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Aditivos minerais para

viabilização de aterros
exclusivos de lodos de Estações
de Tratamento de Esgotos (ETES)
Hilton Felício dos Santos
Tese de Doutorado
DHS-FSP: Saúde Ambiental
Orientador:
Prof. Dr. Pedro Caetano Sanches Mancuso
12 de maio de 2003

Agradecimentos

Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo –
Sabesp, por ter concedido o uso de
dados e fotos de seu acervo
na elaboração da tese.
Ao orientador, Prof. Dr. Pedro Caetano Sanches Mancuso,
pelas opiniões
certas nos momentos exatos.
12 de maio de 2003

Resumo
Revisão bibliográfica
Objetivos
Conceitos
Metodologia
Resultados
Conclusões
Hilton F Santos 12.05.03 Doutorado – FSP/USP

 A tese estuda o efeito da cal e do Absorsol para este aumento de resistência e verifica a adequação agrícola. Bioservices e outras.  O lodo deverá receber aditivos que aumentem sua resistência para tornar possível a construção dos aterros.  Os aterros terão células superpostas de 6m de altura.  O Absorsol é um sílico .Resumo  Os lodos das ETES da RMSP que não forem aplicados em agricultura irão para aterros exclusivos. comercializado pela Alphageos.05. Hilton F Santos 12. no Brasil e no exterior.03 Doutorado – FSP/USP .aluminato de cálcio e magnésio.

05.  O lodo recebeu 2 a 4 vezes mais terra do que seu peso em base seca mas não resistiu ao tráfego de veículos.Revisão: terra como aditivo  Sieger e col (1994). investigaram solo de empréstimo para a cobertura de valas de lodo em Alexandria.  O lodo foi previamente desarenado.  Os lodos com 25% BS foram colocados em valas trapezoidais de 6m x 11m e 5 m de profundidade.03 Doutorado – FSP/USP . A areia foi colocada em aterro separado (vala) envolta numa proteção de PEAD.  Foi então usada a disposição em terreno dedicado (DLD) espalhando-se o lodo numa camada de 7 cm sobre o solo. Hilton F Santos 12. no Egito.

tortas de lodo com 30 a 40% de MS não apresentam resistência suficiente para a compactação no interior das células..  Este imenso volume motivou estudos sobre outros aditivos que fossem mais eficazes do que a terra. mesmo com energia reduzida” (Sabesp.05.5 milhões de m3 de duas áreas de empréstimo para misturar com lodo no aterro exclusivo. 1998) Hilton F Santos 12..  Na época foi concluído que “.03 Doutorado – FSP/USP .Revisão: terra caso Sabesp  Em 1998 a Sabesp estimou que seriam necessários 3.

Hilton F Santos 12. silicatos e aluminatos de cálcio (Clogrennane.03 Doutorado – FSP/USP . muda as relações umidadedensidade. 1998).  Partes da via Ápia em Roma foram estabilizadas com cal e resistem ao tráfego de hoje  A cal reduz a plasticidade. 2002)  O plano diretor de lodos recomenda que as tortas desidratadas recebam cal virgem. ou lodo granulado ou cinzas de incineração no aterro exclusivo (Sabesp. a estrutura do solo e aumenta sua resistência.Revisão: cal como aditivo  A cal é um aditivo usual para estabilizar base de rodovias.05.  A cal reage com solos minerais e forma compostos parecidos com o cimento.

Revisão: Absorsol como aditivo  O Absorsol permitiu taxas de aplicação altas em leitos de secagem piloto (Saragiotto.05. Hilton F Santos 12.  A montmorilonita é o mineral ativo no Absorsol. donde sua permeabilidade.03 Doutorado – FSP/USP . organoclorados e a maioria de compostos odoríferos do lodo.  A resistência à compressão do Absorsol úmido é igual a 92% da que se verifica a seco. 1998).  A diatomita junto da montmorilonita evita que ela fique pastosa quando molhada e garante sua permeabilidade.  Foram obtidas tortas de 40 a 50% BS com taxas 3 vezes maiores que as recomendadas na NB 570. 2  A diatomita tem superfície específica de 400 m /g e adsorve hidrocarbonetos.

