Você está na página 1de 47
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Novembro 2013 | 1
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Novembro 2013 | 1
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações ’ Da EXPO 98 ao Parque das Nações Novembro 2013
Da EXPO’98 ao Parque das Nações ’ Da EXPO 98 ao Parque das Nações Novembro 2013

Da EXPO 98 ao Parque

das Nações

Da EXPO’98 ao Parque das Nações ’ Da EXPO 98 ao Parque das Nações Novembro 2013
Novembro 2013 | 2
Novembro 2013 | 2
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Objetivos do projeto O Parque das Nações – como era…
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Objetivos do projeto O Parque das Nações – como era…
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Objetivos do projeto O Parque das Nações – como era…

Objetivos do projeto

O Parque das Nações – como era…

Estratégia Ambiental

Monitorização

Conclusões

Novembro 2013 | 3
Novembro 2013 | 3
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Objetivos do projeto Novembro 2013 | 4
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Objetivos do projeto Novembro 2013 | 4

Objetivos do projeto

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Objetivos do projeto Novembro 2013 | 4
Novembro 2013 | 4
Novembro 2013 | 4
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Realização da última Exposição Mundial do século XX; Requalificação Urbana
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Realização da última Exposição Mundial do século XX; Requalificação Urbana
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Realização da última Exposição Mundial do século XX; Requalificação Urbana
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Realização da última Exposição Mundial do século XX; Requalificação Urbana
Realização da última Exposição Mundial do século XX;

Realização da última Exposição Mundial do século XX;

Requalificação Urbana e Ambiental da área selecionada para o evento;

Requalificação Urbana e Ambiental da área selecionada para o evento;

Projeção da imagem interna e externa de Portugal;

Projeção da imagem interna e externa de Portugal;

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Realização da última Exposição Mundial do século XX; Requalificação Urbana
Novembro 2013 | 5
Novembro 2013 | 5
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações O Parque das Nações – como era… Novembro 2013 |
Da EXPO’98 ao Parque das Nações O Parque das Nações – como era… Novembro 2013 |

O Parque das Nações –

como era…

Da EXPO’98 ao Parque das Nações O Parque das Nações – como era… Novembro 2013 |
Novembro 2013 | 6
Novembro 2013 | 6
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
NNNN
NNNN
Da EXPO’98 ao Parque das Nações NNNN Limites Físicos Norte: Rio Trancão Sul: Av. Marechal Gomes

Limites Físicos

Norte: Rio Trancão Sul: Av. Marechal Gomes da Costa Este: Estuário do Rio Tejo Oeste: Linha do Norte

Da EXPO’98 ao Parque das Nações NNNN Limites Físicos Norte: Rio Trancão Sul: Av. Marechal Gomes

Área: 330 ha Frente rio com 5 Km extensão

Novembro 2013 | 7
Novembro 2013 | 7
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações 1992 – A zona ribeirinha surge como uma extensão territorial

1992 – A zona ribeirinha surge como uma extensão territorial da área industrial periférica de Lisboa, ocupada por grandes infraestruturas industriais, nomeadamente:

Refinaria da Petrogal e depósitos de produtos petrolíferos

Refinaria da Petrogal e depósitos de produtos petrolíferos

Matadouro Industrial de Lisboa

Matadouro Industrial de Lisboa

Depósito Geral de Material de Guerra

Depósito Geral de Material de Guerra

Estação de Tratamento de Águas Residuais

Estação de Tratamento de Águas Residuais

Da EXPO’98 ao Parque das Nações 1992 – A zona ribeirinha surge como uma extensão territorial
  • Aterro Sanitário de Beirolas

  • Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos de Beirolas

  • Diversas Instalações Portuárias e Armazéns

Novembro 2013 | 8
Novembro 2013 | 8
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Causas da Degradação e Poluição: •Tipo de indústrias e a

Causas da Degradação e Poluição:

•Tipo de indústrias e a fase em que foram instaladas;

• Forma de implantação dessas indústrias; • Envolvimento da zona industrial portuária

pelo tecido urbano.

