211 6% 471 205 5%

Algarve 2 172 4% 1 387 953 3% 735 4% 303 065 2% 245 642 1% 128 783 1%

Açores 1 128 2% 897 610 2% 747 4% 642 755 3% 637 491 4% 517 735 5%

Madeira 1 062 2% 689 629 1% 526 3% 459 944 2% 357 227 2% 258 209 3%

Multi-regional convergência 2 356 4% 2 364 261 5% 722 4% 1 041 981 6% 934 682 6% 546 665 6%

Não regionalizado 42 0% 74 013 0% 37 0% 64 532 0% 64 532 0% 51 219 1%

PO Potencial Humano 34 665 100% 18 303 336 100% 12 796 100% 4 651 715 100% 4 651 715 100% 3 075 103 100%

Norte 14 718 42% 8 027 692 44% 5 617 44% 2 176 338 47% 2 176 338 47% 1 466 283 48%
Centro 10 570 30% 5 228 727 29% 3 985 31% 1 371 739 29% 1 371 739 29% 912 973 30%
Alentejo 3 614 10% 1 839 522 10% 1 481 12% 499 895 11% 499 895 11% 332 730 11%
Lisboa 3 572 10% 1 890 516 10% 958 7% 249 011 5% 249 011 5% 118 478 4%
Algarve 1 785 5% 721 529 4% 617 5% 124 691 3% 124 691 3% 82 376 3%
Multi-regional convergência 369 1% 551 403 3% 102 1% 185 130 4% 185 130 4% 124 779 4%
Não regionalizado 37 0% 43 946 0% 36 0% 44 911 1% 44 911 1% 37 484 1%

PO Factores de Competitividade 6 604 100% 12 236 636 100% 1 967 100% 5 366 914 100% 4 684 050 100% 1 626 161 100%

Norte 2610 40% 2 481 608 20% 792 40% 1 427 044 27% 1 203 848 26% 558 490 34%
Centro 1911 29% 5 283 234 43% 590 30% 1 567 146 29% 1 339 786 29% 462 652 28%
Alentejo 266 4% 2 788 647 23% 81 4% 1 585 581 30% 1 460 362 31% 242 202 15%
Multi-regional convergência 1 817 28% 1 683 147 14% 504 26% 787 144 15% 680 053 15% 362 817 22%
Não regionalizado 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0%

PO Valorização do Território 903 100% 7 614 713 100% 276 100% 2 930 901 100% 2 571 647 100% 1 802 413 100%

Norte 298 33% 2 636 141 35% 82 30% 818 942 28% 752 889 29% 528 839 29%
Centro 320 35% 1 925 662 25% 96 35% 551 698 19% 514 084 20% 354 320 20%
Alentejo 122 14% 2 071 241 27% 48 17% 1 092 072 37% 927 632 36% 649 871 36%
Lisboa 87 10% 512 984 7% 32 12% 308 715 11% 225 880 9% 153 421 9%
Algarve 50 6% 256 528 3% 5 2% 7 264 0% 6 727 0% 4 709 0%
Açores (Fundo de Coesão) 3 0% 71 986 1% 2 1% 58 286 2% 53 022 2% 45 069 3%
Madeira (Fundo de Coesão) 2 0% 58 498 1% 2 1% 59 671 2% 57 161 2% 40 013 2%
Multi-regional convergência 16 2% 51 605 1% 8 3% 14 632 0% 14 632 1% 12 437 1%
Não regionalizado 5 1% 30 067 0% 1 0% 19 621 1% 19 621 1% 13 734 1%

PO Regionais 12 523 100% 14 094 202 100% 5 241 100% 5 910 775 100% 4 830 286 100% 3 076 117 100%

Norte 4 985 40% 4 651 131 33% 1 851 35% 2 050 869 35% 1 742 248 36% 1 146 340 37%
Centro 2 923 23% 4 470 656 32% 1 223 23% 1 491 330 25% 1 176 750 24% 710 010 23%
Alentejo 1 019 8% 1 261 394 9% 430 8% 549 127 9% 464 664 10% 289 988 9%
Lisboa 1 078 9% 1 846 353 13% 357 7% 665 015 11% 449 274 9% 198 417 6%
Algarve 335 3% 409 039 3% 112 2% 170 499 3% 113 616 2% 41 181 1%
Açores - FEDER 543 4% 652 360 5% 408 8% 472 767 8% 472 767 10% 378 116 12%
Açores - FSE 582 5% 173 265 1% 337 6% 111 703 2% 111 703 2% 94 550 3%
PO Madeira - FEDER 203 2% 445 140 3% 109 2% 307 991 5% 207 789 4% 145 599 5%
Madeira - FSE 855 7% 184 865 1% 414 8% 91 475 2% 91 475 2% 71 915 2%

