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INSTITUTO LUTERANO DE ENSINO SUPERIOR DE PORTO VELHO/ILES UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL-ULBRA ACADÊMICA: PATRICIA RODRIGUES DE SOUZA

ÉTICA E LEGISLAÇAO EM PSICOLOGIA

Pesquisa sobre o Conselho Federal de Psicologia

PORTO VELHO-RO ABRIL DE 2015

Breve Histórico sobre a criação do Conselho Federal de Psicologia e sua estrutura de funcionamento.

Em 27 de agosto de 1962, o então presidente da República, João Goulart, sancionou a Lei 4.119 que tornava a Psicologia, de direito, uma profissão. A lei foi antecedida pela mobilização de profissionais ligados a diversas entidades da Psicologia, entre eles acadêmicos como Dante Moreira Leite, que redigiria a justificativa enviada ao deputado Adauto Lúcio Cardoso, relator da matéria na Câmara Federal. O projeto contou, ainda, com o apoio decisivo do deputado Lauro Cruz, que manteve, à época, diversos encontros com representantes da Psicologia. Quase dez anos depois, por meio da Lei n°. 5766/71, são criados os Conselhos Regionais e o Conselho Federal de Psicologia, o que atualmente representa o Sistema Conselhos de Psicologia, ou seja, a partir da criação desta Lei, especificamente desde 20 de dezembro de 1971 é preciso que o bacharel em Psicologia seja registrado no seu respectivo Conselho Regional para exercer a sua profissão. Composto pelo Conselho Federal (CFP), com sede em Brasília/DF, e por mais 23 Conselhos Regionais (CR´s) espalhados por todo o Brasil;

Federal (CFP), com sede em Brasília/DF, e por mais 23 Conselhos Regionais (CR´s) espalhados por todo
Federal (CFP), com sede em Brasília/DF, e por mais 23 Conselhos Regionais (CR´s) espalhados por todo

Missão

O Conselho Federal de Psicologia é uma autarquia de direito público, com o

objetivo de, orientar, fiscalizar e disciplinar a profissão de psicólogo zelar pela fiel observância dos princípios éticos e contribuir para o desenvolvimento da Psicologia como ciência e profissão.

São atribuições do Conselho Federal, entre outras:

- Elaborar seu regimento e aprovar os regimentos organizados pelos Conselhos

Regionais; orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de Psicólogo;

- Expedir as resoluções necessárias ao cumprimento das leis em vigor e das que

venham modificar as atribuições e competências dos profissionais de Psicologia;

- Definir, nos termos legais, o limite de competência do exercício profissional,

conforme os cursos realizados ou provas de especialização prestada em escolas ou

institutos profissionais reconhecidos;

- Elaborar e aprovar o Código de Ética Profissional do Psicólogo;

- Funcionar como tribunal superior de ética profissional;

- Servir de órgão consultivo em matéria de Psicologia;

- Julgar, em última instância, os recursos das deliberações dos Conselhos Regionais;

- Publicar, anualmente, o relatório de seus trabalhos e a relação de todos os psicólogos registrados;

- Expedir resoluções e instruções necessárias ao bom funcionamento do

Conselho Federal e dos Conselhos Regionais, inclusive no que tange ao procedimento

eleitoral respectivo.

São atribuições dos Conselhos Regionais:

- Organizar seu regimento, submetendo-o à aprovação do Conselho Federal;

- Orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão em sua área de competência;

- Zelar pela observância do código de ética profissional, impondo sanções pela

sua violação;

- Funcionar como tribunal regional de ética profissional;

- Sugerir ao Conselho Federal as medidas necessárias à orientação e fiscalização do exercício profissional;

- Eleger dois delegados-eleitores para a assembléia de delegados;

- Remeter, anualmente, relatório ao Conselho Federal, nele incluindo relações atualizadas dos profissionais inscritos e cancelados;

- Elaborar a proposta orçamentária anual, submetendo-a à aprovação do

Conselho Federal e encaminhar a prestação de contas ao Conselho Federal.

