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EN2529 – Planejamento e Controle da Produção

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Interação PCP com demais áreas

Engenharia
Engenharia

de Produtos

Suprimentos

Engenharia

de

Processos

PCP

Estoques

Vendas

RH

Fabricação

Área de

Custos

Prof. Tálamo

Administração

3

Área de Custos Prof. Tálamo Administração 3 Sistemas de Informação do PCP Os Mpos mais comuns

Sistemas de Informação do PCP

Os Mpos mais comuns de sistema de administração da produção são:

ERP – Cálculo das necessidades a parMr da demanda futura; JIT – Just-in-Mme, associado ao sistema Toyota de produção;

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Introdução

O PCP é a área responsável pelas informações que orientam as decisões da empresa , fazendo com que ela aMnja os objeMvos da produção!

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Sistemas de Informação do PCP

Com o início da produção em massa, final do século XIX, surgiu a necessidade da administração de materiais. Assim foi estabelecido o Material Requirements Planning – MRP;

A parMr da década de 1950, os processos produMvos passam por rápida evolução. Surge a necessidade de controles mais amplos, não apenas sobre o material, mas também sobre máquinas, mão de obra, processos, etc. Surge então o Manufacturing Ressources Planning – MRP;

Como as siglas são iguais, a fim de não gerar confusão, o Material Requirements Planning passa ser denominado MRP I enquanto o Manufacturing Resources Planning passa a ser denominado MRP II;

A parMr dos anos 1970, com o desenvolvimento das ferramentas de TI e a ampliação dos sistemas de produção, surge o ERP – Enterprise Resources Planning.Prof. Tálamo

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Planejamento Agregado
Planejamento Agregado
Planejamento Agregado Centro de Eng. de Gestão Prof. Roberto Tálamo 6

Centro de Eng. de Gestão

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Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

MPS - Plano Mestre da Produção (Master Plan Schedule) O MPS é o módulo de elaboração do plano de produção dos produtos finais, junto a todos os itens integrantes do produto, a cada período de tempo. Este módulo tem impacto direto no planejamento de estoques, sendo fundamental para a tomada de decisões relaMvas a compras e níveis de estocagem.

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Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

RCCP - Planejamento Bruto da Produção (Rough cut capacity planning) É o módulo de trabalho auxiliar ao MPS na elaboração do Plano Mestre de Produção:

Calcula a capacidade produMva de modo aproximado, porém de forma simples e rápida; Este módulo pega as informações dos planos do MPS e as transforma em necessidades de capacidade produMva, com base na lista de recursos críMcos necessários, em termos de equipamentos e tempos.

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Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

MRP – Planejamento das Necessidades de Material (Material Requirements Planning) O MRP é um módulo de trabalho que calcula as necessidades de materiais, de acordo com a definição de produtos a serem fabricados, níveis de estoque e parâmetros de produção. É através do módulo MRP que a empresa define o momento em que as Ordens de Produção – OPs – devem ser liberadas para a fábrica e o prazo de duração das mesmas. Ou seja, o MRP define quanMdades de material necessárias e o prazo de execução das OPs dentro da fábrica.

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Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

MPS - Plano Mestre da Produção (Master Plan Schedule)

Plano agregado Previsão de vendas Pedidos em carteira MPS Política de ∇ Posição de ∇
Plano agregado
Previsão de vendas
Pedidos em carteira
MPS
Política de ∇
Posição de ∇
Plano Mestre de
Produção

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Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

RCCP - Planejamento Bruto da Produção (Rough cut capacity planning) Plano agregado Previsão de vendas
RCCP - Planejamento Bruto da Produção (Rough cut
capacity planning)
Plano agregado
Previsão de vendas
Pedidos em carteira
Lista de recursos e
prazos necessários
RCCP
MPS
Política de ∇
Posição de ∇
Plano Mestre de
Produção
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Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

MRP – Planejamento das Necessidades de Material (Material Requirements Planning) Plano agregado Previsão de vendas
MRP – Planejamento das Necessidades de Material
(Material Requirements Planning)
Plano agregado
Previsão de vendas
Pedidos em carteira
Lista de recursos e
prazos necessários
RCCP
MPS
Política de ∇
Posição de ∇
Plano Mestre de
Produção
MRP
Plano detalhado de
materiais e prazos
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Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

CRP - Planejamento das Necessidades de Capacidade (Capacity Requirements Planning) As informações geradas pelo módulo MRP (quanMdades e prazos) são inseridas em um outro módulo do PCP, denominado CRP, para definir a taxa de ocupação da capacidade instalada da empresa. O módulo CRP também uMliza informações geradas pelos centros produMvos, com os dados de tempos padrões de produtos, tempos de ajuste (setups) e roteiros de fabricação. Assim, esse módulo define se a capacidade instalada é capaz de executar o plano de produção.

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Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

SFC – Controle de Chão de Fábrica (Shop Floor Control)

É o módulo responsável pelo acompanhamento do plano mestre de produção, observando a sequenciação das ordens de produção.

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Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

Módulo Compras

É o plano responsável pelo acompanhamento do planejamento de compra de materiais.

Assim,

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Sistemas de Informação do PCP Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP II
Sistemas de Informação do PCP
Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP
II
CRP - Planejamento das Necessidades de Capacidade
(Capacity Requirements Planning)
Plano agregado
Previsão de vendas
Pedidos em carteira
Lista de recursos e
prazos necessários
RCCP
MPS
Política de ∇
Posição de ∇
Plano Mestre de
Produção
Informações de
centros, roteiros e
tempos
Plano detalhado de
CRP
MRP
materiais e prazos
Taxa de ocupação
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Sistemas de Informação do PCP Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP II
Sistemas de Informação do PCP
Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP
II
CRP - Planejamento das Necessidades de Capacidade
(Capacity Requirements Planning)
Plano agregado
Previsão de vendas
Pedidos em carteira
Lista de recursos e
prazos necessários
RCCP
MPS
Política de ∇
Posição de ∇
Plano Mestre de
Produção
Informações de
centros, roteiros e
tempos
CRP
MRP
Plano detalhado de
materiais e prazos
Taxa de ocupação
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SFC
Sistemas de Informação do PCP Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP II
Sistemas de Informação do PCP
Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP
II
Módulo Compras
Plano agregado
Previsão de vendas
Pedidos em carteira
Lista de recursos e
prazos necessários
RCCP
MPS
Política de ∇
Posição de ∇
Plano Mestre de
Produção
Informações de
centros, roteiros e
tempos
CRP
MRP
Plano detalhado de
materiais e prazos
Taxa de ocupação
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Compras
SFC

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Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que geraram o MRP II

S&OP - Planejamento de Vendas e Operações (Sales and OperaMons Plan ) É definido para o planejamento de vendas para prazos mais longos, tomando como base os dados históricos de mercado; Leva em consideração decisões de capacidade produMva em longo prazo, mercado e metas da empresa; Muito usado em planejamentos estratégicos de longo prazo.