PO Assistência Técnica FEDER 10 100% 8 265 100% 9 100% 7 304 100% 7 082 100% 6 020 100%

PO Assistência Técnica FSE 150 100% 73 294 100% 103 100% 50 240 100% 50 240 100% 42 699 100%

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 17


Execução Financeira

Programação Financeira 2007-2013 Aprovações


(PR) (AP)

Investimento/
Financiamento Fundo Investimento/ Fundo
Despesa Pública custo total Despesa Pública
Total* Comunitário custo total Comunitário
elegível
mil euros mil euros

QREN 32 722 274 28 539 384 21 411 561 18 917 849 16 795 019 13 172 322 9 628 512

FSE 9 209 889 9 209 889 6 512 388 4 905 132 4 905 132 4 703 380 3 284 268

FEDER 19 141 006 15 403 307 11 839 207 12 422 974 10 548 294 7 263 446 5 401 871

Fundo de Coesão 4 371 380 3 926 188 3 059 966 1 589 742 1 341 593 1 205 496 942 373

PO Temáticos 20 876 791 18 614 878 13 879 721 12 949 530 11 907 411 8 766 268 6 503 677

PO Potencial Humano 8 736 190 8 736 190 6 117 388 4 651 715 4 651 715 4 452 086 3 075 103

PO Factores de Competitividade 5 510 641 3 789 341 3 103 789 5 366 914 4 684 050 1 879 816 1 626 161

PO Valorização do Território 6 629 960 6 089 347 4 658 544 2 930 901 2 571 647 2 434 366 1 802 413

PO Regionais do Continente 9 629 647 7 708 669 5 763 853 4 926 840 3 946 552 3 475 619 2 385 936

PO Norte 4 254 748 3 664 705 2 711 645 2 050 869 1 742 248 1 563 139 1 146 340

PO Centro 2 881 115 2 212 240 1 701 633 1 491 330 1 176 750 1 032 618 710 010

PO Alentejo 1 460 022 1 117 011 868 934 549 127 464 664 421 524 289 988

PO Lisboa 681 364 472 479 306 689 665 015 449 274 384 211 198 417

PO Algarve 352 398 242 235 174 952 170 499 113 616 74 127 41 181

PO Regiões Autónomas 2 020 439 2 020 439 1 601 898 983 935 883 734 873 118 690 180

PO Açores - FEDER 1 190 905 1 190 905 966 349 472 767 472 767 472 767 378 116

PO Açores - FSE 223 529 223 529 190 000 111 703 111 703 111 230 94 550

PO Madeira - FEDER 449 953 449 953 320 549 307 991 207 789 199 293 145 599

PO Madeira - FSE 156 051 156 051 125 000 91 475 91 475 89 829 71 915

PO de Assistência Técnica 195 398 195 398 166 088 57 544 57 322 57 316 48 719

POAT FEDER 101 280 101 280 86 088 7 304 7 082 7 082 6 020

POAT FSE 94 118 94 118 80 000 50 240 50 240 50 234 42 699

* Esta coluna reproduz o valor de financiamento total presente nos quadros financeiros das decisões dos PO. Não representa a totalidade do investimento directamente alavancado
pelo QREN, na medida em que não engloba o investimento não elegível bem como investimentos indissociáveis dos investimentos co-financiados pelo QREN. De acordo com os
quadros financeiros dos diversos PO, estimou-se um investimento total directamente alavancado pelo QREN na ordem dos 44 mil milhões de euros.

