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Isaac Sousa

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A rtes Plásticas

ARTE: DO CAOS AO DIFERENCIADO Jotônio Viana

O O homem moderno é desesperadamente um produtor e consumidor de imagens, de símbolos, de informações. O grande desafio aberto a nós,

indivíduos da atualidade, é descobrir meios de como filtrar o necessário e ignorar o desnecessário, descobrir como sair da rotina da percepção comum e estar apto a distinguir o significado do insignificativo, o essencial do inessencial.

No mergulho da procura à resposta, podemos dedicar-nos completamente à Ciência, à Filosofia ou viver dentro de uma redoma de percepções artísticas limitadas. Todas as possibilidades, em separado, são plausíveis, mas também são incompletas. Tanto a Ciência quanto a Filosofia são lógica ou experiência. A Arte - entendida como uma concepção universal e holística - é consciência, intuição e percepção. Porém, a inspiração, consciência e percepção são tão necessárias à poesia quanto à Ciência e à Filosofia. Elas se complementam, ao invés de se contraporem. Todas refletem e traduzem aspectos diferentes, porém intercomplementares da consciência humana, e só quando valorizadas e tomadas em conjunto nos dão uma ideia completa do mundo.

Ou seja, Arte, Ciência e Filosofia não têm fronteiras definidas. Arte, Ciência e Filosofia são produtos e elementos de uma mesma dinâmica organizacional, seja ela material, psico ou social. Elas se originam das experiências acumuladas e transbordam, como numa erupção vulcânica, num soluço vulcânico, dos roncos das veias da consciência e da essência do ser humano para a materialidade orgânica do ser e do estar.

Elas podem autodenominar-se umas às outras simbioticamente sem prejuízo nenhum dos significados inerentes às suas especificidades mais acadêmicas, etimológicas ou lexicográficas. Mas a definição de Arte é mágica, traz uma auréola incomparável, toca mais fundo.

parece que se

pronuncia a senha para as incursões mentais jamais admitidas por qualquer outra definição abstrata do raciocínio humano. Quando o

ser humano descobre fórmulas para criar ou para mudar algo está

Quando se diz: “A verdadeira Arte

”,

fazendo arte, quando ele filosofa está fazendo arte, quando ele se expressa sob qualquer forma está concretizando, formatando o produto de suas experiências, está dando vida aos seus pensamentos, aos seus raciocínios, às suas abstrações.

A verdadeira Arte se sobrepõe ao momento histórico que a

gerou e exerce o fascínio permanente. E embora sofra as condições de seu tempo e represente as ideias e aspirações históricas de um momento único, ela, nos seus instantes de criação, e após, abre um espaço impreenchível na corrente do tempo.

Tornada viva através dos símbolos, estética e valores, a Arte é o ímpeto da criação, da renovação e da perpetuidade dos sentimentos morais e transcendentais, dos desejos utópicos, da descoberta do desconhecido. O traçado e a significação das palavras desvairadas, dos gestos e atos produzidos pela loucura de olhos abertos do artista podem ser traduzidos pela palavra magia, mas não a magia simbiótica e primitiva entre a religião, a ciência e arte, fundidas e latentes em nossos ancestrais, mas a magia do tornar possível o impossível. A Arte não só aprisiona numa teia universal e secular os gemidos insatisfeitos contidos no limiar da consciência, ou faz brotar sobre uma tela branca, sobre o vazio do papel ou sobre uma massa amorfa o impulso nervoso que transforma o nada em uma imensidão de pensamentos, de formas, que opõem uma lei de perenidade à partida descontrolada do tempo, mas também, progressivamente, serve ao papel esclarecedor das relações sociais, ao papel conscientizador e iluminista dos homens enquanto seres sociais, ajudando-os a reconhecerem-se a si próprios e a reconhecer em seus desejos a possibilidade de transformar e tornar possível uma outra realidade social mais concernente aos seus anseios.

E aqui o artista descobre a grandeza do homem e dá forma

artística a seus conflitos e às suas paixões, seus fragmentos, indo ao reservatório subconsciente de formas arquetípicas e dos desejos

insatisfeitos, desentranhando a própria psique, para compor, através da simbologia, dos signos, sua real natureza.