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Sistemas de Informação do PCP Gestão da Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no
Sistemas de Informação do PCP
Gestão da
Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP
Demanda
II
Estratégias de
S&OP
- Planejamento de Vendas e Operações (Sales and
Planejamento
OperaMons Plan)
S&OP
Plano agregado
Previsão de vendas
Orçamentos
Plano de vendas
Pedidos em carteira
Lista de recursos e
prazos necessários
RCCP
MPS
Política de ∇
Posição de ∇
Plano Mestre de
Produção
Informações de
centros, roteiros e
tempos
Plano detalhado de
CRP
MRP
materiais e prazos
Taxa de ocupação
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Compras
SFC
Planejamento da Demanda Planejamento de materiais e capacidade Previsão agregada de Vendas Plano de vendas
Planejamento da Demanda
Planejamento
de materiais e
capacidade
Previsão
agregada de
Vendas
Plano de
vendas
agregado
Planejamento
Plano de
de materiais
Produção
agregado
Níveis de
estoques
Programação
com
fornecedores

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Sistemas de Informação do PCP Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP II
Sistemas de Informação do PCP
Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP
II
Estratégias de
S&OP
- Planejamento de Vendas e Operações (Sales and
Planejamento
OperaMons Plan)
S&OP
Plano agregado
Previsão de vendas
Orçamentos
Plano de vendas
Pedidos em carteira
Lista de recursos e
prazos necessários
RCCP
MPS
Política de ∇
Posição de ∇
Plano Mestre de
Produção
Informações de
centros, roteiros e
tempos
CRP
MRP
Plano detalhado de
materiais e prazos
Taxa de ocupação
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Compras
SFC

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Planejamento da Demanda

Envolve:

Planejamento de Estoques; • Planejamento das Vendas; • Planejamento de Compras; • Planejamento da Fabricação; • Gestão da Demanda.

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Planejamento da Demanda

ObjeMvos principais do Planejamento da Demanda:

EsMmar necessidades futuras de materiais;

Programar Vendas;

Planejar em Longo Prazo.

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Planejamento da Demanda

1. Tendência secular: dados cuja tendência é visualizada ao longo de décadas.

da Demanda 1. Tendência secular: dados cuja tendência é visualizada ao longo de décadas. Prof. Roberto

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Planejamento da Demanda

3. Tendência cíclica: Muito comum em serviços e mercado financeiro. Ciclos chegam a décadas

3. Tendência cíclica: Muito comum em serviços e mercado financeiro. Ciclos chegam a décadas Prof. Roberto

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Planejamento da Demanda

Uma das principais influências a serem analisadas no planejamento de demandas é o estudo das séries temporais, ou seja:

A forma como se comportam os dados históricos!

Há quatro grupos de séries temporais:

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Planejamento da Demanda

2. Variação sazonal:Apresenta padrões de mudança em períodos anuais, com repeMção

Demanda 2. Variação sazonal:Apresenta padrões de mudança em períodos anuais, com repeMção Prof. Roberto Tálamo 28

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Planejamento da Demanda

4. Variação Aleatória: Apresenta dados imprevisíveis, com variações aleatórias.

da Demanda 4. Variação Aleatória: Apresenta dados imprevisíveis, com variações aleatórias. Prof. Roberto Tálamo 30

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Planejamento da Demanda

 

A importância fundamental

 

d e s t e

e s t u

d

o

é

a

administração dos estoques,

 

v i s t o q u e , invesMmento

e s t o q u e é

 

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Planejamento da Demanda

 

A

Previsão da Demanda sempre baseia-se em dados:

 

QuanMtaMvos

 

Vendas passadas, Variações de mercado, Publicidade,

Etc.

QualitaMvos

Gerentes, Vendedores, Compradores,

 

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Planejamento da Demanda

O ideal em Previsão da Demanda é trabalhar-se com:

Dados QuanMtaMvos ( Vendas passadas, Variações de mercado, Publicidade, etc.), Técnicas de Projeção ( Dados Passados ) e Explicação (Ferramentas de Regressão ), trabalhando-se os dados com Técnicas cienpficas ( Modelagem );

Deve-se evitar dados QualitaMvos (Gerentes, vendedores ou compradores), Predileções e Técnicas Pseudo-cienpficas (Média móvel ) ou não cienpficas ( Conjecturas); Observar com reservas, dados de Especialistas.

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Planejamento da Demanda InvesMmentos em estoques e Retorno de Capital: Lucro RC = Capital Investido
Planejamento da Demanda
InvesMmentos em estoques e Retorno de Capital:
Lucro
RC =
Capital Investido
Investimentos em estoque
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
nivel do estoque
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Planejamento da Demanda
A Previsão da Demanda baseia-se em técnicas de:
•   Projeção – Dados Passados,
•   Explicação – Ferramentas de Regressão,
•   Predileção – Especialistas,
Todos esses dados pode ser trabalhados com:
•   Técnicas não cienpficas – Conjecturas,
•   Técnicas pseudo-cienpficas – Ex.:Média móvel
•   Técnicas cienpficas – Modelagem.
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Planejamento da Demanda
1 Método da Média Móvel
Usa-se a quanMdade de períodos, conforme a
conveniência.
t
t − 1
Di
Di
i
= − +
t
n 1
i
= −
t
n
D
=
ou
D =
t + 1
t
n
n
Exemplo:
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investimento no estoque

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Planejamento da Demanda

Exemplo com Método da Média Móvel Um determinado item de estoque apresentou o consumo histórico representado abaixo:

Mês

jan

fev

ma

abr

mai

jun

jul

ago

set

out

nov

dez

Consumo

15

15

18

22

25

28

32

37

35

35

38

40

Determinar a demanda para o próximo mês, adotando-se a média móvel para três períodos.