18 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

Pagamentos
Despesa validada
aos Indicadores financeiros (Fundo)
(VAL)
beneficiários
Programa Operacional Taxa de Taxa de Taxa de Taxa de Taxa de
Investimento/custo Despesa Fundo Fundo
compromisso execução realização pagamento reembolso
total elegível Pública Comunitário Comunitário
(AP/PR) (VAL/PR) (VAL/AP) (PG/AP) (PG/VAL)
mil euros mil euros %

QREN 3 197 669 2 650 415 1 958 393 2 134 755 45,0% 9,1% 20,3% 22,2% 109,0%

FSE 1 420 631 1 399 693 988 237 1 073 923 50,4% 15,2% 30,1% 32,7% 108,7%

FEDER 1 543 253 1 016 964 807 362 895 602 45,6% 6,8% 14,9% 16,6% 110,9%

Fundo de Coesão 233 785 233 757 162 794 165 229 30,8% 5,3% 17,3% 17,5% 101,5%

PO Temáticos 2 561 646 2 025 521 1 482 547 1 587 008 46,9% 10,7% 22,8% 24,4% 107,0%

PO Potencial Humano 1 345 763 1 325 405 926 354 1 007 839 50,3% 15,1% 30,1% 32,8% 108,8%

PO Factores de Competitividade 880 753 365 013 317 436 349 741 52,4% 10,2% 19,5% 21,5% 110,2%

PO Valorização do Território 335 130 335 102 238 757 229 428 38,7% 5,1% 13,2% 12,7% 96,1%

PO Regionais do Continente 271 143 261 000 188 371 248 595 41,4% 3,3% 7,9% 10,4% 132,0%

PO Norte 100 810 95 011 75 362 97 014 42,3% 2,8% 6,6% 8,5% 128,7%

PO Centro 79 896 76 735 58 557 75 608 41,7% 3,4% 8,2% 10,6% 129,1%

PO Alentejo 36 834 36 384 26 870 41 829 33,4% 3,1% 9,3% 14,4% 155,7%

PO Lisboa 40 999 40 274 20 858 26 222 64,7% 6,8% 10,5% 13,2% 125,7%

PO Algarve 12 604 12 595 6 723 7 922 23,5% 3,8% 16,3% 19,2% 117,8%

PO Regiões Autónomas 340 875 339 888 267 071 278 681 43,1% 16,7% 38,7% 40,4% 104,3%

PO Açores - FEDER 241 640 241 640 191 590 191 036 39,1% 19,8% 50,7% 50,5% 99,7%

PO Açores - FSE 27 058 26 974 22 928 26 471 49,8% 12,1% 24,2% 28,0% 115,5%

PO Madeira - FEDER 45 976 45 570 31 966 39 658 45,4% 10,0% 22,0% 27,2% 124,1%

PO Madeira - FSE 26 200 25 704 20 587 21 517 57,5% 16,5% 28,6% 29,9% 104,5%

PO de Assistência Técnica 24 006 24 006 20 405 20 471 29,3% 12,3% 41,9% 42,0% 100,3%

PO AT FEDER 2 396 2 396 2 037 2 374 7,0% 2,4% 33,8% 39,4% 116,6%

PO AT FSE 21 610 21 610 18 368 18 097 53,4% 23,0% 43,0% 42,4% 98,5%

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 19


Candidatura aprovada: Candidatura seleccionada e com decisão
Conceitos e notas explicativas
de aprovação e consequente co-financiamento7 8 9. O volume de
Candidatura: Pedido formal de apoio financeiro público (nacional candidaturas aprovadas é líquido de desistências,
e/ou comunitário) apresentado pelo beneficiário à Autoridade de rescisões/revogações.
Gestão de um PO, com vista a garantir a realização de projectos
Candidatura contratada: Candidatura aprovada que foi objecto de
elegíveis financiados no âmbito do PO. A candidatura formaliza-se
celebração de um contrato de financiamento com o beneficiário ou
através do preenchimento de um formulário tipo – no qual é,
de assinatura por parte deste de termo de aceitação. O volume de
nomeadamente, descrita a operação a financiar, os seus objectivos,
candidaturas contratadas é líquido rescisões/revogações.
a sua sustentabilidade, o calendário de execução e a programação
Concurso ou período de candidatura: Fase de apresentação,
financeira – e demais documentação exigida para a sua instrução.
admissão e selecção de candidaturas que dá origem a uma decisão

Ciclo de vida das candidaturas no âmbito do processo de selecção de atribuição de financiamento às operações que vierem a ser
aprovadas e contratadas pelos beneficiários. Respeitam às