É função do Sistema Conselhos contribuir para o desenvolvimento da Psicologia como

ciência e profissão, conforme previsto nos regimentos internos do Conselho Federal e Conselhos Regionais.

Regimento

O Regimento Interno do Conselho Federal de Psicologia estabelece a forma de

funcionamento deste órgão. Ele está subdividido nos seguintes temas:

entidade

estrutura

conselheiros

reuniões e sessões infra-estrutura patrimônio e gestão financeira processos, recursos e pedidos de reconsideração comunicação social disposições gerais e finais.

É o Regimento Interno que vai determinar como os Conselhos de Psicologia devem

proceder para auxiliar da melhor forma os profissionais de Psicologia em sua área de trabalho.

Composição

O Plenário do Conselho Federal de Psicologia é formado por nove membros

efetivos e nove membros suplentes, eleitos por maioria de votos, em escrutínio secreto,

na

Assembléia dos Delegados Regionais.

O

CFP possui, em sua composição os seguintes membros: Presidente; Vice-Presidente;

Secretário; Tesoureiro; cinco secretários regionais (um por região geográfica); e Secretário de Orientação e Ética;

A candidatura deve ser feita por 11 membros efetivos e seus respectivos suplentes, que podem estar inscritos em qualquer Conselho Regional. O crescimento das demandas do CFP possibilitou aos membros contar com o apoio de dois psicólogos ou psicólogos convidados. O Conselho deve reunir-se em reunião plenária, pelo menos uma vez por mês, para deliberar sobre assuntos de interesse da categoria.

Eleições

A Lei 5.766/71, que regulamenta a profissão de psicólogo e cria os Conselhos

Federal e Regionais, estabelece que os membros efetivos e suplentes do CFP são eleitos

pela Assembléia dos Delegados Regionais, constituída por dois delegados eleitores de cada CRP. As eleições devem ser realizadas dentro do período de 30 dias que antecede o término do mandato. Para a eleição dos membros do Conselho Federal, a Assembléia de Delegados Regionais delibera pelo voto favorável de, pelo menos, dois terços dos delegados eleitores presentes. Nos últimos anos, com os avanços democráticos do Sistema Conselhos, no momento da eleição para os membros do Conselho Regional de Psicologia, é também

feita uma consulta pública aos psicólogos de todo o país para escolha dos membros do CFP, a serem eleitos pela Assembléia de Delegados Regionais. Esta consulta é realizada juntamente com as eleições dos Conselheiros Regionais.

O processo eleitoral ocorre sempre paralelo à discussão sobre o projeto da gestão

do Sistema Conselhos de Psicologia para o triênio seguinte, definido nos Congressos Nacionais da Psicologia (CNPs), que são realizados no mês de junho imediatamente anterior às eleições. Também é durante o CNP que são inscritas as chapas que concorrem para a consulta nacional.

O mandato dos membros do Conselho Federal é de três anos, permitida a

reeleição uma única vez.

Sobre a Assembléia dos delegados regionais

A Assembléia dos Delegados Regionais é formada pelos representantes dos

Conselhos Regionais. Ela deverá reunir-se ao menos uma vez por ano, por convocação do presidente do CFP. Na primeira convocação, exige-se o quórum da maioria absoluta de seus membros, e nas seguintes pode reunir-se com qualquer número.

