CREPEREIA TRYPHAENA: uma tataravó da Barbie?

Telma Anita Piacentini
Resumo
Encontramos vestígios da boneca como imagem representativa na vida
do ser humano desde o paleolítico. Em diferentes épocas e,
consequentemente, em diferentes sociedades, a boneca, ídolo ou brinquedo,
comporta-se como uma representação de um momento de aprendizado do
papel social na sociedade que em que se vive. Chegamos ao século XXI
convivendo com a boneca brinquedo, representada fortemente por muitas
bonecas, mas é inegável a presença da Barbie na “formação lúdica” de nossas
meninas. Essas representações, porém, perpassam séculos e nos reportam às
imagens de bonecas de outras épocas, significativas na história social desse
brinquedo. Crepereia Tryphaena, a boneca da Vestal Cossina e da Menina
Imperatriz Maria, pontuam significados atuais desse princípio educativo.
Podemos questionar se essas bonecas - eternas - configuram-se como
tataravós da Barbie de nossos dias.
Palavras-chaves
Representação lúdica , brinquedo , papel social , princípio educativo
Abstract
We can find vestiges of dolls as representative images of human life
since the paleolithic era. In different times and thus in different societies, the
doll, as idol or toy, behaves as a representation used in the learning of social
roles in society. We have reached the 21st century with many different toy
dolls, but the presence of Barbie in the “ludic education” of our young girls is
undeniable. These representations, however, span centuries and relate to
images of dolls from other times, which have been significant in the social
history of this toy. Crepereia Tryphaena, the doll of the Vestal Cossina and of
the Menina Imperatriz Maria point to current meanings of this educational
principal. We can question if these dolls – which are eternal – can be seen as
Barbie’s great grandmothers.
Keywords: Ludic representations, toy, social role, educational principal

A mesma Barbie, a já conhecida boneca de nossa
geração, mas com nova roupagem e estilo, conectada ao
século XXI, a Barbie Engenheira de Computação, resultado da
nova promoção que venceu o concurso via internet em

primeiro lugar, derrotando a Barbie Âncora de Jornal, realizado
pela Empresa Mattei, continua inspirando uma nova geração
de meninas na indústria hight-tech, pautada em torno do
formar-se como futuras líderes femininas.
Seu guarda-roupa, inspirado com a ajuda da Sociedade
de Mulheres Engenheiras dos EUA e da Academia Nacional de
Engenharia, terá smartphone (apesar das constantes
denúncias do perigo de destruição ou alteração da memória
humana), fone Bluetooth e laptop com maleta, além do suéter
com zeros e uns, referindo-se à linguagem binária dos
computadores.
Essa mesma linguagem nos possibilita igualmente
aproximar tempos, espaços e imagens diferentes, porém
ligadas por um conhecimento acumulado que nos reporta ao
século II e III d.C., através de diferentes pistas como as que
apareceram no ano de 1889, no Quartiere Prati, em Roma, nas
escavações do Palácio de Justiça, quando foi encontrado o
sarcófago de uma mulher-menina de 13 a 20 anos, Crepereia
Tryphaena, junto ao de seu pai,, Crepereio Euhodo, com os
vestígios intactos, porém cheios de água.
Mais que o corpo em esqueleto da jovem conservado,
também foram encontradas as joias que a ornamentavam,
além de uma coroa de folhas de mirto e uma boneca,
presumivelmente vestida como sua dona, já que era costume
ao menos nos estratos mais elevados da sociedade, ser
enterrada com sua boneca, quando morta ainda menina e
virgem. É de se questionar se seria semelhante ao que hoje
chamamos de style doll. As bonecas feitas hoje à imagem e
semelhança de seus donos (observemos o boneco do filho do
proprietário italiano do museu da boneca de Paris produzido
nos anos 1950 aproximadamente e hoje parte do acervo do
Musée de la Pupée) portam não só as vestimentas iguais
como os traços fisionômicos, levando-nos a indagar o traço
psicológico e social de crianças que brincam com sua própria
imagem. Só podemos afirmar que não são criações de uma
mente isolada ou herdeira de algum designer avançado, mas
decorrentes de tradicionais e antigas histórias e imagens.

