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Patrocínio do Museu Paço do Frevo - PE UHE Dardanelos em construção - MT Novas Moradias UHE Baguari - MG UHE Corumbá III - GO Projeto

s Moradias UHE Baguari - MG UHE Corumbá III - GO Projeto Nova Geladeira Energia Solar do Estádio de Pituaçu - BA UHE Baguari - MG

RioGrande
Rio Grandedo
doNorte
Norte
Rio Grande do Norte
Cosern
Cosern
Cosern
Termoaçu
Termoaçu
Termoaçu
UTETermoaçu
UTE Termoaçu
UTE Termoaçu

Pernambuco
Pernambuco
Pernambuco
Celpe
Celpe
Celpe
Termopernambuco
Termopernambuco
Termopernambuco
Obras inauguradas em 2009
UTETermopernambuco
UTE Termopernambuco
UTE Termopernambuco
Bahia
Bahia
Bahia
Coelba
Coelba
Coelba
Itapebi
Itapebi
Itapebi
UHEItapebi
Itapebi
UHE
MatoGrosso
Mato Grosso UHE Itapebi
Afluente
Mato Grosso
Águas da Pedra
Afluente
Afluente
Águas da Pedra PCHAlto
PCH AltoFêmeas
Fêmeas
Águas da Pedra PCH Alto Fêmeas
UHEDardanelos
UHE Dardanelos PCH Correntina
PCH Correntina
UHE Dardanelos PCH Correntina
Goiás
Goiás BahiaPCH
Bahia PCHI I
Goiás
Goiás Sul Bahia PCH Grande
I
Goiás Sul PCHSítio
PCH Sítio
Grande
Goiás Sul PCH Sítio Grande
PCHGoiandira
PCH Goiandira Narandiba
Narandiba
PCH Goiandira Narandiba
PCHNova
PCH NovaAurora
Aurora SESENarandiba
Narandiba
PCH Nova Aurora SE Narandiba
ConsórcioEmpreendedor
Consórcio EmpreendedorCorumbá
CorumbáIIIIII Riode
Rio deJaneiro
Janeiro/ /Espírito
EspíritoSanto
Santo
Consórcio Empreendedor Corumbá III Rio de Janeiro
Rio PCH I
/ Espírito Santo
UHECorumbá
UHE CorumbáIIIIII Rio PCH I
UHE Corumbá III Rio
PCHPCH I do Garrafão
Pedra
MinasGerais
Gerais PCH Pedra do Garrafão
Minas PCH Pedra do Garrafão
Minas Gerais PCH Pirapetinga
PCH Pirapetinga
ConsórcioUHE
Consórcio UHEBaguari
Baguari PCH Pirapetinga
Consórcio UHE Baguari Riode
Rio deJaneiro
Janeiro
UHEBaguari
UHE Baguari Rio de Janeiro
UHE Baguari Neoenergia
Neoenergia
Neoenergia
NCEnergia
Energia
Paraná NC
Paraná NC Energia
Paraná
GeraçãoCéu
Geração CéuAzul
Azul
Geração Céu Azul
UHEBaixo
UHE BaixoIguaçu
Iguaçu
UHE Baixo Iguaçu

GRUPO NEOENERGIA. Com mais de dez anos de atuação no setor elétrico brasileiro e investimentos acumulados de mais de R$ 16 bilhões, o Grupo
Neoenergia é um dos maiores do País, com presença em nove estados. Atuando em toda a cadeia produtiva de energia elétrica - distribuição, geração,
UHE BAGUARI - MG
transmissão e comercialização - destaca-se pela excelente performance financeira e pelo incremento de valor agregado para seus acionistas.

NEOENERGIA É SUSTENTABILIDADE. O Grupo Neoenergia tem compromisso com o desenvolvimento sustentável do seu negócio, valorizando as
dimensões econômica, social e ambiental. Suas empresas adotam um modelo de gestão social e ambientalmente responsável, investindo na
qualidade do serviço, no bem-estar das comunidades atendidas e na preservação do meio ambiente.
As distribuidoras do Grupo Neoenergia realizam os mais inovadores Programas de Eficiência Energética do Brasil, regulados pela Agência Nacional
de Energia Elétrica (ANEEL), investindo no consumo racional de energia proporcionado pela renovação de eletrodomésticos. Um dos projetos
bem-sucedidos é o projeto Nova Geladeira, que substitui geladeiras antigas de alto consumo de energia por modelos mais econômicos com o selo
Procel e tem beneficiado mais 40 mil famílias de baixa renda, implementadas pelas distribuidoras do grupo: Coelba, Celpe e Cosern.
Por meio do projeto Energia Verde, a Neoenergia promove o consumo racional de energia e a redução das emissões de carbono com projetos de
reflorestamento da Mata Atlântica, bonificando seus clientes para incentivar a substituição de eletrodomésticos por modelos econômicos.
Em 2009, a Neoenergia contribuiu na universalização do acesso à energia elétrica e ultrapassou a cifra de 500 mil clientes rurais que passaram
a ter energia elétrica por meio do Programa Luz Para Todos, criado pelo governo federal e coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, em
parceria com as distribuidoras e o governo dos estados da Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

COMPROMISSOS: O Grupo Neoenergia é signatário do Pacto Global da ONU, que prioriza práticas de gestão atendendo aos princípios de direitos
humanos, direitos do trabalho, proteção ambiental e contra a corrupção. O Grupo também desenvolve seus projetos alinhados aos Objetivos do Milênio, PCH PIRAPETINGA - RJ/ES PCH PEDRA DO GARRAFÃO - RJ/ES

e recentemente aderiu ao Pacto pela Restauração da Mata Atlântica.

APOIO À CULTURA: O Grupo Neoenergia patrocina inúmeros projetos culturais de teatro, cinema, literatura, música, entre outros, porque acredita que a
cultura tem um papel fundamental na construção da sociedade. A cultura tem o poder de promover inclusão social, gerar empregos e renda. Portanto,
quanto mais energia a gente coloca na cultura, na educação, no meio ambiente e no desenvolvimento social, mais iluminado será o futuro do Brasil.

Demonstrações Financeiras do Grupo Neoenergia 2009


R$ 1,58 bilhão de Lucro Líquido
Investimentos de R$ 1,73 bilhão
EBITDA de R$ 2,64 bilhões
R$ 10,38 bilhões de Receita Operacional Bruta
8,7 milhões de clientes
ENERGIA PARA O CRESCIMENTO
Consumo faturado de 28.281 GWh
RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO
2009

2.3. PERDAS No leilão de energia nº 003/08, realizado em 30 de setembro de 2008, a Neoenergia adquiriu a
CARTA DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
concessão para construção e comercialização a energia da Usina Hidrelétrica (UHE) BAIXO IGUAÇU,
As perdas globais de energia são acompanhadas nas distribuidoras através do índice percentual que
Senhores Acionistas, no rio Iguaçu, no Estado do Paraná, que terá potência instalada de 350 MW. O contrato de concessão
compara a diferença entre a energia requerida / comprada e a energia fornecida / faturada, acumulados
ainda não foi assinado pelo poder concedente. No leilão de transmissão nº 006/08, realizado em 3 de
Submetemos, para apreciação, o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da
no período de 12 meses.
Companhia, com Parecer dos Auditores Independentes e do Conselho Fiscal, referentes ao exercício outubro de 2008, a Neoenergia adquiriu a concessão para construção da Subestação NARANDIBA,
social findo em 31 de dezembro de 2009. Para combate às perdas em 2009 foram realizadas ações, onde podem ser destacadas: inspeções em localizada em Salvador, no Estado da Bahia.

Em 2009 a receita operacional bruta alcançou R$ 10,4 bilhões e registrou incremento de 9,3% em unidades consumidoras, blindagem de redes e caixas de medição, ligações de clandestinos e ação Os dez investimentos irão demandar investimentos totais de aproximadamente R$ 3,5 bilhões, tendo a
relação a 2008, incremento este oriundo do volume de vendas das três distribuidoras do grupo de conjunta com a Secretaria de Segurança Pública, através do Grupo Especial de Repressão aos Crimes Neoenergia investimento de R$ 2,72 bilhões através de sua participação nos projetos.
28.281 GWh, apresentando um crescimento de 3,6% em relação ao ano anterior. Foi registrado um Contra Administração e Serviço Público do Estado.
lucro líquido de R$ 1,59 bilhão, 7,6% acima do realizado em 2008, tendo o EBITDA (a geração A seguir, as principais características dos projetos:
operacional de caixa), se mantido no nível de R$ 2,6 bilhões. A Neoenergia encerrou 2009 com R$ 2,5 A seguir apresentamos o histórico das perdas de distribuição (técnicas e comerciais) das distribuidoras Goiás Sul Rio PCH
bilhões de dívida líquida, tendo em torno de R$ 3,0 bilhões em caixa. do Grupo Neoenergia. Pedra do Bahia Baixo
No plano operacional, vale ressaltar a boa performance do Índice de Perdas das distribuidoras e o Goiandira Nova Aurora Baguari Corumbá III Pirapetinga Garrafão Dardanelos PCH I Iguaçu
excelente desempenho da arrecadação, que evoluiu positivamente em decorrência do sucesso das Participação da
diversas ações de cobrança implementadas. Neoenergia 100% 100% 51% 60% 75% 75% 51% 100% 100%
Potência Instalada
As distribuidoras do Grupo Neoenergia realizaram R$ 1,2 bilhão de investimentos, com a subvenção
(MW) 27,0 21,0 140,0 93,6 16,5 17,0 261,0 25,0 350,0
dos Governos Federal e Estaduais no montante de R$ 243,3 milhões. Esses investimentos objetivaram,
Energia Assegurada
principalmente, a expansão do atendimento com realização de novas ligações, expansão da rede de
(MWm) 17,09 12,37 81,40 50,90 11,31 11,50 154,90 19,62 172,80
distribuição e construção, ampliação e modernização de subestações, focando sempre no atendimento
e na qualidade dos serviços prestados aos seus consumidores. Até 2009, as distribuidoras COELBA, Área do Reservatório
CELPE e COSERN acumularam 520,6 mil novas ligações dentro do Programa Luz para Todos, (Km2) 6,4 6,8 14,2 72,4 0,4 2,7 0,2 0,6 31,6
reafirmando o comprometimento do Grupo com a inclusão social e universalização da energia elétrica. As UHEs Baguari e Corumbá III e das PCHs Pirapetinga e Pedra do Garrafão entraram em operação

Em termos de investimentos em geração de energia elétrica, destaca-se a entrada em operação comercial em 2009.
comercial das UHE´s Baguari e Corumbá III e das PCH´s Pirapetinga e Pedra do Garrafão. A UHE
Dardanelos e as PCH´s Goindira, Nova Aurora e Sítio Grande irão entrar em operação comercial 5 DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO
durante o ano 2010.

3 DESEMPENHO OPERACIONAL 5.1. INDICADORES EMPRESARIAIS


No âmbito financeiro, em março de 2009 foi assinado o Contrato de Financiamento Mediante Abertura
de Limite de Crédito Rotativo entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES,
Em 2009 o fornecimento consolidado de energia elétrica das distribuidoras foi de 28.281 GWh
a COELBA, CELPE e COSERN, com a interveniência da NEOENERGIA, no valor de R$ 2 bilhões, para 3.1. QUALIDADE NO FORNECIMENTO
(27.296 GWh em 2008).
financiamento de investimentos das 3 distribuidoras no período de 2009 a 2012.
Os principais indicadores que medem a qualidade do sistema elétrico, DEC (Duração das Interrupções
Variação
Em relação a dividendos e juros sobre capital próprio, a Neoenergia deliberou a distribuição de R$ 527,5 por Consumidor) e FEC (Frequência das interrupções), refletiram por mais um ano a forte incidência de Dados Econômico-Financeiros 2005 2006 2007 2008 2009 2009/2008
milhões, tendo desembolsado o total de R$ 455,3 milhões durante o ano de 2009.
chuvas em um período prolongado na região Nordeste. Receita Operacional Bruta (R$ mil) 7.331.543 8.217.103 9.025.294 9.498.680 10.383.242 9,3%
São por estes resultados que a Neoenergia, apesar de todo o processo de crise mundial, reafirma seu Receita Operacional Líquida (R$ mil) 4.727.282 5.218.039 5.937.824 6.290.934 6.965.554 10,7%
A seguir a evolução da Duração das Interrupções por Consumidor - DEC, e da Frequência das
compromisso com o desenvolvimento do País, ao tempo que agradece a todos os seus Acionistas, EBITDA (R$ mil) 2.215.988 2.195.499 2.603.657 2.605.160 2.646.947 1,6%
Conselho de Administração e Fiscal, colaboradores, clientes, fornecedores e Governos Municipais, Interrupções - FEC, com e sem supridora:
Resultado do Serviço - EBIT (R$ mil) 1.833.581 1.808.569 2.175.689 2.182.943 2.236.517 2,5%
Estadual e Federal.
Resultado Financeiro (R$ mil) - Exceto JSCP (479.771) (286.517) (240.786) (48.794) 25.181 -151,6%
JOILSON RODRIGUES FERREIRA Lucro Líquido (R$ mil) 822.482 995.073 1.340.049 1.474.274 1.586.445 7,6%
Presidente do Conselho de Administração Ativo Total (R$ mil) 12.552.722 13.225.156 14.494.923 15.837.438 17.290.579 9,2%
Investimentos (R$ mil) 808.342 1.168.519 1.468.179 1.474.878 1.733.413 17,5%
1 AMBIENTE REGULATÓRIO Dívida Bruta (R$ mil) 4.427.998 4.453.174 4.582.815 5.121.135 5.194.332 1,4%
Dívida Líquida (R$ mil) * 3.902.535 3.233.656 2.593.102 2.629.159 2.488.035 -5,4%
REAJUSTE TARIFÁRIO E REVISÃO TARIFÁRIA
Patrimônio Líquido (R$ mil) 5.553.717 6.217.928 7.112.411 8.075.768 9.134.721 13,1%
A Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, responsável pela regulamentação do setor elétrico Indicadores Econômico-Financeiros
brasileiro, fixou o índice médio de reajuste tarifário de 9,86% e 11,97%, para as controladas Margem EBITDA 46,9% 42,1% 43,9% 41,4% 38,0% -3,41 p.p
distribuidoras de energia elétrica COELBA e COSERN respectivamente. A CELPE teve índice médio de Margem EBIT 38,8% 34,7% 36,6% 34,7% 32,1% -2,59 p.p
revisão tarifária de -6,24%. Margem Líquida 17,4% 19,1% 22,6% 23,4% 22,8% -0,66 p.p
Cobertura de Juros (EBITDA/
REVISÃO TARIFÁRIA
Resultado Financeiro) - Em vezes 4,6 7,7 10,8 53,4 (105,1) -296,9%
A segunda Revisão Tarifária da CELPE foi realizada em abril de 2009 conforme cronograma da cláusula Dívida Líquida/EBITDA** 1,8 1,5 0,9 1,0 0,9 -6,9%
sétima do seu contrato de concessão. Dessa forma a ANEEL, responsável pela regulação do setor Índice de Endividamento Líquido 41,3% 34,2% 25,5% 24,6% 21,4% -3,15 p.p
elétrico brasileiro, por meio da Resolução Homologatória nº 815/2009, de 28 de abril de 2009,
Ações
apresentou o resultado definitivo da segunda revisão tarifária periódica da CELPE, fixando as novas
Valor Patrimonial da Ação (R$) 0,95 1,06 1,22 1,38 1,56 13,1%
tarifas da Companhia para o período de 29 de abril de 2009 a 28 de abril de 2010.
Lucro (Prejuízo) Líquido por Ação (R$) 0,14 0,17 0,23 0,25 0,27 7,6%
Pela decisão da ANEEL, o reposicionamento tarifário da CELPE foi de -6,24% e seria postergado para Distribuição de Dividendos e JSCP (R$ mil) 221.773 330.862 445.566 486.351 527.493 8,5%
os próximos reajustes o recebimento da última parcela do diferimento do reposicionamento tarifário * Dívida líquida de disponibilidades, aplicações financeiras, títulos e valores mobiliários e fundos
de 2005 (Delta PB) e do ativo regulatório referente a compra de energia da Termopernambuco. No vinculados.
entanto, decisão liminar proferida pelo MM. Juiz Substituto da 9ª Vara Federal da Seção Judiciária ** EBITDA 12 meses.
do Distrito Federal determinou a inclusão imediata da última parcela desses dois ativos nas tarifas. p.p - Pontos Percentuais.
Assim, o efeito médio percebido pelos consumidores nas tarifas fixadas pela ANEEL na Resolução nº
815/2009 foi de 6,45%, sendo para as classes de consumo de Alta Tensão (AT), em média, 11,46%, A movimentação do EBITDA (sigla em inglês para Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e

enquanto para as classes de consumo de Baixa Tensão (BT) o índice de 3,64%. Amortização - LAJIDA) está detalhada na tabela a seguir:

Conciliação do EBITDA - R$ Mil 2009 2008 Variação


REAJUSTE TARIFÁRIO
(=) Lucro Líquido 1.586.445 1.474.274 7,6%
A ANEEL, em 22 de abril de 2009, publicou a Resolução Homologatória nº 805, estabelecendo as
(-) Amortização Ágio e Reversão PMIPL 51.929 51.788 0,3%
tarifas a serem praticadas pela COSERN no período de 22 de abril de 2009 a 21 de abril de 2010. Tais 3.2. ATENDIMENTO A CLIENTES
(+) Imposto de Renda e CSLL - corrente e diferido 226.438 240.638 -5,9%
tarifas foram reajustadas, em média, em 11,97%, sendo 9,79% relativos ao reajuste tarifário anual
As ações e melhorias implementadas nos serviços de uma forma geral, prestados aos clientes em (-) Resultado na Alienação/Desativação de Bens e Direitos 21.974 6.934 216,9%
econômico e 2,17% referentes aos componentes financeiros pertinentes, inclusive os relacionados à
2009, se fazem notar através da redução do número de reclamações registrado nas distribuidoras (-) Resultado Financeiro (25.181) 48.795 -151,6%
Revisão Tarifária de 2008. O efeito médio percebido pelos consumidores foi de 7,36%. Esse efeito varia
conforme o nível de tensão ao qual o consumidor está conectado. Os consumidores de baixa tensão, (-) Resultado da Equivalência Patrimonial 116.876 112.056 4,3%
do Grupo.
chamado Grupo B, composto principalmente pelos residenciais, perceberam um efeito em sua tarifa (+) Depreciação e Amortização 410.430 422.217 -2,8%
em torno de 6,01%, sendo que o grupo B representa quase 99% do total de consumidores. Os clientes As empresas mantêm uma rede de atendimento com canais de relacionamento compatível com as (-) Participações Minoritárias 258.036 248.463 3,9%
do Grupo A, dentre eles os industriais e comerciais de médio e grande porte, ligados em alta tensão, exigências específicas de cada segmento, garantindo a qualidade necessária no uso dos serviços de (=) EBITDA 2.646.947 2.605.164 1,6%
perceberam uma variação média de 9,63% na nova tarifa.
energia elétrica. 5.2. ENDIVIDAMENTO
Com relação à COELBA a ANEEL fixou, através da Resolução Homologatória nº 806 com vigência a
Em 2009, o Grupo acumulou 85% da dívida em operações de longo prazo, registrando a constante
partir de 22 de abril de 2009, em 9,86% o índice de reajuste das tarifas, sendo 8,44% relativos ao 4 INVESTIMENTOS
reajuste tarifário anual e 1,42% aos componentes financeiros. O percentual percebido na conta dos melhoria no perfil de endividamento.

consumidores cativos foi em média de 6,03%, sendo de 5,58% para os consumidores atendidos Em 2009 os investimentos totais do Grupo Neoenergia atingiram o montante de R$ 1,74 bilhão. Com
em baixa tensão, que representam 99% dos clientes e inclui os clientes residenciais. Já para os
isso, o Grupo Neoenergia acumula investimentos no Brasil, desde 1997, da ordem de R$ 16,7 bilhões
consumidores cativos industriais e comerciais de médio e grande porte, atendidos em alta tensão,
em temos nominais, distribuídos entre aquisições de emp'resas em leilões de privatizações, compras de
tiveram aumento de 6,82%, em média.
ações, aumentos de capital em controladas, investimentos nas controladas de distribuição e geração.

2 MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA Os recursos foram destinados à ampliação da rede de distribuição de energia elétrica e para a expansão
da geração, tendo como destaque o programa Luz Para Todos e os projetos de geração.
2.1. EVOLUÇÃO DO MERCADO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA

A energia distribuída totalizou 28.281 GWh em 2009, representando um crescimento 3,61% em 4.1. PROGRAMA LUZ PARA TODOS
relação ao ano anterior.
O Programa Luz para Todos foi instituído pelo Governo em 11 de novembro de 2003, destinado a
A seguir está demonstrada a evolução combinada das vendas (em GWh) das distribuidoras COELBA, propiciar o atendimento em energia elétrica à parcela da população do meio rural brasileiro que ainda
CELPE e COSERN desde 2004.
não tem acesso a esse serviço público. Em 2009, as distribuidoras do Grupo Neoenergia executaram
84.206 novas ligações, e receberam R$ 243,3 milhões de subvenção do Governo para aplicação
nesse Programa. No acumulado já foram efetuadas 520.575 novas ligações dentro do Programa Luz 6 RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
para Todos.
O Grupo Neoenergia, por meio de suas controladas, atua ativamente nas localidades onde essas estão
CONSOLIDADO COELBA CELPE COSERN estabelecidas, mantendo seu compromisso de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da

Ligações previstas pelo pograma 617.564 449.914 114.841 52.809 população, por meio de convênios, ações filantrópicas, realização de obras, doações, programas de

Ligações executadas até 2008 436.369 300.011 93.886 42.472 meio ambiente, além da realização de diversos patrocínios culturais.

Ligações executadas em 2009 84.206 53.198 20.955 10.053


Total de ligações executadas até 7 AUDITORES INDEPENDENTES
31 de dezembro de 2009 520.575 353.209 114.841 52.525
Nos termos da Instrução CVM nº 381, de 14 de janeiro de 2003, destacamos que a Companhia firmou
Em execução até 31 de dezembro de 2009 96.705 96.705 - -
contrato com a Ernst & Young Auditores Independentes, em abril de 2009, para prestação de serviços
4.2. INVESTIMENTOS EM GERAÇÃO E TRANSMISSÃO de auditoria de suas demonstrações contábeis, bem como a revisão de informativos contábeis, para
um período de 2 (dois) anos. A Ernst & Young desde então não prestou serviços não-relacionados à
A Neoenergia adquiriu em 2005 a autorização das PCHs Goiandira e Nova Aurora, localizadas no
2.2. EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE CLIENTES auditoria independente que superassem 5% (cinco por cento) do valor do contrato.
Estado de Goiás. A energia a ser produzida por essas usinas foi comercializada no Leilão nº 003/2005
A classe de consumo residencial representa 86,8% do total de consumidores do Grupo e a composição de Geração de Energia, realizado em junho de 2006. Também em 2005, a Neoenergia obteve A política de atuação da Companhia, bem como das demais empresas do Grupo Neoenergia, quanto à
dos clientes por classe, está assim composta, de forma consolidada em 2009:
autorização para a construção da UHE Baguari, localizada no Rio Doce, em Minas Gerais. contratação de serviços não-relacionados à auditoria junto à empresa de auditoria, se fundamenta nos
princípios que preservam a independência do auditor independente.
A Neoenergia participou do Leilão nº 002/2006 de Geração de Energia, realizado em junho de 2006,
comercializando a energia da PCH Pedra do Garrafão e PCH Pirapetinga, localizadas no Estado do Rio
8 AGRADECIMENTOS
de Janeiro. Em setembro de 2006, adquiriu 60% da Usina Hidrelétrica Corumbá III, a ser construída
no rio Corumbá, no município de Luziânia, no Estado de Goiás. A energia elétrica desta usina foi Ao reconhecermos que o resultado alcançado é consequência da união e do esforço de nossos
comercializada com a CEB. No leilão de energia nº 004/06, realizado em 10 de outubro de 2006, a colaboradores e do apoio, empenho, incentivo e profissionalismo recebidos dos públicos com os quais
Neoenergia adquiriu a concessão para construção e comercialização a energia da Usina Hidrelétrica nos relacionamos, queremos expressar nossos agradecimentos aos nossos acionistas, aos Senhores
(UHE) de DARDANELOS, no rio Aripuanã, no Estado do Mato Grosso. membros do Conselho Fiscal, aos nossos clientes e fornecedores, aos nossos Governos Municipais,
Estaduais e Federal e demais autoridades, às Agências Reguladoras e aos Agentes do Setor.
Em 2007 a Neoenergia adquiriu da Brascan Energética a autorização para construção da Pequena
Central Hidrelétrica (PCH) - Sítio Grande, atualmente denominada BAHIA PCH I, localizada no rio das Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 2010.

Fêmeas, no Estado da Bahia. A energia desta PCH foi comercializada no mercado livre. A Administração
Continua...
...Continuação

BALANÇOS PATRIMONIAIS DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS


Levantados em 31 de Dezembro de 2009 e de 2008 (R$ mil) Para os Períodos Findos em 31 de Dezembro
de 2009 e de 2008 (R$ mil)
Controladora Consolidado Controladora Consolidado
ATIVO Notas 2009 2008 2009 2008 PASSIVO Notas 2009 2008 2009 2008 Controladora Consolidado
Reclas- Reclas- Notas 2009 2008 2009 2008
Reclas- Reclas-
sificado sificado Fornecimento de energia elétrica (36) - - 4.336.388 4.164.483
sificado sificado Energia elétrica de curto prazo - CCEE - - 86.700 95.012
CIRCULANTE
Caixa e equivalentes de caixa (7) 1.861.203 1.586.784 2.629.644 2.421.526 CIRCULANTE Disponibilização do sistema de transmissão
Consumidores, concessionárias e permissionárias (8) - - 2.042.032 1.445.491 Fornecedores (27) 993 2.866 573.263 581.978 e distribuição (37) - - 5.822.003 5.109.263
Ativos regulatórios (11) - - 279.556 327.333 Outras receitas operacionais (38) - - 138.151 129.922
Folha de pagamento - - 9.783 8.418
Títulos a receber (9) - - 91.260 231.621 Receita bruta de vendas e serviços - - 10.383.242 9.498.680
Empréstimos, financiamentos e encargos (28) - - 509.431 407.815 ICMS - - (1.990.544) (1.871.859)
(-) Provisão para créditos de liquidação
Debêntures e encargos (29) - - 227.790 122.499 PIS - - (176.620) (169.686)
duvidosa - PCLD (10) - - (156.556) (153.042)
Tributos e contribuições sociais (13) 81.645 51.563 388.937 260.838 COFINS - - (811.828) (762.714)
Estoques (17) - - 14.136 13.636
ISS - - (4.854) (4.983)
Títulos e valores mobiliários (12) 39.132 - 141.363 79.002 Tributos e contribuições sociais diferidos (14) - - 43.778 88.589
Quota para reserva global de reversão - RGR - - (81.215) (69.432)
Fundos vinculados (15) 70.097 64.913 76.653 72.515 Dividendos e juros sobre capital próprio (31) 229.095 165.975 347.213 273.393 Conta de desenvolvimento energético - CDE - - (53.928) (48.086)
Bens e direitos destinados à alienação - - 51 - Entidade de previdência privada - - 16.599 12.692 Subvenção - conta consumo de
Serviços em curso - - 35.598 29.930 combustível - CCC - - (219.707) (210.955)
Consumidores baixa renda - tarifa social
Tributos e contribuições sociais (13) 82.739 42.571 226.261 167.048 Programa de eficientização energética - PEE - - (33.236) (30.418)
Tributos e contribuições sociais diferidos (14) - - 76.119 95.883 a devolver - - 927 1.419
Fundo nacional de desenvolvimento científico e
Despesas pagas antecipadamente (19) - - 22.944 17.548 Adiantamentos recebidos - - 27.280 19.601 tecnológico - FNDCT - - (13.268) (12.122)
Coligadas, controladas e controladora (42) - - 1.025 12.801 Passivos regulatórios (11) - - 208.834 97.007 Empresa de pesquisa energética - EPE - - (7.770) (6.061)
Dividendos a receber (42) 974.097 609.688 - - Coligadas, controladas e controladora (42) 1 1 665 - Pesquisa e desenvolvimento - P&D - - (22.397) (20.510)
Juros sobre capital próprio a receber (42) 164.035 70.066 - - Encargos do consumidor - PROINFA - - (2.186) (1.082)
Obrigações estimadas (32) 39 37 98.240 76.689
Benefício fiscal - ágio incorporado da controladora (16) - - 53.474 56.293 Encargos - CBEE - - (68) 161
Taxas regulamentares (30) - - 99.979 165.798 Outros - - (67) -
Outros créditos (20) 318 154 231.442 199.347
TOTAL DO CIRCULANTE 3.191.621 2.374.176 5.765.002 5.016.932 Programa recuperação fiscal e Deduções da receita operacional - - (3.417.688) (3.207.747)
NÃO CIRCULANTE outros parcelamentos - - - 874 RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA - - 6.965.554 6.290.933
Realizável a longo prazo Custo do serviço de energia elétrica - - (4.088.027) (3.501.522)
Provisão para contingências (33) - - 45.432 40.986
Custo com energia elétrica - - (3.236.373) (2.658.827)
Consumidores, concessionárias e permissionárias (8) - - 388.103 448.501 Outras contas a pagar (34) 10 10 94.245 107.884 Energia elétrica comprada para revenda - - (2.772.766) (2.227.834)
Ativos regulatórios (11) - - 69.498 229.930
TOTAL DO CIRCULANTE 311.783 220.452 2.692.396 2.266.480 Encargos de uso do sistema de transmissão - - (463.607) (430.993)
Títulos a receber (9) - - 316.148 309.942
NÃO CIRCULANTE Custo de operação - - (829.686) (800.644)
(-) Provisão para créditos de liquidação Pessoal - - (147.424) (131.211)
duvidosa - PCLD (10) - - (15.108) (11.512) Fornecedores (27) - - 8.228 4.174
Entidade de previdência privada - - (6.315) (5.567)
Títulos e valores mobiliários (12) - - 195.876 154.665 Empréstimos, financiamentos e encargos (28) - - 2.633.575 2.516.297 Material - - (19.543) (21.955)
Fundos vinculados (15) - - 157 179 Debêntures (29) - - 1.663.781 1.874.024 Combustível para produção de energia elétrica - - (75.034) (35.226)
Depósitos judiciais (18) 18.933 19.387 118.325 96.010 Serviços de terceiros - - (173.385) (180.810)
Tributos e contribuições sociais (13) - - 28.497 29.160
Tributos e contribuições sociais (13) - - 72.865 76.536 Taxa de fiscalização serviço energia
Tributos e contribuições sociais diferidos (14) 22.677 - 125.794 104.634 Tributos e contribuições diferidos (14) - - 5.137 50.164
elétrica - TFSEE - - (11.044) (12.320)
Coligadas, controladas e controladora (42) 69.835 205.528 1.320 52.175 Entidade de previdência privada - - 182.543 187.807 Outorga da concessão pela utilização do
Despesas pagas antecipadamente (19) - - 676 33.246 Passivos regulatórios (11) - - 101.043 53.128 bem público - - (1.516) -
Bens e direitos destinados à alienação - - 3.397 3.067 Coligadas, controladas e controladora (42) - - 22.465 15.730 Compensação financeira de recursos hídricos - - (7.050) (4.954)
Benefício fiscal - ágio incorporado da controladora (16) - - 598.185 651.660 Depreciação e amortização - - (357.198) (371.823)
Obrigações estimadas (32) - - 862 -
Outros créditos (20) 12.631 15 33.551 22.011 Provisão para crédito liquidação
Taxas regulamentares (30) - - 63.918 38.819 duvidosa - PCLD - - (14.480) (9.950)
Total do realizável a longo prazo 124.076 224.930 1.908.787 2.171.044
Investimentos Programa recuperação fiscal e Provisão para perda da RTE - - - (22.023)
Controladas (21) 6.093.943 5.658.443 - - outros parcelamentos - - - 3.132 Provisão para perda da energia livre - - - 8.988
Outras provisões - - (911) -
Outros - - 18.581 16.484 Provisão para contingências (33) 494 494 64.033 83.053
Arrendamentos e aluguéis - - (3.729) (4.428)
Total dos investimentos 6.093.943 5.658.443 18.581 16.484 Recursos destinados a aumento de capital - - 1.694 - Tributos - - (1.504) (1.898)
Imobilizado
Outras contas a pagar (34) 168 167 25.313 47.398 Outros custos - - (10.553) (7.467)
Imobilizado - líquido (22) 938 973 7.712.124 6.757.875
TOTAL DO NÃO CIRCULANTE 662 661 4.801.089 4.902.886 Custo de serviço prestado a terceiros - - (21.968) (42.051)
Total do imobilizado 938 973 7.712.124 6.757.875 LUCRO OPERACIONAL BRUTO - - 2.877.527 2.789.411
Intangíveis PARTICIPAÇÕES MINORITÁRIAS - - 662.373 592.304
Despesas operacionais (16.569) (12.919) (641.010) (606.397)
Intangível - líquido (23) 5.130 127 1.684.695 1.640.973 PATRIMÔNIO LÍQUIDO (35) Despesas com vendas - - (283.131) (293.561)
Total do intangível 5.130 127 1.684.695 1.640.973 Capital social 4.739.025 4.739.025 4.739.025 4.739.025 Despesas gerais e administrativas (16.569) (12.919) (357.879) (312.836)
Diferido Resultado do serviço (16.569) (12.919) 2.236.517 2.183.014
Reservas de capital 2.288 2.288 2.288 2.288
Diferido - líquido (24) 31.458 38.232 201.390 234.130 Resultado de participações societárias 1.386.958 1.351.471 (116.876) (112.056)
Total do diferido 31.458 38.232 201.390 234.130 Reservas de lucros 4.393.408 3.334.455 4.393.408 3.334.455
Equivalência patrimonial 1.503.834 1.463.527 - -
TOTAL DO NÃO CIRCULANTE 6.255.545 5.922.705 11.525.577 10.820.506 TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 9.134.721 8.075.768 9.134.721 8.075.768 (-) Provisão para desvalorização
ATIVO TOTAL 9.447.166 8.296.881 17.290.579 15.837.438 PASSIVO TOTAL 9.447.166 8.296.881 17.290.579 15.837.438 do investimento (5.340) - (5.340) -
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. Amortização de ágio - líquida (111.536) (112.056) (111.536) (112.056)
Resultado financeiro (228.544) (226.856) (399.112) (414.801)
Receita 221.810 163.059 755.579 807.470
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DA CONTROLADORA Renda de aplicações financeiras 171.025 153.831 257.638 268.364
Juros, comissões e acréscimo moratório
Para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2009 e de 2008 (R$ mil) de energia 30.579 - 139.844 123.811
Remuneração financeira ativos regulatórios - - 22.194 91.269
Variação monetária - - 65.617 23.383
Reservas de lucros
Variação cambial - - 120.453 75.882
Reserva de Operações Swap - - 43.179 145.887
Capital social Reserva Reserva retenção Lucros Outras receitas financeiras 20.206 9.228 106.654 78.874
realizado de capital legal de lucros acumulados Total Despesa (450.354) (389.915) (1.154.691) (1.222.272)
Saldos em 1° de janeiro de 2008 4.739.025 2.288 174.165 2.196.933 - 7.112.411 Encargos de dívida - - (363.823) (424.710)
Lucro líquido do exercício - - - - 1.474.274 1.474.274 Remuneração financeira passivos regulatórios - - (51.275) (24.658)
Variação monetária - - (68.078) (80.608)
Efeito ajustes Lei nº 11.638/ 09 - - - (24.566) - (24.566)
Variação cambial - - (15.669) (151.370)
Destinações: Operações Swap - - (165.086) (99.334)
Reserva legal - - 73.714 - (73.714) - Juros sobre capital próprio a pagar (424.293) (366.009) (424.293) (366.009)
Juros sobre o capital próprio - - - - (366.009) (366.009) Outras despesas financeiras (26.061) (23.906) (66.467) (75.583)
Dividendos propostos - - - - (120.342) (120.342) Resultado na alienação/desativação de
Reserva de retenção de lucros - - - 914.209 (914.209) - bens e direitos (3.608) (3.431) (21.974) (6.936)
LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA
Saldos em 31 de dezembro de 2008 4.739.025 2.288 247.879 3.086.576 - 8.075.768
E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 1.138.237 1.108.265 1.698.555 1.649.221
Lucro líquido do exercício - - - - 1.586.445 1.586.445 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO
Destinações: SOCIAL 23.915 - (278.367) (292.426)
Reserva legal - - 79.322 - (79.322) - Imposto de renda e contribuição social -
Juros sobre o capital próprio - - - - (424.293) (424.293) corrente (3.125) - (615.667) (243.526)
Dividendos propostos - - - - (103.200) (103.200) Imposto de renda e contribuição social -
diferido 22.677 - 73.983 2.888
Reserva de retenção de lucros - - - 979.630 (979.630) -
Imposto de renda incentivo - SUDENE - - 315.246 -
Saldos em 31 de dezembro de 2009 4.739.025 2.288 327.201 4.066.206 - 9.134.721
Amortização ágio e reversão PMIPL 4.363 - (51.929) (51.788)
LUCRO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
MINORITÁRIAS E DA REVERSÃO DOS
JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO 1.162.152 1.108.265 1.420.188 1.356.796
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA
Reversão dos juros sobre capital próprio 424.293 366.009 424.293 366.009
Para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2009 e de 2008 (R$ mil) Participações minoritárias - - (258.036) (248.530)
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 1.586.445 1.474.274 1.586.445 1.474.274
Controladora Consolidado Controladora Consolidado LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO POR
AÇÃO DO CAPITAL - R$ 0,27 0,25 0,27 0,25
2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008
Aumento (redução) de passivos As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Fluxo de caixa proveniente das operações
Das operações sociais Fornecedores (1.874) 1.968 37.718 46.885
Passivos regulatórios - - - (11.867) DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO
Lucro líquido do exercício 1.586.445 1.474.274 1.586.445 1.474.274
Folha de pagamento - - 710 1.785
Ajustes para reconciliar o lucro do exercício com Para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro
Encargos de dívidas e Swap - - 30.180 (60.368)
recursos provenientes de atividades operacionais
Empréstimos e financiamentos - - 31.674 (69.508)
de 2009 e de 2008 (R$ mil)
Depreciação e amortização 5.034 5.056 414.640 427.729
Depósitos judiciais - - - 39
Controladora Consolidado
Equivalência patrimonial (1.503.834) (1.463.527) - - Taxas regulamentares - - (40.976) 37.948 2009 2008 2009 2008
Ativo regulatório - - 167.421 (91.269) Entidade de previdência privada - - (17.949) 7.530 Reclas- Reclas-
sificado sificado
Passivo regulatório - - 144.912 24.658 Programa recuperação fiscal e outros parcelamentos - - (4.122) (858) RECEITAS
Amortização de ágio, líquida 107.173 112.056 143.355 112.056 Tributos e contribuições sociais 30.082 (18.552) 127.604 6.584 Vendas de energia e serviços - - 10.010.827 9.498.680
Provisão para créditos de liquidação duvidosa - - (31.984) (51.313)
Variações monetárias e cambiais e juros de Tributos e contribuições diferidos - - (3.840) (87.835) Resultado na alienação/desativação bens e direitos (3.608) (3.431) (19.606) (6.934)
Obrigações estimadas 3 27 102.177 (89.382) (3.608) (3.431) 9.959.237 9.440.433
longo prazo, líquidas (7.699) - (39.962) 272.581
INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS
Variações monetárias e cambiais e juros de Consumidores baixa renda - tarifa social a devolver - - (334) (39) Matérias-primas consumidas - - (3.547.307) (2.263.057)
Coligadas, controladas e controladora (41.836) - (1.047) - Materiais, serviços de terceiros e outros (11.496) (6.779) (738.067) (998.646)
curto prazo, líquidas - (31.014) 394.479 212.007 (11.496) (6.779) (4.285.374) (3.261.703)
Adiantamentos recebidos - - 14.529 1.795 PERDA/RECUPERAÇÃO DE VALORES ATIVOS (116.876) (112.056) (116.876) (112.056)
Outras receitas e despesas financeiras líquidas (1.156) - (1.156) 28.269
Provisões para contingências - - (732) (14.197) VALOR ADICIONADO BRUTO (131.980) (122.266) 5.556.987 6.066.674
Valor residual do ativo permanente baixado 2.332 3.431 18.907 45.260 DEPRECIAÇÃO/AMORTIZAÇÃO (153) (177) (359.825) (417.338)
Participações dos empregados - - - 399
Imposto de renda e contribuição social diferidos - - (48.878) (2.888) VALOR ADICIONADO LÍQUIDO (132.133) (122.443) 5.197.162 5.649.336
Outras contas a pagar - (7) (35.071) (10.033) VALOR ADICIONADO TRANSFERIDO
Provisões para contingências cíveis, fiscais (13.625) (16.564) 240.521 (241.122) Receitas financeiras 221.810 163.059 680.930 807.470
Resultado de equivalência patrimonial 1.503.834 1.463.527 - -
e trabalhistas - - (18.510) (8.169) RECURSOS LÍQUIDOS PROVENIENTES 1.725.644 1.626.586 680.930 807.470
Provisão para ajuste ao valor de realização - RTE - - 7.247 6.000 DAS OPERAÇÕES 811.609 1.386.401 2.595.616 2.729.026 VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR 1.593.511 1.504.143 5.878.092 6.456.806
DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO:
Outras provisões - - - 16.434 ATIVIDADE DE FINANCIAMENTO  Pessoal
Provisão para devedores duvidosos - - 6.640 - Empréstimos e financiamentos obtidos - - 579.395 1.017.338 Remunerações (350) 13 206.036 195.681
Encargos sociais (exceto INSS) 25 21 30.902 89.570
Ajustes de exercícios anteriores - - - (24.594) Debêntures emitidas - - - 6.013 Entidade de previdência privada 52 830 17.407 15.747
Participações minoritárias - - 258.036 248.530 Pagamentos de empréstimos, financiamentos e Swap - - (635.288) (556.962) Auxílio-alimentação 7 8 16.616 16.575
Convênio assistencial e outros benefícios 48 17 12.906 17.179
Pagamentos de debêntures - - (205.860) (266.711)
Outros - - 48 98 Incentivo à aposentadoria e demissão voluntária - - 6.774 2.747
Redução de capital - 80.000 - (80.060) Provisão para férias e 13º salário 28 35 28.085 44.040
188.295 100.276 3.033.624 2.740.976 Plano de saúde 28 104 18.223 14.299
Adiantamento para futuro aumento de capital (196.499) (37.379) - -
(Aumento) redução de ativos Contencioso trabalhista - - 12.039 8.059
Obrigações vinculadas - - 233.908 237.138 Participação nos resultados - - 54.439 56.200
Consumidores, concessionárias e permissionárias - - (359.832) (24.744) Administradores 3.882 3.635 10.602 7.943
Empréstimos com partes relacionadas (152.026) - - -
Títulos a receber - 132 19.374 4.975 Encerramento de ordem em curso - - 2.098 2.962
Pagamento de juros sobre capital próprio Custos imobilizados - - (112.654) (113.978)
Ativos regulatórios - - 4.451 425.450 e dividendos (422.537) (522.968) (615.643) (523.086) Subtotal 3.720 4.663 303.473 357.024
 Governo
Recebimento de juros sobre capital próprio 626.861 1.162.728 - - Coligadas, controladas e controladora 491.465 (68.521) - - INSS (sobre folha de pagamento) 1.025 747 55.067 56.872
Recebimento de dividendos 127.870 232.285 - - (279.597) (548.868) (643.488) (166.330) ICMS - - 1.758.483 1.871.859
PIS/COFINS sobre faturamento - - 878.633 875.528
Fundos vinculados (5.184) - (10.026) (65.350) TOTAL DE INGRESSO DE RECURSOS 532.012 837.533 1.952.128 2.562.696
Imposto de renda e contribuição social (23.919) - 255.964 292.425
Depósitos judiciais 454 (69.458) (31.326) (20.036) ATIVIDADE DE INVESTIMENTO Obrigações intra-setoriais - - 387.605 398.666
Em investimentos (251.950) (118.821) 24.242 (123.198) Outros 173 548 6.127 11.079
Tributos e contribuições sociais (40.168) (23.762) (133.810) 13.611 Subtotal (22.721) 1.295 3.341.879 3.506.429
Tributos e contribuições diferidos (22.677) - (20.249) (43.610)
No imobilizado (111) (91) (1.627.425) (1.852.714)  Financiamentos e debêntures
No intangível (5.532) (10.605) (140.021) (119.385) Juros e variações cambiais 26.062 23.906 633.896 768.114
Títulos e valores mobiliários (39.132) - (83.716) (75.550) Aluguéis 5 5 8.789 9.477
No diferido - - (1.076) (35.285) Outros - - 3.610 341.488
Serviço em curso - - (5.514) 11.895 Subtotal 26.067 23.911 646.295 1.119.079
Bens e direitos destinados à alienação - - 270 (300)
Despesas pagas antecipadamente - - (10.672) (24.984)  Acionistas
(257.593) (129.517) (1.744.010) (2.130.882) Juros sobre capital próprio 424.293 366.009 424.293 366.009
Coligadas, controladas e controladora 107 764 (9.662) - VARIAÇÃO LÍQUIDA DE CAIXA 274.419 708.016 208.118 431.814 Dividendos 103.200 120.342 103.200 120.342
Estoques - - 1.505 724 Reserva legal 79.322 73.714 79.322 73.714
Caixa e equivalentes no início do exercício 1.586.784 878.768 2.421.526 1.989.712 Reserva de retenção de lucro 979.630 914.209 979.630 914.209
Outros ativos (11.192) - (39.052) 26.791 Caixa e equivalentes no final do exercício 1.861.203 1.586.784 2.629.644 2.421.526 Subtotal 1.586.445 1.474.274 1.586.445 1.474.274
VALOR ADICIONADO TOTAL DISTRIBUÍDO 1.593.511 1.504.143 5.878.092 6.456.806
636.939 1.302.688 (678.529) 229.172 274.419 708.016 208.118 431.814
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Continua...
...Continuação

BALANÇO SOCIAL CONSOLIDADO


Para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2009 e de 2008 (Informação Adicional) (R$ mil)