Compete à Assembléia dos Delegados Regionais, em reunião previamente

convocada para esse fim e por deliberação de pelo menos 2/3 (dois terços) dos membros

presentes:

Eleger os membros do Conselho Federal e respectivos suplentes;de pelo menos 2/3 (dois terços) dos membros presentes: Assembléia também é responsável pela destituição de

Assembléia também é responsável pela destituição de qualquer dos membros do Conselho Federal que desrespeitem o Código de Ética da Profissão.os membros do Conselho Federal e respectivos suplentes; Elegibilidade De acordo com a seção II, artigo

Elegibilidade

De acordo com a seção II, artigo 5º do Regimento Eleitoral (Resolução CFP nº 002/2000), é elegível para o CFP o Psicólogo que satisfaça aos seguintes requisitos:

I – ter nacionalidade brasileira;

II – estar em dia com suas obrigações eleitorais e militares;

III – encontrar-se em pleno gozo de seus direitos profissionais;

IV – ter inscrição principal no respectivo Conselho Regional e domicilio na região

correspondente, quando concorrer ao Conselho Regional, e inscrição em qualquer Conselho Regional, quando concorrer a cargo no Conselho Federal;

V – inexistir contra si condenação criminal a pena superior a 2 (dois) anos, em virtude

de sentença transitada em julgado, salvo reabilitação legal;

VI – inexistir contra si condenação, por infração ao Código de Ética, transitada em

julgado há menos de 5 (cinco) anos;

VII – estar quite com a tesouraria do Conselho Regional de Psicologia relativamente aos

exercícios anteriores, ainda que sob a forma de parcelamento de débito.

Plenário

O Plenário é um órgão deliberativo do Conselho Federal de Psicologia formado pelo conjunto de seus conselheiros.

O órgão é responsável, entre outras atribuições:

Pela aprovação do plano de ação da gestão;

pela aprovação da realização de inquéritos sobre o funcionamento dos Conselhos

Regionais de Psicologia;

pela proposta de criação e extinção de cargos do CFP; pela criação de Grupos de Trabalho.

As reuniões plenárias são realizadas na sede do CFP, ordinariamente, pelo menos uma vez por mês, por iniciativa do presidente ou a requerimento de 2/3 dos Conselheiros Efetivos para deliberar sobre assuntos técnicos, administrativos e questões políticas.Podem participar das reuniões, quando convocados, membros dos Conselhos Regionais de Psicologia, convidados, funcionários e assessores. Processos éticos

Acontecem ainda, no mesmo período das reuniões plenárias, as plenárias de julgamentos de processos éticos. Consiste em sessão restrita em que só participam os conselheiros e as partes. Seu objetivo é analisar recursos das partes interessadas e verificar a decisão proposta pelo Regional, podendo manter sua decisão ou reformá-la. O processo disciplinar ético será iniciado mediante representação ou de ofício pelo Conselho Regional, onde acontece toda a fase de instrução processual, cabendo da decisão proferida recurso ao Conselho Federal de Psicologia. O presidente do CFP, ao receber os autos do CRP, os encaminhará ao Secretário de Orientação e Ética para que ele emita parecer sobre a regularidade do processo. Estando este apto a ser julgado, o Secretário encaminha ao presidente o processo, para designação de um conselheiro relator e posterior inclusão em pauta de julgamento em Plenário. Durante estas reuniões plenárias, os conselheiros podem participar com direito a voto, sendo que o presidente só vota em caso de desempate. Conselheiros que tenham participado da gestão na época em que o processo estava em andamento no CRP não podem participar.

Diretoria

A Diretoria é um órgão executivo responsável pela operacionalização de diretrizes e decisões do Plenário, composta no momento da organização da chapa. A Diretoria e os Grupos de Trabalho realizarão tantas reuniões quantas necessárias ao bom andamento e à plena execução dos trabalhos, bem como ao cumprimento das deliberações do Plenário. Das reuniões da Diretoria, serão encaminhados relatórios para apresentação nas reuniões plenárias.

