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6 ISSN 1677-7042 1 Nº 118, quarta-feira, 24 de junho de 2015
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1 Nº 118, quarta-feira, 24 de junho de 2015

DESPACHO DO MINISTRO Em 23 de junho de 2015

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA

DE AVIAÇÃO CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no

uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 1.º, inciso

I do Anexo I do Decreto n. 7.476, de 10 de maio de 2011, resolve

INDEFERIR o pedido da Prefeitura Municipal de Paranaguá, para implantação de torre de telecomunicação no Município de Paranaguá, Estado do Paraná, objeto do Requerimento s/n., de 19 de julho de 2013, acostado às fls. 2 e 3 dos autos, a fim de garantir a preservação

e proteção do sítio aeroportuário e a compatibilização do plane-

jamento urbano com as zonas de proteção e a área de segurança aeroportuária, conforme manifestações técnicas, diretrizes e estraté-

gias previstas na Política Nacional de Aviação Civil (PNAC), apro- vada por meio do Decreto n. 6.780, de 18 de fevereiro de 2009. Processo administrativo n. 67270.011582/2013-73.

ELISEU PADILHA

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL

DECISÕES DE 23 DE JUNHO DE 2015

O DIRETOR-PRESIDENTE SUBSTITUTO DA AGÊN-

CIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício da prerrogativa de que trata o art. 6º do Regimento Interno aprovado pela Resolução nº 110, de 15 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto no art. 11, inciso III, da Lei nº 11.182, de 27 de setembro de 2005, e na Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, decide, ad referendum da Diretoria:

N o

companhia de transporte aéreo internacional devidamente constituída

e existente de acordo com as leis da Itália, inscrita no CNPJ sob o nº

22.096.468/0001-64, a operar, no território nacional, serviço de trans- porte aéreo público regular internacional de passageiro e carga, com fundamento no art. 212 da Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986,

em substituição à empresa estrangeira AIR ITALY S.P.A., inscrita no CNPJ sob o nº 10.662.893/0001-94. Ficam revogadas as Decisões nºs 164, de 27 de junho de 2007, publicada no Diário Oficial da União de

29 de junho de 2007, Seção 1, página 17, e 301, de 20 de dezembro

de 2007, publicada no Diário Oficial da União de 21 de dezembro de 2007, Seção 1, página 92. Processo nº 00058.062889/2014-67.

67 - Autorizar a empresa estrangeira MERIDIANA FLY S.P.A.,

-

68 - Autorizar o funcionamento no Brasil da empresa estrangeira

N o

FINNAIR P.L.C., empresa da Finlândia, com capital destacado de US$ 5.000,00 (cinco mil dólares americanos), que pretende funcionar em território nacional como empresa autorizada a comercializar bilhetes de passagem ou de carga (off-line). Processo nº 00058.042392/2014-22.

-

Estas Decisões entram em vigor na data de sua publicação.

O inteiro teor das Decisões acima encontra-se disponível no sítio da ANAC na rede mundial de computadores - endereço www.anac.gov.br/legislacao.

CLÁUDIO PASSOS SIMÃO

SUPERINTENDÊNCIA DE INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA

PORTARIAS DE 19 DE JUNHO DE 2015

O SUPERINTENDENTE DE INFRAESTRUTURA AE-

ROPORTUÁRIA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 41,

incisos VIII e X, do Regimento Interno aprovado pela Resolução nº 110, de 15 de setembro de 2009, nos termos do disposto na Resolução nº 158, de 13 de julho de 2010, com fundamento na Lei nº 7.565, de

19 de dezembro de 1986, que dispõe sobre o Código Brasileiro de

Aeronáutica, resolve:

N o

1.557 - Alterar e renovar a inscrição do Aeródromo Érico (RR)

(código OACI: SWAQ) no cadastro de aeródromos, modificando seu tipo de uso de público para privado. A inscrição tem validade de 10

(dez) anos. Processo nº 00065.068312/2015-51.

N o

1.558 - Alterar e renovar a inscrição do Aeródromo Auaris (RR)

(código OACI: SWBV) no cadastro de aeródromos, modificando seu tipo de uso de público para privado. A inscrição tem validade de 10

(dez) anos. Processo nº 00065.068258/2015-43.

-

-

Estas Portarias entram em vigor em 20 de agosto de 2015.

O inteiro teor das Portarias acima encontra-se disponível no sítio da ANAC na rede mundial de computadores - endereço www.anac.gov.br/legislacao.

FABIO FAIZI RAHNEMAY RABBANI

CONSELHO DE GOVERNO CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR

RESOLUÇÃO N o 61, DE 23 DE JUNHO DE 2015

Regulamenta a redução da alíquota do Im- posto de Importação na condição de Ex- tarifário para autopeças sem produção na- cional equivalente, no âmbito do Regime de Autopeças Não Produzidas.