São as mesmas que permitem uma reflexão aprofundada
de nossas raízes históricas, culturais e sociais, mas também
um fragmento da própria história material e psíquica da qual
fazemos parte, enquanto herança cultural e coletiva.
Em 1983, na cidade de Milão, na Itália, uma exposição
sobre “Roma Capital 1870-1911” demonstrou o grande
interesse e comoção das pessoas no encontro com imagens
que possibilitaram um reviver da vida cotidiana de cidades do
passado, como Roma Antiga, no século II d.C.
Focalizemos nossa atenção na boneca que acompanhava
sua dona, Crepereia Tryphaena, nos detendo nas observações
de antropólogos e especialistas que nos trouxeram as
primeiras impressões quando a encontraram nas escavações
do Palácio da Justiça, em Roma.
O cenário pode ser visualizado através das palavras de
Anna Mura Somella: “verso il cristallo dell´acqua limpida e
fresca, coperto della folta e lunga capigliatura ondeggiante
sull’ acqua” (1) se encontra o sarcófago de uma jovem de 13
a 20 anos e de seu pai, intacto, porém cheio de água.
No sarcófago só há um nome, nenhuma data sobre a
história da jovem morta ou sobre as causas de sua morte;
provavelmente, de 13 anos para alguns antropólogos ou de 17
a 20 anos para outros. Os indícios são revelados por suas joias
e pela guirlanda de folhas de mirto que trazia. É provável que
Crepereia estaivesse vestida de noiva e num dos anéis tinha o
nome de um homem: Fileto. Segundo alguns seria seu futuro
marido, a julgar também pelo outro anel, dois círculos de ouro
que se juntam com duas mãos apertadas. Mas o fato de estar
acompanhada de uma boneca aponta para a hipótese de que
ela morreu antes de passar para a outra etapa de sua vida,
com o fim da infância: casar-se ou mais precisamente, perder
a virgindade. Sua vestimenta dissolveu-se no tempo e talvez a
boneca usasse uma roupa semelhante, considerando o tecido
fossilizado encontrado: nenhuma inscrição, e em torno dessa
esposa-menina reina a dúvida e o silêncio já antevisto no
momento da escavação.

Só a boneca pode falar por ela e pelos seus, só ela
permanece. A história que a boneca nos conta nos diz que
Crepereia era uma adolescente meiga e muito amada.
Depositar a boneca ao seu lado no caixão foi o último gesto,
depois que lhe pentearam os cabelos como esposa e lhe
botaram os anéis, ato realizado provavelmente por sua mãe e
pelo pai, Crepereio Euhodo, sepultado ao seu lado.
Dados de sua condição social podem ser buscados nas
inscrições sob o sarcófago e na pessoa estreitamente ligada a
ela: Tryphaena e Euhodus são nomes de origem grega mas
muito encontrados na segunda metade do século II d.C., num
grupo de pessoas no Oriente.

Talvez desde pequena possuísse aquela boneca, um objeto
terno, inquietante e, para nós hoje, sinistro

As primeiras descrições de Crepereia Tryphaena
destacam os brincos de um lado e outro do crânio, o broche e
o anel da mão esquerda, descritos por Lancini dois dias depois
da descoberta, em 12 de maio de 1889.

Esse especialista (2), o primeiro a escrever sobre ela, e
ao estar no local acompanhando a escavação em março de
1889, pensou que a boneca era de madeira pela cor escura,
mas análises posteriores afirmam ser de marfim, escurecido
pelo longo tempo sob a água. Impressiona a habilidade do
artesão, a atenção aos detalhes das mãos e dos pés, a doçura
da expressão facial, a complexidade dos cabeços,
demonstrando a grande capacidade dos fabricantes das
bonecas no final do século II.