Comissões Permanentes

Para cumprir as diversas atividades de responsabilidade legal do CFP, existem as seguintes comissões permanentes:

Comissão de Direitos Humanos, criada pela Resolução CFP nº 11/1998 tem como atribuições: incentivar a reflexão sobre os direitos humanos inerentes à formação, à prática profissional e à pesquisa em Psicologia; intervir em todas as situações em que existam violações dos direitos humanos que produzam sofrimento mental; participar de todas as iniciativas que preservem os direitos humanos na sociedade brasileira; apoiar o movimento internacional dos direitos humanos; e lutar contra todas as formas de exclusão que violem os direitos humanos e provoquem qualquer tipo de sofrimento mental. Comissão de Análise sobre Título Especialistas, criada pela Resolução CFP nº 014/200, revogada pela Resolução CFP nº 013/2007: criada para fins de concessão de credenciamento de cursos de especialista e análise de recursos sobre títulos de especialistas. Essa comissão também tem a responsabilidade de subsidiar o plenário do CFP para as diversas demandas relacionadas ao tema “Especialidades em Psicologia”. Comissão Nacional de Credenciamento de sites, criada pela Resolução CFP nº 003/2000, revogada pela Resolução CFP nº 012/2005: além de realizar avaliação dos sites que oferecem serviços de Psicologia, apresenta sugestões para o aprimoramento dos procedimentos e critérios envolvidos nesta tarefa e subsidia o Sistema Conselhos de Psicologia a respeito da matéria. Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica, criada pela Resolução CFP nº 025/2001, revogada pela Resolução CFP nº 002/2003: integrada por psicólogos convidados de reconhecido saber em testes psicológicos, tem como objetivo analisar e emitir parecer sobre os testes psicológicos encaminhados ao CFP, com base nos parâmetros definidos nesta Resolução, bem como apresentar sugestões para o aprimoramento dos procedimentos e critérios envolvidos nessa tarefa, subsidiando as decisões do Plenário a respeito da matéria. Além disso, de acordo com a Lei 5.766/1971, o CFP deve funcionar como tribunal superior de ética profissional. Para tanto, no órgão é mantida a Secretaria de Orientação e Ética, que cuida da elaboração de diretrizes para os CRPs de trabalhos relacionados à orientação e ética profissional, além da organização e subsídio dos julgamentos de recursos de processos éticos que chegam ao CFP.

Uma das mais importantes atividades desta Secretaria é promover, aproximadamente a cada dois anos, os encontros das Comissões de Orientação e Ética e Comissões de Orientação e Fiscalização dos Conselhos Regionais de Psicologia, o que objetiva a troca de experiências e avaliações sucessivas da legislação profissional existente. Esses encontros não são deliberativos, mas sim elucidativos para os trabalhos das comissões regionais. Em seu plenário, o CFP também discute estrategicamente diversos temas, tratados posteriormente em plenárias, como por exemplo: saúde, gênero, educação, projetos de lei de interesse da Psicologia, condições de trabalho, mobilidade/trânsito, democratização da comunicação, ciência, formação, criança e adolescente, medicalização da vida, emergências e desastres. populações tradicionais e povos indígenas, articulações com a Psicologia de outros países, avaliação psicológica, publicações, sites de outros dispositivos de comunicação, diversidade sexual, história da Psicologia, entre outros. O CRPRS possui comissões permanentes, especiais e também grupos de trabalho. As Comissões Permanentes são obrigatórias em todos os CRPs. São fundamentais para o cumprimento das funções primordiais destinadas à origem do Sistema Conselhos. São As Comissões Especiais são constituídas em função de demandas específicas da profissão em determinado contexto, possuindo vários objetivos estabelecidos e podendo ser mantidas enquanto houver necessidade do debate e da discussão da demanda a que se referem. A maior parte dessas comissões é aberta à participação de psicólogos que estejam interessado sem integrá-las. Os Grupos de Trabalho (GTs) são formados a partir de uma demanda específica ou temporária que necessite um trabalho mais sistematizado para a categoria. Todos os psicólogos regularmente inscritos no CRPRS podem participar das reuniões.