1 - BASE DE CÁLCULO 2009 2008 5 - INDICADORES DO CORPO FUNCIONAL 2009 2008


Receita Líquida (RL) 6.965.554 6.290.933 Nº de empregados(as) ao final do período 5.100 5.193
Resultado Operacional (RO) 1.698.555 1.649.221 Nº de admissões durante o período 175 266
Folha de Pagamento Bruta (FPB) 366.157 323.626 Nº de desligamentos durante o período 312 299
Valor Adicionado Total (VAT) 5.878.092 6.456.806
Nº de empregados(as) terceirizados (1) 16.310 16.484
% sobre % sobre
Nº de estagiários(as) (1) 229 279
2 - INDICADORES SOCIAIS INTERNOS R$ mil FPB RL VAT R$ mil FPB RL VAT
Alimentação 18.762 22,66 0,79 0,89 16.713 5,16 0,27 0,25 Nº de empregados acima de 45 anos 2.360 2.442
Encargos sociais compulsórios 92.872 86,78 3,17 3,56 86.124 26,61 1,37 1,31 Nº de empregados por faixa etária, nos seguintes intervalos:
Previdência privada 21.773 13,22 0,55 0,35 14.560 4,50 0,23 0,22 menores de 18 anos 4 3
Saúde 21.988 26,14 0,79 0,90 15.045 4,65 0,24 0,23 de 18 a 35 anos 1.490 1.465
Segurança e saúde no trabalho 3.633 3,11 0,15 0,17 3.745 1,16 0,06 0,06 de 36 a 60 anos 3.589 3.684
Educação 918 1,99 0,06 0,07 1.006 0,31 0,02 0,02 acima de 60 anos 29 41
Cultura 19 0,05 - - - - - -
Nº de empregados por nível de escolaridade, segregados por:
Capacitação e desenvolvimento profissional 3.588 2,30 0,12 0,13 3.654 1,13 0,06 0,06
analfabetos - -
Creches ou auxílio-creche 1.506 0,92 0,05 0,05 1.236 0,38 0,02 0,02
Esporte 42 0,04 - - 512 0,16 0,01 0,01 com ensino fundamental 376 379
Participação nos lucros ou resultados 28.770 48,97 1,53 1,76 56.206 17,37 0,89 0,86 com ensino médio 1.306 1.331
Transporte 34.864 25,38 1,09 1,20 2.456 0,76 0,04 0,04 com ensino técnico 1.460 1.607
Outros 4.205 1,87 0,09 0,10 2.722 0,84 0,04 0,04 com ensino superior 1.542 1.529
Total - indicadores sociais internos 232.940 233,43 8,39 9,18 203.978 63,03 3,24 3,11 pós- graduados 421 348
% sobre % sobre Nº de empregados por sexo:
3 - INDICADORES SOCIAIS EXTERNOS (1) R$ mil RO RL VAT R$ mil RO RL VAT homens 3.965 4.033
Educação 1.747 0,21 0,05 0,07 2.010 0,14 0,03 0,03
mulheres 1.134 1.159
Projeto Jovem Cidadão - - - 0,06 541 0,03 0,01 0,01
Projeto Energia Social - Treinamento Comunidade - - - - 699 0,05 0,01 0,01 % de cargos de chefia por sexo:
Projeto ArteAção - Parceria Instituto Ayrton Senna 100 0,05 0,01 - 100 0,01 - - homens 70% 46%
Outros 1.647 0,16 0,04 0,01 670 0,05 0,01 0,01 mulheres 15% 12%
Cultura 46.634 3,56 0,88 0,97 46.079 3,14 0,78 0,72 Nº de negros(as) que trabalham na empresa 3.021 3.125
Projeto Faz Cultura 250 0,03 0,01 0,01 869 0,06 0,01 0,01 % de cargos de chefia ocupados por negros(as) 20% 23%
Patrocínios Diretos 160 0,08 0,02 0,02 427 0,03 0,01 0,01 Nº de empregados portadores(as) de deficiência ou
Lei Rouanet 1.328 0,35 0,08 0,09 1.344 0,09 0,02 0,02 necessidades especiais (1) 23 163
Projetos Lei Audiovisual 2.321 0,34 0,08 0,09 4.150 0,28 0,07 0,07
Remuneração bruta segregada por:
Projetos Lei Câmara Cascudo 1.410 0,71 0,16 0,19 1.906 0,13 0,03 0,03
Empregados 272.174 251.665
Fundo de Cultura 17.000 1,98 0,51 0,55 18.000 1,22 0,29 0,28
Outros 24.165 0,07 0,01 0,01 19.383 1,32 0,31 0,30 Administradores 8.339 5.480
Saúde e Saneamento - - - - 309 0,02 - - 6 - INFORMAÇÕES RELEVANTES QUANTO AO EXERCÍCIO DA
Esporte 91 0,01 - - 405 0,02 0,01 0,01 CIDADANIA EMPRESARIAL (1) 2009 2008
Patrocínio Regata - - - - - - - - Relação entre a maior e a menor remuneração na empresa 86 93
Outros 91 0,01 - - 405 0,03 0,01 0,01 Nº total de acidentes de trabalho 162 175
Combate à fome e segurança alimentar - - - - - - - - Os projetos sociais e ambientais desenvolvidos ( ) (X) ( ) ( ) (X) ( )
Fundo de Desenvolvimento Social 426.139 26,23 6,77 6,49 341.737 23,25 5,76 5,36 pela empresa foram definidos por: pela direção e todos os pela direção e todos os
Luz no Campo/Luz para Todos 296.354 47,67 11,78 12,97 231.582 15,76 3,90 3,63
direção gerências empregados direção gerências empregados
Caminhos da Justiça 11 0,01 - - 6 - - -
Parceria Casa do Menor Trabalhador 95 0,05 0,01 0,01 101 0,01 - - Os padrões de segurança e salubridade no ( ) (X) ( ) ( ) (X) ( )
Universalização 114.946 17,66 4,38 4,82 110.045 7,49 1,85 1,73 ambiente de trabalho foram definidos por: pela direção e todos os pela direção e todos os
Projeto ELOS - - - - 3 - - - direção gerências empregados direção gerências empregados
Outros 14.733 0,03 0,01 0,01 - - - - Quanto à liberdade sindical, ao direito de negociação ( ) (X) ( ) ( ) (X) ( )
Comunidade 40.672 0,09 0,02 0,02 1.363 0,09 0,02 0,02 coletiva e à representação interna dos(as) não se segue as incentiva não se segue as incentiva
Projeto Coelba ao Seu Lado - - - - 60 - - - trabalhadores(as), a empresa: envolve normas da e segue a envolve normas da e segue a
Cine Coelba - - - - 70 - - - OIT OIT OIT OIT
Doações e contribuições 555 - - - 1.234 0,09 0,02 0,02
A previdência privada contempla: ( ) ( ) (X) ( ) ( ) (X)
Eletrificação para população rural e carente 40.117 0,09 0,02 0,02 - - - -
pela direção e todos os pela direção e todos os
Pesquisa e desenvolvimento tecnológico 26.995 0,09 0,02 0,03 14.709 1,00 0,25 0,23
Outros 2.009 0,09 0,02 0,03 - - - - direção gerências empregados direção gerências empregados
Total das contribuições para a sociedade 544.288 30,28 7,77 7,60 406.612 27,67 6,85 6,37 A participação nos lucros ou resultados contempla: ( ) ( ) (X) ( ) ( ) (X)
Tributos (exceto encargos sociais) 2.938.403 3.931,47 80,61 89,08 1.588.874 108,13 26,76 24,91 pela direção e todos os pela direção e todos os
Total - indicadores sociais externos 3.482.691 3.961,75 88,38 96,68 1.995.486 135,79 33,61 31,29 direção gerências empregados direção gerências empregados
% sobre % sobre Na seleção dos fornecedores, os mesmos ( ) ( ) (X) ( ) ( ) (X)
4 - INDICADORES AMBIENTAIS (1) R$ mil RO RL VAT R$ mil RO RL VAT padrões éticos e de responsabilidade social não são são são não são são são
Investimentos relacionados com a operação da empresa e ambiental adotados pela empresa: considerados sugeridos exigidos considerados sugeridos exigidos
Desapropriação de terras 618 - - - 620 0,04 0,01 0,01
Quanto à participação dos empregados em ( ) (X) ( ) ( ) (X) ( )
Manejo da vegetação 31.121 1,11 0,28 0,31 6.990 0,48 0,12 0,11
Conservação de energia 5.809 1,96 0,53 0,56 4.205 0,29 0,07 0,07 programas de trabalho voluntário, a empresa: não se apóia organiza e não se apóia organiza e
Substituição de equipamentos 5.497 0,64 0,16 0,18 932 0,06 0,02 0,01 envolve incentiva envolve incentiva
Reciclagem de óleo 301 0,04 0,01 0,01 376 0,03 0,01 0,01 Contencioso Cível:
Licenciamento ambiental 2.953 0,34 0,09 0,10 921 0,06 0,02 0,01 Nº total de reclamações e críticas de consumidores(as):
Rede compacta ou isolada 24.247 3,62 0,94 1,01 61.208 4,17 1,03 0,96 na empresa 386.795 708.749
Passivos e contingências ambientais (incineração de ascarel) 6.408 0,02 - - - - - - no procon 1.613 2.063
Educação ambiental 139 0,01 - - 124 0,01 - - na justiça 17.136 18.621
Energia solar fotovoltaica 12.175 1,99 0,36 0,39 17.091 1,16 0,29 0,27
% das reclamações e críticas solucionadas:
Programa de desenvolvimento tecnológico e industrial 925 0,43 0,12 0,12 11.672 0,79 0,20 0,18
na empresa 41% 42%
Sistema de gestão ambiental 269 0,03 0,01 0,01 64 - - -
Outros projetos ambientais 7.343 0,66 0,11 0,11 10.419 0,85 0,18 0,16 no procon 42% 42%
Total dos investimentos relacionados com a operação da empresa 97.806 6,02 1,55 1,49 114.623 7,80 1,93 1,80 na justiça 28% 28%
Investimento em programas e/ou projetos externos 471 0,03 0,01 0,01 4.086 0,28 0,06 0,06 2009 2008
Pesquisa e desenvolvimento 471 0,05 0,01 0,02 580 0,04 0,01 0,01 Montante de multas e indenizações a clientes, determinadas
Projetos de educação ambiental em comunidades - - - - 3.506 0,24 0,06 0,05 por órgãos de proteção e defesa do consumidor ou pela Justiça 11.886 5.550
Outros - - - - Contingências e passivos trabalhistas:
Eficientização Energética -11.727 0,72 0,19 0,18 18.418 1,25 0,31 0,29 Número de processos trabalhistas:
Doação de refrigeradores e lâmpadas - - - - 11.937 0,81 0,20 0,19
movidos contra a entidade 1.761 649
Agente Coelba - - - - 3.140 0,21 0,05 0,05
Outros projetos de eficientização energética 11.727 1,37 0,35 0,38 3.340 0,23 0,06 0,05 julgados procedentes 543 144
Educação ambiental para comunidade -14.374 0,88 0,23 0,22 913 0,06 0,01 0,01 julgados improcedentes 138 112
Projeto SOS Energia - Corrente de vida - - - - 740 0,05 0,01 0,01 Valor total de indenizações e multas pagas por determinação
Outros projetos educacionais 14.374 0,10 0,02 0,03 172 0,01 - - da justiça 9.106 4.577
Preservação e/ou recuperação de ambientes degradados 920 0,11 0,03 0,03 292 0,02 - - Valor adicionado total a distribuir (em mil R$) Em 2009: 5.878.092 Em 2008: 6.456.806
Outros 22 - - - 13 - - - Distribuição do Valor Adicionado (DVA): 5,16% Colaboradores 5,53% Colaboradores
Total dos investimento em programas e/ou projetos externos 27.513 1,69 0,44 0,42 20.216 1,38 0,34 0,32 56,85% Governo 54,31% Governo
Total dos investimentos em meio ambiente 125.319 7,71 1,99 1,91 134.839 9,18 2,27 2,11
26,99% Acionistas 22,83% Acionistas
Quantidade de processos ambientais, administrativos e judiciais
10,99% Terceiros 17,33% Terceiros
movidos contra a entidade 50 85
Valor das multas e das indenizações relativas à matéria
ambiental, determinadas administrativa e/ou judicialmente 6 130 7 - OUTRAS INFORMAÇÕES
Passivos e contingências ambientais 14 14 Neoenergia S.A. CNPJ:01.083.200/0001-18
Quanto ao estabelecimento de meta anuais para minimizar ( ) Não possui metas, ( ) Não possui metas, Esta empresa não utiliza mão-de-obra infantil ou trabalho escravo, não tem envolvimento com prostituição ou exploração sexual de criança ou adolescente e não está
resíduos, o consumo em geral na produção/operação e aumentar ( ) Cumpre de 0 a 50%, ( ) Cumpre de 0 a 50%, envolvida com corrupção.
a eficácia na utilização de recursos naturais, a empresa: ( ) Cumpre de 51 a 75%, ( ) Cumpre de 51 a 75%, Nossa empresa valoriza e respeita a diversidade interna e externamente.
(x) Cumpre de 76 a 100% (x) Cumpre de 76 a 100% (1) Informações não auditadas

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS


Para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto quando especifícado)