Objetivos Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .05.

2 Examinar se a qualidade das tortas preparadas para o aterro permitiria também o uso do lodo como condicionador de solos para a agricultura.03 Doutorado – FSP/USP . Verificar o funcionamento do misturador aditivos minerais x lodo em escala industrial. Hilton F Santos 12.05. Verificar as proporções de mistura estabelecidas em escala de bancada.1 Estudar o efeito da cal e do Absorsol nas tortas filtradas da ETE Barueri para aumentar sua resistência ao tráfego do maquinário de terraplenagem.

05.Conceitos Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .

05.  Nos EUA.2 milhões de t/ano) e mais 0. simplesmente colocadas na superfície.8 milhões de toneladas/ano.2 milhões de t/ano são tratados e usados como cobertura. sem cobrimento. ou 2. 2001)  Distinguem-se das pilhas (waste piles) de lodo desidratado.Aterros exclusivos (monofills)  Recebem apenas um tipo de resíduo (no caso. 17% dos lodos vão para aterros (1.03 Doutorado – FSP/USP . Em agricultura emprega-se 41%.  São deposições controladas em depressões. contidas por diques ou pelo próprio terreno. 1999) Hilton F Santos 12. (Banks e Heaven. lodo). (USEPA.

Destino do lodo no EUA Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .05.

5% Camada drenante Gramado Lodo compactado Célula Dique Selo de Solo Geomembrana PEAD esp =2 mm Camada coletora do lixiviado Dreno de controle de vazamentos NA Selo de argila compactada Galeria visitável Fonte: Sabesp-Set 1995 Hilton F Santos 12.Seção transversal do aterro 1.03 Doutorado – FSP/USP .05.

002 0.60 Camada de exaustão dos gases (areia) Camada protetora de areia 1.25 0.00 a 1.30 0.30 LODO COMPACTADO 0.10 0.56 0.60 1.03 Doutorado – FSP/USP .20 0.50 6.50 NA Fonte: Sabesp-Set 1995 Terreno natural Hilton F Santos 12.90 Camada de solo compactado 0.00 4.20 0.50 -7 Argila compactada com K < 10 cm/s Base ≥1.002 Células sobrepostas Drenagem e barreira contra animais Camada protetora de areia Camada de fechamento 0.30 ≥2.05.20 Uma célula Dreno do lixiviado da célula (areia e tubos) Manta de PEAD de 2 mm de espessura Camada protetora de areia 0.Tubulação de exaustão dos gases e descida do lixiviado Gramado Terra vegetal Solo para plantio Camada filtrante de brita e areia 0.25 0.

 Expansão da amostra sob carga. verificando -se o porcentual de aumento da altura final sobre a inicial. Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .54 e 5. Curva de carga x penetração e comparação da pressão lida com as pressões padrão para penetrações de 2.Como é feito o ensaio CBR  Compactação do corpo de prova com 5 teores de umidade da amostra e gráfico de compactação x umidade.  Medida da resistência à penetração de um pistão de velocidade de avanço conhecida.05. após imersão.08 mm na brita.

Metodologia Hilton F Santos 12.05.03 Doutorado – FSP/USP .

05.Précondicionamento com cal Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .

05.03 Doutorado – FSP/USP .Filtros prensa da ETE Barueri Hilton F Santos 12.

05.03 Doutorado – FSP/USP .Descarga da torta no pátio Hilton F Santos 12.

05.Carga usual para o aterro Bandeirantes Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .

8% de cal. B. 15 d após.03 Doutorado – FSP/USP . 4% Absorsol 5 d após. 10 d após. microbiológicas e de solos após os aditivos pós-filtragem com o lodo das pistas: 7% de Absorsol. 17. Abs 1 Cal Cal Cal Abs Abs 1 2 3 + Cal 1 + Cal 2 Hilton F Santos 12.05. 5 d após. 10 d após. D R E F Análise físico – químicas. amostra 5 d após. C.Laboratório: tortas preparadas com cal Análises físico – químicas e microbiológicas antes de aditivos: A.5% de cal.