D t + 1

=

t

Di

i

t

n

= +

1

40

+

38

+

35

 

n

=

3

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= 37,67

37

Planejamento da Demanda

Exemplo de Método da Média Móvel Ponderada

Dados os consumos abaixo, associados aos respecMvos períodos e pesos, determine a previsão de consumo para Outubro, uMlizando os métodos citados anteriormente, com n = 4.

Mês

jan

fev

ma

abr

mai

jun

jul

ago

set

out

nov

dez

Consumo

15

15

18

22

25

28

32

37

35

35

38

40

Peso (%)

               

5

15

30

50

D jan =

+

0,50 . 40 0,30 . 38 0,15 . 35 0,05 . 35

+

+

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=

38,4

39

Planejamento da Demanda Exemplo de Método da Média com Ponderação Exponencial Dados os consumos abaixo,
Planejamento da Demanda
Exemplo de Método da Média com Ponderação Exponencial
Dados os consumos abaixo, associados aos respecMvos períodos e pesos,
determine a previsão de consumo para Outubro, uMlizando os métodos
citados anteriormente, com n = 12.
Mês
jan
fev
ma
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez
Consumo
15
15
18
22
25
28
32
37
35
35
38
40
=​ 2/12+1 =0,154
=
0,154 . 40 0,130 . 38 0,110 . 35 0,093 . 35 0,079 . 37 0,067 . 32
+
+
+
+
+
+
D jan
0,056
. 28 0,047 . 25 0,040 . 22 0,034 . 18 0,029 . 15 0,024 . 15
+
+
+
+
+
=
28,302
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Planejamento da Demanda 2 Método da Média Móvel Ponderada A cada período é atribuído um
Planejamento da Demanda
2 Método da Média Móvel Ponderada
A cada período é atribuído um peso. UMliza-se a quanMdade de
períodos, conforme a necessidade ou conveniência.
D
ω D
.
+
ω D
.
+
ω
.
D
+
ω
.
D
+ +
ω
.
D
t
+ 1 =
t
t
t
1
t
1
t
2
t
2
t
3
t
3
t n
− +
1
t n
− +
1
Sendo:
ω
+
ω
+
ω
+
ω
+
+
ω
=
1
t
t −
1
t −
2
t −
3
t − n +
1
e decrescentes
Exemplo:
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Planejamento da Demanda 3 Método da Média com Ponderação Exponencial D = α . D
Planejamento da Demanda
3 Método da Média com Ponderação Exponencial
D
=
α
.
D
+
α
.(1
α
).
D
+
α
.(1
α
)
2 D
.
+
t
+
1
t
t
1
t 2
3
n + 1
+
α
.(1
α
)
.
+
α
.(1
α
)
n D
.
+
α .(
1
α ) .D
D t 3
t − n
t
( n 1)
+
≅ zero
sendo
2
α
=
n + 1
Exemplo
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Planejamento da Demanda 4 Método da Regressão Linear Simples 2 ∑ ∑ x . y
Planejamento da Demanda
4 Método da Regressão Linear Simples
2
∑ ∑
x .
y
2 (
x )
Sxy
=
∑ x . y
Sxx
=
∑ x
N
N
Sxy
a = y − b.x
b =
Sxx
b . Sxy
Syy
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2

R =

.100

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Planejamento da Demanda

 

5 Método da Porcentagem Média.

UMlizam-se os mesmos conceitos da RLS, acrescidos de análise das médias de cada período.

 

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Gestão de Materiais e Estoques

 

Planejamento de Materiais

ObjeMvos principais:

Proporcionar uma visão da Administração dos Estoques e Gestão da LogísMca. Analisar conceitos básicos necessários à Gestão dos Materiais. Estudar situações práMcas.

 

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Investimentos em estoque Gestão de Materiais e Estoques 1.   InvesMmentos em estoques, Lucro RC
Investimentos em estoque
Gestão de Materiais e Estoques
1.   InvesMmentos em estoques,
Lucro
RC =
Capital Investido
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EN2529 – Planejamento e Controle da Produção

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Gestão de Materiais e Estoques

Funciona como um amortecedor da demanda. Tem que ser dimensionado para atender às oscilações da
Funciona como um amortecedor da
demanda. Tem que ser dimensionado
para atender às oscilações da
Produção e do Mercado.
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Gestão de Materiais e Estoques

2. PolíMca de estoques das empresas,

ObjeMvos quanto a prazo de entrega dos produtos aos clientes. Espaço desMnado aos estoques. Nível previsto, para atendimento a eventuais flutuações de demanda. PolíMcas de especulação com os estoques. Definição da rotaMvidade.

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Gestão de Materiais e Estoques

PolíMca de estoques das empresas também deve prever

Quando reabastecer; Periodicidade dos Inventários; Informação às áreas envolvidas; Controle de valores dos estoques; O estoque necessário para cada item; Quando acionar o Departamento de Compras; Eliminação de itens obsoletos e danificados do estoque; Modo adequado de recebimento, armazenamento e giro.

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Gestão de Materiais e Estoques Custos de estoque Centro de Eng. de Gestão Prof. Roberto
Gestão de Materiais e Estoques
Custos de estoque
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Gestão de Materiais e Estoques Estoque mínimo ∇Mínimo Centro de Eng. de Gestão Prof. Roberto
Gestão de Materiais e Estoques
Estoque mínimo
∇Mínimo
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Gestão de Materiais e Estoques

 

Custos de estoque

 

Custos de capital: Juros, Depreciação.

 

Custos de pessoal: Salários / Encargos.

Custos prediais: Aluguel, Conservação, Impostos, Seguros.