Contexto Operacional Capacidade Energia Energia Data da Conforme facultado pela Deliberação CVM nº 565, de 17 de dezembro de 2008, que aprova
1 Geração em instalada assegurada contratada concessão/ Data de o Pronunciamento Técnico CPC nº 13, a partir do exercício findo em 31 de dezembro de 2008 a
A NEOENERGIA S.A. (“NEOENERGIA” ou “Companhia”) é uma sociedade por ações de capital Operação Tipo de Usina Localidade (MW) * (MWmed)* (Mwmed) Autorização vencimento Companhia e suas controladas passaram a adotar a Lei nº 11.638/07 e Medida Provisória nº 449/08
aberto, constituída com o objetivo principal de atuar como holding, participando no capital de outras COELBA (convertida na Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009). A Companhia e suas controladas adotaram
sociedades dedicadas às atividades de distribuição, transmissão, geração e comercialização de energia Belmonte Termelétrica como data de transição 1º de janeiro de 2008.
elétrica. - UTE Belmonte - BA 1,5 MW Somente 29/8/05 Indeterminado Os efeitos no patrimônio líquido de 31 de dezembro de 2008 decorrentes da adoção inicial da Lei nº
A Companhia possui participações diretas e indiretas nas seguintes controladas e controlada em Ilha Grande Termelétrica 11.638/07 e Lei nº 11.941/09 estão demonstrados a seguir:
conjunto, segregadas por atividade de negócio: - UTE Camamu - BA 1,7 MW 1,2 MW 1,2 MW 08/08/97 7/08/27 Aplicação do “hedge accounting” (18.670)
Percentual da Participação (%) AFLUENTE Ajuste a valor presente (CIAP) (9.325)
2009 2008 Alto Fêmeas I Hidrelétrica Rio das Fêmeas Total (27.995)
Empresas Controladas Ref Direta Indireta Direta Indireta - PCH - São Desidério - BA 10 MW 9,5 MW 9,5 MW 08/08/97 07/08/27 O Comitê de Pronunciamentos Contábeis emitiu e a CVM aprovou ao longo do exercício de 2009
DISTRIBUIÇÃO Presidente Goulart Hidrelétrica diversos pronunciamentos contábeis alinhados com as Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS)
COELBA 87,84 - 87,84 - - PCH Rio Correntina - BA 8 MW 6,9 MW 6,9 MW 08/08/97 07/08/27 emitidas pelo IASB - International Accounting Standards Board, com vigência para os exercícios
CELPE 89,65 - 89,65 - ITAPEBI Hidrelétrica sociais iniciados a partir de 1º de janeiro de 2010 com aplicação retroativa a 2009 para fins de
COSERN 84,45 - 84,45 - - UHE Rio Jequitinhonha - BA 450 MW 214,3 MW 214,3 MW 28/05/99 27/05/34
comparabilidade.
GERAÇÃO TERMOPERNAMBUCO Termelétrica Complexo Portuário
A Companhia efetuou avaliação dos pronunciamentos técnicos já emitidos e concluiu que, à exceção
AFLUENTE 87,84 - 87,84 - - UTE do Suape - PE 637,5 MW 490,6 MW 455 MW 15/12/00 18/12/30
das interpretações técnicas ICPC 01- Contratos de Concessão e ICPC 08 - Contabilização da Proposta
BAGUARI I 99,99 0,01 99,99 0,01 CELPE
BAHIA PCH I (a) 99,99 0,01 99,99 0,01 de Pagamento de Dividendos, os demais pronunciamentos não terão impacto relevante em suas
Fernando de Noronha Térmica Distrito de Fernando
ENERGÉTICA ÁGUAS DA PEDRA (a) 51,00 - 51,00 - demonstrações contábeis.
a diesel de Noronha - PE 4,08 MW - 1,6 MW 21/12/89 21/12/19
GERAÇÃO CIII (a) 99,99 0,01 99,99 0,01 TERMOAÇU Termelétrica A interpretação técnica ICPC 01 estabelece os princípios gerais sobre o reconhecimento e a mensuração
GOIÁS SUL 99,99 0,01 99,99 0,01 - UTE Alto do Rodrigues - RN 368 MW 331 MW 266 MW 09/07/01 08/07/31 das obrigações e os respectivos direitos dos contratos de concessão. De acordo com o ICPC 01,
ITAPEBI 42,00 - 42,00 - RIO PCH I a remuneração recebida ou a receber pelo concessionário deve ser registrada pelo seu valor justo,
RIO PCH I 75,00 - 75,00 - Pedra do Garrafão Hidrelétrica correspondendo a direitos sobre um ativo financeiro e/ou um ativo intangível.
TERMOAÇU 23,13 - 25,20 - - PCH Rio Itabapoana - RJ 19 MW 11,31 MW 11 MW 17/12/02 16/12/32 Considerando a extensão da complexidade das alterações requeridas pela referida interpretação
TERMOPERNAMBUCO 99,99 0,01 99,99 0,01 Pirapetinga Hidrelétrica técnica, a Companhia está avaliando os seus reflexos nas suas demonstrações contábeis, ao tempo em
GERAÇÃO CÉU AZUL (a) 99,99 0,01 99,99 0,01 que acompanha as discussões e debates no mercado, em especial nos órgãos e associações da classe
- PCH Rio Itabapoana - RJ 20 MW 11,51 MW 11 MW 17/12/02 16/12/32
SE NARANDIBA (a) 99,99 0,01 99,99 0,01
contábil e junto aos reguladores, que possivelmente se manifestarão sobre aspectos para aplicação da
COMERCIALIZAÇÃO
Capacidade Energia Energia Data da referida instrução técnica.
NC ENERGIA 100,00 - 100,00 -
Geração em instalada assegurada contratada concessão/ Data de Nesse momento, até que haja um maior esclarecimento sobre a aplicação prática da referida instrução
INVESTIMENTO
NEOINVEST 99,99 0,01 99,99 0,01 construção Tipo de usina Localidade (MW) * (MWmed)* (Mwmed) autorização vencimento técnica, a Companhia entende que não é possível avaliar e quantificar com razoável segurança os
SERVIÇOS GOIÁS SUL eventuais efeitos nas demonstrações contábeis.
NEOSERV (antiga Termo NC) (b) 1,00 99,00 1,00 99,00 Nova Aurora Hidrelétrica - PCH Rio Veríssimo - GO 21 MW 12,37 MW 12 MW 17/02/04 16/02/34 A interpretação técnica ICPC 08 estabelece que o valor de dividendos (acima do mínimo estabelecido
Sociedades de Propósito Específico (“SPEs”) Direta Indireta Direta Indireta Goiandira Hidrelétrica - PCH Rio Veríssimo - GO 27 MW 17,09 MW 16 MW 17/12/02 16/12/32 em Lei) não aprovados por Assembleia não devem ser provisionados, devendo ser apresentados
Garter Properties INC. 100,00 - 100,00 - BAGUARI I Hidrelétrica - UHE Rio Doce - MG 140 MW 81,4 MW 77 MW 15/08/06 15/08/41 destacados no patrimônio líquido. Caso esta interpretação técnica fosse adotada no exercício findo
BB Polo 28 Fundo de Investimento Renda Fixa 100,00 - 100,00 - GERAÇÃO CIII em 31 de dezembro de 2009, o passivo circulante estaria apresentado a maior e o patrimônio líquido
Ancona Renda Fixa Fundo de Investimento 100,00 - 100,00 - Corumbá III Hidrelétrica - UHE Rio Corumbá - GO 93,6 MW 50,9 MW 50,9 MW 07/11/01 06/11/36 estaria apresentado a menor pelo montante que excede os dividendos mínimos obrigatórios divulgados
Fundo de Investimento Bilbao 100,00 - 100,00 - DARDANELOS Hidrelétrica - UHE Rio Aripuanã - MT 261 MW 154,9 MW 147 MW 28/06/07 28/06/42
na nota explicativa n˚ 31.
Santander Fundo de Investimento BAIHA PCHI Hidrelétrica - PCH Rio das Fêmeas - BA 25 MW 19,6 MW 19 MW 09/12/99 09/12/99
Adicionalmente, as demonstrações contábeis consolidadas para o exercício findo em 31 de dezembro
Rio de Janeiro Referenciado DI 100,00 - 100,00 - BAIXO IGUAÇU Hidrelétrica - UHE Rio Iguaçu - PR 350 MW 172,8 MW 121 MW 30/06/05 04/08/40
de 2008 foram reclassificadas, quando aplicável, para fins de melhor apresentação e manutenção da
Bradesco Fundo de Investimento
Atividades não Vinculadas à Concessão do Serviço Público de Energia Elétrica uniformidade na comparabilidade. A comparação entre os saldos apresentados nas demonstrações
Referenciado DI Recife 100,00 - 100,00 - 3 contábeis de 31 de dezembro de 2008 e os saldos reclassificados para fins de comparabilidade, está
(a) Empresas constituídas para construção de novos empreendimentos em geração ou transmissão, os
quais se encontram em fase pré-operacional. A controlada COELBA possui bens originários do ativo imobilizado, classificados como outros demonstrada a seguir:
(b) Participação através da NC Energia. Vide nota explicativa nº 21. investimentos, ainda que de valor de pequena relevância, utilizados na obtenção de renda. 2008
Balanço Patrimonial Publicado Reclassificado
2 Concessões 4 Apresentação das Demonstrações Contábeis Ativo Circulante 15.837.437 15.837.437
Caixa e Equivalentes de caixa - 2.421.526
Número Data Data de As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas de acordo com as normas expedidas pela Numerário disponível 204.142 -
DISTRIBUIÇÃO de municípios * Localidade de Concessão Vencimento Aplicações Financeiras 2.217.384 -
Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das informações anuais as quais
COELBA 415 Estado da Bahia 08/08/1997 07/08/2027 Fundos vinculados 70.449 72.515
incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, conjugada com a legislação específica
CELPE 184 Estado de Pernambuco 30/03/2000 30/03/2030 Despesas pagas antecipadamente 17.499 17.548
aplicada às concessionárias do serviço público de energia elétrica, editada pela Agência Nacional de Outros créditos 201.462 199.347
CELPE 1 Distrito de Fernando de Noronha 30/03/2000 30/03/2030
CELPE 1 Estado da Paraíba 30/03/2000 30/03/2030 Energia Elétrica - ANEEL e regulamentações da Comissão de Valores Mobiliários - CVM. Ativo Não Circulante
COSERN 167 Estado do Rio Grande do Norte 31/12/1997 30/12/2027 Por se tratar de uma empresa preponderantemente de participação em outras sociedades, as Títulos e valores mobiliários 90.633 154.665
COMERCIALIZAÇÃO Localidade Data de Autorização notas explicativas refletem, basicamente, as práticas contábeis e detalhamentos de contas de suas Fundos vinculados 64.032 179
NC ENERGIA Rio de Janeiro 16/08/2000 controladas e controlada em conjunto. Outros créditos 22.190 22.011
Continua...
...Continuação
2008 Os bens e direitos em função do serviço concedido são cadastrados e controlados pela concessionária Consolidado
Consolidado e permissionária em sistemas auxiliares ou em registros suplementares, por meio de Unidade de 2009 2008
Demonstração de Resultado Publicado Reclassificado Cadastro - UC e Unidade de Adição e Retirada - UAR, por Ordem de Imobilização - ODI, conta contábil, Reclassificado
Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 9.498.680 9.498.680 Valores a receber - setembro/2000 a dezembro/2002
Fornecimento de energia elétrica 4.013.476 4.164.483 data de sua transferência (capitalização) para o Imobilizado em Serviço.
Valor em litígio judicial 54.716 51.418
Energia Elétrica Curto Prazo - CCEE 95.012 95.012  Reserva técnica imobilizada Valores negociados com os agentes - 1.886
Disponibilização do sistema de transmissão e distribuição 5.097.419 5.109.263 Compreende o bem, ou conjunto de bens que, por razões de ordem técnica voltada à garantia e Valores não negociados 12.995 12.069
Subvenção à tarifa social baixa renda 443.773 - confiabilidade do sistema elétrico, embora não estando em serviço, esteja à disposição e que poderá Valores a receber do período 268 27.110
Receita de ativo regulatório (8.747) - entrar em operação de imediato. Sua contabilização obedece a todos os preceitos do ativo imobilizado Total 67.979 92.483
Reversão da recomposição tarifária do racionamento (36.696) - em serviço. Ativo Circulante 2.380 29.224
Reversão da energia livre racionamento (35.933) - Ativo Não Circulante 65.599 63.259
Receita (reversão) de reposicionamento tarifário (211.390) -  Depreciação
A depreciação é calculada pelo método linear, tomando-se por base os saldos contábeis registrados Os valores da “energia de curto prazo” podem estar sujeitos a modificações dependendo de decisão dos
Parcela de ajuste Transmissão 11.844 -
Encargos - CBEE (164) - nas respectivas Unidades de Cadastro - UC, conforme determina a Resolução ANEEL nº 015 de 24 processos judiciais em andamento, movido por algumas empresas do setor, contra a ANEEL, relativos
Outras receitas operacionais 130.086 129.922 à interpretação das regras do mercado em vigor. Os referidos processos encontram-se sob análise da
de dezembro de 1997 e a Portaria DNAEE nº 815, de 30 de novembro de 1994. As taxas anuais
Deduções da Receita Bruta (3.207.747) (3.207.747) Jurisdição federal em 1ª e 2ª Instâncias. As controladas não são partes processuais, porém, como tem
estão determinadas na tabela anexa às Resoluções ANEEL nº 02, de 24 de dezembro de 1997, e nº interesse direto no resultado das demandas figuram como assistentes processuais.
Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 6.290.933 6.290.933
Custo do serviço de energia elétrica (3.501.522) (3.501.522) 44, de 17 de março de 1999, e art. 9º da Resolução ANEEL nº 367, de 2 de junho de 2009 (Vide As controladas não constituíram provisão para créditos de liquidação duvidosa sobre os saldos
Lucro operacional bruto 2.789.411 2.789.411 nota explicativa nº 22). A Administração da Companhia avaliou as referidas taxas, e concluiu que as vinculados aos litígios por entender que os valores serão integralmente recebidos seja dos devedores
Despesas Operacionais (606.397) (606.397) mesmas refletem a efetiva vida útil do seu ativo imobilizado. que questionaram os créditos judicialmente ou de outras empresas que vierem a ser indicadas pela
Com vendas (293.561) (293.561) Ativo Imobilizado em Curso - AIC (Controladas) CCEE.
Gerais e administrativas (312.836) (312.836) Bens e instalações em formação ou construção Outros créditos
Resultado Financeiro (414.801) (414.801)
Resultado na Alienação/Desat. Bens/Direitos - (6.935)  Rateio de Administração Geral (RAG): Refere-se aos valores homologados pela ANEEL no reajuste tarifário de 2005, cuja cobrança está sendo
Resultado de participações societárias (112.056) (112.056) Custo indireto apropriado às obras e serviços (formação de bens e instalações) calculado em montante efetuada em 12 parcelas iguais e sucessivas iniciadas em março de 2009.
Resultado operacional 1.656.156 1.649.221 de até 10% sobre a mão de obra direta aplicada às ordens em curso, correspondente à administração
Resultado não operacional (6.935) - geral superior, de construção e de suprimento (atividades de caráter central), tendo como contrapartida 9 Títulos a Receber
Imposto de Renda e Contribuição Social (292.426) (292.426) os gastos contabilizados como despesas administrativas.
Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 366.009 366.009  Encargos Financeiros: Referem-se aos parcelamentos de débitos financeiros, oriundos de contas de fornecimento de energia
Participações minoritárias (248.530) (248.530) em atraso, de órgãos públicos e débitos diversos (agentes arrecadadores, aluguéis, custas processuais,
Lucro do Período 1.474.274 1.474.274 Em função do disposto na Instrução Contábil nº 6.3.10 do Manual de Contabilidade do Serviço Público
etc.).
Informações adicionais estão sendo apresentadas em notas explicativas e quadros suplementares em de Energia Elétrica, instituído pela Resolução ANEEL nº 444, de 26 de outubro de 2001 e alterações Consolidado
atendimento às instruções contidas no Despacho de Encerramento nº 4.722, da SFF/ANEEL, de 18 estabelecidas através da Resolução ANEEL nº 370, de 30 de junho de 2009, e na Deliberação CVM Vencidos
de dezembro de 2009. nº 577, de 5 de junho de 2009, os juros, variações monetárias e encargos financeiros, relativos aos Saldos Até 90 Mais 90 Total PCLD
A administração da Companhia autorizou a conclusão da preparação destas demonstrações contábeis financiamentos obtidos de terceiros, efetivamente aplicados no imobilizado em curso, estão apropriados Vincendos dias dias 2009 2008 2009 2008
em 21 de janeiro de 2010. às ordens em curso como custo. Setor público 341.278 3.725 5.692 350.695 381.936 (14.449) (21.408)
Obrigações Vinculadas à Concessão do Serviço Público de Energia Elétrica Setor privado 49.189 1.392 6.132 56.713 159.627 (17.414) (15.241)
5 Sumário das Principais Práticas Contábeis Representam o saldo de valores e/ou bens recebidos de Municípios, de Estados, da União Federal e de
Total
Ativo Circulante
390.467 5.117 11.824 407.408
91.260
541.563 (31.863) (36.649)
231.621 (17.146) (25.351)
5.1. Práticas Contábeis Gerais Consumidores em geral, relativos a doações e subvenções para investimento na expansão do serviço Ativo Não Circulante 316.148 309.942 (14.717) (11.298)
Instrumentos financeiros público de energia elétrica, realizados em parceria com as concessionárias, amortizados a mesma taxa Os parcelamentos de débito incluem juros e atualizações monetárias, taxas, prazos e indexadores
Os instrumentos financeiros da Companhia estão classificados em: destinados à negociação e mantidos média de depreciação do ativo imobilizado em serviço. (vide nota explicativa nº 20). comuns de mercado, e os valores, líquidos da PCLD são considerados recuperáveis pela Administração
até o vencimento. Os ativos financeiros classificados como destinados à negociação são ajustados ao Em atendimento à Instrução Contábil 6.3.23 do Manual de Contabilidade do Serviço Público de das controladas.
seu valor de mercado em contrapartida ao resultado. Os ativos financeiros classificados como mantidos Energia Elétrica, as Obrigações Vinculadas à Concessão, registradas em grupo específico no Passivo Do saldo total de títulos a receber, o montante de R$ 146.631(R$ 155.649 em dezembro de
até o vencimento são contabilizado ao custo amortizado acrescido dos rendimentos, ajustado ao valor Não Circulante, estão apresentadas como dedução do Ativo Não Circulante - Imobilizado, dadas suas 2008), refere-se ao alongamento da dívida da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do
provável de realização quando este for menor. características de aporte financeiro com fins específicos de financiamento para obras. Norte - CAERN, conforme Instrumento Particular de Reconhecimento, Consolidação, Pagamento e
Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa, Taxas Regulamentares Parcelamento de Débito nº 2016/CCE/2004, 2033/CME/2005, CD 0066/2007 e CD 0088/2008.
consumidores, concessionárias e permissionárias, títulos a receber, títulos e valores mobiliários e Na controlada Termopernambuco foi registrado em julho de 2008, o montante de R$ 3.982 referente
 Reserva Global de Reversão (RGR)
derivativos. ao desvio da Linha de Transmissão da Companhia, conforme Aditivo nº 048/2001 ao Contrato de
Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia são: fornecedores, empréstimos, É um encargo do setor elétrico brasileiro pago mensalmente pelas empresas concessionárias de energia
Arrendamento para o complexo industrial portuário. Este valor será realizado até novembro/2010
financiamento e debêntures e derivativos. elétrica, com a finalidade de prover recursos para reversão, expansão e melhoria dos serviços públicos
conforme contrato.
Caixa e equivalentes de caixa de energia elétrica. Seu valor anual equivale a 2,5% dos investimentos efetuados pela concessionária
Caixa e equivalentes de caixa incluem saldos de caixa, depósitos bancários à vista e as aplicações
financeiras com liquidez imediata. São classificadas como ativos financeiros disponíveis para
em ativos vinculados à prestação do serviço de eletricidade, limitado a 3,0% de sua receita anual.
 Conta Consumo de Combustível (CCC)
10 Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa - PCLD
negociação e estão registradas pelo valor original acrescido dos rendimentos auferidos até as datas de É a parcela da receita tarifária paga pelas distribuidoras, nos sistemas interligados com dupla A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída de acordo com as normas do Manual
encerramento das demonstrações contábeis, apurados pelo critério pro rata, que equivalem aos seus destinação: 1) pagar as despesas com o combustível usado nas térmicas que são acionadas para de Contabilidade do Serviço Público de Energia Elétrica da ANEEL e após criteriosa análise das contas
valores de mercado. garantir as incertezas hidrológicas e; 2) subsidiar parte das despesas com combustível nos sistemas a receber vencidas, sendo considerada pela Administração das Controladas suficiente para cobrir
Consumidores, concessionárias e permissionárias isolados para permitir que as tarifas elétricas naqueles locais tenham níveis semelhantes aos praticados eventuais perdas na realização dos valores a receber, inclusive títulos a receber.
Engloba as contas a receber com fornecimento, suprimento de energia e uso da rede, faturado e não Para fins fiscais, o excesso de provisão calculado em relação aos termos dos artigos 9º e 10º da Lei
nos sistemas interligados.
faturado, este por estimativa, serviços prestados, acréscimos moratórios e outros, até o encerramento nº 9.430/96, está adicionado ao lucro real e à base de cálculo da contribuição social sobre o lucro
 Conta de Desenvolvimento Energético (CDE)
do balanço, contabilizado com base no regime de competência. São considerados ativos financeiros líquido - CSLL.
classificados como empréstimos e recebíveis. Tem o objetivo de promover o desenvolvimento energético dos Estados e a competitividade da energia
Consolidado
Títulos e valores mobiliários produzida, a partir de fontes alternativas, nas áreas atendidas pelos sistemas interligados, permitindo a
2009 2008
São classificados como ativos financeiros mantidos até o vencimento, e estão demonstrados ao custo universalização do serviço de energia elétrica. Os valores a serem pagos também são definidos pela ANEEL. Consumidores, concessionárias e permissionárias (137.379) (125.453)
amortizado, acrescido das remunerações contratadas, reconhecidas proporcionalmente até as datas de  Programas de Eficientização Energética (PEE) - Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) - Fundo Nacional Títulos a receber (31.863) (36.649)
encerramento das demonstrações contábeis, equivalentes ao seu valor de mercado. de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Outros créditos (2.422) (2.452)
Estoques (inclusive do ativo imobilizado) São programas de reinvestimento exigidos pela ANEEL para as distribuidoras de energia elétrica, que Total (171.664) (164.554)
Os materiais e equipamentos em estoque, classificados no ativo circulante (almoxarifado de manutenção estão obrigadas a destinar 1% de sua receita operacional líquida para esses programas. Ativo Circulante (156.556) (153.042)
e administrativo) e aqueles destinados a investimentos, classificados no ativo não circulante -  Taxa de Fiscalização do Serviço Público de Energia Elétrica (TFSEE) Ativo Não Circulante (15.108) (11.512)
imobilizado (depósito de obras), estão registrados ao custo médio de aquisição e não excedem os seus Os valores da taxa de fiscalização incidentes sobre a distribuição de energia elétrica são diferenciados e A mutação da provisão para crédito de liquidação duvidosa está demonstrada a seguir:
custos de reposição ou valores de realização, deduzidos de provisões para perdas, quando aplicável. Consolidado
proporcionais ao porte do serviço concedido, calculados anualmente pela ANEEL, considerando o valor
Investimentos Saldo Baixados Saldo
econômico agregado pelo concessionário. 2008 Adições Reversões Reserva 2009
Os investimentos em empresas controladas e coligadas estão avaliados pelo método da equivalência
 Encargo do Serviço do Sistema - ESS Consumidores, concessionárias e
patrimonial. Os demais representam investimentos em bens imóveis, ações e quotas de direitos sobre a
comercialização de obra audiovisual, que não se destinam ao objetivo da concessão e estão registrados Representa o custo incorrido para manter a confiabilidade e a estabilidade do Sistema Interligado permissionárias (125.453) (392.236) 367.328 12.982 (137.379)
pelo custo de aquisição, líquidos de provisão para perdas, quando aplicável. Nacional para o atendimento do consumo de energia elétrica no Brasil. Esse custo é apurado Títulos a receber (36.649) (44.088) 48.872 - (31.863)
Imobilizado mensalmente pela CCEE e é pago pelos agentes da categoria consumo aos agentes de geração. Outros créditos (2.452) (23.387) 23.417 - (2.422)
Registrado ao custo de aquisição, formação ou construção, atualizado monetariamente até 1995, Receita Não Faturada Total (164.554) (459.711) 439.617 12.982 (171.664)
Ativo Circulante (153.042) (156.556)
deduzido da depreciação acumulada e das perdas por impariedade. A depreciação é calculada a taxas Corresponde à receita de fornecimento de energia elétrica, entregue e não faturada ao consumidor e Ativo Não Circulante (11.512) (15.108)
que levam em consideração a vida útil efetiva dos bens. à receita de utilização da rede de distribuição não faturada, calculada em base estimada, referente ao
Intangível período após a medição mensal e até o último dia do mês.
Registrado em consonância com as disposições da Deliberação CVM nº 553, de 12 de novembro de Operações de Compra e Venda de Energia Elétrica na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica
2008, pelo custo de aquisição das faixas de servidões permanentes e software de manutenção de
- CCEE
sistema corporativo, este último deduzido da amortização acumulada e das perdas por impariedade.
Avaliação do Valor de Recuperação dos Ativos Os registros das operações de compra e venda de energia na CCCE estão reconhecidos pelo regime 11 Ativos e Passivos Regulatórios
A Companhia entende não haver qualquer indicativo de que o valor contábil dos bens dos ativos de competência de acordo com informações divulgadas por aquela entidade ou por estimativa da
Consolidado
imobilizado e intangível excede o seu valor recuperável haja vista a metodologia de cálculo da base administração das controladas, quando essas informações não estão disponíveis. Ativo
de remuneração utilizada para cálculo da depreciação cobrada via tarifa, pois, enquanto os registros 2009 2008
contábeis estão a custo histórico a base de cálculo da depreciação regulatória corresponde aos ativos 6 Procedimentos de Consolidação Não Não
avaliados a valor novo de reposição. Ref. Circulante Circulante Circulante Circulante
Contudo, a fim de evidenciar seu entendimento realiza anualmente o teste de recuperabilidade As informações trimestrais foram preparadas de acordo com as normas estabelecidas pela Instrução Acordo Geral do Setor Elétrico: (a) 61.673 - 50.689 58.085
utilizando o método do valor presente dos fluxos de caixa futuros gerados pelos ativos resultando um n° 247 de 27 de março de 1996 da CVM e incluem a Neoenergia, suas controladas e controlada em Recomposição Tarifária
valor superior àquele registrado contabilmente (vide nota explicativa nº 26). conjunto. Extraordinária - RTE (a.1) 21.787 - 40.708 33.856
Diferido Energia Livre (a.2) 10.783 - 9.831 835
As demonstrações contábeis da controlada em conjunto Termoaçu, foram consolidadas com base no Valores Tarifários Não Gerenciáveis a
Registrado ao custo de aquisição e formação, deduzido da amortização, a qual é calculada pelo método método de consolidação proporcional, aplicável sobre cada componente das demonstrações contábeis
linear num prazo que não excede 10 anos. A Companhia reclassificou o saldo de ágio, cujo fundamento Compensar da “Parcela A” (a.3) 29.103 - 150 23.394
da investida. Revisão e Reajuste Tarifário: (b) 177.376 41.916 252.880 160.145
econômico é a expectativa de rentabilidade futura, para o grupo de ativo intangível, inclusive de forma
retroativa. Os principais procedimentos de consolidação são: Reposicionamento Tarifário (b.1) 53.281 - 131.439 47.444
Empréstimos, financiamentos e debêntures  Eliminação dos saldos das contas de ativos e passivos entre as empresas consolidadas; Compra de Energia (b.2) 19.986 - 33.175 11.058
As obrigações em moeda nacional são atualizadas pela variação monetária e pelos juros incorridos até  Eliminação das participações no capital, reservas e lucros acumulados das empresas consolidadas; Valores Tarifários Não Gerenciáveis a
 Eliminação dos saldos de receitas e despesas decorrentes de negócios entre as empresas. Compensar da “Parcela A” - CVA (b.3) 104.109 41.916 88.266 101.643
as datas dos balanços, de acordo com os termos dos contratos financeiros, deduzidas dos custos de Componentes Financeiros (c) 40.507 27.582 23.764 11.700
transação incorridos na captação dos recursos. Para fins de apresentação das demonstrações contábeis consolidadas, o ágio pago pela Neoenergia S.A.
Sobrecontratação (c.1) 19.876 18.431 12.210 3.999
De acordo com o preconizado no CPC nº 14 e OCPC nº 03, as obrigações em moeda estrangeira na aquisição de investimentos foi reclassificado para o ativo intangível, em 2008. Subsídio a Irrigantes e Aquicultores 681 3.569 2.311 3.393
são consideradas como itens objeto de hedge (hedge accounting), e estão contabilizados pelos seus O balanço patrimonial e a demonstração do resultado para os exercícios findos em 31 de dezembro de Exposição financeira (c.2) 396 645 - -
valores de mercado. 2009 e 2008, da controlada em conjunto Termoaçu, estão assim compostos, de forma condensada: Programa Social Luz para Todos (c.3) 9.669 - 531 -
Derivativos TERMOAÇU Parcela de Ajuste Conexão 1.512 - 868 2.386
As controladas COELBA e CELPE firmam contratos derivativos de Swap com o objetivo de administrar 2009 2008 Parcela de Ajuste Rede Básica 857 - 1.850 -
a exposição de riscos associados com variações nas taxas cambiais. De acordo com o preconizado Ativo 787.768 831.026 Outros Componentes Financeiros 7.516 4.937 5.994 1.922
no CPC nº 14 e OCPC nº 03, esses derivativos foram contabilizados como instrumentos financeiros Circulante 34.657 80.470 Total 279.556 69.498 327.333 229.930
destinados a hedge (hedge accounting). Não Circulante 753.111 750.556
As controladas não têm contratos derivativos com fins comerciais e especulativos. (vide nota explicativa Passivo 787.768 831.026 Consolidado
nº 43). Circulante 74.346 124.216 Passivo
Imposto de renda e contribuição social corrente e diferidos 2009 2008
Não Circulante - 34.082
São calculados com base nas alíquotas efetivas, vigentes na data da elaboração das demonstrações Não Não
Patrimônio Líquido 713.422 672.728 Ref. Circulante Circulante Circulante Circulante
contábeis, do imposto de renda e contribuição social quando da parcela corrente e reconhecido o
diferimento em função dos prejuízos fiscais, bases negativas e das diferenças temporárias. Acordo Geral do Setor Elétrico: (a) 63.016 - 34.118 6.385
Demonstração do Resultado Recomposição Tarifária
Para o cálculo do imposto de renda e contribuição social sobre o lucro corrente, a empresa optou
TERMOAÇU Extraordinária - RTE (a.1) - - - -
pelo Regime Tributário de Transição - RTT, que permite expurgar os efeitos decorrentes das mudanças
promovidas pelas Leis nº 11.638/2007 e 11.941/2009, da base de cálculo desses tributos. 2009 2008 Energia Livre (a.2) 54.539 - 31.482 581
As controladas COELBA, CELPE, COSERN, ITAPEBI e TERMOPERNAMBUCO, têm direito à redução Receita operacional líquida 75.047 102.903 Valores Tarifários Não Gerenciáveis a
do Imposto de Renda (Incentivo Fiscal Sudene), calculada com base no lucro de exploração (vide nota Custo de bens e serviços vendidos (51.474) (94.396) Compensar da “Parcela A” (a.3) 8.477 - 2.636 5.804
Resultado bruto 23.573 8.507 Revisão e Reajuste Tarifário: (b) 115.787 96.389 40.529 34.418
explicativa nº 35). Reposicionamento Tarifário (b.1) 21.053 - - -
Plano Previdenciário e Outros Benefícios aos Empregados Receitas (despesas) operacionais (11.831) (3.812)
Resultado do serviço 11.742 4.695 Valores Tarifários Não Gerenciáveis a
Os custos associados ao plano de aposentadoria e pensão e os relacionados ao plano de assistência Compensar da “Parcela A” - CVA (b.3) 94.734 96.389 40.529 34.418
médica das controladas COELBA, CELPE e COSERN são reconhecidos pelo regime de competência e Receita (despesas) financeiras 4.953 (525)
Componentes Financeiros (c) 30.031 4.654 22.360 12.325
em conformidade com a deliberação CVM nº 371/2000, baseando-se em cálculo atuarial elaborado Resultado operacional 16.695 4.170
Sobrecontratação (c.1) 12.658 3.888 8.776 3.262
por atuário independente. Resultado antes do imposto de renda e contribuição 16.695 4.170 Subsídio a Irrigantes e Aquicultores 4.682 267 433 -
Apuração do resultado Imposto de renda e contribuição social (5.916) (1.440) Exposição financeira (c.2) 4.858 72 7.158 7.346
As receitas e despesas são reconhecidas pelo regime contábil de competência de cada exercício Lucro líquido do exercício 10.779 2.730 Parcela de Ajuste Conexão 358 - 436 1.084
apresentado. As receitas de todos os serviços prestados são reconhecidas quando auferidas. O Parcela de Ajuste Rede Básica 183 - 1.328 -
faturamento de energia elétrica para todos os consumidores é efetuado mensalmente de acordo com o 7 Caixa e Equivalente de Caixa Outros Componentes Financeiros
Total
7.292
208.834
427
101.043
4.229
97.007
633
53.128
calendário de leitura do consumo. A receita não faturada, correspondente ao período decorrido entre a
data da última leitura e o encerramento do mês, é estimada e reconhecida como receita no mês em que Controladora Consolidado (a) Acordo Geral do Setor Elétrico
a energia foi consumida. Historicamente, a diferença entre a receita não faturada estimada e o consumo Saldos Saldos O Governo Federal, por meio da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica - GCE, e as
real a qual é reconhecido no mês subsequente, não tem sido relevante. 2009 2008 2009 2008 concessionárias distribuidoras e geradoras de energia elétrica celebraram em 2001, o “Acordo Geral do
As receitas e despesas de juros são reconhecidas pelo método da taxa efetiva de juros na rubrica de Caixa e Depósitos bancários à vista 32 58 60.985 204.141 Setor Elétrico”, definindo os critérios para recomposição das receitas e perdas extraordinárias relativas
receitas/despesas financeiras. Aplicações Financeiras: ao período de vigência do Programa Emergencial de Redução do Consumo de Energia Elétrica, que
Conversão de saldos denominados em moeda estrangeira Certificado de Depósito Bancário (CDB) 175.200 160.049 233.605 211.460 ocorreu através de adicional tarifário nas contas de fornecimento de energia, sendo 2,9% nas contas
Moeda funcional e de apresentação das demonstrações financeiras Fundos de investimento 1.685.971 1.324.276 2.335.054 1.903.524 faturadas aos consumidores da classe residencial (exceto subclasse residencial baixa renda) iluminação
A moeda funcional da Companhia é o Real, mesma moeda de preparação e apresentação das Fundo de renda Fixa - 102.401 - 102.401 pública e rural e de 7,9% para as demais classes consumidoras.
demonstrações contábeis. 1.861.203 1.586.784 2.629.644 2.421.526 Os principais itens constantes do Acordo Geral do Setor Elétrico estão demonstrados a seguir:
Transações denominadas em moeda estrangeira As aplicações financeiras correspondem a operações realizadas com instituições que operam no (a.1) Recomposição Tarifária Extraordinária - RTE
Os ativos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira, são convertidos para a moeda mercado financeiro nacional e contratadas em condições e taxas normais de mercado, tendo como A Resolução ANEEL nº 001, de 12 de janeiro de 2004, definiu o prazo máximo de recuperação para
funcional (o Real) usando-se a taxa de câmbio vigente na data dos respectivos balanços patrimoniais. 102 meses para a Controlada Cosern, excluindo deste prazo a recuperação dos valores financeiros de
Os ganhos e perdas resultantes da atualização desses ativos e passivos verificados entre a taxa de característica alta liquidez, baixo risco de crédito e remuneração pela variação do Certificado de
Depósito Interbancário (CDI) a taxas que variam de 96% a 103,41%. itens da “Parcela A”, relativos ao período de 1º de janeiro a 25 de outubro de 2001.
câmbio vigente na data da transação e os encerramentos dos exercícios são reconhecidos como receitas A Controlada Cosern avaliou a recuperação em função dos prazos e mantém registrada uma provisão
ou despesas financeiras no resultado.
Uso de estimativas 8 Consumidores, Concessionárias e Permissionárias para perda na realização da RTE no valor de R$ 38.648 (R$ 37.143 em 31 de dezembro de 2008).
Consolidado
A preparação de demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as práticas de contabilidade Saldos em 31 de dezembro de 2008 74.564
adotadas no Brasil requer que a Administração da Neoenergia, baseada em estimativas, faça o registro Consolidado
Remuneração financeira (3.520)
de certas transações que afetam os ativos e passivos, receitas e despesas, bem como a divulgação de Saldos vencidos Total PCLD (-) Provisão para ajuste ao valor de realização (1.505)
informações sobre dados das suas demonstrações contábeis. Os resultados finais dessas transações Reclas- (-) Amortização / Reversão (47.752)
e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subsequentes, podem diferir dessas Saldos Até 90 Mais de 90 sificado (-) Reversão Provisão para ajuste ao valor de realização -
estimativas. vincendos dias dias 2009 2008 2009 2008 (-) Baixa do ativo (perda de receita) -
As principais estimativas relacionadas às demonstrações contábeis consolidadas referem-se ao registro Setor Privado Saldos em 31 de dezembro de 2009 21.787
dos efeitos decorrentes do fornecimento não faturado, utilização da rede de distribuição não faturada, Residencial 524.197 179.921 259.181 963.299 687.251 (30.551) (28.497) Ativo Circulante 21.787
comercialização de energia no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica -CCEE, da Industrial 205.006 57.121 69.371 331.498 242.442 (46.246) (41.956) Ativo Não Circulante -
provisão para créditos de liquidação duvidosa, provisão para contingências, realizações dos impostos e Comercial, serviços e outras 247.771 64.617 57.349 369.737 293.114 (23.549) (20.205) (a.2) Energia Livre
contribuições sociais diferidos, ágio e da recomposição tarifária. Rural 64.217 19.977 37.254 121.448 99.869 (20.311) (15.894) A Energia Livre é a parcela das despesas com a compra de energia no âmbito do CCEE, realizadas
Demais direitos e obrigações 1.041.191 321.636 423.155 1.785.982 1.322.676 (120.657) (106.552) pelas concessionárias, permissionárias e autorizadas de geração e de distribuição até dezembro de
Outros ativos e passivos, circulantes e não circulantes, sujeitos à variação monetária por força de Setor Público 2002, decorrentes da redução da geração de energia elétrica nas usinas participantes do Mecanismo
legislação ou cláusulas contratuais, estão corrigidos com base nos índices previstos nos respectivos Poder Público de Realocação de Energia - MRE e consideradas nos denominados contratos iniciais e equivalentes.
dispositivos, de forma a refletir os valores atualizados até a data das demonstrações contábeis. Os Federal 14.002 1.895 2.164 18.061 11.524 (981) (1.832) A ANEEL estabeleceu os procedimentos para a recuperação e repasse aos geradores, a partir de
demais estão apresentados pelos valores incorridos na data de formação, sendo os ativos reduzidos de Estadual 18.324 9.451 3.273 31.048 20.204 (1.636) (2.058) fevereiro de 2003, dos valores de energia livre calculados com a aplicação de 18,1719% sobre a
provisão para perdas e/ou ajuste a valor presente, quando aplicável. Municipal 24.187 13.375 3.414 40.976 33.246 (596) (1.241) arrecadação da RTE, posteriormente alterada em março de 2004, para 19,4527%.
5.2. Práticas Contábeis Regulatórias - Específicas do Setor Elétrico 56.513 24.721 8.851 90.085 64.974 (3.213) (5.131) A Controlada Coelba, mantém registrados os valores já faturados de Energia Livre e não arrecadados
Plano de Contas Iluminação pública 38.937 6.676 4.699 50.312 49.554 (3.275) (3.524) até o prazo, os quais dependem, para solução, de orientação da ANEEL.
As controladas e sua controladora adotam o plano de contas contido no Manual de Contabilidade do Serviço público 52.040 20.758 6.637 79.435 59.545 (8.129) (8.222) A Resolução ANEEL n˚ 001, de 12 de janeiro de 2004, estabeleceu o prazo máximo de permanência da RTE
Serviço Público de Energia Elétrica, instituído pela Resolução ANEEL nº 444, de 26 de outubro de Fornecimento não faturado 211.035 - - 211.035 76.147 - - (Perda de Receita e Energia Livre) nas tarifas de fornecimento de energia elétrica em 74 meses, encerrado
2001 e alterações subsequentes estabelecidas através da Resolução ANEEL nºs 473, de 6 de março Subtotal - Consumidores 1.399.716 373.791 443.342 2.216.849 1.572.896 (135.274) (123.429) em fevereiro de 2008 para a controlada Celpe, o qual foi insuficiente para a recuperação integral do ativo.
de 2006, 219, de 11 de abril de 2006, 4.815, de 26 de dezembro de 2008 e 370 de 30 de junho Câmara de Comercialização de Em fevereiro de 2008, a controlada Celpe reconheceu as perdas de Energia Livre realizando a baixa do
de 2009. Energia Elétrica - CCEE 10 257 67.712 67.979 92.483 - - ativo no montante de R$ 32.860 e do passivo no montante de R$ 32.860, permanecendo registrados
Ativos e Passivos Regulatórios no passivo os valores a serem repassados às geradoras, que foram faturados, mas não arrecadados
Acréscimos moratórios 16.949 22.379 25.640 64.968 51.854 (1.466) (1.300)
Tratam-se de valores realizáveis ou exigíveis em decorrência do contrato de concessão das controladas, até a extinção do prazo, pois dependiam de orientação conclusiva da ANEEL, de modo a garantir o
Serviços prestados a terceiros 2.356 3.796 4.721 10.873 9.577 - -
que tem como objetivo, dentre outros, assegurar o equilíbrio econômico financeiro da concessão (vide equilíbrio entre as amortizações dos dois ativos regulatórios (RTE e Energia Livre).
nota explicativa nº 11). Disponibilização do sistema de
Transmissão e Distribuição 8.514 720 2.786 12.020 13.016 - - Com a publicação da Resolução Normativa n˚ 387, de 15 de dezembro de 2009, a ANEEL estabeleceu
O contrato prevê que “As tarifas devem cobrir os custos necessários ao desenvolvimento das atividades,
Suprimento 802 - 1 803 184 - - uma nova metodologia de cálculo, de modo a aferir se os valores repassados pelas distribuidoras
desde que assegurado o adequado nível de eficiência das concessionárias ou permissionárias e a
Outros créditos 13.968 2.483 40.192 56.643 153.982 (639) (725) representam à efetiva Energia Livre que as geradoras teriam direito.
acuracidade das informações contábeis.”
Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD Total 1.442.315 403.426 584.394 2.430.135 1.893.992 (137.379) (125.454) Os valores contabilizados pelas controladas Coelba, Celpe e Cosern em 31 de dezembro de 2009 e
Está reconhecida em valor considerado suficiente pela administração para cobrir as prováveis perdas Ativo Circulante 2.042.032 1.445.491 (137.379) (125.454) 2008 como energia livre, têm a seguinte composição:
na realização das contas a receber de consumidores e títulos a receber cuja recuperação é considerada Ativo Não Circulante 388.103 448.501 - - Consolidado
As contas a receber de longo prazo representam os valores resultantes da consolidação de parcelamento Ativo Passivo
improvável. Não Não
É constituída com base nos valores a receber dos consumidores da classe residencial vencidos há de débitos de contas de fornecimento de energia vencidos de consumidores inadimplentes e com Circulante Circulante Circulante Circulante
mais de 90 dias, da classe comercial vencidos há mais de 180 dias e das classes industrial, rural, vencimento futuro, cobrados em contas de energia. Incluem juros e multa calculados pro rata temporis. Saldos em 31 de dezembro de 2008 9.831 835 31.482 581
poderes públicos, iluminação pública e serviços públicos vencidos há mais de 360 dias, conforme Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE Encargos 18 991 - -
definido no Manual de Contabilidade do Serviço Público de Energia Elétrica. Considera também, uma Os valores correspondentes às operações junto a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - Transferências 12.536 (12.536) 14.607 (14.607)
análise individual dos títulos a receber e do saldo de cada consumidor, de forma que se obtenha um CCEE, foram registrados levando-se em consideração informações divulgadas pela mesma. (-) Provisão para ajuste ao valor de realização (888) 11.723 (888) 11.723
julgamento adequado dos créditos considerados de difícil recebimento, baseando-se na experiência da (-) Reversão Provisão para ajuste ao valor de realização - - - -
As operações de venda de “energia de curto prazo” no âmbito da CCEE, (Mercado Atacadista de Energia
Administração em relação às perdas efetivas, na existência de garantias reais, entre outros. (-) Amortização / Reversão (11.794) - (8.899) -
Engloba os recebíveis faturados, até o encerramento do balanço, contabilizado com base no regime - MAE, a época) do período de setembro de 2000 a dezembro de 2002, cujo processo de liquidação
Baixa do ativo/passivo (reconhecimento da perda) - - (19.285) -
de competência. foi concluído em julho de 2003, após conclusão dos trabalhos da auditoria, e as realizadas após essa Remuneração financeira 1.080 (1.013) 40.022 2.303
Ativo Imobilizado em Serviço - AIS (controladas) data, geraram um direito de crédito para as Controladas Coelba, Celpe, Cosern e NC Energia, conforme Ajuste - - (2.500) -
 Bens e Instalações em função do serviço concedido demonstrado a seguir: Saldos em 31 de dezembro de 2009 10.783 - 54.539 -
Continua...
...Continuação
Segue o demonstrativo analítico do passivo de energia livre a pagar, por Geradora: Segue abaixo a movimentação das CVAs ativa e passiva no ano: Na Afluente o PIS e a COFINS estão constituídos, respectivamente as alíquotas de 0,65% e 3,0%.
Consolidado Consolidado Consolidado
2009 2008 ATIVO Ativo
AES Tietê S.A. 3.458 7.534 Saldos em Saldos em 2009 2008
Centrais Elétricas Cahoeira Dourada S.A. - CDSA 1.220 2.845 CVA 2008 Remuneração Constituição Amortização 2009
CCC 54.122 3.922 39.193 (42.451) 54.786 Base de Tributo Base de Tributo
Companhia Estadual de Energia Elétrica - CEEE 1.689 3.258 cálculo diferido cálculo diferido
CDE 404 260 2.478 (1.287) 1.855
Companhia Energética de São Paulo - CESP 10.481 23.295 Imposto de Renda
ESS 88.360 9.220 29.524 (91.340) 35.764
Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG 14.178 32.518 TRANSPORTE 26.517 3.927 33.520 (26.235) 37.729 Prejuízos Fiscais 8.311 2.085 25.718 6.428
Companhia Hidrelétrica do São Francisco - CHESF 15.119 34.823 ENERGIA COMPRADA 19.234 542 9.172 (18.866) 10.082 Diferenças Temporárias 585.478 146.339 564.129 141.009
Duke Energy Internacional -Geração Paranapanema S.A. - DUKE 2.799 6.453 PROINFA 1.272 1.395 15.244 (12.102) 5.809 593.789 148.424 589.847 147.437
Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. - ELETRONORTE 4.428 10.233 189.909 19.266 129.131 (192.281) 146.025 Contribuição Social
Furnas Centrais Elétricas S.A. - FURNAS 11.292 25.066
Base Negativa 8.311 751 25.718 2.315
Outros 5.547 11.451 Consolidado
PASSIVO Diferenças Temporárias 585.478 52.739 564.129 50.765
Subtotal 70.211 157.476
(-) Provisão para ajuste ao valor de realização (15.672) (59.367) Saldos em Saldos em 593.789 53.490 589.847 53.080
Baixa do passivo (reconhecimento da perda) - (66.046) CVA 2008 Remuneração Constituição Amortização 2009 Total 201.913 200.517
Total 54.539 32.063 CCC 5.928 742 9.720 (7.262) 9.128 Circulante 76.119 95.883
Passivo Circulante 54.539 31.482 CDE 11 26 67 (104) - Não Circulante 125.794 104.634
ESS 543 964 46.440 316 48.263
Passivo Não Circulante - 581
TRANSPORTE 29 272 1.226 (1.166) 361 Consolidado
(a.3) Valores Tarifários Não Gerenciáveis a Compensar da “Parcela A” ENERGIA COMPRADA 67.989 5.205 121.321 (61.143) 133.372
A Resolução ANEEL nº 90, de 18 de fevereiro de 2002, definiu os itens da “Parcela A”, referente ao PROINFA 447 145 476 (1.069) (1) Passivo
período compreendido entre 1º de janeiro e 25 de outubro de 2001, bem como a forma de remuneração 74.947 7.354 179.250 (70.428) 191.123 2009 2008
econômica, mediante a incorporação dos efeitos financeiros, e o período para a recuperação tarifária. (c) Componentes Financeiros Base de Tributo Base de Tributo
Estes valores foram homologados através da Resolução nº 482, de 29 de agosto de 2002, os quais (c.1) Energia Elétrica Excedente - Sobrecontratação cálculo diferido cálculo diferido
serão recuperados através de adicional tarifário nas contas faturadas, sendo 2,9% para consumidores O Decreto n° 5.163, de 30 de julho de 2004, em seu art. 38, determina que no repasse dos custos de Imposto de Renda
da classe residencial (exceto subclasse baixa renda) iluminação pública e rural e de 7,9% para as aquisição de energia elétrica às tarifas dos consumidores finais, a ANEEL deverá considerar até 103% Prejuízos Fiscais - - - -
demais classes consumidoras, contados a partir de 27 de dezembro de 2001, após a conclusão do montante total de energia elétrica contratada em relação à carga anual de fornecimento do agente de Diferenças Temporárias 116.704 29.153 326.975 81.719
distribuição. Este repasse foi regulamentado pela Resolução ANEEL nº 255, de 6 de março de 2007. 116.704 29.153 326.975 81.719
da RTE. Mediante a Resolução nº 1, de 12 de janeiro de 2004, foi excluído o prazo máximo de
A movimentação dos saldos está assim demonstrada: Contribuição Social
recuperação dos valores financeiros de itens da “Parcela A”. Consolidado Base Negativa - - - -
Nas Controladas Coelba e Celpe, os Valores da “Parcela A” foram integralmente recuperados no período Ativo Passivo Diferenças Temporárias 116.704 10.503 326.975 29.428
de março a agosto de 2008 e o saldo passivo na Coelba representa a parcela que está sendo devolvida Saldos em 31 de dezembro de 2008 16.209 12.038 116.704 10.503 326.975 29.428
ao consumidor a partir do reajuste tarifário de 22 de abril de 2009. Constituição 37.780 17.015
Remuneração 1.888 47 PIS
Consolidado
Amortização (17.570) (12.554) Base Negativa - - - -
Ativo Passivo
Saldos em 31 de dezembro de 2008 23.544 8.440 Saldos em 31 de dezembro de 2009 38.307 16.546 Diferenças Temporárias 100.105 1.652 298.446 4.924
Constituição - (15) Circulante 19.876 12.658 100.105 1.652 298.446 4.924
Não Circulante 18.431 3.888 COFINS
Remuneração financeira 5.624 3.755
(c.2) Exposição Financeira Base Negativa - - - -
(-) Amortização (112) (3.751)
O Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seu art. 28, trata que as eventuais diferenças de Diferenças Temporárias 100.105 7.607 298.446 22.682
(-) Transferências 47 48
preços no mercado de curto prazo da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, serão 100.105 7.607 298.446 22.682
Saldos em 31 de dezembro de 2009 29.103 8.477
repassadas pelos agentes de distribuição aos consumidores. Total 48.915 138.753
Circulante 29.103 8.477
A movimentação dos saldos está assim demonstrada: Circulante 43.778 88.589
Consolidado
Ativo Passivo
Circulante Não Circulante Não Circulante 5.137 50.164
Constituição 527 22.169
Ativo Passivo Ativo Passivo Adição - 6.337 A base de cálculo das diferenças temporárias é composta como segue:
Subvenção para conta de consumo de combustível - CCC 3.949 50 - - Remuneração financeira 13 574 Consolidado Consolidado
Reserva global de reversão - RGR 36 1.296 - - (-) Amortização (540) (14.576) 2009 2008
Taxa de fiscalização do serviço de energia Saldos em 31 de dezembro de 2008 - 14.504 Ativo IR CSLL IR CSLL
elétrica - TFSEE 2.061 6 - - Constituição 493 3.958 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 75.409 75.409 69.856 69.856
Encargos de conexão no sistema de transmissão - 5.978 - - Adição 3.279 601 Provisão para passivo atuarial 191.921 191.921 197.941 197.941
Tarifa de utilização do sistema de transmissão - TUST 7.268 336 - - Remuneração financeira 149 1.004
(-) Amortização (2.880) (15.137) Provisão para demissão voluntária 1.076 1.076 533 533
Energia comprada para revenda 15.789 811 - - PIS/COFINS diferidos 8.773 8.773 27.037 27.037
Saldos em 31 de dezembro de 2009 29.103 8.477 - - Saldos em 31 de dezembro de 2009 1.041 4.930
Circulante 396 4.858 Depreciação indedutível (provisão para
Saldos em 31 de dezembro de 2008 150 2.636 23.394 5.804
Não Circulante 645 72 contingências ambientais) 4.186 4.186 3.588 3.588
(b) Revisão e Reajuste Tarifário (c.3) Programa Luz para todos Pesquisa e Desenvolvimento 9.358 9.358 9.358 9.358
 Revisão Tarifária Periódica: A Resolução Normativa ANEEL nº 294, de 11 de dezembro de 2007 estabeleceu a metodologia Aplicação do “Hedge Accounting” 1.433 1.433 28.287 28.287
 COELBA aplicável e os procedimentos de repasse tarifário dos déficits incorridos pelas concessionárias de Ajuste a valor presente ICMS a recuperar (CIAP) 7.076 7.076 14.130 14.130
A ANEEL, através da Resolução Homologatória nº 799, de 7 de abril de 2009, estabeleceu em energia elétrica em função da execução do Programa Luz para Todos. Provisão desvalorização de ativos financeiros 5.000 5.000 5.000 5.000
caráter definitivo, o resultado da 2ª. Revisão Tarifária Periódica da COELBA, na qual o índice de A movimentação dos saldos está assim demonstrada: Provisão para contingências 168.454 168.454 163.220 163.220
Reposicionamento Tarifário passou a ser -13,51%, de -1,39% em relação ao percentual provisório Ativo Provisão agente arrecadador 2.098 2.098 2.098 2.098
divulgado em abril de 2008. O ajuste está relacionado a revisão das metodologias aplicadas nos valores Saldos em 31 de dezembro de 2008 531
Provisão PLR 30.456 30.456 26.725 26.725
Constituição 40.786
de perdas regulatórias (técnica/comercial), na empresa de Referência, à Remuneração do Capital e ao (-) Amortização (31.648) Outros 80.238 80.238 16.356 16.356
cálculo do Fator X. Saldos em 31 de dezembro de 2009 9.669 Total Ativo 585.478 585.478 564.129 564.129
A variação de receita, decorrente da diferença entre o reposicionamento provisório, estabelecido na Circulante 9.669
Resolução Homologatória ANEEL nº 638/2008, e o definitivo, foi considerada no Reajuste Tarifário Consolidado
anual de 22 de abril de 2009. 12 Títulos e Valores Mobiliários 2009
 COSERN Consolidado
Passivo IR CSLL PIS COFINS
Revisão Tarifária 2008 Agente Tipo de Recomposição tarifária extraordinária 22.840 22.840 19.821 19.821
A ANEEL, por meio da Resolução Homologatória nº 798, de 7 de abril de 2009, homologou de forma Financeiro Ref. aplicação Vencimento Indexador
2009 2008 Reposicionamento tarifário 55.037 55.037 55.037 55.037
definitiva o resultado da segunda Revisão Tarifária Periódica da Companhia, ocorrida em abril de Banco do Brasil (1) (3) Fundo de Investimento mar/13 Variável
6.221 5.718 Energia livre - - 5.261 5.261
2008, fixando o reposicionamento tarifário em -8,04%, acrescido de 2,68% relativos a componentes Banco do Brasil (2) (3) Fundo de Investimento dez/08 Variável
- 3.013 Precatório Finsocial 12.986 12.986 - -
financeiros externos a Revisão Tarifária. Banco Nordeste do Brasil (1) Carteira de clientes/CDI Diversos CDI
48.621 18.758 Compra de energia 19.986 19.986 19.986 19.986
Banco Nordeste do Brasil CDB Diversos 9.843 CDI - Outros 5.855 5.855 - -
A diferença de receita entre o reposicionamento provisório, estabelecido na Resolução Homologatória
Banco Nordeste do Brasil (1) CDB (*) CDI
15.844 24.552 Total Passivo 116.704 116.704 100.105 100.105
nº 637/2008, e o índice definitivo é de -1,59%, que gerou um montante de R$ 15.389, compensado Banco Nordeste do Brasil CDB nov/13 - CDI
7.818
no reajuste tarifário de 22 de abril de 2009, o qual será ressarcido aos consumidores nos doze meses Banco Nordeste do Brasil (1) CDB ago/10 CDI
17.562 14.473
subsequentes ao reajuste. Banco Nordeste do Brasil CDB jul/16 CDI
35.812 20.589 Consolidado
 CELPE Banco Nordeste do Brasil Fundo jan/10 Variável
602 - 2008
A ANEEL, por meio da Resolução Homologatória nº 815/2009, de 28 de abril de 2009, apresentou Bradesco CDB fev/11 4 CDI 5 Passivo IR CSLL PIS COFINS
o resultado definitivo da segunda revisão tarifária periódica da CELPE, fixou as novas tarifas da Bradesco (2) CDB (*) 1.889 CDI
1.799 Recomposição tarifária extraordinária 76.646 76.646 73.628 73.628
Bradesco (2) CDB dez/09 - CDI
1.623 Reposicionamento tarifário 174.432 174.432 174.432 174.432
Companhia para o período de 29 de abril de 2009 a 28 de abril de 2010. Bradesco CDB out/10 146 CDI132
Pela decisão da ANEEL o reposicionamento tarifario da CELPE foi de -6,24 % (menos seis vírgula vinte Energia livre - - 6.153 6.153
Bradesco (2) Fundo Recife (*) 2.621 CDI
4.040
e quatro por cento) e seria postergado para os proximos reajustes o recebimento da última parcela do Precatório Finsocial 11.718 11.718 - -
Bradesco Fundo de Investimento (*) 2.675 CDI
3.708
diferimento do reposicionamento tarifario de 2005 (Delta PB) e do ativo regulatório referente a compra Bradesco (2) CDB/CDI Diversos 3.140 CDI
2.626 Compra de energia 44.233 44.233 44.233 44.233
de energia (Termopernambuco). No entanto, decisão liminar proferida pelo MM. Juiz Substituto da Santander CDB jan/09 - CDI
1.672 Aplicação do “Hedge Accounting” 19.946 19.946 - -
Santander (1) CDB/CDI jan/10 CDI
12.281 11.168 Total Passivo 326.975 326.975 298.446 298.446
9ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, determinou a inclusão imediatada da última
Santander CDB ago/10 5.655 CDI
5.085 Estudos técnicos de viabilidade, apreciados e aprovados pelos Conselhos de Administração e
parcela desses dois ativos nas tarifas. Assim, o efeito médio percebido pelos consumidores nas tarifas Banco do Brasil (1) CDB jul/10 CDI
20.457 18.359
fixadas pela ANEEL na Resolução nº 815/2009 foi de 6,45%, sendo para as classes de consumo de apreciados pelo Fiscal da Companhia e de suas Controladas, indicam a plena recuperação dos valores
Banco do Brasil (1) Fundo de Investimento jul/10 CDI
25.079 23.753
Alta Tensão (AT), em média, 11,46%, enquanto para as classes de consumo de Baixa Tensão (BT) o de impostos diferidos reconhecidos como definido pela Instrução CVM nº 371, de 27 de junho de 2002
Banco do Brasil Fundo de Investimento set/13 CDI
- 33.707
índice de 3,64%. Banco do Brasil Fundo de Investimento out/15 CDI
36.021 29.915 e correspondem às melhores estimativas da Administração sobre a evolução futura das controladas e do
Com a suspensão da referida decisão liminar pelo Superior Tribunal de Justiça - STJ, a partir de 27 Banco do Brasil Títulos Públicos mar/09 - CDI744 mercado que as mesmas operam, cuja expectativa de realização dos créditos fiscais está representada
de maio de 2009, o efeito médio das tarifas percebido pelos consumidores passou a ser de -1,08%, Banco do Brasil Fundo de Investimento (*) 31.637 CDI - a seguir:
Banco Itaú Títulos Públicos Diversos 39.132 Selic - Consolidado
(menos um vírgula zero oito por cento) em média para o conjunto de consumidores, sendo para as
Itau CDB jan/10 8.898 CDI - Expectativa de Realização 2010 2011 2012 2013 2014 2015-2017 Total
classes de consumo de Alta Tensão (AT), em média, 4,86%, enquanto para as classes em Baixa Tensão Itau CDB diversos 357 CDI -
(BT) o índice percebido de -4,42% (menos quatro vírgula quarente e dois por cento). Votorantim CDB diversos 1.658 CDI - Imposto de Renda 56.095 43.168 16.697 4.269 3.687 24.508 148.424
Em 09 de julho de 2009, o Supremo Tribunal de Federal- STF, reestabeleceu a decisão liminar da 9ª Votorantim (2) CDB dez/10 9.200 CDI - Contribuição Social 20.260 15.537 6.008 1.533 1.321 8.830 53.489
Vara Federal, permitindo a CELPE praticar tarifas com o efeito médio percebido pelos consumidores de Outros 1.885 410 76.355 58.705 22.705 5.802 5.008 33.338 201.913
6,45%, sendo para as classes de consumo de Alta Tensão (AT), em média, 11,46%, enquanto para as 337.240 233.667 Como a base tributável do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido decorre não
Ativo Circulante 141.363 79.002 apenas do lucro que pode ser gerado, mas também da existência de receitas não tributáveis, despesas
classes em Baixa Tensão (BT) o índice de 3,64%.
Ativo Não Circulante 195.876 154.665 não dedutíveis, incentivos fiscais e outras variáveis, não existe uma correlação imediata entre o lucro
Em 20 de agosto de 2009, em sentença da 9ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, (1) Constituem reservas reais para garantia de empréstimos junto às instituições financeiras.
houve julgamento do mérito da ação, no qual foi reconhecido o direito da Celpe de continuar aplicando líquido da Companhia e suas controladas e o resultado de imposto de renda e contribuição social.
(2) Constituem garantia para leilão de energia.
as tarifas homologadas pela ANEEL constantes nos anexos VII e VIII da Resolução Homologatória nº (3) Fundo de Investimento Exclusivo do Grupo Neoenergia, tendo a Companhia como participante. Sua Portanto, a expectativa da utilização dos créditos fiscais não deve ser tomada como único indicativo de
815/2009, as quais consideram os efeitos da decisão liminar. carteira é composta principalmente de LTN - Letras do Tesouro Nacional, LFT - Letras Financeiras do resultados futuros da Companhia e suas controladas.
 Reajuste Tarifário Anual: Tesouro e CDB’s - Certificados de Depósitos Bancários. A seguir é apresentada reconciliação da (receita) despesa dos tributos sobre a renda divulgados e os
 COELBA (*) Aplicações com liquidez sem vencimento pré-determinado. montantes calculados pela aplicação das alíquotas oficiais em 31 de dezembro de 2009 e 2008.
A ANEEL, através da Resolução Homologatória nº. 806, de 14 de abril de 2009, fixou em 9,86% o Controladora
índice médio de reajuste tarifário para a Companhia, sendo 8,44% relativos ao reajuste tarifário anual 13 Tributos e Contribuições Sociais 2009 2008
e 1,42% aos componentes financeiros. O efeito médio a ser percebido pelos consumidores é de 6,03%, IR CSLL IR CSLL
Controladora
sendo 5,58% para os atendidos em baixa tensão (residências e outros) e 6,49% para os de alta tensão Ativo Passivo Lucro contábil antes do imposto de renda e
(indústrias e comércio de médio e grande porte). Terá sua vigência no período de 22 de abril de 2009 Ref. 2009 2008 2009 2008 contribuição social 1.141.771 1.141.771 1.108.265 1.108.265
a 21 de abril de 2010. Imposto de Renda - IR (1) 36.960 38.356 13.773 5.013 Amortização do ágio e reversão da PMIPL
 COSERN Contribuição Social - CSLL (1) 457 444 - 10 Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 1.141.771 1.141.771 1.108.265 1.108.265
A ANEEL, através da Resolução Homologatória nº. 805, de 14 de abril de 2009, fixou em 11,97% o ICMS (2) - - 2 - Alíquota do imposto de renda e contribuição social 25% 9% 25% 9%
índice médio de reajuste tarifário para a Controlada, sendo 9,79% relativos ao reajuste tarifário anual e PIS (3) 4.857 19 11.892 8.212 Imposto de renda e contribuição social às alíquotas
COFINS (3) 36.552 630 54.774 37.916
2,17% aos componentes financeiros. O efeito médio a ser percebido pelos consumidores é de 7,37%, INSS - - 821 101 da legislação 285.443 102.759 277.066 99.744
sendo 6,02% para os atendidos em baixa tensão (residências e outros) e 9,64% para os de alta tensão FGTS - - 14 6 Ajustes ao lucro líquido que afetam o resultado
(indústrias e comércio de médio e grande portes). Terá sua vigência no período de 22 de abril de 2009 IOF 3.328 3.097 226 296 fiscal do período:
a 21 de abril de 2010. ISS 21 - 2 9 (+) Adições
(b.1) Reposicionamento Tarifário Outros 564 25 141 - Amortização Ágio Participação Societária 29.629 10.667 27.990 10.085
 CELPE Total 82.739 42.571 81.645 51.563 Perda de Equivalência Patrimonial - - 4.827 1.746
A ANEEL, através da Resolução Homologatória nº 112, de 2005, complementada pela Resolução Circulante 82.739 42.571 81.645 51.563 JSCP 55.460 19.966 50.261 18.103
Não Circulante - - - -
Homologatória nº 326, de 28 de abril de 2006, definiu o resultado final da primeira revisão tarifária Outras Adições 1.798 646 6.046 2.193
Consolidado
periódica da Companhia, ocorrida em abril de 2005, fixando o reposicionamento tarifário em 23,57% Ativo Passivo Subtotal Adições 86.887 31.279 89.124 32.127
o qual seria aplicado de forma escalonada pelo mecanismo denominado por Delta PB. Assim, foi Ref. 2009 2008 2009 2008 (-) Exclusões
aplicado em 2005 o reposicionamento de 12,5%, e nos reajuste subsequentes aplicado parcela Imposto de Renda - IR (1) 59.490 52.069 49.256 34.453 Equivalência Patrimonial (378.794) (136.366) (367.818) (132.423)
adicional de receita a Parcela B, visando compensar esse diferimento. Nos reajustes de 2006 e 2007 Contribuição Social - CSLL (1) 12.290 6.732 4.044 8.330 Subtotal Exclusões (378.794) (136.366) (367.818) (132.423)
foram incorporadas essas parcelas, restando o recebimento da ultima parcela de tal mecanismo, ICMS (2) 144.188 144.248 182.486 131.408 Imposto de renda e contribuição social no período (6.464) (2.329) (1.628) (552)
PIS (3) 9.298 4.549 26.676 18.988 Imposto de renda e contribuição social no resultado (6.464) (2.329) (1.628) (552)
conforme é reconhecido pela ANEEL. COFINS (3) 60.989 24.978 115.205 77.079
 COELBA INSS 3.130 2.073 7.851 7.960
A ANEEL, por meio da Resolução Homologatória nº 104, de 18 de abril de 2005, homologou o FGTS - - 2.162 1.933 Consolidado
resultado final da primeira revisão tarifária periódica da Companhia, ocorrida em abril de 2003, fixando IOF 3.331 3.099 226 296 2009 2008
o reposicionamento tarifário em 38,78%, aplicável sobre as tarifas vigentes no período anterior à ISS 510 11 3.424 1.227 IR CSLL IR CSLL
referida revisão. REFIS (4) 2.413 2.413 - - Lucro contábil antes do imposto de renda e
Outros 3.487 3.412 26.104 8.324 contribuição social 2.958.339 2.958.339 2.844.422 2.844.422
O prazo de recuperação do ativo regulatório de reposicionamento da revisão tarifária decorrente
Total 299.126 243.584 417.434 289.998 Amortização do ágio e reversão da PMIPL (56.295) (56.295) (58.720) (58.720)
da receita diferida encerrou-se em abril de 2008, com uma perda financeira para a Companhia no Circulante 226.261 167.048 388.937 260.838
montante de R$ 60.231. Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 2.902.044 2.902.044 2.785.702 2.785.702
Não Circulante 72.865 76.536 28.497 29.160
Consolidado Alíquota do imposto de renda e contribuição social 25% 9% 25% 9%
(1) O ativo de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL) antecipados
Ativo Passivo correspondem, principalmente, aos montantes recolhidos, quando das apurações tributárias mensais, Imposto de renda e contribuição social às alíquotas
Saldos em 31 de dezembro de 2008 178.883 - nos termos do artigo 2º da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, além das antecipações de da legislação 725.511 261.184 696.426 250.713
Constituição 49.991 75.419 aplicações financeiras e órgãos públicos, retenção na fonte referente a serviços prestados e saldo Ajustes ao lucro líquido que afetam o resultado
Remuneração 4.500 204 negativo do Imposto de Renda - IR e base de cálculo negativa da CSLL, referente à dezembro de 2008. fiscal do período:
(-) Amortização (180.093) (54.570) O passivo corresponde ao Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre faturas a pagar a (+) Adições
Saldos em 31 de dezembro de 2009 53.281 21.053 fornecedores e folha de pagamento, e nas controladas Coelba e Cosern incluem ainda o IRRF sobre os Amortização Ágio Participação Societária 29.629 10.667 27.990 10.085
Ativo Circulante 53.281 21.053 Juros sobre Capital Próprio, em favor da Neoenergia, depositado em juízo, conforme nota explicativa nº 18. Perda de Equivalência Patrimonial - - 4.604 1.523
Ativo Não Circulante - - (2) O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ativo está composto da seguinte forma: JSCP 55.460 19.966 50.261 18.103
(b.2) Compra de Energia 2009 2008 Juros sobre Obras em Andamento - JOA - 49 - 116
 CELPE Créditos a Receber ICMS CIAP 119.477 92.183 Contribuições e Doações 767 277 1.029 370
Com a entrada em operação, em maio de 2004, da usina termoelétrica Termopernambuco, a Ajuste a Valor Presente (7.076) (10.775) Multas Indedutíveis 1.979 713 1.079 388
Companhia solicitou a ANEEL um reajuste tarifário extraordinário visando à cobertura dos custos Saldo Ajustado 112.401 81.408
Depreciação Veículos Executivos 422 152 408 146
(2.1.) ICMS a recuperar sobre Ativo Permanente (CIAP) decorrente das aquisições de bens destinados
adicionais com a compra de energia. Excesso Despesas Previdenciárias 2.699 972 2.335 841
ao ativo imobilizado, registrado com base na Lei Complementar nº 102, de 11 de julho de 2000, e
Em reunião pública deliberativa, realizada em 8 de novembro de 2004, a diretoria da ANEEL Outras Adições 7.236 3.860 13.262 7.413
ajustado a valor presente conforme Deliberação CVM nº 564, de 17 de dezembro de 2008, que aprova
reconheceu o direito da Companhia ao repasse dos custos adicionais com compra de energia elétrica o Pronunciamento Técnico CPC nº 12. Subtotal Adições 98.192 36.656 100.968 38.985
da Termopernambuco, desde a entrada em operação comercial dessa usina, por meio de constituição (2.2) Diversos créditos de ICMS a recuperar sobre aquisição de energia elétrica à Petrobras, compra (-) Exclusões
de ativo regulatório. de geladeiras para o Projeto de Eficientização Energética, crédito acumulado na exportação adquirido Equivalência Patrimonial (379.208) (136.515) (367.818) (132.423)
Pela Resolução Homologatória nº 112, de 2005 a Diretoria da ANEEL decidiu pelo recebimento em 4 de terceiros conforme dispõe o RICMS art. 17, Incentivo a Cultura-Lei Câmara Cascudo, além do ICMS Reversão da Provisão do Ágio (16.125) (5.805) (16.667) (6.000)
parcelas deste ativo, em que resta apenas a última parcela do Ativo Regulatório da Termopernambuco, antecipado referente à diferença de alíquota nas compras interestaduais. Reversão da PMIPL (11.194) (4.029) (10.847) (3.905)
reconhecido pelo Despacho ANEEL nº 892, de 8 de novembro de 2004. (3) PIS e COFINS a compensar decorrente do regime de apuração não-cumulativo estabelecido pelas Leis nº Incentivo Fiscal SUDENE (315.246) - (300.802) -
(b.3) Valores Tarifários não Gerenciáveis a Compensar da Parcela “A” - CVA 10.637/02 e nº 10.833/03, respectivamente, apuração mensal, as antecipações de órgãos públicos e ajuste Incentivos Audiovisual/Rouanet e PAT (8.915) - (4.460) -
A Portaria Interministerial dos Ministros de Estado da Fazenda e de Minas e Energia nº 25, de 24 de dos créditos provenientes de encargos de depreciação de máquinas e equipamentos e gastos com materiais Outras Exclusões (13.646) (4.422) (2.763) (769)
janeiro de 2002, estabeleceu a Conta de Compensação de Variação de Valores de Itens da “Parcela aplicados na atividade de prestação de serviços, conforme disposto no Parecer SRFB COSIT nº 27/2008. Subtotal Exclusões (744.334) (150.771) (703.357) (143.097)
A” - CVA, com o propósito de registrar as variações de custos, negativas ou positivas, ocorridas no (4) Crédito decorrente do pagamento de parcelas adicionais a título de Recuperação Fiscal (REFIS), Imposto de renda e contribuição social no período 79.369 147.069 94.037 146.601
período entre reajustes tarifários anuais, relativos aos itens previstos nos contratos de concessão de devido a Receita Federal alegar que existe uma diferença entre o valor do débito parcelado consolidado Imposto de renda e contribuição social no resultado 79.369 147.069 94.037 146.601
e o declarado pela Companhia, correspondente às multas moratórias calculadas sobre o IRPJ, CSSL e Regime Tributário de Transição
distribuição de energia elétrica.
FINSOCIAL. Através de Agravo de Instrumento a Companhia obteve a suspensão da exigibilidade do A Medida Provisória nº 449/2008, de 3 de dezembro de 2008 convertida na Lei nº 11.941/09,
Os saldos de ativos e passivos de CVA, segregados por competência, estão assim demonstrados:
crédito tributário e aguarda a decisão do mérito da demanda judicial para proceder à compensação do
Ativo Passivo instituiu o RTT - Regime Tributário de Transição, que tem como objetivo neutralizar os impactos dos
valor pago a maior. Vide nota explicativa nº 33.1 - Contingências Passivas Fiscais.
Não Não novos métodos e critérios contábeis introduzidos pela Lei nº 11.638/07, na apuração das bases de

CVA 23 de março de 2007 a 22 de março de 2008


Circulante circulante
340 -
Total Circulante circulante
340 5 -
Total
5
14 Tributos e Contribuições Sociais Diferidos cálculos de tributos federais.
A aplicação do RTT é opcional para o ano de 2008 e 2009 e obrigatória a partir de 2010 para
CVA 23 de março de 2008 a 22 de março de 2009 41.206 - 41.206 15.367 - 15.367 As controladas Coelba, Celpe, Cosern, Termope, Itapebi e Afluente registraram os tributos e contribuições as pessoas jurídicas sujeitas ao Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (“IRPJ”) de acordo com a
CVA 1 de abril de 2007 a 31 de março de 2008 4.311 - 4.311 1.812 - 1.812 sociais diferidos, calculados sobre a receita de recomposição tarifária extraordinária e energia livre, para
sistemática de lucro real ou de lucro presumido.
CVA 1 de abril de 2008 a 31 de março de 2009 18.749 - 18.749 1.562 - 1.562 o passivo e para o ativo sobre os prejuízos fiscais, bases negativas e diferenças temporárias.
CVA 1 de abril de 2009 a 31 de março de 2010 31.018 10.340 41.358 48.677 16.226 64.903 A Neoenergia registrou os tributos e contribuições sociais diferidos sobre diferenças temporárias. A Neoenergia e suas controladas efetuaram sua opção pela adoção do RTT na Declaração de Informações
CVA 23 de março de 2009 a 22 de março de 2010 8.484 31.576 40.060 27.311 80.163 107.474 Os efeitos financeiros desses tributos e contribuições ocorrerão no momento da realização. O IR é Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica de 2009 (“DIPJ”) ano-calendário 2008 e adicionalmente em 30
Saldos em 31 de dezembro de 2009 104.109 41.916 146.024 94.734 96.389 191.123 calculado à alíquota de 15%, considerando o adicional de 10%, a CSLL, o PIS e a COFINS estão de novembro de 2009 efetuou a elaboração do Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) criado
Saldos em 31 de dezembro de 2008 - - - - - - constituídos, respectivamente as alíquotas de 9%, 1,65% e 7,6%. pela Instrução Normativa nº 949/2009 da Receita Federal do Brasil.
Continua...
...Continuação