Sistemas e Conselhos

O Sistema Conselhos de Psicologia é constituído por um conjunto de órgãos colegiados:

o Congresso Nacional e os Regionais de Psicologia, a Assembléia das Políticas Administrativas e Financeiras (APAF), os Conselhos Federal e Regionais de Psicologia as Assembléias Regionais. O Congresso Nacional de Psicologia é a instância máxima de caráter deliberativo, responsável por estabelecer as políticas e diretrizes para o Sistema Conselhos. É formado por

representantes escolhidos como delegados nos Congressos Regionais e se realiza a cada três

anos.

A APAF, instância deliberativa situada, em hierarquia, logo abaixo do Congresso Nacional de Psicologia, é constituída por representantes dos Conselhos Federal e Regionais e se reúne, pelo menos, duas vezes ao ano. Uma de suas atribuições é acompanhar a execução das

deliberações do Congresso Nacional e a execução regional das políticas aprovadas.

Os Conselhos Federal (CFP) e Regionais de Psicologia (CRPs) são formados por psicólogos eleitos através do voto direto para mandato de três anos. O primeiro Plenário do CFP se instalou em Brasília, em dezembro de 1973. Em 1974, instalaram-se os sete primeiros CRPs, incluindo o CRP-07, na época com jurisdição nos estados do Paraná (hoje CRP-08), Santa Catarina (CRP-

12) e Rio Grande do Sul (CRP-07).

Como atuamos

O Conselho Federal tem como dever zelar pela democracia e por uma Psicologia comprometida com as necessidades da sociedade, estando lado a lado das entidades e movimentos que lutam pelos direitos humanos. Nessa perspectiva, propõe a luta pelo fim de todas as formas de violência presentes nas instituições, nos locais de isolamento, na intolerância à diversidade cultural, religiosa, sexual e racial e na criminalização dos movimentos sociais. Objetiva também, cada vez mais, fortalecer a presença da Psicologia nas políticas públicas em articulação com outras profissões e outros saberes. O CFP integra as seguintes entidades:

União LatinoAmericana de Entidades de Psicologia (Ulapsi) – articulação de entidades e psicólogos latino-americanos, criada para o trabalho conjunto em benefício dos povos.

(FENPB) –

conjunto de entidades representativas da Psicologia no Brasil. Rede Latino Americana da Psicologia em Emergências e Desastres O CFP também participa de diversos coletivos. Dentre eles, os conselhos de direito, como Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, Conselho Nacional da Criança e do Adolescente, Conselho Nacional de Saúde, Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT – CNCD/LGBT, Conselho Nacional

Fórum

Nacional

de

Entidades

da

Psicologia

no

Brasil

de Segurança Pública, Conselho Nacional de Assistência Social e Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas. Participa também de fóruns: Fórum das Entidades das Profissionais de Saúde,

Fórum das Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira, Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde Fórum Nacional de Defesa da Criança e do Adolescente, Fórum Nacional dos Conselhos das Profissões Regulamentadas, Fórum Permanente do Mercosul, Fórum Nacional de Assistência Social, Fórum Nacional de Democratização da Comunicação, Fórum das Entidades Nacionais dos Trabalhadores em Saúde, Comissão Permanente de Combate à Tortura e à Violência Institucional.

O CFP tem participação ainda em grupos de trabalho, como é o caso do Grupo

de Trabalho Interministerial para Ajuda Humanitária Internacional, coordenado pelo