Os diversos estudos urbanísticos desenvolvidos pela Câmara Municipal de Lisboa identificavam esta zona como uma das zonas de expansão da cidade com grandes carências e com maiores potencialidades de desenvolvimento e renovação, razão pela qual a intervenção urbanística nesta zona foi considerada prioritária.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Causas da Degradação e Poluição: •Tipo de indústrias e a
Novembro 2013 | 9
Novembro 2013 | 9
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Novembro 2013 | 10
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Novembro 2013 | 10
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Novembro 2013 | 10
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Novembro 2013 | 10
Novembro 2013 | 10
Novembro 2013 | 10
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Estratégia Ambiental Novembro 2013 | 11
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Estratégia Ambiental Novembro 2013 | 11

Estratégia Ambiental

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Estratégia Ambiental Novembro 2013 | 11
Novembro 2013 | 11
Novembro 2013 | 11
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Reencontro com a Natureza Oferecer aos futuros utentes do Parque das Nações um enquadramento urbanístico, paisagístico
Reencontro com a Natureza
Oferecer aos futuros utentes do Parque das Nações um enquadramento urbanístico,
paisagístico e ambiental favoráveis ao reencontro com a Natureza.
Opções estratégicas ambientais:
• Ambiente Urbano: privilegiar a
acessibilidade à zona e aos locais
mais interessantes para a
população;
• Rede
Integrada
de
fornecimento
urbano de frio e calor: dotar o Parque
das
Nações
de
um
sistema
de
distribuição urbana de frio e calor que
constitui uma
poupança
de 30%
da
energia primária;
• Frente – Rio: possibilitar a utilização da
para passeios pedonais, actividades de
recreio, desportivas e ao ar livre;
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Reencontro com a Natureza Oferecer aos futuros utentes do Parque
Novembro 2013 | 12
Novembro 2013 | 12
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Opções estratégicas ambientais • Despoluição do Trancão : encaminhar parte

Opções estratégicas ambientais

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Opções estratégicas ambientais • Despoluição do Trancão : encaminhar parte

Despoluição do Trancão: encaminhar parte dos efluentes gerados na bacia do Trancão para a ETAR de Beirolas e construir/ampliar as ETAR’s de Frielas e S. João da Talha;

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Opções estratégicas ambientais • Despoluição do Trancão : encaminhar parte

Qualidade da água na frente ribeirinha:

compilar o cadastro da rede de esgotos municipais e encaminhar os colectores existentes para a ETAR.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Opções estratégicas ambientais • Despoluição do Trancão : encaminhar parte
Novembro 2013 | 13
Novembro 2013 | 13
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Opções estratégicas ambientais • Ruído : adoptar sistemas de insonorização

Opções estratégicas ambientais

Ruído: adoptar sistemas de insonorização que garantissem uma protecção eficaz dos níveis acústicos perturbadores do ambiente interno;

Qualidade do Ar: criar condições

que favorecessem a fluidez do tráfego e instalação de cortinas vegetais ao longo das principais vias;
que
favorecessem
a
fluidez
do
tráfego
e
instalação
de
cortinas
vegetais
ao
longo
das
principais
vias;
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Opções estratégicas ambientais • Ruído : adoptar sistemas de insonorização
Novembro 2013 | 14
Novembro 2013 | 14
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Estratégia Ambiental: Projectos Integrados de Requalificação Ambiental Novembro 2013 |
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Estratégia Ambiental: Projectos Integrados de Requalificação Ambiental Novembro 2013 |

Estratégia Ambiental:

Projectos Integrados de

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Estratégia Ambiental: Projectos Integrados de Requalificação Ambiental Novembro 2013 |

Requalificação

Ambiental

Novembro 2013 | 15
Novembro 2013 | 15
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
  • Requalificação Ambiental

A intervenção realizada no Parque das Nações foi efectuada tirando o máximo partido da integração das operações de requalificação ambiental que houve necessidade de levar a cabo na zona.