 

Custos de Manutenção: Equipamentos, Deterioração, Obsolescência

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Gestão de Materiais e Estoques

 
 

Estoque mínimo

 
     
 

Oscilação do estoque de um item

 

10

9

9

8

Quantidade

7

6

5

 

4

3

2

1

0

 

1

6

11

16

21

26

 

Tempo

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Gestão de Materiais e Estoques

 
 

Estoque mínimo, determinado através dos seguintes métodos:

Fórmula Simples Método da raiz quadrada Método da porcentagem de consumo Cálculo do Estoque Mínimo com alteração de consumo e tempo de reposição Distribuição Normal com grau de atendimento definido

 

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Gestão de Materiais e Estoques

 

Estoque mínimo

 

Fórmula Simples

 
 

Mínimo

= C.f

C = Consumo médio mensal

 

f = fator arbitrário

 

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Gestão de Materiais e Estoques

 

Estoque mínimo

 

Método da raiz quadrada

 
 

Mínimo

Mínimo = C.TR

= C.TR

 

Restrições:

Consumo durante o TR for inferior a 20 unidades, •Consumo for irregular, •A quantidade requisitada ao almoxarifado for igual a 1.

 

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Gestão de Materiais e Estoques Estoque mínimo pelo Método da porcentagem de consumo: Consumo Diário
Gestão de Materiais e Estoques
Estoque mínimo pelo Método da porcentagem de
consumo:
Consumo Diário
Nº de dias
Col.1 x Col. 2
90
4
360
80
8
640
70
12
840
C = 1 6 9 2 0
65
28
1820
=
4 6, 3 6 u n. / d i a
3 6 5
60
49
2940
Adotando-se
TR = 10 dias
50
80
4000
40
110
4400
30
44
1320
20
30
Total
365 dias
16920 un.
un.
∇ Mínimo = (C máximo − C).TR = (90
− 46,36 dia un. ).10dias = 436,4 un.
dia
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Gestão de Materiais e Estoques

 

Estoque mínimo

 

Método da raiz quadrada

 
 

Mínimo

= C.TR

= C.TR

Sendo:

C = Consumo médio diário

 

TR = Tempo de Ressuprime nto

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Gestão de Materiais e Estoques

 

Estoque mínimo

 

Método da porcentagem de consumo

 
 

Mínimo

=

(C

máximo

C).TR

Exemplo:

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Gestão de Materiais e Estoques

Estoque mínimo

Método do Estoque Mínimo com alteração de

consumo e tempo de reposição

Mínimo

= T .(C C ) + C .T

1

2

1

2

4

T 1 = Tempo de consumo Q 1 a uma velocidade C 1

T 4 = Atraso no tempo de reposição, em relação ao próprio tempo de reposição C 1 = Consumo mensal normal C 2 = Pico de consumo mensal

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Gestão de Materiais e Estoques

 

Estoque mínimo Distribuição Normal com grau de atendimento definido , baseado no Conceito da Distribuição Normal ou Distribuição de Gauss.

 

f(x)

Área de atendimento Área de desabastecimento
Área de
atendimento
Área de
desabastecimento

x

 

µ

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61

Gestão de Materiais e Estoques

 

Utilizando-se o cálculo do desvio padrão da amostra, representada pelo consumo histórico:

   

(

 

)

2

 

2

x

x

 
 

σ

   

n

 

=

 
 

n

1

 

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Gestão de Materiais e Estoques Custos de estoque Custo de Armazenagem de um item: Q
Gestão de Materiais e Estoques
Custos de estoque
Custo de Armazenagem de um item:
Q
C a =
.T.P.I
2
Q
= quantidade de determinado item armazenado,
T
= Tempo de armazenagem,
P
= Preço do item,
I
= Taxa de armazenamento, como % do custo
unitário, calculada por
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65
Gestão de Materiais e Estoques Centro de Eng. de Gestão Prof. Roberto Tálamo 62
Gestão de Materiais e Estoques
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62
   

Gestão de Materiais e Estoques

 

Estoque mínimo com grau de atendimento definido Determinação:

Mínimo

= z.σ

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64

   

Gestão de Materiais e Estoques

 

Sendo a taxa unitária anual de armazenagem (I):

I = I a + I b + I c + I d + I e + I f

 
 

I

a

=

Taxa

Re torno

=

100.

lucro

valor do

I

= Taxa de armazenagem = 100.

Area

ocupação do item

.Custo unitário

área de ocupação

b

 

Consumo

anual

.Pr eço

unitário

 

I

c

=

Taxa de seguro

=

100.

Custo anual do seguro

+

Valor do

edifícios

 

I d = Taxa de transporte = 100. Depreciação anual dos equipamentos de Valor do

 

I e = Taxa de obsolescência = 100. Perdas anuais por obsolescência Valor do

I f = Diversos = 100. Despesas anuais com itens diversos Valor do

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66

4/16/14

Gestão de Materiais e Estoques

Custos de estoque,

Custo Total Anual de um Pedido

B.C

Q

B

= Custo Unitário do Pedido

N

= n o anual de pedidos

C

= Consumo anual do item

Q

= Quantidade solicitada a cada pedido

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67

CTA

pedido =

B.N

=

Gestão de Materiais e Estoques

Custo ∇ Custo total de ∇ Custo de armazenagem Custo do pedido
Custo
Custo total de ∇
Custo de
armazenagem
Custo do pedido

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Q - Lote econômico

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Q

69

Gestão de Materiais e Estoques

Parâmetros associados aos níveis de estoque:

PP – Ponto de Pedido: Corresponde a uma quantidade em estoque que dispara um novo pedido de compra; TR – Tempo de Ressuprimento ou de Reposição: É o tempo que transcorre desde o momento em que é identificado o ponto de pedido, até o instante em que o material chega no estoque da empresa;

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PP = C.TR +

mínimo

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71

Gestão de Materiais e Estoques

3. Custos Total (anual) de estoque de um item:

Custo de Armazenagem + Custo Total Anual de um Pedido.