O artista busca sofregamente expor à sociedade de seu tempo suas concepções crítico-psíquicas e crítico-sociais do

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mundo material e imaterial que o compõem e o rodeiam. Ele busca incessantemente um discurso plástico-simbólico que seja inteligível e atinja plenamente seus objetivos de ser reconhecido em suas pretensões, de se fazer entender e de se fazer comunicar. Mas também, irônica e dialeticamente, admite a existência de uma oposição entre ele, que cria, e aquele que o reconhece.

A criação verdadeira, a linguagem revolucionária, nasce do

autodidatismo. O reconhecimento é tradição, a tradição é academicismo. O academicismo não renova, só perpetua o conhecido. Só fora do conhecido há revolução, há linguagem nova. Porém, para haver linguagem nova é preciso existir o conhecido, o acadêmico, a tradição. Por isso é que no caso do artista, a sua aceitação e reconhecimento pela sociedade é uma contradição. A aceitação, o reconhecimento, traz em si um componente de perda de valor de seu trabalho, pois o aval da unanimidade social é sinônimo de lugar-comum.

O homem só cria quando se revolta e provoca a revolta,

quando fustiga a banalidade, quando quebra as correntes que o

quando

prendem à tradição, às regras e às ideias pré-concebidas provoca o caos.

O artista só cria o mundo da Arte depois que destrói o comumente aceito. Ele inventa, estabelece diferenças e

semelhanças, como na crença cosmogônica onde Deus criou o

próprio mundo a partir do disforme, do indiferenciado

Platão declarou que os poetas, os artistas, deveriam ser expulsos da República porque todo poeta, todo artista, em essência, é um ser inconformado com o estabelecido. O artista é a antena das emoções humanas que surgem dos conflitos, de um momento ímpar, de um espaço, da terra, de um pedaço de papel branco, vazio – de alguma coisa que passa, perpassa e trespassa. O verdadeiro

artista busca a liberdade anárquica em sua totalidade. Não a que lhe concedem, mas a que acredita que possa ter. Ele é um tensor: coloca as coisas em movimento, provoca o movimento através de tensões

estabelece o caos. Ele é um deus

contraditórias, cria a polêmica

que do indiferenciado do caos, da desordem, da ausência completa de regras ou leis faz surgir e concretizar-se a lógica da cosmogonia. Separa a luz das trevas, o céu da terra, as águas da parte seca e o dia

do caos.

da noite. Cria, então, o diferenciado humanista, onde as imagens, os conflitos, as paixões humanas são semelhantes.

O homem-artista, encarnado pelo faiscar da vontade de

interferir na natureza material humana, encontra e projeta a identificação no próprio homem. Através da Arte o indivíduo encontra a plenitude, apodera-se e participa das experiências do

outro, sai do aprisionamento egoísta do quadro da vida pessoal, das possibilidades transitórias e limitadas de uma única personalidade

e

vai para a existência mais verdadeiramente humana, mais coletiva

e

mais social. É através da Arte que o ser humano toma consciência

de que ele não basta a si próprio, que é da sua natureza, como ente de caráter essencialmente grupal, o desejo intrínseco de ser mais do que é, que nele existe um sentimento latente de se desenvolver e completar, e que isso só é possível quando partilha e participa das experiências alheias

A sociedade conformista, sistêmica, tem medo do artista,

tem medo do artista-cientista, tem medo do artista-filósofo, defende-se, agarrando-se às tradições, às regras, ao estabelecido. Porém, intrinsecamente, tem consciência de que sem os artistas, sem as incursões mentais por eles patrocinadas, a metamorfose da vida simplesmente para, morre

Por isso, a aqueles que fizeram, fazem e divulgam a Arte, ou os que encarnaram suas sublevações do status quo a nossa referência pela magnanimidade das tentativas e aplausos pelas concretizações na composição, decomposição e instituição do caos.

A declaração de Platão, acima, é descontextualizada para

servir à noção de caos do texto, pois na verdade foi Platão um dos

primeiros a defender a tese de que a arte seria a verdadeira base da

O 'delírio' a que me impus submergir na reflexão acima

foi inspirado nas obras de Herbert Read, René Huyghe, Ernest Fischer, Harold Osborne e outros intelectuais e críticos de arte do século XX. Na verdade, toda a 'salada' mental que aqui se encerra é uma espécie de 'assemblage' (termo grego introduzido na arte por Jean Dubuffet: mistura de objetos e materiais diversos) do pensamento 'bruto' e literal dos autores citados, a quem reverencio e peço licença.

educação

Isaac Sousa

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A F O (O )

Antonio Francisco de Oliveira nasceu em Caxias – MA em 24 de agosto de 1929. Casado com Maria Antônia da Luz de Oliveira, pai de três filhos, na juventude trabalhou como

marceneiro (profissão herdada do pai, José Domingos de Oliveira). Teve uma infância difícil e, desde cedo, ajudou no sustento da casa. Fabricava suas próprias tintas: da casca do pequi em decomposição, fazia a tinta preta; do urucum, fazia tinta vermelha;

do

calcário, tinta branaca.