Aprovação Contratação
tipologias elegíveis num regulamento específico ou a um
Tempo de contratação

Apresentação Admissibilidade
(Selecção)
subconjunto destas, enquadradas num programa operacional e
Análise de admissibilidade

Análise de mérito

num eixo prioritário específico10. No caso dos concursos existe


Operação
contratada
sempre uma data de fecho previamente estabelecida e uma
Aprovada
(contrato ou termo de
Admitida
aceitação) dotação orçamental de fundo comunitário a atribuir na sequência do
inerente processo de selecção. No caso dos períodos de
Candidatura
candidatura fechados existe sempre uma data de fecho
Não admitida Não Aprovada previamente estabelecida. Por último, e não sendo a regra neste
período de programação, existem ainda períodos de candidatura
em contínuo/abertos (com ou sem dotação orçamental explicitada),
ou seja, que vigoram durante todo o período do QREN ou até à
Candidatura apresentada: candidatura submetida a um concurso
execução financeira integral da(s) tipologia(s) em causa ou, caso
ou período de candidatura (fechado ou em contínuo/aberto). Nos
exista, da respectiva dotação orçamental.
casos de concursos ou períodos de candidatura fechados apenas
se consideram as candidaturas submetidas dentro dos prazos
7 Inclui, quando aplicável, as candidaturas em fase de audiência prévia.
estabelecidos nos respectivos avisos. 8 No PO ATFSE a comunicação aos beneficiários é feita após homologação da tutela.
9 Tendo em conta as alterações ao regulamento comunitário n.º 1083/2006 do
Candidatura admitida: candidatura apresentada que cumpre os Conselho introduzidas pelo regulamento n.º 284/2009, bem como a adaptação do
regulamento geral do FEDER e Fundo de Coesão, que enquadram a possibilidade
requisitos de admissibilidade aplicáveis e que, portanto, é aceite de existir execução de grandes projectos antes da sua aprovação formal pela
Comissão Europeia, o momento de aprovação dos grandes projectos reflecte a sua
pela autoridade de gestão para integrar o processo de selecção. aprovação em termos nacionais.
10 Com excepção do PO PH, onde os períodos de candidatura referentes a uma
tipologia que abranja diversos objectivos (convergência, phasing-out e
competitividade regional e emprego) e, consequentemente, eixos prioritários
distintos do respectivo PO, são contabilizados apenas como um período de
candidatura.

20 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

Concurso ou período de candidatura decidido: considera-se um Despesa validada: corresponde aos montantes de despesa
concurso ou período de candidatura decidido quando pelo menos efectivamente paga pelos beneficiários na execução de uma
75% do total de candidaturas apresentadas tiver sido objecto de operação/projecto e validada pela autoridade de gestão12 e a
comunicação da respectiva decisão pela autoridade de gestão. adiantamentos pagos aos beneficiários, no âmbito dos auxílios
estatais, na acepção do artigo 87.º do Tratado, que sejam
Concurso ou período de candidatura em aberto: concurso ou
considerados certificáveis. Os valores relativos a adiantamentos
período de candidatura com prazo para submissão de candidaturas
certificáveis apenas são contabilizados nesta variável pelo valor da
a decorrer.
garantia bancária associada e até à sua justificação por via de
Concurso ou período de candidatura encerrado: concurso ou
apresentação de despesa efectivamente paga pelo beneficiário e
período de candidatura cujo prazo para submissão de candidaturas
validada e paga pela autoridade de gestão.
está terminado.
Fundo comunitário a concurso: dotação de fundo prevista no
Despesa pública: qualquer participação pública no financiamento
aviso de abertura do concurso ou especificamente afecta a um
de operações e proveniente do Orçamento do Estado, de
período de candidatura, incluindo, quando aplicável, eventuais
autoridades regionais e locais, das Comunidades Europeias no
alterações ocorridas durante o período de apresentação de
âmbito dos fundos estruturais e do Fundo de Coesão e qualquer
candidaturas. Não se aplica na modalidade de acesso ao FSE, nos
despesa equiparável. É considerada despesa equiparável qualquer
termos da alínea a) do artigo 21.º do Decreto Regulamentar (DR)
participação no financiamento de operações proveniente do
n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, alterado pelo DR n.º 13/2008,
orçamento de organismos de direito público ou de associações de
de 18 de Junho. No caso do FEDER e quando as candidaturas
uma ou mais autoridades locais ou regionais ou de organismos
sejam submetidas a períodos de candidatura em contínuo/abertos,
públicos11.
é considerado o montante de Fundo associado ao Eixo
Prioritário/Área de Intervenção quando este se encontra explicitado
no respectivo aviso de abertura do período de candidatura.