  • Projectos Integrados

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Requalificação Ambiental A intervenção realizada no Parque das Nações foi

• Demolições / Reciclagem de materiais;

• Solos das Petrolíferas / Aterro Sanitário de Beirolas;

• Aterro Sanitário / Estação de Tratamento de Águas Residuais de Beirolas;

• Preparação de Terra Vegetal;

•Transplantes;

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Requalificação Ambiental A intervenção realizada no Parque das Nações foi
Novembro 2013 | 16
Novembro 2013 | 16
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
COLOCAÇÃO DE IMAGEM AO BAIXO
COLOCAÇÃO DE IMAGEM AO BAIXO
Da EXPO’98 ao Parque das Nações COLOCAÇÃO DE IMAGEM AO BAIXO Demolições / Reciclagem de Materiais
Da EXPO’98 ao Parque das Nações COLOCAÇÃO DE IMAGEM AO BAIXO Demolições / Reciclagem de Materiais

Demolições / Reciclagem de Materiais

Os resíduos provenientes das demolições sofreram processos de reciclagem simples (realizada no local), tendo sido reutilizados como matéria prima nas futuras obras de construção:

• 812 000 toneladas de materiais de betão; • 190 000 toneladas de alvenarias de tijolo, blocos ou pedra; • 60 000 toneladas de pavimentos de betão e betuminosos; • 5 000 toneladas de aço; • Materiais ferrosos e outros (processados em unidades exteriores).

Da EXPO’98 ao Parque das Nações COLOCAÇÃO DE IMAGEM AO BAIXO Demolições / Reciclagem de Materiais
Novembro 2013 | 17
Novembro 2013 | 17
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas / Aterro Sanitário de Beirolas Novembro 2013

Solos das Petrolíferas / Aterro Sanitário de Beirolas

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas / Aterro Sanitário de Beirolas Novembro 2013
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas / Aterro Sanitário de Beirolas Novembro 2013
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas / Aterro Sanitário de Beirolas Novembro 2013
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas / Aterro Sanitário de Beirolas Novembro 2013
Novembro 2013 | 18
Novembro 2013 | 18
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Antecedentes Ocupação da Zona Petrogal Petróleo

Solos das Petrolíferas – Antecedentes

Ocupação da Zona

Petrogal Petróleo Inglês Mobil Shell Soponata Mini-parque

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Antecedentes Ocupação da Zona Petrogal Petróleo

Actividades Desenvolvidas

Refinação e Armazenamento de Petróleo e produtos refinados

Destilação

Produção de sodas cáusticas

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Antecedentes Ocupação da Zona Petrogal Petróleo
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Antecedentes Ocupação da Zona Petrogal Petróleo
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Antecedentes Ocupação da Zona Petrogal Petróleo

Os estudos de diagnóstico realizados identificaram a presença pontual de teores de hidrocarbonetos acima dos limites aceites para uso residencial dos terrenos, como previsto no Plano de Urbanização.

Novembro 2013 | 19
Novembro 2013 | 19
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Legais Na ausência de legislação

Solos das Petrolíferas – Aspectos Legais

Na ausência de legislação portuguesa aplicável, foram estabelecidos “Objectivos de Descontaminação” (OD), com base nas legislações holandesa e canadiana e nas directivas da USEPA.

A realidade tecnológica e legislação portuguesas não contemplavam soluções de tratamento / destino final para resíduos desta natureza.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Legais Na ausência de legislação
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Legais Na ausência de legislação
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Legais Na ausência de legislação
Novembro 2013 | 20
Novembro 2013 | 20
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos Novembro de 1994 foi

Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos

Novembro de 1994 foi contratado o consórcio Heidemij para realizar a descontaminação da zona

Numa 1ª fase foi elaborada uma carta de distribuição espacial do solo contaminado e estimadas as profundidades máximas de escavação e respectivos volumes de solo a tratar.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos Novembro de 1994 foi

Soluções Alternativas de Tratamento de Solos

Exteriores à Zona de Intervenção

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos Novembro de 1994 foi

Desorção Térmica Estabilização Química Extracção de Vapores

Contudo, estes processos eram dispendiosos, exigentes em termos de espaço, de estaleiro e/ou de tempo de tratamento, o que inviabilizou a sua utilização

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos Novembro de 1994 foi
Novembro 2013 | 21
Novembro 2013 | 21
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos Interiores à Zona de

Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos Interiores à Zona de

Interiores à Zona de Intervenção Deposição em Aterro

Foi ainda estudada a solução de bioremediação no interior da ZI, contudo não se apresentou como exequível.