Em sua juventude, fez curso de pintura por correspondência

do

Instituto Universal Brasileiro. Seu estilo artístico é voltado para

o

impressionismo. Algumas de suas telas estão expostas no

Instituto Histórico e Geográfico de Caxias – nelas, o artista tenta

reconstruir sua terra natal quando era apenas uma vila. Além de telas, também produziu esculturas. É autor do busto de Santos Dummont instalado pela prefeita Márcia Serejo Marinho na avenida homônima, no bairro Seriema. Possui ainda um busto de Vespasiano Ramos em sua residência.

Recebeu, em 2001, o título de comendador da Ordem do Mérito Poeta Gonçalves Dias, de acordo com a lei municipal nº

1469/2001.

Gonçalves Dias, de acordo com a lei municipal nº 1469/2001. Infância (óleo sobre tela). Lixo (óleo
Gonçalves Dias, de acordo com a lei municipal nº 1469/2001. Infância (óleo sobre tela). Lixo (óleo

Infância (óleo sobre tela).

Gonçalves Dias, de acordo com a lei municipal nº 1469/2001. Infância (óleo sobre tela). Lixo (óleo

Lixo (óleo sobre tela).

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C A S M

Em 1896, nasceu em Caxias o artista Celso Antônio Silveira de Menezes. Escultor, pintor, desenhista – um gênio modernista das artes plásticas, que a História tem esquecido e o gosto ignorado. Chegou a estudar escultura na Academia de La Grande Chaumiére, em Paris, onde foi assistente de Emille Antoine Bourdelle (considerado herdeiro de Rodin). De seu círculo intelectual na França também participavam Di Cavalcanti, Villa- Lobos,Anita Malfatti, Brecheret, Tarsila doAmaral.

Antropofagia

Celso Antônio era um modernista e, portanto, nacionalista – mais que isso, um nativista. Sua arte buscava a feição exata do Brasil, era a busca por uma estética autônoma, autóctone, livre dos cânones europeus – antropófaga. Como outros modernistas, se alinhou com o nacional desenvolvimentismo de Vargas; e como outros artistas, teve seu talento mobilizado em seu projeto de construção da nacionalidade.

Estátua do trabalhador

O ministro Gustavo Capanema encomendou de Celso

Antônio uma estátua do trabalhador brasileiro, para a fachada do Ministério do Trabalho. Fiel à sua proposta estética, ele fez um homem de traços mestiços, venta de chaboca, atarracado, barrigudo – fruto não apenas do entrecruzamento de raças, mas da pobreza e das condições hostis do ambiente brasileiro. A estátua (apesar de genial) foi execrada e abandonada em um almoxarifado qualquer da capital (Rio de Janeiro) que, depois, foi abandonada também.

Megalomania

A imagem que Celso Antônio esculpiu com seu cinzel

não correspondia ao imaginário megalomaníaco do autoritarismo de matriz fascista de Vargas. O Brasil era um gigante adormecido, um monstro nobre e poderoso (o gigante de pedra, descrito por Gonçalves Dias) – como o artista poderia concebê-lo com aqueles traços grosseiros, rústicos, nanicos? O artista pagou caro por dizer a verdade, foi excluído da alta cúpula artística da época e morreu na miséria, cerca de quarenta anos depois.

Gonçalves Dias

O episódio com a estátua do trabalhador faz pensar em

coisas que se escutam sobre a estátua de Gonçalves Dias, na praça com seu nome, em Caxias. Um poetinha de carão ossudo, 1,49 m (não dá nem metro e meio de homem) – e já ouvi gente dizer que a estátua é uma vergonha, que deveria ser uma estátua gigantesca, um obelisco, que aquilo é sintoma de que em Caxias se faz uma cultura nanica.