O anel com chaves no polegar, além do que hoje
podemos pensar como um modo ousado de usar um anel,
pode representar a chave pessoal do lugar onde a mulher
guardava suas joias, demonstrando aqui na boneca uma
delicada miniatura de seu próprio cofre. Dentro dele também
foram encontrados dois espelhos de prata e dois pentezinhos
de marfim, além de dois anéis unidos por um pequeno anel de
ouro, que também pode ser um bracelete, duas pequenas
pérolas como brinco, pequenos objetos em ouro e pasta vítrea
verde.
Ainda se pode dizer que o vestido, encontrado
fossilizado, poderia representar as roupas da boneca de
Crepereia, pois fontes literárias como Ateneo de Naucratis em
O banquete dos eruditos IX apresenta um poema de Safo,
poeta grega da cidade de Mitilene da Ilha de Lesbos, no mar
Egeu, no século V a.C.,que testemunha o gesto de entregar a
boneca à deusa, mas estudiosos consideram esses versos
apócrifos (3). Porém, relembremos o contexto que apresenta a
mulher-poeta saindo da infância: “Ó Afrodite, não desdenhes
o leve véu púrpuro de minhas bonecas. Eu, Safo, dedico a ti,
este precioso dom”. A beleza do gesto é eterna e simboliza
práticas entre as meninas da época, como se constata
também na Antologia Palatina as palavras de Timáreta que,
na véspera de suas bodas, entregou seus preciosos bens
infantis símbolos de sua infância, como a sua querida bola, o
tamboril e a rede de seus cabelos, a Artemisa (732 – VI280 (4)
e lembremos também do gesto masculino de entregar seus
brinquedos, como as bolas, a Penates quando entravam na

adolescência (5).
Outra raridade de igual importância para nossas
considerações é a boneca da vestal Cossina, que está no
Museu Nacional Romano e foi encontrada em 1929 nas
escavações de Tívoli, na Itália. Acompanhando sua dona por
66 anos a serviço da deusa Vesta, ela nos dá indicações de
que viveu no final do século II; entre os adornos mortais foram
encontrados, além da boneca, um colar e uma série de
pulseiras de ouro, numa caixa de pasta de vítreo de cor rosa e
cobre.
Ao ser encontrada e datada do fim do século II e início do
século III, estava entre objetos como uma caixa de pasta de
vítreo rosa e cobre para os acessórios: um colar de ouro,
formado com dupla corrente, e uma série de pulseiras de
ouro, além de uma elegante coroa onde se pode ler “V V
Cossina LF ou seja, Virgem Vestal Cossina filha de Lucio. Na
sua morte foi transportada pelas mãos do povo, depois de
mais de 60 anos como sacerdotisa dedicada à deusa Vesta.
Pertencia à família nobre e foi destinada desde criança
ao sacerdócio; depois de 30 anos poderia retornar à casa
paterna, mas Cossina preferiu continuar, durante 66 anos
para uns e 75 para outros, fazendo seus trabalhos como
sacerdotisa e, talvez por isso, foi sepultada com honras
especiais.
Sabemos o porquê de uma mulher adulta ser enterrada
com uma boneca, indicado pela tradição de oferecer seus
brinquedos na véspera de seu casamento, quando passava
para a condição de mulher que entregava esses bens pessoais
infantis às divindades como sinal de fim da infância e começo
de uma nova vida de mulher casada. As bonecas de Crepereia
e de Cossina presentes na morte indicam que suas donas não
tinham abandonado sua condição de virgem, razão pela qual
elas as acompanharam no seu destino final (6).
Já as bonecas de Maria, a imperatriz menina filha do
general de origem vândala Stilicone e de Serena, criada pelo
tio e Imperador Teodosio I e tutores da última imperatriz do

Império Romano, Galla Placídia, acompanham e falam sobre a
jovem esposa do imperador menino Onório. Sabemos que
bonecas no túmulo nos levam a supor que o casamento
precoce entre as crianças não tenha sido consumado. A
menina morta sem ter filhos, foi enterrada com várias joias e
pertences, entre eles suas bonecas. Foram encontrados vários
objetos preciosos, presentes de núpcias e suas bonecas de
marfim, com braços e pernas articulados.
No ano de 398, aproximadamente, Maria foi casada
aos treze anos com o tio de quatorze e, ainda criança e já
imperador do Ocidente, Onorio, irmão de Galla Placídia,
garantindo com essa façanha de casamento entre crianças
um grande poder ao pai Stilicone, poderoso chefe militar. Sua
morte no ano 408 nos dá idéia do quanto era ainda jovem e
como seu casamento estava sendo um grande negócio:
representava a manutenção do poder na época (7).

Entre os presentes nupciais de Onorio a Maria ,
destacamos a joia
advinda do cruzamento dos nomes
“Onorio”, “Maria”, “Stilicone” e “Serena”, acompanhada da
exclamação”Vivatis”.