O PRESIDENTE DO CONSELHO DE MINISTROS DA CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR - CAMEX, no uso da atribuição que lhe confere o § 3 o do art. 5 o do Decreto n o 4.732, de 10 de junho de 2003, e com fundamento no inciso XIV do art. 2 o do mesmo diploma legal,

Considerando o disposto nos Trigésimo Oitavo e Quadra- gésimo Protocolos Adicionais ao Acordo de Complementação Eco- nômica - ACE n o 14, anexos aos Decretos n o 6.500, de 2 de julho de 2008, e n o 8.278, de 27 de junho de 2014, respectivamente,

Considerando a necessidade de disciplinar o processo de redução, temporária e excepcional, das alíquotas do Imposto de Im- portação para autopeças não produzidas na condição de Ex-tarifários específicos,

Considerando o Regime de Ex-tarifário, para Bens de Capital

- BK e Bens de Informática e Telecomunicações - BIT sem produção

nacional equivalente,

Considerando a necessidade de disciplinar o processo de redução, temporária e excepcional, das alíquotas do Imposto de Im- portação de autopeças integrantes de Bens de Capital - BK e de Informática e de Telecomunicações - BIT, sem produção nacional equivalente, resolve, ad referendum do Conselho:

CAPÍTULO I Do Regime de Autopeças Não Produzidas

Art. 1 o Esta Resolução regulamenta a redução da alíquota do Imposto de Importação na condição de Ex-tarifário para autopeças sem produção nacional equivalente, no âmbito do Regime de Au- topeças Não Produzidas, cuja lista de autopeças consta dos anexos da Resolução CAMEX n o 116, de 18 de dezembro de 2014.

Parágrafo único. A redução da alíquota do Imposto de Im- portação poderá ser concedida para autopeças relacionadas em có- digos da Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM constantes do anexo a que faz referência o artigo 6º do 38 o Protocolo Adicional ao Acordo de Complementação Econômica n o 14, modificado pelo 40 o Protocolo Adicional ao Acordo de Complementação Econômica n o 14, anexos aos Decretos n o 6.500, de 2 de julho de 2008, e n o 8.278, de 27 de junho de 2014, ou em códigos NCM grafados como Bens de Capital ou Bens de Informática e Telecomunicação na Tarifa Externa Comum - TEC, em conformidade com os requisitos e procedimentos estabelecidos nesta Resolução.

Art. 2 o A redução das alíquotas do Imposto de Importação será concedida por meio de Resolução da Câmara de Comércio Ex- terior - CAMEX, que estabelecerá os produtos abrangidos, a vigência, se for o caso, e demais condições aplicáveis.

1 o A alíquota do Imposto de Importação será fixada em 2%.

2 o A redução da alíquota do Imposto de Importação aplica- se somente à importação de autopeças novas.

aplica- se somente à importação de autopeças novas. § § Art. 3 o Para os fins
aplica- se somente à importação de autopeças novas. § § Art. 3 o Para os fins
aplica- se somente à importação de autopeças novas. § § Art. 3 o Para os fins
aplica- se somente à importação de autopeças novas. § § Art. 3 o Para os fins

§

§

Art. 3 o Para os fins desta Resolução, consideram-se:

I - produtos automotivos:

a) automóveis e veículos comerciais leves (até 1.500 Kg de

capacidade de carga);

b) ônibus;

c) caminhões;

d) reboques e semirreboques;

e) chassis com motor, inclusive os com cabina;

f) carrocerias e cabinas;

g) tratores rodoviários para semirreboques;

h) tratores agrícolas, colheitadeiras e máquinas agrícolas au-

topropulsadas;

III - peças: produto elaborado e terminado, tecnicamente

caracterizado por sua individualidade funcional, não composto por outras partes ou peças que possam ter aplicação separada e que se destina a integrar fisicamente um subconjunto ou conjunto, com fun- ção específica mecânica ou estrutural e que não é passível de ca- racterização como matéria prima;

IV - subconjuntos: grupos de peças unidas para serem in- corporadas a um grupo maior para formar um conjunto;

V - conjuntos: unidades funcionais formadas por peças e/ou subconjuntos, com função específica no veículo;

VI - empresas automotivas: empresas produtoras dos pro- dutos automotivos;

VII - autopeças sem produção nacional ou autopeças não

produzidas: peças, subconjuntos e conjuntos sem capacidade de pro- dução nacional equivalente;

VIII - capacidade de produção nacional: disponibilidade de tecnologia, meios de produção e mão de obra para fornecimento regular em série;

IX - equivalente nacional: produto intercambiável de mesma

tecnologia ou que cumpra a mesma função; e

X - lista de autopeças não produzidas: lista composta pela

Lista de Autopeças Destinadas à Produção e pela Lista de Autopeças Grafadas como Bens de Capital e de Informática e Telecomunicações.

CAPÍTULO II

Da Redução da Alíquota do Imposto de Importação para Autopeças Destinadas à Produção no Âmbito do Acordo sobre a Política Automotiva Comum

Seção I Do Âmbito de Aplicação

Art. 4º Poderá ser concedida a redução da alíquota do Im- posto de Importação para autopeças não produzidas destinadas à pro- dução, na condição de Ex-tarifário específico, com fundamento no disposto nos 38º e 40º Protocolos Adicionais ao Acordo de Com-

plementação Econômica - ACE nº 14, anexos aos Decretos nº 6.500, de 2 de julho de 2008, e nº 8.278, de 27 de junho de 2014, nos termos

e condições desta Resolução.