Laboratório: tortas preparadas com polímero Ensaios de resistência à compressão simples após mistura de cal na torta com 0. 15 e 20% : a 0 dias a 5 dias a 14 dias a 21 dias Número de amostras para 5 + 5 + 5 + 5 = 20 ISC: Subtotal 40 + duplicata. 15 e 20% : a 0 dias a 5 dias a 14 dias a 21 dias Número de amostras para resistência à compressão: 5 + 5 + 5 + 5 = 20 Ensaios de Índice Suporte Califórnia após mistura de cal na torta com 0.03 Doutorado – FSP/USP . 10. 10. 5. 5. Hilton F Santos 12.05. total 80 amostras para ensaios de solos.

B.05.03 Doutorado – FSP/USP .Separação das amostras A.C e D Hilton F Santos 12.

05.03 Doutorado – FSP/USP .300 <3 Ausente 0 Ausente Ausente F 46.100 43 0 Ausente Ausente E 4.Análises microbiológicas antes dos aditivos Amostra Coliforme Coliforme Salmonela Colífagos total fecal em NMP NMP Pesquisa de ovos de UFC/100g helmintos /100g /100g 25g R 1.000 <3 Ausente 0 Ausente Ausente Hilton F Santos 12.

05.Análises antes dos aditivos Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .

C e D Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .B.Pilhas de 100t A.05.

2 Hilton F Santos 12.5 1.434 40 lodo a 90% 1:0.346 (*) valores inferidos Fonte: Sabesp.662 32 cal virgem 1:0.72 1.50 (*) 0.25(*) 0.72 0.79 (*) »0.23 40 cal virgem 1:0.125:0.03 Doutorado – FSP/USP .23 0.05.175 0.Experiências anteriores Teor de MS dos lodos Material de mistura Melhor proporção em peso % Coesão final Densidade Rendimento no aterro kg/cm2 t/m3 ts lodo/m3 40 solos locais 1:2.27 0. 1996 – Quadro 4.7 1.35 0.4 1.752 40 cal e lodo a 90% 1:0.7 1.5 1.23 0.7 0.717 32 solos locais 1:2.00 0.77 0.

03 Doutorado – FSP/USP .05.Caminhões com cal virgem para as pistas Hilton F Santos 12.

05.Misturador .dosador de aditivos na torta Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .

05.Detalhe do alimentador de rosca Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .

03 Doutorado – FSP/USP .Aspecto da torta com o adicional de 17.5% de cal Hilton F Santos 12.05.

Aspecto da torta com o aditivo Absorsol misturado Hilton F Santos 12.05.03 Doutorado – FSP/USP .

5% de cal após 15 min da descarga Hilton F Santos 12.05.Amônia na torta com 17.03 Doutorado – FSP/USP .

03 Doutorado – FSP/USP .05.Inicio da formação da pista Primeira descarga de lodo para as pistas Hilton F Santos 12.

03 Doutorado – FSP/USP .05.Amônia na pista com cal após passagem do trator D-4 Hilton F Santos 12.

05.03 Doutorado – FSP/USP .Amônia na pista com cal Hilton F Santos 12.

Ausente Ausente ABS+Cal-01 <3 .Ausente Ausente Cal-02 <3 .Análises microbiológicas após mistura dos aditivos Coliforme total NMP Coliforme fecal NMP Salmonela em /100g /100g 25g Cal-01 <3 .Ausente <3 .Ausente Ausente ABS+Cal-02 - <3 .Ausente Ausente Cal-03 - <3 .05.Ausente Ausente Amostra Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .Ausente <3 .Ausente <3 .000 <3 .Ausente Ausente ABS-01 110.

05.Análises após aditivos Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .

7 24 154 2.6 341 312 0.6 1716 <10 6.5 9.5 9.3 23 184 <2.2 20 230 <2.2 268 116 0.5 1800 <12.0 360 145 1.5 1900 <12.Análises com vistas ao uso agrícola. recalculado do resultado para a massa bruta (NBR 1004) considerando a umidade da amostra (*) <12.4 312 124 1.5 7 430 160 1.2 32 136 <2 1160 <10 7.5 1600 <11.3 400 156 1.0 12 120 <2 1360 <10 6. sem e com aditivos P A R Â M E T R O S Máximo pela “40 CFR Part 503” As Cd Cu Pb Hg Mo Ni Se Zn 75 85 4300 840 57 75 420 100 7500 mg/kg em base seca Amostras antes de aditivos adicionais R E F Amostras das pistas.5 20 180 <2.8 28 140 <2 1320 <12.5 10 450 205 1.05.3 1440 *) Resultado na massa bruta divididos por (100% -% Umidade) = % Sólidos Hilton F Santos 12.3 1472 <12 8.5 7.7 20 150 <2.2 354 105 <0.0 16 177 <2.4 244 292 <0.03 Doutorado – FSP/USP . após aditivos adicionais (seria a qualidade no aterro exclusivo) Cal 01 Cal 02 Cal 03 Abs 01 Abs Abs + Cal + Cal 01 02 Mg do elemento/kg de lodo em base seca.

03 Doutorado – FSP/USP . após aditivos adicionais (seria a qualidade no aterro exclusivo) R E F Cal 01 Cal 02 Cal 03 Abs 01 Abs + Cal 01 Abs + Cal 02 A Coliformes fecais < 1000 NMP/g Salmonellas < 3 /4g 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 B Coliformes fecais < 2.000 NMP/g 1 0 0 0 0 0 0 0 0 Hilton F Santos 12.05.000.Análises com vistas ao uso agrícola. sem e com aditivos Classe Parâmetros de controle e limites da 40 CFR Part 503 Amostras antes de aditivos adicionais Amostras das pistas.

Amostra para compressão Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .05.

05.03 Doutorado – FSP/USP .Amostra para compressão Hilton F Santos 12.

03 Doutorado – FSP/USP .05.Amostra para o ISC Hilton F Santos 12.

03 Doutorado – FSP/USP .05.Pistão penetrando na amostra para o ISC Hilton F Santos 12.

05.03 Doutorado – FSP/USP .Compactação da torta na pista Hilton F Santos 12.

05.Pista com Absorsol a 7%: baixa resistência na pista Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .

03 Doutorado – FSP/USP .05.5% de CaO Hilton F Santos 12.Pista com 17.

Pista com 8% CaO+ 4% Absorsol Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .05.

Tortas com polímeros
 Em fins de 1998 o précondicionamento para produzir
tortas passou a ser feito apenas com polímeros.
 Em dezembro de 2001 o FeCl3 voltou a ser usado, além dos
polímeros.
 Hoje o consumo de CaO como aditivo para as pistas será
maior para a dosagem de 17,5% em peso, porque as tortas
estão com a média de 36% de sólidos ao invés dos 41%
anteriores ao polímero (ver pág 35 da tese).

Hilton F Santos 12.05.03 Doutorado – FSP/USP

Porque polímeros ?
 Na média de 18 meses em 1993/94, Barueri tratava 4,1 m3/s
produzia 5.898 t/mês de tortas a 41% ± 2% BS
O condicionamento nesta época era feito com CaO e FeCl3.

 Em fins de 1998 passou a ser feito apenas com polímeros e
a partir de dezembro de 2001, com FeCl3 e polímeros.

 Na média de 18 meses em 1999/00, Barueri tratava 5,4 m3/s
produzia 5.963 t/mês de tortas a 36% ± 3%BS.

 Para um acréscimo de 32% na vazão tratada houve um
aumento de apenas 1,1% na massa média de tortas
produzidas mensalmente.