A Imperatriz foi enterrada no mausoléu imperial da
Basilica de São Pedro, no Vaticano, junto com seu esposo,
Onorio, e sua irmã Termanzia, que a substituiu casando-se
com o Imperador do Ocidente, preservando assim o poder de
sua família depois de sua morte.
Quando o túmulo foi encontrado e aberto em 1554
tornaram-se conhecidos, além de seus restos mortais, um
precioso tesouro composto de presentes, o mundus muliebris
(dons nupciais) , objetos de sua toalete pessoal e suas
bonecas, testemunhas da não consumação de seu
matrimônio.

Deixando-nos os brinquedos encontrados no túmulo, a
esposa-menina do jovem Imperador Onorio, ao conservar suas
bonecas, sinaliza que o casamento não foi consumado,
despertando muitas indagações e comentários, já que existem
registros de casamentos entre adolescentes que tiveram filhos
nessa época.
Mais uma vez a história é relatada e questionada
através da presença da boneca, reafirmando a importância
desse antigo objeto entre nós, testemunhando aqui que a
menina imperatriz não tinha perdido sua virgindade, além da
muito discutida e provável impotência do jovem Imperador,
significativa a situação na sociedade daqueles tempos, em
que o poder era transferido de pai para filho diretamente (7).
Se considerarmos que a origem da boneca-brinquedo
nos reporta ao Egito faraônico e que as figuras mais antigas
são as de madeira, de terracota e de marfim que apresentam
articulações móveis nos braços e pernas e são datadas em
torno de 1.000 anos a.C., mas existe uma boneca egípsia de
2.000 anos a.C. no MOMA, Museu de Arte Moderna de Nova
York/EUA, e se analisarmos essas imagens até nossos dias
vamos encontrar diferentes tipos de sociedades, numa
trajetória em que exercem diferentes papéis sejam sociais,
culturais ou psicológicos. Porém, o princípio educativo de
ensinar, exercer e aprender ludicamente um papel na
sociedade permanece até nossos dias. Não é de estranhar,
pois, o papel que Barbie está representando para as mulheres
do século XXI.
As observações em torno desses exemplares
considerados pequenas obras-primas que iluminam a magia
do mundo infantil não só feminino como também o masculino
- e aqui podemos destacar os super heróis que, no silêncio do
brincar ou na troca de experiências revelam a fantasia do
mundo
masculino,
independente
das
configurações
elaboradas em qualquer parte de nosso planeta ou mesmo
aqui entre nós brasileiros, diferenciando imagens nas
sociedades indígenas ou até uma fábrica Estrela ou Mattei ou
outra - permitem depreender dessa pedagogia, ou princípio
educativo, que ela proporciona um sonho, um estilo de vida,

um padrão de beleza, um papel na sociedade.
De passatempo para os gregos e romanos, com
especificidades próprias, mas como princípio educativo de
evocação de proteção dos deuses e deusas na intuição do
divino e mudanças de etapas de vida na sociedade, aos
diferentes papéis sociais nas sociedades divididas em classes
e em direção à grande mudança na morte do ídolo e no
aparecimento do brinquedo, em torno do Renascimento,
principalmente no Quattrocento, quando a infância foi
inventada com as características que chegam até os nossos
dias, esse princípios são significativos para o entendimento da
formação do ser humano. E este procedimento é eterno, como
se pode constatar no gesto diálogo-mudo da menina do
Campeche, Ilha de Santa Catarina, sul do Brasil, que passa
horas num tempo que parece interminável vestindo e
despindo, vestindo e despindo, vestindo e despindo a sua
boneca:
- Do que brincas?
-

De nada.

-

E como é brincar de nada?

-

É brincar de tudo, oras!

Provavelmente, Crepereia Tryphaena, Cossina, Maria e a
menina do Campeche, realizaram esse gesto eterno que nos
irmana como seres humanos em diferentes tempos e espaços.
E a Barbie Engenheira de Computação, do nosso século
XXI? Que papel pedagógico estará reservado para ela? Apesar
de informações acumuladas, algumas preocupantes e outras
pouco confiáveis, é de se destacar a presença da imaginação
infantil ultrapassando todas as fronteiras estabelecidas pelos
adultos e podendo, assim, inaugurar espaços imprevisíveis e
mágicos onde só o tempo poderá responder a esta questão...
(8)