§ 1º O benefício da redução da alíquota do Imposto de

Importação para autopeças não produzidas com o fundamento apre- sentado no caput depende de habilitação específica no Sistema In- tegrado de Comércio Exterior - SISCOMEX, disciplinada no art. 5º desta Resolução, sem prejuízo da necessidade de habilitação para operar no comércio exterior e demais obrigações legais cabíveis.

§ 2º As autopeças com redução do Imposto de Importação ao

montante equivalente à aplicação da alíquota de 2% de que trata este

artigo comporão a Lista de Autopeças Destinadas à Produção, cons- tante do Anexo I da Resolução CAMEX nº 116, de 18 de dezembro

de 2014.

Seção II Da Habilitação no Acordo sobre a Política Automotiva Comum

Art. 5º A habilitação designa o processo a ser realizado pela Secretaria de Comércio Exterior - SECEX, a partir de solicitação das

empresas automotivas interessadas, para certificar que estas cumprem com os requisitos formais mínimos para usufruir as condições pre- ferenciais previstas no art. 4º desta Resolução.

Parágrafo único. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria

e Comércio Exterior - MDIC disciplinará as condições e editará

normas complementares relativas à habilitação de que trata o caput.

CAPÍTULO III

Da Redução da Alíquota do Imposto de Importação

para Autopeças Grafadas como Bens de Capital e de Informática e Telecomunicações

Seção I Do Âmbito de Aplicação

Art. 6º Poderá ser concedida a redução da alíquota do Im-

posto de Importação para autopeças não produzidas, na condição de Ex-tarifário específico, compreendidas em códigos grafados como

Bens de Capital - BK ou Bens de Informática e Telecomunicação - BIT na Nomenclatura Comum do Mercosul.

§ 1º A concessão de Ex-tarifários prevista no caput somente

 

será aplicável para a importação de autopeças dos produtos auto-

 

i)

máquinas rodoviárias autopropulsadas; e

motivos listados nas alíneas "h" e "i" inciso I, do art. 3º.

j)

autopeças.

§

2º O benefício da redução da alíquota do Imposto de

 

Importação para autopeças não produzidas com o fundamento apre-

 

II

- autopeças: peças, incluindo pneumáticos, subconjuntos e

sentado no caput depende de habilitação específica no Sistema In-

conjuntos necessários à produção dos veículos listados nas alíneas "a"

tegrado de Comércio Exterior - SISCOMEX, disciplinada no art. 7º

"i" do inciso I deste artigo, bem como as necessárias à produção de outras autopeças, incluídas as destinadas ao mercado de reposição;

a

desta Resolução, sem prejuízo da necessidade de habilitação para operar no comércio exterior e demais obrigações legais cabíveis.

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00012015062400006

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§ 3º As autopeças com redução do Imposto de Importação ao

montante equivalente à aplicação da alíquota de 2% de que trata este

artigo comporão a Lista de Autopeças Grafadas como Bens de Ca- pital e de Informática e Telecomunicações constante do Anexo II da Resolução CAMEX nº 116, de 18 de dezembro de 2014.

Seção II

Da Habilitação para Importação de Autopeças Grafadas como Bens de Capital e de Informática e Telecomunicações

Art. 7º Habilitação designa o processo a ser realizado pela SECEX, a partir de solicitação das empresas interessadas, para cer- tificar que estas cumprem com os requisitos formais mínimos para usu- fruir as condições preferenciais previstas no art. 6º desta Resolução.

Parágrafo único. O MDIC disciplinará as condições e editará normas complementares relativas à habilitação de que trata o caput.

CAPÍTULO IV

Da Sistemática para Inclusão, Exclusão e Alteração de Itens da Lista de Autopeças Não Produzidas

Seção I

Do Local e da Forma de Apresentação dos Pleitos

Art. 8º A Lista de Autopeças Não Produzidas será modificada, nos termos desta Resolução, a partir da aprovação do conjunto de pleitos apresentados pelas entidades representativas do setor privado.

§ 1º O conjunto de pleitos referido no caput deverá ser

entregue na forma impressa, em duas vias, e em meio eletrônico à SDP devidamente protocolizados no setor de Protocolo Geral do MDIC, situado na Esplanada dos Ministérios, Bloco J, andar térreo, Brasília, DF, CEP 70.053-900.

§ 2º Os arquivos em meio eletrônico, de que trata o § 1º, deverão

conter cópia integral do pleito em formato de texto editável e PDF.

caput

poderá ser revista pelo Comitê Técnico de Análise por iniciativa própria do Governo.

Seção II

Da Inclusão

Art. 9º O conjunto de pleitos de inclusão deverá utilizar o for- mulário padrão disponibilizado na rede mundial de computadores ("in- ternet"), no endereço eletrônico do MDIC (http://www.mdic.gov.br).