12 No caso dos auxílios estatais, na acepção do artigo 87.º do Tratado, os montantes


11Aplicando-se no caso dos projectos apoiados pelo FSE as disposições previstas de despesa para além de estarem validados pela autoridade de gestão devem ter
no artigo 37.º do DR 94-A/2007, de 10 de Dezembro. sido pagos aos beneficiários.

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 21


Grande projecto: Operação susceptível de financiamento pelo Taxa de admissibilidade do investimento ou custo total: valor
FEDER ou pelo Fundo de Coesão, que engloba um conjunto de do investimento ou custo total das candidaturas admitidas /valor do
trabalhos economicamente indivisíveis com uma função técnica investimento ou custo total das candidaturas apresentadas com
precisa e visa objectivos claramente identificados e cujo custo total análise de admissibilidade concluída.
seja superior a 25 milhões de euros no domínio do ambiente e a 50
Taxa de aprovação bruta das candidaturas: candidaturas
milhões de euros noutros domínios. Os grandes projectos são
aprovadas / candidaturas apresentadas com análise de
objecto de uma Decisão específica por parte da Comissão
admissibilidade concluída.
Europeia, o mais tardar três meses após a sua apresentação,
Taxa de aprovação bruta do investimento ou custo total: valor
desde que esta cumpra todos os requisitos regulamentares.
do investimento ou custo total das candidaturas aprovadas /total de
Investimento ou custo total: Somatório da despesa elegível13 e
investimento ou custo total das candidaturas apresentadas com
da não elegível14 que seja considerada indispensável à
análise de admissibilidade concluída.
prossecução dos objectivos da operação, no quadro da candidatura
Taxa de aprovação líquida das candidaturas: candidaturas
apresentada.
aprovadas / candidaturas admitidas com análise de mérito
Investimento ou custo total elegível: total da despesa pública e
concluída.
privada, considerada para efeitos de co-financiamento pelos fundos
Taxa de aprovação líquida do investimento ou custo total: valor
comunitários.
do investimento ou custo total das candidaturas aprovadas /total de
Pagamentos aos beneficiários: transferências directas para os
investimento ou custo total das candidaturas admitidas com análise
beneficiários15 a título de reembolso ou de adiantamentos. O
de mérito concluída.
volume de pagamentos é líquido de recuperações.
Taxa de compromisso: valor aprovado do fundo comunitário/valor
Subvenção global: apoio relativo a uma operação, enquanto grupo
do fundo comunitário programado.
de projectos coerentes, relativamente à qual a autoridade de gestão
Taxa de contratação das candidaturas: candidaturas contratadas
delega competências no âmbito da respectiva gestão a um
/ candidaturas aprovadas. Esta taxa reflecte, em número de
organismo intermédio, com reconhecida competência e experiência
candidaturas, o desfasamento temporal entre o momento da
em matéria de gestão administrativa e financeira.
aprovação e o momento da contratação.
Taxa de admissibilidade das candidaturas: candidaturas
Taxa de contratação dos fundos comunitários: valor dos fundos
admitidas / candidaturas apresentadas com análise de
comunitários das candidaturas contratadas / valor dos fundos
admissibilidade concluída.
comunitários das candidaturas aprovadas. Esta taxa reflecte, em
13Despesa claramente associada à concretização de uma operação/projecto e cuja valor de fundo comunitário, o desfasamento temporal entre o
natureza e data de realização respeitam a regulamentação específica do programa e
demais regras nacionais e comunitárias aplicáveis. momento da aprovação e o momento da contratação.
14Despesa associada a uma operação/projecto, cuja natureza ou data de realização
não permitam o seu financiamento pelos fundos, sendo a sua cobertura assegurada Taxa de execução: valor da despesa validada do fundo
pelo beneficiário.
15 Incluindo para beneficiários responsáveis pela execução de políticas públicas.
comunitário /valor do fundo comunitário programado.