15 Fundos Vinculados 21 Investimentos 22 Imobilizado


Consolidado Informações sobre as investidas Por natureza, o valor dos ativos imobilizados consolidados está composto da seguinte forma:
Ref. 2009 2008 Lucro/ 2009 2008
Reclassificado Ações possuídas Participação prejuízo Taxas anuais
BNDES 572 - médias ponderadas Depreciação (-) Obrigações
(em milhares) no capital Capital Patrimônio líquido de depreciação amortização vinculadas Valor Valor
Cauções (1) 71.867 66.444 Investidas Ref. Data-base ordinárias preferenciais integralizado % realizado líquido no período
Outros (2) 4.371 6.252 (%) Custo acumulada à concessão líquido líquido
COELBA 31/12/09 98.122 67.179 87,84 542.163 1.779.543 809.395 Em serviço
Total 76.810 72.696 31/12/08 98.122 67.179 87,84 542.163 1.631.205 814.805 Terrenos 56.189 - - 56.189 44.055
Ativo Circulante 76.653 72.515 CELPE 31/12/09 66.023 864 89,65 590.174 1.412.938 435.525 Edificações, Obras
Ativo Não Circulante 157 179 31/12/08 66.023 864 89,65 590.174 1.308.263 466.314 Civis e Benfeitorias 3,43% 1.268.264 (242.954) - 1.025.310 653.854
(1) Cauções - A Neoenergia S.A. assinou, em agosto de 2008, contrato de compra e venda para COSERN 31/12/09 110.782 31.153 84,45 179.787 585.391 197.165 Máquinas e Equipamentos 4,44% 10.248.580 (3.574.170) (1.896.697) 4.777.713 4.593.565
aquisição das PCH’s Areia e Água Limpa e conforme cláusula contratual foi efetuado depósito em 31/12/08 110.782 31.153 84,45 179.787 551.633 212.344 Veículos 11,43% 63.270 (39.486) - 23.784 88.175
conta caução do preço integral contratado. O contrato de caução deverá ser válido e permanecer em TERMOPE 31/12/09 214.570 - 100,00 214.570 375.748 133.442 Móveis e Utensílios 8,08% 74.064 (46.059) - 28.005 (160.228)
vigor até a data de pagamento do preço e por um prazo mínimo de 2 (dois) anos, a partir da data de 31/12/08 294.570 - 100,00 214.570 345.499 40.554 Outros 109.021 (11.146) - 97.875 17.324
assinatura desse instrumento. Subtotal 11.819.388 (3.913.815) (1.896.697) 6.008.876 5.236.745
TERMOAÇU (1) 31/12/09 290.047 - 23,13 699.737 713.422 10.779 Em curso
(2) Outros - Depósitos efetuados no Banco Bradesco S.A. especificamente para realização da Custódia 31/12/08 290.047 - 25,20 669.997 672.728 2.730 Terrenos 19.455 - - 19.455 15.391
das Garantias e da Liquidação Financeira junto ao CCEE. NC ENERGIA 31/12/09 13.600 - 100,00 13.600 16.320 20.963 Edificações, Obras
31/12/08 13.600 - 100,00 13.600 16.320 27.498 Civis e Benfeitorias 700.342 - - 700.342 776.171
16 Benefício Fiscal - Ágio Incorporado ITAPEBI 31/12/09 44.100 - 42,00 105.000 253.645 139.271 Máquinas e Equipamentos
Veículos
600.353
950
-
-
(234.270) 366.083 173.371
- 950 2.055
31/12/08 44.100 - 42,00 105.000 226.159 109.328
O ágio tem como fundamento econômico a perspectiva de resultados durante o prazo de exploração NEOSERV (2) 31/12/09 1 - 100,00 726 822 1.672 Móveis e Utensílios 907 - - 907 1.741
da concessão e tem origem na aquisição do direito de concessão delegado pelo Poder Público, nos 31/12/08 1 - 100,00 726 904 229 Material em Depósito 134.281 - - 134.281 100.972
termos da alínea b, do § 2º, do artigo 14 da Instrução CVM nº 247, de 27 de março de 1996, com as AFLUENTE (3) 31/12/09 9.812 6.718 87,84 94.000 100.404 28.271 Outros 481.230 - - 481.230 451.429
31/12/08 9.812 6.718 87,84 94.000 98.990 35.550 Subtotal 1.937.518 - (234.270) 1.703.248 1.521.130
alterações introduzidas pela Instrução CVM nº 285 de 31 de julho de 1998. Total 13.756.906 (3.913.815) (2.130.967) 7.712.124 6.757.875
Com o objetivo de evitar que a amortização do ágio afete de forma negativa o fluxo de dividendos aos BAGUARI I (4) 31/12/09 87.133 - 100,00 87.133 83.250 (3.883)
O imobilizado em curso consolidado refere-se, substancialmente, a obras de expansão em andamento
acionistas, foi constituída uma provisão para manutenção da integridade do patrimônio líquido de sua 31/12/08 76.000 - 100,00 76.000 76.000 -
do sistema de distribuição de energia elétrica.
incorporadora (PMIPL), de acordo com o estabelecido na Instrução CVM nº 349, de 6 de março de GOIÁS SUL (5) 31/12/09 109.643 - 100,00 109.643 109.208 (435)
Por atividade, o imobilizado consolidado está constituído da seguinte forma:
2001. 31/12/08 109.643 - 100,00 48.000 48.000 - Consolidado
A amortização do ágio, líquida da reversão da provisão e do crédito fiscal correspondente, resulta em GERAÇÃO C III (6) 31/12/09 133.622 - 100,00 128.566 128.396 (170) 2009 2008
efeito nulo no resultado do exercício e, consequentemente, na base de cálculo dos dividendos mínimos 31/12/08 70.265 - 100,00 70.265 70.265 - (-) Obrigações
AGUAS DA PEDRA (7) 31/12/09 145.557 - 51,00 253.000 250.758 (2.242) Taxas anuais Depreciação vinculadas à
obrigatórios.
31/12/08 145.557 - 51,00 253.000 253.000 - médias ponderadas amortização concessão Valor Valor
Objetivando uma melhor apresentação da situação financeira e patrimonial das controladas nas de depreciação (%) Custo acumulada Subtotal líquida líquido líquido
RIO PCH I (8) 31/12/09 74.166 - 75,00 50.513 101.674 (4.577)
demonstrações contábeis, o valor líquido total de R$ 651.659 (R$ 707.953 em dezembro de 2008), 31/12/08 74.166 - 75,00 50.513 50.513 - Em serviço
que, em essência, representa o crédito fiscal, foi classificado no balanço no ativo circulante e no BAHIA PCH I (9) 31/12/09 49.174 - 100,00 49.174 49.214 805 Geração 3 a 6,8 2.224.388 (371.348) 1.853.040 - 1.853.040 1.362.159
ativo não circulante - realizável a longo prazo como benefício fiscal ágio incorporado, com base na 31/12/08 49.174 - 100,00 161 161 - Transmissão 2,72 100.328 (29.551) 70.777 (15.280) 55.497 67.213
expectativa de sua realização. NEOINVEST 31/12/09 18.400 - 100,00 18.400 18.360 (41) Distribuição 4,46 a 4,82 9.210.777 (3.335.896) 5.874.881 (1.881.417) 3.993.464 3.699.669
Os registros contábeis mantidos para fins societários e fiscais das controladas apresentam contas Comercialização 4,15 a 9,43 44.310 (29.291) 15.019 - 15.019 14.959
31/12/08 1 - 100,00 1 1 - Administração 5,41 a 16,89 239.585 (147.732) 91.853 - 91.853 92.744
específicas relacionadas com ágio incorporado, provisão para manutenção da integridade do patrimônio GARTER 31/12/09 1 - 100,00 1 (10) (10) Subtotal 11.819.388 (3.913.818) 7.905.570 (1.896.697) 6.008.873 5.236.744
líquido e amortização, reversão e crédito fiscal correspondentes, cujos saldos em 31 de dezembro de 31/12/08 1 - 100,00 1 (2) (2) Em curso
2009 e 2008 são como segue: SE NARANDIBA 31/12/09 16.000 - 100,00 16.000 15.990 (10) Geração 1.226.479 - 1.226.479 - 1.226.479 1.250.804
Ágio - incorporado 3.443.491 31/12/08 1 - 100,00 - - - Transmissão 37.539 - 37.539 - 37.539 238
Provisão Constituída (2.272.705) GERAÇÃO CÉU AZUL 31/12/09 1 - 100,00 366 338 (28) Distribuição 636.453 - 636.453 (234.270) 402.183 208.246
Benefício fiscal 1.170.786 31/12/08 1 - 100,00 - - - Comercialização 1.188 - 1.188 - 1.188 3.412
Amortização acumulada (1.361.278) (1) TERMOAÇU Administração 35.862 - 35.862 - 35.862 58.431
Reversão acumulada 898.445 Subtotal 1.937.521 - 1.937.521 (234.270) 1.703.251 1.521.131
A Termoaçu é uma usina termelétrica que tem como acionistas a Neoenergia e a Petrobrás. A energia Total 13.756.909 (3.913.818) 9.843.091 (2.130.967) 7.712.124 6.757.875
Saldos em 31 de dezembro de 2008 707.953 elétrica gerada é destinada a suprir as distribuidoras de energia elétrica do Grupo NEOENERGIA e
Amortização (67.359) A mutação do ativo imobilizado está demonstrada abaixo:
Reversão 11.065 o vapor é usado pela Petrobras para injeção contínua nos seus poços de petróleo, aumentando sua Consolidado
Saldos em 31 de dezembro de 2009 651.659 produção na região. Saldos em Transferências Saldos em
Ativo Circulante 53.474 Em 18 de abril de 2005 foi firmado um Acordo de Acionistas que ratificou a transferência da gestão 2008 Adições Baixas Capitalização Outros 2009
do projeto Termoaçu para a Petrobras, motivo pelo qual essa empresa foi consolidada na Neoenergia Em Serviço
Ativo Não Circulante 598.185 Custo
O ágio está sendo amortizado pelo período remanescente de exploração da concessão, desde junho proporcionalmente ao percentual de participação. O investimento da Neoenergia na Termoaçu Geração 1.669.615 - (7.958) 570.447 (7.716) 2.224.388
de 2000, em 319 parcelas mensais para COELBA, agosto de 2001, em 336 parcelas mensais para continuará sendo avaliado pelo método da equivalência patrimonial. Transmissão 94.025 - - 9.479 (3.176) 100.328
CELPE, dezembro de 2000, em 325 parcelas mensais para COSERN, maio de 2004, 248 parcelas Em 8 de setembro de 2008, em razão de impasse em relação às condições comerciais da Termoaçu, os Distribuição 8.327.706 - (40.478) 918.785 4.764 9.210.777
mensais para TERMOPERNAMBUCO e dezembro de 2006, em 325 parcelas mensais para ITAPEBI acionistas decidiram iniciar procedimento arbitral e firmaram um Acordo de Cooperação, garantindo o Comercialização 42.442 - (1.068) 2.936 - 44.310
e segundo a projeção anual de rentabilidade futura, como determina a Resolução ANEEL nº 195, de início da operação e estabelecendo disposições transitórias até a conclusão do processo. Como parte do Administração 223.153 - (3.369) 14.127 5.673 239.584
7 de junho de 2000 para COELBA, nº 192, de 31 de maio de 2001 para CELPE, nº 474, de 30 de Acordo de Cooperação, foi firmado contrato de locação pela Termoaçu à Petrobras, que deverá explorar, Subtotal 10.356.942 - (52.873) 1.515.773 (455) 11.819.387
(-) Depreciação
novembro de 2000 para COSERN. operar e manter as instalações da Usina. Geração (315.337) (65.252) 1.678 - 7.564 (371.348)
O Despacho nº 2.250, de 20 de dezembro de 2005, alterou a curva autorizada para a amortização As partes acordaram que a decisão do tribunal arbitral deverá retroagir para abranger no cálculo da Transmissão (26.812) (2.739) - - - (29.551)
do ágio na COELBA. condenação o período de vigência do Acordo de Cooperação. Distribuição (2.982.889) (380.262) 30.336 - (3.081) (3.335.896)
A curva autorizada por meio da Resolução ANEEL nº 474, de 30 de novembro de 2000, para a O saldo do investimento líquido é composto como segue: Comercialização (27.483) (2.763) 955 - - (29.291)
amortização dos ágios nas controladas, estão assim composta: Consolidado Administração (130.221) (15.487) 2.668 - (4.690) (147.731)
Curvas de amortização de ágio 2009 2008 Subtotal (3.482.743) (466.503) 35.637 - (207) (3.913.817)
Ano COELBA COSERN CELPE TERMOPE ITAPEBI Ano COELBA COSERN CELPE TERMOPE ITAPEBI Total em serviço 6.874.199 (466.503) (17.236) 1.515.773 (662) 7.905.570
Investimentos - ações 256.983 254.346 Em Curso
2009 0,05250 0,04118 0,04397 0,06640 0,10740 2022 0,03130 0,02666 0,02140 0,01220 0,00986 Ágio 31.737 31.738 Geração 1.252.228 541.279 (38) (565.050) (1.940) 1.226.479
2010 0,04930 0,04133 0,04184 0,05830 0,09702 2023 0,02970 0,02551 0,02045 0,01010 0,00847 (-) Provisão p/ perda (49.186) (43.846) Transmissão 238 46.780 - (9.479) - 37.539
2011 0,04930 0,03983 0,04033 0,05320 0,08710 2024 0,02820 0,02442 0,01860 0,00830 0,00727 Investimento líquido 239.534 242.238 Distribuição 505.750 1.051.692 (1.496) (922.225) 2.732 636.453
2012 0,04750 0,03842 0,03641 0,04640 0,07771 2025 0,02680 0,02336 0,01773 0,00625 A Administração, baseada no plano de negócios do projeto e considerando o atual estágio do processo Comercialização 3.412 1.058 - (3.282) - 1.188
2013 0,04420 0,03705 0,03480 0,04010 0,06660 2026 0,02540 0,02235 0,01690 0,00536 arbitral, não prevê perdas adicionais às já registradas. Administração 58.420 21.498 (28.189) (15.737) (130) 35.862
2014 0,04350 0,03741 0,03342 0,03510 0,05944 2027 0,02138 0,01690 0,00461 Subtotal 1.820.048 1.662.307 (29.723) (1.515.773) 662 1.937.521
(2) NEOENERGIA SERVIÇOS (Antiga TERMO NC)
2015 0,04340 0,03575 0,03202 0,03100 0,05205 2028 0,01476 0,00396 TOTAL IMOBILIZADO 8.694.247 1.195.804 (46.959) - - 9.843.091
2016 0,04180 0,03430 0,02918 0,02630 0,04534 2029 0,00340 Em 8 de novembro de 2001, a Companhia, em sociedade com a NC Energia S.A. constituiu a Termo
As principais taxas anuais de depreciação, de acordo com a Resolução Normativa ANEEL nº 240, de
2017 0,04010 0,03289 0,02798 0,02270 0,02878 2030 0,00292 NC Ltda., que a partir de 12 de julho de 2007 adotou a razão social de Neoenergia Serviços LTDA. - 5 de dezembro de 2006, são as seguintes:
2018 0,03790 0,03153 0,02682 0,02100 0,01883 2031 0,00250 NEOSERV. A Companhia detém em conjunto com a NC Energia 100% do capital total da NEOSERV. Geração (%) Distribuição
2019 0,03680 0,03022 0,02573 0,01820 0,01558 2032 0,00215 (3) AFLUENTE Gerador 3,3 Linhas, Rede e Subestações - Linhas e Subestações -
2020 0,03480 0,02907 0,02335 0,01580 0,01338 2033 0,00185 A Afluente Geração e Transmissão de Energia Elétrica S.A. foi constituída em 31 de agosto de 2005, Tensão < 69 KV (%) Tensão ? 69 KV (%)
2021 0,03280 0,02784 0,02238 0,01380 0,01149 atendendo a segregação de atividades na Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - Coelba Edificação 4,0 Banco de capacitores 6,7 Banco de capacitores 5,0
no processo de desverticalização do setor elétrico brasileiro, determinado pelo Governo Federal e Turbina a Gás 5,0 Chave 6,7 Chave 3,3
17 Estoques em atendimento ao contrato de concessão firmado entre a Coelba e a Agência Nacional de Energia
Grupo Motor-Gerador
Motor de Combustão Interna
5,9 Condutor
6,7 Edificação
5,0 Condutor
4,0 Edificação
2,5
4,0
Elétrica - ANEEL, que anui com a versão patrimonial e consequente transfere a concessão de geração Estrutura 5,0 Estrutura 2,5
Estão classificados neste grupo os materiais e equipamentos em almoxarifado. Comercialização/Administração (%) Regulador 4,8 Regulador 3,5
e transmissão de energia elétrica para uma empresa subsidiária.
Consolidado Móveis e Utensílios 10,0 Religador 4,3 Religador 4,3
2009 2008 A Companhia comunicou, através de fato relevante, publicado em 16 de janeiro de 2009, que os
diretores da Afluente e da Imanisse Participações S.A. (“Imanisse”), ambas controladas pela Neoenergia Edificação 4,0 Transformador 5,0 Transformador de Força 2,5
Estoque total 147.732 114.008 Veículos 20,0 Medidor 4,0 Disjuntor 3,0
Imobilizado em curso - Material em Depósito (133.596) (100.372) S.A., celebraram Protocolo e Justificação de Cisão Parcial da Afluente (“Protocolo de Cisão”), tendo Equipamentos de Informática 10,0
Total 14.136 13.636 por objeto a reestruturação societária da Afluente, mediante a cisão parcial dos ativos e passivos Bens Vinculados à Concessão
relacionados à atividade de transmissão desta Companhia, e à incorporação desta parcela cindida De acordo com os artigos nºs 63 e 64 do Decreto n° 41.019, de 26 de fevereiro de 1957, os bens
18 Depósitos Judiciais pela Imanisse. e instalações utilizados na geração, transmissão, subtransmissão, distribuição e comercialização de
A cisão tem por objetivo permitir a segregação das atividades de geração e transmissão de energia energia elétrica são vinculados a estes serviços, não podendo ser retirados, alienados, cedidos ou dados
Estão classificados neste grupo os depósitos judiciais recursais à disposição do juízo para permitir a elétrica, atualmente exercida pela Companhia (“Reestruturação Societária”). em garantia hipotecária sem a prévia e expressa autorização do Órgão Regulador.
interposição de recurso, nos termos da lei, sem contingência passiva provisionada. Em reunião de Diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, realizada no dia 1º de A ANEEL, através do ofício nº 459/2001 - SFF/ANEEL, de 26/6/2001, autorizou a doação dos
Consolidado dezembro de 2009, foi aprovado o Processo de Cisão da Afluente. direitos emergentes, bens e instalações da concessão em garantia ao cumprimento das obrigações
Ref. 2009 2008 A cisão parcial da Afluente-G, com a absorção da parcela cindida de seu patrimônio pela Afluente-T assumidas pela Companhia e suas controladas no âmbito do financiamento direto, repasse e emissão
Trabalhistas 25.440 24.618 de debêntures.
Cíveis 15.765 13.246 (atual denominação social da Imanisse Participações S.A.) foi submetida à deliberação de seus
Encargos Financeiros
Fiscais: acionistas em 29 de dezembro de 2009 e aprovada em Assembleia Geral Extraordinária de cada uma Em atendimento as disposições contidas na Instrução Contábil nº 6.3.10 item 4 do Manual de
IRRF sobre Juros sobre capital próprio (1) 17.259 16.574 destas companhias. Contabilidade do Serviço Público de Energia Elétrica e a Deliberação CVM nº 193, de 11 de julho de
Outros 59.861 41.571 (4) BAGUARI I 1996, foram transferidos para o ativo imobilizado os seguintes valores:
Outros - 1 A Baguari I Geração de Energia S.A. foi constituída em 11 de janeiro de 2006, com o propósito de 2009 2008
Total 118.325 96.010 participar do Consórcio UHE Baguari, com participação de 51% da Neoenergia, e onde participam Juros contabilizados no resultado 12.158.629 327.285
Ativo Não Circulante 118.325 96.010 também a SPE (49%) formada por CEMIG e Furnas. O Consórcio UHE Baguari é responsável pela (-) Transferências para o imobilizado em curso (10.759.996) (11.985)
(1) As controladas Coelba, Celpe e Cosern acolheram determinação judicial, emanada de Mandado construção e operação da UHE Baguari, empreendimento localizado no rio Doce, no estado de Minas Efeito líquido do resultado 1.398.633 315.300
de Segurança individual impetrado pela Neoenergia S.A. (Guaraniana à época), processo nº Obrigações Vinculadas à Concessão do Serviço Público de Energia Elétrica
Gerais. A energia será gerada através de quatro unidades geradoras, totalizando uma capacidade
2002.5101000216/4, na qual as Companhias foram oficiadas a depositar os valores do imposto As obrigações especiais (não remuneradas) representam as contribuições da União, dos Estados, dos
instalada de 140 MW e energia assegurada de 81,4 MW médios. As obras para a implantação da UHE Municípios e dos Consumidores, bem como as doações não condicionadas a qualquer retorno em favor
de renda retido na fonte - IRRF, incidente sobre os Juros sobre Capital Próprio - JSCP, lançado em se iniciaram em 10 de maio de 2007, e sua entrada em operação comercial ocorreu em 9 de setembro do doador e as subvenções destinadas a investimentos na concessão do serviço público de energia
dezembro de 2001 nas empresas Coelba, Celpe e Cosern, em favor da Neoenergia S.A., que deveriam de 2009. O investimento total previsto é de R$ 527 milhões no projeto, financiado 33% de recursos elétrica na atividade de distribuição.
ser recolhidos à Receita Federal. O referido depósito está atualizado com base na taxa SELIC. próprios e 67% de terceiros, dos quais aproximadamente R$ 269 milhões são de responsabilidade do Estas obrigações foram corrigidas monetariamente até 31 de dezembro de 1995.
A controlada Termopernambuco também mantém, depósito em juízo de R$ 5.621 até o julgamento Grupo Neoenergia. A Resolução Normativa ANEEL nº 234, de 31 de outubro de 2006, estabelece os conceitos gerais, as
final do mérito, referente ao IRRF incidente sobre a fatura de nº 200.000.0087, emitida em outubro (5) GOIÁS SUL metodologias e os procedimentos iniciais para realização do segundo ciclo de revisão tarifária periódica
de 2002, relativo à prestação de serviço da Iberdrola Energia S.A. A Goiás Sul foi criada com o propósito de construir, operar e manter a PCH Goiandira e a PCH Nova e determina que as obrigações especiais sejam amortizadas às mesmas taxas de depreciação do ativo
Os demais depósitos judiciais estão apresentados de forma dedutiva, retificando o saldo das provisões Aurora, ambas localizadas no Rio Veríssimo, Goiás. A energia será gerada através de quatro unidades imobilizado em serviço, usando-se uma taxa média a partir da revisão tarifária. A Companhia adotou o
para contingências passivas a que se referem (vide nota explicativa n° 33.1). procedimento a partir da revisão tarifária ocorrida em 22 de abril de 2008.
geradoras sendo duas para a PCH Goiandira (27 MW) e duas para a PCH Nova Aurora (21 MW). A
energia assegurada total é de 29,47 MW médios, sendo 17,09 MW médios para Goiandira e 12,37 A composição das obrigações é a seguinte:
19 Despesas Pagas Antecipadamente
MW médios para Nova Aurora. As obras para a implantação das PCHs se iniciaram em 31 de julho de
Consolidado
2009 2008
Consolidado 2007. A previsão para entrada em operação comercial das PCHs da Nova Aurora e de Goiandira está Reclassificado
Ref. 2009 2008 prevista para abril de 2010. O investimento previsto é de R$ 246 milhões que serão financiados com Participação da União 1.106.406 1.014.097
Encargos Financeiros (1) 38 3.814 61% de recursos de terceiros e 39% de recursos próprios. Participação dos Estados 259.492 236.834
Prêmio seguro (2) 6.866 1.981 (6) GERAÇÃO C III Participação dos Municípios 33.854 33.748
PIS/COFINS Cumulatividade (3) 6.066 - Participação do Consumidor 446.913 422.480
A Geração C III S.A. foi constituída com o propósito de participar do Consórcio Empreendedor Corumbá Outras Subvenções 284.302 266.953
Copergás - Take or Pay (4) 7.502 6.271 III, com a participação de 60%, onde também participam do consórcio a Companhia Energética de Total 2.130.967 1.974.112
Adiantamento a Fornecedores - 32.622 Brasília (CEB) e a Companhia Energética de Goiás (CELG). O Consórcio Empreendedor Corumbá A mutação das obrigações especiais das controladas Coelba, Celpe, Cosern e Afluente é a seguinte:
Outros 3.148 6.106 Saldos em Saldos em
IIII é responsável pela construção e operação da UHE Corumbá III, empreendimento localizado
Total 23.619 50.794 2008 Adições Baixas Transferências 2009
Ativo Circulante 22.944 17.548 no rio Corumbá, no Estado de Goiás. A energia será gerada através de duas unidades geradoras,
totalizando uma capacidade instalada de 93,6 MH e energia assegurada de 50,9 MW médios. As Em serviço
Ativo Não Circulante 676 33.246 Custo
(1) Refere-se à emissão de debêntures de longo prazo, e os custos envolvidos no processo de colocação obras para implantação da UHE se iniciaram em 31 de agosto de 2007, e sua entrada em operação Transmissão (5.440) (9.840) - - (15.280)
desses títulos no mercado estão sendo apropriados ao resultado proporcionalmente aos prazos de comercial ocorreu em 24 de outubro de 2009. O investimento total previsto é de R$ 426 milhões, Distribuição (1.720.829) (40.933) 4.630 (262.250) (2.019.382)
vencimento das debêntures pela Controlada Celpe. financiado numa proporção de 59% de recursos de terceiros e 41% de recursos próprios, dos quais Subtotal (1.726.269) (50.773) 4.630 (262.250) (2.034.662)
(2) Refere-se à cobertura de seguros de riscos patrimoniais da Controlada Termopernambuco posssui aproximadamente R$ 255 milhões são de responsabilidade do Grupo Neoenergia. (-) Amortização
(7) ENERGÉTICA ÁGUAS DA PEDRA (DARDANELOS) Distribuição 49.661 88.304 - - 137.965
para suas estruturas civis e equipamentos eletromecânicos, incluindo (mas não estando limitado) nesse Subtotal 49.661 88.304 - - 137.965
programa as coberturas de quebra de máquinas, honorários de peritos, remoção de escombros, erros A Neoenergia adquiriu no leilão de energia nº 004/06, promovido pela Agência Nacional de Energia Total em Serviço (1.676.608) 37.531 4.630 (262.250) (1.896.697)
e omissões, medidas de salvaguarda, recomposição de registros e documentos, despesas de combate Elétrica (ANEEL) no dia 10 de outubro de 2006, a concessão para construção da Usina Hidrelétrica Em curso
a incêndios, despesas extraordinárias e lucros cessantes. Possui também cobertura de seguros para (UHE) de Dardanelos, no rio Aripuanã, no estado do Mato Grosso. Distribuição (297.504) (223.310) 175 286.369 (234.270)
terrorismo e responsabilidade civil, incluindo danos morais, guarda de veículos de terceiros e poluição O novo negócio foi conquistado pelo Consórcio Aripuanã, formado pela Neoenergia, Companhia Subtotal (297.504) (223.310) 175 286.369 (234.270)
súbita e acidental. Hidroelétrica do São Francisco (CHESF), ELETRONORTE, e pela Construtora Norberto Odebrecht Total (1.974.112) (185.779) 4.805 24.119 (2.130.967)
(3) Refere-se a Lei nº 10.438, de 26 de abril de 2002, art. 3º, instituiu o PROINFA, com o objetivo (CNO). Posteriormente a Neoenergia assumiu a investimento da CNO, ampliando sua participação no Comodato
de aumentar a participação da energia elétrica produzida por empreendimentos de Produtores Consórcio para 51%. As controladas COELBA, CELPE e COSERN possuem contratos de cessão de edificação em comodato,
conforme demonstrados abaixo:
Independentes Autônomos, concebidos com base em fontes eólicas, pequenas centrais hidrelétricas e De acordo com o cronograma de construção está prevista a entrada em operação para o primeiro Consolidado
biomassa, no Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN. semestre de 2010. 2009 2008
A Resolução Homologatória ANEEL nº 567, de 27 de novembro de 2007, estabeleceu, para o ano (8) RIO PCH I Valor Contábil
de 2008, as quotas de custeio e as de energia elétrica referentes ao PROINFA, e a Controlada Celpe A Rio PCH I foi constituída em 26 de janeiro de 2007, onde a Neoenergia tem participação majoritária Depre- Depre-
efetuou os registros contábeis decorrentes. em 75% e os 25% restantes pertencem à Performance Centrais Hidrelétricas Ltda., onde estão Bens Razão Custo ciação Custo ciação
(4) Refere-se ao saldo remanescente das quantidades pagas e não retiradas de gás, as quais a implantadas as Pequenas Centrais Elétricas de Pirapetinga (20MW) e Pedra do Garrafão (19 MW), COELBA
Termopernambuco poderá recuperar durante a vigência do contrato, até o último mês do sétimo ano Edifício Sede (Parcial) Cessão de espaço para serviços de conveniência 785 (785) 785 (785)
no rio Itabapoana, divisa dos estado do Rio de Janeiro e Espírito Santo. A PCH Pirapetinga iniciou as Cessão de espaço para ODEBRECHT 21 (13) 21 (12)
seguinte ao da apuração da quantidade paga e não retirada. operações por intermédio do acionamento de suas turbinas de 10.000 kW cada, totalizando 20.000 Cessão de espaço oara Lanchonete Café Coelba 261 (32) 261 (22)
kW, no mês de agosto de 2009. No mês de setembro de 2009 entraram em operação as duas turbinas Edificação - Usina Ruy Barbosa Cessão de espaço para Sec. Meio Ambiente 5 (5) 5 (5)
20 Outros Créditos de 9.500 kW, totalizando 19.000 kW, da PCH Pedra do Garrafão. Neste momento, a Rio PCH I passou Edificação Almoxarifado de Bonfim Cessão de espaço para Prefeitura de Sr. do Bonfim 24 (16) 24 (14)
a operar com o total de sua capacidade instalada, que é de 39 MW e sua energia assegurada é de Edificação Antiga Usina Morro
Controladora Consolidado do Chapéu Cessão de espaço para Prefeitura de Morro do Chapéu 262 (175) 262 (165)
Ref. 2009 2008 2009 2008 25,1 MW/ano. Edificação Antigo Escritório Itapebi Cessão de espaço para Prefeitura de Itapebi 5 (4) 5 (4)
Reclassificado (9) BAHIA PCH I Edificação Escritório Palmeiras Cessão de espaço para sede do IBAMA 117 (26) 117 (21)
Subvenção à baixa renda - tarifa social (1) - - 90.985 110.867 A Bahia PCH I foi criada com o propósito de construir, operar e manter a Pequena Central Hidrelétrica Edificação Edf. Suerdick 9º e
Adiantamentos a Empregados 119 95 9.766 8.375 (PCH) Sítio Grande, localizada no Rio das Fêmeas, município de São Desidério - BA. A energia será 10º andar Cessão de espaço para Projeto Axé 790 (584) 790 (555)
Adiantamentos a Fornecedores 139 25 36.629 13.050 gerada através de duas unidades geradoras que terão potência instalada de 25 MW. Sua licença de Edificação PAP Cachoeira Cessão de espaço para Prefeitura de Cachoeira 207 (138) 207 (130)
Serviços Prestados a Terceiros - - 10.040 6.674 instalação foi obtida em 3 de agosto de 2007 e sua entrada em operação comercial está prevista para Edificação PAP Jaguaquara Cessão de espaço para Prefeitura de Jaguaquara 69 (46) 69 (43)
Encargos CBEE - - 550 1.529 Edificação Almoxarifado
Julho de 2010, com venda de energia à partir de dezembro de 2009 para sustentar o lastro do início de Candeias Cessão de espaço para Prefeitura de Candeias 15 (10) 15 (10)
RGR a compensar - - 4.083 6.337 do período de suprimento, conforme contrato bilateral. O investimento no empreendimento é da ordem Edificação Escritório Itaquara Cessão de espaço para Prefeitura de Itaquara 69 (1) 69 (1)
Precatório - Finsocial (2) - - 12.986 11.718 Edificação Escritório Central Cessão de espaço para Prefeitura de Central 248 (73) 248 (73)
de R$ 169 milhões, financiados em uma proporção de 59% para recursos de terceiros e 41% para
Entidade de previdência privada - - - 51 Edificação Clube da Adelba Cessão de espaço para Adelba 2.729 (1.720) 2.729 (1.611)
Desativações em Curso - - 13.987 12.260 recursos próprios.
Apresentamos abaixo a movimentação do saldo de investimentos: Edificação Escritório Brejões Cessão de espaço para Prefeitura de Brejões 58 (14) 58 (12)
Dispêndios a Reembolsar em Curso (3) - - 20.367 13.334 Edificação Amoxarifado/Papelaria Cessão de espaço para EBAL 163 (163) 163 (163)
Adiantamentos 11.100 - 27.091 15.806 Saldos em Saldos em Edificação Amoxarifado/Papelaria Cessão de espaço para Escola Geraldo Tavares 33 (33) 33 (33)
MCSD EX Post (4) - - 12.338 - 31 de dezembro Aumento Perda de Equivalência Amortização Dividendos 31 de dezembro Edificação Cidade Baixa Cessão de espaço para sede do CRA 94 (27) 94 (23)
Outros créditos a receber 1.591 49 26.171 21.357 de 2008 de capital Capital patrimonial de ágio e JSCP de 2009 CELPE
Total 12.949 169 264.993 221.358 COELBA 1.963.458 - - 714.673 (38.625) (583.228) 2.056.278 Edifício Sede (Parcial) Cessão de espaço para serviços
Ativo Circulante 318 154 231.442 199.347 CELPE 1.756.452 - - 390.431 (42.918) (296.477) 1.807.488 de conveniência 40 (34) 45 (41)
Ativo Não Circulante 12.631 15 33.551 22.011 COSERN 702.950 - - 166.510 (16.112) (137.879) 715.469 Cessão de espaço para agência Banco do Brasil 135 (114) 153 (141)
(1) O Governo Federal, através da Lei nº 10.438 de 26 de abril de 2002, determinou a aplicação da TERMOPE 386.800 - - 133.442 (5.727) (103.194) 411.321 Almoxarifado Central (Parcial) Cessão de espaço para escritório da Amara do Brasil 108 (58) 82 (54)
ITAPEBI 131.624 - - 58.494 (3.791) (46.949) 139.378 Almoxarifado Central Cessão de veículos/empilhadeiras para escritório da
tarifa social de baixa renda, com impacto significativo na receita operacional das controladas Coelba,
AFLUENTE 86.832 - - 25.000 - (23.639) 88.193 Amara do Brasil Ltda. 63 (63) 63 (63)
Celpe e Cosern. Cessão de móveis e utensílios para escritório da
Por meio do Decreto Presidencial nº 4.538, de 23 de dezembro de 2002, foram definidas as fontes BAGUARI I 76.000 11.133 - (3.882) - - 83.251
Amara do Brasil Ltda. 106 (104) 106 (104)
para concessão de subvenção econômica com a finalidade de contribuir para a modicidade da tarifa GOIÁS SUL 48.000 61.643 - (435) - - 109.208 COSERN
TERMOAÇU 242.237 - (5.340) 2.637 - - 239.534 Almoxarifado Central Administração de almoxarifado 673 (400) 673 (374)
de fornecimento de energia elétrica aos consumidores finais integrantes da subclasse residencial baixa
NEOSERV - - - 19 - (15) 4 Total 7.080 (4.638) 7.077 (4.459)
renda, decorrente dos novos critérios estabelecidos no art. 1º da Lei nº 10.438, de 26 de abril de
GERAÇÃO CIII 70.265 58.301 - (170) - - 128.396 Plano Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica
2002, e conforme o estabelecido no art. 5º da Lei nº 10.604, de 17 de dezembro de 2002. RIO PCH I 48.314 43.198 - (3.433) - - 88.079
(2) Precatórios Federais expedidos em julho de 2003 pela Controlada Coelba, em favor da Companhia, A ANEEL, por meio da Resolução nº 223, de 29 de abril de 2003 e alterações posteriores, estabeleceu
AGUAS DA PEDRA 129.030 - - (1.143) - - 127.887 as condições gerais para elaboração dos Planos de Universalização de Energia Elétrica visando
no valor de R$ 18.776, com expectativa de realização do saldo, que depende de aprovação em Lei de NC ENERGIA 16.320 - - 20.963 - (20.963) 16.320 o atendimento de novas unidades consumidoras. A Lei nº 10.762 de 11 de novembro de 2003
Orçamento Anual - LOA, em 10 (dez) prestações anuais, iguais e sucessivas, com acréscimo de juros BAHIA PCH I 161 48.248 - 805 - (765) 48.449 alterou a prioridade de atendimento aos municípios dando ênfase aos municípios com menor índice
legais, já tendo sido liberadas as cinco primeiras parcelas anuais. SE NARANDIBA - 16.000 - (9) - - 15.991 de eletrificação e de desenvolvimento humano (IDH), limitando esses atendimentos a apenas novas
(3) Referem-se a gastos efetuados em obras de construção/instalação do padrão de entrada e do kit de GERAÇÃO CÉU AZUL - 365 - (22) - - 343 unidades, ligadas em baixa tensão (inferior a 2,3 KV), com carga instalada de até 50 KW.
baixa renda do Programa Luz para Todos, a serem reembolsáveis pelos beneficiários. NEOINVEST. - 18.400 - (40) - - 18.360  COELBA
(4) Valores a receber oriundos de alocação das sobras de energia no Mecanismo de Compensação GARTER - - - (6) - - (6) Em 2009, a Companhia investiu R$ 104.019 no Programa de Universalização Urbana e Rural,
de Sobras e Déficits (MCSD) Ex Post. Estes valores estão contabilizados com base em estimativa da PCH ALTO RIO GRANDE - - - - - - - (R$ 89.665 em 31 de dezembro de 2008), não abrangidos pelo Programa Luz para Todos, interligando
Administração e serão realizados no primeiro trimestre de 2010. TOTAL 5.658.443 257.288 (5.340) 1.503.834 (107.173) (1.213.109) 6.093.943 193.308 novos consumidores (202.009 em 2008) ao sistema de distribuição.
Continua...
...Continuação
 CELPE
No período 2004-2009 cerca de 820 mil (*) novas ligações foram realizadas na área de concessão
25 Investimento Remunerável
Fonte
Data de
assinatura Moeda Objetivo Juros Vencimento
da Celpe, assegurando a universalização do serviço público de energia elétrica nos 186 municípios do BNB II 27/11/06 R$ Investimentos nos sistemas de linhas e redes 10% a.a. 2014
O investimento remunerável, constituído pelo Ativo Imobilizado em Serviço - AIS líquido, Ativo Intangível
BNB III 30/11/07 R$ Investimentos nos sistemas de linhas e redes TJLP + 3,21% a.a. 2022
Estado de Pernambuco. Líquido, Obrigações Especiais e Estoque, sobre o qual foi calculada a remuneração, bem como o AIS BNB IV 27/06/08 R$ Investimentos nos sistemas de linhas e redes 10% a.a. 2016
(*) Informação não auditada. bruto que gerou a cota de depreciação, que fazem parte da Parcela “B” da Receita Requerida - RR da BNB V 22/08/08 R$ Melhoramento em Redes de Transmissão e
 COSERN Concessão, homologada pela Resolução Homologatória ANEEL nº 112, de 9 de maio de 2005, pela Distribuição 10% a.a. 2016
Apesar da Resolução nº 175/2005-ANEEL, de 28 de novembro de 2005, ter estabelecido o ano de 2008 como nº 638, de 17 de abril de 2008, já estariam atualizados pelo IGPM nos reajustes tarifários anuais já BNDES 30/06/05 R$ Construção Usina 6,625% a.a.
prazo máximo para atingir a universalização, foi identificada uma grande quantidade de unidades consumidoras ocorridos, estariam assim formados: acima da TJLP
2015
no meio rural sem acesso aos serviços de distribuição de energia elétrica na área de concessão da COSERN. Revisão BNDES 15/11/03 R$
Construção Usina TJLP+4,25 e 4,5% a.a.
2013
Revisão definitiva BNDES 30/11/07 R$
Construção Usina TLP + 2,27%
2024
Baseado nesse fato que também é comum a outras concessionárias, foi publicada, em 19 de maio de 2009, BNDES 30/06/08 R$
Construção Usina TJLP + 1,91%
2023
provisória retroativa Reajuste Reajuste
a Resolução nº. 365/2009-ANEEL alterando a Resolução nº 175/2005-ANEEL e estabelecendo metas de abril/2008 abril/2009 abril/2009 abril/2006 BNDES 20/12/07 R$
Financiamento para construção da Usina TJLP + 2,19% a.a.
2026
universalização, no âmbito do Programa Luz para Todos - PLPT, para as concessionárias e permissionárias Ativo Imobilizado em Serviço Bruto 11.829.379 12.585.495 12.926.195 2.497.034 BNDES 07/10/08 R$
Construção Usina TJLP + 1,81% a.a.
2027
para o biênio 2009-2010. Nesse sentido, a COSERN e a ELETROBRÁS assinaram mais um contrato para a (-) Depreciação Acumulada - 46,88% (5.489.608) (5.776.153) (6.269.008) (1.111.483) BNDES 07/08/08 R$
Construção Usina TJLP + 2,28% a.a.
2024
execução de uma nova etapa do PLPT, estendendo sua conclusão para o final de 2009. (-) Obrigações Vinculada ao SPEE (1.840.317) (1.954.306) (1.977.831) (85.470) BNDES 07/08/08 R$
Construção da Usina TJLP + 2,28%
2024
Ativo Imobilizado em Serviço Líquido 4.499.454 4.855.036 4.679.356 1.300.081 BNDES 5 FINEM 09/06/05 R$
Expansão/Melhoramento de Redes TJLP + 5% a.a.
2010
Considerando a execução da PLPT até 31 de dezembro de 2009, a Cosern investiu cerca de R$
(+) Almoxarifado 10.413 12.908 12.896 4.785 BNDES 6 FINEM (A) 01/12/06 R$
Expansão/Melhoramento de Redes TJLP + 4,3% a.a.
2011
296 milhões, (RS 262 milhões até 2008) e interligando um total de 316.471 novos consumidores BNDES 6 FINEM (B) 01/12/06 R$
Expansão/Melhoramento de Redes TJLP + 4,3% a.a.
2012
Investimento Remunerável
(306.821 até 2008) ao seu sistema de distribuição. BNDES 6 FINEM (C) 01/12/06 R$
Expansão/Melhoramento de Redes TJLP + 4,3% a.a.
2013
(Base de Remuneração) 4.509.867 4.867.944 4.692.252 1.304.866
Programa Luz para Todos (+) Investimento previsto no Xe 217.555 371.259 797.659 - BNDES EMERGENCIAL 08/02/02 R$
Programa Emergencial de Redução do
O Decreto Presidencial nº 4.873, de 11 de novembro de 2003, alterado pelo Decreto nº 6.442, de 25 Investimento Total Remunerável na Tarifa 4.727.422 5.239.203 5.489.911 1.304.866 Consumo de Energia Elétrica SELIC + 1% a.a. 2009
de abril de 2008, institui o Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica BNDES/Emergencial 14/02/02 R$ Emergencial de Redução do Consumo de
Bens 100% depreciados 865.023 1.254.955 1.341.796 (99.018)
Energia Elétrica SELIC + 1% a.a. 2010
- “LUZ PARA TODOS”, destinado a propiciar, até o ano de 2010, o atendimento em energia elétrica Variação do IGPM (RH ANEEL/Reajuste
BNDES/FINEM 23/09/05 R$ SubTransmissão e Distribuição de Energia Elétrica TJLP + 5% a.a. 2010
à parcela da população do meio rural brasileiro que ainda não possui acesso a esse serviço público. Tarifário nº 806 de 14/04/2009) 0% 9,10% 15,44% 0,36% BNDES/FINEM 04/10/06 R$ SubTransmissão e Distribuição de Energia Elétrica TJLP + 4,30% a.a. 2011
As controladas são signatárias dos contratos abaixo relacionados, com as seguintes especificações: Cota de Depreciação - Taxa média Anual - 4,56% 4,86% 4,57% 4,57% 0% BNDES/FINEM 12/12/07 R$ SubTransmissão e Distribuição de Energia Elétrica TJLP + 3,30% a.a. 2012
 COELBA - Contratos: 1ª Tranche - ECFS 013/2004 e 11/SEINFRA/04 assinados em 30/06/04 e 04/10/04, BNDES/FINEM 10/11/09 R$ SubTransmissão e Distribuição de Energia Elétrica TJLP + 2,12 aa TJLP +
2ª Tranche - ECFS 095/2005 e 12/SEINFRA/06 assinado em 03/10/05, 3ª Tranche - ECFS 153/2006 26 Análise do Valor de Recuperação dos Ativos 3,12% a.a. 4,50% aa 2015
assinado em 03/08/06, 4ª Tranche - ECFS 185/2007 assinado em 06/08/07, 5ª Tranche - ECFS 239/2008 CEF/COHAB Diversos R$ Eletrificação Conj. Habitacional TR+2 a 5,5% a.a. 2014
A Companhia avaliou o valor de recuperação do seu ativo em uso com base no valor presente do fluxo ECF 0018 UFIR 01/07/04 R$ Universalização UFIR+6% a.a. 2016
e 015/SEINFRA/08 assinado em 03/09/2008 e a 6ª Tranche - ECFS 277/2009 assinado em 23/11/2009.
de caixa futuro estimado e nas premissas relacionadas abaixo. ECF 0115 UFIR 17/11/05 R$ Universalização UFIR+6% a.a. 2016
 CELPE - Contratos: 1ª Tranche - ECFS 018/2004 assinado em 02/06/04, 2ª Tranche - ECFS
Os valores alocados a estas premissas representam a avaliação da Administração sobre as tendências ECF 0115 UFIR 17/11/05 R$ Universalização UFIR+6% a.a. 2017
115/2005 assinado em 08/11/05 e 3ª Tranche - ECFS 223/2008 assinado em 22/09/2008. ECF 1348 FINEL 03/10/95 R$ Transmissão FINEL+8,5% a.a. 2009
futuras do setor elétrico e são baseadas tanto em fontes externas de informações como dados históricos.
Os dois primeiros contratos firmados com a Eletrobrás (ECFS 0018/2004 e ECFS 0115/2005), para a Os fluxos de caixa foram projetados com base nos resultados operacionais e projeções da Companhia ECF 1983 UFIR 11/02/00 R$ Eletrificação Rural UFIR+6% a.a. 2012
implementação do Programa Luz para Todos - LPT na área de concessão da Companhia, possibilitaram até o término da concessão, tendo como principais premissas: ELETROBRÁS 1994 a 2007 R$ Expansão das Linhas e Redes de Distribuição e
a realização de 7.260 ligações no ano 2004, 23.114 no ano 2005 e 37.463 no ano 2006.  Crescimento orgânico compatível com os dados históricos e perspectivas de crescimento da economia Luz para Todos 5% a.a e 6,5% a.a. 2019
Além do quantitativo de ligações LPT acima informados, a Companhia investiu cerca de R$ 99,5 milhões brasileira; e ELETROBRÁS 1999 a 2008 R$ Expansão das Linhas e Redes de Distribuição e
 Taxa média de desconto obtida através de metodologia usualmente aplicada pelo mercado, levando Luz para Todos 5% a.a. 2020
na realização de 25.125 ligações rurais no ano de 2008 e, no quarto trimestre de 2009 fez investimentos ELETROBRÁS Diversos R$ Expansão de linhas e redes de distribuição, linhas de
da ordem de R$ 2,5 milhões (R$ 35 milhões em 2009) na implementação de mais 451 ligações (8.818 em consideração o custo médio ponderado de capital.
transmissão e aquisição de medidores 6 a 9 % a.a. 2018
em 2009), todas elas reconhecidas no terceiro contrato firmado com a Eletrobrás (ECFS 223/2008). O valor recuperável destes ativos supera seu valor contábil, e, portanto, não há perdas por desvalorização FINEP 23/12/04 R$ Investimento em Distribuição e Eficiência Energética TJLP + 5% a. a. 2011
Em 31 de dezembro de 2009, a companhia realizou análise de recuperação dos seus ativos a serem reconhecidas. FINEP 23/12/04 R$ Pesquisa e Desenvolvimento TJLP + 4% a.a. 2011
imobilizados, conforme descrito na nota nº 26. FINEP 23/12/04 R$ Otimização e desempenho da rede de distribuição e
 COSERN - Contratos: 1ª Tranche - ECFS 003/2004 assinado em 16/06/04, 2ª Tranche - ECFS
27 Fornecedores programas comunitários TJLP + 5% a.a. 2011
FINEP 14/10/09 R$ Pesquisa e Desenvolvimento (TJLP-6%) + 5% a a. 2018
119/2005 assinado em 09/11/05, 3ª Tranche - ECFS 148/2006 assinado em 27/06/06, 4ª Tranche A Composição do saldo em 31 de dezembro de 2009 e 2008 é como segue: FINEP 14/10/09 R$ Projeto de Inovação TJLP + 5% a.a. 2018
- ECFS 229/2008 assinado em 21/08/2008 e 5ª Tranche ECFS 225/2008 assinado em 26/05/08. Consolidado KFW 1 29/05/96 EURO Distribuição Rural/Ses/Lts 2% a.a. 2026
Consolidado 2009 2008 KFW 2 29/05/96 EURO Distribuição Rural/Ses/Lts 4,5% a.a. 2016
Total em Fornecedores de Energia Elétrica: TÍTULOS EXTERNOS 28/12/05 US$ Investimentos em Distribuição Libor + 1% a.a. + vc 2013
2009 CHESF 38.643 62.251 Para alguns empréstimos foram dadas garantias de receita própria, notas promissórias, aval da Neoenergia
PARTICIPAÇÕES CCEE 13.998 71.159 S.A., imóveis administrativos, fiança bancária, aplicações financeiras vinculadas (contas reservas).
Parcela subvencionada (Eletrobrás CDE) 1.943.109 CEEE 12.408 8.590 O total devido em moeda nacional e em moeda estrangeira do consolidado desdobra-se da seguinte forma:
Parcela financiada (Eletrobrás RGR) 370.269 CESP 28.493 24.007 Consolidado
Parcela financiada pelo Estado 250.407 CEMIG GERAÇÃO 17.455 9.472 2009 2008
Parcela financiada (Município) 9.666 COPEL GERAÇÃO 18.280 13.521 Moeda nacional R$ % R$ %
Parcela Controladas (C) 902.804 DUKE 5.498 4.849 Juros pré-fixados 538.985 19,2 493.356 19,1
Total do Programa (A) 3.476.255 ELETRONORTE 17.259 15.435 UFIR 320.970 11,4 336.168 13,0
EMAE 1.319 475 FINEL - - 147 -
INGRESSOS DE RECURSOS IGP-M 32.729 1,2 39.253 1,5
ENERGEST 1.604 486
Eletrobrás (CDE) 1.275.544 ENERTRADE - 2.115 TJLP 1.884.055 67,0 1.651.976 64,1
Eletrobrás (RGR) 271.390 ENGUIA 637 224 TR 85 - 145 -
Pelo Estado 188.069 FURNAS 62.788 55.208 SELIC 33.272 1,2 56.828 2,2
Municípios 9.666 LIGHT 4.443 4.142 Total 2.810.096 2.577.873
Ingresso realizado (B) 1.744.669 CPFL 2.238 2.055 Principal 2.792.657 2.563.127
DIFERENÇA ENTRE O REALIZADO E O CONTRATADO/GLOSA PETROBRAS 27.994 1.679 Encargos 17.439 14.746
Eletrobrás (100.088) TERMORIO 801 -
Estado (22.258) USINA XAVANTES 75 261 Consolidado
Total Glosas (D) (122.346) UTE DAIA 138 (98) 2009 2008
UNIÃO 616 1.089 Moeda de Moeda de
GASTOS INCORRIDOS
VOTENER 804 1.116 Moeda estrangeira origem R$ % origem R$ %
Gastos Incorridos (CDE, RGR, Estado e Controladas) 2.414.294 Dólar norte-americano 186.072
323.985 97,1 143.316 336.136 96,2
Pagamentos a Eletrobrás 39.781 TRACTEBEL 13.647 492
FONTES ALTERNATIVAS 11.507 10.992 Euro 3.791
9.506 2,9 - 13.228 3,8
Total dos gastos 2.454.075 Total 333.491 349.364
COLIGADAS
BALANÇO Principal 333.451 349.252
TERMOPERNAMBUCO - 9.656
Total a receber do programa (A-C+D) 2.451.105 Encargos 40 112
ITAPEBI 281 22.792
Ingressos realizado (B) 1.744.668 AFLUENTE 618 2.644 As principais moedas e indexadores utilizados para atualização dos empréstimos e financiamentos
Ingressos a realizar 706.437 NC ENERGIA - 3.473 tiveram as seguintes variações nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e 2008:
NÚMERO DE LIGAÇÕES COELBA 3 142 Variação %
Ligações em execução (E) 514.754 TERMOAÇU 9.831 18.147 Moeda/indexador 2009 2008
Percentual de avanço físico 84,5% EURO (22,57) 24,13
IBERDROLA 831 594
Dólar norte-americano (25,49) 31,94
Ligação a contratar (F) 94.471 Iberdrola Energia do Brasil - 653 IGP-M (1,71) 9,81
Ligação a contratar (G) 8.055 Iberdrola Generacion 117 117 FINEL (0,35) 1,90
Ligações totais do programa (E+ F) 609.225 Outros 18.090 23.648 TJLP 6,12 6,25
Subtotal 310.416 371.386 CDI 9,88 12,38
23 Intangível Encargos de Uso da Rede
Materiais e Serviços
35.080
235.995
38.758
223.162
SELIC
TR
11,99
0,71
12,48
1,63
Por natureza, o intangível consolidado está constituído da seguinte forma: Total 581.491 633.306 Os vencimentos das parcelas a longo prazo são os seguintes:
Passivo Circulante 573.263 581.978 Consolidado
Consolidado
Passivo Não Circulante 8.228 4.174 2009 2008
2009 2008
2010 - 479.752
Taxas anuais
médias ponderadas Amortização Valor Valor
28 Empréstimos, Financiamentos e Encargos 2011 515.912 455.376
2012 472.814 402.776
de amortização (%) Custo acumulada líquido líquido Consolidado 2013 315.172 244.026
Em serviço Encargos Principal Total 2014 238.930 216.493
Faixas de Servidões 26.683 (530) 26.153 26.332 Composição da dívida da dívida Circulante Não circulante 2009 2008 Após 2014 1.077.678 574.388
Direito de Uso de Softwares 20 274.754 (235.293) 39.461 45.950 Moeda nacional Total 2.620.506 2.372.812
Outros 1.249 (525) 724 409 União - BNDES/Eletrobrás 300 7.416 29.817 37.533 12.235 A mutações de empréstimos e financiamentos é a seguinte:
Subtotal 302.686 (236.348) 66.339 72.691 União - BNDES/ Eletrobrás líquido dos custos Consolidado
Em curso de transação 300 7.416 29.817 37.533 12.235 Moeda nacional Moeda estrangeira
Faixas de Servidões 4.540 - 4.540 1.460 Banco do Nordeste 153 10.923 166.281 177.357 132.032 Passivo Não Passivo Não Total
Direito de Uso de Softwares 20 289.232 - 289.232 178.297 (-) Custos de transação - Banco do Nordeste - - (7) (7) - circulante circulante circulante circulante líquido
Banco do Nordeste líquido dos custos de transação 153 10.923 166.274 177.350 132.032 Saldos em 31 de dezembro de 2008 405.007 2.172.839 1.361 344.907 2.924.114
Outros 14.221 - 14.221 -
BNB 839 59.585 306.458 366.882 390.208 Ingressos 89.685 584.892 (29) - 674.548
Subtotal 307.993 - 307.993 179.757 Encargos 151.559 45.743 8.260 - 205.562
(-) Custos de transação - BNB - (519) (1.463) (1.982) (2.507)
Ágio por expectativa de BNB líquido dos custos de transação 839 59.066 304.995 364.900 387.701 Variação monetária e cambial 194 800 (6.839) (88.477) (94.322)
rentabilidade futura - Goodwill 2.264.757 (954.393) 1.310.364 1.388.525 BNDES 14.449 99.036 1.363.595 1.477.080 1.151.612 Swap - - 53.784 72.485 126.269
Total 2.875.436 (1.190.741) 1.684.695 1.640.973 (-) Custos de transação - BNDES - (600) (2.900) (3.500) (4.100) Efeito cumulativo marcação a mercado - - - 4.683 4.683
Estão classificados nesse grupo os direitos de uso de software e direitos de passagem/faixas de servidão. BNDES líquido dos custos de transação 14.449 98.436 1.360.695 1.473.580 1.147.512 Transferências 407.275 (407.273) 97.874 (97.672) 204
Direitos de uso de software são licenças de direito de propriedade intelectual, constituídos por gastos BNDES Emergencial 142 33.130 - 33.272 56.829 Amortizações e pagamentos de juros (641.454) - (57.766) - (699.220)
realizados com a aquisição das licenças e demais gastos com serviços complementares à utilização BNDES Emergencial líquido dos custos de transação 142 33.130 - 33.272 56.829 (-) Custos de Transação 181 648 339 - 1.168
BNDES FINEM 1.478 126.049 237.650 365.177 458.259 Saldos em 31 de dezembro de 2009 412.447 2.397.649 96.984 235.926 3.143.006
produtiva de softwares, desvinculados de equipamentos tangíveis (hardware), e são amortizados
(-) Custos de transação - BNDES FINEM - (64) (134) (198) -
linearmente, de acordo com a vida-útil estimada do software.
Faixas de servidão são direitos de passagem para linhas de transmissão associadas à distribuição na
BNDES FINEM líquido dos custos de transação 1.478 125.985 237.516 364.979 458.259 29 Debêntures e Encargos
Eletrobrás - 53.300 267.670 320.970 336.314
área de concessão da Companhia, e em áreas urbanas e rurais particulares, constituídos por indenização (-) Custos de transação - Eletrobrás - - - - - Consolidado
em favor do proprietário do imóvel. Como direitos de passagens são permanentes não há amortização. Eletrobrás líquido dos custos de transação - 53.300 267.670 320.970 336.314 2009 2008
FINEP 78 6.778 30.868 37.724 14.159 Encargos Principal
O ágio tem como fundamento econômico a expectativa de rentabilidade futura e está sendo amortizado Quantidade Não
pelo período remanescente da concessão de acordo com as curvas de amortização autorizadas pela (-) Custos de transação - FINEP - (44) (253) (297) -
Empresa Debêntures Série de títulos Remuneração Circulante Circulante circulante Total Total
ANEEL, conforme mencionado na nota 16. FINEP líquido dos custos de transação 78 6.734 30.615 37.427 14.159 COELBA 3ª Emissão Única 3.000 V.C. + 10,8% a.a. 1.178 5.224 19.178 25.580 49.669
Banco do Brasil - - - - 32.687 (-) Custos de transação -
Por atividade, o intangível consolidado está constituído da seguinte forma:
Outros - 18 67 85 145 3ª Emissão - (183) (283) (466) (695)
Consolidado Outros líquido dos custos de transação - 18 67 85 145
2009 2008 3ª Emissão líquido dos
Total moeda nacional 17.439 395.008 2.397.649 2.810.096 2.577.873 custos de transação 1.178 5.041 18.895 25.114 48.974