Custo Total =

P.Q.I

B.C

+

2 Q

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68

Gestão de Materiais e Estoques Parâmetros associados aos níveis de estoque: PP TR.C TR Centro
Gestão de Materiais e Estoques
Parâmetros associados aos níveis de estoque:
PP
TR.C
TR
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70
Gestão de Materiais e Estoques Parâmetros associados aos níveis de estoque: Q 1. Estoque Médio
Gestão de Materiais e Estoques
Parâmetros associados aos níveis de estoque:
Q
1. Estoque Médio : ∇ = ∇
+
mínimo
2
2. Rotativida de = C
3.Taxa de Cobertura ou Antigiro =
C
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72

4/16/14

Gestão de Materiais e Estoques

 

Lote Econômico

 

1. Lote econômico de compras, sem falta de material

 

2 Lote econômico de produção, não admitindo faltas

3 Lote econômico de compra, admitindo faltas

 

4 Lote econômico de Fabricação, Admitindo Faltas.

 

5 Lote econômico de Fabricação, com Restrição de Investimentos em Estoques.

6 Lote econômico de Compra Com Desconto

 

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73

Gestão de Materiais e Estoques

 

1. Lote econômico de compras, sem falta de material:

 

Lote Econômico:

Q =

2.B.C I.P
2.B.C
I.P

Custo Total do Período:

CT = P.C +

B.C

+

P.Q.I

Q

2

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75

Gestão de Materiais e Estoques

2. Lote Econômico de Fabricação, sem Faltas.

Quantidade W – C C ∇ máximo ∇ mínimo Tempo t t 1 2 t
Quantidade
W – C
C
∇ máximo
∇ mínimo
Tempo
t
t 1
2
t
CT 1 =
P.Q + A + ∇ máximo .I.P.( t 1 + t 2 )
2

para 1 intervalo, temos

Q

t 1 = W

t 1 + t 2 = Q

C

máximo = t 1 .( W C)

CT 1 = P.Q + A + Q . $ 1 C ' .I.P. Q

"

%

máximo =

&

W .( W C) = Q. 1 C (

Q

'

#
%

$

W

∇ máximo = & W .( W − C) = Q. 1 − C ( Q

2

#

W

&

C

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CT = P.C + A.

C + Q.I.P

Q

2

. $ 1 C

W

"

#

%

&

Prof. Roberto Tálamo

− C W " # % & Prof. Roberto Tálamo ' Q = 2.A.C " %
− C W " # % & Prof. Roberto Tálamo ' Q = 2.A.C " %

'

Q =

2.A.C " % I.P. 1 − C $ ' # W & 77
2.A.C
"
%
I.P. 1 − C
$
'
#
W
&
77
Gestão de Materiais e Estoques 1. Lote econômico de compras, sem falta de material: t
Gestão de Materiais e Estoques
1.
Lote econômico de compras, sem falta de material:
t
P.Q.I
CT t =
P.Q B
+
+
.t
2
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74
Gestão de Materiais e Estoques
2. Lote Econômico de Fabricação, sem Faltas.
Quantidade
W – C
C
Acúm. máximo
mínimo
Tempo
t
t
1
2
t
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76
Gestão de Materiais e Estoques
2.
Portanto, Lote Econômico de Fabricação, Sem Faltas:
Lote Econômico:
2.A.C
Q =
C ⎞
I.P. ⎜ 1 −
W
Custo Total do item:
A.C
P.Q.I ⎛
C ⎞
CT P.C
=
+
+
.
1
Q
2
− W
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78

4/16/14

Gestão de Materiais e Estoques

Exemplo: Um determinado item de estoque apresenta o consumo mensal planejado, indicado abaixo:

mês

jan

fev

mar

abr

mai

jun

jul

ago

set

out

nov

dez

consumo

720

720

700

830

850

970

990

910

890

800

800

790

Determine:

1. Determine o min. prevendo um grau de atendimento de 92%,

2. O lote econômico de compra, sem falta, considerando-se um custo de pedido de R$ 47,00, uma taxa unitária anual de armazenagem de 70% e preço de R$25,00 por unidade.

3. O Custo Total na aquisição sem falta,

4. O estoque médio,

5. O Giro de estoque,

6. A taxa de cobertura,

7. O lote econômico de fabricação, sem falta, caso a empresa opte pela produção interna, considerando neste caso, um custo de preparação de R$950,00 ,uma capacidade produMva de 1200 peças por mês, um custo fabril de R$19,00 e uma taxa unitária anual de armazenagem de 80%,

8. O Custo Total na fabricação sem falta,

9. Calcule o estoque médio, o Giro e a Taxa de Cobertura, neste caso,

10. Qual a melhor opção para a empresa? Do or Buy?

11. Comente os dados.

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79

Gestão de Materiais e Estoques 3. Lote Econômico de Compra, admiMndo-se Faltas. Quantidade Q ∇
Gestão de Materiais e Estoques
3. Lote Econômico de Compra, admiMndo-se Faltas.
Quantidade
Q
máximo
Falta - F
∇ mínimo
Tempo
t
t
1
2
t
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81
Gestão de Materiais e Estoques
3. Lote Econômico de compra, admiMndo faltas
Exemplo Numérico:
O consumo de determinada peça é de 20.000 unidades por ano. O
custo de armazenagem por peça e por ano é de R$1,90 e o
custo de cada pedido é de R$500,00. O preço unitário de
compra é de R$2,00 e o custo anual da falta é de R$15,00 por
unidade (e por ano conforme citado). Nestas condições,
determinar:
a) O lote econômico de compras,
b) O número esperado de faltas,
c) O custo total do item,
d) O estoque médio,
e) O Giro do estoque,
f) A taxa de cobertura do estoque.
Adote um estoque mínimo de 120 unidades.
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83
Gestão de Materiais e Estoques 3. Lote Econômico de compra, admiMndo faltas F zero Ty
Gestão de Materiais e Estoques
3. Lote Econômico de compra, admiMndo faltas
F
zero
Ty
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80
Gestão de Materiais e Estoques 3. Lote Econômico de compra, admiMndo faltas 2.B.C I.P C
Gestão de Materiais e Estoques
3. Lote Econômico de compra, admiMndo faltas
2.B.C
I.P C
+
Lote econômico:
F
Q =
.
I.P
C
F
F = Q.I.P
Número de peças faltantes:
I.P + C F
Custo total:
F
CT P.C
=
+
+
+
Q 2.Q
2.Q
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82