§

A

qualquer tempo, a Lista a que se refere o

Parágrafo único. Cada um dos pleitos deverá apresentar:

I - código NCM - Nomenclatura Comum do Mercosul ba-

seada no Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias - SH da autopeça;

II - descrição detalhada da autopeça, suas características, sua apli- cação e composição dos insumos e materiais que compõem o produto;

III - proposta de redação específica para o Ex-tarifário que caracterize suficientemente o produto;

IV - catálogo original (com tradução técnica, quando em

língua estrangeira), sem impedimentos ou restrições de confidencia- lidade, de modo que possa ser divulgado em consulta pública;

V - layout, croqui, desenhos esquemáticos, fotos represen-

tativas ou quaisquer outros meios de identificação visual do item, sem impedimentos ou restrições de confidencialidade, de modo que pos- sam ser divulgados em consulta pública; e

VI - outras informações relevantes, tais quais:

a) se a autopeça solicitada representa a introdução de nova

tecnologia ou se o item já é utilizado no processo produtivo;

b) previsão anual de importação, em valores US$ FOB; e

c) material adicional ou literatura técnica.

Seção III Da Exclusão Art. 10. Os itens da Lista de Autopeças Não Produzidas poderão ser excluídos mediante:

I - pleitos das entidades representativas do setor privado que com-

provem a capacidade de produção nacional da autopeça ou equivalente;

II - desuso ou período de inatividade de importação;

§ 2º A capacidade de produção nacional deverá ser com-

provada por meio de:

I - catálogos originais da autopeça produzida nacionalmente

(tradução livre, quando em língua estrangeira), quando for o caso, sem impedimentos ou restrições de confidencialidade;

II - descritivo detalhado sobre as características da autopeça, sem impedimentos ou restrições de confidencialidade;

III - especificações que tornam a autopeça nacional equi- valente àquela cuja se pleiteia a exclusão; e

IV - comprovação de fornecimento anterior ou de capacidade de produção nacional da autopeça ou de equivalente.

§ 3º As demandas de exclusão com base nos incisos I e IV

do caput não se submeterão ao cronograma anual de análise de que

trata o art. 22.

Seção IV Da Alteração em Ex-tarifário Vigente

Art. 11. As alterações de redação poderão ser solicitadas a

qualquer tempo desde que a alteração solicitada não descaracterize a autopeça.

§ 1º Os pleitos de alteração de redação deverão ser instruídos

por formulário preenchido conforme modelo disponibilizado na rede mundial de computadores ("internet"), no endereço eletrônico do

MDIC (http://www.mdic.gov.br).

§ 2º Os pleitos de alteração substancial de redação que mo-

difiquem parâmetros ou especificações da autopeça serão conside- rados pleitos de inclusão de novos itens, cujo requerimento e análise seguirão os procedimentos desta Resolução.

CAPÍTULO V Da Análise Seção I Da Análise Documental

Art. 12. Compete à Secretaria do Desenvolvimento da Pro- dução - SDP, do MDIC:

I - realizar a análise documental prévia do conjunto de plei- tos de que trata esta Resolução;

II - instruir e manter os processos organizados; e

III - intermediar, quando necessário, as comunicações com as

entidades representativas do setor.

Parágrafo único. No caso de pleitos que não cumprirem os

requisitos previstos na Seção I do Capítulo II desta resolução, a SDP

notificará as entidades representativas do setor privado, via correio eletrônico, para sanar a irregularidade no prazo de 15 (quinze) dias

corridos, sob pena de arquivamento do pleito.

Art. 13. Cumpridos os requisitos mínimos de conteúdo e

forma, a SDP encaminhará 1 (uma) via original do pleito à Secretaria

da Receita Federal do Brasil, do Ministério da Fazenda, para o exame e manifestação daquele órgão, a respeito da classificação tarifária e adequação da descrição da mercadoria.

§ 1º A Secretaria da Receita Federal do Brasil apresentará à

SDP, no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias corridos do recebimento da documentação, sua manifestação sobre o pleito, informando a classificação fiscal da autopeça objeto de Ex-tarifário e a respectiva

proposta de descrição.

§ 2º A alteração da classificação fiscal do bem na NCM,

originalmente indicada pela respectiva Resolução CAMEX, não in- valida a concessão do Ex-tarifário, desde que preservada a plena

identificação entre a descrição da autopeça indicada pela Resolução

CAMEX e a autopeça importada.

Art. 14. Atendidos os requisitos mínimos de conteúdo e forma, será efetuada Consulta Pública, na rede mundial de com- putadores ("internet"), no endereço eletrônico do MDIC (http://www.mdic.gov.br), pelo prazo de 30 (trinta) dias corridos, para que fabricantes nacionais de produtos equivalentes ou associações possam apresentar contestação aos pleitos.

§ 1º As contestações referidas no caput deste artigo deverão

ser fundamentadas e instruídas com os elementos mínimos exigidos

no § 2º do art. 10, além de quadro comparativo entre a autopeça produzida e aquela apresentada na Consulta Púbica.

§ 2º Havendo contestação devidamente fundamentada, as

§ 4º Caso as entidades representativas, no prazo do § 2º deste

artigo, não se manifestem sobre a contestação apresentada, presumir- se-á a desistência do pleito, o qual será arquivado.