Taxa de pagamento: valor do fundo comunitário pago aos


beneficiários /valor aprovado do fundo comunitário.

22 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009


Indicadores Conjunturais de Monitorização

Boletim Informativo Nº.6

Taxa de realização: valor da despesa validada do fundo Tempos médios de decisão (efectivo)16: período de tempo (dias
comunitário /valor do fundo comunitário aprovado. de calendário) efectivamente verificado para a comunicação ou
notificação da decisão das autoridades de gestão em relação às
Taxa de reembolso: valor do fundo comunitário pago aos
candidaturas apresentadas nos concursos ou períodos de
beneficiários, incluindo a beneficiários responsáveis pela execução
candidatura, decorrentes das normas aplicáveis aos respectivos
de políticas públicas / valor da despesa validada do fundo
processos. Na apresentação de informação agregada relativa a
comunitário. Sempre que este valor é superior a 100% significa que
este indicador para os PO co-financiados pelo FEDER/FC, o tempo
o montante pago por adiantamento(s) não certificáveis é superior
corresponde à média simples do conjunto dos tempos dos
ao valor do fundo comunitário associado à execução.
concursos decididos. No caso dos PO FSE considera-se até ao
Tempos médios de decisão (previsto): período de tempo (dias de
momento da notificação da proposta de decisão de aprovação aos
calendário) previsto para a comunicação ou notificação da decisão
beneficiários em fase de audiência prévia e o tempo de decisão
das autoridades de gestão em relação às candidaturas
corresponde à média simples do tempo de decisão de cada um dos
apresentadas nos concursos ou períodos de candidatura, contado a
projectos aprovados. No caso do PO FEDER e Fundo de Coesão
partir das datas limite definidas para a apresentação das mesmas,
são considerados apenas os concursos decididos mais os períodos
decorrentes das normas aplicáveis aos respectivos processos. Na
de candidatura em contínuo, com pelo menos uma candidatura
apresentação de informação agregada relativa a este indicador
decidida.
para os PO co-financiados pelo FEDER/FC, o tempo corresponde à
SIGLAS
média simples do conjunto dos tempos dos avisos de abertura dos
concursos. No acesso ao financiamento do FSE através da ACIDI: Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural
modalidade de candidatura, o período de tempo limite previsto é o
AEP: Associação Empresarial de Portugal
que consta na respectiva regulamentação. No caso do PO FEDER
AIMinho: Associação Industrial do Minho
e Fundo de Coesão são considerados apenas os concursos
decididos mais os períodos de candidatura em contínuo, com pelo AIP: Associação Industrial de Portugal
menos uma candidatura decidida.
CAP: Confederação dos Agricultores de Portugal

CE: Comissão Europeia

CCP: Confederação do Comércio e Serviços de Portugal

CEC: Conselho Empresarial do Centro

CIG: Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género

FC: Fundo de Coesão

16 A título de contingência, neste boletim, o tempo médio de decisão referente aos

sistemas de incentivos corresponde ao período verificado entre a data de


apresentação das candidaturas e a decisão das autoridades de gestão competentes.

Informação reportada a: 31.Dezembro.2009 23


FEDER: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

FSE: Fundo Social Europeu

IAPMEI: Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à


Inovação

IEFP: Instituto do Emprego e Formação Profissional

IFDR: Instituto Financeiro do Desenvolvimento Regional

IGFSE: Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu

M€: milhões de euros

n.a.: Não aplicável

n.d.: Não disponível

NUTS: Nomenclatura de Unidades Territoriais para fins Estatísticos

PO: Programa Operacional

PO AT: Programa Operacional de Assistência Técnica

PO FC: Programa Operacional Factores de Competitividade

PO PH: Programa Operacional Potencial Humano

POR: Programas Operacionais Regionais

PO VT: Programa Operacional Valorização do Território

QREN : Quadro de Referência Estratégico Nacional

NOTAS GERAIS:

Tendo em conta a reduzida dimensão de alguns universos em


análise, as médias correspondentes aos mesmos devem ser lidas
com especial cuidado, dada a natural propensão a fortes variações.
Este relatório não cobre os PO do objectivo Cooperação Territorial
Europeia.

24 Informação reportada a: 31.Dezembro.2009