B.C

(

P.I. Q

F

) 2

C .F

2

Gestão de Materiais e Estoques

4. Lote Econômico de Fabricação, AdmiMndo Faltas.

W – C C ∇ Q máximo Falta - F ∇ mínimo t t 2
W – C
C
Q máximo
Falta - F
∇ mínimo
t
t 2
t 3
t 4
1
t
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Tempo

84

4/16/14

Gestão de Materiais e Estoques

 

4. Lote Econômico de Fabricação, AdmiMndo Faltas.

Lote Econômico:

Q =

⎛ C ⎞ C I.P. 1 − F ⎜ ⎟ ⎝ W ⎠
C ⎞
C
I.P. 1 −
F
W

2

. A .C

.

I.P

+

C

F

 

Custo total do item:

 

=

CT P.C

 

A.C

I.P

Q. ⎜ ⎛ 1

 

C ⎟ ⎞ − F

2

.

 

1

C .F

F

2

1

+

+

.

 

+

.

Q

2Q

Número de peças faltantes:

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W

1

C

W

F = Q.I.P

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I.P + C F

2.Q

1

"

. $ 1

#

%

C '

&

W

C

W

85

Gestão de Materiais e Estoques

 
 

4.

Lote Econômico de Fabricação, AdmiMndo Faltas.

Uma empresa uMliza 9.000 unidades de um Mpo de peça por ano.

 
 

Sua capacidade de produção é de 1.500 peças por mês. O custo de preparação para a produção desta peça é de R $200,00, e o custo de armazenagem deste item é de R$ 2,00 por mês. Calcule:

 

a) O lote econômico de produção,

 

b) O custo total anual, considerando-se um custo unitário de produção de R$ 4,00 e um custo de falta, por unidade, de R$ 30,00 ao ano.

 

c) O Estoque médio,

 

d) O Giro do estoque,

 

e) A taxa de cobertura.

Adotar um estoque mínimo de 120 unidades.

 

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87

Gestão de Materiais e Estoques 5. Lote Econômico de Compra, com Restrição de InvesMmentos em
Gestão de Materiais e Estoques
5. Lote Econômico de Compra, com Restrição de InvesMmentos
em Estoques.
Neste caso, estabeleço que meu invesMmento médio em
estoque é:
n
Q .P i ≤
x
i
i
= 1
Sendo “x”, o montante máximo a ser invesMdo em estoque.
Estabeleço uma função de restrição para o montante de
invesMmento em estoques:
n
θ
( Q )
=
Q .P
x
0
i
i
i
i
= 1
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89

Gestão de Materiais e Estoques

 

Exemplo: Um determinado item de estoque apresenta o consumo mensal planejado, indicado abaixo:

 
 

mês

jan

fev

mar

abr

mai

jun

jul

ago

set

out

nov

dez

consumo

920

920

800

830

850

970

990

910

890

800

800

790

Determine:

                       

1. Determine o min. prevendo um grau de atendimento de 85%,

 

2. O lote econômico de compra, com falta, considerando-se um custo de pedido de R$

 

107,00, uma taxa unitária anual de armazenagem de 80%, preço de R$25,00 por

unidade e custo unitário anual de falta de R$52,00.

 

3. O Custo Total na aquisição com falta,

 

4. O estoque médio,

 

5. O Giro de estoque,

 

6. A taxa de cobertura,

7. O lote econômico de fabricação, com falta, caso a empresa opte pela produção interna,

 

considerando neste caso, um custo de preparação de R$1200,00 ,uma capacidade

produMva de 1200 peças por mês, um custo fabril de R$20,00, taxa unitária anual de

armazenagem de 80% e custo unitário anual da falta igual a R$45,00,

 

8. O Custo Total na fabricação com falta,

 

9. Calcule o estoque médio, o Giro e a Taxa de Cobertura, neste caso,

 

10. Qual a melhor opção para a empresa? Do or Buy? 11. Comente os dados.

 

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86

Gestão de Materiais e Estoques

 
∇
C n C Q 1 1 Q C n 2 Q 2 ∇ mínimo n
C
n
C
Q
1
1
Q
C
n
2
Q
2
∇ mínimo n
mínimo1
∇ mínimo 2
Tempo
T
1
T
2
T
n
 

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88

Gestão de Materiais e Estoques

5. Lote Econômico de Compra, com Restrição de InvesMmentos em Estoques.

Aplico o conceito de mulMplicador de Lagrange, λ, à função de restrição, conforme segue:

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λ.θ(Q ) = 0

i

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90

4/16/14

Gestão de Materiais e Estoques

 

5.

Lote Econômico de Compra, com Restrição de InvesMmentos em Estoques.

Conforme a caracterísMca fundamental do mulMplicador:

 
 

λ = 0 se θ(Q ) < 0

i

O

invesMmento em estoque é menor que a disponibilidade!

λ > 0

se θ(Q ) = 0

i

O

invesMmento em estoque é igual à disponibilidade!

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91

Gestão de Materiais e Estoques

 

5.

Lote Econômico de Compra, com Restrição de InvesMmentos em Estoques.

SubsMtuindo-se a expressão

Q =

i

2 B C i . (I + λ ) P i
2
B
C
i
.
(I
+ λ
)
P
i

em:

 

n

Q .P i

i

x

temos

i

= 1

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93

Gestão de Materiais e Estoques

5. Lote Econômico de Compra, com Restrição de InvesMmentos em Estoques.

Ou: n 2 .B . ∑ C .P = x i i (I + λ
Ou:
n
2 .B
. ∑
C .P
=
x
i
i
(I
+ λ
)
i
= 1
2
Ou
n
2 .B .
C .P
i
i
i
= 1
2
= x
(I
+ λ
)
fatorando-se a expressão para λ, temos:
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95

Gestão de Materiais e Estoques

5. Lote Econômico de Compra, com Restrição de InvesMmentos em Estoques.

Custo Total:

n ⎡ n C Q .P ⎤ ⎥ Q .P CT = ∑ i i
n
n
C
Q .P
Q .P
CT
= ∑
i
i
i
P
.C
+
B.
+ I.
+
i
i
⎢ i
i
Q
2
1
=
1
⎣ 2
i
i =
1
Derivando-se esta expressão, chegamos a:
2
B C
i
Q =
.
i
(I
+ λ
)
P
i
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⎥ ⎦

x . λ

92

Gestão de Materiais e Estoques

 

5.