Aperfeição da estátua

A escultura de Celso Antônio (e a estátua de Gonçalves

Dias) encarna o nativismo, o nacionalismo que Gonçalves Dias pretendeu em sua obra. Ela vai além, mostra a feição tupiniquim- mestiça em concretude dolorosa, em solidez inabalável, sem a maquiagem idealizadora do romantismo. A estátua da praça do poeta entendeu o recado dos dois artistas autóctones, Gonçalves Dias e Celso Antônio – ela se apegou à terra e ao sangue que a essa terra pertence.

se apegou à terra e ao sangue que a essa terra pertence. Celso Antonio esculpindo Moça

Celso Antonio esculpindo Moça carregando jarro de água (gesso).

Celso Antonio esculpindo Moça carregando jarro de água (gesso). Estátua do trabalhador (pedra, 1950, 300 cm)

Estátua do trabalhador (pedra, 1950, 300 cm).

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Isaac Sousa A A r t e s d e r t i s t a

Maternidade (mármore branco, 1943). Encomendada pelo ministro Gustavo Capanema para a sede do Ministério da Educação e Saúde, Rio de Janeiro - RJ.

do Ministério da Educação e Saúde, Rio de Janeiro - RJ. Monumento tumular de Lidia Piza

Monumento tumular de Lidia Piza de Rangel Moreira (granito Mauá, 1927).

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T R S

Artista de renome nacional e internacional, nasceu em Caxias – MA, em 1959. Sua técnica principal é a xilogravura. Compõe figuras que apresentam fisionomia magra e antropomórfica que recriam o cotidiano, a cultura, a história de sua terra. Reminiscências da infância são fundamentais para as suas criações que se materializaram artisticamente nos elementos, nas personagens, e na identidade sertaneja em linhas, cores e texturas, muito inspiradas nas gravuras de cordel.

Realizou mais de 100 exposições na Europa. Para o Memorial da Balaiada, compôs um painel de 8,8 m x 0,7 m, representando a Guerra da Balaiada. Na abertura do Fórum Cultural Mundial (2004, São Paulo), foi artista convidada, apresentando uma série de 30 gravuras de 3,7 m de comprimento. Ilustrou a tradução alemã do conto Do recente milagre dos pássaros, de JorgeAmado, e o folheto, transformado em livro, de João José da Silva, sobre os heróis nordestinos Lampião e Maria Bonita.

Silva, sobre os heróis nordestinos Lampião e Maria Bonita. A artista montando um painel. Capa do
Silva, sobre os heróis nordestinos Lampião e Maria Bonita. A artista montando um painel. Capa do

A artista montando um painel.

Lampião e Maria Bonita. A artista montando um painel. Capa do livro Kindheit, coautoria de Tita

Capa do livro Kindheit, coautoria de Tita e Peggy Parnass.

A artista montando um painel. Capa do livro Kindheit, coautoria de Tita e Peggy Parnass. Kindheit

Kindheit Familie (xilogravura)

Isaac Sousa

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R N T S

(M S )

Pintor autodidata, iniciou carreira como copista. Em 1945, participou do Salão Arthur Marinho, em São Luís, obtendo Menção Honrosa com o quadro Manufatura. Em 1946, no mesmo Salão, foi 1º lugar, com a tela Porto das Pedras. Passeou por diversas técnicas e tendências, indo do representacional, com tendências barrocas, ao conceitual – como no mural Babaçu, exposto no Auditório Leôncio Magno, no CESC/UEMA.

É autor, entre outras obras, da Fonte da Veneza, do Cristo Redentor da Praça da Matriz, dos bustos da Praça do Panteon, da Estátua da Justiça (ficava em frente à Casa da Justiça e veio a ser demolida), além de diversas fachadas e interiores de muitos prédios públicos e privados da cidade. Há obras suas expostas em outras cidades, como Timon – MA, São Luís – MAe Fortaleza – CE.

como Timon – MA, São Luís – MAe Fortaleza – CE. Painel A saga do babaçu
como Timon – MA, São Luís – MAe Fortaleza – CE. Painel A saga do babaçu

Painel A saga do babaçu em estilo cubista exposto no auditório Leôncio Magno do CESC/UEMA

CI artografias nvisíveis

J G R F

C I artografias nvisíveis J G R F Nasceu em 1959 em Caxias. Na década de

Nasceu em 1959 em Caxias. Na década de 1980, frequentou os cursos de Desenho, Pintura, Perspectiva e História da Arte, no Centro de Artes e Comunicações Visuais do Estado – CENARTE, em São Luís – MA. Travou conhecimento com Nagy Lajos, com quem estudou Cromática. Expõs pela primeira vez no Salão dos Novos, em 1981. Sua primeira mostra individual aconteceu em 1986; intitulava- se Paraíso do Mal. Desde então, tem realizado várias exposições coletivas e individuais. Na Coletiva de Maio, ganhou vários prêmios pelo Juri Técnico.