Taxas anuais Moeda estrangeira 5ª Emissão 1ª 8.608 CDI +1,4% a.a. 139 17.216 - 17.355 52.256
médias ponderadas Amortização Valor Valor Banco do Brasil - - - - 1.206 (-) Custos de transação -
de amortização (%) Custo acumulada líquido líquido Banco do Brasil líquido dos custos de transação - - - - 1.206 5ª Emissão - (29) - (29) -
Em serviço Banco Interamericano Desenvolvimento - BID 30 2.487 1.453 3.970 8.677 5ª Emissão líquido dos
Geração 20 828 (492) 337 447 Banco Interamericano Desenvolvimento - custos de transação 139 17.187 - 17.326 52.256
Transmissão 20 2.529 (195) 2.334 2.338 BID líquido dos custos de transação 30 2.487 1.453 3.970 8.677 5ª Emissão 2ª 10.000 IGPM + 10,8% a.a. 5.598 - 100.000 105.598 111.487
Distribuição 4,92 a 20 130.086 (86.520) 43.566 47.441 Kreditanstalt fur Wiederaufbau - KfW - 1.263 8.243 9.506 13.228 (-) Custos de transação -
Comercialização 19,62 a 20 55.711 (54.422) 1.290 2.770 Kreditanstalt fur Wiederaufbau - KfW líquido 5ª Emissão - (177) (77) (254) (630)
Administração 16,99 a 20 113.530 (94.719) 18.811 19.694 dos custos de transação - 1.263 8.243 9.506 13.228 5ª Emissão líquido dos
Subtotal 302.685 (236.348) 66.338 72.691 Títulos Externos 10 74.623 181.411 256.044 332.980 custos de transação 5.598 (177) 99.923 105.344 110.857
(-) Custos de transação - Títulos Externos - (315) (363) (678) (1.016) 6ª Emissão Única 35.392 CDI + 0,6% a.a. 2.624 39.324 314.596 356.544 357.849
Em curso
Títulos Externos líquido dos custos de transação 10 74.308 181.048 255.366 331.964 (-) Custos de transação -
Geração 137 - 137 - Operações com Swap - 18.590 46.059 64.649 (5.711) 6ª Emissão - (694) (1.248) (1.942) (2.666)
Distribuição 4.740 - 4.740 3.017 Operações com Swap líquido dos custos 6ª Emissão líquido dos
Comercialização 935 - 935 500 de transação - 18.590 46.059 64.649 (5.711) custos de transação 2.624 38.630 313.348 354.602 355.183
Administração 302.181 - 302.181 176.240 Total moeda estrangeira 40 96.648 236.803 333.491 349.364 CELPE 1ª Emissão Única 4.500 Variação CDI
Subtotal 307.993 - 307.993 179.757 Subtotal 17.479 491.656 2.634.452 3.143.587 2.927.237 + 1,7% a.a. 4.141 12.256 73.535 89.932 91.802
Ágio por expectativa de Operações com Swap - 296 (877) (581) (3.096) (-) Custos de transação -
rentabilidade futura - Goodwill 2.264.757 (954.393) 1.310.364 1.388.525 (-) Custos de transação - Operações com Swap - - - - (29) 1ª Emissão - (725) (2.003) (2.728) (3.510)
Total 2.875.435 (1.190.741) 1.684.695 1.640.973 Operações com Swap líquido dos custos 1ª Emissão líquido dos
de transação - 296 (877) (581) (3.125) custos de transação 4.141 11.531 71.532 87.204 88.292
A amortização do intangível está sendo contabilizada no resultado na rubrica de depreciação e amortização. 2ª Emissão 1ª 40.000 108,5% do CDI 5.042 48.980 293.878 347.900 350.550
Em 31 de dezembro de 2009, as controladas realizaram a análise de recuperação de seus ativos Total 17.479 491.952 2.633.575 3.143.006 2.924.112
Os instrumentos derivativos e os empréstimos e financiamentos em moeda estrangeira foram (-) Custos de transação -
intangíveis, conforme descrito em nota 26. 2ª Emissão - (1.590) (1.918) (3.508) (5.213)
contabilizados de acordo com a metodologia de contabilidade de operação de hedge facultado pela 2ª Emissão líquido dos
A mutação do ativo intangível está demonstrada abaixo:
Deliberação CVM nº 566, que aprovou o pronunciamento técnico CPC nº 14 (vide nota explicativa nº 43). custos de transação 5.042 47.390 291.960 344.392 345.337
Saldos em Transferências Saldos em
Captações no exercício nas controladas Coelba, Celpe e Cosern: 2ª Emissão 2ª 3.000 Variação IGPM +
2008 Adições Baixas Capitalização Outros 2009
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES: As controladas receberam o saldo 10,95% a.a. 1.584 - 36.158 37.742 38.450
Em serviço
final de R$ 82.283 do BNDES para financiar os investimentos realizados entre 2006-2008 na Celpe e (-) Custos de transação -
Custo
na Coelba realizados em 2009. Os contratos provenientes da controlada Celpe vêm do Financiamento 2ª Emissão 10,95% a.a. - (29) (18) (47) (73)
Geração 849 7 - - (27) 829 2ª Emissão líquido dos
Mediante Repasse de Recursos nº 20/01061-3 assinado em Dezembro de 2006 e aditado em
Transmissão 2.529 - - - - 2.529 custos de transação 1.584 (29) 36.140 37.695 38.377
Distribuição 122.367 - (1) 7.720 - 130.086 Fevereiro de 2009 e na Coelba do Contrato de Financiamento mediante abertura de crédito rotativo,
assinado em março de 2009 e aditado em novembro de 2009. 3ª Emissão Única 17.000 105% do CDI 410 - 170.000 170.410 170.540
Comercialização 55.535 176 - - - 55.711 (-) Custos de transação -
Administração 111.270 394 (5.745) 8.106 (495) 113.530 Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP: As controladas receberam R$ 46.602 da FINEP para financiarem 3ª Emissão - (209) (254) (463) (673)
Subtotal 292.550 577 (5.746) 15.826 (522) 302.685 seus Projetos de Inovação, provenientes do Contato de Financiamento assinados em Outubro de 2009. 3ª Emissão líquido dos
(-) Amortização Banco do Nordeste do Brasil - BNB: A controlada Celpe recebeu R$ 68.985 do BNB para financiar custos de transação 410 (209) 169.746 169.947 169.867
Geração (402) (90) - - - (492) os investimentos realizados em 2009, provenientes do Contrato Particular de Abertura de Crédito nº COSERN 4ª Emissão Única 16.360 CDI + 0,6% a.a 1.213 18.176 145.424 164.813 165.416
Transmissão (191) (4) - - - (195) 44.2008.4206.725, assinado em Junho de 2008. (-) Custos de transação -
Banco do Espirito Santo Investimento - BES: A controlada Celpe recebeu R$ 12.000 do BES referente 4ª Emissão - (399) (881) (1.280) (1.670)
Distribuição (74.926) (11.595) 1 - - (86.520) 4ª Emissão líquido dos
Comercialização (52.765) (1.656) - - - (54.421) a Capital de Giro em 2009, através de Cédula de Crédito Bancária, assinada em Janeiro de 2009.
HSBC Bank Brasil - HSBC: A controlada Celpe recebeu R$ 19.000 do HSBC referente a Capital de Giro custos de transação 1.213 17.777 144.543 163.533 163.746
Administração (91.575) (8.767) 5.621 - 2 (94.719) TERMOPE 2ª emissão 1ª 40.000 105% CDI a.a 2.241 12.000 388.000 402.241 403.355
Subtotal (219.859) (22.112) 5.622 - 2 (236.347) em 2009, através de Cédula de Crédito Bancária, assinada em Janeiro de 2009.
(-) Custos de transação -
Total em serviço 72.691 (21.535) (124) 15.826 (520) 66.338 Os contratos mantidos com o BNDES (FINEM) e os Títulos Externos prevêem a manutenção de 2ª emissão - - (1.507) (1.507) (1.507)
Em curso “covenants” financeiros (índices) que relacionam endividamento, LAJIDA e resultado financeiro. Nas 2ª emissão líquido dos
Geração - 137 - - - 137 demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2009 e 2008, as controladas atingiram custos de transação 2.241 12.000 386.493 400.734 401.848
Distribuição 3.017 4.566 - (2.790) (53) 4.740 todos os índices requeridos contratualmente. ITAPEBI 2ª Emissão 1ª 8.750 IGPM+9,5% 3.621 18.897 47.241 69.759 89.096
Comercialização 500 435 - - - 935 Condições contratuais dos empréstimos das controladoras em 31 de dezembro de 2009: (-) Custos de transação -
Data de 2ª Emissão - (70) (116) (186) -
Administração 176.240 136.481 (522) (7.672) (2.346) 302.181 2ª Emissão líquido dos
Fonte assinatura Moeda Objetivo Juros Vencimento
Subtotal 179.757 141.619 (522) (10.462) (2.399) 307.993 custos de transação 3.621 18.827 47.125 69.573 89.096
UNIÃO - BNDES 30/03/94 R$ Refinanciamento de dívida com BNDES IGPM + 10,236% a.a. 2014
Ágio por expectativa de UNIÃO - ELETROBRÁS 30/03/94 R$ Refinanciamento de dívida com Eletrobrás TJLP+ 10,236% a.a. 2014 2ª Emissão 2ª 8.750 IGPM+9,5% 504 19.396 46.959 66.859 81.630
rentabilidade futura - BB REN ME 30/12/97 US$ Acordo Dívida Externa 4,0% a 8,0% a.a. 2024 (-) Custos de transação -
Goodwill 2.264.757 - (954.393) - - 1.310.364 BB REN MN - BNDES 01/03/94 R$ Pgto. BNDES TJLP+9,16% a.a. 2014 2ª Emissão - (69) (155) (224) (518)
Total Intangível 2.517.205 120.084 (955.039) 5.364 (2.919) 1.684.695 BB REN MN - 2ª Emissão líquido dos
ELETROBRÁS 01/03/94 R$ Pgto. Eletrobrás IGPM+9,16% a.a. 2014 custos de transação 504 19.327 46.804 66.635 81.111
24 Diferido BID 23/03/86 US$ Programa de Expansão e Melhoramento do
Sistema de Transmissão e Distribuição de
Subtotal
Operações com Swap
28.295 187.295 1.626.509 1.842.099 1.944.944
- 12.200 37.272 49.472 51.579
Controladora Consolidado Energia Elétrica do Estado da Bahia - 2ª Etapa 3,0% a.a.+ vc 2011 (-) Custos de transação - Operações com Swap - - - - -
BNB 29/11/04 R$ Programa de Investimentos em Distribuição 11,5% a.a. 2012 Operações com Swap líquido dos custos de transação - 12.200 37.272 49.472 51.579
2009 2008 2009 2008
BNB 1 30/11/04 R$ Eletrificação 11,5% a.a. 2013 Total 28.295 199.495 1.663.781 1.891.571 1.996.523
Despesas pré-operacionais 10.316 12.211 302.819 303.209 Os instrumentos derivativos e as debêntures em moeda nacional indexadas à variação cambial foram
Despesas gerais e administrativas - - 29.952 29.952 BNB 1 30/11/04 R$ Eletrificação 10% a.a. 2013
BNB 3 29/12/05 R$ Eletrificação 11,5% a.a. 2012 contabilizadas de acordo com a metodologia de contabilidade de operação de hedge facultado pela
Despesas tributárias - - 7.458 7.458 Deliberação CVM nº 566, que aprovou o pronunciamento técnico CPC nº 14 (vide nota explicativa
Despesas financeiras 48.790 48.790 49.957 49.957 BNB 3 29/12/05 R$ Eletrificação 10% a.a. 2012
BNB 5 16/04/08 R$ Giro 13,11% a.a. 2009 nº 43).
(-) Amortização (27.648) (22.769) (188.796) (156.446) Para a 3ª Emissão de debêntures da Coelba e Celpe foram dadas garantia de receita própria e aval do
BNB 6 27/06/08 R$ Expansão/Melhoramento de Redes 10% a.a. 2016
Total 31.458 38.232 201.390 234.130 BNB 6 27/06/08 R$ Eletrificação 10% a.a. 2016 acionista controlador.
As despesas diferidas referem-se às despesas pré-operacionais das controladas do segmento de BNB I 23/12/04 R$ Investimentos nos sistemas de linhas e redes 10% a.a. 2013 As escrituras de emissões das debêntures prevêem manutenção de índices de endividamento e
geração e foram incorridas em períodos anteriores à entrada em operação da respectiva geradora. Essas BNB I 23/12/04 R$ Investimentos nos sistemas de linhas e redes 10% a.a. 2013 cobertura de juros. Nas demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2009 e 2008, as
despesas pré-operacionais são amortizadas a partir do início da operação comercial das controladas. BNB II 27/11/06 R$ Investimentos nos sistemas de linhas e redes 10% a.a. 2014 controladas atingiram todos os índices requeridos contratualmente.
Continua...
...Continuação
Os vencimentos das parcelas a longo prazo consolidados são os seguintes: Cruzado, conforme Portarias nºs 38 e 45 do DNAEE, de 27 de janeiro e de 4 de março, ambas de 33.2. CONTINGÊNCIAS ATIVAS
Consolidado 1986, e pleiteando a restituição de valores envolvidos. Fiscais
2009 2008 Indenização por Perdas - Referem-se a diversas ações indenizatórias movidas por pessoas físicas e
2010 - 216.502 PIS/COFINS (Alargamento da Base de Cálculo) - As controladas Coelba, Cosern, Celpe e Itapebi
jurídicas em função das atividades das Concessionárias. As ações envolvem pedidos de ressarcimento
2011 576.088 575.261 impetraram Mandado de Segurança com pedido de Liminar, em 2004, em curso no Tribunal Regional
de danos morais e materiais em virtude de suspensão de fornecimento de energia e queima de
2012 467.915 466.710 Federal - 1ª Região, arguindo a inconstitucionalidade da Lei nº 9.718/98, que incluiu na base de
2013 344.361 342.640 equipamentos, bem como pedido de ressarcimento por descumprimento contratual.
Acidente terceiros/trabalho - Referem-se a diversas ações cíveis movidas por pessoas físicas, nas quais cálculo do PIS e da COFINS as receitas derivadas de operações financeiras. O montante total estimado
2014 251.573 272.911
Após 2014 23.844 - a Companhia é ré, envolvendo danos morais e/ou danos materiais. de crédito é de R$ 64.639.
Total 1.663.781 1.874.024 Comercialização de Energia, Serviços e Produtos - Referem-se a diversas ações cíveis e comerciais Consubstanciado na opinião dos consultores jurídicos da Companhia, que atribuem uma probabilidade
A mutação das debêntures é a seguinte: movidas por pessoas físicas e jurídicas, nas quais as controladas são ré, envolvendo repetição de ganho praticamente certa para a ação judicial da Neoenergia e sua controlada Cosern e de acordo
Consolidado de indébito, revisão de débito de consumo medido e não medido (irregularidade de consumo),
com a deliberação CVM nº 485/05, o montante estimado de crédito pleiteado a valor nominal,
Passivo cancelamento de débito, restabelecimento do fornecimento de energia elétrica, anulação de dívida
Circulante Não circulante Total com pedido de tutela antecipada, execução de título judicial, declaratória de inexistência de débito. corresponde a R$ 28.647, mais atualização monetária no montante de R$ 59.495 até 31 de
Saldos em 31 de dezembro de 2008 122.499 1.874.024 1.996.523 Outras - Diversas ações movidas por pessoas físicas e jurídicas envolvendo repetição de indébito, dezembro de 2009, foram registrados contabilmente no grupo de tributos e contribuições sociais no
Encargos 192.588 - 192.588 revisão de débito de consumo medido e não medido (irregularidade de consumo), cancelamento de ativo circulante.
Variação monetária e cambial (2.688) (11.789) (14.477) débito, restabelecimento do fornecimento de energia elétrica, anulação de dívida, litígios com agentes
Swap 4.057 11.527 15.584 Com relação ao crédito da Coelba, Celpe e Itapebi, na opinião da Administração, o crédito estabelecido
Efeito cumulativo marcação a mercado - (14.910) (14.910) arrecadadores de contas de energia elétrica, demanda relativa à multa contratual com fornecedores de pela Deliberação CVM nº 185/05 para qualificar a probabilidade de ganho como praticamente certa
Transferências 198.977 (198.977) - energia elétrica e serviços e outros.
ainda não foi entendido, razão pela qual o montante de R$ 55.695. Na avaliação da Administração
Amortizações e pagamentos de juros (288.260) - (288.260) Fiscais
Referem-se a ações tributárias e impugnações de cobranças, intimações e autos de infração fiscal. com base na opinião de seus consultores jurídicos externos, a probabilidade de desfecho favorável da
(-) Custos de transação 617 3.906 4.523
Saldos em 31 de dezembro de 2009 227.790 1.663.781 1.891.571 Valor Expectativa Valor provisionado ação judicial da Coelba, Celpe e Itapebi é provável.
Contingência fiscal atualizado Instância de perda 2009 2008 FGTS - A Controlada Coelba impetrou ação contra a Caixa Econômica Federal solicitando o recálculo
30 Taxas Regulamentares ICMS 116 1ª, 2ª e 3ª Provável 116 106 dos saldos das contas vinculadas de não optantes cujos valores já foram liberados à Companhia,
143.493 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
Consolidado ISS 2.193 1ª, 2ª e 3ª Provável 2.193 4.667 utilizando o IPC referente aos meses de janeiro de 1989 (42,72%) e abril de 1990 (44,80%), e
2009 2008 55.832 1ª, 2ª e 3ª Possível - - incluindo a correção monetária e juros. O processo foi julgado favoravelmente à Coelba e o montante do
Reserva Global de Reversão - RGR 7.361 6.615 1.250 1ª, 2ª e 3ª Remota - - crédito recebido em junho/2009 foi de R$ 9.206 mil, o qual foi registrado contabilmente.
Conta de Consumo de Combustível - CCC 4.341 27.514 CPMF 2.708 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
Conta de Desenvolvimento Energético - CDE 4.593 3.939 3.749 1ª, 2ª e 3ª Remota - - Outras Contas a Pagar
Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT 3.930 21.416 CSLL 184 1ª, 2ª e 3ª Provável 184 184 34
Empresa de Pesquisa Energética - EPE 1.496 8.843 17.113 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
Pesquisa e Desenvolvimento - P&D 63.705 65.676 TLF/IPTU 2.935 1ª, 2ª e 3ª Possível - - Consolidado
Programa de Eficientização Energética - PEE 74.468 65.837 361 1ª, 2ª e 3ª Remota - - Ref. 2009 2008
Taxa de Fiscalização Serviço Público de Energia Elétrica - TFSEE 1.700 1.533 REFIS 14.137 1ª, 2ª e 3ª Possível - - Consumidores (1) 34.953 62.076
Compensação Financeira pela utilização de Recursos Hídricos - CFURH 1.710 1.453 PIS/COFINS - 1ª, 2ª e 3ª Provável - 1.734
Encargo do Serviço do Sistema - ESS 593 1.791 Empregados - Adiantamento Acordo Coletivo 20 13
59.307 1ª, 2ª e 3ª Possível - - Plano de Saúde (Fundo de Reserva) (2) 14.725 22.462
Total 163.897 204.617 553 1ª, 2ª e 3ª Remota - -
Passivo Circulante 99.979 165.798 COFINS 382 1ª, 2ª e 3ª Provável 382 1.166 Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - COSIP 6.428 13.827
Passivo Não Circulante 63.918 38.819 14.493 1ª, 2ª e 3ª Possível - - Empréstimos Compulsórios - ELETROBRÁS 669 884
(1) A Companhia reconheceu passivos relacionados a valores já faturados em tarifas (1% da Receita 16.222 1ª, 2ª e 3ª Remota - - Convênios 1.306 1.670
Operacional Líquida), mas ainda não aplicados nos Programas de Eficientização Energética - PEE e IRPJ 490 1ª, 2ª e 3ª Provável 490 490 Adiantamento Estado 736 -
Pesquisa e Desenvolvimento - P&D, atualizados mensalmente, a partir do 2º mês subsequente ao 441.278 1ª, 2ª e 3ª Possível - - Caução em Garantia (3) 34.563 23.189
seu reconhecimento até o momento de sua efetiva realização, com base na Taxa SELIC, conforme as 10.455 1ª, 2ª e 3ª Remota - - FGTS Conta Empresa 129 129
Resoluções ANEEL nºs 300/2008 e 316/2008. INSS 4.273 1ª, 2ª e 3ª Provável 4.273 5.668
7.241 1ª, 2ª e 3ª Possível - - Encargos CBEE 2.405 3.402
31 Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio ITD S/DOAÇÕES RECEBIDAS 3 1ª, 2ª e 3ª Provável 3 - Taxa Iluminação Pública - TIP 10.582 6.798
907 1ª, 2ª e 3ª Remota - - Outras 13.042 20.832
O Conselho de Administração da NEOENERGIA S.A. aprovou o pagamento de dividendos intermediários CIDE 3.836 1ª, 2ª e 3ª Possível - - Total 119.558 155.282
e propostos, e juros sobre capital próprio aos seus acionistas da seguinte forma: 355 1ª, 2ª e 3ª Remota - - Passivo Circulante 94.245 107.884
Valor por ação Taxas Diversas 10.097 Administrativa Possível - -
Deliberação Provento Valor deliberado ON 5.001 Administrativa Remota - - Passivo Não Circulante 25.313 47.398
2009 Incentivo Fiscal Sudene 25.392 Judicial Possível - - (1) Obrigações perante consumidores de energia elétrica decorrentes de antecipação de recursos para
AGO de 31 de março de 2009 Dividendos 120.342 205,6909390000 Outras 3.706 1ª, 2ª e 3ª Provável 3.706 5.146 construção de obras em municípios ainda não universalizados, contas pagas em duplicidade, ajustes
RCA de 26 de março de 2009 JSCP 45.236 7,7318088000 40.911 1ª, 2ª e 3ª Possível - - de faturamento e outros.
RCA de 25 de junho de 2009 JSCP 139.057 23,7678427000 616 1ª, 2ª e 3ª Remota - -
RCA de 30 de setembro de 2009 JSCP 100.000 17,0921584000 Total 889.589 11.347 19.161 (2) Fundo de Reserva constituído por contribuições sob a forma de pré-pagamento para o Plano de
RCA de 17 de dezembro de 2009 JSCP 140.000 23,9290217000 Os valores da Coelba, Celpe e Cosern, foram atualizados monetariamente pela variação da taxa SELIC. Saúde Bradesco, por parte da Companhia e participantes (empregados ativos, empregados da FAELBA
544.635 ICMS - Diversas ações movidas pelos municípios do RN objetivando a nulidade da remissão do ICMS e assistidos - empregados inativos, aposentados e pensionistas), para atender às despesas futuras
2008
para a Cosern antes da privatização da empresa, compreendendo o período de março de 1989 a com a assistência médica (ambulatorial e hospitalar) e odontológica, de seus participantes (titulares e
RCA de 24 de abril de 2008 JSCP 93.790 16,0307353000
RCA de 24 de julho de 2008 JSCP 118.795 20,3046295000 junho de 1996. No caso das ações envolvendo a remissão do ICMS, os consultores legais entendem dependentes). O saldo é atualizado mensalmente pela variação de 100% do CDI.
RCA de 30 de outubro de 2008 JSCP 102.800 17,5707388000 que a maior parte dos valores cobrados já se encontram prescritos. Por outro lado, a responsabilidade (3) Garantia constituída em espécie para assegurar o cumprimento dos contratos, tanto no que diz
RCA de 30 de dezembro de 2008 JSCP 50.624 8,6527342000 por indenizar os municípios seria do Governo do Estado do Rio Grande do Norte. É possível alguma
condenação para a Companhia, em virtude do não recolhimento do ICMS no período supracitado, respeito a suas cláusulas operacionais, como na obrigatoriedade do pagamento dos encargos dos
366.009
2007 desde que o crédito não esteja atingido pela decadência ou prescrição. Entretanto, os valores ainda não empregados das empresas fornecedoras de serviços.
AGO de 30 de março de 2007 Dividendos 115.762 19,7862027000 são passíveis de estimativa considerando a fase atual dos processos. Na Celpe refere-se à autuação
RCA de 26 de abril de 2007 JSCP 90.000 15,3829425000 que ensejou a discussão sobre o valor do desconto, mediante o limite da legislação em vigor permitido 35 Patrimônio Líquido
RCA de 26 de julho de 2007 JSCP 55.600 9,5032400000 e, autuação sobre isenções. Refere-se à Coelba, os Autos de Infração lavrados contra a Companhia em
RCA de 25 de outubro de 2007 JSCP 55.130 9,4229069000 12/2007 e 8/2008, decorrente da utilização indevida de crédito de ICMS sobre produtos adquiridos Capital Social
RCA de 13 de dezembro de 2007 JSCP 61.230 10,4655286000
377.722 para integrar o ativo imobilizado no período de 2002 a 2006. A Companhia reconheceu parcialmente O capital social em 31 de dezembro de 2009 e de 2008, subscrito e integralizado é de R$ 4.739.025.
O pagamento dos juros sobre o capital próprio foi considerado ao final do exercício para cômputo do a procedência do auto e recolheu o valor que entendeu como devido. A diferença remanescente foi A composição do capital social realizado por classe de ações (sem valor nominal) e principais acionistas
dividendo mínimo obrigatório. objeto de impugnação administrativa, todavia, por inexistirem precedentes jurisprudenciais sobre a
é a seguinte:
O artigo 9º da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, permite a dedutibilidade, para fins de imposto de tese articulada na defesa, decidiu-se proceder à contabilização da referida contingência. Sobre o ICMS
aproveitado decorrente da aquisição de bens de informática e móveis destinados ao ativo permanente. Lote de mil ações
renda e da contribuição social, dos juros sobre o capital próprio pagos aos acionistas, calculados com base na Ações ordinárias
variação da Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP. De acordo com o previsto no estatuto social da Companhia, o A Coelba entende que o crédito é legítimo, portanto, realizando impugnação na esfera administrativa.
ISS - Autos de infração exigindo recolhimento do imposto sobre as receitas decorrentes dos serviços taxados, Acionistas Única %
dividendo mínimo obrigatório é de 25% do lucro líquido, ajustado nos termos da legislação societária.
A base de cálculo para os dividendos mínimos obrigatórios é como segue: uso mútuo de postes, manutenção de equipamentos, elaboração de projetos, aluguel de equipamentos, etc. Iberdrola Energia S A. 2.281.748 39,00
2009 2008 Refere-se à Celpe, a discussão sobre a não-exigibilidade de créditos relativos a autos de infração lavrados Previ-Caixa de Prev. dos Func. do Banco do Brasil 1.301.396 22,00
Dividendos mínimos - sobre o lucro líquido pela Prefeitura do Recife e algumas prefeituras de cidades do interior do Estado, exigindo ISS sobre serviços 521 Participações S.A. 1.048.751 18,00
Ações ordinárias 5.850.636 5.850.636 prestados por terceiros. Refere-se à Cosern autos de infração lavrados pela Prefeitura de Natal e algumas BB - Banco de Investimentos S.A. 515.362 9,00
Total 5.850.636 5.850.636 prefeituras de cidades do interior do Estado, exigindo ISS sobre serviço prestado por terceiros. Refere-se Fundo Mútuo Inv. em ações Cart. Livre - BB Ações Price 379.521 6,00
Dividendos mínimos - sobre o lucro líquido ajustado à Coelba, autos de infração pela falta de recolhimento da taxa de licença para ocupação de áreas em Fundo Mútuo Inv. em ações Cart. Livre - BB Carteira Livre I 323.858 6,00
Lucro líquido do exercício 1.586.445 1.474.274 logradouros públicos dos exercícios de 2002 a 2006 pelo município de Ilhéus.
Constituição da reserva legal (79.322) (73.714) Total 5.850.636 100,00
CPMF - Autos de infração - No caso da Coelba, a Receita Federal procedeu ao lançamento de ofício
Base de cálculo do dividendo 1.507.123 1.400.560 cobrando à CPMF sobre os pagamentos de tributos com vencimento no período de 9/1998 a 8/2002,
Dividendos mínimos obrigatórios 376.781 350.140 R$ Mil
Dividendos e juros sobre capital próprio pagos e propostos: realizados através do SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal). A
Companhia procedeu à impugnação do auto de infração, juntando os extratos bancários que comprovam Ações ordinárias
Juros sobre capital próprio - R$ 41,00 por ação ON (2008 - 44,77 por ação ON) 424.293 366.309 Acionistas Única %
Dividendos propostos - R$ 63,00 por ação ON (2008 - R$ 31,38 por ação ON) 103.200 120.342 a incidência da CPMF sobre os pagamentos realizados. Entretanto o processo administrativo foi julgado
Total bruto 527.493 486.651 procedente em primeira instância. A Companhia impetrou recurso para o Conselho de Contribuintes em Iberdrola Energia S.A. 1.848.220 39,00
Imposto de renda retido na fonte sobre os juros sobre capital próprio 15% (*) (41.836) (36.089) junho de 2007, pendente de julgamento. Previ-Caixa de Prev. dos Func. do Banco do Brasil 1.054.133 22,00
(*) Na parcela de acionistas imunes não ocorre a incidência de imposto de renda. CSLL - Referem-se à controlada Coelba, o auto de infração do ano calendário 2003, em virtude da 521 Participações S.A. 849.490 18,00
A formação dos saldos é como segue: exclusão depreciação IPC/BTNF adicionada indevidamente em anos anteriores na base de cálculo da BB - Banco de Investimentos S.A. 417.444 9,00
Saldos em 31 de dezembro de 2008 165.975 CSLL. A Companhia entende ser indevida a sanção realizada pelo Fisco Federal, por isso, apresentou Fundo Mútuo Inv. em ações Cart. Livre - BB Ações Price 307.412 6,00
Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio: impugnação administrativa. Fundo Mútuo Inv. em ações Cart. Livre - BB Carteira Livre I 262.326 6,00
Declarados 424.293 REFIS - Referente ao parcelamento alternativo REFIS na Controlada Coelba, com vigência de cinco
Propostos 103.200 Total 4.739.025 100,00
anos teve a última parcela paga em 3/2005. Entretanto, a Receita Federal alega que existe uma
Imposto de renda retido na fonte - IRRF (41.836) Reserva de Incentivo Fiscal
diferença entre o valor do débito consolidado e o declarado pela Companhia, correspondente às multas
Pagos no período (422.537) A legislação do imposto de renda possibilita que as empresas situadas na Região Nordeste, e que atuam
Saldos em 31 de dezembro de 2009 229.095 moratórias calculadas sobre o IRPJ, CSLL e FINSOCIAL que estavam com a exigibilidade suspensa. A
Companhia impetrou Ação Anulatória com pedido de Antecipação de Tutela, com objetivo de extinguir o no setor de infra estrutura, reduzam o valor do imposto de renda devido para fins de investimentos em
32 Obrigações Estimadas saldo devedor exigido e a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Porém, o pleito foi indeferido
pelo juízo de primeiro grau ensejando recurso à instância superior, no qual a Companhia obteve a
projetos de ampliação da sua capacidade instalada, conforme determina o artigo 551, § 3º, do Decreto
nº 3.000, de 26 de março de 1999.
Consolidado suspensão da exigibilidade do crédito tributário até que haja o julgamento do mérito da ação.
2009 2008 Em atendimento à Lei nº 11.638/07 e CPC nº 07, o valor correspondente ao incentivo SUDENE
PIS/COFINS - Correspondem a Autos de Infração e a Indeferimento de créditos contra a controlada
Imposto de Renda 14.028 3.930 apurado a partir da vigência da Lei foi contabilizado no resultado do exercício, e posteriormente será
Coelba, como segue abaixo:
Contribuição Social 16.242 10.058  Auto de infração lavrado em março de 2005, cobrando o recolhimento das contribuições ao PIS e transferido para a reserva de lucro devendo somente ser utilizado para aumento de capital social ou
Provisões Férias e 13° Salário 25.726 25.574 COFINS sobre as receitas decorrentes dos contratos de “hedge - Swap”, referente aos exercícios de para eventual absorção de prejuízos contábeis conforme previsto no artigo 545 do Regulamento de
Encargos Sobre Provisões de Férias e 13° Salário 10.615 9.165 2000 a 2002, segundo o regime de competência contábil. A Companhia apresentou impugnação
Provisão PLR 30.993 26.924 Imposto de Renda.
a essa cobrança por entender que esses contratos são acessórios aos contratos de empréstimos Por conta disso, as controladas Coelba, Cosern, Celpe, Itapebi e Termopernambuco formalizaram pleito
Outros 1.498 1.038 e, portanto, somente seriam devidas as citadas contribuições quando da liquidação dos contratos
Total 99.102 76.689 segundo o regime de caixa. Para promoção do recurso administrativo foi requerido que a Companhia à SUDENE e obtiveram o deferimento da redução do imposto de renda e adicionais, conforme a seguir:
Passivo Circulante 98.240 76.689 efetuasse depósito recursal de 30% do valor questionado. Empresa Laudo constitutivo nº Redução
Passivo Não Circulante 862 -  Indeferimento de Crédito pela Receita Federal de pedido de compensação de débitos fiscais com COELBA 0144/2005 75,0%
33 Contingências créditos de PIS e COFINS ano-calendário 2002 sob o argumento que a Coelba foi autuada em
decorrência da não tributação das receitas de “hedge - Swap”, nas bases de cálculo do PIS e COFINS.
COELBA 0039/2002 25,0%
CELPE 0155/2005 75,0%
33.1. CONTINGÊNCIAS PASSIVAS A Companhia impetrou recurso à Câmara Superior de Recursos do Conselho de Contribuintes,
restabelecendo a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Enquanto o auto de infração CELPE 0039/2002 25,0%
As provisões constituídas para contingências passivas e líquidas dos depósitos judiciais correspondentes, COSERN 0148/2005 75,0%
mencionado no item anterior não transitar em julgado, não pode a Receita Federal indeferir o pedido
estão compostas como segue: de compensação sob o argumento de inexistência de crédito tributário. COSERN 0038/2002 25,0%
Consolidado
2009 2008  Notificação fiscal decorrente da glosa de retenções fonte efetuada por órgãos públicos ano- ITAPEBI 0307/2003 75,0%
(-) Depósitos Provisão Provisão calendário 2002. A Companhia apresentou impugnação referente à glosa efetuada e aguarda decisão TERMOPE 0118/2005 75,0%
Contingências judiciais líquida líquida administrativa.
TERMOPE 0119/2005 75,0%
Trabalhistas 81.915 (54.126) 27.789 24.223 COFINS - Processo judicial pela Cosern arguindo a exclusão da multa de mora do parcelamento da
COFINS. A decisão do STJ não tem sido favorável à tese da denúncia espontânea em parcelamento A COELBA, CELPE, COSERN, ITAPEBI e TERMOPERNAMBUCO apuraram, respectivamente até 31 de
Cíveis 75.801 (14.542) 61.259 67.198
Fiscais 11.347 (9.221) 2.126 13.529 de débitos. Na Coelba, refere-se ao Auto de Infração lavrado em agosto de 2003 questionando o dezembro de 2009, os valores de R$ 148.248, R$ 82.898, R$ 33.758, R$ 26.765 e R$ 23.576
Ambientais 19.129 (838) 18.291 19.089 pagamento dos débitos de COFINS referente aos meses de novembro e dezembro de 1998 e janeiro (R$ 159.016, R$ 79.463, R$ 38.619, R$ 20.706 e R$ 2.881 em 2008 respectivamente) de
Total 188.192 (78.727) 109.465 124.039 a fevereiro de 1999. Esses valores foram compensados com crédito de IRRF, pleiteado através do incentivo fiscal SUDENE, calculados com base no Lucro da Exploração. Conforme discutido na nota
Passivo Circulante 45.432 40.986 processo 10580.007.291/98-41, e não foram formalizados através da Declaração de Compensação. 4, em atendimento aos requerimentos da Lei nº 11.638/07 o efeito do benefício fiscal passou a ser
Passivo Não Circulante 64.033 83.053 Não obstante, a Companhia protocolou defesa judicial sob o argumento de que a forma não deve
Contingências contabilizado no resultado do exercício das controladas. As controladas excluem esse efeito para fins e
prevalecer sobre a essência, ou seja, o mero descumprimento de formalidades acessórias não
Trabalhistas Cíveis Fiscais Ambientais Total deve prejudicar créditos fiscais legítimos. Processo aguardando julgamento do mérito. Na Celpe, cálculo dos dividendos, conforme permitido para Lei nº 11.638/07.
Saldos em 31 de dezembro de 2008 63.587 80.723 19.161 19.868 183.339 Reserva Legal
Constituição 39.265 24.006 158 - 63.429 os procedimentos resultantes de autuação fiscal, pela Secretaria da Receita Federal, envolvendo a
Baixas/reversão (28.517) (38.476) (9.373) (740) (77.106) Contribuição para Financiamento da Seguridade Social - COFINS, ainda em julgamento perante as A reserva legal é calculada com base em 5% de seu lucro líquido conforme previsto na legislação em
Remuneração 7.580 9.548 1.401 - 18.529 instâncias administrativas fiscais. vigor, limitada a 20% do capital social.
Saldos em 31 de dezembro de 2009 81.915 75.801 11.347 19.128 188.191 IRPJ - Refere-se a auto de infração contra a Cosern onde se discute lucro inflacionário acumulado Reserva de Retenção de Lucros
A administração da Companhia e suas controladas consubstanciada na opinião de seus consultores realizado em valor inferior ao limite mínimo obrigatório. Refere-se a autos de infração contra a Celpe, nos A Lei das S.A. permite às sociedades reterem parcela do lucro líquido do exercício, prevista em
legais quanto à possibilidade de êxito nas diversas demandas judiciais, entende que as provisões quais se discute lucro inflacionário acumulado, realizado em valor inferior ao limite mínimo obrigatório,
compensação e antecipação, todos ainda em julgamento perante as instâncias administrativas orçamento de capital, previamente aprovado pela Assembleia Geral.
constituídas registradas no balanço são suficientes para cobrir prováveis perdas com tais causas.
Trabalhistas fiscais. Na Controlada Coelba, refere-se a auto de infração do ano-calendário 2003, decorrente da Em 31 de dezembro de 2009, a Neoenegia S.A. mantém em seu patrimônio líquido Reserva de
Referem-se a ações movidas por ex-empregados contra as controladas, envolvendo a cobrança de não-tributação da receita com juros sobre capital próprio distribuído para a Guaraniana, lastreado Retenção de Lucros, no montante de R$ 4.066.206 (R$ 3.086.576 em 31 de dezembro de 2008) a
horas-extras, adicional de periculosidade, equiparação/re-enquadramento salarial, discussão sobre no entendimento do parecer Normativo nº 01/2002. A companhia entende ser indevida a sanção qual foi constituída de acordo com o artigo 196 da Lei das S.A., visando a realização de investimentos
plano de cargos e salários e outras, e também, ações movidas por ex-empregados de seus empreiteiros realizada pelo Fisco Federal, por isso, apresentou impugnação administrativa. Além da notificação fiscal futuros.
(responsabilidade subsidiária e/ou solidária) envolvendo cobrança de parcelas indenizatórias e outras. recepcionada em 9/2008, decorrente de processos de compensação de créditos tributários referente
Valor Expectativa Valor provisionado Fornecimento e Suprimento de Energia Elétrica
Contingência trabalhista atualizado Instância de perda 2009 2008
a saldo negativo de IRPJ ano-calendário 2004 com débitos diversos no montante de R$ 4.813 mil.
Desse montante, a Receita Federal não homologou apenas a compensação no valor de R$ 689 mil
36
Ex-empregados da Companhia 35.736 1ª, 2ª e 3ª Provável 35.736 29.297 referente à compensação de débito de IRPJ de 01/2004 com saldo negativo apurado em dezembro
126.739 1ª, 2ª e 3ª Possível - - A Composição do fornecimento de energia elétrica, por classe de consumidores é a seguinte:
desse mesmo período. A companhia impetrou recurso administrativo e aguarda decisão.
26.735 1ª, 2ª e 3ª Remota - - Consolidado
Ex-empregados de Empreiteiras 34.512 1ª, 2ª e 3ª Provável 34.512 24.361 INSS - Autos de infração em relação às contribuições sociais não recolhidas pelos prestadores de
serviços. Refere-se à Cosern dois autos de infração lavrados pelo Ministério da Previdência Social, onde Nº de consumidores MWh (*) R$
110.552 1ª, 2ª e 3ª Possível - - 2009 2008 2009 2008 2009 2008
47.048 1ª, 2ª e 3ª Remota - - se discute a cobrança de contribuição previdenciária e incidência de multa.
Empregados 11.666 1ª, 2ª e 3ª Provável 11.667 9.928 ITD - Auto de infração cobrando o pagamento do imposto sobre as doações de rede elétrica, bem como Consumidores:
41.165 1ª, 2ª e 3ª Possível - - sobre a participação financeira do consumidor. Na controlada Coelba refere-se aos autos de infração Residencial 7.559.350 7.170.715 9.672.459 8.795.775 2.693.066 2.437.260
235 1ª, 2ª e 3ª Remota - - lavrados em 2005, 2006, 2007 e 2008 pela SEFAZ-BA, referentes às competências de 2000, 2001, Industrial 39.716 38.181 6.763.848 6.161.393 1.908.174 1.714.897
Total 434.388 81.915 63.586 2002 e 2003 cobrando o pagamento do imposto sobre a doação de rede elétrica e participação Comercial 561.872 539.905 5.346.512 5.016.587 2.280.580 2.202.179
Os valores na Coelba, Celpe e Cosern, foram atualizados monetariamente pela variação da Taxa financeira do consumidor, onde a mesma protocolou impugnação administrativa junto a SEFAZ-BA Rural 432.052 411.911 1.829.316 1.923.707 355.357 353.004
Referencial (TR) índice de atualização de processos trabalhistas divulgado pelo Conselho Superior da em relação a todos os autos de infração. Em junho de 2009, a Coelba foi notificada do julgamento Poder Público 76.287 73.304 1.302.422 1.210.963 515.549 488.810
Justiça do Trabalho, acrescidos de juros de 1% a.m. administrativo em relação ao ano-base 2000 sendo considerado o auto de infração improcedente pelo
Cíveis Iluminação Pública 25.739 24.712 1.275.373 1.206.981 267.425 252.620
CONSEF. Em relação aos demais períodos os recursos ainda estão pendentes de julgamento.
Referem-se a ações de natureza comercial e indenizatória, movidas por pessoas físicas e pessoas Serviço Público 10.466 9.772 1.517.731 1.469.680 393.093 370.749
CIDE - Auto de infração pela falta de recolhimento. Na controlada Coelba, refere-se ao auto de infração
jurídicas, envolvendo repetição de indébito, danos materiais e/ou danos morais. da Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico - CIDE lavrado em 05/2003 sob a alegação de Consumo Próprio 693 700 77.335 33.684 6.640 -
Valor Expectativa Valor provisionado falta de recolhimento da CIDE no período de 01/2001 a 09/2002. A Companhia apresentou impugnação Suprimento 144 80 8.903.889 8.816.926 1.287.749 1.118.079
Contingência cível atualizado Instância de perda 2009 2008 administrativa sob o argumento de que no período autuado não ocorreu o fato gerador da CIDE sobre as Fornecimento não faturado - - - - 7.151 (18.289)
Clientes - Tarifas Plano Cruzado 23.848 1ª, 2ª e 3ª Provável 23.848 34.078 Transferência para atividade
10.174 1ª, 2ª e 3ª Possível - - operações efetuadas, mas ainda assim o lançamento tributário foi considerado procedente. Em 01/2007
2.422 1ª, 2ª e 3ª Remota - - a Companhia ingressou com recurso no Conselho de Contribuintes, o qual está pendente de julgamento. de distribuição - - - - (5.676.247) (4.905.832)
Indenização por perdas 33.582 1ª, 2ª e 3ª Provável 33.582 35.039 E ao Despacho Decisório que indeferiu o pedido de compensação de débito de CIDE, do ano-calendário Subtotal 8.706.319 8.269.280 36.688.885 34.635.696 4.038.537 4.013.477
232.362 1ª, 2ª e 3ª Possível - - 2003, com crédito da mesma contribuição apurado em dezembro de 2001. A SRF alegou que não Receita (reversão) da
31.279 1ª, 2ª e 3ª Remota - - conseguiu visualizar a existência do crédito fiscal informado nas obrigações acessórias (DCTF) e indeferiu Recomposição Tarifária - - - - (47.753) (68.111)
Acidente terceiros/trabalho 6.617 1ª, 2ª e 3ª Provável 6.617 4.851 o processo. A Companhia impetrou recurso administrativo em 19/09/2008. Receita (reversão) do
46.030 1ª, 2ª e 3ª Possível - - TAXAS DIVERSAS - Refere-se a notificações fiscais envolvendo taxa de licença para ocupação de áreas
1.368 1ª, 2ª e 3ª Remota - - Reposicionamento - - - - (142.978) (178.452)
em vias e logradouros públicos e processos judiciais contra a cobrança na conta de energia elétrica de Receita (reversão) da
Comerc. energia e produtos 1.887 1ª, 2ª e 3ª Provável 1.887 1.594 uma taxa para custear a manutenção da iluminação pública.
16.957 1ª, 2ª e 3ª Possível - - Energia Livre - - - - 6.133 (35.933)
Outras - Diversos processos fiscais tais como, questionamento de consumidor contra a cobrança de
403 1ª, 2ª e 3ª Remota - - Receita (reversão) de
Irregularidade de consumo 3.936 1ª, 2ª e 3ª Provável 3.936 253 tributos de energia, honorários advocatícios de processos fiscais, etc. Procedimento resultante de
autuação fiscal contra a Celpe, pela Secretaria da Receita Federal, envolvendo a CSLL e outros tributos, Ativo Regulatório - - - - (22.824) (8.747)
47.654 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
ainda em julgamento perante as instâncias administrativas fiscais. Na Controlada Cosern referem-se a Receita (reversão) Programa
1.430 1ª, 2ª e 3ª Remota - -
Empréstimo compulsório 12 1ª, 2ª e 3ª Provável 12 11 demandas em esfera administrativa ou judicial que envolvem matérias não enquadradas nas hipóteses Luz para todos - - - - 1.384 (1.524)
3.961 1ª, 2ª e 3ª Possível - - anteriores, ou que digam respeito a mais de uma exação fiscal. Subvenção à tarifa social
65 1ª, 2ª e 3ª Remota - - Ambiental baixa renda - - - - 503.889 443.773
Iluminação pública - 1ª, 2ª e 3ª Provável - - Valor Expectativa Valor Provisionado Total 8.706.319 8.269.280 36.688.885 34.635.696 4.336.388 4.164.483
3.799 1ª, 2ª e 3ª Possível - - Contingência ambiental atualizado Instância de Perda 2009 2008
1.171 1ª, 2ª e 3ª Remota - - Licença Ambiental 19.129 1ª, 2ª e 3ª Possível 18.217 18.956 Disponibilização do Sistema de Distribuição
Negativação SPC e Serasa 9 1ª, 2ª e 3ª Provável 9 203 - 1ª, 2ª e 3ª Remota 912 912 37
Societário ações 2.037 1ª, 2ª e 3ª Provável 2.037 1.804 Total 19.129 19.129 19.868
1 1ª, 2ª e 3ª Possível - - A Administração da Itapebi firmou, em 21 de novembro de 2002, acordo com o autor da ação popular, A receita com Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição - TUSD refere-se, basicamente, à venda de
- 1ª, 2ª e 3ª Remota - - impetrada em setembro de 2002, e com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos energia para consumidores livres com a cobrança de tarifa pelo uso da rede de distribuição.
Racionamento de energia elétrica 11 1ª, 2ª e 3ª Provável 11 10 Naturais Renováveis - IBAMA, visando definir a compensação adicional de impactos sócio-ambientais
1.487 1ª, 2ª e 3ª Possível - - Consolidado
8 1ª, 2ª e 3ª Remota - - decorrentes da implantação do empreendimento denominado Usina Hidroelétrica de Itapebi. As Disponibilização do sistema de transmissão e distribuição Ref. 2009 2008
Outras 3.801 1ª, 2ª e 3ª Provável 3.862 2.881 deliberações contidas no acordo, compreendem, dentre outras: elaboração de estudos, regularização Receita de Uso da Rede Básica/Sistema de Conexão 143.836 191.587
45.287 1ª, 2ª e 3ª Possível - - fundiária das unidades, elaboração de plano de manejo e proteção. Esse acordo foi valorizado em R$ Parcela de Ajuste - Revisão Tarifária da Transmissão 1.920 11.844
3.075 1ª, 2ª e 3ª Remota - - 8.042 e provisionado no balanço de 31 de dezembro de 2002. Transfer. Atividade de Comercialização (Consumidores Cativos) (1) 5.676.247 4.905.832
Total 524.673 75.801 80.724 Como condicionante da licença de operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente - IBAMA, a
Total 5.822.003 5.109.263
Na Coelba, Celpe e Cosern os valores foram atualizados monetariamente pela variação do INPC, Companhia desenvolveu novos projetos definindo medidas ambientais compensatórias da exploração
acrescidos de juros de 1% a.m. do potencial hidrelétrico relacionadas à aquisição de terras, assessoria ambiental, assessoria jurídica, (1) Em atendimento ao Despacho ANEEL nº 1.618 de 23/4/2008, efetuamos a segregação da receita
Clientes - Plano Cruzado - Ações movidas por alguns consumidores industriais e comerciais administração do meio ambiente, incluindo consolidação, monitoramento e proteção ambiental. O de comercialização e distribuição utilizando uma “tusd média” calculada a partir da tusd homologada
questionando a legalidade da majoração da tarifa de energia elétrica ocorrida na vigência do Plano custo destes projetos foi estimado em R$ 12.868 e encontra-se registrado contabilmente. para consumidores cativos.
Continua...
...Continuação
 Outros Custos e Despesas Operacionais
38 Outras Receitas Operacionais Controladora Consolidado
Partes Relacionadas
2009
Controladora
2008
Outras Despesas Operacionais 2009 2008 2009 2008 Empresas Ref. Natureza de Operação Ativo Passivo Resultado Ativo Passivo Resultado
Consolidado Arrendamento e aluguéis - - 887 704 Fundação Coelba de
2009 2008 Seguros - 10 7.378 6.411 Previdência Constituição Patronal - - (689) - - (7.347)
Renda da prestação de serviços 42.230 68.440 Doações e contribuições - - 3.733 5.777 Complementar - Coelba Reembolso de despesa - - - 10 - -
Arrendamentos e aluguéis 47.413 30.241 Recuperação de despesa - (1) (20.004) (21.880) - - (689) 10 - (7.347)
Serviço taxado 10.226 10.188 Transporte - 20 171 123 Celpos (3) Contrato de Mútuo - 152.533 (6.825) - 156.893 9.536
Publicações e avisos de desligamentos - 50 823 842 Outras - 45.348 (4.073) - 43.606 (6.157)
Encargos CBEE (5) (14) Órgãos de classe do setor elétrico - - 3.680 3.053
Taxa de iluminação pública 7.662 7.161 - 197.881 (10.898) - 200.499 3.379
Despesas de viagem 744 1.073 6.964 8.294 Amara Brasil (4) Prestação de serviço
Custo de adm. nas faturas de fraude 18.166 7.750 Consumo próprio e energia elétrica - - 12.388 13.728 (almoxarifado) - - 377 (2.920) - 306 (926)
Outras receitas 12.459 6.156 Propaganda e publicidade 68 - 7.147 5.039 Reembolso de despesa - - 65 - - 140
Saldos em 31 de dezembro de 2009 138.151 129.922 Processo cível - - 18.971 16.376 - 377 (2.855) - 306 (786)
Processo fiscal - - 1.036 162 Iberdrola Energia S.A. Dividendos e juros sobre
Alimentação - 2 663 372
39 Compra e Venda de Energia de Curto Prazo no Âmbito da CCEE Multas ANEEL - - 10.770 4.545 (5)
capital próprio
Prestação de serviço
- 147.450
34 148
(168.863)
(19.175)
- 114.018
34 653
(142.744)
(18.913)
Encerramento de ordem em curso - - 1.067 228 34 147.598 (188.038) 34 114.671 (161.657)
Nos exercícios de 2009 e 2008 a Companhia efetuou a comercialização de energia de curto prazo no Outros 1.727 2.525 22.207 203 Iberdrola Generation (5) Prestação de serviço - 117 (16.242) - 117 (11.981)
âmbito da CCEE conforme demonstrado a seguir: Total 2.539 3.679 77.881 43.977 - 117 (16.242) - 117 (11.981)
Consolidado 521 Participações Dividendos e juros sobre
2009 2008 41 Participação nos Lucros capital próprio - 47.258 (76.056) - 38.029 (65.609)
Compra MWh (1) R$ MWh (1) R$ - 47.258 (76.056) - 38.029 (65.609)
A Companhia mantém o programa de participação dos empregados nos lucros e resultados, nos moldes Previ/Banco do Brasil Aluguel/Comodato - - - - 15 -
CCEE (*) 3.877.395 142.055 3.400.081 251.634
da Lei nº 10.101/00 e artigo nº 189 da Lei nº 6.404/76, baseado em acordo de metas operacionais e Dividendos e juros sobre
Ajustes 349 8.204 17.631 1.516 financeiras previamente estabelecidas com os mesmos. O montante desta participação no Consolidado
Subtotal 3.877.744 150.259 3.417.712 253.150 capital próprio - 63.372 (94.379) - 30.482 (81.414)
foi de R$ 61.046 (R$ 55.562 em 31 de dezembro de 2008), a qual é considerado benefício de - 63.372 (94.379) - 30.497 (81.414)
Contratos Bilaterais 2.671.378 345.192 2.846.602 353.068 curto prazo. A Companhia mantém ainda benefícios usuais de mercado para rescisões de contratos BB - Banco do Brasil Dividendos e juros sobre
Total 6.549.122 495.451 6.264.314 606.218 de trabalho. capital próprio - 12.145 (37.374) - 14.391 (32.240)
- 12.145 (37.374) - 14.391 (32.240)
Consolidado 42 Saldos e Transações com Partes Relacionadas Fundo Mútuo Invest. em
Ações Cart.
Dividendos e juros sobre
capital próprio - 15.776 (27.523) - 11.090 (23.742)
2009 2008
Venda MWh (1) R$ MWh (1) R$ Controladora Livre -BB Ações Price - 15.776 (27.523) - 11.090 (23.742)
2009 2008 Fundo Mútuo Invest. em Dividendos e juros sobre
CCEE (*) 1.422.227 74.667 948.274 97.198 Empresas Ref. Natureza de Operação Ativo Passivo Resultado Ativo Passivo Resultado Ações Cart. capital próprio - 13.462 (23.486) - 9.464 (20.260)
Ajustes - 13.092 3.666 1.002 COELBA (1) AFAC 1.694 - - 1.694 - - Livre - BB Carteira Livre I - 13.462 (23.486) - 9.464 (20.260)
Subtotal 1.422.227 87.759 951.940 98.200 Dividendos e JSCP 601.368 - - 258.161 - - (1) Referem-se aos adiantamentos para futuro aumento de capital efetuados pela NEOENERGIA.
Contratos Bilaterais 2.626.505 341.102 2.651.805 326.913 Outros 11 - - 11 - - (2) Refere-se à operação de mútuo efetuada em 01 de dezembro de 2004, atualizado pelo IGP-M, ao
Total 4.048.732 428.861 3.603.745 425.113 Total Coelba 603.073 - - 259.866 - - adiantamento para futuro aumento de capital e à assunção das dívidas da TERMOAÇU com empresas
(*) Compra e venda estimada referente ao mês de dezembro de 2009. CELPE Dividendos e JSCP 165.633 - - 202.072 - -
Outros - - - 177 - - do Grupo conforme Termo de Compromisso assinado entre os Sócios.
(1) Informações não examinadas pelos auditores independentes. Total Celpe 165.633 - - 202.249 - - (3) Ref. ao contrato de benefício da controlada Celpe com a Celpos, com vigência até dezembro de
Os montantes de receitas/despesas, faturados e/ou pagos pelas concessionárias que tiveram excedente/ COSERN Dividendos e JSCP 196.086 - - 88.214 - - 2023, corrigido pelo INPC + 6% a.a.
falta de energia comercializados no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, Total Cosern 196.086 - - 88.214 - - (4) Refere-se à administração e logística de almoxarifado prestado pela Amara às controladas do grupo
foram referendados pelas controladas. TERMOPERNAMBUCO Dividendos e JSCP 103.193 - - 38.105 - - Neoenergia, corrigido anualmente pela IPCA, com diversos contratos com vigência até 2011.
Outros 2 1 - 2 1 - (5) Refere-se ao acordo de serviços de operação e manutenção - “O&M” das controladas
Total Termopernambuco 103.195 1 - 38.107 1 - Termopernambuco e Itapebi, com ajuste anual com base na variação do IGP-M.
40 Resultado Operacional TERMOAÇU (2) Contrato de Mútuo 33.536 - - 68.164 - -