Lote Econômico de Compra, com Restrição de InvesMmentos em Estoques.

Ou:

n

i

= 1

P i .

2.B . (I + λ ) P i
2.B
.
(I
+ λ
)
P
i

C 0

i x

=

 
 
n 2 .B . ∑ i (I + λ ) i = 1
n
2
.B
.
i
(I
+ λ
)
i
= 1

C .P i

x

=

0

fatorando-se a expressão para λ, temos:

 

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94

Gestão de Materiais e Estoques

 

5 Lote Econômico de Compra, com Restrição de InvesMmentos em Estoques.

2

n ⎡ ⎤ 2 .B . ∑ C .P ⎢ i i ⎥ ⎣ ⎦
n
2 .B .
C .P
i
i
i
= 1

(I

+ λ

)

= x

 

2

2

n ⎡ ⎤ 2 .B . ∑ C .P ⎢ i i ⎥ i =
n
2 .B .
C .P
i
i
i
= 1

x

λ =

 
 

I

QuanMdades Unitárias:

 

Q =

i

2B C i . (I + λ ) P i
2B
C
i
.
(I
+ λ
)
P
i

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96

4/16/14

Gestão de Materiais e Estoques

 
 

5 Lote Econômico de Compra, com Restrição de InvesMmentos em Estoques. Determinar os lotes econômicos de compra das peças a, b e c , com restrição de invesMmento de R$ 100.000,00 em estoque, levando-se em conta um custo de pedido de R$ 5 0 0, 0 0, taxa u ni tá ria a n ual de a rma ze nagem correspondente a 70% dos valores estocados, preços unitários e consumos anuais de acordo com o indicado abaixo:

Peça

C (unidades)

 

Preço unitário

 

a

125.000

 

50,00

 

b

64.000

40,00

c

27.000

20,00

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97

Gestão de Materiais e Estoques

 
 

6. Lote Econômico de Compra Com Desconto Ex.: Uma empresa consome 7.200 unidades de um produto ao mês, cujo preço unitário é R$ 11,00. Seu custo de aquisição de material é de R$250,00 e ela adota a taxa unitária anual de armazenagem de 80%. O fornecedor ofereceu esta peça em lotes de 3000 unidades, com desconto de 0,5%. Verificar se a compra nestas condições é vantajosa.

 

K =

2 D.L

+

+

K = 2 D.L + + ( 2 D.L + ) 2 − ( 41 D

(

2 D.L

+

)

2

(

41 D

)

Q =

2.B.C I.P
2.B.C
I.P
 

2.(1 D )

 

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99

Gestão de Materiais e Estoques

Exemplo: Um determinado item apresenta o consumo mensal planejado, indicado abaixo:

mês

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

consumo

1720

1600

1500

1030

950

1100

1200

1710

1890

1900

1800

1790

Determine:

1. Determine o min. prevendo um grau de atendimento de 87%,

2. O lote econômico de compra com falta, considerando-se um custo de pedido de R$ 47,00, uma taxa unitária anual de armazenagem de 70%, preço de R$25,00 por unidade e um C F = R$32,00.

3. O Custo Total na aquisição com falta,

4. O estoque médio, o Giro e a taxa de cobertura,

5. O lote econômico de fabricação, com falta, caso a empresa opte pela produção interna, considerando neste caso, um custo de preparação de R$950,00 , uma capacidade produMva de 2000 peças por mês, um custo fabril de R$19,00 , uma taxa unitária anual de armazenagem de 80% e um C F = R$27,00

6. O Custo Total na fabricação com falta,

7. O estoque médio, o Giro e a Taxa de Cobertura.

8. A melhor opção para a empresa? Do or Buy?

9. Comente os dados.

10. Caso o fornecedor ofereça um desconto de 1% para a compra de um lote de 2000 unidades, a compra será vantajosa?

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101

Gestão de Materiais e Estoques

6. Lote Econômico de Compra Com Desconto Comparamos a quanMdade de um lote oferecido com desconto ao resultado de K.Q, como segue:

K.Q L

Caso esta condição ocorra, a compra com desconto é vantajosa. Sendo:

L

= QuanTdade de Peças Lote com desconto

D

= Desconto

2.B.C I.P
2.B.C
I.P

Q

= Lote econômico padrão:

Q =

2 D.L

+

+

2 D.L + + ( 2 D.L + ) 2 − − ) ( 41 D

(

2 D.L

+

)

2

)

(

41 D

K =

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2.(1 D

) Prof. Roberto Tálamo

98

Gestão de Materiais e Estoques

6. Lote Econômico de Compra Com Desconto Ex.: Uma empresa consome 7.200 unidades de uma produto ao mês, cujo preço unitário é R$ 11,00. Seu custo de aquisição de material é de R$250,00 e ela adota a taxa unitária anual de armazenagem de 80%.

O

fornecedor ofereceu esta peça em lotes de 3000 unidades, com desconto de 0,5%. Verificar se a compra nestas condições é vantajosa.

Q

= 2215,65 unidades k = 17,03

K =

+

+ 2

2

Q =

2.B.C I.P
2.B.C
I.P
 

2.(1 D )

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100

Gestão de Materiais e Estoques

Formulário

   

Q

 

CT

   

F

CF

LE Compra SF

 
2.B.C I.P
2.B.C
I.P

C

P.C + B. + I.P.

Q

     
 

Q

2

   

2.A.C

 

C

Q

C

   

LE Fabricação SF

LE Fabricação SF ⎛ ⎜ ⎝ I.P.1 C ⎟ − W ⎠ ⎞ P.C + A.

I.P.1

C

W

P.C + A. +

Q

I.P.