Deposição em Aterro

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos Interiores à Zona de

Os solos contaminados foram depositados em células confinadas no Aterro Sanitário de Beirolas

Esta decisão permitiu minimizar questões de prazo e preço, ao mesmo tempo que contribuiu para a consolidação do ASB, o qual havia crescido excessivamente e tinham importantes problemas de estabilização

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos Interiores à Zona de
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos Interiores à Zona de
Novembro 2013 | 22
Novembro 2013 | 22
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Metodologia de execução

  • a) Escavação

  • b) Remoção dos solos contaminados

  • c) Remoção de água subterrânea contaminada

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
  • a) Escavação

Demarcação da área de escavação Realização de levantamentos topográficos

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
Novembro 2013 | 23
Novembro 2013 | 23
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

  • b) Remoção dos solos contaminados

Remoção do produto livre Transporte do solo para o ASB Recolha de amostras para análise laboratorial local e na Holanda

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
  • c) Remoção de água subterrânea contaminada Bombagem

Separação das fracções óleo/água

Remoção do produto livro e tratamento da água

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
Novembro 2013 | 24
Novembro 2013 | 24
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

c) Remoção de água subterrânea contaminada

Bombagem Era essencial para a realização das operações de escavação.

Realizou-se recorrendo a bombas submersíveis “sob pressão” e a mangueiras flexíveis. A água foi bombada para uma estação temporária de tratamento de águas

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Remoção do produto livre

Na estação de tratamento realizava-se a separação do produto livre e da água subterrânea.

O produto livre era recolhido por um camião cisterna e a água era colocada num contentor de arejamento para dispersar os compostos voláteis no ar.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

O ar contaminado era libertado para o contentor dos compostos para limpeza biológica.

A água tratada era encaminhada para uma bacia de dissipação

Novembro 2013 | 25
Novembro 2013 | 25
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

c) Remoção de água subterrânea contaminada

Tratamento da água

Posteriormente, a água era bombada através de filtros de areia e de carbono activo, sendo posteriormente descarregada através do contentor de dissipação final para o esgoto.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Regularmente eram realizadas análises para determinação de TPH e compostos aromáticos voláteis e as concentrações

nunca excederam os limites legais

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
Novembro 2013 | 26
Novembro 2013 | 26
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Conclusões

A estação procedeu ao tratamento de aproximadamente 5200 m 3 de água subterrânea contaminada.

Foram removidos cerca de 400 m 3 de produto livre

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Solos Removidos

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro

Volume

282 351 m

3

Quantidade

479 997 Mg

 

Custos

Total

15 616 538

/ m 3

55 /m 3

/ Mg

33 /Mg

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Solos das Petrolíferas – Aspectos Técnicos da deposição em aterro
Novembro 2013 | 27
Novembro 2013 | 27
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Aterro Sanitário de Beirolas O Aterro Sanitário de Beirolas, funcionou

Aterro Sanitário de Beirolas

O Aterro Sanitário de Beirolas, funcionou de 1985 a 1990, como local preferencial de depósito de resíduos sólidos de Lisboa. Foi utilizado por um período superior ao inicialmente previsto.