Seção II Do Comitê Técnico de Análise

Art. 15. Fica instituído o Comitê Técnico de Análise das Listas de Autopeças Não Produzidas, de caráter técnico, formado por

representantes da SDP, da SECEX, da Secretaria Executiva da CA- MEX, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial - ABDI,

e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social -

BNDES, cujas atribuições são:

I - analisar os pleitos de inclusão, exclusão e alteração de

itens das Listas de Autopeças Não Produzidas; e

II - emitir pareceres técnicos sobre os pleitos apresentados.

§ 1º No desempenho das atribuições previstas nos incisos I e

II deste artigo, o Comitê Técnico de Análise deverá levar em con-

sideração, além dos requisitos listados no Capítulo IV desta Re- solução, entre outros, os seguintes aspectos:

I - as diretrizes da política industrial vigente;

II - as políticas para o desenvolvimento da produção do setor

automotivo, especialmente aquelas dirigidas às autopeças;

III - o estímulo ao adensamento da cadeia produtiva de autopeças;

IV - a absorção de novas tecnologias; e

V - o atendimento às leis e regulamentos técnicos e de segurança.

§ 2º Os órgãos e entidades mencionadas no caput indicarão,

cada qual, 1 (um) representante titular e 1 (um) suplente para compor

o Comitê Técnico de Análise, que será presidido pelo representante

da SDP.

§ 3º A secretaria do Comitê Técnico de Análise será exercida pela SDP, que:

I - encaminhará cópia do conjunto de pleitos e de eventuais

contestações para exame e manifestação do Comitê Técnico de Análise;

II - convocará as reuniões do Comitê Técnico de Análise; e

III - proverá os meios necessários ao seu funcionamento.

§ 4º Poderão ser convidados a participar das reuniões do

Comitê Técnico representantes de outros órgãos ou entidades, pú-

blicos ou privados, afetos ao setor automotivo.

§ 5º Havendo fundada dúvida sobre as contestações ou ma-

nifestações das Partes, o Comitê Técnico de Análise poderá requerer

às Partes laudo técnico, a ser elaborado por entidade tecnológica de reconhecida idoneidade e competência técnica.

CAPÍTULO VI

Das Deliberações

Art. 16. O Comitê Técnico de Análise disponibilizará à Se- cretaria Executiva da CAMEX os processos que tratam dos pleitos de inclusão, alteração ou exclusão de itens das Listas de Autopeças Não

Produzidas acompanhados da proposta de Resolução CAMEX e dos

pareceres emitidos.

Parágrafo Único. A Secretaria Executiva da CAMEX en- caminhará aos membros do GECEX cópias da proposta de Resolução

e dos pareceres emitidos pelo Comitê Técnico de Análise que sejam

objeto da pauta de deliberação.

Art. 17. Compete ao GECEX indeferir o pleito de concessão, quando julgar comprovada a existência de produção nacional de bem equivalente, quando considerar que não há conveniência e oportu- nidade para aprovação ou quando entender que o pleito não está convergente com as hipóteses constantes do § 1º do art. 15 ou com as diretrizes do Comitê Técnico de Análise dos pleitos para o Regime de Autopeças Não Produzidas para o período.

§ 1º A SDP notificará as entidades representativas, exclusi-

vamente via correio eletrônico ("e-mail"), acerca do indeferimento, que terão 15 (quinze) dias corridos, contados a partir do envio da men-

sagem eletrônica, para apresentar pedido de reconsideração à Secre- taria Executiva da CAMEX, para análise e deliberação do GECEX.

§ 2º O pedido de reconsideração não fundamentado ou que

não impugnar especificamente a decisão de indeferimento não será

conhecido.

III-

realinhamento às políticas industriais para o setor; ou

entidades representativas serão informadas, via correio eletrônico ("e-

 

mail") e terão o prazo de 15 (quinze) dias corridos, após o re-

§

3º Não havendo retratação pelo GECEX, os autos serão en-

IV

- iniciativa própria do Governo.

cebimento da comunicação, para manifestação.

caminhados ao Conselho de Ministros da CAMEX, para deliberação.

§ 1º Os pleitos de exclusão por comprovação de capacidade de

produção nacional da autopeça ou equivalente deverão utilizar o for-

mulário padrão disponibilizado na rede mundial de computadores ("in- ternet"), no endereço eletrônico do MDIC (http://www.mdic.gov.br).

§ 3º A manifestação de que trata o § 2º deverá demonstrar,

de maneira específica e detalhada, as características que distinguem e

diferenciam as autopeças em questão, acompanhadas de dados téc- nicos mensuráveis e relevantes sobre a funcionalidade da autopeça.

Art. 18. Compete ao Conselho de Ministros da CAMEX o

deferimento ou não dos pleitos de concessão de redução do Imposto

de Importação ao montante equivalente à aplicação da alíquota de 2%

para autopeças não produzidas, na condição de Ex-tarifários.

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CAPÍTULO VII Das Disposições Finais

Art. 19. As partes interessadas, a qualquer momento e me- diante requerimento por escrito, poderão ter vista e obter cópia dos documentos juntados aos autos, ressalvados os casos de documentos protegidos por sigilo legal.

