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MediçõesMedições dede AterramentoAterramento

MediçõesMedições dede AterramentoAterramento JobsonJobson ModenaModena --

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-- Fundamentos;Fundamentos; -- TiposTipos dede eletrodoeletrodo dede aterramento;aterramento; -- ConceitoConceito dede resistividaderesistividade dodo solo;solo;

dede resistividaderesistividade dodo solo;solo; JobsonJobson ModenaModena --

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-- ResistênciaResistência ôhmicaôhmica dodo eletrodo:eletrodo:

-- pelopelo métodométodo dada quedaqueda dede potencial;potencial;

-- comcom aa uu

tilitili

zaçzaç ãã oo

dd

oo

tt

ôô

meme tt roro aa lili caca tt e;e;

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oo dd oo tt ôô meme tt roro aa lili caca tt e;e; errerr JobsonJobson ModenaModena

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ModenaModena -- www.www.gguismo.com.buismo.com.brr - - MediçãoMedição dada continuidadecontinuidade
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-- MediçãoMedição dada continuidadecontinuidade elétricaelétrica dasdas armadurasarmaduras embutidasembutidas

nono concreto;concreto;

-- MediMediççãoão dasdas tensõestensões susupperficiais.erficiais.

ãoão dasdas tensõestensões susu pp erficiais.erficiais. JobsonJobson ModenaModena --

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ModenaModena -- www.www.gguismo.com.buismo.com.brr FundamentosFundamentos Ω O aterramento consiste

FundamentosFundamentos

-- www.www.gguismo.com.buismo.com.brr FundamentosFundamentos Ω O aterramento consiste basicamente de uma
-- www.www.gguismo.com.buismo.com.brr FundamentosFundamentos Ω O aterramento consiste basicamente de uma

O

aterramento consiste basicamente de uma estrutura condutora -

que é enterrada propositadamente ou que já se encontra enterrada -

e

a ligação desta estrutura condutora a elementos condutores de

energia elétrica em uma instalação e /ou edificação que não são

destinados à condução da corrente elétrica.

 

O

termo

normalizado

na

terminologia

oficial

brasileira

é:

Eletrodo de aterramento

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EletrodoEletrodo dede aterramentoaterramentoGiulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª info@guismo.com.br Ω Condutor ou conjunto de condutores enterrados no

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dede aterramentoaterramento info@guismo.com.br Ω Condutor ou conjunto de condutores enterrados no solo e
dede aterramentoaterramento info@guismo.com.br Ω Condutor ou conjunto de condutores enterrados no solo e

Condutor ou conjunto de condutores enterrados no solo e eletricamente ligados a terra, com a finalidade de dispersarem as correntes de falta para que estas retornem à fonte.

natural:

que não é instalado especificamente para este fim,

em geral as armaduras de aço das fundações;

convencional: que é instalado unicamente para este fim, como por exemplo, os condutores em anel, as hastes verticais ou inclinadas e os condutores horizontais radiais.

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TiposTipos dede EletrodosEletrodos dede AterramentoAterramentoModenaModena -- www.guismo.com.brwww.guismo.com.br Ω Tipos de eletrodos de aterramento por ordem de

dede EletrodosEletrodos dede AterramentoAterramento Ω Tipos de eletrodos de aterramento por ordem de
dede EletrodosEletrodos dede AterramentoAterramento Ω Tipos de eletrodos de aterramento por ordem de

Tipos de eletrodos de aterramento por ordem de eficiência:

ΩΩ Armaduras de aço do concreto das fundações;

Fita / Barra de aço formando anel embutido no concreto

das fundações (para o caso de fundações em alvenaria ou sapatas);

Eletrodos “convencionais”

(condutor em anel circundando perímetro / hastes copperweld);

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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª DimensõesDimensões dosdos condutorescondutores dosdos EletrodosEletrodos