Mudou-se para Brasília em 1987. Frequentou o Centro de Realizações Criadoras – CRESÇA, e estudou desenho com Glênio Bianchetti. Geraldo Reis também cursou Artes Visuais EAV, no Rio de Janeiro, Parque Lage, tendo como professores Charles Watson e Beatriz Milhazes. Ingressou no Chelsea College ofArt Designer – Londres – UK.

Vanguardista, pesquisador, experimentalista. Recentemente, tem explorado grandes espaços, pigmentos e aglutinantes, compondo objetos tridimensionais e abstrações.

Fotografia me interessa porque é uma das

mais sublimes representações da realidade. Em minhas pinturas falo sobre a sublimação do prazer e o perigo no cotidiano humano, reinterpreto textos, aposso-me de imagens de revistas , museus, pinturas, filmes. Faço uso das mídias e tecnologias do meu próprio tempo”.

“Meu trabalho é uma simples analogia do conhecimento sobre a Linguagem. (

)

uma simples analogia do conhecimento sobre a Linguagem. ( ) Ophelia tropical (mix media) C ’

Ophelia tropical (mix media)

sobre a Linguagem. ( ) Ophelia tropical (mix media) C ’ e s t l a

Cest la vie (mix media)

Isaac Sousa

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Isaac Sousa A A r t e s d e r t i s t a

Título das esculturas da esquerda para a direita: Metamorfose II, Objeto em Pedestal IV, Concepção, Objeto em Pedestal e Metamorfose.

J M V

Nasceu em Imperatriz (MA), no dia 29 de junho de 1957. Teve uma infância pobre e rígida educação familiar nos princípios do catolicismo. Jornalista, radialista e escultor – atuou em jornais do Maranhão, como repórter policial no Jornal O Progresso em 1977. Em 1979, para o Ceará, onde atuou nos jornais Tribuna do Ceará, Correio do Ceará e O Povo (neste, por mais de 12 anos ininterruptos).

Fez cursos sobre Política na Universidade de Brasília/Universidade Estadual do Ceará e Escultura (moderna e pós-moderna) na Universidade Federal do Ceará. No campo das artes foi monitor da 1ª Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras do Ceará, realizada em Fortaleza – CE. Recebeu menção honrosa no salão de artes plásticas do Instituto Brasil Estados Unidos-IBEU –CE. Expôs em salões oficiais, como o Salão de Abril – CE e outras coletivas, além de várias exposições individuais.

Foi diretor da Fundação Vítor Gonçalves e da Rádio Cultura FM, ambas em Caxias. Um dos criadores e editor da antiga revista cultural O Balaio. Primeiro presidente da Associação de Rádios Comunitárias do Maranhão – Abraço - MA. Membro fundador da Academia Caxiense de Letras (cadeira 28). Em 2004 a Câmara Municipal de Caxias concedeu-lhe o Título de Cidadão Caxiense.

Caxiense de Letras (cadeira 28). Em 2004 a Câmara Municipal de Caxias concedeu-lhe o Título de

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F P C S

Nasceu em Caxias – MA em 02 de novembro de 1970. Começou na infância, desenhando personagens de histórias em quadrinhos. Aos 20 anos começou a fazer reproduções, até desenvolver seu próprio estilo e começar a criar seus próprios conceitos. Versátil, utiliza diversas técnicas e temáticas – desde retratos a paisagens e naturezas mortas.

Paulo faz exposições constantemente em outras cidades do Maranhão e do Brasil. Suas mais recentes aconteceram em Fortaleza – CE, São Luís – MA, Pinheiros – MA e Viana – MA.

– CE, São Luís – MA, Pinheiros – MA e Viana – MA. A menina e
– CE, São Luís – MA, Pinheiros – MA e Viana – MA. A menina e

A menina e a boneca (óleo sobre tela).

MA e Viana – MA. A menina e a boneca (óleo sobre tela). O Barco (óleo

O Barco (óleo sobre tela).