COLOCAÇÃO DE IMAGEM
COLOCAÇÃO DE IMAGEM

Consequências:

• Sobre - exploração;

• Funcionamento deficiente dos sistemas de drenagem de lixiviados e biogás;

• Instabilização aterro.

dos

taludes

do

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Aterro Sanitário de Beirolas O Aterro Sanitário de Beirolas, funcionou
Novembro 2013 | 28
Novembro 2013 | 28
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Aterro Sanitário de Beirolas Recuperação ambiental do aterro com solos

Aterro Sanitário de Beirolas

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Aterro Sanitário de Beirolas Recuperação ambiental do aterro com solos

Recuperação ambiental do aterro com solos contaminados:

• Suavização dos taludes;

• Extracção e tratamento dos lixiviados

acumulados no interior;

• Extracção e tratamento do biogás;

• Isolamento dos resíduos depositados;

• Instalação do sistema de drenagem de águas superficiais;

• Colocação de camada de terra vegetal.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Aterro Sanitário de Beirolas Recuperação ambiental do aterro com solos
Novembro 2013 | 29
Novembro 2013 | 29
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Aterro Sanitário de Beirolas / ETAR de Beirolas Novembro 2013

Aterro Sanitário de Beirolas / ETAR de Beirolas

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Aterro Sanitário de Beirolas / ETAR de Beirolas Novembro 2013
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Aterro Sanitário de Beirolas / ETAR de Beirolas Novembro 2013
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Aterro Sanitário de Beirolas / ETAR de Beirolas Novembro 2013
Novembro 2013 | 30
Novembro 2013 | 30
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Preparação de Terra vegetal Os cerca de 150 000 m

Preparação de Terra vegetal

Os cerca de 150 000 m 3 de terra vegetal utilizada nas zonas verdes foi preparada recorrendo à utilização de:

• Materiais provenientes do próprio Parque das Nações; • Lamas da Estação de Tratamento de Águas Residuais de Beirolas;

• Composto resultante do tratamento dos lixos na Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos de Beirolas.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Preparação de Terra vegetal Os cerca de 150 000 m

A caracterização dos vários tipos de solos existentes no Parque das Nações permitiu identificar as proporções adequadas, em que, misturados com a terra vegetal preparada, eram obtidas as condições agronómicas mais indicadas, para o desenvolvimento do coberto vegetal.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Preparação de Terra vegetal Os cerca de 150 000 m
Novembro 2013 | 31
Novembro 2013 | 31
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Transplantes Das 30 000 árvores previstas no Plano de Urbanização:

Transplantes

Das 30 000 árvores previstas no Plano de Urbanização:

500 árvores existentes no terreno foram transplantadas, através de uma tecnologia alemã - sistema optimal, dos locais onde se encontravam, para uma

zona provisória antes de irem para o local definitivo;

100 árvores

de Lisboa

e

arredores

foram transplantadas

para

o

Parque

das

Nações

através

do

sistema

tradicional.

 
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Transplantes Das 30 000 árvores previstas no Plano de Urbanização:
Novembro 2013 | 32
Novembro 2013 | 32
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Programa de Monitorização Ambiental do Parque das Nações Novembro 2013
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Programa de Monitorização Ambiental do Parque das Nações Novembro 2013

Programa de

Monitorização Ambiental

do Parque das Nações

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Programa de Monitorização Ambiental do Parque das Nações Novembro 2013
Novembro 2013 | 33
Novembro 2013 | 33
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Objectivos do Plano de Monitorização Ambiental • Assegurar a existência,
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Objectivos do Plano de Monitorização Ambiental • Assegurar a existência,

Objectivos do Plano de Monitorização Ambiental

• Assegurar a existência, em permanência, de condições adequadas de protecção do ambiente e saúde pública;

• Permitir à Parque Expo’98 conhecer e divulgar o sucesso da sua intervenção, em termos de recuperação e valorização ambiental;

• Apoiar a decisão de acções complementares, tendentes à correcção / eliminação de disfunções ambientais residuais ou inesperadas (acidentais, não identificadas anteriormente, etc.)