DimensõesDimensões dosdos condutorescondutores dosdos EletrodosEletrodos

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dosdos EletrodosEletrodos info@guismo.com.br Seções mínimas de condutores de aterramento enterrados no
Seções mínimas de condutores de aterramento enterrados no solo Protegido contra danos mecânicos Não protegido
Seções mínimas de condutores de aterramento enterrados no solo
Protegido contra
danos mecânicos
Não protegido contra
danos mecânicos
Protegido contra
Cobre:
2,5
mm²
Cobre:
16
mm²
corrosão
Aço:
10
mm²
Aço:
16
mm²
Não protegido contra
corrosão
Cobre:
50
mm² (solos ácidos ou alcalinos)
Aço:
80
mm²

9

50 mm² (solos ácidos ou alcalinos) Aço: 80 mm² 9 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --
50 mm² (solos ácidos ou alcalinos) Aço: 80 mm² 9 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --

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ModenaModena -- www.guismo.com.brwww.guismo.com.br ResistividadeResistividade dodo SoloSolo JobsonJobson

ResistividadeResistividade dodo SoloSolo

ResistividadeResistividade dodo SoloSolo JobsonJobson ModenaModena --

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Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª info@guismo.com.br ResistividadeResistividade dodo solosolo

ResistividadeResistividade dodo solosolo

DefiniçãoDefinição

dodo solosolo DefiniçãoDefinição Ω a resistência entre as faces opostas (ambas metálicas)
Ω

a resistência entre as faces opostas (ambas metálicas) de um cubo de aresta unitária, preenchido com material retirado do local.

aresta unitária, preenchido com material retirado do local. Ω A resistividade do solo depende, entre outros

A resistividade do solo depende, entre outros fatores, do tipo, umidade, temperatura, salinidade do mesmo e etc. Além disso a resistividade pode variar em função de contaminação ou compactação.

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ModenaModena -- www.guismo.com.brwww.guismo.com.br ResistividadeResistividade dodo solosolo

ResistividadeResistividade dodo solosolo

DefiniçãoDefinição

dodo solosolo DefiniçãoDefinição Ω Através da estratificação do solo, obtemos
Ω

Através da estratificação do solo, obtemos teoricamente a resistividade (x m) em camadas uniformes para um solo em condições reais:

p Ω.m p Ω.m p Ω.m
p
Ω.m
p
Ω.m
p
Ω.m

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Solo Real

Modelo Matemático

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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª ResistividadeResistividade dodo solosolo Medição Medição segundo

ResistividadeResistividade dodo solosolo

MediçãoMedição segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner

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o método método de de Wenner Wenner info@guismo.com.br Ω Este método – descrito na NBR-7117 (em
o método método de de Wenner Wenner info@guismo.com.br Ω Este método – descrito na NBR-7117 (em

Este método – descrito na NBR-7117 (em revisão) consiste em cravar-se 4 hastes alinhadas no solo, separadas pela mesma distância “d”. Essas hastes devem ser ligadas a um terrômetro de quatro terminais – os dois externos para corrente e os dois internos para potencial.

externos para corrente e os dois internos para potencial. 13 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --

13

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ModenaModena -- www.guismo.com.brwww.guismo.com.br ResistividadeResistividade dodo solosolo Medição Medição

ResistividadeResistividade dodo solosolo

MediçãoMedição segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner

segundo segundo o o método método de de Wenner Wenner Ω Executando as medidas em varias
Ω

Executando as medidas em varias direções e variando a distância entre eletrodos “d” de acordo com a série 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64 metros, é possível calcular a resistividade das várias camadas do solo e conseqüentemente sua estratificação.

**

Válido para terrenos de até 10000 m².