MA e Viana – MA. A menina e a boneca (óleo sobre tela). O Barco (óleo

O Pensador (óleo sobre tela).

Isaac Sousa

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D G S D S

Nasceu em Caxias-MA, em 11 de Janeiro de 1982. Filho de José Gomes Silva e Alezenira Silva Dos Santos. Casado, sem filhos.

Baseado em uma montagem fotográfica do artista José Arnaldo Costa Nascimento (desenhista codoense), construiu, para o Memorial da Balaiada, uma maquete representando Caxias por volta de 1839.

Segundo o artista, os temas e motivos dos seus trabalhos se originam em seus sonhos. Em 2001, realizou uma exposição coletiva na Academia Caxiense de Letras. Uma de suas obras foi publicada como capa do livro Necrópoles, de Wibson Carvalho, em 2012.

Reside em Berna – Suíça desde de 2003, onde atua como tenor em um dos corais mais famosos da cidade, o Berner Gemischter Chor.

atua como tenor em um dos corais mais famosos da cidade, o Berner Gemischter Chor .
atua como tenor em um dos corais mais famosos da cidade, o Berner Gemischter Chor .

Família (desenho)

atua como tenor em um dos corais mais famosos da cidade, o Berner Gemischter Chor .

Lei (desenho)

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C I artografias nvisíveis Artista Sonia Carvalho S M C C Artesã versátil, nasceu em Caxias

Artista Sonia Carvalho

S M C C

Artesã versátil, nasceu em Caxias – MA, em 04 de novembro de 1948, filha de Jadiel José de Almeida Carvalho e Terezinha de Jesus Costa.

Faz trabalhos em cerâmica, babaçu, isopor, gesso, sementes, papelão e petes; decoração em telhas, e tábuas; pinturas em camisetas (principalmente para turistas levarem como lembrança da cidade). Realiza pinturas paisagísticas e peças miúdas de baianinhas feitas com conchinhas, molduras para porta- retrato, bonequinhas etc. Atua também como restauradora e, juntamente com o professor Passinho, pintou o presépio da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios (Catedral).

A artista possuiu quatro boxes de artesanato no Centro de Cultura José Sarney. O primeiro dedicado à pintura; o segundo a artigos para decoração de aniversários; o terceiro s artesanato de peças miúdas; o quarto a artes em cerâmica. Durante anos, realizou exposições pelo Sebrae, Centro de Cultura, exposições ao ar livre na praça do Pantheon, em Teresina e outros lugares. Atualmente, devido a problemas de saúde, afastou-se da produção de artesanato.

devido a problemas de saúde, afastou-se da produção de artesanato. Trabalhos de Sonia Carvalho (óleo sobre
devido a problemas de saúde, afastou-se da produção de artesanato. Trabalhos de Sonia Carvalho (óleo sobre
devido a problemas de saúde, afastou-se da produção de artesanato. Trabalhos de Sonia Carvalho (óleo sobre

Trabalhos de Sonia Carvalho (óleo sobre tela).

Isaac Sousa

I M N

AA

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Artista plástico e arquiteto. Nasceu em Caxias – MA, e durante a adolescência mudou-se para o Rio de Janeiro. Ali, formou-se em Arquitetura e desenvolveu sua linguagem artística. Atualmente vive em São Luís – MA. A partir da observação da natureza e suas representações bucólicas, é um excelente paisagista – suas pinturas evocam reminiscências de sua terra natal, sofrendo influências do romantismo e do expressionismo.

sofrendo influências do romantismo e do expressionismo. Flores (aquarela). Paisagem com barcos (óleo sobre tela).

Flores (aquarela).

do romantismo e do expressionismo. Flores (aquarela). Paisagem com barcos (óleo sobre tela). Paisagem Campestre

Paisagem com barcos (óleo sobre tela).

Flores (aquarela). Paisagem com barcos (óleo sobre tela). Paisagem Campestre (óleo sobre tela). Folhagens

Paisagem Campestre (óleo sobre tela).

(aquarela). Paisagem com barcos (óleo sobre tela). Paisagem Campestre (óleo sobre tela). Folhagens (aquarela).

Folhagens (aquarela).