Notas
1 - Crepereia Tryphaena, le scoperte archeologiche nell´ area
del Palazzo di Giustizia. Roma Capitale 1870-1911, Catálogo
da exposição, Venezia: Marcilio Editori, 1983: 29-30, (tradução
livre: “através do cristal de água límpida e fresca, coberta
pela longa e densa cabeleira flutuante sob a água”).
2 – R. Lancini, A. Castellani. Delle scoperte avenute nei
disterni del nuovo Pallazio di Justizia, in “Bolletino Comunale”,
1989 : 173-180, citado no Catálogo da Exposição .
3 – Tese de Doutorado Fragmentos de Imagens de Infância,
Telma Anita Piacentini, USP, 1995: 168 e Anexo 4; a
informação é contestada pelo pesquisador e estudioso dos
originais de Safo, Dr. Joaquim Brasil Fontes que afirma que
“teria nascido em Efesos e passado a viver, depois da
adolescência, em Mitilene” e que esses versos de Safo são
apócrifos. Mas, encontramos também, através da internet,
outras fontes, como “Safo en su libro V pide a Venus como Ateneo de
Naucratis que en El banquete de los eruditos IX, 410: no desprecies los velos
púrpuras de mis muñecas” (vide nota 4).

4 – Crepereia Tryphaena e su muneca, disponível em
hortushesperidun.blogspot.com.br/2011/06/crepereia.triphaen
a-y-su-muneca.html, acesso em 7/3/2013. Também em:
http://remale.org/boodwolf/erudits/athenee/livre9.htm#410e,
acesso em 13/3/2013
5 – Fulvia Gicca Palli. La bambola, La storia di un simbolo, dall’
idolo al balocco, Firenze: Convivio/Nardini Editore, 1990:33.
6 – Para maiores informações sobre a Vestália consulte
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vest%C3%A1lia,
acesso
em
18/4/2013.
7 - Maria (moglie di Onorio), Wikipedia, l’ enciclopedia libera,
acesso em 11/3/2013
8 – Reportar-se aos estudos de Fernanda Roveri, Barbie na
educação de meninas. Do rosa ao choque, Editora Annablume,
2012 em revistapontocom de 17 de março de 2012, a revista

da midiaeducação, acesso em 03/3/2013

Bibliografia
FONTES, Joaquim Brasil. Eros Tecelão de Mitos. A poesia de
Safo de Lesbos. São Paulo: Estação Liberdade, 1992.
LUCCHINI, Egidio. Giocatolli e Bambini; dall’ antichità al 2000,
Lanciano: Casa Editrice Rocco Carabba, 2004.
MANSON, M. “Diverses approches sur l’histoire de la poupée
du XVII siècle” em ARIèS, Philippe e MARGOLIN, Jean-Claude.
Les jeux à la renaissance.Paris: Librairie Philosiophique J.
Vrin. 1982, pp. 525-551.1982, pp. 525-551.
MAZZOLANI, Lidia Storoni. Galla Placidia; Milano: Rizzolini
Editore, 1975.
PALLI, Fulvia Gicca. La Bambola, la storia di un simbolo dall’
idolo al balocco, Firenze: Convivio/Nardini Editore, 1990.
PIACENTINI, Telma Anita. Tese de Doutorado, Fragmentos de
Imagens de Infância, Universidade de São Paulo, 1995, 304
páginas, principalmente 159-227 e 291-297.
PIERREHUMBERT, Francine. A propos de Poupées. Musée
Alexis Forel, Morges, 1991.
SIERRA I FABRA, Jordi. Kafka e a boneca viajante. São Paulo:
Martins, 2008.
TOSA, Marco. Poupées.Paris: Editions Fabbri, 1990

Doutora em Educação pela USP com estágio na Università degli Studi di Ferrara/Itália. Professora e
Pesquisadora aposentada da UFSC, participa da Barca dos Livros da Sociedade Amantes da Leitura, criadora
do Museu do Brinquedo da Ilha de SC/UFSC, o Núcleo Infância Comunicação e Arte/UFSC/CNPq - NICA
e foi Secretária Municipal de Educação de Florianópolis. Publicou livros e artigos relacionados com imagens
de infância e cultura popular e, como artista plástica, realizou exposições individuais e coletivas de pintura,
desenho, gravura e sumi-ê.( Pesquisa patrocinada pela CAPES e pelo CNPq, no período 1991-1995)

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