14

** Válido para terrenos de até 10000 m². 14 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --

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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª ResistividadeResistividade dodo solosolo Medição Medição segundo

ResistividadeResistividade dodo solosolo

MediçãoMedição segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner

info@guismo.com.br

o método método de de Wenner Wenner info@guismo.com.br Ω O terrômetro de 4 pontos deve ficar
o método método de de Wenner Wenner info@guismo.com.br Ω O terrômetro de 4 pontos deve ficar

O terrômetro de 4 pontos deve ficar fixo num dos pontos médios, (A, B, C, D, ou E) da dimensão de cada lado do quadrilátero e as hastes devem ser deslocadas para obtenção das distâncias “d.”

O terrômetro mede o potencial entre os pontos internos e o divide pela corrente imposta pelo aparelho através dos terminais externos, fornecendo diretamente o valor da resistência R.

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ModenaModena -- www.guismo.com.brwww.guismo.com.br ResistividadeResistividade dodo solosolo MediçãoMedição

ResistividadeResistividade dodo solosolo

MediçãoMedição segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner

segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner Ω Executar as medições e preencher a tabela. Ponto A
segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner Ω Executar as medições e preencher a tabela. Ponto A

Executar as medições e preencher a tabela.

Ponto A

Ponto B

 

Ponto E

d(m)

R()

d(m)

R()

d(m)

R()

1

 

1

 

1

 

2

 

2

 

2

 

4

 

4

 

4

 

8

 

8

 

8

 

16

 

16

 

16

 

32

 

32

 

32

 

64

 

64

 

64

 

128

 

128

 

128

 

16

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Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª info@guismo.com.br ResistividadeResistividade dodo solosolo Medição Medição

ResistividadeResistividade dodo solosolo

MediçãoMedição segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner

segundo segundo o o método método de de Wenner Wenner ρ = 2 × p ×
segundo segundo o o método método de de Wenner Wenner ρ = 2 × p ×

ρ= 2 × p × R × d

17

de de Wenner Wenner ρ = 2 × p × R × d 17 Há muitas

Há muitas limitações para utilização desta expressão!!

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ModenaModena -- www.guismo.com.brwww.guismo.com.br ResistividadeResistividade dodo solosolo MediçãoMedição

ResistividadeResistividade dodo solosolo

MediçãoMedição segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner

segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner Ω O processo citado (originário da IEEE-80) só permite
segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner Ω O processo citado (originário da IEEE-80) só permite

O processo citado (originário da IEEE-80) só permite esse cálculo se forem obedecidas as seguintes condições:

o solo poder ser representado por 2 camadas de resistividades ρ 1 e ρ 2 .

18

onde:

1 3

ρ> , ×ρ

1

2

todos os condutores da malha - horizontais e verticais - devem estar contidos na 1ª camada.

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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª ResistividadeResistividade dodo solosolo Medição Medição segundo

ResistividadeResistividade dodo solosolo

MediçãoMedição segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner

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o método método de de Wenner Wenner info@guismo.com.br Ω A profundidade “p” dos eletrodos de medição
o método método de de Wenner Wenner info@guismo.com.br Ω A profundidade “p” dos eletrodos de medição

A profundidade “p” dos eletrodos de medição não deve ultrapassar a 10% da distancia “d”.

Em quaisquer outras condições (mais de 2 camadas ou condições s entre ρ 1 e ρ 2 , métodos mais aprimorados (ex:

computacionais) devem ser utilizados para o cálculo da resistividade do solo.

19

utilizados para o cálculo da resistividade do solo. 19 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --

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ResistividadeResistividade dodo solosolo

MediçãoMedição segundosegundo oo métodométodo dede WennerWenner

segundo segundo o o método método de de Wenner Wenner Somente com o solo estratificado, teremos
segundo segundo o o método método de de Wenner Wenner Somente com o solo estratificado, teremos

Somente com o solo estratificado, teremos embasamento para exigir valores de R aterramento () com coerência !!!