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A M F G

Artista caxiense, participou de mostras de fotografia no Espaço Oficial do Consulado do Brasil em Munique e outras cidades da Alemanha e de exposições de artes plásticas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza, São Luís, Caxias, Buenos Aires, e na Universidade Internacional da Flórida – FIU. Consta no Livro de Arte Internacional “Artists Across Continents”, organizado pela Artcom Expo International Association of Artists, com sede na Noruega, entre outros. Participou de exposições e lançamentos dos livros de arte: Artists Across Continents, Realimo Latino e Cristal de Talentos, em galerias institucionais nas cidades de Spoleto e Roma – Itália (2013), no Carrousel Du Louvre, Paris – França (2013/2014) e nas cidades Figueira da Foz, Praia de Mira, Setúbal e Coimbra – Portugal (2014), no Salão de Cultura Brasileira da Embaixada do Brasil em Oslo - Noruega, em Bolonha - Itália e em São Paulo - Brasil, no período de junho a novembro de 2014. Recebeu o diploma e troféu por sua obra “Mirabilis I”, pintura sobre tela (60x80cm) no Salão de Arte do Museu Etnográfico da Praia de Mira, Portugal, e a ofereceu ao acervo da Universidade de Coimbra, em agosto de 2014. Participou, ainda, de diversas mostras da Coletiva de Maio, no Convento das Mercês, de salões e coletivas de artes plásticas no Museu de Artes Visuais, na Galeria Gonçalves Dias no Palácio Cristo Rei, de 1996 a 2002; da Exposição coletiva de Mulheres, no Palácio dos Leões, em 1994; coletivas e exposições individuais na Galeria do SESC – Maranhão (1997 e 1998), em São Luís.

Galeria do SESC – Maranhão (1997 e 1998), em São Luís. Violoncelo 2, Ana Felix Garjan,
Galeria do SESC – Maranhão (1997 e 1998), em São Luís. Violoncelo 2, Ana Felix Garjan,
Galeria do SESC – Maranhão (1997 e 1998), em São Luís. Violoncelo 2, Ana Felix Garjan,

Violoncelo 2, Ana Felix Garjan, 60 x 80 cm, ast

Grafismo africano, Ana Felix Garjan, arte digital

Isaac Sousa

AA

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rtistas

Isaac Sousa A A r t e s d e r t i s t a

Nancy Guimarães Costa, Professora de Artes Industriais, Rio Janeiro, 1957,

Costa, Professora de Artes Industriais, Rio Janeiro, 1957, Arte de Nancy Guimarães Costa N G C

Arte de Nancy Guimarães Costa

N G C

Filha de Adriana Guimarães Costa e Pedro Costa Soares, nasceu em 1924 e faleceu em 24 de setembro de 1960. Sua vida breve foi dedicada às artes e à educação primária. Foi Professora do Grupo Escolar Gonçalves Dias e funcionária do antigo SESI de Caxias (década de 1950). Bem jovem foi convidada pelo Padre Dourado, de Caxias, para participar de peças de teatro de um grupo de moças, em Caxias, Coroatá e Codó.

Como funcionária do SESI, cursou “Artes Industriais” no Rio de Janeiro – RJ, nos últimos anos da década de 50, pouco antes de falecer. Ao retornar, como professora de artes industriais e artes plásticas, o SESI de Caxias promoveu uma grande exposição de suas obras, na cidade e em São Luís, nos estilos:

esculturas em cerâmica, tapeçaria, tecelagem em madeirite, peças de arte em couro, madeira e fibras.

Nancy coordenou diversos cursos de arte no SESI de Caxias, que funcionava à Rua Aarão Reis, próximo do antigo Armazém Caxias. Criou o conceito de uma Árvore de Natal montada na Praça Cândido Mendes, com colaboração de seus alunos de arte do SESI e de sua família. Montou seu atelier de arte e acessórios de moda, na antiga residência dos seus pais, onde atualmente funciona a Livraria Cia. Do Livro Azul e o Espaço Cultural Gonçalves Dias.

Os diretores do Espaço Cultural Gonçalves Dias – E.C.G.Dias, familiares de Nancy Guimarães Costa, a homenageiam através da Galeria "Nancy Guimarães Costa", onde estão algumas obras de arte em pintura.

Galeria Nancy Guimarães Costa - Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGDIAS

onde estão algumas obras de arte em pintura. Galeria Nancy Guimarães Costa - Espaço Cultural Gonçalves

CI artografias nvisíveis

F O

Fotografia de moda estilo pin up

Fotografia do projeto BOS que homenageia David Bowie.

artografias nvisíveis F O Fotografia de moda estilo pin up Fotografia do projeto BOS que homenageia