Os custos e as despesas operacionais têm a seguinte composição por natureza de gasto:


Outros
Total Termoaçu
29
33.565
-
-
-
- 68.164
- -
-
-
-
43 Instrumentos Financeiros
Consolidado ITAPEBI Dividendos e JSCP 46.949 - - 25.845 - - Em atendimento à Deliberação CVM nº 566, de 17 de dezembro de 2008, que aprovou o
2009 2008 Outros 2 - - - - - Pronunciamento Técnico CPC nº 14, e à Instrução CVM nº 475, de 17 de dezembro de 2008, a
Total Itapebi 46.951 - - 25.845 - -
Despesas Despesas GERAÇÃO CIII (1) AFAC 930 - - - - - Companhia efetuou uma avaliação de seus instrumentos financeiros, inclusive os derivativos.
Custos de Bens e com gerais e Contrato de Mútuo 12.833 - - 14.874 - - Considerações gerais:
Serviços Vendidos vendas administrativas Total Total Outros 13 - - 12 - - Em 31 de dezembro de 2009, os principais instrumentos financeiros estão descritos a seguir:
Receita Operacional Líquida - - - 6.965.554 6.290.933 Total Geração CIII 13.776 - - 14.886 - -  Caixa e Equivalentes de caixa - são classificadas como destinadas à negociação. O valor de mercado
Custos/Despesas Operacionais NC ENERGIA Dividendos e JSCP 27.853 - - 26.990 - - está refletido nos valores registrados nos balanços patrimoniais
Outros 5 - 5 - -  Títulos e valores mobiliários - são classificados como mantidos até o vencimento, e registrados
Pessoal (149.218) (89.299) (129.685) (368.202) (331.717)
Total NC Energia 27.858 - - 26.995 - - contabilmente pelo custo amortizado. Os valores registrados equivalem, na data do balanço, aos
Administradores - - (13.117) (13.117) (7.943) AFLUENTE Dividendos e JSCP 11.135 - - 12.930 - - seus valores de mercado.
Entidade de previdência privada (6.315) (3.407) (10.068) (19.790) (15.747) Outros 5 - - 3 - -  Consumidores, Concessionárias e Permissionárias e Títulos a Receber - decorrem diretamente das
Material (26.232) (251) (1.561) (28.044) (26.613) Total Afluente 11.140 - - 12.933 - - operações da Companhia, são classificados como empréstimos e recebíveis e, estão registrados pelos
Combustível para produção de energia (75.034) - - (75.034) (35.226) NEOENERGIA SERVIÇOS (1) AFAC 7 - - 7 - - seus valores originais, sujeitos à provisão para perdas e ajuste a valor presente, quando aplicável.
Serviços de terceiros (181.733) (143.107) (108.761) (433.601) (425.603) (TERMO NC) Dividendos e JSCP 18 - - 2 - -  Empréstimos, financiamentos e debêntures:
Taxa de fiscalização serviço energia Total Neoenergia Seviços 25 - - 9 - - O principal propósito desse instrumento financeiro é gerar recursos para financiar os programas de
elétrica-TFSEE (11.042) (6.735) - (17.777) (55.042) GARTER (1) AFAC 2 - - 2 - - expansão da Companhia e eventualmente gerenciar as necessidades de seus fluxos de caixa no curto
Total Garter 2 - - 2 - - prazo.
Outorga da concessão pela utilização BAGUARI I (1) AFAC  Empréstimos e financiamentos em moeda nacional - são classificados como passivos financeiros
do bem público (1.516) - - (1.516) (3.498) Contrato de Mútuo - - - 2 - - não mensurados ao valor justo, e estão contabilizados pelos seus valores contratuais. Os valores
Outorga da concessão pela utilização Outros 6 - - 4 - - de mercado destes empréstimos são equivalentes aos seus valores contábeis, por se tratarem
de recursos hídricos - - - - (6.320) Total Baguari 6 - - 6 - - de instrumentos financeiros com características exclusivas oriundas de fontes de financiamento
Compensação Financeira Recursos BAHIA PCH I (1) AFAC - - - 45.139 - - específicas para financiamento de investimentos em distribuição de energia, com custos subsidiados,
Hídricos - CFRH (7.050) - - (7.050) (4.954) Contrato de Mútuo - - - 29.631 - - em sua maioria atrelados à TJLP - Taxa de Juros do Longo Prazo ou com taxas pré-fixadas.
Dividendos e JSCP 765 - - - - -  Debêntures em moeda nacional - são classificados como passivos financeiros não mensurados
Energia elétrica comprada Outros 1 - - 104 - -
para revenda (2.772.766) - - (2.772.766) (2.227.834) ao valor justo, e estão contabilizados pelos seus valores contratuais. Para fins de divulgação, as
Total Bahia PCH I 766 - - 74.874 - - debêntures tiveram seus valores de mercado calculados com base em taxas de mercado secundário
Encargos de uso do sistema BAHIA PCH II (1) AFAC 878 - - 8 - - da própria dívida ou dívida equivalente, divulgadas pela ANDIMA, sendo utilizado como projeção dos
transmissão (463.607) - - (463.607) (430.993) Outros 2 - - - - -
Total Bahia PCH II 880 - - 8 - - seus indicadores as curvas de BM&F em vigor na data do balanço.
Depreciação e amortização (361.722) (4.142) (44.566) (410.430) (371.823)  Empréstimos e financiamentos em moeda estrangeira e debêntures em moeda nacional indexadas
Arrendamentos e alugueis (3.726) (1.237) (5.201) (10.164) (4.428) BAHIA PCH III Outros 2 - - - - -
Total Bahia PCH III 2 - - - - - a variação cambial - coerentes com a política financeira do Grupo Neoenergia e da Companhia,
Tributos (1.504) (1.224) (2.415) (5.143) (12.814) RIO PCH I (1) AFAC - - - 75 - - são considerados como itens objeto de hedge, de acordo com a metodologia de contabilidade de
Provisões Líquidas - PCLD (14.480) (11.508) - (25.988) (1.480) Contrato de Mútuo - - - 21.244 - - operação hedge (hedge accounting), e estão contabilizados pelos seus valores de mercado. Os
Provisões Líquidas - Contingências - - 2.297 2.297 (41.951) Outros 10 - - 8 - - valores justos são calculados projetando os fluxos futuros das operações (ativo e passivo) utilizando
Provisão para perda RTE - (329) - (329) (68.676) Total Rio PCH I 10 - - 21.327 - - o custo da ponta passiva dos seus swaps. Na controlada CELPE, utiliza-se as curvas da BM&F e
NEOINVEST (1) AFAC - - - 9.656 - - trazendo esses fluxos a valor presente utilizando a taxa DI futura da BM&F.
Provisão para perda Energia Livre - 3.772 - 3.772 8.988  Instrumentos financeiros derivativos - as operações com derivativos têm por objetivo a proteção
Provisões atuariais - - (4.666) (4.666) (268) Outros 96 - - 96 - -
Total Neoinvest 96 - - 9.752 - - contra variações cambiais nas captações realizadas em moeda estrangeira e moeda nacional
Outros (12.081) (25.664) (40.135) (77.881) (43.977) GOIAS SUL (1) AFAC 2.251 - - 13.093 - - indexadas a variação cambial, sem nenhum caráter especulativo. Dessa forma, são considerados
Total custos/despesas operacionais (4.088.028) (283.131) (357.878) (4.729.037) (4.107.919) Outros 5 - - 2 - - como instrumentos de hedge, de acordo com a metodologia de contabilidade de operação hedge
Resultado do Serviço 2.236.517 2.183.014 Total Goiás Sul 2.256 - - 13.095 - - (hedge accounting), e estão contabilizados pelos seus valores de mercado. Os valores justos são
Resultado Financeiro 25.181 (48.793) GERAÇÃO CÉU AZUL (1) AFAC 1.450 - - - - - calculados projetando os fluxos futuros das operações (ativo e passivo) utilizando as curvas da BM&F
Juros sobre capital próprio (424.293) (366.009) Outros 139 - - - - - e trazendo esses fluxos a valor presente utilizando o custo da ponta passiva dos seus swaps.
Resultado na alienação/desativação Total Geração Céu Azul 1.589 - - - - - Os valores contábeis e de mercado dos instrumentos financeiros da Companhia em 31 de dezembro
SE NARANDIBA Contrato de Mútuo 15.922 - - - - - de 2009 e 2008 são como segue:
de bens e direitos (21.974) (6.936) Outros 2 - - - - - Ativos (Passivos)
Equivalência patrimonial/ Total SE Narandiba 15.924 - - - - - 2009 2008
amortização do ágio (116.876) (112.056) PCH ALTO DO RIO GRANDE Outros 2 - - - - - Contábil Mercado Contábil Mercado
Resultado operacional 1.698.555 1.649.221 Total PCH Alto do Rio Grande 2 - - - - - Caixa e equivalentes de caixa 2.629.644 2.629.644 2.421.526 2.421.526
Controladora Títulos e valores mobiliários 337.240 337.240 233.667 233.667
 Custo e despesa de pessoal 2009 2008 Consumidores, Concessionárias e Permissionárias
Controladora Consolidado Empresas Natureza de Operação Ativo Passivo Resultado Ativo Passivo Resultado e títulos a receber (líquido da PCLD) 2.755.510 2.755.510 2.402.164 2.402.164
Pessoal 2009 2008 2009 2008 Iberdrola Energia S.A. Dividendos e JSCP - 86.358 (165.475) - 63.715 (142.744) Fundos Vinculados 76.810 76.810 72.695 72.695
Remunerações (350) 13 211.833 193.930 Total Iberdrola Energia S.A. - 86.358 (165.475) - 63.715 (142.744) Empréstimos e financiamentos em moeda nacional (2.810.095) (2.810.095) (2.577.872) (2.580.101)
Encargos sociais 753 - 96.721 89.302 521 Participações Dividendos e JSCP - 47.258 (76.056) - 38.029 (65.609) Debêntures em moeda nacional (1.816.986) (1.796.059) (1.895.970) (1.855.265)
Auxílio alimentação - - 19.042 16.575 Outras - - - 15 - - Empréstimos, financiamentos e debêntures em
Total 521 Participações - 47.258 (76.056) 15 38.029 (65.609) moeda estrangeira (293.956) (293.956) (404.049) (405.760)
Convênio assistencial e outros benefícios 52 54 21.686 16.662 Previ / Banco do Brasil Dividendos e JSCP - 54.096 (94.379) - 29.286 (81.414) Instrumentos de derivativos (113.540) (113.540) (42.744) (42.744)
Incentivo à aposentadoria e PDV - - 5.963 2.747 Total Previ/Banco do Brasil - 54.096 (94.379) - 29.286 (81.414) A Companhia e suas controladas possui instrumentos derivativos com objetivo exclusivo de proteção
Provisão para férias e 13º salário 37 35 47.345 44.346 BB -Banco do Brasil econômica e financeira contra a variação cambial utilizando Swap dólar para CDI e IGP-M, não
Plano de saúde 8 104 21.029 14.311 Investimentos S.A. Dividendos e JSCP - 12.145 (37.374) - 14.391 (32.240)
Total Banco do Brasil Invest. - 12.145 (37.374) - 14.391 (32.240) possuindo derivativos exóticos ou outras modalidades de derivativos. A política do Grupo Neoenergia
Contencioso trabalhista - - 15.405 8.059 não permite a utilização de instrumentos financeiros derivativos com propósitos especulativos.
Participação nos resultados - - 62.233 56.200 Fundo Mútuo Invest. em Ações Cart. Dividendos e JSCP - 15.776 (27.523) - 11.090 (23.742)
Livre -BB Ações Price Total BB Ações Price - 15.776 (27.523) - 11.090 (23.742) As operações de “hedge” são contratadas para a totalidade do endividamento com exposição
Encerramento de ordem em curso - - 2.373 2.969 Fundo Mútuo Invest. em Ações Cart. Dividendos e JSCP - 13.462 (23.486) - 9.464 (20.260) cambial, de forma que os ganhos e perdas dessas operações decorrentes da variação cambial sejam
(-) Transferências para ordens - - (135.428) (113.384) Livre -BB Carteira Livre I Total BB Carteira Livre I - 13.462 (23.486) - 9.464 (20.260) compensados pelos ganhos e perdas equivalentes das dívidas em moeda estrangeira.
Total 500 206 368.202 331.717
Os contratos de derivativos vigentes em 31 de dezembro de 2009 e 2008 são como segue:
 Custo com Energia Elétrica Comprada para Revenda Valores de Referência Efeito acumulado
Consolidado Moeda Estrangeira Moeda Local Valor Justo 2009
2009 2008 Valor a receber/
Energia Elétrica Comprada para Revenda R$ MWh (1) R$ MWh (1) Data dos Data de recebido -
CHESF 346.449 4.678.749 533.765 7.144.324 Descrição Contraparte contratos vencimento Posição 2009 2008 2009 2008 2009 2008 a pagar/pago
CEEE 35.627 483.734 33.458 487.299 Contratos de Swaps:
CESP 260.259 2.547.144 213.233 2.384.368 Swap
COPEL 154.405 1.971.876 120.531 1.745.101 Ativa Banco Votorantim 12/01/01 22/03/11 USD + 3,446% a.a. USD 1.649 USD 2.827 R$ 3.209 R$ 5.501 3.969 8.677 -
DUKE 44.528 537.788 42.248 555.434 Passiva CDI - 6% a.a. 7.116 10.910 -
(3.147) (2.233) (2.821)
ELETRONORTE 140.862 1.794.437 136.229 1.836.002
Swap
EMAE 9.542 146.908 10.478 146.499
Ativa Bancos ABN 11/07/06 e 26/06/13 USD 6M LIBOR + 1% a.a. USD 150.000 USD 150.000 R$ 317.315 R$ 328.500 256.142 340.515 -
ENERGEST 13.516 169.372 13.144 158.206 Passiva AMRO e Citibank 26/06/09 106,75% e 107,25% do 317.644 332.570 -
TRACTEBEL 104.753 832.878 9.012 6.291 CDI e 101,61% (61.502) 7.945 (107.531)
ENGUIA 4.516 106.297 8.345 56.099 Swap
TERMORIO 13.069 128.432 - - Ativa Banco Votorantim 30/07/04 27/01/14 USD + 13,4853% a.a. USD 9.523 USD 12.434 R$ 28.779 R$ 37.575 25.588 49.659 -
PETROBRAS 180.492 1.696.813 23.841 74.408 Passiva IGPM + 13,95% a.a. 75.059 101.239 -
CEMIG GERAÇÃO 159.144 1.542.183 83.390 1.060.187 (49.471) (51.580) (8.096)
CPFL 26.994 5.685 22.128 - Swap
FURNAS 538.797 6.814.162 497.434 6.664.127 Ativa Banco Citibank 30/06/08 30/06/26 Euro + 2% a.a USD 414 USD 414 R$ 990 R$ 1.047 990 1.329 -
LIGHT 37.921 591.501 36.809 608.729 Passiva 72,5% do CDI 961 1.018 -
ITAPEBI 278.420 1.877.268 284.242 1.877.268 29 311 (29)
TERMOPERNAMBUCO 794.143 7.040.563 687.739 7.069.446 Swap
TERMOAÇU 125.443 917.544 88.368 778.582 Ativa Banco Citibank 30/06/08 30/06/16 Euro + 4% a.a USD 3.845 USD 3.845 R$ 8.516 R$ 9.716 8.516 11.899 -
AFLUENTE 20.249 148.920 17.341 149.328 Passiva 92% do CDI 7.877 9.113 -
NC Energia 27.694 90.723 43.977 301.576 639 2.786 (639)
CCEAR 28.362 375.557 25.726 165.111 Contrato a Termo:
CCEE 49.647 252.785 50.631 305.337 NDF
Comprada Banco Itaú BBA 30/12/08 30/06/09 Dólar USD 0 USD 507 - R$ 1.252 - 1.185 -
PARCELA A 185.376 - 54.330 -
Vendida Reais - 1.252 -
CREDITOS PIS / COFINS (297.963) - (228.569) -
- (67) -
PROINFA 105.706 670.860 58.019 285.201 NDF
FONTES ALTERNATIVAS 70.854 - 95.108 - Comprada Unibanco 07/10/08 06/04/09 Dólar USD 0 USD 2.357 - R$ 5.665 - 5.508 -
Encargos Serviço Sistema - ESS 96.976 - 70.764 - Vendida Reais - - 5.665 -
OUTRAS 199.960 1.725.406 116.921 268.548 - (157) (185)
AJUSTES (982.975) - (920.808) - NDF
Total 2.772.766 37.147.585 2.227.834 34.127.471 Comprada Unibanco 10/10/08 06/04/09 Dólar USD 0 USD 2.357 - R$ 5.712 - 5.508 -
 Custo com Encargos de Uso do Sistema de Transmissão Vendida Reais - - 5.712 -
Consolidado - (204) (185)
NDF
Encargos de Uso do Sistema de Transmissão 2009 2008
Comprada Unibanco 14/10/08 06/04/09 Dólar USD 0 USD 2.357 - R$ 5.190 - 5.508 -
FURNAS 55.389 47.829
Vendida Reais - - 5.190 -
CTEEP 43.009 38.009 - 318 (185)
ELETRONORTE 28.297 25.465 NDF
CHESF 151.104 131.788 Comprada Unibanco 15/10/08 06/04/09 Dólar USD 0 USD 2.357 - R$ 5.373 - 5.508 -
ELETROSUL 27.087 22.856 Vendida Reais - - 5.373 -
CEMIG 16.508 12.728 - 135 (185)
CEEE 11.443 10.191 NDF
ONS 12.161 2.482 Comprada Itaú BBA 06/04/09 06/07/09 Dólar USD 1.511 USD 0 R$ 2.666 2.674 5.252 - -
NOVATRANS 12.851 11.768 Vendida Reais 5.340 - -
TSN 13.754 12.075 (88) - (44)
AFLUENTE 13.713 6.954 Total (113.540) (42.744) (119.900)
COELBA 1.006 1.188
COPEL 7.429 5.942
Consoante facultado pela Deliberação CVM nº 566, de 17 de dezembro de 2008, que aprovou o Risco de Variação Cambial 2009
ETEO 4.450 1.837
pronunciamento técnico CPC nº 14, a Companhia e suas controladas contabilizou os instrumentos R$ Mil
ENTE 5.534 3.478 Cenário
NTE 3.887 2.128 derivativos de acordo com a metodologia de contabilidade de operação hedge (hedge accounting). Por
Operação Risco provável
Cenário (II) Cenário (III)
EXPANSION 5.036 3.210 essa metodologia, os impactos na variação do valor justo dos derivativos utilizados como instrumento ATIVOS E PASSIVOS FINANCEIROS
ATE 7.365 2.016 de hedge são reconhecidos no resultado de acordo com o reconhecimento do item que é objeto de BID USD (3.971) (4.963) (5.956)
STN 4.438 2.439 hedge. Os hedges das controladas foram avaliados como efetivos. Swap Ponta Ativa -BID USD 3.970 4.962 5.954
EATE 10.894 9.570 Títulos Externos USD (256.044) (320.055) (384.066)
Os derivativos das controladas (instrumentos financeiros derivativos destinados a hedge) e as dívidas Swap Ponta Ativa -Títulos Externos USD 256.142 320.177 384.213
ITE 5.261 2.192
em moeda estrangeira das controladas (respectivos itens objeto de hedge) foram ajustados ao valor 3ª Emissão Debêntures USD (25.580) (31.975) (38.369)
ATII 3.054 2.309
justo. A valorização ou a desvalorização do valor justo do instrumento destinado a hedge e do item Swap Ponta Ativa -3ª Emissão Debêntures USD 25.589 31.986 38.383
CELPE 3.181 2.248
objeto de hedge foram registradas em contrapartida da conta de receita ou despesa financeira, no KFW 1 EUR (14) (262) -
ENERGIPE 3.736 3.076 Swap Ponta Ativa -KFW 1 EUR 14 262 -
CVA encargos (7.883) 12.510 resultado do exercício. KFW 2 EUR (50) (2.179) -
Parcela de ajuste (transmissoras) - 5.099 Fatores de Risco: Swap Ponta Ativa - KFW 2 EUR 50 2.179 -
Crédito PIS/COFINS (46.903) (34.057)  Riscos financeiros NDF Ponta Ativa USD (44) (677) (1.343)
Outros 67.806 83.663 √ Risco de Moeda Estrangeira Referência para ATIVOS E PASSIVOS Apreciação da taxa em 25% 50%
Total 463.607 430.993 Dolar USD/R$ 1,741 2,177 2,612
Esse risco decorre da possibilidade da perda por conta de elevação nas taxas de câmbio, que aumentem Euro EUR/R$ 2,507 3,134 3,761
 Custo e Despesa com Depreciação e Amortização os saldos de passivo de empréstimos e financiamentos em moeda estrangeira e das debêntures em √ Risco de encargos de dívida
Controladora Consolidado moeda nacional indexadas a variação cambial captadas no mercado. A Companhia e suas controladas Este risco é oriundo da possibilidade das controladas vir a incorrer em perdas por conta de flutuações
Depreciação e Amortização 2009 2008 2009 2008 visando assegurar que oscilações significativas nas cotações das moedas a que está sujeito seu passivo nas taxas de juros ou outros indexadores de dívida, que aumentem as despesas financeiras relativas
Quota de depreciação e amortização no exercício 153 177 428.780 380.627 a empréstimos e financiamentos captados no mercado, ou diminuam a receita financeira relativas às
com exposição cambial não afetem seu resultado e fluxo de caixa, possui em 31 de dezembro de
(-) Depreciação e amortização transferida para aplicações financeiras das controladas. A Companhia e suas controladas não têm pactuado contratos
ordens em curso - - (4.389) (4.583) 2009, operações de “hedge” cambial, representando 100% do endividamento com exposição cambial. de derivativos para fazer “Swap” contra este risco. Porém, a Companhia monitora continuamente
(-) Crédito PIS/COFINS - - (13.961) (4.221) Vide abaixo análise de sensibilidade do risco taxa de câmbio, demonstrando os efeitos no resultado da as taxas de juros de mercado com o objetivo de avaliar a eventual necessidade de contratação de
Depreciação e Amortização residual no resultado 153 177 410.430 371.823 variação nos cenários: derivativos para se proteger contra o risco de volatilidade dessas taxas.
Continua...
...Continuação
Vide abaixo análise de sensibilidade do risco de encargos de dívida, demonstrando o efeito no resultado  CELPE FAELBA FASERN CELPOS
das variações nos cenários: A Companhia é patrocinadora da Fundação Celpe de Seguridade Social - CELPOS, pessoa jurídica Principais premissas atuariais 2009 2008 2009 2008 2009 2008
Risco de Deterioração dos Encargos Financeiros 2009 de direito privado, sem fins lucrativos, que tem por finalidade principal propiciar aos seus associados Taxa de desconto para valor presente
R$ Mil da obrigação atuarial 9,73% 9,20% 9,73% 9,20% 10,77% 10,77%
Cenário participantes, e aos seus beneficiários, uma renda pecuniária de suplementação de aposentadoria e
Taxa de rendimento esperada sobre
Operação Risco provável Cenário (II) Cenário (III) pensão em conformidade com planos de benefícios previdenciários a que estiverem vinculados. os ativos do plano 9,73% 9,20% 9,73% 9,20% 12,36% 12,36%
ATIVOS FINANCEIROS No exercício de 2005 foi aprovado pela Secretaria de Previdência Complementar - SPC/MPS por meio Índice estimado de aumentos salariais
Aplicações financeiras CDI 2.081.127 2.138.266 2.195.405 da Portaria nº 285 de 29 de novembro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 30 de futuros 4,50% 4,00% NA N/A 5,83% 5,83%
Títulos e valores mobiliários CDI 134.650 142.372 150.093 novembro de 2005, o Regulamento que tem por finalidade instituir o Plano Misto I de Benefícios, Reajuste de benefícios concedidos de
PASSIVOS FINANCEIROS prestação continuada 4,50% 4,00% 4,50% 4,00% 4,50% 4,50%
Empréstimos, Financiamentos e Debêntures doravante designado Plano CD, estabelecendo normas, pressupostos, condições e requisitos para a
concessão dos benefícios previdenciários. Fator de capacidade benefício/salário 98,00% 98,00% 98,00% 98,00% 98,00% 98,00%
BNDES/FINEM TJLP (328.795) (342.128) (355.460)
BNDES Emergencial SELIC (44.775) (59.431) (69.219) Em 29 de dezembro de 2005 foi aprovada a data de 31 de janeiro de 2006, para entrada em vigor Tábua geral de mortalidade AT-2000 AT-2000 AT-2000 AT-2000 UP-94 UP-94
FINEP TJLP (8.438) (9.201) (9.750) Tábua de mortalidade de inválidos AT-83 AT-83 AT-83 AT-83 UP-84 UP-84
do Plano CD, com prazo de 90 dias, a contar daquela data, para as adesões. Em cumprimento ao que Tábua de entrada de invalidez Light-Média Light-Média NA N/A LIGHT- LIGHT-
CEF COHAB (1) (1) (1) determina a legislação vigente, o novo plano de benefícios foi oferecido aos participantes que ainda não
1ª Emissão Debêntures CDI (2.210) (4.231) (6.252) MÉDIA MÉDIA
2ª Emissão Debêntures - 1ª série CDI (7.777) (15.595) (23.413) se encontram em benefício e aos futuros. O processo de adesão, por parte dos atuais participantes foi Outros Benefícios
2ª Emissão Debêntures - 1ª série IGPM (5.609) (5.913) (6.216) de forma voluntária, resultando na adesão de aproximadamente 22%. Tanto na COELBA, CELPE e COSERN, além dos benefícios concedidos por intermédio dos planos de
2ª Emissão Debêntures - 2ª série IGPM (6.963) (8.390) (8.777) Foi aprovado pela Secretaria de Previdência Complementar - SPC/MPS através do Ofício nº 2716/2005/ previdência complementar, a Companhia oferece outras vantagens a seus empregados, tais como: plano
3ª Emissão Debêntures CDI (3.730) (7.560) (11.389) SPC/DETEC/CGAT, de 30 de dezembro de 2005, o Novo Regulamento do Plano de Benefícios Definidos de saúde, auxílios refeição, transporte, funeral e creche, capacitação e desenvolvimento profissional,
4ª Emissão Debêntures CDI (16.861) (37.385) (41.048) - Plano BD visando adequar-se às Leis Complementares nº 108 e 109 de 29 de maio de 2001. A sua que são periodicamente negociadas por ocasião dos acordos coletivos de trabalho. No exercício findo
5ª Emissão Debêntures - 1ª série CDI (17.355) (17.746) (18.137) em 31 de dezembro de 2009, a Companhia despendeu com essas rubricas o montante de R$ 21.378
vigência, nos termos do Art. nº 63 do citado Regulamento ocorreu na mesma data de entrada em vigor
5ª Emissão Debêntures - 2ª série IGPM (105.598) (106.060) (106.521)
6ª Emissão Debêntures CDI (356.544) (364.571) (372.598) do Plano CD, ou seja, 31 de janeiro de 2006, ficando a partir dessa data fechado a novas adesões. (R$ 19.600 em 2008) para COELBA, R$ 17.590 (R$ 10.417 em 2008) para CELPE e o montante
BB REN MN - BNDES TJLP (45) (72) (100) Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2009, a Companhia efetuou contribuições a CELPOS de R$ 6.330 (R$ 6.382 em 2008) para COSERN.
BB REN MN - ELETROBRAS IGPM (242) (492) (513) no montante de R$ 14.713 (R$ 6.715 em 2008).
UNIÃO ELETROBRÁS IGPM (2.252) (685) (730)  COSERN 46 Arrendamento
UNIÃO-BNDES TJLP (322) (4.846) (4.740) A Companhia é patrocinadora da FASERN - Fundação COSERN de Previdência Complementar, pessoa
Derivativos A Controlada Termopernambuco possui contrato de arrendamento para o complexo industrial portuário
Swap Ponta Passiva - BID CDI (7.116) (7.277) (7.437) jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que tem por finalidade principal propiciar aos seus
com duração de 25 anos e custo mensal de R$ 170 (atualizado com base na variação do IGP-M
Swap Ponta Passiva - Títulos Externos CDI (317.645) (324.796) (331.948) associados participantes, e respectivos beneficiários, uma renda pecuniária de suplementação de calculada pela Fundação Getúlio Vargas) representando um custo total de R$ 44.400.
Swap Ponta Passiva - 3ª Emissão Debêntures IGPM (75.060) (75.389) (75.717) aposentadoria e pensão, conforme regulamentos dos planos de benefícios a que estiverem vinculados. Em 2007, atendendo a solicitação do Governo do Estado de Pernambuco, foi realizado o projeto
Swap Ponta Passiva - KFW 1 CDI (31) (52) (74) As contribuições correntes (da patrocinadora e dos participantes) destinam-se à cobertura dos
Swap Ponta Passiva - KFW 2 CDI (335) (513) (691) de deslocamento da Linha de Transmissão de 230 kV da Termopernambuco, no trecho entre a UTE
benefícios a serem pagos aos participantes, e são acumulados desde sua admissão nos planos. No Termopernambuco e Pirapama, sendo construídas 10 novas torres e 5,5 km de linhas. As torres antigas
Referência para ATIVOS FINANCEIROS Apreciação da taxa em 25% 50%
CDI (%) 9,88 12,35 14,82 Plano de Benefícios Previdenciários da FASERN - Regulamento 001 (Benefício Definido), eventuais encontravam-se na nova área destinada a Refinaria Abreu e Lima da Petrobras.
Referência para PASSIVOS FINANCEIROS Apreciação da taxa em 25% 50% insuficiências serão de co-responsabilidade da Companhia. A assinatura de um aditivo ao contrato de arrendamento entre SUAPE e a Termopernambuco viabilizou
TJLP % 6,12 7,66 9,19 A partir de março de 1999, a FASERN implantou o Plano Misto de Benefícios Previdenciários nº 001, a execução das obras da linha de transmissão por parte da Companhia, com ressarcimento por parte
TR % 0,71 0,89 1,06 de Contribuição Definida, ao qual estão vinculados todos os empregados ativos. de SUAPE na ordem de 80%.
IGPM % (1,71) (1,28) (0,85) O Plano Misto de Benefícios Previdenciários nº. 001, proporciona aos seus participantes benefícios de Em atendimento à Deliberação CVM nº 554, que aprova o Pronunciamento Técnico CPC nº 06, os
CDI % 9,88 12,35 14,82 pagamentos mínimos futuros são como abaixo:
SELIC % 9,89 12,37 14,84 risco totalmente custeados pela Companhia, com cobertura para invalidez e morte. Esses benefícios
são pagos sob a forma de pecúlio, com pagamento único. Por suas características, este plano não 2010 954
Risco de Deterioração das Receitas Financeiras 2009 apresenta déficit ou superávit, já que o resultado dos investimentos é integralmente repassado para 2011 2.044
R$ Mil 2012 2.044
os participantes. 2013 2.044
Cenário A contribuição da Companhia para o Plano Misto de Benefícios Previdenciários nº 001 corresponde
Operação Risco Provável Cenário (II) Cenário (III) 2014 2.044
ATIVOS FINANCEIROS a 5,62% do total da folha de pagamento mensal dos participantes ativos do plano (Soma dos Após 2014 20.433
Aplicações financeiras CDI 2.081.127 2.024.373 1.968.132 Salários Reais de Contribuição), dos quais 3,56% correspondem à contribuição normal (igual a dos TOTAL 29.563
Títulos e valores mobiliários CDI 134.650 127.113 119.892 participantes), 0,25% à contribuição dos benefícios de risco e 1,81% à cobertura das despesas
PASSIVOS FINANCEIROS
Empréstimos, Financiamentos e Debêntures
administrativas da FASERN. 47 Ressarcimento do ICMS sobre Aquisição de Combustíveis por Conta da CCC
As contribuições pagas ou provisionadas durante o exercício para as controladas foram as seguintes:
1ª Emissão Debêntures CDI (2.210) (189) 1.832 A controlada Celpe não constituiu créditos de ICMS relativos às aquisições de combustíveis por conta
2ª Emissão Debêntures - 1ª série CDI (47.684) (30.826) (4.929) 2009 2008
FAELBA FASERN CELPOS FAELBA FASERN CELPOS da CCC para operação do sistema isolado instalado em Fernando de Noronha - PE.
3ª Emissão Debêntures CDI (3.730) 99 3.929
Custo do Imobilizado em Curso 778 345 379 767 205 307
4ª Emissão Debêntures
5ª Emissão Debêntures - 1ª série
CDI
CDI
16.861
(17.355)
36.653
(16.964)
38.606
(16.574) Despesas Operacionais 6.442 1.571 10.882 7.347 1.012 5.850 48 Questões Ambientais
6ª Emissão Debêntures CDI (356.544) (348.517) (340.489) Total 7.220 1.916 11.261 8.114 1.217 6.157
BNB CDI - - - Reduzir o impacto ambiental causado por suas atividades sobre o meio ambiente faz parte das
Com o propósito de anular o passivo atuarial correspondente à parcela apropriada ao resultado,
Derivativos estratégias da Companhia.
equivalente a 4/5, a Celpe firmou com a Celpos, no exercício de 2001, um instrumento contratual Ativo Resultado
Swap Ponta Passiva - BID CDI (7.116) (6.956) (6.796)
Swap Ponta Passiva - Títulos Externos CDI (317.645) (310.494) (303.342) previsto para ser amortizado até o ano de 2022, de valores referentes às reservas a amortizar e a outros 2009 2008 2009 2008
Swap Ponta Passiva - KFW 1 CDI (31) (9) 13 passivos atuariais a amortizar existentes. Recursos Aplicados 97.811 105.946 13.838 12.224
Swap Ponta Passiva - KFW 2 CDI (335) (156) 22 Deliberação CVM nº 371 - Contabilização dos Planos de Pensão Dentre as ações adotadas destacam-se as mais relevantes nas controladas:
Referência para ATIVOS FINANCEIROS Apreciação da taxa em 25% 50% Na avaliação atuarial dos planos previdenciários foi adotado o método do crédito unitário projetado ,  COELBA
CDI (%) 9,88 12,35 14,82 conforme facultado pela Interpretação Técnica do IBRACON nº 01/01, referendada pela CVM através √ Manejo da Vegetação
Referência para PASSIVOS FINANCEIROS Apreciação da taxa em 25% 50% Projeto voltado para a melhoria da arborização urbana e rural, através da qualificação de equipes que
TJLP % 6,12 7,66 9,19 do Ofício Circular CVM/SEP/SNC/ nº 01/2002.
Os pareceres atuariais da FAELBA, CELPOS e FASERN, emitidos por atuários independentes, realizam a atividade de poda de árvores com módulos de técnicas de poda, ferramental adequado,
TR % 0,71 0,89 1,06
IGPM % (1,71) (1,28) (0,85) considerando a situação econômico-financeira da fundação, em 31 de dezembro de 2009 estão planejamento da arborização urbana, incentivo ao plantio de espécies adequadas na via urbana e
CDI % 9,88 12,35 14,82 legislação ambiental, realizado em parceria com as Prefeituras Municipais.
resumidos a seguir, bem como as demais informações requeridas pela Deliberação CVM nº 371/00,
SELIC % 9,89 12,37 14,84 √ Corredores Ecológicos
de 13 de setembro de 2000: Projeto de restauração de Mata Atlântica e proteção das águas das bacias dos rios Caraíva, Mucugê, e
Essas análises de sensibilidade têm por objetivo ilustrar a sensibilidade a mudanças em variáveis de mercado nos FAELBA
instrumentos financeiros da Companhia e suas controladas. As análises de sensibilidade acima demonstradas dos Mangues, através de formação de mini-corredores ecológicos, em parceria com o Grupo Ambiental
Nº 1 - CD -Pecúlio Nº 2 - BD Natureza Bela.
são estabelecidas com o uso de premissas e pressupostos em relação a eventos futuros. A Administração 2009 2008 2009 2008
da Companhia e das suas controladas revisam regularmente essas estimativas e premissas utilizadas nos √ Rede Compacta / Linha Verde
Plano de Benefícios Definido Utilização de cabos elétricos protegidos evitando acidentes por contato com arvores, reduzindo a
cálculos. Não obstante, a liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores
Valor presente das obrigações atuariais 4.582 4.952 244.706 239.462 necessidade de poda da arborização e melhorando o desempenho do sistema elétrico.
diferentes dos estimados devido à subjetividade inerente ao processo utilizado na preparação dessas análises.
 Riscos operacionais Valor justo dos ativos do plano (1.861) (2.755) (344.865) (329.009) √ Projeto de Educação Ambiental (PEA)
√ Risco de crédito Valor presente das obrigações em excesso Criação de um sistema de áreas protegidas aliado a programas de educação ambiental, visando
O risco surge da possibilidade da Companhia e suas controladas virem a incorrer em perdas ao valor justo dos ativos 2.721 2.197 (100.159) (89.547) conservação da fauna, flora mananciais hídricos, a biodiversidade e os remanescentes de Mata
resultantes da dificuldade de recebimento de valores faturados a seus consumidores, concessionárias Ajustes pro diferimentos permitidos: Atlântica.
e permissionárias. Para reduzir esse tipo de risco e para auxiliar no gerenciamento do risco de (Ganhos) ou perdas atuariais não reconhecidos 724 - (7.331) (5.003) √ Gestão Sustentável de Resíduos
inadimplência, a Companhia monitora as contas a receber de consumidores realizando diversas Passivo / (ativo) atuarial líquido total 1.997 2.197 (92.828) (84.544) Diversas ações que contribuem para a melhoria da gestão dos resíduos gerados no processo produtivo
ações de cobrança, incluindo a interrupção do fornecimento, caso o consumidor deixe de realizar FASERN CELPOS da empresa.
seus pagamentos. No caso de consumidores o risco de crédito é baixo devido à grande pulverização 2009 2008 2009 2008  CELPE
da carteira. Plano de Benefícios Definido Reclassificado √ Rede Compacta/Linha Verde
√ Risco de vencimento antecipado Valor presente das obrigações atuariais com Uma das ações de grande importância na preservação ambiental é a utilização de redes protegidas.
As controladas possuem contratos de empréstimos, financiamentos e debêntures com cláusulas direitos já vencidos 60.802 60.108 563.943 555.817 Cabos elétricos protegidos evitando acidentes por contato com árvores, reduzindo a necessidade de
restritas que, em geral, requerem a manutenção de índices econômico-financeiros em determinados Valor presente das obrigações atuariais com poda da arborização e melhorando o desempenho do sistema elétrico. Em 2009, os investimentos
níveis (“covenants” financeiros). O descumprimento dessas restrições pode implicar em vencimento direitos a vencer - - 150.558 152.329 foram na ordem de R$ 22.022 (R$ 49.880 em 2008), com a implantação de 195,49 Km de rede de
antecipado da dívida (vide notas explicativas nºs 28 e 29). Obrigação atuarial total com o plano 60.802 60.108 714.501 708.146
√ Risco quanto à escassez de energia baixa tensão e 50,76 Km de média tensão.
Valor justo dos ativos do plano (89.216) (83.007) (438.320) (385.012) √ Conservação de Energia
O Sistema Elétrico Brasileiro é abastecido predominantemente pela geração hidrelétrica. Um período Valor presente das obrigações atuariais líquidas (28.414) (22.899) 276.181 323.134
prolongado de escassez de chuva, durante a estação úmida, reduzirá o volume de água nos reservatórios Visando à educação ambiental e à preservação dos recursos naturais, a companhia vem investindo
Passivo (ativo) líquido no balanço patrimonial (24.435) (22.328) (192.596) (188.686) em projetos de eficiência energética, conforme obrigatoriedade estabelecida em contrato de concessão
dessas usinas, trazendo como consequência o aumento no custo na aquisição de energia no mercado Valor do custo do serviço passado ainda não
de curto prazo e na elevação dos valores de Encargos de Sistema em decorrência do despacho das de energia.
reconhecido no balanço (3.979) (571) 83.585 134.448 A Celpe Investe em projetos de diagnósticos e eficientização das instalações de clientes dos poderes
usinas termelétricas. Numa situação extrema poderá ser adotado um programa de racionamento, que Passivo na adoção da Deliberação CVM nº 371
implicaria em redução de receita. No entanto, considerando os níveis atuais dos reservatórios e as públicos e privados, instituições beneficentes e educacionais e prédios tombados pelo Patrimônio
não reconhecido Histórico.
últimas simulações efetuadas, o Operador Nacional de Sistema Elétrico - ONS não prevê para os Perdas atuariais não reconhecidas (3.979) (571) 83.585 134.448
próximos anos um novo programa de racionamento. Além de sensibilizar os clientes com o programa de Eficiência Energética, a Celpe doa equipamentos
Limite do “corredor” para reconhecimento eficientes (geladeiras e lâmpadas), capacita agentes comunitários e municipais das prefeituras e
44 Compromissos no resultado
Valor superior ao limite corredor
-
-
-
-
71.450
12.135
70.815
63.633
promove ações educacionais nas universidades, escolas e comunidades carentes, com investimento da
ordem de R$ 15.837 em 2009 (R$ 2.781 em 2008).
Os compromissos relacionados a contratos de longo prazo com a compra de energia são como segue: Tempo médio dos serviços futuros dos Outras ações pertinentes à Política de Meio Ambiente da Companhia visando à prevenção e
Vigência 2011 2012 2013 2014 2015 Após 2015 participantes ativos - - 7,70 8,30
minimização dos impactos ambientais causados pelo desempenho de suas atividades: apóio ao Projeto
COELBA 2010 a 2030 1.847.239 2.099.307 2.503.586 2.820.080 3.060.676 96.308.126 Valor a ser provisionado anualmente - - 1.570 7.672
TAMAR, que busca a proteção das tartarugas marinhas no Brasil. O Programa de Excelência em
COSERN 2010 a 2042 482.012 525.143 601.591 577.842 535.048 7.791.306 A Controlada Celpe optou por registrar o ajuste dos passivos referentes ao complemento do serviço
CELPE 2009 a 2042 1.609.121 1.813.982 1.829.289 1.637.311 1.663.145 26.241.281 Controle de Vegetação, capacitando e sensibilizando os profissionais envolvidos na poda de árvores. O
passado do plano em bases prospectivas diretamente no resultado em até 5 anos. A Companhia plantio de mais de 200 mudas arbóreas para integração das instalações da Usina Tubarão à paisagem,
NC ENERGIA 2010 a 2017 123.892 101.062 87.268 62.388 52.821 69.843
conservadoramente apropriou 4 anos, no total de R$ 112.112, e a parcela final, de R$ 25.035, em minimizando o impacto visual, entre outras.
Os valores relativos aos contratos de compra de energia, cuja vigência variam de 6 a 30 anos,
representam o volume total contratado pelo preço corrente no final do exercício de 2008, e foram setembro de 2006. Em 2009, o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) manteve sua certificação, com base na versão
homologados pela ANEEL. PREVIDENCIÁRIOS ABNT NRB ISO 14001: 2004. Os processos abrangidos pelo SGA são: no Edifício Sede - atividades
Planos de Benefícios Nº. 1 - CD Nº’. 2 -BD administrativas, de saúde e segurança no trabalho, aquisição de produtos e serviços, manutenção
45 Plano Previdenciário e Outros Benefícios aos Empregados Taxa de desconto nominal para a obrigação atuarial
Taxa de rendimento nominal esperada sobre os ativos do plano
9,73%
11,84%
9,73%
9,73%
predial, planejamento de linhas de transmissão e subestações, recrutamento e desenvolvimento
profissional; na Usina Tubarão, em Fernando de Noronha, o processo de geração de energia, além da
 COELBA Índice estimado de aumento nominal dos salários 6,59% 4,50% manutenção das subestações Pina, Beberibe, João de Barros, Dom Avelar e São Caetano.
A Companhia é patrocinadora da Fundação COELBA de Previdência Complementar - FAELBA, pessoa Índice estimado de aumento nominal dos benefícios Não aplicável 4,50%  COSERN
jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, mantenedora dos planos previdenciários: Plano Misto Taxa estimada de inflação no longo prazo 4,50% 4,50% √ Realização da Semana do Meio Ambiente em parceria com a Universidade Potiguar - UnP, com
de Benefícios Previdenciários nº. 1 - (Plano CD - FAELFLEX) e Plano Previdenciário nº. 2 - (Plano BD); Taxa de rotatividade esperada 0,15/(tempo palestras no campus da UnP - Mossoró e no auditório da COSERN em Natal, além de distribuição
que têm por finalidade principal propiciar aos seus associados participantes e aos seus beneficiários, de serviço + 1) Nula de mudas de plantas medicinais. No dia 6 de junho de 2009, os funcionários participaram de
uma renda pecuniária de suplementação de aposentadoria e pensão, em conformidade com os planos Fator de capacidade Não aplicável 0,98 caminhada ecológica e do plantio de mudas de árvores nativas no Parque da Cidade do Natal.
a que estiverem vinculados. Tábua biométrica de mortalidade geral AT-2000 AT-2000 Em Natal, Mossoró e Caicó foram ministrados cursos de Educação Ambiental para funcionários
O Plano nº 1 - FAELFLEX, com características de contribuição definida, contemplando a renda de Tábua biométrica de mortalidade de inválidos Não aplicável AT-83 de Manutenção da empresa e prestadoras de serviço. Quanto à expansão do sistema, obteve-se
aposentadoria programada e os benefícios de risco (pensão por morte e aposentadoria por invalidez), Tábua biométrica de entrada em invalidez Ligth-média g Ligth-média o licenciamento ambiental para a construção das Subestações Passagem de Areia e Barrocas.
foi implantado em 1998, com adesão de mais de 98% dos participantes ativos (que migraram do Probabilidade de ingresso em aposentadoria benefício programado Em relação à gestão de resíduos, se destaca a implantação do programa Logisverde que visa o
Plano BD). O FAELFLEX, por suas características de poupança individual (CD), não apresenta déficit (Aposentadoria) Não aplicável reaproveitamento da madeira das bobinas dos condutores adquiridos pela empresa.
ou superávit, já que o resultado dos investimentos é integralmente repassado para os participantes. √ Foi desenvolvido o Programa de Eficiência Energética 2008/2009 (PEE 2008/2009), com destaque
O Plano nº 2 - BD é um plano maduro e está fechado a novos participantes desde 1998. Eventuais FASERN CELPOS para o Projeto de Energia Social que realizou a troca de fiação em 1.500 residências de baixa
insuficiências serão de responsabilidade da patrocinadora e participantes. renda; a substituição de 3.000 refrigeradores ineficientes através da venda subsidiada (COSERN
2009 2008 2009 2008
As contribuições correntes (da patrocinadora e dos participantes, na paridade de 1 para 1) destinam- 60% e cliente 40%) e a troca de 60.000 lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes
Custo esperado do Plano Previdenciário de compactas. Ainda integrando o PEE 2008/2009, foi realizado o diagnóstico com vistas a promover
se à cobertura dos benefícios a serem pagos aos participantes, acumulados desde a sua admissão no Benefício Definido
plano. a eficientização das instalações elétricas do prédio da Secretaria de Educação e Cultura, do Centro
Custo do serviço corrente - - 5.230 4.988 Federal de Ensino Tecnológico - CEFET-RN, do Hospital Universitário Onofre Lopes e de pequenas
A contribuição da Patrocinadora corresponde a:
Modalidade Juros sobre a obrigação atuarial 5.662 5.301 73.975 74.542 entidades filantrópicas.
Plano CD - Pecúlio Plano - BD Rendimento esperado sobre os ativos do plano 8.425 7.407 (45.952) (52.465) √ Outras ações pertinentes à Política de Meio Ambiente da Companhia no sentido de prevenção e
Contribuição Normal 5,05% 6,76% Custos de amortizações - - 7.672 1.570 minimização dos impactos ambientais causados pelo desempenho das atividades estão em curso,
Contribuição de Risco 0,51% 0% Contribuição dos empregados - - (2.763) (3.561) tais como: rede compacta ou isolada; redes urbanas de 69kV com postes de altura superior à copa
Cobertura de Despesas Administrativas da Fundação 2,00% 2,17% Custo esperado estimado para o ano 2009/2008 (2.763) (2.106) 38.162 25.074 das árvores; poda de árvores, dentre outros.

MANIFESTAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PARECER DO CONSELHO FISCAL

O Conselho de Administração da Neoenergia S.A., tendo examinado, em reunião nesta data, as Demonstrações Financeiras relativas ao Exercício O Conselho Fiscal da NEOENERGIA S.A., dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163 da Lei nº 6404/76, e suas posteriores alterações, examinou o
Social de 2009, compreendendo o relatório da administração, o balanço patrimonial, as demonstrações de resultado, de mutações do patrimônio líquido, relatório da administração e demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2009, compreedendo: balanço
dos fluxos de caixa, e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas e balanço social, bem como a proposta de destinação de lucro, ante os patrimonial, demonstrações do resultado, de mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado, complementadas por notas
esclarecimentos prestados pela Diretoria e pelo contador da Companhia e considerando, ainda, o parecer dos auditores independentes, Ernst & Young e do explicativas e balanço social.
Conselho Fiscal, aprovou os referidos documentos e propõe sua aprovação pela Assembleia Geral Ordinária da Companhia. Com fundamento nas análises realizadas e no Parecer dos Auditores Independentes, opina este Conselho no sentido de que as Demonstrações Financeiras,
acima referidas, estão em condições de seram submetidas à apreciação e aprovação dos Senhores Acionista.
Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 2010 Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 2010

MEMBROS DA ADMINISTRAÇÃO

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CONSELHO FISCAL DIRETORIA EXECUTIVA


Joilson Rodrigues Ferreira Marcelo Maia de Azevedo Corrêa
Presidente Paulo Rogério Caffarelli Diretor-Presidente
Fernando Becker Zuazua Gonzalo Pérez Fernández Paulo Roberto Dutra Erik da Costa Breyer
Luciana Freitas Rodrigues Líscio Fábio de Brasil Camargo Presidente Diretor de Planejamento e Controle Diretor Financeiro e de Rel. c/ Investidores
Edimar Rodrigues Abreu Eduardo Capelastegui Saiz Carlos Eduardo Gonzalez Baldi Lady Batista de Morais
Allan Simões Toledo Paulo Assunção de Souza Carlos Magno Jobim Walter Malieni Junior Diretor de Geração Diretora de Gestão de Pessoas
Joaquim Augusto Nunes de Pina Moura Gonzalo Gómez Alcântara Solange Maria Pinto Ribeiro
Diretor de Distribuição Diretora de Regulação
Suplentes
José Maurício Pereira Coelho Valeriano Durval Guimarães Gomes
Mário Magalhães de Souza Santiago Martinez Garrido CONTADOR
Mônica Romero Monteiro Marinho Mario José Ruiz-Tagle Larrain Suplentes
Paulina de Menezes Berwanger Antônio Martínez Atienza Isaque de Almeida Carvalho
Rubens André de Chagas Brito Mônica Grau Domene Asclépius Ramatis Lopes Soares Francesco Gaudio CRC-RJ 068195/O-0

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES

Aos Acionistas, Conselheiros e Diretores da financeira da Neoenergia S.A. e a posição patrimonial e financeira da Neoenergia S.A. e empresas controladas em 31 de dezembro de 2009 e 2008, os
NEOENERGIA S.A. resultados de suas operações, as mutações de seu patrimônio líquido, os seus fluxos de caixa e o valor adicionado nas operações referentes aos exercícios
Rio de Janeiro - RJ findos naquelas datas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
Examinamos os balanços patrimoniais da Neoenergia S.A. e os balanços patrimoniais consolidados da Neoenergia S.A. e empresas controladas, levantados
em 31 de dezembro de 2009 e 2008, e as respectivas demonstrações dos resultados, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor
adicionado correspondentes aos exercícios findos naquelas datas, elaborados sob a responsabilidade de sua Administração. Nossa responsabilidade é a de Rio de Janeiro, 21 de janeiro de 2010
expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis.
Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos,
considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e os sistemas contábil e de controles internos da Companhia e empresas controladas; (b)
a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e (c) a avaliação das
práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela Administração da Companhia e empresas controladas, bem como da apresentação
das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Auditores Independentes S.S. Paulo José Machado
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e CRC - 2 SP 015.199/O-6-F-RJ Contador CRC - 1RJ 061.469/O-4
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
2009

CARTA DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 4.4. PESQUISA E DESENVOLVIMENTO - P&D


Em 2009, foram investidos R$ 5,6 milhões no desenvolvimento de produtos tecnológicos da COELBA
Senhores Acionistas, o que permitiu concluir 15 projetos de pesquisa, com destaque para os seguintes projetos:
Submetemos, para apreciação, o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da  Algoritmo para Otimização das Operações de Cobrança na COELBA.
Companhia, com Parecer dos Auditores Independentes e do Conselho Fiscal referentes ao exercício  Desenvolvimento de tecnologia para descarte de isoladores e espaçadores poliméricos.
social findo em 31 de dezembro de 2009.  Desenvolvimento e implantação de uma nova metodologia na identificação das perdas em iluminação pública.
O exercício 2009 iniciou com um ambiente de muita incerteza em decorrência da crise internacional. Em conformidade com o novo Manual de P&D do Setor Elétrico, aprovado em 2008 pela ANEEL, a
A COELBA, sempre alinhada com a política financeira corporativa, detinha situação privilegiada, COELBA submeteu ao referido órgão regulador, em julho de 2009, uma nova carteira de projetos,
com adequado nível de alavancagem, custo e prazo do endividamento, bem como bom nível de garantindo assim um investimento da ordem de R$ 22 milhões para os próximos 3 anos, nas áreas de
disponibilidades. Nesse contexto, a COELBA manteve seu plano de investimentos, principalmente engenharia de manutenção, sustentabilidade, supervisão, controle e proteção de sistemas de energia
vinculado à expansão e melhoria de suas redes e subestações, além de continuar suas ações na elétrica, operação de sistemas de energia elétrica e medição, faturamento e combate a perdas comerciais.
busca de aumento de sua eficiência financeira e operacional, com foco nas ações de combate a Mais de R$ 14 milhões foram investidos em projetos relacionados com o Fundo Nacional de
perdas, melhoria dos indicadores de qualidade, além das ações visando garantir a segurança de seus Desenvolvimento Científico e Tecnológico, do Governo Federal.
empregados, parceiros e da população como um todo. 4.5. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Em 2009, a Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, responsável pela regulação do setor elétrico Em 2009, a COELBA teve um dispêndio de R$ 16,5 milhões, no Programa de Eficiência Energética
brasileiro, estabeleceu em 7 de abril de 2009 de modo definitivo o resultado da segunda Revisão apresentado a ANEEL. Os principais projetos foram:
Tarifária Periódica, na qual o índice de Reposicionamento Tarifário passou a ser -13,51%, diferente do  Venda Subsidiada e Doação de Refrigeradores Eficientes para a Comunidade de Baixa Renda, sendo
índice provisório homologado em abril de 2008, de -12,12%. investidos cerca de R$ 11,9 milhões para beneficiar 30.000 famílias;
O Lucro Líquido de R$ 809,4 milhões foi menor em 0,7% em relação ao realizado em 2008 e o EBITDA  Eficientização do Teatro Castro Alves, com instalação de tecnologia à LED na fachada;
(geração de caixa operacional) de R$ 1.183,3 milhões foi menor em 2,8% em relação ao ano anterior,
3.5. RECEITA DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA  Projeto de Instalação de Energia Solar Fotovoltaica no Estádio de Pituaçu na geração de energia
impactado principalmente pela diferença de -1,39 p.p. entre o reposicionamento provisório de 17 de abril elétrica com interligação na rede, o primeiro da América Latina com essa tecnologia; e
Detalhamento da Receita de Fornecimento de Energia
de 2008, e o índice definitivo estabelecido através da Resolução Homologatória nº 799/2009.  Implantação do Projeto Energia Verde promovendo o reflorestamento da Mata Atlântica e a eficiência energética.
A Receita Operacional Líquida de R$ 3.350,8 milhões foi superior em 7,6% à registrada em 2008. O Participação
consumo de energia cresceu 9,1% em relação a 2008, com destaque para o consumo registrado nas R$ Mil 2005 2006 2007 2008 2009 em 2009
classes residencial (+10,8%) e industrial (+13,9%) ainda muito influenciado pelo retorno de consumi- Residencial 1.319.199 1.511.293 1.779.245 1.714.305 1.806.361 40,1%
5 DESEMPENHO OPERACIONAL
dores livres ao mercado cativo, além do crescimento do número de clientes em 4,8%, principalmente em Comercial 888.061 1.031.388 1.138.956 1.106.844 1.109.506 24,6%
virtude do avanço do plano de universalização, onde se encontra inserido o Programa Luz para Todos. 2005 2006 2007 2008 2009
Industrial 550.261 595.486 667.506 827.976 910.476 20,2%
A COELBA apresentou em 2009 uma excelente performance na arrecadação, apurando índice de Rural 143.925 171.330 200.469 193.588 189.049 4,2% Indicadores Operacionais
101,92%, registrando crescimento de 2,06 p.p. em relação ao ano de 2008 (99,86%), resultado da Outras classes 409.050 495.453 506.599 482.773 485.712 10,8% Indicadores Operacionais Número de
manutenção da política de cobrança e de práticas inovadoras para reduzir e controlar a inadimplência. Total 3.310.496 3.804.950 4.292.775 4.325.486 4.501.104 100,0% Empregados 2.776 2.721 2.720 2.646 2.550
A COELBA investiu em 2009 R$ 804,7 milhões, 27,5% superior ao valor investido em 2008. Estes Número de Clientes por Empregado 1.385 1.485 1.570 1.686 1.834
A Receita de Fornecimento de Energia totalizou R$ 4.501,1 milhões, o que representa um crescimento Vendas por Clientes (MWh) 2.669 2.625 2.665 2.893 3.012
investimentos objetivaram principalmente a expansão do atendimento com realização de novas de 4,1% em relação a 2008, influenciada basicamente pelo crescimento das vendas de energia (MWh)
193.308 ligações urbanas e 53.198 rurais, além dos 14.264 km de expansão da rede de distribuição Vendas por Empregado (GWh) 3,70 3,90 4,18 4,88 5,52
em 9,1% e pelo índice de reajuste tarifário de 9,86% fixado pela ANEEL, com vigência a partir de 22 Clientes por km2 6,8 7,2 7,6 7,9 8,3
e a ampliação de 04 subestações, focando sempre o atendimento e qualidade dos serviços prestados de abril de 2009, o que compensou em parte a redução de 1,39 p.p. no índice de reposicionamento
aos seus consumidores. É fundamental destacar dentro dos investimentos realizados, que R$ 418,9 5.1. QUALIDADE NO FORNECIMENTO
milhões foram aplicados na universalização do atendimento rural por meio do Programa Luz Para tarifário, em função da 2ª Revisão Tarifária Definitiva estabelecida pela ANEEL em 7 de abril de 2009. O programa de Universalização, que continua a ser operacionalizado em sua vertente rural, denominada
Todos, com recursos do Governo Federal, Estadual e da COELBA, onde já foram realizadas mais de 353 A receita da classe industrial avançou 10,0% quando comparado com 2008, resultado ainda muito “Programa Luz para Todos”, a cada ano introduz maior dispersão territorial de consumidores (redução de
mil novas ligações desde 2004 (53 mil apenas em 2009). influenciado pelo retorno de consumidores livres ao mercado cativo. clientes/km2) e promove um intenso crescimento físico do sistema de distribuição. No período 2005-2009, a
Em março de 2009 foi assinado o Contrato de Financiamento Mediante Abertura de Limite de Crédito 3.6. ARRECADAÇÃO empresa apresentou um incremento de 40% em sua rede de média e baixa tensão e de 22% no número de
Rotativo entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, a COELBA, CELPE e A COELBA conta atualmente para a arrecadação de faturas de energia com um total de 2.755 locais de consumidores. Associado a isto, figuram, também, as dificuldades decorrentes das restrições ambientais para
COSERN, com a interveniência da NEOENERGIA, para financiamento de investimentos no período de 2009 pagamento, considerando a rede credenciada Coelba Serviços, os bancos e seus correspondentes bancários. o manejo da vegetação, cada vez mais rigorosas, que dificultam as ações da manutenção. Esses fatores vêm
a 2012, sendo que R$ 125,9 milhões estão destinados a financiar os investimentos realizados na COELBA A rede Coelba Serviços disponibiliza para os clientes 1.123 pontos credenciados que estão localizados trazendo fortes desafios para se conseguir atingir as metas de melhoria dos indicadores de DEC (Duração Média
no ano de 2009. Em outubro de 2009 foi assinado o Contrato de Financiamento entre a Financiadora nos 415 municípios atendidos na área de concessão da COELBA e em mais 129 distritos e povoados de Interrupção por Consumidor) e TMA (Tempo Médio de Atendimento às ocorrências no sistema elétrico).
de Estudos e Projetos – FINEP e a COELBA, com a interveniência da NEOENERGIA, no valor de R$ 63 que se encontram distantes das sedes municipais. Essa distribuição da rede credenciada possibilita maior Em 2009, esses indicadores (DEC e TMA) apresentaram valores maiores que os apurados no ano
milhões, para financiar o Projeto de Estratégia de Inovação da Coelba no período de 2009 a 2011. comodidade aos clientes, devido principalmente à carência existente por parte de alguns moradores quando anterior, muito embora continuem dentro da média das empresas nacionais.
No âmbito da responsabilidade social, destaca-se a continuidade do programa nas Comunidades de da necessidade de efetuar o pagamento das suas contas, evitando o deslocamento para outra localidade.
baixa renda que, até o final de 2009, proporcionou a doação e venda subsidiada de 30.633 geladeiras O percentual médio de faturas pagas na rede Coelba Serviços em 2009 foi de 58%. A fidelização desses
e 331 mil lâmpadas fluorescentes compactas e a troca de fiação elétrica de 15 mil residências. clientes deve-se ao fato da rede prestar um serviço diferenciado nos pontos Coelba Serviços, onde
Avaliamos que todos estes resultados demonstram a confiança de nossos acionistas e o empenho da contamos nesses locais, com a arrecadação associada ao atendimento comercial. Os principais serviços
Administração, colaboradores e parceiros em geral, na busca constante pela eficiência e qualidade, com éti- disponibilizados são: informação de débitos, emissão de 2ª via de faturas, parcelamento de débitos e
ca e responsabilidade socioambiental, sempre buscando o desenvolvimento do Estado da Bahia e do Brasil. religação de unidades consumidoras, opção da melhor data de pagamento, além do recebimento de
JOILSON RODRIGUES FERREIRA faturas de empresas de telefonia fixa, móvel e de água. Os valores arrecadados de faturas de energia no
Presidente do Conselho de Administração ano de 2009, na rede Coelba Serviços, representaram 31,2% do montante total arrecadado.
Conforme citado acima a COELBA além da rede Coelba Serviços mantém convênios com a rede
1 CONJUNTURA ECONÔMICA bancária, composta por 16 bancos, representada pelas suas agências e correspondentes bancários,
num total de 1.682 locais. No ano de 2009, foi o responsável pelo recebimento em torno de 42% de
O ano de 2009 foi marcado por momentos de instabilidade no cenário econômico internacional faturas arrecadadas da COELBA e 68,8% do montante arrecadado.
decorrente da crise financeira iniciada em 2008. Em relação à economia brasileira, ainda que com A excelente performance na arrecadação dos créditos da venda dos serviços de energia elétrica
menor intensidade, os efeitos dessa crise se fizeram presente. Entretanto, o Governo adotou medidas decorreu do aumento do retorno financeiro por ação de cobrança. Em 2009, obteve-se um índice de
para estimular o consumo, como a redução nas taxas de juros e concessão de incentivos fiscais. O arrecadação de 101,92%.
produto interno bruto não registrou crescimento real neste ano, contrastando com um crescimento O Índice de Arrecadação apresentou crescimento de 2,06 p.p. em comparação ao mesmo período de 2008.
anual de aproximadamente 4,8% entre 2004 e 2008. Este resultado é conseqüência do esforço das áreas de gestão da cobrança e de arrecadação em torno da
A taxa média de câmbio em 2009 foi de 1,74, evidenciando uma queda de 25% em relação à política de cobrança estabelecida e de práticas inovadoras para reduzir e controlar a inadimplência.
registrada no exercício anterior. A taxa básica de juros, Selic, também manteve a tendência de queda, O cumprimento do plano de operações de cobrança, a centralização da geração das carteiras de
fechando o ano em 9,05% contra 13,75% de 2008. A inflação se manteve dentro da meta estabelecida cobrança e implementação de ações inovadoras contribuíram para o excelente desempenho da
pelo Governo Federal, fechando o ano em 4,31%, segundo o Índice de Preço ao Consumidor Amplo - arrecadação no período. Entre elas, destacam-se:
IPCA. O IGPM, índice utilizado como indexador para o reajuste das tarifas de energia elétrica, fechou o
ano com uma deflação de 1,72%, a primeira queda anual desde o início da série histórica em 1989.  Alcançou-se a marca de 1,27 milhão de clientes inadimplentes inscritos em cadastro de devedores
(SPC/SERASA). O valor reabilitado atingiu R$ 104,15 milhões. O total arrecadado por estas operações
de cobrança é equivalente a 2% da arrecadação da empresa.
2 AMBIENTE REGULATÓRIO  Foram executadas 770 mil cobranças domiciliares com efetividade de 60%. Obteve-se um aumento
2.1. REVISÃO TARIFÁRIA DEFINITIVA de 36% no retorno financeiro. Esta operação de cobrança reduz os custos com as ações de cobrança
A Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, responsável pela regulação do setor elétrico brasileiro, mais onerosas, como a suspensão de fornecimento.
estabeleceu em 7 de abril de 2009 de modo definitivo o resultado da segunda Revisão Tarifária  A atuação das empresas de assessoria de cobrança mantém um volume de recuperação no ano
Periódica da COELBA, definindo o índice de Reposicionamento Tarifário em -13,51%, diferente do de R$ 10,36 milhões, com foco nos clientes na PDD (Provisão para Devedores Duvidosos) e com
índice provisório homologado em abril de 2008, de -12,12%. Não houve alteração dos componentes parcelamento inadimplente.
financeiros externos a Revisão Tarifária de 2008.  Realizadas 513 mil suspensões de fornecimento (cortes). Além disto, a centralização da geração das
Desse modo a diferença entre o reposicionamento provisório, estabelecido na Resolução Homologatória carteiras proporcionou o aumento do ticket médio de cobrança.
nº 638/2008, de 17 de abril de 2008, e o índice definitivo, estabelecido através da Resolução  Implantada a cobrança por mensagem de voz (URA). As cobranças são dirigidas aos segmentos
Homologatória nº 799/2009, de 7 de abril de 2009, foi de -1,39 p.p., efeitos esses que foram de consumidores, de acordo com o comportamento de pagamento. Essa modalidade de cobrança
repassados para compensação, na forma de componente financeiro passivo de R$ 51,8 milhões, proporcionou um aumento da produtividade e uma redução dos custos.
incluído no processo de Reajuste Tarifário de 2009, com efeito negativo não recorrente no resultado  Implantado um piloto de cobrança via SMS (Short Message Service). Objetiva-se consolidar esse
do exercício. tipo de cobrança em 2010 contribuindo também para a redução dos custos no processo de cobrança.
2.2. REAJUSTE TARIFÁRIO 2009 Destacamos também algumas iniciativas que contribuíram para o incremento da arrecadação,
A ANEEL fixou ainda, em 9,86% o índice de reajuste das tarifas, resultado do Reajuste Tarifário de conforme segue abaixo: As dificuldades vêm sendo compensadas por um sistema adequado de comunicação com as turmas
2009, com vigência a partir de 22 de abril de 2009, sendo 8,44% relativos ao reajuste tarifário anual  Monitoramento diário das faturas vincendas dos grandes clientes para garantir a arrecadação dentro do mês. de operação, hoje em parte processada via satélite, pelo programa de automação de subestações
e 1,42% aos componentes financeiros.  Resolução de antigos processos judiciais com consumidores. e equipamentos de rede de distribuição, que agregam maior rapidez às manobras e isolamentos
O percentual percebido na conta dos consumidores cativos foi em média de 6,03%, sendo de 5,58% Essas iniciativas propiciaram a manutenção do elevado índice de arrecadação em 2009. de trechos defeituosos da rede de distribuição e pela ampliação do número de relés digitais, que
para os consumidores atendidos em baixa tensão, que representam 99% dos clientes e inclui os possibilitam análises para antecipar a ocorrência de defeitos, contribuindo significativamente para que
clientes residenciais. Já para os consumidores cativos industriais e comerciais de médio e grande porte, os indicadores de qualidade sejam mantidos em patamares bastante satisfatórios.
atendidos em alta tensão, tiveram aumento de 6,82%, em média. Já o indicador de FEC (Frequência Média de Interrupção por Consumidor), mantido praticamente no
O Reajuste Tarifário de 2009 foi realizado em conformidade com a cláusula sétima do contrato de mesmo patamar do ano anterior, quando foi considerado o melhor do Brasil.
concessão da COELBA nº 010/97, a qual prevê que a Poder Concedente procederá, anualmente, o
reajuste dos valores das tarifas aplicáveis à prestação do serviço de distribuição de energia elétrica.
Para este fim, o Poder Concedente aplica fórmula prevista na subcláusula sexta da cláusula sétima
do Contrato de Concessão, onde são observadas as variações dos custos não gerenciáveis da
concessionária - Parcela A (compra de energia, encargos e tributos) e a variação anual do IGPM, o
qual reajusta os custos gerenciáveis - Parcela B (custos de operação e manutenção, depreciação e
remuneração de capital), que compõe a Receita da Concessionária.