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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª info@guismo.com.br ResistênciaResistência dodo eletrodoeletrodo

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ResistênciaResistência dodo eletrodoeletrodo

ResistênciaResistência dodo eletrodoeletrodo JobsonJobson ModenaModena --

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ModenaModena -- www.www.gguismo.com.buismo.com.brr ResistênciaResistência dodo AterramentoAterramento

ResistênciaResistência dodo AterramentoAterramento

PrincípiosPrincípios

dodo AterramentoAterramento PrincípiosPrincípios Ω A sistema de aterramento tem um motivo técnico. Porém
dodo AterramentoAterramento PrincípiosPrincípios Ω A sistema de aterramento tem um motivo técnico. Porém

A

sistema de aterramento tem um motivo técnico. Porém esse motivo tem sido distorcido desde o principio do conceito até os absurdos que vemos

e ouvimos atualmente.

obsessão pela busca de um baixo valor de resistência ôhmica em um

O valor da resistência ôhmica do aterramento deve ser o mais baixo possível para o tipo de terreno no qual o mesmo vai ser instalado.

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É MAIS IMPORTANTE O ARRANJO E A DIMENSÃO DO ELETRODO DE ATERRAMENTO QUE O PRÓPRIO VALOR DA RESISTÊNCIA ÔHMICA DO ATERRAMENTO.

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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª ResistênciaResistência dodo AterramentoAterramento PrincípiosPrincípios

ResistênciaResistência dodo AterramentoAterramento

PrincípiosPrincípios

info@guismo.com.br

PrincípiosPrincípios info@guismo.com.br Ω Quanto mais baixo for esse valor, menor serão as
PrincípiosPrincípios info@guismo.com.br Ω Quanto mais baixo for esse valor, menor serão as

Quanto mais baixo for esse valor, menor serão as tensões superficiais (de passo e de toque) no local, tanto para descargas atmosféricas como para correntes de curto-circuito.

As normas em geral especificam que as resistências de aterramento podem ser calculadas ou medidas.

O cálculo da resistência é feito partindo-se da medição e estratificação das resistividades.

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ModenaModena -- www.guismo.com.brwww.guismo.com.br ResistênciaResistência dede aterramentoaterramento

ResistênciaResistência dede aterramentoaterramento

ConceitosConceitos

dede aterramentoaterramento ConceitosConceitos Solo Eletrodo (haste) 24 Zonas concêntricas de
Solo Eletrodo (haste)
Solo
Eletrodo
(haste)

24

Zonas concêntricas de influência mútua (Eletrodo / Solo)
Zonas concêntricas
de
influência mútua
(Eletrodo / Solo)

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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª ResistênciaResistência dede aterramentoaterramento ConceitosConceitos

ResistênciaResistência dede aterramentoaterramento

ConceitosConceitos

info@guismo.com.br

aterramentoaterramento ConceitosConceitos info@guismo.com.br R T = R E +R C +R 1 +R 2 + +R
R T = R E +R C +R 1 +R 2 + +R 10
R T = R E +R C +R 1 +R 2 +
+R
10
info@guismo.com.br R T = R E +R C +R 1 +R 2 + +R 10 1
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 4Ω 1,4Ω 0,8Ω 0,6Ω 0,45Ω
1
2 3
4
5 6
7 8
9 10
4Ω
1,4Ω
0,8Ω
0,6Ω
0,45Ω
0,36Ω
0,3Ω
0,26Ω
0,23Ω
0,2Ω
R T = 8,6 Ω
Zona de Influência do Eletrodo
onde: R ≈ 0

25

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MediçãoMedição da da ResistênciaResistência dodo EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento Medição dada ResistênciaResistência dodo EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento

dodo EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento 26 I (A) U U(V) R= I EngºEngº JobsonJobson
dodo EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento 26 I (A) U U(V) R= I EngºEngº JobsonJobson