Parágrafo Único. As vistas serão certificadas nos autos e as cópias somente serão entregues às partes solicitantes após o reco- lhimento do valor referente ao custo de reprodução do documento.

Art. 20. O conjunto dos Ex-tarifários concedidos no âmbito desta Resolução formarão listas a serem publicada pela Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior.

Art. 21. Os procedimentos estabelecidos nesta Resolução aplicam-se, no que couber, aos pleitos que se encontrem em tra- mitação na data de sua publicação.

Art. 22. O cronograma anual para apresentação e análise dos pleitos de que trata esta Resolução será publicado pela SDP.

§ 1 o A venda ou fornecimento a retalho ou a granel de

pequenas quantidades de produtos de origem animal provenientes da

produção primária, direto ao consumidor final, pelo agricultor fa- miliar e suas organizações ou pequeno produtor rural que os produz fica permitida conforme normas específicas a serem publicadas em ato complementar do MAPA em 90 (noventa) dias.

§ 2 o A aplicação das normas específicas previstas no caput está condicionada ao risco mínimo de veiculação e disseminação de pragas e doenças regulamentadas. Art. 3 o As ações dos serviços de inspeção e fiscalização

sanitária respeitarão os seguintes princípios:

- a inclusão social e produtiva da agroindústria de pequeno

- harmonização de procedimentos para promover a for-

porte;

malização e a segurança sanitária da agroindústria de pequeno porte;

- atendimento aos preceitos estabelecidos na Lei n o

e

11.598, de 3 de dezembro de 2007, no Decreto n o 3.551, de 4 de

agosto de 2000, na Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, e suas alterações, na Lei n o 11.326, de 24 de julho de 2006, e no Decreto n o 7.358, de 17 de novembro de 2010;

I

II

III

IV - transparência dos procedimentos de regularização;

V - racionalização, simplificação e padronização dos pro-

Art. 23. O art. 4º da Resolução CAMEX nº 116, de 18 de

cedimentos e requisitos de registro sanitário dos estabelecimentos,

dezembro de 2014, passa a vigorar com a seguinte redação:

produtos

e

rotulagem;

 

VI

- integração e articulação dos processos e procedimentos

"Art. 4º As listas de autopeças constantes dos Anexos I e II poderão ser alteradas por solicitação das entidades representativas do setor privado ou por iniciativa própria governamental, nos termos e condições estabelecidas para redução da alíquota do Imposto de Importação na condição de Ex-tarifário para auto- peças sem produção nacional equivalente, no âmbito do Regime de Autopeças Não Produzidas." (NR)

Art. 24. O § 6º do art. 1º da Resolução CAMEX nº 66, de 14 de agosto de 2014, passa a vigorar com a seguinte redação:

"§ 6º A redução da alíquota do Imposto de Importação pre-

vista no caput não poderá ser aplicável, ao amparo desta Re- solução, a autopeças sem produção nacional, devendo os inte- ressados, nesses casos, obedecerem aos requisitos e procedimen- tos definidos para a lista de autopeças constante dos anexos da Resolução CAMEX nº 116, de 18 de dezembro de 2014." (NR) Art. 25. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

ARMANDO MONTEIRO

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

.

GABINETE DA MINISTRA

16, DE 23 DE JUNHO DE 2015

A MINISTRA DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ-

RIA E ABASTECIMENTO, no uso das suas atribuições que lhes confere os incisos I e II, parágrafo único, art. 87, da Constituição, e

tendo em vista o disposto no art. 7 o do Anexo do Decreto n o 5.741, de 30 de março de 2006, e, ainda, a necessidade de instituir medidas que normatizem a agroindustrialização de produtos de origem animal nos estabelecimentos de pequeno porte, resolve:

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o

-

Art. 1 o Estabelecer, em todo o território nacional, as normas específicas de inspeção e a fiscalização sanitária de produtos de origem animal, referente às agroindústrias de pequeno porte.

§ 1 o As atividades previstas no caput devem observar as competências e as normas relacionados ao Sistema Nacional de Vi- gilância Sanitária.

§ 2 o Entende-se por estabelecimento agroindustrial de pe- queno porte de produtos de origem animal o estabelecimento de agricultores familiares ou de produtor rural, de forma individual ou

coletiva, com área útil construída de até 250m 2 (duzentos e cinquenta metros quadrados), dispondo de instalações para:

I - abate ou industrialização de animais produtores de car-

nes;

II - processamento de pescado ou seus derivados;

III - processamento de leite ou seus derivados;

IV - processamento de ovos ou seus derivados; e

V - processamento de produtos das abelhas ou seus de-

rivados; Art. 2 o As normas específicas relativas à defesa agropecuária servirão de referência para todos os serviços de inspeção e fisca- lização sanitária, para:

I - produção rural para a preparação, manipulação ou ar-

mazenagem doméstica de produtos de origem animal para consumo

familiar, que ficará dispensada de registro, inspeção e fiscalização;