2

.1

W

 
     

)

2

+

C.F

F

2

     

LE Compra CF

2.B.C I.P + C F . I.P C F
2.B.C I.P + C
F
.
I.P
C
F

C

P.C + B. + I.P.

(

Q F

I.P

.Q

10,00

 

Q

2.Q

2.Q

I.P + C

F

 
   

2.A.C

I.P + C

F

C

(

Q

F

)

2

C C.F

2

I.P

C

W

⎟ ⎞ 10,00

LE Fabricação CF

LE Fabricação CF

I.P.1

. C ⎞ ⎟ W ⎠
.
C
W ⎠

C

F

P.C + A. + I.P.

Q

2.Q

.1

F

+

W 2.Q

I.P + C

F

.Q.1

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102

4/16/14

EN2529 – Planejamento e Controle da Produção

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103

Planejamento Agregado

Busca compaMbilizar os recursos produMvos com as necessidades definidas na Demanda Agregada, através de um plano estratégico de trabalho. Quando bem elaborado, proporciona:

Instalações carregadas com redução de sobrecarga ou subcarga e redução dos custos de produção, Rápidas mudanças na estratégia de produção de modo a atender os picos e momentos de baixa demanda esperada.

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105

Planejamento Agregado

 
Demanda prevista mês (unid./mês) Janeiro 750 Fevereiro 650 Março 640 Abril 590 Maio 540 Junho
Demanda prevista
mês
(unid./mês)
Janeiro
750
Fevereiro
650
Março
640
Abril
590
Maio
540
Junho
450
Julho
420
Agosto
530
Setembro
600
Outubro
790
Novembro
860
Dezembro
956

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107

Planejamento Agregado da Produção

Definição do Plano Mestre de Produção - MPS

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Planejamento Agregado

O primeiro passo para a elaboração do Planejamento Agregado é definir o Perfil da Demanda, ou seja, a representação da demando ao longo do tempo, conforme segue

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106

Planejamento Agregado

1000 950 956 900 demanda média = 860 850 648 unid./mês 800 790 750 750
1000
950
956
900
demanda média =
860
850
648 unid./mês
800
790
750
750
700
650
650
640
600
600
590
550
540 530
500
450
450
420
400
350
jan
fev
mar
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez

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108

4/16/14

Planejamento Agregado

Após a definição do Planejamento Agregado, faz-se a execução do Programa Mestre da Produção (Master Plan Schedule – MPS). Ou seja, o Planejamento Agregado é converMdo em um Plano Mes tre de Produção Lembrando que

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109

Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

MPS - Plano Mestre da Produção (Master Plan Schedule) Trabalha, essencialmente, com três informações:

1. Os níveis atuais de estoques;

2. A previsão das vendas no período a ser planejado, e;

3. Os pedidos efetuados e confirmados pelos clientes.

Assim, o MPS sempre objeMva a determinação dos estoques finais de cara período, calculados através da seguinte equação:

final

= Produção - Previsão de Vendas - Pedidos em carteira +

inicial

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111

Planejamento Agregado e MPS Projeção da Demanda Planejamento Agregado Programa de Montagem Final Programa Mestre
Planejamento Agregado e MPS
Projeção da
Demanda
Planejamento
Agregado
Programa de Montagem
Final
Programa Mestre de
Produção
Programa da Matéria
Prima (RCCP)
Planejamento das
compras
Planejamento das
necessidades de material
Planejamento das necess.
de capacidade
Listagens de Material (Bill
of Material)
Programação do chão de
fábrica
Níveis
de
estoque
Controles
de
produção
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113

Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

MPS - Plano Mestre da Produção (Master Plan Schedule) O MPS é o módulo de elaboração do plano de produção dos produtos finais, junto a todos os itens integrantes do produto, a cada período de tempo. Este módulo tem impacto direto no planejamento de estoques, sendo fundamental para a tomada de decisões relaMvas a compras e níveis de estocagem.

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Sistemas de Informação do PCP

Principais ferramentas agregadas ao MRP, que resultaram no MRP

II

MPS - Plano Mestre da Produção (Master Plan Schedule)

Plano agregado Previsão de vendas Pedidos em carteira MPS Política de ∇ Posição de ∇
Plano agregado
Previsão de vendas
Pedidos em carteira
MPS
Política de ∇
Posição de ∇
Plano Mestre de
Produção

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Planejamento Agregado e MPS Projeção da Demanda Planejamento Agregado Programa de Montagem Final Programa Mestre
Planejamento Agregado e MPS
Projeção da
Demanda
Planejamento
Agregado
Programa de Montagem
Final
Programa Mestre de
Produção
Programa da Matéria
Prima (RCCP)
Planejamento das
compras
Planejamento das
necessidades de material
Planejamento das necess.
de capacidade
Listagens de Material (Bill
of Material)
Programação do chão de
fábrica
Níveis
de
estoque
Controles
de
produção
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4/16/14

 

Planejamento Agregado e MPS

 

Ao definir o MPS - Plano Mestre de Produção, a empresa estabelece sua estratégia de atuação entre demanda e recursos internos. Ela deve atuar:

 

Sobre a demanda, Sobre a oferta de recursos da fábrica

 

Flutuação da mão de obra, Horas extras, Terceirizações e subcontratações, Administração dos estoques.

 

Sobre ambos.

 

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115

 

Planejamento Agregado e MPS

 

Lembrando-se a relação entre estoques inicial e final (MPS):

finaln

= Produção - Previsão de Vendas - Pedidos em carteira +

Inicialn

Ou

Inicialn + 1

= Produção - Previsão de Vendas - Pedidos em carteira +

Inicialn

 

Portanto:

 
 

Inicialn + 1

=

Finaln

 

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117

Plano Agregado - A
Plano Agregado - A
 
•   Produção Constante com Estoque Absorvendo a Flutuação da Demanda , •   Através

Produção Constante com Estoque Absorvendo a Flutuação da Demanda, Através desse método, determina-se o estoque mínimo, que será igual ao menor estoque final (-104) Reprograma-se a produção para este novo nível de estoque

Mês

Prod.

Demanda