26

I (A) U U(V) R= I
I (A)
U
U(V)
R=
I

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MediçãoMedição da da Resistência Resistência do do EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento Medição dada ResistênciaResistência dodo EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento

info@guismo.com.br

dede AterramentoAterramento info@guismo.com.br Ω Curva média dos pontos obtidos R d EngºEngº
dede AterramentoAterramento info@guismo.com.br Ω Curva média dos pontos obtidos R d EngºEngº
Ω Curva média dos pontos obtidos R d
Curva média dos pontos obtidos
R
d

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MediçãoMedição da da Resistência Resistência do do EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento Medição dada ResistênciaResistência dodo EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento

do do EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento Ω R R d (m) 28 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --
Ω R R d (m)
R
R
d (m)

28

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info@guismo.com.br

MediçãoMedição dada ImpedânciaImpedância dodo EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramentoModena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª info@guismo.com.br 29 Conhecido Z= Z 1+ Z perc + Z 2

dodo EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento 29 Conhecido Z= Z 1+ Z perc + Z 2 + Z
dodo EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento 29 Conhecido Z= Z 1+ Z perc + Z 2 + Z

29

Conhecido Z= Z 1+ Z perc + Z 2 + Z aux
Conhecido
Z=
Z 1+ Z perc + Z 2 + Z aux

I (A)

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MediçãoMedição da da Impedância Impedância do do EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento Medição dada ImpedânciaImpedância dodo EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento

do do EletrodoEletrodo dede AterramentoAterramento Conhecido 30 ~ 0 = Z= Z 1 + Z +
Conhecido
Conhecido

30

~ 0 = Z= Z 1 + Z + Z + Z 2 percurso aux
~
0
=
Z=
Z 1 + Z
+ Z
+ Z
2 percurso
aux

I (A)

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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª info@guismo.com.br AsAs TensõesTensões SuperficiaisSuperficiais (( dede
Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª info@guismo.com.br AsAs TensõesTensões SuperficiaisSuperficiais (( dede
Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª info@guismo.com.br AsAs TensõesTensões SuperficiaisSuperficiais (( dede

info@guismo.com.br

AsAs TensõesTensões SuperficiaisSuperficiais ((dede PassoPasso ee dede ToToqqueue))

(( dede PassoPasso ee dede ToTo qqueue)) JobsonJobson ModenaModena --

JobsonJobson ModenaModena -- www.www.gguismo.com.buismo.com.brr

ModenaModena -- www.www.gguismo.com.buismo.com.brr TensõesTensões Superficiais Superficiais ContatoContato

TensõesTensões SuperficiaisSuperficiais

ContatoContato (toque)(toque) ee PassoPasso

ContatoContato (toque) (toque) e e Passo Passo Ω Tensão de Toque Diferença de potencial entre uma
Ω

Tensão de Toque Diferença de potencial entre uma massa metálica aterrada ou não e um ponto da superfície do solo separado por uma distância horizontal equivalente ao alcance do braço de uma pessoa. Considera-se a distância da mão até o pé mais próximo igual a 1 m.

Tensão de Passo Diferença de potencial entre dois pontos da superfície do solo separados pela distância de um passo de uma pessoa. Considera-se a distância do passo igual a 1 m.

32

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TensõesTensões SuperficiaisSuperficiais Superficiais

TensõesTensões Superficiais Superficiais 33 U C ou U T 1 m 1 m U P U
TensõesTensões Superficiais Superficiais 33 U C ou U T 1 m 1 m U P U

33

U C ou U T 1 m 1 m U P U C ou U
U C ou U T
1 m
1 m
U P
U C ou U T
U P

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TensõesTensões SuperficiaisSuperficiais Superficiais

TensõesTensões Superficiais Superficiais Desconectar a malha de todos os elementos aterrados. Com
Desconectar a malha de todos os elementos aterrados. Com a malha energizada por fonte externa
Desconectar a malha de
todos os elementos
aterrados.
Com a malha energizada por
fonte externa executar medições :
V
V
brita
brita
d= 1m
d= 1m
solo
solo
cabos
cabos

V toque

Realizar medições em diversos pontos pré determinados do local.
Realizar medições em diversos
pontos pré determinados do
local.