 Em base seca, menos 32,6%, passando de 19,66 ts/d por m3/s
para 13,25.
Hilton F Santos 12.05.03 Doutorado – FSP/USP

CaO adicional nas tortas com
polímeros

Hilton F Santos 12.05.03 Doutorado – FSP/USP

10 e 20% de CaO Hilton F Santos 12.05.Corpos de prova rompidos a 5.03 Doutorado – FSP/USP .

05.Rompimento de corpo de prova a 20% de CaO Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .

05.03 Doutorado – FSP/USP .Resultados Hilton F Santos 12.

03 Doutorado – FSP/USP .05.Resistência à compressão Hilton F Santos 12.

03 Doutorado – FSP/USP .Variação do ISC de 0 a 40 dias Hilton F Santos 12.05.

05.03 Doutorado – FSP/USP .Variação da umidade da torta na pista Hilton F Santos 12.

03 Doutorado – FSP/USP .Lodo com polímero: resistências decrescentes após 5 dias Hilton F Santos 12.05.

Lodo com polímero: ISC decrescentes desde o início Hilton F Santos 12.03 Doutorado – FSP/USP .05.

 Os aterros são viáveis para as tortas pré-condicionadas com cal e inviáveis para as pré-condicionadas com polímeros.66 para 13.  O uso de polímeros diminuiu a quantidade de lodo em base seca por m3/s.  Neste último caso há fotos de veículos trafegando após um mês. de 19.25 t/d (33%).05.5% de cal pós-misturado a resistência mínima ao tráfego é alcançada em 5 dias. Hilton F Santos 12.  Com 8% de cal e 4% de Absorsol a resistência mínima é alcançada aos 15 dias.03 Doutorado – FSP/USP .  As partículas de Absorsol têm característica de pouca compressibilidade.  Com 17.

 Sua pequena participação de 4 % na mistura impede que a pouca compressibilidade seja notada no lodo.2. Houve mal cheiro e atração de insetos. conservando a permeabilidade e a capacidade de adsorção.05. Hilton F Santos 12.43 mg/kg de fenóis (limite classe II = 10).03 Doutorado – FSP/USP . Os microporos do Absorsol não fecham.  As amostras de Cal-01 e 03 e ABS + Cal 01 apresentaram 16. 15. Com Absorsol não houve produção de amônia.  Caminhos preferenciais de percolação são evitados.86 e 15.  O pós-condicionamento com cal liberou amônia tanto na mistura quanto no lançamento na pista. tendo sido classificadas como resíduo perigoso.

03 Doutorado – FSP/USP .Conclusões Hilton F Santos 12.05.

inibiria a liberação de amônia produziria um chorume menos poluente. Hilton F Santos 12.  Confirmando-se a impossibilidade de colocar as tortas da ETE Barueri no aterro. manteria a classe II.  Como 3 das 5 ETES da RMSP usam cal. o aditivo Absorsol junto da cal no pós-condicionamento: evitaria a produção de fenóis.05.03 Doutorado – FSP/USP . Ambas alternativas facilitariam o transporte na área urbana devido a diminuição do volume úmido. recomenda-se investigar: sua secagem térmica e uso agrícola ou. Para as tortas da ETE Barueri. a supressão da cal no précondicionamento minimiza o risco de fenóis nas análises. sua incineração e aterro das cinzas.

 O aterro exclusivo será um aterro para resíduos classe I.  A revisão.05. adaptação e atualização das normas NBR 10. respectivamente para classificação de resíduos sólidos e uso agrícola de lodos biológicos torna-se cada vez mais importante e imperativa.  Recomenda-se verificar o comportamento dos aditivos com novas pistas experimentais. fica a responsabilidade de dispor o resíduo de forma ambientalmente adequada.230 de 1999.004 (em andamento) e P 4. como demonstrado. Hilton F Santos 12.  Como a presença de fenóis não é impeditiva para a aplicação agrícola. independentemente das normas vigentes.03 Doutorado – FSP/USP . tendo em vista que as tortas atuais recebem FeCl3 além de polímeros no seu preparo. portanto. nem pela P 503 nem pela Cetesb 4. lodos com fenóis poderiam ser dispostos.230 da Cetesb.

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