Ministério das Relações Exteriores.Além disso, a participação política do CFP na defesa do protagonismo dos direitos da sociedade também prevê a participação em movimentos nacionais que tenham como objetivo desenvolver políticas qualificadas, assertivas e competentes, direcionadas a determinados grupos da sociedade. É o caso, por exemplo, da participação na Frente Nacional de Entidades pela Cidadania, Dignidade e Direitos Humanos na Política Nacional sobre Drogas e na Articulação Nacional para o Controle Social da Política de Defesa Civil e da Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial (Renila) e da Frente pela defesa do SUS. O CFP tem investido maciçamente na qualificação do debate público acerca dos grandes temas da Psicologia. Como ações viabilizadoras deste projeto, têm sido realizados debates online, seminários e publicações. Desde 2006, o CFP participou e/ou coordenou 235 seminários, 72 Conferências e 15 debates online. Houve ainda cerca de 45 publicações produzidas CFP. Também foram produzidos pelo CFP diversos vídeos e documentários. Um exemplo são os diversos vídeos que fazem parte do Projeto Memórias da Psicologia Brasileira, projeto que tem por finalidade contribuir para resgatar e ampliar o conhecimento sobre a evolução histórica da área da Psicologia no Brasil em seus aspectos de produção intelectual, científica, institucional e profissional. O projeto é composto por publicações e vídeos

O CFP é responsável pela produção de duas grandes campanhas em 2011. A

primeira – Psicologia, profissão de muitas e diferentes mulheres, ressaltou o protagonismo feminino na profissão, que conta com 87% de psicólogas. Esta campanha dialogou com estas profissionais em várias frentes: fotos das profissionais no exercício

profissional, que foram postadas no http://mulher.pol.org.br/, prêmio profissional conferido a experiências exitosas no trabalho com mulheres e produção de vídeos que abordam a temática das mulheres e do gênero sob diversos matizes. A segunda campanha, com o tema Drogas e Cidadania, tem como foco a defesa dos cuidados com os usuários de álcool e outras drogas através dos dispositivos do Sistema Único de Saúde e contra a internação compulsória nas comunidades terapêuticas. Em breve será lançada uma cartilha que aborda questões relevantes para o tema

Prêmios

14 de março de 2011

Prêmio Dignidade Solidária, oferecido pelo Grupo Dignidade em reconhecimento ao

seu trabalho com a causa LGBT

18 de abril de 2009

Prêmio ABGLT de Direitos Humanos

12 de dezembro de 2005

Prêmio Nacional da Secretaria de Direitos Humanos na categoria Instituições Públicas,

em sua 10ª edição

Documentação

Documentos constitutivos do CFP e dos CRP´s.

Lei 4.119 de 27/08/1962 Dispõe sobre os cursos de formação em Psicologia e regulamenta a profissão de Psicólogo.

Decreto 53.464 de 21/01/1964 Regulamenta a Lei nº 4.119, de agosto de 1962, que dispõe sobre a Profissão de Psicólogo.

Lei 5.766 de 20/12/1971 Disponibiliza tudo sobre a criação do Conselho Federal de Psicologia e dos Conselhos Regionais de Psicologia.

Decreto 79.822 de 17/06/1977 Regulamenta a Lei n.º 5.766, de dezembro de 1971, que criou o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Psicologia e dá outras providências.

Regimento Interno - CFP O Regimento Interno do Conselho Federal de Psicologia estabelece a forma de funcionamento deste órgão. É o Regimento Interno que vai determinar como os Conselhos de Psicologia devem proceder para auxiliar da melhor forma os profissionais de Psicologia em sua área de trabalho.

Referências

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Conheça o CFP. Disponível em:

http://site.cfp.org.br/cfp/conheca-o-cfp/.Acesso em: 28 Março 2013,23:38:00

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Sistemas Conselhos. Disponível em:

http://site.cfp.org.br/cfp/sistema-conselhos/.Acesso em: 28 Março 2013,23:42:00

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA - RS. Sistemas Conselhos. Disponível http://www.crprs.org.br/crp_sistema.php/.Acesso em: 28 Março 2013,20:28:00

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA – SP. Um pouco de História. Disponível

http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/jornal_crp/172/frames/fr_avancos.aspx/.Ac

esso em: 27 Março 2013,16:21:00

POL/PSICOLOGIAONLINE - RS. Sistemas Conselhos. Disponível http://www2.pol.org.br/sistema/index.cfm/.Acesso em: 26 Março 2013,19:03:00