V passo

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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª

Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª TensõesTensões Superficiais Superficiais info@guismo.com.br Esquema

TensõesTensões SuperficiaisSuperficiais

info@guismo.com.br

Superficiais Superficiais info@guismo.com.br Esquema Local: 1m V d toque d V passo L 1: L 2:
Superficiais Superficiais info@guismo.com.br Esquema Local: 1m V d toque d V passo L 1: L 2:
Esquema Local: 1m V d toque d V passo L 1: L 2: d d
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Perímetro da malha

V d toque d V passo L 1: L 2: d d Perímetro da malha EngºEngº
V d toque d V passo L 1: L 2: d d Perímetro da malha EngºEngº

EngºEngº JobsonJobson ModenaModena -- www.guismo.com.brwww.guismo.com.br

ModenaModena -- www.guismo.com.brwww.guismo.com.br Ensaio Ensaio de de ContinuidadeContinuidade Elétrica

EnsaioEnsaio dede ContinuidadeContinuidade ElétricaElétrica dasdas ArmadurasArmaduras dodo ConcretoConcreto

das das ArmadurasArmaduras do do Concreto Concreto JobsonJobson ModenaModena --

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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª

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VerificaçãoVerificação da da continuidade continuidade elétrica elétrica das das armaduras armaduras Verificação dada continuidadecontinuidade elétricaelétrica dasdas armadurasarmaduras

elétrica elétrica das das armaduras armaduras NBRNBR- -5419:2005 5419:2005 AnexoAnexo EE 37 EngºEngº
elétrica elétrica das das armaduras armaduras NBRNBR- -5419:2005 5419:2005 AnexoAnexo EE 37 EngºEngº

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AnexoAnexo EE

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armaduras NBRNBR- -5419:2005 5419:2005 AnexoAnexo EE 37 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --

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VerificaçãoVerificação da da continuidade continuidade elétrica elétrica das das armaduras armaduras Verificação dada continuidadecontinuidade elétricaelétrica dasdas armadurasarmaduras

elétrica elétrica das das armaduras armaduras 38 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --
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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª

Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª Verificação Verificação da da continuidade continuidade elétrica

VerificaçãoVerificação dada continuidadecontinuidade elétricaelétrica dasdas armadurasarmaduras

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elétrica das das armaduras armaduras info@guismo.com.br 39 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --
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VeVerificaçãorificação dada continuidadecontinuidade elétricaelétrica dasdas armadurasarmaduras
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Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª

Giulietto Modena Engenharia Ltda GUISMO Eng.ª Referências Bibliográficas: info@guismo.com.br Ω NBR -5410:2004 –

Referências Bibliográficas:

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Eng.ª Referências Bibliográficas: info@guismo.com.br Ω NBR -5410:2004 – Instalações elétricas de baixa
Eng.ª Referências Bibliográficas: info@guismo.com.br Ω NBR -5410:2004 – Instalações elétricas de baixa

NBR-5410:2004 – Instalações elétricas de baixa tensão;

NBR-5419:2005 – Proteção de edificações contra descargas atmosféricas (em revisão);

NBR-7117:1981 – Medição da Resistividade do solo pelo método dos quatro pontos

(Wenner) – Procedimento (em revisão);

NBR-14039:2004 – Instalações elétricas de média tensão;

Aterramentos Elétricos – Silvério Visacro Filho – 2ª edição;

Instalações Elétricas – Ademaro M.B. Cotrim – 4ª edição;

Proteção contra Descargas Atmosféricas – Duílio M. Leite - 5ª edição.

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Atmosféricas – Duílio M. Leite - 5ª edição. 41 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --
Atmosféricas – Duílio M. Leite - 5ª edição. 41 EngºEngº JobsonJobson ModenaModena --

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