II - venda ou no fornecimento a retalho ou a granel de

pequenas quantidades de produtos de origem animal provenientes da produção primária, direto ao consumidor final, pelo agricultor fa-

miliar ou equivalente e suas organizações ou pelo pequeno produtor rural que os produz; e

III - na agroindustrialização realizada pela agricultura fa-

miliar ou equivalente e suas organizações, inclusive quanto às con- dições estruturais e de controle de processo.

junto aos demais órgãos e entidades referentes ao registro sanitário

dos estabelecimentos, a fim de evitar a duplicidade de exigências, na perspectiva do usuário;

VII - razoabilidade quanto às exigências aplicadas;

VIII - disponibilização presencial e/ou eletrônica de orien-

tações e instrumentos para o processo de registro sanitário dos es- tabelecimentos, produtos e rótulos; e

IX - fomento de políticas públicas e programas de capa-

citação para os profissionais dos serviços de inspeção sanitária para

atendimento à agroindústria familiar. Art. 4 o A inspeção e a fiscalização sanitária de que trata a

presente instrução normativa podem ser executadas de forma per-

manente ou periódica.

§ 1 o Dar-se-á a execução de forma permanente nos esta-

belecimentos durante as atividades de abate das diferentes espécies

de abate, compreendendo os animais domésticos de pro-

dução, os animais silvestres e exóticos criados em cativeiros ou pro- venientes de áreas de reserva legal e de manejo sustentável.

§ 2 o Nos demais estabelecimentos abrangidos por esta ins- trução normativa a inspeção será de forma periódica. Art. 5 o No estabelecimento agroindustrial de pequeno porte as ações de inspeção e fiscalização deverão ter natureza priorita- riamente orientadoras, de acordo com a Lei Complementar n o 123/2006, considerando o risco dos diferentes produtos e processos produtivos envolvidos e as orientações sanitárias com linguagem acessível ao empreendedor. Art. 6 o O estabelecimento agroindustrial de pequeno porte deve ser registrado no Serviço de Inspeção, observando o risco sa- nitário, independentemente das condições jurídicas do imóvel em que está instalado, podendo ser inclusive anexo a residência.

§ 1 o O registro de unidades de processamento, dos produtos

e da rotulagem, quando exclusivo para a venda ou fornecimento

direto ao consumidor final de pequenas quantidades, inclusive a re-

talho, será efetivado de forma simplificada por um instrumento que será disponibilizado na página do serviço de inspeção.

§ 2 o Para o registro do estabelecimento agroindustrial de

pequeno porte serão necessários os seguintes documentos:

animais

I - requerimento de registro;

II - laudo de análise microbiológica da água;

III - apresentação da inscrição estadual, contrato social ou

firma individual e Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ,

respeitando o que for pertinente à condição de microempreendedor individual;

IV - croqui das instalações na escala 1:100, que pode ser

elaborado por profissionais habilitados de órgãos governamentais ou privados;

V - licenciamento ambiental, de acordo com Resolução do

Conama n o 385/2006;

VI - alvará de licença e funcionamento da prefeitura; e

VII - atestado de saúde dos trabalhadores.

§ 3 o Depois de cumpridas as exigências previstas nesta Ins-

trução Normativa, o estabelecimento receberá o certificado de registro

para o seu funcionamento de acordo com sua atividade industrial.

vidade,

sificação principal.

§ 5 o Ao estabelecimento que realize atividades distintas na

deve ser acrescentada classificação secundária à sua clas-

§ 4 o Quando o estabelecimento possuir mais de uma ati-

mesma

área

industrial, em dependências diferentes ou não, e per-

tencente

ou

não à mesma razão social, será concedido a classificação

que couber a cada atividade, podendo ser dispensada a construção

isolada

§ 6 o Será concedido apenas um certificado de registro à

mesma

Art. 7 o As agroindustriais de pequeno porte seguirão ca- racterísticas gerais definidas nesta Instrução Normativa.

§ 1 o Os estabelecimentos agroindustriais de pequeno porte

podem ser multifuncionais, inclusive numa mesma sala, sendo per- mitido o modelo de abate estacionário, com equipamentos simples, no qual o abate do animal ou lote seguinte só poderá ocorrer após o

das operações e etapas de processamento da carcaça do

término

animal ou lote anterior, com as operações de processamento e ins-

peção realizadas em ponto fixo, respeitadas as particularidades de cada espécie, inclusive quanto à higienização das instalações e equi- pamentos.

de dependências que possam ser comuns.

firma ou CNPJ, localizados em área comum.

§ 2 o O abate de diferentes espécies em um mesmo esta-

belecimento pode ser realizado desde que haja instalações e equi-

pamentos adequados 3 o Para a realização para a correspondente do abate previsto finalidade. no § 2 o deve estar

evidenciada respectivos produtos a completa durante segregação todas as entre etapas as diferentes do processo, espécies respeitadas e seus

das as particularidades instalações e equipamentos. de cada espécie, inclusive quanto à higienização

a

salas manterem de abate distância deverá mínima ter altura de suficiente 50 centímetros para as do carcaças teto e do penduradas piso.