3 MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA


3.1. EVOLUÇÃO DO MERCADO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA
A energia distribuída (somatório da energia do mercado cativo e do mercado livre) pela COELBA
em 2009 foi de 14.262 GWh, o que representa um crescimento de 4,3% em relação a 2008. O
mercado de energia elétrica da COELBA sentiu os efeitos da crise mais fortemente na classe industrial,
cuja queda no ano foi de 3,5%, na comparação com 2008. Nas demais classes de consumo, como
residencial e comercial, os efeitos da crise não foram sentidos tão intensamente, colaborando para
impedir redução na energia total distribuída pela COELBA. O mercado cativo representou 98,7% da
energia distribuída enquanto o mercado livre em 2009 chegou a 1,3%.
Clientes Mercado Energia Participação do
Ano livres livre (GWh) distribuída (GWh) mercado livre (%)
2005 15 1.240 11.501 10,8 5.2. ATENDIMENTO AO CLIENTE
2006 17 1.405 12.009 11,7 Procurando estar sempre ao lado do cliente, a COELBA mantém uma estrutura de atendimento que
2007 21 1.421 12.800 11,1 facilita o acesso aos serviços disponibilizados pela empresa:
2008 10 770 13.678 5,6  Agências - Existem 41 agências de atendimento, sendo 10 na capital e 31 nos municípios pólo
2009 13 179 14.262 1,3 do Estado, além de 2 agências móveis. O sistema de gestão e acompanhamento do atendimento
3.2. COMPORTAMENTO DO MERCADO CATIVO - VENDAS DE ENERGIA nas agências, que monitora os serviços solicitados, o tempo e a qualidade do atendimento, permite
As vendas de energia elétrica no mercado cativo da COELBA em 2009 apresentaram um acréscimo de o acompanhamento à distância de todo o fluxo de atendimento e desempenho de cada agência e
9,1%, em relação a 2008. Este desempenho foi influenciado principalmente pelas classes industrial, atendente, contribuindo para que haja uma evolução na qualidade percebida pelo consumidor.
residencial e comercial, que registraram crescimentos de 13,9%, 10,8% e 7,9%, respectivamente. Buscando a melhoria contínua da qualidade do atendimento, aumentamos o número de atendentes em
6 agências regionais, reduzindo o tempo médio de atendimento e uma maior satisfação dos clientes.
 Coelba Serviços - A COELBA está presente em toda sua área de concessão (415 municípios baianos)
através da rede credenciada Coelba Serviços, que conta com mais de 1.000 estabelecimentos credenciados
3.7. COMPRA DE ENERGIA de arrecadação, sendo que 488 associam a arrecadação de faturas com o atendimento comercial.
A energia contratada para atender ao mercado da COELBA em 2009, totalizou 16.874 GWh, o que  Teleatendimento - Contando com 144 posições de atendimento, o teleatendimento recebeu mais de
representa um crescimento de 10,2% em relação a 2008. Foi adquirida a um custo médio acumulado 5,8 milhões de chamadas com um tempo médio de atendimento de 181 segundos, se posicionando
de R$ 92,54/MWh, 5,30% acima do realizado no ano anterior que foi de R$ 87,88/MWh. Este custo entre as maiores centrais de teleatendimento de empresas de energia elétrica do país.
médio não considera os encargos setoriais e de conexão.  “Site” (www.coelba.com.br) - Foram registrados mais de 3,46 milhões de acessos ao “site” da
Em 2009 a sobra contratual da COELBA foi da ordem de 2,33%, valor suficiente para garantir o pleno COELBA para solicitação de serviços ou informações sobre como obtê-los.
atendimento do mercado cativo da empresa.  Atendimento Clientes Corporativos - Através de especialistas no negócio de energia é prestado um
atendimento diferenciado e personalizado para cerca de 5 mil clientes, com 23 mil contratos, que
4 INVESTIMENTOS representam aproximadamente, 50% do consumo e 40% do faturamento total da COELBA. Fazem
parte deste grupo os clientes dos poderes públicos (federal, estadual e municipal), do mercado livre, os
Em 2009, foram investidos mais R$ 804 milhões, visando não só ampliar a eletrificação no Estado da atendidos e faturados em alta-tensão (Grupo A), entre outros.
Bahia, como a atender o compromisso da COELBA com a qualidade dos serviços. Nesse objetivo foram Conforme gráfico abaixo, pode-se verificar a redução do número de reclamações procedentes:
utilizados recursos próprios e de subvenções, além de captações financeiras junto ao BNDES e a FINEP
no montante de R$ 70 milhões e R$ 5,1 milhões, respectivamente.
Evolução dos Investimentos
R$ Mil 2005 2006 2007 2008 2009 Variação (%)
Geração - 20 - - - 0,0
Transmissão - - - - - 0,0
Distribuição 489.061 632.165 870.877 565.588 737.364 30,4
O consumo da classe residencial, que representa cerca de 34% do mercado de vendas da empresa, Comercialização 189 26 427 116 435 276,0
se destacou no mercado total da COELBA, pela ampliação da base de consumidores, reflexo dos Administração 21.066 11.007 37.827 65.315 66.942 2,5
programas sociais do Governo Federal (Programa Luz Para Todos/Universalização e o Bolsa-Família) Total 510.316 643.218 909.131 631.019 804.742 27,5
e pela melhoria de indicadores socioeconômicos como taxa de desocupação e renda, aliado à 4.1. EXPANSÃO DE REDE
continuidade do programa de recuperação de perdas implantado pela empresa. Foram investidos R$ 14,9 milhões na expansão dos sistemas de subtransmissão e distribuição em
A classe industrial cativa apresentou crescimento de 13,9% em 2009 em relação a 2008, resultado função do crescimento do mercado de energia elétrica. A tabela abaixo mostra a evolução dos principais
ainda muito influenciado pelo retorno de consumidores livres ao mercado cativo. Entretanto, quando ativos do sistema elétrico da empresa nos últimos anos.
se considera a energia industrial total (cativa + livre), ocorre uma queda de 3,5% no consumo desta Principais Ativos Elétricos
classe, em função do maior impacto da crise financeira internacional sobre este segmento de consumo,
principalmente as indústrias que destinam boa parte de sua produção para o mercado externo. Distribuição de Energia 2005 2006 2007 2008 2009 Variação (%)
Pouco impactada pela crise financeira internacional, a classe comercial apresentou crescimento de Linhas de Subtransmissão (Km) 8.247 8.364 8.205 8.214 8.217 0,1
consumo de 7,9% em 2009 no mercado cativo e 7,0% no total (cativo + livre), tendo contribuído Subestações (Un) 260 267 276 283 291 5,4
positivamente para essas taxas de crescimento, o bom desempenho das vendas no comércio, o aumento Transformadores de Força (Un) 368 371 372 381 386 3,8 (*) Reclamações procedentes registradas no Sistema Comercial (SIC) e no sistema de Gestão de
do rendimento médio do trabalhador, as facilidades e o aumento do crédito e dos financiamentos e as Potência Instalada (MVA) * 4.378 3.944 4.123 4.217 4.235 2,7 Relacionamento com o Cliente (GRC)
ações de recuperação de perdas. Linhas de Distribuição (Km) 147.980 160.631 178.677 192.617 206.881 15,8 O gráfico acima apresenta uma tendência no acerto das ações de melhoria, a partir da análise das
A classe rural, que representa 7,2% do mercado total da COELBA, apresentou queda no consumo de Transformadores de causas das reclamações procedentes por agência regional, evidenciado pela redução no número de
3,2% em 2009 com relação a 2008, em razão das variações climáticas que afetaram mais diretamente Distribuição (Un) 94.099 108.872 135.862 149.830 162.558 19,6 reclamações.
a subclasse irrigação, atingindo especialmente as regiões oeste e norte do Estado, que tiveram inclusive * Em 2006, a redução da potência instalada decorreu da desverticalização da geração e transmissão
antecipação das chuvas no segundo semestre do ano. que foram transferidos para a Afluente S.A., totalizando 500 MVA de potência instalada.
O segmento outras classes (iluminação pública, poderes públicos, serviço público e uso próprio) Em 2009, foram concluídas as ampliações das subestações de Conceição do Coité, Lauro de Freitas,
6 DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO
apresentou um crescimento conjunto de 5,5% em 2009 quando comparado com 2008. Euclides da Cunha e Remanso, além dos alimentadores em 34,5kV associados à subestação de Maraú 6.1. INDICADORES EMPRESARIAIS
3.3. EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE CLIENTES (esta concluída em 2008), que irão trazer maior confiabilidade às redes elétricas locais, propiciando Variação
Em 2009 a COELBA registrou a marca de 4.675.769 contratos ativos, um incremento líquido de melhoria na qualidade do fornecimento de energia elétrica. 2005 2006 2007 2008 (a) 2009 2009/2008
213.560 na comparação com 2008, sendo que os contratos residenciais representam 87,6% do total 4.2. MODERNIZAÇÃO Dados Econômico-Financeiros
da empresa, dos quais 63,4% são faturados como baixa renda (2.596.777 contratos ativos). O projeto de digitalização e automação do sistema elétrico, que permite telecomandar e telesupervisionar Receita Operacional Bruta (R$ mil) 3.847.344 4.011.724 4.453.619 4.655.857 4.932.524 5,9%
Participação subestações e pontos estratégicos da rede de distribuição a partir de um Centro de Operação do Sistema Receita Operacional Líquida (R$ mil) 2.702.117 2.522.252 2.894.515 3.115.104 3.350.764 7,6%
Em milhares 2005 2006 2007 2008 2009 em 2009 (COS) teve continuidade em 2009, com o aporte de investimento de mais de R$ 1,3 milhão. Com isto, EBITDA (R$ mil) 1.133.696 1.033.646 1.264.999 1.217.185 1.183.349 -2,8%
Residencial 3.288 3.486 3.704 3.892 4.094 87,6% hoje temos 172 subestações já automatizadas e integradas aos seus respectivos Centros de Operação, Resultado do Serviço - EBIT (R$ mil) 970.850 861.494 1.069.502 1.032.603 1.010.577 -2,1%
Comercial 275 282 289 291 300 6,4% número bastante expressivo, pois representa 86,9% da potência total instalada da Companhia. Resultado Financeiro (R$ mil) - Exceto JSCP (195.400) (86.143) (125.443) (79.093) (53.568) -32,3%
Industrial 19 20 20 21 21 0,5% Também em 2009, foram automatizados mais 40 pontos de disjunção (chaves operadas remotamente) Lucro Líquido (R$ mil) 581.445 540.559 647.416 814.805 809.395 -0,7%
Rural 205 192 194 194 194 4,2% da rede de distribuição da COELBA, perfazendo o total de 250 pontos automatizados. Ativo Total (R$ mil) 4.010.090 4.074.527 4.531.041 4.235.938 4.715.070 11,3%
Outras Classes 57 60 62 64 67 1,5% Outro avanço obtido pela COELBA em 2009 foi a ultrapassagem da marca de 1.800 telemedições em Investimentos (R$ mil) 510.316 643.218 909.131 631.019 804.742 27,5%
Número total de clientes ativos 3.844 4.040 4.269 4.462 4.676 100,0% unidades consumidoras do grupo A, número que representa 32% da energia faturada da COELBA e Dívida Bruta (R$ mil) 1.659.866 1.649.974 1.725.584 1.603.321 1.468.738 -8,4%
3.4. PERDAS 71% da energia faturada do Grupo A. Essa tecnologia permite acessar remotamente as informações Dívida Líquida (R$ mil) (b) 1.523.191 1.462.955 1.078.229 1.195.893 1.166.933 -2,4%
Em 2009, a COELBA aplicou R$ 23,7 milhões em ações para combater as perdas comerciais, dentre registradas pelos medidores de energia, evitando o envio de preposto à unidade consumidora para colhê- Patrimônio Líquido (R$ mil) 1.154.389 1.300.366 1.500.184 1.631.205 1.779.543 9,1%
elas podemos destacar: las fisicamente. Dentre outros benefícios trazidos por esta tecnologia, podemos citar: o gerenciamento Indicadores Econômico-Financeiros
 Realização de 163 mil inspeções, sendo detectadas 95,6 mil irregularidades, tendo sido recuperados do consumo de energia, a correção remota da programação do medidor, a detecção e localização Margem EBITDA 42,0% 41,0% 43,7% 39,1% 35,3% -3,8 p.p.
148 GWh, o que corresponde a R$ 65,3 milhões. imediata de perdas, fraudes e defeitos, bem como o faturamento automático destes clientes. Margem EBIT 35,9% 34,2% 36,9% 33,1% 30,2% -2,9 p.p.
 Regularização de 18 mil ligações clandestinas sem obra, contribuindo para redução do número de Além desse avanço, a COELBA concluiu a implantação do novo sistema de coleta de leitura das Margem Líquida 21,5% 21,4% 22,4% 26,2% 24,2% -2,0 p.p.
inadimplentes, cortados e auto-religados, além da recuperação de créditos. Cobertura de Juros (EBITDA/Resultado
unidades de baixa tensão, com a incorporação da tecnologia de transmissão de dados via celular.
 Operação de blindagem de 303 unidades com consumo relevante (clientes com medição em alta Adicionalmente, foi implantada a coleta de dados e transmissão por celular das informações dos
Financeiro) - Em vezes 5,80 12,00 10,08 15,39 22,09 43,5%
tensão ou com medição indireta) e 47 mil unidades consumidoras em áreas populares, minimizando a Dívida Líquida/EBITDA (c) 1,34 1,42 0,85 0,98 0,99 0,4%
possibilidade de realização de fraude. medidores das unidades de alta tensão ainda não telemedidas, com a extração da memória de massa Índice de Endividamento Líquido 56,9% 52,9% 41,8% 42,3% 39,6% -2,7 p.p.
 Operação de inspeção em 38 mil consumidores que estavam faturando o mínimo da fase, destes equipamentos por conexão “Bluetooth”, ampliando o universo de informações sobre utilização Ações
conseguindo a regularização em 28 mil desses. de energia destes clientes. Tudo isto contribuiu para agilizar o processo de coleta e a qualidade das Valor Patrimonial da Ação
 Operação de levantamento e atualização do cadastro de iluminação pública de 95 municípios, informações, inclusive com a captura de imagens de leituras duvidosas. (R$ lote de mil ações) (d) 6,13 6,91 7,97 8,67 9,46 9,09%
recuperando e agregando mais de 21 GWh no ano. 4.3. UNIVERSALIZAÇÃO Lucro (Prejuízo) Líquido por Ação (R$) (d) 3,09 2,87 3,44 4,33 4,30 -0,7%
 Implantação de 500 telemedições em consumidores do grupo A (medição em alta tensão). No ano de 2009, a COELBA manteve o seu foco de investimentos no “Programa Nacional de Distribuição de Dividendos e JSCP (R$ mil) 552.373 513.531 646.201 655.789 661.147 0,8%
 Regularização de 77 mil consumidores no Projeto Caixa Forte, que concentra ações de negociação Universalização de Acesso e Uso da Energia Elétrica”, destinando a este a maior parcela dos recursos. (a) Os resultados de 2008 foram reclassificados principalmente para fins de melhor apresentação e
de débitos de unidades consumidoras cortadas. Desde que a ANEEL deu por concluída a Universalização Urbana, em dezembro de 2008, o programa manutenção da uniformidade na comparabilidade.
 Foram abertos 40 inquéritos policiais contra fraudadores de energia. passou a compreender apenas a Universalização Rural, vertente denominada de “Programa Luz para (b) Dívida líquida de disponibilidades, aplicações financeiras, títulos e valores mobiliários.
Todas essas ações somadas aos investimentos realizados nas redes de distribuição e nas subestações Todos”, maior programa de eletrificação do país. (c) EBITDA 12 meses.
contribuíram para que as perdas fossem reduzidas do patamar de 12,95% em 2008 para 12,47% em Os recursos aportados no programa, em 2009, no total de R$ 418,9 milhões, possibilitaram a (d) Os valores referentes ao ano de 2007 estão calculados por ação, após grupamento de ações (fator
2009. Além disso, nesse mesmo período, houve um aumento do número de consumidores da ordem ligação de 53.198 novas unidades consumidoras na área rural. No concernente às novas ligações 100/1) aprovado na AGE de 6/11/2007. Para efeito de comparabilidade, a série histórica (2003 a
de 4,8% e a energia distribuída cresceu mais de 4,3%, evidenciando a efetividade dos planos de ação urbanas, a COELBA investiu R$ 104,0 milhões, que permitiram ligar mais 193.308 novas unidades 2006) foi ajustada à mesma base de 2007.
no combate às perdas. consumidoras em 2009. p.p. - Pontos Percentuais.
Continua...
...Continuação
A receita operacional bruta da COELBA em 2009 alcançou R$ 4.932,5 milhões, um incremento de na Organização. Este programa busca uma maior qualificação e alinhamento das lideranças com os
5,9% em relação ao ano de 2008 (+R$ 276,7 milhões) influenciado principalmente pelo crescimento valores da Organização, na retenção de talentos e no investimento em formação dos colaboradores
no volume de vendas de 9,1% e pelo índice de reajuste tarifário de 9,86% fixado pela ANEEL, com potenciais, e neste ano foram mapeados 40 analistas.
vigência a partir de 22 de abril de 2009, compensando o impacto da redução de 1,39 p.p. no índice
de reposicionamento tarifário, em função da Revisão Tarifária Definitiva estabelecida pela ANEEL em
7 de abril de 2009.
9 RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
A movimentação do EBITDA (sigla em inglês para Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e A COELBA, através do seu programa de responsabilidade social, Energia para Crescer, materializa o
Amortização, LAJIDA) está detalhada na tabela a seguir: compromisso em contribuir para o desenvolvimento sustentável do Estado da Bahia e fortalece a relação
Conciliação do EBITDA - R$ Mil 2009 2008 Var. % com as suas partes interessadas. O programa segue a agenda de responsabilidade social empresarial
Lucro Líquido 809.395 814.805 -0,7 do Instituto Ethos, que considera sete temas de atuação: Valores, Transparência e Governança; Público
Amortização ágio e reversão PMIPL 20.115 18.819 6,9 Interno; Meio Ambiente; Fornecedores; Consumidores e Clientes; Comunidade; Governo e Sociedade. A
Imposto de Renda e CSLL - corrente e diferido 117.725 114.645 2,7 educação, o meio ambiente, a cultura e os projetos ligados à distribuição de energia elétrica são focos
Resultado na Alienação/Desativação Bens e Direitos 9.774 5.242 86,5 de atuação junto às comunidades. É por meio do Programa Energia para Crescer que a COELBA cumpre
Resultado Financeiro 53.568 79.093 -32,3 seu papel de agente de transformação e contribui para a sustentabilidade da sociedade. No ano os
Depreciação e amortização 172.772 184.582 -6,4 investimentos sociais da COELBA somaram R$ 551 milhões, superior em 55,3% do valor investido em
EBITDA 1.183.349 1.217.185 -2,8 2008 que foi de R$ 355 milhões.
O EBITDA no ano de 2009 foi de R$ 1.183,3 milhões, valor 2,8% inferior ao apurado no ano de 9.1. PROJETOS LIGADOS À ENERGIA ELÉTRICA
2008 (R$ 1.217,2 milhões), influenciado basicamente pela Revisão Tarifária Definitiva, estabelecida Em 2009, o grande destaque foi o Programa Luz para Todos que atingiu a marca de 353.209 ligações
pela ANEEL em 7 de abril de 2009, que definiu o índice de Reposicionamento Tarifário em -13,51%, realizadas na Bahia desde a sua implantação em 2004, trazendo desenvolvimento econômico e
diferente do índice provisório homologado em abril de 2008, de -12,12%. A margem EBITDA de 2009 7 GOVERNANÇA CORPORATIVA melhorando a qualidade de vida das pessoas. Outro projeto relacionado à energia elétrica desenvolvido
de 35,3% reduziu em 3,8 p.p. em relação ao ano anterior. 7.1. COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA durante o ano, foi o Vale Luz que permite a troca de materiais recicláveis do lixo doméstico por
O capital social integralizado da COELBA, de R$ 542,1 milhões, é representado por 188,1 milhões descontos na conta de energia elétrica. O projeto desenvolve a consciência ecológica e possibilita a
de ações, sendo 109,3 milhões ordinárias (ON), 19,5 milhões preferenciais tipo “A” (PNA) e 59,3 redução do valor da conta de energia elétrica através de créditos recebidos pelos clientes cadastrados,
milhões preferenciais tipo “B”. Desse total, 87,8% das ações pertencem à controladora Neoenergia,
8,5% pertencem ao grupo espanhol Iberdrola, 2,3% ao Fundo de Pensão PREVI e 1,4% aos demais promovendo a reciclagem de 26,9 toneladas de lixo em 2009.
acionistas não controladores. 9.2. PROJETOS EDUCACIONAIS
7.2. RELAÇÕES COM INVESTIDORES A COELBA investiu em 2009 cerca de R$ 1,4 milhão em projetos educacionais, com destaque para
No intuito de prestar informações com elevado padrão de qualidade, transparência e rapidez, dentro da o Programa Educação pela Arte, em parceria com o Instituto Ayrton Senna, que beneficia jovens da
legislação pertinente e das regras que regulam o setor, a COELBA adota uma política de comunicação Associação Pracatum e do Instituto Oyá. Outro projeto importante desenvolvido no ano foi o “Energia
consistente, clara e confiável com o mercado de capitais, zelando pelo relacionamento com acionistas, Amiga” que tem o foco nos temas Segurança e Uso Eficiente da Energia Elétrica para crianças e
analistas de mercado, instituições financeiras, agências de “rating” e instituições reguladoras, sempre adolescentes das escolas das redes pública e privada em todo o estado. Em 2009, o programa
de acordo com as boas práticas de governança corporativa. Energia Amiga foi realizado junto à população, buscando desenvolver uma nova consciência sobre o
A COELBA disponibiliza informações através da área de Relações com Investidores, “e-mail”
(ri@coelba.com.br), no “site” corporativo (www.coelba.com.br - “link” Relações com Investidores) e uso eficiente e seguro da energia elétrica. Durante o ano foram realizadas 70 palestras, beneficiando
por meio dos relatórios e informes trimestrais e anuais enviados para a Bovespa e CVM. Além disso, a aproximadamente 4.000 pessoas.
“holding” Neoenergia realiza reuniões “one-to-one” com as principais instituições de relacionamento e Através do Programa Faz Universitário, nos últimos cinco anos, a COELBA beneficiou 50 estudantes
divulga Relatórios de Acompanhamento e “webconferences” trimestrais com os principais números de carentes matriculados em faculdades particulares em diversas cidades do estado. A COELBA mantém,
cada empresa e do Grupo. também, há 16 anos o projeto Jovem Aprendiz, promovendo o desenvolvimento pessoal e profissional
7.3. AUDITORIA E CONTROLES INTERNOS de menores carentes. Em 2009 foram beneficiados 70 jovens. Para o público interno, dentre outros
Para garantir os princípios básicos de governança corporativa, a Auditoria Interna depende diretamente projetos, a empresa contribui com um percentual para o pagamento de cursos de graduação e pós-
do Conselho de Administração que aprova e define o seu plano de trabalho. A equipe de Controles
Internos acompanha o cumprimento das recomendações das Auditorias. graduação. Durante o ano foram investidos R$ 387 mil, beneficiando 157 colaboradores.
Em 2008, foi implantado um processo que permite, ao longo do ano, avaliar, documentar e testar 9.3. PROJETOS CULTURAIS
os controles internos que respaldam as demonstrações contábeis. Em 2009 foram implementados Através de leis de incentivo, em 2009, a COELBA investiu mais de R$ 20 milhões em projetos nas
novos controles e revisados os existentes, alinhado aos requerimentos da Seção 404 da Lei Sarbanes- áreas de teatro, música e cinema. Para incentivar e estimular as produções artístico-culturais no
Oxley. Este processo contínuo trouxe vantagens como: melhorias no ambiente geral de controles, Estado, a empresa destinou nos últimos 3 anos R$ 50 milhões para o Fundo de Cultura da Bahia.
gerenciamento dos riscos e aumento da transparência nas divulgações ao mercado. Outros patrocínios que mereceram destaque no ano foram: Concertos Populares da Orquestra Sinfônica
7.4. CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCAL da Bahia, além do investimento significativo através da Lei do Audiovisual com os filmes Leporella,
O Conselho de Administração é composto por seis membros sendo cinco deles representantes dos
acionistas controladores e um deles representante dos empregados, cujos mandatos são de dois Cordel Virtual, Salve Geral, Amazônia Caruana e Tainá 3.
anos. Cabe ao Conselho determinar a política geral dos negócios da Companhia e supervisionar 9.4. PROJETOS AMBIENTAIS
sua administração, eleger os membros da Diretoria Executiva e aprovar orçamentos anuais e de Em 2009, a COELBA garantiu a melhoria do Sistema de Gestão Ambiental - SGA voltado para as
investimentos. atividades de operação e manutenção das subestações, realizando curso de auditores ambientais
O Conselho Fiscal é composto por quatro membros, sendo três deles representantes dos acionistas internos e auditorias ambientais cruzadas entre as suas regionais, no intuito de obter um diagnóstico
controladores e um representante dos acionistas preferencialistas não controladores. fiel do comportamento deste sistema. A COELBA investiu cerca de R$ 280 mil para fomentar
7.5. CÓDIGO DE ÉTICA vários projetos socioambientais, tendo como destaques o Projeto Arborizar em parceria com a
O Resultado Financeiro Líquido da Companhia totalizou R$ -53,6 milhões em 2009, melhor que os O Código de Ética do Grupo Neoenergia tem como finalidade ser uma referência para a conduta pessoal
R$ -79,1 milhões apresentados em 2008 (32,3%). Esse resultado foi influenciado basicamente pela e profissional de todos os seus colaboradores, baseada em valores e princípios que sustentarão o Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, com o objetivo de arborizar as principais avenidas do
queda nos encargos de dívidas mais variações monetárias, resultante do menor custo de dívida e pela alcance da missão e visão da COELBA. Para garantir o cumprimento do Código de Ética e a avaliação município (R$ 19 mil); o Projeto de Educação Ambiental Ecotrilha em parceria com a Faculdade
redução dos indicadores macroeconômicos. dos casos de violação, existe o Comitê de Ética da COELBA que realiza reuniões periódicas para discutir Área1/FTE, voltado para crianças, jovens e adultos de escolas e instituições públicas e particulares
O Lucro Líquido da COELBA em 2009 foi R$ 809,4 milhões, contra R$ 814,8 milhões em 2008, as ocorrências. O Código de Ética foi elaborado em consonância às exigências da Lei Sarbanes-Oxley e (R$ 48 mil); Projeto Taboarte - artesanato de taboa em Maracangalha, município de São Sebastião
inferior em apenas 0,7% apesar dos efeitos da crise financeira internacional iniciada em 2008 e do está disponível na "home page" da empresa (www.coelba.com.br). do Passé, realizado em parceria com o Sebrae a Secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia e
impacto da redução de 1,39 p.p. no Índice de Reposicionamento Tarifário, em função da Revisão a Prefeitura de São Sebastião do Passé, que visa ao desenvolvimento ambientalmente sustentável do
Tarifária Definitiva estabelecida pela ANEEL em 7 de abril de 2009. 8 GESTÃO DE PESSOAS artesanato de taboa, uma identidade cultural da comunidade; e o Projeto Despertar, em parceria com o
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - Senar, para desenvolver o Programa Socioambiental em 50
A COELBA propicia a ampliação dos conhecimentos, integração e subsídios para gestão das
competências individuais e institucionais, visando à satisfação dos seus colaboradores, acionistas, municípios baianos para a rede de ensino de escolas nas áreas rurais (R$ 50 mil).
parceiros e comunidades. Foram desenvolvidas ações de melhorias para potencializar o desenvolvimento
dos colaboradores nos quais destacamos a realização do Programa de Gestão de Desempenho - PGD, 10 RECONHECIMENTOS
Programa de Ampliação do Conhecimento, Treinamento de Turmas do Programa Luz para Todos,
Mapeamento dos Ativos Intangíveis, a realização da pesquisa de clima 2009, continuidade dos Em 2009, a COELBA recebeu importantes premiações em reconhecimento ao compromisso e ao
programas de desenvolvimento de pessoas e, ainda, continuidade da melhoria do ambiente físico de trabalho que vem desenvolvendo em diversas áreas:
trabalho.  Prêmio Abradee - Gestão Econômico-Financeira - 1º lugar - Concedido pela Associação Brasileira de
8.1. SAÚDE E SEGURANÇA Distribuidores de Energia Elétrica;
A COELBA reconhece a saúde e a segurança como pilar estratégico para conduzir seus negócios e,
 Prêmio Abradee - Responsabilidade Social - 4º lugar - Concedido pela Associação Brasileira de
para isto, mantém as suas práticas alinhadas com as suas Políticas de Saúde e Segurança, buscando
assegurar a preservação da integridade física e mental dos empregados da COELBA e das Empresas Distribuidores de Energia Elétrica;
Prestadoras de Serviço.  Certificado Empresa Cidadã - Concedido pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro;
A consolidação da cultura da prevenção nas questões de saúde e segurança, com destaque ao controle  Mérito Lojista - Concedido pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador;
dos riscos, a prevenção dos acidentes, a melhoria contínua das condições de trabalho, o atendimento  Condecoração da Marinha por bons serviços prestados.
da legislação vigente e a preservação do meio ambiente, têm gerado a cada ano uma melhoria
significativa nos resultados obtidos pela empresa, propiciando cada vez mais, um alinhamento
dos programas implantados. O Programa Energia da Vida já implantado reforça este conceito, pois 11 AUDITORES INDEPENDENTES
contempla ações nas áreas de segurança, saúde e qualidade de vida, possibilitando que a empresa atue Em conformidade com a Instrução CVM nº 381, de 14 de janeiro de 2003, a Companhia declara
6.2. ENDIVIDAMENTO intensamente na melhoria dos procedimentos operacionais para a execução segura das atividades, no
desenvolvimento de novas tecnologias de segurança e na capacitação dos profissionais nos aspectos que mantém contrato com a Ernst & Young Auditores Independentes, para prestação de serviços de
A dívida bruta da Companhia, incluindo empréstimos, financiamentos, debêntures e encargos, totalizou técnicos e comportamentais, visando a satisfação dos seus colaboradores e a excelência dos processos, auditoria externa de suas demonstrações contábeis, bem como para a revisão de informações contábeis
R$ 1.468,7 milhões, 8,4% menor que em 2008 (R$ 1.603,3 milhões), sendo que R$ 4,7 milhões o que tem contribuído significativamente para a melhoria dos seus índices de acidentalidade. em atendimento às exigências do Órgão Regulador, ANEEL, e de contratos de financiamentos, por um
referem-se a custos de transação apropriados no passivo e diferidos durante os prazos das operações Dentre as principais ações pertinentes à saúde e segurança temos: Inspeções de Segurança em período de 2 (dois) anos, iniciado em abril de 2009. A Ernst & Young desde então não prestou serviços
contribuindo para a redução do saldo da dívida, e R$ 1,4 milhão referem-se aos ajustes a valor justo turmas próprias e de Empresas Prestadoras de Serviços; Mutirão de Segurança; Palestras 30 Minutos não relacionados à auditoria independente que superassem 5% (cinco por cento) do valor do contrato.
das dívidas e derivativos de acordo com os pronunciamentos CPC/CVM. O indicador financeiro Dívida/ de Segurança; Desenvolvimento de novas tecnologias/metodologias de Segurança; Seminário das A política de atuação da Companhia, quanto à contratação de serviços não relacionados à auditoria
EBITDA passou de 1,32 em 2008 para 1,24 em 2009. A dívida líquida da COELBA (dívida bruta melhores práticas de EPS; Simulação de emergência (evacuação); Rodeio; Campanhas de Saúde e externa junto à empresa de auditoria, se fundamenta nos princípios que preservam a independência
deduzida das disponibilidades, aplicações financeiras e títulos e valores mobiliários) encerrou o ano de Segurança (ARC, AIDS, doação de medula, Gripe H1N1, etc.); Exame médico periódico; Feiras de
Saúde; Ginástica na empresa; Massagem na empresa. do auditor.
2009 com R$ 1.166,9 milhões, 2,4% abaixo dos R$ 1.195,9 milhões registrados em 2008. A Dívida
Líquida/EBITDA em 2009 foi de 0,99 contra 0,98 realizado em 2008. 8.2. CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Para fazer frente aos programas de investimentos, a COELBA mantém como estratégia obter Foram realizados em 2009, 631 eventos de treinamento, sendo 60,3% para empregados próprios e 12 AGRADECIMENTOS
financiamentos de longo prazo com bancos e agências de fomento, visando obter recursos com custos 39,7% para prestadores de serviços. Estes eventos, que totalizaram 284.250 horas de participações,
mais baixos e com prazos mais aderentes ao retorno de longo prazo dos investimentos em distribuição. fizeram parte de uma série de programas de treinamento, seminários, palestras e cursos nas áreas Ao reconhecermos que o resultado alcançado é conseqüência da união e do esforço de nossos
técnica/operacional, administrativo/financeira e gerencial, que foram direcionados para empregados colaboradores e do apoio, empenho, incentivo e profissionalismo recebidos dos públicos com os quais
Em 2009, o BNDES e a FINEP liberaram financiamentos de R$ 70 milhões e R$ 5,1 milhões, próprios, terceirizados e jovens de comunidades carentes, estruturados através dos programas:
respectivamente, para a COELBA, referente aos investimentos realizados em 2009. nos relacionamos, queremos expressar nossos agradecimentos aos nossos acionistas, aos Senhores
Programa de Desenvolvimento de Postos Funcionais - PDPF, Programa de Desenvolvimento de membros dos Conselhos de Administração e Fiscal, aos nossos clientes e fornecedores, aos nossos
Partes dos investimentos realizados no âmbito do Programa Luz para Todos são financiados através da Lideranças - PDL, Programa de Educação Continuada - PEC, Programa de Capacitação de empregados
Reserva Global de Reversão - RGR, recursos liberados pela Eletrobrás, que somaram no ano de 2009 de EPS e Programa com foco na Educação para Comunidades. Governos Municipais, Estadual e Federal e demais autoridades, às Agências Reguladoras e aos Agentes
R$ 31,6 milhões. Em 2009, a COELBA deu continuidade ao Programa de Sucessão através dos Comitês de do Setor.
A seguir é apresentado gráfico com a evolução do endividamento bruto e a respectiva segregação entre Desenvolvimento de Pessoas (CDP), que foram constituídos com a finalidade de consolidar o Salvador, 25 de janeiro de 2010
curto e longo prazo. desenvolvimento funcional e comportamental dos profissionais identificados para posições estratégicas A Administração

BALANÇOS PATRIMONIAIS DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS


Levantados em 31 de Dezembro de 2009 e de 2008 (R$ mil) Para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro
de 2009 e de 2008 (RS mil)
ATIVO Notas 2009 2008 PASSIVO Notas 2009 2008
R$ mil R$ mil R$ mil R$ mil Notas 2009 2008
Reclassificado Reclassificado Reclassificada
CIRCULANTE CIRCULANTE Fornecimento de energia elétrica 32 1.921.543 1.845.556
Caixa e equivalentes de caixa 6 217.329 334.809 Fornecedores 23 303.847 234.242 Energia elétrica de curto prazo - CCEE 35 13.249 36.118
Consumidores, concessionárias e permissionárias 7 828.258 657.487 Disponibilização do sistema de distribuição 33 2.934.983 2.697.550
Títulos a receber 8 4.775 3.305 Empréstimos, financiamentos e encargos 24 233.592 164.612
Debêntures e encargos 25 82.419 67.910 Outras receitas operacionais 34 62.749 76.633
(-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD 9 (34.666) (27.342) Receita operacional 4.932.524 4.655.857
Ativos regulatórios 10 38.482 8.147 Passivos regulatórios 10 50.541 12.421
Folha de pagamento 2.422 2.634 ICMS (914.781) (888.765)
Serviços em curso 22.888 19.331
Títulos e valores mobiliários 11 84.476 72.619 Taxas regulamentares 26 50.551 75.319 PIS (79.938) (79.486)
Tributos e contribuições sociais 12 55.536 67.312 Tributos e contribuições sociais 12 117.770 82.018 COFINS (368.385) (361.659)
Tributos e contribuições sociais diferidos 13 20.337 16.066 Tributos e contribuições sociais diferidos 13 1.104 947 ISS (2.816) (3.116)
Benefício fiscal - ágio incorporado da controladora 14 18.895 20.115 Dividendos e juros sobre capital próprio 27 644.836 318.212 Quota para reserva global de reversão - RGR (43.672) (44.286)
Estoque 15 5.334 6.361 Obrigações estimadas 28 35.783 31.634 Conta de desenvolvimento energético - CDE (26.978) (23.818)
Despesas pagas antecipadamente 17 2.176 1.852 Provisão para contingências 29 14.171 13.469 Subvenção - conta consumo de combustível - CCC (109.246) (108.138)
Outros créditos 18 89.243 84.198 Programa de eficientização energética - PEE (16.789) (15.547)
TOTAL DO CIRCULANTE 1.353.063 1.264.260 Adiantamentos recebidos 15.941 7.657
Consumidores devolução baixa renda 767 776 Fundo nacional de desenvolvimento científico e
NÃO CIRCULANTE
Outras contas a pagar 30 52.595 66.468 tecnológico - FNDCT (6.674) (6.170)
Realizável a longo prazo
Consumidores, concessionárias e permissionárias 7 207.208 180.679 TOTAL DO CIRCULANTE 1.606.339 1.078.319 Empresa de pesquisa energética - EPE (3.804) (3.085)
Títulos a receber 8 12.578 12.378 NÃO CIRCULANTE Pesquisa e desenvolvimento - P&D (6.674) (6.170)
(-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD 9 (946) (1.629) Fornecedores 23 5.480 1.417 Encargos do consumidor - PROINFA (2.028) (662)
Ativos regulatórios 10 54.659 86.969 Empréstimos e financiamentos 24 683.289 819.859 Encargos - CBEE 25 149
Depósitos judiciais 16 80.954 66.635 Debêntures 25 469.438 550.940 Deduções da receita operacional (1.581.760) (1.540.753)
Tributos e contribuições sociais 12 45.826 41.576 Passivos regulatórios 10 80.163 38.905 RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 3.350.764 3.115.104
Tributos e contribuições sociais diferidos 13 33.531 45.196 Custo do serviço de energia elétrica (2.051.291) (1.817.351)
Benefício fiscal - ágio incorporado da controladora 14 227.469 246.364 Taxas regulamentares 26 12.429 -
Tributos e contribuições sociais 12 18.998 16.365 Custo com energia elétrica (1.739.002) (1.506.203)
Coligadas, controladas e controladora 38 250 905
Bens e direitos destinados à alienação 2.895 2.294 Tributos e contribuições sociais diferidos 13 4.896 9.794 Energia elétrica comprada para revenda 36 (1.516.697) (1.325.550)
Outros créditos 18 12.364 14.222 Provisão para contingências 29 33.357 50.016 Encargos de uso do sistema de transmissão 36 (222.305) (180.653)
Total do Realizável a Longo Prazo 676.788 695.589 Outras contas a pagar 30 19.444 37.424 Custo de operação 36 (299.344) (288.104)
Investimentos TOTAL DO NÃO CIRCULANTE 1.327.494 1.524.720 Pessoal (52.059) (47.265)
Investimentos 13.388 13.201 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 31 Entidade de previdência privada (3.256) (3.213)
Total dos Investimentos 13.388 13.201 Capital social 542.163 542.163 Material (7.440) (7.904)
Imobilizado Reservas de capital 698.050 698.050 Combustível para produção de energia elétrica (2) (80)
Imobilizado - líquido 19 2.498.842 2.147.225 Reservas de lucros 539.330 390.992 Serviços de terceiros (49.932) (47.793)
Total do imobilizado 2.498.842 2.147.225 Taxa de fiscalização serviço energia elétrica - TFSEE (4.902) (5.508)
Intangível Total do patrimônio líquido 1.779.543 1.631.205
Intangível - líquido 20 172.989 115.663 Recursos destinados a aumento de capital 1.694 1.694 Depreciação e amortização (162.296) (173.095)
Total do intangível 172.989 115.663 TOTAL PATRIMÔNIO LÍQUIDO E RECURSOS Arrendamentos e aluguéis (1.097) (1.190)
TOTAL DO NÃO CIRCULANTE 3.362.007 2.971.678 DESTINADOS A AUMENTO DE CAPITAL 1.781.237 1.632.899 Tributos (46) (84)
ATIVO TOTAL 4.715.070 4.235.938 PASSIVO TOTAL 4.715.070 4.235.938 Provisões líquidas - PCLD (13.543) (9.569)
Provisão para perda da RTE - 703
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Provisão para perda da energia livre - 9.636
Outros custos (4.771) (2.742)
Custo de serviço prestado a terceiros (12.945) (23.044)
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO E DOS RECURSOS DESTINADOS LUCRO OPERACIONAL BRUTO 1.299.473 1.297.753
A AUMENTO DE CAPITAL Despesas operacionais (288.896) (265.150)
Despesas com vendas 36 (173.495) (165.135)
Para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2009 e de 2008 (R$ mil) Despesas gerais e administrativas 36 (115.401) (100.015)
Resultado do serviço 1.010.577 1.032.603
Reservas de capital Reservas de lucros Resultado financeiro (53.568) (79.093)
Receita 317.232 368.200
Remuneração de Recursos Renda de aplicações financeiras 27.951 49.935
Capital bens e direitos Reserva Reserva de Reserva de Reserva de destinados Juros, comissões e acréscimo moratório de energia 35.050 39.301
Remuneração financeira ativos regulatórios 8.323 11.065
social constituídos com especial Incentivo Incentivo Reserva retenção Lucros a aumento
Variação monetária 29.406 -
realizado capital próprio de ágio fiscal fiscal legal de lucros acumulados Subtotal de capital Total Variação cambial 115.084 73.201
Saldos em 1º de janeiro de 2008 542.163 18.569 339.052 340.429 - 108.433 151.538 - 1.500.184 1.694 1.501.878 Operações swap 42.278 139.796
Outras receitas financeiras 59.140 54.902
Lucro líquido do exercício - - - - - - - 814.805 814.805 - 814.805 Despesa (370.800) (447.293)
Efeito ajustes Lei 11.638/07 - - - - - - (27.995) - (27.995) - (27.995) Encargos de dívida (líquido de R$ 1.289 transferido
p/ custo obra - nota 19) (109.324) (141.330)
Destinações: Remuneração financeira passivos regulatórios (25.094) (7.484)
Reserva de incentivo fiscal SUDENE - - - - 159.016 - - (159.016) - - - Variação monetária (41.960) (30.253)
Variação cambial (14.198) (145.399)
Juros sobre capital próprio - - - - - - - (93.861) (93.861) - (93.861) Operações swap (160.726) (96.129)
Dividendos intermediários - - - - - - - (269.301) (269.301) - (269.301) Outras despesas financeiras (19.498) (26.698)
Juros sobre capital próprio a pagar (100.012) (93.861)
Dividendos propostos - - - - - - - (292.627) (292.627) - (292.627) Resultado na alienação/desativação bens e direitos 36 (9.774) (5.242)
Saldos em 31 de dezembro de 2008 542.163 18.569 339.052 340.429 159.016 108.433 123.543 - 1.631.205 1.694 1.632.899 LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E
CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 36 847.223 854.407
Lucro líquido do exercício - - - - - - - 809.395 809.395 - 809.395
IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (137.840) (133.463)
Prescrição deliberação dividendos 2006 - - - - - - 90 - 90 - 90 Imposto de renda e contribuição social - corrente (263.320) (295.089)
Destinações: Imposto de renda e contribuição social - diferido (2.653) 21.429
Imposto de renda - Sudene 148.248 159.016
Reserva de incentivo fiscal SUDENE - - - - 148.248 - - (148.248) - - - Amortização ágio e reversão PMIPL (20.115) (18.819)
Juros sobre capital próprio - - - - - - - (100.012) (100.012) - (100.012) LUCRO ANTES DA REVERSÃO DOS JUROS SOBRE
CAPITAL PRÓPRIO 709.383 720.944
Dividendos intermediários - - - - - - - (236.920) (236.920) - (236.920) Reversão dos juros sobre capital próprio 100.012 93.861
Dividendos propostos - - - - - - - (324.215) (324.215) - (324.215) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 809.395 814.805
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO POR AÇÃO DO
Saldos em 31 de dezembro de 2009 542.163 18.569 339.052 340.429 307.264 108.433 123.633 - 1.779.543 1.694 1.781.237 CAPITAL - R$ 4,30 4,33
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Continua...
...Continuação

DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA


Para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2009 e de 2008 (R$ mil) Para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2009 e de 2008 (R$ mil)

2009 2008 2009 2008


RECEITAS Fluxo de caixa proveniente das operações
Vendas de energia e serviços 4.932.524 4.655.857 Das Operações Sociais
Lucro líquido do exercício 809.395 814.805
Provisão para créditos de liquidação duvidosa (24.298) (16.434)
Ajustes para reconciliar o lucro do exercício com recursos
Resultado Alienação/Desativação Bens e Direitos (9.774) (5.242)
provenientes de atividades operacionais
4.898.452 4.634.181 Depreciação e amortização 172.772 184.582
INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS Ativos regulatórios 7.667 143.547
Matérias-primas consumidas (1.739.002) (1.506.283) Passivos regulatórios 54.597 (880)
Materiais, serviços de terceiros e outros (218.555) (193.956) Variações monetárias e cambiais e juros de longo prazo, líquidas (29.972) 152.603
Variações monetárias e cambiais e juros de curto prazo, líquidas 134.702 68.859
(1.957.557) (1.700.239)
Valor residual do ativo permanente baixado 6.426 35.203
VALOR ADICIONADO BRUTO 2.940.895 2.933.942 Imposto de renda e contribuição social diferidos 22.534 (2.610)
DEPRECIAÇÃO/AMORTIZAÇÃO (172.772) (184.582) Reserva de incentivo fiscal - SUDENE - (159.016)
VALOR ADICIONADO LÍQUIDO 2.768.123 2.749.360 Provisões para contingências cíveis, fiscais e trabalhistas (9.223) (8.371)
VALOR ADICIONADO TRANSFERIDO Provisão para devedores duvidosos 6.640 16.434
Total 1.175.538 1.245.156
Receitas financeiras 317.232 368.200
(Aumento) redução de ativos
317.232 368.200
Consumidores, concessionárias e permissionárias (197.368) 39.106
VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR 3.085.355 3.117.560 Títulos a receber (1.671) (255)
DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO Depósitos judiciais (26.954) (15.815)
. Pessoal Tributos e contribuições sociais 7.527 (2.523)
Remunerações 106.767 98.035 Títulos e valores mobiliários (6.099) (16.242)
Serviços em curso (3.557) 10.354
Encargos sociais (exceto INSS) 16.092 15.124
Despesas pagas antecipadamente (327) 6.506
Entidade de previdência privada 6.442 7.347 Estoques 902 379
Auxílio alimentação 9.215 8.385 Outros ativos 1.365 29.192
Convênio assistencial e outros benefícios 3.473 3.401 Total (226.182) 50.702
Incentivo à aposentadoria e demissão voluntária 5.534 3.528 Aumento (redução) de passivos
Provisão para férias e 13º salário 24.579 25.405 Fornecedores 73.668 (36.250)
Folha de pagamento (212) 426
Plano de saúde 9.475 8.695
Encargos da dívida e swap 53.578 75.994
Indenizações trabalhista 8.050 3.581 Taxas regulamentares (14.938) 12.878
Participação nos resultados 33.631 29.975 Tributos e contribuições sociais 38.385 (959)
Administradores 2.964 2.097 Obrigações estimadas 4.149 (11.398)
Encerramento de ordem em curso 1.588 2.353 Consumidores devolução baixa renda (9) (38)
Adiantamentos recebidos 8.284 694
(-) Transferências para ordens (87.127) (71.685)
Outras contas a pagar (56.228) (30.442)
Subtotal 140.683 136.241
Total 106.677 10.905
. Governo RECURSOS LÍQUIDOS PROVENIENTES DAS OPERAÇÕES