• Satisfazer os requisitos das entidades com competência no domínio do ambiente e dar cumprimento às exigências legais.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Objectivos do Plano de Monitorização Ambiental • Assegurar a existência,
Novembro 2013 | 34
Novembro 2013 | 34
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Área abrangida: totalidade do Parque das Nações Domínios Ambientais: •

Área abrangida: totalidade do Parque das Nações

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Área abrangida: totalidade do Parque das Nações Domínios Ambientais: •

Domínios Ambientais:

• Qualidade do Ar;

• Ruído; • Águas Subterrâneas; • Águas Superficiais; • Meteorologia; • Vigilância da Rede de Colectores Pluviais; • Monitorização do Aterro Sanitário de Beirolas.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Área abrangida: totalidade do Parque das Nações Domínios Ambientais: •
Novembro 2013 | 35
Novembro 2013 | 35
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Qualidade Qualidade Qualidade Qualidade dodododo Ar Ar Ar Ar –––– Monitorização Monitorização Monitorização Monitorização emememem contínuo
Qualidade Qualidade
Qualidade
Qualidade dodododo Ar
Ar Ar
Ar –––– Monitorização
Monitorização Monitorização
Monitorização emememem contínuo
contínuo contínuo
contínuo
PP1PP111
Local de medição: Avª do Índico, junto ao Centro
Comercial Vasco da Gama

Frequência semestral, com duração de 7 dias

Parâmetros Monitorizados: NO 2 ; NO x ; CO; SO 2 , O 3 , PM 10 , Benzeno, Chumbo

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Qualidade Qualidade Qualidade Qualidade dodododo Ar Ar Ar Ar ––––
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Qualidade Qualidade Qualidade Qualidade dodododo Ar Ar Ar Ar ––––
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Qualidade Qualidade Qualidade Qualidade dodododo Ar Ar Ar Ar ––––

Índice Qualidade do Ar - 2008

Novembro 2013 | 36
Novembro 2013 | 36
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Qualidade dodododo Ar Qualidade Ar Ar Qualidade Qualidade Ar ––––

Qualidade dodododo Ar

Qualidade

Ar

Ar

Qualidade Qualidade

Ar ––––

Amostradores passivos

Amostradores passivos

Amostradores passivos

Amostradores

passivos

25 locais de medição no Parque das

Nações

Frequência semestral, com

duração de 7 dias

Parâmetros Monitorizados:

  • - NO 2

  • - SO 2

  • - Benzeno, Tolueno e Xileno

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Qualidade dodododo Ar Qualidade Ar Ar Qualidade Qualidade Ar ––––
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Qualidade dodododo Ar Qualidade Ar Ar Qualidade Qualidade Ar ––––
Novembro 2013 | 37
Novembro 2013 | 37
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Ruído Ruído Ruído Ruído
Ruído
Ruído
Ruído
Ruído

Verificar o cumprimento do Regime

Legal sobre Poluição Sonora

Monitorização de 11 locais, nos

períodos entardecer, diurno e

nocturno

Frequência Trimestral

Parâmetros Monitorizados: Laeq

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Ruído Ruído Ruído Ruído Verificar o cumprimento do Regime Legal
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Ruído Ruído Ruído Ruído Verificar o cumprimento do Regime Legal
Novembro 2013 | 38
Novembro 2013 | 38
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
80 75 70 65 60 55 50 45 40 Mar-07 Jun-07 Valor Limite - Indicador Lden
80
75
70
65
60
55
50
45
40
Mar-07
Jun-07
Valor Limite - Indicador Lden
Leq em dB(A)
59,0
P M1
58,8
57,7
P M2
58,4
70,1
P M3
70,6
60,4
P M4
61,9
61,3
P M5
64,9
66,7
P M6
69,0
55,0
P M7
57,4
70,6
P M8
71,7
66,5
P M9
69,1
65,5
P M10
68,3
70 65 60 55 50 45 40 Mar-07 Jun-07 Valor Limite - Indicador Ln Leq em
70
65
60
55
50
45
40
Mar-07
Jun-07
Valor Limite - Indicador Ln
Leq em dB(A)
51,1
PM1
49,9
48,2
PM2
49,8
62,9
PM3
63,5
53,1
PM4
55,3
53,5
PM5
57,4
60,1
PM6
62,1
46,0
PM7
49,5
63,7
PM8
65,2
59,5
PM9
61,9
59,2
PM10
61,9
Da EXPO’98 ao Parque das Nações 80 75 70 65 60 55 50 45 40 Mar-07

Principais Fontes

Principais Fontes

Principais Fontes

Principais

Fontes

Sonoras:

Sonoras:

Sonoras:

Sonoras:

  • - Obras;

  • - Tráfego Rodoviário;

  • - Tráfego Ferroviário.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações 80 75 70 65 60 55 50 45 40 Mar-07
Novembro 2013 | 39
Novembro 2013 | 39
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Meteorologia Meteorologia Meteorologia Meteorologia Parâmetros Meteorológicos recolhidos:
Meteorologia
Meteorologia
Meteorologia
Meteorologia
Parâmetros Meteorológicos recolhidos:

- Vento (direcção e intensidade)

- Humidade Relativa do ar

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Meteorologia Meteorologia Meteorologia Meteorologia Parâmetros Meteorológicos recolhidos: - Vento (direcção
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Meteorologia Meteorologia Meteorologia Meteorologia Parâmetros Meteorológicos recolhidos: - Vento (direcção

- Temperatura

- Precipitação

Novembro 2013 | 40
Novembro 2013 | 40
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Águas Superficiais Águas Superficiais Águas Superficiais Superficiais Águas COLOCAÇÃO DE

Águas Superficiais

Águas Superficiais

Águas Superficiais

Superficiais

Águas

COLOCAÇÃO DE IMAGEM AO BAIXO

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Águas Superficiais Águas Superficiais Águas Superficiais Superficiais Águas COLOCAÇÃO DE
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Águas Superficiais Águas Superficiais Águas Superficiais Superficiais Águas COLOCAÇÃO DE

Acompanhar em permanência a evolução da qualidade das águas

superficiais do Parque das Nações

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Águas Superficiais Águas Superficiais Águas Superficiais Superficiais Águas COLOCAÇÃO DE
Novembro 2013 | 41
Novembro 2013 | 41
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Águas Superficiais Águas Superficiais Águas Superficiais Superficiais Águas • Parâmetros

Águas Superficiais

Águas Superficiais

Águas Superficiais

Superficiais

Águas

Parâmetros Monitorizados: pH,

Frequência Mensal

Temperatura, condutividade, %saturação O 2

Variação Média Oxigénio - Rio Trancão 100,0 85,9 80,0 73,6 71,4 66,5 64,2 62,5 62,8 61,9
Variação Média Oxigénio - Rio Trancão
100,0
85,9
80,0
73,6
71,4
66,5
64,2
62,5
62,8
61,9
60,0
58,8
54,2
52,0
54,0
% sat.
50,0
40,0
20,0
0,0
data
JUL/06
AGO/06
SET/06
OUT/06
NOV/06
DEZ/06
JAN/07
FEV/07
MAR/07
ABR/07
MAI/07
JUN/07
Variação Média Oxigénio- Doca NW 140,0 131,1 118,7 113,1 113,5 120,0 100,9 100,0 92,7 90,9 87,7
Variação Média Oxigénio- Doca NW
140,0
131,1
118,7
113,1 113,5
120,0
100,9
100,0
92,7
90,9
87,7
80,8
77,5
76,3
74,5
80,0
% sat.
60,0
50,0
40,0
20,0
0,0
data
JUL/06
AGO/06
SET/06
OUT/06
NOV/06
DEZ/06
JAN/07
FEV/07
MAR/07
ABR/07
MAI/07
JUN/07

Valores médios mensais de Oxigénio Dissolvido em 2006/2007

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Águas Superficiais Águas Superficiais Águas Superficiais Superficiais Águas • Parâmetros
Novembro 2013 | 42
Novembro 2013 | 42
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Vigilância dadadada Rede Vigilância Vigilância Vigilância Rede dededede Colectores Pluviais

Vigilância dadadada Rede

Vigilância

Vigilância Vigilância

Rede dededede Colectores Pluviais

Rede Rede

Colectores Pluviais

Pluviais

Colectores Pluviais

Colectores

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Vigilância dadadada Rede Vigilância Vigilância Vigilância Rede dededede Colectores Pluviais
Inspecções visuais semanais e Realizar acções de controlo e