§ 5 o Os estabelecimentos abrangidos por esta Instrução Nor-

estabelecimento mativa, devem dispor com até de 10 uma (dez) unidade trabalhadores, de sanitário/vestiário considerando os para fa-

miliares e os contratados, podendo ser utilizado sanitário já existente

(quarenta) na propriedade, metros. desde que não fiquem a uma distância superior à 40

§ 6 o Fica permitido o uso de equipamentos simples, de mul-

tifuncionalidade, - o pré-resfriamento considerando: de carnes e pescados poderá ser efe-

tuado com água gelada ou água com gelo, com renovação da água;

II - as instalações de frio industrial poderão ser supridas por

balcão mecanismo de resfriamento, de frio; refrigerador, congelador e freezer, ou outro

III - o uso de mesa para depilação ou esfola e evisceração,

funil de sangria e outros em substituição à trilhagem aérea;

IV - o uso de bombonas e outros recipientes exclusivos e

duos, identificados retirados para das áreas depositar de trabalho sub-produtos quantas não-comestíveis vezes forem necessárias ou resí-

de

identificados para depositar produtos e sub-produtos comestíveis; e

VI - o envase em sistema semiautomático ou similar do leite

pasteurizado Art. para 8 o Os o perfis consumo agroindustriais, direto. elaborados por instituições

mal. registro públicas sanitário ou privadas, de estabelecimentos servirão de referência de produtos para a de implantação origem ani- e pelo serviço Parágrafo de inspeção único. não O reconhecimento dispensa o registro dos perfis do estabelecimento, agroindustriais

conforme Art. definido 9 o O nesta estabelecimento Instrução Normativa. agroindustrial de pequeno porte

dos fica funcionários dispensado de do serviço fornecer de condução, inspeção; alimentação de disponibilizar e deslocamento instalações,

fiscalização, equipamentos, para colheita, assim acondicionamento sala como e outros material, materiais e utensílios remessa para o de e trabalho substâncias amostras de oficiais específicas inspeção aos e

laboratórios. Art. 10. No estabelecimento agroindustrial de pequeno porte

o responsável técnico poderá ser suprido por profissional técnico de

órgãos nica, exceto governamentais agente de fiscalização ou privado ou sanitária. por técnico de assistência téc-

Art. 11. Os produtos de origem animal, quando comercia- panhados lizados para o rótulo a de granel folhetos de acordo diretamente ou com cartazes, a ao legislação consumidor, contendo vigente. as serão informações expostos previstas acom- origem dos, garantindo animal Art. 12. deve a sua O ser trânsito integridade. realizado de matérias-primas por meios de transporte e de produtos apropria- de

e produtos Parágrafo frigorificados único. É do permitido estabelecimento o transporte agroindustrial de matérias-primas de pe-

horas, gorífica queno porte desde instalada, em que vasilhame mantida em distância isotérmico, a temperatura percorrida em adequada veículos até o máximo sem a cada unidade de tipo duas fri- de

forma a - impedir o uso a de contaminação; bombonas e outros recipientes exclusivos e

§

claridade, 4 o permitir O pé-direito adequada das instalações instalação deve dos facilitar equipamentos troca de e ar nas e

§

I

V

produto, Art. em todo 13. o Os percurso empreendimentos até o local agroindustriais de entrega. de pequeno

pagamento conforme porte, bem definido de como taxas seus na de Lei produtos, registro Complementar e rótulos de inspeção e n serviços, o 123/2006. e fiscalização ficam isentos sanitária, do

peitada identidade a Art. Art. especificidade e qualidade 15. 14. A Para Secretaria para a da publicação agroindústria os produtos de Defesa dos de de regulamentos Agropecuária origem pequeno animal porte. técnicos do será MAPA res- de

Instrução publicará Normativa, em 180 (cento em ato e complementar, oitenta) dias após o detalhamento a publicação das desta nor-

normas para mas para a agroindústria necessárias as diversas para cadeias de pequeno a instalação produtivas, porte, e registro dos produtos procedimentos de e inspeção rotulagem, e sanitária demais con-

siderando Parágrafo a especificidade único: O da Ato agroindústria complementar de pequeno referente porte. ao proces-

samento triais de pequeno de leite ou porte seus será derivados publicado dos em estabelecimentos 60 (sessenta) dias. agroindus-

sua publicação. Art. 16. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de

KÁTIA ABREU

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o

17, DE 23 DE JUNHO DE 2015

A MINISTRA DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ-

RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o

art. 87, Parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o

disposto no Decreto n o 6.871, de 4 de junho de 2009, que regu-

lamenta a Lei n o 8.918, de 14 de julho de 1994, no Decreto n o 8.198,

de 20 de fevereiro de 2014, que regulamenta a Lei n o 7.678, de 08 de

novembro de 1988, e o que consta do Processo n o

21000.008322/2012-19, resolve:

Art. 1 o Aprovar os requisitos e os procedimentos adminis-

trativos para:

-

I - o registro de estabelecimento e de produto;

II - a elaboração de produto em unidade industrial e em

estabelecimento de terceiro; e

vinho.

III - a contratação de unidade volante de envasilhamento de

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Documento assinado digitalmente conforme MP n o

-

2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

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