Inspecções visuais semanais e

Inspecções visuais semanais e Realizar acções de controlo e

Realizar acções de controlo e

recolha mensal de amostras para

vigilância para detectar anomalias e

 

análise

verificar desempenho da rede

Parâmetros analisados: pH, Temperatura, Oxigénio Dissolvido, Azoto Amoniacal,

Parâmetros analisados: pH, Temperatura, Oxigénio Dissolvido, Azoto Amoniacal,

Fósforo Total, entre outros

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Vigilância dadadada Rede Vigilância Vigilância Vigilância Rede dededede Colectores Pluviais
Novembro 2013 | 43
Novembro 2013 | 43
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Monitorização Monitorização Monitorização Monitorização dodododo Aterro Sanitário dededede Beirolas Aterro Aterro Sanitário Aterro Sanitário Sanitário Beirolas
Monitorização Monitorização
Monitorização
Monitorização dodododo Aterro Sanitário dededede Beirolas
Aterro
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
Sanitário
Beirolas Beirolas
Beirolas ---- Biogás
Biogás Biogás Biogás

56 poços de extracção

dispersos pelo topo do

aterro, ligados entre si por

uma rede de tubagens (o

biogás é extraído por

sucção)

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Monitorização Monitorização Monitorização Monitorização dodododo Aterro Sanitário dededede Beirolas Aterro

A rede encaminha o biogás

para uma Unidade de Controlo,

onde estão instalados diversos

equipamentos (compressor,

secador de ar, bomba de

vácuo, etc)

Posteriormente,

através de uma

tubagem única, o

biogás é conduzido

para um queimador

Novembro 2013 | 44
Novembro 2013 | 44
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Monitorização dodododo Aterro Sanitário dededede Beirolas Monitorização Monitorização Monitorização Aterro

Monitorização dodododo Aterro Sanitário dededede Beirolas

Monitorização Monitorização

Monitorização

Aterro Sanitário

Aterro

Beirolas Beirolas

Aterro Sanitário

Sanitário

Beirolas ---- Lixiviados

Lixiviados Lixiviados Lixiviados

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Monitorização dodododo Aterro Sanitário dededede Beirolas Monitorização Monitorização Monitorização Aterro
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Monitorização dodododo Aterro Sanitário dededede Beirolas Monitorização Monitorização Monitorização Aterro

Os 56 poços de extracção

também asseguram a

extracção de lixiviados, cuja

qualidade não suscita

quaisquer preocupações de

cariz ambiental

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Monitorização dodododo Aterro Sanitário dededede Beirolas Monitorização Monitorização Monitorização Aterro
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Monitorização dodododo Aterro Sanitário dededede Beirolas Monitorização Monitorização Monitorização Aterro

Estão ligados entre si por uma rede de

tubagens e 9 estações elevatórias, que

conduzem os lixiviados extraídos para a

ETAR de Beirolas para posterior

tratamento.

Novembro 2013 | 45
Novembro 2013 | 45
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Conclusões Novembro 2013 | 46
Da EXPO’98 ao Parque das Nações Conclusões Novembro 2013 | 46

Conclusões

Da EXPO’98 ao Parque das Nações Conclusões Novembro 2013 | 46
Novembro 2013 | 46
Novembro 2013 | 46
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações
Da EXPO’98 ao Parque das Nações O projecto de requalificação urbana da actual zona do Parque
Da EXPO’98 ao Parque das Nações O projecto de requalificação urbana da actual zona do Parque

O projecto de requalificação urbana da actual zona do Parque das Nações, enquanto empreendimento de grandes dimensões, assumiu-se como uma oportunidade única de aplicar novos conceitos, quanto aos meios urbanos do futuro, com especial incidência na relação com o ambiente.

Da EXPO’98 ao Parque das Nações O projecto de requalificação urbana da actual zona do Parque
Da EXPO’98 ao Parque das Nações O projecto de requalificação urbana da actual zona do Parque

As técnicas e soluções aplicadas, em conjugação com a estratégia ambiental integrada idealizada pela Parque EXPO, permitiram recuperar uma área anteriormente destituída de qualquer valor ambiental, devolvendo-a à população e à cidade.

Novembro 2013 | 47
Novembro 2013 | 47